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Texto bíblico: I CRÔNICAS 13 – Primeiro leia a Bíblia
I CRÔNICAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/13
Uzá e Aiô eram os responsáveis pelo transporte da Arca numa carroça nova. No entanto, quando os bois tropeçaram, Uzá estendeu a mão, tocou na Arca e morreu no mesmo instante. Davi ficou muito contrariado com Deus, por ter ferido de morte a Uzá. No entanto, esta experiência lhe ensinou que Deus não considera inocente aquele que desrespeita a Sua santidade. O transporte deveria ser feito de maneira especial, pelos levitas a pé.
Corremos o mesmo risco. Temos fácil acesso a Bíblia, estamos sempre na igreja, e muitas vezes nos aproximamos das coisas de Deus sem a devida reverência.
Davi ficou com medo de Deus e desistiu de levar a Arca para Jerusalém naquele momento. Algo surpreendente, no entanto, aconteceu. A família de Obede-Edom, que recebeu a Arca, foi grandemente abençoada pelo Senhor. A bênção foi tão notória que três meses depois Davi se dispôs a buscar a Arca e levá-la para Jerusalém.
Algumas vezes achamos que é preciso muito tempo para Deus nos abençoar. A experiência de Obede-Edom nos mostra o contrário. Em apenas três meses, as bênçãos de Deus sobre ele foram tantas que a notícia correu longe.
Quando damos a Deus o local de destaque que Ele merece, em pouco tempo, grandes bênçãos são vistas e sentidas em nossa vida.
Pr Jobson Santos
Ministério da oração
euoro.com wepray.org
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/13
Traduzido pelo autor
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1058 palavras
1-14 A primeira tentativa de Davi para transferir a arca da aliança a Jerusalém. Feita de modo precipitado, fracassou. Bíblia de Estudo Andrews.
2 Toda a congregação. Isto é, neste caso os representantes principais da congregação. Davi reconheceu os “capitães de mil, e os de cem, e todos os príncipes” (v. 1) como os representantes do povo, aos quais devia consultar acerca de assuntos públicos, e quem deviam opinar sobre a direção dos assuntos nacionais. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 161.
Quando você está no comando é tentador tomar decisões unilaterais, baseadas nas suas próprias opiniões. Mas líderes eficazes escutam cuidadosamente as opiniões dos outros e eles encorajam outros a participar no processo de construir soluções. E, claro, devemos sempre consultar antes a Deus. Podemos incorrer em grandes problemas se não conversarmos com Ele antes. Life Application Study Bible Kingsway.
Se bem vos parece … do Senhor. A harmonia entre Davi e o seu povo, quando buscavam obedecer a Deus, é um modelo para os exilados que estavam retornando da Babilônia (2Cr 30.4-5). Bíblia de Genebra.
A todos os nossos outros irmãos. Isto é, aqueles que ainda ficaram nas suas casas e não compareceram à reunião. CBASD, vol. 3,p. 161.
3 não nos valemos dela. O cronista contrasta aqui Davi e Saul (11.2). Davi preocupara-se com a arca, ao passo que Saul a negligenciou. Bíblia de Genebra.
A arca de Deus tinha estado em Quiriate-Jearim por muitos anos. A negligência pela arca refletia a negligência de Israel por Deus. Trazer a arca de volta para o centro da vida de Israel refletiu o desejo de Davi de lembrar à nação qual era seu real fundamento – Deus. Negligenciar as coisas que nos lembram de Deus – a Bíblia, a igreja e o contato com cristãos – ocasionará em nós a tendência de negligenciar Deus. devemos manter Deus no centro de nossas vidas. Life Application Study Bible Kingsway.
5 Todo o Israel. Davi reuniu 30 mil homens escolhidos de todas as tribos de Israel (2Sm 6:1). CBASD, vol. 3,p. 161.
Sior. Outro nome para o rio Nilo. Segundo este versículo, a fronteira sul de Israel se estendia até o braço mais oriental [a leste] do Nilo. Bíblia de Estudo Andrews.
Sior (no original de Is 23.3) é o Nilo. Bíblia Shedd.
6 Acima dos querubins. Comparar com 1Sm 4:4; 2Sm 6:2; Sl 80:1; Is 37:16. CBASD, vol. 3,p. 161.
7 Num carro novo. Os israelitas não observaram a lei de Deus sobre o transporte da arca com varas, aos ombros dos sacerdotes (Êx 25.12-15). Ao invés disto, eles manusearam a arca desconsiderando a santidade de Deus e as regulamentações divinas de adoração (15.2, 11-15). Bíblia de Genebra.
As instruções sobre o transporte da arca se encontram em Êx 25.14; Nm 4.15; 7:9; 10.21. Davi não procurou conhecê-las e obedecer a elas e assim suas boas intenções não foram aceitas pelo Senhor. A obediência às ordens do Senhor é mais importante que os ritos religiosos. ele pode ver nossos corações e conhece nossas mentes, e não se deixa enganar pela aparência externa. Nossos corações precisam ser retos e obedientes para nosso serviço ser aceitável (1 Sm 15.22). Bíblia Shedd.
8 A adoração no Antigo Testamento era mais que um exercício sóbrio de religião. A exuberância de Davi ao louvar a Deus com dança e música é aprovada na Escritura. Nossa adoração deveria refletir um sério equilíbrio: por vezes devemos ser reflexivos e sério (ver Êx 19.14 e ss) e por vezes devemos demonstrar entusiasmo e grande alegria. Do que você precisa – de mais séria reflexão ou mais alegre celebração? Life Application Study Bible Kingsway.
9 Uzá. Sua morte frisou, a todas as gerações futuras, a necessidade de reverência e conformidade para com os objetos sagrados a Deus. A arca nunca deveria ter sido posta em um carro: nunca deveria ser tocada; haveria varas especiais para transportá-la (Êx 25.14). Bíblia Shedd.
Estendeu Uzá a mão. A arca era sagrada e simbolizava a presença de Deus. Instruções detalhadas foram dadas com respeito à arca a fim de que aqueles que lidassem com ela não morressem (Nm 1:51; 4:15, 19; 20:7, 9). CBASD, vol. 3, p. 161.
10 e o feriu. Uzá demonstrou desconsideração para com a santidade da adoração, tocando na arca (Nm 4.15). Embora, aparentemente, tivesse sido um delito secundário, a violação de Uzá envolvia o descuido pela santidade de Deus, o que exigia um castigo que serviria como uma advertência para todos os filhos de Israel (v. 7 e nota). Bíblia de Genebra.
Morreu. O Senhor considerou todos os fatos. Ele sabia que Uzá era pecaminoso, ímpio, e tinha pecados não confessados e pouco senso da santidade de Deus bem como da seriedade da transgressão. A morte desse homem provaria ser uma advertência solene para muitos e, assim, um meio de impedir juízos divinos que, de outra forma, cairiam sobre milhares (ver PP, 706; ver mais em 2Sm 6:6). CBASD, vol. 3,p. 161.
Uzá morreu instantaneamente por tocar na arca, mas Deus abençoou a casa de Obede-Edom, onde a arca foi guardada. Isto demonstra os dois aspectos do poder de Deus: Ele é perfeitamente amoroso e perfeitamente justo. Grandes bênçãos vêm sobre aqueles que obedecem aos Seus mandamentos, mas severa punição vem sobre aqueles que O desobedecem. A punição pode vir num momento ou ao longo de muito tempo, mas ela virá. Às vezes mantemos nosso foco somente nas bênçãos que Deus nos dá, enquanto nos esquecemos que quando pecamos, “terrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo”. Noutras vezes, contudo, nos concentramos tanto no julgamento que perdemos Suas bênçãos. Não caia em uma visão desequilibrada sobre Deus. Juntamente com as bênçãos de Deus, vem a responsabilidade de cumprir Suas exigências de justiça, honestidade e justiça. Life Application Study Bible Kingsway.
11 Desgostou-se Davi. Sem entender os propósitos divinos, Davi se desgostou com o modo como o Senhor havia procedido. Ele questionou a justiça divina (ver PP, 705, 706; ver com. de 2Sm 6:8). CBASD, vol. 3,p. 161.
Perez-Uzá. O nome significa “ataque (de fúria) contra Uzá”. Bíblia de Estudo Andrews. [NT: De acordo com a página https://www.nomesbiblicos.com/perez/, as traduções mais comuns/aceitas de Perez são: “brecha”, “rompimento”, “ruptura” e “aquele que surge”, com base, principalmente em Gn 38:29].
12 Temeu Davi. Davi teve medo de seus próprios pecados. Ao testemunhar o juízo de Deus sobre Uzá, ele temeu que algum erro seu pudesse trazer juízos sobre si também. CBASD, vol. 3,p. 161, 162.
13 Obede-Edom. Levita da família de Corá, do clã de Coate (26.1, 4), pelo que estava autorizado a cuidar da arca. Bíblia Shedd.
Era um levita (15.18, 21, 24), que foi abençoado ao ter muitos filhos (26.4-5), presumivelmente porque ele cuidava apropriadamente da arca. Bíblia de Genebra.
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“Temeu Davi a Deus, naquele dia, e disse: Como trarei a mim a arca de Deus?” (v.12).
A liderança de Davi nos deixou registros de sabedoria e sensatez. Ele não decidia pelo povo; ele decidia com o povo. Não que sempre desse ouvidos à voz da multidão, mas a opinião de seus liderados não era ignorada. O desejo de Davi era governar um povo de um só Senhor e, para isso, necessitava reaver tudo o que auxiliasse no cumprimento desse propósito. Mas até um líder assim pode falhar: antes de ter consultado o povo, Davi deveria ter consultado a Deus.
A arca de Deus, ou arca da aliança, estava em outra cidade de Israel, Quiriate-Jearim; ali havia permanecido por muitos anos, até que Davi resolveu levá-la para Jerusalém. A arca ficava no Lugar Santíssimo do santuário e era o único objeto daquele compartimento. Dentro dela estavam a vara de Arão que floresceu, uma urna de ouro com maná e as tábuas do Testemunho, ou seja, os Dez Mandamentos (Hb.9:4). Ali estava a confirmação da aliança de Deus com o Seu povo e a perfeita expressão de Seu caráter. Não se tratava, portanto, de um objeto qualquer, mas de uma obra de arte sagrada que carregava a assinatura do dedo de Deus (Êx.31:18).
Saul não se importou em buscar a arca do Senhor; ele estava tão focado nas guerras e na inveja que sentia por Davi, que permitiu que a maior batalha surgisse em seu próprio coração, aprisionando-o ao pecado. Apesar das boas intenções de Davi, ele também cometeu o grave erro de transportar a arca sem seguir as orientações de Deus, (que determinavam que ela fosse carregada nos ombros pelos levitas). Por tocar no que não lhe era permitido, Uzá morreu. Sua morte entristeceu o coração de Davi de tal forma que toda a sua alegria desvaneceu, e ele se negou a prosseguir com o trajeto. “Assim, ficou a arca de Deus com a família de Obede-Edom” (v.14).
Depois de saber o que tinha acontecido com Uzá, você teria coragem de receber a arca da aliança em sua casa? O resultado desse “depósito compulsório” foi três meses de bênçãos sobre a casa de Obede-Edom e sobre tudo o que ele possuía. Era perante a arca, no Lugar Santíssimo, que a glória de Deus se manifestava e somente o sumo sacerdote poderia entrar ali uma vez ao ano, no dia da expiação. Uzá ignorou isso; já Obede-Edom entendeu que ali era “invocado o nome do Senhor, que se assenta acima dos querubins” (v.6), e a sua obediência e reverência resultou em bênção.
Após o sacrifício de Cristo, o véu do santuário se rasgou de alto a baixo (Mt.27:51), dando-nos livre acesso ao Santíssimo. Hoje, podemos falar com o Pai por intermédio do Filho. Mas, assim como Jesus foi “obediente até à morte” (Fp.2:8), Deus capacita Seus filhos à obediência por Sua graça transformadora. A Lei do Senhor “é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom” (Rm.7:12). Ora, santidade, justiça e bondade são atributos almejados por todo aquele que muito em breve deseja estar diante da face de Deus. Levar a arca para Jerusalém “pareceu justo aos olhos de todo o povo” (v.4), mas, assim como havia uma forma certa de transportá-la, Jesus nos deixou o perfeito exemplo de como devemos andar com Deus.
A pergunta é: “Como trarei para mim a arca de Deus?” (v.12). Precisamos conhecer a diferença entre o certo e o errado, entre o santo e o profano. Não é o que achamos que seja correto e santo, mas o que a Bíblia estabelece por princípios acerca disso. Entendem, amados? Notem que Davi e o povo viviam um momento de muita alegria, com toda sorte de instrumentos, “com todo o seu empenho” (v.8). Mas este episódio deixa bem claro que, se o nosso empenho em fazer a obra de Deus não estiver em comum acordo com as Escrituras, com a verdade presente, mais cedo ou mais tarde nossa alegria se tornará em profundo desgosto.
Assim diz o Senhor: “segundo a palavra da aliança que fiz convosco, quando saístes do Egito, o Meu Espírito habita no meio de vós; não temais” (Ag.2:5). O desejo de Deus é que aceitemos a Sua aliança e sejamos ricamente abençoados com o Espírito Santo em nossa vida e em nosso lar. Então, não teremos o que temer. Temos em nossas mãos a Palavra de Deus, e nela, muitos tesouros a serem explorados. Não negligenciemos o que Saul negligenciou, nem toquemos no que não nos convém como Uzá. Que o Espírito Santo nos desperte e reavive, fazendo de nosso lar uma casa de bênção, como foi a de Obede-Edom.
Pai Celestial, nosso Deus, Jesus disse que o Senhor procura os Seus verdadeiros adoradores, que O adorem em espírito e em verdade. Podemos, como Davi, estar empenhados em uma adoração que não Te agrada. Ó, Senhor, livra-nos da sorte de Uzá! Abençoa o nosso lar como abençoaste a casa de Obede-Edom! Que permaneçamos em Ti, em fidelidade à Tua Palavra, sendo ensinados a Te adorar da forma correta. E perdoa os nossos pecados nesse sentido, Senhor! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, famílias abençoadas!
Rosana Garcia Barros
#1CRÔNICAS13 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I CRÔNICAS 13 – Nunca despreze a Bíblia. Jamais rejeite sequer um versículo desse livro. “A Palavra de Deus, que, sob o Espírito Santo, gera novo nascimento, continua a ser o meio de desenvolver um caráter cristão em cada crente” (Frank B. Holbrook).
O texto bíblico trata da morte de Uzá e da ira de Davi. Melhor dizendo, a mensagem revela o caráter de Deus e o valor que Ele dá a Sua Palavra. Reflita:
“A arca, mencionada 46 vezes em 1 e 2 Crônicas, deveria ser transportada aos ombros dos levitas (Nm 4.5,15), e não no modo filisteu, sobre um carro […]. Só os levitas podiam tocar a arca (cf. 2Sm 5.11-25)” (Merrill F. Unger).
· Consultar pessoas sábias, buscar conselho de bons conselheiros, solicitar auxílio aos líderes políticos e ter o apoio de todo o povo, de nada adianta se Deus não for consultado (vs. 1-3);
· Ter a companhia de todo povo de Deus para fazer o que é certo será um fracasso se for feito do jeito errado (vs. 4-7);
Os filisteus transportaram a arca de Deus em carros e deu certo. “Deus podia permitir que os filisteus usassem esse método, já que não eram o Seu povo da aliança, instruído pela Palavra” (W. W. Wiersbe).
· Fazer as coisas certas, do jeito certo, mas com tristeza, mal humor e carrancudo é errado tanto quanto estar alegre por criar estratégias para alcançar objetivos nobres pelos métodos errados (vs. 8-10). É errado copiar o método dos filisteus para fazer as coisas de Deus.
Uzá fez o que sabia ser errado e foi imediatamente fulminado.
· Sofrer as consequências dos próprios erros e ainda ficar furioso com Deus é evidência de loucura por não fazer as coisas conforme as Sagradas Escrituras. Quem erra, geralmente pensa ter razão, até mesmo quando Deus desaprova sua atitude (vs. 11-12).
· É mais fácil esquivar-se, fugir e abandonar o que se está fazendo do que avaliar onde está a raiz do problema e arrepender-se (vs. 13-14). Quem começa um ato errado cometerá erro atrás de erro, um cada vez pior que o anterior.
Deus quer nos abençoar – não se desvie do caminho da bênção: Sua Palavra! Reavivemo-nos!
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Texto bíblico: I CRÔNICAS 12 – Primeiro leia a Bíblia
I CRÔNICAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/12
Um reino não é construído da noite para o dia. Foram necessários vários anos para Davi reunir um grupo de guerreiros leais, dispostos a estarem ao seu lado nos bons e maus momentos. Quando ele estava na terra dos filisteus, fugindo por sua vida, muitos desertaram de Saul e foram para o seu lado.
Davi considerava cada homem que vinha até ele como um presente de Deus. Ele os tinha em tão alta estima que conservou uma lista das pessoas que se juntaram a ele enquanto residia em Ziclague.
Uma das coisas que mais atraía novos soldados para seguirem a Davi, era o seu caráter. Ele foi leal ao rei Saul, mesmo quando este o perseguia. Davi tratava seus soldados com respeito, dizendo-lhes a verdade e assegurando-lhes do seu valor.
Pense por um momento nas pessoas que o ajudaram em momentos decisivos de sua vida. Eles foram enviados por Deus para fortalecê-lo. Tenha-os em alta estima. Se possível, escreva-lhes uma palavra de agradecimento.
Decida ser fiel aos líderes que defendem causas nobres. Ao apoiá-los, você está promovendo o reino de Deus.
Pr Jobson Santos
Ministério da oração
euoro.com wepray.org
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/12
Traduzido pelo autor
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750 palavras
1 São estes os que vieram. A informação deste capítulo não se encontra em nenhum outro lugar nas Escrituras. Os v. 1 a 22 contêm um registro de guerreiros que foram até Davi enquanto este era fugitivo de Saul; e os v. 23 a 40 alistam as várias tribos que coroaram a Davi como rei em Hebrom. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3. p. 158.
Ziclague. O cronista toma por certo que os leitores conhecem os acontecimentos em Ziclague (1Sm 27). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Cidade da fronteira de Judá, sobre a qual Davi foi nomeado chefe vassalo de Aquis, rei filisteu de Gate (1 Sm 27.5-7).
2 Benjamim. O filho mais novo de Jacó, cuja tribo habitava ao norte de Judá. A família de Saul pertencia a essa tribo. Muitos clãs de Benjamim apoiaram Davi abertamente. Bíblia de Estudo Andrews.
Da esquerda. Os benjamitas era famosos por manejar a funda com a mão esquerda (Jz 20.16). CBASD, vol. 3. p. 158.
15 No primeiro mês. Março-abril (chamado Abib ou Nisam, pelos judeus), tempo das chuvas de primavera (Tg 3.15; 4:19). Bíblia Shedd.
As neves […] se derretiam no norte. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Esses heróis não esperaram até o verão, quando o Jordão estava baixo, para se aventurarem em suas façanhas, mas cruzaram o rio na estação mais difícil e perigosa, quando estava cheio. CBASD, vol. 3. p. 159.
17 Se vós vindes a mim pacificamente. Davi suspeitava as intenções desses benjamitas que pertenciam à tribo de Saul. Ele temia traição e queria ter certeza de que não seria vítima de algum complô. CBASD, vol. 3. p. 159.
19 De Manassés, alguns. Isto foi por ocasião da última batalha de Saul (1Sm 29:1-11), quando Davi acompanhou os filisteus à batalha, mas foi descartado antes que as hostilidades começassem. CBASD, vol. 3. p. 159.
20 Chefes de milhares. Eles não eram soldados comuns, mas importantes e influentes comandantes de Manassés. CBASD, vol. 3. p. 159.
21 Aquela tropa. Os amalequitas que assolaram a cidade de Davi, Ziclague, enquanto ele estava fora (1 Sm 30). Bíblia Shedd.
22 um grande exército. Nesse tempo ainda não era rei. Caso semelhante ao de nosso Senhor e Salvador que, embora atualmente rejeitado, está reunindo para Si mesmo grandes hostes de todas as nações, para serrem Seus seguidores (At 15.14; Ap 7.9-12). Bíblia Shedd.
Como exército de Deus. Uma figura de linguagem que expressa grande número. CBASD, vol. 3. p. 159.
23-37 O realce ainda recai sobre “todo o Israel”(v. 38). Embora 13 tribos sejam citadas nominalmente, estão agrupadas de tal maneira que mantêm o número tradicional de 12. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Em Hebrom se reuniu um grande exército para proclamar Davi rei de Israel. Os componentes desse exército vieram de todas as partes de Israel. Houve unanimidade de propósito e muito regozijo. Aqui Davi se torna tipo do Messias, que futuramente iria ser o Rei dos reis e Senhor dos senhores, Jesus Cristo (Ap 17.14). Bíblia Shedd.
27 Casa de Arão. Os descendentes de Arão eram o principal clã de Levi. CBASD, vol. 3. p. 159.
29 Mesmo depois de Is-Bosete, os benjamitas esperavam fornecer um terceiro rei à nação. Bíblia Shedd.
30 Efraim. Este é o maior número de guerreiros proporcionado por qualquer tribo até aqui: mais do que o triplo de Judá, a própria tribo de Davi. CBASD, vol. 3. p. 159.
31 Meia tribo de Manassés. Refere-se aqui à tribo do lado ocidental [oeste] do Jordão. Bíblia Shedd.
32 Conhecedores da época. Esses homens de Issacar tinham sabedoria para compreender o significado dos acontecimentos de então e eram capazes de dar sábios conselhos (ver Et 1:13). É evidente que perceberam que Davi era o homem para a ocasião e que era prudente para Israel aceitá-lo. CBASD, vol. 3. p. 159.
para saberem o que Israel devia fazer. Sair ou não para um confronto militar. Bíblia de Estudo Andrews.
33 Destros para ordenar uma batalha. Do heb la’ador, … “estabelecer uma ordem de batalha”ou “reunir”. A LXX traduz: “ajudar Davi”. CBASD, vol. 3. p. 159.
38-40 O relato que o cronista pinta de Davi é influenciado pelas suas [do cronista] expectativas messiânicas (v. “Introdução: Propósito e temas”). Na presença de um terço de um milhão de pessoas […] o banquete da coroação de Davi tipifica o futuro banquete messiânico (Is 25.6-8). Bíblia de Estudo NVI Vida.
38 Resolvidos. De perfeito coração. Perfeito é traduzido por “integral” em Dt 25.15. Bíblia Shedd.
40 Até Issacar, Zebulom e Naftali. As três tribos mencionadas estavam entre as mais distantes. O pensamento é que todo o Israel, desde as tribos mais próximas até as mais distantes, estava unido a fim de dar provisões para a grande assembleia de coroação de Davi. CBASD, vol. 3. p. 160.
Grandes contingentes partiam das regiões mais distantes, mostrando o apoio completo e abrangente a Davi. Bíblia de Estudo Andrews.
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“Porque, naquele tempo, dia após dia, vinham a Davi para o ajudar, até que se fez um grande exército, como exército de Deus” (v.22).
Que capítulo emocionante! Vocês conseguiram imaginar cada tropa sendo conduzida a passos firmes e confiantes? Desde grupos de três mil homens até exércitos de cento e vinte mil. Todos sendo alistados no exército de Davi. “Todos estes homens de guerra, postos em ordem de batalha”, cada destacamento com suas peculiaridades importantes, unindo-se em um todo “unânime no propósito de fazer a Davi rei” (v.38). Afinal, a perseguição de Saul teve fim e, no lugar da separação, houve união. E esta união recebeu o título de “exército de Deus” (v.22). Que privilégio!
Porém, nesse processo de alistamento, Davi ficou apreensivo por causa de alguns que vinham da tribo de Benjamim, irmãos de Saul. Mas, assim como Deus o livrou das mãos de Saul, ele confiou que o Senhor faria justiça caso neles houvesse alguma maldade. A atitude de Davi demonstra, mais uma vez, o quanto sua confiança estava depositada em Deus. E a resposta à sua inquietação não veio de Amasai, mas do Espírito Santo: “Nós somos teus, ó Davi, e contigo estamos, ó filho de Jessé! Paz, paz seja contigo! E paz com os que te ajudam! Porque o teu Deus te ajuda” (v.18).
A paz que o Senhor declarou a Davi vai muito além da noção humana do que seja paz. Não se tratava de ausência de batalhas, pois Davi ainda travaria muitas guerras, e sim da paz em seu sentido real e divino. Enquanto vivesse, Davi experimentaria a paz que só o Senhor pode dar. Não pode haver paz em corações dominados pela raiva, desamor e inveja; esses foram os sentimentos que se apoderaram do coração de Saul, resultando no domínio de um espírito maligno e em uma morte trágica.
Já Davi, o homem segundo o coração de Deus, prezava a união entre irmãos: “Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos! […] Ali, ordena o Senhor a Sua bênção e a vida para sempre” (Sl.133:1,3). Ele se entristecia com a desunião e com a falsidade, como expressou no Salmo 55: “Com efeito, não é inimigo que me afronta […] mas és tu, homem meu igual, meu companheiro e meu íntimo amigo. Juntos andávamos, juntos nos entretínhamos e íamos com a multidão à Casa de Deus” (Sl.55:12-14).
Deus está organizando as Suas fileiras e colocando cada um de Seus filhos “em ordem de batalha” (v.38). Israel se tornou o exército de Deus porque todos eram unânimes em proclamar Davi como rei, e todos se uniram para ajudar e para se alegrar no partir do pão. Vocês percebem a ligação entre tudo isso e a presença do Espírito Santo? As doze tribos se uniram para realizar a vontade do Senhor, assim como Cristo elegeu doze discípulos e os ensinou a estarem unidos para cumprir a missão que lhes confiou. Então, quando estavam os seguidores de Cristo perseverando “unânimes em oração” (At.1:14), “todos reunidos no mesmo lugar” (At.2:1), o Espírito Santo foi derramado.
Amados, há uma solene e séria responsabilidade sobre a igreja de Cristo nos últimos dias no grande conflito. Fomos chamados para ser um com Ele na obra de salvar. Como escreveu Ellen White: “Ah, que bom seria se a igreja se levantasse e trajasse suas belas roupas, a justiça de Cristo! Que mudança ocorreria em sua esfera de influência e condição espiritual! A inveja, o apontar de defeitos, as palavras ferinas, o ciúme e as dissensões, a luta por supremacia — tudo isso cessaria. A íntima simpatia com Cristo e com Sua missão de amor e misericórdia aproximaria os obreiros uns dos outros. Então não haveria a disposição para nutrir esses males, cuja condescendência é a maldição da igreja. Ao dedicar atenção à obra de salvar pessoas, seriam motivados particularmente à maior espiritualidade e pureza. Haveria união de propósito, e a salvação de vidas preciosas receberia tamanha importância que todas as pequenas diferenças se perderiam de vista por completo” (Review and Herald, 12 de outubro de 1886).
Acompanhem comigo e comparem as passagens de Atos com os versos do capítulo de hoje:
Atos 2:44 – “todos os que creram estavam juntos” (compare com os versos 18 e 22);
Atos 2:45 – “distribuindo o produto entre todos” (compare com os versos 39 e 40);
Atos 2:46 – “partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria” (compare com o verso 39);
Atos 2:47 – “louvando a Deus e contando com a simpatia do povo” (compare com o verso 40);
Atos 2:47 – “Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (compare com o verso 22).
Percebem a fantástica ligação entre os dois relatos? Deus precisa hoje de “homens [e mulheres] valentes para a peleja” (v.25), que, mesmo “sendo ainda [jovens]” (v.28), ergam com firmeza o estandarte da verdade; “homens valentes e de renome” (v.30), que qual Noé, Jó e Daniel, sejam “apontados nominalmente” (v.31), e assim reconhecidos pelo mundo como “conhecedores da época, para saberem o que [o Israel de hoje deve] fazer” (v.32) a fim de estar pronto para o Dia do Senhor. Homens e mulheres “capazes para sair à guerra, providos com todas as armas de guerra” (v.33), revestidos “de toda a armadura de Deus” (Ef.6:11), “que [manejam] bem a palavra da verdade” (2Tm.2:15), sendo assim “destros para ordenar uma batalha com ânimo resoluto” (v.33), “providos para a peleja” (v.35) “e prontos para a batalha” (v.36).
Se o Israel de Deus de hoje estiver unido desta forma, como um só exército, o menor valerá por cem, e o maior por mil (v.14), na obra de proclamar “o evangelho eterno” (Ap.14:6). Se permanecermos unidos nesse propósito, segundo a Palavra do Senhor, o Espírito Santo nos tornará “destros para ordenar uma batalha com ânimo resoluto” (v.33). Como “conhecedores da época” (v.32), já é hora de despertarmos do sono, amados, “porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11). Sigamos, pois, avante exército do Deus vivo! “Paz, paz seja contigo! […] Porque o teu Deus te ajuda” (v.18)!
Nosso Deus e Senhor dos Exércitos, almejamos fazer parte do Teu último exército, que, como está profetizado em Apocalipse 18:1, iluminará o mundo com a Tua glória. Esvazia-nos de nós mesmos e enche-nos com o Espírito Santo, Senhor! E que, revestidos da Tua armadura, sejamos encontrados por Ti nas fileiras do Teu remanescente. Nós Te fazemos esta oração confiantes nos méritos do nosso amado Redentor, que em breve voltará para nos buscar, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, exército de Deus!
Rosana Garcia Barros
#1CRÔNICAS12 #RPSP
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I CRÔNICAS 12 – Este capítulo mostra Deus preparando o coração de todas as pessoas para unir-se ao rei Davi, uma amostra do que Ele queria fazer com toda a humanidade a fim de prepará-la para a vinda do Rei do Universo que nasceria da tribo de Judá, conhecido como Filho de Davi.
“Com a nação reunida em torno do rei divinamente escolhido, houve grande regozijo, comemoração e bênção (v. 40). As divisões e contendas causadas pela desobediência de Saul ficaram no passado. Sob o governo de seu rei-pastor piedoso, Israel experimentaria nova prosperidade” (William MacDonald).
Todavia, uma grande quantia se mantinha fiel a Saul – oposição sempre existirá, inclusive dos de dentro (vs. 29-30).
Hoje o rei é o Messias. Seu exército é Sua igreja. Ele equipa cada crente para a guerra cósmica contra o mal. Deus quer formar um exército na Terra como Seu exército no Céu. “Todos os dias, apareciam homens querendo ajudar Davi. Em pouco tempo, seu exército ficou tão numeroso quanto o próprio exército de Deus!” (v. 22).
Joiada, Zadoque – sacerdotes. Não era proibido aos sacerdotes envolver-se em guerras (v. 28; Números 25:6-9; Josué 22:30). Pastores e membros devem estar dispostos a lutar quando necessário (v. 38).
“Nos dias de hoje, o reino de Deus precisa de homens e mulheres equipados por Deus (v. 2), habilidosos e valentes (v. 8), fortes na fé, capazes de prevalecer diante de grandes adversidades e de fazer o inimigo fugir (v. 14-15), cheios do Espírito e de dedicação abnegada a Jesus (v. 32), pessoas de ânimo resoluto (v. 33)!” (MacDonald).
Estamos no tempo em que precisamos de pessoas versadas no conhecimento, conforme profetizado em Daniel 12:3-4, ilustrado pelos filhos de Issacar: entendidas nas ciências dos tempos, para saber o que o Israel espiritual deve fazer (v. 32).
Meditando nisso, lembrei-me que alguém desenvolveu os seguintes tópicos com o título: “Que horas são?” É hora…
• Do juízo (I Pedro 4:17-18; Apocalipse 14:17);
• De buscar ao Senhor (Oseias 10:12);
• De acordar (Romanos 13:11-14);
• De arrepender-se (Atos 17:30-31);
• De preparar-se (I Coríntios 7:29-31);
• De pedir a chuva serôdia (Zacarias 10:1);
• De Deus intervir (Salmo 119:126).
A salvação não é um presente dado ao léu, é um presente que o céu oferece para quem decidir-se pelo Salvador, o Messias. Levantemo-nos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.