Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 35 – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
24 de junho de 2017, 0:30
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“Fortalecei as mãos frouxas e firmai os joelhos vacilantes” (v. 3).


A vitória sobre os inimigos é relatada neste capítulo como a promessa de um tempo em que o povo de Deus não teria mais que preocupar-se com guerras. Mas a mensagem profética vai além, e descortina os séculos até o dia em que “verão a glória do SENHOR” (v. 2) e a “retribuição de Deus” (v. 4). Se o povo houvesse aceitado o “bom caminho”, de modo algum teria errado e de forma alguma teria rejeitado “o Caminho Santo” (v. 8). Teria sido tão real a felicidade da Sião terrestre quanto o será da Sião celeste.

A promessa da primeira vinda do Messias era o evento mais esperado entre o povo de Deus, ou pelo menos era o que deveria ser. Porém, a realidade mostrou que “o esplendor do nosso Deus” (v. 2) “veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (João 1:11). O “Caminho Santo” (v. 8) tornou-se um de nós, fez cegos enxergar, surdos ouvir, coxos saltar, mudos cantar (v. 5-6), e, ainda assim, foi desprezado. A maior prova do amor de Deus pela humanidade foi em ter Cristo vindo para morrer em nosso lugar, garantindo-nos a salvação eterna por intermédio de Sua segunda vinda. Isto deve fortalecer e firmar a nossa vida na certeza de que é só uma questão de tempo até que tudo se cumpra e possamos dizer: “Eis que Este é o nosso Deus, em Quem esperávamos, e Ele nos salvará; Este é o SENHOR, a Quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Isaías 25:9).

Infelizmente, a nossa situação não dista da situação do antigo Israel. Deus tem nos provado através de toda a história que Ele cumpre as Suas promessas e nenhuma JAMAIS falhou. Sua aliança eterna permanece em seu curso e o segundo advento de Cristo será tão real quanto o fato de você estar lendo este comentário agora. Mas realmente temos almejado este Dia? Você sente saudades de Jesus? O conflito dos séculos tem revelado toda a fúria do inimigo de Deus e toda a maldade do coração humano, fazendo com que os filhos do Reino fiquem “desalentados de coração” (v. 4), de “mãos frouxas” e “joelhos vacilantes” (v. 3). Contudo, há um recado especial para estes: “Sede fortes, não temais. Eis o vosso Deus… Ele vem e vos salvará” (v. 4).

Há um lugar de eterna paz reservado para “os resgatados do SENHOR”. Ali, “alegria eterna coroará a sua cabeça; gozo e alegria alcançarão, e deles fugirá a tristeza e o gemido” (v. 10). “Os remidos” (v. 9) de todas as nações “verão a glória do SENHOR” e irão maravilhar-se com “o esplendor do nosso Deus”. A força que lhes sobrevirá nos instantes finais será o resultado do que praticaram até então. Pela fé, contemplaram aqui a glória de Deus e hão de vê-la no Dia da manifestação do Unigênito do Pai. Da fraqueza extrairão força e do desalento, esperança.

Somos todos chamados a fazer parte deste rebanho de um só Pastor. Está prestes a se cumprir na vida dos salvos o anseio de Davi: “e habitarei na Casa do SENHOR para todo o sempre” (Salmo 23:6). Não troque os “mananciais de água” do SENHOR pelas ilusões desta “terra sedenta” (v. 7). Preparemos o nosso coração, “resgatados do SENHOR”, estamos quase chegando em casa!

Feliz sábado, amados!

Desafio do dia: Semana de oração especial: “Eu, __(seu nome)__, na presença de Deus!” (6o dia). Hoje cante hinos que falem sobre a Nova Terra e peça ao Espírito Santo que continue a lhe conduzir no “Caminho Santo” (v. 8).

Rosana Garcia Barros

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ISAÍAS 34 – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
23 de junho de 2017, 0:30
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“Chegai-vos, nações para ouvir, e vós, povos, escutai; ouça a terra e a sua plenitude, o mundo e tudo quanto produz” (v. 1).


Toda a terra está envolvida no grande conflito entre o bem e o mal, entre Cristo e Satanás, destinada “para a destruição” a fim de Deus “exercer juízo” (v. 5). A visão que Isaías teve não foi só da destruição “na terra de Edom” (v. 6), mas este povo foi uma representação do que acontecerá por causa da “indignação do SENHOR… contra TODAS AS NAÇÕES” (v. 2).

Não podemos ignorar o fato de que o SENHOR precisará um dia exercer o Seu juízo definitivo. E quando a Bíblia fala de destruição eterna, não se refere a um lago de fogo onde os ímpios queimarão eternamente. O contexto do verso 10 é de consequências eternas. Deus não perpetuará o mal, mas o extinguirá para todo o sempre. Ainda restam dúvidas? “Buscai no Livro do SENHOR e lede” (v. 16):

  • Judas 7: “como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregado à prostituição como aqueles, seguindo após outra carne, são postas PARA EXEMPLO DO FOGO ETERNO, sofrendo punição”. Estas cidades estão queimando até hoje? NÃO. Simplesmente deixaram de existir.
  • Malaquias 4:1: “Pois eis que vem o Dia e arde como fornalha; todos os soberbos e todos os que cometem perversidade serão como o restolho; o Dia que vem os abrasará, diz o SENHOR dos Exércitos, de sorte que NÃO LHES DEIXARÁ NEM RAIZ NEM RAMO”. A ação de Deus não deixará nem um vestígio sequer do pecado.
  • Apocalipse 21:4: “E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já NÃO existirá, já NÃO haverá luto, NEM pranto, NEM dor, porque AS PRIMEIRAS COISAS PASSARAM”. Logo após a destruição, João viu “novo céu e nova terra” (Ap. 21:1), ou seja, após purificar a terra com fogo, Deus a recriará para o deleite eterno dos salvos.

A Bíblia deixa bem claro que haverá uma segunda MORTE (Ap. 21:8), e esta definitiva. Será a última vez que alguma coisa no Universo irá morrer! “A MORTE JÁ NÃO EXISTIRÁ”, entendem? A “terra se tornará em piche ardente” (v. 9), como um “lago de fogo e enxofre” (Ap. 20:10), com o fogo que descerá do céu e consumirá Satanás, as hostes satânicas e os ímpios (Ap. 20:9). “A espada do SENHOR” (v. 6) exercerá juízo definitivo.

Amados, “o salário do pecado é a morte”, mas graças ao SENHOR, nosso Deus, porque este versículo não termina assim! O texto continua, dizendo: “… mas o dom GRATUITO de Deus é a VIDA ETERNA EM CRISTO JESUS, NOSSO SENHOR” (Romanos 6:23). Portanto, “já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Romanos 8:1). Vivemos em um corpo destinado para a morte, mas “graças a Deus por Jesus Cristo, nosso SENHOR” (Romanos 7:25). Somente pela maravilhosa graça de Jesus poderemos ser salvos da destruição eterna.

“Buscai no Livro do SENHOR e lede” (v. 16)! Continue examinando as Escrituras, pois elas testificam de Jesus e nos conduzem à vida eterna (João 5:39). Se aceitarmos a Cristo como o nosso Advogado (I João 2:1), todos os dias até o fim, não precisaremos temê-Lo quando vier como Juiz (João 5:22). Salvação e juízo são mensagens mundiais. “O Salvador do MUNDO” (João 4:42) deseja salvar a todos (II Pedro 3:9), mas deixa bem claro de quem é a decisão: “escolhei, HOJE, a quem sirvais” (Josué 24:15). Escolha, AGORA, fazer a vontade do “Pai, que está nos céus” (Mateus 7:21).

Bom dia, salvos pela graça de Cristo!

Desafio do dia: Semana de oração especial: “Eu, __(seu nome)__, na presença de Deus!” (5º dia). Não desista! Vamos seguir com este propósito até o fim! Estou orando por você! Por favor, ore por mim também!

Rosana Garcia Barros

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ISAÍAS 33 – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
22 de junho de 2017, 0:30
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“SENHOR, tem misericórdia de nós; em Ti temos esperado; sê Tu o nosso braço manhã após manhã e a nossa salvação no tempo da angústia” (v. 2).


De fato, esta pode ser descrita como a oração do povo de Deus dos últimos dias. Mais do que em qualquer outro tempo, “o fim de todas as coisas está próximo” (I Pedro 4:7) e precisamos clamar ao SENHOR por livramento como nunca antes. A maior angústia que sofrerá o povo de Deus não será por causa do “destruidor” (v. 1) da vida física, mas da vida espiritual. As maiores lutas dos santos dos últimos dias serão travadas no coração e na mente, e precisamos ocupá-los com a santa Palavra de Deus e com fervorosas súplicas: “Ao insistir o povo militante de Deus com suas súplicas perante o SENHOR, o véu que os separa do invisível parece quase a retirar-se. Os céus incendem com o raiar do dia eterno e, qual melodia de cânticos angelicais, soam aos ouvidos as palavras: ‘Permanecei firmes em vossa fidelidade. O auxílio vem'” (EGW, O Grande Conflito, p. 637).

Deus está prestes a levantar-Se e ser exaltado em toda a Sua glória (v. 10). Os remidos do SENHOR desfrutarão de “abundância de salvação, sabedoria e conhecimento” (v. 6). O seu tesouro será “o temor do SENHOR” (v. 6). O Sublime SENHOR os levará às alturas, lugar de Sua habitação (v. 5). Eles erguerão os olhos e “verão a Jerusalém, habitação tranquila” (v. 20) e “o SENHOR ali nos será grandioso, fará as vezes de rios e correntes largas” (v. 21). Preciosa Água da Vida! “Nenhum morador de Jerusalém dirá: Estou doente; porque ao povo que habita nela perdoar-se-lhe-á a sua iniquidade” (v. 24). Oh, desejada Cidade de Deus, morada do Altíssimo!

Mas, da mesma forma que surgirá o raiar da manhã da redenção, também sobrevirá a noite da destruição. O destruidor será destruído (v. 1), e com ele os ímpios. Pois, no tempo determinado (Ap. 20:9) “os povos serão queimados como se queima a cal; como espinhos cortados, arderão no fogo” (v. 12). “Os pecadores” se assombrarão, “o tremor se” apoderará “dos ímpios; e eles” perguntarão: “Quem dentre nós habitará com o fogo devorador?” (v. 14).

A Bíblia diz que “Deus é fogo consumidor” (Hebreus 12:29). Todo aquele que se permite, aqui, ser por Ele provado e refinado na fornalha da aflição, como Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, sairá ileso porque o SENHOR mesmo estará com ele (Daniel 3:27), cumprindo-se fielmente a promessa: “quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti” (Isaías 43:2). Porém, aos ímpios está reservado o terrível “fogo que vos há de devorar” (v. 11).

O questionamento dos ímpios (v. 14) fundir-se-á com este outro: “porque chegou o grande Dia da ira dEles; e QUEM PODERÁ SUSTER-SE?” (Ap. 6:17).
Parafraseando o verso 15, temos a resposta:
Todo aquele que procurou andar no Caminho da justiça e falar com retidão; o que desprezou ganhar vantagens financeiras à custa de opressão; o que com um gesto se recusou a aceitar dinheiro sujo; o que não tinha prazer em sentar-se em frente a uma televisão e ouvir a miséria alheia e nem contemplar os plantões de polícia enquanto comem. A este está reservado o direito de habitar “nas alturas; as fortalezas das rochas serão o seu alto refúgio, o seu pão lhe será dado, as suas águas serão certas” (v. 16). Os olhos dos justos “verão o Rei na Sua formosura, verão a terra que se estende até longe” (v. 17). Lembrarão dos sofrimentos que passaram no mundo e perceberão que foi muito pouco comparado ao peso de glória que diante deles está (v. 18). E já não haverá mais escarnecedores ou zombadores (v. 19), “porque o SENHOR é o nosso juiz, o SENHOR é o nosso legislador, o SENHOR é o nosso Rei; ELE NOS SALVARÁ” (v. 22).

Amados, é tempo de atendermos ao chamado do SENHOR. “Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada” (I Pedro 4:17). O SENHOR está despertando a Sua Igreja e somente mediante humilde entrega o Espírito Santo pode atuar. O SENHOR deseja ouvir as nossas orações, mas existem condições para isso: “Se o Meu povo, que se chama pelo Meu nome, se humilhar, e orar, e Me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, Eu ouvirei dos Céus, perdoarei os Seus pecados e sararei a sua terra” (II Crônicas 7:14). Sigamos os passos da oração que nos foram dados pelo próprio Deus, a cada dia, e Ele nos ouvirá, nos perdoará e nos salvará!

Bom dia, futuros habitantes das alturas!

Desafio do dia: Semana de oração especial: “Eu, __(seu nome)__, na presença de Deus!” (quarto dia). Persevere neste propósito e reserve um tempo de qualidade para dedicar à oração. Não se preocupe com as palavras, mas em estar na presença de Deus por inteiro.

Rosana Garcia Barros

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ISAÍAS 32 – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
21 de junho de 2017, 0:30
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“Levantai-vos, mulheres que viveis despreocupadamente, e ouvi a Minha voz; vós, filhas que estais confiantes, inclinai os ouvidos às Minhas palavras” (v. 1).


Apesar do tempo de paz que sobreveio a Jerusalém com o reinado de Ezequias, a situação política do reino não permaneceria assim por muito tempo. Na bonança, ao invés de buscarem ainda mais a Deus e nEle se refugiarem, levavam uma vida despreocupada, regalada e movida a festas e bebedeiras (v. 13). A advertência de forma direta às mulheres de Jerusalém deixa bem clara a importância do papel da mulher diante de Deus. Mas aquelas mulheres estavam vivendo de maneira despreocupada, confiantes na paz terreal, esquecendo-se dos deveres que como mães e esposas lhes cabiam executar.

É exatamente assim que o mundo de hoje está. É assim que a maioria se comporta. E este mal não se limita apenas ao cenário geral, mas tem adentrado com força às portas da igreja de Deus. De forma sutil, Satanás tem desviado a atenção do povo de Deus do que realmente importa para que vivamos da mesma forma que àquelas mulheres: DESPREOCUPADAMENTE. Os pais estão ocupados demais em seus labores diários para exercer como deveriam a sua função de sacerdotes do lar. De igual forma, as mães estão sobrecarregadas demais para perceber que os filhos estão crescendo sem a sua imprescindível vigilância. E os defeitos de caráter dos filhos são negligenciados e tolerados simplesmente porque, ou os pais não têm mais paciência para corrigi-los, ou porque não pensem que seja tão grave a conduta ruim dos filhos, pois, afinal, a maioria age assim também. Oh, meus irmãos, que tempos terríveis estamos vivendo! Onde cada membro da família, por não compreender o seu papel dentro do lar, tem cooperado para a triste condição das famílias atuais: desestruturadas e confusas.

Estamos vivendo em momentos decisivos e Jesus nos chama: “Levantai-vos” e vencei da mesma forma que Eu venci no deserto da tentação: mediante oração, jejum e pelo poder do ESTÁ ESCRITO (Mateus 4)! O chamado de Deus requer ATITUDE. Homens e mulheres que submetam-se à “boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2). Precisamos despertar com urgência! A voz de comando do SENHOR nunca é para amanhã, é para AGORA. Cristo não disse “Ide” (Mateus 28:19) quando vocês virem que as profecias estão se cumprindo. Mas Ele disse “Ide” HOJE! “Vigiai e orai” AGORA! “Inclinai os ouvidos à Minha Palavra” (v. 1) e escutem a Minha voz! O SENHOR deseja falar com os Seus filhos, mas nós só O ouviremos se estivermos dispostos a aceitar a Sua vontade. Ele não nos fala o que queremos ouvir, mas o que precisamos ouvir. E é aqui que entra a importância da comunhão diária. Somente mantendo um relacionamento diário com Deus é que podemos ouvir com clareza a Sua voz.

Dentro em pouco, amados, a porta da graça fechará “e não haverá mais colheita” (v. 10). Toda a confiança depositada em coisas vãs fará tremer (v. 10) quem não procurou se preparar. Esta não é uma mensagem sensacionalista, meus irmãos, e sim a realidade para o tempo solene em que estamos vivendo. Porém, pode ser que estejamos permitindo que as coisas deste mundo ofusquem o brilho e a urgência da mensagem que um dia abraçamos. Deus não suporta mais o odor do pecado que exala desta terra! Jesus está prestes a voltar! E nos momentos que antecedem a Sua volta, este mundo entrará em um colapso jamais visto. O pavor tomará conta dos corações que tremerão diante de uma expectativa que não sabem discernir. Especulações, fanatismo e ceticismo tentarão explicar, ignorando ou distorcendo o ASSIM DIZ O SENHOR. Desde que Cristo entrou no lugar Santíssimo do Santuário Celeste (Hebreus 8:1-2; Ap. 11:19), é tempo de profundo exame do coração, entrega total e profundo arrependimento: “…turbai-vos, vós que estais confiantes. Despi-vos, e ponde-vos [nus], e cingi com panos de saco os lombos” (v. 11). Ou seja, NÃO BRINQUEM DE SER CRISTÃOS! DE DEUS NÃO SE ZOMBA! (Gálatas 6:7). Precisamos nos despir das vestes do pecado e nos apresentar diante do SENHOR com inteireza de coração e completo arrependimento, permitindo que Cristo nos revista de Suas vestes de justiça, “até que se derrame sobre nós o Espírito lá do alto” (v. 15). Então, pode vir o que vier (v. 19)! Cumprir-se-á a Palavra do SENHOR e a letra da canção: “Pode cair o mundo, estou em paz!”.

Que possamos cumprir a missão que nos foi confiada semeando “junto a todas as águas” (v. 20), pregando o “evangelho eterno… a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap. 14:6). E “o efeito da justiça será paz, e o fruto da justiça, repouso e segurança, PARA SEMPRE” (v. 17), onde “reinará um Rei com justiça” (v. 1)!

Chegou a hora! “Levantai-vos”, homens e mulheres de Deus! Que este despertar comece na minha e na sua vida!

Bom dia, herdeiros do Reino de paz!

Desafio do dia: Semana de oração “Eu, __(seu nome)__, na presença de Deus!” (terceiro dia). Lembram-se do desafio de escolher um nome para orar durante o restante do ano (comentário de Isaías 16)? Coloque este nome diante do altar de Deus de forma especial esta semana. E no seu culto particular, louve ao SENHOR com o hino do link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=OshvL_4yYdE

Rosana Garcia Barros

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ISAÍAS 31 – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
20 de junho de 2017, 0:30
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“Convertei-vos, pois, ó filhos de Israel, Àquele de quem tanto vos afastastes” (v. 6).


Uma das histórias mais lindas da Bíblia é a de José do Egito. As mais terríveis aflições não fizeram sucumbir a sua fé em Deus e a sua fidelidade a Deus. E mesmo a autoridade máxima do Egito, que era considerado um deus, teve que reconhecer que José servia ao Deus infalível e sobremaneira poderoso. Porém, desde que o SENHOR livrou Israel da escravidão do Egito, a ordem permaneceu sendo a mesma: “Ai dos que descem ao Egito em busca de socorro” (v. 1). Sob a acusação de que “não atentam para o Santo de Israel, nem buscam ao SENHOR!” (v. 1), receberiam a mesma sentença de seu “auxiliador” (v. 3). Tornaram em “status” de deuses, àqueles que não passavam de meros mortais (v. 3).

E, novamente, o SENHOR manifestou a Sua longanimidade e benignidade, amparando, protegendo, salvando, poupando e livrando a Jerusalém (v. 5). Mas eles precisavam, antes de tudo, se converter (v. 6). A palavra “conversão” significa “quando uma coisa passa a ser outra” ou “transformação”. É um ato de amor, confiança, mas também de completa mudança. O povo havia se afastado de Deus e somente mediante genuíno arrependimento poderia encontrar segurança na verdadeira Rocha de refúgio.

O afastamento de Deus não é algo repentino, mas paulatino. Através de pequenas e “inofensivas” concessões, muitos têm perdido o SENHOR de vista sem nem se dar conta. Os “ídolos de prata” e os “ídolos de ouro” (v. 7) ganham novas e modernas roupagens, conquistando seguidores que facilmente trocam o ASSIM DIZ O SENHOR pelo O QUE IMPORTA É SER FELIZ. Não há limites para a satisfação própria, e, como no Egito, adoram coisas e pessoas. O mundo tem oferecido uma gama de “deuses” que, com fantasia de alegria, tem contagiado a todos os que têm desertado a “Bandeira” da salvação (Êxodo 17:15). Estar neste mundo é um perigo iminente, por isso que Cristo orou por nós desta forma: “Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal” (João 17:15). Estar no mundo é inevitável, mas SER do mundo é afastar-se dAquele que não é do mundo (João 17:16).

A boa-nova é que Jesus perdoa todo pecador que se arrepende! A mensagem dada à igreja em Éfeso é a chave de acesso ao perdão divino: “Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-te e volta à prática das primeiras obras” (Ap. 2:5). Israel havia abandonado o seu primeiro amor (Ap. 2:4) e precisava reavê-lo. E você? Ainda mantém acesa a chama do primeiro amor ou precisa reacendê-la? O tempo que temos se chama AGORA para atender ao apelo divino: “Converta-se, pois, ó________________, Àquele de quem tanto te afastastes”! Aceite o convite do Pai e acredite que naquele Dia Ele vai lhe amparar, proteger, salvar, poupar e livrar (v. 5)!

Bom dia, conversos do SENHOR!

Desafio do dia: Vamos abrilhantar a nossa semana de oração especial com o seguinte tema: “Eu, __(coloque seu nome)__, na presença de Deus”. Separe um tempo especial para estar a sós com Deus. Ore, louve e estude um texto bíblico. Grandes coisas o SENHOR fará por nós esta semana!

Rosana Garcia Barros

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ISAÍAS 30 – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
19 de junho de 2017, 0:30
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“Quando te desviares para a direita e quando te desviares para a esquerda, os teus ouvidos ouvirão atrás de ti uma palavra, dizendo: Este é o caminho, andai por ele” (v. 21).


Tenho um grande carinho pelo verso acima. Ele tem me acompanhado em minha caminhada cristã e se cumprido em minha vida. Mas nem sempre foi assim. Por muitos anos andei sem consultar a Deus, “buscando refúgio” (v. 2) onde o auxílio é “vão e inútil” (v. 7). “Ai dos filhos rebeldes, diz o SENHOR, que executam planos que não procedem de Mim” (v. 1). Quando o SENHOR fala em execução de planos, Ele está se referindo a TUDO o que fazemos. Desde como administramos o nosso tempo, nossos recursos, e até nossas tarefas religiosas. O Egito, além das riquezas (v. 6), tinha um sistema pagão que consistia em rituais idólatras e um estilo de vida imoral e extravagante. Era uma cultura “encantadora” que envolvia tanto o próprio povo quanto os estrangeiros que lá habitavam. Quando os filhos de Israel passaram 40 anos num percurso que poderia ter durado 40 dias, foi justamente por causa da inversão de valores que adquiriram pelo tempo vivido no Egito. Deus precisava reeducar o Seu povo a confiar tão-somente nEle.

Ninguém gosta de ser repreendido. Porém, há aqueles que aceitam a repreensão e aqueles que a rejeitam. O povo tinha uma escolha a fazer: continuar se abrigando “na sombra do Egito” (v. 3), ou se converter e confiar em Deus (v. 15). Assim como no Êxodo a dureza de coração do Faraó levou o Egito à ruína, se o povo endurecesse o coração, haveria uma completa ruína “de repente, num momento”, como “um muro alto, que… está prestes a cair” (v. 13). Eles não desejavam ouvir as verdades do SENHOR, mas enganar-se com palavras “aprazíveis” e profecias ilusórias (v. 10), acrescentando “pecado sobre pecado!” (v. 1). Ao invés de se converter e sossegar, descansar e confiar em Deus (v. 15), escolheram se desviar do caminho e se apartar da vereda (v. 11). No entanto, “o SENHOR espera” (v. 18). O SENHOR é longânimo “e Se detém, para Se compadecer de” nós. Louvado seja o nome do SENHOR!

“Bem-aventurados todos os que nEle esperam” (v. 18).

O SENHOR dos Exércitos também é nosso Pai e espera pacientemente por Seus filhos que ainda “não querem ouvir a lei do SENHOR” (v. 9). Ele os ama da mesma forma que ama aqueles que Lhe são obedientes. “Embora o SENHOR vos dê pão de angústia e água de aflição” (v. 20) tudo o que Ele faz é para que mesmo nos desvios de percurso, Seus filhos não deixem de ouvir a Sua voz a lhes reconduzir (v. 21). Quando entendemos que Jesus é o caminho (João 14:6), Seus passos (I Pedro 2:21) tornam-se o nosso GPS para a Canaã celeste e tudo aquilo que fomos um dia buscar no “Egito” lançamos “fora como coisa imunda e a cada uma”, dizemos: “Fora daqui!” (v. 22). Passamos a abominar o pecado e tudo o que ele representa. E no lugar de “pão de angústia”, recebemos pão “farto e nutritivo”; no lugar de “água de aflição”, chuvas de bênçãos (v. 23).

Está chegando o Dia em que “O SENHOR fará ouvir a Sua voz majestosa”, mas também “fará ver o golpe do Seu braço, que desce com indignação de ira” (v. 30). Para que momento você está se preparando? Oxalá que o Dia do SENHOR seja aquele em que “tu não chorarás mais” (v. 19), mas o teu pranto será convertido em cântico, “festa santa” e “alegria de coração” (v. 29). Prefira a correção do SENHOR  às “coisas aprazíveis” deste mundo. Levemos a sério o que Ele nos deixou escrito (v. 8) e, certamente, continuaremos ouvindo a Sua voz nos conduzindo: “Este é o caminho, andai por ele” (v. 21).

Bom dia, povo do SENHOR!

Desafio do dia: Comece hoje uma semana de oração especial entre você e Deus. Peça que Ele lhe ajude, daqui por diante, a executar somente os planos que dEle procedem.

Rosana Garcia Barros

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ISAÍAS 29 – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
18 de junho de 2017, 0:31
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“Ai dos que escondem profundamente o seu propósito do SENHOR, e as suas próprias obras fazem às escuras, e dizem: Quem nos vê? Quem nos conhece?” (v. 15).


A “Lareira de Deus” (v. 1), Jerusalém, foi tida por culpada diante de Deus. Seus habitantes continuavam com suas práticas religiosas sem se dar conta de que estavam festejando de si para si mesmos. O juízo do SENHOR sobreviria “de repente, num instante” (v. 5). E o povo se humilharia perante Deus até ao pó (v. 4). A atitude que não buscaram em tempo de bonança, teriam ao sobrevir as grandes manifestações da parte “do SENHOR dos Exércitos” (v. 6): santificariam o Seu nome e temeriam o Deus de Israel (v. 23).

A cegueira espiritual e a hipocrisia, são, sem dúvida alguma, os maiores perigos na vida do cristão. “O espírito de profundo sono espiritual” (v. 10) faz com que qualquer revelação da parte de Deus se torne “um livro selado” (v. 11), isto é, torna-se algo impossível de se compreender. Mas a dura repreensão do SENHOR ao Seu povo não era para a sua destruição, mas para a sua redenção (v. 22), uma “obra maravilhosa no meio deste povo” (v. 14). Deus, como um Pai zeloso, iria até às últimas consequências para salvar os Seus filhinhos. Todos os juízos que sobreviriam aos habitantes de Jerusalém eram a disciplina de amor de um Pai que desejava vê-los “livres já da escuridão e das trevas” (v. 18).

Diante de um povo com o mesmo quadro espiritual, Cristo repete a mesma repreensão aos líderes judeus da época: “Hipócritas! Bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu CORAÇÃO está longe de Mim. E em vão Me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens” (Mateus 15:7-9; Isaías 29:13). “Maquinalmente” (v. 13) aqueles que se chamavam pelo nome de Deus se orgulhavam de suas práticas religiosas enquanto seus corações estavam longe de Deus. A verdadeira adoração não consiste em ser um “bom” membro de igreja, mas em permitir que o Único que é verdadeiramente bom habite em seu coração. A adoração dos judeus consistia em rituais e em suas próprias doutrinas. Trocaram o Oleiro pelo barro e o Artífice pelas obras (v. 16).

Vivemos em um estado diferente? Não, meus irmãos! É triste, mas Deus continua a dizer: “Que perversidade a vossa!”

Será que temos nos aproximado de Deus como deveríamos? Será que verdadeiramente estamos buscando no SENHOR a verdadeira mudança de coração que necessitamos a cada dia? Ou somos zelosos membros de igreja esquecendo-nos do SENHOR da igreja? Como podemos esperar que Deus aceite a nossa adoração com o coração cheio de orgulho, inveja ou raiva de alguém? Isto não se chama adoração, isto se chama ofensa a Deus! Muitos têm usado a Palavra do SENHOR para condenar, tramar armadilhas, envergonhar os irmãos e “sem motivo” negar “ao justo o seu direito” (v. 21). E sobre o pedestal da arrogância e confiança própria, não conseguem enxergar as verdades libertadoras da Palavra de Deus. Leem a Bíblia, mas não a entendem de fato. Fazem longas orações, presumindo “que pelo seu muito falar serão ouvidos” (Mateus 6:7). Porém, permanecem cegos e “bêbados estão” (v. 9), embriagados com sua própria sabedoria (v. 14).

Entretanto, a infinita graça de Deus continua realizando a sua “obra maravilhosa”, fazendo de tudo para salvar o pecador. Chegou o tempo do grande reavivamento e reforma do povo do SENHOR! O SENHOR está despertando a Sua Igreja do “espírito de profundo sono” e promovendo a cura dos surdos e dos cegos espirituais (v. 18). Muitos, como os dois cegos de Jericó, atendendo aos apelos do Espírito Santo, têm gritado em meio à cegueira espiritual: “Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós!” (Mateus 20:31). E mesmo em meio a uma multidão ao redor os repreendendo para que se calem. E mesmo em meio a uma multidão indiferente que olha para estes e os julgam fanáticos e fundamentalistas, eles continuam a clamar pelo Único SENHOR capaz de curá-los e redimi-los. Então, algo maravilhoso acontece. Jesus do Céu para, olha para eles e pergunta: “Que quereis que Eu vos faça?” (Mateus 20:32). E o milagre da verdadeira conversão acontece. E o coração que reconhece a sua total dependência de Cristo, clama: “Senhor, que se nos abram os olhos” (Mateus 20:33). E Jesus, cheio de compaixão, nos toca, imediatamente nossos olhos se abrem e, finalmente, O SEGUIMOS (Mateus 20:34).

Jesus está voltando e se você deseja contemplar a Sua face, precisa começar a fazer isto aqui, pela fé. Em nome de Jesus, abra o seu coração a Deus! Permita que Ele realize a Sua “obra maravilhosa” em sua vida! Que se cumpra no povo de Deus, HOJE, a Sua Palavra: “E os que erram de espírito virão a ter entendimento, e os murmuradores hão de aceitar instrução” (v. 24).

Bom dia, salvos pela infinita graça de Deus!

Rosana Garcia Barros

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