Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONÔMIO 20 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
5 de julho de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO DEUTERONÔMIO 20 – Primeiro leia a Bíblia

DEUTERONÔMIO 20 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL

DEUTERONÔMIO 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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DEUTERONÔMIO 20 by Luís Uehara
5 de julho de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/dt/20

O povo de Israel estava no processo de possuir a terra prometida de Canaã e teve que lutar muitas batalhas, batalhas terríveis contra exércitos muito mais numerosos e fortes do que o exército deles.

Eu tive muitas batalhas em minha vida, mas uma delas foi decisiva para mim, quando eu estava colportando [vendendo livros religiosos e de saúde]. A área que me foi designada para trabalhar era o centro de negócios da cidade. No começo eu estava com muito medo. Fiquei intimidado por causa da aparência externa de jovens empreendedores, mulheres bem vestidas e atraentes em escritórios impecáveis, etc. Achei que tais indivíduos certamente não estariam interessados em ouvir algo do Evangelho, muito menos em comprar um livro. Foi então que aprendi a depender de Deus completamente. O Senhor me ajudou a ter uma visão diferente das batalhas espirituais. Comecei a sair colportando em nome do Senhor para conquistar almas para ele.

Deus mudou a visão que eu tinha das pessoas. Agora eu os via como pessoas interessadas no evangelho. Eu não mais oferecia livros, mas salvação. Os resultados foram abençoados – muitas orações em escritórios e visitas domiciliares para estudos bíblicos. As bênçãos também afetaram minhas finanças, já que Deus cumpre suas promessas. Naquele verão, o Senhor me abençoou com três bolsas de estudo e um imenso desejo de pregar o evangelho.

Deus está à frente de nossas batalhas, mas devemos permitir que Ele mude a nossa visão.

Hernán Eustaquio Chuquimial
Professor do Novo Testamento
Universidade Adventista da Bolívia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deut/20
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



DEUTERONÔMIO 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
5 de julho de 2022, 0:50
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1104 palavras

A questão da guerra é abordada aqui, no encorajamento dos que vão à batalha (1-4), na isenção de serviço (5-9), e nos assédios contra cidades (10-20). Bíblia Shedd.

que te fez sair da terra do Egito. A libertação do Egito, sempre na lembrança de Moisés, serve agora para encorajar os filhos de Israel. Bíblia Shedd.

cavalos e carros … não os temerás. Os cananeus tinham muitos carros (Js 11:4; Jz 4:3). O exército dos israelitas era composto de infantaria; nunca perderam o medo dos carros armados (Js 17:16; Jz 1:19; 1Sm 13:5, 6). Somente nos tempos de Davi é que tiveram seus próprios carros (2Sm 8:4). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1125.

o SENHOR, vosso Deus, é quem vai convosco a pelejar por vós. Isso não significa tanto que Deus estava do lado deles, mas sim eles é que estavam do lado de Deus, cumprindo Sua vontade. Bíblia Shedd.

Na última grande batalha que antecederá a segunda vinda de Cristo, Deus é representado como estando presente em pessoa para a batalha (ver Is 13:6-14; Jl 3:9-21; Ap 16:14-16; 19:11-16). CBASD, vol. 1, p. 1125.

5-9 As isenções citadas ilustram o princípio que diz que qualquer homem cujo coração não estivesse firme na luta não deveria estar presente (vs. 5-8). O poder de Deus e não a superioridade numérica, é que garantiria a vitória de Israel (v. 4; cf 32.30, nota; Jz 7.1-8). Um dos resultados de tal atitude seria uma elevada moral, que por si só contribuiria para a vitória.Bíblia de Genebra.

não a desfrutou. Segundo a lei, o dono devia aguardar três anos para comer do fruto de sua vinha após o plantio (Lv 19:23; etc.). No quarto ano deveria levar o fruto a Jerusalém e comê-lo ali como oferta de louvor (Lv 19:24). Mas a partir do quinto ano o fruto era dele (Lv 19:25). CBASD, vol. 1, p. 1125.

8 medroso e de coração tímido. Vitórias são alcançadas pela disciplina, coragem, dedicação ao dever e espírito de sacrifício próprio (Lc 14:26, 27; Gl 6:9). CBASD, vol. 1, p. 1125.

13-18 Passar “a fio da espada” [v. 13] significa matar. Como pode um Deus misericordioso e justo ordenar a destruição de centros populacionais inteiros? Ele fez isso para proteger Seu povo da adoração de ídolos, o que certamente traria a ruina a Israel (20.18). De fato, porque Israel não destruiu completamente esses povos como Deus ordenou, Israel foi constantemente oprimido por eles e experimentou grande derramamento de sangue e destruição do que aconteceria se eles seguissem as instruções de Deus em primeiro lugar. Life Application Study Bible.

A rejeição da oferta de paz era expressão da determinação de continuar o culto a ídolos, com todas as imoralidades que o seguiam. A corrupção moral e a depravação dos habitantes de cidades idólatras tornavam inevitável sua destruição se recusassem aceitar a Deus e abandonar a idolatria. CBASD, vol. 1, p. 1126.

10 oferecer-lhes-á a paz. As antigas cidades muradas poderiam resistir a um ataque por determinado tempo e os invasores poderiam desejar evitar o dispendioso trabalho de um cerco prolongado. Uma oferta de paz em troca de tributo como vassalo (v. 11), junto com a ameaça de morte para os soldados defensores, poderia ser atraente para ambas as partes. Essas estipulações de guerra (comparativamente humanitárias para aquele período) eram aplicadas a inimigos fora da Terra Prometida (v. 15). Bíblia de Genebra.

Esse oferecimento de paz a cidades fora da Palestina ilustra a missão salvadora do povo de Deus no mundo. Bíblia Shedd.

A humanidade tem duas alternativas: 1) Submissão; mediante a qual experimenta a paz de Deus (10, 11); 2) Oposição; mediante a qual experimenta o julgamento de Deus (12, 13). Bíblia Shedd.

13 matem … todos os homens (NVI). Remover a capacidade militar para que o povo da cidade não se recuperasse e atacasse de volta. Deixar os homens vivos permitiria que a cidade reservada à destruição recuperasse sua condição de ameaça militar e moral. Andrews Study Bible.

14 o seu despojo, tomarás para si. Metais preciosos, roupas, alimento e toda sorte de bens domésticos (ver Dt 2:35). CBASD, vol. 1, p. 1126.

16 Paz com os ímpios habitantes de Canaã não era uma opção. Se eles fossem deixados na terra, afastariam o povo escolhido de Deus e portanto destruiria Israel (v. 18; veja nota ASB em 7:4). Eles não haviam se arrependido durante o longo período concedido por Deus (Gn 15:16). Dedicar todas as coisas vivas à destruição significa que Deus limparia Canaã do modo como destruíra Sodoma e Gomorra (Gn 19). A diferença é que Ele usaria os israelitas como Seus instrumentos em vez de fogo do céu. Se Ele tivesse usado fogo do céu, Canaã teria se tornado inabitável. Ao colaborar como exército do Senhor, a despeito do perigo, os israelitas desenvolveriam sua confiança nEle (compare Jz 3:4). Os israelitas não deveriam tomar animais dos canaanitas como despojo porque isso significaria que eles tinham crédito na vitória. A batalha era inteiramente do Senhor. Para mais discussão a respeito da destruição dos cananitas e “guerra santa”, veja a introdução a Josué. Andrews Study Bible.

Toda precaução devia ser tomada para proteger Israel das formas degradantes de idolatria praticadas pelos cananeus (sobre as abominações desse povo, ver Lv 18:24-28; 20:23). CBASD, vol. 1, p. 1126.

17 destruí-las-ás completamente. A palavra hebraica para essa prática é herem, que significa “destinar à condenação” (ou seja, devotar tudo ao Senhor), conforme aconteceu a Jericó durante a conquista (Js 6.17-19).Bíblia de Genebra.

As cidades de Canaã eram tão corruptas, a ponto de chegarem à impertinência. Sua iniquidade estava completa (Gn 15.16). Nenhum despojo deveria ser tomado e a cidade inteira deveria ser destruída como santo sacrifício ao Senhor (cf 13.12-18; Js 7). Bíblia Shedd.

18 abominações. Isso indica a razão principal para as severas medidas tomadas. A grande maldade, somada à rejeição de misericórdia, requeria o julgamento (ver Dt 7:26; 12:31). Quando se encheu “a medida da iniquidade dos amorreus”, veio o juízo (ver Gn 15:16; 1Rs 21:26). CBASD, vol. 1, p. 1126.

19 não destruirás o seu arvoredo. Árvores frutíferas, que levam anos para dar crescer e dar frutos (veja Lv 19:23-25), eram uma parte valiosa da terra que deveria ser deixada para uso futuro. Portanto, Deus falou a Seu povo para respeitar e cuidar do meio ambiente, mesmo em tempos de guerra. Andrews Study Bible.

Uma das bênçãos, segundo a aliança de Deus com Israel, era que os filhos de Israel gozassem do fruto da terra que Deus lhes havia dado (7.12-13). Bíblia de Genebra.

Essa estipulação limita a destruição desregrada dos recursos naturais.Bíblia Shedd.

A desobediência a essa regra sábia por exércitos de tempos posteriores deixou boa parte da Palestina desfalcada de árvores (embora a atual ausência de bosques ali seja de origem relativamente recente). Bíblia de estudo NVI Vida.

20 baluartes. Literalmente “obras de sítio”. A referência é a dispositivos bélicos como muralhas e trincheiras, construídos para auxiliar e dominar uma cidade. A mesma palavra é traduzida como “cidades fortificadas” (2Cr 8:5), “para defesa” (2Cr 11:5), “lugar sitiado” (Jr 10:17), “torre” (Hc 2:1; cf 2Cr 26:15; 2Sm 20:15). CBASD, vol. 1, p. 1126.



Deuteronômio 20 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
5 de julho de 2022, 0:45
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“[Pois] o Senhor, vosso Deus, é quem vai convosco a pelejar por vós contra os vossos inimigos, para vos salvar” (v.4).

Um período sucessivo de guerras estava à frente de Israel. O Senhor precisava instruir a nação acerca do que teria de enfrentar e como se portar diante da batalha. Até mesmo em estado de guerra, Deus ensinou aos Seus filhos que nem em uma situação tão extrema as questões familiares devem ser ignoradas. O Originador da família admitiu exceções no alistamento militar a fim de preservar a harmonia e preservação do lar de cada filho do Seu povo. Assim, os que haviam edificado casa nova, os recém-casados, e até mesmo os medrosos eram liberados da guerra.

De igual forma, o Senhor também manifestou o Seu desejo pela paz entre as nações ao declarar: “Quando te aproximares de alguma cidade para pelejar contra ela, oferecer-lhe-ás a paz” (v.10). A guerra, portanto, era a última opção. E mesmo a servidão da nação que aceitasse o acordo de paz seria beneficiada pelas leis criadas para o bem-estar dos servos, oportunizando a Israel tratá-los de forma como gostariam de ter sido tratados quando estavam sob cativeiro egípcio.

O primeiro porta-voz de guerra seria o sacerdote, que dirigiria ao povo palavras de ânimo, de incentivo e de bênção. Logo após, falariam ao povo os oficiais da nação, declarando as exceções quanto ao alistamento dos exércitos de Israel e designando “os capitães dos exércitos para a dianteira do povo” (v.9). Contudo, o acordo de paz não teria validade quanto aos povos que habitavam em Canaã, para que não corrompessem Israel com “todas as suas abominações” (v.18).

Infelizmente, como Sodoma e Gomorra, as nações de Canaã rejeitaram os apelos divinos que por tantos anos de graça haviam se estendido. E, semelhante ao tempo de Ló, desde o menor até ao maior haviam sido maculados pelas abominações “que fizeram a seus deuses” (v.18). Ou Israel destruía por completo aqueles povos, ou seria ensinado a imitá-los. A influência maligna da idolatria precisava ser detestada e erradicada pela raiz, a fim de preservar a nação eleita de semelhante punição.

Estamos todos envolvidos em uma grande guerra espiritual. O campo de batalha? A Terra. Os inimigos? Satanás e seus anjos. O exército do Deus vivo? Aqueles que se revestem de Sua armadura. O sacerdote e capitão que está a dianteira do povo de Deus? Jesus Cristo. O Representante de Cristo que guia Seu povo por caminho seguro? O Espírito Santo. E assim como houve “peleja no Céu” (Ap.12:7) e Cristo e Seus anjos venceram a batalha contra o diabo e seus anjos, “o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele” (Ap.17:14).

Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis” (Ef.6:13). Vigiemos e oremos!

Bom dia, exército do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio20 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



DEUTERONÔMIO 20 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
5 de julho de 2022, 0:40
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DEUTERONÔMIO 20 – Em vez de evolução, há regressão no comportamento humano. Frieza, ódio, polarização, intolerância, ambição e ganância têm tornado não apenas as nações, mas a sociedade, num barril de pólvora prestes a estourar – sem contar a crescente guerra no seio familiar. Em pleno século 21 precisamos de diretrizes para lidar com guerras!

Ainda que possamos enfrentar guerra (Deuteronômio 20:1-4), cuidados quanto a quem deve participar dela precisam ser considerados (Deuteronômio 20:6-9). É necessário, também, saber como proceder quanto aos que desprezam a paz e como preservar a natureza na guerra (Deuteronômio 20:10-20).

Cristo previu que, no decorrer da história, quanto mais aproximasse o fim, haveriam tensões bélicas como princípio das dores escatológicas (Mateus 24:6-8). Ao orientar aos cristãos, Jesus advertiu que serão “entregues para serem perseguidos e condenados à morte, e vocês serão odiados por todas as nações por minha causa. Naquele tempo, muitos ficarão escandalizados, trairão e odiarão uns aos outros, e numerosos falsos profetas surgirão e enganarão a muitos. Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará” (Mateus 24:9-12). Discursos de ódio e intolerância aos cristãos são despertados pelo inimigo de Deus e da humanidade: Satanás.

Por conseguinte, “antes de surgir no horizonte um reino eterno de paz e justiça [o Reino de Deus], muitas coisas ruins vão acontecer. Um invasor autoritário do planeta fará guerra contra um povo inocente. Mas jamais percamos de vista que estamos resistindo e lutando pela nossa terra, nossa liberdade e nossa vida. Uma nova ordem global digna do nome em breve surgirá”, motiva-nos Marcos De Benedicto. Enquanto aguardamos esse dia, promovamos a paz; lutemos pela paz (Dt 20:10). Como?

“Nós, como comunidade do reino, somos chamados a ter fome de justiça, a buscar a paz, a conter a vingança, a amar os inimigos – em outras palavras, a sermos marcados pela cruz… Apenas quando [Jesus] retornar, as espadas serão forjadas em arados, e as lanças, em instrumentos de poda [Is 2:4]. Mas esse fato não nos dá a permissão para a proliferação de fábricas de espadas e lanças… Deus é um pacificador. Jesus Cristo é um pacificador. Então, se quisermos ser filhos de Deus e discípulos de Cristo, nós também precisamos ser pacificadores” (John Stott).

Aguardemos a vitória de Deus (Deuteronômio 20:4). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



DEUTERONÔMIO 19 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
4 de julho de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO DEUTERONÔMIO 19 – Primeiro leia a Bíblia

DEUTERONÔMIO 19 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL

DEUTERONÔMIO 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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DEUTERONÔMIO 19 by Luís Uehara
4 de julho de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/dt/19

Ao lermos Deuteronômio 19, podemos ver os planos proativos de Deus em ação. Nas culturas daquela época, quando uma pessoa era assassinada, seus assassinos deveriam ser mortos (Êxodo 21:14). E se alguém matasse outro acidentalmente? Como ele escaparia do vingador? Essa pessoa deveria fugir para uma das seis cidades de refúgio, aliás todas elas eram cidades de levitas. Quem melhor que o sacerdote para exercer um julgamento imparcial?

Para onde corremos quando cometemos pecado? Hebreus 6:18 usa a mesma linguagem para descrever o relacionamento de Cristo com seus filhos: “nós, que fugimos em busca de refúgio, podemos ter forte encorajamento para nos apegarmos à esperança que nos é dada”.

O que significa para você ter um lugar para onde correr onde o juiz é “fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar”? (1 João 1: 9).

No final deste capítulo, Deus, mais uma vez, estabeleceu uma maneira de lidar com aqueles que poderiam mentir para culpar alguém. O que você acha que “exterminar”, termo usado no versículo 19, significa? (A resposta está no mesmo verso). Você já foi vítima da falsidade de alguém? Que intervenção foi usada para lidar com o problema? Você acha que o plano descrito nesta passagem funcionaria no mundo de hoje?

Mark Etchell
Pastor da Igreja Adventista do Monte do Campus
Universidade de Loma Linda, Califórnia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deut/19
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



DEUTERONÔMIO 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
4 de julho de 2022, 0:50
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1140 palavras

1-13 Moisés já havia separado três cidades no lado oriental do rio Jordão (4.41-43). Agora separa mais três no lado ocidental. Caso o vingador de sangue agisse meramente movido pela paixão, podia ser frustrado em seus propósitos, por meio daquelas cidades. Bíblia Shedd.

2, 3 Os israelitas deveriam construir estradas porque estas cidades de refúgio teriam sido ineficazes se as cidades que levavam a elas não estivessem em boas condições. Muitos que vinham às cidades estavam literalmente correndo por suas vidas. Uma estrada bem conservada poderia significar a diferença entre vida e morte. Isto envolvia contínua manutenção, porque eram estradas primitivas que poderiam ser facilmente erodidas, cobertas por areia ou atravessada por profundos sulcos. Era importante não somente iniciar este sistema de justiça, mas prover os meios necessários para mantê-lo. Life Application Study Bible Kingsway.

O acesso às cidades de refúgio devia ser fácil. A estrada devia ser claramente sinalizada e mantida em boas condições (PP, 515), pois a vida de seres humanos estava em jogo. Assim deve ser o “caminho” até nosso refúgio em Jesus Cristo – tão claro que não haja possibilidade de errar (ver Is 35:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1122.

2 no meio da tua terra. Não se trata de um centro geográfico preciso, mas de uma distribuição que as tornasse acessíveis a todos os que precisassem delas. As cidades de refúgio indicam ao coração temeroso o caminho para a segurança em Cristo. CBASD, vol. 1, p. 1121.

Para que nelas se acolha. Certamente o cristão deve refletir sobre o privilégio que o pecador tem de fugir para Cristo. Assim como os portões das cidades de refúgio nunca estavam fechados para quem precisava entrar, Cristo nunca recusa o contrito e arrependido que vai a Ele (Sl 51:17; Is 57:15). CBASD, vol. 1, p. 1122.

4 aquele que, sem o querer, ferir o seu próximo. A lei do homicídio não intencional foi dada pela primeira vez em Êx 21.13 e, então, mais plenamente, em Nm 35.6-28. Bíblia de Genebra.

Sem o querer. Isto é, “sem intenção”, literalmente, “sem conhecimento”(Dt 4:42; Js 20:3, 5). CBASD, vol. 1, p. 1122.

aborrecia. Nota-se que a chave do assassinato deliberado é o ódio. Jesus mostrou que o ódio é a quebra do mandamento “Não matarás”, Mt 5.21-26. Os psicólogos modernos denominam os ressentimentos contra alguém de “desejos mortíferos”. Bíblia Shedd.

Condenar à morte um homicida acidental  seria o mesmo que derramar sangue inocente. CBASD, vol. 1, p. 1122.

5 no bosque. De acordo com registros egípcios, havia densos bosques em Canaã na era patriarcal. CBASD, vol. 1, p. 1122.

viverá. Ver Josué 20:1-4 para mais detalhes. Esta passagem apresenta um quadro simbólico da segurança que o pecador pode encontrar em Cristo. A pessoa manchada de sangue é limpa em Jesus (1Jo 1:7). “Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8:1); pois, “justificados mediante a fé”, eles têm paz com Deus por meio de nosso SENHOR Jesus Cristo” (Rm 5:1). CBASD, vol. 1, p. 1122.

10 pra que o sangue inocente se não derrame… haveria sangue sobre ti. Ver 2Sm 16:8; Os 12:14. O sangue inocente sobre eles seria o do homicida que tinha matado alguém acidentalmente e não encontrou um lugar de refúgio antes de ser morto . CBASD, vol. 1, p. 1122.

11 aborrece seu próximo. Cidades de refúgio não eram para assassinos intencionais (compare Nm 35:16-21). Andrews Study Bible.

12 tirá-lo dali. Se fosse achado culpado de homicídio premeditado, devia ser entregue ao vingador de sangue; do contrário, devia receber proteção (Nm 35:12, 24, 25). Condenar à morte um homicida acidental  seria o mesmo que derramar sangue inocente. CBASD, vol. 1, p. 1123.

O “vingador de sangue” era o parente masculino mais próximo da pessoa assassinada. Ele agia como o protetor da família (veja Nm 35:19). Life Application Study Bible Kingsway.

14 Não mudes os marcos do teu próximo. Embora este mandamento tenha sido, algumas vezes, mal interpretado, como se exortasse pelo respeito aos costumes e crenças antigos, o termo “marcos”, na realidade, refere-se a pedras que serviam como demarcação dos limites das terras. Essa lei era essencial para impedir invasões e furto de terras (27.17; Pv 22.28; 23.20). Bíblia de Genebra.

Mover um marco de limitação para dentro de uma propriedade de um vizinho equivaleria a uma tentativa de roubo de terra. Andrews Study Bible.

Que os antigos. Os que originalmente dividiram a terra e fixaram os limites. CBASD, vol. 1, p. 1123.

15 Uma só testemunha. Uma pessoa não podia ser condenada mediante a declaração de apenas uma testemunha, fosse em assuntos civis ou criminais (cf Dt 17:6; Nm 35:30). CBASD, vol. 1, p. 1123.

16 testemunha falsa. A testemunha falsa devia ser punida (v. 19). CBASD, vol. 1, p. 1123.

18 se a testemunha for falsa. O perjúrio é um crime horrível, porém muitos não hesitam em mentir mesmo sob juramento. A pessoa que viola a verdade de forma pública peca contra si mesmo, contra a vítima e contra Deus. CBASD, vol. 1, p. 1123.

19 far-lhe-eis como cuidou fazer a seu irmão. Uma testemunha falsa devia sofrer a pena que pensava infligir sobre o acusado (ver Dt 19:21; cf Êx 23:1; Sl 35:11). Esta é a lei da justa retribuição. CBASD, vol. 1, p. 1123.

O fato de que Satanás falsamente acusa o povo verdadeiro de Deus (Ap 12:10) em uma tentativa de condená-los à punição final pelo fogo explica parcialmente porque ele acabará no lago de fogo (Ap 20:10). Andrews Study Bible.

15-21 Na jurisprudência do antigo Oriente Próximo, era grande a responsabilidade do juiz. Ele não comparava simplesmente um delito com uma lei específica para então proferir seu veredito. Pelo contrário, ele comparava um caso com os princípios da lei e com casos típicos e dava uma decisão em consonância com a justiça e a equidade (1.13, 16-18; 17.8). Bíblia de Genebra.

20 e nunca mais tornem a fazer. Esta lei [contra o falso testemunho] reprime o egoísmo e tendia a criar um sentido mais elevado do dever público e da moralidade (ver Dt 13:11; 17:13). CBASD, vol. 1, p. 1123.

21 vida por vida. A pena do talião era a punição contra o perjúrio. Longe de ser uma permissão para a vingança, era a garantia da justiça, que equiparava o castigo à ofensa. Esta punição era cobrada com uma avaliação monetária da parte lesada, Êx 21.32 e 33. Bíblia Shedd.

Este princípio era para uso dos juízes, não um plano para vingança pessoal. Esta atitude em torno da punição podia parecer primitiva, mas era, de fato, uma ruptura em prol da justiça e lisura nos tempos antigos, quando a maioria das nações usavam métodos arbitrários para punir criminosos. Estas diretivas refletem uma preocupação por imparcialidade e justiça – garantindo que aqueles que violavam a lei não fossem punidos mais severamente do que seu crime merecia. No mesmo espírito de justiça, uma falsa testemunha deveria receber a mesma punição que a pessoa acusada sofreu. O princípio de fazer a punição se ajustar ao crime deveria ainda ser observado nos dias de hoje. Life Application Study Bible Kingsway.

Ver Êx 21:23-25; Lv 24:19, 20. Uma conspiração para dar falso testemunho e então colocar em risco um inocente é imperdoável, pois representa homicídio em potencial no coração da falsa testemunha (ver Mt 5:22). O buraco cavado para o inocente devia ser o próprio túmulo do acusador. CBASD, vol. 1, p. 1123.



Deuteronômio 19 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de julho de 2022, 0:45
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“Não o olharás com piedade: vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé” (v.21).

Estamos diante de um contexto difícil de se conceber, partindo do princípio de que “Deus é amor” (1Jo.4:8). Um dos maiores questionamentos de muitos tem sido justamente este: Se Deus é amor, como explicar os Seus atos no Antigo Testamento? Como harmonizar este Deus com Jesus e Suas obras? Na verdade, havia uma real necessidade de impor estreitos limites que evitassem a tolerância com o pecado e a prática da injustiça; uma urgência de instruir de forma mais enérgica um povo prestes a cruzar as fronteiras de Canaã.

As cidades de refúgio eram uma irrefutável representação da misericórdia e da justiça de Deus. Não é somente o ato do pecado em si que fere o coração de Deus, mas, principalmente, a intenção ao praticá-lo. O mandamento é claro: “Não matarás” (Êx.20:13), mas se alguém transgredisse tal mandamento “sem o querer” (v.4), teria a oportunidade de encontrar abrigo em uma das cidades de refúgio para que fosse conservada a sua vida. O pecado, no entanto, é tão cruel, que mesmo o cometendo sem intenção, acabamos colhendo as suas ruins consequências, afinal, mesmo que o homicida tivesse para onde ir, teria de deixar para trás o seu lar e aqueles a quem amava.

A famosa lei do “olho por olho, dente por dente” (v.21), apesar de ser considerada severa e hostil, foi uma maneira de impor limites a fim de evitar excessos no ato de punir. Diante de um povo duro de coração, não houvesse o Senhor instruído Moisés a limitar as sanções, e Canaã se tornaria um covil de assassinos. O real desejo de Deus para Israel era que a nação aprendesse a viver em paz uns com os outros e que, por seu exemplo, as demais nações convertessem “as suas espadas em relhas de arados e suas lanças, em podadeiras; [que] uma nação não [levantasse] a espada contra outra nação, nem [aprendesse] mais a guerra” (Is.2:4).

O ministério terrestre de Cristo foi o cumprimento e o supremo exemplo do que Deus deseja seja o Seu povo na Terra, “para que viva” (v.4), “para que te vá bem” (v.13) e receba por herança a “terra que o Senhor, teu Deus, te dá para a possuíres” (v.14). Jesus foi a personificação do Pai, a perfeita manifestação do caráter do grande EU SOU. Ele mesmo afirmou: “Quem me vê a Mim vê o Pai” (Jo.14:9). Ainda há “uma porta aberta no céu” (Ap.4:1). Ainda há uma oportunidade de graça. Deus nos chama para fazermos dEle o nosso refúgio e foi Ele mesmo, por Seu amor tão intenso, que “deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16).

Tão perto como estamos de entrar na Canaã celestial, Deus está preparando o Seu povo peculiar: “Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te” (Ap.3:19). Ellen White escreveu: “Quereis ir para a glória e desfrutar tudo que Deus tem preparado para os que O amam e estão dispostos a sofrer por Seu amor? Então tereis de morrer para que possais viver. Preparai-vos, preparai-vos, preparai-vos. Precisais ter maior preparo do que até agora […] Sacrificai tudo a Deus. Deponde tudo sobre o Seu altar — o eu, a propriedade e tudo o mais — como um sacrifício vivo. Tudo é reclamado para entrar na glória” (Primeiros Escritos, p.67). Aceitemos, hoje, a divina oferta de graça e, enquanto aguardamos a nossa futura herança, vigiemos e oremos.

Bom dia, alvos da graça de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Deuteronômio19 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



DEUTERONÔMIO 19 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de julho de 2022, 0:40
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DEUTERONÔMIO 19 – Fugir para as cidades! É disso que trata a teologia das cidades-refúgios – tema reiterado algumas vezes nas páginas sagradas. Além de encontrá-lo neste capítulo, está presente em Números 35:9-34; Deuteronômio 4:41-43; Josué 20:1-9. Tais cidades eram símbolo da graça de Cristo, oferecendo bendita segurança ao pecador (Hebreus 6:18).

A Cidade Santa vai abrigar a todo transgressor que reconhecer sua necessidade de Cristo, o Sumo Sacerdote que morreu e ressuscitou para interceder no Santuário Celestial junto ao Pai Celestial (Hebreus 4:14-16; 6:13-20; 7:26-28; 8:1-2; 11:13-16; Filipenses 3:20-21; Apocalipse 21:1-22:6).

Jesus Cristo, hoje e sempre, assim como as cidades de refúgio de antigamente, é a nossa segurança real, nosso abrigo e socorro diante de todas as vicissitudes da vida. Enquanto estamos neste mundo aguardando o dia de entrar na Nova Jerusalém da profecia apocalíptica, vivamos cientes de que “o Senhor é refúgio para os oprimidos, uma torre segura na hora da adversidade” (Salmo 9:9). “Deus é nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade” (Salmo 46:1). Por isso, “aquele que habita no abrigo do Altíssimo e descansa à sombra do Todo-poderoso pode dizer ao Senhor: ‘Tu és meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio’” (Salmo 91:1-2).

Não significa que Deus acoberta pecadores, é que Jesus removeu a culpa dos transgressores; Ele morreu para livrá-los das consequências do pecado, representado pela morte do Sumo Sacerdote (Números 35:25).

Deuteronômio 19 revela o caráter gracioso de Deus; por outro lado, revela também quão difícil é a prática da justiça pelos seres humanos. As cidades de refúgio mostram Deus precavendo que a vingança conduza a atitudes que extrapolem a justiça. E… exigindo pelo menos duas testemunhas, Deus intenta didaticamente impedir a proliferação da mentira que pode condenar inocentes. Testemunhas fraudulentas precisavam ser radicalmente executadas visando prevenir a multiplicação da maldade (Deuteronômio 19:15-21).

A ordem para não mudar “os marcos”, proíbe o roubo sutil (Deuteronômio 19:14). A necessidade desta lei deve-se à falta de respeito pelo próximo – facilmente existente em nosso coração corrompido pelo mal. Honestidade significa respeitar a privacidade alheia. A justiça se dá quando não se explora ou rouba dos outros.

Deuteronômio 19 nos desafia a vivermos regidos pelo amor, pela verdade, pela misericórdia e pela integridade. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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