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JEREMIAS 34 – Quem não aprende a libertar, precisará aprender quando estiver no cativeiro. Deus proclamou libertação aos escravos, os líderes do povo de Deus ignoraram.
• Leia com atenção!
Misericordiosamente Deus usa Seus mensageiros para advertir aos pecadores objetivando a salvação deles. Em Jeremias 34:1-7 o profeta exorta o rei Zedequias pedindo-lhe que se renda à Babilônia.
A rejeição à misericórdia de Deus resulta no desprezo às palavras de Seus mensageiros. Consequentemente, as atitudes de um líder desobediente são vistas na opressão de seus semelhantes. Zedequias oprime israelitas, escravizando-os (Jeremias 34:8-16). Além de pecar contra seu próprio povo, o rei do povo de Deus peca contra a própria palavra divina, revelada em Êxodo 21:1-11.
Quem não tem interesse pelas elevadas instruções e sábias revelações divinas, certamente agirá conforme seus próprios interesses, que são egoístas, mesquinhos e resultam em problemas com as pessoas e com Deus. Quando Nabucodonosor cercava a cidade de Jerusalém, Zedequias concordou em libertar os escravos. Ao se retirar o exército babilônico, Zedequias achou conveniente sujeitar a escravidão novamente ao seu próprio povo. Assim, o nome de Deus foi profanado, então, as consequências horrendas seriam inevitáveis (Jeremias 34:17-22).
Reflita:
• Quando a Palavra de Deus é desonrada, as atitudes em relação ao próximo se tornam erradas.
• Quando a misericórdia de Deus é ignorada, as consequências das atitudes erradas chegarão como forte enxurrada.
• Quando não se valoriza a Palavra de Deus automaticamente não prioriza as orientações que apontam para bênçãos, paz e felicidade; então, terá que aprender a importância de ouvir a Palavra de Deus nos exílios da vida.
• Quando se age pela conveniência pessoal, pela lógica humana ou pelo que parece óbvio em vez de consultar a Deus e a Sua Palavra, a sociedade vira um caos, a opressão surge de onde deveria existir libertação, e a opressão invade a vida de todos.
• Quando se rejeita oportunidades de arrependimento, as pessoas se arrependerão de não ter-se arrependido; pois, as consequências não perdoam aos inconsequentes.
A liberdade dada por Deus deve ser usada para demonstrar nossa lealdade a Ele e a Sua Palavra.
Se assim fizermos nossa atitude será nobre em relação ao próximo, viveremos o padrão divino em um ambiente humano. Nossa sociedade perceberá que somos diferentes e assim testemunharemos alegremente de nosso Deus! – Heber Toth Armí.
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“Assim diz o SENHOR, Deus de Israel: Vai, fala a Zedequias, rei de Judá, e dize-lhe: Assim diz o SENHOR: Eis que Eu entrego esta cidade nas mãos do rei da Babilônia, o qual a queimará” (v. 2).
Estava acontecendo uma guerra mundial. Jerusalém e as cidades de Judá contra a Babilônia “e todos os reinos da terra” (v. 1). Além da desvantajosa situação de Jerusalém, Deus já havia predito, por intermédio de Seus profetas, a sua ruína. “Face a face”, o rei Zedequias veria a Nabucodonosor, e ele lhe falaria “boca a boca” (v. 3). E numa tentativa de fuga, Zedequias é capturado pelo exército dos caldeus e abandonado pelo seu próprio exército. “Então, o tomaram preso e o fizeram subir ao rei da Babilônia, a Ribla, o qual lhe pronunciou a sentença” (II Reis 25:6). A última cena que Zedequias pôde ver foi a morte de seus filhos, pois, logo após, lhe “vazaram os olhos; ataram-no com duas cadeias de bronze e o levaram para a Babilônia” (II Reis 25:7). Diante de tamanha violência emocional e física, como entender que ele morreria “em paz” (v. 5)?
Notem que a profecia é dada ao rei de Judá quando Nabucodonosor estava às portas de invadir Jerusalém. Era o último chamado de Deus para aquele insensato monarca. A promessa de que findaria seus últimos momentos de vida em paz foi por ele ignorada quando, estando a um passo de se entregar e de viver o cumprimento da profecia, preferiu dar longos passos na direção contrária. E isto lhe custou seus dois olhos, a destruição de sua família e de sua dignidade. O orgulhoso rei terminaria seus dias no cárcere babilônico (Jeremias 52:11).
O mundo tem uma visão muito distorcida do que seja liberdade e escravidão. Quando o SENHOR estabeleceu leis acerca da escravatura no meio do Seu povo, creio que um de Seus objetivos era dar-lhes a oportunidade de sentirem o que Ele sentiu ao livrá-los do jugo egípcio. Cada vez que um hebreu concedesse liberdade a um irmão, na verdade, a maior liberdade seria sentida por ele mesmo. Ao ajudar alguém a desprender-se das amarras do inimigo, estamos igualmente libertando um irmão.
Ao descobrir que os encantos disfarçados de Satanás estão destruindo as famílias, vazando os olhos da fé e os prendendo às cadeias da desobediência, muitos têm aceitado o último chamado de Deus e mudado a direção de suas vidas. Mediante o trabalho missionário de muitas testemunhas de Jesus (Atos 1:8), o SENHOR tem levado a verdadeira liberdade para muitos corações sinceros. Porém, da mesma forma que aconteceu no meio de Judá (v. 16), Satanás tem usado seus agentes para que o livre volte à escravidão.
Amados, uma coisa está bem clara no capítulo de hoje: mesmo que Deus nos deseje a paz, Ele não interfere na nossa liberdade em escolher a guerra; e o caminho para a verdadeira liberdade está em dar ouvidos às palavras do SENHOR. Fugir da vontade de Deus e ser condescendente com o mal são duas atitudes que põem em risco não somente a sua integridade física e emocional, mas o seu futuro eterno. Como disse uma amiga muito querida em um de seus sermões, parafraseando: Não temos mais tempo a perder agindo como meninos espirituais, mas precisamos buscar crescer em maturidade.
Não fuja dos propósitos do SENHOR para a tua vida! E que você seja um instrumento nas mãos de Deus para libertar muitos irmãos que ainda estão em Babilônia (Apocalipse 18:4).
Bom dia, livres em Jesus!
Desafio do dia: Respire profundamente o primeiro ar da manhã pelo menos cinco vezes e beba dois copos com água antes da sua devoção matinal. Faça disto um hábito e terás mais saúde, disposição e clareza espiritual.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias34
#RPSP
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1 Quando Nabucodonosor. Este capitulo começa relatando eventos que ocorreram no inicio do cerco final a Jerusalem, enquanto o profeta ainda estava em liberdade, porque a profecia enviada a Zedequias (v. 2, 3) foi mencionada pelo rei como o motivo para o aprisionamento de jeremias (ver com. de Jr 32:2). CBASD, vol. 4, p. 518.
4 Nao morreras a espada. Esta garantia foi dada, provavelmente, a Zedequias para persuadi-lo a deixar de resistir aos babilonios e entrar em acordo com Nabucodonosor. Ainda que Zedequias fosse levado cativo a Babilonia, a submissao de sua parte lhe asseguraria uma vida pacifica e um enterro honroso. CBASD, vol. 4, p. 518.
8 Apregoar a liberdade. Enquanto a lei mosaica permitia que os israelitas fossem postos sob escravidao por tempo limitado (ver com. de Ex 21:2), muitos senhores excederam seus direitos … aplicaram a lei do endividamento a fim de escravizar grande quantidade de seus companheiros. Entao, sob o perigo premente do ataque babilonico, Zedequias prometeu leiberdade a todos os que eram escravos em Jerusalem a fim de assegurar o recebimento da ansiada cooperacao servical dos homens livres em vez do forcado auxilio dos escravos … . CBASD, vol. 4, p. 519.
10 Obedeceram. Em vista da ameaca dos perigos externos e de que uma classe de pessoas oprimidas poderia se levantar para auxiliar um invasor (ver Ex 1:10), a ordem de Zedequias para libertar os escravos se adequou as tendencias por parte dos principes e do povo. CBASD, vol. 4, p. 519.
11 Mas depois se arrependeram. Quando os caldeus temporariamente levantaram o cerco para enfrentar o exercito egipcio que estava se aproximando (ver v. 21; Jr 37:5), muitos dos habitantes de Jerusalem creram que o perigo das suas cidades havia passado, e eles novamente os sujeitaram por servos e servas”. CBASD, vol. 4, p. 519.
15 Feito perante Mim alianca. Este acordo para libertar os escravos foi solenemente celebrado pelo rei e por “todos os principes, e todo o povo (v. 10) no patio do templo, e assim foi feito, em certo sentido, com o proprio Deus (ver Ne 5:8-13). Portanto,ao quebrar esta aliança, o povo transgrediu nao apenas contra seus companheiros, mas também contra Deus. CBASD, vol. 4, p. 519.
17 Eu vos apregoo a liberdade. A liberdade ordenada por Deus (Lv 25:10) foi negada pelo povo a seus companheiros e tornada pelo juizo de Deus em “liberdade” que levaria os transgressores “a espada, a peste e a fome” e tambem ao cativeiro. CBASD, vol. 4, p. 519.
18 Bezerros que cortaram. Os que estavam entrando em alianca deviam passar entre as duas metades, simbolicamente se comprometendo a uma obediencia perpetua as provisoes solenemente combinadas. A vida dos animais era a garantia da vida dos que participavam da alianca. CBASD, vol. 1, p. 311, sobre Gn 15:0.
21 De vos. Isto mostra, como indicado antes (ver com. do v. 11), que os babilonios tinham levantado o cerco a Jerusalem, dando aos principes de Juda a falsa ideia de que o perigo tinha passado, e a falsa esperanca de que o auxilio vinha do egito (Jr 37:5-10). CBASD, vol. 4, p. 519.
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Comentário Devocional
Minha esposa e eu gostamos de cantar músicas bíblicas como uma forma de memorizar a Palavra de Deus. Este capítulo contém uma de nossas promessas bíblicas favoritas: “Clame a mim e eu responderei e lhe direi coisas grandiosas e insondáveis que você não conhece” (Jeremias 33:3, NVI).
Seja qual for o desafio ou a oportunidade que você esteja enfrentando hoje, apegue-se ao que Deus prometeu em Sua Palavra. “Clame a mim”, Ele diz. Este convite me faz lembrar as palavras de Jesus no Sermão da Montanha: “Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta” (Mateus 7:7, NVI).
Quando criança, eu imaginava que eu deveria pedir “coisas”. Agora eu percebo que os maiores presentes que o Pai anseia nos dar são sabedoria para saber como viver e a presença capacitadora do Seu Espírito Santo. Dê-lhe hoje a oportunidade de guiá-lo e capacitá-lo na realização dos seus deveres. E lembre-se, nada é difícil demais para Deus.
“Senhor , obrigado por sua incrível promessa, feita não só a Jeremias, mas também a mim. Alegro-me por poder pedir a Sua ajuda a qualquer momento, em qualquer lugar, sabendo que não há nada difícil demais para você. Amém”.
Derek J. Morris
Associação Ministerial da Conferência Geral
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/33, https://www.revivalandreformation.org/?id=1012 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/33/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/03/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 33 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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JEREMIAS 33 – Se com nossos pecados, transgressões e insubmissão às orientações de Deus nosso choro pode durar uma noite, pela graça, misericórdia e bondade de Deus, a alegria certamente vem pela manhã (Salmo 30:5).
Ainda que as alianças com Deus sejam desprezadas e quebradas, Deus a renova. A graça divina nos livra de nossa desgraça. O perdão de Deus nos livra da condição precária que o pecado nos conduz. A disciplina divina visa despertar nossa vida a uma realidade que até então não foi percebida. O plano de Deus para nós é maior que nossas mais ousadas ambições.
Reflita:
• Reiteração da mensagem de esperança ao povo judeu aponta para um tempo quando Deus derrotaria a nação (Babilônia) que derrotou o Seu povo (os judeus). Além da restauração, Deus oferecerá Seu perdão aos transgressores de Seu povo (vs. 1-8).
• Promessa de restauração amplia a noção de remanescente fiel em Jerusalém. Um reavivamento se dará pela dinâmica e direta ação de Deus na Terra, a qual será tão gloriosa e impactante a tal ponto de atrair, inclusive, gentios de muitas partes do mundo para a adoração do Senhor (vs. 9-13).
• Confirmação das promessas antigas revela que nada impede Deus de realizar Seus planos no mundo, nem mesmo pecados e suas consequências na vida de Seu povo inconsequente. Mesmo que para isso seja necessário o próprio Deus entrar em cena, liderar diretamente e reinar como descendente de Davi para que Suas palavras se cumpram (vs. 14-26).
Deus não mede esforços para nos salvar. Ele fortalece Seu argumento com ilustrações visíveis:
• A promessa da perpetuidade da dinastia davídica e do sacerdócio levítico é tão firme quanto são o dia e a noite: Jesus é o descendente de Davi que viverá para reinar eternamente. Seu sacerdócio é mais nobre que o sacerdócio levítico.
• A aliança de Deus com Seu povo é tão fixa quanto as leis que regem a natureza. Deus não rejeita ao pecador, nem abandona quem O abandona. Sua igreja do Antigo Testamento aumentaria sob a regência de Cristo no Novo Testamento (Romanos 9-11).
Se Deus tivesse desistido dos pecadores já há muito tempo não haveria oportunidade de salvação para nenhum de nós. Portanto, aproveitemos que a graça está disponível para livrarmo-nos de nossas desgraças!
“Senhor, restaura-nos!” – Heber Toth Armí.
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“Invoca-Me, e te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes” (v. 3).
Paz e prosperidade têm sido aclamados no mundo desde que o pecado iniciou seus nefastos resultados. Assim, a humanidade têm experimentado as terríveis consequências da sua própria maldade (v. 5). Encarcerado, Jeremias experimentou na pele o que o povo de Deus teria de passar. Mas, se tão-somente confiassem e buscassem ao SENHOR de todo o coração, e fossem fiéis à Sua Palavra, assim como esteve com Jeremias até na prisão, Ele estaria com eles também.
A promessa da restauração de Jerusalém e do regresso de Israel às suas cidades deveria encher o coração do povo de Deus de esperança. O só cumprimento das palavras de Jeremias sobre o exílio babilônico deveria lhes ser prova suficiente de que assim como se cumpriram as palavras de juízo, também se cumpririam as palavras de paz. A ira do SENHOR não duraria para sempre, mas findo o período pré-estabelecido de setenta anos, o Seu povo voltaria a gozar de “abundância de paz” (v. 6).
Em todo o tempo, Deus tem falado através das profecias. E, “certamente, o SENHOR Deus não fará coisa alguma, sem primeiro revelar o Seu segredo aos Seus servos, os profetas” (Amós 3:7). As “coisas grandes e ocultas” já podem ser entendidas por todo aquele que com sinceridade busca as verdades do SENHOR. Infelizmente, no meio do povo de Deus houve uma classe rebelde que recusou-se a ouvir as palavras da profecia e, usando suas próprias armas, suas casas foram alvo de destruição e morticínio (v. 5).
Amados, as profecias para o tempo do fim apontam para uma mesma batalha sangrenta, onde o alvo principal da fúria do maligno é a família. Munidos de justiça própria e incredulidade, muitos têm derrubado as suas casas e as tornado trincheiras vulneráveis. E o terrível resultado disto tem sido “cadáveres de homens” (v. 5), mulheres e crianças, vítimas da rebelião que devastará este mundo até que o “SENHOR, Justiça Nossa” (v. 16) estabeleça o Seu Reino de eterna paz.
Vejam que o SENHOR não nos deixou desprevenidos. O Seu amor revelado nas páginas sagradas nos apontam o tempo em que Ele restaurará “a sorte da terra como no princípio” (v. 11). Mas, “ainda passarão os rebanhos pelas mãos de quem os conte, diz o SENHOR” (v. 13). Ainda existem ovelhas desgarradas que o Bom Pastor precisa trazer de volta ao Seu aprisco. O SENHOR cumprirá a Sua “boa palavra” (v. 14), “sobre a terra, cabalmente e em breve” (Romanos 9:28). E o que Ele nos pede que façamos até lá não inclui a destruição do nosso lar, mas a restauração das famílias de Seu povo.
Um lar em que o SENHOR habita é a melhor oferta “de ações de graças” (v. 11) que podemos Lhe oferecer. Como está escrito no livro do profeta Malaquias, a grande obra “antes que venha o grande e terrível Dia do SENHOR” (Malaquias 4:5) será a da restauração do altar da família, em que Deus “converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais” (Malaquias 4:6). Não permita que Satanás destrua a sua casa numa guerra em que ele já foi vencido. Mas, com destemida convicção e mediante os méritos do “Renovo de justiça” (v. 15), decida firmemente: “eu e minha casa serviremos ao SENHOR” (Josué 24:15).
Bom dia, famílias do SENHOR!
Desafio do dia: Restaure o altar da família. Todos os dias, realize em sua casa o culto familiar. Faça de seu lar o cumprimento da profecia de paz.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Jeremias33
#RPSP
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2 O SENHOR. Do heb. Yahweh, o tetragrama sagrado (ver vol. 1, p. 149-151. CBASD, vol. 4, p. 515
3 Coisas grandes. Ou, “coisas incompreensíveis”. CBASD, vol. 4, p. 515.
8 Purificá-los-ei. Para os que se arrependeram genuinamente, Deus estendeu a promessa de perdão pleno e gratuito. CBASD, vol. 4, p. 516
9 Por nome, por louvor. Não importa para quão longe uma pessoa tenha ido do caminho da retidão, ela pode ser aceita diante de Deus como se não tivesse pecado (CC, 62). CBASD, vol. 4, p. 516.
11 A voz de júbilo. Os sons de alegria que se silenciariam durante o exílio (ver com. de Jr 7:34) seriam novamente ouvidos na terra. CBASD, vol. 4, p. 516.
20 Minha aliança com o dia. Mais uma vez, como anteriormente, Deus garante a certeza da aliança com Seu povo ao Se referir à segurança da lei natural [sucessão de dias e noites] (ver com. de Jr 1:35). CBASD, vol. 4, p. 516.
24 As duas famílias que Deus elegeu. Reinos de Israel e Judá (ver Ez 35:10; 36:19, 20) [v. 26] …. [ou] família de Davi [real] e de Levi [sacerdotal] (v. 22]. CBASD, vol. 4, p. 516