Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 29, Comentado por Rosana Barros
19 de outubro de 2017, 0:30
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“Tornar-se-á o mais humilde dos reinos e nunca mais se exaltará sobre as nações; porque os diminuirei, para que não dominem sobre as nações” (v.15).


Uma série de profecias contra o Egito é revelada por Ezequiel. A nação que um dia havia sido a maior potência do mundo antigo se tornaria a mais humilde dentre todas. Seu momento de maior prosperidade foi concedido pelo SENHOR através de Seu servo José. Como governador de todo o Egito, José não apenas salvou o mundo da fome, mas engrandeceu aquela nação acima de todas as outras. De forma misericordiosa, Deus Se revelou aos egípcios e lhes concedeu a oportunidade de conhecê-Lo através da descendência de Jacó. Porém, o tempo passou, e com ele a lembrança do cuidado de Deus. E, subindo ao trono um rei “que não conhecera a José” (Êx 1:8), este afligiu e escravizou o povo de Deus com crueldade.

O SENHOR, então, levantou outro grande homem no Egito. Enquanto José foi usado para fortalecer a nação e levar a sua família para lá, Moisés recebeu a dura missão de libertar o seu povo e ser o porta-voz de Deus no derramamento das pragas sobre o Egito. O país foi devastado devido à dureza de coração de Faraó, enquanto este recusou a libertar os hebreus. Mesmo em liberdade, o povo de Deus levou consigo o jugo da idolatria que havia adquirido no Egito, e, pela dureza de coração, vagou pelo deserto durante quarenta anos. O mesmo período é determinado pelo SENHOR no juízo contra os egípcios. De certa forma, eles experimentariam o mesmo castigo que Israel experimentou.

Observe que, de todas as nações sobre as quais o SENHOR fez cair os Seus juízos, o Egito foi a única que não recebeu um juízo definitivo. Por alguma razão, tornar o Egito “um reino humilde” (v.14) era o bastante. A prova maior é que até hoje o Egito perdura como uma nação independente, mas sem destaque diante das demais, declarando, mesmo que sem intenção, que o SENHOR é Deus e que Sua Palavra é fiel e verdadeira.

Assim como um dia José e sua família receberam asilo temporário no Egito, outro José também encontraria naquela nação um abrigo provisório. Como o SENHOR havia chamado do Egito o Seu filho Israel, o Seu primogênito (Êx 4:22), a profecia de Oseias também se cumpriria séculos mais tarde: “Do Egito chamei o Meu Filho” (Os 11:1). Fugindo da ira de Herodes, José foi avisado em sonho de que deveria levar Maria e Jesus para o Egito e lá permanecer até segunda ordem (Mt 2:13). Sem dúvida alguma, esta nação teve um papel decisivo e marcante na história do povo de Deus e recebeu o grandioso privilégio de ser o chão sobre o qual o nosso Salvador deu os Seus primeiros passos.

O Egito é um dos maiores testemunhos de que o desejo do SENHOR nunca foi e nunca será o de destruir nações, mas de ensinar-lhes que elas foram estabelecidas com propósitos específicos. Na guerra entre povos só há perdedores. A verdadeira vitória está em permanecer fiel aos propósitos pelos quais Deus as constituiu. Nenhum país, por menor ou mais insignificante que seja, deixa de ter uma função específica nos planos de seu Originador. Tanto é que a mensagem do evangelho eterno deve ser pregada “a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap 14:6). TODOS, sem exceção, são convidados à prática do DEVER (Ec 12:13). TODOS, sob a mesma condição, necessitam de um Salvador pessoal (Rm 8:1).

Brasileiros, peruanos, egípcios, portugueses, norte-americanos, japoneses, libaneses, angolanos, espanhóis, todos, enfim, de todas as nacionalidades deste mundo, são convidados a muito em breve fazer parte do Reino eterno. Como um só povo, o SENHOR nos reunirá não para protestarmos contra as verdades absolutas de Sua Palavra, mas, dos quatro cantos do planeta, ajuntará os Seus fiéis (Ap 14:12) diante do “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap 19:16) e os levará em direção à Pátria que abrigará o cetro do Universo. Que possamos, como João,  desejar, sonhar, apressar e clamar por este Dia: “Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap 22:20).

Bom dia, cidadãos da Pátria celestial!

Desafio espiritual Jornada “Chuva Serôdia. Chegou a hora!“, 4° dia: “Procure hoje algum amigo, parente ou colega e fale sobre sua necessidade de receber o Espírito Santo como chuva serôdia. Dê o seu testemunho com humildade e fale sobre sua decisão de viver por Cristo. Se tiver reunido em grupo, ofereça a oportunidade ou sugira que cada um fale sobre sua necessidade de receber o Espírito Santo” (Chuva Serôdia. Chegou a hora!, p. 36).

Rosana Garcia Barros

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EZEQUIEL 28, Comentado por Rosana Barros
18 de outubro de 2017, 0:30
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“Tu eras querubim da guarda ungido, e te estabeleci; permanecias no monte Santo de Deus, no brilho das pedras andavas” (v.14).


A profecia contra Tiro ganha uma nova conotação, sendo agora direcionada para o seu monarca. Sua soberba foi tanta que ser homem era pouco, e, em seu coração se elevou, dizendo: “Eu sou Deus” (v.2). O acúmulo de riquezas metabolizou a soberba em exacerbada estima de si mesmo, de forma a elevar o seu coração “como se fora o coração de Deus” (v.6). E nesta louca pretensão, toda a sua formosura e sabedoria morreria para jamais subsistir (v.19).

A quebra que encontramos neste texto é claramente vista a partir do verso doze. Apesar de não mencionar o nome do rei de Tiro, um personagem fica evidenciado na descrição feita. Ou seja, não era simplesmente um rei humano o causador das iniquidades de Tiro, mas quem estava por trás do rei. Um ser que um dia estava na presença de Deus e que foi criado perfeito (v.15), cheio “de sabedoria e formosura” (v.12). Um anjo que andava no brilho das pedras do santuário celestial e que gozava de privilégios santos e eternos. “Até que”, nele, “se achou iniquidade” (v.15).

Em Lúcifer, um anjo de luz, teve início o mistério da iniquidade. De forma inexplicável, um ser criado perfeito e sem mácula desenvolveu dentro de si os primeiros traços de pecado e, no Céu, aperfeiçoou seus maus sentimentos. Multiplicando entre os anjos celestiais as suas teorias malignas, foi o seu coração se enchendo “de violência” (v.16). E conseguiu vender para terça parte dos anjos (Ap 12:4) a ideia de que a injustiça do seu comércio era muito mais lucrativa.

Podemos identificar no texto três grandes “mercadorias” do comércio satânico que têm rendido grandes “lucros” ao inimigo:

  • A primeira delas está no verso dois, quando o homem se coloca na posição de Deus. Você já ouviu falar na saudação “Namastê”? Em resumo, significa: O deus que habita em mim saúda o deus que habita em você. Seria até um belo gesto se o sentido disso não fosse levar o homem a buscar dentro de si a divindade. Ao ponto de seguidores desta doutrina afirmarem: “Eu sou o meu deus”. Atenção! Quem desejou o ser igual a Deus? Satanás. “Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo” (Is 14:14);
  • A segunda, encontramos no verso dezesseis. Ellen White descreve o que aconteceu: “deixando seu lugar na presença imediata do Pai, Lúcifer saiu a difundir o espírito de descontentamento entre os anjos. Ele agia em misterioso segredo, e durante algum tempo escondeu seu propósito real sob uma aparência de reverência para com Deus… Tais foram os erros sutis que por meio dos ardis de Lúcifer estavam a propagar-se rapidamente nos lugares celestiais” (PP, p. 11). “A multiplicação… do comércio” do mal foi o estopim para que o anjo de luz se transformasse em Satanás. A dissensão estabelecida no Céu por Lúcifer causou a ruptura de terça parte dos anjos de Deus da atmosfera celestial. Não é sem motivo, portanto, que a Bíblia afirma que o SENHOR abomina “o que semeia contendas entre irmãos” (Pv 6:19). E, preste bastante atenção: esta tem sido a causa de maior ganho no comércio do Maligno;
  • E a terceira, não menos importante, está no verso cinco e no verso dezessete. Beleza e riqueza podem avançar de mãos dadas na direção de Deus, ou na direção oposta. De maneira desvirtuada, Satanás tem transformado estas duas dádivas divinas em ferramentas do mal. O culto ao corpo e a avareza têm feito grandes estragos na humanidade e corrompido o coração do homem mais do que já é. O “santuário do Espírito Santo” (1Co 6:19) é profanado e o acúmulo de bens materiais desvia o homem da adoração ao Deus Mantenedor, negando-Lhe a honra que Lhe é devida (Dt 8:17).

Eis as mercadorias do diabo e eis diante de você a decisão de comprá-las ou rejeitá-las. Enquanto Satanás mercantiliza com o homem mediante um salário fatal, Deus oferece GRATUITAMENTE o Seu dom inefável da salvação em Cristo Jesus (Rm 6:23). Sidom comprou a ideia de Tiro e receberia o mesmo opróbrio (v.23). Mas, à semelhança de Israel, o SENHOR deseja congregar o Seu remanescente “dentre os povos entre os quais estão espalhados” (v.25) e lhes dar uma habitação segura (v.26) e eterna. A decisão é sua: comprar o mal ou aceitar o presente?

Bom dia, remanescente do SENHOR!

Desafio do dia: Desafio do dia: Jornada espiritual de 21 dias “Chuva Serôdia. Chegou a hora!“, 3° dia: “Marque hoje mesmo um encontro com seus amigos para orar pela chuva serôdia do Espírito Santo. Pode ser num monte, num sítio, num parque ou numa casa mesmo” (Chuva Serôdia. Chegou a hora!, p.29).

Rosana Garcia Barros

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EZEQUIEL 27, Comentado por Rosana Barros
17 de outubro de 2017, 0:30
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“No coração dos mares, estão os teus limites; os que te edificaram aperfeiçoaram a tua formosura” (v.4).


Se interrompêssemos a leitura de hoje no verso vinte e cinco, ficaria difícil chamar este capítulo de lamentação. Tiro era a cidade referência quando se tratava de comércio marítimo. Foi edificada para ser o maior centro comercial da época e, devido a esta característica, também era um famoso e formoso pólo turístico. As mercadorias que entravam e saíam de seu porto marítimo eram das mais variadas e valiosas. As riquezas adquiridas e a beleza de suas construções deixavam Tiro em uma posição privilegiada e criavam uma falsa impressão de segurança que fazia parecer sem sentido dar ouvidos às palavras do SENHOR através de Seus profetas. Afinal de contas, Tiro era rica e abastada!

No entanto, toda aquela formosura e prosperidade foi transformada em “amargura e lamentação” (v.31). A rainha dos mares foi “reduzida ao silêncio no meio do mar” (v.32). Aquela que enriqueceu “os reis da terra” (v.33), afundou “nas profundezas das águas” (v.34) e se tornou “objeto de espanto” (v.36) entre as nações. Nunca mais subsistirá!

Que grande e terrível armadilha é depositar nossa segurança nas coisas deste mundo! Fazendo uma leitura apressada e descuidada deste capítulo, deixaríamos de absorver solene admoestação do SENHOR. Imagine agora uma das maiores capitais comerciais do mundo. Imaginou? Agora imagine que do dia para a noite ela é completamente destruída. Que impacto isto causaria na economia mundial? No mínimo, seria um prejuízo incalculável. Quando Tiro foi destruída, não causou apenas um prejuízo local, mas mundial. “Todos os moradores da terra” ficaram espantados e perturbados (v.35). A comoção foi geral.

A frase “Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma” (Ap 3:17) não lembra a “confortável” condição de outra cidade? Semelhante a Tiro, a cidade de Laodiceia era a cidade mais próspera da Frígia – porém a mais pobre e miserável no aspecto espiritual. A sua mornidão é apontada como o motivo de sua desgraça. Mas, apesar de tudo, ao contrário do destino de Tiro, o SENHOR propõe à Sua última igreja profética uma relação comercial cujos benefícios são gratuitos e eternos: “Aconselho-te que de Mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas” (Ap 3:18).

A comodidade dos cristãos tem prejudicado a obra de Deus e atrasado o retorno do nosso Salvador. Sob o engodo de que basta inovar e sobrecarregar a igreja com programas e projetos, a verdadeira adoração é esquecida e a real necessidade absorvida pelas demasiadas atividades. Eis o que a igreja dos últimos dias necessita de forma urgente: COMUNHÃO PESSOAL. Busca diária do Espírito Santo. Diligente estudo das Escrituras. Vida de oração.

Despertada a mente para a renovação diária, despertadas as faculdades para um reavivamento genuíno, então veremos a igreja do Deus vivo brilhar como nunca antes em uma reforma que irá impactar o mundo com o Alto Clamor.

Desconfie de si mesmo e apegue-se confiantemente no “Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus” (Ap 3:14). “Sê, pois, zeloso e arrepende-te” (Ap 3:19). O tempo está acabando, amados! Busquemos ao SENHOR enquanto O podemos achar!

Bom dia, verdadeiros adoradores!

Desafio do dia: Jornada espiritual “Chuva Serôdia. Chegou a hora!“, 2° dia: Procure um lugar e momento apropriados, onde você possa estar sozinho e reflita sobre a sua atual condição espiritual. Então, ore, reconheça a sua necessidade da pessoa do Espírito Santo e clame pelo Seu poder para vencer.

Para mais informações sobre a jornada, acesse: www.alcanceopoder.com.br

Rosana Garcia Barros

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EZEQUIEL 26, Comentado por Rosana Barros
16 de outubro de 2017, 0:30
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“Farei cessar o arruído das tuas cantigas, e já não se ouvirá o som das tuas harpas” (v.13).


A profecia contra Tiro segue uma sequência diferente das demais nações. Há um registro de juízo contra Tiro, uma lamentação, um juízo contra o rei de Tiro e outra lamentação. Porém, algo fica bem claro nos relatos sobre esta nação: “já não serás” (v.21). A sua destruição seria completa e definitiva. E a “afamada cidade” (v.17) foi transformada em “cidade assolada” (v.19).

No capítulo dezoito do livro de Apocalipse, encontramos o anúncio da queda de Babilônia e algumas semelhanças com o texto de hoje. Apesar de Apocalipse revelar uma mensagem simbólica, há todo um contexto histórico que se encaixa no texto de Ezequiel e nos traz uma mensagem atual e urgente. Deus tem pressa em que Seus filhos saiam de Babilônia. Seus juízos estão prestes a ser derramados sem mistura de misericórdia e a graça de Jesus cobrirá apenas aos “chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele” (Ap 17:14).

Não haverá medo no coração do remanescente de Jesus quando Ele vier como Juiz, pois Ele foi aceito, a cada dia, como Advogado (1Jo 2:1). Contudo, muitos têm rejeitado a divina e suprema defesa. Uns se entregam ao ócio, outros aos vícios, ainda outros se escondem sob o disfarce de uma religiosidade medíocre ou legalista, mas todos têm algo em comum: estão no mesmo caminho, “o caminho que conduz para a perdição” (Mt 7:13).

Diante deste fato, as palavras de Ellen White soam como o sonido ainda não cessado: “O mundo rapidamente está a amadurecer para a destruição. Logo deverão derramar-se os juízos de Deus, e pecado e pecadores ser consumidos” (Patriarcas e Profetas, p. 111 e 112). Enquanto impera a luxúria, a avareza e a torpe diversão, Deus chama os Seus santos a tomarem a firme decisão de se manterem incontaminados do mundo. É uma questão de vida eterna ou morte eterna.

No coração “em que se fez brecha” (v.10), Satanás avança em seus esforços incansáveis para que este coração seja tomado e de forma sutil, mas agressiva, se torne mais um em sua “coleção” de condenados à morte. Enquanto isso, o SENHOR trabalha pacientemente para que o homem não pereça, mas “que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe 3:9). O tempo de final de guerra não é o momento para baixar a guarda, mas para reforçá-la e estar seguro de que se está do lado certo. “Por essa razão, pois, amados, esperando estas coisas, empenhai-vos por serdes achados por Ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis” (2Pe 3:14).

Bom dia, santos do Altíssimo!

Desafio do dia: A partir de hoje proponho iniciarmos outra jornada espiritual, de 21 dias, baseada no livro “Chuva Serôdia. Chegou a hora!“, do teólogo adventista Manassés Queiroz. Esta jornada se inicia com um jejum dos cinco sentidos que durará por todos os 21 dias (sugiro que anote estas orientações em lugar visível):
Audição: não escute músicas seculares;
Visão: troque as mídias seculares por mais estudo da Bíblia e do Espírito de profecia;
Paladar: pratique os oito remédios naturais de Deus e não coma carne, leite e seus derivados e nem frituras;
Olfato: respire fundo o ar puro da manhã;
Tato: Caminhe pela manhã, de preferência descalço.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Ezequiel26
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EZEQUIEL 25, Comentado por Rosana Barros
15 de outubro de 2017, 1:02
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“… e sabereis que Eu sou o SENHOR” (Ez 25:5).


Os terríveis juízos que sobreviriam àquelas nações não foram revelações dadas apenas a Ezequiel. Outros profetas do SENHOR também descreveram as profecias dadas contra os mesmos povos. A justiça de Deus nem tarda e nem falha. Aqueles pagãos haviam tocado na menina dos olhos do SENHOR e não ficariam impunes.

Cada povo havia despertado a ira de Deus não somente com suas abominações, mas também por suas afrontas contra Israel. Observe como o SENHOR descreve a culpa de cada um deles:

1. Amom: alegrou-se com o infortúnio de Israel, dizendo: “Bem feito!” (v.3);
2. Moabe: em sua soberba, por mais que o SENHOR desse provas suficientes, não considerava Judá como sendo o povo de Deus (v.8);
3. Edom: usou de vingança para com Israel (v.12);
4. Filístia: eram inimigos declarados “com perpétua inimizade” (v.15).

Há aqui algo de muito importante como lições espirituais de grande valor. Ninguém que toque em um filho de Deus fica impune. Mais cedo ou mais tarde as consequências aparecem. É a lei da colheita. Quem planta uvas, colherá uvas. Da mesma forma, o mal que alguém deseja ou faz a outros, mais cedo ou mais tarde recairá sobre ele mesmo.

Uma das mais lindas defesas de Deus para com um filho Seu na Bíblia, encontra-se em Números 12. Moisés foi perseguido por Arão e Miriã, seus próprios irmãos. Diante da mansidão sem precedentes de Seu filho, o SENHOR agiu em Sua defesa, declarando a íntima relação entre Ele e Moisés. O líder dos hebreus não ouvia a voz de Deus através de sonhos ou visões, mas falava com Ele boca a boca. E o SENHOR termina de falar a seus irmãos com a seguinte pergunta: “Como, pois, não temestes falar contra o Meu servo, contra Moisés?” (Ex. 12:8).

Amados, Deus não enviou Seus mensageiros somente a Israel. Todas aquelas nações receberam oportunidades iguais de se arrependerem e de reconhecerem o governo do Rei do universo. Contudo, vez após outra, Suas repreensões foram ignoradas e Seu povo tratado como despojo. Seguindo esta mesma linha de raciocínio, muitos têm endurecido o coração de tal forma que a vida de um cristão genuíno não lhes é um testemunho, mas uma afronta. E acabam caindo nos mesmos erros cometidos por aquelas nações.

A verdade é que “TODOS quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm 3:12). “Todavia, o SENHOR é fiel; Ele vos confirmará e guardará do Maligno” (2Ts 3:3). Não precisamos temer as represálias humanas, porque “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rm 8:31). Portanto, falar, afrontar ou fazer algo contra um filho do Altíssimo ou contra a Sua igreja é uma das atitudes mais insensatas que o homem pode cometer.

O SENHOR está peneirando o mundo inteiro [separando rebeldes de submissos] e não permitirá que um só grão de trigo caia fora de Seus limites (Am 9:9). Porém, aos que rejeitarem o chamado divino, o que lhes aguarda é o “grande lagar da cólera de Deus” (Ap 14:19). Não permita que o seu coração se feche a ponto de não mais conhecer o SENHOR. Porque eis que vem o Dia em que TODOS saberão que o SENHOR é Deus. E de que lado você estará? Perseguidor ou perseguido

Bom dia, bem-aventurados de Deus (Mt 5:11)!

Desafio do dia: “Orai pelos que vos perseguem” (Mt 5:44).

Rosana Garcia Barros

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EZEQUIEL 24, Comentado por Rosana Barros
14 de outubro de 2017, 0:30
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“Assim vos servirá Ezequiel de sinal; segundo tudo o que ele fez, assim fareis. Quando isso acontecer, sabereis que Eu sou o SENHOR Deus” (v.24).

 

No capítulo onze deste mesmo livro, vimos que os próprios príncipes do povo usaram a ilustração da panela e da carne como uma forma de dizer que Jerusalém jamais seria destruída e ali eles iriam sempre permanecer. Mas, assim como a glória do SENHOR foi retirada do maior objeto de orgulho de Israel, o templo (Ez 10:4, 18; 11:23), Ezequiel, no capítulo de hoje, profetiza a ruína do templo e o resultado da rebelião do povo.

Toda as provas que estavam enfrentando e haviam de enfrentar eram consequência direta de seus pecados, mas também representavam outro meio pelo qual Deus usa por Seu amor: “Eu repreendo e disciplino a quantos amo” (Ap 3:19).

Entretanto, Jerusalém tornara-se uma panela cheia de ferrugem que o fogo não conseguia consumir: “Trabalho inútil! Não sai dela a sua muita ferrugem, nem pelo fogo” (v.12). Por mais que as provações apresentadas fossem instrumento de purificação do SENHOR, nem assim seriam purificados, e, segundo as suas obras, a cidade orgulho seria julgada (v.14).

A segunda parte deste capítulo externa um dos maiores clamores do SENHOR ao Seu povo e, creio eu, foi o pedido mais difícil que Ele fez ao Seu profeta: “Geme em silêncio” (v.17). Não foi a viuvez de Ezequiel um sinal para o povo, mas a ausência do luto. O luto naquele tempo seguia uma espécie de ritual e um período de lamentação. O sofrimento notório expressava o amor que o enlutado sentia pelo ente querido. A Ezequiel, entretanto, foi expressamente ordenado que não chorasse a morte de sua amada mulher e nem seguisse os procedimentos que envolviam o luto. E ele fez tudo conforme o SENHOR lhe havia mandado (v.18).

Quando o povo de Jerusalém viu Ezequiel no dia seguinte à morte de sua esposa agindo como se nada tivesse acontecido, foi despertado de que algo muito sério estava por vir: “Não nos farás saber o que significam estas coisas que estás fazendo?” (v.19). Quantos sinais e apelos haviam sido dados ao povo antes disso! Se Ezequiel não foi o único instrumento de Deus a trabalhar naquele tempo crítico no resgate de Seu povo (ele foi contemporâneo de Jeremias e outros profetas) , sua vida não foi apenas um chamado – ela foi um grito desesperado de um Deus que não desiste de Seus filhos. A vida de Ezequiel foi um sinal de que o SENHOR é Deus e que o Seu amor está além da compreensão do homem.

E hoje? Assim como o cerco de Babilônia em redor de Jerusalém, estamos igualmente cercados por um inimigo que “anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe 5:8). A nossa geração vive em tempos decisivos e sob contagem regressiva para o maior evento de todos os tempos: a volta de Jesus. E o que temos visto? Contrição? Arrependimento? Preparo? Não, amados. Pelo contrário. Há dureza de coração, orgulho e mornidão. Temos sido testemunhas não apenas de sinais, mas de evidências mais do que suficientes para entendermos que não tarda o SENHOR em cumprir a Sua promessa (Hc 2:3).

Onde estão os modernos “sinais ambulantes de Deus” tal qual foi Ezequiel? Onde estão hoje aqueles cuja vida desperta o mundo de que algo muito sério está para acontecer? Em momentos decisivos e terrivelmente corruptos, Satanás avança em enredar a mente humana em uma espécie de transe. Hipnotizados e embriagados em entretenimentos e ocupações, o mundo precisa ser abalado por cristãos que, sob santa ousadia, preguem mesmo que não falem nada. Cristãos que mantenham uma relação tão íntima com Deus que saibam exatamente o momento certo de falar e a quem falar (v.27).

De nada adianta você ler esses comentários diários se primeiramente não buscar na comunhão a sua experiência pessoal com Deus. O SENHOR deseja falar com você e fazer da sua vida um lindo instrumento de salvação nestes últimos dias. Pouco tempo nos resta para esta obra e Deus deseja nos usar para salvar todo “aquele que escapar” (v.27). Coloque-se, hoje, nas mãos do SENHOR e você será para o mundo um cheiro de vida para a vida eterna!

Tenham todos um lindo e feliz sábado, instrumentos de Deus!

Rosana Garcia Barros

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EZEQUIEL 23, Comentado por Rosana Barros
13 de outubro de 2017, 0:30
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“O castigo da vossa luxúria recairá sobre vós, e levareis os pecados dos vossos ídolos; e sabereis que Eu sou o SENHOR Deus” (v. 49).

 

Ambos os nomes, Oolá e Oolibá, significam “habitantes de tendas”. Referindo-se à condição inicial de Israel como peregrina no deserto, o SENHOR expôs a tamanha degradação em que havia chegado. Desprovidas de qualquer pudor, as “mulheres depravadas” (v.44) extrapolaram todos os limites por Deus estabelecidos. Inflamaram-se com os deuses das nações pagãs e folgaram em participar de “suas impudicícias” (v.14). E aquela que deveria ser a capital da salvação, transformou-se em “copo de espanto e de desolação” (v.33).

A dura realidade dos reinos do Norte e do Sul rompia as fronteiras e alcançava os demais povos desfigurando a imagem para a qual foram criados. Seus filhos eram entregues nas mais terríveis cerimônias ritualísticas de sacrifício, “para serem consumidos pelo fogo” (v.37). O juízo viria sobre Samaria e Jerusalém e, por mais que fossem externamente adornadas (v.40), seu interior as condenava.

O cenário atual do mundo tem apresentado uma geração cujos valores destoam completamente dos valores divinos. Multidões têm vivido sob o manto da religiosidade e da caridade. Pensam estar no caminho certo, quando na realidade, estão bem longe da verdadeira piedade. E, seguindo neste caminho tenebroso, pais têm sacrificado seus filhos no altar dos “deuses” deste século.

A consequência disto? Acesse os principais sites de notícias e você constatará que estamos vivendo em tempos de uma apostasia sem precedentes. Tudo o que foi dito ao profeta em linguagem tão chocante, parece que hoje não tem o mesmo impacto. O que antes era um escândalo, hoje já é aceito abertamente. O que era censurado, hoje é liberdade de expressão. O que era condenado, hoje é aceito como um modo diferente de se viver. Enquanto isso, Satanás avança em seus esforços por enfraquecer o povo de Deus e inabilitá-lo para o reino dos céus, fazendo-o esquecer que entre a prostituta e a noiva virgem há um espaço do tamanho de um abismo.

O povo de Israel foi castigado pelas próprias coisas abomináveis que fez (v.30). Misturavam o santo com o profano, o imundo com o limpo e esperavam, ainda assim, pelas bênçãos do SENHOR. Deus é “Santo, Santo, Santo” (Ap. 4:8), e como pois tantos têm esperado as bênçãos divinas se permanecem na sujeira? Quando o povo de Deus compreender que tudo em nossa vida é espiritual, que envolve uma escolha que definirá o meu e o seu destino eterno, então veremos novamente “a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml 3:18). Este mundo será abalado por tochas acesas pelo Espírito Santo que, sob o estandarte do Rei da Glória, brilharão com a intensidade do brilho que envolvia a face de Moisés ao encontrar-se com Deus.

Não se acostume com este século e não se amolde a esta perversa geração, mas “transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:2).

Bom dia, justos do SENHOR!

Desafio do dia: Enquanto o mundo se prepara para profanar o sábado do SENHOR (v.38), escolha viver este dia como Cristo viveu (Lucas 4:16; Mateus 12:12). Prepare-se para o encontro semanal com o teu Criador!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Ezequiel23 #RPSP

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