Reavivados por Sua Palavra


OSÉIAS 11 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
3 de março de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 11 – Primeiro leia a Bíblia

OSÉIAS 11 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

OSÉIAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)



OSÉIAS 11 by Jobson Santos
3 de março de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/os/11

Deus amou aos Israelitas e os tirou de sua escravidão no Egito (11:1). No entanto, eles não gostaram das mensagens que Deus lhes deu por meio dos profetas. Então eles se afastaram de Deus e serviram a outros deuses. Deus amava Israel, mas eles logo se esqueceram de como Ele os tirou do Egito e do que Ele havia feito por eles (11:3,4).

O norte de Israel passaria por uma escravidão na Assíria semelhante à que haviam experimentado no Egito, porque se recusaram a voltar para Deus (11:5). Eles não poderiam evitar a guerra e a invasão da Assíria por causa de seus próprios conselhos equivocados (11:6). Ninguém poderia libertá-los dessa escravidão, porque eles estavam consistentemente se afastando de Deus (11:7).

O coração de Deus se contrai de dor por causa de Seu amor por Israel. Ele diz: “Como posso desistir de você, Efraim? Como posso entregá-lo nas mãos de outros, Israel?” (11:8, NVI) Se apenas Israel se arrependesse, Deus não o destruiria porque Ele é o “Santo” no meio deles (11:9). Ellen White diz: “Santidade é integridade, devoção total”. Nossa santidade é devoção total a Deus, e a santidade de Deus é Sua devoção perfeita a nós.

Até mesmo no tempo de Oséias, Deus ainda amava a pecadora nação de Israel, mas com profunda dor, ansioso para que voltasse a andar com Ele (11:10).

Yoshitaka Kobayashi
Japão

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1119
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



OSEIAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de março de 2021, 0:50
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638 palavras

Laços de amor. Uma expressão significativa, mostrando que esses laços são muito diferentes dos utilizados para domesticar animais selvagens. … Deus não atrai as pessoas desse modo. … nos atrai de modo racional, cortejando a inteligência e apelando aos afetos (ver com. de ls 1:18). Deus nos chama de uma maneira adequada à dignidade de nossa natureza, conforme fomos criados à Sua imagem (Gn 1:26, 27). Ao trabalhar pelas pessoas, devemos sempre seguir esse método de amor (ver ICo 9:19-23; lTs 2:7, 8; 3:12;  Hb 5:2). Cristo nos atraiu com cordas humanas ao Se fazer homem, viver e Se sacrificar para o nosso bem (ver Jo 12:32; At 10:38). Uma das razões do Filho de Deus se fazer um de nós foi para nos atrair com as cordas de simpatia, ao partilhar uma natureza comum conosco. CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1017.

como quem alivia o jugo de sobre as suas queixadas (ARA). NVI: “tirei do seu pescoço o jugo”.

5. Para a terra do Egito. Tendo sido tributário da Assíria desde os tempos de Menaém (2Rs 15:17-20), Israel se revoltou e procurou a ajuda do Egito (2Rs 17:1-4). No entanto, nenhuma ajuda vinda do Egito seria permitida. Israel seria obrigado a se submeter ao jugo da Assíria. O cativeiro assírio seria um castigo sobre eles por pecados dos quais não haviam se arrependido. CBASD, vol. 4, p. 1017.

7. Meu povo. Quão expressivamente isso mostra que, apesar de toda a culpa de Israel em apostasia persistente, a nação ainda era “Meu povo” para Deus! CBASD, vol. 4, p. 1017.

8. Como te deixaria, ó Efraim? O pensamento do v. 8 representa uma transição de previsões sombrias de castigo severo para promessas consoladoras de misericórdia. Com frequência, nas profecias de Oseias, castigos e promessas se alternam e, às vezes, se misturam. Embora Efraim merecesse completa destruição por causa de suas iniquidades, o Senhor, por Sua misericórdia e Seu amor duradouro, continuou a lutar pelo arrependimento e pela reforma da parte de Seu povo (ver Jr 31:20). CBASD, vol. 4, p. 1017.

Zeboim. Admá e Zeboim estavam entre as cidades da planície de Sodoma, que foram destruídas por Deus (Gn 14:8; Dt 29:23). Embora Israel fosse tão culpado e merecedor da ira como essas cidades (ver Mt 11:23, 24), Deus manifestou relutância em entregar o reino do norte nas mãos de seus inimigos ou destiná-lo à destruição. CBASD, vol. 4, p. 1017, 1018.

9. Não executarei. O profeta pinta um retrato glorioso da operação do amor divino. O Senhor não executaria o ardor da Sua ira, nem destruiria a Efraim totalmente. Se o amor de Deus no início de seu interesse por Israel fora algo grande e exaltado (ver v. 1-4), tornou-se maior ainda, como a expressão máxima da compaixão (v. 8, 9), na qual o Senhor Se recusa a desistir de Seu povo, totalmente indigno como se tornara, do amor que Ele lhe mostrou. CBASD, vol. 4, p. 1018.

Eu sou Deus. Esta é a razão básica para a misericórdia divina assim expressa. O caráter inerentemente santo de Deus não pode deixar de honrar e cumprir sua aliança de amor eterno com Israel. Ele é Deus e por isso deve ser medido pelo padrão divino desse amor (ver Rm 8:37-39; ljo 4:16), não pelo padrão vingativo do homem. CBASD, vol. 4, p. 1018.

O Santo. Isso explica por que Deus pune a iniquidade e ainda continua a mostrar misericórdia. A santidade que não pode tolerar a culpa também é a santidade da verdade e da fidelidade. CBASD, vol. 4, p. 1018.

10. Bramará como leão. A voz majestosa e imponente do Senhor, embora cheia de amor (Rm 2:4), também é plena do solene poder de juízo para aqueles que praticam a iniquidade. Deus chama os pecadores não apenas a correr para a Sua misericórdia, mas também para fugir da ira vindoura (ver Mt 3:7, 8). CBASD, vol. 4, p. 1018.

12. Judá ainda domina com Deus. O profeta apresenta a idolatria aberta de Israel em contraste com a condição espiritual do reino do sul, de Judá, que era aparentemente fiel ao Senhor. CBASD, vol. 4, p. 1018.



OSEIAS 11 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de março de 2021, 0:45
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“Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor; fui para eles como quem alivia o jugo de sobre as suas queixadas e Me inclinei para dar-lhes de comer” (v.4).

Em direto contraste com o amor de Deus estava a ingratidão de Israel. A ilustração da figura paterna que ensina a criança a andar, que a segura no colo, que cuida de suas feridas e lhe dá de comer é um retrato digno do cuidado do Senhor para com o Seu povo. Todavia, Israel se portou como um filho rebelde, rejeitando o Senhor, recusando-se “converter-se” (v.5). “Quanto mais” Deus “os chamava, tanto mais se” afastavam dEle; “sacrificavam a baalins e queimavam incenso às imagens de escultura” (v.2). Toda a nação estava corrompida e inclinada a desviar-se de Deus (v.7). Por outro lado, o amor do Pai permaneceu intacto: “Meu coração está comovido dentro de Mim, as Minhas compaixões, à uma, se acendem” (v.8).

Aos olhos humanos, a rebelião de Israel demandava castigo. Não obstante, o Senhor provaria mais uma vez que a Sua ira não é manifestada segundo a ira humana: “Não executarei o furor da Minha ira… porque Eu sou Deus e não homem, o Santo no meio de ti; não voltarei em ira” (v.9). Sendo experimentado nisso, o salmista Davi declamou a respeito do Senhor: “Não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas iniquidades” (Sl.103:10). Deus tinha um plano maior para o Seu povo, e este plano incluía o resgate de Seus filhos mediante “o castigo que nos traz a paz” (Is.53:5). Como leão que ruge a fim de ser ouvido a longa distância, o Senhor chamaria os filhos de Israel e novamente os congregaria, ainda que espalhados entre as nações.

O plano da redenção mediante o sacrifício de Seu Filho nos permite ter acesso direto ao Pai. Temos o sublime privilégio de nos achegar a Deus porque Jesus nos comprou esse direito por Sua morte e porque Ele vive. Temos feito diligentes esforços a fim de sermos instruídos nos mistérios da cruz? Um amor que “alivia o jugo” (v.4) de quem se recusa a aceitá-lo deve, no mínimo, ser o nosso principal objeto de estudo. A ingratidão do antigo Israel não foi tão grande quanto a do Israel espiritual de hoje. Enquanto o Consolador nos envolve “com laços de amor” (v.4), nosso coração insiste em desviar-se dEle. Enquanto Ele nos aponta para Jesus, recusamos nos converter a fim de não abrir mão de nossos pecados acariciados.

Mas ainda que diante de “uma geração má e adúltera” (Mt.12:39), Jesus cumpriu com perfeição Sua missão salvífica. E mesmo que a última geração tenha superado as iniquidades de Sodoma (Ez.16:47), a espera de Deus reflete o Seu grande amor por nós, “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). “Andarão após o Senhor” (v.10) os filhos que reconhecerem a sua miserável condição e completa dependência do Pai, buscando andar em novidade de vida. A cruz não foi o fim e nem o início do ministério de Cristo. Ele é o “Pai da Eternidade” (Is.9:6), “o Princípio da criação de Deus” (Ap.3:14), o “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap.13:8), o “sumo sacerdote, que Se assentou à destra do trono da Majestade nos céus” (Hb.8:1), o nosso “Advogado junto ao Pai” (1Jo.2:1), “o Leão da tribo de Judá” (Ap.5:5), que ruge a fim de reunir os Seus escolhidos dos quatro cantos da Terra.

Olhemos para Jesus! Olhemos para Aquele que poupou as nossas costas dos açoites do inimigo e nossa fronte dos espinhos da vergonha! Olhemos para o precioso Cordeiro de Deus, cujos pés e mãos perfurados não foram capazes de deter o amor que se manifesta e salva até mesmo na “hora undécima” (Mt.20:6; Mt.23:42). Olhemos para Aquele que adiou o Seu reencontro com o Pai a fim de consolar uma filhinha que chorava (Jo.20:15). Olhemos para o Mestre que não levou em conta a cegueira dos discípulos no caminho de Emaús, mas pacientemente os instruiu e com eles sentou-Se “para dar-lhes de comer” (v.4; Lc.24:25-30). Olhemos para o nosso Mediador, que pensou em mim e em você ao orar: “Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em Mim, por intermédio da Sua Palavra” (Jo.17:20). “Olhai para Mim e sede salvos, vós, todos os limites da terra; porque Eu sou Deus, e não há outro”, diz o Senhor (Is.45:22). Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhos amados do Pai!

* Oremos pelos nossos familiares e pelo batismo do Espírito Santo em nossa vida.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Oseias11 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



OSEIAS 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
3 de março de 2021, 0:40
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Desfrutar de bênçãos sem valorizar, respeitar e honrar ao doador através da obediência são maneiras de agir que evidenciam irreverência, ingratidão e egoísmo no coração.

Apesar de nossa atitude inconsequente, Deus nos trata como filhos desobedientes, mas alvos de Seu amor insistente, perseverante e atraente.

Neste capítulo “vemos o anseio de Deus e Seu desapontamento descritos de maneira bastante vívida. Adore a Deus enquanto lê o texto, tentando conectar-se com as emoções ali descritas” – sugere Erwing Lutzer. Depois reflita:
• Deus amou desde o início, chama de onde o pecador se encontra, ensina durante a existência, toma nos braços, cura, atrai, Se inclina – Se isso não revela amor, graça e misericórdia no Antigo Testamento, o que seria? (vs. 1-4).
• Deus ama com amor mais elevado que o mais nobre e puro amor humano. Quem ama educa, corrige e para isso disciplina, castiga e conversa – Sem a revelação sobrenatural através dos profetas quem alcançaria tais informações sobre as emoções do Soberano do Universo? (vs. 5-9).
• Deus amará a tal ponto de esperar a reconciliação com o rebelde e irreverente. O fogo da paixão de Deus almeja derreter o gelado coração do pecador impenitente. Sua ação movida de compaixão almeja realizar a transformação que gera restauração total da degradação causada pelo pecado – Se isso não for salvação pela graça, o que seria? (vs. 10-12).

O amor de um casal apaixonado, ou de pais e mães dedicados, pode ilustrar, mas jamais se iguala ao amor de Deus por Seus filhos, ainda que indisciplinados.

Embora não correspondido, o amor de Deus não perde o valor nem passa a agir motivado pela vingança. Pelo contrário, oferece esperança ao que O traiu e está vivendo na desgraça.

O pecado pode até nos afastar de Deus, mas Deus não se afasta do pecador (Isaías 59:1-17). O Deus do impossível oferece amor incondicional, infinito e sobrenatural aos praticantes do mal.

Os que desistiram de Deus, O substituíram pela miséria do pecado, O ignoraram devido a preferirem os próprios caprichos, devem saber que o amor de Deus não desistiu de intentar alcançá-los. Portanto, em Oseias temos o mesmo amor revelado por Jesus nas parábolas de Lucas 15, que chega ao auge da revelação do amor divino na parábola do filho pródigo.

Reavivemo-nos e voltemo-nos para Deus urgentemente! – Heber Toth Armí.



OSÉIAS 10 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
2 de março de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO OSÉIAS 10 – Primeiro leia a Bíblia

OSÉIAS 10 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

OSÉIAS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO(link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)



OSÉIAS 10 by Jobson Santos
2 de março de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/os/10

Israel é uma videira que produz frutos, mas apenas para si mesma. À medida que sua prosperidade aumentava, os altares de Baal aumentavam, assim como suas colunas de fertilidade ricamente adornadas (10:1). Sem se arrependerem de seus pecados, os israelitas continuaram aumentando os altares e embelezando as colunas. Seus corações estavam divididos e não totalmente dedicados a Deus. Eles eram culpados aos olhos de Deus, e esses altares e colunas seriam destruídos pelos assírios (10:2).

Israel foi amado por Deus e colocado na Terra Prometida, como uma novilha colocada em uma boa pastagem. No entanto, por causa de seus pecados, Israel experimentaria as agruras da invasão. Soldados assírios pisariam no pescoço de Israel, e carros assírios passariam por cima do seu corpo (10:11). Se Israel voltasse para Deus, praticando a justiça, eles veriam o amor fiel de Deus. Esta era a última chance para eles buscarem a Deus. Se mudassem seu pensamento e se voltassem a Deus com arrependimento, Ele ofereceria salvação tão abundantemente quanto a chuva preciosa (10:12).

Em vez de depender de Deus, Israel confiou na multidão de guerreiros. Mas Israel seria derrotado assim como Beth Arbel foi destruída (10:13-15). Estamos respondendo ao convite misericordioso de Deus ou dependendo de nós mesmos?

Yoshitaka Kobayashi
Japão

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1118
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



OSEIAS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de março de 2021, 0:50
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497 palavras

3. Não temos rei. Como resultado da rejeição ao Senhor e dos castigos contra si, Israel seria levado a ver e sentir que os reis nomeados por sua própria vontade (ver com. de Os 8:4) seriam incapazes de protegê-lo ou de ajudá-lo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1011.

4. brota o juízo. Literalmente, “o julgamento [ou justiça] brota”, ou “o juízo floresce”. … o contexto parece indicar que “julgamento” aqui se refere à “justiça” oficial na terra como perversão e paródia da verdadeira justiça (ver Am 5:7; 6:12). Este juízo pervertido é como a erva amarga que surge pronta e abundantemente. CBASD, vol. 4, p. 1012.

4-8 Por causa da maldade de Israel o juízo de Deus viria logo como uma planta amarga e venenosa nascendo nos sulcos arados dos campos (10:4). O povo de Samaria e os sacerdotes que se orgulhavam do bezerro de ouro em Betel em breve chorariam porque seriam levados para a Assíria (10:5). O bezerro de ouro também seria levado. Num período de trinta anos, desde que o rei Jeroboão II morreu, em 753 aC, até o fim do reino de Israel (722 a.C.), seis reis reinaram um após o outro. Ao tempo da invasão assíria contra Israel, o último rei morreria, e a cidade de Betel seria destruída, tornando-se um lugar onde somente os espinhos e ervas daninhas cresceriam. Oséias profetizou que na época da invasão o povo desejaria ser sepultado pelos montes e colinas, o que de fato aconteceu durante o cerco de três anos que sofreram (10:7, 8). Yoshitaka Kobayashi, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/05/.

7. O rei de Samaria será como lasca de madeira.Do heb. qetsef, “um ramo quebrado” (ver Mt 15:13). A LXX diz “um galho”. A figura enfatiza a levez, instabilidade e impotência do rei em quem o povo confiava. CBASD, vol. 4, p. 1013.

9-10 Gibeá … castigarei. Quando a cidade benjamita de Gibeá cometeu seu pecado, outras tribos israelitas a castigaram. Agora, as dez tribos de Israel seriam castigadas por causa de seu pecado por intermédio da invasão da Assíria e outras nações (10:9, 10). Yoshitaka Kobayashi, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/05/.

11 Efraim era uma bezerra domada, que gostava de trilhar. Efraim é aqui comparado a uma novilha treinada para pisar o milho. … eram deixados livre para arrebatar, de vez em quando, um punhado de milho. Assim foi a história de Israel. Os israelitas foram postos na terra prometida, em circunstâncias fáceis e confortáveis, como uma novilha que debulha, e lhe foi permitido comer à vontade. Tragicamente, esses confortos materiais que deveriam tê-los atraído para perto do Criador, tornaram-nos autossuficientes e rebeldes (ver com. de Dt 32:15). CBASD, vol. 4, p. 1014.

12 arai o campo de pousio (ARA). NVI: “campo não arado”.

14 Salmã. … referência a Salum que matou [o rei] Zacarias, filho de Jeroboão II, e reinou sobre Israel apenas um mês. Por sua vez, foi assassinado por seu sucessor (ver 2Rs 15:8-15).  CBASD, vol. 4, p. 1015.

Bete-Arbel. Do heb. beth ‘arebe’l, “a casa de Arebel”. … a  LXX traz: “a casa de Jeroboão”, que seria uma referência ao assassinato de Zacarias por Salum, que pôs fim aos descendentes de Jeroboão II. CBASD, vol. 4, p. 1015.



OSEIAS 10 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
2 de março de 2021, 0:45
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“Então, Eu disse: semeai para vós outros em justiça, ceifai segundo a misericórdia; arai o campo de pousio; porque é tempo de buscar ao Senhor, até que Ele venha, e chova a justiça sobre vós” (v.12).

Após a separação da nação de Israel entre Reino do Norte (Israel) e Reino do Sul (Judá), Jeroboão, o primeiro líder do Reino do Norte, estabeleceu uma estratégia a fim de que o povo não fosse a Jerusalém para adorar. Erguendo dois bezerros de ouro, “disse ao povo: Basta de subirdes a Jerusalém; vês aqui teus deuses, ó Israel, que te fizeram subir da terra do Egito!” (1Rs.12:28). Essa condição de idolatria acompanhou a trajetória dos reis de Israel e tornou-se a pior causa de sua degradação e ruína. Através da linguagem da agricultura, Oseias se valeu dos três estágios do plantio: o preparo do solo, o plantio em si, e a colheita, a fim de ilustrar a triste realidade de seu povo e trazer-lhe à memória o único método verdadeiramente eficaz: o método divino.

Havia em Israel empatia pelo pecado. E quanto mais gozavam do fruto de sua luxúria, mais distraídos ficavam quanto à “erva venenosa” que crescia “nos sulcos dos campos” (v.4). O juízo estava sendo lavrado para a própria destruição deles e não havia quem atentasse para isso. Mediante um coração falso (v.2) e inconstante, o destino de Israel seria a vergonha “por causa de seu próprio capricho” (v.6). E nos lugares que antes julgavam obter uma boa colheita, em meio a “espinheiros e abrolhos”, perceberiam que ali haviam buscado o seu próprio infortúnio, pois “aos montes se dirá: Cobri-nos! E aos outeiros: Caí sobre nós!” (v.8). Diante da negativa em aceitar as instruções divinas (v.12), outro não poderia ser o resultado: “Arastes a malícia, colhestes a perversidade; comestes o fruto da mentira” (v.13).

É ilusão pensar que o fato de pertencer à família cristã é garantia de salvação. Ser cristão não é assumir um título, mas uma cidadania. Todo aquele que entende que o seu lugar não é aqui, que não pertence a este mundo, não vive em conformidade com as práticas desta terra, mas, pela fé, caminha em direção à Pátria Celeste, buscando “ao Senhor, até que Ele venha” (v.12). O método divino a fim de obtermos uma boa safra é o único que pode transformar o solo ruim e infértil do nosso coração em um “campo de pousio” (v.12) limpo e preparado para receber a chuva da justiça. Mas como essa obra poderá ser realizada em nós enquanto não quebrarmos “os altos de Áven” (v.8) de nossa vida? Como esperar e pedir pela última chuva enquanto permitimos que o inimigo lance o seu joio com suas distrações destrutivas?

Agora é o tempo que nos é concedido como dia de arar, plantar e colher. Não nos foi dado tempo mais oportuno do que este. “Eis agora o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação” (2Co.6:2). Um único dia sem arar o solo do coração com a oração a fim de prepará-lo para receber a boa semente da Palavra é resultado certo de uma colheita arruinada. Diante do cenário mundial atual, estamos simplesmente nos acostumando e nos adaptando à nova realidade, ou buscando no Senhor e na sabedoria da Sua Palavra o melhor método de nos manter em Sua seara “até que Ele venha” (v.12)? O Senhor nos deixou escrito na Bíblia e nos Testemunhos para o nosso tempo as instruções necessárias para que Ele nos encontre em Seu grande Dia como trigo, e não como joio.

Cristo está prestes a ceifar a terra, “visto que a seara da terra já amadureceu” (Ap.14:15). E de que lado estaremos? Daqueles que “lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14)? Ou dos que dirão “aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós!” (Ap.6:16)? O nosso lugar não é aqui, amados, nesta terra cheia dos “espinheiros e abrolhos” do Maligno! Clamemos ao Senhor para que o orgulho não contamine o nosso coração, pois “nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento” (1Co.3:7). Coloquemo-nos, pois, nas mãos do grande Agricultor e Ele fará descer sobre nós a Sua chuva de justiça (v.12) e nos levará para desfrutar de Sua messe abundante e eterna. Vigiemos e oremos!

Bom dia, seara do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Oseias10 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



OSEIAS 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
2 de março de 2021, 0:40
Filed under: Sem categoria

Mesmo que tenhamos dificuldades de aprender com a História, Deus a usa para tentar ensinar-nos o destino que teremos, dependendo do que decidimos e fazemos no presente.

“Israel tornou-se contumaz no erro. Seus ouvidos tornaram-se moucos, seu coração insensível, e sua consciência cauterizada. Eles amaram mais as trevas do que a luz. Eles caminharam deliberadamente rumo ao abismo, fazendo escolhas erradas, semeando a malícia e aprofundando-se mais e mais na corrupção política, moral e espiritual. De degrau em degrau, a nação foi caindo até capitular por completo nas mãos da Assíria e perder a sua soberania nacional. Israel é um exemplo eloquente de que o pecado é o opróbrio das nações” (Hernandes Dias Lopes).

• Será que hoje aprendemos com a história de fracasso de Israel?

“As referências à história passada de Israel – Baal Peor (Os 9:10) e Gibeá (Os 9:9; 10:9) – mostram que ‘a única coisa que aprendemos com a história é que não aprendemos nada com a história’. Esses dois acontecimentos trouxeram o julgamento de Deus sobre a nação e, no entanto, as gerações posteriores fizeram vista grossa para esse fato. [E assim] os pecados dos pais são repetidos por seus filhos e netos” (Warren W. Wiersbe).

Reflita nas seguintes lições:
• Ter um passado de vigor e prosperidade não garante sucesso e salvação no futuro; desde que se deixa de viver para Deus e se passa a viver para si mesmo, por mais que o padrão seja alto, o fracasso físico, emocional e espiritual será o destino – como se vê, inclusive, nos fariseus do primeiro século d.C. (v. 1; ver Mateus 23).
• Receber bênçãos materiais para alimentar o orgulho, a vaidade e a vanglória é pior que viver na pobreza mas dependendo de Deus até para um simples bocado de pão (vs. 1-4).
• A religião moldada por corações corrompidos pelo pecado e não pautada pela revelação do Santo Deus é abominação que só agrava a situação das pessoas para o dia do juízo (vs. 5-8).
• Quando os planos de Deus são ignorados pelos pecadores para viverem os seus próprios, a inclinação para o pecado os levará ao fracasso total, à desgraça que tanto detestam. Deus avisa intentando despertar corações rebeldes (vs. 9-15; Apocalipse 6:16).

Por isso, reavivemo-nos enquanto há tempo! “Senhor, capacita-nos!” – Heber Toth Armí.




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