Reavivados por Sua Palavra


Romanos 8 – O capítulo do Espírito by Jeferson Quimelli
26 de novembro de 2017, 12:00
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“Este capítulo é o clímax da explicação de Paulo acerca do evangelho e um dos grandes capítulos de toda a Escritura. … Paulo demonstra que a vida espiritual é possível quando o Espírito de Deus habita em nós, o que permite que Cristo viva em nós. Quando Cristo vive em nós, o velho homem do pecado morre, e espiritualmente ressuscitamos para viver uma nova vida (vs. 9-13). Mas se continuarmos a viver segundo a carne, morreremos, como ele disse em Romanos 7. Entretanto, nós temos a bela promessa de que quando vivemos uma vida cheia do Espírito Santo nos tornamos filhos de Deus. Podemos falar com Deus como nosso Pai. Não somente isso, mas assim como Jesus é o Filho de Deus, nós também nos tornamos filhos de Deus, isto é co-herdeiros com Cristo! Que presente maravilhoso Deus nos deu (vs. 14-19).”

 

Você, que está estudando neste trimestre o livro de Romanos, pode ver mais em:



OSEIAS 7 by Jeferson Quimelli
26 de novembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Deus diz: “Quando eu tento curar Israel, o mal [escondido] de Efraim fica exposto” (NVI).

Ladrões agiam dentro da cidade de Samaria e hordas de salteadores saqueavam fora da cidade (Oséias 7:1). Quando Deus curou a nação de Israel, salvando-os de todos os tipos de problemas, eles interpretaram mal, como se isso fosse Sua aprovação pelo seu mau comportamento (Oséias 7:2). Oséias 7:3-7 descreve as maldades praticadas naquela época.

O rei estendeu a sua mão aos malfeitores e, juntos, eles se tornam inflamados com vinho e seus corações se incendiaram (Oséias 7: 5-6). Os malfeitores destruiriam reis e juízes, assim como um forno queima todas as coisas com o fogo. Mas nenhum dos reis e juízes clamaram a Deus por ajuda (7:7). O norte de Israel perderia seu poder nacional e as nações estrangeiras a devorariam. No entanto eles não retornariam para o seu Deus (7:8-10).

Eles choraram em suas camas pela falta de grãos e bebida, mas não se arrependeram de coração (7:14). Deus desejava fortalecer Israel, mas eles haviam se tornado como um arco defeituoso, de cordas frouxas, incapaz de levar a flecha ao alvo. O que mais Deus poderia fazer por eles?

O que mais Deus precisa fazer por nós para que o busquemos de todo o coração?

Yoshitaka Kobayashi
Japão

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hos/7 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1115
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/hos/7
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/02/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Oseias 7 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



OSEIAS 7 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
26 de novembro de 2017, 0:55
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OSEIAS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de novembro de 2017, 0:45
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Não compensa viver sem Deus! Quem teve grandes experiências com Ele, mas por alguma razão lógica (ou ilógica) se afastou, sabe que deve retornar.
 
É perigoso afastar-se de Deus ou manter relacionamento errado com Ele. Porém, quando afastamo-nos, Deus nos quer de volta!
 
Hernandes Dias Lopes tem uma maneira interessante de expor o capítulo em análise. Observe atentamente cada um dos seguintes pontos:
 
Introdução: O povo de Israel
1. Possuía um relacionamento errado com Deus (v. 1a);
2. Tinha relacionamento errado com os homens (v. 1b);
3. Havia perdido o temor e o pudor (vs. 2-4a).
 
Um forno aceso
1. Uma paixão ardente pela sensualidade (v. 4);
2. Um descontrole total pela bebedeira (v. 5);
3. Uma maquinação constante para o mal (v. 6);
4. Uma conspiração contínua para matar (v. 7);
5. Uma apostasia generalizada (v. 7b).
 
Um pão que não foi virado: Um povo…
1. …que é influenciado em vez de influenciar (v. 8);
2. …ignorante, que trabalha, mas não desfruta os frutos do seu labor (v. 9a);
3. …que envelhece, mas não amadurece (v. 9b);
4. …que se volta, mas para a direção errada (v. 10).
 
Uma pomba enganada: Um povo que…
1. …corre para um refúgio errado em vez de buscar a Deus (v. 11);
2. …recebe castigo em vez de bênção (v. 12);
3. …recebe destruição em vez de redenção (v. 13);
4. …corre atrás de coisas, mas não anseia por Deus (v. 14);
5. …responde ao cuidado divino com ingratidão, e não com obediência (v. 15).
 
Um arco enganoso: Porque…
1. …o povo não se voltou para Deus, tornou-se vulnerável nas mãos de seus inimigos (v. 16a);
2. …os príncipes não se arrependeram de seus pecados, foram mortos em seus pecados (v. 16b).
 
Simplificadamente, o capítulo revela que os erros que cometemos (vs. 1-7) resultam em nossa vergonha (vs. 8-16). Além disso, o relacionamento incorreto com Deus (v. 1) dá origem a…
 
• …péssimos relacionamentos interpessoais (vs. 2-4);
• …desequilíbrios comportamentais no aspecto pessoal, social e religioso (vs. 4-7);
• …instabilidade, medo e angústia que promovem apego a qualquer coisa (vs. 8-11);
• …religiosidades espúrias, deturpadas e vãs (vs. 12-15);
• …desejos pelo pecado, em vez do arrependimento do pecado (v. 16).
 
Coloquemos nossa vida em harmonia com Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


OSEIAS 7, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de novembro de 2017, 0:30
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“A soberba de Israel, abertamente, o acusa; todavia, não voltam para o SENHOR, seu Deus, nem O buscam em tudo isto” (v.10).


A iniquidade dos regentes de Israel levou todo o povo a práticas abomináveis e descaso para com Deus. Disposto a mudar-lhes a sorte, o Senhor desejava restaurar os filhos do Seu povo e trazê-los de volta a Si. Contudo, rejeitaram o chamado do Altíssimo e dEle fugiram (v.13).

A negativa partia do princípio de que ninguém havia que invocasse ao Senhor (v.7). Ninguém havia que O buscasse ou desejasse estar em Sua presença. A situação deles era cômoda e, em meio a malícias e mentiras, ocupavam o coração com as efêmeras alegrias deste mundo, debaixo de roupas de “religioso”.

No capítulo vinte e três do livro de Mateus, Jesus proferiu severas advertências contra os líderes da época. E a primeira delas exemplifica bem a situação de Israel: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque fechais o reino dos céus diante dos homens; pois vós não entrais, nem deixais entrar os que estão entrando!” (Mt 23:13). Ao invés de serem instrumentos de salvação, suas vidas tornaram-se uma barreira impedindo que muitos conhecessem, de fato, a Deus.

A ostentação e o orgulho tornaram os líderes do povo uma espécie de casta inalcançável. Colocando-se acima de tudo e de todos, abandonaram a essência da liderança celestial: a humildade e o serviço abnegado. E, tomados de um espírito soberbo, rejeitaram o único Mestre: “Vós, porém, não sereis chamados mestres, porque um só é vosso Mestre, e vós todos sois irmãos” (Mt 23:8).

A primeira vez que os discípulos de Jesus foram chamados de cristãos se deu em Antioquia, após a dispersão “por causa da tribulação que sobreveio a Estêvão” (At 11:19). Ali, e nas cidades circunvizinhas, o evangelho foi pregado com inteireza de coração, pois “a mão do Senhor estava com eles” (At 11:21). Era isso que Deus esperava do antigo Israel e é isso que Ele espera do Seu Israel moderno. O Senhor não leva em conta o parecer ser dEle, mas o ser dEle “em espírito e em verdade” (Jo 4:24). Ele não deseja ouvir “uivos” (v.14) “santos”, mas clamores de corações que reconhecem a sua real condição: inteiramente dependentes da graça de Jesus.

A verdade é esta, amados: diante de Deus, não há distinção entre líderes e subordinados. Somos todos irmãos e filhos do mesmo Pai (Mt 23:9). Todos carecemos da mesma graça, da mesma misericórdia e do mesmo Mediador, Jesus Cristo (1Tm 2:5). Ele mesmo nos deixou exemplo, quando, como Mestre, Se humilhou à condição de servo (Jo 13:14). Portanto, liderar não é mostrar serviço, mas servir para mostrar Jesus. E isto só acontece quando estamos sob a liderança do Espírito de Deus.

Que o Espírito Santo lidere a minha e a sua vida, então, sucederá que a letra da canção se cumprirá em nossa vida: “E se alguém vier atrás de mim, por onde eu for, vai ver que Cristo e eu deixamos uma pegada só” (Hino 481 do Hinário Adventista do Sétimo Dia).

Bom dia, liderados pelo Espírito Santo!

Jornada de Oração, dia 10/21: Oremos pelos pastores e líderes do “Israel de Deus” (Gl 6:16).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Oseias7
#RPSP



OSEIAS 7 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
26 de novembro de 2017, 0:25
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OSEIAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de novembro de 2017, 0:20
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Expandindo a lista de pecados, a acusação de prostituição e adultério é repetida. Também são acrescentadas a autoindulgência com a ingestão de vinho e a ignorância das reais questões
que minavam a existência da nação (v. 9). Não é de se espantar que Efraim seja comparado a uma pomba enganada no v. 11. A falta de discernimento fazia o povo procurar as soluções erradas. As pessoas dependiam do Egito e da Assíria, em vez de contar com o Senhor e esperar nele. Bíblia de Estudo Andrews.

1. Quando me disponho … a sarar a Israel. …a doença moral e espiritual de Israel tinha sido tão obstinada e crítica que prevaleceu contra o remédio que Deus poderia ter aplicado contra ela. CBASD, Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 998.

2. Não dizem. Haviam esquecido que todas as suas ações estavam sob o contínuo escrutínio do Senhor (ver Sl 33:13-15; 90:8; Jr 16:17; Hb 4:13). CBASD, vol. 4, p. 998.

3. Eles alegram o rei com suas impiedades (NVI). Alguns preferem outra interpretação deste versículo, com base na seguinte tradução alternativa: “Na sua maldade fazem o rei alegre.” Ou seja, a maldade das pessoas era seu plano maligno para matar a família real. Com isto em mente, o rei se alegra com vinho, e assim se tornava uma vítima fácil e confiante.A frequência com que reis de Israel foram assassinados durante os últimos anos da história do país empresta certo apoio a essa interpretação (ver com. do v. 7). CBASD, vol. 4, p. 999.

4. Semelhantes ao forno aceso. Neste quadro, o forno pode representar o coração (ver v. 6); o fogo, os desejos impuros, apetites, paixões; e a massa, os maus propósitos ou planos concebidos pelos conspiradores maus. CBASD, vol. 4, p. 999.

Até que seja levedada. Isto, aparentemente, representa o período decorrido entre o início e a realização dos maus desígnios. Depois de acender o forno, o padeiro deixa que o fogo continue a queimar até que a massa sovada esteja totalmente levedada. Assim foi com Israel: um tempo lhe foi dado para o fermento da maldade fazer efeito. CBASD, vol. 4, p. 999.

5. No dia da festa do nosso rei. Esse “dia” pode significar um dia em que a celebração foi realizada para homenagear o rei. Seja como for, foi um dia de excesso, quando a embriaguez despertou o mal nos homens pela remoção do poder do domínio próprio. Há neste versículo um alerta implícito contra o uso de bebidas alcoólicas por causa de seu efeito nocivo sobre a natureza humana (ver Pv 23:29-32; 31:4, 5; Hc 2:15). CBASD, vol. 4, p. 999.

6. Prepararam o coração. Isto mostra por que as pessoas praticam tão abertamente sua maldade. Seu coração, como um forno, se aquece cada vez mais pelo fogo das más inclinações e dos desejos que se acumulam. Dorme. O tempo de espera é o período em que não há nenhuma demonstração aberta e ativa do mal. Mas, embora o fogo da iniquidade, às vezes, pareça estar depositado no coração humano de modo passivo, ainda é o fogo da iniquidade, pronto para irromper com o calor intensificado do pecado premeditado. CBASD, vol. 4, p. 999.

7. São quentes como um forno. Isto, evidentemente, indica o temperamento intenso da paixão e o feroz poder da destruição. … Os reis de Israel tinham influenciado o povo para o mal. Eles tinham aquecido e inflamado seus súditos com os fogos de pecado, até que todos, reis e súditos, foram apanhados nas chamas de uma destruição comum. CBASD, vol. 4, p. 999.

Todos os seus reis. Durante o período final da história de Israel, quatro dos cinco reis foram condenados à morte em 20 anos. … Dos 20 reis de Israel só Jeroboão 1, Baasa, Onri, Acazias, Jeú, Joacaz, Joás, Jeroboão II e Menaém morreram por causas naturais. CBASD, vol. 4, p. 1000.

8 Um pão. Do heb. ‘ugah, uma camada fina de massa em forma de pão circular, que era rapidamente assado sobre pedras quentes ou cinzas (ver lRs 19:6). … O ‘ugah precisava ser virado rapidamente para que o calor penetrasse nele por igual. Se não fosse assim, o pão ficaria queimado de um lado e cru, do outro. Esta é uma metáfora da inconsistência e inconstância espiritual do povo. Os israelitas eram declaradamente adoradores do Senhor, mas estavam engajados nas práticas idólatras dos pagãos. … praticando uma religião sincrética, por assim dizer. CBASD, vol. 4, p. 1000.

9. Estrangeiros lhe comem a força. Nações estrangeiras idolatras devoraram a força de Efraim. A Síria reduziu as forças armadas de Jeoacaz a um número desprezível (2Rs 13:3-7). Menaém teve de pagar tributo à Assíria (2Rs 15:17-20). No reinado de Peca, Tiglate-Pileser, rei da Assíria, invadiu o território israelita e levou o povo em cativeiro para a Assíria (2Rs 15:29; lCr 5:26). Tudo isso aconteceu antes que o reino terminasse, com a queda de Samaria (2Rs 17:5-18). CBASD, vol. 4, p. 1000.

As cãs já se espalham (ARA; NVI: “Seu cabelo vai ficando grisalho”). Uma representação simbólica do declínio da força de Israel e da decadência de sua importância nacional. CBASD, vol. 4, p. 1000.

11. E uma pomba enganada. Nos tempos antigos, parece ter sido uma opinião generalizada que a pomba era uma ave simples e facilmente enganada. A estupidez dessa ave é o tema de um provérbio árabe, um provérbio cuja antiguidade é desconhecida. A simplicidade absoluta da pomba em voar direto para a rede do passarinheiro, sem suspeitar ou perceber o perigo (ver Pv 7:23), é efetivamente utilizada como uma ilustração da insensatez de Efraim. Ao pedir ajuda ao Egito e à Assíria, Israel não sabia que estava se colocando em uma posição de aguçar o apetite territorial desses poderes imperiais que buscavam controlar a Palestina. Assim, Israel perdeu sua soberania e independência nacional (p. 18-20). CBASD, vol. 4, p. 1000.

12. E … os farei descer. O profeta continua a utilizar a metáfora das aves e do passarinheiro. Não importa quão alto ou rápido voem, as pessoas não podem escapar de Deus. Elas serão humilhadas na terra. CBASD, vol. 4, p. 1001.

13. Falam mentiras contra Mim. … a gravidade está em mentir a respeito do Senhor. … o profeta quer dizer que essas mentiras consistem em uma aproximação hipócrita de Deus, com os lábios, enquanto o coração está longe dEle (ver Is 29:13). CBASD, vol. 4, p. 1001.

14. Para o vinho se ajuntam. O quadro é de um grupo de ociosos que se reúnem com o objetivo principal de comer e beber. CBASD, vol. 4, p. 1001.

16. Como um arco enganoso. O declínio espiritual gradual de Israel, que o levou a perder o seu elevado destino, de fato se assemelha a um arco cujo cordão, perdendo sua elasticidade, é incapaz de disparar a flecha contra o objeto a que ela foi destinada (veja SI 78:55-57). CBASD, vol. 4, p. 1002.




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