Reavivados por Sua Palavra


Romanos 6 by jquimelli
11 de novembro de 2017, 21:10
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A você, que está neste trimestre estudando a carta de Paulo aos Romanos, recomendamos os comentários sobre Romanos 6 postados anteriormente neste blog em:
https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/03/04/

e com os comentários sobre I João 1, postados em:
https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/20/



DANIEL 4 by jquimelli
11 de novembro de 2017, 1:00
Filed under: caráter de Deus, Sem categoria | Tags: ,

Comentário Devocional

Nabucodonosor era um homem pecador, cruel para com os oprimidos (v. 27). O Senhor alertou Nabucodonosor através de um sonho interpretado por Daniel, de que passaria por maus pedaços, até pelo vale da sombra da morte, mas que se recuperaria e sairia exaltado desta situação, o que realmente aconteceu. O rei foi aconselhado por Daniel a se arrepender dos pecados que ele sabia que cometia, mas não lhe deu ouvidos.

Um ano depois, enquanto ainda estava andando no terraço superior do palácio, admirando suas obras, exaltando sua capacidade (v. 29 NVI), o próprio Deus falou com Nabucodonosor, dizendo-lhe que a sua autoridade havia sido tirada (v. 31). A sentença de Deus se cumpriu naquele exato momento e Nabucodonosor perdeu sua glória e sua inteligência e deixou o palácio para viver com os animais (v. 33).

Depois de sete anos, Nabucodonosor levantou os olhos para o céu em espírito de humildade e oração. Então sua sanidade voltou e seu primeiro ato foi bendizer, glorificar e louvar a Deus,. Sua majestade e resplendor imediatamente foram restauradas e ele foi reconduzido pelos seus conselheiros de volta ao trono.

Sua grandeza foi ainda maior que antes (v. 36). Ao final de sua experiência, Nabucodonosor louvou o Altíssimo por tê-lo livrado da loucura da arrogância e da exaltação própria (v. 37).

Querido Deus,
Ajude-nos a fixar nossos olhos em Jesus, Aquele que pode nos libertar de nossa tendência de nos fixarmos em nós mesmos e naquilo que podemos realizar por nossa própria capacidade. Amém.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Sangju
Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/dan/4 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1100
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/dan/4
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/18/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Daniel 4 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



DANIEL 4 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
11 de novembro de 2017, 0:55
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DANIEL 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
11 de novembro de 2017, 0:45
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DANIEL 4 – Imagina você comprar um jornal e, ao olhar a capa, a matéria principal é: “O homem mais poderoso do mundo converteu-se ao Deus verdadeiro”. Que sentimentos inundariam teu coração se você servisse a esse Deus, mas fosse escravo no Império desse rei?

O exílio dos judeus tinha vários objetivos, um deles era disciplinar o povo rebelde em relação aos propósitos divinos; o outro visava utilizar o remanescente fiel para alcançar aos infiéis para levá-los à conversão.

Os incidentes do sonho e da fornalha tornaram-se estratégias missionárias ao Deus onipotente. Pela presença de servos obedientes, Ele mostrou-Se evidente entre os descrentes. Consequentemente, Nabucodonosor tornou-se um crente convertido. Por isso, o capítulo em análise é de sua autoria.

“Esse decreto de Nabucodonosor foi promulgado na forma usual. Queria tornar conhecida a maneira maravilhosa com que Deus o tratou não apenas a algumas pessoas, mas a todos os povos, nações e línguas”. Ele “confessa francamente a vaidade e o orgulho de seu coração e fala abertamente dos meios que Deus empregou para humilhá-lo. Com sincero espírito de arrependimento e humilhação achou por bem revelar estas coisas a fim de que a soberania de Deus fosse exaltada e Seu nome adorado. Nabucodonosor já não pede imutabilidade para o seu próprio reino, mas se entrega plenamente a Deus, reconhecendo que só o Seu reino é eterno e Seu domínio de geração a geração” (Uriah Smith).

No Antigo Testamento Deus queria ser conhecido no mundo. Seu povo falhou; não falou o que deveria para testemunhar à humanidade sobre a verdadeira divindade. Apesar disso, o propósito de Deus não falharia. Deus faria tudo para que as pessoas soubessem de Sua existência e pudessem salvar-se (Salmo 46:10; João 17:3).

Hoje Deus espera que usemos todos os meios possíveis para divulgar o evangelho ao mundo. Ainda que falhemos, pessoalmente, em nossa missão, o evangelho alcançará o mundo inteiro (Mateus 24:14).

Warren Wiersbe apresenta cinco pontos ao capítulo:

• Agitação: O sonho do rei (vs. 4-18);
• Interpretação: Perigo para o rei (vs. 19-26);
• Exortação: A decisão do rei (v. 27);
• Humilhação: A disciplina do rei (vs. 28-33);
• Restauração: O livramento do rei (vs. 34-37, 1-3).

Vamos testemunhar de Deus para que pequenas e grandes personalidades do mundo se convertam a Ele! Despertemos para despertar outros! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



DANIEL 4, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de novembro de 2017, 0:30
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“Agora, eu, Nabucodonosor, louvo, exalto e glorifico o Rei dos céus, porque tudo o que Ele faz é certo, e todos os Seus caminhos são justos. E Ele tem poder para humilhar aqueles que vivem com arrogância” (v.37 NVI).


Ainda consternado pela poderosa manifestação do poder de Deus na vida de Seus servos, Nabucodonosor engrandece o nome do Senhor. Mas, em meio ao sossego e a suposta felicidade (v.4), outro sonho lhe perturbou os sentidos (v.5). Assim como da primeira vez, ele chamou todos os sábios do reino que, certamente, não ousaram proferir sequer uma palavra falsa. Mesmo tendo sido o rei testemunha ocular de verdadeiros milagres e ouvinte de revelações divinas, “por fim”, mandou chamar Daniel (v.8).

Apesar de reconhecer as bênçãos de Deus em sua vida (v.2), o soberbo monarca ainda não conhecia o Deus das bênçãos. Em sonho, novamente, as misericórdias do Senhor lhe foram reveladas, não para o seu espanto, mas para a sua salvação. A interpretação do sonho não foi dada para torná-lo conhecedor do que iria acontecer, mas do que ele poderia evitar que acontecesse. O recado dado pelo mensageiro celestial deveria ter-lhe sido uma advertência a ser cuidadosamente ponderada e obedecida. Se Nabucodonosor tivesse permitido que o mesmo Espírito que guiava Daniel e seus amigos fosse o seu Conselheiro, aquele sonho, muito provavelmente, não teria se tornado em realidade.

É emocionante a reação de Daniel diante da revelação que lhe é dada. Ciente da desgraça que sobreviria ao rei, as suas palavras destilavam lágrimas e compaixão: “Senhor meu, o sonho seja contra os que te têm ódio, e a sua interpretação, para os teus inimigos” (v.19). Sabem qual é o nome disso? AMOR! Não o amor fajuto pregado pelo mundo a fora, mas o amor genuíno que brota de um coração governado pelo Espírito Santo. É este amor que opera nos santos de Deus as ações e reações que causam estranheza ao mundo. Não possuímos este amor. Ele não nos é intrínseco. Mas é um dom adquirido; o maior dos dons (1Co 13) e o antídoto para livrar-nos do que afetará “quase todos” (Mt 24:12).

Entretanto, Daniel tinha uma missão e, consolado pelas palavras do próprio rei (v.19), expôs a interpretação do sonho. Mas ele não poderia perder a oportunidade de fazer um apelo àquele teimoso rei que lhe tinha conquistado o apreço: “Portanto, ó rei, aceita o meu conselho e põe termo, pela justiça, em teus pecados e em tuas iniquidades, usando de misericórdia para com os pobres; e talvez se prolongue a tua tranquilidade” (v.27). Se Nabucodonosor tivesse dado ouvidos àquele jovem sábio, como teria sido diferente a continuação deste capítulo. Teve que ser rebaixado à condição de um animal até que aprendesse “que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens e o dá a quem quer” (v.32).

Sabem, amados, têm tantas coisas que não conseguimos entender. Existem muitas situações adversas que nos causam inquietações que, por vezes, nos fazem indagar porquê o Senhor não interviu ou não impediu. Eu mesma, antes de conhecer ao Senhor, passei por momentos em que questionei a Sua atuação em minha vida. Mas, após conhecê-Lo e nEle aprendendo mais e mais, dia a dia, Ele tem me ensinado a encarar as tribulações como espécies de “simulados”, como preparação para a fornalha final. E é esta mudança de foco que nos concede forças e vigor espiritual. Nabucodonosor precisava desviar o foco das bênçãos, para o Senhor das bênçãos. E foi o que aconteceu. Compare o seu último discurso com o primeiro deste capítulo e perceberás que tudo o que ele precisava era parar de olhar para si e fixar os seus olhos em Deus: “levantei os olhos ao céu” (v.34).

Deus tem lhe abençoado? Amém por isso! Mas que os meus e os teus olhos não sejam enganados e desviados por coisas perecíveis. Mantenha os teus olhos fixos no “Rei do céu” (v.37), então, Ele lhe dará entendimento, tornará a tua vida um instrumento para a Sua glória e te guiará para Casa!

Feliz sábado, humildes servos do Deus Altíssimo!

Desafio do dia: Seja um praticante da justiça de Deus, “usando de misericórdia para com os pobres” (v.27). Ajude alguém que precisa, com roupas, alimentos, calçados. Mas, antes, ore ao Senhor para que esta ação seja conduzida por Ele, e não se torne algo isolado, mas o seu estilo de vida, o estilo de vida daqueles que hão de herdar a salvação (Mt 25:31-40).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Daniel4
#RPSP



DANIEL 4 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
11 de novembro de 2017, 0:25
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DANIEL 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
11 de novembro de 2017, 0:20
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1 A todos os povos. Este capítulo começa com uma carta de Nabucodonosor para os habitantes de seu reino. Ele demonstra interesse no bem estar (“paz”) de seus súditos e reconhece a supremacia do poder do Senhor (comparar com o cap. 2). Bíblia de Estudo Andrews.

Por não encontrarem outros casos de conversões [como esta, de Nabucodonosor], eruditos modernos declaram que tal edito é historicamente absurdo. Os argumentos do silêncio, porém, nunca são conclusivos. Por outro lado, a conversão de um rei a uma nova religião ou deus é confirmada em outros escritos. … pouco se sabe da história de Nabucodonosor de fontes seculares. Portanto, é impossível verificar todos os eventos do reinado desse monarca a partir de fontes da época. … Portanto, não é estranho não encontrar referência em registros babilônicos para a enfermidade mental do rei. Tais registros, naturalmente, omitem informações que tratam das desgraças de um herói nacional. … O edito refletia os sentimentos do rei quando sua faculdade mental foi restabelecida. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 867.

Tranquilo. Esta frase indica que o rei governava seu reino tranquilamente. O rei estava “feliz” em seu palácio na Babilônia…; e, como o rico insensato da parábola, cujos campos tinham produzido abundantemente (Lc 12:16-21), ele se esqueceu de sua responsabilidade para com Aquele a quem devia sua grandeza. CBASD, vol. 4, p. 867.

10 Vi uma árvore. A sabedoria divina com frequência emprega parábolas e metáforas como veículos de transmissão da verdade. Esse método impressiona. Os símbolos ajudam a pessoa a reter a mensagem e seu conteúdo na memória por mais tempo do que se a mensagem tivesse sido comunicada de outra forma (ver a metáfora de Ez 31:3-14). CBASD, vol. 4, p. 868.

13 Um vigilante. O atributo “santo” e a frase “descia do céu” mostram que o vigilante é um mensageiro celestial. CBASD, vol. 4, p. 869.

15 Mas a cepa … deixai. Os futuros brotos deste tronco (ver Jó 14:7-9) tipificavam, segundo se vê pela comparação dos v. 26 e 36, a restauração de Nabucodonosor de sua enfermidade, e não a continuidade da supremacia de sua dinastia, como alguns comentaristas entendem. CBASD, vol. 4, p. 869.

Com cadeias. …indicativas do cuidado que seria exercido para preservá-la. CBASD, vol. 4, p. 869.

17 Vigilantes. O plural pressupõe a existência de um conselho ou uma assembleia celestial (ver Jó 1:6-12; 2:1-6). CBASD, vol. 4, p. 869.

Que o Altíssimo tem domínio. Se Deus ordena, permite ou intervém, “o complicado jogo dos eventos humanos está sob divino controle” (PR, 536). CBASD, vol. 4, p. 870.

19 Então, lhe falou o rei. O rei viu a consternação na face de Daniel. Pela natureza do sonho, dificilmente poderia esperar ouvir algo agradável. Contudo, ele encorajou seu fiel cortesão a lhe dizer toda a verdade sem temor de ficar sujeito a reprovação. CBASD, vol. 4, p. 871.

Os que te têm ódio. As palavras de Daniel não devem ser interpretadas necessariamente como maldade para com os inimigos do rei. A resposta exibe simplesmente uma reação de um cortesão oriental. CBASD, vol. 4, p. 871.

26 Tornará a ser teu. Muitos imaginam por que [ficam a supor do porquê] o rei insano não foi morto, ou porque seus súditos e ministros de estado não colocaram outra pessoa no trono durante o tempo em que esteve incapacitado. Têm-se as seguintes explicações: Os supersticiosos daquela época criam que todos os distúrbios mentais eram causados por espíritos malignos que assumiam controle de suas vítimas. Se alguém matasse o insano, o espírito se apoderava do assassino ou instigador do crime; e se sua propriedade fosse confiscada ou seu cargo ocupado por outro, uma terrível vingança recairia sobre os responsáveis pela injustiça. Por isso, pessoas insanas eram removidas da sociedade e não eram incomodadas (ver 1Sm 21:12-22). CBASD, vol. 4, p. 871.

27 Põe termo … em teus pecados. Um princípio divino é comunicado ao monarca arrogante. Os juízos de Deus podem ser evitados mediante arrependimento e confissão (ver Is 38:1, 2, 5; Jr 18:7-10; Jn 3:1-10). Por essa razão, Deus anunciou o juízo iminente sobre Nabucodonosor, mas lhe deu um ano inteiro para se arrepender, e assim evitar a calamidade (ver Dn 4:29). Porém, o rei não mudou seu modo de vida e, como resultado, atraiu sobre si a execução do juízo. Em contraste, os ninivitas, que tiveram 40 dias para se arrepender, aproveitaram a oportunidade; assim, eles e a cidade foram poupados (Jn 3:4-10). CBASD, vol. 4, p. 871.

32, 33 tempo. A palavra aramaica para “tempo” também quer dizer “ano”. Bíblia de Estudo Andrews.

34 Levantei os olhos. Quando em oração olhou para os céus, o humilhado rei foi elevado da condição de um animal bruto à de um ser que tem a imagem de Deus. Aquele que por anos tinha estado no solo, impotente e rebaixado, foi mais uma vez elevado à dignidade humana que Deus concedeu às Suas criaturas formadas segundo Sua imagem. A característica essencial do milagre que aconteceu no caso de Nabucodonosor ainda se repete, embora de uma forma menos espetacular, na conversão de cada pecador. CBASD, vol. 4, p. 871.

36 Tornou-me a vir. A fim de mostrar a estreita relação entre o restabelecimento da razão e a restauração da soberania, este versículo repete (ver v. 34) o primeiro elemento da recuperação. O segundo vem imediatamente, no modo semita simples de narrar. Um narrador ocidental teria dito: “Quando meu entendimento retornou, também retornaram minha posição e glória reais.” CBASD, vol. 4, p. 873.

Buscaram-me. A palavra “buscaram” não indica necessariamente que, durante o período de insanidade, permitiu-se que o rei vagasse pelos campos e desertos sem supervisão, mas a busca de alguém tendo em conta seu posto oficial. Quando se tornou conhecido que o rei tinha recuperado a razão, os regentes do estado o levaram de volta com todo respeito devido, a fim de lhe restaurar o governo. Durante a insanidade do rei, esses homens tinham se encarregado das questões do governo. CBASD, vol. 4, p. 873.




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