Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 25 by jquimelli
19 de agosto de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Encontramos neste capítulo a profecia de Jeremias de que os cativos ficariam na Babilônia por 70 anos e depois retornariam.

Veja que interessante: como registrado em Daniel 9, esta é a mesma profecia que Daniel estava estudando perto do fim do cativeiro! Preste atenção: vemos aqui um profeta – Daniel – estudando as palavras de outro profeta – Jeremias – que tentava entender o que Deus dizia! Quão importantes são as palavras de Deus!

No restante do capítulo observamos Jeremias ser levado em visão para além dos 70 anos de cativeiro, após a punição de Babilônia por seus pecados, até o desfecho do conflito entre o bem e o mal no fim dos tempos.

Estas questões que trouxeram os juízos divinos ao povo de Deus agora se aplicam a todo o mundo. Deus diz: “Pegue de minha mão este cálice com o vinho da minha ira e faça com que bebam dele todas as nações a quem eu o envio.” (v. 15 NVI).

Os estudantes da Bíblia reconhecem aqui uma forte semelhança com as palavras de Apocalipse [em especial, Ap 14], descrevendo o conflito final dos tempos.

A boa notícia é de que haverá um fim para a loucura de rejeitar as palavras de Deus. Minha oração é que cada participante da família “Reavivados por Sua Palavra” ouça atentamente às Suas Palavras e as esconda em seu coração. Cada um de nós tem o privilégio de ser restaurado ao plano de Deus para nós. Quando isto acontecer, será por causa de como nos relacionamos com Suas Palavras. Que Deus esteja contigo enquanto a nossa jornada continua!

Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart – http://www.hartresearch.org/
Califórnia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/25, https://www.revivalandreformation.org/?id=1018 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/25/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/05/26
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 25 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



JEREMIAS 25 – PR ADOLFO SUAREZ by jquimelli
19 de agosto de 2017, 0:55
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JEREMIAS 25 – PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
19 de agosto de 2017, 0:45
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JEREMIAS 25 – É inacreditável como falsas doutrinas e falsos pregadores, mesmo gerando confusão na cabeça da multidão, atraem multidões aparentemente sinceras de coração.
Também é inacreditável como Deus, mesmo usando profetas e recursos variados para apresentar a verdade, não obtém o mesmo êxito que os charlatães que pisam à verdade para exaltar a mentira.
Ainda cabe mais uma observação para compor esta introdução: A vida do povo de Deus refletia a cultura pagã da época, embora a revelação de Deus sempre confrontou essa cultura. Paul R. House concluiu:
“Como Israel, os gentios também não foram criados para adorar deuses falsos e um poder sem limites. Jeremias cumpre seu papel de profeta aos gentios ao tornar conhecido esses fatos”.
Baseando-me no esboço do Comentário Bíblico Adventista apresento estes pontos:
1. Jeremias reprova a desobediência dos judeus aos profetas verdadeiros (vs. 1-7);
2. Jeremias prevê setenta anos de cativeiro para seu povo (vs. 8-11);
3. Jeremias profetiza a destruição de Babilônia que foi instrumento para disciplinar os judeus (vs. 12-14);
4. Tomando como símbolo um cálice de vinho, Jeremias prediz destruição de todas as nações (vs. 15-33);
5. O uivo dos pastores e profetas falsos profetizados por Jeremias, o profeta verdadeiro (vs. 34-38).
Agora, observe atentamente. Reflita:
• São assustadoras as consequências da idolatria, rebeldia e rejeição às profecias dadas por Deus: Os judeus perderiam sua pátria, ficariam exilados em Babilônia.
• Por outro lado, a graça, misericórdia e bondade de Deus nos são imensuráveis: Deus põe limite ao cativeiro: 70 anos.
• Não é o pecador, nem o pecado, nem o instrumento da disciplina divina (neste caso, Babilônia) nem o diabo, nem o cativeiro; nada, nem ninguém têm a última palavra, a não ser Deus!
• É exatamente por isso que todas as nações também serão julgadas. Na história mundial Deus teve, tem e terá a última palavra. Portanto, os falsos pregadores e seus seguidores devem ficar atentos; do contrário, serão expostos como mentirosos e condenados.
O julgamento divino é descrito com diversas figuras:
• Cálice com bebida;
• Tempestade ensurdecedora;
• Matança de ovelhas;
• Leão feroz.
Como Juiz, Deus terá a última palavra – como se vê detalhado e ampliado o julgamento em Apocalipse, o último livro bíblico. Apocalipse 17-18 também mostra juízo aos reinos do mundo, culminando com Babilônia!
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



Jeremias 25, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de agosto de 2017, 0:30
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v.32: “Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Eis que o mal passa de nação para nação, e grande tormenta se levanta dos confins da terra”.


Mediante a rebelião obstinada do povo, bem como dos seus líderes, a invasão babilônica estava prestes a ser consumada e as palavras do profeta cumpridas. “Durante 23 anos”, Jeremias anunciava a palavra do Senhor, “começando de madrugada” (v.3).

E não foi uma obra exclusiva de Jeremias, mas o Senhor enviou “todos os seus servos, os profetas” (v.4) com uma mesma mensagem: “convertei-vos agora, cada um do seu mau caminho e da maldade das suas ações” (v.5).

Todavia, não deram ouvidos ao chamado de Deus, andando cada um segundo a maldade do seu coração. Nabucodonosor, rei da Babilônia é chamado por Deus como “Meu servo” (v. 9), como aquele pelo qual cumpriria o Seu juízo. “Setenta anos” (v.11) foram determinados pelo Senhor como período em que o Seu povo seria mantido em cativeiro babilônico. Porém, após este período, outro juízo se manifestaria, desta vez, não somente “a Jerusalém e as cidades de Judá” (v.18), mas também “a todos os reinos do mundo sobre a face da terra” (v. 26).

O cálice da ira de Deus representa todo o seu furor contra tudo aquilo que o mal tem causado. E quando vamos aos capítulos 16 a 19 do livro de Apocalipse, encontramos vários textos que contém o mesmo contexto do capítulo de hoje. Se aplicarmos portanto o texto para os nossos dias, podemos extrair o seguinte:
O Senhor fará cessar a falsa alegria deste mundo, de forma que as músicas cessarão e haverá densas trevas (v.10; Ap.18:22-23).

E assim como castigou a iniquidade do rei de Babilônia (v.12), se lembrará da Babilônia dos últimos dias e fará descer sobre ela a retribuição “segundo os seus feitos” (v. 14, Ap.16:19; 17:1; 18:7,8; 18:6).

Derramará sobre a terra “O cálice do vinho do furor da sua ira” (Ap.16:19; v.15) e castigará “os moradores da terra” (v.19; Ap.19:21; 19:15). Do Seu santuário celeste, o Senhor ergue a Sua voz (v.6; Ap.16:17) e declara a Sua “contenda com as nações” (v.31; Ap.16:16; 19:11).

Os dias do mal que “passa da nação para nação” (v.32) pela manifestação de “espíritos de demônios, operadores de sinais, e se dirigem ao resto mundo inteiro” (Ap.16:14), estão para se cumprir: “porque já se cumpriram os vossos dias de matardes e dispersardes” (v.34). E “os que o Senhor entregar à morte” (v.33), morrerão “com a espada… dAquele que estava montado num cavalo” (Ap.19:21).

Estamos, pois, diante de uma mensagem do tempo que se aproxima, em que Deus manifestará a sua justiça e destruirá “os que destroem a terra” (Ap 11:18); e de uma mensagem atual de nos convertermos “cada um do seu mau caminho” (v.5) e de buscarmos ao Senhor enquanto ainda podemos achá-Lo (Is.55:6). “Começando de madrugada” (v.4), Deus tem falado com todos e a todos, estendido a oportunidade de salvação em Cristo. Ele não deseja nos fazer “mal algum” (v.6), mas nos salva por meio dAquele que tomou o cálice da ira de Deus no meu e no seu lugar (Mateus 26:39). Portanto, acredite, aceite e prepare-se para receber as recompensas eternas pelos méritos de Jesus!

Feliz sábado, salvos pela graça de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias25
#RPSP



JEREMIAS 25 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by jquimelli
19 de agosto de 2017, 0:25
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JEREMIAS 25 – Comentários selecionados by jquimelli
19 de agosto de 2017, 0:20
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1 No quarto ano de Jeoaquim. A mensagem do cap. 25 foi dada um ano após os primeiros judeus terem sido levados cativos para Babilônia (ver com. De Dn 1:1). CBASD, vol. 4, p. 483.

3 Começando de madrugada. Uma expressão idiomática para indicar esforço contínuo (ver com. De Jr 7:13). CBASD, vol. 4, p. 483.

5 Convertei-vos. Este apelo a arrependimento, conversão e obediência apresenta explicitamente a missão do verdadeiro profeta (ver 2Rs 17:13; Ez 18:30-32). CBASD, vol. 4, p. 483.

Para sempre. Se os israelitas tivessem cumprido seu destino divino, seu estabelecimento na terra teria sido permanente. CBASD, vol. 4, p. 483.

9 Meu servo. De modo semelhante, Ciro foi designado como “servo” de Deus, pois faria uma obra que Ele desejava que fosse feita (ver Is 44:24 – 45:5). CBASD, vol. 4, p. 483.

10 Voz de folguedo. A ilustração apresentada neste versículo representa a completa dissolução da vida familiar, tanto das épocas de alegria como da rotina diária (ver Ap 18:22, 23). CBASD, vol. 4, p. 483.

12 Castigarei. Esta profecia contra Babilônia começou a ser cumprida quando “os medos e persas” tomaram a cidade, mataram Belsazar e destruíram o império babilônico (Dn 5:17-31). Embora Babilônia tenha sido usada por Deus para punir Seu próprio povo, isso não eximia os babilônios da punição por suas iniquidades (ver Jr 50, 51; cf. Is 10:5-16). CBASD, vol. 4, p. 484.

Rei da Babilônia. Como um dos principais inimigos de Israel nos tempos do AT, [também] no livro de Apocalipse, Babilônia se tornou um símbolo do cristianismo apóstata em sua oposição ao povo remanescente de Deus (ver com. de Ap 14:8; 17:5; 18:2). Os símbolos do livro de Apocalipse são extraídos, em grande parte, das experiências do Israel literal nos tempos antigos, ou são baseadas nas mensagens simbólicas dos profetas do AT (ver AA, 585). Por esta razão, é importante considerar cuidadosamente as equivalências na história e na profecia do AT quando forem estudados os símbolos do Apocalipse. É somente em comparação a esses contextos que os símbolos do Apocalipse tomam o sentido completo que o Espírito Santo planejou que eles transmitissem. Vário aspectos do castigo da Babilônia literal, demonstrados em Jeremias 25, são valiosos em conexão com o estudo do castigo da Babilônia mística demonstrado em Apocalipse 16 a 19 (ver com. de Is 14:4). CBASD, vol. 4, p. 484.

16 Para que bebam. Uma imagem do pânico e terror experimentados pelas várias nações enquanto os conquistadores babilônicos avançavam sobre elas. O vinho da ira de Deus (ver v. 15) os intoxicaria, por assim dizer, com pavor e desespero (ver Is 51:17, 22; Jr 51:7; Hc 2:16; cf. Ap 14:10; 17:4;18:3). CBASD, vol. 4, p. 485.

17 Recebi o cálice. Isto é, o profeta fez isto de modo figurado, ao “derramar” suas profecias contra as nações. CBASD, vol. 4, p. 485.

18 Judá. Jeremias começa a exposição dos juízos divinos com uma profecia do castigo pronunciado sobre seu povo por causa da iniquidade dele e, então, passa aos juízos que seriam infligidos às outras nações. CBASD, vol. 4, p. 485.

19 Faraó. Nessa época, o rei do Egito era Neco II (610-595 a.C.), que foi derrotado por Nabucodonosor, em Carquemis. CBASD, vol. 4, p. 485.

26 Depois de todos eles. Depois de forçar as outras neções a beber da taça da derrota, a própria Babilônia teria a mesma experiência. CBASD, vol. 4, p. 485.

27 Bebei, embebedai-vos. Jeremias parece voltar aos v. 15 e 16 (ver com. ali) retratando o pavor e o desespero que sobreviriam às pessoas pelas tristezas de lutas internacionais. CBASD, vol. 4, p. 485.

Vomitai. Uma representação impressionante de desistência ou entrega de despojos tomados na guerra. CBASD, vol. 4, p. 485.

29 Começo a castigar. Se Jerusalém não conseguiria escapar da invasão caldeia, certamente as nações ao redor não escapariam. Tanto elas como Judá seriam sábias se adotassem uma postura de submissão ao jugo babilônico (ver Jr 49:12). CBASD, vol. 4, p. 485.

30 Rugirá. Os v. 30 a 33 resumem a mensagem do cap. 25 por meio de uma ilustração dramática. … Estas palavras são paralelas a outro cumprimento no último conflito das nações, imediatamente antes da segunda vinda de Cristo (ver CG, 656, 657; PP, 340). CBASD, vol. 4, p. 485, 486.

31 À espada. Símbolo da destruição pela por meio da guerra. No conflito final das nações, os ímpios perecerão de vários modos (ver CG, 657). CBASD, vol. 4, p. 486.

33 Não serão pranteados. À desonra do castigo deles se acrescentaria a ausência do respeito devido ao serviço funerário corriqueiro. CBASD, vol. 4, p. 486.

34 Uivai, pastores. Referência aos falsos líderes do povo do pastoreio de Deus (ver com. De Jr 23:1). O mesmo ai é proferido contra os falsos líderes religiosos que, nos últimos dias, levarão o povo a confiar na mentira (GC, 655). CBASD, vol. 4, p. 486.

Revolvei-vos. Expressão de luto e pesar. CBASD, vol. 4, p. 486.

37 Malhadas. Literalmente, “solos de pastagem”. CBASD, vol. 4, p. 486.

38 Como o filho de leão. O Cordeiro de Deus também é “o Leão da tribo de Judá” (AP 5:5). A figura do leão traz à mente não só a ilustração da majestade do rei, mas também do poder destruidor, como o que o Senhor usará quando realizar Sua “obra estranha” de destruição dos ímpios (ver com. De Is 28:21). CBASD, vol. 4, p. 486.




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