Reavivados por Sua Palavra


SALMO 55 – Comentado por Rosana Barros
28 de março de 2020, 0:45
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“Livra-me a alma, em paz, dos que me perseguem; pois são muitos contra mim” (v.18).

O contexto deste Salmo foi um dos mais tristes para Davi, e, creio eu, seja uma das causas que mais aflige o coração do justo. Já não fosse suficiente ter de lidar com inimigos declarados, Davi teve de enfrentar a profunda tristeza de conviver com amigos íntimos cuja “boca era mais macia que a manteiga, porém no coração havia guerra” (v.21). Sendo um homem temente a Deus, sabia identificar o ódio voluntário. Isso, contudo, o consumia de tristeza: “sinto-me perplexo em minha queixa e ando perturbado” (v.2).

A lamentação do salmista pela traição de seus amigos foi um dissabor vivido por muitos servos de Deus. O profeta Jeremias, por exemplo, sendo fortemente perseguido e ameaçado pelo seu próprio povo, fez uma oração bem parecida com o Salmo de hoje (Jr.18:18-23), e o Senhor mesmo o alertou, dizendo: “Porque até os teus irmãos e a casa de teu pai, eles próprios procedem perfidamente contigo; eles mesmos te perseguem com fortes gritos. Não te fies deles ainda que te digam coisas boas” (Jr.12:6).

Em Seu ministério terrestre, Jesus teve de lidar com semelhante situação. Entre as multidões que O seguiam, havia corações endurecidos. E até mesmo entre os Seus discípulos, um que O trairia com palavras brandas (v.21) e com um beijo (Mt.26:49). Judas representa a classe de falsos amigos de que Davi se referiu. São aqueles que conservam no coração sentimentos malignos, mas que se esforçam por manifestar aparência de piedade. Na experiência de Davi, de Jeremias e de tantos outros, porém, todo fiel e sincero servo de Deus deve encontrar conforto. Pois assim como Ele os ajudou a identificar a falsidade e os livrou de todo o mal, certamente, o mesmo Deus há de, hoje, abrir os olhos dos justos e livrá-los dos perigos ocultos.

Sabem, amados, tomara não façamos parte desta classe maldita. Antes ser perseguido do que ser perseguidor de nossos irmãos. Pois, como foi o fim de Judas, assim será o fim daqueles que rejeitam a voz do Espírito Santo. Há um único meio de que podemos fazer uso e Davi bem o descreveu: “Eu, porém, invocarei a Deus, e o Senhor me salvará. À tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e Ele ouvirá a minha voz” (v.16-17). Quando perseguido por seus próprios amigos, Davi orou. Quando ameaçado de morte pelos que desejava o bem, Jeremias orou. Ao aproximar-se a hora da traição, Jesus orou. Portanto, não entregue o seu coração à vingança, mas “Confia os teus cuidados ao Senhor, e Ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado” (v.22). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, imitadores de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo55 #RPSP

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SALMO 54 – Comentado por Rosana Barros
27 de março de 2020, 0:45
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“Ó Deus, salva-me, pelo Teu nome, e faze-me justiça pelo Teu poder” (v.1).

O código universal de socorro, SOS, surgiu da necessidade de alertar uma situação de perigo ou necessidade urgente que ponha a vida em risco. Apesar das suposições, esta sigla não tem um significado específico. Foi criada pelo simples fato de não ser confundida com outra e porque eram as letras mais fáceis de reproduzir e mais difíceis de serem confundidas no famoso código morse. Desde então, o SOS tem sido usado como padrão de socorro em todo o mundo.

Há, porém, um meio de pedir socorro bem mais antigo e que, mesmo conhecido de muitos, tem sido negligenciado: a oração. O apelo do salmista pelo socorro divino expressa a sua necessidade de livramento e proteção. Em sua rota de fuga, por vezes Davi se deparava com falsos aliados, que tão logo tivessem a oportunidade, delatavam a sua localização a Saul. Mas em meio ao perigo, Davi sabia a Quem recorrer. Sua fé estava alicerçada em Deus e com confiança declarava: “o Senhor é quem me sustenta a vida” (v.4).

Em momentos de fragilidade e quando nos encontramos em situação de risco, a quem recorremos? Como Davi, você pode afirmar: “Deus é o meu ajudador” (v.4)? É na crise que somos confrontados com as nossas debilidades e do Céu nos é oferecido o perfeito livramento. Entretanto, costumamos canalizar as nossas orações em nossos problemas, e não em nossa real necessidade de buscar a Deus. A oração é o “SOS” do cristão. Mas o seu principal objetivo deve ser o de nos conectar ao divino Socorrista.

Com base na experiência da angústia de Jacó, Ellen White declarou: “Ao rodearem-nos os perigos, e ao apoderar-se da alma o desespero, devem confiar unicamente nos méritos da obra expiatória. Nada podemos fazer de nós mesmos. Em toda a nossa desajudada indignidade, devemos confiar nos méritos do Salvador crucificado e ressuscitado. Ninguém jamais perecerá enquanto fizer isto” (Patriarcas e Profetas, 203). Semelhante a Jacó, pela graça de Cristo, que nossa noite de angústia redunde em uma manhã gloriosa. Vigiemos e oremos!

Bom dia, homens e mulheres de oração!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo54 #RPSP

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SALMO 53 – Comentado por Rosana Barros
26 de março de 2020, 0:45
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“Todos se extraviaram e juntamente se corromperam; não há quem faça o bem, não há sequer um” (v.3).

O grande objetivo de Satanás, desde sua primeira trama de engano entre os anjos, tem sido o de estabelecer diante do Universo o trono de seu reino maligno. Como um exímio conhecedor e aproveitador da fragilidade humana, sua missão consiste em “roubar, matar e destruir” (Jo.10:10). E como um perdedor inconformado, tem aproveitado a insensatez dos homens para declarar a essência da primeira mentira: “Não há Deus” (v.1).

O Salmo de hoje revela a condição do homem sem Deus e a perfeita e suficiente provisão divina para salvar o pecador arrependido. A crescente corrupção e a falta do conhecimento de Deus tem conduzido o mundo a um declínio constante, e, ultimamente, acelerado. Situações derivadas da teimosia humana se tornaram em ameaça geral e encontrar “quem faça o bem” (v.1), uma raridade. Precisamos, contudo, extrair das Escrituras o que o Espírito Santo deseja realizar na minha e na sua vida: uma mudança de caráter.

A instabilidade e a fraqueza fazem parte do pacote fatal do pecado. Declarou Paulo: “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum” (Rm.7:18). Sufocados pelas coisas deste mundo e pelas perplexidades que nos assolam, acabamos por nos tornar ainda mais vulneráveis e a olharmos na direção errada. “Do Céu olha Deus para os filhos dos homens, para ver se há quem entenda, se há quem busque a Deus” (v.2). Não fosse o Seu misericordioso interesse pela salvação da raça humana e a Sua longanimidade, e morreríamos em nossos pecados.

Jesus Cristo restaurou a nossa sorte na cruz do Calvário. Foi ali que o ato de maior injustiça tornou-se em “Justiça Nossa” (Jr.23:6). Somente fiados em Seus méritos podemos nos apossar das promessas de Deus. Somente olhando para Ele seremos salvos. A Terra geme diante da iminência de Seu retorno e os sinais se intensificam. A expectativa aumenta no coração do Seu povo e o medo se alastra entre os “obreiros da iniquidade”, pois “eles não invocam a Deus” (v.4).

Que neste tempo de angústia possamos manter nossos olhos fixos em Cristo. “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões… mas oferecei-vos a Deus, como ressurretos dentre os mortos, e os vossos membros, a Deus, como instrumentos de justiça” (Rm.6:12-13). Vigiemos e oremos!

Bom dia, justificados por Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo53 #RPSP

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SALMO 52 – Comentado por Rosana Barros
25 de março de 2020, 0:45
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“Quanto a mim, porém, sou como a oliveira verdejante, na Casa de Deus; confio na misericórdia de Deus para todo o sempre” (v.8).

Forçado pelas circunstâncias, Davi viveu parte de sua vida como um foragido. Ao perceber a intenção homicida de Saul, tratou de fugir. Sua atitude prudente o livrou da morte, mas, como um homem caçado, sua vida tornou-se uma recompensa nas mãos de quem o encontrasse. Doegue, um dos servos de Saul, viu naquela oportunidade o degrau de sua ascensão, o favor que o rei lhe prestaria caso sua informação sobre o paradeiro de Davi o ajudasse a consumar o seu intento.

No entanto, a maldade e ambição daquele homem não causaria a Davi dano algum diante da “bondade de Deus” (v.1) que, passo a passo, o acompanhava. Por mais que aquela conjuntura desse ao inimigo um gosto de vitória, Davi demonstrou uma fé firme e segura convicção no juízo divino. Ele sabia que os dias dos ímpios estão contados e que “os justos hão de ver tudo isso” (v.6). E que é melhor, ainda que sob a constante tensão de ameaças e perseguição, estar do lado perseguido do que do lado perseguidor.

Se a impiedade é o antônimo de piedade, então, ímpio é todo aquele que não oferta a Deus o que Lhe é devido. Segundo as Escrituras, o ímpio também é chamado de imundo, infiel, iníquo, insensato e perverso. É aquele que prefere o mal ao bem, e a mentira, a falar com justiça; cuja “língua urde planos de destruição” (v.2), confiando “na abundância dos seus próprios bens e na sua perversidade se [fortalece]” (v.7). E há um só destino para o ímpio que não se arrepende: a destruição eterna (v.5). “Mas, convertendo-se o perverso da perversidade que cometeu e praticando o que é reto e justo, conservará ele a sua alma em vida” (Ez.18:27).

O castigo eterno foi “preparado para o diabo e seus anjos” (Mt.25:41), e não para os homens. Nós fomos criados para a glória de Deus (Is.43:7) e fomos resgatados para sermos salvos “pelo Senhor com salvação eterna” (Is.45:17). Portanto, amados, confiemos sempre na provisão divina. Entreguemos ao Senhor em oração aqueles que nos perseguem. Como Davi, confiemos a Deus as nossas queixas e tribulações, pois a Sua bondade dura para sempre. “Dar-te-ei graças para sempre”, ó Deus meu, “esperarei no Teu nome, porque é bom” (v.9). Vigiemos e oremos!

Bom dia, fiéis servos de Deus!

* Deixe nos comentários o seu pedido de oração. #EuOroPorVocê

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo52 #RPSP

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SALMO 51 – Comentado por Rosana Barros
24 de março de 2020, 0:45
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“Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável” (v.10).

Certa vez estava na recepção da igreja recebendo muitas pessoas em um culto especial sobre saúde. Não percebi quando entrou um rapaz cego até que ele desse de cara com um vaso de plantas. Rapidamente segurei o rapaz pelos dois ombros e de forma desajeitada comecei a conduzi-lo aos primeiros bancos. Ainda no início do trajeto ele me parou e me disse de forma muito educada: “Irmã, fique tranquila. Se a senhora puder segurar apenas no meu braço já é o suficiente”. Então rimos juntos e enquanto conversávamos prestava atenção em seu semblante que irradiava alegria e serenidade.

Sabem, meus amados irmãos, a cegueira física é uma triste limitação, mas pode se tornar insignificante se comparada à cegueira espiritual. Davi estava vivendo dias de glória. A perseguição deu lugar à tranquilidade. As palavras do Senhor se cumpriram e ele havia assumido a coroa da nação eleita. Davi foi a prova viva de que a guerra faz o soldado vigilante, mas a bonança pode pegá-lo desprevenido. Ao abandonar o posto de seu dever como cabeça dos exércitos de Israel, não imaginava que conflito pior estava por desarmá-lo e fazê-lo tombar.

Cego pelas baixas paixões, Davi adulterou, mentiu e planejou a morte de um de seus fiéis valentes. Não foram, porém, consequências de repentina cegueira. Pouco a pouco, pequenas concessões, os louvores dos homens, os privilégios de sua função e a negligência das coisas espirituais acabaram por enredá-lo por um destino quase fatal, não fosse a intervenção divina. A oportunidade dada a Davi pela repreensão do profeta não foi uma providência exclusiva, mas contundente prova de que a misericórdia do Senhor não é limitada pela insensatez humana. Ninguém vai tão longe que o braço da Onipotência não possa alcançar e conduzir por caminho seguro.

“Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a Tua benignidade; e, segundo a multidão das Tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões” (v.1), é o alto clamor do pecador arrependido. Esse episódio nos confirma a verdade de que é a bondade de Deus que nos conduz ao arrependimento (Rm.2:4). Não encare esse tempo de crise como perigoso. Mas como a oportunidade de estreitar o seu relacionamento com Deus e com sua família. E ainda que você esteja só neste momento, “provai e vede que o Senhor é bom” (Sl.34:8). Assim como Ele não abandonou Davi em seus pecados, Ele não te deixará!

Faça deste Salmo a sua oração diária. A prevenção e a precaução são muito importantes, e precisamos fazer a nossa parte no combate a este vírus. Não sejam, porém, as nossas mãos o alvo da principal purificação. Como Davi, clamemos: “Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado” (v.2). Como o cego Bartimeu, é tempo de clamarmos insistentemente: “Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim” (Mc.10:48). Pois “sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito” (v.17). Então, com nossos olhos abertos, cheios do Espírito Santo, pregaremos (v.13), por preceito e por exemplo, o “evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14). Vigiemos e oremos!

Bom dia, perdoados para testemunhar e salvar!

Desafio da semana: Estejamos unidos em uma corrente do bem, enviando mensagens de esperança e, se possível, ligando para as pessoas para orar com elas e fortalecê-las nesses momentos difíceis. Sê tu uma bênção!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo51 #RPSP

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SALMO 50 – Comentado por Rosana Barros
23 de março de 2020, 0:45
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“Vem o nosso Deus e não guarda silêncio; perante Ele arde um fogo devorador, ao Seu redor esbraveja grande tormenta” (v.3).

Muitos têm se enveredado por caminhos sobremodo perigosos. Apegando-se às formas, esquecem da essência. Sua religião, baseada em ritos, torna-se tão frágil enquanto é considerada uma sólida aliança. Ainda assim, essa não é a principal questão no julgamento divino. O Salmo de Asafe alerta para o risco de uma adoração desvirtuada e com propósitos errados. O sistema de sacrifícios do antigo Israel representava o plano da salvação por meio de Cristo Jesus. Portanto, deveria ser um ato de adoração, um “sacrifício de ações de graças” (v.14), e não uma barganha.

O Céu considera a intenção do adorador em cada obra realizada. Aquele que conhece os corações procura pelos que O adoram “em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores” (Jo.4:23). Deus não escolhe a quem salvar, mas salva a quem O escolhe. Uma obra incansável tem sido realizada e “o Poderoso, o Senhor Deus, chama a Terra desde o Levante até o Poente” (v.1): “Escuta, povo Meu, e Eu falarei” (v.7). Ninguém que aceite ouvi-Lo será pego de surpresa. Ninguém que entregue o coração sem reservas à destra do grande Oleiro permanece com as ranhuras do passado. Sua vida é transformada pelas mãos da Onipotência enquanto permite ser santificado pela Palavra.

Engana-se a classe que defende uma religião que professa piedade (v.16), mas que não se desvia do mal (v.18-20). Que ergue a voz a proclamar as santas verdades das Escrituras enquanto com a mesma boca senta “para falar contra [seu] irmão” (v.20). Que odeia a disciplina e se associa com os que praticam a iniquidade (v.18). “Considerai, pois, nisto, vós que vos esqueceis de Deus” (v.22): “Vem o nosso Deus” (v.3), “para realizar a Sua obra, a Sua obra estranha” (Is.28:21). Porque a ira de Deus sobre a humanidade caída será uma obra estranha Àquele que nos criou para a eternidade.

Amados, nestes dias onde o mundo tão agitado se encontra no silêncio da reclusão, “sê tu uma bênção” (Gn.12:2)! “Oferece a Deus sacrifício de ações de graças e cumpre os teus votos para com o Altíssimo” (v.14). Prepara-te e verás “a salvação de Deus” (v.23)! “Desperta, ó tu que dormes” (Ef.5:14)! “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11). “Vem o nosso Deus e não guarda silêncio” (v.3). “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:16-17).

Neste tempo de dificuldade, o Senhor nos diz: “invoca-Me no dia da angústia; Eu te livrarei, e tu Me glorificarás” (v.15). “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32). Portanto: “Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao Senhor, vosso Deus, porque Ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-Se” (Jl.2:13). Vigiemos e oremos!

Maranata, povo de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo50 #RPSP

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SALMO 49 – Comentado por Rosana Barros
22 de março de 2020, 0:35
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“Povos todos, escutai isto; dai ouvidos, moradores todos da Terra” (v.1).

Visto se tratar de um chamado global, o Salmo de hoje contém uma mensagem que se aplica a todos, sem distinção, “tanto plebeus como os da fina estirpe” (v.2). Não é apenas uma questão que envolve os ricos, mas “todos juntamente, ricos e pobres” (v.2). Existem ricos que não se encaixam na realidade deste Salmo, porém, há pobres que podem estar vivendo isso. Não é difícil apegar-se a coisas que ocupam o lugar onde somente Deus deveria estar. No final das contas, porém, essas coisas são deixadas para outros quando a vida se vai (v.10).

Estamos diante de uma mensagem de advertência a todas as pessoas, inclusive àquelas que pensam estar longe dessa realidade. Todo ser humano está sujeito a agir como se fosse viver aqui para sempre, e “chegam a dar seu próprio nome às suas terras” (v.11). E como um Salmo 23 às avessas, “a morte é o seu pastor” (v.14) e, ao invés de habitar “na Casa do Senhor para todo o sempre” (Sl.23:6), “a sepultura é o lugar em que habitam” (v.14).

No entanto, a certeza dos salmistas e a que deve transbordar de nosso coração é que nada neste mundo, e nem todas as riquezas que possam existir, podem ser comparadas ao preço que foi pago pela nossa redenção, pois ela “é caríssima” (v.8): “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Este foi o inigualável preço pago para Deus nos remir “do poder da morte” (v.15).

Não podemos permitir que coisas perecíveis ocupem o lugar do Eterno em nosso coração e nem precisamos temer os que nos perseguem e usam de glórias terrenas para nos oprimir. Pois o pastor deles não é o nosso Pastor. Lembrem que uma das características principais das ovelhas de Cristo é que elas seguem a Sua voz, pois O conhecem. Elas conhecem o preço de seu resgate. Sabem a que voz seguir e não dão ouvidos a estranhos (Jo.10:5). Não fomos criados para ser levados como ovelhas condenadas à morte, mas Cristo tomou para Si essa cruel penalidade e, “como Cordeiro foi levado ao matadouro” (Is.53:7). Ele pagou o maior resgate da história da humanidade uma vez “para sempre” (v.8), para nos livrar do pastor da morte (v.14) e nos “tomar para Si” (v.15).

Que possamos reconhecer as nossas limitações e que o que temos vem de Deus. Então, estas coisas serão consideradas um nada comparado ao que Cristo nos deu na cruz: tudo. O caminho das ovelhas de Jesus pode apresentar o “vale da sombra da morte” (Sl.23:4), mas lembre-se de que ele é apenas um pedaço do caminho e não o destino final. Que a nossa riqueza seja ouvir a voz do nosso bom Pastor e segui-Lo por onde quer que formos. Então, habitaremos em Sua Casa e com Ele reinaremos “pelos séculos dos séculos” (Ap.22:5). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, ovelhas de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Salmo49 #RPSP

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