Reavivados por Sua Palavra


JOSUÉ 2 – Comentário Pr. Heber Toth Armí
19 de abril de 2019, 0:45
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JOSUÉ 2 – Prostituição não é mal do século, é o mal da história do mundo. Contudo, restauração é fruto do coração de Deus. Perdão divino gera transformação em qualquer pessoa, inclusive naquelas marcadas por grandes amarguras da prostituição.

De certa forma, somos todos prostitutos e prostitutas; traímos Deus por nada, adulteramos doutrinas e agimos como se nunca tivéssemos assumido compromisso com Ele. Nosso relacionamento é mais para prostituição em relação a Deus do que fidelidade sincera. Precisamos da mensagem deste capítulo.

Pagamos caro para pecar assim como pessoas pagam para prostituir-se, e inúmeras vezes rejeitamos a graça gratuita divina. Investimos no pecado, fugimos de Deus. Esse é o estrago que Satanás planejou para cada um de nós; mas, restauração é o plano de Deus para todos.

Este capítulo revela o método divino de realizar Seus planos de salvar acoplado aos planos daqueles que agem dependendo dEle:

  1. Deus conquista Seus próprios planos ajudando os seres humanos a conquistarem os deles: Raabe já havia abandonado a prostituição quando aos espias chegaram a sua casa. Assim como os espias não sabiam, ela também desconhecia o meio de salvar-se; mas nada disso era impossível para Deus, o qual criou estratégias para driblar aos atentos guardas de Jericó e levar salvação à casa da ex-funcionária da prostituição!
  2. Deus não ignora o menor vestígio de vontade de salvar-se existente numa alma, por mais moribunda que esteja: Raabe ouvira sobre Deus, sabia o fim de seu povo, arriscou sua vida para salvar os espias e, foi salva. Deus conhecia seu coração e a conduziu à salvação. Ela já havia mudado de profissão, talvez agora trabalhasse com estalagem, evidência que ela cedera à religião do Deus de Israel!
  3. Deus guia, protege e concede sucesso àqueles que estão no centro de Sua soberana vontade, por mais desafios que tal decisão exija: Os dois espias foram bem-sucedidos e trouxeram mais informações do que Josué lhes pedira porque Deus os abençoou!

Talvez não saibamos lidar com prostitutas recém conversas a Deus, mas Deus sabe como lidar com Seus servos para que sejam instrumentos de salvação aos que anseiam por Ele. A missão de Josué aos espias era militar, mas Deus cumpriu neles Sua missão de salvar! Entregue-Lhe teus planos, e te surpreenderás! – Heber Toth Armí.



JOSUÉ 02 – Comentado por Rosana Barros
19 de abril de 2019, 0:30
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“Ouvindo isto, desmaiou-nos o coração, e em ninguém mais há ânimo algum, por causa da vossa presença; porque o Senhor, vosso Deus, é Deus em cima nos céus e embaixo na terra” (v.11).


Fortalecido e animado pelo Senhor e por seus irmãos, Josué decidiu iniciar o preparo para avançar à terra prometida. Diferente de quarenta anos atrás, quando Moisés enviara doze espias, obtendo o trágico resultado de um relatório desanimador, Josué decidiu enviar a Jericó apenas “dois homens, secretamente” (v.1). Esses homens certamente faziam parte de seu círculo de maior confiança e gozavam do mesmo espírito que um dia movera ele e Calebe como os únicos espias da antiga leva a retornar com boas-novas.

Como se tratava de uma cidade cuja população havia se envolvido em total corrupção e imoralidade, as casas de prostituição eram algo comum e aceitável. Pode ser que os espias não tivessem opção quanto à sua hospedagem. Pode ser também que o fato de ali se hospedarem fosse estratégico para não levantar suspeitas. Ou, gosto de pensar que o Senhor os guiou para a casa de Raabe, porque ali havia uma família para ser salva. De qualquer modo, Deus tinha um propósito especial naquela visita.

Se os dois israelitas desejavam não levantar suspeitas, o tiro saiu pela culatra, porque onde há filhos de Deus, é impossível não notar. Logo, a notícia chegou aos ouvidos do rei, que já estava sob forte tensão por tudo o que tinha ouvido sobre os prodígios do Deus de Israel. Raabe escondeu os seus hóspedes, despistou os servos do rei e iniciou um diálogo com os espias que deixou bem claro que o povo que é guiado pelo Senhor não tem o que temer. Apesar dos muitos deuses aos quais serviam, os cananeus não encontraram conforto e segurança alguma em nenhum deles e Raabe percebeu naquele episódio a última oportunidade de salvação para ela e para a sua casa.

O “cordão de fio de escarlata à janela” (v.18) representa a salvação em Cristo Jesus. Raabe precisava conservar a sua fé no Deus de Israel, fazendo com que sua família permanecesse dentro deste mesmo refúgio. Diferente de Ló, que não conseguiu reunir toda a sua família e salvá-los da destruição de Sodoma e Gomorra, Raabe conseguiu salvar toda a sua casa da destruição de Jericó. O afastamento de Ló do convívio de seu tio Abraão, resultou em tragédia e uma descendência ímpia e inimiga do povo de Deus. O afastamento de Raabe de sua nação ímpia para unir-se ao povo de Deus, resultou em bênção e no privilégio de fazer parte da genealogia do próprio Jesus (Mt.1:5).

Como os espias, temos sido reconhecidos como “filhos de Israel” (v.2), discípulos de Cristo? Não se trata apenas de aparência ou de conhecimento teológico. De modo algum! Trata-se de atitudes que exalam o bom perfume de Cristo. Sem dúvida alguma, aqueles espias mostravam em suas feições, em seu modo de falar, em seu olhar, algo que não se via mais naquele lugar. Por mais que tentassem ocultar-se, não o poderiam porque a presença de Deus os acompanhava. E quem anda com Deus, jamais pode passar despercebido. Que assim como aqueles espias, sejamos instrumentos do Senhor para levar salvação às famílias e, como Raabe, que o cordão escarlata da salvação esteja sempre em nosso coração e em nosso lar, “e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31).

Bom dia, salvos pela graça de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Josué2 #RPSP

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JOSUÉ 01 – Comentado por Rosana Barros
18 de abril de 2019, 0:30
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“Não to mandei Eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o Senhor, teu Deus, é contigo por onde quer que andares” (v.9).


Apesar do mistério quanto à morte e sepultamento de Moisés, de alguma forma os filhos de Israel souberam de sua morte e a lamentaram durante trinta dias. Passado o período de luto, “Josué, filho de Num, [que] estava cheio do espírito de sabedoria” (Dt.34:9), assumiu a função de seu mestre. Em nenhum momento o Senhor o comparou ao antigo líder e nem lhe exigiu similar liderança. Pelo contrário, suas primeiras palavras ao novato revelaram a singularidade de cada ministério: “Moisés, Meu servo, é morto” (v.2). A partir dali, era a vez do servo Josué deixar escrito a sua própria história com Deus.

Moisés enfrentara o deserto. Josué enfrentaria as milícias de Canaã. Os dois tinham um mesmo objetivo, mas cada um agiu no tempo e disposição orientados por Deus. A característica marcante na vida de Moisés fora a mansidão. Na vida de Josué, a coragem e a fidelidade. Cada qual fora usado pelo Senhor para o Seu serviço em benefício de todo o Israel. Mas o que sustentaria Josué em sua difícil missão seria justamente a comunhão diária com Deus. Como servo de Moisés, ele vira no exemplo de seu senhor a bênção de um relacionamento real e constante com Deus.

“Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido” (v.8). Esta não fora uma orientação dada apenas a Josué, mas a todos os que são nascidos de Deus. A disposição das duas tribos e meia em avançar com seus irmãos os limites do Jordão, mesmo que já estabelecidas em suas moradas, reconhecendo a liderança de Josué e animando o novo líder, revela que acima de qualquer posição de liderança, todos nós temos a responsabilidade de cuidar uns dos outros, ainda que não lucremos nada com isso.

Na verdade, você e eu temos um papel a desempenhar no serviço do Senhor, e não somos vistos aos olhos de Deus como insubstituíveis, e sim como instrutores de quem possa dar continuidade à obra que tem como objetivo nos levar para o mesmo lugar: a Casa do Pai. Assim como Deus fortaleceu a Josué, Ele espera que nos animemos uns aos outros nesta jornada que não é fácil para ninguém. Imaginem que ao invés de acolhimento, Josué tivesse experimentado o desprezo de seus irmãos, quão diferente e difícil seria o seu ministério. Ao invés disso, os filhos de Israel reconheceram nele alguém que fora escolhido por Deus para guiá-los em segurança para Canaã.

Como um povo que almeja ir para o mesmo lugar ao encontro do mesmo Senhor, que nossos ouvidos sejam sensíveis, à cada dia, à voz de Deus e nossos olhos atentos para enxergarmos uns nos outros a nossa necessidade mútua de compreensão, compaixão e auxílio. “Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo.13:35). Vigiemos e oremos!

Bom dia, discípulos de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Josué1 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 34 – Comentado por Rosana Barros
17 de abril de 2019, 0:30
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“Nunca mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés, com quem o Senhor houvesse tratado face a face” (v.10).


De uma aparição na sarça ardente à diálogos face a face, Moisés experimentara a mais íntima comunhão com Deus. O início de seu chamado, porém, não foi nada promissor. Tímido e amedrontado, por vezes procurou esquivar-se de sua missão alegando a sua notória incapacidade. Habituado à pacata vida como pastor de ovelhas, sua habilidade social era limitada à sua família e à família de sua mulher. Certamente, sua ida ao Egito após quarenta anos no deserto, fora um desafio bem maior do que quando de lá fugira.

Quarenta anos também fora o tempo em que guiara Israel pelo deserto. Como pastor, aprendera a cultivar a mansidão, a paciência e o amor, e também a usar a vara da disciplina quando necessário. Mas nenhum dos rebanhos de ovelhas que guiou poderia ser comparado a Israel. Após tantos anos em cativeiro, muitos hábitos nocivos precisavam ser eliminados e o grande líder descobriria que teria de deixar algumas ovelhinhas pelo caminho e que nem sempre o amor do pastor é suficiente para manter a salvo as ovelhas que decidem andar em apriscos diferentes.

Que relacionamento pessoal e singular com Deus, Moisés experimentou! Nem o seu pecado no deserto de Zim, que lhe tirou o direito de entrar em Canaã, lhe privou do privilégio de continuar comungando da presença pessoal do Senhor. Sua desobediência não lhe permitiu entrar na terra prometida, mas o seu arrependimento e submissão lhe concedeu uma visão panorâmica de Canaã na companhia do próprio Deus e uma surpresa insuperável. Amparado por seu melhor Amigo, o maior profeta de Israel descansou. E assim como foi retirado do rio Nilo para uma vida terrestre de propósitos grandiosos, do coração da Terra, o Senhor o ressuscitou para propósitos eternos.

Na ocasião da transfiguração de Cristo, o próprio Moisés e também o profeta Elias, apareceram “falando com Ele” (Mt.17:3). Foi algo tão real, que Pedro se propôs a construir tendas para os profetas de Deus ali repousarem. No livro de Judas também encontramos a cena de um conflito entre Satanás e Miguel (que é Jesus) pelo corpo de Moisés (Jd.9). O que indica que em sua ressurreição, o diabo reivindicou Moisés para si por causa do seu pecado, mas, como desde a primeira peleja, o Senhor obteve vitória (Ap.12:7-9), concedendo a Moisés a graça de desfrutar da Canaã celeste.

Amados, não há presente maior e melhor do que desfrutar da comunhão com Aquele que nos criou e que nos salvou. Andar com Deus, eis o segredo da felicidade que por tanto tempo o homem tem tentado obter pelos meios errados. Nem a sabedoria, nem a força, nem as riquezas podem preencher o espaço que foi criado para a habitação do Eterno. Porque o Senhor “pôs a eternidade no coração do homem” (Ec.3:11). Só em Jesus somos completos!

Podemos até cometer algum deslize como Moisés, mas se estivermos em Cristo, Sua forte mão nos erguerá assim como ergueu Pedro das águas. “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os.6:3). Busque esta intimidade diária e, como a história de Moisés, a nossa história jamais terá um fim. Vigiemos e oremos!

Bom dia, amigos de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio34 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 33 – Comentado por Rosana Barros
16 de abril de 2019, 0:30
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“Esta é a bênção que Moisés, homem de Deus, deu aos filhos de Israel, antes da sua morte” (v.1).


Convocado pelo Senhor para subir no monte Nebo, Moisés precisava se despedir do povo que por tantos anos guiara. Não deve ter sido fácil para o idoso líder deixar para trás aquelas milhares de pessoas que tanto amava e pelas quais tantas vezes intercedeu. Um misto de sentimentos e recordações devem ter ocupado seus últimos instantes de vida nesta terra. Suas últimas palavras foram uma bênção especial à cada tribo de Israel. Como Jacó abençoara seus doze filhos (Gn.49), assim foi aflorada a paternidade de Moisés ao despedir-se dos filhos de Israel.

A bênção de cada tribo representava um pouco de sua história e de como cada uma assumiria uma função diferente em benefício de toda a nação. De Rúben a Aser, cumpria-lhes executar o que Deus estabelecera e viver em paz uns com os outros. As habilidades deveriam ser esquecidas ou as motivações egoístas abandonadas a fim de dar lugar à vontade de Deus, mas nem essas coisas poderiam afetar o propósito divino final. O papel central de cada tribo era o de exaltar o nome do Senhor e torná-lo grandioso entre às demais nações.

Semelhante à bênção dada às tribos de Israel, Deus possui uma bênção para cada filho Seu. Como membros do corpo de Cristo, somos chamados a elevar este corpo à estatura de um povo “cheio da bênção do Senhor” (v.23); que guarda a Sua Palavra e observa a Sua aliança (v.9). Contudo, como Laodiceia, corremos o risco de viver suas características como se fossem uma obrigação histórica a ser cumprida, quando, na verdade, é uma realidade que deve ser abandonada e trocada por um coração no qual Cristo habita.

Tão perto como estamos do Grande Dia do Senhor, importa que o povo de Deus se coloque aos pés de Jesus e aprenda de Suas palavras (v.3). “Não há outro, ó amado, semelhante a Deus” (v.26), que, em Sua infinita misericórdia, nos concedeu a maior de todas as bênçãos: a salvação em Cristo Jesus. Portanto, “[povo] salvo pelo Senhor” (v.29), mesmo que ainda seja difícil dizer adeus para aqueles que amamos, lembremos que há uma bênção eterna reservada para nós ao lado dAquele que nos amou até à morte e morte de cruz (Fp.2:8).

“Os resgatados do Senhor voltarão e virão a Sião com cânticos de júbilo; alegria eterna coroará a sua cabeça; gozo e alegria alcançarão, e deles fugirá a tristeza e o gemido” (Is.35:10). Vigiemos e oremos!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio33 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 32 – Comentado por Rosana Barros
15 de abril de 2019, 0:30
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“Eis a Rocha! Suas obras são perfeitas, porque todos os Seus caminhos são juízo; Deus é fidelidade, e não há nEle injustiça; é justo e reto” (v.4).


Aproximando-se o dia de sua morte, Moisés recebeu do Senhor a incumbência de ensinar um cântico ao povo. Assim como lhe fora transmitida a canção, “Moisés pronunciou, integralmente, as palavras deste cântico aos ouvidos de toda a congregação de Israel” (v.1). O amor, o zelo e a fidelidade de Deus pelos filhos de Israel são exaltados e contrastados com o desprezo, a apostasia e a rebeldia do povo, que redundariam em afastamento do Senhor.

Enquanto Deus os rodeava, cuidava e guardava como uma águia de seus filhotes; enquanto os cercava com Sua sebe e lhes dava o melhor da Terra; fartos e abastados, abandonaram o Seu Criador e desprezaram “a Rocha da sua salvação” (v.15). A letargia os conduziu à apostasia. Dominados por seus corações obstinados, de “porção do Senhor” (v.9) tornaram-se “raça de perversidade” (v.20). Um povo que ostentava a eleição divina, mas que rejeitava a Sua doutrina e a Sua Palavra (v.2).

Escrevendo aos coríntios, o apóstolo Paulo exalta a importância dos exemplos da história de Israel como uma forma de advertência a “nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado” (1Co.10:11). Paulo afirma que Israel bebera da mesma fonte espiritual que os coríntios, “porque beberam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo” (1Co.10:4). Cristo, a Rocha, o “Eu Sou” (v.39), guardava Israel “como a menina dos olhos” (v.10), mas o povo O desprezou e dEle se esqueceu (v.18).

Aquele cântico tinha por finalidade despertá-los para o perigo das consequências de uma vida afastada de Deus e o quanto isso afeta a todos, principalmente às famílias (v.25). Estar em pé hoje não nos assegura que estaremos da mesma forma amanhã. Cada dia deve ser encarado como uma nova oportunidade de engrandecer “o nosso Deus” (v.3) e nEle andar. Confiar na própria espiritualidade é lutar com as armas erradas. Necessitamos, diariamente, nos revestir da armadura de Deus, e termos a nossa vida alicerçada em Cristo Jesus, a Rocha da nossa salvação.

Diante de uma “geração perversa e deformada” (v.5), o Senhor nos chama para proclamar as Suas palavras, aplicando-as no coração e ordenando-as a nossos filhos (v.46). O Senhor não deseja um coral “louco e ignorante” (v.6), e sim um povo cuja vida manifeste o Espírito de Cristo. Ele não aceita a oferta de lábios de louvor, mas de corações que O adorem “em espírito e em verdade” (Jo.4:23). Eis o que é bom e o que o Senhor pede de Seu povo: “que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus” (Mq.6:8). Vigiemos e oremos!

Bom dia, porção do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio32 #RPSP

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DEUTERONÔMIO 31 – Comentado por Rosana Barros
14 de abril de 2019, 0:30
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“Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos atemorizeis diante deles, porque o Senhor, vosso Deus, é Quem vai convosco; não vos deixará, nem vos desamparará” (v.6).


As últimas palavras de Moisés foram também especialmente dirigidas ao seu sucessor, Josué. Diante do imenso desafio de guiar um povo reiteradamente rebelde e de enfrentar nações ímpias e cruéis, Josué precisava ter sua confiança em Deus fortalecida e seu coração preparado para lidar com as dificuldades que surgiriam. Ainda que avançado em dias, Moisés gozava de vigor e força e continuava sendo um grande líder perante Israel. A sua morte não só causaria grande comoção entre o povo, mas também desalento a Josué, que sentiria o demasiado peso de sua responsabilidade.

Não obstante as palavras de encorajamento do velho líder, o próprio Senhor dirigiu-Se a Josué com palavras de autoridade de um Deus que é fiel em tudo o que promete (v.23). Semelhante a Moisés, ele também enfrentaria muitas circunstâncias adversas, mas, em todas elas, seria cuidado por um Deus que jamais o deixaria. Ainda que Israel falhasse em instruir seus filhos conforme a orientação dada pelo Senhor às famílias (Dt.6:4-9), de sete em sete anos a leitura da lei a todo o povo seria um reforço necessário a fim de que pudessem ouvir, aprender, temer a Deus e cumprir “todas as palavras desta lei” (v.12).

A música tem um poder de influência tão forte sobre a mente, que não há meio mais eficiente de gravar informações de forma a sempre ativar a memória. Quando em minha fase escolar, por exemplo, aprendi uma música com equações matemáticas que me recordo até hoje. A onisciência de Deus a respeito da futura rebeldia de Israel não condicionara o povo a tal resultado, mas, em forma de cântico, o Senhor lhes deixara uma declaração de amor e uma advertência à ingratidão, que testemunharia contra eles (v.21). Todos os filhos de Israel deveriam aprender este cântico e transmiti-lo através das gerações.

Assim como Moisés sabia que após a sua morte, o povo procederia corruptamente (v.29), Jesus sabia que após a Sua morte o Seu povo também passaria por tempos de grande crise espiritual, principalmente “nos últimos dias” (v.29). Mas aqueles que aceitarem o Seu convite de amor (Ap.3:20), muito em breve entoarão o cântico dos salvos (Ap.15:2-4). Aceite, hoje, o terno convite do Deus Fiel que prometeu: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). Pois o “Senhor é Quem vai adiante de ti; Ele será contigo, não te deixará, nem te desamparará; não temas, nem te atemorizes” (v.8).

Feliz semana, remanescente dos últimos dias!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio31 #RPSP

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