Reavivados por Sua Palavra


SALMO 113 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS 
21 de fevereiro de 2017, 0:30
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“Aleluia! Louvai, servos do SENHOR, louvai o nome do SENHOR” (v. 1).

Quando paro para pensar em minha vida e no quanto o SENHOR me esperou, só posso dizer: “Bendito seja o nome do SENHOR, agora e para sempre” (v. 2).

O estudo da Palavra e a oração têm sido o meu alimento e o meu respirar todos os dias. Não tenho como explicar a bendita esperança que inunda o meu coração, é algo que excede todo entendimento; é algo que precisa ser vivido para ser compreendido. E quanto mais eu busco ao SENHOR, mais e mais percebo o quanto dependo dEle e mais e mais desejo desfrutar de Sua companhia, porque ninguém “há semelhante ao SENHOR, nosso Deus” (v. 5), que “ergue do pó o desvalido e do monturo, o necessitado, para o assentar ao lado dos príncipes” (v. 7-8). Que faz com “que a mulher estéril viva em família e seja alegre mãe de filhos” (v. 9). “Do nascimento do sol até ao ocaso, louvado seja o nome do SENHOR” (v. 3).

A nossa vida é feita de altos e baixos. Infelizmente ainda estamos sujeitos ao pecado e às suas consequências. Enquanto aqui estivermos, jamais poderemos dizer que alcançamos a plenitude da santidade em Cristo. Em um mundo onde cada dia traz “o seu próprio mal” (Mateus 6:34), precisamos seguir a ordem de Jesus: “buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33). Oh, amados, não é qualquer desvalido ou necessitado que Deus eleva à posição de príncipes! Também não é qualquer mulher estéril que Ele torna fértil a madre. Mas os que buscam ao SENHOR em primeiro lugar, Ele mesmo os honra, tornando estas coisas um acréscimo e não o principal. Pois todo aquele que oferece a Deus a posição de excelência em sua vida, louvando ao SENHOR acima de todas as coisas (v. 4), ainda que tenha que aqui experimentar a queda ao pó e ao monturo (v. 7), vive na certeza de que há um Reino futuro onde será recebido como príncipe e vencedor (v. 8).

A nossa busca deve ser diária e constante. Somente a intimidade com Deus nos faz galgar os degraus de uma vida santa e agradável a Ele. Nossos pensamentos tornam-se elevados e nobres os nossos anseios. Passamos a odiar o pecado e amar o pecador e nossas maiores “ambições” não têm mais a ver com conquistas terrenas, mas com conquistas espirituais e salvação de pessoas. Nossa luta contra a carne é acentuada e o Espírito Santo nos desperta à necessidade de buscá-Lo cada vez mais. Nossos clamores se intensificam, nossa fé é provada e sentimos a firme certeza de que o nosso Deus estará ao nosso lado, “todos os dias até à consumação do século” (Mateus 28:20).

Que, assim como na vida do salmista, Deus seja o nosso maior e mais digno objeto de louvor do nascer do sol ao seu ocaso. Que, como no Salmo de hoje, proclamemos Aleluias ao SENHOR, nosso Deus, do início (v. 1) ao fim (v. 9) de nossa vida.

“Aleluia!” (v. 9).

Bom dia, servos do SENHOR!

Leiam o #Salmo113 #primeiroDeus

Desafio do dia: Após meditar na mensagem do Salmo de hoje, compartilhe conosco sua oração.

Rosana Garcia Barros



SALMO 112 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
20 de fevereiro de 2017, 0:30
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📜“Aleluia! Bem-aventurado o homem que teme ao SENHOR e se compraz nos Seus mandamentos” (v. 1).


A linguagem do amor cristão pode ser resumida em apenas uma palavra: PIEDADE. A verdadeira piedade manifesta-se na vida de todo aquele que cumpre o grande primeiro mandamento: “Amarás, pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Deuteronômio 6:5; Mateus 22:37). A prática do amor vertical nos leva à prática do amor horizontal. Isto é, se amamos a Deus, consequentemente, amaremos o nosso semelhante.

Ser “benigno, misericordioso e justo” (v. 4) não é a manifestação do que nos é próprio, mas o resultado do que permitimos que o SENHOR realize em nós. A justiça de Cristo sobre nós é o que nos torna justos diante do Pai e move o nosso coração ao ponto de, como Paulo, declararmos: “… já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gálatas 2:20).

A nossa experiência cristã deve ser vivida mediante uma firme confiança de que “o desejo dos perversos perecerá” (v. 10) e que o SENHOR fará com que a justiça de Cristo em nós permaneça para sempre (v. 9).

A piedade, portanto, não tem a ver com sentimento, mas com decisão. Quando eu escolho seguir a Deus e amá-Lo, eu não O obedecerei como uma forma de barganha, mas porque nada me deixa mais feliz do que fazer a Sua vontade. O justo “se compraz nos Seus mandamentos” (v. 1) porque não os considera penosos. Ninguém melhor para nos explicar isso do que o discípulo do amor: “Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus: quando amamos a Deus e PRATICAMOS os Seus mandamentos. Porque este é o amor de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos” (I João 5:2-3).

O cristão piedoso vai além das expectativas humanas. Ele não apenas prega o que é certo com palavras, ele prega o que é correto com atitudes. Ele é um PRATICANTE dos mandamentos de Deus, não apenas um conhecedor. Ele não espera recompensas, confia na provisão divina. E sabem por que “na sua casa há prosperidade e riqueza” (v. 3)? Porque ele “distribui, dá aos pobres” (v. 9), ele faz o que é justo. Por isso que exatamente nestes dois versos faz menção à justiça eterna daquele que teme ao SENHOR e tem prazer em Seus mandamentos.

Todo aquele que é piedoso entende que Deus lhe dá na proporção em que possa compartilhar. Que a nossa vida, os dons e talentos por Deus conferidos, sejam usados para a Sua glória e beneficência de nosso próximo. O que é eterno não pode ser alojado no que é finito. O coração humano não foi feito para alojar o infinito amor de Deus, mas para fazê-lo jorrar. Tome hoje a firme decisão, em nome de Jesus, de ser uma fonte a jorrar a verdadeira piedade e serás “tido em memória eterna” (v. 6).

Bom dia, piedosos do SENHOR!

Desafio do dia: Leiam #Salmo112 e compartilhe conosco o que o SENHOR quer que você saiba, que você sinta e que você faça. #PrimeiroDeus

Rosana Garcia Barros



SALMO 111 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
18 de fevereiro de 2017, 23:30
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“Aleluia! De todo o coração renderei graças ao SENHOR, na companhia dos justos e na assembleia” (v. 1).


As obras de Deus são as maiores provas de Seu amor e misericórdia pela raça caída. De uma forma especial e tremenda, o SENHOR tem agido em nosso favor mesmo antes da criação do mundo. Vocês conhecem a primeira obra de Deus em nosso favor?

Vamos reler juntos o que está escrito no verso 9: “Enviou ao Seu povo a redenção”. Eis a primeira obra magnífica de Deus em benefício da humanidade: A NOSSA REDENÇÃO! Assim diz a Palavra do SENHOR: “sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis… que fostes resgatados… mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido, com efeito, ANTES DA FUNDAÇÃO DO MUNDO” (I Pedro 1: 18-20).

Compreendem, amados? Deus entregou o Seu Filho por amor a nós antes mesmo de criar este mundo! Precioso Cordeiro de Deus! “Santo e tremendo é o Seu nome” (v. 9)!

Ao contemplarmos esta incomparável obra, percebemos que o SENHOR “lembrar-Se-á sempre da Sua aliança” (v. 5). Quando nenhum ser humano existia, Ele já havia traçado a obra da salvação. A Trindade uniu-Se para nos criar mesmo sabendo o que iria acontecer. Antes de “Elohim” proferir a ordem “Façamos o homem à nossa imagem, conforme à nossa semelhança” (Gênesis 1:26), Ele prontamente decidiu nos salvar.

DEUS Pai declarou: “Eu os amo!”

O FILHO prontificou-Se: “Eu os salvo!”

O ESPÍRITO SANTO concluiu: “Eu os ensino!”

E o que nos resta fazer diante de um Deus tão “benigno e misericordioso” (v. 4)? Como o salmista, declarar com a nossa vida:

Aleluia! De todo o coração renderei graças ao SENHOR!

“Grandes são as obras do SENHOR” (v. 2), mas todas elas testificam da primeira grande obra, o amor de Deus personificado. Cristo deve ser, verdadeiramente, a nossa Água, o nosso Pão, o nosso Refúgio, o nosso Caminho. A maior obra já foi feita, Ele já pagou o preço. Basta aceitarmos que Ele realize “as obras de Suas mãos” (v. 7) em nossa vida. 

“O temor do SENHOR”, meus irmãos, “é o princípio da sabedoria” (v. 10). Em temer a Deus só há felizes recompensas. As Suas obras, tanto externas como internas, passam a ser em nossa vida as boas obras que glorificam ao nosso “Pai que está nos Céus” (Mateus 5:16) e passamos a ter a real compreensão do que é ser a luz do mundo. 

Se tão-somente considerarmos a magnífica obra da redenção, certamente revelaremos prudência (v. 10) “na companhia dos justos e na assembleia” e seremos testemunhas do Salvador “até aos confins da Terra” (Atos 1:8).

Bom dia, salvos em Jesus!

Desafio do dia: Tendo como base o projeto #PrimeiroDeus, compartilhe conosco nos comentários o que Deus quer: 

• que você saiba;

• que você sinta;

• que você faça.
*Leiam #Salmo111

Rosana Garcia Barros 



SALMO 110 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
18 de fevereiro de 2017, 0:30
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“Apresentar-se-á voluntariamente o Teu povo, no dia do Teu poder; com santos ornamentos, como o orvalho emergindo da aurora, serão os Teus jovens” (v. 3).

Oh, gloriosa redenção! O Dia em que veremos o nosso Salvador em glória não pode assemelhar-se a nenhum outro dia já vivido nesta Terra. A expectativa que faz o nosso coração desfalecer (Vide Jó 19:27) está prestes a tornar-se realidade. Os Céus trabalham para isso enquanto o SENHOR arregimenta o Seu exército de santos. Tudo está pronto, as taças estão prestes a ser derramadas, para que então seja dito: “Feito está!” (Apocalipse 16:17).

Oh, gloriosa redenção! A redenção que foi rejeitada pelos líderes judeus. Tão diligentes na letra da Lei, mas tão ignorantes acerca de sua essência! Ansiaram pelo filho de Davi e deram as costas ao Filho de Deus. Diante deles estava Aquele sobre o qual o próprio Davi escreveu:

“Disse o SENHOR ao meu Senhor: Assenta-te à Minha direita, até que Eu ponha os Teus inimigos debaixo dos Teus pés” (v. 1, Vide Mateus 22:44).

Em cada geração que já pisou nesta Terra, Deus teve um povo para chamar de Seu, e assim o será até o fim. Quando chamou Abrão para ser o pai de numerosa nação, de várias formas o abençoou. E uma delas foi através da aparição de um rei desconhecido na genealogia bíblica, chamado Melquisedeque (v. 4). E, neste episódio, ele surge como sendo um “sacerdote do Deus Altíssimo” (Vide Gênesis 14:18-20). Já em Hebreus, encontramos a seguinte descrição acerca deste rei: “…rei de justiça… rei de paz; sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência, entretanto, feito semelhante ao Filho de Deus), permanece sacerdote perpetuamente” (Hebreus 7:2-3). É como se o próprio Cristo tivesse aparecido a Abrão para abençoá-lo pessoalmente. E Ele, além de ter-Se assentado à destra de Deus Pai como nosso Juiz, também cumpre o Seu papel de Sumo Sacerdote, intercedendo por nós. Porém, amados, assim como se cumpriu perfeitamente a Sua primeira vinda, é chegado o tempo de Ele cumprir a Sua segunda vinda. Estamos no tempo do fim.

A obra no santuário celestial está prestes a completar-se. Cristo tem intercedido junto ao Pai por todos os crentes e como tem sido difícil para Ele o veredicto de alguns! A luta de Jesus tem sido para que os Seus filhos não O louvem apenas com os lábios. Porque, para estes, quando Ele voltar “no dia da Sua ira” (v. 5), com o coração partido terá que dizer: “Nunca vos conheci!” (Mateus 7:23). Precisamos buscar ao SENHOR e louvá-Lo com todo o nosso coração! Se afirmamos louvá-Lo com o coração cheio de orgulho, vaidade ou raiva que sentimos por alguém, para Ele este louvor é maldito e não tem valor algum. Com urgência, devemos aprender a lição do Mestre: “…se não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos Céus” (Mateus 18:3). Deve ser nossa oração constante: “Dá-me, ó Deus, um coração puro; rápido para amar, rápido para perdoar!” Então, assim como um dia Cristo disse: “Deixai vir a Mim os pequeninos” (Mateus 19:14), nos dirá nAquele grande Dia: “Vinde, benditos de Meu Pai!” (Mateus 25:34). Não será diferente. Como as crianças tiveram total acesso a Cristo, como infantes, nos apresentaremos voluntariamente no Dia do Seu poder, “com santos ornamentos, como o orvalho emergindo da aurora” (v. 3).

Oh, gloriosa redenção! Naquele Dia, se encontrarão a graça e a verdade, a justiça e a paz se beijarão (Salmo 85:10) em favor de todos aqueles que temem o SENHOR. Todavia, a preciosa graça tão copiosamente derramada dará lugar ao juízo para todo aquele que não se arrependeu de seus maus caminhos (v. 5-6). “Por ocasião da vinda de Cristo, os ímpios serão eliminados da face de toda a Terra: consumidos pelo sopro de Sua boca e destruídos pelo resplendor de Sua glória” (Revista Eventos Finais, 10 dias de oração, p. 32). Não ignoremos as profecias, meus irmãos! Pois, “não havendo profecia, o povo se corrompe” (Provérbios 29:18). Chegou a hora de erguermos o alto clamor proclamando ao mundo o último chamado de Deus! Você nasceu nesta época com esta finalidade, como a “Voz do que clama no deserto” (Isaías 40:3; Mateus 3:3)! Assim como João Batista foi escolhido para anunciar a primeira vinda de Cristo, fomos eleitos para anunciar a Sua segunda vinda. Onde estão vocês, homens, mulheres e crianças de coragem? AGORA é o momento de vestirmos toda a armadura de Deus (Vide Efésios 6:10) e, como Isaías, tomarmos a firme decisão: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Isaías 6:8).

A chama do Espírito foi acesa, amados. “Não apagueis o Espírito” (I Tessalonicenses 5:19).

Bom dia, santos dos últimos dias!

Desafio do dia: Oremos para que a volta de Cristo seja a maior esperança em nosso coração, TODOS OS DIAS! Se ainda não tem, adquira já a nova jornada espiritual “Primeiro Deus”, e permaneçamos sendo reavivados pela Palavra do SENHOR.

*Leiam #Salmo110

Rosana Garcia Barros

 



SALMO 109 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
17 de fevereiro de 2017, 0:30
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“…eu, porém, oro” (v. 4).

De todo este Salmo, esta é a expressão mais impactante e mais poderosa: “eu, porém, oro”. Davi faz menção de seus inimigos e da grande angústia que sofreu por causa de suas investidas malignas. Entretanto, em nenhum momento, ele fala em fazer justiça com as próprias mãos. Muito pelo contrário, o salmista descreve os juízos que recairão DA PARTE DE DEUS sobre todo aquele que “amou a maldição… e não quis a bênção” (v. 17).

“Ó Deus do meu louvor, não Te cales!” (v. 1), não foi um protesto contra o silêncio de Deus, e sim um clamor de um filho cujo coração confiava apenas na ação divina (v. 21).

Os Salmos são repletos de profecias, lembram? O verso oito não se refere apenas aos adversários de Davi, mas se cumpriu na vida de Judas, que trocou a bênção pela maldição: “Os seus dias sejam poucos, e tome outro o seu encargo”. Essas palavras são repetidas em Atos 1:20, quando os discípulos se unem com o propósito de eleger o décimo segundo discípulo para ocupar o lugar do traidor. Também no verso vinte e cinco encontramos outra profecia, esta cumprida na vida de nosso Salvador: “Tornei-me para eles objeto de opróbrio; quando me veem, meneiam a cabeça”. Enquanto Cristo padecia na cruz do Calvário, “os que iam passando blasfemavam dEle, meneando a cabeça” (Mateus 27:39).

Diante disso tudo, percebemos que neste mundo sempre existiram e sempre existirão apenas DUAS CLASSES. Os que escolhem o caminho da bênção e os que escolhem o caminho da maldição. Os perseguidores e os perseguidos. O joio e o trigo (Vide Mateus 13:30). Não há e nunca haverá uma terceira opção. Então, só temos duas alternativas, duas escolhas a fazer: ou seguimos a Deus e a Sua Palavra, ou seguimos o que a multidão diz ser a vontade de Deus. Atentem bem para isso, amados, mas atentem de verdade: CUIDADO COM AS MULTIDÕES! Lembrem de Noé, de Elias, de João Batista, dos três amigos de Daniel, dos próprios discípulos, em que todos eles andaram na contramão de sua época e foram vitoriosos pela ação de Deus.

Se, HOJE, assumirmos a postura de Davi tendo uma vida de oração e confiando na justiça divina, como ele, muitas graças daremos ao SENHOR com os nossos lábios e a nossa vida será um louvor a Deus “no meio da multidão” (v. 30). Fazemos parte da geração dos últimos dias deste mundo, e o que estamos fazendo com a oportunidade que o SENHOR colocou em nossas mãos? Estamos no nono dia de nosso propósito de reavivamento. Estamos, de fato, aproveitando este tempo sobremodo oportuno? Podemos afirmar, como o salmista: “eu, porém, oro”? Uma vida de oração não consegue ficar presa a quatro paredes. Ela é um louvor a Deus em meio às multidões! Uma vida de oração não é uma vida estagnada e presa ao conceito de ser feliz neste mundo. Uma vida de oração é um alto clamor para o mundo e compreende que felicidade de verdade só no Céu.

Você está sendo perseguido e lhe devolvem o bem com o mal (v. 5)? Alegra-te, servo do Deus vivo (v. 28)! Pois Cristo te diz hoje: “Bem-aventurados, sois quando, por Minha causa, vos injuriarem, e vos perseguindo, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós” (Mateus 5:11-12).

Meus queridos irmãos, a nossa redenção de aproxima, e, com ela, um tempo de angústia “qual nunca houve… mas, naquele tempo, será salvo o Teu povo” (Daniel 12:1).

Só venceremos se fizermos do SENHOR a nossa defesa. Lembrem-se de que enquanto meneavam a cabeça para o nosso Salvador, Ele orava, dizendo: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34). Eis a decisão que o SENHOR espera de Seu remanescente: “eu, porém, oro”!

Bom dia, homens e mulheres de oração!

Desafio do dia: Que esta seja a nossa oração de hoje e de cada dia de nossa vida até que venha o fim: “SENHOR, ajuda-me a ser uma fiel testemunha Tua e de Teu amor. E que, com minhas atitudes neste grande conflito, eu não me coloque fora de Tua santa proteção”.

http://www.adventistas.org/10dias

*Leiam #Salmo109

Rosana Garcia Barros



SALMO 108 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
16 de fevereiro de 2017, 0:30
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“Porque acima dos céus se eleva a Tua misericórdia, e a Tua fidelidade para além das nuvens” (v. 4).


O SENHOR tem um modo peculiar para agir em cada situação. Quando enfrentamos dificuldades, costumamos pensar em como resolvê-las. Ainda que oremos e entreguemos nossos problemas nas mãos de Deus, temos a triste mania de ficar cogitando meios para tentar resolver o que não está ao nosso alcance fazer. É claro que existem coisas que Deus nos capacita a realizar. Por exemplo: Se por um acaso magoamos alguém, devemos procurar resolver a questão com um pedido de perdão. Mas se o pedido não for aceito, daí para frente o nosso papel é orar e confiar na provisão divina. Se fazemos o bem, mas só recebemos o mal como retorno, o nosso dever é continuar fazendo o bem e confiar na justiça do SENHOR (Vide Romanos 12:17-21). Se levamos o evangelho a um amigo e ele não o aceita, cabe a nós continuar amando-o e por ele intercedendo, porque a tarefa de convencer não cabe a nós, mas ao Espírito Santo.

Davi inicia o Salmo de hoje com uma expressão de inteira confiança: “Firme está o meu coração, ó Deus!” (v. 1). A confiança plena, a fé inabalável e a firmeza de propósitos só podem ser desenvolvidas mediante uma vida de íntima comunhão diária com o SENHOR. Precisamos estabelecer um limite entre o que Ele nos pede para fazer e o que só Ele é capaz de realizar.

Quando Jesus realizou o Seu primeiro milagre nos deixou uma grande lição que, diante de uma leitura descuidada da Bíblia, nos priva de entendê-la. Havia acabado o vinho (leia-se vinho como sendo o mais puro suco da vide), então Maria, Sua mãe, vai até Ele e expõe a situação constrangedora. Depois, se dirige aos servos e diz: “Fazei tudo o que Ele vos disser” (João 2:5). Eis a fórmula do sucesso de toda boa obra: Fazer tudo o que Deus nos pede para fazer! Conhecemos a história. Os servos enchem as talhas com água e Jesus transforma a água em vinho.

Amados, cabe a nós encher as talhas e não transformar a água em vinho. Cabe a nós render graças ao SENHOR “entre os povos” (v. 3), não convencê-los de que também devem fazer o mesmo. Cabe a nós exaltar o nome do SENHOR e proclamar a Sua libertação (v. 5), mas a salvação e a resposta vêm do SENHOR (v. 6). É dEle o poder de decidir o que vai dividir, o que vai medir (v. 7); e decidir o papel de cada um de nós na Sua obra de salvação (v. 9).

“Quem me conduzirá…? Quem me guiará…?” (v. 10) Que a nossa resposta seja: “Em Deus faremos proezas, porque ELE MESMO calca aos pés os nossos adversários” (v. 13). Que a nossa confiança esteja sempre firme e depositada em Deus, sabendo que “vão é o socorro do homem” (v. 12).

Bom dia, corações firmes no SENHOR!

Desafio do dia: Oremos para que a nossa fé seja mais consistente e vibrante para suportar as dificuldades dos últimos tempos.

adventistas.org/10dias

*Leiam #Salmo108

Rosana Garcia Barros



SALMO 107 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS
15 de fevereiro de 2017, 0:30
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“Então, na sua angústia, clamaram ao SENHOR, e Ele os livrou das suas tribulações” (v. 6, 19 e 28)


Por mais que saibamos que neste mundo teremos aflições, nunca estamos suficientemente preparados para enfrentá-las. Elas nos causam uma sensação de impotência, tristeza e desânimo. Todos nós passamos por momentos angustiosos e, muitas vezes, difíceis de entender. Alguns acontecem não por nossa própria vontade. Outros são resultado de nossa própria insensatez. Porém, apesar de nos serem agentes negativos, há uma promessa divina que faz com que possamos enxergar uma luz no fim do túnel: “Muitas são as aflições do justo, mas O SENHOR DE TODAS O LIVRA” (Salmo 34:19).

Cristo mesmo nos advertiu: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (João 16:31). “Os remidos do SENHOR” (v. 2) não estão livres de passar por tribulações. Lembremos que ainda somos pecadores e que este mundo não é o Céu. Estamos sujeitos a passar “pelo vale da sombra da morte” (Salmo 23:4), mas precisamos confiar de que o SENHOR Deus está conosco e que usará a Sua vara e o Seu cajado para nos consolar.

Quantas vezes causamos o nosso próprio infortúnio por andarmos “errantes pelo deserto” (v. 4). O deserto não surge em nossa vida para nos fazer cair, e sim para nos tornar ainda mais fortes. Lembrem do exemplo de Cristo (Vide Mateus 4). O que vai tornar o nosso deserto em bênção ou maldição são as nossas escolhas. Somos livres para escolher andar “por ermos caminhos” (v. 4), ou ser conduzidos por Deus “pelo caminho direito” (v. 7). Somos livres para escolher nos rebelar “contra a palavra de Deus” (v. 11), ou por ela sermos sarados e libertos do poder da morte (v. 20). Somos livres para escolher entre a estultícia (v. 17) e a sabedoria (v. 43).

A segunda voz angélica nos faz uma séria e urgente advertência: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber A TODAS AS NAÇÕES do vinho da fúria da sua prostituição” (Apocalipse 14:8). Babilônia representa tudo aquilo que é contrário a Deus e à Sua Palavra. E o SENHOR, por intermédio do Seu profeta, nos faz o seguinte chamado: “Fugi do meio da Babilônia, e CADA UM SALVE A SUA VIDA; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do SENHOR: Ele lhe dará a sua paga” (Jeremias 51:6). E o mesmo apelo divino nos é dado em Apocalipse 18:4, onde assim diz o SENHOR: “Retirai-vos dela [Babilônia], povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos”.

Amados, Deus não permite que passemos por provas maiores do que possamos suportar (Vide I Coríntios 10:13). Jesus tornou-se um de nós e como homem venceu as tentações e saiu vitorioso das tribulações para nos deixar exemplo de que, se seguirmos os Seus passos (Vide I Pedro 2:21), como Ele e com Ele, sairemos “vencendo para vencer” (Apocalipse 6:2). Portanto, estais passando por aflições ainda que estejas em plena comunhão com Deus? Então, renda “graças ao SENHOR por Sua bondade e por Suas maravilhas para com os filhos dos homens!” (v. 8, 15, 21, 31) e “tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tiago 1:2-3). E qual é a perseverança dos santos? “Aqui está a PERSEVERANÇA dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12). E o que acontecerá com todo aquele que perseverar até o fim? “SERÁ SALVO” (Mateus 24:13).

“Quem é sábio atente para essas coisas e considere as misericórdias do SENHOR” (v. 43).

Bom dia, sábios do SENHOR!

Desafio do dia: Oremos para que o sábado, como sinal de Deus, seja mais do que uma teoria em nossa vida: que seja algo prático. http://www.adventistas.org/10dias

*Leiam #Salmo107

Rosana Garcia Barros




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