Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 17 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
27 de maio de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO NÚMEROS 17 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 17 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

NÚMEROS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



NÚMEROS 17 by Luís Uehara
27 de maio de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/nm/17

Deus misericordiosamente deu a Israel mais uma prova de Sua vontade de corrigir o juízo equivocado do povo. Eles ainda estavam convencidos de que Moisés e Arão haviam “matado o povo do Senhor.”

Deus ordenou que cada tribo tomasse um bordão e escrevesse nele o nome da casa de seus pais. As varas foram depois deixadas na presença do Senhor. Naquela noite Deus operou um milagre que foi suficiente para silenciar as reclamações dos israelitas e que deveria ser um testemunho permanente sobre quem Deus havia estabelecido o sacerdócio. Todas as notáveis alterações no bordão tinham o objetivo de convencê-los de que fora o próprio Deus quem havia estabelecido uma positiva distinção entre Arão e o resto dos filhos de Israel. Após este milagre do poder divino, a autoridade do sacerdócio não foi mais posta em dúvida.

É sempre difícil chamar à verdade aqueles que se permitem ser conduzidos à rebelião. Foi difícil convencer os israelitas rebeldes de que eles estavam errados e Moisés e Arão estavam certos, mesmo depois que a terra engoliu Corá e seu grupo.

Ellen G. White menciona este incidente, afirmando que a história da rebelião de Corá “está registrada como alerta ao povo de Deus, especialmente àqueles que vivem sobre a terra perto do fim do tempo “(Spiritual Gifts, Vol. 4A, pp 35-38).

Nancy Costa
Adventist World Radio

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/17
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



NÚMEROS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
27 de maio de 2022, 0:50
Filed under: Sem categoria

543 palavras

A confirmação da autoridade de Arão como sacerdote. Nesta ocasião ficou claro que o sacerdócio ficaria restringido unicamente à sua família e aos seus descendentes. Bíblia Shedd.

2 doze bordões. Eram os símbolos oficiais da autoridade tribal concedida aos príncipes. A expressão não se refere a varas ou ramos recém-cortados de árvores. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 956.

4 perante o Testemunho (ARA; NVI: “em frente da arca das tábuas da aliança”). Ao que parece, tratava-se do lugar santíssimo (ver Nm 17:7-10; Hb 9:4). CBASD, vol. 1, p. 957.

5, 10 Após testemunharem milagres espetaculares, terem visto os egípcios punidos pelas pragas e experimentado a presença pessoal de Deus, os israelitas ainda reclamavam e se rebelavam. Nós nos admiramos como eles puderam ser tão cegos e ignorantes e, ainda assim, repetimos o mesmo padrão. Nós temos séculos de evidência, a Bíblia em várias traduções e convincentes resultados de estudos arqueológicos e históricos. Mas o povo de hoje continua a desobedecer a Deus e a seguir seu próprio caminho. Como os israelitas, estamos mais preocupados com nossa condição física do que com nossa condição espiritual. Podemos fugir desta condição somente por prestar atenção a todos os sinais da presença de Deus que nos tem sido concedidos. Deus tem guiado e protegido você? Ele tem respondido às suas orações? Você conhece pessoas que experimentaram marcantes bênçãos e curas? Você conhece histórias da Bíblia sobre a maneira como Deus tem guiado Seu povo? Focalize seus pensamentos no que Deus tem feito e a rebelião se tornará impensável. Life Application Study Bible.

8 dava amêndoas. Eis a evidência do agrado de Deus. O bordão que fora colocado ali para Arão não poderia ter recebido vida, germinado, dado botão, flor e fruto maduro se o Senhor não lhe tivesse concedido vida e um crescimento milagroso. Ninguém podia duvidar que um milagre fora realizado. CBASD, vol. 1, p. 957.

O florescimento do bordão de Arão confirma a sua autoridade e a sua aprovação da parte de Deus. Podemos ver aí uma figura de Cristo que, apesar de ser rejeitado pelo povo, foi aprovado por Deus para ser nosso Sumo Sacerdote (At 4.11; Hb 7.22-28). O florescimento do bordão é também uma figura da ressurreição de Cristo, porque todos trouxeram um bordão morto e Deus deu vida ao bordão de Arão. Assim também todos os autores de outras religiões têm perecido, mas o Cristo ressuscitado é o Sumo Sacerdote eterno nos Céus, sempre vivo, sempre prestes a interceder por nós pecadores (Hb 4.14-16; 1 Tm 2.5-6; Ap 1.17-18). Bíblia Shedd.

9 eles o viram. Ou seja, examinaram o bordão. Cada príncipe identificou a própria vara. A evidência era clara. CBASD, vol. 1, p. 957.

12 Nós morreremos! (NVI) Finalmente, o povo deu conta do pecado de sua arrogância ao desafiar o pape desempenhado por Arão. Biblia de Estudo NVI Vida.

Uma adequada sensação de respeito e temor entrou no coração do povo, tornando-o desejoso de aceitar Moisés como o mediador escolhido por Deus. … Os israelitas perceberam que a segurança de seu futuro dependia da obediência à vontade divina. CBASD, vol. 1, p. 957.

13 Todo aquele que se aproximar do tabernáculo do SENHOR morrerá. Qualquer um além dos sacerdotes (ver Nm 16:40). Então o povo compreendeu que o acesso a Yahweh, o privilégio que tinha procurado mediante Corá (Nm 16:3-5), só podia ser seu pela mediação dos dirigentes escolhidos por Deus. CBASD, vol. 1, p. 957.



Números 17 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de maio de 2022, 0:45
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“O bordão do homem que Eu escolher, esse florescerá; assim, farei cessar de sobre Mim as murmurações que os filhos de Israel proferem contra vós” (v.5).

Além da liderança de Moisés, o sacerdócio de Arão também foi posto em dúvida pelos filhos de Israel. Cada tribo reivindicava como seu o direito da eleição divina. Fomentando inveja, discórdia e ruins suspeitas, alegavam não haver democracia. A notícia de que tal geração não entraria na terra prometida provocou-lhes grande tensão e anseio por um líder que os conduzisse para onde desejavam ir. A liderança de Moisés já havia sido confirmada. Precisavam também de uma prova inequívoca da vocação dada a Arão e sua linhagem como detentores do ofício sacerdotal.

Aos filhos de Israel foi dada a ordem de separar um bordão sobre o qual estaria o nome do cabeça de cada tribo, ao todo, “doze bordões” (v.2). Esses bordões seriam colocados no santuário, diante do Testemunho, ou seja, diante da arca da aliança. A vara de madeira sem vida do homem a quem Deus havia escolhido como líder de Seu tabernáculo floresceria, cessando então as murmurações quanto à eleição sacerdotal. Assim aconteceu e “Moisés pôs estes bordões perante o Senhor, na tenda do Testemunho” (v.7). “No dia seguinte, Moisés entrou na tenda do Testemunho, e eis que o bordão de Arão, pela casa de Levi, brotara, e, tendo inchado os gomos, produzira flores, e dava amêndoas” (v.8).

A eleição divina não é regida pelos padrões humanos. Deus não escolhe por partidarismo ou grau de excelência. O Pai olha do Céu para aqueles cujos corações anseiam por uma experiência real com Ele. Aqueles pelos quais Cristo orou: “É por eles que Eu rogo; não pelo mundo, mas por aqueles que são Teus” (Jo.17:9). Estes são “o bom perfume de Cristo” (2Co.2:15), produzindo muito fruto. Em sua vida e obras não procuram revelar justiça própria, mas, cheios do Espírito Santo, são verdadeiras testemunhas do poder transformador do evangelho.

Deus apela ao Seu povo, povo peculiar, separado para uma obra que excede em poder e luz a todas que já foram dadas ao homem realizar, que desperte para a solenidade do tempo que se chama hoje. Hoje, e não amanhã; hoje, e não em datas especiais ou imaginárias, somos chamados a perfumar o mundo com as boas-novas da salvação e recolher os frutos de nossa lida nesta terra. Muitos têm questionado: “acaso expiraremos todos?” (v.13). Cristo voltará em nossa geração, ou ainda haverá outra? Creio não ser esta a indagação correta a ser feita, e sim: Acaso estamos prontos? Faremos o que estiver ao nosso alcance para que esta seja a última geração da Terra?

A atenção de Deus está voltada para todo aquele que O tem buscado com inteireza de coração. De todas as nações da Terra, Ele ouve corações a suplicar por auxílio e a quedar-se em humilhação e genuíno arrependimento. Há uma obra a ser realizada a título de urgência e poucos são os que estendem suas mãos em clamor por mais poder. A porção adicional de azeite aguarda somente o pedido daqueles que farão dela o combustível eficiente para o avanço da última grande obra. Não desanimemos, amados! Mas também não abandonemos a nossa torre de vigia. Vigiai e orai! Eis qual deve ser o nosso constante esforço. Olhemos para além do véu, de onde Cristo ministra a nosso favor. Avancemos confiantes de que Ele estará conosco “todos os dias, até à consumação do século” (Mt.28:20).

Perseveremos em pedir pelo Espírito Santo e Ele continuará convertendo os nossos caminhos em trajeto santo e agradável a Deus, cheio de flores e frutos para a Sua eterna glória. Vigiemos e oremos!

Bom dia, bom perfume de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números17 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 17 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
27 de maio de 2022, 0:40
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NÚMEROS 17 – Contestações, oposição, desprezo à liderança espiritual sempre foram obstáculos ao avanço da congregação de fieis rumo ao alvo almejado por Deus. Os líderes que servem a Deus atuando entre o povo carregam carga muito pesada devido às críticas, acusações e insurreição contra eles (Hebreus 13:17).

Uma das primeiras ações dos dissidentes é minar a influência do líder instituído por Deus. Assim fazendo, estão trabalhando para Satanás, o qual, “fazendo-os rejeitar os homens que Deus designara, fê-los rejeitar a Deus como seu chefe. Contudo, ao mesmo tempo em que sua murmuração contra Moisés e Arão blasfemavam de Deus, estavam tão iludidos que se julgavam justos, e consideravam como tendo sido dirigidos por Satanás aqueles que fielmente haviam reprovado seus pecados”, explica Ellen White (PP, 403).

“Deus deseja abençoar os Seus, mas essa bênção é firmada na submissão ao governo de Deus. O sucesso na vida depende não só de fazer a vontade de Deus, mas de fazê-la da maneira por Ele prescrita”, afirma Eugene Merrill.

Números 16 e 17 ensina-nos claramente: “Dificilmente poderão os homens cometer maior insulto a Deus do que desprezar e rejeitar os instrumentos que deseja usar para a salvação deles” (White, PP, 402).

“É evidente que Israel, como os fieis de hoje, experimentou tempos de fracasso abismal. As frequentes murmurações de Israel contra Moisés (e contra Deus) ilustram como o povo de Deus não se satisfazia e não se satisfez com o que devia ser seu máximo prazer – experimentar o cuidado e a direção de Deus em nossa vida. Israel, com saudades dos bons tempos no Egito, ilustra que os prazeres do pecado continuam atraentes mesmo aos que foram redimidos por Deus. Então e agora, a rebelião contra Deus traz consequências medonhas. O julgamento, porém, não é a palavra final de Deus: aqueles que se apegam tenazmente às promessas de Deus são recompensados”, reconhece Merrill.

Deus guia Sua igreja apesar dos críticos. O ministério pastoral é sagrado; é o meio pelo qual Cristo guiará Sua igreja até o fim do tempo do fim (Apocalipse 3:14).

Portanto, Deus espera que os verdadeiros fieis reconheçam o ministério de Seus líderes; “tenham-nos”, apela veementemente o apóstolo Paulo, “na mais alta estima, com amor, por causa do trabalho deles” (1 Tessalonicenses 5:12-13). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 16 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
26 de maio de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO NÚMEROS 16 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 16 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

NÚMEROS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



NÚMEROS 16 by Luís Uehara
26 de maio de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/nm/16

Para aqueles que estão em erro e merecedores de repreensão, não há nada mais agradável do que receber simpatia e louvor. Estas pessoas foram lisonjeadas por Corá, que professava grande interesse e amor por elas e concluíram que ele deveria ser bom e Moisés e Arão, ruins. Eles também realmente acreditaram serem pessoas muito boas, que foram enganadas e usadas por Moisés. Se eles admitissem que Corá estava errado e que Moisés estava certo, então eles seriam obrigados a receber a sentença de que deveriam morrer no deserto.

Corá chegou a acreditar que estava agindo no zelo por Deus e que Deus estava do seu lado. Ele se iludiu ao ponto de pensar que ele era justo e a congregação, santa. Julgava-se um pioneiro, que faria uma mudança radical no governo e melhoraria muito a administração de Moisés e Aarão. Moisés não discutiu ou se defendeu, mas intercedeu várias vezes pelos ofensores diante de Deus, reconhecendo a enormidade de seu pecado.

Oremos para que tenhamos um espírito humilde quando repreendidos, para que possamos aceitar a correção do Senhor, sabendo que Ele está efetuando a Sua salvação em nós.

Nancy Costa
It Is Written Television [Programa de TV Está Escrito]

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/16
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



NÚMEROS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de maio de 2022, 0:50
Filed under: Sem categoria

988 palavras

1-10 A rebelião de Corá contra Moisés, o ungido do Senhor. A causa: Corá e seus seguidores estavam cheios de inveja, de presunção, de atrevimento, de falsa religiosidade, de desrespeito para com a casa de Arão, porque esta fora escolhida [dentre a tribo dos levitas] para o sacerdócio, ao passo que a de Corá fora escolhida para o serviço do tabernáculo. Este é um dos pecados mais comuns na Igreja do Senhor, e se exprime em rivalidades, invejas e arrogância. Bíblia Shedd.

1-3 Corá e seus associados tinham visto as vantagens do sacerdócio no Egito. Os sacerdotes egípcios tinham grande riqueza e influência política, algo que Corá queria para si próprio. Corá pode ter suposto que Moisés, Arão e seus filhos estava tentando fazer do sacerdócio israelita o mesmo tipo de máquina política e quiseram fazer parte disso. Ele não entendeu que a principal ambição de Moisés era servir a Deus ao invés de controlar outros. Life Application Study Bible.

filhos de Ruben.  Datã e Abirão, príncipes da tribo de Ruben, reivindicavam para si o direito da liderança civil em Israel, por serem descendentes do primogênito de Jacó. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 951.

a congregação é santa. Isto é, qualificada para exercer o sacerdócio. A expressão pode se referir ao fato de que, antes do tempo de Moisés, qualquer um podia oferecer sacrifícios dentro da própria família. Mas agora, tal ofício estava reservado a uma família, que desfrutava todos os benefícios provenientes desse privilégio. Em certo sentido, é verdade que toda a congregação era santa, pois Israel era o povo escolhido por Deus, separado das nações vizinhas (Êx 19:6;Lv 20:26). No entanto, o Senhor ordenara que a igreja teocrática exercesse suas funções sacerdotais externas por meio de uma só família, separada para esse propósito. CBASD, vol. 1, p. 951.

vos exaltais. A acusação é séria, mas é claro que Arão não se atreveu a tomar a honra do sacerdócio para si mesmo, algo que nem o próprio Cristo fez, Hb 5.4-7. A hipocrisia de dizer que cada membro do povo é santo se revela claramente quando se considera a rebelião perpétua contra a mensagem de Deus cujo começo vem sendo descrito desde Êx 5.21. Bíblia Shedd.

incensários. O oferecimento de incenso era considerado uma das mais santas funções sacerdotais (ver com. de Lc 1:9). CBASD, vol. 1, p. 952.

12 Datã e Abirão. Sua principal acusação contra Moisés foi que ele não os levava até à terra prometida. Alegaram que Moisés tinha, na realidade, levado o povo para fora de “uma terra onde manam leite e mel” (v. 13). Por essa estranha alquimia mental, o Egito se transformara, para eles, de prisão em paraíso. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Não subiremos. Os homens se recusaram a submeter seu caso a uma decisão judicial. A palavra “subiremos” é o termo hebraico para se apresentar perante um tribunal(ver Dt 25:7; Jz 4:5). Eles negaram a autoridade legal de Moisés. CBASD, vol. 1, p. 952.

Agora, Datã e Abirão começam a desobedecer o ungido do Senhor e a desacatá-lo, movidos pela inveja que tinham de Moisés. Estes dois se achavam no direito de liderar o povo, uma vez que eram descendentes do filho primogênito de Jacó, em oposição à própria vontade de Deus que já escolhera Moisés. Estes se juntaram a Corá, cuja insurreição eclesiástica contra Arão colabora bem com a insurreição política contra o governo de Moisés, que era o alvo de Datã e Abirão. Os três rebeldes eram falsos, hipócritas e fingidos em proclamar sua adesão ao Senhor. Bíblia Shedd.

13 nos fizeste subir de uma terra que mana leite e mel. Uma referência à fartura de boas coisas no Egito, em contraste com o deserto estéril no qual o povo se encontrava na ocasião. CBASD, vol. 1, p. 952.

príncipe sobre nós. Um comentário ousado, sugerindo que Moisés exercia poder autocrático sobre os israelitas. CBASD, vol. 1, p. 952.

17 Os rebeldes tentaram alegar motivos religiosos para os seus mal-entendidos com Moisés e Arão, por isso mesmo o teste seria o oferecer de incenso, um rito exclusivamente sacerdotal. Bíblia Shedd.

19 a glória do SENHOR. Esta é a segunda aparição especial da glória de Yahweh (Nm 14:10), a qual saiu do lugar santíssimo, onde costumava permanecer. CBASD, vol. 1, p. 953.

24 Levantai-vos. Deus sempre chama Seu povo a se separar de tudo aquilo que contenha pecado; a santificação inclui a ideia da separação das coisas mundanas, 2 Co 6.14-18. Bíblia Shedd.

25 os anciãos. A saber, os 70 anciãos escolhidos para auxiliar Moisés (Nm 11:16). Ficaclaro que Moisés contava com o apoio dos líderes oficiais do povo. CBASD, vol. 1, p. 953.

27 A atitude dos rebeldes foi de desafio e de arrogância, e o resultado trágico desta atitude foi sofrido também pelos seus familiares. O pecado e seu castigo sempre ameaçam os entes queridos do pecador. Bíblia Shedd.

28 o Senhor me enviou a realizar todas estas obras, que não procedem de mim mesmo. Moisés não fora governado por ambições pessoais. CBASD, vol. 1, p. 953.

32 os engoliu juntamente com suas famílias (NVI). Os filhos de Corá não morreram (26.11); segundo parece, não acompanharam o pai no seu plano estouvado. As famílias dos demais rebeldes morreram com eles. Bíblia de Estudo NVI Vida.

37 santos são. Os incensários haviam sido usados para oferecer incenso a Yahweh, e receberam fogo sagrado do altar (Nm 16:7, 18, 46; cf Lv 16:12-13). Antes disso, eram apenas propriedade particular dos príncipes (Nm 16:6). CBASD, vol. 1, p. 954.

46 faze expiação por eles. Não havia tempo para escolher um animal e sacrificá-lo. A expiação foi feita por meio do incenso, poisa praga já corria desenfreada entre o povo. CBASD, vol. 1, p. 955.

Moisés logo sentiu que a praga começara. Como pastor do povo de Deus, não hesitou em chamar a Arão, o sacerdote, para que ambos tivessem sua parte em interceder pelo povo. O fogo do altar é aquilo que consome o sacrifício, e torna o incenso em fumaça. Da mesma maneira, é só no poder do sacrifício de Jesus Cristo que as orações dos crentes têm livre acesso ao trono da graça de Deus. O incenso ilustra a oração da fé (Gl 4.4). Bíblia Shedd.



Números 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de maio de 2022, 0:45
Filed under: Sem categoria

“E disse à congregação: Desviai-vos, peço-vos, das tendas destes homens perversos e não toqueis nada do que é seu, para que não sejais arrebatados em todos os seus pecados” (v.26).

A incredulidade de Israel frente ao relatório pessimista dos dez espias lhe causou a danosa consequência de uma quarentena no deserto. Inconformados com o resultado de sua rebelião, Corá, Datã e Abirão, com mais duzentos e cinquenta “varões de renome” (v.2) do povo, “se ajuntaram contra Moisés e contra Arão” (v.3). Não aceitavam a sentença divina e lançaram sobre seus líderes o pesado fardo da culpa. Pensavam poder assumir a liderança e ainda julgavam ser isto a coisa certa a se fazer. Uma falsa segurança tomou conta de seus corações endurecidos e, por serem a maioria e a nata da nação, consideraram aquele protesto como o primeiro passo de sua vitória rumo à terra prometida.

Ao mandar chamar Datã e Abirão, Moisés recebeu uma resposta ousada e rebelde, a confirmação de que seriam sempre um estorvo à sua liderança. Pela primeira vez, a Escritura relata uma atitude inversa ao seu caráter manso: “Moisés irou-se muito” (v.15). O grande líder, porém, não ousou usar de sua ira para ferir seus inimigos, confiando na justiça divina. Em contrapartida, ostentando espírito de liderança e exibindo sua predileção entre o povo, “Corá fez ajuntar contra eles [Moisés e Arão] todo o povo à porta da tenda da congregação” (v.19). Todos contra dois. Este foi o resultado da sedição causada pelos príncipes do povo.

Imaginem o que não sentiu Moisés ao contemplar todo Israel contra ele. O mesmo Moisés que deixou a sua pacata vida de pastor de ovelhas para liderar milhares de milhares pelo deserto; o mesmo que, diante da ira de Deus, ofereceu a sua salvação a fim de poupar a vida do povo. Novamente, Deus ameaçou destruir os filhos de Israel. Mas aqueles que tinham o espírito de verdadeiros líderes intercederam por seus irmãos. E diante da ordem do Senhor, os agitadores que antes atraíram milhares para junto de si, viram todo o povo afastar-se deles como quem fugia de leprosos. Sua ambição, egoísmo e rebeldia havia contaminado suas famílias e os levou, a todos, à mesma condenação.

Da mesma sorte, “no dia seguinte”, um novo tumulto se instalou e “toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão” (v.41). A morte daquelas famílias foi colocada na conta deles: “Vós matastes o povo do Senhor” (v.41). Não bastasse a tragédia do dia anterior, Israel suscitou algo pior, dando início a uma corrida contra o tempo a fim de cessar a praga do meio do arraial. Após correr “ao meio da congregação” e fazer expiação por ela (v.47), Arão se colocou “em pé entre os mortos e os vivos; e cessou a praga” (v.48). A mortandade naquele dia foi de “catorze mil e setecentos, fora os que morreram por causa de Corá” (v.49).

Foi por meio de uma rebelião que Lúcifer iniciou sua obra no Céu, enganando terça parte dos anjos. E será por meio de uma rebelião que cumprirá seu portento, “para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24). Instalado o tumulto nas esferas moral e espiritual, Satanás tem instigado uma atitude de rebeldia, mesmo entre o professo povo de Deus. Notem que a rebelião inicial de Corá envolvia homens de influência, homens eleitos pela própria nação para serem seus príncipes. Entretanto, Deus desaprovou a conduta e as intenções de todos eles. Nenhum deles escapou do juízo divino.

A nossa confiança deve estar depositada em Deus e em Sua Palavra. Moisés e Arão eram depositários do claro e fiel “assim diz o Senhor”, e semelhante à sua experiência, os fiéis servos de Deus dos últimos dias têm sofrido a indiferença e perseguição daqueles que não têm o temor do Senhor. O apóstolo Paulo já nos alertou quanto a isto: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12). E quanto mais o tempo passa, mais difícil tem sido e mais evidente fica de que não precisamos ir tão longe para sofrer por causa da nossa fé.

A rebelião de Corá, Datã e Abirão permanece infiltrada na igreja como um veneno letal contra os que agem no mesmo espírito. Envenenam o corpo de Cristo, a si mesmos e suas famílias. À cada manifestação de desobediência obstinada, tomam uma leve dose do mal que os destruirá caso não mudem de atitude. Infiltrados entre o trigo, muitas vezes não podem ser discernidos, mas perto está o dia em que chegará “a hora de ceifar, visto que a seara da terra já amadureceu” (Ap.14:15). E semelhante aos duzentos e cinquenta príncipes de Israel, será a sorte de quem não se arrepender (v.35).

A maravilhosa graça de Cristo ainda está à nossa disposição. Ele tem intercedido por nós, junto ao Pai, constante e incansavelmente. A praga do pecado tem ceifado a vida de milhares todos os dias. Mas o grande Dia do Senhor se aproxima quando, finalmente, o nosso Intercessor irá declarar: “cessou a praga” (v.50). Não devemos perder tempo com discussões que não edificam, mas seguir o exemplo de Moisés e Arão, que intercediam pelo povo e confiavam no agir de Deus. Disto depende a nossa salvação, da nossa casa e de muitos que esperam ver Jesus em nós. Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos pela maravilhosa graça de Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números16 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ – retificado by Jeferson Quimelli
26 de maio de 2022, 0:40
Filed under: Sem categoria

NÚMEROS 16 – O quarto livro bíblico lida amplamente com a questão da liderança espiritual. Há instruções claras e práticas tanto aos líderes quanto aos liderados do Senhor.

A arrogância, tanto antiga quanto atual, rejeita líderes instituídos por Deus – como Lúcifer afrontou a liderança celestial (Isaías 14:12-15; Ezequiel 28:11-19; Apocalipse 12:4, 7-12).

Obviamente, liderança é extremamente importante na igreja de Deus. Números 16 nos mostra como ela é fundamental no Antigo Testamento (ver Jeremias 3:15); como igualmente seria essencial no Novo Testamento (1 Efésios 4:11-16; 1 Timóteo 4:1-2, 11-16; Hebreus 13:17).

No tempo do fim, Ellen White afirmou que “o ministro do evangelho está empenhado numa obra muito solene e sagrada” (EF, 184). Ela frisou que “o ministro ocupa diante do povo, o lugar de porta voz de Deus, e tem que representar o Senhor em pensamento, palavra e ação” (OE, 20). Dois princípios sobressaem:
• O líder espiritual tem responsabilidade imperiosa; portanto, deve buscar em Deus poder, sabedoria e discernimento para agir corretamente (Números 16:4-10, 22-40).
• O crente deve respeitar, valorizar e submeter-se aos líderes de Deus; do contrário, estará afrontando ao próprio Deus que envia Seus líderes (Números 16:11).

Satanás é intolerante aos líderes levantados por Deus, porque eles confrontam suas teologias do inferno que vem enganando a muitos do povo de Deus (Atos 20:26-31; 1 Timóteo 6:3-5; 2 Timóteo 2:15-19; 4:1-5; Tito 1:5-16). Diante da óbvia possibilidade de Satanás iludir crentes com suas deturpações teológicas, os líderes espirituais precisam ser firmes e ousados na apresentação da verdade (Gálatas 1:6-11; 2 Pedro 2:15-17; 2 João 9-10; Judas 10, 12-13).

Quem causa confusão geralmente são pessoas cheias de inveja, que são movidas por ambição como Corá, Datã e Abirão (Números 16:1-40). Insubordinação e rebelião dos membros da igreja aos líderes de Deus (na figura de Moisés e Arão) trilham velozmente pela avenida da destruição (Números 16:42-50).

A interpretação dos fatos que descarta a totalidade da revelação divina gera pensamentos incorretos que produzirão críticas sem fundamentos (Números 16:41). Acreditar que a escravidão egípcia é melhor que a liberdade no deserto, é fruto de mentes doentias, que acarretam rebeldia diante dos líderes do Senhor (Números 16:1-3, 12-15).

Os opositores dos servos do Senhor sempre terão seus seguidores. Cuide-se para não ser um deles.

Submetamo-nos a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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