Reavivados por Sua Palavra


DANIEL 6 by jquimelli
13 de novembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Daniel, com a ajuda de Deus, distinguiu-se como um bom estadista muito acima dos outros dois altos oficiais do rei. Estes, invejosos de Daniel, tentaram, em vão, encontrar alguma acusação contra ele (v. 4). Daniel não se corrompia e era extremamente trabalhador e confiável. Legalmente não podiam fazer nada contra ele; então eles foram buscar algo contra ele em sua religião (v. 5), persuadindo o rei a emitir um decreto que entraria em choque com a vida de oração de Daniel.

Quando Daniel ouviu falar acerca do decreto, abriu as janelas de sua casa e continuou orando a Deus três vezes por dia, como sempre fizera. Nada mudara para ele (v. 10). Daniel sabia que a adoração contínua e a oração eram a chave para o sucesso espiritual de sua vida, assim como o são para nós também.

Querido Deus,
Diariamente teu povo remanescente é alvo de críticas, falsas acusações e perseguições. Resgata e protege, Senhor, o Teu povo. Em Teu Santo Nome oramos e Te adoramos. Amém.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Sangju
Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/dan/6 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1102
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/dan/6
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/20/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Daniel 6 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



DANIEL 6 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
13 de novembro de 2017, 0:55
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DANIEL 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
13 de novembro de 2017, 0:45
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Anjos são agentes de Deus enviados do Céu para servir àqueles que “hão de herdar a salvação” (Hebreus 1:14). Eles não são crianças mortas; aliás, crianças mortas não se tornam anjinhos no céu como muitos pensam.
 
Os anjos estão por toda parte (Salmo 34:7; 91:11-12). Eles estão atentos a tudo, porém, “não aparecem a toa. Eles só operam em missão especial” (Sesóstris César Souza).
 
Observe estes tópicos extraídos do capítulo em análise:
 
1. Num novo governo, movidos por inveja, os servos de Dario fizeram complô traiçoeiro para destruir Daniel, um estrangeiro que servira bem a Babilônia, império derrotado, a quem foram confiadas importantes responsabilidades (vs. 1-9).
2. A esperteza dos pecadores revela lógica e perspicácia para, assim, esconder a inveja do coração. Um plano maquiavélico conspirou abertamente contra a fidelidade de Daniel a Deus. Uma acusação verdadeira feita contra Daniel levou a execução da sentença: Jogá-lo na cova de leões famintos (vs. 10-18). Foram muito inteligentes, mas faltou inteligência espiritual: esqueceram-se do fator “Deus”.
3. Os anjos celestiais preservaram a vida de Daniel; então, o rei Dario o libertou, já que os leões nada fizeram. O poder de Deus tornou-se evidente para tornar-Se conhecido no novo reino (vs. 19-23).
4. Dario castigou aos acusadores de Daniel; o Deus de Daniel foi exaltado; e, Daniel promovido (vs. 24-28).
 
Reflita mais sobre anjos…
 
“É importante frisar que os anjos são limitados em poder e conhecimento: só Deus é onipotente e onisciente. Mesmo assim, a Bíblia assinala que, valorosos em poder, os anjos são muito maiores em força que os homens” (Hernandes Dias Lopes).
 
“Satanás não suporta que se apele ao seu poderoso rival, pois teme e treme diante de Sua força e majestade. Ao som da fervorosa oração todo o exército de Satanás treme. Ele continua a chamar legiões de anjos maus para conseguir seu fim. E quanto os anjos todo-poderosos, revestidos com a armadura celeste, chegam em auxílio da fraca e perseguida pessoa, o inimigo e seus anjos recuam, sabendo muito bem que sua batalha está perdida” (Ellen G. White).
 
• A oração prepara nosso coração para enfrentar qualquer circunstância da história;
• Anjos são servos de Deus no Céu que cuidam dos servos de Deus na Terra;
• Intentar destruir pessoas fieis a Deus significa preparar a própria armadilha;
• Consagrar-se fielmente a Deus tem inimagináveis recompensas!
 
Sejamos fieis! – Heber Toth Armí.


DANIEL 6, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de novembro de 2017, 0:30
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“Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa e, em cima, no seu quarto, onde havia janelas abertas do lado de Jerusalém, três vezes por dia, se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como costumava fazer” (v.10).


Passado o poder de Babilônia para os medos e os persas, foi estabelecida uma estrutura política de governo na qual Daniel recebeu o encargo de ser um dos três  presidentes. Como um fiel servo de Deus, logo ganhou prestígio diante do rei Dario, que “pensava em estabelecê-lo sobre todo o reino”, “porque nele havia um espírito excelente” (v.3). Contudo, isto despertou nos demais chefes do governo a inveja. E, guiados por tal sentimento, “procuravam ocasião para acusar a Daniel a respeito do reino” (v.4).

A trupe maligna, diante do fato incontestável de que Daniel “era fiel, e não se achava nele nenhum erro nem culpa” (v. 4), apelou para procurar acusação “contra ele na lei do seu Deus” (v.5). Ardilosa e sutilmente, o plano foi posto em ação e, aproveitando-se da inocência do rei quanto à malícia de suas intenções, pensavam ter expedido o decreto de morte para Daniel. O que eles não esperavam era que o ato que proibiram, seria exatamente aquele que moveria os Céus para salvar o fiel “servo do Deus vivo” (v.20).

Ciente do decreto real e de suas consequências, Daniel, “como costumava fazer”, subiu ao seu quarto, e, diante das janelas que apontavam para a sua amada terra natal e dos olhos maliciosos que aguardavam com ansiedade por aquele momento, se ajoelhou e orou, dando graças “diante do seu Deus” (v.10). Semelhante aos seus três companheiros, ele decidiu corajosamente ser fiel ao princípio que Pedro e os demais apóstolos expressaram na seguinte frase: “Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At 5:29).

Revelado o verdadeiro caráter daquele decreto, Dario “ficou muito penalizado” e de todas as formas tentou salvar Daniel (v.14), porém, sem sucesso, disse ao seu amado funcionário: “O teu Deus, a quem tu continuamente serves, que Ele te livre” (v.16). Em jejum e aflição aquele rei mal esperou que surgissem os primeiros raios da manhã “e foi com pressa à cova dos leões” (v.19). O que ele não sabia, era que estava para ser testemunha ocular de um grande milagre. O anjo do Senhor foi enviado para fechar a boca dos leões, Daniel foi retirado da cova e seus algozes receberam o mal que lhe desejaram.

Tal drama da antiguidade ganhará nova roupagem quando a ira do dragão for manifestada com todo o seu ímpeto sobre o restante da descendência da mulher (Ap 12:17). Satanás, não tendo do que acusar o povo remanescente, se valerá da lei de Deus para oprimi-los e persegui-los, usando o selo do Senhor (Ez 20:12,20) para isso. Todavia, não encontrará um povo de caráter fraco e inconstante, mas firme em seus princípios e constante em sua fé. Mesmo conseguindo arregimentar multidões, o inimigo encontrará no pequeno povo objeto de sua ira, uma grande causa para fazê-lo tremer: “Satanás não pode suportar que se apele para seu poderoso Rival, pois ele teme e treme diante de Sua [de Cristo] força e majestade. Ao som de fervorosa oração, treme todo o exército de Satanás… É quando anjos todo-poderosos, revestidos da armadura do Céu, vêm em auxílio da desfalecida e perseguida alma, Satanás e seus anjos retiram-se, pois bem sabem que está perdida a sua batalha.” (Review and Herald, 13 de maio de 1862).

O Senhor não promete livrar o Seu povo de ser jogado “na cova dos leões” (v.7) na última grande batalha, mas Ele promete, sim, enviar os Seus anjos para que os leões não nos causem “nenhum dano” (v.23): “Caiam mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás atingido. Somente com os teus olhos contemplarás e verás o castigo dos ímpios. Pois disseste: O SENHOR é o meu refúgio. Fizeste do Altíssimo a tua morada” (Sl 91:7-9).

Percebam que, assim como em Babilônia todo o reino foi testemunha do poder de Deus, o reino Medo-Persa também teve a mesma oportunidade. Em cada nação, Deus deixava a Sua assinatura através de Seus servos fiéis. Hoje, a assinatura do Deus vivo deve estar sobre todo aquele que almeja e busca, pelo poder que há na pessoa do Espírito Santo, o caráter segundo Jesus Cristo. O processo de santificação não nos exime da nossa condição de pecadores, mas nos concede o privilégio de sermos considerados até pelos nossos inimigos como inculpáveis (v.4).

O Senhor nos desafia a prová-Lo (Sl 34:8) e a descobrirmos em uma vida de oração e súplicas que “Ele livra e salva” (v.27). Daniel não teve o privilégio de ter os evangelhos em mãos para aprender a viver como Cristo viveu, mas foi a sua constante devoção que aperfeiçoou em sua vida a mente e o caráter dAquele que citaria o seu nome e os seus escritos ao falar sobre o tempo do fim (Mt 24:15). Da mesma forma que Jesus enfatizou a importância da compreensão acerca deste livro para os nossos dias, com que maior interesse deveríamos examiná-lo.

Muito em breve seremos severamente provados e não teremos mais nada a fazer a não ser orar. Mas os que não o fizeram em tempo oportuno, pressionados a ceder aos reclamos das multidões, depressa revelarão a sua frágil condição espiritual e, publicamente, se unirão à grande massa. O Senhor, porém, comanda o Seu exército que, refugiado “no esconderijo do Altíssimo” (Sl 91:1), e, revestido de toda a armadura de Deus, “com toda oração e súplica” (Ef 6:18), está prestes a dar o seu último brado de vitória. Portanto, não se amedronte diante dos “leões” que lhe ameaçam, mas confie no Deus que lhes fechará a boca.

Bom dia, servos do Deus vivo!

Desafio do dia: Reserve pelo menos três horários do dia para buscar a Deus em oração e faça disto um hábito diário.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Daniel6
#RPSP



DANIEL 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
13 de novembro de 2017, 0:20
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1 Sátrapas. Pequenos governadores locais da província. Bíblia Shedd.

Dano. Perda de impostos, que os 120 oficiais tinham a cobrar. Bíblia Shedd.

Procuravam ocasião. A história ensina-nos que eles tinham traído seu próprio rei abrindo as portas para os invasores. Não quiseram, portanto, que um favorito da velha família real regesse. Bíblia Shedd.

Na lei de Deus. O homem, sendo cínico, se entrega às ambições de Satanás, “o acusador dos irmãos”, que a própria virtude de sua vítima é considerada motivo justo para liquidá-la. … A mais angustiosa perseguição que o crente tem que enfrentar é justamente o plano dos homens de fazer sua virtude entrar em choque com o ambiente. Bíblia Shedd.

Concordaram. A falsa implicação é que Daniel também tinha concordado com a proposta. Bíblia de Genebra.

E não a ti, ó rei. Os conspiradores apelaram ao ego do rei, com o objetivo de encurralar Daniel. Bíblia de Estudo Andrews.

A proposta pareceria a Dario mais política do que religiosa, servindo para consolidar a sua autoridade sobre territórios recém-conquistados. Bíblia de Genebra.

8 Lei dos medos e persas. O próprio rei era escravo da lei que assinava. Bíblia Shedd.

A imutabilidade da lei destes povos irmãos também é confirmada nos escritos extrabíblicos. Bíblia de Genebra.

As leis humanas são inválidas quando entram em conflito com as divinas (comparar com At 5:29), porque somente o Senhor possui conhecimento, sabedoria e poder total. Bíblia de Estudo Andrews.

10 Como costumava fazer. É evidente que os hábitos de oração de Daniel tinham-se tornado públicos. Bíblia de Genebra.

13 Dos exilados de Judá. Esta identificação étnica de Daniel talvez indique preconceitos contra os judeusa por parte dos oficiais de Dario (3.8). Bíblia de Genebra.

Não faz caso de ti. Uma mentira covarde, veja 3.12. Bíblia Shedd.

17 Selou-o com o seu próprio anel. Anéis de selar e cilindros de selar eram usados pelos assírios, babilônios e persas. O cilindro de selar era pressionado sobre a argila ainda mole, para deixar nela a marca do proprietário do selo. Romper esses selos era uma violação da lei. Bíblia de Genebra.

22 O meu Deus enviou o Seu anjo. … uma menção ao Anjo do Senhor. Ver a nota em 3.28. Bíblia de Genebra.

24 Seus filhos e mulheres. Segundo o costume persa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Por mais horrendo que pareça hoje, a destruição de membros da família fazia parte da punição dos culpados (comparar com a justiça divina de retribuição em Nm 16:27, 31-32). A prática se deve, em parte, à visão de vida grupal comum na época. Era também uma medida para prevenir retaliação. Bíblia de Estudo Andrews.

Esmigalharam. Não haja dúvida de que os leões eram mesmo ferozes. Bíblia Shedd.



DANIEL 6 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
13 de novembro de 2017, 0:15
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