Reavivados por Sua Palavra


ESTER 10 — Rosana Barros
26 de junho de 2026, 0:45
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“Pois o judeu Mordecai foi o segundo depois do rei Assuero, e grande para com os judeus, e estimado pela multidão de seus irmãos, tendo procurado o bem-estar do seu povo e trabalhado pela prosperidade de todo o povo da sua raça” (v.3).

A despeito de ser um dos menores capítulos da Bíblia, Ester dez tem uma das mais belas lições de superação, fidelidade, fé e altruísmo. A “grandeza de Mordecai, a quem o rei exaltou” (v.2), alcançou o patamar de Daniel e de José. Como esses homens de Deus, Mordecai também chegou à posição mais nobre do reino após o rei. Em nenhum momento percebemos no texto sagrado que Mordecai alcançou favor pela cobiça, tampouco por falsas gentilezas ou por motivos egoístas. Muito pelo contrário, ele era estimado entre seus irmãos e procurava o bem-estar e a prosperidade de seu povo (v.3). Ou seja, a vida de Mordecai e os propósitos que Deus colocou em seu coração foram tão nobres, que as últimas palavras do livro de Ester não foram dedicadas à rainha, mas a ele.

Assim como Daniel e José, Mordecai confiou no Senhor e Lhe foi fiel. Ele pisou nas pegadas que Deus havia traçado para ele e cuidou de conduzir Ester pelo mesmo caminho. Se ambos não tivessem sonhado os sonhos de Deus, quão diferente teria sido a história não somente deles, mas de todo o povo judeu. Quando o Egito tinha o poder nas mãos de matar ou deixar viver, Deus suscitou José. Quando o mesmo se deu com a Babilônia, Deus levantou Daniel. Não seria diferente no reino persa. Então, Deus levantou Mordecai, mostrando que em nenhum momento Ele permite que Seus filhos fiquem à mercê da impiedade. Mesmo em meio à perversidade, o Senhor não permitiu que o Seu povo perecesse.

A sobrevivência de um povo que estava condenado à morte, já foi uma prova inequívoca de que Deus tem o controle de tudo e que Ele conhece bem o coração humano. Ainda havia uma “multidão” (v.3) de judeus que não havia regressado a Jerusalém, mas, no meio da multidão, Deus enxergou dois corações dispostos a fazer a Sua vontade. Ester e Mordecai arriscaram a vida em favor de seu povo. Quanto vale a sua vida? Você a daria por alguém? Aquele que por nós entregou a própria vida, nos deixou o que deve ser a nossa resposta a esses questionamentos: “Quem quiser, pois, salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por causa de Mim e do evangelho salvá-la-á” (Mc.8:35).

Jesus não estava falando de uma escolha qualquer, mas de algo que envolve vida ou morte, eternidade ou perdição. Buscar o bem-estar do próximo em detrimento do nosso é andar sobre as pegadas que Jesus nos deixou. Imagine se Ester desse de ombros ao decreto de morte de seu povo; ou se Mordecai simplesmente tivesse se prostrado diante de Hamã. A coragem da rainha e a fidelidade de Mordecai, antes que alcançassem êxito aos olhos humanos, alcançaram êxito aos olhos de Deus. Percebam que a Bíblia não diz que Mordecai se exaltou, mas que o rei o exaltou (v.2). Ester não se valeu de nada para alcançar o favor do rei, mas o rei a amou (Et.2:15 e 17).

Os verdadeiros filhos de Deus não conquistam destaque neste mundo por méritos próprios, mas pela vivência da verdadeira grandeza, a que vem de Deus. A grandeza de Mordecai, assim como a de José e a de Daniel, não foi para favorecimento próprio, mas de seus irmãos na fé. Mordecai não considerou preciosa a própria vida, se não fosse para viver para a glória do Senhor. De que valeria dizer que era um judeu, que adorava o Deus dos céus e da terra, curvando-se diante da perversidade? Mordecai sabia a Quem servia. E nós, amados, a quem servimos? Cristo disse que quem desse a vida por Ele a encontraria. Ele é o Dono da vida. E não somente esta vida que agora existe e daqui a pouco pode acabar, mas a vida eterna.

O desejo do Senhor é de engrandecer o Seu povo. A genuína grandeza, porém, não está em conquistas pessoais, mas em conquistas dadas por Deus. O livro de Ester nos trouxe muitas lições, mas creio que a maior delas tenha sido a fidelidade. Pois, assim como dela dependeu a coroa de Ester e a posição privilegiada de Mordecai, da fidelidade, depende a nossa futura coroação: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap.2:10). Não ame a sua vida nem os seus traços de personalidade, mas ame o que a vida de Cristo pode ser em você. Só experimentaremos a verdadeira grandeza quando todos os que nos cercam puderem ver Jesus em nós. Busquemos ao Senhor em fidelidade e humildade, amados, e Ele nos exaltará para a Sua glória.

Nosso Pai Celestial, nós Te agradecemos por ter nos falado por mais um livro das Tuas Escrituras! Mordecai decidiu não se curvar perante um ímpio e Ester decidiu colocar sua vida em risco, porque ambos eram Teus servos fiéis. Hoje, Senhor, muitos têm se curvado diante de situações tão pequenas, trocando o Senhor por coisas insignificantes desta terra. Nós Te damos a permissão para que o Teu Espírito purifique o nosso caráter e nos prepare para Te encontrar! Até lá, nosso Deus, nos guarda debaixo das Tuas asas para que perseveremos em fidelidade e amor ao Senhor! Clamamos, em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, fiéis ao Senhor!

Rosana Garcia Barros

#ESTER10 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ESTER 9 — Rosana Barros
25 de junho de 2026, 0:45
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“Expediram cartas a todos os judeus, às cento e vinte e sete províncias do reino de Assuero, com palavras amigáveis e sinceras” (v.30).

No dia treze do mês de Adar, o reino de Assuero foi despertado por uma sangrenta guerra civil. O edito que concedia aos judeus a liberdade de se defenderem os encheu de coragem e de valentia. Sob a constante tensão de inimigos ocultos e declarados, eles ergueram suas espadas em defesa de suas vidas e de suas famílias. Em todas as províncias houve oposição, mas também a defesa daqueles que lutavam pela posteridade de seu povo.

Amparados pela invisível mão do Senhor, “se dispuseram para defender a vida, e tiveram sossego dos seus inimigos” (v.16). Dentre os mortos, restaram apenas os despojos, bens e animais que não foram tocados, pois simbolizavam a impiedade e a idolatria de seus algozes. E o pedido inusitado e até grotesco de Ester, no versículo treze, na verdade era uma prática do antigo Oriente, que provavelmente servia como uma clara advertência quanto ao resultado da traição e como evidência da legitimidade dos decretos promulgados com o selo real.

Após um dia de acirrada luta, raiou um novo dia; “dia de alegria e de banquetes e dia de festa e de mandarem porções dos banquetes uns aos outros” (v.19). Os judeus iniciaram um costume “que não se deixaria de comemorar” (v.27); “estes dias seriam lembrados e comemorados geração após geração, por todas as famílias […] estes dias de Purim jamais caducariam entre os judeus” (v.28). Depois do labor, veio o descanso. Depois da tristeza, a alegria. Depois do luto, a festa.

Ester e Mordecai, que se tornou “grande na casa do rei” e afamado “por todas as províncias” (v.4), “escreveram com toda a autoridade” (v.29), cartas aos judeus confirmando os dias de Purim, “com palavras amigáveis e sinceras” (v.30), palavras que encerravam um capítulo de dor e iniciavam um capítulo de vitória.

Estamos vivendo, por assim dizer, às vésperas do dia treze do mês de Adar. Há um adversário ao nosso redor, “cheio de grande cólera, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12). E o Senhor está prestes a encerrar o último capítulo da história do pecado e inaugurar o primeiro capítulo de nossa história eterna.

Deus escreveu “com toda a autoridade” (v.29), o dia e a hora de nossa redenção; o “Purim” que tanto almejamos. Mas enquanto aguardamos, precisamos estar revestidos com a armadura de Deus, porque a nossa luta não é contra pessoas, mas “contra as forças espirituais do mal” (Ef.6:12). Não é uma guerra civil, de uns contra os outros, e sim uma guerra espiritual que requer a confiança no Único que tem o poder para vencê-la: Jesus Cristo.

Com palavras amigáveis, e com letras que não se podem revogar, o nosso Salvador nos prometeu: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22:12). É só um pouco mais, amados, e viveremos com Cristo o eterno “Purim”.

Deus eterno e bendito, é com segurança que podemos confiar na fidelidade da Tua Palavra. O Senhor prometeu que vai voltar, e não vai demorar! Que possamos estar revestidos de toda a Tua armadura para resistirmos no dia mau e estarmos em pé no Teu grande Dia. Batiza-nos com o Espírito Santo e com fogo, reavivando-nos e purificando-nos! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, igreja militante!

Rosana Garcia Barros

#ESTER9 #RPSP

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ESTER 8 — Rosana Barros
24 de junho de 2026, 0:45
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“Então, Mordecai saiu da presença do rei com veste real azul-celeste e branco, como também com grande coroa de ouro e manto de linho fino e púrpura; e a cidade de Susã exultou e se alegrou” (v.15).

Em atitude de humilhação, “e com lágrimas” (v.3), Ester se lançou aos pés do rei para clamar pela vida de seu povo. Pela segunda vez ela colocou a sua própria vida em risco e, de igual modo, Assuero lhe estendeu “o cetro de ouro” (v.4). O seu pedido de que fossem revogados “os decretos concebidos por Hamã […], os quais ele escreveu para aniquilar os judeus” (v.5), não pôde ser atendido, visto a força normativa da lei persa, “porque os decretos feitos em nome do rei e que com o seu anel se selam não se podem revogar” (v.8).

Mas o desejo de sua amada rainha não ficaria sem resposta. Um novo decreto foi escrito, selado “com o anel do rei” (v.8) e ditado por Mordecai, estabelecendo que os judeus tinham a autorização legítima de se defenderem dos inimigos que se levantassem contra eles. Foi um tempo de angustiante expectativa; mas a figura de Mordecai, vestido como um rei, encheu o coração do povo de alegria e esperança, “e muitos, dos povos da terra, se fizeram judeus, porque o temor dos judeus tinha caído sobre eles” (v.17).

Através da visão espiritual de Ester e Mordecai, todo o povo e até estrangeiros foram beneficiados; duas pessoas que creram no poder de um Deus que “remove reis e estabelece reis”, que “dá sabedoria aos sábios e entendimento aos inteligentes” (Dn.2:21). Após setenta anos do cativeiro de Seu povo, o Senhor provou que, mesmo em face de uma cultura pagã e idólatra, Ele conserva em integridade aqueles que O temem e O invocam em verdade. A influência de Ester e Mordecai mostrou sua eficácia e alcance através da reação dos judeus e de todos os estrangeiros alcançados pela alegria que só o Senhor pode dar, a força de que necessitavam para enfrentar o temido dia, “porque a alegria do Senhor é a nossa força” (Ne.8:10).

Amados, Jesus publicou com Seu próprio sangue o edito que nos garante a vida eterna e o selou com Sua graça. Nele_ podemos encontrar a força e o poder de que necessitamos para afugentar o inimigo. Como em cavalo veloz, o Senhor, “incontinenti” (v.14), proclama a Sua última mensagem de advertência e salvação a um mundo que perece; “e Ele saiu vencendo para vencer” (Ap.6:2). É tempo de clamor e de entrega! É tempo de estarmos preparados “para aquele dia” (v.13) e, assim, sermos testemunhas de Jesus, para que “muitos, dos povos da terra” (v.17) se tornem verdadeiros adoradores por causa do temor do Senhor visto em nossa vida.

Dentro em breve, como aqueles judeus, seremos perseguidos por causa da Lei do Senhor. Mas o mesmo cuidado e alegria do passado nos são prometidos no futuro. E a todos quantos se encontram na Babilônia deste mundo, ainda lhes resta um convite: “Retirai-vos dela, povo Meu” (Ap.18:4), e também uma linda promessa: “Aos estrangeiros que se chegam ao Senhor, para O servirem e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos Seus, sim, todos os que guardam o sábado, não o profanando, e abraçam a Minha aliança, também os levarei ao Meu santo monte e os alegrarei na Minha Casa de Oração […]. Assim diz o Senhor Deus, que congrega os dispersos de Israel: Ainda congregarei outros aos que já se acham reunidos” (Is.56:6-8).

“Ouvi isto, vós, todos os povos!” (2Cr.18:27). E celebremos juntos a vitória em Cristo que, na cruz do Calvário, nos garantiu “felicidade, alegria, regozijo e honra” (v.16) eternos!

Nosso Deus e poderoso Senhor, não queremos vestes luxuosas e uma coroa corruptível, mas almejamos as vestes da Tua justiça e a coroa da vida. Cremos que, se a nossa vida estiver escondida em Cristo, muitos dos povos da Terra se converterão a Ti. Estes serão os da hora undécima, Senhor. Ó Pai, que mesmo diante da última grande cólera do inimigo, haja em nosso coração felicidade, alegria, regozijo e honra na confiança plena de que a nossa redenção se aproxima. Vem depressa, Senhor! Nós Te amamos! E oramos confiantes nos méritos do nosso Salvador pessoal, Jesus Cristo, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, vitoriosos em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#ESTER8 #RPSP

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ESTER 7 — Rosana Barros
23 de junho de 2026, 0:45
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“Respondeu Ester: O adversário e inimigo é este mau Hamã. Então, Hamã se perturbou perante o rei e a rainha” (v.6).

Enquanto Hamã tentava esquecer suas mágoas no banquete oferecido por Ester, não sabia ele que estava diante de uma judia, e mais, prima e praticamente filha do homem a quem odiava. O rei, não suportando mais o mistério de Ester, perguntou-lhe novamente: “Qual é a tua petição, rainha Ester?” (v.2). Revelando o seu propósito em forma de súplica, ela pediu por sua vida e pela vida de seu povo. Hamã foi desmascarado e, perturbado, cometeu o desatino de lançar-se aos pés da rainha, uma atitude desesperada que só fez aumentar a ira de Assuero. Sem imaginar, Hamã havia preparado a própria morte.

Impressionantes são as palavras de Ester no versículo quatro, outra prova de que foi realmente uma serva do Altíssimo: “[…] se ainda como servos e como servas nos tivessem vendido, calar-me-ia, porque o inimigo não merece que eu moleste o rei”. A preocupação de Ester não era com a perda do bem-estar ou do status real, mas com a vida. Não deve ser esta a nossa maior preocupação também, amados? E aqui eu não me refiro à vida neste mundo, mas à vida eterna. Ester não teria aborrecido o rei e tomado o seu tempo se não fosse em defesa da vida. Enquanto Hamã queria a glória para si, Ester manifestou total desinteresse pela exaltação própria, não fazendo caso de tornar-se serva, se preciso fosse. O fim de Hamã foi apenas a colheita do que ele mesmo plantou. Pois quem planta ódio colhe morte, e quem planta amor colhe vida.

Um inimigo está lhe oprimindo? Alguém lhe faz sofrer? Há uma citação que me marcou e que procuro lembrar sempre que necessário: “Graças, ó Deus, por me permitires ser humilhado(a), pois é exatamente assim que quero tornar-me humilde como Jesus” (O Décimo Primeiro Mandamento, CPB, p.34). Jesus nos deixou a mais preciosa lição de humildade. Sua vida de serviço abnegado e de amor altruísta foi o maior dos exemplos de que podemos, sim, ter uma vida de serviço, ainda que para isso tenhamos que sofrer insultos, perseguições e humilhações. Cristo passou por tudo isso para que você e eu pudéssemos ter vida, e vida “em abundância” (Jo.10:10). Ele deixou o Céu para que possamos estar lá um dia.

Até lá, Deus tem provisão suficiente para Seus filhos fiéis. O Espírito Santo concede a coragem, a firmeza e a perseverança de que tanto necessitamos, através de uma vida totalmente consagrada a Deus, disposta a subir ao monte da comunhão e descer ao vale do serviço abnegado. Seja como um servo na porta do palácio ou como uma rainha em seu trono, a nossa posição não importa diante do Senhor. Todos nós fomos chamados a uma obra sagrada de propósitos eternos. Como escreveu Ellen White: “Não deve haver nenhum desalento em relação com o trabalho de Deus. A fé do consagrado obreiro tem de resistir a cada prova que o alcance. Deus pode e está disposto a outorgar a Seus servos toda a fortaleza de que precisem e a dar-lhes a sabedoria que suas variadas necessidades imponham” (Atos dos Apóstolos, CPB, p.242).

Que nossas orações estejam repletas de gratidão a Deus e de súplicas de uns pelos outros. E que, pela graça de Deus, nossas atitudes correspondam ao chamado que dEle recebemos. Pois “Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o Senhor pede de ti: que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Mq.6:8).

Pai de amor, graças Te damos porque o Senhor nunca nos abandona! Em nossas lutas, não nos deixas sozinhos. Mas temos uma parte a desempenhar, como fez Ester, praticando o bem e denunciando o mal. Isso requer fé, perseverança e coragem, atributos que só podemos ter mediante uma vida de comunhão Contigo. Na atual conjuntura, diante dos desafios desses últimos dias, necessitamos do fôlego do Espírito Santo, Senhor! Preenche todo o nosso ser com o Teu Espírito! Pai, transforma o nosso cansaço e fraqueza na força suficiente para nos manter em pé nesses dias finais! Por Jesus, clamamos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, servos do Deus Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#ESTER7 #RPSP

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ESTER 6 — Rosana Barros
22 de junho de 2026, 0:45
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“[…] Se Mordecai, perante o qual já começaste a cair, é da descendência dos judeus, não prevalecerás contra ele; antes, certamente, cairás diante dele” (v.13).

Lembram de como terminou o capítulo de ontem? Zeres e os amigos de Hamã o aconselharam a construir uma forca para que, pela manhã, Mordecai fosse enforcado nela. Aparentemente, mais uma situação sem saída. Ester nem estava sabendo desta nova trama e só tomaria conhecimento quando já fosse tarde demais. Mas, aos Seus amados, Deus provê Seus cuidados “enquanto dormem” (Sl.127:2). “Naquela noite, o rei não pôde dormir, então, mandou trazer o Livro dos Feitos Memoráveis, e nele se leu diante do rei” (v.1). Em uma espécie de leitura de ninar, Assuero tentava adormecer quando algo que estava ali lhe despertou a atenção: Mordecai, que denunciou uma trama contra a vida do rei, não havia sido honrado como deveria; pelo contrário, “nada lhe foi conferido” (v.3).

Provavelmente, ainda fosse madrugada quando o rei procurou sanar a sua ingratidão. E quem já estava no pátio à espera do rei? Hamã. O seu ódio por Mordecai era tão grande que ele madrugou para ser o primeiro a falar com o rei e lhe pedir a ordem de enforcamento. Qual não foi a sua surpresa quando, ao invés de solicitar permissão para falar com Assuero, o próprio rei o chamou. Imagino o seu coração exultante, pensando que só poderia ser a confirmação de que mais uma vez os seus planos seriam satisfeitos. Hamã não via a hora de ver o alvo de sua ira sendo condenado e morto. Aos seus olhos, tudo estava conspirando a seu favor. Mal sabia que seus planos malignos estavam prestes a se voltar contra ele mesmo.

Ao ouvir que o rei desejava honrar a alguém, pensou: “Ora, quem mais o rei honraria, senão a mim?” (v.6). Cheio de orgulho próprio, deu início a uma lista de tudo o que desejava receber para si mesmo. Mas, ó, que tremenda foi a sua queda! Rapidamente, Hamã caiu da terra da ilusão e sentiu-se como esmigalhado ao saber que tudo aquilo seria feito ao homem a quem odiava. Ele foi obrigado a honrar seu inimigo e conduzi-lo pela praça principal da cidade, gritando em alto e bom som: “Assim se faz ao homem a quem o rei deseja honrar” (v.11). Ao terminar a sua sessão de tortura, Hamã saiu correndo para casa para despejar a sua raiva e terrível frustração; e aquelas mesmas pessoas que sugeriram a morte de Mordecai, perceberam que não estavam lidando com qualquer homem, mas com um homem que pertencia à nação “cujo Deus é o Senhor” (Sl.33:12).

Amados, ninguém pode prevalecer contra aquele que teme ao Senhor. Ninguém planeja o mal contra os filhos de Deus sem que Deus já tenha anteriormente traçado planos de vitória para os Seus. Existem situações em que, por Seu Espírito, Ele nos revela e nos dá sabedoria para sabermos como sair ilesos. Mas também existem aquelas das quais nós nem fazemos ideia, assim como Mordecai não tinha a mínima noção do porquê estava sendo homenageado somente naquele dia, depois de tanto tempo do ocorrido. Pois “o Senhor guarda a todos os que O amam; porém os ímpios serão exterminados” (Sl.145:20).

Existem momentos em que Deus nos mostra, através das circunstâncias, que existem pessoas que não querem o nosso bem e que até, de uma forma muito sutil, desejam e planejam o nosso mal. Como escapar, então, de situações como essas? Lembremos da atitude de Ester e do povo: eles se uniram em oração. Em primeiro lugar, busquemos ao Senhor, e pela força do Seu poder Ele nos dará livramento na hora certa, quer nem façamos ideia disso, ou por ações motivadas pelo Espírito Santo, porque “Perto está o Senhor de todos os que O invocam, de todos os que O invocam em verdade” (Sl.145:18).

Se você se curvar diante de Deus, certamente, como Mordecai, permanecerá em pé diante dos homens. O relacionamento pessoal com Deus nos eleva à atmosfera pura e santa de Seu caráter, e nos prepara para agirmos ou simplesmente ficarmos parados, sabendo que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm.8:28). É por isso que Satanás é inimigo de nosso relacionamento com o Senhor e faz de tudo para que simplesmente vivamos iludidos em uma religião superficial. Precisamos orar, descansar e confiar no Senhor, pois “se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rm.8:31).

Pai de amor eterno, estamos nos aproximando do tempo de angústia qual nunca houve, da noite mais escura deste mundo, quando o Teu povo será o alvo da mais terrível ira de Satanás. Mas nós cremos, pela fidelidade das Tuas Escrituras, que Tu nos proverás livramento na hora certa. Como Mordecai orava de dia e de noite e o Senhor o ouviu, não fará o Senhor justiça aos Seus escolhidos, que a Ti clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los? Sim, Senhor, nós cremos que, depressa, nos farás justiça. Concede-nos a fé e a perseverança de que tanto precisamos! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, escolhidos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#ESTER6 #RPSP

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ESTER 5 — Rosana Barros
21 de junho de 2026, 0:45
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“Quando o rei viu a rainha Ester parada no pátio, alcançou ela favor perante ele; estendeu o rei para Ester o cetro de ouro que tinha na mão; Ester se chegou e tocou a ponta do cetro” (v.2).

Findo o período de jejum e oração estabelecido por Ester, chegado era o momento de exercer a fé prática. Trocando o pano de saco por “seus trajes reais” (v.1), a rainha deu os primeiros passos na direção do propósito pelo qual, por três dias, havia clamado. Não ousando dar mais um passo sequer que pudesse aparentar uma afronta ou uma atitude desrespeitosa para com o monarca, a postura humilde de Ester, aliada à sua apresentação impecável, comoveu o coração do rei à distância. Movida pelo Espírito Santo, Ester agiu com prudência e sabedoria, alcançando o favor do rei.

Ao ver o cetro de ouro estendido em sua direção, Ester compreendeu a razão de sua coroa. Tocar naquele cetro foi como tocar no milagre. E, diante de um rei disposto a lhe atender qualquer que fosse o seu pedido, percebeu que, independentemente do favor de um simples mortal, ela havia sido favorecida por Deus. Analisando o comportamento de Assuero e de Hamã no primeiro banquete, foi divinamente orientada a realizar um segundo encontro. Foi nesse intervalo que o inconformismo de Hamã com relação a Mordecai acabou na construção de uma forca que seria o instrumento de sua própria morte.

Amados, se um rei pagão estava disposto a atender à petição de Ester, quanto mais o nosso Pai celestial está disposto a atender às nossas orações. Ester pôde ver o resultado de suas preces e o poder que do Céu é concedido quando o povo de Deus se une neste mesmo propósito. Ela pôs em risco a sua vida a fim de salvar o seu povo. Naquele pátio, a sua vida foi poupada. Mas houve o dia em que, no fatídico pátio, a vida de Jesus não foi poupada. Não houve uma forca, mas uma cruz que, na verdade, sabemos, não era dEle.

Naquele dia, as pessoas estavam diante dAquele que do Céu estende o Seu favor a todos quantos O buscam de todo o coração. Mas Ele, voluntariamente, Se fez servo e tomou sobre Si o castigo que era nosso: “o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras fomos sarados” (Is.53:5). É certo que, pelos méritos de Cristo Jesus, todo aquele que considera mais a vida dos outros do que a própria vida, não ficará sem recompensa. E todo aquele que maquina o mal para ferir seus semelhantes, a menos que se arrependa, acabará se ferindo, como está escrito: “o cruel, a si mesmo se fere” (Pv.11:17).

A bendita esperança revelada para um futuro próximo deve estar tão acesa em nosso coração que, como Ester, nossa fé não seja abalada pela tentadora oferta: “Até metade do reino se te dará” (v.3). Uma oferta semelhante foi feita por Satanás a Cristo, e esta mesma oferta tem tirado muitos do reino dos Céus: “Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares” (Mt.4:9).

Como Ester, e seguindo o exemplo do nosso Salvador, busquemos a força do alto através de uma vida de comunhão, relacionamento e missão. E quando o Rei dos reis surgir nas nuvens do céu, que Ele nos encontre no pátio deste mundo, adornados com as vestes da justiça de Cristo e em humilde entrega. Então, ouviremos as palavras de Seu favor eterno: “Vinde, benditos de Meu Pai!” (Mt.25:34).

Senhor, Deus bondoso, compassivo e tardio em irar-Se, grande é a Tua misericórdia para conosco! Aguardamos o Dia em que Jesus estenderá para nós o cetro divino e nos levará para o banquete celestial. Até lá, Senhor, une-nos num só pensamento, num só coração, como um só povo, buscando a Tua face em atitude de humildade e fé! Enche-nos do Espírito Santo de modo que não reste mais espaço para o nosso eu! Por Jesus, clamamos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, benditos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#ESTER5 #RPSP

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ESTER 4 — Rosana Barros
20 de junho de 2026, 0:45
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“[…] jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos” (v.16).

As leis dos medos e dos persas eram leis extremamente severas e de cunho irrevogável. O que o rei selasse como lei, nem ele mesmo poderia futuramente revogar. Os judeus estavam, portanto, sem saída. Aparentemente não havia solução para aquele decreto de morte. Sob o ponto de vista humano, eles estavam vivendo os seus últimos dias de vida. Notem que o versículo três diz que houve entre os judeus “grande luto”. Ou seja, eles choravam a própria morte numa espécie de velório antecipado.

Mas havia alguém que, da mesma forma, vestiu-se de “pano de saco e de cinza”, mas que, no lugar de lamentar o luto, “clamou com grande e amargo clamor” (v.1) e dirigiu-se à porta do rei para declarar o ocorrido a Ester. A atitude inicial da rainha foi de misericórdia para com seu primo, enviando-lhe roupas. Ao saber do motivo pelo qual ele estava naquela situação, temeu pela própria vida. Contudo, ao perceber a seriedade do último recado de Mordecai, tomou uma decisão firme e corajosa. A convocação para o jejum tirou o foco do povo do luto, para a esperança na misericórdia e na providência de Deus.

Será que também não estamos perdendo o foco das coisas eternas, centralizando nossos pensamentos e emoções nas coisas deste mundo? A nossa tendência é a de esmorecer diante das dificuldades, principalmente daquelas que julgamos impossíveis de serem resolvidas. Meus amados, nós somos limitados. Limitados pelo pecado. É ele que faz separação entre nós e Deus (Is.59:2). É por isso que a nossa única libertação está em Cristo Jesus: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim” (Jo.14:6) “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo.8:32).

Enquanto não aprendermos a lição de Cristo, não iremos compreender o que realmente significa ser livre pela verdade: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus” (Mt.18:3). Assim como uma criança pequena é dependente e necessita ser cuidada, nós precisamos depender do Senhor e permitir que Ele cuide de nós. Aquele decreto do rei Assuero não era nada diante do poder do Rei do Universo, mas o povo precisava aprender a nEle confiar. O poder não estava nos três dias de oração e de jejum promovidos por Ester, mas em Quem eles dirigiam os seus clamores. A oração sincera rompe as barreiras do pecado e nos eleva ao trono de Deus. Em nome de Jesus, recebemos o privilégio de entrar no Santo dos Santos e depositar aos Seus pés todas as nossas preces.

Faço minhas as palavras de Roger Morneau: “Amigos, desconfiança de Deus e incredulidade muitas vezes bloqueiam as bênçãos divinas” (Respostas Incríveis à Oração, CPB, p.30). A palavra-chave é CONFIANÇA. No lugar de lamentar, precisamos orar. Foi para uma conjuntura como esta que o Senhor nos chamou neste tempo. Confiemos de que até as aparentes derrotas, Deus tem o poder de transformar em grandes vitórias.

Senhor, nosso Deus, Jesus mesmo disse que existem situações que só podem ser resolvidas com jejum e oração. O inimigo muitas vezes coloca diante de nossa face as suas pretensas sentenças de morte, como se não houvesse mais esperança para o nosso caso. Mas nós cremos no Senhor e na Tua Palavra, que diz: “Tudo posso nAquele que me fortalece”. Portanto, Pai querido, entrego em Tuas mãos a minha vida e a vida dos meus amados irmãos, confiante de que estás lutando as nossas lutas, e que o Senhor sempre vence. Em nome de Cristo Jesus, nosso vitorioso Salvador, nós Te oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, confiantes no poder de Deus!

Rosana Garcia Barros

#ESTER4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ESTER 3 — Rosana Barros
19 de junho de 2026, 0:45
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“Então, disse Hamã ao rei Assuero: Existe espalhado, disperso entre os povos em todas as províncias do teu reino, um povo cujas leis são diferentes das leis de todos os povos e que não cumpre as do rei; pelo que não convém ao rei tolerá-lo” (v.8).

Ocupando um alto cargo no governo persa, Hamã foi condecorado pelo próprio rei com privilégios superiores a “todos os príncipes que estavam com ele” (v.1). Movido pelo orgulho e exaltação própria, seu ego era massageado cada vez que “se inclinavam e se prostravam perante” ele (v.2). Mas, à semelhança dos três jovens hebreus no campo de Dura (Dn.3), Mordecai “não se inclinava, nem se prostrava” (v.2); uma afronta que não seria ignorada.

A postura de Mordecai e sua firme resolução em não se curvar diante de Hamã, encheu o ímpio agagita de ira, de modo que “teve como pouco, nos seus propósitos, o atentar apenas contra Mordecai […], por isso, procurou Hamã destruir todos os judeus, povo de Mordecai, que havia em todo o reino de Assuero” (v.6). Seu argumento diante do rei revela um plano maligno por trás de tudo, semelhante à matança dos bebês meninos no Egito (Êx.1:22), dos meninos em Belém (Mt.2:16) e do “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn.12:1) que o remanescente do Senhor terá de enfrentar num futuro próximo.

Os judeus ainda eram conhecidos como “um povo cujas leis são diferentes das leis de todos os povos” (v.8). Ou seja, era um povo peculiar, um povo diferente. Ainda que os filhos de Israel estivessem em terras estrangeiras e por tantos anos separados uns dos outros, a Lei de Deus os tornava um povo único. E pela fidelidade de um, todos responderiam com a própria vida. Da mesma forma que um membro comprometido faz sofrer todo o corpo, como corpo de Cristo, a queda ou a vitória de um afeta o todo. Naquele momento de perplexidade, parecia que tudo estava perdido e que, em um só dia, o povo de Deus seria dizimado da Terra. Mas Deus usaria aquela situação aparentemente terrível e inevitável para renovar a fé do Seu povo e uni-lo num mesmo propósito.

Amados, precisamos fazer uma distinção muito clara entre sensacionalismo e cumprimento profético. E uma das formas de compreendermos essa distinção é estudando o sermão profético de Jesus nos capítulos 24 e 25 do livro de Mateus. O objetivo de Seu sermão não foi causar perplexidade, e sim promover vigilância e preparo. Pensando estar alcançando seus propósitos egoístas e malignos, Hamã foi o autor do decreto de morte que faria o povo de Deus renascer das cinzas. Mediante um período de oração e jejum coletivo, o povo veria a manifestação do braço da Onipotência, e isso lhe fortaleceria a fé como há muito tempo não experimentava.

Ao vermos os sinais proféticos se cumprirem, aproximando-se o tempo sobremodo difícil, que façamos parte do povo que, mesmo espalhado entre os povos da Terra, esteja unido num mesmo propósito de invocar ao Senhor e nEle confiar. Como Mordecai, não nos curvemos ao príncipe deste mundo, mas nos revistamos de toda a armadura de Deus para que possamos “resistir no dia mau” (Ef.6:13) e encarar os últimos acontecimentos com a segura esperança que nos foi dada por Cristo: “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc.21:28).

Bendito seja o Senhor, que, através de testemunhos de fidelidade como o de Mordecai, fortalece a nossa fé na certeza do Seu cuidado e na importância do devido preparo para enfrentarmos com esperança os momentos de crise! Senhor, sabemos, pelas profecias, que chegará o tempo em que haverá um decreto de morte para o Teu último remanescente, pois este se negará a obedecer às leis dos homens que serão contrárias aos Teus mandamentos. Não sabemos se chegaremos até esse tempo. Queremos estar em pé naqueles dias, mas, se não, queremos descansar em paz, sabendo que habilitamos uma geração preparada para o que há de vir. Dá-nos a firmeza de propósito de Mordecai, para que sejamos fiéis a toda prova! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, nação santa!

Rosana Garcia Barros

#ESTER3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ESTER 2 — Rosana Barros
18 de junho de 2026, 0:45
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“O rei amou Ester mais do que todas as mulheres, e ela alcançou diante dele favor e aprovação mais do que todas as virgens. E o rei pôs a coroa real na cabeça dela e a fez rainha em lugar de Vasti.” (v.17).

Passado algum tempo, a ira de Assuero deu lugar à saudade. Lembrando-se de Vasti, os sentimentos do rei logo foram interceptados por uma proposta feita pelos jovens “que lhe serviam” (v.2). Comissários foram enviados a “todas as províncias do reino” a fim de reunir “todas as moças virgens, de boa aparência e formosura” (v.3). A moça que mais agradasse ao rei, seria coroada no lugar de Vasti. Com a permissão de Assuero, muitas moças foram levadas para a “casa das mulheres” (v.3), e “levaram também Ester à casa do rei” (v.8).

Criada por seu primo Mordecai, Hadassa recebeu uma elevada educação. Não era apenas uma “jovem bela, de boa aparência e formosura” (v.7), mas seu delicado trato e semblante gentil faziam com que alcançasse “favor de todos quantos a viam” (v.15). O significado de seu nome persa, Ester, apontava para o brilho inconfundível de uma fiel adoradora de Deus. Uma “estrela” que, por não chamar a atenção para si, irradiava a beleza da humildade, ao mesmo tempo em que tinha algo da realeza em seu porte, o que imediatamente conquistou o favor de Hegai, que “a fez passar com as suas jovens para os melhores aposentos da casa das mulheres” (v.9).

Mesmo que não mais devesse obediência a Mordecai, Ester manteve sigilo quanto à sua origem, “como Mordecai lhe ordenara; porque Ester cumpria o mandado de Mordecai como quando a criava” (v.20). Após o tempo determinado de preparo das virgens e levando consigo nada “além do que disse Hegai” (v.15), Ester foi conduzida à presença do rei. Assuero logo identificou a fragrância de uma mulher especial. Havia algo além da beleza exterior. Deus tinha um propósito para a eleição de Ester, e Ele honrou a sua fidelidade e entrega voluntária. Então, o rei deu mais um “grande banquete […] era o banquete de Ester” (v.18). Ela foi usada primeira vez, juntamente com Mordecai, para salvar a vida do rei (v.22), e, mais tarde, seria instrumento para salvar todo o seu povo também.

Existe um propósito especial para a vida de cada um de nós. O Espírito Santo deseja nos ungir para as mais variadas tarefas e nos moldar para um mesmo objetivo: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31). O nosso período de vida consiste nos dias de nosso embelezamento (v.12) espiritual. Nosso caráter é aperfeiçoado para que, naquele Grande Dia, possamos comparecer à presença do “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Ap.19:16). Se, como Ester, permanecermos fiéis, permitindo “o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Tt.3:5), Jesus nos dará “a coroa da vida” (Ap.2:10) e desfrutaremos do banquete “das bodas do Cordeiro” (Ap.19:9).

Que a nossa vida revele ao mundo o brilho da salvação em Cristo Jesus! “Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente” (Dn.12:3).

Nosso Deus, Rei do Universo, reconhecemos que sem Ti não somos nada e que necessitamos de um caráter adornado e perfumado pela ação diária do Espírito Santo. Por isso, Senhor, Te pedimos a unção do Teu Espírito para que a luz que haja em nós seja o reflexo de Cristo a iluminar a vida de outras pessoas. Almejamos receber a coroa da vida! Almejamos participar da Tua ceia! Prepara-nos para Te encontrar, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, luz do mundo!

Rosana Garcia Barros

#ESTER2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ESTER 1 — Rosana Barros
17 de junho de 2026, 0:45
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“Bebiam sem constrangimento, como estava prescrito, pois o rei havia ordenado a todos os oficiais da sua casa que fizessem segundo a vontade de cada um” (v.8).

O rei Assuero, ou, conforme a história grega, Xerxes I, era o líder político mundial da época e gostava de contar vantagem de seu poder, riqueza e domínio. No período de incríveis “cento e oitenta dias”, mostrou a todos “as riquezas da glória do seu reino e o esplendor da sua excelente grandeza” (v.4), promovendo um grande banquete a todos os seus príncipes e seus servos (v.3). Logo após, ofereceu um banquete de sete dias a todo o povo (v.5), dando a liberdade de que, “sem constrangimento” (v.8), cada um agisse conforme a própria vontade.

Após dias de embriaguez e orgia sem limites, Assuero decidiu encerrar as festividades com a joia de sua vaidade. O desfile da rainha Vasti, que a Bíblia descreve como “em extremo formosa” (v.11), seria a perfeita conclusão da exposição da glória de seu reino. A recusa da rainha, contudo, causou-lhe o constrangimento que arruinou a sua alegre expectativa. Diante dos nobres e príncipes, sentiu-se desmoralizado e não permitiria que aquele ato ficasse sem punição. E o conselho de um de seus sábios logo foi ouvido e atendido: devido à sua recusa pública, Vasti foi deposta para sempre de sua posição de rainha.

A atitude de Vasti foi considerada um mau exemplo a ser eliminado. Os sábios consideraram a afronta da rainha como a ameaça de uma revolução feminina. A sua influência e posição lhe concedia uma exposição de figura pública, e muitas mulheres a viam como um modelo a ser seguido. Isso deixa claro que a preocupação de Memucã, portanto, fazia todo o sentido. Não estamos aqui considerando o motivo da desobediência de Vasti, pois ela teria até muitas razões para não aceitar aparecer diante de milhares de homens bêbados. Mas a necessidade de Assuero em exibir tudo o que tinha, aliada à recusa da rainha, por pouco não se tornou em um problema de ordem pública.

Quando o homem dá lugar à dissolução e às obras da carne, “sem constrangimento” (v.8), o resultado não pode ser outro senão um estado de loucura. Entorpecidos pelo pecado, muitos têm resumido suas vidas ao consumo de bens materiais e à sua exposição como troféus de sua imagem. Há uma necessidade quase que irresistível de publicar aos outros as coisas que perecem, e isso, à velocidade de um clique. Beleza, riquezas, luxúria e baixas diversões ganham exposição e destaque como amostras de uma prosperidade que, se pudessem ver o desfecho, se recolheriam em grande vergonha. E assim, o nosso mundo vai sendo moldado pelas aclamadas figuras públicas e seus exemplos que em nada edificam.

Qual tem sido a nossa escolha, hoje, diante dessa realidade? Se os cristãos estudassem mais a vida de Cristo e contemplassem menos as redes sociais, certamente não haveria tanta incoerência no cristianismo. Não estaremos seguros, a menos que nos recusemos a participar desse banquete atual de iniquidades e de uma sutileza que chega a ser delicada no sentido de expor “coisas boas”. Se almejamos morar onde Cristo mora, amados, somos chamados a viver como Ele viveu. Lembremos de que “o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente” (1Jo.2:17).

Estudando este livro na temporada passada, fui grandemente impressionada ao perceber que Ester carrega consigo um cenário profético muito bem delineado. A estratégia de um grande banquete para angariar a cumplicidade do “escol da Pérsia e Média” (v.3), e um banquete menor para conquistar a simpatia de todo o povo. Para a nobreza, glamour e poder. Para a plebe, a liberdade sem restrições. Interessante, não? Vivemos tempos difíceis, amados, mas também dias decisivos. Satanás já expôs seu banquete extravagante aos poderosos e influentes. Acredito que não restam dúvidas de que também já fez o convite a todos, “tanto para os maiores como para os menores” (v.5), oferecendo uma falsa liberdade cujo fim é a destruição. E será que nós entendemos o tempo em que estamos vivendo? “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11).

Enquanto a maioria deseja conhecer e contemplar seus ídolos modernos, que o nosso desejo seja conhecer a Jesus, o nosso Redentor, para, muito em breve, O contemplarmos face a face. Logo Ele voltará, meus irmãos! Portanto: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os.6:3).

Pai Celestial, iniciamos mais um livro da Tua preciosa Palavra e clamamos pela iluminação do Espírito Santo! Queremos cavar fundo e encontrar os maravilhosos tesouros que, por Tua bondade, colocaste no livro de Ester. Creio que este livro tem uma contribuição profética muito especial para os nossos dias, assim como temos percebido que cada livro não só contém informações do passado, mas princípios que são eternos. Por favor, Senhor, imploramos por Teu auxílio para que estejamos acordados e apercebidos do que desejas falar e gravar em nosso coração! Que possamos subir mais um degrau em nosso relacionamento Contigo e fugir das ofertas deste mundo! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, conhecedores de Deus e do tempo!

Rosana Garcia Barros

#ESTER1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100