Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 27 by jquimelli
21 de agosto de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Os profetas não só deviam entregar suas mensagens verbalmente, mas, às vezes, eram desafiados a dramatizar suas mensagens. Jeremias 27 é uma profecia encenada que teve como propósito alertar as pessoas sobre o próximo período de cativeiro sob os babilônios.

Em nossos dias houve uma época em que a pregação chamava a atenção de todos em uma cidade. Hoje, isto já não acontece mais. Enquanto a pregação continua sendo o método principal, alguns encontraram formas criativas de apresentar a mensagem para chamar a atenção das pessoas.

A mensagem de Jeremias era que submeter-se ao julgamento de Deus reduziria o nível de sofrimento. E que a rebelião contra o juízo de Deus aumentaria o sofrimento. Através desta disciplina redentora Deus busca restaurar o Seu povo de volta a um relacionamento de aliança saudável com ele.

Há momentos em que temos que nos submeter, individual ou coletivamente, ao julgamento redentor de Deus. Isto pode acontecer através de uma pessoa ou igreja que Deus envia para nos confrontar. Precisamos nos submeter à disciplina de Deus para que assim possamos retornar a um relacionamento saudável com ele.

“Senhor , ajuda-nos a ter fé em Seu plano para nossas vidas e acreditar que a restauração virá exatamente como prometeste. Amém”.

Michael Sokupa
Diretor Associado do Patrimônio Ellen G. White
Sede mundial da Igreja Adventista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/27, https://www.revivalandreformation.org/?id=1016 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/27/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/05/28
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 27 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



JEREMIAS 27- COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
21 de agosto de 2017, 0:55
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JEREMIAS 27 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
21 de agosto de 2017, 0:45
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JEREMIAS 27 – Leia o capítulo, depois medite:

“Esta visão começa com a afirmação da soberania universal de Jeová (v. 5). Visto ser o Criador da terra, Ele a dava a quem Lhe parecesse bem. Na conjuntura de então, Ele entregava todas as nações a Nabucodonosor, aqui chamado Seu ‘servo’ (v. 6). Era o propósito divino que estas nações servissem a Nabucodonosor e a seus descendentes até a terceira geração. A nação que recusasse submeter-se ao jugo do reino de Babilônia, o Senhor mesmo a puniria (vv. 7 e 8)” (Sigfried Júlio Schwantes).

Existem obstáculos como hipocrisia, formalidades religiosas, vaidades espirituais, egoísmo e orgulho que impedem verdadeiros reavivamentos espirituais. Pior é quando elementos pagãos e demoníacos penetram na vida do povo de Deus.

“Dez anos antes da queda de Jerusalém, o profeta [Jeremias] adverte as nações (27.1-11), Zedequias (27.12-15) e o povo (27.16-22) a servir ao instrumento escolhido por Yahweh, a Babilônia. No entanto, como obstáculo à fé, há profetas, adivinhos, prognosticadores e feiticeiros que anunciam a derrota de Babilônia (27.9,10,14-16)”, sintetiza Paul R. House.

Entregar-se ao inimigo era a mensagem divina. Nossa lógica imperfeita não aceita tal mensagem. Contudo, “conselhos ao contrário oferecidos por adivinhos, sonhadores, agoureiros e encantadores, eram conselhos mentirosos e só podiam redundar em pura perda (vv. 9 e 10)… Os profetas que emitiam opiniões contrárias [à de Jeremias], o faziam sob pretensões falsas. Ouvir suas mentiras seria acarretar a morte sobre uns e outros” (Schwantes).

Aplicações relevantes:

1. É mais sábio acatar as recomendações de Deus do que atacá-las; o resultado de aceitá-las contrasta com o resultado de rejeitá-las.
2. Ainda que seguir orientações de Deus não façam sentido, no final demonstrará mais sentido que nossa lógica.
3. É melhor aceitar nossa ignorância do que questionar a sabedoria divina.
4. Nem toda mensagem de esperança procede de Deus; às vezes, Deus orienta-nos, então ficamos desesperados.
5. Pregadores reivindicando pertencer a Deus podem estar usando o nome dEle para transmitir mensagens diabólicas.
6. A interpretação da situação pelas pessoas não é a mesma interpretação dada por Deus, a visão divina é mais abrangente que a visão humana.
7. Submeter-se a Deus e a Sua Palavra é a decisão mais sábia e importante que alguém pode tomar.

“Senhor, não permita que sejamos teimosos. Reaviva-nos” – Heber Toth Armí.



JEREMIAS 27, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de agosto de 2017, 0:30
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“Assim me disse o SENHOR: Faze correias e canzis e põe-nos ao pescoço” (v. 2).


O canzil é um símbolo de jugo, de submissão. São dois pedaços de madeira unidos a uma parte central, usado geralmente no boi, amarrado com cordas. Mais uma vez, de uma forma ilustrativa, Deus enviou Jeremias com outro apelo ao Seu povo. Ou eles se entregavam ao rei de Babilônia, ou teriam de sofrer as consequências da desobediência. E a prova do amor de Deus para com as demais nações, ainda que inimigas declaradas de Israel, é que Ele também enviou mensageiros a Moabe, Amom, Tiro e Sidom.

Imagine a cena. O rei Zedequias poderia estar em um de seus banquetes, comendo e bebendo e pensando em como tudo estava tranquilo. De repente, entra em sua presença Jeremias preso a um canzil, como um animal de carga, e declarando que aquela paz que os falsos profetas haviam declarado não era real e que ele precisava conduzir o povo a entregar-se ao jugo de Nabucodonosor. Zedequias deve ter pensado: Mas este homem só pode estar louco! Quando é que ele vai desistir?

Vocês percebem o desespero do SENHOR em salvar o Seu povo? Ele estava implorando para que Lhe desse ouvidos. E ninguém em sã consciência faria o que Jeremias fez se antes não amasse a Deus e ao próximo. Era muito amor envolvido em cada mensagem. O Criador de todas as coisas (v. 5) desejava simplesmente que a obra-prima de Suas mãos compreendesse que Ele lhe fez para um propósito grandioso. Ele criou todas as coisas para o nosso deleite e deseja nos dar o melhor da terra.

A justiça de Cristo nos concede o privilégio imerecido de, pela Sua graça, nos tornarmos justos com Ele. Em todo o tempo, desde que o pecado entrou no mundo, o conceito de graça iniciou os seus efeitos: “Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e o seu descendente. Este te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gênesis 3:15). Esta foi a primeira profecia messiânica, dada aos nossos primeiros pais. A partir dali, o homem deveria aprender a viver pela fé nAquele que um dia pagaria o preço para nos libertar do jugo do pecado.

Desde então, todos nós estamos presos a um canzil que se chama pecado. E a única forma de nos vermos livres dele é conhecendo Aquele que é a verdade: “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8:32). O povo de Judá não conhecia mais o Seu Deus, por isso que também não reconheceram a Jeremias como um mensageiro enviado de Deus. Limitaram-se a uma vida de aparatos religiosos, enquanto a verdadeira religião era ignorada. Preocupavam-se mais com “os utensílios da Casa do SENHOR” (v. 16), do que em cultivar uma vida de oração (v. 18).

Coisas vêm e coisas vão, mas fé, amor e fidelidade são legados que ficam para a posteridade como testemunho do poder de Deus na vida daqueles que são “chamados segundo o Seu propósito” (Romanos 8:28). Creia que o SENHOR te criou com o propósito específico de glorificar o Seu nome (Isaías 43:7), e, ainda que você não entenda a princípio os planos dEle para a tua vida, “[ore] ao SENHOR dos Exércitos” (v. 18) e Ele te conduzirá ao conhecimento que liberta.

Bom dia, libertos em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias27
#RPSP



JEREMIAS 27 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
21 de agosto de 2017, 0:25
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JEREMIAS 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
21 de agosto de 2017, 0:20
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1 Zedequias. Enquanto Zedequias governava pela tolerância de Nabucodonosor, que o colocou no trono (ver 2Rs 24:17-19), ele e os reis vizinhos que pagavam tributo não perderam a esperança de se livrarem do jugo caldeu. A experiência de Jeremias 27 ocorreu no 4º ano de Zedequias, cerca de 593 a.C. (ver com. de Jr 28:1). CBASD, vol. 4, p. 491.

2 Faze correias e canzis e põe-nos ao pescoço (ARA). NVI: “Faça para você um jugo de cordas e madeira e ponha-o sobre o pescoço.

Aparecendo daquela forma, como se fosse um escravo cativo em correias ou um animal de carga sob o jugo, Jeremias prenderia a atenção de todos, o que palavras somente não fariam. CBASD, vol. 4, p. 491.

3 Envia outros. Os reis citados aqui enviaram “mensageiros” ou embaixadores a Zedequias encorajando uma aliança contra Nabucodonosor. CBASD, vol. 4, p. 491.

6 Os animais do campo. Os exércitos conquistadores tomavam principalmente os cavalos e o gado dos povos conquistados, agravando, assim, a angústia e o desespero dos vencidos. CBASD, vol. 4, p. 492.

15 Para que Eu vos expulse e pereçais. Na Bíblia, Deus é frequentemente apresentado como fazendo o que ele não impede (ver 1Rs 22:22). CBASD, vol. 4, p. 492.

16 Não deis ouvidos às palavras dos vossos profetas que vos profetizam, dizendo: Eis que os utensílios da Casa do SENHOR voltarão em breve da Babilônia. Os falsos profetas predisseram que os utensílios sagrados [levados por Nabucodonosor, 2Rs 24:10-13; 2Cr 36:7] logo retornariam a Jerusalém. No entanto, eles não foram levados de volta até que Ciro os devolveu aos judeus. CBASD, vol. 4, p. 493.

18 Orem. Jeremias aconselhou os falsos profetas a suplicarem a Deus para que os utensílios que Nabucodonosor não levara anteriormente não fossem para Babilônia, em lugar de desperdiçarem seu tempo em esforços inúteis para reaver os utensílios já retirados do templo. CBASD, vol. 4, p. 493.

19 Acerca das colunas, do mar, dos suportes e do restante. Duas colunas de bronze chamadas de Jaquim e Boaz, que estavam uma de cada lado do pórtico do templo (ver com. de 1Rs 7:15). O “mar” de fundição era sustentado por 12 bois (ver com. de 1Rs 7:23). Havia dez “suportes” para as dez pias (1Rs 7:27-37). Embora não seja especificada aqui, a arca ainda estava no templo, onde permaneceu até que foi ocultada durante o cerco final a Jerusalém (ver PR, 453). CBASD, vol. 4, p. 493.




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