Reavivados por Sua Palavra


1REIS 19 – Comentado por Rosana Barros
18 de agosto de 2019, 0:30
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“Também conservei em Israel sete mil, todos os joelhos que não se dobraram a Baal, e toda boca que o não beijou” (v.18).

Solidão é um dos piores males que existe. Provoca medo, angústia e pode resultar em depressão. E foi o que aconteceu com Elias. Após o milagre no monte Carmelo, Jezabel ameaçou a sua vida. Então, mais uma vez Elias se retirou para longe. Só que desta vez ele não se foi porque Deus mandou, mas por conta própria, indo na direção que ele mesmo escolheu. E embaixo de uma árvore, entregou-se não somente ao sono, mas chegou a pedir a morte. Mas o Senhor enviou o Seu anjo para reanimá-lo, pois “o anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que O temem e os livra” (Sl.34:7). Deus tinha um plano na vida de Elias que ele jamais imaginaria.

Por mais que um servo de Deus encontre dificuldades na jornada da vida, Deus jamais o desampara. Ele está sempre disposto a nos fornecer o “alimento” de que precisamos de acordo com cada situação. Elias estava tão mal, que comeu o pão, bebeu a água e voltou a dormir. Mas, pela segunda vez, “o anjo do Senhor tocou-o” (v.7). Então, novamente, ele foi alimentado, recobrando as forças a ponto de andar quarenta dias e quarenta noites até chegar a “Horebe, o monte de Deus” (v.8). Existe uma diferença entre ir ao deserto por conta própria e ser levado ao deserto pelo Espírito de Deus. O próprio Cristo precisou passar pelo deserto e no mesmo intervalo de tempo em que Elias caminhou. Mas Ele o foi porque foi “levado pelo Espírito ao deserto” (Mt.4:1).

Elias enfrentou esta jornada, e, no fim, encontrou o monte de Deus. Jesus venceu o deserto da tentação, e, no fim, participou de um banquete servido por anjos de Deus. Pode ser que você esteja passando pelo deserto, ou pode até ser que o teu deserto tenha acabado e você nem tenha se dado conta disso, entrando na “caverna” do medo. Porque costumamos focar no problema, quando a solução está bem ao nosso lado nos dizendo: “Que fazes aqui?” Elias chegou ao monte de Deus, mas sentiu-se só. E, assim como entregou-se ao sono por duas vezes, por duas vezes externou a sua solidão e a sua queixa.

Sentimentos que nos fazem desmoronar, ventos de dúvida, temores que abalam, o calor da emoção, nada disso nos ajuda a perceber o cuidado de Deus por nós. Mas num “cicio tranquilo e suave” (v.12), o Senhor Se manifesta a todo aquele que nEle crê.

Ele não nos chamou para nos escondermos na caverna da solidão, do desânimo, do medo, da frustração. Por duas vezes Elias dormiu, então duas vezes o anjo o tocou e o alimentou. Por duas vezes Elias lamentou a sua solidão, e por duas vezes Deus lhe perguntou: “Que fazes aqui, Elias?” Por quantas vezes for preciso, Deus enviará o Seu anjo em nosso favor, nos consolará com o Seu toque e nos fortalecerá com Seu alimento. Por quantas vezes for preciso, Deus nos convidará a sairmos da caverna para vivermos os Seus propósitos.

Elias já estava no monte santo de Deus e seus sentimentos negativos o fizeram desaperceber disso. Será que não estamos vivendo a mesma situação? Hoje, o Senhor nos diz: “Filhinho(a), saia da caverna! Tenho lindos propósitos em sua vida! Você só precisa confiar em Mim. Eu prometo cuidar de você”. Você está se sentindo sozinho e deprimido? Deus promete te dar o tratamento que deu a Elias: Ele deseja te tocar (v.5), te dar o alimento que vivifica (v.6), te indicar o caminho em que deves andar (v.8), falar com você (v.13), te usar como Seu instrumento (v.15-17) e se ainda estiver achando pouco, Ele te apresenta pessoas que irão ajudá-lo a sentir-se melhor (v.18).

Onde estão vocês, joelhos que não se dobraram ao príncipe deste mundo? Sabem quem são aqueles que hoje representam aqueles sete mil? Aqueles que não somente declaram que só o Senhor é Deus, mas que buscam viver essa verdade. Assim como Elias passou por momentos difíceis de fuga e de perseguição, “todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12). Mas, semelhante ao que fez a Elias, Deus promete suprir cada uma de nossas necessidades e, em nossa fraqueza, nos tornar mais fortes. Portanto, amados, não há o que temer, ainda que venham terremotos, ventanias e fogo. Pois, no final, o Senhor nos envolverá com a brisa suave de Sua paz e nos dará segurança eterna. Saia da caverna e venha para luz! “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma” (Mt.10:28). Mas seguros na salvação que já nos foi dada, lancemos este “manto” sobre uma geração que continue proclamando as boas-novas em Cristo Jesus. Perseveremos vigiando e orando!

Feliz semana, conservados por Deus para a salvação!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Reis19 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



1REIS 18 – Comentado por Rosana Barros
17 de agosto de 2019, 0:30
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“Então, Elias se chegou a todo o povo e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu” (v.21).

Após três longos anos de seca, quando “a fome era extrema em Samaria” (v.2), “veio a palavra do Senhor a Elias” (v.1) ordenando ao profeta que retornasse a Israel. Dos homens que serviam a Acabe, havia um homem chamado Obadias, descrito como alguém que “temia muito ao Senhor” (v.3). Enquanto Jezabel perseguia os profetas de Deus para os matar, Obadias providenciou esconderijo para cem deles “e os sustentou com pão e água” (v.4).

Enviado para terras distantes com a missão de encontrar alimento para os animais, Obadias teve um encontro inesperado. E diante daquele que imediatamente reconheceu ser Elias, “prostrou-se com o rosto em terra” (v.7) em sinal de profundo respeito e certificou-se: “És tu, meu senhor Elias?” (v.7). Reação totalmente contrastante em comparação ao perverso rei Acabe, que movido de indignação, lançou sobre o profeta a acusação que logo recairia sobre ele mesmo: “És tu, ó perturbador de Israel?” (v.17).

Ao abandonar os mandamentos do Senhor e seguir após outros deuses, Acabe e sua casa fizeram de Israel uma nação tão pior quanto as demais. Apesar disso, o povo ainda mantinha o status de nação eleita do Senhor, enquanto suas obras revelavam o quão longe estava dEle. Foi nesse contexto de incoerência e de falsa adoração, que Elias subiu ao monte Carmelo para provar de uma vez por todas o poder da norma elevada de Deus na vida do crente fiel.

À pergunta que exigia do povo uma posição inflexível e firme convicção, Elias só encontrou o silêncio daqueles cuja fé rasa precisava do sobrenatural para crer. Assim como o povo nada respondeu, também “não havia uma voz que respondesse” (v.26) aos rogos estridentes e derramamento de sangue dos profetas de Baal. Já sem forças e manquejando, tudo o que conseguiam ouvir era a potente voz de Elias a zombar de sua inútil e ridícula apresentação.

“Chegai-vos a mim” (v.30), foi o chamado do homem de Deus ao tremente povo. Provado o teor imprestável de Baal, chegada era a hora de restaurar e reacender o altar do Senhor. Ali estava o altar da verdadeira adoração, constituído sobre o inabalável fundamento do “assim diz o Senhor”. “No devido tempo” (v.36), Elias orou e o fogo do Senhor consumiu todo o altar. E a voz dantes emudecida já não pôde mais ser contida: “O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!” (v.39); os falsos profetas receberam o devido juízo e em resposta à oração insistente do profeta, “caiu grande chuva” (v.45).

A poderosa e singular experiência de Elias pode provocar duas diferentes reações: a de Obadias ou a de Acabe. A ordem divina: “Crede em [Meus] profetas” (2Cr.20:20) se encaixa perfeitamente na atitude de Obadias. A ironia e a ira de Acabe, por outro lado, representa com precisão a classe daqueles que se sentem prejudicados pela presença dos fiéis servos de Deus. Em sua fidelidade e peculiar temperança, Elias tornou-se uma inconfundível norma que revelava os pecados do rei perverso e da nação errante. Em outras palavras, a presença de Elias causava desconforto aos ímpios obstinados.

Amados, eis que a última sentença dada pelo Senhor ao profeta Malaquias está ganhando cumprimento e se apressa para o fim: “Eis que vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor; ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que Eu não venha e fira a terra com maldição” (Ml.4:5-6). Em meio a um mundo corrompido pelo pecado e seduzido pelo engano, somos chamados a testemunhar de um Deus único e verdadeiro; a restaurar o altar do Senhor em nosso coração e em nossa casa. Que a nossa vida, encharcada da derradeira chuva, dê ao mundo um testemunho claro e inconfundível de que só o Senhor é Deus! Para tanto, vigiemos e oremos!

Feliz sábado, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Reis18 #RPSP

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1REIS 17 – Comentado por Rosana Barros
16 de agosto de 2019, 0:30
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“Da panela a farinha não se acabou, e da botija o azeite não faltou, segundo a palavra do Senhor, por intermédio de Elias” (v.16).

Em tempos de uma grave crise espiritual, o Senhor suscitou um grande profeta. Com a autoridade dada pelo Céu, Elias proferiu ao rei Acabe o juízo que sobreviria à nação. E durante três anos e meio, Israel foi afligida por uma terrível seca. Contudo, Deus poupara Seu servo de sofrer os revezes de um reino idólatra. Foi no deserto que Elias provou da bondade e do cuidado de Deus de forma mais concreta, bebendo a água do ribeiro e comendo o alimento que os corvos lhe levavam.

Dia após dia aquele homem de Deus meditava no silêncio de seu refúgio e buscava aproximar-se cada vez mais do Senhor perante cuja face estava. Não sabemos quanto tempo ao certo durou aquele acampamento de um homem só. “Mas, passados dias, a torrente secou” (v.7). Não era, porém, o momento de voltar para casa, e sim de avançar para um novo destino. Sobre a viúva de Sarepta, Jesus declarou: “Na verdade vos digo que muitas viúvas havia em Israel no tempo de Elias… e a nenhuma delas foi Elias enviado, senão a uma viúva de Sarepta de Sidom” (Lc.4:25-26).

Todos os dias, aquela viúva estrangeira contemplava um milagre em sua cozinha. Sua confiança e submissão à vontade de Deus ilustram o que tem ocorrido no tempo do fim, quando o Senhor mesmo tem procurado as Suas ovelhas e as têm buscado (Ez.34:11). Mas uma coisa ainda lhe faltava e era preciso muito mais do que abundância de alimento para convencê-la disso. Foi diante da morte de seu filho que sua verdadeira necessidade foi exposta: “Vieste a mim para trazeres à memória a minha iniquidade…?” (v.18).

Presa a um passado escuro, aquela viúva vivia atormentada pelo peso da culpa. Ela entendeu o infortúnio de seu filho como sendo o castigo pelos seus erros passados. Não havia farinha ou azeite que pudesse satisfazer a sua necessidade de sentir-se perdoada. Ao ver a rubra face do menino que outrora padecia gélido sobre o seu leito, seu coração foi preenchido com a paz que só o Senhor pode dar, reconhecendo ser Elias um homem de Deus e atalaia da verdade.

Jesus declarou: “De fato, Elias virá e restaurará todas as coisas” (Mt.17:11). Como João Batista foi um tipo de Elias do Novo Testamento, Deus suscitou um povo no espírito e poder de Elias para esta última geração. Com fome e sede de ouvir as palavras da vida eterna, muitos têm aceitado o convite da graça, mas nem todos compreendem a sua dimensão, até que lhes seja de fato provada como algo pessoal e intransferível. Eis o maior milagre que pode nos acontecer, amados, o de ouvirmos a nosso respeito: “Nisto conheço agora que tu és homem (és mulher) de Deus e que a palavra do Senhor na tua boca é verdade” (v.24). Avante, Elias modernos! Vigiemos e oremos!

Bom dia, homens e mulheres de Deus!

Rosana Garcia Barros

PrimeiroDeus #1Reis17 #RPSP

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1REIS 16 – Comentado por Rosana Barros
15 de agosto de 2019, 0:30
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“Também Acabe fez um poste-ídolo, de maneira que cometeu mais abominações para irritar ao Senhor, Deus de Israel, do que todos os reis de Israel que foram antes dele” (v.33).

Enquanto a descendência de Davi seguia no trono de Judá, cada rei que era constituído sobre Israel deixava como legado uma corrente de maldição. Era, literalmente, um rei pior do que o outro. Cada monarca que subia ao trono do reino do Norte superava o anterior aumentando as “abominações para irritar ao Senhor” (v.33). Nesta sucessão de reis perversos, surge Acabe, pior do que todos os anteriores e com um adicional maligno: uma esposa adoradora de Baal.

Na conspiração de Zinri, percebam que não somente Elá foi morto, mas também toda a descendência de Baasa, seus parentes e até “seus amigos” (v.11). Zinri, por sua vez, cometeu suicídio. Onri teve de disputar uma espécie de eleição, pois “o povo de Israel se dividiu em dois partidos” (v.21). Foi nos dias de Acabe que uma profecia dita por Josué logrou cumprimento. Destruída a cidade de Jericó, uma maldição foi lançada sobre quem se levantasse para reconstruí-la (Js.6:26). Então, Hiel, pagou o alto preço de perder dois de seus filhos devido à sua desobediência.

Pecado gera pecado! O Senhor não enviava Seus profetas simplesmente para declarar juízo, mas para que o juízo despertasse a nação da cegueira espiritual em que viviam. Sabem, amados, o pecado é como a glória inicial daqueles reis. Faz brilhar os olhos com os “castelos” da fama, da riqueza, da ostentação, da promiscuidade, e então, oprime o pecador até que este seja destruído com ele. As falidas dinastias de Israel revelam o quanto o pecado é nocivo e o quanto as suas consequências são danosas.

Não pense que a vida é sua, você faz dela o que quiser e ninguém tem nada a ver com isso. Como o rei Elá, você pode estar colocando em risco não somente a sua vida, mas a vida de sua família, de seus parentes e até mesmo de seus amigos. Pois aqueles que têm por companhia os amigos dos prazeres, acabarão por receber o seu mesmo fim; além daqueles que têm seguido pela vereda do rei Acabe, unindo suas vidas com os incrédulos. Sobre isto, foi-nos dada clara ordem: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?” (2Co.6:14).

O que estamos edificando, meus irmãos? Fundamentos e portas que custarão a vida dos que mais amamos? Ou uma experiência que revele o amor e o poder de Deus? A Palavra de Deus vai ao encontro do seu coração nesta manhã. Você precisa amá-la e fazer dela a sua única regra de fé e prática, só assim saberá discernir o justo do perverso e, pela ação direta do Espírito Santo, fazer escolhas acertadas. Vigiemos e oremos!

Bom dia, estudiosos da Palavra!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Reis16 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



1REIS 15 – Comentado por Rosana Barros

“Porquanto Davi fez o que era reto perante o Senhor e não se desviou de tudo quanto lhe ordenara, em todos os dias de sua vida, senão no caso de Urias, o heteu” (v.5).

A história dos reis de Israel e de Judá ilustra bem a trajetória da nação após tornar-se uma monarquia. De todas as nações da Terra, Israel era a campeã em brigar consigo mesma. Esta rivalidade fica bem evidente no capítulo de hoje. “Houve guerra” (v.6) entre os reinos do Norte e do Sul, e alianças políticas entre eles e os reinos pagãos. Tudo o que o Senhor havia condenado como errado e abominável, era justamente o que o povo fazia, seguindo após os seus líderes imprudentes.

Em meio às trevas da idolatria e da apostasia, o Senhor suscitava “uma lâmpada em Jerusalém”, “por amor de Davi” (v.4). Asa foi o primeiro rei de Judá a promover uma verdadeira reforma no meio do povo. Eliminou os ídolos e objetos de culto, “tirou da terra os prostitutos cultuais” (v.12) e depôs a rainha-mãe de seu cargo dignitário, destruindo a imagem do poste-ídolo que ela havia feito. Enquanto Judá avançava no reinado estável de Asa, Israel sofria as consequências de um trono sem dono.

Sem sucessão de um rei ungido do Senhor, o reino do Norte tinha a sua coroa incerta. Cada rei que assumia o trono temia constantemente por sua vida e de seus descendentes em meio ao risco iminente de uma traição. Quanto a Judá, havia uma promessa de um Deus infalível, de modo que mesmo com a apostasia de vários de seus monarcas, o Senhor continuava cuidando do Seu povo por amor a Davi. Davi tornou-se o modelo de rei estabelecido por Deus; seu coração, a norma espiritual de intimidade com Deus. Não fosse o seu pecado contra Urias, e seu testemunho teria sido de uma força inabalável.

Diante da realidade de que “muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mt.22:14), não vivemos mais no contexto de uma nação territorial, mas de uma nação espiritual que precisa despertar para a urgente necessidade de fazer o que é “reto perante o Senhor” (v.11), de ter um coração perfeito, “totalmente do Senhor” (v.14). E não existe a menor possibilidade de que isto aconteça sem que haja uma mudança real e visível.

Asa não se limitou em fazer o que era correto diante de Deus, mas compreendeu a sua responsabilidade como líder de promover um reavivamento e reforma em Jerusalém. Há quantos anos, amados, temos ouvido o mesmo clamor dos “profetas” modernos de que precisamos despertar de nossa letargia e viver e pregar, de fato, as três mensagens angélicas? Quanto tempo mais achamos que o Senhor irá tolerar toda a violência, crueldade e licenciosidade que este mundo tem promovido?

Há um Rei que está prestes a Se apresentar diante do trono do Pai para reclamar os que são Seus. À Sua frente há uma obra prestes a terminar e, em Seu coração, uma saudade que dói desde que o pecado entrou no mundo. Jesus espera por nós! Ele espera que escutemos o brado: “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6), e despertemos do sono erguendo bem alto as nossas lâmpadas acesas. Por amor a Davi, Deus cumpriu a Sua promessa. Por amor ao Seu remanescente e aos Seus filhos de todos os tempos, a derradeira promessa se cumprirá e veremos nosso Salvador nas nuvens vindo nos buscar. “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora” (Mt.25:13).

Bom dia, escolhidos para a salvação!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Reis15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



1REIS 14 – Comentado por Rosana Barros
13 de agosto de 2019, 0:30
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“Todo o Israel o pranteará e o sepultará; porque de Jeroboão só este dará entrada em sepultura, porquanto se achou nele coisa boa para com o Senhor, Deus de Israel, em casa de Jeroboão (v.13).

Dois reis desunidos pela rivalidade, mas unidos pela maldade. Quanto a Jeroboão está escrito: “antes, fizeste o mal, pior do que todos os que foram antes de ti” (v.9). Quanto a Roboão a Bíblia diz: “Fez Judá o que era mau perante o Senhor” (v.22). Ambos levaram desgraça e idolatria a Israel e a Judá. Mas eu gostaria de destacar o papel de duas mulheres hoje: a mãe do filho de Jeroboão e a mãe de Roboão. A Bíblia não revela o nome da primeira, mas, com certeza, esta mulher de nome desconhecido nos deixou um exemplo de perseverança em meio à crise. Mesmo que diante da apostasia nacional, ela educou o filho que ela e Jeroboão tiveram no caminho em que devia andar. O papel que ela exerceu na vida de seu filho não foi para prepará-lo para a coroa de Israel, mas para a coroa do Céu!

Deus tem poder de suscitar da lama diamantes lapidados. Aquele garoto cresceu em meio a um reino corrupto e idólatra, entretanto, aprendia junto ao seio de uma mãe temente a Deus. A morte que julgaram ser o fim, foi Deus o preservando para a verdadeira vida. Já no caso de Roboão, a Bíblia faz referência ao nome e origem de sua mãe por duas vezes: “Naamá era o nome de sua mãe, amonita” (v.21 e 31). Algo que era muito incomum. Lembram do que aconteceu com Salomão? Seu coração se desviou do Senhor por causa de suas mulheres pagãs. Uma delas, Naamá, amonita. E “Salomão seguiu… a Milcom, abominação dos amonitas” (1Rs.11:5).

Roboão não apenas cresceu, como Abias, em meio à idolatria e corrupção, mas também recebeu as influências abomináveis de uma mãe que o educava para ser um rei perverso e idólatra. A esposa de Jeroboão instruiu seu filho a ser fiel a Deus como o maior tesouro que podemos ter. Naamá ensinou a Roboão que os tesouros terrestres mostram grandeza. Educar, eis a obra mais desafiadora! Toda mãe cristã enfrenta uma guerra todos os dias. E se não estivermos munidas das armas corretas, corremos o risco de ver nossos filhos perecerem (Leiam Ef.6:10-18). A missão que nos foi confiada por nosso General, é a mais importante que existe. Anjos desejavam exercê-la! 

Se não procurarmos ajuda no Manual Sagrado que Ele nos deixou: a Bíblia, e negligenciarmos a oração, nossos esforços serão inúteis. Porém, se diligentemente buscarmos, diariamente, a “munição” divina, Deus nos fortalecerá e nos preservará: “Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor e santificação, com bom senso” (1Tm.2:15). Pode ser uma missão difícil, mas, que será vitoriosa se a abraçarmos com fidelidade confiantes na graça de Cristo. Porque estamos cuidando e instruindo não algo nosso, mas a “herança do Senhor” (Sl.127:3). Que no glorioso Dia de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, possamos com alegria incontida exclamar: “Eis-me aqui, e os filhos que o Senhor me deu” (Is.8:18). Mães, mais do que qualquer outro grupo de pessoas, vigiemos e oremos!

Bom dia, guerreiras do Senhor!

Desafio da semana: Separe um horário diário para orar com seu(s) filho(s). E você que um dia pretende ser mãe, ore ao Senhor para que Ele a capacite desde já. 

Rosana Garcia Barros 

#PrimeiroDeus #1Reis14 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



1REIS 13 – Comentado por Rosana Barros
12 de agosto de 2019, 0:30
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“Tornou-lhe ele: Também eu sou profeta como tu, e um anjo me falou por ordem do Senhor, dizendo: Faze-o voltar contigo a tua casa, para que coma pão e beba água. (Porém mentiu-lhe)” (v.18).

O capítulo de hoje apresenta uma das histórias mais intrigantes da Bíblia. Conhecido apenas como “um homem de Deus” (v.1), este profeta foi encarregado em declarar uma mensagem de juízo a Jeroboão. Entretanto, o Senhor não o havia instruído apenas quanto ao conteúdo da mensagem, mas também quanto ao seu procedimento no retorno para casa. Com palavras fortes e em alto e bom som, o profeta expôs a Jeroboão o juízo vindouro sobre “os sacerdotes dos altos” (v.2) e um sinal para provar a veracidade de suas palavras.

Nem o altar rachado, ou a sua mão ressequida e a cura milagrosa foram suficientes para mudar o coração do rei de Israel. Com os olhos voltados para o instrumento humano, ofereceu-lhe recompensa, que logo foi recusada em obediência ao “Assim diz o Senhor”. Encontramos muitas vezes esta expressão sendo utilizada pelos profetas. É como se fosse a assinatura de Deus na linguagem humana. É a forma de Deus de nos dizer: “Quem está falando é o homem, mas quem está inspirando-o sou Eu”.

Mas apesar da recusa inicial do profeta e da sua fidelidade à ordem que o Senhor lhe havia dado “pela Sua palavra” (v.9), apareceu um terceiro personagem que representou a sua ruína. O profeta velho apresentou ao homem de Deus justamente uma palavra contrária a que Deus o havia ordenado: “Porém mentiu-lhe” (v.18). A Bíblia não diz o motivo da mentira que custou a vida daquele homem. Mas nos revela sobre o perigo do engano. Percebam que o Senhor havia dito: “Não comerás pão, nem beberás água” (v.9). E o falso profeta disse: “que coma pão e beba água” (v.18).

Foi uma contrafação como esta que causou a queda de nossos primeiros pais. Deus havia dito: “De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn.2:16-17). Então, Satanás distorceu a palavra do Senhor ao questionar: “É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?” (Gn.3:1). E diante da resposta da mulher, veio a maior e a primeira de todas as mentiras: “É certo que não morrereis” (Gn.3:4).

Amados, por mais lamentável que tenha sido o fim daquele homem de Deus, ele sofreu os resultados de se dar crédito à palavras humanas em detrimento da Palavra de Deus. Como ele foi enganado por aquele falso profeta, Jesus nos advertiu que “surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24).

Portanto, meus irmãos, na jornada que nos levará para Casa, não é hora de ficarmos ociosos como o homem de Deus, “sentado debaixo de um carvalho” (v.14), mas “já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11). Vigiemos e oremos!

Bom dia, vigilantes de oração!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Reis13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100




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