Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
14 de dezembro de 2018, 0:55
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ÊXODO 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
14 de dezembro de 2018, 0:45
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Como mudar a história de uma nação que não vê possibilidade alguma de melhoras? Como mudar o rumo da nação escrava da maior potência mundial? Como inspirar esperança em corações empedernidos pelo desespero e sofrimento? Como migrar da situação deprimente à libertação?

Dica: Concentre-se no que o Deus libertador revela nas páginas sagradas da Bíblia.

O que significa “êxodo”? Você ouviu falar de “êxodo rural”? O dicionário diz: “Êxodo rural é o termo pelo qual se designa o abandono do campo por seus habitantes, que, em busca de melhores condições de vida, se transferem de regiões consideradas de menos condições de sustentabilidade a outras, podendo ocorrer de áreas rurais para áreas rurais, ou de áreas rurais para áreas urbanas”.

Portanto, êxodo denota “emigração”, “saída”, “retirada”. O Dicionário Bíblico Adventista conecta êxodo “à partida ou viagem dos israelitas do Egito depois de haver habitado nesse país por mais de 2 séculos e ter sido escravos por algum tempo. Esta migração foi realizada sob a direção de Moisés e acompanhada de muitos milagres”.

Os enviados de Deus enfrentam oposição neste mundo de demônios; contudo, ao depender do poder divino para cumprir a missão divina, agentes missionários alcançarão objetivos divinos incalculáveis. A nação que entender e aceitar isso se erguerá da lama ou do pó (Israel); mas, aquela que ignorar, afundará em suas execráveis atitudes ambiciosas (Egito).

Observe Êxodo 13 nestes dois tópicos:

  1. Após morte dos primogênitos que rejeitaram o sangue do cordeiro, os primogênitos vivos deveriam ser consagrados/dedicados ao Senhor. Eles deveriam aprender sobre Deus por meio dos pais – os quais devem ser líderes espirituais dos filhos (vs. 1-16).
  1. Os israelitas emigraram do Egito, liderados por Deus, não por Moisés; este é apenas um mero instrumento nas mãos divinas. A nuvem diurna e a coluna de fogo noturna representavam a presença ininterrupta de Deus (vs. 17-22).

Pontos a considerar:

  • É imprescindível todo pai amoldar a vida espiritual dos filhos;
  • É importante submeter-se às orientações divinas;
  • É impressionante o que acontece com famílias e nações que permitem que Deus seja Deus.

Quem assim proceder emigrará deste mundo para o Céu com sua família, na companhia de todo o povo de Deus, liderado por Cristo.

Cristãos aguardam novo êxodo, maior que o primeiro! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



ÊXODO 13– VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
14 de dezembro de 2018, 0:05
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ÊXODO 12 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
13 de dezembro de 2018, 0:55
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ÊXODO 12 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
13 de dezembro de 2018, 0:45
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O remédio para qualquer desgraça causada pelo pecado é a graça, não há outro. Além disso, se diluído em legalismo ou liberalismo teológico ou outra coisa qualquer perde totalmente o efeito. Atente bem para o que diz a palavra de Deus para não aceitar palavras de pastores, padres, papas, presbíteros, bispos, doutores, etc.

A páscoa/Pessach ilustra teológica, didática e pedagogicamente o evangelho que liberta dos pesados fardos de pecados do presente e do passado, e restaura o estrago causado por ele; ela oferece um futuro a quem mal vive o presente.

A páscoa original, orientada por Deus, descrita na Bíblia, não tem coelhos nem ovos (símbolo místico da fertilidade) nem chocolates. Havia cordeiro, sangue, morte, ervas amargas e pães asmos/ázimos:

  • Ervas amargas simbolizavam lembranças amargas da escravidão (v. 14);
  • Sangue, carne e morte do cordeiro simbolizavam união familiar (vs. 3-4);
  • Pães asmos/sem fermento simbolizavam purificação (vs. 8, 19-20).

Tudo apontava ao plano da salvação que chegaria ao seu auge quando o Cordeiro de Deus – Cristo – morresse e derramasse Seu sangue para libertar-nos de nossa escravidão do pecado, restaurando-nos e purificando-nos das agruras vividas na miséria da imoralidade; promovendo assim, união familiar, principalmente na família eclesiástica.

O salário do pecado é a morte. O anjo da morte passaria pelo Egito, mas passaria por alto (ou por cima) da casa em que alguém passasse sangue por cima da porta e nas laterais. Não existiam condições ou escolhas aleatórias de famílias; quem quisesse salvar-se deveria passar sangue nas portas da casa: seja egípcio ou israelita, bom ou ruim (v. 48).

Faraó não aceitou; portanto, sentiu na alma o que significa ignorar a graça de Deus (v. 30).

O anjo não olharia comportamento de ninguém, somente o sangue. A única recomendação era decidir passar sangue ou não. Quem submetesse às orientações divinas perceberia que a PÁSCOA comemoraria…

  1. A libertação do sofrimento, da escravidão (vs. 31-33, 37-51);
  2. O poder de Deus em libertar/salvar/redimir (vs. 17, 27-29).

Páscoa fala do início de uma nova vida: da escravidão à libertação, da tristeza à alegria, do pecado à santidade.

O princípio permanece válido: O único meio de livrar-se da morte é através da morte do Cordeiro de Deus: Cristo (verdadeira páscoa cristã: 1 Coríntios 5:7).

“Liberta-nos, Senhor. Reaviva-nos!” – Heber Toth Armí



ÊXODO 12– VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
13 de dezembro de 2018, 0:10
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ÊXODO 11 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
12 de dezembro de 2018, 0:55
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