Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 43 by jquimelli
2 de novembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

A primeira seção de Ezequiel 43 (versículos 1-12), que descreve o retorno da glória de Deus ao Templo, é o clímax do livro. Isto é destacado no nome da cidade: “O Senhor está aqui” (Ez. 48:35, NVI).

É importante notar que em Ezequiel, o juízo de Deus sobre um Israel pecaminoso é vividamente retratado na dramática partida passo a passo da glória da presença de Deus do templo. Isto é descrito em Ezequiel 10 e 11. Essa partida é invertida no capítulo 43 quando a glória retorna ao templo restaurado, através do portão leste, o caminho pelo qual ela havia saído. O templo reconstruído, descrito por Ezequiel nos capítulos 40-42, só se torna funcional quando Deus está presente, o que acontece em Ezequiel 43. Isto também estabelece a base para o restante do livro, onde são descritos os rituais do Templo, a cidade nova e a nova terra.

Esta mensagem é tão importante que o próprio Deus diz para Ezequiel declarar tudo isso para Israel. Então, no verso 10 é dada a razão para toda a descrição do templo: o templo restaurado tem como finalidade ajudar Israel a se envergonhar de seus pecados passados e arrepender-se e, então, seguir os estatutos e as leis dadas por Deus.

Quão importante para nós é a presença de Deus? Temos hoje edifícios e igrejas agradáveis, mas está Deus presente nelas? Permitimos que a graça restauradora de Deus, a presença amorosa de Deus, toque nossos corações e nos leve a ter vergonha de nossos pecados e a verdadeiramente adorá-Lo?

Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA

Extra: Para entender essa visão você poderá se beneficiar da seguinte animação em 3D.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/eze/43 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1091
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/eze/43
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/09/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Ezequiel 43 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



EZEQUIEL 43 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ by Maria Eduarda
2 de novembro de 2017, 0:55
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EZEQUIEL 43 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
2 de novembro de 2017, 0:43
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EZEQUIEL 43 – Mesmo sabendo que certos planos nunca aconteceriam por negligência dos judeus, Deus ainda revelou Seu sonho para Seu povo. Deus é bom demais, sem deixar de ser justo.

Antes de avançarmos, observe a síntese da história do Santuário/Templo judeu:

• A história do Templo remonta ao tempo do santuário no deserto, construído na Terra segundo o modelo do Céu. 
• Quando o povo se instalou na Terra Prometida, Davi e Salomão acharam a tenda inadequada e então, foi construído um grandioso templo que, posteriormente fora reparado por Joás e Josias, até o momento em que Nabucodonosor o saqueou e o destruiu.
• Na volta do exílio babilônico, Zorobabel reedificaria o templo, Herodes o ampliaria e Tito de Roma o destruiria – para nunca mais ser reconstruído.

O capítulo em apreço nos revela as intenções de Deus caso houvesse um retorno à verdadeira piedade por parte de Seu povo rebelde:

• A glória divina retornaria ao complexo do novo Templo pela porta oriental do átrio externo (vs. 1-12).
• Um novo altar deveria ser construído para sacrifícios de dedicação para, por sete dias, realizar as ofertas pelo pecado, tornando-o puro para o uso. A partir do oitavo dia o altar estaria pronto para holocaustos e ofertas pacíficas, visando expressar devoção do adorador e comunhão com Deus (vs. 13-27).

“Visto que o povo não mais pecará contra o Senhor, Yahweh promete habitar para sempre em seu meio (43:6-9) […]. Com base em Ezequiel 33-39, fica claro que os não-crentes não mais existirão em Israel, e, portanto, não haverá a possibilidade de profanar o Templo […]. A presença abençoadora de Deus está, dessa forma, assegurada para sempre por causa da criação, pelo Espírito, de uma comunidade santa” comenta o teólogo Paul R. House.

É evidente que isso nunca aconteceu na história dos judeus. Contudo, o plano divino foi ampliado; agora, cada crente de todas as épocas e lugares pode esperar o cumprimento mais abrangente destas profecias, graças ao gracioso sacrifício de Cristo:

• Na Cidade Santa Deus será o Deus dos salvos junto a eles (Apocalipse 21:7, 22-26; 22:1-6);
• Ninguém que possa profanar o Céu terá possibilidade de entrar lá (Apocalipse 21:8, 27).
• Portanto, é necessário abandonar aos pecados e purificar-se (Apocalipse 22:12-15).

Não negligencie como os judeus, renda-se inteiramente a Deus! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 43, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de novembro de 2017, 0:29
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“O Espírito me levantou e me levou ao átrio interior; e eis que a glória do SENHOR enchia o templo” (v.5).


Que emoção não deve ter enchido o coração do profeta ao ver a glória de Deus novamente naquele lugar e ao ouvir da boca do Senhor: “este é o lugar do Meu trono, e o lugar das plantas dos Meus pés, onde habitarei no meio dos filhos de Israel para sempre” (v.7). Os pecados e as abominações haviam retirado a glória do Eterno do santuário, mas, o Seu santo nome não seria mais contaminado. Ainda havia esperança!

Não foi a atitude do povo de Deus que fez com que a glória do Senhor voltasse a encher o santuário, e sim o zelo pelo Seu santo nome. A Sua bondade e misericórdia foram estendidas aos filhos de Israel para que, “envergonhando-se eles de tudo quanto praticaram” (v.11), tornassem a observar e a cumprir os estatutos de Deus. Notem a sequência:

  1. “A glória do SENHOR entrou no templo” (v.4);
  2. O povo deveria envergonhar-se de seus pecados (arrependimento) (v.10);
  3. Então, observar e cumprir toda “a lei do templo” (v.12).

A obediência à lei de Deus não é sinônimo de salvação, mas, certamente, é o resultado dela. Foi assim na vida de Noé, Abraão, José, dentre tantos outros homens e mulheres que permaneceram fiéis ao Senhor e à Sua Palavra. Foi assim na vida de Jesus, que nos deixou exemplo “tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (Fl 2:8). Foi assim na vida dos apóstolos que nos deixaram um legado de fé prática, e confiança plena no poder de Deus. Foi assim na vida dos reformadores e pioneiros que dedicaram a vida em resgate das verdades que haviam sido lançadas por terra (Dn 8:12).

Creio que a maior prova de que a observância da lei não salva está nos rituais de sacrifício. Se o cumprimento da lei fosse o suficiente, não precisaria haver “holocausto ao SENHOR” (v.24). A função principal da lei é a de revelar os nossos pecados e a necessidade que temos de um Salvador que faça “a purificação e a expiação” (v.20) das nossas iniquidades. Anule a lei, e, consequentemente, você estará afirmando que não há pecado. E, se não existe pecado, não precisamos da graça. E, sem a graça, para que um Salvador?

Muito em breve toda a Terra resplandecerá por causa da glória do Senhor (v.2), e os que insistiram na prática do pecado serão consumidos por Sua ira (v.8). Mas os que crerem em Jesus e seguirem os Seus passos, confiantes em Seus méritos, não farão parte da turba do desamor (Mt 24:12), mas irão amar como Ele amou: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo 15:10).

Bom dia, amados do Senhor!

Jornada espiritualChuva Serôdia. Chegou a hora!“, 18° dia: “A Bíblia está repleta de exemplos de pessoas que viveram verdadeiramente o ministério de Cristo e exerceram grande influência em suas comunidades. Pesquise e encontre-as e depois anote as ideias e o que você aprendeu para colocar em prática” (Manassés Queiroz, Chuva Serôdia. Chegou a hora!, Pág. 105).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Ezequiel43
#RPSP

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EZEQUIEL 43 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
2 de novembro de 2017, 0:25
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EZEQUIEL 43 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
2 de novembro de 2017, 0:20
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1 Este capítulo e o seguinte contém muitos ensinamentos que mostram o significado das medidas dadas nos capítulos anteriores. Bíblia Shedd.

2 do caminho do oriente, vinha. O profeta tinha visto a glória divina sair através da porta leste ou oriental do antigo templo (Ez 10:18, 19; 11:1, 23). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 799.

3 da visão que eu tive. Ezequiel teve três visões da glória de Deus. A primeira lhe foi concedida para vocacioná-lo (1.1) e para fazê-lo obediente à visão celestial mesmo quando alguém não quis ouvi-lo (3.4-11; cf At 26.13-19). A segunda lhe foi concedida para revelar que a glória de Deus não habita com os idólatras (2Co 6.14-18), e que o templo seria destruído (8.1-9.22). A terceira visão revela a restauração desta nação à comunhão com Deus, mediante a revelação de Si mesmo onde Seu povo adora. Bíblia Shedd.

rio Kebar. O rio Kebar se conectava com o rio Eufrates e ali se localizava um assentamento de exilados judeus na Babilônia. Life Application Study Bible Kingsway.

Vim destruir. As visões anteriores anunciavam a destruição de Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 799.

5 enchia o templo. Assim aconteceu quando o templo de Salomão foi consagrado (1 Rs 8.10-11); a mesma glória tinha acompanhado o tabernáculo que Moisés levantou no deserto (Êx 40.34-38). Antes de existir santuário algum, esta glória já apareceu numa sarça no deserto, na hora em que Deus chamou Seu profeta Moisés para libertar o povo de Israel e fazer dele um povo particularmente Seu (Êx 3.1 – 4.17). Esta glória se revela a cada crente em Cristo (Cl 1.26-27) através do Espírito de glória. Bíblia Shedd.

6 ouvi. A voz era, sem dúvida, a de Deus. Ela veio do templo, enquanto o “homem” ficou junto ao profeta no átrio interior. CBASD, vol. 4, p. 799.

7 com as suas prostituições. O templo anterior havia sido contaminado pela adoração a ídolos praticada dentro de seus recintos (2Rs 23:7; 21:4-7) [que poderia inclui a prostituição literal 2Rs 23:7; cf 1Rs 14:24; 15:12].CBASD, vol. 4, p. 799.

Não contaminarão mais o Meu nome santo … com o cadáver de seu reis. Não há evidência histórica de que algum rei tenha sido sepultado na área do templo. Vários deles foram sepultados perto dali, na colina a sudeste (ver 1Rs 2:10; 11:43; 22:50; etc.). A LXX [Septuaginta, versão para o grego do AT] diz: “Ou pelos assassinatos de seus príncipes no meio deles”, o que talvez reflita o pensamento que o profeta pretendeu transmitir. CBASD, vol. 4, p. 799.

 

10 filho do homem, mostra à casa de Israel este templo. Deus queria que considerassem cuidadosamente Seu plano, a fim de que isso se tornasse para eles um incentivo para abandonar os maus caminhos e aceitar as novas provisões. CBASD, vol. 4, p. 799.

Aqui se vê claramente que as medidas do templo seriam compreendidas pelos israelitas como uma mensagem da restauração, de santificação e de glorificação. Bíblia Shedd.

12 Esta é a lei do templo. A “Torah” do Novo Templo. Esta seção [43:12 – 46:24] trata dos vários rituais envolvidos na adoração no templo restaurado, com foco nas modificações do ritual mosaico prescrito no Pentateuco. O retorno do exílio é um novo Êxodo (20:32-44), e Ezequiel é um novo Moisés, mostrando os “requisitos” [padrão] para a construção do santuário (ver Êx 25:9, 40) e a legislação concernente às varias adições e modificações necessárias no ritual do templo e no pessoal para os exilados que retornassem. As maiores aparentes contradições entre as “Torah” de Ezequiel e Moisés, como vigorosamente discutidas mais tarde, entre os rabinos, são encontradas em Ez 44:31; 45:18-20; e 46:6-7.Andrews Study Bible.

Lei do templo. Isto é, a chave do seu significado, que é a santificação, a separação para longe, da impureza (42.20). Bíblia Shedd.

13 altar. O altar (Diagrama ilustrativo), que ficava diante do templo, no centro do átrio interior, tinha uma escadaria (Ez 43:17), diferentemente do antigo (ver Êx 20:26). Esta ficava no lado leste, provavelmente para que o sacerdote que fazia o sacrifício ficasse de costas para o sol nascente, a fim de que não pudesse haver qualquer sugestão de adoração ao Sol. CBASD, vol. 4, p. 800.

côvado. Aproximadamente 51 cm (20½”). Um côvado longo é quatro dedos maior do que o côvado hebraico ou egípcio comum, de 45 cm. Andrews Study Bible. [cf tb. CBASD, p. 790].




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