Reavivados por Sua Palavra


DANIEL 3 by jquimelli
10 de novembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

A falsa adoração geralmente anda de mãos dadas com música alta e envolvente de forma a utilizar as emoções e inibir o raciocínio, para envolvimento total dos adoradores. Assim aconteceu na planície de Dura. Todos os instrumentos conhecidos foram trazidos para que a adoração ao rei fosse total (v 5, 15).

Os três amigos de Daniel perceberam que estavam sendo impelidos para uma zona de adoração que pertence somente ao verdadeiro Deus e decidiram firmemente não se curvar a outro deus. Seus inimigos, provavelmente invejosos pelos destaque deles na administração do reino, aproveitaram imediatamente a oportunidade para acusá-los perante o rei (v. 12).

A fidelidade dos três hebreus mesmo correndo o risco de serem mortos teve forte impacto no reino de Nabucodonosor e muitos oficiais devem ter se convertido ao Deus verdadeiro naquele dia. O registro do milagre, em aramaico, passou a fazer parte dos registros oficiais do palácio, como testemunho irrefutável. Apesar de ainda manifestar crueldade em seu decreto (v. 29), a conversão do rei estava a caminho.

Querido Deus,
Somos, a todo tempo, submetidos a influências para desviar de Ti toda a nossa adoração. Que nossa adoração seja verdadeira, conduzida pela suave voz do Teu Espírito, nos mantendo serenamente fiéis à Tua vontade expressa em Tua Palavra. Amém.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Sangju
Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/dan/3 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1099
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/dan/3
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/17/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Daniel 3 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



DANIEL 3 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
10 de novembro de 2017, 0:55
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DANIEL 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
10 de novembro de 2017, 0:30
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DANIEL 3 – Percepção espiritual e equilíbrio religioso são fundamentais à vitória em qualquer situação. Pessoas desprovidas de percepção não enxergam o perigo ou não distinguem o certo do errado. E, sem equilíbrio religioso, crentes tornam-se apáticos ou fanáticos.
 
Quase todo o povo de Deus estava exilado na Babilônia. Todos foram convocados para celebrar civil e religiosamente a megalomaníaca Babilônia. Exilados e livres de todos os lados compareceram na festa comemorativa.
 
A estátua era uma adulteração do sonho dado por Deus a Nabucodonosor, extrapolação da interpretação concedida através do jovem Daniel, em atendimento à oração por auxílio à vida de Daniel e seus amigos. No sonho, só a cabeça de ouro representava Babilônia; porém, a estátua fora feita inteiramente de ouro, além de não sugerir a pedra do sonho.
 
Adorar a estátua implicava reconhecer a eternidade de Babilônia e seus deuses, compactuar com a perversão dos planos divinos e ignorar a esperança do reino de Deus. Quase todos os judeus condescenderam e sacrificaram sua religião; somente três jovens permaneceram firmes em face da ameaça de serem queimados vivos na fornalha ardente.
 
Reflita: Por que Sadraque, Mesaque e Abde-Nego não cederam à pressão da massa ou à má influência do povo de Deus? Eles corriam perigo e poderiam, até, justificar sua atitude! Afinal, sem eles quem estaria na corte pagã brilhando nas trevas do pecado?
 
Qual segredo da firmeza deles?
• Percepção espiritual;
• Equilíbrio religioso.
 
Eles ganharam isso pela…
• …Consagração do corpo a Deus (Daniel 1);
• …Comunhão perseverante (Daniel 2).
 
Provavelmente sabiam que “o apetite pervertido faz com que o cérebro enfraqueça, de modo que os homens não possam pensar com argúcia e clareza, nem idear planos que levem ao êxito as coisas temporais; e muito menos poderão pôr um intelecto culto em suas transações religiosas. São incapazes de distinguir as coisas sagradas e eternas das que são comuns e temporais” (Ellen G. White).
 
Adoração adulterada. Decreto de morte. Idolatria. Rejeição aos princípios divinos. União do poder político com o religioso… – os ingredientes de Daniel 3 estão presentes em Apocalipse 13. Inclusive a promessa de Isaías 43:2 vista na vida dos três hebreus se cumprirá em Apocalipse 13.
 
Apenas quem tiver percepção espiritual e equilíbrio religioso não cederá à pressão do poder que intentará destruir aos fieis antes do advento de Cristo. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


DANIEL 3, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de novembro de 2017, 0:30
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“Falou Nabucodonosor e disse: Bendito seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que enviou o Seu anjo e livrou os Seus servos, que confiaram nEle, pois não quiseram cumprir a palavra do rei, preferindo entregar o seu corpo, a servirem e adorarem a qualquer outro deus, senão ao seu Deus” (v.28).


Entusiasmado com a ideia de que ocupava um lugar privilegiado no cenário profético, segundo o sonho que Daniel interpretara, Nabucodonosor encheu-se de orgulho e permitiu que o fato de ser a cabeça de ouro ofuscasse a sua experiência com “o Senhor dos reis” (Dn 2:47). Insatisfeito em ser apenas a cabeça, mandou fazer uma réplica da estátua de seu sonho toda de ouro, desafiando os propósitos divinos. O que ele não esperava era que, ali, “no campo de Dura” (v.1), o centro das atenções não seria aquela magnificente imagem de seu próprio ego inflado.

Os seis instrumentos da orquestra de Babilônia estavam a postos para o concerto que – ninguém imaginava – introduziria um dos maiores milagres de toda a história da humanidade. Todas as autoridades estavam reunidas. Os músicos aguardavam a ordem do arauto, para dar o sinal, o som “de toda sorte de música” (v.5), para que todos, sem exceção, se prostrassem e adorassem a imagem “que o rei Nabucodonosor levantou” (v.5), ou seriam lançados “na fornalha de fogo ardente” (v.6). Quando a música soou, “se prostraram os povos, nações e homens de todas as línguas e adoraram a imagem de ouro” (v.7).

Todavia, em meio aquele tapete humano, três homens, ainda no vigor da juventude, destoaram da multidão. Enquanto a música fez com que todos caíssem com o rosto em terra, eles permaneceram em pé. Enquanto o medo atravessava o coração da multidão, a confiança e o temor do Senhor sustentavam aqueles três arautos da verdade. E mesmo sob terrível ameaça, não curvaram nem sequer a cabeça. Quanta fé! Tamanha coragem! Virtudes que só podem ser alcançadas mediante uma vida de total entrega e dependência dos cuidados divinos. Sadraque, Mesaque e Abede-Nego não desafiaram apenas a Nabucodonosor e todas as autoridades presentes ali, mas fizeram tremer Satanás e toda a sua hoste maligna.

Então, diante do rei que dominava virtualmente sobre toda a Terra, aqueles três jovens fizeram, assim  todos pensaram, o seu último corajoso discurso (parafraseando):

— Se Deus achar que for melhor, Ele nos livrará da fornalha ardente e de tudo o que queiras fazer contra nós, ó rei. Mas se Ele achar melhor não livrar-nos, ainda assim, fique sabendo, que jamais serviremos aos teus deuses e nem iremos nos curvar diante desta imagem (vs. 17-18).

Pronto! Foi o que bastou para o rei ficar “transtornado” (v.19). Ele ficou tão confuso com tudo aquilo, que além de mandar aquecer a fornalha, ainda mandou amarrar os corajosos adoradores do Deus vivo. Atados com as próprias roupas (v.21), foram lançados nas chamas que mataram seus algozes (v.22).

Diante de todo o mundo de sua época, inclusive de seus conterrâneos judeus instáveis, Hananias, Misael e Azarias revelaram o verdadeiro ouro refinado: um caráter segundo o coração de Deus. E a mesma boca que indagou: “E quem é o deus que vos poderá livrar das minhas mãos?” (v.15), foi obrigada a reconhecer: “Porque não há outro deus que possa livrar como Este” (v.29).

O inimigo pode enviar chamas ardentes na vida dos “servos do Deus Altíssimo” (v.26), mas “nem cheiro de fogo” (v.27) passará sobre eles. Ele pode querer nos atar com correntes de ferro, mas andaremos “soltos, passeando dentro do fogo” (v.25), porque conosco está o Filho de Deus e de forma espantosa nos dá livramento.

Prestem bastante atenção, servos e servas do Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego: o tempo de prova sobremodo terrível que antecede a segunda vinda do nosso Salvador está prestes a eclodir. Assim como a palavra de Nabucodonosor “era urgente” (v.22), mais urgente ainda tem sido a estratégia de Satanás em destruir o maior número de pessoas que ele puder. E para isso, a fornalha já está sendo aquecida. Em sua “grande cólera”, se valerá das maiores autoridades mundiais para concretizar seus planos, “sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap 12:12). Contudo, para todo aquele que, à semelhança daqueles três jovens, perseverarem até o fim, a fornalha aquecida “sete vezes mais” (v.19) será a perfeita prova de que Deus possui servos fiéis ainda nos últimos dias, cumprindo-se, pois, o que está escrito:

“Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O SENHOR é meu Deus” (Zc 13:9).

Estamos todos inseridos no grande conflito, cujo foco é: ADORAÇÃO. Prostre-se somente diante do Senhor Deus em todos os detalhes de sua vida e estarás de pé no grande dia de Sua volta.

Bom dia, fiéis a Deus e aos Seus princípios!

Desafio do dia: Ore para que o Espírito Santo o torne uma testemunha viva do poder de Deus. Ore para que você seja fiel nas pequenas e grandes coisas, por ter recebido dEle forças para enfrentar essas  dificuldades.

Rosana Garcia Barros

#RPSP
#Daniel3
#PrimeiroDeus



DANIEL 3 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
10 de novembro de 2017, 0:25
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DANIEL 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
10 de novembro de 2017, 0:20
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Daniel 3 poderia ser resumido pela frase: “Ouse fazer a diferença”. Quando tivermos este direcionamento, Deus nos sustentará e nos ajudará, mesmo que um milagre seja necessário. …  Nabucodonosor erigiu uma imensa estátua de ouro (ao menos inteiramente folheada de ouro) em desafio à estátua de quatro materiais que vira no sonho, anos atrás, significando os reinos que se sucederiam. A ideia de poder total e eterno sempre seduziu os ditadores. O maior pesadelo deles, por outro lado, era serem eles vítimas de conspirações ou de envenenamento. A maioria tinha provadores de comida e chegavam a dormir cada noite em uma cama diferente para evitar o assassinato. Possivelmente Nabucodonosor temia que houvesse alguma rebelião em curso e uma adoração apoteótica de todos os seus liderados serviria para afirmar seu poder. O castigo para a não demonstração de sujeição seria a morte na fornalha. Koot van Wyk, https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/17/.

1 imagem. Algum símbolo religioso que exige adoração, v.5. Bíblia Shedd.

de ouro. Estátuas grandes desse tipo não eram feitas de ouro maciço, mas apenas folheadas a ouro. Bíblia de Estudo NVI Vida.

sessenta côvados de altura [vinte e sete metros de altura NVI]. As medidas da imagem testemunham do uso do sistema sexagesimal (um sistema baseado no número 60) em Babilônia, uso confirmado também por fontes cuneiformes. O sistema sexagesimal de cálculo foi uma invenção dos babilônios. Esse sistema tem algumas vantagens sobre o decimal. Por exemplo, 60 é divisível por 12 fatores, ao passo que 100 é divisível por apenas nove fatores. O sistema ainda é usado para algumas medidas, como segundos, minutos, horas, dúzias. Portanto, era natural que os babilônios construíssem essa imagem de acordo com medidas do sistema sexagesimal. A menção deste detalhe confere um verdadeiro tom babilônico à narrativa. CBASD, vol. 4, p. 858.

Incluindo o pedestal imponente sobre o qual, decerto, estava posta. Bíblia de Estudo NVI Vida.

campo de Dura. Situado, provavelmente, 10 km ao sul da cidade da Babilônia. Bíblia de Genebra.

O porquê de não se mencionar Daniel na narrativa é uma pergunta sem resposta. Não é possível saber se ele estava enfermo ou ausente, por causa de importante missão. … Porém, há certeza de que, se fosse provado, Daniel teria se mantido tão leal quanto seus companheiros. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 858.

2 sátrapas. No período dos persas, o título designava oficiais que regiam satrapias, as maiores divisões do império. CBASD, vol. 4, p. 859.

prefeitos. Esses oficiais administravam as províncias, seções nas quais as satrapias estavam divididas. CBASD, vol. 4, p. 859.

consagração da imagem. Consagração da estátua como se fosse um objeto sagrado (v. 12, 14, 28; comparar com a dedicação do templo do Senhor em Ed 6:16-18). Ao que tudo indica, a imagem representava Nabucodonosor, a “cabeça de ouro” (Dn 2:38) e/ou seus deuses (3:12). Na rebelião contra o poder de Deus, o monarca parece ter distorcido o sonho (2) para atender às próprias ambições. Bíblia de Estudo Andrews.

5 adorareis a imagem de ouro. Até aqui, a narrativa não menciona que se exigiria a adoração da imagem. … Prestar homenagem à imagem daria prova de sujeição ao poder do rei, mas, ao mesmo tempo, mostraria o reconhecimento de que os deuses de Babilônia, ou os deuses do império, eram superiores a todos os deuses locais. CBASD, vol. 4, p. 860, 861.

toda sorte de música. Nabucodonosor tinha toda uma orquestra sinfônica da antiguidade. Bíblia de Estudo Andrews.

8 alguns homens caldeus acusaram. Não se tratava tanto de antagonismo racial ou nacional, mas de inveja e ciúmes profissional. Os acusadores eram membros da mesma casta à qual pertenciam os três judeus. CBASD, vol. 4, p. 861.

acusaram. Uma tradução literal seria: “eles comeram os pedaços de”; e daí, figurativamente, “caluniaram” ou “acusaram”. CBASD, vol. 4, p. 861.

12 tu constituíste. Aqui transparece o espírito de inveja. Bíblia Shedd.

13 irado e furioso. Reação compreensível, pois Nabucodonosor estava tentando encenar uma demonstração de lealdade absoluta a ele por parte de seus súditos. Bíblia de Estudo Andrews.

15 E quem é o deus que vos poderá livrar … ? A intenção era fazer uma pergunta meramente retórica. A resposta seria: “nenhum deus”. Entretanto, os jovens judeus tinham uma resposta diferente (v. 17). Bíblia de Estudo Andrews.

17-18 se … quer livrar-nos … se não. Estes versículos expressam o tema central deste capítulo. A ideia não é que Deus sempre protegerá o seu povo dos danos físicos (Is 43.1-2). Ele pode fazer isso e, sem dúvida, é capaz de tanto. A ideia central é que o povo de Deus devia ser fiel a Ele, sem se importar quais fossem as consequências. Bíblia de Genebra.

Confiariam em Deus, mesmo se ele permitisse que morressem (comparar com Jó 13:15; Mt 26:39; At 7:59). Bíblia de Estudo Andrews.

19 aquecida sete vezes mais.A temperatura era controlada pelo número de foles que impeliam o ar para o interior da câmara de combustão. Portanto, a sétupla intensificação era obtida com sete foles bombeando ao mesmo tempo. Mas a expressão “sete vezes mais que de costume” podia também simbolizar “tão quente quanto possível” (com o número sete significando totalidade). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Um aumento do calor na fornalha não teria aumentado a tortura das vítimas. O rei queria impedir qualquer possibilidade de intervenção. CBASD, vol. 4, p. 863.

25 filho dos deuses. Ou “um filho dos deuses”, isto é, um ser divino. Esta declaração está de acordo com a perspectiva religiosa de Nabucodonosor. O ser era Cristo, pré encarnação. Ele literalmente cumpriu a promessa de Deus de estar com Seus filhos para livrá-los: “quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti” (Is 43:2 [ARA]). Andrews Study Bible.

A proteção divina foi publicamente revelada mediante a obra de alguém que era semelhante a um filho dos deuses, ou seja, o Redentor revelado “antes dos dias da Sua carne” (Hb 5.7) que os “salvou totalmente” (Hb 7.25) do fogo. Bíblia Shedd.

26 Deus altíssimo. Este é um título que exprime a autoridade universal de Deus. Tal como no v. 29 e em 2.47, tal confissão, nos lábios de um pagão, não é um reconhecimento de que o Senhor de Daniel é o único Deus, mas tão-somente que Ele é supremo sobre todos os deuses (4.2, 17, 34). Para um judeu, porém, isso significa que só existe um Deus (4.24-32; 5.18, 21; 7.18-27). Bíblia de Genebra.

28 que enviou o seu anjo. A palavra “anjo” significa “mensageiro” e pode se referir a um ser divino (Jz 6:11-13 – “Anjo do SENHOR”). O termo não se restringe a seres criados. Bíblia de Estudo Andrews.

29 decreto. Mais tarde, um decreto semelhante foi feito por Dario, rei da Pérsia, Ed 6.11-12. Mesmo assim, Deus está sendo considerado apenas um entre os deuses. Os reis dos pagãos precisam de milagres para se convenceram da existência de Deus e, ainda assim, logo voltam a adorar-se a si mesmos, 40. Bíblia Shedd.

Assista à palestra do pastor Arilton de Oliveira sobre Daniel 3 em:
http://novotempo.com/bibliafacil/videos/prova-de-fogo-biblia-facil-daniel/




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