Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 27
21 de fevereiro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-26

O grande ato de Cristo em sofrer e morrer por nossos pecados nos toca profundamente. Ao mesmo tempo, as histórias de Judas, Barrabás, e Pilatos podem nos trazer importantes lições morais.

A multidão que escolheu Barrabás tinha muito em comum com Judas. Judas havia servido a Cristo por muito tempo, na esperança de alcançar uma alta posição social no novo reino messiânico. Quando Cristo escolheu não usar seu poder divino para Se livrar de seus perseguidores, Judas viu caírem por terra suas esperanças de utilizar Jesus e Sua religião para ganhar destaque e importância. Seu desencanto com o verdadeiro propósito de Cristo culminou com seu suicídio.

Como Judas, a multidão queria um Messias que os elevasse acima dos romanos, tornando-os os governantes do mundo. Assim, na escolha entre um pacificador Jesus e um lutador experiente, como Barrabás, eles escolheram o lutador, pois este mais provavelmente os ajudaria a alcançar suas ambições mundanas. Os valores com os quais a pessoa se identifica podem cegar o seu discernimento espiritual e moral, abrindo caminho para racionalizar qualquer injustiça ou imoralidade em nome da preservação de seus sonhos.

Finalmente, Pilatos. Ele sabia que Jesus era inocente, entretanto o entregou para ser cruelmente tratado e açoitado apenas para tentar satisfazer uma multidão indisciplinada e conservar o seu poder como governador. Esta primeira concessão falhou em acalmar a turba e, para evitar um tumulto, ele entrega um homem inocente para a execução mais cruel. Por quê? Para ele, preservar seu status como governador era mais importante do que a moralidade ou a justiça. Quão facilmente a manutenção do status pessoal e o auto interesse cegam as pessoas mais experientes e mais bem informadas para as coisas espirituais.

Que nossa busca à estabilidade financeira e reconhecimento social não nos afastem do caminho da justiça e do dever. Que nossas necessidades estejam sempre submissas a Cristo, o único caminho à verdadeira felicidade.

Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/27
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/28
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados21-02-2018.mp3



MATEUS 27 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
21 de fevereiro de 2018, 0:45
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MATEUS 27 – O Messias estava previsto desde Gênesis 3:15. A intenção do Antigo Testamento inteiro visava preparar o coração dos pecadores para a vinda do Salvador (João 5:39).

• O evangelho escrito por Mateus, inspirado pelo Espírito Santo, visa testificar que as profecias concernentes ao Messias se cumpriram.

“O conteúdo de Mateus não apresenta uma distribuição equilibrada em suas diferentes divisões. Mas o esquema em cinco livros, se é que existe, deve ser com a intenção de sugerir os cinco livros da Lei. Neste caso, o conteúdo refletiria algo que aparece claro por si mesmo neste evangelho: Jesus é o novo Moisés e o novo Israel que traz uma nova revelação da parte de Deus”. Por isso, em Mateus, “Jesus é posto em contraste com os escribas, mestres do judaísmo; Jesus é muito superior a eles, é um novo Moisés” (John L. McKenzie).

Os líderes judeus rejeitaram tão veementemente ao Messias, que maquinaram Sua morte. Mateus, movido pela compaixão divina, desejava abrir-lhes a mente endurecida pelo orgulho das próprias ideias religiosas.

“Mateus considerou a destruição de Jerusalém como julgamento sobre Israel, por ter rejeitado Jesus como o Cristo. Ele considerava Jesus como o cumprimento da Lei, tanto como seu intérprete quanto como Alguém que realmente viveu à altura das intenções da Lei” (Frank Stagg).

Do penúltimo capítulo deste livro, destaco os seguintes ensinamentos:

• A religião verdadeira desprovida de relacionamento íntimo, sério e submisso com o Autor da religião leva o adorador ao assassinato do Autor da vida (vs. 1-2);
• Andar com Jesus, conhecê-lO pessoalmente, participar de Sua missão e ser discípulo dEle, e então tentar tirar vantagens disso para obter dinheiro significa viver a religião cheia de informação, mas sem transformação (vs. 3-10);
• Muitos seculares e pagãos podem achar Jesus justo, nobre e sincero, porém, não sabem o que fazer com Ele, nem sabem que todo Seu sofrimento foi por cauda deles (vs. 11-32).
• Assim como Moisés morreu e ressuscitou (Deuteronômio 34; Judas 9; Mateus 17:1-8) Jesus também morreu e ressuscitou; entretanto, para Jesus tal experiência foi mais gloriosa e intensa (Mateus 27:33-66).

A morte de Moisés não salvou ninguém, nem a si mesmo. É a trajetória de Cristo pela morte e ressurreição que garante vida aos mortais que O aceitam! Invistamos em Jesus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MATEUS 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
21 de fevereiro de 2018, 0:20
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1 Ao romper do dia [De manhã cedo, NVI]. O Sinédrio não podia ter reunião juridicamente válida à noite, de modo que houve mais uma reunião, ao raiar do dia, para oficializar a pena de morte (v. 26.66). Bíblia de Estudo NVI Vida.

2 e o entregaram ao governador Pilatos. O Sinédrio tinha sido destituído pelo governo romano do direito de executar a pena de morte, a não ser no caso de um estrangeiro que invadisse o recinto sagrado do templo.  Bíblia de Estudo NVI Vida.

governador. Do gr. hegemon, mais precisamente traduzido por “procurador”. Uma hegemon era uma ordem equestre romana nomeada por César e que respondia diretamente a ele. A residência oficial do procurador romano, ou “governador” ficava em Cesareia [cidade portuária junto ao mar Mediterrâneo]. No entanto, especialmente nos dias das grandes festas judaicas, quando havia milhares de peregrinos em Jerusalém, era costume do “governador” deslocar-se temporariamente para Jerusalém, a fim de protegê-la de qualquer desordem. Havia sempre a possibilidade de uma revolta popular contra Roma, e uma ocasião como a Páscoa era a oportunidade ideal para os judeus suscitarem uma insurreição. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 586, 587.

Flávio Josefo (37 d.C. – início do segundo século), historiador judeu que viveu na época da revolta contra Roma, narra vários atos da estultícia de Pilatos, que desviava fundos do templo, e massacrou uns samaritanos sem motivo justo, sendo finalmente deposto pelos romanos. Segundo Eusébio, foi levado ao suicídio entre 31 e 41 d.C. Bíblia Shedd.

3 tomado de remorso. O remorso de Judas não é a mesma coisa que arrependimento. Bíblia de Genebra.

O arrependimento de Judas era como o de Esaú, um remorso não acompanhado de uma mudança de mente. CBASD, vol 5, p. 587.

4 Que nos importa? Isso é contigo. Esta tentativa de transferir a responsabilidade não é mais eficaz do que a de Pilatos no v. 24. Bíblia de Genebra.

O Sinédrio ignorou o novo depoimento introduzido forçosamente no julgamento pela confissão de Judas. Sua confissão deve ter envergonhado muito os líderes, cuja cumplicidade na conspiração se tornou então pública. Era evidente que haviam subornado Judas, e este ato era uma violação direta das leis de Moisés (ver Êx 23:8). CBASD, vol 5, p. 587.

6 é preço de sangue. Os sacerdotes se negaram a colocar as trinta moedas de prata de volta no tesouro do templo, mas estavam ansiosos para derramar o sangue inocente que tinham comprado com esse valor. Eles manifestaram um escrúpulo semelhante quando se recusaram a entrar na sala de Pilatos a fim de não se contaminarem e, assim, ficarem impedidos de comer a Páscoa (Jo 18:28). CBASD, vol 5, p. 587.

11 Tu o dizes. Isto é equivalente a “sim”. CBASD, vol 5, p. 588.

15 costumava o governador soltar. A anistia para os presos políticos em tempo de festival era uma prática de origem pagã (ver DTN, 733). Era uma demonstração da política conciliatória de Roma para com o povo das províncias subjugadas, a fim de ganhar a simpatia do povo. CBASD, vol 5, p. 588.

16 Barrabás. Evidências textuais … apoiam a variante “Jesus Barrabás” (NTLH). Pilatos ofereceu ao povo a escolha entre um pretenso salvador político (ver DTN, 733) que prometeu livramento da tirania de Roma, e o Salvador do mundo, que viera para ssalvar as pessoas da tirania do pecado. Eles preferiram submissão à liderança de Barrabás em vez de aceitar a liderança de Cristo. CBASD, vol 5, p. 588.

17 chamado Cristo. A proposta de libertar Jesus dava a entender que, para fins de negociação, Pilatos reconhecia Jesus como um prisioneiro, culpado das acusações feitas contra Ele, que, como tal, era elegível para a anistia com base no costume. CBASD, vol 5, p. 589.

20 persuadiram o povo. Grande parte do apoio popular a Jesus vinha da Galileia e da Pereia, onde ele havia ministrado havia pouco tempo. Os peregrinos dessas regiões dormiam fora da cidade e ainda não tinham entrado, naquela hora da manhã. Os líderes temiam uma tentativa de libertar Jesus por parte desses peregrinos (ver com. de Mt 26:59). … Pilatos antecipou que alguns dos amigos de Jesus falariam em nome dEle. Aparentemente, ele não sabia que a multidão diante do tribunal era composta, se não totalmente, de homens hostis ou pelo menos indiferentes em relação a Jesus. Por essa razão, o ardil de Pilatos falhou, sem dúvida, para sua grande surpresa e desgosto. CBASD, vol 5, p. 589.

22 Que farei […]? Pilatos não teve coragem moral de dar o veredito que ele sabia ser o certo. CBASD, vol 5, p. 589.

23 Que mal fez Ele Pilatos, representando o poder de Roma imperial, estava discutindo a questão com a turba de Jerusalém! Não só isso, ele estava perdendo a discussão! CBASD, vol 5, p. 589.

25 Caia sobre nós o Seu sangue e sobre nossos filhos. Deus não pune os filhos pelos pecados dos pais; no entanto, os resultados das decisões e ações erradas têm seu efeito natural em gerações posteriores (ver Êx 20:5; ver com. de Ez 18:2). No cerco de Jerusalém, em 70 d.C., uma geração depois da crucificação …, os judeus sofreram o resultado inevitável da decisão tomada no dia em que quebraram a aliança (ver DTN, 739) com a declaração: “não temos rei, senão César” (Jo 19:15). Como um povo, eles têm sofrido por quase 19 séculos desde então. CBASD, vol 5, p. 590.

26 O açoite romano era aplicado com um chicote com muitos fios, nas extremidades dos quais pedaços de ossos eram presos. Os prisioneiros frequentemente morriam com este castigo. Bíblia de Genebra.

27 pretório. Residência oficial do governador em Jerusalém. Bíblia de Estudo NVI Vida.

28 manto. Lit., a “capa” de um soldado romano. Bíblia de Genebra.

O sobretudo de um oficial romano. Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 uma coroa. Do gr. stephanos, em geral, “coroa de vitória”. Uma stephanos geralmente consistia de uma guirlanda de folhas ou flores, como um possível prêmio aos vencedores em competições atléticas e na guerra. Mal sabiam os algozes de Jesus quão apropriado foi Dar-Lhe uma coroa de vitória; pois, neste caso, Aquele que a usava, por Sua morte, triunfou sobre os “principados e potestades” (Cl 2:15) e conquistou a maior vitória do tempo e da eternidade. CBASD, vol 5, p. 591.

32-37 A crucificação causava uma morte lenta e agonizante. É provável que os pregos fossem fincados nos punhos, ao invés de nas palmas nas mãos. O peso do corpo suspenso tornava a respiração difícil e dolorosa. Os esforços involuntários das pernas para aliviar a pressão aumentavam enormemente o sofrimento dos pés. Esta terrível experiência continuava até que a vítima, totalmente exaurida, não podia mais respirar; isto poderia durar vários dias. Bíblia de Genebra.

34 com fel. Reza a tradição que as mulheres de Jerusalém tinham por hábito fornecer este analgésico para diminuir a dor dos presos ao serem crucificados. Jesus recusou-se a bebê-lo porque queria permanecer de todo consciente até a sua morte. Bíblia de Estudo NVI Vida.

35 crucificarem. A crucificação era a pior punição daquela época e era reservada para escravos e estrangeiros. Era extremamente doloroso e cheia de vergonha emocional … porque eram usualmente despidos de suas roupas. A morte vinha lentamente, frequentemente após muitos dias, porque nenhum dos órgãos vitais era afetado. A morte de Jesus não foi usual, porque levou apenas algumas horas para que ele expirasse. A explicação mais razoável para isso é que Ele tenha morrido de coração partido. Andrews Study Bible.

repartiram entre si as Suas vestes. Esta ação cumpriu o Sl 22.18, como se torna explícito em Jo 19.23-24. Os eventos que envolveram a crucificação de Jesus incluem numerosos cumprimentos do Sl 22. Bíblia de Genebra.

37 O REI DOS JUDEUS. A tabuleta no alto da cruz especificava o crime. Pilatos estava insultando os líderes judeus, mas a ironia dessa verdade estava clara a toda Igreja Primitiva. Bíblia de Genebra.

38 O termo traduzido por “ladrões” é uma palavra que Josefo usa para rebeldes. Ladrões não eram comumente crucificados. Talvez estes dois fossem do bando de Barrabás (Mc 15.7). Bíblia de Genebra.

40 se és. Estas palavras são uma reminiscência do desafio proferido por Satanás quando ele se aproximou de Cristo no deserto da tentação. … Mais uma vez, falando por meio de homens possuídos por demônios, Satanás procurou atingir a fé que Jesus tinha em Seu Pai celestial (ver DTN, 733, 746, 760).

45 Desde a hora sexta até a hora nona. Do meio dia até às três horas da tarde. Bíblia de Genebra.

46 por que me desamparaste. O grito desolado de Jesus é o cumprimento do Sl 22.1, mostrando a profundidade do sofrimento que ele experimentava ao sentir-se separado de Seu Pai. Posteriormente, os apóstolos perceberam que Jesus estava suportando o horror da ira do juízo de Deus sobre o pecado. Este foi, de todos, o mais agonizante dos sofrimentos daquEle cujo relacionamento com o Pai era perfeito em amor. Bíblia de Genebra.

o véuse rasgou. O véu do templo era uma cortina que separava o Santo dos Santos do resto do Santuário. Simbolizava a impossibilidade de o homem se aproximar de Deus (Hb 8.9). A morte de Jesus foi o Seu sacrifício no altar celestial (Hb 9.12, 24-25), que abriu o caminho até Deus (Hb 10.19-20), removendo o véu. O céu tinha sido aberto através do sacerdócio real e Cristo (1Pe 2.9). Bíblia de Genebra.

50 entregou o espírito. Depois destas palavras, Lucas diz que Jesus expirou (Lc 23:46); abriram-Lhe o lado com uma lança (Jo 19:31-37). O que verteu do lado de Jesus foi uma mistura de sangue coagulado e de soro (este possui a aparência de água). Esta situação surge no caso de ruptura do coração, quando o sangue acumula-se no pericárdio (o tecido celular que reveste o exterior do coração). A tortura mental, espiritual e física pode muito bem ter provocado o rompimento do coração, o que provocou de Jesus este único clamor. Bíblia Shedd.

51 o véu do santuário. A cortina que dividia o santuário do Santo dos Santos, para onde ninguém podia penetrar senão o sumo sacerdote, e este só no dia da expiação. O acontecimento seria uma tragédia para os judeus, mas simbólico para os crentes: em Cristo está abolida toda e qualquer separação entre o adorador e seu Deus (Jo 14.6). Bíblia Shedd.

52 ressuscitaram. Deve-se notar que, embora os túmulos tenham sido abertos no momento da morte de Cristo, os santos não ressuscitaram até o momento de Sua ressurreição (Mt 27:53). Quão apropriado foi que Cristo trouxesse consigo do túmulo alguns dos prisioneiros a quem Satanás havia mantido no cárcere da morte. Esses mártires saíram com Jesus imortalizados e, depois, subiram com Ele para o Céu (ver DTN, 786). CBASD, vol 5, p. 595

A ressurreição de “muitos … santos”, ainda que mencionada aqui, para mostrar a conexão com o rompimento do véu ocorreu depois da ressurreição de Jesus. Esta ressurreição era o cumprimento simbólico de Dn 12.2. Bíblia de Genebra.

55 muitas mulheres. Aquelas que tinham seguido a Jesus durante o Seu ministério na Galileia ficaram fiéis até o fim, e até o novo começo (28.1; Jo 20.11-18). O perfeito amor lançou fora o medo (1Jo 4.18). Bíblia Shedd.

58 e lhe pediu. Nicodemos foi comprar especiarias a fim de embalsamar o corpo de Jesus (ver com. de Jo 19:39, 40); e, provavelmente, ao mesmo tempo, José foi ver Pilatos. …Era preciso ter coragem para ir adiante e manifestar simpatia por um homem condenado e executado como traidor de Roma… A coragem de José e Nicodemos brilha em contraste com a covardia dos discípulos. … Na mesma hora, os líderes dos judeus foram a Pilatos com o pedido de que o corpo de Jesus e dos dois ladrões devia ser retirado da cruz antes do sábado (Jo 19:31). A lei de Moisés exigia que corpos dependurados em madeiro fossem removido antes do pôr do sol (Dt 21:22, 23). … No curso normal dos acontecimentos, Jesus, como um traidor de Roma, teria um enterro desonroso em um campo reservado aos mais vis criminosos (ver DTN, 773).

64 Este último engano será pior do que o primeiro (NVI). O primeiro seria que Jesus era o Messias; o segundo, que ressuscitara como o Filho de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.



10 DIAS DE ORAÇÃO
20 de fevereiro de 2018, 16:02
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Vamos participar juntos? Teremos 10 motivos para orarmos e o primeiro será: Família, bênção de Deus. #10diasdeoraçao

Início quinta, dia 22/02.



MATEUS 26
20 de fevereiro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/mateus/mt-capitulo-26

Comentário devocional:

Durante os mais de três anos de ministério público de Jesus, os líderes religiosos O haviam testado de todas as formas, mas não haviam conseguido enganá-lo ou apanhá-lo em contradição. As palavras e a vida de Jesus eram de inquestionável pureza moral e, no entanto, os sacerdotes e líderes religiosos, os autoproclamados guardiões da teologia e da moralidade judaica, fazem planos para matá-Lo.

Como poderiam os professores da moralidade divinamente revelada serem moralmente tão corrompidos?Quando a religião torna-se uma ferramenta para o sentido pessoal e o poder, estabelece-se uma identidade ideológica que o seu possuidor se dispõe a defender a qualquer custo. Neste ponto, essa identidade se torna mais dominante na tomada de decisão moral do que a realidade ou mesmo a revelação divina. Qualquer ameaça a essa identificação será recebida com resistência feroz. O ensinamento de Jesus acerca do poder pessoal de que o maior deveria tornar-se servo é totalmente oposto a essa teologia e ética que favorece a dominação. Para esses líderes religiosos, preservar a sua imagem como líderes espirituais e suas estruturas institucionais era tão importante que justificava o uso de todos os meios possíveis, morais ou imorais.

Ao enfrentarmos discussões desafiadoras na igreja, devemos ser cuidadosos para que a identidade pessoal e empresarial não substitua o espírito dócil, que busca fazer a vontade do Senhor, qualquer que seja o custo.

Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/26
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/11/27
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados20-02-2018.mp3



MATEUS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
20 de fevereiro de 2018, 0:20
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1 todos estes ensinamentos. Ou seja, o discurso sobre os sinais da prometida segunda vinda, e as parábolas relatadas nos caps. 24 e 25. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 555.

3-5 Trata-se de uma reunião do Sinédrio (supremo tribunal dos judeus) na época da Páscoa. Bíblia Shedd.

3-15 O mais provável … é que os incidentes registrados nos v. 3 a 15 [O plano para tirar a vida de Jesus e a unção de Jesus em Betânia] tenham ocorrido na noite do sábado anterior. No entanto, Mateus os coloca aqui por causa de sua influência significativa na traição de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 555, 556.

5 para que não haja tumulto. Centenas de milhares de peregrinos judeus subiam a Jerusalém para a Páscoa, e os tumultos eram uma possibilidade real. Os líderes religiosos sabiam que muitas pessoas admiravam Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 indignaram-se os discípulos. João registra a objeção hipócrita de Judas (Jo 12.4-6) e Mateus indica que os outros concordaram com ele. Bíblia de Genebra.

14 EntãoJudas Iscariotes, indo ter. O sermão na sinagoga de Cafarnaum, cerca de um ano antes (Jo 6:22-65), tinha sido o ponto crucial na história de Judas (DTN, 719). Embora exteriormente ele tenha permanecido com os doze, em seu coração ele havia abandonado a Jesus. Aqui a exaltação por parte de Cristo do ato de devoção de Maria, no jantar de Simão, foi uma condenação indireta da atitude de Judas e o impulsionou à ação (DTN, 563, 564, 720). CBASD, vol. 5, p. 558.

15 eu vo-Lo entregarei. A oferta de Judas resolveu o dilema dos líderes em Jerusalém. Eles queriam silenciar Jesus, mas estavam paralisados pelo medo do povo (ver com. do v. 5). O problema deles era como levar Jesus em custódia sem provocar uma revolta popular em Seu favor. … Judas proveu o elo que faltava na trama sacerdotal para prender Jesus de forma conveniente (Mc 14:11), “sem tumulto” (Lc 22:6; cf. Mc 14:1, 2). Não é admirar que os sacerdotes e anciãos “alegraram-se” (Mc 14:11). CBASD, vol. 5, p. 558.

trinta peças [moedas] de prata. Aproximadamente 120 dias de trabalho. Andrews Study Bible.

O valor legal do resgate de uma vida humana, o preço de um escravo. Bíblia Shedd.

17 pães asmos. Na época da Páscoa, celebravam-se sete dias de pães asmos (sem fermento), em memória da saída apressada do Egito, quando não se podia preparar pães para a viagem, e os israelitas levaram consigo a massa antes que levedasse (Êx 12.34). Durante esta época, removia-se qualquer sinal de levedura das casas, sinal de purificação da podridão do pecado (cf. 16.6). Bíblia Shedd.

18-30 Esses versículos mostram claramente que Jesus comeu a refeição da Páscoa com Seus discípulos na noite anterior à crucificação. Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 a tarde. Jesus ia celebrar a Páscoa com um dia de antecedência, pois no dia oficial do feriado religioso nacional de Páscoa, Ele mesmo estaria sendo retirado, morto, da Cruz, o Cordeiro de Deus imolado. Bíblia Shedd.

23 comeu comigo do mesmo prato (NVI). Era costume – ainda praticado por alguns no Oriente Médio – pegar um pedaço de pão, ou de carne envolto em pão, e mergulhá-lo numa tigela de molho sobre a mesa (feito de frutas cozidas). Bíblia de Estudo NVI Vida.

há de me trair (NVI). Naquela cultura, assim como entre os árabes hoje, comer junto com uma pessoas equivalia a dizer: “Sou seu amigo e não lhe farei nenhum mal”. Esse fato tornou o ato de Judas ainda mais desprezível. Bíblia de Estudo NVI Vida.

24 ai. O fato de as Escrituras terem predito a conspiração de Judas em nada o absolveu de sua responsabilidade pessoal no assunto. Deus não o havia predestinado a trair o Mestre. A decisão de Judas foi uma escolha deliberada de sua parte. CBASD, vol. 5, p. 558.

26-29 Na antiga aliança, a refeição da Páscoa era uma celebração do livramento de Israel da escravidão do Egito. Ao transformar Sua última refeição pascal na instituição da Ceia do Senhor, Jesus mostra o constante enfoque na redenção, através de toda a revelação de Deus. A Ceia do Senhor demonstra a continuidade essencial que há entre a antiga e a nova aliança, revelando que o verdadeiro significado da Páscoa está no livramento efetuado pela morte de Jesus. Bíblia de Genebra.

26 isto é o Meu corpo. No Catolicismo Romano, estas palavras são citadas como base da doutrina da transubstanciação, que ensina que os atributos físicos esternos do pão e do vinho permanecem imutáveis, enquanto a essência invisível é transformada no corpo e sangue de Cristo. Calvino e outros Reformadores reconheceram que os elementos (pão e vinho) representam o corpo e o sangue de Cristo [destaque acrescentado]. Jesus disse estas palavras estando fisicamente presente com os seus discípulos, de modo que uma identificação literal dos elementos com a substância física de Jesus não podia ter ocorrida aos discípulos. Bíblia de Genebra.

Alguns tem interpretado literalmente esta afirmação simbólica de Jesus, aparentemente esquecendo que Ele, muitas vezes, falou em sentido figurado em relação a Si mesmo. Por exemplo, “Eu sou a porta” (Jo 10:7) e “o caminho” (Jo 14:6). Mas é lógico que Ele não estava se transformando assim numa porta ou num caminho. O verbo “é” na frase “é o Meu corpo”, é usado no sentido de “representar”. CBASD, vol. 5, p. 562.

28 Aliança. O sangue que Jesus derramou no Calvário validou a “nova aliança” ou “testamento” assim como o sangue de bois ratificava a antiga aliança (Êx 24:5-8; Hb 9:12-23; cf Gl 3:15). Sem a morte vicária de Cristo, o plano de salvação nunca teria se tornado uma realidade. mesmo os que foram salvos no tempo do Antigo Testamento o foram salvos em virtude do sacrifício então por vir (Hb 9:15). Eles foram salvos ao olhar pela fé para o que ainda estava no futuro, assim como as pessoas encontram a salvação hoje, olhando para a morte de Cristo no passado. CBASD, vol. 5, p. 562.

29 reino de Meu Pai. Fazemos injustiça ao serviço da Comunhão se o celebramos apenas com corações tristes e sombrios. Como a antiga Páscoa [Passover], ela é uma celebração do que Deus fez para libertar Seu povo do estado de pecado e o que Ele fará para nos libertar do mundo de pecado. Os cristãos deveriam, portanto, participar do serviço com respeito, reverência e alegria. Andrews Study Bible.

30 hino. A comunhão da Páscoa terminava com a segunda metade dos salmos de hallel (“louvor”) (Sl 115-118). Bíblia de Estudo NVI Vida.

36 Getsêmani. O nome significa “prensa do azeite”, lugar em que o azeite é extraído da oliva. Bíblia de Estudo NVI Vida.

38, 39. Jesus não morreu de modo tão sereno quanto muitos mártires, justamente por não ser um mero mártir: era o Cordeiro de Deus que carregava sobre Si a punição dos pecados de toda a espécie humana. a ira de Deus foi desencadeada contra Ele. Somente isso pode explicar satisfatoriamente o que aconteceu no Getsêmani. Bíblia de Estudo NVI Vida.

38 profundamente triste. Não é possível compreender a tristeza profunda e a dor misteriosa que se abateu sobre Jesus quando Ele entrou no jardim do Getsêmani. Essa estranha tristeza confundiu os discípulos. … Em parte, o sofrimento era físico, mas isso era apenas o reflexo visível do sofrimento infinito de Cristo como o portador dos pecados do mundo. CBASD, vol. 5, p. 564.

39 cálice. Jesus está horrorizado diante da perspectiva de suportar a ira de Seu Pai. Jesus tinha de enfrentar a morte sabendo que Seu Pai não estaria com Ele, mas contra Ele, em ira e juízo. Bíblia de Genebra.

49 beijou. Gr kataphilein, “beijar com ardor ou com abraços”, o mesmo verbo usado com referência ao pai do filho pródigo, quando ele recebeu a este último com amor (Lc 15.20). Bíblia Shedd.

51 cortou-lhe a orelha. Pedro provavelmente tinha a intenção de cortar a cabeça do homem, mas uma mão invisível teria desviado o golpe. Apenas Lucas registra a recuperação milagrosa da orelha decepada. CBASD, vol. 5, p. 567.

57 Caifás. Jo 18.13 diz que, em primeiro lugar, Jesus foi conduzido a Anás, sogro de Caifás, devido ao fato de os judeus considerarem-no sumo sacerdote, mesmo depois de as autoridades civis terem nomeado Caifás, contrariamente à lei. Bíblia Shedd.

65 rasgou suas vestes. Era proibido ao sumo sacerdote rasgar suas roupas (Lv 10:6; 21:10). Andrews Study Bible.

… porque elas representavam o caráter perfeito de Jesus Cristo (DTN, 709). Caifás, assim, condenou a si mesmo diante da própria lei que defendia e se desqualificou para servir como sumo sacerdote. CBASD, vol. 5, p. 571.

69-75 Todos os evangelhos registram o incidente [traição de Pedro], mostrando quão profundamente ele impressionou a mente da igreja primitiva. É um testemunho tanto da fraqueza humana quanto da grandeza da misericórdia de Deus. Bíblia de Genebra.

74 jurar. Esta não é uma linguagem suja. Significa jurar no sentido de fazer um juramento em um tribunal. Adicionalmente, Pedro parece estar “amaldiçoando” no sentido de invocar uma maldição sobre si mesmo se suas palavras não forem verdadeiras (ver 5:34-37). Andrews Study Bible.

75 chorou amargamente. Ou, “irrompeu em lágrimas”. Se Pedro tivesse acatado com seriedade a admoestação de Jesus para “vigiar e orar” (v. 41), ele nunca teria proferido as palavras traiçoeiras pelas quais derramava lágrimas. Mas, embora parecesse a Pedro que tudo estava perdido, incluindo a si mesmo, o amor do Salvador o ergueu e o resgatou de forma segura através de sua trágica experiência. Nenhuma hora é tão escura, nenhuma mágoa ou derrota tão amarga que a luz do amor de Jesus não possa fortalecer e salvar o perdido (ver DTN, 382). CBASD, vol. 5, p. 573.



MATEUS 25 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
19 de fevereiro de 2018, 0:45
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MATEUS 25 – A negligência nos estudos impede de conseguir resultados elevados. A negligência de pequenos gestos de amor no casamento pode resultar em grandes desgraças, como o divórcio. A negligência no trabalho pode levar ao desemprego.

• Pior que tudo isso, é a negligência espiritual. A qual resulta na perdição total da salvação. Quase alcançar a vida eterna, significa totalmente perdido, ou seja, receberá a morte eterna.

Para ilustrar essa verdade tão séria, Jesus…

1. …contou a parábola das dez virgens (vs. 1-13);
2. …na sequência, apresentou a parábola dos talentos (vs. 14-30);
3. …concluiu seus ensinamentos falando do grande julgamento (vs. 31-46).

Tais ensinamentos estão vinculados aos ensinos sobre os sinais do fim do mundo do capítulo anterior. Jesus revela-Se mais preocupação com a preparação dos Seus servos para Sua vinda do que revelar quando será o fim do mundo.

• Parece que agimos de forma contrária à preocupação de Jesus; negligenciamos a preparação e revelamos avidez pelas informações escatológicas.

O capítulo em pauta não fala de crentes e ateus, de espirituais e seculares, sinceros e hipócritas. Os indicados representam crentes ativos na igreja visível de Cristo. Sobre a parábola das virgens, Ellen G. White declarou: “A classe representada pelas virgens loucas não é hipócrita. Tem consideração pela verdade, advogaram-na, são atraídos aos que creem na verdade, mas não se entregaram à operação do Espírito Santo”.

A diferença entre salvos e perdidos não está no sono, ou nas atividades realizadas (vs. 31-46), mas na motivação para viver o cristianismo sob a regência do Espírito Santo. Os talentos dados como dons do Espírito Santo visam nossa preparação; negligenciá-los, significa preparar-se para a perdição (vs. 14-30).

Alberto Timm observa que “boas intenções são essenciais, mas nem sempre bastam”. Por isso, “deveríamos refletir mais na cena de julgamento de Mateus 25:31 a 46”.

O final do discurso de Cristo neste último sermão registrado por Mateus “não é uma parábola, mas uma descrição em linguagem apocalíptica com um símile no v. 32”, e revela “o tipo de critério que será usado [no juízo divino], e tem a intenção de ser uma advertência para nós” (H. L. Ellison).

A procrastinação é inimiga da preparação para a salvação. A negligência espiritual impedirá muitos crentes de entrar no Céu. Portanto, reavivemo-nos imediatamente! – Heber Toth Armí.




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