Reavivados por Sua Palavra


1SAMUEL 19 – Comentado por Rosana Barros
24 de junho de 2019, 0:30
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“Procurou Saul encravar a Davi na parede, porém ele se desviou do seu golpe… então, fugiu Davi e escapou” (v.10).

O capítulo de hoje deixa bem claro que Saul não estava bem espiritual e psicologicamente. O teste feito por Jônatas parecia ter provado que seu pai havia desistido de matar Davi. Mas a sua farsa logo seria descoberta. E Davi se dividia entre fugir e se esconder, e ficar na presença do rei e ajudá-lo a livrar-se do espírito maligno. Só que o último atentado de Saul contra Davi, fez com que este percebesse o sério apuro em que se encontrava. Finalmente, o rei foi bem claro em suas intenções.

Tomando conhecimento do paradeiro de Davi, Saul enviou mensageiros a Samuel e à casa dos profetas. O Senhor fez com que estes profetizassem e não cumprissem o mandado do rei. E após mais duas tentativas frustradas, o próprio Saul foi no encalço de Davi, “e o mesmo Espírito de Deus veio sobre ele, que, caminhando, profetizava até chegar à casa dos profetas, em Ramá” (v.23). Provavelmente, a profecia fosse sobre o reinado de Davi, assegurando que não importasse o que Saul tentasse fazer, não conseguiria, porque o Senhor havia separado o menor filho de Jessé para um grande propósito.

Sabem o que isto significa, amados? Que não importa se a pessoa mais influente e poderosa esteja a intentar o mal contra um escolhido de Deus, ela não terá sucesso; que quanto mais procura fazer o mal, mais frustrada ficará. O profeta Jeremias já passou por algo parecido, quando disse: “Todos os meus íntimos amigos, que aguardam de mim que eu tropece…” (Jr.20:10). Davi havia se afeiçoado a Saul em íntima amizade. Ele poderia, sendo o ungido de Deus e percebendo a malícia de Saul, tê-lo ferido assim como o fez com Golias e com tantos filisteus. Mas era sofrido para Davi pensar que o rei o odiava.

Infelizmente, os piores inimigos muitas vezes são  aqueles disfarçados de amigos. Na presença das pessoas são agradáveis e dóceis. Mas, na intimidade, mostram quem realmente são. E sabem qual foi o diferencial na vida de Davi e do profeta Jeremias? Logo após lamentar a triste perseguição, Jeremias escreveu: “Mas o Senhor está comigo como um poderoso guerreiro” (Jr.20:11). E vejamos o que diz o Salmo de Davi: “Com efeito, não é inimigo que me afronta…mas tu és homem meu igual, meu companheiro e meu íntimo amigo. Juntos andávamos… e íamos com a multidão à Casa de Deus… A sua boca era mais macia que a manteiga, porém no coração havia guerra…Tu, porém, ó Deus, os precipitará à cova profunda…eu, todavia, confiarei em Ti” (Sl.55:12-14, 21 e 23).

O Senhor conhece todos os propósitos do coração e vê muito além do que podemos imaginar. Deus sabe que “o perverso espreita ao justo e procura tirar-lhe a vida. Mas o Senhor não o deixará nas suas mãos… O Senhor os ajuda e os livra; livra-os dos ímpios e os salva, porque nEle buscam refúgio” (Sl.37:32-33, 40).

Se alguém que você considerava amigo hoje lhe maltrata, confie no Senhor. Davi confiou em Deus e agiu com prudência fugindo na hora certa. Em nenhum momento revidou o mal. Mas chega um momento em que evitar a amargura das pessoas e orar por elas é a melhor decisão a se tomar. Evite o confronto. Fuja de palavras maliciosas e atitudes conflitantes. E, se surgir oportunidade, retribua sempre o mal com o bem. “Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm.12:20-21). Vigiemos e oremos!

Bom dia, pacificadores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Samuel19 #RPSP

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1SAMUEL 18 – Comentado por Rosana Barros
23 de junho de 2019, 0:30
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“Jônatas e Davi fizeram aliança; porque Jônatas o amava como à sua própria alma” (v.3).

O capítulo de hoje traz dois extremos: a história de uma amizade verdadeira, altruísta e repleta de amor; e, por outro lado, uma amizade que tornou-se em ódio e inveja. A amizade de Jônatas para com Davi demonstra a fiel e verdadeira amizade entre pessoas que compartilham dos mesmos sentimentos. Esta amizade é uma das mais belas descritas nas páginas sagradas e a que expressa maior intensidade: “a alma de Jônatas se ligou com a de Davi” (v.1). Davi e Jônatas “fizeram aliança” (v.3). A aliança de amizade feita por eles indicava um forte vínculo que nem a morte poderia quebrar. Tanto que no capítulo nove de 2Samuel, veremos que Davi honrou sua aliança com Jônatas cuidando de seu filho aleijado.

A atitude de Jônatas em se despir tanto de sua capa, quanto de sua armadura, entregando-as a Davi, é uma provável demonstração de que, apesar de ser o sucessor do trono de Saul, ele reconheceu ser Davi o escolhido de Deus. Aonde quer que fosse, Davi “se conduzia com prudência” e era “benquisto de todo o povo” (v.5). E isto incomodava Jônatas? Muito pelo contrário; isto o alegrava. Porque as conquistas de Davi eram suas conquistas. Sobre esta atitude Paulo escreveu: “Alegrai-vos com os que se alegram” (Rm.12:15). Não havia hipocrisia entre eles, somente amor fraternal e honra. O amor genuíno é assim. Nós nos despimos do que temos para atender a um amigo. Não nos importamos em ver o outro crescer mais. Porque o verdadeiro amor “não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus próprios interesses, não se exaspera, não se ressente do mal” (1Co.13:4-5).

Na amizade entre Jônatas e Davi não havia espaço para inveja, fofoca, intriga, desconfiança, medo. Entretanto, foi isso o que aconteceu com a ‘amizade’ de Saul para com Davi. A partir do momento em que o seu tocador de harpa passou a guerreiro vitorioso, caiu a máscara de Saul. A amizade transformou-se em contínua inimizade e o amor, em medo e inveja. Davi foi louvado por suas vitórias, então, “daquele dia em diante, Saul não via a Davi com bons olhos” (v.9). E sabem o que acontece com pessoas que escolhem esse tipo de atitude? A Bíblia nos responde: “um espírito maligno, da parte de Deus, se apossou de Saul” (v.10). Permitir que a inveja tome conta de si, resulta na mesma atitude que expulsou Lúcifer do Céu. E isto é muito sério, amados!

Quem você tem sido hoje? Saul ou Davi? A inveja e o ódio causado pela inveja, faz com que o indivíduo só tenha dardos inflamados para oferecer. E o outro resultado da inveja de Saul foi o medo. “Saul temia a Davi, porque o Senhor era com ele” (v.12). Na verdade, Saul nunca amou a Davi de verdade e nunca foi seu amigo. Pois “no amor não existe medo” (1Jo.4:18). Saul via a mão de Deus sobre Davi e tinha medo, porque, por mais que negasse e assumisse uma postura de ungido do Senhor, em seu coração sabia que não o era mais. Hoje você pode estar sendo perseguidor ou perseguido. Se perseguidor, Deus te chama hoje a uma mudança antes que seja tarde. Se perseguido, o Senhor te convida a nEle descansar e meditar na atitude de Davi, pois “todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12).

O estudo de hoje foi como um bálsamo para mim, espero que seja para você também. Vigiemos e oremos!

Feliz semana, filhos da luz!

Rosana Garcia Barros

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1SAMUEL 17 – Comentado por Rosana Barros
22 de junho de 2019, 0:30
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“Davi, porém, disse ao filisteu: Tu vens contra mim com espada, e com lança, e com escudo; eu, porém, vou contra ti em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel, a Quem tens afrontado” (v.45).

Israel vivia em estado de guerra contra os filisteus. Já não bastasse esta constante pressão, surgiu dentre os filisteus uma arma secreta que, revelado diante dos oponentes, causou grande espanto e alvoroço. Aquela gigantesca máquina humana e o seu desafio fez Saul perceber que estava diante de uma batalha vencida. Era só uma questão de tempo para que o exército dos filisteus avançasse e tornasse aquele vale o símbolo de sua vitória.

Por quarenta dias, Israel ouvia os insultos de Golias e a zombaria dos inimigos diante da covardia que os abatia e os debilitava. Mas a bondade e a misericórdia do Senhor não permitiria que a insensatez e a dura cerviz de Saul eliminasse da Terra o povo que elegera como ascendência do verdadeiro Rei. Davi não foi ungido apenas para ocupar o lugar do primeiro monarca de Israel, mas para erguer na terra um monumento ao verdadeiro Deus que jamais seria esquecido. Desprezado por seus irmãos e ignorado por seu povo, sua vitoriosa atuação ilustrava a vida Daquele que seria conhecido como Filho de Davi.

Até ali, diante de Saul, Davi era apenas o tocador de harpa que acalmava os seus sentidos. Mas tendo visto o cumprimento de sua fama, “forte e valente, homem de guerra” (1Sm.16:18), sua curiosidade foi aguçada: “Pergunta, pois, de quem é filho este jovem” (v.56). Na vitória de Davi sobre Golias “no vale de Elá” (v.2) posso ouvir no tangir da harpa: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque Tu estás comigo” (Sl.23:4).

Saul tentou vestir Davi de sua armadura e enviá-lo à batalha com suas armas falíveis. Mas “Davi tirou aquilo de sobre si” (v.39) e foi à peleja vestido com os trajes que lhe ensinaram as mais preciosas lições de confiança, coragem e obediência. Não há figura que de forma mais fiel represente a Deus diante do Seu povo do que a figura de um pastor. Ao cuidar das necessidades básicas das ovelhas, ao conduzi-las em segurança e em não deixá-las à própria sorte mesmo pondo em risco a própria vida, Davi adquiriu força moral e espiritual que nem cinco gigantes poderiam abalar (v.40).

Amados, um dia, Jesus enfrentou o maior dos gigantes por cada um de nós: a morte. Não fosse o Seu sacrifício, o vale da sombra da morte seria o nosso fim. Todavia, Ele “se levantou de madrugada”, “deixou as ovelhas” aos cuidados do Senhor, “e partiu”, como Deus “lhe ordenara; e chegou” (v.20) a esta terra envolta em um grande conflito. E diante de um povo incrédulo, Sua missão foi questionada: “Por que desceste aqui?” (v.28). Mas como o nosso bom Pastor, “Tomou o seu cajado na mão” (v.40) e, com fé e oração, não desistiu de provar a todo o mundo “que o Senhor salva” (v.47).

Muito em breve, o inimigo cairá derrotado “com o rosto em terra” (v.49), e Jesus esmagará a sua cabeça de uma vez por todas (Gn.3:15). O herói dos filisteus foi morto para não mais viver. O nosso Herói foi morto, mas venceu a morte para que tenhamos vida e vida “em abundância” (Jo.10:10). Permita que o Cristo ressuscitado seja o Pastor de sua vida e, certamente, Ele estará com você no vale deste mundo escuro até que Ele lhe leve para habitar “na Casa do Senhor para todo o sempre” (Sl.23:6).

Feliz sábado, ovelhinhas de Jesus!

Rosana Garcia Barros

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1SAMUEL 16 – Comentado por Rosana Barros
21 de junho de 2019, 0:30
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“Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (v.7).

Após a rejeição dramática do reinado de Saul e da terrível execução do rei amalequita, Samuel estava perplexo com os últimos acontecimentos e com o descontrole daquele que outrora era guiado pelo Espírito Santo. Aos poucos, Saul permitiu que sentimentos e desejos falassem mais alto do que a voz de Deus, até selar de uma vez por todas a sua triste escolha. Diante disso, Saul não poderia mais reinar sobre Israel, e Samuel foi enviado a Belém a fim de ungir um homem segundo o coração de Deus (1Sm.13:14).

Ao contrário do procedimento de Saul, “Fez, pois, Samuel o que dissera o Senhor” (v.4). Ao chegar em Belém, logo foi recepcionado por um grupo de anciãos em pânico por sua visita surpresa. Samuel possuía tamanha autoridade espiritual, que sua presença infundia terror aos impenitentes. Com a justificativa de estar ali “para sacrificar ao Senhor” (v.2), a sua declaração de paz foi seguida por um momento de santificação dos anciãos, de Jessé e de seus filhos.

Na companhia de seus sete filhos, Jessé iniciou o desfile de belos homens, a começar pelo mais velho, o que aparentemente mais se assemelhava a Saul. Pensando estar diante do futuro rei, Samuel teve sua concepção interrompida pelo princípio que rege a eleição divina: “O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração” (v.7). E o mais jovem e preterido entre os irmãos foi indicado pelo próprio Deus com as palavras: “este é ele” (v.12).

O livre arbítrio é a chave de acesso ou de restrição à atuação divina. Pela desobediência às ordens de Deus, Saul se tornou mais e mais obstinado. A sua perda maior não foi o trono de Israel, mas em ter destronado o Senhor de seu coração, de forma que “um espírito maligno o atormentava” (v.14). O seu lenitivo seria justamente aquele que ocuparia a sua função e Saul “amou muito” a Davi “e o fez seu escudeiro” (v.21).

A genuína conversão não é obra de um momento, mas deve ser confirmada pela santificação diária. O crescimento na graça de Cristo consiste em seguir os Seus passos, buscando uma vida de integridade diante do Senhor e diante dos homens. Enquanto a fama de Saul era de um rei atormentado, Davi era conhecido como: “que sabe tocar e é forte e valente, homem de guerra, sisudo em palavras e de boa aparência; e o Senhor é com ele” (v.18).

Deus nos chama para sermos Seus fiéis representantes. Mas antes da obra exterior, deve haver uma mudança interior. Primeiro vem o reavivamento, depois a reforma. Quando esta ordem não é seguida, não há crescimento espiritual e corremos o sério risco de apenas aparentar um cristianismo que não tem essência. Mais do que os olhos humanos podem enxergar, seja a nossa vida um vaso escolhido para a glória de Deus, de modo que, pela fé, ouçamos as palavras de aprovação divina a nos dizer: “este é ele” (v.12). Para tanto, vigiemos e oremos!

Bom dia, vasos de bênçãos!

Rosana Garcia Barros

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1SAMUEL 15 – Comentado por Rosana Barros
20 de junho de 2019, 0:30
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“…Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros” (v.22).

A ordem dada por Deus a Saul, por intermédio do profeta Samuel, foi a de matar todos os amalequitas. No livro do profeta Jonas, veremos ali a luta do Senhor para salvar toda uma cidade ímpia, que há muitos anos perseguia e oprimia o Seu povo. Ainda assim, Deus os livrou da destruição, porque enxergou além do que Jonas podia ver. Enxergou corações dispostos ao arrependimento. “Mas, se o perverso se converter de todos os pecados que cometeu, e guardar todos os Meus estatutos, e fizer o que é reto e justo, certamente, viverá; não será morto” (Ez.18:21). Com certeza, todo o tempo em que os amalequitas ficaram sem receber o juízo de Deus, foi tempo de graça e de misericórdia para arrependimento. O que, diferente do povo de Nínive, não aconteceu.

Saul, porém, preservou a vida do rei dos amalequitas como um troféu de sua conquista. Além disso, tomou do melhor de ovelhas, bois e cordeiros daquele povo, descumprindo as ordens do Senhor. Samuel muito sofreu por Saul, pois Deus o rejeitou como Seu ungido. Em atitude de desespero, Saul agarrou-se às vestes de Samuel e lhe rasgou um pedaço do manto. Desta mesma forma, seu reino seria rasgado e dado a outro. E a Bíblia diz que “o Senhor se arrependeu de haver constituído Saul rei sobre Israel” (v.35).

Saul insistia em fazer as coisas seguindo os caprichos de seu coração. Deixando de temer a Deus, declarou a causa de seu pecado: “porque temi o povo e dei ouvidos à sua voz” (v.24). Realizar obras como para o Senhor, passando por cima do “Assim diz o Senhor” (v.2), é fazer o que Saul fez: entristecer a Deus. Deus “não é homem, para que se arrependa” (v.29). O arrependimento de Deus de ter feito Saul rei sobre Israel, se trata de uma profunda tristeza. Assim como Samuel, Deus teve pena, Se compadeceu de Saul, pois este havia se rebelado contra Ele e sua obstinação o dominava.

O nosso coração é terreno tão perigoso, que a respeito dele está escrito: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?” (Jr.17:9). Saul fechou o seu coração para Deus e o escancarou para o povo. Sua obstinação tornou-se seu objeto de culto. A sua adoração parecia ao Senhor, quando na verdade não passava de um culto ao próprio eu. Reconhecimento e aplausos eram os deuses de Saul. Por mais que a sua atitude pareça sincera no verso 24, acabou sendo desmascarada no verso 30: “Pequei; honra-me, porém, agora, diante dos anciãos do meu povo e diante de Israel”. Ou seja, “– Tudo bem Samuel, eu pequei, mas fica aqui entre nós. Tão somente me siga e faça de conta que aprova tudo o que eu faço, para que todos vejam que ainda estou no controle da situação”.

Se a obediência não fosse algo tão sério, o pecado não haveria entrado no mundo. Enquanto não entendermos que é uma questão de vida ou morte, continuaremos vivendo em nosso mundinho “desesperadamente corrupto”. Obedecer é melhor do que sacrificar não se refere a uma obediência cega, mas a uma adoração genuína e eficaz. Meus irmãos, Deus não nos impõe a obediência, mas tem nos mostrado que ela é uma prova de amor. Cristo foi “obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8), e tudo em Sua vida foi em obediência ao que sobre Ele estava escrito. Todas as profecias se cumpriram em Cristo. Jesus obedeceu, e Seu sacrifício tornou-se o maior ato de amor. Lembremos de Maria Madalena, que escolheu estar no melhor lugar do mundo, enquanto Marta corria de um lado para o outro para servir a todos com maestria (Lc.10:38-42). Contudo, antes de servir vem o ouvir, senão cairemos no mesmo erro de Saul.

Como a obediência de Cristo O levou a maior prova de amor para com a humanidade, a maior prova de amor da humanidade para com Deus é a obediência. Façamos como o salmista: “Guardo no coração as Tuas palavras, para não pecar contra Ti” (Sl.119:11). Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhos obedientes!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Samuel15 #RPSP

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1SAMUEL 14 – Comentado por Rosana Barros
19 de junho de 2019, 0:30
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“Disse, pois, Jônatas ao seu escudeiro: Vem, passemos à guarnição destes incircuncisos; porventura, o Senhor nos ajudará nisto, porque para o Senhor nenhum impedimento há de livrar com muitos ou com poucos” (v.6).


O relato de hoje envolve pai e filho. Enquanto Saul permanecia parado com seiscentos soldados, Jônatas formou uma “dupla missionária”. Somente ele e seu fiel escudeiro avançaram em direção às tropas inimigas. A fé que movia o coração de Jônatas encorajou o seu companheiro. O encorajamento deu certo e ambos seguiram, confiantes na guia divina. O sinal da vitória lhes foi dado por Deus, e, com bravura e engenhosidade, surpreenderam aquela primeira guarnição de filisteus de modo que “até a terra se estremeceu” (v.15). Deus agiu tão poderosamente naquele episódio, que todos sentiram o impacto do “terror de Deus” (v.15).

Saul ficou tão desorientado, que dava ordens e depois as desfazia. Houve um verdadeiro tumulto e até o povo que havia se escondido começou a sair e também perseguir “de perto na peleja” (v.22). Agora, imaginem passar por tamanha aflição e desgaste físico e ter que ficar em jejum. Na verdade não era um jejum, e sim mais uma ordem sem cabimento de Saul. Um juramento de que ninguém comeria nada o dia inteiro. Só que “o povo se achava exausto em extremo” (v.31). Primeiro, Jônatas, desconhecendo o juramento feito pelo pai, comeu mel. E, logo após, tamanha era a fome do povo que tomaram do despojo ovelhas, bois e bezerros, os mataram no chão “e os comeram com sangue” (v.32), como se fossem animais selvagens. Que cena horrível deve ter sido aquela! Resultado do juramento insensato de seu líder.

Diante daquela vitória sobre os filisteus, Saul traçou um novo plano de guerra. Só que desta vez o sacerdote se antecipou e convenceu Saul a consultar o Senhor. Mas “aquele dia Deus não lhe respondeu” (v.37). Concluindo que o silêncio de Deus era resultado do pecado de alguém, resolveu lançar a sorte sobre o povo. O fato de Jônatas ter comido mel descumprindo o juramento de seu pai lhe custaria a vida, não fosse pela intercessão do povo, ao reconhecer que “foi com Deus” (v.45) que Jônatas saiu à peleja. Na tentativa de mostrar ser um grande líder, Saul esqueceu do supremo Líder. Jejuns, sacrifícios e disciplina faziam parte do contexto religioso, mas foram utilizados para fins equivocados.

Corremos o risco, amados, de estarmos tão absorvidos pelas responsabilidades que nos esqueçamos do principal: glorificar a Deus (1Co.10:31). E sobre isto Paulo escreveu: “Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo” (Gl.1:10). Muitos têm confundido missão com marketing, apresentando ao mundo uma mensagem que pode se adequar de acordo com os gostos e preferências pessoais. Querem ser testemunhas de Jesus na bonança e popularidade do sermão do monte, enquanto rejeitam compartilhar dos sofrimentos da via dolorosa.

Deus nos chama para vivermos a Sua vontade e sermos bênção para o mundo, mas sempre em conformidade com os sagrados princípios de Sua Palavra. Pela graça de Deus, procure honrá-Lo neste dia, então, “Tão certo como vive o Senhor, não lhe há de cair no chão um só cabelo da cabeça! Pois foi com Deus que fez isso, hoje” (v.45). Vigiemos e oremos!

Bom dia, vasos de bênçãos!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Samuel14 #RPSP

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1SAMUEL 13 – Comentado por Rosana Barros
18 de junho de 2019, 0:30
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“Agora, descerão os filisteus contra mim a Gilgal, e ainda não obtive a benevolência do Senhor; e, forçado pelas circunstâncias, ofereci holocausto” (v.12).


Era o início do segundo ano do reinado de Saul, e, desesperado pela dispersão do povo e pela demora de Samuel, decidiu agir por conta própria. Mesmo sendo rei, não tinha autoridade sacerdotal para oferecer holocaustos. Saul agiu por impulso. E, ao invés de reconhecer a sua falta, culpou as circunstâncias. Assim como seu pequeno exército, sua compreensão acerca da vontade de Deus foi ficando cada vez menor. Ali, demonstrou que não se manteria fiel a Deus, mas agiria conforme a pressão do povo e segundo as motivações de seu enganoso coração. Ali, o profeta também proferiu a sentença divina: “Já agora não subsistirá o teu reino. O Senhor buscou para Si um homem que Lhe agrada e já lhe ordenou que seja príncipe sobre o Seu povo, porquanto não guardaste o que o Senhor te ordenou” (v.14).

Diante da ameaça dos filisteus, os filhos de Israel se viram como ratos perante serpentes. Esqueceram-se rapidamente de todos os livramentos que o Senhor lhes tinha dado. Iniciaram uma dispersão sem precedentes causada pelo medo. Contudo, havia um rei. Um rei que por sua beleza e estatura causava admiração e respeito. Onde estava esse belo libertador? Estava ao lado do povo, igualmente aterrorizado. Quem era aquele homem imponente agora? Um dos “ratos” de Israel. Estou sendo muito severa com Saul? Afinal, não faço ideia do que seja estar frente a frente com um exército irado e, tendo a meu favor apenas uns poucos que não fugiram. Na verdade, tanto a atitude do povo, quanto a de Saul, não estão longe de nossa realidade. Costumamos transformar problemas em monstros e agir movidos por nossos temores, do que entregar nossos problemas ao Deus que é infinitamente maior do que eles e confiar que Ele agirá em nosso favor. Parece que é mais cômodo nos esconder e disfarçar nossas desculpas com o peso das circunstâncias.

Foi exatamente isso que Saul fez. Não lhe cabia oferecer sacrifícios, e sim confiar de que o Senhor pelejaria por Israel não importasse a quantidade de guerreiros que o acompanhassem. Porque, quanto menos recursos humanos, maiores são os recursos divinos!

Precisamos, como Paulo, reconhecer as nossas limitações. “Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte” (2Co.12:10). Deus deixa que façamos o que está ao nosso alcance fazer, mas o que foge do nosso controle, só Ele pode realizar, pois “devíeis dizer: Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo” (Tg.4:15). Viver de acordo com a vontade de Deus requer renúncia do “eu” e confiança em Seu poder para vencer, porque sem Ele nada podemos fazer (Jo.15:5). A desculpa de Saul, que se disse “forçado pelas circunstâncias” (v.12) tem sido frequente desde a criação do mundo. Adão culpou a Eva. Eva culpou a serpente. Moisés culpou a sua língua pesada. Arão culpou a impaciência do povo no Sinai. E nós? Sempre temos desculpas para a desobediência. Saul buscou o benefício de Deus da forma errada e sabia disso. “Aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando” (Tg.4:17). Seu coração o acusava, e a única saída era uma desculpa esfarrapada.

E o que dizer do povo, que se escondia como insetos na terra? “Está perto o grande Dia do Senhor; está perto, e muito se apressa. Atenção!” (Sf.1:14). E somente os covardes entrarão nas rochas e se esconderão nas cavernas, “ante o terror do Senhor e a glória da Sua Majestade” (Is.2:10). “Meter-se-ão pelas fendas das rochas e pelas cavernas das penhas” (Is.2:21). Porém, “dizei aos justos que bem lhes irá; porque comerão do fruto das suas ações” (Is.3:10). A única Rocha na qual importa que nos escondamos nos diz, hoje: “Há outro Deus além de Mim? Não, não há outra Rocha que Eu conheça” (Is.44:8). Que nossa vida esteja sobre esta Rocha, que é Cristo, e jamais sucumbiremos. Não invente desculpas para errar, confie no Senhor que por você lutará. Vigiemos e oremos!

Bom dia, firmados sobre a Rocha!

Desafio da semana: No verso quatro do capítulo de hoje, vimos que Saul tomou para si os louros da vitória de seu filho Jônatas. Um exemplo digno de ser repudiado! Esta semana separe um dia para fazer uma surpresa a seu(s) filho(s), quem sabe um passeio diferente ou um jantar especial, demonstrando gratidão pelos momentos felizes que ele(s) têm lhe proporcionado.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Samuel13 #RPSP

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