Reavivados por Sua Palavra


OSEIAS 2 by Jeferson Quimelli
21 de novembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Oséias 2:1 é uma continuação da bênção de Deus e da prometida prosperidade de Israel mencionadas em 1:10. Judá e Israel seriam novamente um só povo. O profeta Oséias poderia dizer a qualquer homem israelita: “meu irmão”, e a qualquer mulher israelita: “minha irmã”, pois eles se sentiriam como integrantes de uma família.

Estas promessas eram condicionais, dependiam da cooperação deles para com os planos de Deus. Infelizmente, neste ponto, sua condição espiritual era baixa e eles continuaram a ser infiéis a Deus.

Deus queria que Israel entendesse sua relação com Ele como “marido e mulher” em vez de uma relação “mestre-servo” (vv. 16, 17). Deus queria estabelecer uma aliança matrimonial eterna com Seu povo, baseada na fidelidade, justiça, equidade, misericórdia e compaixão (vv. 19, 20).

Yoshitaka Kobayashi
Japão

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hos/2 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1110
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/hos/2
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/28/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Oseias 2 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



OSEIAS 2 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
21 de novembro de 2017, 0:55
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OSEIAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
21 de novembro de 2017, 0:45
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O livro de Oseias contém uma impactante mensagem de infinita graça. Observe este pensamento de G. Campbell Morgan:

“Encontramos no livro de Oseias uma das revelações mais impressionantes da verdadeira natureza do pecado e uma das interpretações mais nítidas da força do amor divino. É impossível ler a história desse profeta sem perceber a agonia de seu coração e, em seguida, transferi-la do nível humano para o infinito e entender que o pecado fere o coração de Deus”.

As palavras de William MacDonald são complementares: “Talvez nossa aversão à ideia do casamento com uma mulher imoral ilustre com nitidez ainda maior a graça de Deus que suporta os pecados de Israel (e da igreja!), apesar de ser mais santo do que qualquer profeta ou pastor. […] A história por trás da profecia retrata, de maneira muito mais vívida do que seria possível apenas por meio de palavras, a graça maravilhosa do Senhor para com Seu povo infiel e, por aplicação, para com todos os pecadores que deixam seus caminhos maus e se voltam para o Deus de amor”.

• Deus não limitou Sua graça no Antigo Testamento para esbanjá-la no Novo Testamento. A graça no Antigo Testamento não é inferior à graça revelada no Novo Testamento.

O amor santo de Deus motiva os pecadores a abandonarem pecados específicos, como:

• Infidelidade conjugal.
Idolatria é adultério espiritual. Qualquer coisa colocada no lugar de Deus é idolatria: lazer, trabalho, dinheiro – até não ter tempo para Deus é idolatrar qualquer coisa – um desprezo Àquele que nos dá o tempo, a vida, ou seja, tudo (vs. 1-5).

• Divórcio religioso.
Divorciar-se de um Deus extremamente amoroso é a pior das ingratidões. Infidelidade a Deus significa ter casos com o diabo, trocar o Abençoador pelo destruidor. Por isso, Deus preze pela fidelidade! (vs. 5-9).

• Hipocrisia.
Vida de aparência pode até manter o casamento, mas está desprovida de relacionamento genuíno. Deus não nos quer hipócritas, mas íntegros (vs. 10-13).

• Indiferença.
O amor intenso e atraente de Deus almeja restaurar corações indiferentes; Deus está disposto a qualquer coisa para ter nosso amor e fidelidade de volta – Ele quer restaurar o relacionamento quebrado pelo pecado (vs. 14-23).

Deus ama mesmo quando não vale a pena! Portanto, vale a pena amar a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



OSEIAS 2, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de novembro de 2017, 0:30
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“Portanto, eis que Eu a atrairei, e a levarei para o deserto, e lhe falarei ao coração” (v.14).


Sempre ouvi o ditado que diz: “Quem casa, quer casa”. Senti isso na pele quando meu marido e eu nos casamos e fomos para o nosso primeiro apartamento. Era pequeno, mas era um lugar para chamar de nosso lar. Porém, acima do lugar está quem o ocupa, e descobrimos que muito além de uma casa, quem casa quer amor, respeito, cumplicidade, fidelidade e tudo o mais que é necessário para uma vida a dois feliz e realizada.

Israel rompeu com a aliança do Senhor. Ainda permanecia em casa, realizando “todas as suas solenidades” (v.11), e, ao mesmo tempo, portando-se como uma mulher adúltera. Vivia uma santidade forjada e usava tudo o que tinha como formas de culto aos baalins. Deus não queria o Seu povo simplesmente como uma boa “dona de casa”, mas como uma esposa fiel e digna de louvor (Pv 31:28).

Comparando o louvor da mulher virtuosa com o texto de hoje, percebi que o contraste entre aquela e a infiel encontra-se exatamente nas “cláusulas” apresentadas pelo Senhor em Seu contrato de casamento. O casamento deve ser:

  • “Para sempre” (v.19);
  • Justo;
  • Benigno;
  • Repleto de misericórdia;

Enquanto os filhos de Israel se ataviavam com adornos e joias para adorar outros deuses, a única coisa que o Senhor desejava ver neles era as virtudes do Espírito Santo (Gl 5:22, 23), que valem mais do que muitas joias (Pv 31:10). Enquanto usavam a lã e o linho, “que lhe deviam cobrir a nudez” (v.9), para fins egoístas e idólatras, o Senhor desejava vesti-los “de lã escarlate… de linho fino e púrpura” (Pv 31:21, 22). Enquanto transformavam “a prata e o ouro” (v.8) em objetos de culto pagão, Deus esperava que  abrissem a “mão ao aflito” e socorressem ao necessitado (Pv 31:20).

Como um marido que dá a vida por sua mulher, o Senhor declarou a Israel o mesmo amor incondicional e eterno. O deserto não seria uma vingança, mas uma forma de trazer de volta a amada de Sua alma e levá-la para “repousar em segurança” (v.18). O mesmo amor foi declarado ao mundo, quando Jesus deu a Sua vida em nosso favor. A maior aliança já feita entre Deus e os homens constituiu no sacrifício de Seu Filho amado, e, ainda assim, somos tão egoístas que preenchemos o nosso coração com os entulhos de pecados que nos fazem esquecer do Senhor que nos “amou de tal maneira” (Jo 3:16).

Permita que Deus torne o seu coração uma terra fértil e que as virtudes do Espírito Santo sejam cultivadas nele, para que muito em breve, você ouça Jesus nos ares a lhe dizer: “Tu és o Meu povo”, e você possa Lhe responder: “Tu és o meu Deus!” (v.23).

Bom dia, virtuosos do Senhor!

Desafio do dia 5/21: Oremos para que em nossa vida seja evidente o fruto do Espírito Santo.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Oseias2
#RPSP



OSEIAS 2 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
21 de novembro de 2017, 0:25
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OSEIAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de novembro de 2017, 0:20
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2-22 Oseias 2:2-13 descreve o comportamento vergonhoso do povo israelita (vv. 5, 10) e sua ignorância acerca do seu Deus (v. 8). A nação israelita não confiava no Deus com quem estava casada, e decidiu depender de nações que considerava mais fortes (Jeremias 2:25).

As maneiras de Deus para trazer sua esposa Israel de volta para Si mesmo eram: 1º) impedi-la de alcançar relacionamentos significativos com outras nações (vv. 6, 7), para que ela dissesse: “Irei e tornarei para o meu primeiro marido, porque melhor me ia então do que agora”(v. 7). 2º) privar o povo de seus prazeres, de modo que eles se lembrassem que o verdadeiro doador era o seu Deus, não seus amantes. Se não retornassem a Deus, eles perderiam o seu pão, água, lã, linho, bebidas (v. 5), grãos, vinho, azeite, prata, ouro (v. 8), uvas e figos (v. 12). Eles não teriam mais suas celebrações e festas (vv. 11, 13).

Oseias 2:14-23 retrata o modo de Deus levar Israel ao arrependimento e a uma condição de esperança. No começo Deus levaria Israel a um estado carente e problemático, de modo que escutasse a Deus. Uma atitude de ouvir a Deus é uma “porta de esperança” (v. 15 ARA e NVI). O forte desejo de Deus para restaurar a condição espiritual e o bom relacionamento com ele é demonstrado pelo uso de palavras tais como, vou atrai-la”, “falarei ao coração (ARA) / falarei com carinho (NVI)”, que também tem sentido de “sedução” (2:14). Deus queria trazer Israel de volta à mesma condição e estado de espírito que tinham quando saíram do Egito, cantando de alegria (v. 15).

Se Israel mantivesse um relacionamento correto com Deus, os céus e a terra responderiam e a terra forneceria comida para eles (vv. 21, 22). Que Deus misericordioso nós temos! Yoshitaka Kobayashi em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/28/.

2-23 Deus acusa Israel ao revelar o motivo para seu castigo. A prostituição e o adultério trariam seca e fome. O esquecimento do Senhor e a idolatria exigiam condenação. Contudo, quando se espera que a execução do juízo fique mais específica, o texto muda para uma linguagem romântica (v. 14). Contrariando todas as expectativas, Deus usa um vocabulário de amor para atrair o povo de volta a ele. Bíblia de Estudo Andrews.

Baal. A adoração a Baal era uma tentação constante para os israelitas desde que se estabeleceram em Canaã. … Baal era o deus cananeu da chuva e da fertilidade. Como a região dependia da chuva, diferentemente das culturas dependentes dos rios, como o Egito e a Mesopotâmia, o culto a Baal prevalecia. Acreditava-se que ele trazia a chuva. A fim de restaurar a verdade a respeito de quem é o verdadeiro provedor, o Senhor declarou que todos os recursos desfrutados por Israel provinham dele (ver v. 8, 22, 23; 6:3; 14:5-8). Bíblia de Estudo Andrews.

13 Castigá-la-ei. A adoração a Baal era adultério espiritual, infidelidade a Deus. Bíblia de Estudo Andrews.

14 Eu a atrairei. Neste versículo ocorre a mudança significativa da expectativa de punição para uma bela declaração de amor Os verbos dos versículos anteriores eram todos de separação … Em seguida, contrariando tudo o que se esperava, Deus promete atrair, falar ao coração e restaurar. Bíblia de Estudo Andrews.

15 o vale de Acor. Próximo a Jericó. Significa, literalmente, “vale de problemas”, mas se transformou em porta de esperança. Bíblia de Estudo Andrews.

16-18 Naquele dia. Equivalente a “no dia do Senhor”. Expressão encontrada em vários escritos proféticos, com nuances variadas. Neste contexto, tem conotação positiva. Será um dia de restauração da aliança da criação, uma aliança de paz e segurança. Bíblia de Estudo Andrews.




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