Reavivados por Sua Palavra


2CRÔNICAS 9 – Comentado por Rosana Barros
23 de outubro de 2019, 0:30
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“Assim, o rei Salomão excedeu a todos os reis do mundo, tanto em riqueza como em sabedoria” (v.22).

Além dos reis que foram ter com Salomão em Jerusalém “para ouvir a sabedoria que Deus lhe pusera no coração” (v.23), a Bíblia faz uma menção especial a uma rainha. Ouvindo da fama do rei de Israel, a rainha de Sabá preparou a sua comitiva e foi conferir “com os próprios olhos” (v.6) o que os seus ouvidos não conseguiam mensurar. E desde a sua chegada até à hora de sua despedida, a generosa rainha retornou à sua terra original com lembranças de uma experiência que jamais esqueceria.

Fortemente impactada por tudo o que viu e ouviu, ela “ficou como fora de si” (v.4). Tudo o que havia ouvido a respeito de Salomão não representava “a metade da grandeza” (v.6) da sabedoria que Deus o havia concedido. O templo, o palácio, a organização do reino, até mesmo a comida e as roupas, revelavam o Deus que Israel servia. E mediante esse quadro de insuperável esplendor, a rainha declarou: “Bendito seja o Senhor, teu Deus, que Se agradou de ti para te colocar no Seu trono como rei para o Senhor, teu Deus; porque o teu Deus ama a Israel para o estabelecer para sempre; por isso, te constituiu rei sobre ele, para executares juízo e justiça” (v.8).

Somado aos presentes dados pela monarca de Sabá, estavam tesouros incontáveis que engrandeciam ainda mais o próspero reino. Poderoso e excêntrico, Salomão reinou sobre Israel sentado em um trono inigualável. “Nunca se fizera obra semelhante em nenhum dos reinos” (v.19). Cercado de riqueza incalculável e dotado da “sabedoria que Deus lhe pusera no coração” (v.23), ele governou o povo em uma época memorável cujos marcos tornaram Israel uma nação mundialmente conhecida.

O chamado de Deus para Seus servos é relativo quanto à necessidade da humanidade. Noé foi chamado em seu tempo para construir uma arca e anunciar o grande dilúvio. Abraão foi chamado para sair de sua terra e ir para a terra que o Senhor lhe mostraria. José foi escolhido para governar o Egito em tempo de fome mundial. Moisés recebeu a missão de libertar Israel do cativeiro egípcio e guiá-lo à terra prometida.

Da mesma forma, Deus tem uma missão especial para o Seu último povo. Uma verdade presente que deve ser apresentada no mesmo tom, urgência e abrangência da primeira voz angélica: “Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:6-7).

Assim como todos “os reis do mundo procuravam ir ter com” Salomão (v.23), “nos últimos dias, acontecerá que… afluirão todos os povos… e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor e à casa de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos pelas suas veredas” (Is.2:2-3). “Virão muitos povos e poderosas nações buscar em Jerusalém ao Senhor dos Exércitos e suplicar o favor do Senhor” (Zc.8:22). Como Israel espiritual de Deus, que façamos parte daqueles que ouvirão: “Iremos convosco, porque temos ouvido que Deus está convosco” (Zc.8:23).

Tão perto como estamos do dia em que “correrão por toda parte, procurando a Palavra do Senhor, e não a acharão” (Am.8:11), que aceitemos a missão a nós confiada de preparar um povo para o segundo advento de Cristo: “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus” (Is.40:3). Breve Jesus voltará! Seja essa esperança afamada em nossa vida. Vigiemos e oremos!

Bom dia, arautos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

• Deixe nos comentários seu pedido de oração ou agradecimento. #EuOroPorVocê

#PrimeiroDeus #2Crônicas9 #RPSP

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2CRÔNICAS 8 – Comentado por Rosana Barros
22 de outubro de 2019, 0:30
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“… porque tal era a ordem de Davi, o homem de Deus” (v.14).

Quando estudamos os livros de Samuel e de Reis sobre a vida de Davi e de Salomão, ambas são relatadas como um livro aberto, tanto as boas quanto as más ações estão ali expostas. Vimos sobre o adultério de Davi com Bate-Seba, sobre o assassinato de Urias e sua negligência como pai. Vimos também sobre as mil mulheres de Salomão e sobre o seu envolvimento com a religião e costume pagãos delas. Mas no relato de Crônicas estas iniquidades não vêm à tona. Se apenas houvesse o livro de Crônicas contando sobre os atos de Davi e de Salomão, esses pecados seriam ocultos às demais gerações. Teríamos em mente uma imagem bem diferente desses dois reis.

Porque, então, Deus permitiu que as transgressões desses monarcas ficassem registradas nas Páginas Sagradas? Para que o final do versículo 14 pudesse fazer sentido para nós, hoje. Mas como assim? Imaginem que Deus ocultasse da Bíblia todos os pecados dos personagens bíblicos. Digamos que todo o sofrimento que homens e mulheres de Deus passaram também não estivesse registrado nas Escrituras. Sabem o que aconteceria? Seríamos cristãos frustrados em busca de uma vida sem problemas na “terra da ilusão”.

As atividades que se seguiram após o término do templo, não nos revelam os detalhes obscuros que quase levaram Salomão à eterna perdição. O que nos deixa a certeza de uma coisa: o que o Senhor perdoa uma vez, perdoado está para sempre. Tanto Davi, quanto Salomão foram perdoados pelo Senhor que apaga as transgressões (Sl.51:1) e escolhe as esquecer (Mq.7:18). Como um adúltero e homicida pode ter sido chamado de “o homem de Deus”? Simples. Ele FOI um adúltero e homicida. Após o seu arrependimento e confissão, envolvido pelo perdão divino, ele passou a ser “o homem de Deus”.

Entendem agora a necessidade de Israel em sempre acrescentar em seus louvores que o Senhor é bom e que a Sua misericórdia dura para sempre? Somos todos pecadores, e é justamente essa realidade que faz separação entre nós e Deus (Is.59:2). Louvado seja o Senhor por Sua Palavra, que em Sua completude nos ajuda a compreender que não existe pecado tão grande que Deus não possa perdoar; que não há quem vá tão longe que o Senhor não possa resgatar; que apesar de nossas quedas e fraquezas, as mãos do Pai de amor estão sempre estendidas para nos levantar; que apesar da sujeira do pecado enegrecer a nossa existência, Deus promete lavar e purificar todo aquele que aceita o Seu convite (Is.1:18).

Por mais que hoje você seja um adúltero, um homicida, um mentiroso, um idólatra, ou esteja em qualquer outro pecado, se você orar, e se humilhar, e buscar a face de Deus, e se converter dos seus maus caminhos, Ele te ouvirá, te perdoará e lhe dará uma nova vida. Não importa se o início de tua vida foi ruim, ou se no meio você perdeu a direção; se entregares agora a tua vida nas mãos de Deus, Ele cuidará do teu presente e te guiará a um futuro eterno e feliz. Portanto, o convite do Senhor a nós pecadores é que continuemos sendo reavivados por Sua Palavra, e Ele converterá a nossa escura condição em perfeita luz. Vigiemos e oremos!

Bom dia, homens e mulheres de Deus!

Desafio da semana: Água, ar puro, luz solar, alimentação saudável, descanso e exercício físico regular, revelam o amor do Criador por cada um de nós. Aliado a estes princípios está também a temperança, que é rejeitar tudo o que nos faz mal e fazer uso equilibrado do que nos é lícito. Busque em Deus uma vida temperante. Faço votos por tua saúde!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Crônicas8 #RPSP

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2CRÔNICAS 7 – Comentado por Rosana Barros
21 de outubro de 2019, 0:30
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“Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, Eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (v.14).

Ao concluir sua prece, Salomão e todo o Israel testemunhou a manifestação divina. No Pentecostes, os discípulos de Cristo “estavam todos reunidos no mesmo lugar” (At.2:1). “Todos estes perseveravam unânimes em oração” (At.1:14). Então, veio do céu um som que encheu toda a casa em que estavam, e sobre cada um pousaram línguas como de fogo (At.2:2-3). Quando Salomão terminou de orar com todo o povo, desceu fogo do céu “e a glória do Senhor encheu a casa” (v.1). Estes dois episódios separados pelo tempo, mas unidos pelo mesmo poder, nos mostra que a ação de Deus é sempre para o bem eterno dos que O amam, “porque é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre” (v.3).

Foram dias de festa diante da presença de Deus. O rei, todo o povo e os sacerdotes, todos eles em “seus devidos lugares” (v.6) prestando culto a Deus . E tudo o que Salomão realizou tanto na Casa do Senhor como em sua casa, “prosperamente o efetuou” (v.11). A partir daí, somos privilegiados em ter em mãos uma das respostas mais lindas e repletas de amor de nosso Criador. Uma das provas inequívocas de Sua eterna misericórdia e de que os Seus mandamentos também são eternos.

O Senhor dirigiu-Se a Salomão, dizendo: “Ouvi a tua oração” (v.12). Estudamos ontem a condição para que o Senhor possa nos ouvir. Isto quer dizer que a oração de Salomão não foi apenas com os lábios, mas com o coração em fidelidade para com os mandamentos de Deus. Deus tem prazer na oração do justo. Quando o homem reconhece a sua natureza incapaz de fazer o bem, que depende da mão divina a moldar-lhe o caráter, a oração se torna uma ferramenta indispensável.

O famoso versículo 14 começa deixando algo muito claro: “Se”. Deus usa uma conjunção subordinativa condicional. Ou seja, para que a oração possa produzir seus efeitos, deve ser cumprida uma condição. Mas o resultado não apareceria se o povo apenas se humilhasse, nem se apenas orasse. Somente quando todas as ações são somadas é que redunda no resultado final da equação do verdadeiro adorador: SE HUMILHAR + ORAR + BUSCAR + SE CONVERTER = OUVIDOS ATENTOS DE DEUS, PERDÃO DOS PECADOS E CURA.

Contudo, ainda há a equação da desgraça. E ela inicia com a conjunção “porém”. Isto é, “por outro lado”, “todavia”, “no entanto”, indicando o oposto do que acabamos de ver. Eis a equação do tolo: SE DESVIAR + DEIXAR OS MANDAMENTOS DE DEUS + SERVIR E ADORAR OUTROS DEUSES = DESERÇÃO, AUSÊNCIA DA PRESENÇA DE DEUS, MALDIÇÃO. Que contraste, não é mesmo?

Vocês já perceberam que não é preciso muita coisa para que percamos o Senhor de vista? O começo é bem sutil: desviar-se. E não precisa ser por intermédio de grandes coisas, mas pequenas concessões que fecham os olhos da fé e abrem os ouvidos da impiedade. Os mandamentos de Deus são ignorados e desprezados, e a voz do Espírito Santo vai ficando cada vez mais distante. A chegada da maldição, portanto, é o resultado do nosso próprio procedimento. Não podemos, contudo, generalizar chamando de maldição todas as circunstâncias ruins. “Neste mundo passais por aflições” disse Jesus (Jo.16:33). Mas os filhos do Reino as enfrentam “alegres e de coração contente por causa do bem que o Senhor” (v.10) lhes fez e fará.

A verdadeira oração precisa vir acompanhada de ação. Precisamos permitir que o Espírito Santo conjugue em nossa vida o Verbo de Deus (Jo.1:1), que Se fez servo, orou, a Si mesmo Se humilhou, nos deixando o perfeito exemplo de uma vida de oração e comunhão. Jesus em nós é a chave-mestra para abrir as janelas dos céus em nosso favor. Aceitemos as condições da aliança do Senhor e Ele nos assegura a Sua fidelidade e eterna herança. Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Crônicas7 #RPSP

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2CRÔNICAS 6 – Comentado por Rosana Barros
20 de outubro de 2019, 0:30
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“Ouve, pois, a súplica do Teu servo e do Teu povo de Israel, quando orarem neste lugar; ouve do lugar da Tua habitação, dos céus; ouve e perdoa” (v.21).

Contemplando a magnitude do templo e a aceitação divina pela manifestação da glória do Senhor, Salomão dirigiu-se a Israel com palavras que declaram a fidelidade de um Deus que cumpre as Suas promessas. De forma reverente e humilde, o sábio rei se colocou na posição de servo, proferindo uma oração de teor altruísta, de um líder preocupado com o bem-estar de seu povo.

Salomão sabia, porém, que as promessas de Deus são condicionais à resposta humana: “Ó Senhor, Deus de Israel, não há Deus como Tu, nos céus e na terra, como Tu que guardas a aliança e a misericórdia a Teus servos que de todo o coração andam diante de Ti” (v.14). Há uma entrega a ser feita; uma experiência pessoal a ser vivida e compartilhada em forma de evidência de que é possível, pelo poder do Espírito Santo, andar com sinceridade na presença de Deus.

O Senhor aguarda com ardente expectativa que se repita a experiência de Enoque, de Noé, de Jó, dentre outros que viveram uma intensa e genuína intimidade com Ele. Homens e mulheres que O busquem “de todo o coração” (v.14) e que vivam para compartilhar as bênçãos da verdadeira piedade. O Deus “que falou pessoalmente a Davi” (v.4) é O mesmo que deseja falar conosco hoje. O templo era um símbolo de comunhão pessoal e coletiva, de que o Senhor Se importava com cada indivíduo, mas também com a unidade do todo.

À semelhança da oração e súplica de Salomão, nossas orações devem ser carregadas das intenções mais nobres e santas. Nossa vida deve ser uma casa ornada para a habitação do Eterno. Nosso coração deve ser lugar acessível ao Espírito Santo. O Senhor deseja nos ouvir, atender e perdoar, mas, antes, precisamos reconhecer a nossa necessidade dEle e nos submeter à Sua vontade.

Todos os dias estamos sujeitos ao pecado, “pois não há homem que não peque” (v.36). Esta condição, entretanto, não tem o poder de nos destruir se aceitarmos que o nosso Criador com Seu braço poderoso e mão estendida nos refaça a cada dia. Aquele que é “conhecedor do coração dos filhos dos homens” (v.30) aguarda com paciência a decisão da última geração e o despertar de um povo que com “toda oração e súplica” (v.29) declare ao mundo quem de fato é Deus.

É hora de volver os nossos olhos para a “eterna habitação” (v.2), para o Senhor que habita “em nuvem espessa” (v.1) e andar nesta Terra como aqueles que “manifestam estar procurando uma pátria”, que “aspiram a uma pátria superior, isto é celestial” (Hb.11:14 e 16). Acredite: após o “bom combate” (2Tm.4:7), há um lugar de repouso à nossa espera. Entrega o teu coração ao Senhor, permita que Ele te ensine o bom caminho em que deves andar e que o Seu amor te transforme, “de glória em glória, na Sua própria imagem” (2Co.3:18), e tuas orações serão ouvidas e atendidas “como prometera o Senhor” (v.10). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Crônicas6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



2CRÔNICAS 5 – Comentado por Rosana Barros
19 de outubro de 2019, 0:30
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“Puseram os sacerdotes a arca da Aliança do Senhor no seu lugar, no santuário mais interior do templo, no Santo dos Santos, debaixo das asas dos querubins” (v.7).

Terminada a edificação do templo, Salomão “pôs entre os tesouros da Casa de Deus”, “as coisas que Davi, seu pai, havia dedicado” (v.1). Então, reunindo os principais do povo, fez “subir a arca da Aliança do Senhor, da Cidade de Davi, que é Sião, para o templo” (v.2). Seguindo as orientações dadas por Deus para o transporte da arca, da tenda da congregação e dos utensílios sagrados, “os levitas sacerdotes é que os fizeram subir” (v.5). Transporte que foi acompanhado de “tão numerosos” sacrifícios, que “não se podiam contar (v.6).

Chegando ao templo, colocada a arca em seu lugar determinado, no lugar Santíssimo, saindo os sacerdotes e iniciada a ministração dos cantores e dos sacerdotes com suas trombetas, “quando em uníssono, a um tempo, tocaram as trombetas e cantaram… para louvarem o Senhor, porque Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre, então, sucedeu que a Casa, a saber, a Casa do Senhor, se encheu de uma nuvem… porque a glória do Senhor encheu a Casa de Deus” (v.13-14).

A inauguração e dedicação do templo foi precedida de ofertas voluntárias, obediência às instruções divinas, sacrifícios, engrandecimento e submissão aos mandamentos de Deus, representados pelas “duas tábuas que Moisés ali pusera” (v.10) dentro da arca, e louvor agradável a Deus. Foi nesse cenário de verdadeira adoração e genuína entrega, que o Senhor manifestou a Sua glória.

Quando Jesus veio à Terra, Ele fez tudo segundo o Pai Lhe orientou. A Sua vida iluminava o mundo com a atmosfera de Seu caráter santo e justo. Tudo o que fazia, não o fazia por vontade própria, mas movido pelo amor do Pai em cumprimento de Sua sagrada Lei. Ele era o próprio tesouro da Casa de Deus, o Filho da obediência, o sacrifício perfeito, o cumprimento da Lei, o mais sublime louvor. Ele nos precedeu para que pudéssemos ter acesso à glória do Senhor.

Como naqueles momentos solenes não havia grande ou pequeno, rico ou pobre, escravo ou livre, assim Cristo nos uniu para que “em uníssono, a um tempo” (v.13), como corpo de Cristo, louvemos ao Senhor, “porque Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre” (v.13). Sendo que Jesus “não veio para ser servido, mas para servir” (Mc.10:45), e devemos imitar-Lhe o exemplo, precisamos nos despir de nossa natureza egoísta e combater nossos gostos não santificados, buscando na verdade presente para os nossos dias toda a sabedoria e conhecimento necessários para andarmos na presença de Deus.

O relógio deste mundo já está marcando os minutos finais. Há um cenário profético em rápido andamento. Será que estamos como Jonas, fugindo da vontade de Deus, adormecidos dentro do barco do comodismo enquanto há uma terrível tempestade lá fora? Ou como Salomão e os levitas estamos prontos e preparando o Israel espiritual de Deus para a manifestação do glorioso advento de Cristo?

Jesus está agora no “santuário, que se encontra no Céu” (Ap.14:17), no Santo dos Santos, como nosso Sumo Sacerdote, prestes a concluir a Sua obra. Logo Ele virá “com as nuvens, e todo olho O verá” (Ap.1:7). Que Ele nos encontre apercebidos e como templos preparados para a glorificação. Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, templos do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Crônicas5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



2CRÔNICAS 4 – Comentado por Rosana Barros
18 de outubro de 2019, 0:30
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“Assentava-se o mar sobre doze bois; três olhavam para o norte, três, para o ocidente, três para o sul, e três para o oriente; o mar apoiava-se sobre eles, cujas partes posteriores convergiam para dentro” (v.4).

Quando estudamos sobre o santuário no livro de Êxodo, vimos a disposição de cada objeto e o significado deles. A Casa de Deus era uma tenda que era desmontada e remontada à cada peregrinação de Israel. Salomão recebeu o encargo e o privilégio de edificar um lugar fixo de adoração ao único e verdadeiro Deus.

No capítulo de hoje vários objetos são citados, como as pias, os candeeiros, as mesas, as bacias, mas o primeiro objeto descrito chama a atenção pela sua dimensão e riqueza de detalhes. O mar de fundição, sem dúvida, foi um dos objetos do templo que mais se destacava. Lembram da pia de bronze no santuário, onde os sacerdotes se lavavam? Salomão fez um “mar” para isso. Em proporções gigantescas, aquele imenso lavatório era sustentado por doze bois, tudo feito em bronze.

Calcula-se que o mar tivesse 4,4m de diâmetro e 2,2m de altura, com a capacidade de armazenar extraordinários 44 mil litros de água (CBASD, vol.2, p.830). Este suntuoso objeto fazia parte do primeiro compartimento do templo, assim como a pia fazia parte do pátio do santuário. Tinha a função de lavar os sacerdotes, simbolizando a purificação dos pecados.

Sabemos que os bois naquele período eram muito utilizados para transporte de cargas e para arar a terra. Os bois do mar de fundição foram divididos de forma que os quatro cantos da Terra fossem alcançados. Israel possuía doze tribos que eram representantes do Deus vivo. O reinado de Salomão foi uma oportunidade ímpar de destacar o papel do povo de Deus na Terra: representá-Lo.

A mensagem de salvação estava sobre seus ombros e deveria ser reconhecida em toda parte. Doze bois, doze tribos, quatro cantos da terra… estas não são ilustrações reflexivas? O ponto culminante, o último sinal antes do segundo advento de Cristo será a pregação do evangelho a todo o mundo. “Então, virá o fim” (Mt.24:14). Em cada direção devemos levar a “carga” da esperança e “arar” a Terra, semeando a Palavra de Deus. A pia, ou o mar, representam o santo batismo, mas também a nossa necessidade diária de purificação. Todos são convidados a descer às águas para remissão de seus pecados, e para do Alto receber o Espírito Santo. Assim fazendo, Deus mesmo vai nos acrescentando, dia após dia, os que vão sendo salvos (At.2:47).

O Senhor nos convida a levar a mensagem ao mundo; a proclamar o sacrifício de Cristo e Sua breve volta para que, assim como Ele morreu e ressuscitou, todos tenham a oportunidade de morrer para os seus pecados e renascer para o Reino dos Céus. O chamado de Deus não foi apenas para Israel: “Chegai-vos, nações, para ouvir, e vós, povos, escutai; ouça a terra e a sua plenitude, o mundo e tudo quanto produz” (Is.34:1). Muito em breve o mundo inteiro saberá que há um Deus que tanto o amou que enviou o Seu único Filho para salvá-lo (Jo.3:16). Então, Ele mesmo chamará os Seus: “Direi ao Norte: entrega! E ao Sul: não retenhas! Trazei Meus filhos de longe e Minhas filhas das extremidades da terra, a todos os que são chamados pelo Meu nome, e os que criei para Minha glória, e que formei, e fiz” (Is.43:6-7). A missão de Israel era a de proclamar a todas as nações que somente no Deus de Israel havia salvação. A nossa missão é a de proclamar que somente no Senhor Deus, que nos criou para a Sua glória, há salvação. Não podemos perder o foco! A igreja do Deus vivo é coluna e baluarte da verdade, lembram?

Meus amados, estamos em tempos difíceis e assustadores. A cada dia assistimos somente destruição. O que estamos fazendo para amenizar o sofrimento alheio? Realmente compreendemos, perfeitamente, a esperança que nos foi dada? Este mundo está prestes a contemplar o maior acontecimento de todos os tempos: o retorno glorioso de Cristo Jesus. E o que estamos fazendo?

É hora, e já chegou, de cada pedacinho deste mundo ser alcançado pelo evangelho eterno. Fomos criados para a glória de Deus e não para nos destruirmos uns aos outros. A obra que temos em mãos é infinitamente mais grandiosa do que o mar de fundição. Como um só povo, ergamos a única Bandeira que salva! Aceitemos o Seu chamado: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt.28:19). E Ele promete estar conosco, todos os dias, até à Sua breve volta. Vigiemos e oremos!

Bom dia, mensageiros do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Crônicas4 #RPSP

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2CRÔNICAS 3 – Comentado por Rosana Barros
17 de outubro de 2019, 0:30
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“Começou Salomão a edificar a Casa do Senhor em Jerusalém, no monte Moriá, onde o Senhor aparecera a Davi, seu pai, lugar que Davi tinha designado na eira de Ornã, o jebuseu” (v.1).

O local designado para a edificação do templo foi o cenário de dois importantes episódios na história de Israel:

1. “no monte Moriá”: Foi ali o lugar designado por Deus para Abraão oferecer seu filho Isaque em sacrifício (Gn.22:2);

2. “na eira de Ornã”: onde o Anjo do Senhor apareceu e onde Davi edificou um altar ao Senhor “e invocou o Senhor” (1Cr.21:26).

Desde o momento em que a voz de Deus foi ali ouvida por Abraão, o primeiro patriarca de Israel, eu creio que o Senhor selou o pavimento daquele lugar com a presença de anjos aguardando com expectativa o erguimento do sagrado edifício. A fé de Abraão e obediência de Isaque sacramentaram a perfeita união de fé e obras que se tornaria a essência do templo. A oferta de Davi mediante genuíno arrependimento e confissão diante de Deus prefigurou o propósito do templo: ser uma “Casa de Oração para todos os povos” (Is.56:7).

Não seria um templo religioso exclusivo para Israel, mas um convite do Criador para que todos O invocassem. Do alto lugar, a manifestação da glória do Senhor iluminava toda a Terra. E tendo o ouro como principal matéria-prima, a Casa de Deus reluzia em seu esplendor como a jóia de Israel. Não era, porém, o ouro, as pedras preciosas ou a grande quantidade de madeira que deveriam atrair os adoradores, e sim o poder da Palavra que liberta.

Fosse aquele lugar o centro de ensino das Escrituras, sob a liderança de homens tementes a Deus, e o Senhor o teria conservado como fonte a jorrar para a vida eterna. Mas a glória que era devida somente ao Senhor foi transmitida para o adornado templo, pecado que encontraria sua consequência com a destruição do templo por Nabucodonosor.

Como santuários do Espírito Santo, a pergunta é: Para quem a honra e a glória? Em uma geração de redes sociais, selfies e demasiada exposição pessoal, corremos o sério risco de confundir testemunho com orgulho próprio. Nesta trama que envolve vida ou morte eterna, precisamos, pela graça de Deus, tomar decisões acertadas e firmes. A timeline de minha vida diminui o meu “eu” e exalta a pessoa de Jesus Cristo? Ou o brilho opaco de minha própria imagem impede que a luz divina a mim disponível glorifique o Senhor? Uma coisa é certa: “Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá” (1Co.3:17).

Muito cuidado, amados! Ninguém está livre de tamanho pecado! Quando o povo de Deus estiver de mãos dadas, fechado o círculo da verdadeira piedade; quando cada um em sua esfera de atuação, dada pelo Espírito Santo, entender que o seu papel na missão deve fundir-se com o de todos os que amam a vinda do Senhor; então, o mundo reconhecerá que há na Terra um povo peculiar que não negocia princípios e que caminha numa mesma direção; “a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15).

“Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt.5:16). Vigiemos e oremos!

Bom dia, igreja do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #2Crônicas3 #RPSP

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