Reavivados por Sua Palavra


OSEIAS 6 by Jeferson Quimelli
25 de novembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Oséias 6:1-3 é uma continuação de 5:15.

Deus quer que Israel se arrependa e volte para ele. Somente após o castigo de Deus eles poderiam esperar a cura de seu país (6:1). Mesmo que estivessem mortos, no terceiro dia Deus os ressuscitaria e lhes daria poder para viver para Ele (6:2). Se eles conhecessem a Deus intimamente e orassem a Ele, o Senhor certamente apareceria diante deles, e os abençoaria com boas chuvas e colheitas (6:3).

Efraim (v. 4a) representa o Norte de Israel. Deus disse tanto a Israel ao norte quanto a Judá, no sul: “Que posso fazer com você …?” A fidelidade e o amor deles a Deus era como a neblina da manhã, que logo desaparece ou o orvalho que logo evapora (6:4b). É por isso que as mensagens dos profetas de Deus traziam palavras de destruição (6: 5-7). Eles traziam a Deus os seus sacrifícios de animais e ofertas, mas Deus desejava a misericórdia que brota do amor (6:6). Eles agiam contra a expectativa de Deus. Como Adão havia transgredido e pecado contra Deus no Éden, eles também tinham pisado e quebrado sua aliança com Deus (6:7).

Que possamos responder positivamente ao amor imutável de Deus por nós e que possamos ter e desfrutar de um relacionamento verdadeiro com Ele.

Yoshitaka Kobayashi
Japão

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hos/6 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1114
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/hos/6
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/01/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Oseias 6 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



Oseias 6 – Para meditar by Jeferson Quimelli
25 de novembro de 2017, 0:55
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1-3 Isto é presunção, não arrependimento genuíno. O povo não entendeu a profundidade de seus pecados. Eles não abandonaram seus ídolos, não se arrependeram de seus pecados, nem procuraram fazer mudanças reais. … Antes de julgar Israel, considere sua atitude … Você se arrepende facilmente, sem considerar seriamente que mudanças precisam ser implementadas em sua vida? Life Application Study Bible Kingsway.

6. Rituais religiosos podem ajudar as pessoas a entender Deus e renovar suas relações com Ele. É por isso que Deus estabeleceu a circuncisão e o sistema sacrifical no Antigo Testamento e o batismo e a Santa Ceia no Novo Testamento. Mas o ritual religioso é útil somente se é levado a efeito com uma atitude de amor e obediência a Deus. Se o coração de uma pessoa está afastado de Deus, rituais se convertem em zombaria vazia. Deus não queria os rituais israelitas; ele queria seus corações. Por que você adora?Qual é o motivo por trás de suas “ofertas” e seus “sacrifícios”? Life Application Study Bible Kingsway.



OSEIAS 6 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
25 de novembro de 2017, 0:55
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OSEIAS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
25 de novembro de 2017, 0:45
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OSEIAS 6 – Quando percebemos quão ruim é a vida sem Deus e, então, nos voltamos a Ele, seremos aceitos e restaurados das mazelas do pecado!

Oseias profetizou em tempos de fartura. Jeroboão havia estendido os limites de Israel através de várias operações militares (II Reis 14:24-28). Ao sul, Uzias fortalecera as forças armadas de Judá e alcançou vitórias contra seus inimigos (II Crônicas 26:1-15). Contudo, a profecia revelava perigo devido ao afastamento de Deus. Oseias 6 mostra, em resposta a 5:15, a superficialidade da religião formalista e qual a qualidade da resposta espiritual do povo do reino do Norte ao cativeiro assírio:

• Ao experimentar o amargor por afastar-se do Senhor e reconhecer seu pecado buscando o perdão em Deus, o povo sabia que Deus o aceitaria novamente – como Oseias aceitou Gômer. Naquela época, a esperança dos israelitas por um avivamento (vs. 1-2) baseava-se nas antigas promessas divinas reveladas por Moisés (Deuteronômio 30:1-3).
• A fuga da presença do pecado para buscar a presença de Deus é comparada à chuva serôdia, que vinha na primavera nas terras de Israel e proporcionava vigor às plantas e aos frutos. Antes havia a chuva temporã, útil para a época de plantio. A presença de Deus fortalece a fé, revigora a espiritualidade e restaura a piedade como chuva em terra seca (v. 3).
• Assim como morre uma tenra planta sob as intempéries climáticas, o amor por Deus também desaparece facilmente diante dos obstáculos da caminhada espiritual. Profetas e líderes espirituais alertam sobre o perigo, incentivam um conhecimento íntimo pela intimidade com Deus e apontam pecados, objetivando evitar o estrago do afastamento de Deus (vs. 4-9).
• Quando parece que nada desperta a consciência cauterizada do povo negligente, Deus recorre à disciplina corretiva; como Pai amoroso, age com firmeza visando trazer de volta Seu povo à pureza (vs. 10-11).

Desde a chuva temporã espiritual no Pentecostes no início da igreja, o povo de Deus passou a aguardar a chuva serôdia antes da colheita divina. Ellen G. White afirma que:

• “O derramamento do Espírito nos dias dos apóstolos foi a ‘chuva temporã’, e glorioso foi o resultado. A chuva serôdia será mais abundante, porém”.
• “Ao avizinhar-se o fim da ceifa da Terra, uma especial concessão de graça espiritual é prometida a fim de preparar a igreja para a vinda de [Jesus]. Esse derramamento do Espírito é comparado com a queda da chuva serôdia”.

Deus quer nos reavivar e nos tornar crentes frutíferos! – Heber Toth Armí.



OSEIAS 6, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de novembro de 2017, 0:30
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“Pois misericórdia quero, e não sacrifício, e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos” (v.6).


Certa vez alguns homens chegaram em determinada cidade, após uma longa caminhada em estradas poeirentas. Com muita fome, eles começaram a comer, sem antes lavar as mãos. Outros homens vendo aquilo, indignados, perguntaram ao Líder daqueles: “Por que transgridem os Teus discípulos a tradição dos anciãos? Pois não lavam as mãos [ritualmente] quando comem” (Mt 15:2). Você já deve saber a que história me refiro. Mas o que ela tem a ver com o texto de hoje? Tudo. Vamos descobrir o porquê, juntos.

Observem que os três primeiros versos exprimem uma ansiedade por cura, por restauração. Dão uma ideia de verdadeira busca pelo poder que só Deus pode conceder. Contudo, aqueles versos que contém palavras tão lindas, tão cheias de verdade, não passavam, simplesmente, disto: de palavras. O amor declarado do povo foi comparado a uma nuvem e ao orvalho “que cedo passa” (v.4). Isto é: Vocês dizem que Me amam, buscam a cura, acreditam que Eu levantarei um Salvador para vocês, mas o amor de vocês é uma grande mentira!

As perguntas de Deus para eles, em linguagem contemporânea, poderiam ser:

  • O que é que Eu faço com vocês (v.4)?
  • Até quando não compreenderão que “misericórdia quero, e não sacrifício, e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos” (v.6)?
  • Até quando vocês colocarão a tradição dos anciãos na frente do verdadeiro evangelho?
  • Até que ponto as coisas terão que chegar para que vocês percebam que estão se portando “aleivosamente contra Mim” (v.7)?

Tudo isto me lembrou de quando eu era adolescente na casa de meus pais. Quase toda semana, nós recebíamos a visita de uma senhora muito idosa a quem ajudávamos com algum alimento. O interessante é que ela sempre nos presenteava com um pano de prato. Eram paninhos simples, mas que tinham um grande significado para mim. Até que, a partir de um um dia, aquela senhora nunca mais apareceu e eu percebi que não eram panos de prato que ela deixava lá em casa, e sim amor.

Meus irmãos, do que adianta lavar as mãos enquanto o coração “está contaminado” (v.10)? A transgressão da aliança do Senhor não se resume ao que você e eu fazemos ou deixamos de fazer, mas ao que não permitimos que o Espírito Santo realize em nós. Existe um abismo de diferença entre dizer que ama e amar de verdade. Enquanto não entendermos que não é o que fazemos que define o nosso destino eterno, mas com que intenção fazemos, nunca descobriremos, de fato, a misericórdia e o conhecimento de Deus.

Que a minha e a sua vida não se resuma a “mãos lavadas” por sacrifícios e holocaustos, mas a “panos de prato” de misericórdia e amor de Deus!

Feliz sábado, misericordiosos do Senhor!

Desafio do dia 9/21: Oremos por uma vida plena de misericórdia e do amor de Deus.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Oseias6
#RPSP



OSEIAS 6 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
25 de novembro de 2017, 0:25
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OSEIAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
25 de novembro de 2017, 0:20
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6:1-11. O desejo de voltar para Deus parecia verdadeiro. As pessoas diziam as palavras certas. Falavam que o Senhor as revigoraria em três dias e viria para o povo como chuva de bênçãos. Contudo, Deus comparou a fidelidade daqueles indivíduos com a nuvem da manhã ou o orvalho da madrugada, que logo passam, apontando para um profundo problema. O que ele desejava era misericórdia e fidelidade à aliança, não sacrifícios; queria que o povo buscasse conhecê-lo, muito mais do que receber holocaustos. Jesus citou esta passagem ao confrontar a hipocrisia religiosa (Mt 9:13; 12:7). Bíblia de Estudo Andrews.

1-3 Isto é presunção, não arrependimento genuíno. O povo não entendeu a profundidade de seus pecados. Eles não abandonaram seus ídolos, não se arrependeram de seus pecados, nem procuraram fazer mudanças reais. … Antes de julgar Israel, considere sua atitude … Você se arrepende facilmente, sem considerar seriamente que mudanças precisam ser implementadas em sua vida? Life Application Study Bible Kingsway.

1. Vinde. Os v. 1 a 3 estão mais estreitamente relacionados ao pensamento de Oseias 5:15 [reação do povo  – conversão insincera – ao castigo corretivo divino] do que os outros versículos do cap. 6 . CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 996.

Ele nos despedaçou. O objetivo essencial da Sua disciplina é promover reforma de vida (ver Sl 119:75; Lm 3:31-33; Hb 12:5-11). CBASD, vol. 4, p. 996.

2. Depois de dois dias. A expressão “após dois dias […] ao terceiro dia” parece ser um artifício literário empregado para designar um tempo indefinido (cf. 2Rs 9:32; Am 4:8). Oseias previu que o Senhor iria “curar” (Os 6:1, NTLH). Então, ele acrescenta que a cura estaria em um tempo indefinido no futuro, embora talvez não muito distante. CBASD, vol. 4, p. 996.

Viveremos diante dEle. Viver diante de Deus é estar em plena harmonia e comunhão de amor com Ele (ver Nm 6:25, 26; Sl 11:7; 17:15; 27:8, 9; 51:11; 67:1; 119:135). CBASD, vol. 4, p. 996.

3. Sua vinda. Evidentemente, o antecedente de “Sua” é o “SENHOR”. A passagem apropriadamente descreve a obra da vinda do Messias (ver PR, 688). CBASD, vol. 4, p. 996.

Como a alva. Jesus Cristo é o amanhecer, ou o sol nascente das alturas (Lc 1:78). Como a aurora tranquila e gentilmente irrompe sobre a terra, dissipando as sombras da noite e despertando o mundo para uma nova vida e atividade, assim será “o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas” (Ml 4:2). Cristo não veio com demonstração externa de glória para deslumbrar os sentidos dos homens. Em vez disso, Ele deu ao ser humano a quantidade exata de luz necessária para sua salvação. CBASD, vol. 4, p. 996.

Como chuva serôdia. A chuva temporã, no fim de outubro até a primeira parte de dezembro (ver com. de Dt 11:14; Jl 2:23), após a estação seca, permite o plantio da semente no outono (no início do ano civil e agrícola judaicos). A chuva serôdia, em março e abril, que antecede e amadurece a colheita, fecha a temporada de inverno chuvoso, que culmina em janeiro (ver vol. 2, p. 93, 94). E com essa linguagem expressiva e figurativa que Oseias assegura ao seu povo as abundantes bênçãos de Deus que iriam reavivar e alimentar sua vida espiritual. CBASD, vol. 4, p. 996.

4. Que te farei …? Depois de ter tentado persuadir Israel e Judá a se arrependerem, Deus percebe que Seus esforços foram inúteis e, assim, em tristeza, pergunta o que mais pode fazer antes de lhes impor o castigo (ver com. de Is 5:4). CBASD, vol. 4, p. 996.

Como o orvalho da madrugada. O questionamento divino foi inspirado pela piedade de curta duração do povo. A história da nação escolhida por Deus ilustra profusamente sua piedade fugidia e inconsistente. Todos nós precisamos aprender essa mesma lição, porque a bondade é de pouco valor real a menos que seja um atributo do caráter, algo permanente na vida. CBASD, vol. 4, p. 996.

5. Por isso, os abati. A palavra hebraica refere-se a quebrar pedras para fins de construção, um símbolo adequado para moldar o ser humano pelo Escultor celeste “à semelhança de Deus” (Tg 3:9). CBASD, vol. 4, p. 996, 997.

Os Meus juízos. As versões LXX e Siríaca dizem: “Meu julgamento”. Qualquer que seja a leitura adotada, a referência é claramente uma alusão ao castigo. CBASD, vol. 4, p. 997.

6. E não sacrifício. Ver com. de Os 5:6. CBASD, vol. 4, p. 997.

Rituais religiosos podem ajudar as pessoas a entender Deus e renovar suas relações com Ele. É por isso que Deus estabeleceu a circuncisão e o sistema sacrifical no Antigo Testamento e o batismo e a Santa Ceia no Novo Testamento. Mas o ritual religioso é útil somente se é levado a efeito com uma atitude de amor e obediência a Deus. Se o coração de uma pessoa está afastado de Deus, rituais se convertem em zombaria vazia. Deus não queria os rituais israelitas; ele queria seus corações. Por que você adora?Qual é o motivo por trás de suas “ofertas” e seus “sacrifícios”? Life Application Study Bible Kingsway.

O conhecimento. Misericórdia é a religião na prática, o conhecimento é o guia de conduta adequada. Sem estes dois elementos básicos, a religião tende a ser mera forma
vazia e cai no desfavor divino (ver 1Sm 15:22; Pv 21:3;Is 1:11-17; 2Tm 3:1-5). CBASD, vol. 4, p. 997.

7. Mas eles transgrediram a aliança. Ou, ‘como Adão, transgrediram”. … Ao transgredir “traiçoeiramente” a aliança, Israel já não era o povo de Deus, fato implícito no nome “Lo-Ammi” (ver com. de Os 1:9; 2:23). CBASD, vol. 4, p. 997.

Aleivosamente (ARA. NVI: “me foram infiéis”).

8. Gileade é a cidade. Uma cidade não identificada em Gileade [região], a leste do Jordão entre os ribeiros de Jaboque e de Jarmuque (ver com. de Gn 31:47). Os gileaditas são retratados aqui como assassinos por natureza (ver 2Rs 15:25) e, dessa forma, não é surpreendente descobrir que eles estavam entre os primeiros do reino do norte levados em cativeiro pela Assíria (2Rs 15:29). CBASD, vol. 4, p. 997.

9. Como hordas de salteadores. Um retrato do estado terrivelmente perverso dos sacerdotes dos lugares altos (ver com. de Os 4: 3). CBASD, vol. 4, p. 997.

10. Israel … Efraim … Israel . Ver com. CBASD de Os 5:3.

 




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