Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 13 by jquimelli
19 de fevereiro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-13/

Os dez espias apresentaram um relatório tanto emocionante quanto alarmante, de uma terra de abundância e de gigantes que ali viviam. Eles mantiveram o seu público tanto fascinado quanto aterrorizado. Quando Josué e Calebe fizeram o seu relatório de coragem e fé, os dez espias sentiram que seu relatório estava sendo desafiado, e imediatamente responderam apresentando um quadro mais escuro do que antes (“somos como gafanhotos diante destes gigantes”), exagerando as dificuldades para garantir que seu relatório se sobrepusesse ao relatório dos dois espiões fiéis. Uma vez que os espiões apresentaram um relatório negativo e escolheram um caminho errado, eles teimosamente se colocaram contra Josué e Calebe, contra Moisés e contra Deus.

Josué e Calebe nunca perderam o foco de sua missão, e nunca esqueceram da maneira espantosa como no passado Deus os tinha retirado da miserável escravidão no Egito e os levado às portas da Terra Prometida. Foi preciso coragem para discordar de 10 relatórios unificados. A tentação de ser alguém que joga em equipe é sempre forte no coração humano. Afinal, não é a unidade uma coisa boa? A unidade é boa, mas nunca a unidade no erro, em detrimento da verdade.

Nancy Costa
It Is Written Television [Programa Está Escrito]

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/13
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NÚMEROS 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
19 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
19 de fevereiro de 2019, 0:45
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Após apresentar muitos males oriundos de diversos tipos de reclamações, o livro de Números lida com o pessimismo e como seu efeito pode ofuscar o positivismo. A pessoa negativa olha a vida do avesso, ou com óculos escuros, crendo que até os dias ensolarados são nublados!

Avance… Neste capítulo, nota-se que…

1. …Deus pede a Moisés que envie homens a espiarem a Terra Prometida (vs. 1-2);
2. …Deus pede que os príncipes das doze tribos espiem Canaã; Moisés atendeu prontamente (vs. 3-20);
3. …Deus orientou e tudo foi feito conforme Suas palavras, os espias se surpreenderam com o que viram durante sua missão de quarenta dias (vs. 21-24);
4. …Deus queria que o relatório confirmasse Suas palavras e empolgasse o povo no deserto – os espias foram unânimes ao confirmarem que a terra era tudo o que Deus dissera, e provaram mostrando seus gigantescos frutos (vs. 25-27);
5. …O relatório de todos foi positivo, mas a análise da maioria foi negativa; dez dos espias concluíram ser impossível chegar a Canaã (vs. 28-29);
6. …Ainda que o relatório de dois dos príncipes foi cheio de vigor, coragem e ousadia, o povo acatou unanimemente a visão pessimista da maioria… Infelizmente! (vs. 30-33).

Você consegue falar os nomes dos doze espias sem olhar na Bíblia? Quais são lembrados: Os fiéis ou os incrédulos?

Todos tiveram as mesmas experiências com Deus: A libertação miraculosa do Egito, a passagem pelo Mar Vermelho, o sustento no deserto… e, a oportunidade de observar Canaã. Onde, então, está o problema? Na visão pessoal!

• A incredulidade leva ao ateísmo até pessoas dentre o povo de Deus;
• A falta de fé é mais contagiante que a fé mais empolgante;
• A fé ou a falta dela determina a minha visão de tudo: de mim, do que vejo, do futuro, etc.;
• A questão não é o que vemos, mas quais lentes estamos usando: da fé/positivismo, ou da incredulidade/negativismo!

Quero ser como os espias fieis, escolhido por Deus para te mostrar bons produtos/ensinamentos da Bíblia, intentando te motivar à leitura e à aplicação da Palavra divina à tua vida. Almejo ser o tipo de pastor positivo, fiel à Bíblia, empolgado com promessas verdadeiras… visando contagiar você para a trajetória rumo à Canaã Celestial: “EIA, SUBAMOS!”

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de fevereiro de 2019, 0:30
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“Então, Calebe fez calar o povo perante Moisés e disse: Eia! Subamos e possuamos a terra, porque, certamente, prevaleceremos contra ela” (v.30).


Os filhos de Israel finalmente estavam chegando às portas da terra prometida. Todo o sofrimento passado recebeu uma dose de doce alívio ao avistarem os doze príncipes de Israel a caminho da missão de espiar a terra. Grande era a expectativa do povo. Como seria, afinal, a terra da liberdade? Teria lugar suficiente para todos? “Vede a terra” (v.18), fora a ordem inicial de Moisés para os doze espias, a fim de que capturassem todas as informações possíveis. “Tende ânimo” (v.20) fora a sua ordem final, para que independente do que vissem, permanecessem confiantes no poder de Deus.

Aqueles homens “subiram e espiaram a terra” (v.21). Eles viram uma terra com dimensões a perder de vista, montanhas verdejantes e campos e mais campos de cujo solo brotava as riquezas da flora local. Viram também os moradores que exibiam o vigor da saúde e a estatura semelhante a de nossos primeiros pais. Era, sem dúvida alguma, um lugar de tirar o fôlego, principalmente, da ótica de quem saíra do cativeiro para o deserto. E, carregando um único cacho de uvas sob os ombros de dois deles, retornaram com seus corações em polvorosa, descartando por completo a possibilidade de Israel conquistar aquele lugar.

Dois deles, no entanto, Calebe e Oseias, a quem “Moisés chamou Josué” (v.16), tendo as manifestações de Deus e Seu cuidado constante para com Israel bem fixos na mente, estavam dispostos a enfrentar e contra-argumentar o pessimismo de seus demais companheiros. “Ao cabo de quarenta dias” (v.25) eles retornaram ao acampamento. Dez dos espias iniciaram o seu discurso, a princípio, com inegáveis indícios da realidade de que verdadeiramente era uma terra que manava “leite e mel” (v.27). Isto eles não podiam negar. Contudo, a continuação de suas notícias começa a mudar a feição dos filhos de Israel; em questão de segundos, eles passaram da alegria para o medo. Percebendo o resultado do “noticiário” daqueles príncipes, Calebe “fez calar” (v.30) a todos e a plenos pulmões gritou o brado da vitória: “Eia! Subamos e possuamos a terra, porque, certamente, prevaleceremos contra ela” (v.30).

Diante de dez relatos negativos e dois relatos positivos, Moisés estava diante da maior sedição que haveria em Israel, superando até mesmo a idolatria no Sinai. Aquela geração selaria o seu destino final como errantes pelo deserto. Um dia, Deus enviou a este mundo o Seu Filho unigênito. Jesus nasceu, cresceu, viveu e morreu para que você e eu fôssemos libertos do cativeiro do pecado e para que, muito em breve, possamos passar do deserto desta vida para o gozo da Terra que Ele prometeu nos preparar (Jo.14:1-3). Israel estava prestes a provar o antegozo da eternidade. Estava às vésperas de entrar no lugar que poderiam chamar de lar. Mas escolhendo dar ouvidos à palavras de depreciação e dúvida acerca das promessas divinas, toda uma geração cairia no deserto sem avançar um passo sequer em direção à Canaã.

O apóstolo Pedro nos advertiu de que, nos últimos dias, surgiriam muitos “escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da Sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação” (2Pe.3:3-4). Estamos, amados, buscando com súplicas a força, a resistência e a fé de Josué e Calebe? Eu não sei vocês, mas eu estou cansada, irmãos! Sinto a minha fragilidade aflorar a cada passo que dou neste mundo escuro. Sinto que o grande conflito está sendo decidido em cada coração. Um Armagedom individual está acontecendo na minha e na sua vida. E de que lado nós estamos? Daqueles que desistem porque julgam difícil alcançar a promessa? Ou daqueles que confiam nos méritos dAquele que bradou a nossa vitória na cruz do Calvário?

Seja esta a minha e a sua súplica, hoje e todos os dias, até aquele Grande Dia:
Ó, Deus Todo-Poderoso, nestes momentos finais que antecedem a nossa entrada no Lar eterno, reveste-nos com a Tua armadura e faz-nos Calebes atuais, que farão soar a todas as nações da Terra o último brado da vitória! Te oramos, em nome de Cristo Jesus, Amém!

Jesus nos diz, agora:
“A Minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Co.12:9).

Bom dia, aperfeiçoados pelo poder de Deus!

Dez dias de oração, 6° dia: Oremos pelo reavivamento dos irmãos da igreja que frequentamos e pelos nossos amigos especiais de oração.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números13 #RPSP

Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 13 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
19 de fevereiro de 2019, 0:07
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NÚMEROS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
19 de fevereiro de 2019, 0:05
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855 palavras

1-14 Os espias vão observar a Terra de Canaã, um acontecimento de grande importância. Comparando este trecho com Dt 1.20-25, parece que a ideia de mandar espias se originou com o povo, e que Moisés erradamente apoiou este plano. Deus condescendeu com o desejo do povo para revelar sua incredulidade e dureza de coração, pois já havia a promessa e a revelação sobre o tipo de terra que aquela seria, conforme Gn 15.18-21 e Êx 3.8. Bíblia Shedd.

Fica claro que Deus estava, nesta ocasião, cedendo a um pedido feito originalmente pelo povo (ver Dt 17:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 938.

4-15 Os nomes relacionados aqui são diferentes daqueles nos caps. 1, 2, 7, 10. Presumivelmente, os líderes tribais eram homens mais idosos. A tarefa dos espias exigia homens mais jovens e mais robustos, mas não menos respeitados pelos seus compatriotas. Bíblia Shedd.

Os espias foram um grupo separado de pessoas especialmente escolhidas para a perigosa tarefa do reconhecimento. Bíblia de Genebra.

16 Oséias … Josué. Declaração parentética que antevê a posição de destaque que Josué ocuparia posteriormente. O leitor é alertado quanto à significância desse nome na lista dos espias … Oséias significa “salvação”; Josué [Yehoshua, cf. CBASD] significa “o SENHOR salva” [ou, “Yahweh é salvação”, cf. CBASD]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Era apropriado que o homem que sucederia Moisés como líder tivesse um nome que apontava para o Senhor como aquele de quem procederia a salvação da nação. Bíblia de Genebra.

… o próprio Josué é um tipo ou figura de Cristo, sendo que também tornou-se o salvador e libertador do seu povo, Js 1.1-9. Bíblia Shedd.

17 Subi pelo Neguebe (ARA e NVI; NKJV: “Vá por este caminho, pelo sul”). Tratava-se de uma região de transição entre o deserto meridional [mais ao sul] e a terra cultivável ao norte. Era, portanto, boa para o pastoreio do gado. A região ainda é conhecida pelo mesmo nome. Pelo fato de o Neguebe ficar ao sul da Palestina, a palavra se tornou o termo hebraico costumeiro para “sul”. CBASD, vol. 1, p. 938.

21 É a totalidade da expansão de Canaã, 300 quilômetros; parece que para espiar tudo isto os espias separaram seus caminhos. Bíblia Shedd.

A viagem dos espias começou na extremidade mais sulina daquela terra (o deserto de Zim) e os levou à extremidade norte (Reobe, perto de Lebo-Hamate; v. 34.8). Essa viagem de 400 km de ida e também de volta levou 40 dias. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 Hebrom. Hebrom era bem conhecido como sendo o local dos sepulcros de Abraão, Isaque e Jacó (Gn 13.18; 49.29-33; 50.13). … Na história posterior, Davi ocupou Hebrom e foi ungido ali, primeiramente como rei de Judá e, depois, como rei de Israel e Judá (2Sm 2.1-3; 5:1-5). Bíblia de Genebra.

23 Vale de Escol. ‘Eschol significa “cacho” (ver Gn 40:10; Dt 32:32; Is 65:8; Mq 7:1). CBASD, vol. 1, p. 938.

Esse vale fica perto de Hebrom. Bíblia de Estudo NVI Vida.

27 leite e mel. Uma expressão geral para indicar fartura (ver com. [CBASD] de Êx 3:8; ver 13:5; 33:3). A Palestina era, na época, menos seca e deserta do que hoje (ver com. de Gn 12:6 [“A Palestina tinha muitas florestas naquele tempo.”]). CBASD, vol. 1, p. 938.

28 porém. A palavra traduzida por “porém”, neste verso, sugere algo impossível para o homem. Seu uso, neste caso, aponta para a falta de fé dos espias e revela seu pecado. Se tivessem apenas apresentado os fatos, teriam feito tudo o que deles se exigia. No entanto, ao usar esta palavra, intervieram com a opinião particular de que a tarefa à frente era maior do que a força de Israel. CBASD, vol. 1, p. 938-939.

29 jebuseus. Um povo relativamente sem importância, que habitava nas redondezas de Jerusalém. Foram, depois, conquistados por Davi (2Sm 5:6; ver com de Gn 10:16). CBASD, vol. 1, p. 939.

30 Calebe. Talvez Josué fosse mais um guerreiro do que um orador eloquente (ver Nm 2:17). CBASD, vol. 1, p. 939.

Subamos e possuamos a terra. Calebe havia visto os mesmos problemas, mas ele tinha fé que o Senhor estava com os israelitas e já havia dado Canaã a eles. Eles apenas precisavam tomar posse do que já era deles. Andrews Study Bible.

32 relatório negativo acerca daquela terra (NVI). A terra prometida era uma boa terra, uma dádiva misericordiosa de Deus. Ao falarem mal dela, os espias sem fé estavam falando mal do Senhor (cf 10.29). Bíblia de Estudo NVI Vida.

O fracasso em cumprir a ordem naquela época refletiu dúvida quanto ao poder de Deus para lhes dar Canaã. A eloquente súplica de Paulo em prol da fé sugere que a triste experiência de Cades-Barneia consiste numa lição significativa para os cristãos (Hb 3:8 a 4:16). CBASD, vol. 1, p. 939.

amorreus. Os amorreus eram “altos como cedros” e “fortes como carvalhos” (Am 2:9) [destaques acrescentados”. CBASD, vol. 1, p. 939.

33 como gafanhotos. Isaías usa a mesma expressão para se referir à condição dos homens à vista de Deus. Essas figuras de linguagem são comuns nas línguas semíticas (1Sm 24:14; 26:20; 1Rs 20:27). CBASD, vol. 1, p. 939.

Os espias desencorajaram o povo de Israel com seu relatório exagerado e covarde, atraindo o castigo de Deus sobre os próprios espias (14.36-37). Bíblia de Genebra.

A resposta de Calebe, vv 30-33, nos ensina três coisas acerca dos obstáculos na vida: 1) Sempre surgirão em nosso caminho; 2) Devemos ultrapassá-los; 3) Podemos vencê-los, se como Davi confiarmos no Senhor; os Golias serão derrotados e venceremos. Bíblia Shedd.



NÚMEROS 12 by jquimelli
18 de fevereiro de 2019, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-12/

Desde que Aarão e Miriã tinham sido escolhidos por Deus para ajudar Moisés, eles partilhavam com ele o peso da liderança. Eles consideravam desnecessária a sugestão de Jetro para que assistentes adicionais fossem designados.

Miriã e Arão estavam cegos pela inveja e disseram: “Porventura, tem falado o SENHOR somente por Moisés? Não tem falado também por nós?” (Nm 12:2).

A inveja é um dos traços mais satânicos que podem existir no coração humano. Tivesse a conduta de Miriã e Aarão continuado sem controle e teria isto resultado em um grande mal. Em vez disso, Deus os humilhou e eles confessaram seu pecado. Este foi um aviso a todo o Israel para que controlassem o crescente espírito de descontentamento e insubordinação.

Somos responsáveis ​​por nossas palavras e o modo como tratamos aqueles a quem Deus deu a pesada responsabilidade de liderança.

O juízo de Deus, entretanto, foi temperado com misericórdia. Arão e Miriã foram perdoados e, embora ferida com lepra, Miriã foi curada. As pessoas se entristeceram por ela e aguardaram seu retorno, acolhendo-a de volta carinhosamente. Essa deve ser a nossa atitude para com aqueles que caíram.

Nancy Costa
It Is Written Television [Programa Está Escrito]

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/12
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli




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