Reavivados por Sua Palavra


DANIEL 5 by jquimelli
12 de novembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Apesar de honrar a Daniel, elevando-o a terceiro no reino, Belsazar não demonstrava arrependimento verdadeiro. Seu espírito, embriagado, não mais respondia ao Espírito de Deus, demonstrando apenas culpa.

Belsazar recebera todas as informações e oportunidades para seguir e adorar o Deus verdadeiro. Certamente conhecia as histórias do sonho da estátua, da fornalha e da cova dos leões, situações de crise e morte para os hebreus, transformadas em livramento e exaltação.

Mas informação apenas não basta para um coração arrogante e determinado a fazer sua própria vontade, à revelia da voz do Espírito em sua consciência. É necessário humildade e entrega diária para que Deus possa operar a salvação em nós. Caso contrário, da consciência endurecida restará apenas a culpa. E culpa não traz benefício algum. Somente serve para induzir ao suicídio. É isto que cometemos em nossa vida quando nos afastamos de Deus. Como aconteceu com Belsazar.

Querido Deus,
que as bênçãos que recebemos não nos impeçam de reconhecer que Tu és a fonte de toda boa dádiva. Que com espírito humilde, possamos reconhecer que a Tua presença em nossa vida é a maior de todas as bênçãos que podemos receber.

Koot van Wyk
Universidade Nacional Sangju
Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/dan/5 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1101
Também disponível no blog mundial RPSP/BHP da IASD, em: https://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/dan/5
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/19/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Daniel 5 NVI
Ouça online: Bíblia NVI em áudio
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



DANIEL 5 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
12 de novembro de 2017, 0:55
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DANIEL 5 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
12 de novembro de 2017, 0:45
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Aquela foi mais do que uma noite de guerra. Neste capítulo, as cortinas se abrem para que os leitores entendam os bastidores espirituais por trás da história.
Nele, você perceberá:
1. Um banquete com pessoas importantes do reino babilônico, o maior império da época (v. 1);
2. A arrogância ousada de Belsazar ao utilizar utensílios do Templo Sagrado de Deus para suas festas depravadas, tomando vinho nas taças sagradas (vs. 2-4);
3. Uma parede que recebe uma escrita estranha por uma mão sem braço deixando o autoconfiante rei mais apavorado do que se tivesse um exército entrando pelos muros de Babilônia (vs. 5-6);
4. Um sábio outrora ignorado demonstrando que somente Deus responde às inquietações de monarcas angustiados, coisa que nenhum mago, mágico ou guru pode fazer mesmo ofertando volumosas recompensas (vs. 7-17);
5. Uma repreensão profética acompanhado de uma comparação espiritual entre Nabucodonosor e o jovem Belsazar, tornando evidente o que Belsazar poderia ter ganho se tivesse aprendido a lição que seu avô aprendera há 30 anos antes (vs. 17-23);
6. Uma profecia de 30 anos atrás se cumprindo ao pé da letra, que havia sido graciosamente reiterada a fim de dar mais uma chance aos que já haviam rejeitado todas as oportunidades dadas por Deus (vs. 24-29).
7. Uma nação inferior conquistando um império mundial, provando o cumprimento de uma profecia que não tinha nenhuma evidência física de que poderia se cumprir naquela ocasião.
Conforme o Dr. Merlyn Alomia, este capítulo…
• …“registra de forma singular a última noite de Babilônia. Mostra também que Deus conhece com certeza os acontecimentos do futuro e não atua arbitrariamente com os homens, pois Lhes dá a oportunidade de conhecer-Lhe oferecendo-lhes Sua salvação”.
• …“é o relato da última noite da Babilônia como império. O reino da cabeça de ouro afundou-se no ocaso da eternidade para dar passo a um amanhecer do reino de prata. Babilônia inteira provou a veracidade da profecia divina, com isso também, o método histórico de interpretação histórico estreou novamente a certeza de sua posição e validade”.
• … mostra que, “a forma como caiu a antiga Babilônia é uma figura do modo como cairá a Babilônia mística de hoje”.
Estude Daniel 5 paralelamente a Apocalipse 17 e 18 e entenderás como Deus julgará as potências mundiais! – Heber Toth Armí.


DANIEL 5, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de novembro de 2017, 0:30
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“… deste louvores aos deuses de prata, de ouro, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra, que não veem, não ouvem, nem sabem; mas a Deus, em cuja mão está a tua vida e todos os teus caminhos, a Ele não glorificaste” (v.23).


De coração iníquo e mente perturbada, Belsazar, neto de Nabucodonosor, assume o trono da superpotência do mundo antigo. Em seu governo regado a vinho e orgias, quebrou todos os protocolos da época ao usar os utensílios sagrados da Casa de Deus em seu banquete pagão. Nem Nabucodonosor, em seu rompante, ousou realizar tal blasfêmia.

Todos cantavam e brindavam em honra aos seus deuses fajutos, quando, “no mesmo instante, apareceram uns dedos de mão de homem e escreviam” (v.5). Belsazar viu o que só Moisés, até então, havia visto. Pois que, no monte Sinai, o Senhor concedeu a Israel, através do seu grande líder, “as duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus” (Êx 31:18).

O rei foi tomado de tanto pavor, que “os seus joelhos batiam um no outro” (v.6). Acabou a festa e as estátuas as quais adoravam foram logo trocadas pelos “encantadores, pelos caldeus e os feiticeiros” (v. 7), que, destituídos da sabedoria e entendimento do Alto, “não puderam ler a escritura, nem fazer saber ao rei a sua interpretação” (v.8). As suas imagens de escultura, sobre as quais o Senhor, também com o Seu próprio dedo, havia escrito: “Não as adorarás, nem lhes darás culto” (Êx 20:5), mostraram a sua inutilidade, pois que “não veem, não ouvem, nem sabem” (v.23) coisa alguma.

Contudo, havia em Babilônia alguém em quem se achavam “espírito excelente, conhecimento e inteligência, interpretação de sonhos, declaração de enigmas e solução de casos difíceis” (v.12). “Então, Daniel foi introduzido à presença do rei” (v.13), para, mais uma vez, provar naquela corte pagã, que só o Senhor é Deus. Apesar de ter sido ricamente assistido por Nabucodonosor com presentes e cargos privilegiados, Daniel recusou as honrarias vindas da parte de Belsazar, pois sabia que o Senhor o havia rejeitado (v.17).

Diferente de Nabucodonosor, Belsazar conservou a soberba e a arrogância de seu coração mesmo sendo conhecedor de tudo o que se havia passado com seu antepassado (v.22). E, “naquela mesma noite, foi morto” (v.30), e, junto com ele, o reino que era considerado invencível. A cabeça de ouro deu lugar ao peito e aos braços de prata (Dn 2:32), iniciando assim o cumprimento do sonho dado a Nabucodonosor e de todas as predições ditas pelos Seus profetas (Jr 51:41; Is 14:23; Is 47:1-15). Caiu, pois, a grande Babilônia.

Diante do cenário profético atual, Babilônia ocupa uma posição simbólica para designar o reino de trevas e de engano que envolvem este mundo. E, diante dos fatos que se noticiam, cada vez mais revestidos de terror e de estupefação, as palavras escritas por Ellen White, a mais de cem anos, assemelham-se às palavras de um jornal de hoje: “O tempo presente é de dominante interesse para todo o vivente. Governadores e estadistas, homens e mulheres pensantes de todas as classes, têm fixa a sua atenção nos fatos que se desenrolam em redor de nós. Acham-se a observar as relações tensas e inquietas que existem entre as nações. Observam a intensidade que está tomando posse de todo o elemento terrestre, e reconhecem que algo de grande e decisivo está para ocorrer, ou seja, que o mundo se encontra à beira de uma crise estupenda” (PR, p. 274).

À semelhança de Belsazar, estamos prestes a ver cumprida a segunda voz angélica, que diz: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Ap 14:8). Notem que, da mesma forma que Belsazar bebia vinho diante dos grandes da Terra num culto promíscuo e abominável, João também descreveu uma espécie de vinho que embriagava “todas as nações”. E, logo depois, ao findar da terceira voz angélica, João relata o que manterá sóbrio e a salvo o remanescente do Senhor: “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12). Vocês acham coincidência o fato de Deus ter usado o próprio dedo para escrever apenas naquelas duas situações?

O mesmo dedo que escreveu os dez mandamentos e iniciou dizendo: “Não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagem de escultura” (Êx 20:3-4), foi o mesmo que decretou a queda do império que desprezava a Sua lei (v.26). Da mesma forma, o desprezo pela lei de Deus decretará a sentença definitiva daquela que tem embriagado o mundo com o seu vinho de mentiras. E o tempo solene no qual vivemos nos exige uma decisão urgente. Precisamos atender, agora, ao apelo divino: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap 18:4). Pois como em um só dia veio a destruição da antiga Babilônia, “em um só dia” Deus dará termo a atual meretriz, “porque poderoso é o Senhor Deus, que a julgou” (Ap 18:8).

Amados, a graça de Jesus por meio de Seu sacrifício é o único argumento diante do Pai que nos salva e nos redime. Mas a mesma graça também nos lembra porque o Filho de Deus teve que descer até nós para cumprir tal promessa. Ele pagou, em nosso lugar, o preço do pecado. E o que é o pecado? João também nos responde: “o pecado é a transgressão da lei” (1Jo 3:4). Portanto, todo aquele que aceita a graça maravilhosa e suficiente de Cristo Jesus, é conduzido pelo Espírito Santo a andar como Ele andou (1Pe 2:21). E serão estes que, como Daniel, recusarão os presentes corruptíveis de Babilônia e aguardarão o sublime e eterno presente: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap 2:10).

Bom dia, santos dos últimos dias!

Desafio do dia: O que você anda vendo e ouvindo? Não permita que a sua mente seja corrompida com o banquete abominável deste mundo. Peça ao Espírito Santo que lhe ajude a eliminar de sua vida tudo aquilo que tem maculado o seu coração e tome uma firme decisão.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Daniel5
#RPSP



DANIEL 5 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
12 de novembro de 2017, 0:25
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DANIEL 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
12 de novembro de 2017, 0:20
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O espírito de busca ao prazer de Belsazar seguia a expressão comum na época: “comamos, bebamos, porque amanhã morreremos” (Is 22:13 NVI) – como uma profecia. No auge da orgia, quando todos já estavam altamente embriagados, Belsazar, o anfitrião, manda vir as taças que haviam sido tomadas do templo de Jerusalém para que nelas bebessem em homenagem aos deuses da Babilônia. Koot Van Wyk, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/19/.

1 o rei Belzasar. Foi corregente do pai, Nabonido (555-539 a.C.), durante os últimos dez anos do reinado deste. Uma vez que somente Nabonido é mencionado nos escritos históricos gregos posteriores como o último rei da Babilônia, os eruditos consideravam Daniel impreciso e não confiável. Entretanto, a descoberta de textos babilônicos confirmou a existência e o reinado de Belsazar. Bíblia de Estudo Andrews.

O nome “Belsazar” significa “Bel protege o rei” (não deve ser confundido com “Beltessazar”, o nome babilônico que foi dado a Daniel (1.7). . Com base em fontes babilônicas, sabemos que Belsazar foi encarregado dos negócios na Babilônia, enquanto seu pai, Nabonido, o último rei da Babilônia, passava extensos períodos de tempo em Tema, na Arábia. Bíblia de Genebra.

grande banquete. Belsazar e seus súditos pensaram que estavam seguros dentro das imensas fortificações da cidade. Ao dar uma festa, Belsazar parecia querer levantar o ânimo do povo num período de crise, enquanto o exército medo-persa se aproximava. Bíblia de Estudo Andrews.

5 apareceram uns dedos de mão de homem e escreviam. Os babilônios provavelmente interpretariam isto como uma divindade registrando seu destino. Bíblia de Estudo Andrews.

7 o terceiro. Depois do rei [Nabonido] e do príncipe real [Belsazar]. Bíblia Shedd.

10 a rainha-mãe. Deve se tratar da avó de Belsazar, que teria pertencido ao harém de Nabucodonosor. Bíblia de Estudo Andrews.

11 teu pai (ARA; NVI: “teu predecessor”). O termo aqui se refere ao avô ou bisavô. Bíblia Shedd.

Nabucodonosor morreu em 562 a.C.; o ano agora é 539 a.C. Bíblia de Genebra.

16 púrpura. Uma cor que era de muito valor naquela época, e reservava-se às pessoas de alta posição. Bíblia Shedd.

cadeia de ouro. Símbolo dos altos postos no governo, assim como possuía José (Gn 41.42). Bíblia Shedd.

17 Os teus presentes fiquem contigo. Daniel tinha plena consciência da sua alta missão profética: não era hora de levantar interpretação que agradasse à casa real, nem de considerar a autoridade humana, e, portanto, as honras carnais eram desprezadas – bem sabia Daniel quão pouco valiam! Bíblia Shedd.

23 Deus, em cuja mão está a tua vida. O poder criador de Deus continua a suster Suas criaturas (comparar com Jó 12:10; Sl 104:14, 15; 145:15, 16). Bíblia de Estudo Andrews.

25 MENE, MENE, TEQUEL, PARSIM. Estas palavras estão em aramaico, mas compartilham alguns radicais com a língua babilônica. Elas podem se referir a unidades de peso, medidas em balança, usadas como moeda: “mina, mina, siclo (1/60 de mina) e meia mina (ou meio siclo). A escrita na parede era um enigma que, para nós, soaria mais ou menos  como “real, real, centavo e cinquenta centavos”. … Além do impacto inicial do enigma, os radicais subjacentes das palavras para os pesos se referem a “contar”, “pesar”, e “cortar/dividir”. Daniel explicou como Deus aplicaria essas ações ao monarca e ao reino que estavam sendo condenados por ele (v. 26-28). Bíblia de Estudo Andrews.

25 As palavras na parede lidas por Daniel, MENE, MENE, TEQUEL, PARSIM (mina, mina, shekel, upharsin, plural de peres) eram medidas persas de peso ou dinheiro*, mas que também se referiam às expressões: “numerar”, “pesar” e “cortar/dividir” ou “persas”. Para um bom entendedor babilônico, estas palavras expressavam a condenação do império. Koot Van Wyk, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/19/.

29 mandou Balsazar que vestissem Daniel… À semelhança de Nabucodonosor, Belsazar honra a Daniel (2.48), mas, direntemente de seu antecessor, ele não honrou ao Deus de Israel (2.46-47). Bíblia de Genebra.

31 Dario, o medo, … se apoderou do reino. O persa Ciro II, o Grande, que reinou de 559 a 530 a.C. (ver 1:21; 6:28; 10:1), foi o fundador do império medo-persa aquemênida e conquistou Babilônia em 539 a.C. “Dario, o medo” não é mencionado, pelo menos não com esse nome, em escritos antigos fora da Bíblia. Este pode ser o nome de trono de Gaubaruva (Gubaru/Ugbaru em babilônico; Gobrias em grego), o general que tomou Babilônia para Ciro e depois o auxiliou, governando sobre a Mesopotâmia durante um curto período, até sua morte. Bíblia de Estudo Andrews.

Naquela mesma noite, o general medo Gubaru, que mais tarde passou a se chamar “Dario, o medo”, o governante mencionado em Daniel 6, tomou a cidade fortificada de Babilônia a partir do leito seco do desviado rio Eufrates, e entrou pelas portas internas, abertas pelos sacerdotes do deus Marduque, deixados de fora das festividades, de acordo com textos cuneiformes. A profecia de vida de Belsazar e seus nobres se cumpriu à risca: todos morreram naquela noite. Koot Van Wyk, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/08/19/.




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