Reavivados por Sua Palavra


AMÓS 7
13 de dezembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Este capítulo apresenta três das cinco visões de Amós a respeito dos juízos que cairiam sobre Israel (vv. 1-9) e seu confronto com Amazias, o sacerdote de Betel (vv. 10-17).

O primeiro juízo, a fome (v.1), mostra que o juízo é inevitável, porém vem misturado com a misericórdia de Deus. Os insetos comeram apenas o último crescimento da grama, que é de pouco valor em comparação com o primeiro.

A próxima visão, o julgamento pelo fogo (v.4) mostra que Deus tem muitas maneiras de humilhar uma nação pecadora. Mais uma vez, o profeta intercedeu em favor dos pecadores, ao reconhecer que Israel havia se tornado mais humilde diante dos castigos anteriores. Então, devido a intercessão profética, o Senhor postergou os Seus juízos.

A terceira visão, do fio de prumo (v.7), nos lembra que Israel era como uma parede forte que o próprio Deus havia construído. Mas ela não estava à altura de Suas expectativas. A punição seria certa.

Apesar da intercessão de Amós em favor de Israel, o povo não só continuou em pecado como perseguiu o profeta. Amazias, o sacerdote-chefe da adoração do bezerro em Betel, queixou-se ao rei Jeroboão sobre o profeta, sem mencionar a sua oração de intercessão por eles. Note-se que os que mais fingem ter santidade são geralmente os piores inimigos de quem está realmente santificado.

Amós apresentou as profecias que Deus lhe designara, visando o arrependimento do povo (vv. 14,15). Ele era um profeta, não por profissão ou modo de ganhar a vida, mas foi chamado para honrar a Deus, servir as pessoas, e fazer o bem.

Deepati Vara Prasad
Watchman Publishing House, India

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/amo/7 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1132
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/19/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Amós 7 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



AMÓS 7 – COMENTÁRIOS PARA REFLEXÃO
13 de dezembro de 2017, 0:57
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7: 10 Amazias era o sacerdote em Betel, representando a religião oficial de Israel. Ele não estava preocupado em ouvir a mensagem de Deus; Ele só estava preocupado com sua própria posição. Manter sua posição era mais importante do que ouvir a verdade. Não deixe seu desejo de prestígio, autoridade ou dinheiro mantê-lo ligado a um emprego ou posição que você deve deixar. Não deixe que nada entre você e obedeça a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

7:14, 15 Sem nenhuma preparação, ou educação especial, Amós obedeceu ao chamado de Deus para “Vá, profetize ao meu povo Israel”. A obediência é a prova de um servo fiel de Deus. Você está obedecendo o chamado de Deus para você? Life Application Study Bible Kingsway.

 



AMÓS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
13 de dezembro de 2017, 0:45
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Alguém escreveu que “Amós temia tanto a Deus que não receava mais ninguém. Ele proclamou uma mensagem muito avançada para seu tempo. Entre os males que Amós denunciou estão exatamente os mesmos de nossa época”.
Moisés Carneiro destaca as principais características de Amós. Ele era…
• …humilde, não escondia sua origem;
• …sábio, usava linguagem ao alcance do povo;
• …sagaz, prendia a atenção do povo por julgar primeiro os seus inimigos;
• …destemido, não lisonjeava, mas falava a verdade;
• …fiel, “Assim diz o Senhor” era sua mensagem.
O juízo iminente de Deus a um povo impenitente viria em forma de gafanhotos (v. 1-3) e de fogo que causaria seca (v. 4-6); contudo, a intercessão do profeta pelo povo infiel resultou na retirada da punição divina.
Então, após adiar o castigo, Deus, graciosamente, mostrou outra visão ao profeta, a do prumo; onde ficou evidente que o povo de Deus estava fora do prumo, deficiente moralmente. Assim, Deus revelou a Amós que estendera demasiadamente Sua misericórdia, agora a justiça exigia punição (vs. 7-9).
Amazias, o pomposo conselheiro espiritual de Jeroboão (rei do povo de Israel), deturpou as palavras de Amós e o difamou ao rei. Amazias, então, proibiu ao profeta de pregar e sugeriu deixar Betel (vs. 10-13).
“Amazias recebia um gordo salário pelas funções como capelão real […]. Amós não era pregador assalariado. Pregava por conta própria, sacrificando-se para falar a verdade, nua e crua, dizendo que a profissão de fé no SENHOR, sem vida moral e sem compaixão para os pobres, é uma revoltante nulidade” (Dionísio Pape).
Infelizmente Amazias, um “fraco conformista religioso aconselhou a Amós a fugir para Judá. [Felizmente] a resposta de Amós mostrou sua magnífica estatura espiritual naquela decadente era sincretista [vs. 14-17]. Havia pelo menos uma alma valente para resistir à vaga de iniquidade e cômodo conformismo” (Merrill F. Unger).
Precisamos…
• …Aceitar os mensageiros de Deus;
• …Reconhecer nossa real situação;
• …Correr a Deus para encontrar solução;
• …Ser transformados e moldados pela Palavra de Deus.
Dionísio Pape exclamou: “Quão presunçoso aquele que pensa que uma profissão de fé, algumas assistência aos cultos, alguma contribuição ocasional aos cofres sacros compensam a falta de pureza moral, de honestidade, e de compaixão!”.
“Senhor, temos dificuldades para enxergar nossa pobreza espiritual, ajuda-nos, por favor. Transforma-nos!” – Heber Toth Armí.


AMÓS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
13 de dezembro de 2017, 0:20
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1. Gafanhotos. Ou, “locustas”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1078.

2. Perdoa. Na esperança de que seria capaz de evitar o cumprimento desta profecia, Amós sinceramente suplica perdão a Deus por Israel. O profeta coloca a confiança não na justiça, mas na misericórdia divina. CBASD, vol. 4, p. 1078.

Subsistirá … ? O profeta pergunta: “Se Israel tiver que suportar o severo juízo que as imagens da visão mostraram, como ele sobreviverá?” CBASD, vol. 4, p. 1079.

3. O SENHOR Se arrependeu. Ver com. de Nm 23:19. .. Ameaças divinas são realmente profecias condicionais; seu cumprimento ou descumprimento é condicionado às ações humanas certas ou erradas. CBASD, vol. 4, p. 1079.

4. O grande abismo. Uma possível referência a fontes subterrâneas ou a nascentes (ver Gn 7:11; 49:25) que secariam em um período de estiagem. CBASD, vol. 4, p. 1079.

7. Um prumo. Um instrumento utilizado pelos construtores a fim de fazer um trabalho preciso, vertical e perpendicularmente. O “fio de prumo” simboliza o Senhor examinando a conduta de Israel. CBASD, vol. 4, p. 1079.

7:10 Profetas como Amós eram muitas vezes vistos como traidores e conspiradores porque se manifestaram contra o rei e seus conselheiros, questionando sua autoridade e expondo seus pecados. Os reis costumavam ver os profetas como inimigos e não como porta-vozes de Deus que realmente estavam tentando ajudá-los e à nação. Life Application Study Bible Kingsway.

 

8. Porei o prumo. A fim de ver se o muro atende às especificações. Israel, é claro, ficou aquém das exigências divinas e seria rejeitado. CBASD, vol. 4, p. 1079.

Jamais passarei por ele. O reino do norte não mais devia ser poupado (cf Am 8:2). A contínua adesão de Israel ao mal não mostrava perspectiva de arrependimento, e, assim, o profeta não mais intercede. O reino do norte deve experimentar a tomada pela Assíria e ser levado em cativeiro (ver 2Rs 18:9-12). CBASD, vol. 4, p. 1079.

Com a espada. Jeroboão II era popular por causa de suas guerras bem-sucedidas … No entanto, a sua “casa”, ou dinastia, foi subvertida pela espada quando Salum assassinou Zacarias, o filho de Jeroboão (ver 2Rs 15:8-10). CBASD, vol. 4, p. 1079.

10. Amazias, o sacerdote. A mensagem direta do profeta, atacando a condição pecaminosa do povo de Israel, naturalmente despertou oposição ressentida. O sacerdote em Betel (ver 1Rs 12:31, 32; 13:33) acusou Amós diante do rei. Amazias era, provavelmente, o chefe dos sacerdotes de ídolos. Ele astuciosamente se esforçou para fazer a predição de Amos contra a casa real parecer traição. Assim, ele esperava silenciar as mensagens dirigidas contra Israel por meio de Amós. CBASD, vol. 4, p. 1079, 1080.

Tem conspirado. Em seu ódio aos filhos de Deus, os ímpios freqüentemente acusam os justos de subverter o governo (ver Jr 37:11-15; 38.4, At 16:20, 21; 17:6,7). CBASD, vol. 4, p. 1080.

Amazias era o sacerdote em Betel, representando a religião oficial de Israel. Ele não estava preocupado em ouvir a mensagem de Deus; Ele só estava preocupado com sua própria posição. Manter sua posição era mais importante do que ouvir a verdade. Não deixe seu desejo de prestígio, autoridade ou dinheiro mantê-lo ligado a um emprego ou posição que você deve deixar. Não deixe que nada entre você e obedeça a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

12. Vai-te, ó vidente, foge. Alguns têm inferido, a partir desta acusação sacerdotal, que Jeroboão II não tomou nenhuma providência em resposta à acusação de Amazias. Talvez o rei julgasse que as declarações de um visionário não deveriam ser levadas a sério. Como Herodes, ele talvez tivesse medo do povo (ver Mt 14:5), que, ele presumia, ficaria impressionado com a mensagem de Amós. Assim, o sacerdote apóstata Amazias recorreu à própria autoridade, numa tentativa de intimidar Amós e fazê-lo sair do país. CBASD, vol. 4, p. 1080.

Come o teu pão. Talvez uma insinuação de que Amós fosse pago para profetizar e, assim, ganhava a vida por sua piedade. Amazias pode ter atribuído a Amós os motivos mundanos que influenciavam a si mesmo. CBASD, vol. 4, p. 1080.

13. O santuário do rei. Evidentemente, tanto Amazias quanto Amós consideravam Betel a capital religiosa da nação. CBASD, vol. 4, p. 1080.

O templo do reino. Literalmente, “o santuário do rei”, isto é, uma capela fundada ou financiada pelo rei (ver 1Rs 12.26-33). CBASD, vol. 4, p. 1080.

14. Eu não sou profeta. Sem medo, Amós nega a insinuação de Amazias (ver v. 12) e declara que ele não é um profeta por profissão ou para ganhar a vida; mas, simplesmente, por causa do chamado de Deus. CBASD, vol. 4, p. 1080.

Filho de profeta. Os jovens educados nas escolas dos profetas eram chamados de “filhos dos profetas” (ver 1Rs 20:35; 2Rs 2:5). Amós não foi educado em qualquer instituição. É um erro comum supor que quem não foi formado de acordo com os padrões vigentes não foi realmente educado. CBASD, vol. 4, p. 1080.

7:14, 15 Sem nenhuma preparação, ou educação especial, Amós obedeceu ao chamado de Deus para “Vá, profetize ao meu povo Israel”. A obediência é a prova de um servo fiel de Deus. Você está obedecendo o chamado de Deus para você? Life Application Study Bible Kingsway.

Colhedor de sicômoros. Isto se refere a quem colhe figos dos sicômoros para uso próprio, ou a quem os cultiva para os outros. O figo do sicômoro é inferior ao verdadeiro figo, e precisa ser perfurado algum tempo antes de ser colhido a fim de se tornar comestível (ver com. de Lc 19:4). Uma vez que rendia muitas colheitas de frutos durante o ano, essa árvore fornecia emprego estável para o colhedor. CBASD, vol. 4, p. 1080.

15. O SENHOR me tirou de após o gado. A ordem de Deus era imperativa, e Amós não poderia deixar de obedecê-la. Aquele não era o momento para o profeta voltar só porque Amazias, o sacerdote de Betel, se opôs a ele. CBASD, vol. 4, p. 1080.

16. Ora, pois, ouve. Consciente de sua missão divina, Amós fala com santa ousadia. Os que são enviados por Deus não precisam temer pessoas que tentam fazer calar a mensagem. CBASD, vol. 4, p. 1080, 1081.

17. Tua mulher. Doloroso seria o sofrimento de Amazias como um marido e pai cativo. Esta profecia não diz que sua esposa seria uma “prostituta” por opção, mas podia ser que ela suportaria a violência do vencedor, quando a cidade fosse tomada por um exército invasor (ver Is 13:16; Lm 5:11). CBASD, vol. 4, p. 1081.

Na terra imunda. Provável referência a um país “gentio”. É dito com frequência que as iniquidades e a idolatria de um povo contaminam a terra (Lv 18:24, 25; Jr 2:7). CBASD, vol. 4, p. 1081.

Será levado cativo. Amós confirma, pela repetição, a sua profecia sobre o cativeiro de Israel (v. 11), indicando que o propósito divino não seria alterado. Como um verdadeiro profeta de Deus, ele não pode mudar a mensagem por causa de pressão externa. O cativeiro alcançaria o Israel impenitente, e de fato o alcançou (2Rs 17:1-9). CBASD, vol. 4, p. 1081.



AMÓS 6
12 de dezembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Aqui nos é apresentado um retrato de um povo pecador que não dava importância às advertências divinas. Eles colocam sua confiança em seus altos privilégios (vv.2-3) e seu poder (v.13). Eles estão totalmente viciados em seus prazeres (vv. 4-6). Deus abomina a contínua maldade dos israelitas e não tem outra escolha a não ser abandoná-los aos seus inimigos (vv. 8-11).

Os líderes de Israel deviam ser modelos de retidão e justiça e também instruir o povo que tinha sido escolhido e comissionado por Deus para proclamar o seu nome perante o mundo.

Com a presunção de que não deviam dar conta a ninguém do seu modo ímpio de vida, a classe alta se satisfazia com todos os tipos de prazeres sensuais e delícias. Eles eram escravos de seus apetites e, em vez de serem exemplos de abnegação, achavam que o fato de serem poderosos desculpava sua sensualidade. Eles davam importância ao que era superficial, enquanto muitos de seus irmãos pobres careciam das necessidades mais básicas (vv. 4-6). Já seria ruim o suficiente desperdiçar o dinheiro ganho honestamente em luxo e casas suntuosas; mas Israel havia garantido seu luxo e esplendor através da desonestidade, particularmente através da injustiça para com os pobres.

Os versos 7-11 prevêem o castigo da nação pelos crimes mencionados. Rejeitados por Deus, entrariam em cativeiro e ruína total. Eles seriam levados como prisioneiros e perderiam todos os seus prazeres.

Os versos finais (12-14) revelam a loucura daqueles que pensavam que em sua própria força podiam desafiar o julgamento de Deus e resistir ao inimigo enviado para castigá-los.

Deepati Vara Prasad
Watchman Publishing House, India

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/amo/6 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1131
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/18/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Amós 6 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



AMÓS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
12 de dezembro de 2017, 0:45
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Antes de querer curtir a vida é preciso saber o que realmente é viver. Alguns se autodestroem e chamam isso de curtição. Outros fazem coisas que antecipam a morte, e chamam isso de vida.

Pecar não é sinônimo de viver. Pisar princípios divinos não significa curtir a vida. Pelo contrário, agir em desarmonia com Deus e Sua vontade é como deixar o celular acabar a bateria e não conectá-lo à energia para recarregá-lo.

• Viver longe de Deus significa fim da vida, assim como um celular sem bateria é imprestável.

O capítulo apresenta alguns pontos importantes:

1. Embora os pecadores arrogantemente descartem a Deus em sua vida, Deus ainda assim alerta sobre os perigos vindouros almejando salvá-los (vs. 1-7).
2. Infelizmente o orgulho e a arrogância não se inclinam perante a advertência divina, portanto, não ficarão impunes frente ao justo juízo divino (vs. 8-14).

“No capítulo 6, Amós continua a lamentar o pecado do povo: indiferença e indulgência (vs. 7-14); injustiça, imoralidade e idolatria (vs. 7-14). ‘Ai dos que andam à vontade em Sião’ – que descrição de alguns crentes de hoje” (Warren W. Wiersbe).

PESSOAS…

• …iludidas com pensamentos equivocados sobre si mesmos precisam dar ouvidos ao que Deus diz a fim de que desçam do seu salto alto e reconheçam que sem humilhação não há salvação (vs. 1-2).
• …cegas para a revelação divinas precisam permitir que Deus abra seus olhos para que vejam que a negligência aos recursos oferecidos pelo Céu é uma decisão pelo desastre, um compromisso com a catástrofe – embora estejam no luxo, cheios de pompa, entre os prazeres do pecado, arrogantemente desprezando aos necessitados, esbanjando dinheiro em coisas supérfluas, alimentando seus vícios, obcecados pela vaidade, sem perceberem que o fim se aproxima (vs. 3-7).
• …entorpecidas com seus pecados precisam serem advertidas com relação a um julgamento prestes a vir sobre o mundo, onde Deus revelará publicamente Sua indignação contra os arrogantes, autoconfiantes, vaidosos, orgulhosos, opressores, injustos e indiferentes (vs. 8-14).

Materialismo, intelectualismo, hedonismo, humanismo e tantos outros “ismos” são obstáculos para que os pecadores percebam sua real situação e, sua tremenda necessidade de um divino e poderoso Salvador.

Que nossos olhos sejam abertos com a mensagem deste capítulo para que sejamos despertos e busquemos ao Senhor a fim de que vivamos… – Heber Toth Armí.



AMÓS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
12 de dezembro de 2017, 0:20
Filed under: Sem categoria

1-6 Amós direcionou sua crítica àqueles que viviam em autocomplacência e luxo em Israel e Judá. Estilos de vida ricos e confortáveis podem fazer as pessoas pensarem que estão seguras, mas Deus não está satisfeito se nos isolarmos das necessidades dos outros. Deus quer que cuidemos deles assim como Ele cuida de nós. O reino de Deus não tem lugar para egoísmo ou indiferença. Devemos aprender a colocar as necessidades dos outros antes de nossas necessidades. Usar nossas riquezas para ajudar os outros é uma forma de nos protegermos contra o orgulho e a complacência. Life Application Study Bible Kingsway.

1. À vontade. O povo estava em um estado de autoindulgência e segurança ilusória (ver Is 32:9; Sf 1:12). CBASD, vol. 4, p. 1074.

Monte de Samaria. Ver Am 3:9; 4:1; ver com. de 1Rs 16:24. Localizada em uma colina que lhe dava posição de comando sobre a pequena planície que a rodeava, e poderosamente fortificada com muros compactos, a cidade de Samaria era, sem dúvida, considerada inexpugnável por seus habitantes.Sua força poderia facilmente ter alimentado um sentimento de confiança naqueles que dependiam mais de fortificações materiais do que da proteção de Deus. Essas compactas fortificações exigiram dos poderosos exércitos do império assírio de dois a três anos (ver vol. 2, p. 119, 120) para a tomada de Samaria (ver com. de 2Rs 18:9,10). CBASD, vol. 4, p. 1074.

Notáveis. Do heb. nequvim, “os ilustres” ou seja, os líderes da nação. CBASD, vol. 4, p. 1074.

Principal das nações. Israel ostentava este título orgulhoso porque era o escolhido de Deus, escolhido por Ele para levar ao resto do mundo o conhecimento divino (cf. Êx 19:5; 2Sm 7:23; ver p. 13-17). CBASD, vol. 4, p. 1074.

Aos quais. Isto se refere aos líderes da nação, chamados a dar orientação às pessoas, e que, portanto, deveriam ter sido modelos de retidão e justiça. CBASD, vol. 4, p. 1074, 1075.

2. Calné … Hamate … Gate. … as três cidades mencionadas neste versículo são citadas a Israel como exemplos de lugares prósperos que, posteriormente, foram destruídos ou subjugados e, assim, se assemelhavam ao que aconteceria à Samaria impenitente. CBASD, vol. 4, p. 1075.

3. Estar longe. Em sua presunção, Israel adiava a hora do julgamento divino para um tempo distante. CBASD, vol. 4, p. 1075.

Trono da violência. Enquanto Israel adiava o dia da calamidade, a violência era entronizada em seu meio. CBASD, vol. 4, p. 1075.

4. Camas de marfim. Ou, divãs encrustados com marfim, em que os ricos se reclinavam durante suas refeições, em seu luxo e libertinagem. Como um boiadeiro e um agricultor, portanto, um homem simples (ver Am 7:14), Amós se sente chocado com a vida sensual das classes superiores de Samaria. CBASD, vol. 4, p. 1075.

O marfim era um luxo importado, raro e extremamente caro. Mesmo uma pequena quantidade de marfim simbolizava riqueza. Algo tão extravagante como uma cama incrustada com marfim mostra o desperdício de recursos que deveria ter sido usado para ajudar os pobres. Life Application Study Bible Kingsway.

Do rebanho. Evidentemente, bezerros foram colocados para engorda a fim de suprir as mesas desses ociosos de Israel. CBASD, vol. 4, p. 1075.

6. Taças. Do heb. mizraqim, vasos sacrificiais usados para libações de vinho e para aspersão do sangue (ver Ex 38:3; Nm 7:13; 1Cr 28:17; 2Cr 4:8, 22; Zc 14:20). Amantes do luxo, esses príncipes sacrílegos usavam os utensílios em suas festas, atestando a falta de piedade e o amor ao excesso (ver Dn 5:2-4). CBASD, vol. 4, p. 1075.

O mais excelente óleo. Talvez aquele que devesse ser usado somente no serviço divino (ver Ex 30:23-25). Se tivessem consciência de sua pecaminosidade, as pessoas teriam se lamentado e evitado ungirem-se (ver 2Sm 14:2). CBASD, vol. 4, p. 1075.

Não vos afligis. As pessoas se tornaram tão imersas na sensualidade que não estavam preocupadas com a ruína que recairia sobre Israel. CBASD, vol. 4, p. 1075.

A ruína de José. Os problemas dentro do reino do norte, aqui chamado de “José”, eram de pouco interesse para os que se entregavam ao prazer desenfreado. CBASD, vol. 4, p. 1075.

7. Ireis em cativeiro. Os v. 7 a 11 anunciam a punição da nação para os crimes mencionados nos v. 1 a 6. Rejeitados por Deus, os israelitas deviam ir para o cativeiro e a ruína. A infeliz distinção de Israel é que ele vai ser o “primeiro” dos dois reinos israelitas a ir para seu destino. CBASD, vol. 4, p. 1076.

8-11 As pessoas construíram casas luxuosas para exibir suas conquistas. Embora não seja errado viver em casas confortáveis, não devemos deixar que isto se torne fontes de orgulho e auto glorificação. Foi Deus quem nos deu nossas casas, e elas devem ser usadas para o serviço, não apenas para exibir aos outros. Life Application Study Bible Kingsway.

8. Jurou. Aqui Deus fala segundo a linguagem e a experiência humana (ef. Jr 51:14; Am 4:2). CBASD, vol. 4, p. 1076.

Soberba. Já é ruim desperdiçar dinheiro ganhado honestamente em edifícios suntuosos, mas os israelitas tinham assegurado seu luxo e esplendor através da desonestidade, particularmente, da injustiça para com os pobres (ver Am 2:6, 7, 3:10, 4:1). CBASD, vol. 4, p. 1076.

9. Dez. Talvez uma referência aos “dez” de Amos 5:3, o remanescente das guerras travadas nos últimos estágios da história de Israel. Deve-se ter em mente que Israel não perdeu a prosperidade em um desastre único. A desintegração do país se deu em etapas (ver 2Rs 15:19, 20, 29; 17:5-18). CBASD, vol. 4, p. 1076.

Morrerão. Se esses “dez” se salvassem da guerra, morreriam de fome ou pestilência no cerco de Samaria (ver 2 Rs 17:5). CBASD, vol. 4, p. 1076.

Há de queimar. Geralmente os judeus enterravam os mortos, mas, em certos casos, a cremação era empregada (ver Lv 20;14; 1Sm 31:12). A cremação pode ter sido necessária naquele momento por causa do grande número de mortos, pelo tipo de peste ou porque não se podia chegar à sepultura fora da cidade por causa do cerco. CBASD, vol. 4, p. 1076.

No seu mais interior. O parente próximo é aqui retratado como falando com algum sobre vivente escondido em um canto da casa. CBASD, vol. 4, p. 1076.

Não menciones. Esta proibição tem sido interpretada de diversas formas; (1) Era resultado do total desespero dos sobreviventes que sentiam que, por ser o dia do julgamento, era tarde demais para invocar o nome do Senhor Eles não invocaram a Deus na vida, não poderiam invocá-Lo na morte. [demais 4 opções omitidas] … Talvez um sentimento de desespero por parte dos israelitas sobreviventes seria a melhor explicação para a proibição, a sensação de que seria de nenhum proveito invocar o Senhor naquela circunstância. CBASD, vol. 4, p. 1076, 1077.

12. Rocha. A parte final deste capítulo revela a loucura dos que pensam que, em sua própria força, podiam desafiar o julgamento de Deus e resistir ao inimigo enviado para os castigar. Os cavalos não podem galopar com segurança sobre os penhascos rochosos. A frase “na rocha” é usada para representar tanto o lugar de arar com bois como de correr com cavalos. CBASD, vol. 4, p. 1077.

Alosna. Do heb. laanah, uma planta do gênero Artemisia, de sabor muito amargo (ver Dt 29:18; ver com. de Pv 5:4). O fruto da perversão da justiça em Israel foi o mais amargo erro e a injustiça. CBASD, vol. 4, p. 1077.

13. Lo-Debar. Lo-Debar era o nome de um lugar em Gileade (ver 2Sm 9:4, 5; 17:27). CBASD, vol. 4, p. 1077.

14. Uma nação. Referência aos assírios, que, como instrumentos da ira de Deus (ver Is 10:5,6), invadiriam Israel a partir do norte, especificamente “desde a entrada de Hamate”, cidade na parte superior da Síria (ver com. de Nm 34:8; Am 6:2). Expressões semelhantes em outras ocasiões indicam um aviso de que a contínua recusa ao arrependimento traz desastre nacional (ver Is 5:26; Jr 5:15). CBASD, vol. 4, p. 1077.

Arabá. Do heb. aravah. Arabá é a depressão que se estende do mar da Galileia até o golfo de Áqaba (ver Dt 1:1). Provavelmente o rio de Arabá designa algum fluxo que corre para o extremo norte do Mar Morto. Significativamente, esses limites norte e sul marcam o território recuperado por Jeroboão II no período de maior prosperidade de Israel (ver 2Rs 14:25). CBASD, vol. 4, p. 1077.




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