Reavivados por Sua Palavra


DANIEL 10 by Jeferson Quimelli
17 de novembro de 2017, 1:00
Filed under: Sem categoria

Comentário Devocional

Após orar e jejuar durante três semanas (v. 2 e 12), Daniel recebe o mensageiro Gabriel que lhe diz que suas palavras foram ouvidas no Céu. Jamais saberemos, enquanto neste mundo, as forças espirituais que as nossas orações moveram em favor de quem intercedemos.

Gabriel revela que desde o momento do início da oração de Daniel, ele viera atuar sobre o rei da Pérsia, mas durante estes 21 dias, o ”príncipe da Pérsia” lhe havia resistido, com tanta intensidade que foi necessário que Miguel, o “Príncipe dos exércitos do Céu” (v. 13, Clear Word), ou seja, o próprio Cristo, viesse ajudá-lo a conseguir a vitória.

O uso da expressão “príncipe da Pérsia” em oposição ao “Príncipe dos exércitos do Céu” revela a guerra espiritual que se trava nos bastidores dos governantes terrenos. Alguma decisão muito importante que envolvia o povo de Deus estava nas mãos de Ciro, provavelmente a retenção do povo de Deus na Babilônia ou a proibição da reconstrução do templo e dos muros de Jerusalém. Felizmente a vitória foi ganha; “as forças do inimigo foram contidas todos os dias de Ciro e todos os dias de seu filho Cambises” (PR 572).

Deus respeita a decisão dos homens em rejeitar a Sua influência. Mas quando Seu povo, como Daniel, intercede com espírito humilde, todo o Céu trabalha em seu favor.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Sangju
Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/dan/10 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1106
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/dan/10
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/24/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Daniel 10 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



DANIEL 10 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
17 de novembro de 2017, 0:55
Filed under: Sem categoria



DANIEL 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
17 de novembro de 2017, 0:45
Filed under: Sem categoria

A existência humana possui inúmeras dificuldades. Principalmente quando se quer servir a Deus numa sociedade alheia aos Seus princípios.

Sempre foi difícil servir a Deus de verdade. Oposições levantam-se por todos os lados, promovidas pelo invisível agente do mal. O profeta Daniel enfrentou desafios dificílimos; diante…

• …da ira de Nabucodonosor contra os sábios, Daniel tornou-se alvo de morte. Ele orou. Então, Deus revelou-lhe o sonho da estátua e sua interpretação (capítulo 2).
• …do desafio dos leões famintos, Daniel orou; então, Deus enviou Seu anjo para fechar a boca dos leões (capítulo 6);
• …do incerto futuro dos judeus, Daniel orou; então, veio Gabriel, o mais elevado anjo, para auxiliar o profeta na interpretação da visão (capítulo 9).
• …da preocupação com aqueles que retornaram do exílio a Jerusalém, Daniel orou; então, Gabriel e Miguel (Jesus) vieram auxiliá-lo (capítulo 10).

G. Arthur Keouth divide Daniel 10 em duas partes:

1. Cristo aparece a Daniel:
• O jejum de Daniel (vs. 1-3);
• Cristo Se revela (vs. 4-6);
• Só Daniel tem a visão (v. 7);
• A reação de Daniel diante da presença de Cristo (vs. 8-9).

2. Gabriel fala com Daniel:
• Conforta a Daniel (vs. 10-11);
• Explica o propósito de sua chegada (vs. 12-14);
• A reação de Daniel diante da presença de Gabriel (vs. 15-17);
• Gabriel prepara o terreno para a visão que se seguirá (vs. 18-21).

A teologia deste capítulo mostra que “enquanto Satanás estava procurando influenciar as mais altas autoridades no reino da Medo-Pérsia para que não mostrassem favor ao povo de Deus, anjos trabalhavam no interesse dos exilados. Era uma controvérsia na qual todo o Céu estava interessado. Por intermédio do profeta Daniel é-nos dado um lampejo desta poderosa luta entre as forças do bem e as do mal. Durante três semanas Gabriel se empenhou na luta com os poderes das trevas, procurando conter as influências em operação na mente de Ciro; e antes que a contenda terminasse, o próprio Cristo veio em auxílio de Gabriel” (Ellen G. White).

Quando nos preocupamos e investimos nossas energias em orações e jejuns, Deus…

• …amplia nossa visão e percebemos um grande conflito, do qual somente dependendo de Cristo poderemos vencer;
• …envia Seu anjo e o próprio Cristo para atender-nos;
• …conforta, fortalece, orienta…

Então, vamos orar e jejuar mais? – Heber Toth Armí.



DANIEL 10, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de novembro de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Naqueles dias, eu, Daniel, pranteei durante três semanas” (v.2).


A jornada espiritual de vinte e um dias feita por Daniel vai muito além de apenas abstenção de certos tipos de alimentos ou da dúvida quanto à alimentação do profeta. Ela nos revela a sabedoria que obteve aquele servo de Deus quanto à verdade de que as visões que teve “envolvia grande conflito” (v.1). E, em tempo de guerra, meu irmão e minha irmã, precisamos estar munidos das armas corretas, ou, do contrário, corremos o sério risco de perecer.

Daniel entrou em um período de angústia e de aflição, e, tomando posse do que já lhe era um costume, as três orações especiais do dia tornaram-se em “três semanas inteiras” (v.3) de reavivamento espiritual. Abstendo-se de “manjar desejável” (v.3) e de tudo aquilo que pudesse lhe embotar a mente ou distraí-la, Daniel provou, mais uma vez, que o que nós consumimos tem uma íntima relação com o nosso todo. Ou, “acaso não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo…?” (1Co 6:19).

O mérito da questão, contudo, não se trata de comida ou de bebida, mas da escolha de um servo de Deus de buscar na Fonte de toda a sabedoria, as respostas para os anseios de sua alma. A abstinência de certos tipos de alimento foi a consequência e não a causa. A profunda comunhão que estabeleceu nesses dias o levou a uma intimidade tal que, desta vez, Deus não Se contentou em enviar o Seu anjo, mas Ele mesmo Se manifestou. Comparem a descrição feita nos versos cinco e seis com a visão de João (Ap 1:13-15) e percebam que trata-se da mesma Pessoa: o próprio Jesus.

Semelhante ao que aconteceria com o apóstolo Paulo centenas de anos depois (At 9:7), os homens que estavam na companhia de Daniel foram tomados de “grande temor, e fugiram e se esconderam” (v.7). Duas coisas ficam bem evidentes aqui. Primeira, que, diferente de Daniel, Paulo não teve aquela visão após um período de reavivamento espiritual, mas enquanto perseguia severamente os cristãos; o que comprova a veracidade das palavras do Senhor ao profeta Samuel: “… porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (1Sm 16:7). Segunda, que todo aquele que não possui um coração sincero e pronto a ouvir a voz de Deus, foge e se esconde de Sua presença. Portanto, não foi o que Daniel fez que o levou a ver Jesus, mas o que ele permitiu que o Espírito Santo fizesse nele.

Contemplando tão sublime visão e ouvindo tão poderosa voz, o profeta perdeu as forças e sofreu um desmaio (v.8, 9). Mas “certa mão” (v.10) o tocou e colocou Daniel na posição de submissão, mas também de vigor espiritual (v.10). Gosto muito de uma frase de um autor desconhecido, que diz: “Quando você se curva diante de Deus, você anda reto diante dos homens”. Daniel não foi colocado em pé imediatamente, mas na posição que lhe daria forças para levantar-se. Notem que as orações daquele “homem muito amado” (v.11) não somente moveram o coração de Deus, mas também a ira de Satanás.

“O nome Miguel significa ‘Quem é como Deus?’. O Novo Testamento descreve Jesus como um ser ‘na forma de Deus’ (Filipenses 2:6), ‘a imagem do Deus invisível’ (Colossenses 1:15), ‘a expressa imagem da Sua pessoa’ (Hebreus 1:3). Os melhores escritores judeus estão de acordo, ao ensinarem que o nome ‘Miguel’ é o mesmo que o título de ‘Messias’. Nenhum ser criado pode preencher essas qualificações” (Henry Feyerabend, Daniel Verso por Verso, p. 174).

Enquanto no livro de Daniel ele é identificado como um príncipe, no livro de Judas é chamado de arcanjo, que não pode ser confundido com um anjo. Pois que “a palavra grega archaggelos é composta de archi, um prefixo que denota ‘chefe’ e a palavra aggelos, ‘mensageiro’. Ele é o Mensageiro-Chefe. Ele não é um anjo, mas o Comandante dos anjos” (Idem, p. 177).

No limiar dos setenta anos para ver cumprida a promessa de Deus e o povo de Israel poder voltar à sua terra, houve profunda resistência do rei da Pérsia, que, julgando o enredo ali envolvido devido ao personagem “Miguel”, é certo de que aquele rei estava sendo persuadido pelo próprio Satanás. Este título para Jesus, “Miguel”, só aparece mais duas vezes na Bíblia, e em todas as duas, há um cenário de guerra contra o inimigo de Deus (Jd 1:9 e Ap 12:7). Portanto, há um forte indício de que, enquanto Daniel lutava em oração, Miguel guerreava “contra o dragão” (Ap 12:7).

No findar da história terrestre, o Espírito do Senhor tem trabalhado com grande urgência a fim de apliquemos o coração a compreender e a humilharmo-nos perante Deus (v.12). Deus não escolhe a quem salvar, mas nos dá a liberdade de escolhermos a quem servir. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito…” (Jo 3:16), isto é, Ele amou a toda humanidade desde Adão. Ele não faz acepção de pessoas (Rm 2:11). O Seu dom gratuito de amor é para todos. Porém, a salvação implica na condição contida no final do mesmo verso: “… para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.

Estamos todos inseridos no “grande conflito” que envolve o meu e o seu destino eterno. Assim como Daniel despertou a ira de Satanás, o inimigo de Deus está irado contra um pequeno povo (Ap 12:17) que tem sido uma pedra no seu sapato. Insistindo em viver de acordo com a luz dada ao profeta Daniel, este povo despertará a cólera final do inimigo que usará governantes e autoridades para dispersá-lo e impedir que avance para a Canaã celeste. Mas, todo aquele que, semelhante ao “homem muito amado”, permitir que o Espírito Santo conduza todo o seu ser, não terá o que temer, pois ainda que tenha que passar por um período em que sentirá lhe fugir as forças e a própria vida (v.17), será fortalecido pelo Príncipe da Paz (v.19).

Repito, amados, não serão as nossas obras que moverão o coração de Deus para nos resgatar, mas a obra de reavivamento e reforma que permitirmos que Ele realize em nós por meio do Seu Espírito. Que façamos parte do seleto grupo dos amados de Deus que estão “esperando somente serem recolhidos” (Ellen G. White, Atos dos Apóstolos, p. 109).

Bom dia, amados do Príncipe da Paz!

Desafio do dia: Vamos iniciar, a partir de hoje, uma jornada especial de vinte e um dias de oração? Cada dia, estaremos orando por algo especial. Hoje, apenas agradeça. Louve ao Senhor por Sua Palavra e pelo Espírito Santo que tem lhe conduzido a toda a verdade.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Daniel10
#RPSP



DANIEL 10 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
17 de novembro de 2017, 0:25
Filed under: Sem categoria



DANIEL 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
17 de novembro de 2017, 0:20
Filed under: Sem categoria

10:1-12:13 A última grande visão de Daniel conta a história do povo de Deus até o fim dos tempos. Não devemos nos perder nos detalhes (como [também em] o cap. 11), mas lembrar que o propósito era incentivar o povo do Senhor com o fato de que Deus o estava conduzindo e de que a salvação final era certa. Bíblia de Estudo Andrews.

10:2 pranteei. Daniel lamentou e se humilhou, praticando a autonegação (comparar com o v. 12; Lv 16:29; Ed 8:21; SI 35:13, 14) por meio de um jejum parcial e se abstendo de colocar óleo como loção na pele. Ele fez isso porque procurava mais compreensão junto a Deus (Dn 1012) quanto ao destino de seu povo (comparar com v. 14; cap. 9). Bíblia de Estudo Andrews.

10:5 homem vestido de linho. Um ser celestial maravilhoso (comparar com Ap 1:13-16 acerca do Cristo glorificado) apareceu em forma humana e chegou para esclarecer Daniel, como Gabriel havia feito anteriormente (Dn 9:20-27). Em Ez 9;2,3,11; 10:2,6.7, um servo de Deus, ao que parece, um anjo, também se vestia de linho. Bíblia de Estudo Andrews.

10:13 príncipe do reino da Pérsia. Existe a hipótese de ser uma referência a Cambisses, filho de Ciro (559-530 a.C), que pode ter resistido à decisão divina de restaurar o povo. No entanto, o fato de um anjo de Deus precisar lutar contra este “príncipe” (v. 20) sugere uma batalha espiritual contra um ser sobrenatural perverso (comparar com Ef 6:12). Se este for o caso, deve haver demônios (anjos maus) lutando para influenciar e controlar governos humanos (comparar com Dn 10:20 – “príncipe da Grécia”; Jo 12:31 – “o seu príncipe [deste mundo]”) a fim de contrariar os propósitos divinos. O Senhor revelou esta batalha entre o bem e o mal perto do início do reinado dos persas, cuja religião zoroástrica enfatizava o conflito entre forças sobrenaturais boas e más.  Bíblia de Estudo Andrews.

Miguel, um dos primeiros príncipes. Miguel (que significa “Quem é como Deus?”) foi o nome de vários homens do AT (“Micael” – Nm 13:13; 1Cr 5:13, etc). Contudo, é também o nome de uma pessoa celestial exaltada, o Príncipe-Chefe (Dn 10:13). Em outros textos, ele é apresentado como o grande guardião de Daniel e de seu povo (v. 21; 12:1), “o arcanjo” que disputou com o diabo (Jd 9) e o comandante dos anjos do Senhor, que derrotou Satanás e seus anjos, expulsando-os do Céu (Ap 12:7-9). Portanto, parece que este Miguel é o “príncipe do exército”, ou seja, Cristo (ver nota sobre Dn 8:11). O próprio Cristo poderia atuar como mensageiro, não necessariamente um ser criado (comparar com nota sobre Jz 6:11 – “o Anjo do SENHOR” é o próprio Senhor). Bíblia de Estudo Andrews.

10:14 últimos dias. A revelação prestes a ser dada (cap. 11-12) chega até o futuro distante (comparar com nota sobre 2:29), assim como as profecias dos cap. 2,7-9. Bíblia de Estudo Andrews.

10:16 me tocou os lábios. Comparar com Is 6:5-7. Bíblia de Estudo Andrews.




%d blogueiros gostam disto: