Reavivados por Sua Palavra


SALMO 122 – Comentado por Rosana Barros
3 de junho de 2020, 0:45
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“Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor” (v.1).

Jerusalém era o centro político e religioso do povo de Israel. Era o orgulho da nação e onde estava localizado o templo. Além disso, nas festividades religiosas, reunia todos os judeus de todos os lugares, “as tribos do Senhor… para renderem graças ao Senhor” (v.4). Era um lugar que deveria promover a paz (v.6) e o amor fraternal (v.8). Da mesma sorte, hoje, o Senhor tem um povo para chamar de Seu, “o Israel de Deus” (Gl.6:16), cujo propósito continua sendo o mesmo: Um povo que é fiel aos mandamentos do Senhor porque O ama e porque ama o próximo; que, por preceito e por exemplo, ande “como convém a Israel” (v.4).

A Casa do Senhor deve ser um lugar onde a alegria, o amor e a paz promovam uma atmosfera celestial; onde reine a comunhão com Deus e uns para com os outros. Uma escola de candidatos à cidadania da Nova Jerusalém. Um lugar onde os diferentes unem-se num só propósito: render graças ao Senhor. Não importa o tamanho, o formato ou os recursos. A igreja de Deus é aquela que, mesmo embaixo de uma árvore, transforma aquele espaço em lugar de adoração. E ainda que de portas fechadas, dê ao mundo a prova de que a igreja do Deus vivo é aquela que não tem paredes.

Você tem orado pela paz de sua comunidade cristã? Davi orava por amor de seus irmãos e amigos (v.8). Temos feito o mesmo? Somos todos discípulos de Cristo, dispostos a aprender aos pés do Mestre? Precisamos lembrar que Deus é o Senhor da diversidade. A criação revela esta importante lição em sua riqueza e variedade. Nas flores, nos frutos, nas plantas e nas diferentes espécies de animais podemos contemplar a criatividade do Senhor e Sua infinita sabedoria em criar as espécies dependentes umas das outras. Assim também Ele nos fez diferentes e dependentes uns dos outros. Fomos criados para o relacionamento com o Criador e com os nossos semelhantes. Como Deus te criou como um ser único, Ele também deseja te usar de forma única como um promotor de Sua paz, como parte de Sua igreja na Terra.

Lembrem-se que Deus chamou doze tribos de Israel a partir de doze pessoas diferentes. Jesus chamou doze discípulos, doze personalidades distintas. No entanto, os reuniu com um só propósito: juntos, serem um com Ele. Ele orou por isso (Jo.17:20-21). Somos chamados para uma obra única e de consequências eternas, e não podemos esquecer que esta obra não é para a salvação apenas de um grupo exclusivo. Deus não chamou os doze filhos de Israel e os doze discípulos para a salvação apenas deles mesmos, mas para que fossem Seus instrumentos na Terra a fim de proclamar ao mundo as boas-novas da salvação.

Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt.28:19). Eis a verdadeira mensagem de amor e de paz que o mundo precisa. Eis a obra que Deus confiou à Sua igreja como obra decisiva para o mundo, “então, virá o fim” (Mt.24:14). Mas eis a pergunta do Senhor à Sua igreja, hoje: “A quem enviarei, e quem há de ir por Nós?” Oxalá que a nossa resposta seja tal qual a do profeta Isaías: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Is.6:8). Que sejamos, de fato, “a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15), declarando ao mundo a última verdade presente. E, muito em breve, subiremos juntos, com grande alegria, à Casa do Pai. Vigiemos e oremos!

Bom dia, igreja do Deus vivo!

* Deixe nos comentários o seu pedido de oração. #EuOroPorVocê

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo122 #RPSP

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SALMO 121 – Comentado por Rosana Barros
2 de junho de 2020, 0:45
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“O Senhor guardará a tua saída e a tua entrada, desde agora e para sempre” (v.8).

Geralmente, nos lugares em que vamos há uma entrada e uma saída, e a porta de acesso também é aquela pela qual podemos sair. Contudo, nem sempre entramos e saímos da mesma forma. Podemos entrar em um lugar com o coração partido e sair de lá com o ânimo renovado; ou felizes e sair decepcionados. Nunca sabemos o que nos espera. Acontece que a promessa do Senhor para os Seus filhos é de vigilância 24h. Ele não promete que as coisas sempre aconteçam da forma que esperamos, mas que até os momentos ruins podem se tornar em preciosas lições para o nosso crescimento como cristãos.

Ouvi, certa vez, que um coração não é inteiro até que seja partido. Pare e pense neste momento: Em quais situações você reconheceu que o seu socorro só pode vir de Deus? Nos piores momentos de sua vida, não é mesmo? É certo que não nos agrada sofrer, e que Deus não nos criou para o sofrimento. Mas assim como a dor física é um alerta para o corpo, as provações são os alertas da alma, pois “a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg.1:3). Precisamos nos colocar todos os dias sob os cuidados dAquele que é “Santo, o Verdadeiro, Aquele que tem a chave de Davi, que abre, e ninguém fechará, e que fecha, e ninguém abrirá” (Ap.3:7).

Apesar da autoria desconhecida, muitos estudiosos da Bíblia acreditam que este Salmo foi escrito por Davi, quando este fugia de Saul após a morte de Samuel. Davi realmente estava em um grande apuro e precisava analisar bem por onde entrar e por onde sair. Muitas vezes sentia-se encurralado. Noite e dia (v.6) recebia provas suficientes de que Deus o guardava e o livrava da ira de seu algoz. Em cavernas, montes e vales, ele já havia passado por todos os possíveis esconderijos naturais disponíveis naquela paisagem, mas nenhum deles compreendia a magnitude dAquele em quem Davi se abrigava.

Amados, eu não faço ideia de seu sofrimento atual. Eu só conheço a minha própria dor. Estamos vivendo dias onde muitas famílias estão sofrendo a dor esmagadora do luto. Onde muitos estão nos hospitais entre a vida e a morte sem nem sequer poder ver o rosto de seus queridos. Dias em que nossas emoções refletem o impacto do confinamento e do medo do contágio. Mas por mais intensa que seja a angústia dos Seus filhinhos, o Pai do Céu não descansa enquanto não a transforma em alegria. “[Desde] agora e para sempre” (v.8), há um Vigia que não descansará até que nos leve para o Seu porto seguro.

Não permita que os reveses desta vida desviem o seu olhar do Único que pode lhe socorrer. Confie de “que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito” (Rm.8:28). O Senhor “que fez o céu e a terra” (v.2), é o mesmo que voltará para buscar aqueles cujas provações produziram perseverança: “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). “Aquele… que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Vigiemos e oremos!

Bom dia, perseverantes do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo121 #RPSP

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SALMO 120 – Comentado por Rosana Barros
1 de junho de 2020, 0:45
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“Senhor, livra-me dos lábios mentirosos, da língua enganadora” (v.2).

Como uma das características do fruto do Espírito (Gl.5:22), a paz exige de nós um comportamento inesperado. Surpreender o inimigo com um bem imerecido é ser um promotor da paz, um seguidor de Cristo. Devolver escárnio com brandura e violência com bondade é surreal e estranho à nossa natureza. Não é fácil, mas pelo poder do Espírito, é possível.

Como promover a paz quando “teimam pela guerra” (v.7)? A resposta está em um dos remédios naturais que o Senhor nos deixou: a confiança em Deus. O salmista sabia a quem buscar quando as más línguas o angustiavam. Ele confiava nAquele que o ouvia: “Na minha angústia, clamo ao Senhor, e Ele me ouve” (v.1).

Os conselhos dados pelo apóstolo dos gentios nos versos a seguir, nos concede um vislumbre do que Deus espera que Seus filhos pratiquem: “Não torneis a ninguém mal por mal… se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens… vence o mal com o bem” (Rm.12:17, 18 e 21).

Vitória. Este é o resultado de ser um agente da paz. Não há sensação melhor do que a de quebrar a maldição com bênção. É tornar-se participante do “gostinho” da vitória que não foi conquistada por nós. Cristo é o doador de toda a paz: “Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração e nem se atemorize” (Jo.14:27).

Não pode haver paz para aqueles que permitem ser dominados pela língua, pois ela “é mal incontido, carregado de veneno mortífero” (Tg.3:8). Pelo uso da língua como maldição, somos condenados por seu envenenamento fatal. Usando-a contra outros, estamos cometendo um suicídio espiritual e selando o nosso destino eterno.

Em tempos decisivos, em contagem regressiva para a nossa eterna redenção, clamemos ao Senhor para que toque os nossos lábios com “uma brasa viva” de Seu altar (Is.6:6-7). Se desejamos ser chamados filhos de Deus, a paz deve ser manifestada em nossa vida: “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus” (Mt.5:9). Que você e eu sejamos mensageiros da paz de Cristo. Que esta santa virtude aumente a nossa confiança em Deus. Que as nossas palavras e atitudes declarem diariamente: “Sou pela paz” (v.7). Vigiemos e oremos!

Bom dia, pacificadores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo120 #RPSP

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SALMO 119 – Comentado por Rosana Barros
31 de maio de 2020, 0:45
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“Lâmpada para os meus pés é a Tua Palavra e, luz para os meus caminhos” (v.105).

Porque devo obedecer à Lei de Deus? Os dez mandamentos dados por Deus a Moisés no Sinai ainda são válidos? Só os judeus devem guardar os mandamentos? Jesus substituiu o decálogo por mandamentos novos? Ele aboliu os mandamentos de Seu Pai na cruz? O Senhor não ignora tais perguntas, pelo contrário, Ele deseja responder a cada uma e aponta para a Sua Palavra como a fonte das descobertas para o indagador. Na verdade, o Criador é o maior especialista quando se trata de abordagem interrogativa. O supremo Professor sabe bem como instigar Seus alunos a tomar decisões de forma racional.

Escrito em acróstico e separado por parágrafos iniciados com as letras sucessivas do alfabeto hebraico, o maior Salmo e maior capítulo da Bíblia, poderia, por si só, responder a todas aquelas perguntas. A sua extensão, ordem e excelência linguística indica o grau de importância de seu conteúdo. A Palavra, a Lei, os preceitos, os estatutos, os juízos, os mandamentos, são apresentados como uma salvaguarda, e não como uma arbitrária imposição. Cheio de amor, intrepidez e certeza, o salmista expôs uma sequência de características empregadas à Lei do Senhor como um manancial inesgotável de bênçãos e de regozijo.

Em cada versículo há a beleza de quem descobriu a verdadeira felicidade; de quem percebeu que a vida não faz sentido se não for vivida nos moldes dAquele que o criou. Que o pecado, que “é a transgressão da Lei” (1Jo.3:4), era justamente o motivo pelo qual o Messias desceria à Terra para morrer em nosso lugar. Em cada sentença, seu coração clamava pelo auxílio e ensino do Único capaz de ordenar a sua vida e torná-la um testemunho das benesses da obediência. Reconhecendo a sua dependência de Deus, foi um instrumento inspirado na revelação do caráter divino, na obra de indicar “a vereda dos… mandamentos” (v.35) em que Cristo andaria com perfeição.

A Lei dada a Israel no Sinai não fazia dela uma lei restrita da nação, mas fazia da nação responsável por anunciá-la ao mundo. Em seu escopo está contido o desejo de Deus de preparar um povo para o Céu, fundamentado na “palavra da verdade” (v.43). Um povo que não se envergonhe de falar o que é direito e justo, ainda que sua conduta seja o único “discurso” que possa manifestar. Que não tenha orgulho de si mesmo, mas em conhecer ao Senhor pela poderosa influência de uma vida perfeitamente habilitada “para toda boa obra” (2Tm.3:17). Em Jesus, podemos obter o necessário preparo para a vida futura. Em Sua obediência e fidelidade, a lição primordial de que devemos guardar os preceitos do Senhor “de todo o coração” (v.69): “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10).

Em Sua infinita graça e bondade, o Senhor prometeu bênçãos incontáveis aos “filhos da obediência” (1Pe.1:14). Suas promessas são mais valiosas “do que milhares de ouro ou de prata” (v.72) e a fidelidade delas “estende-se de geração em geração”, desde a fundação da Terra (v.90). Com propriedade, o sábio Salomão chegou à seguinte conclusão: “Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; pois este é o dever de todo homem” (Ec.12:13). Mas o Senhor transforma o dever em prazer (v.47), e nos oferece generosamente as dádivas celestiais. E até mesmo na aflição, instrui e aperfeiçoa os que O temem.

Amados, ainda vivemos neste mundo de injustiça e aflição, vulneráveis à maldade predominante. Quando Jesus esteve aqui, também viveu esta realidade, mas, apegado e confiante no poder do alto, em Sua humanidade provou ser possível viver “a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2). Dando ênfase a todos os mandamentos através de uma síntese inteligente do que seja o cumprimento da Lei (Mt.22:36-40), foi o único Homem a deixar registro de uma vida sem pecado. Por meio dEle, porém, somos motivados a experimentar o “legado perpétuo” dos testemunhos divinos que “constituem o prazer do coração” (v.111), e sermos fiéis “até ao fim” (v.112), por Seus méritos eternos.

Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a Tua lei está sendo violada” (v.126). Não há outro meio, senão a desobediência, em que Satanás atue com fremente esforço a fim de “roubar, matar e destruir” (Jo.10:10). É em lançar por terra a Lei de Deus, que o inimigo das almas avança em seu plano de ação contra a humanidade. Foi para refutar o enganador e proteger os Seus santos, que Cristo aclarou a verdade que os ministros do maligno tentam deturpar: “Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra” (Mt.5:18). Mediante os últimos sonidos da terceira mensagem angélica, que façamos parte daqueles que, pela obediência, serão “o fruto do penoso trabalho” de Cristo Jesus (Is.53:11): “os que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé em Jesus” (Ap.14:12). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, os que amam a Lei do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo119 #RPSP

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SALMO 118 – Comentado por Rosana Barros
30 de maio de 2020, 0:45
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“Digam, pois, os que temem ao Senhor: Sim, a Sua misericórdia dura para sempre” (v.4).

Com a entrada do pecado no mundo, foi-nos dada a necessária provisão para sairmos vitoriosos do conflito hostil. Diante da expectativa de colher de imediato a consequência inevitável da desobediência, Adão e Eva receberam a prova de que o Senhor “é bom” e de que “a Sua misericórdia dura para sempre” (v.1). Escondidos dAquele que julgaram os açoitaria mediante severo castigo, foram surpreendidos pelo Amor que os vestiu e, fitando o inimigo que os enganou, lhes proveu plano de resgate: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu Lhe ferirás o calcanhar” (Gn.3:15).

Desde então, cada geração dos “que temem ao Senhor” (v.4) aguardava a concretização do perfeito plano da salvação. E Ele veio! Nascido de uma virgem, anunciado entre os simples da Terra, louvado pelos anjos: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na Terra entre os homens, a quem Ele quer bem” (Lc.2:14). Jesus veio, trazendo Consigo todo o amor e a bondade do Céu para com a raça caída. Seu coração, cheio de compaixão, era machucado diante da miséria humana, mas transbordava de alegria ao estender as mãos para ensinar, curar e salvar. Mesmo os casos mais graves eram para Ele objeto de Sua terna misericórdia. O mundo estava diante da única porta de acesso ao Céu.

Esta é a porta do Senhor” (v.20): Jesus Cristo. Ao declarar: “Eu sou a porta” (Jo.10:9), deu-nos a mesma esperança que no Éden concedeu a nossos primeiros pais; o mesmo Caminho, a mesma Verdade e a mesma Vida (Jo.14:6). O nosso Salvador é a porta da salvação e “por ela entrarão os justos” (v.20). “A pedra que os construtores rejeitaram, essa veio a ser a principal pedra, angular; isto procede do Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos” (v.23). “Oh! Salva-nos, Senhor, nós Te pedimos” (v.25)! Que entremos por Tuas “portas da justiça” (v.19) com ações de graças, revelando-Te em nossa vida!

Aproxima-se o dia de nosso resgate; “regozijemo-nos e alegremo-nos nele” (v.24)! “Vem o nosso Deus e não guarda silêncio” (Sl.50:3). Ele virá, não mais como um bebê indefeso ou humilde servo, mas como “Rei dos Reis e Senhor dos Senhores” (Ap.19:16). “O Senhor é Deus, Ele é a nossa luz; adornai a festa com ramos” (v.27). Nós somos os ramos (Jo.15:5) que o Senhor deseja ver a adornar o Dia de Seu triunfo. Ele vem buscar a todos os que, como o salmista, O conheceram pessoalmente, e por experiência viveram na presença de Deus (v.28). Busque ao Senhor e Salvador Jesus Cristo enquanto O pode achar, “invocai-O enquanto está perto” (Is.55:6). “Prepara-te… para te encontrares com o teu Deus” (Am.4:12). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, justos a caminho do Lar!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo118 #RPSP

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SALMO 117 – Comentado por Rosana Barros
29 de maio de 2020, 0:45
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“Louvai ao Senhor, vós todos os gentios, louvai-O, todos os povos” (v.1).

Com apenas dois versículos, este é o menor Salmo e o menor capítulo da Bíblia. Contudo, sua mensagem é uma das mais abrangentes das Escrituras. De uma forma muito clara, o salmista conclama que “todos os gentios… todos os povos” (v.1) louvem ao Senhor. Todos são convocados a louvar Aquele que os criou e que os salvou: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16).

Grande é a misericórdia do Senhor “para conosco” e a Sua fidelidade é eterna (v.2). Estes atributos de Deus são oferecidos à humanidade como presentes de Sua infinita graça. Não há uma explicação melhor diante de um Deus santo que aceita a adoração de seres corruptíveis. Ele deseja celebrar a vitória da redenção com todas as Suas preciosas criaturas, e com elas manter um relacionamento pessoal e eterno.

Há estudiosos que afirmam que este Salmo tenha sido o que Jesus cantou com Seus discípulos logo após a ceia: “E, tendo cantado um hino, saíram para o monte das Oliveiras” (Mt.26:30). Sobre isto, escreveu o teólogo adventista Jael Eneas: “Todos olham para Jesus. Ele se levanta e canta. Mesmo diante da expectativa de morte, Sua voz não era de lamento, mas, de júbilo. Timidamente, os discípulos foram se unindo a Cristo, e, todos passam a entoar o Salmo 117”.

Creio que faz todo o sentido Jesus ter cantado este Salmo. No fim da celebração da Páscoa, os judeus cantavam os Salmos 113 a 118, conhecidos como “Hallel”, que no hebraico significa “louvor”. O Cordeiro de Deus estava prestes a entregar a Sua vida em favor de “todos os gentios” (v.1), de todas as nações. O Seu louvor declarou diante do Universo a oferta de amor que estava prestes a dar. Por Sua morte e ressurreição, Cristo Jesus garantiu a “todo aquele que nEle crê” participar do coral da eternidade.

Precisamos aceitar diariamente o convite de louvar ao Senhor aqui, para que então, muito em breve, tenhamos o inigualável privilégio de entoar um “novo cântico diante do trono” (Ap.14:3); um cântico que ninguém mais poderá aprender, a não ser “os seguidores do Cordeiro por onde quer que vá… os que foram redimidos dentre os homens, primícias para Deus e para o Cordeiro” (Ap.14:4). Para onde quer que você for e onde você estiver, que a sua vida seja um louvor ao Cordeiro de Deus! Vigiemos e oremos!

Bom dia, coral de verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo117 #RPSP

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SALMO 116 – Comentado por Rosana Barros
28 de maio de 2020, 0:45
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“Compassivo e justo é o Senhor; o nosso Deus é misericordioso” (v.5).

Em tempos de crise, onde uma doença tornou-se a principal notícia e preocupação em todo o mundo, desencadearam-se, ou melhor, tornaram-se aparentes, problemas que estavam apenas sob o manto da negligência. A frieza entre casais e dificuldade de relacionamento entre pais e filhos têm revelado que o afastamento social já existia dentro da própria casa. E, mediante as extremas medidas de confinamento, dois resultados têm sido colhidos: famílias que, reconhecendo o problema, buscaram auxílio e fortaleceram os laços; e, por outro lado, aquelas que jogaram a toalha e entraram na triste estatística de famílias desfeitas e sacudidas pelos ventos da indiferença.

A guerra contra o vírus ainda não acabou. Mas uma guerra bem mais antiga, com dimensões e resultados ainda mais devastadores, se apressa para o fim. Reconhecendo os riscos desse conflito cósmico em que estava envolvido e prestes a sucumbir, o salmista caiu “em tribulação e tristeza” (v.3) e esteve “sobremodo aflito” (v.10). Consciente de sua terrível condição, não obstante, confiante no auxílio divino, ergueu a sua voz em súplica: “ó Senhor, livra-me a alma” (v.4). O resultado foi o encontro com o Senhor, nosso Deus, que é justo e compassivo, que é misericordioso e que “vela pelos simples” (v.6), que salva e é generoso, que quebra as cadeias do mal e ouve as orações dos que O invocam.

Estávamos todos perdidos e condenados à morte eterna. Fomos sequestrados pelo inimigo e lançados no cativeiro do pecado. Mas o Senhor, que é justo e compassivo, nos proveu libertação. Na cruz do Calvário, a guerra foi decidida e pago o alto preço de nosso resgate. Por isso que “preciosa é aos olhos do Senhor a morte dos Seus santos” (v.15). É apenas uma questão de tempo para que, concluída a Sua obra de intercessão, Jesus rasgue os céus com a Sua glória e, com potente voz, dê a ordem de Sua vitória sobre a morte: “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do Arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16).

Encare este momento como o tempo da oportunidade às famílias para viverem o cumprimento da profecia em seus lares, “antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor”: “ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais” (Ml.4:5 e 6). Como o último Elias, Deus chama o Seu povo para em uníssono proclamar: “Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor” (v.13). No juízo, Deus não pedirá contas de nossas conquistas laborais ou acadêmicas, mas perguntará: “Onde estão os filhos que Eu vos dei para educar para Mim? Porque não estão à Minha mão direita?” (Orientação da Criança, p.561).

Como povo do advento e Elias atual, que possamos declarar com inteireza de coração: “Amo o Senhor… Cumprirei os meus votos ao Senhor, na presença de todo o Seu povo” (v.1 e 14). Vigiemos e oremos!

Bom dia, simples de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo116 #RPSP

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