Reavivados por Sua Palavra


DANIEL 9 by Jeferson Quimelli
16 de novembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Daniel voltou a estudar as profecias de Jeremias. A questão que o preocupava agora era: quando os 70 anos se cumpririam para que os judeus fossem libertados e Jerusalém fosse restaurada? Assim, ele se voltou plenamente ao Senhor em oração, jejum e súplicas, com espírito humilde (v. 3), expressando uma das mais bonitas orações intercessórias da Bíblia (v. 4-19). Ele próprio se identificou com os pecados do povo, reconhecendo como justos os castigos divinos.

Enquanto Daniel orava, Gabriel se postou diante dele e diz a Daniel que o Senhor o havia enviado para ajudá-lo a compreender a visão que tivera dos 2300 anos (vv. 21-23).

Daniel teve conhecimento das coisas que o Israel espiritual teria de sofrer: que o Messias seria morto no meio da última das 70 semanas (v. 27), que Jerusalém e o templo seriam novamente destruídos, e que a grande abominação seria implementada a partir do poder que destruiu o templo (em 70 d.C.).

Esta extraordinária profecia nos mostra que Deus está no controle da história e tem o futuro daqueles que o amam em Suas mãos.

Querido Deus,
nos momentos difíceis que todos passamos, ajuda-nos a lembrar que o Messias já triunfou e por isso podemos descansar. Amém.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Sangju
Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/dan/9 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1105
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/dan/9
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/23/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Daniel 9 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



DANIEL 9 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
16 de novembro de 2017, 0:55
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DANIEL 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
16 de novembro de 2017, 0:45
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Depois da queda de Babilônia os judeus ainda permaneciam no exílio. Daniel orou e intercedeu pelo povo (vs. 1-19) e Deus atendeu (vs. 20-27).
 
• Deus é especialista em atender as súplicas do coração impaciente. Mais ainda quando estas súplicas visam buscar orientação em Sua revelação.
 
Daniel estava no cativeiro com os judeus. Ele sabia que 70 anos após o cativeiro deveria haver libertação – sua crença baseava-se nas profecias das Escrituras (Jeremias 25:1-14; 29:10-14).
 
Deus, respondendo à angústia de Daniel, foi além da libertação dos judeus. Deus Lhe mostrou o Libertador do mundo, não do cativeiro físico, mas do cativeiro espiritual. O Libertador…
 
• …Faria expiação pelos pecados para justificar aos transgressores da Lei de Deus (v. 24);
• …Seria o Ungido de Deus, o Príncipe Celestial (v. 25);
• …Seria mais do que rejeitado pelos amantes do pecado, morreria em suas mãos (v. 26);
• …Alcançaria seus objetivos ao cumprir as profecias acerca do Messias (v. 27).
 
Tais acontecimentos não estavam apenas previstos, eles tinham data marcada na agenda divina 500 anos antes. Somente uma mente incrédula não vê a maravilha da profecia bíblica.
 
O ponto de partida para a contagem das 70 semanas é o ano 457 a.C. Estas se dividem em três períodos conforme o texto sagrado:
 
• 7 semanas proféticas = 49 anos literais;
• 62 semanas proféticas = 434 anos literais;
• 1 semana profética = 7 anos literais.
 
Ao todo são 490 anos. Iniciando a contagem em 457 a.C., somando 490 anos, chegamos ao ano 34 d.C. O último período (7 anos literais), correspondentes à última semana profética, divide-se em três:
 
1. Inicia com Jesus sendo ungido/batizado no ano 27.
2. Na metade da semana, ou seja, três anos e meio após o batismo (ano 31), Jesus foi crucificado.
3. Finaliza a semana, no ano 34, quando Estêvão foi apedrejado pelos judeus por rejeitarem Jesus.
 
Isaque Newton referiu-se aos últimos versículos deste capítulo como “a pedra fundamental da religião cristã”. Pois, como disse Samuel Nuñez, “de acordo com as evidências linguísticas e estruturais do poema de Daniel 9:24-27, JESUS, O CRISTO, é o único que cumpre todos os requisitos de tal profecia messiânica”.
 
O cativeiro neste mundo de pecado logo chegará ao fim, mas antes é preciso consagração, estudo da Bíblia, arrependimento e purificação para que compartilhemos desta libertação. Portanto, estudemos e reavivemo-nos!
 
“Senhor, capacita-nos!” – Heber Toth Armí.


DANIEL 9, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de novembro de 2017, 0:30
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“No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, porque és mui amado; considera, pois, a coisa e entende a visão” (v. 23).


Tudo quanto examinamos neste livro, até agora, tem mostrado um caminho sobremodo excelente e que arrebata os nossos sentidos a buscar uma comunhão tal qual a de Daniel. A oração era o centro de sua vida e estando próximo o fim do período de cativeiro do povo de Deus, como predito nas Escrituras, este foi o tema predominante de suas orações. O fim dos setenta anos de exílio determinados por Deus (Jr 25:11; 29:10) representava o retorno para casa. Esta era a verdade presente e a grande esperança para o tempo de Daniel.

Mas, assim como no capítulo anterior, a continuação do capítulo nove não trazia informações acerca da libertação iminente; mostra uma profunda relação com o santuário. Falava da libertação futura e dos acontecimentos político-espirituais  que ocorreriam até esta libertação. A visão de Daniel 9 tinha como centro o santuário celestial e eventos a ele associados.

“O santuário é o principal tema da Bíblia. No Pentateuco, os cinco livros de Moisés, 45 capítulos são dedicados ao tema do santuário. Nos livros dos profetas, outros 45 capítulos também tratam deste tema. Nos demais livros da Bíblia, há cerca de 150 referências ao santuário. Crê-se que os salmos foram escritos para servirem de coletânea para os louvores do santuário. O livro do Apocalipse é estruturado no santuário. Ele possui sete divisões e cada uma delas se inicia com uma cena no Santuário Celestial” (Guia de Estudos Bíblia Fácil, Profecias de Daniel, p. 39).

As orações de Daniel comoveram o coração de Deus, a ponto de suas primeiras palavras já serem o suficiente para fazer descer do céu o anjo mais poderoso para lhe revelar a profecia a respeito do futuro de Israel. Acerca das setenta semanas temos que: “Se cada semana possui 7 dias e estamos falando em dias proféticos, ou seja, cada dia representando um ano, assim temos o seguinte cálculo: 69 semanas X 7 dias = 483 dias proféticos/anos literais. Se partirmos do ano 457 a.C., data do decreto de Artaxerxes, e viajarmos no tempo 483 anos, chegaremos ao ano 27 a.C.. Segundo o anjo, este seria o ano do aparecimento do ‘Ungido’, o ‘Príncipe’ (Daniel 9:25)… Este foi o ano do batismo de Cristo quando Ele recebeu a unção do Espírito Santo (Mt 3:16)” (Idem, p. 45).

“Conforme a profecia Ele [Jesus] faria uma ‘firme aliança com muitos, por uma semana’, ou sete anos, alcançando assim o ano 34 d.C. Que acontecimento assinala o fim desse período de aliança? Estudando o livro de Atos, encontramos o último discurso de Estevão, um dos sete diáconos da igreja primitiva (Atos 7:1-53)… Antes de morrer ele contemplou Jesus em pé à direita do Pai (Atos 7:55,56), numa atitude de reprovação e julgamento à nação judaica. Isso ocorreu no ano 34 d.C. e assinala o fim dos 490 anos de oportunidade ao povo judeu como povo escolhido” (Idem, p. 45).

Porém, das “duas mil e trezentas tardes e manhãs” (Dn 8:14) proféticas/dois mil e trezentos anos literais, ainda faltam mil oitocentos e dez anos. “Basta agora adicionar os 1.810 anos restantes, e a profecia alcança o tempo exato em que se iniciaria a purificação do santuário, ou seja, 1844. Fazendo um paralelo entre o 10° dia do 7° mês do calendário judaico, dia em que acontecia a expiação de Israel (Levítico 16:29), com o nosso calendário gregoriano atual, chegamos ao dia 22 de outubro de 1844” (Idem, p. 45, 46).

Houve um grande despertamento nos anos que antecederam esta data, para o estudo da Bíblia, que, graças à reforma protestante, já circulava livremente, principalmente para as profecias do livro de Daniel. Arrebatado por grande certeza de que Deus o guiava e que o entendimento que lhe foi dado apontava para o evento mais aguardado pelos justos, Guilherme Miller, um fazendeiro sincero em seus propósitos, dedicou-se a pregar com veemência a verdade descoberta, dando origem ao movimento milerita.

“Eles pensavam que a purificação do santuário fosse a Segunda Vinda de Cristo. O dia 22 de outubro de 1844 passou e Jesus não voltou. Foi uma amarga decepção. Todavia, esta decepção já estava profetizada. Em Apocalipse 10 lemos a respeito de um livrinho que João deveria tomar e comer. Na boca seria doce, mas no estômago, amargo (Ap 10:8-10). Essa profecia descreveria a experiência de desapontamento que os mileritas enfrentariam. O movimento milerita deu origem a Igreja Adventista do Sétimo Dia (Ap 12:17; 14:6-12), igreja que surge com a missão de restaurar a verdade de Deus deitada por terra pelo chifre pequeno (Dn 7:25 e 8:12)” (Idem, p. 46).

Miller acertou na data, mas errou no evento. Como vimos, isto já estava previsto pela profecia de Apocalipse 10. Pois que “é necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (Ap 10:11). Isto é, ali não deveria ser o fim, mas o ponto de partida para um movimento que alcançaria o mundo. Sendo o santuário terrestre uma sombra do celeste (Hb 8:2), “assim como o santuário terrestre passava por uma purificação anual, o mesmo aconteceria com o celestial”, e, no dia 22 de outubro de 1844, Jesus deu “início ao Seu ministério como Sumo Sacerdote”, passando do lugar Santo do Santuário Celestial, para o Lugar Santíssimo. “Isso indica que estamos vivendo, desde 1844, o grande dia profético da expiação. Quando esse juízo terminar Jesus voltará a Terra como ‘Rei dos reis e Senhor dos senhores’ (Ap 19:16), para dar a recompensa a cada um (Mt 25:31-46) e destruir o chifre pequeno. Finalmente o reino será dado aos santos do Altíssimo e eles reinarão por toda a eternidade (Dn 7:11, 18 e 27)” (Idem, p. 46).

A atitude de Daniel ao descobrir as verdades para o seu tempo (v.3) é a mesma que precisamos ter, hoje, diante da sublime verdade de que estamos no limiar de ver o nosso Salvador retornando nas nuvens do céu. Se ele já orava, passou a suplicar. E se já era humilde, passou a se humilhar mais ainda. Assim como o Dia da Expiação era um dia de aflição de alma  para o povo de Israel (Lv 16:29), é tempo de afligirmos a nossa alma perante o Senhor e clamarmos por Sua purificação. A mensagem do santuário nos oferece uma exposição didática do plano traçado pelo Criador mesmo antes da fundação do mundo. Ali, encontramos o Cristo crucificado, o Cristo ressuscitado e o Cristo glorificado. E a firme e fiel esperança de que Ele atua como nosso intercessor diante do Pai, para muito em breve, nos levar para Casa!

“Ó Senhor, ouve, ó Senhor, perdoa; ó Senhor, atende-nos e age; não Te retardes, por amor de Ti mesmo, ó Deus meu; porque a Tua cidade e o Teu povo são chamados pelo Teu nome” (v.19). Que seja este o nosso clamor diário!

Bom dia, povo cujo Deus é o Senhor!

Desafio do dia: Além do culto familiar, estabeleça um momento diário de oração e leitura da Bíblia com seus filhos. Restaure o altar do Senhor em sua casa.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Daniel9
#RPSP



DANIEL 9 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
16 de novembro de 2017, 0:25
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DANIEL 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
16 de novembro de 2017, 0:20
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9:1 No primeiro ano de Dario. No início do domínio medo-persa. Bíblia de Estudo Andrews.

9:2 Jeremias […] setenta anos. Daniel estava estudando as profecias de Jeremias, seu contemporâneo mais velho. Jeremias registrou a mensagem de Deus de que a terra de Judá permaneceria desolada sob o domínio babilônico durante 70 anos. Então Babilônia seria punida, e os judeus poderiam retornar do exílio (Jr 25:11, 12; 29:10). Agora, Babilônia havia sido punida, e um novo império acabara de assumir o poder (Dn 5-6). Portanto, segundo o que Jeremias dissera, o fim dos 70 anos havia chegado e era hora da libertação dos cativos judeus. Daniel deveria estar muito feliz. Bíblia de Estudo Andrews.

9:3 jejum, pano de saco e cinza. Em vez de se sentir alegre, contudo, Daniel estava de luto (comparar com Et 4:1, 3; Sl 35:13; Is 58:5; Jr 6:26). Seu problema era a visão de Dn 8, a qual  mostrava que haveria um longo período de dificuldade para o povo de Deus antes da restauração do santuário. Está claro que ele não compreendia as 2.300 tardes e manhãs (8:14) como dias literais
(menos de seis anos e meio), caso contrário não teria se preocupado. Naturalmente, Daniel presumiu que o santuário fosse o templo em Jerusalém e associou sua justificação à restauração após o povo ser liberto do exílio. Ele deve ter concluído que, por causa dos pecados do povo, Deus havia decidido adiar a libertação do cativeiro babilônico para um futuro distante. Bíblia de Estudo Andrews.

9:4 Orei […] confessei. No fim das bênçãos e das maldições da aliança em Lv 26, Deus havia prometido que, se seu povo exilado se humilhasse, se arrependesse e confessasse seus pecados e os de seus antepassados, ele o restauraria do exílio (Lv 26:40-45). Bíblia de Estudo Andrews.

9:5 temos pecado. Daniel era um homem justo, e a Bíblia não registra nenhum pecado que ele tenha cometido. Ainda assim, o profeta não atribui pecado apenas a seus compatriotas. Ele se identifica com o povo nesta oração de intercessão. Bíblia de Estudo Andrews.

9:17-19 o teu santuário […] a tua cidade e o teu povo são chamados pelo teu nome. A preocupação com o povo e o santuário liga a oração à visão de Dn 8, na qual o poder do chifre pequeno oprime o povo e age contra o santuário. Bíblia de Estudo Andrews.

9:23 entende a visão. Nenhuma visão é relatada no cap. 9. … Gabriel veio para explicar este elemento temporal, a fim de aliviar a angústia do profeta em relação ao aparente conflito entre os 70 anos de Jeremias e os 2.300 dias/anos de sua visão. Bíblia de Estudo Andrews.

9:24 determinadas. Esta palavra ocorre apenas aqui na Bíblia hebraica. Nos escritos rabínicos, seu significado básico é “cortar” de algo mais longo. Esta é uma acepção possível para a palavra “determinadas”. Neste versículo, tanto o sentido básico quanto o ampliado se aplicam: os 490 anos são “cortados” de uma unidade mais longa de 2.300 dias/anos (8:14). Bíblia de Estudo Andrews.

fazer cessar a transgressão. A palavra hebraica para “transgressão” significa pecado rebelde … Os 490 anos seriam um período para resolver os defeitos morais que haviam assolado o povo de Deus ao longo de sua história como nação. Isso aconteceria por intermédio do Messias. Bíblia de Estudo Andrews.

para ungir o Santo dos Santos. Consagração de um santuário a Deus para sua função sagrada (comparar com Lv 8:10-12). Esta consagração aconteceria séculos depois da dedicação do segundo templo, construído e dedicado logo após o retorno do exílio (Ed 6). Portanto, esta deve ser a consagração de outro templo (ver nota sobre Dn 9:25). Bíblia de Estudo Andrews.

9:25 ordem para restaurar e para edificar Jerusalém. Os 490 anos começam no momento desta ordem, que restaurou aos judeus a posse da cidade, a qual tornaria a ser sua capital (comparar
com ÍRs 20:34; 2Rs 14:22). A ordem foi dada pelo rei persa Artaxerxes I no sétimo ano de seu reinado (Ed 7:11-26); portanto, entrou em vigor em 457 a.C. Diferentemente dos decretos anteriores de Ciro (Ed 1:1-4; 6:3-5) e de Dario (Ed 6:1-12), o de Artaxerxes inclui uma preocupação explícita pela cidade de Jerusalém em si, não apenas pelo povo judeu e seu templo. Bíblia de Estudo Andrews.

ao Ungido, ao Príncipe. A palavra “messias”, em língua portuguesa, deriva de um termo hebraico que significa “ungido”. Reis e sacerdotes, em especial sumo sacerdotes, eram ungidos no antigo Israel (Lv 6:22; 2Sm 5:3). A palavra para “Príncipe” se refere a um líder que podia tanto ser rei (1Sm 9 16; 13:14) quanto sacerdote (1Cr 9:10,11; Ne 11:11,12; Jr 20:1). Em Dn 9 é predito o ministério do “Ungido” supremo, o “Messias” («”Cristo”, derivado do grego), cuja vinda estaria ligada ao fim do pecado, ao estabelecimento da justiça, à confirmação da profecia e à consagração de um santuário (Dn 9:24,25). Ele é tanto Sacerdote quanto Rei (Sl 110) Segundo o NT, esta pessoa é Jesus Cristo. Ele foi ungido pelo Espírito de Deus (Lc 4:18), morreu para perdoar nossos pecados e nos cobrir com sua justiça (2Co 5:21), cumpriu profecias (Mt 1:22, 23; 2:5, 6, etc) e começou a atuar como nosso Melquisedeque (= “Rei de Justiça”) e Sumo Sacerdote no templo de Deus no Céu (Hb 7-10). Bíblia de Estudo Andrews.

sete semanas e sessenta e duas semanas. Estas 69 “semanas” de anos (ver v. 27 acerca da última “semana”) correspondem a 483 anos, de 457 a.C (decreto de Artaxerxes I), até 27 d.C. (levando em conta que não houve ano zero entre as eras a.C e d.C.) Neste ano, o 15° (segundo a contagem judaica) do reinado de Tibério César, o Espírito Santo desceu sobre Jesus no batismo, e ele começou seu ministério (Lc 3). Existem muitas profecias surpreendentes sobre Cristo no AT (Sl 22; Is 53, etc), mas a de Dn 9 é especial porque aponta com precisão o início de seu ministério com mais de 500 anos de antecedência. Observe que as primeiras sete semanas de anos formam um ciclo de jubileu de 49 anos (Lv 25:8-70), mostrando que os 490 anos consistem de dez períodos de jubileu (ver nota sobre Lv 25:10). Isso sugere que os 490 anos são um período de jubileu de grande escala cujo fim disponibilizaria liberdade (neste caso, do pecado Dn 9:24) para toda a nação. Bíblia de Estudo Andrews.

9:26 será morto o Ungido. A língua original traz o mesmo termo usado em Lv 7:20 (ver nota): “eliminado’. É notável que o Messias receba esta punição divina para pecados graves, que consistia na eliminação de uma pessoa de sua família. Tratava-se de um tipo de morte permanente, além da morte comum do corpo mortal (Lv 20:2,3). Cristo sofreu o castigo da ‘segunda morte” (comparar com Ap 2:11; 20:6,14) por nós na cruz a fim de nos salvar dela. Todavia, por ser inocente e ter carregado a culpa de todos (1Pe 2:21-24), ele conseguiu retornar da morte suprema, da qual não há volta, e ver sua posteridade (Is 53:10). Bíblia de Estudo Andrews.

já não estará. Ou, “não terá nada”. Cristo não tinha domínio, honra ou posses terrenas quando morreu. Até mesmo suas roupas foram levadas (Mt 27:35). Aparentemente, tudo estava perdido. Bíblia de Estudo Andrews.

o povo de um príncipe que há de vir. Depois da morte de Cristo, Roma imperial, sob o governo de Tito (seu “príncipe”/líder), destruiu Jerusalém e o templo em 70 d .C. Bíblia de Estudo Andrews.

9:27 fará firme aliança com muitos. Depois da referência ao povo e ao príncipe que destruíram Jerusalém, a explicação se volta para a obra do Messias como parte da profecia das 70 semanas. Cristo fez uma ‘firme aliança” para benefício de todos mediante seu sacrifício (Mt 26:28: comparar com Jr 31:31-34). Bíblia de Estudo Andrews.

no metade da semana. Quer dizer na metade da última “semana” (sete anos) dos 490 anos a partir de 457 a X . Os últimos sete anos começaram em 27 d.C (batismo de Jesus). 0 ministério terreno de Cristo durou a primeira metade desta “semana”: três anos e meio até sua morte Quando ele morreu, o véu do templo se rasgou em duas partes (Mt 27:51), tomando obsoletos os sacrifícios que apontavam para o sacrifício do Messias (comparar com Hb 10:1). Assim Cristo fez cessar o sacrifício e a oferta. Então ele subiu ao Céu e continuou a confirmar a aliança por meio do dom do Espírito Santo no testemunho dos apóstolos (At 1-7). Em 34 d.C., o fim dos últimos sete anos, o conselho nacional judaico rejeitou o evangelho e martirizou Estêvão (At 7). Levantou-se uma grande perseguição contra os cristãos, levando-os a se dispersar (At 8:1). Assim, o evangelho chegou aos gentios, e eles puderam se tornar cristãos sem primeiro precisarem se tornar judeus (At 10-11; 13-15). Bíblia de Estudo Andrews.

sobre a asa das abominações virá o assolador. A palavra hebraica usada nesta passagem para “abominações” se refere à idolatria, uma forma grave de rebelião contra Deus (comparar com Dt 29:17; 2Rs 23:24). A ideia refere-se a uma assolação que vai além do período de Roma imperial e da destruição de Jerusalém em 70 d.C, passando a incluir a devastação causada pela fase religiosa do poder do chifre pequeno na última parte dos 2.300 anos (Dn 8:11-13 – “transgressão assoladora”; comparar com 11:31, 12:11 – “abominação desoladora”). 0 chifre pequeno estabelece uma forma de idolatria ou falso sacrifício que pretende substituirá função do sistema sacrificial terreno ao qual Cristo pôs fim. Portanto, após o fim dos 490 anos, a explicação de Dn 9:27 está ligada ao restante da visão do cap. 8 Isso reforça o fato de que os 490 anos são a primeira parte dos 2.300 anos. Bíblia de Estudo Andrews.




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