Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 30 by jquimelli
24 de agosto de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Por que Deus permitiu que nações ímpias explorassem Seu povo? Por que Deus permite que o mal seja praticado e os ímpios prosperem? Ao dar esperança ao seu povo, Deus lhes dá a garantia de que a justiça será feita. A nação que traz o julgamento de Deus ao Seu povo também será submetida ao mesmo julgamento.

Estas promessas de restauração do povo de Deus e de julgamento dos inimigos de Deus trazem também à tona o tema da aliança: “vocês serão o meu povo, e eu serei o seu Deus ” (v. 22 NVI).

Esta restauração que Deus promete não é apenas material, política ou nacional. É também uma restauração da relação da aliança entre Deus e Seu povo.

Ao desenvolvermos ações de incentivo a uma vida saudável buscamos restaurar a saúde física das pessoas; ao alimentar os pobres cuidamos de suas necessidades materiais; na busca de justiça em um ambiente politicamente injusto estamos defendendo os ideais da Palavra de Deus. Todos esses esforços são bons e elogiáveis, mas são de menor valor se não abordarmos o cerne do problema, que é o relacionamento quebrado com o Criador.

“Querido Senhor, por favor, ajuda-me a lembrar em tudo que eu fizer, de que o foco principal da existência deve ser o meu relacionamento conTigo. Amém”.

Pr. François du Plessis
Evangelista na África do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/30, https://www.revivalandreformation.org/?id=1013 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/30/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/05/31/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 30 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



JEREMIAS 30 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
24 de agosto de 2017, 0:55
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JEREMIAS 30 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
24 de agosto de 2017, 0:45
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JEREMIAS 30 – Jesus veio ao mundo apesar dos muitos obstáculos e oposições; da mesma forma, Ele retornará – embora tudo conspirará contra Seu retorno.

No desenvolvimento da História, Deus oferecia esperança à humanidade com a promessa do Messias; paralelamente, Satanás empenhou-se com afinco tentando impedir o cumprimento das profecias.

Essa tensão é visível desde o início, principalmente no aspecto da vida humana relacionado à religião. Abel era o fiel remanescente, Satanás suscitou ódio e vingança sem causa em Caim para matar seu irmãozinho.

Depois disto, a geração de Noé caracterizou-se pela prática do pecado, restando apenas alguns remanescentes. Se Deus não agisse para salvar a família de Noé, Satanás teria eliminado toda possibilidade do cumprimento de Gênesis 3:15.

Na sequência, a promessa messiânica girou em torno de Davi e seus descendentes. Jesus viria da casa de Davi. Satanás suscitou ódio inexplicável no coração de Saul visando matar Davi. Apesar de várias tentativas, Deus preservou Seu representante real.

• Além destas, Satanás utilizou muitas outas formas objetivando eliminar ao povo escolhido por Deus, de onde viria o Messias.

O pecado quase riscou Israel do mapa. Nos tempos de Jeremias, a Terra Prometida está comprometida. Os judeus estão no exílio em Babilônia. Contudo, Deus está no controle; portanto, Satanás não O impedirá de cumprir Seus objetivos em prol da salvação da humanidade.

1. Deus revela através de Jeremias que os judeus não serão exterminados, mas retornarão para ocupar a terra que havia sido saqueada (vs. 1-3);
2. Deus intervirá e fará justiça contra todos aqueles que interferem ou tentam interromper Seus planos no mundo (vs. 4-10);
3. Deus disciplina Seu povo visando corrigi-lo de suas terríveis maldades, mas os adversários, destruidores e devoradores de Seu povo serão definitivamente eliminados (vs. 11-16);
4. Deus promete restaurar Seu povo física, mental, social e espiritualmente (vs. 17-20).
5. Deus reitera a promessa com respeito ao Messias, e declara que Seus propósitos cumprirão, ainda que tenha que lutar ferozmente (vs. 21-24).

Satanás não quer a salvação de ninguém, mas nada impediu Deus executar Seus planos na Terra. Se, apesar de tudo, a primeira vinda de Cristo aconteceu, a segunda logo se cumprirá também.

Examine mais tua Bíblia; conheça os planos divinos para tua vida! Deus conforta os atribulados, liberta os escravos. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JEREMIAS 30, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de agosto de 2017, 0:30
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“Ah! Que grande é aquele dia, e não há outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será livre dela” (v. 7).


Jacó fez duas grandes fugas em sua vida. A primeira delas foi após enganar seu pai Isaque e seu irmão Esaú. Fugindo da ira de seu irmão, sentindo-se profundamente abatido e angustiado, a caminho da casa de seus parentes, adormeceu e teve um sonho. E ao contemplar aquela escada, percebeu que jamais poderia ter acesso a Deus e ao Seu perdão não fosse a bondade do SENHOR e a Sua graça que lhe era estendida como uma escada que dá acesso às cortes celestes, e que esta escada é Cristo (Compare Gênesis 28:12 com João 1:51).

Na sua segunda fuga, Jacó tomou tudo o que era seu, sua família e fugiu de seu sogro, Labão, de volta à terra de Canaã. Nos momentos que antecediam o Seu reencontro com Esaú, Jacó passou a noite lutando com Quem a Bíblia de início chama de “um homem”. Jacó lutou com Ele “até ao romper do dia”, obrigando aquela figura misteriosa a deslocar “a junta da coxa de Jacó”. Mas, apesar de cansado da luta, da dor descomunal em uma das coxas e da angústia que sentia em pensar que seu irmão poderia querer vingar-se dele, imagino Jacó agarrando-se a Jesus e implorando entre lágrimas e soluços entrecortantes: “Não Te deixarei ir se me não abençoares”. Então, após receber a bênção e um novo nome, com arrebatadora alegria e certeza da salvação, concluiu: “Vi a Deus face a face, e a minha vida foi salva” (Gênesis 32:24, 25, 26 e 30).

Os descendentes de Jacó voltariam do exílio para Canaã, assim como ele também havia retornado. De igual forma, passariam por um momento de grande luta, mas, como o patriarca, prevaleceriam. Como Jacó, o povo voltaria para a sua terra e ficaria “tranquilo e em sossego” (v. 10). O castigo que ainda lhes sobreviria seria “em justa medida”, e, semelhante à desconjuntura na articulação da coxa de Jacó, a dor lhes seria “incurável” (v. 15). Contudo, seria esta dor que os faria achegarem-se a Deus à procura de cura: “Não Te deixarei ir se me não abençoares”! E o SENHOR lhes restauraria a saúde e curaria as suas chagas (v. 17).

A mesma promessa é-nos dada no tempo em que, descreve o profeta Daniel (Daniel 12:1), será tempo de angústia tal que este mundo nunca viu. A angústia de Jacó será sentida por todos os fiéis sentinelas de Deus que aguardam com ansiedade a sublime manifestação da glória do Unigênito do Pai. Como a escada vista por Jacó, estamos prestes a testemunhar o maior Dia do mundo deste a sua criação: “Em verdade, em verdade vos digo que vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem” (João 1:51).

“Naquele dia” (v. 8), só prevalecerão aqueles que perseveraram em agarrar-se ao SENHOR e em nEle confiar. Estamos no meio de um campo de batalha e, se perseverarmos em permanecer no acampamento de Deus, Ele nos será por muro e protegidos estaremos todos, ainda que feridos. Ninguém retorna de uma guerra incólume. Mesmo os que voltam com vida, trazem as marcas da batalha, quer sejam físicas, quer sejam emocionais. No grande conflito espiritual não é diferente. À semelhança dos exilados, quando Jesus voltar encontrará o Seu povo ferido e cansado, mas não derrotado. Com um sorriso indescritível, Jesus olhará para os Seus fiéis soldados remanescentes e dirá: “Vós sereis o Meu povo, Eu serei o vosso Deus” (v. 22), PARA SEMPRE! A partir daí, amados, nunca mais as lágrimas, nunca mais a dor, nunca mais pecado, nunca mais a morte (Ap. 21:4)!

Está mais do que na hora de entendermos tudo isso (v. 24) e estarmos revestidos da armadura de Deus, empunhando a espada do Espírito e clamando com súplicas uns pelos outros (Efésios 6:10-18)! O Único que pode curar a dor incurável do pecado está às portas! “Eis a tempestade do SENHOR!” (v. 23).

Estais vós prontos para, como Jacó, exclamar: “Vi a Deus face a face, e a minha vida foi salva”?

Bom dia, soldados remanescentes do SENHOR!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias30
#RPSP



JEREMIAS 30 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
24 de agosto de 2017, 0:25
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JEREMIAS 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
24 de agosto de 2017, 0:20
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2 Escreve. O profeta foi instruído a escrever o que foi revelado a ele a respeito da restauração de Israel, e este registro é encontrado nos cap. 30 e 31. CBASD, vol. 4, p. 501.

3 Meu povo de Israel e de Judá … fá-los-ei voltar. A promessa divina de Jeremias 29:10 a 14 se amplia neste versículo para incluir não apenas o reino do sul, de Judá, mas também o reino do norte, de Israel. O coração do profeta acompanhava não apenas os cativos em Babilônia, mas os que estavam na Assíria e nas cidades da Média (ver 2Rs 17:5, 6). CBASD, vol. 4, p. 501.

7 Que grande é aquele dia. A princípio, o profeta viu a angústia que logo sobreviria a Jerusalém e à Judeia por causa dos babilônios … Quando aplicado ao tempo do fim, “aquele” dia se refere ao grande dia do Senhor no final da história deste mundo. CBASD, vol. 4, p. 501.

Tempo de angústia para Jacó. A LXX traduz “um tempo de angústia para Jacó”. Jeremias ilustra a intensidade da experiência que recairia sobre Israel … por meio de uma comparação com a experiência de Jacó quando lutou com o Anjo (ver com. de Gn 32:24-26). Jacó foi ameaçado por um irmão irado disposto a matá-lo em vingança pelos erros passados. A fim de se preparar para a crise, Jacó permaneceu ali para passar a noite em oração. O fardo em seu coração era que tudo deveria estar ajustado com Deus. O quanto pôde, Jacó se esforçou para corrigir cada erro que cometeu. Por sua persistência e fé, a Jacó foi dada a certeza da bênção de Deus antes que a noite terminasse. Ao olhar para a luz do futuro, à luz da experiência de Jacó, Jeremias mostra que, na época da invasão babilônica (ver com. De Jr 34:7), eles passariam por uma agonia semelhante à de seu antepassado. Mas, à profecia da grande “angústia”, o profeta associou uma mensagem de conforto a toda alma fiel que, “porém, será livre dela”. Esta mesma experiência de intensa busca da alma sobrevirá ao Israel espiritual depois do fim de graça, antes do segundo advento do Senhor. Apenas os que confessaram cada pecado conhecido conseguirão sair vitoriosos daquele tempo de agonia espiritual conhecido como o “tempo da angústia de Jacó” (ver GC, 616-623). CBASD, vol. 4, p. 501, 502.

8 Eu quebrarei o seu jugo. Primariamente, é uma referência ao jugo dos babilônios que foi quebrado quando Ciro permitiu que os exilados retornassem à sua terra (ver 2Cr 36:22, 23; Ed 1:1-4). CBASD, vol. 4, p. 502.

10 De longe. Primariamente, isto se refere ao retorno dos exilados do cativeiro babilônico, como o contexto mostra. CBASD, vol. 4, p. 502.

12 Teu mal é incurável. A razão pela qual Deus não deixou Judá “totalmente impune” (ver v. 11) é que o povo, nessa época, tinha ido longe demais em seus pecados. CBASD, vol. 4, p. 502.

13 Não há quem defenda. Judá foi abandonada por seus amantes … e, enfim, estava sozinha, porque abandonou seu Deus. CBASD, vol. 4, p. 502.

16 Os que te devoram serão devorados. Apesar do fato de Deus ter usado os babilônios como instrumento para castigar Seu povo por causa da apostasia, os próprios caldeus não escapariam da retribuição divina por causa de suas iniquidades (ver com. De Jr 25:12). CBASD, vol. 4, p. 502.

22 Meu povo. O Senhor desejava que Judá entrasse no pleno relacionamento indicado nesta expressão, mas o povo escolhido falhou em viver de acordo com seus privilégios. A promessa pertence agora à igreja cristã (Hb 8:10). Na condição da nova terra, este relacionamento ocorrerá em sua plenitude (ver Ap 21:3). CBASD, vol. 4, p. 503.

23 Redemoinho. Uma ilustração gráfica do juízo de Deus descendo sobre os pecadores impenitentes (ver Jr 23:19, 20; 25:32, 33). CBASD, vol. 4, p. 503.

24 Não voltará atrás. Deus anuncia Seu propósito de realizar esse ato [livramento de Israel e queda do império babilônico] até sua conclusão. CBASD, vol. 4, p. 503.

Últimos dias. Isto é, na época do cumprimento da predição e posteriormente. No momento, o futuro parecia obscuro. Adiante estavam a invasão e a deportação. O cumprimento das gloriosas promessas de prosperidade pareciam quase inacreditáveis. O futuro confirmaria os misericordiosos propósitos de Deus. CBASD, vol. 4, p. 503.




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