Reavivados por Sua Palavra


INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO LIVRO DE DANIEL – PR LUÍS GONÇALVES by Jeferson Quimelli
8 de novembro de 2017, 1:10
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DANIEL 1 by Jeferson Quimelli
8 de novembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Daniel e seus amigos estavam em apuros. Eles enfrentaram decisões que testaram sua fé e tiveram que decidir rapidamente. O rei também bebia vinho (v. 8) e Daniel sabia que o álcool e a educação não são bons parceiros. “Não se deixe atrair pelo vinho quando está vermelho, quando cintila no copo e escorre suavemente! No fim ele morde como serpente e envenena como víbora. Seus olhos verão coisas estranhas, e sua mente imaginará coisas distorcidas” (Prov 23:31-33, NVI). Então eles resolveram firmemente não se contaminar com a comida e a bebida escolhidas pelo rei para a sua mesa (v. 8).

O conhecimento e o amor que tinham pelas Escrituras os ajudaram a tomar decisões sóbrias e vitais. Eles poderiam ser cativos do rei da Babilônia, mas não sua mente e alma.

Deus aprovou a decisão de Daniel e seus companheiros e os abençoou nesta prova de fé. Deus apreciou muito a fé dos quatro companheiros e lhes deu “sabedoria e inteligência para conhecerem todos os aspectos da cultura e da ciência” (v. 17a NVI). A Daniel foi dado adicionalmente o talento de interpretar visões e sonhos (v. 17b).

Daniel termina o resumo de sua história pessoal dizendo que ele trabalhou para Babilônia até o primeiro ano do rei Ciro (v. 21), em 538 aC. Se ele tinha 16 anos na época do cativeiro, tinha mais de 80 anos quando terminou sua carreira.

Querido Deus,
A autobiografia de Daniel fala sobre Ti. Vemos ali a Tua mão ao redor dele o tempo todo. Queremos ser assim também ser cuidados por Ti. Ao passarmos por situações difíceis ajuda-nos a sermos vitoriosos como Daniel e seus companheiros. Amém.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Sangju
Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/dan/1 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1097
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/dan/1
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/15/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Daniel 1 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



DANIEL 1 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
8 de novembro de 2017, 0:55
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DANIEL 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
8 de novembro de 2017, 0:45
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Jovens. Universidade. Filosofia. Pressão. Religião. Princípios. Influência. Sabedoria. Provisão. Firmeza. Humildade. Sinceridade. Disponibilidade. Responsabilidade. Coragem. Determinação. Alimentação. Tudo isso e muito mais encontramos logo no início do livro de Daniel.

O teólogo Jacques B. Doukhan destaca que o livro de Daniel é “um livro de sabedoria, que contém os pensamentos mais profundos da história, de Deus, da ética e da existência”. É um livro “universal e merece a atenção de todos”.

No pequeno espaço deste nosso comentário, obviamente não será abordado tudo o que o capítulo ensina; alguns pontos serão destacados:

• Crentes fieis e consagrados a Deus podem sofrer consequências oriundas dos infiéis e negligentes espirituais (vs. 1, 3, 6).

• Deus governa a história e as nações e, assim, controla o curso do mundo. Ele entrega uns à derrota e outros à vitória, ambos com propósitos nobres e definidos (v. 2).

• As grandes potências do mundo aproveitam oportunidades outorgada por Deus para buscar grandezas além dos limites (vs. 3-4; Gênesis 11:1-9; Isaías 13:1-14:23; 46:1-48:15; Jeremias 50:1-51:64; Ezequiel 30:1-26).

• A sociedade e a cultura mundanas intentam ousadamente impor uma filosofia pervertida e degradante na mente das pessoas. A educação regida pelo Estado visa moldar a cosmovisão dos alunos para pensarem e agirem conforme o padrão do mundo, contrários aos princípios divinos (vs. 4-7). A necessidade de colocar filhos mais cedo na escola os expõem à possibilidade de terem, prematuramente, suas mentes moldadas com conceitos agradáveis a Satanás. Cuidado!

• Os verdadeiros servos de Deus não negociam princípios, mas se propõe a usar a sabedoria com humildade para viver os padrões do céu em um ambiente secular e pagão, mesmo em diante de tentadores privilégios (vs. 8-14).

• Deus olha com carinho e atenção aos Seus filhos que, de coração, se propõem a viver o Seu ideal, não o ideal do mundo apostatado e desviado dos princípios divinos. Acima de tudo, Deus age em prol dos fieis (vs. 9, 15-16).

• Deus abençoa profusamente aos que se propõem a representá-lO mesmo diante de enormes desafios, correndo sérios riscos. Deus ama usar os jovens para impressionar aos grandes do mundo (vs. 17-21; I Samuel 16:1-17:58; II Reis 5:1-19).

Vamos…

• …ensinar a Bíblia aos nossos filhos!
• …permitir que a Bíblia molde nossa vida!
• …consagrar-nos para representar a Deus!

“Senhor, capacita-nos. Reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.



DANIEL 1 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
8 de novembro de 2017, 0:35
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DANIEL 1 – Comentado por Rosana Barros by Jeferson Quimelli
8 de novembro de 2017, 0:30
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“Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; então, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se” (v.8).

 

Na primeira deportação dos exilados de Jerusalém para Babilônia, estavam quatro jovens cujos princípios eram firmes e de fé inabalável. “Daniel, Hananias, Misael e Azarias” (v.6), deixaram escrito na história a prova de que é, sim, possível permanecer fiel em meio à infidelidade. Levados para uma terra estranha e de cultura totalmente diferente, aqueles jovens de linhagem nobre foram apresentados à nata babilônica e seus mais diversos e estonteantes entretenimentos.

Estima-se que Daniel tenha pisado em solo babilônico por volta de seus dezesseis anos de idade. Como entender, pois, que ele e seus amigos (nesta mesma faixa etária), fossem tão firmes nos princípios estabelecidos por Deus? A resposta está na educação do lar. Apesar da Bíblia não fazer referência alguma quanto aos pais desses jovens, certamente, eles foram instruídos com zelo e ensinados na admoestação do Senhor. Sobre esta fundamental e importantíssima informação, detalha Ellen White:

“Daniel e seus companheiros tinham sido educados por seus pais nos hábitos da estrita temperança. Tinham sido ensinados que Deus lhes pediria contas de suas faculdades, e que jamais deveriam diminuí-las ou enfraquecê-las. Esta educação fora para Daniel e seus companheiros o meio de sua preservação entre as desmoralizantes influências da corte de Babilônia” (Profetas e Reis, p. 244).

Daniel e seus amigos foram, portanto, frutos de lares cristãos bem estruturados. Diante de uma mesa farta das melhores comidas do reino e da realidade de que tinham a chance de, pela primeira vez, experimentar a “liberdade” de comer e fazer tudo aquilo que seus zelosos pais os haviam privado, a atitude desses mancebos foi surpreendente e tornou-se um dos maiores testemunhos de fidelidade das Escrituras. Alimentados, então, experimentalmente, com a ração do Éden (Gn 1:29), aqueles jovens que já eram “sem nenhum defeito, de boa aparência, instruídos em toda a sabedoria, doutos em ciência” e “versados no conhecimento” (v.4), adquiriram melhor aparência e maior força “do que todos os jovens que comiam das finas iguarias do rei” (v.15).

Após o período estabelecido por Nabucodonosor, aqueles quatro valorosos jovens foram levados à sua presença (v.18). E Deus os capacitou de uma sabedoria e inteligência tão avançadas, que o rei “os achou dez vezes mais doutos do que todos os magos e encantadores que havia em todo o seu reino” (v.20), e o Senhor deu a Daniel “inteligência de todas as visões e sonhos” (v.17). Ou seja, Deus está disposto a derramar torrentes de sabedoria e de inteligência sobre os Seus filhos. Contudo, há um caminho a se percorrer. O mundo é guiado por Satanás a pensar da mesma forma que pensou o chefe dos eunucos: “por que, pois, veria ele o vosso rosto mais abatido do que o dos outros jovens da vossa idade?” (v.10). E deixamos de experimentar o pleno vigor de um corpo são e de uma mente esclarecida como resultado de uma dieta saudável e suficientemente completa.

O “garçom” maligno deseja destruir a sua vida e a vida de sua família, assim como iniciou sua obra no Éden. O “cardápio” de Satanás pode até parecer mais atrativo, mas, na realidade, não passa de um “prontuário” repleto de enfermidades. Hoje, a maior desgraça de uma vida intemperante e de um lar desestruturado tem sido a destruição da mente humana. E este declínio mental tem sido a principal causa dos constantes crimes hediondos que, com horror, têm sido noticiados.

Há quatro anos eu permiti que Deus mudasse a minha vida e o testemunho de Daniel foi o que me fortaleceu a dar os primeiros passos em direção ao centro da vontade de Deus. Desde então, tenho experimentado as benesses diárias da fidelidade. Surgem covas, e fornalhas são acesas, mas a certeza de que Jesus me acompanha é inegociável. Por experiência própria, decidir, “firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias” (v.8) do príncipe das trevas não é tarefa fácil, mas, inquestionavelmente, é a escolha mais sábia a ser feita, e, garanto, a mais feliz.

Bom dia, fiéis a Deus!

Desafio do dia: Você se lembra dos oito remédios naturais de Deus: água, ar puro, luz solar, temperança, repouso, exercício físico, alimentação saudável e confiança em Deus? Em praticá-los há bênção, saúde e cura. Experimente colocar estes remédios em prática durante dez dias. Depois, nos relate a sua experiência.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Daniel1
#RPSP

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DANIEL 1 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
8 de novembro de 2017, 0:25
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DANIEL 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de novembro de 2017, 0:20
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O Senhor usou Daniel e seus amigos, e os milagres associados a eles, para impressionar uma série de reis do fato de que Ele estava no comando e que deveriam dar contas a Ele.Central ao livro está o tema de que Deus é soberano sobre todas as nações, mesmo quando Seu povo é oprimido e que Ele, por fim, livrará aqueles que Lhe forem fiéis. Este tema é explicitamente introduzido em 2:20-23 e enfatizado nos capítulos 4-5 pela repetição do conceito: “o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens” (4.17; comparar com vv. 25, 32; 5.21). Os capítulos 4-5 formam o centro de uma estrutura simétrica (quiástica):

A. Problema: O templo e o povo de Deus conquistados (cap. 1)

…B. Sonho de Nabucodonosor de quatro reinos (cap. 2)

……C. Amigos de Daniel livrados da fornalha de fogo (cap.3)

………D. Nabucodonosor humilhado pela sentença divina;

………D’. Belsazar humilhado pela sentença divina (caps. 4-5);

……C’. Daniel livrado da cova dos leões (cap. 6)

…B’. Visão de Daniel de quatro reinos (cap. 7)

A’. Solução: O templo de Deus restaurado e Seu povo libertado (caps. 8-12)

Os capítulos externos (1:1-2:4a; caps 8-12) da estrutura literária foram escritos em hebraico. Mas os capítulos internos (2:4-b – 7:28) estão em aramaico … Nabucodonosor pertencia ao povo caldeu do sul da Mesopotâmia (hoje Iraque), que havia conquistado Babilônia. O aramaico se tornara a língua internacional, portanto o uso dela por Daniel implica que a mensagem de 2:4-7:28 era dirigida tanto para os gentios quanto para os judeus (comparar com Jer 10:11, o único verso dos outros profetas escrito também em aramaico). Andrews Study Bible.

As profecias de Daniel estão estreitamente relacionadas às do livro do Apocalipse. Na verdade, o Apocalipse trata do mesmo tema, mas dá ênfase especial ao papel da igreja cristã como povo escolhido de Deus. Dessa forma, detalhes que parecem obscuros no livro de Daniel são em geral esclarecidos quando observados no livro de Apocalipse. A parte da profecia que se refere aos últimos dias, Daniel teve ordem de fechar e selar, até “o tempo do fim” (GC, 356), quando , por meio de estudo diligente do livro, o “saber” de seu conteúdo se multiplicaria (Dn 12:4). … João foi especificamente instruído: “Não seles as palavras da profecia deste livro, porque o tempo está próximo” (Ap 22:10). Assim, para se ter uma interpretação mais clara de qualquer parte do livro de Daniel que seja obscura, deve-se estudar cuidadosamente o livro de Apocalipse.  CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 828.

 

1 no ano terceiro do reinado de Jeoaquim. 605 aC. Andrews Study Bible.

A destruição foi completada alguns anos mais tarde, no ano 586 aC nos reinados de Jeoaquim, Joaquim e Zedequias, 2 Rs 24.1-25.10. Bíblia Shedd.

2 O Senhor lhe entregou. Segundo foi profetizado por Jeremias, Jr 27.1-8. Bíblia Shedd.

Judá foi exilado para a Babilônia por desobedecer à palavra de Deus no tocante à guarda da aliança, aos anos sabáticos e à idolatria. (v. Lv 25.1-7; 26.27-35; 2Cr 36.14-21). Na primeira deportação (605 aC) estava Daniel, e na segunda (597), Ezequiel. Aconteceu uma terceira deportação em 586, quando os babilônios destruíram Jerusalém e o templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

alguns dos utensílios da Casa de Deus. Mais tarde foram todos. Bíblia Shedd.

O templo permaneceu em pé até 586 aC. Mas Nabucodonosor levou alguns dos itens mais valiosos e os depositou no tesouro de suas divindades. Isto introduz conflito entre o Deus verdadeiro e o poder do homem. Andrews Study Bible.

3 linhagem real. Daniel era um jovem de alta estirpe, um nobre. Bíblia Shedd.

8 resolveu Daniel … não contaminar-se. Porque Daniel resolveu permanecer fiel ao Senhor, ele não poderia permitir ser absorvido pela cultura babilônica de modo que conflitasse com a santidade, incluindo comer carne de espécies “imundas” (Lev 11; Dt 14; comparar com Gên 7:2, 8-9, 20). Havia problemas adicionais com a dieta babilônica: a carne poderia vir de animal sufocado, com sangue não adequadamente drenado (Gên 9:4; Lev 17:10-12; comparar com At 15:20, 29) e a comida e bebida poderiam ter sido oferecidos a ídolos (comparar com Num 25:2; At 15:20, 29). Andrews Study Bible.

Tinha suas convicções, e as manifestou com coragem. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Deus honrou esses jovens por causa de seu firme propósito de fazer o que era certo. Para eles, a aprovação de Deus era mais estimada do que o favor do homem mais poderoso da terra; mais estimada que a própria vida (ver CRA, 31). Essa firme resolução não nasceu com a pressão das circunstâncias imediatas. Desde a infância, esses jovens foram treinados com hábitos de estrita temperança. CBASD, vol. 4, p. 837.

É mais fácil resistir à tentação se você firmou suas convicções bem antes da chegada da tentação. Daniel e seus amigos tomaram a decisão de serem fiéis às leis de Deus antes de se depararem com as iguarias do rei, então eles não hesitaram em manter suas convicções. Nós teremos problemas se não tivermos decidido previamente onde está o limite. Antes que tais situações surjam, firme suas convicções. Então, quando a tentação vier, você estará pronto para dizer não. Life Application Study Bible Kingsway.

12 Experimenta, peço-te, os teus servos. Daniel empregou bom juízo ao oferecer uma alternativa em vez de rebelar-se. Bíblia de Estudo NVI Vida.

dez. Muitas vezes tinha o significado simbólico de conta completa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

legumes. Do heb. zero’im, “alimento derivado de plantas”, como cereais e vegetais. De acordo com a tradição judaica, frutas vermelhas e tâmaras também se incluíam neste termo. CBASD, vol. 4, p. 837.

legumes … e água. Esta dieta vegetariana resolveria todos os problemas religiosos. Além disso, ela foi notadamente mais saudável, razão pela qual se Daniel e seus companheiros foram autorizados a nela continuar (v. 15).Andrews Study Bible.

17 Deus deu o conhecimento e a inteligência em toda cultura e sabedoria. Com a ajuda de Deus, Daniel e seus amigos dominaram os escritos babilônicos a respeito da astrologia e da adivinhação mediante sonhos. Mas nos testes cruciais de interpretação e de predição (ver 2.3-11; 4.7), toda a literatura pagã mostrou-se inútil. Só mediante a revelação especial da parte de Deus (2.17-28) Daniel conseguiu interpretar corretamente. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

A instrução que Daniel e seus três amigos receberam foi também um teste de fé. O saber dos caldeus estava aliado a práticas idólatras e pagãs, e misturava ciência e magia, conhecimento com superstição. Os aprendizes hebreus se mantiveram distante dessas coisas. Não se sabe como evitaram conflitos; mas, apesar das influências más, eles se apegaram à fé de seus pais, como demonstraram claramente os eventos posteriores. Os quatro aprenderam as habilidades e ciências dos caldeus sem adotar os elementos pagãos mesclados com as mesmas. CBASD, vol. 4, p. 837.

19 Era o exame conduzido pelo próprio rei, para verificar a cultura geral dos rapazes selecionados para contribuir à glória do seu império. Esta cultura confunde-se com as artes mágicas. Bíblia Shedd.

20 dez vezes mais. Uma expressão que quer dizer “muito melhor”.Andrews Study Bible.

Do que todos os mágicos e encantadores. Por meio de uma descrição posterior das habilidades de Daniel, feita pela mãe de Nabucodonosor, sabe-se que Daniel era conhecido como um homem capaz de “declaração de enigmas e solução de casos difíceis” (Dn 5:12). As perguntas feitas a eles podem ter incluído explicação de enigmas, que era diversão favorita nas cortes do antigo Oriente. O exame também pode ter incluído a solução de problemas matemáticos e astronômicos, matérias em que os babilônios eram mestres, conforme revelam documentos, ou uma demonstração da habilidade de ler e escrever a difícil língua cuneiforme. A sabedoria superior de Daniel e de seus companheiros não era resultado de sorte ou destino, ou mesmo de um milagre, como em geral se entende. Os jovens se aplicaram com diligência e consciência aos estudos, e Deus abençoou os esforços deles. O verdadeiro êxito em qualquer empreendimento é assegurado quando se combina esforço humano com o divino. O esforço humano por si só de nada vale, e o poder divino não torna desnecessária a cooperação humana (ver PR, 486, 487; cf PP, 214). CBASD, vol. 4, p. 839.

Encantadores. Adivinhação, magia, exorcismo e astrologia eram comuns entre os povos antigos; mas, em alguns lugares como Babilônia, eram praticados por homens da ciência [métodos de previsãodescritos: haptoscopia/exame de fígados; quiromancia/mãos; lecanomancia/óleo na água; belomancia/flechas sacudidas]. … É um erro supor que os sábios de Babilônia eram apenas adivinhos e magos. Embora fossem habilidosos nessas artes, eram também eruditos no verdadeiro sentido da palavra. … como na Idade Média. …  Os encantadores e adivinhos da Antiguidade se aplicavam também a estudos estritamente científicos. Seu conhecimento astronômico tinha atingido um surpreendente nível de desenvolvimento. … Os astrônomos eram capazes de predizer eclipses lunares e solares mediante cálculos. Sua habilidade matemática era bastante desenvolvida. Eles empregavam fórmulas cujo descobrimento em geral é atribuído erroneamente aos gregos. Além disso, eram bons arquitetos, construtores e médicos. Eles encontravam por meios empíricos a cura para muitos males. Deve ter sido nessas áreas de conhecimento e habilidade que Daniel e seus três amigos superaram os encantadores, astrólogos e eruditos babilônios. CBASD, vol. 4, p. 840.

Como os cativos sobreviveram em uma cultura estrangeira? Eles aprenderam sobre a cultura, alcançaram a excelência em seu trabalho, serviram as pessoas, oraram pela ajuda de Deus e mantiveram sua integridade. Podemos nos sentir como estrangeiros sempre que experimentamos mudanças. As culturas estranhas ao nosso modo de pensar vêm de várias formas: um novo emprego, uma nova escola, um novo bairro. Podemos usar os mesmos princípios para nos ajudar na adaptação ao nosso novo ambiente sem abandonar a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

21 continuou. Ficou como oficial do Império até o ano 536 aC, o primeiro ano do rei Ciro. Sua última visão veio mais tarde. Bíblia Shedd.

Daniel ainda estava vivo no ano 537 (10.1), de modo que viu os exilados voltarem a Judá, saindo do cativeiro na Babilônia. Bíblia de Estudo NVI Vida.




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