Reavivados por Sua Palavra


DANIEL 4, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de novembro de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria


“Agora, eu, Nabucodonosor, louvo, exalto e glorifico o Rei dos céus, porque tudo o que Ele faz é certo, e todos os Seus caminhos são justos. E Ele tem poder para humilhar aqueles que vivem com arrogância” (v.37 NVI).


Ainda consternado pela poderosa manifestação do poder de Deus na vida de Seus servos, Nabucodonosor engrandece o nome do Senhor. Mas, em meio ao sossego e a suposta felicidade (v.4), outro sonho lhe perturbou os sentidos (v.5). Assim como da primeira vez, ele chamou todos os sábios do reino que, certamente, não ousaram proferir sequer uma palavra falsa. Mesmo tendo sido o rei testemunha ocular de verdadeiros milagres e ouvinte de revelações divinas, “por fim”, mandou chamar Daniel (v.8).

Apesar de reconhecer as bênçãos de Deus em sua vida (v.2), o soberbo monarca ainda não conhecia o Deus das bênçãos. Em sonho, novamente, as misericórdias do Senhor lhe foram reveladas, não para o seu espanto, mas para a sua salvação. A interpretação do sonho não foi dada para torná-lo conhecedor do que iria acontecer, mas do que ele poderia evitar que acontecesse. O recado dado pelo mensageiro celestial deveria ter-lhe sido uma advertência a ser cuidadosamente ponderada e obedecida. Se Nabucodonosor tivesse permitido que o mesmo Espírito que guiava Daniel e seus amigos fosse o seu Conselheiro, aquele sonho, muito provavelmente, não teria se tornado em realidade.

É emocionante a reação de Daniel diante da revelação que lhe é dada. Ciente da desgraça que sobreviria ao rei, as suas palavras destilavam lágrimas e compaixão: “Senhor meu, o sonho seja contra os que te têm ódio, e a sua interpretação, para os teus inimigos” (v.19). Sabem qual é o nome disso? AMOR! Não o amor fajuto pregado pelo mundo a fora, mas o amor genuíno que brota de um coração governado pelo Espírito Santo. É este amor que opera nos santos de Deus as ações e reações que causam estranheza ao mundo. Não possuímos este amor. Ele não nos é intrínseco. Mas é um dom adquirido; o maior dos dons (1Co 13) e o antídoto para livrar-nos do que afetará “quase todos” (Mt 24:12).

Entretanto, Daniel tinha uma missão e, consolado pelas palavras do próprio rei (v.19), expôs a interpretação do sonho. Mas ele não poderia perder a oportunidade de fazer um apelo àquele teimoso rei que lhe tinha conquistado o apreço: “Portanto, ó rei, aceita o meu conselho e põe termo, pela justiça, em teus pecados e em tuas iniquidades, usando de misericórdia para com os pobres; e talvez se prolongue a tua tranquilidade” (v.27). Se Nabucodonosor tivesse dado ouvidos àquele jovem sábio, como teria sido diferente a continuação deste capítulo. Teve que ser rebaixado à condição de um animal até que aprendesse “que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens e o dá a quem quer” (v.32).

Sabem, amados, têm tantas coisas que não conseguimos entender. Existem muitas situações adversas que nos causam inquietações que, por vezes, nos fazem indagar porquê o Senhor não interviu ou não impediu. Eu mesma, antes de conhecer ao Senhor, passei por momentos em que questionei a Sua atuação em minha vida. Mas, após conhecê-Lo e nEle aprendendo mais e mais, dia a dia, Ele tem me ensinado a encarar as tribulações como espécies de “simulados”, como preparação para a fornalha final. E é esta mudança de foco que nos concede forças e vigor espiritual. Nabucodonosor precisava desviar o foco das bênçãos, para o Senhor das bênçãos. E foi o que aconteceu. Compare o seu último discurso com o primeiro deste capítulo e perceberás que tudo o que ele precisava era parar de olhar para si e fixar os seus olhos em Deus: “levantei os olhos ao céu” (v.34).

Deus tem lhe abençoado? Amém por isso! Mas que os meus e os teus olhos não sejam enganados e desviados por coisas perecíveis. Mantenha os teus olhos fixos no “Rei do céu” (v.37), então, Ele lhe dará entendimento, tornará a tua vida um instrumento para a Sua glória e te guiará para Casa!

Feliz sábado, humildes servos do Deus Altíssimo!

Desafio do dia: Seja um praticante da justiça de Deus, “usando de misericórdia para com os pobres” (v.27). Ajude alguém que precisa, com roupas, alimentos, calçados. Mas, antes, ore ao Senhor para que esta ação seja conduzida por Ele, e não se torne algo isolado, mas o seu estilo de vida, o estilo de vida daqueles que hão de herdar a salvação (Mt 25:31-40).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Daniel4
#RPSP


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