Reavivados por Sua Palavra


DANIEL 2 by jquimelli
9 de novembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

No segundo ano de Nabucodonosor, Deus deu ao rei um sonho que o perturbou muito (v. 1). Ditadores muitas vezes são inseguros e não confiam em ninguém ao seu redor. O rei disse que estava ansioso para saber o sonho (v. 3) e ameaçou todos os sábios da corte com a morte caso não conseguissem revelar o mistério (v. 5).

Os adivinhos perceberam então que tinham um grande problema. Eles conheciam a extrema brutalidade dos ditadores assírios e babilônios, como a demonstrada na captura de Laquis, registrada na parede do palácio de Senaqueribe, em Nínive. Muito provavelmente eles seriam cortados em pedaços ainda vivos. E sabiam que ninguém na terra poderia desvendar o mistério (v. 10).

Tendo ciência da crise que também o envolvia, Daniel se aproximou e pediu para falar com o rei (v. 15) e pediu a seus amigos para orarem com ele a respeito do assunto (v. 17-18). Deus respondeu a oração deles e deu a Daniel o sonho e a sua interpretação (v. 19).

O conceito fundamental do sonho é que Deus está no controle da história deste mundo e de seus sucessivos impérios. Este mesmo conceito já havia sido exposto por Moisés em Gênesis 31, Êxodo 3 e Jó 12.

O último reino que aparece no sonho, composto de “argila e ferro” (vs. 41-43), também teria fim, como todos os demais. Os dias destes reis (período de argila e ferro) duraria até o fim dos tempos. Então uma pedra vinda do próprio Deus destruiria a imagem que Nabucodonosor vira em seu sonho e o Deus do céu estabeleceria um reino que jamais seria destruído (v. 44).

Apesar de ser ainda um calouro, Daniel foi promovido a chefe de todos os sábios da Babilônia e seus amigos se tornaram encarregados da administração da província de Babilônia, a seu pedido (v. 49). Todos, então, souberam que a inteligência e a sabedoria de Daniel e seus companheiros lhes haviam sido dadas por Deus, em que os hebreus haviam se abrigado.

Querido Deus,
Vivemos no tempo do fim e sabemos que o Seu filho, a Rocha dos Séculos, virá em breve como Rei dos Reis e Senhor dos Senhores para encher a terra com a Sua glória. Que possamos, desde agora, nos abrigar nEle. Amém.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Sangju
Coreia do Sul

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/dan/2 e https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/16/ (tradução anterior)
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Daniel 2 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



DANIEL 2 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
9 de novembro de 2017, 0:55
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DANIEL 2, COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
9 de novembro de 2017, 0:45
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O melhor aluno não é aquele que só tira boa nota visando aprovação, é aquele que é aprovado no céu por colocar a sabedoria de Deus acima do conhecimento humano.
 
“Se o Senhor for sempre colocado diante dos alunos como Aquele a Quem devem procurar em busca de conselho, como fez Daniel, dEle receberão conhecimento e sabedoria. Tornar-se-ão todos, então, condutos de luz” afirmou Ellen G. White.
 
Embora a escola frequentada por Daniel não aplicasse tal princípio, ele o aplicava e o deixou como legado a professores e alunos.
 
Daniel 2 prova que a declaração final de Daniel 1 é verdadeira. O maior monarca de então teve um sonho e nenhum dos sábios conseguiu atender aos seus pedidos; exceto Daniel, que se destacou na escola secular por ser fiel ao Deus do Céu.
 
Observe este esboço realizado por Stephen R. Miller, intitulado “O sonho de Nabucodonosor”:
 
1. Circunstâncias do sonho (v. 1);
2. A incapacidade dos intérpretes pagãos:
• Convocação aos intérpretes (vs. 2-4);
• Petição impossível (vs. 5-9);
• Incapacidade admitida (vs. 10-11);
• Drástica consequência (vs. 12-13).
3. Intervenção de Daniel:
• Consulta e petição (vs. 14-16);
• Uma revelação (vs. 17-19);
• Uma oração (vs. 20-23);
• Audiência com o rei (vs. 24-30).
4. O sonho revelado:
• A grande estátua (vs. 31-33);
• A grande pedra (vs. 34-35).
5. Interpretação do sonho:
• Significado da estátua (vs. 36-46);
• Significado da grande pedra (vs. 44-45).
6. Resposta de Nabucodonosor (vs. 46-49).
 
O objetivo de Deus era mais amplo que revelar 25 séculos de história. Sua intenção era mais nobre do que mostrar o início e o fim dos impérios mundiais. O ápice de Seu propósito era tornar-Se conhecido e apresentar Seu reino eterno, pacífico e infalível.
 
A ênfase da visão da estátua não está nos impérios mundiais, mas no reino celestial regido pelo soberano Universal. Nabucodonosor e seus súditos precisavam dessa informação para se preparar para o futuro. E nós também. Essa matéria nenhuma escola secular ou livro didático oferece, conquanto dela todos careçam, até os grandes monarcas.
 
Aprendamos que…
• …“os reinos do mundo, ao mesmo tempo em que são fortes como o ferro, são vulneráveis como o barro. O Reino de Cristo, entretanto, é indestrutível, eterno, e vitorioso” (Hernandes Dias Lopes).
• …Babilônia, Medo-Persa, Grécia e já Roma passaram. Aguardamos o segundo advento de Cristo!
 
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


DANIEL 2, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de novembro de 2017, 0:30
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“A Ti, ó Deus de meus pais, eu Te rendo graças e Te louvo, porque me deste sabedoria e poder; e, agora, me fizeste saber o que Te pedimos, porque nos fizeste saber este caso do rei” (v.23).


Indo dormir com “pensamentos a respeito do que há de ser” (v.29), preocupado quanto ao futuro, Nabucodonosor teve um sonho que o deixou perturbado (v. 3). Ciente da esperteza dos magos, feiticeiros e astrólogos da corte (v.8), tomou uma decisão tão firme quanto foi a de Daniel. Uma sentença foi por ele estabelecida e um terrível tremor tomou conta daqueles charlatães, cuja resposta final só aumentou a fúria do rei: “Não há mortal sobre a terra que possa revelar o que o rei exige” (v.10).

Então, “saiu o decreto” (v.13), e um feroz destacamento da guarda pessoal do rei do exército babilônico foi arregimentada para cumprir as ordens de Nabucodonosor. Todos os sábios deveriam ser mortos (v.12), sob tortura, pedaço por pedaço, inclusive Daniel “e seus companheiros” (v.13).
Contudo, aquele jovem, cujo costume lhe prostrava os joelhos ao chão, “três vezes por dia” (Dn 6:10), “avisada e prudentemente” (v.14) falou e agiu com a sabedoria que vem de Deus. Enquanto os caldeus queriam ganhar tempo para enganar o rei, Daniel pediu tempo para lhe revelar a verdade sobre aquele sonho (v.16).

Diante de um desafio entre a vida e a morte, Daniel confia a seus amigos o papel da intercessão, “para que pedissem misericórdia ao Deus do céu sobre este mistério” (v.18). Então, o mistério lhe é revelado “numa visão de noite” (v.19) e ele faz uma das mais lindas orações das Escrituras (vs. 20-23). Perceba que ele encerra a sua prece, dizendo: “A Ti, ó Deus de meus pais” (v.23). Foi em seu lar que ele conheceu a Deus e aprendeu o temor do Senhor. E foi ali que ele também aprendeu a desenvolver a compaixão, apiedando-se e intercedendo a favor da vida dos caldeus: “Não mates os sábios da Babilônia” (v.24). Daniel não desejou o mal de seus inimigos. Se algo tivesse que lhes acontecer, seria pelas mãos de Deus, e não através dele.
“Depressa” (v.25), Daniel foi levado à presença do rei. Posso até imaginar o seu semblante furioso quando o jovem sábio iniciou sua fala praticamente repetindo as palavras ditas pelos sábios caldeus (v.27). Mas posso imaginar também como seu semblante logo empalideceu ao ouvir da boca de um “dos cativos de Judá” (v.25) os detalhes de seu sonho e a sua devida interpretação. Cheio de convicção, mas revestido de humildade (v.30), Daniel foi o porta-voz de Deus para declarar aquele monarca que o seu reino, bem como todos os outros que surgiriam após ele, teriam fim, porém, “O Grande Deus” (v.45) haveria de suscitar um reino que “subsistirá para sempre” (v.44).
Babilônia (cabeça de ouro), Medo-Persa (peito e braços de prata), Grécia (ventre e quadris de bronze), Roma (pernas de ferro e pés de ferro e barro) teriam seus momentos de glória. Mas, por fim, cumprindo a profecia, apesar das tentativas de unir o ferro com o barro através dos históricos contratos de casamento (v.43), “chegamos então aos dias das modernas nações da Europa que nunca mais foram unificadas” (Guia de Estudos Bíblia Fácil, Daniel, p. 12). Muito pelo contrário, até hoje vemos os resultados da teimosia humana em querer unir o que “não se mistura” (v.43).
A pedra cortada “sem auxílio de mãos” (v.45), a solução divina na qual o homem não tomou parte alguma, está prestes a cumprir o final revelado a Nabucodonosor a aproximadamente dois mil e quinhentos anos atrás. “Certo é o sonho, e fiel, a sua interpretação” (v.45) e nós estamos no limiar de contemplar com os nossos próprios olhos o que aquele rei viu em sonho, pois eis que Cristo “vem com as nuvens, e todo olho O verá” (Ap 1:7). Quando este Dia chegar, os justos não receberão “muitos e grandes presentes” (v.48) de reis da Terra, mas serão coroados de glória pelo próprio “REIS DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap 19:16). E não receberão honras em palácios terrenos (v.49), mas terão lugar no palácio de Deus (Jo 14:1-3).

Decida, hoje, “firmemente” (Dn 1:8), ser fiel ao Senhor e buscá-Lo de todo o vosso coração e entendimento. Como Daniel e seus amigos, tenha uma vida de oração e viva as Escrituras, e, com certeza, o Espírito Santo vai conduzir seus passos até o breve encontro com o nosso Salvador.

Bom dia, povo do advento!

Desafio do dia: Foi através da comunhão diária que Daniel e seus amigos foram agraciados com a resposta de Deus. Tem algo que lhe atormenta e que tem tirado o seu sono? Experimente fazer como fizeram aqueles jovens. Dobre os seus joelhos, com humildade, e confie no Deus que te erguerá e te mostrará a vitória.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Daniel2
#RPSP

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DANIEL 2 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
9 de novembro de 2017, 0:25
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DANIEL 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
9 de novembro de 2017, 0:20
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1 sonho. Os antigos consideravam os sonhos com temor, tratavam-nos como revelações de suas divindades, e buscavam descobrir sua verdadeira interpretação. … Deus se aproximou do rei Nabucodonosor por meio de um sonho porque, evidentemente, esse era o meio mais eficaz de impressionar a mente dele com a importância da mensagem transmitida, ganhar a confiança e assegurar a cooperação dele. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 843, 844.

2 feiticeiros. A lei mosaica ordenava pena de morte sobre os que praticavam magia negra (Lv 20:27; cf. 1Sm 28:9). CBASD, vol. 4, p. 844.

4 aramaico. Do heb ‘aramith. A família real e a classe governante do império eram caldeus do sul da mesopotâmia e falavam aramaico. Portanto, não é de se surpreender que os cortesãos do rei falassem com ele em aramaico e não em babilônico, a língua da população nativa da Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 844.

Como os astrólogos tinham diferentes antecedentes, comunicaram-se em aramaico, idioma que todos entendiam. Daqui ao fim do cap. 7, a narrativa inteira está escrita em aramaico. Esses seis capítulos tratam de questões de importância para as nações gentílicas do Oriente Médio, tendo sido escritas em idioma que todas elas conseguiam entender. Os cinco últimos capítulos (8-12), no entanto, voltam ao hebraico, porque tratam de assuntos de interesse especial para o povo escolhido. Bíblia de Estudo NVI Vida.

5 uma coisa é certa. O sonho era tão importante para ele e seu império, que a única prova da exatidão das interpretações era consultar os sábios para verificar se estes poderiam contar primeiro os sonhos do rei. Bíblia Shedd.

O assunto me tem escapado (ACF). O sonho foi tirado do rei propositadamente, para que os sábios não lhe dessem uma falsa interpretação (ver FEC, 412). CBASD, vol. 4, p. 844.

despedaçados. Literalmente, “desmembrados”. Eles seriam cortados membro por membro (ver 2 Macabeus 1:16; Josefo, Antiquidades, xv.48). Tal crueldade era comum no mundo antigo. Os assírios e os babilônios eram famosos pela severidade e barbaridade com que tratavam seus ofensores. CBASD, vol. 4, p. 844.

13 buscaram a Daniel. O rei e os próprios sábios não chamaram Daniel e seus três amigos, assim como médicos especialistas, diante de uma enfermidade do rei, também não consultam colegas inexperientes e recém-formados. É infundada a suposição de que o treinamento de Daniel incluísse cursos sobre exorcismo e adivinhação. CBASD, vol. 4, p. 845, 846.

16 Foi Daniel ter com o rei. Visto que Daniel não tinha sido consultado previamente, o rei deve ter julgado justo dar-lhe uma oportunidade. E seu contato prévio com esse jovem judeu cativo [Dan 1:18-20], com certeza Nabucodonosor tinha ficado impressionado positivamente com a sinceridade de Daniel. A fidelidade prévia de Daniel nas pequenas coisas abriu as portas para as maiores. CBASD, vol. 4, p. 846.

18 para que pedissem misericórdia ao Deus do céu. Daniel e seus amigos podiam se aproximar de Deus com fé e confiança porque, até onde sabiam e podiam, eles viviam conforme sua vontade revelada (ver 1Jo 3:22). Tinham a consciência de estar onde Deus queria que estivessem e faziam a obra que o Céu desejava. Se na experiência anterior tivessem comprometido seus princípios e sucumbido às tentações que os rodeava na corte, não poderiam ter esperado uma intervenção divina tão direta nesta crise. A experiência deles contrastava-se com a do profeta de Judá que, por sua desobediência, perdeu a proteção divina (1Rs 13:11-32). CBASD, vol. 4, p. 846.

Daniel bendisse. Ao receber a revelação divina, a primeira atitude de Daniel foi louvar o Revelador de segredos, um exemplo digno para todos que recebem bênçãos do Senhor. CBASD, vol. 4, p. 846.

22 trevas. Aquilo que o ser humano é incapaz de ver … (ver Sl 139:12; 1Jo 1:5). CBASD, vol. 4, p. 847.

24 não mates os sábios. Os ímpios não sabem o quanto devem aos justos. Contudo, com frequência os ímpios ridicularizam e perseguem aqueles a quem deveriam agradecer pela preservação de sua vida. CBASD, vol. 4, p. 847.

25 achei. A posição de Arioque no palácio dependia do favor do rei, e por isso tomou todo o crédito para si mesmo. Bíblia Shedd.

27-30 Antes que Daniel dissesse mais qualquer coisa ao rei, ele deu créditos a Deus, explicando que ele não saberia o sonho pela sua própria sabedoria, mas somente porque Deus lho havia revelado. Quão facilmente nós recebemos créditos pelo que Deus faz por nós! Isto rouba a Deus a honra que somente a Ele pertence. Em vez disso, deveríamos ser como Daniel, e conduzir as pessoas a Deus para que lhe demos glória. Life Application Study Bible Kingsway.

33 barro. … vaso ou pedaço de barro, em vez do barro em si do qual se formam esses objetos. … “barro de oleiro” ou “cerâmica”. CBASD, vol. 4, p. 848.

38 tu és a cabeça. Nabucodonosor era a personificação do império neobabilônico. As conquistas militares e esplendor arquitetônico de Babilônia se deviam, em grande parte, a suas proezas. CBASD, vol. 4, p. 849.

De ouro. Usou-se ouro em abundância para embelezar Babilônia. Heródoto descreve com profusão de termos o resplendor de ouro nos vários templos sagrados da cidade. A imagem do seu deus, seu trono, a mesa e o altar eram feito de ouro… O profeta Jeremias compara Babilônia a uma taça de outro (Jr 51:7). Plínio diz que as vestes dos sacerdotes eram entrelaçadas com ouro. CBASD, vol. 4, p. 849.

39 Depois de ti, se levantará outro reino. O fato de que um reino viria após a cabeça de ouro de Nabucodonosor indica que a cabeça também representava um reino, que incluía Nabucodonosor (605-562 aC) e vários governantes neo-babilônicos menores que se seguiram a ele (562-539 aC). Andrews Study Bible.

Esse segundo reino da profecia é, às vezes, chamado de império medo-persa porque começou como uma coligação da Média e da Pérsia. Ele incluía o mais antigo império medo e as novas aquisições do conquistador persa, Ciro. … Em 553 ou 550 aC, Ciro, que tinha se tornado rei da Pérsia como vassalo do império medo, derrotou Astíages, da Média. Assim os outrora subordinados persas se tornaram o poder dominante no que havia sido o império medo. … Mas o antigo prestígio da Média refletiu-se na frase “medos e persas”, aplicada aos conquistadores de Babilônia nos dias de Daniel e mesmo depois (Et 1:19; etc.). … Anos antes, sob inspiração divina, o profeta Isaías descreveu a obra de Ciro (Is 45:1). CBASD, vol. 4, p. 850, 851.

O último rei do império persa foi Dario III (Codomano), que foi derrotado por Alexandre nas batalhas de Grânico (334 aC), Isso (333 aC) e Arbela ou Gaugamela (331. aC). CBASD, vol. 4, p. 851

Inferior ao teu. Esta inferioridade, representada pelo valor decrescente dos metais … poderia se referir à glória de sua capital (Babilônia é lendária), cultura, e especialmente, dignidade moral, à medida que os governantes humanos se tornaram progressivamente mais corruptos, arrogantes e rebeldes contra Deus. Andrews Study Bible.

Um terceiro reino. A palavra hebraica para Grécia é Yawan (Javã), que é o nome de um dos filhos de Jafé. … Quando se pensa na Grécia antiga visualiza-se principalmente a era áurea da civilização grega, sob a liderança de Atenas, no 5º século aC. Esse florescimento da cultura grega aconteceu após o período de maior esforço unido das cidades-estados autônomas: a exitosa defesa da Grécia contra a Pérsia por volta da época da rainha Ester … . [A denominação] “Grécia” (Dn 8:21) não se refere às cidades-estado autônomas da Grécia clássica, mas ao reino macedônico posterior que conquistou a Pérsia. A Macedônia, uma nação consanguínea situada ao norte da Grécia propriamente dita, conquistou as cidades gregas e as incorporou pela primeira vez a um estado forte e unificado. Alexandre, o Grande, depois de ter herdado de seu pai o recém expandido reino grecomacedônico, se pôs em marcha para estender o domínio macedônico e a cultura grega em direção ao Oriente, e venceu o império persa. CBASD, vol. 4, p. 851.

de bronze. Ver com. [CBASD] sobre 2Sm 8:8. Os soldados gregos se distinguiam por suas armaduras de bronze. Seus capacetes, escudos e machadinhas eram feitos de bronze. CBASD, vol. 4, p. 851, 852.

o qual terá domínio sobre toda a terra. O império de Alexandre foi conhecido por sua vasta extensão. Mas “toda a terra” não se refere à totalidade do planeta. Nem significa “o mundo conhecido de então”. … os impérios em Daniel 2 eram aqueles que controlavam a terra de Israel. Andrews Study Bible.

A história registra que o poder de Alexandre se estendeu sobre a Macedônia, Grécia e o império persa, incluiu o Egito e se expandiu pelo Oriente até a Índia. Foi o império mais extenso do mundo até aquela época. CBASD, vol. 4, p. 852.

40 quarto reino. Esta não é a etapa posterior quando o império de Alexandre se dividiu, mas o império seguinte [Roma], que conquistou o império macedônico. Daniel representa as monarquias helenísticas, as divisões do império de Alexandre, por meio dos quatro chifres do bode que simboliza a Grécia (Dn 8:22), não por um animal separado (comparar com as quatro cabeças do leopardo). … Desde então [após conquistar Cartago e dominar o mediterrâneo ocidental], Roma primeiro dominou e depois absorveu, um a pós outro, os três reinos que restaram dos sucessores de Alexandre (ver com. de Dn 7:6) e, assim, tornou-se o poder mundial seguinte, depois do império de Alexandre. Esse quarto império foi o que mais durou e o mais extenso dos quatro, sendo que, no 2º século da era cristã, estendia-se desde a Grã-Bretanha até o Eufrates. CBASD, vol. 4, p. 852.

será forte como o ferro. Entre 168 e 30 aC, Roma conquistou os reinados gregos nos quais o império de Alexandre foi dividido (comparar 8:8, 22). Roma foi o mais forte e o que durou mais dos reinos representados na estátua de Daniel. Andrews Study Bible.

Roma conquistou seu território pela força ou pelo medo que inspirava seu poder armado. CBASD, vol. 4, p. 852.

41 o reino será dividido. O imperador romano Constantino dividiu o império em duas partes: a ocidental e a oriental (326 dC). A parte ocidental [capital Roma] caiu perante os bárbaros e foi dividido nos vários países da Europa, diferentes em poder. A parte oriental do império romano continuou como Império Bizantino, conquistado pelos muçulmanos em 1453 dC. Andrews Study Bible.

Barro de lodo. No 5º século d.C., Roma tinha perdido sua força e tenacidade de ferro, e seus sucessores eram fracos, como a mistura de barro com ferro. CBASD, vol. 4, p. 853.

Haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro. Esses reinos bárbaros diferiam grandemente em poder militar, como declara Edward Gibbon quando se refere às “poderosas monarquias dos francos e visigodos, e os reinos dependentes dos suevos e burgúndios”. CBASD, vol. 4, p. 853.

misturar-se-ão com semente humana (ARC). Muitos comentaristas aplicam isso aos matrimônios da realeza. …podem também se tratar de uma indicação geral de migrações de população, mas que mantém fortes vínculos com o nacionalismo. CBASD, vol. 4, p. 853.

não se ligarão. Tentativas de unir em um império as diferentes nações que surgiram do quarto poder fracassaram. Temporariamente, algumas partes se uniram, mas a união não se provou pacífica ou permanente. … No final, Satanás conseguirá uma união temporária de todas as nações (Ap 17:12-18; cf Ap 16:14; GC, 624), mas esta será breve, e num curto período os elementos que a compõem se votarão um contra o outro (GC, 656; PE, 290). CBASD, vol. 4, p. 853, 854.

44 subsistirá para sempre. Finalmente, a estabilidade e a imutabilidade virão quando o próprio Deus, no fim dos tempos, estabelecer Seu reino, que jamais será destruído (v. 44). CBASD, vol. 4, p. 843.

46 o rei … se inclinou. Do aramaico segad, palavra que normalmente parece indicar adoração verdadeira. … Segad é usado no cap. 3 para descrever a adoração à imagem de outro exigida pelo rei, mas recusada pelos hebreus. CBASD, vol. 4, p. 854.

oferta de manjares e suaves perfumes. Aparentemente o rei tentou tratar Daniel como se fosse divino (comparar At 14:11-18), embora louvasse o Deus de Daniel (v. 47). Andrews Study Bible.

47 vosso Deus é o Deus dos deuses. Nabucodonosor, que chamava seu principal deus, Marduque, de “senhor dos deuses”, reconhece que o Deus de Daniel é infinitamente superior a qualquer dos deuses babilônicos. … O rei, ano a ano, recebia novamente seu reinado de Marduque no festival de ano novo. … Embora fosse imperfeito o conceito de Nabucodonosor sobre o verdadeiro Deus, ele teve prova irrefutável de que o Deus de Daniel era infinitamente mais sábio do que todos os sábios e deuses de Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 855.

49 a pedido de Daniel, constituiu… Daniel não se iludiu com as grandes honras que lhe foram conferidas. Ele se lembrou de seus companheiros. Eles tinham compartilhado seus momentos de oração (v. 18), e também compartilhariam a recompensa. CBASD, vol. 4, p. 855.




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