Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 42 by jquimelli
1 de novembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Ezequiel continua a descrever detalhes do templo, seus edifícios e serviços.

O capítulo 42 trata especificamente de duas questões. Em primeiro lugar, fala acerca dos aposentos para os sacerdotes, (versos 1 a 14) e, em seguida, indica as dimensões dos muros exteriores (versos 15-20). Os sacerdotes eram essenciais para os serviços do templo e em Levítico foram dadas normas rígidas sobre a maneira como eles deveriam exercer suas funções e manter a santidade. Santidade significa separação das coisas comuns – tanto no comportamento quanto no vestuário.

Em Ezequiel, é repetido o convite para que os sacerdotes sejam santos. É interessante que o principal exemplo dado por Ezequiel diz respeito às vestes do sacerdote. Após deixarem o lugar santo e se dirigirem para a área comum os sacerdotes deveriam retirar suas vestes sacerdotais e colocar suas roupas de uso diário. Embora os detalhes do comportamento sacerdotal não devam necessariamente ser seguidos hoje, podemos concluir que o respeito, a reverência e o senso do sagrado não devem ser perdidos.

A descrição do futuro templo nos dá uma pequena ideia do quanto o nosso Deus valoriza a ordem e a atenção aos detalhes. Tudo o que Deus faz, Ele faz bem feito. Que exemplo para nós!

Jon Dybdahl
Universidade Walla Walla, EUA

Extra: Para entender essa visão você poderá se beneficiar da seguinte animação em 3D.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/eze/42 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1090
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/eze/42
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/08/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Ezequiel 42 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



EZEQUIEL 42 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUAREZ by Maria Eduarda
1 de novembro de 2017, 0:55
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EZEQUIEL 42 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
1 de novembro de 2017, 0:45
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EZEQUIEL 42 – Obediência é evidência de um coração sob nova direção, sob a regência do Espírito Santo. A desobediência caracteriza aqueles que não dão o trono do coração ao Espírito de Deus para regê-lo segundo os princípios do céu.
O plano de Deus com o Santuário/Templo era habitar com Seu povo. Embora o templo não exista mais, nem deva ser reconstruído (pois Jesus “tabernaculizou” entre nós para revelar a shekinah de Deus), a intenção de Deus de habitar conosco ainda é real.
Embora Deus seja santo e nós pecadores, Ele quer santificar-nos/separar-nos para poder habitar conosco no céu. Antes, Deus Se afastou do Templo devido à desobediência do povo (capítulos 8-10), porém, Deus não abandonou Seus propósitos.
• As celas revelam-nos que devemos separarmo-nos do pecado (vs. 1-14). Os cristãos, sacerdotes atuais (Apocalipse 1:6), devem ser diferentes no comer e no vestir.
• Os muros devem separar-nos das coisas imundas (vs. 15-20). A distância entre o estilo de vida do cristão deve ser plenamente visível em cada área da vida.
Deus quer levar-nos ao Céu, lugar do verdadeiro tabernáculo/templo – onde quer relacionar-Se conosco (João 14:1-4; Hebreus 8:1-2; 11:16). Se não permitirmos que Jesus nos purifique do pecado, não estaremos aptos para viver no Céu, um lugar santo. Se nossa vida não evidencia plena distinção dos padrões do mundo vivendo na desobediência, precisamos de reavivamento.
Ellen G. White convida-nos à reflexão profunda:
“Se a verdade para este tempo, se os sinais que estão se multiplicando por todas as partes – os quais testemunham que o fim de todas as coisas está próximo – não são suficientes para despertar a energia adormecida dos que professam crer na verdade, então trevas os alcançarão proporcionalmente à luz que tem brilhado sobre eles. No grande dia de acerto final não poderão apresentar a Deus nenhuma desculpa por sua indiferença. Não haverá razão alguma para argumentar acerca do porquê não viveram, andaram e trabalharam à luz da sagrada verdade da Palavra de Deus. Nem do porquê não revelaram ao mundo obscurecido pelo pecado, mediante sua conduta, sua simpatia e seu zelo, que o poder e a realidade do evangelho não podem ser controversos”.
O que poderia ter sido, não aconteceu devido à indiferença dos judeus. Agora, aguardamos a promessa de morarmos com Deus. Santifiquemo-nos! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 42, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
1 de novembro de 2017, 0:28
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“… para fazer separação entre o santo e o profano” (v.20).


Numa linguagem atual, poderíamos dizer que Ezequiel teve uma visão 4K do templo. De fora para dentro e de dentro para fora, o anjo lhe mostrava a minuciosa arquitetura divina. “As câmaras” (v.5) serviam como uma espécie de “quartel general” dos sacerdotes. Ali eles comiam, armazenavam “as ofertas de manjares” e se vestiam (v. 13-14). Estas “câmaras santas” eram de exclusivo uso dos sacerdotes e nenhuma delas poderia servir de uso comum, porque o lugar era santo (v.13). “Somente eles podiam andar nos recintos sagrados do templo propriamente dito e comunicar-se com Deus” (M. L. Andreasen, O Ritual do Santuário, pág. 39).

À tribo de Levi foi dado o privilégio de ministrar no tabernáculo de Deus devido à sua fidelidade e zelo para com Deus e Sua lei (Êx 32:26). Separados para o santo ofício, tudo neles representava “Santidade ao Senhor” (Êx 28:36), inclusive as vestes. A conclusão do capítulo de hoje fecha com chave de ouro o princípio envolvido ali: a diferença “entre o santo e o profano” (v.20).

Já no Éden, Deus fez esta distinção ao instituir o sétimo dia da semana como santo (Gn 2:1-3). Também confirmou este princípio ao aceitar a oferta de Abel e rejeitar a oferta de Caim. O sábio Salomão dedicou treze capítulos e meio do livro de Provérbios só para fazer contraste entre o justo e o ímpio. E a Bíblia segue, do início ao fim, confirmando que há sim diferença entre o certo e o errado, entre o bem e o mal.

O que tem ocorrido no meio cristão é catastrófico e chega a ser deplorável diante da solenidade dos tempos em que estamos vivendo! Vocês acham que haverá uma próxima geração antes que Jesus volte à Terra? Eu não creio que isto seja possível e tenho clamado a Deus que não. O veneno mortal do pecado tem sido usado entre os crentes como uma espécie de energético para “animar” a igreja. Enquanto isso, Satanás se aproveita da “animação” desprovida de espiritualidade para profanar a casa de Deus com toda sorte de impurezas.

Amados, releiam comigo a segunda parte do verso quatorze: “… as vestiduras com que ministraram, porque elas são santas”. Precisamos ser “santuário do Espírito Santo” (1Co 6:19) em todo lugar, mas, principalmente, ao pisarmos em “terra santa” (Êx 3:5). Quer dizer que Deus Se importa com o que vestimos? Claro que sim! Se não, não teria feito roupas para Adão e Eva (Gn 3:21). Ou não teria dito a Moisés: “Nem subirás por degrau ao Meu altar, para que a tua nudez não seja ali exposta” (Êx 20:26). Ou seja, Deus requer que o Seu povo siga a “moda” da ordem e da decência.

Contudo, a verdadeira compreensão acerca da reforma só acontece mediante um genuíno reavivamento. Quando o coração é revestido pela justiça de Cristo, o cristão vai sendo instruído pelo Espírito Santo, um passo de cada vez. Sua vida torna-se, então, uma confissão prática de sua fé e, como luz da aurora, ele “vai brilhando mais e mais, até ser dia perfeito” (Pv 4:18). Mas, quando esta “luz” são trevas, “que grandes trevas serão!” (Mt 6:23). Pois, “no tocante a Deus, professam conhecê-Lo; entretanto, O negam por suas obras; é por isso que são abomináveis, desobedientes e reprovados para toda boa obra” (Tt 1:16).

Jesus não olhava para a roupa, os ornamentos ou para o estilo de vida das pessoas que O cercavam, mas era impossível que continuassem do mesmo jeito depois de conhecê-Lo. Em Seus olhos podiam ver a essência do amor, mas os mesmos olhos penetravam cada alma com as mesmas palavras: “vai e não peques mais” (Jo 8:11). Permita que o olhar de Jesus perscrute “as câmaras” do teu coração e torne cada uma delas, “lugar santo”. Então, muito em breve, serás “assim vestido de vestiduras brancas” (Ap 3:5).

Bom dia, santos do Altíssimo!

Jornada espiritualChuva Serôdia. Chegou a hora!“, 17° dia: “Visite um amigo e faça uma ministração espiritual. Na sequência, convide-o em outras visitas. E, por fim, estimule-o a fazer o mesmo, repetindo a ação. Dessa forma sua comunidade religiosa entrará em ação em favor das pessoas, pelo poder do Espírito Santo” (Manassés Queiroz, Chuva Serôdia. Chegou a hora!, p. 100).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Ezequiel42
#RPSP

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EZEQUIEL 42 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
1 de novembro de 2017, 0:25
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EZEQUIEL 42 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
1 de novembro de 2017, 0:20
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1 átrio exterior. Os v. 1 a 14 descrevem as câmaras para os sacerdotes, ao norte e ao sul do templo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 796.

2 cem côvados. Cerca de 50 metros. Segundo a LXX, esta é a medida do comprimento do edifício [das câmaras]. O comprimento é igual ao do edifício do templo (Ez 41:13). Aparentemente as câmaras estavam diretamente ao norte e ao sul do templo, e entre elas e o templo havia a área separada. CBASD, vol. 4, p. 796.

13 Comerão … as ofertas santíssimas. Os sacerdotes normalmente recebiam parte do seu sustento na forma de certos sacrifícios dos quais podiam comer parte (v. Lv 2.3; 5.13; 6.16, 26, 29; 7.6, 10). Bíblia de Estudo NVI Vida.

As câmaras destes dois lados tem seu uso definido; nunca mais as pessoas consagradas, nem as coisas dedicadas, teriam a possibilidade de se confundir com as coisas do mundo. Bíblia Shedd.

14 porão ali as vestiduras. As câmaras santas serviam como vestiários para os sacerdotes. CBASD, vol. 4, p. 797.

15 Acabando ele de medir o templo interior. O termo [templo interior] aqui se refere à área do templo, presumivelmente a tudo o que tinha sido medido até então. Ezequiel volta à porta leste exterior, onde a inspeção havia começado (Ez 40:6). CBASD, vol. 4, p. 797.




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