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Texto bíblico: I REIS 7 – Primeiro leia a Bíblia
I REIS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1Rs/7
Salomão levou sete anos para construir a Casa do Senhor. Ele agora está pronto para um novo empreendimento, um projeto pessoal: um conjunto de edifícios que incluem seu próprio palácio e outro para a filha do Faraó. Os historiadores reconhecem o fato de que ele levou 20 anos construindo, o que o manteve muito ocupado!
É o sonho de qualquer pessoa construir uma nova casa, ter um lugar próprio, um lugar que se torna parte da sua vida. É tão bom voltar no tempo e relembrar. Não faz nenhuma diferença se é um palácio, apenas uma casa ou um barraco. As memórias das casas que já possuímos permanecem indelevelmente marcadas em nossas mentes.
É louvável que Salomão tenha desejado construir algo para o Senhor em primeiro lugar! Sua casa própria veio mais tarde! Deus era prioridade para Salomão! Essa deve ser a nossa experiência.
Leo Ranzolin
Vice-presidente aposentado da Associação Geral
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/7
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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800 palavras
1 Que Salomão tenha utilizado mais tempo construindo seu palácio do que o templo não é um comentário negativo a suas prioridades. O projeto de seu palácio foi mais demorado porque fazia parte do projeto de um enorme centro cívico. Life Application Study Bible Kingsway.
palácios. A maneira mais acertada de entender-se o texto seria “casa”, no singular. … As várias “casas” mencionadas nos versículos 2, 6, 7 e 8 nada mais eram senão o conjunto de aposentos que forma o palácio todo. Bíblia Shedd.
2 O palácio real de Jerusalém era chamado de “Casa do Bosque do Líbano”, porque suas muitas colunas lembravam uma floresta de árvores de cedro [e “por ser totalmente revestida com madeira de cedro” Bíblia Shedd]. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.
Seria a grandiosa sala especial para festas cívicas. Bíblia Shedd.
8 sua casa. Os aposentos reais, a moradia da família real, que não era uma casa separada, mas, sim, ficava atrás da Sala do Trono. Bíblia Shedd.
[casa] para a filha de Faraó. Um apartamento particular para aquela que, aliás, é o penhor da aliança com o Egito. Foi a primeira vez que o Faraó pôde considerar ao rei local [de Israel] como um monarca em pé de igualdade com ele. Mais tarde, Salomão desenvolveu um harém do tipo oriental, tentando imitar, em tudo, os grandes potentados da vizinhança (1Rs 11.3). Bíblia Shedd.
9 desbastadas com uma serra. A pedra calcária da Palestina, de cor branca e rosada, é facilmente cortada [“com uma serra”] quando originariamente cortada, mas paulatinamente se endurece ao ser exposta aos elementos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 Hirão. Esse Hirão não deve ser confundido com o rei fenício do mesmo nome, com quem Salomão ratificara um tratado para o suprimento de materiais e operários especializados. Bíblia de Genebra.
15 duas colunas. Não exerciam a função de sustentáculo. Eram ornamentais e simbólicas, como se verá nos seus nomes, mencionados no v. 21. Bíblia Shedd.
21 Jaquim, “Ele estabelecerá”. Boaz, “Ele vem em poder”. As colunas apontam para a presença consoladora de Deus entre Seus fiéis, e para a Sua futura vinda, encarnado na pessoa de Cristo. Bíblia Shedd.
Para a construção do templo, Salomão requisitou um artista que trabalhasse bem com metal e o Rei Hirão enviou-lhe um artífice, um especialista em trabalhos em metal. Deus deu a este especialista sabedoria especial e foi ele quem fez as duas colunas especiais do templo. Os nomes das colunas eram Jaquim e Boaz. Esses pilares se tornaram famosos e os escritores judeus falaram deles por muito tempo. Quando Nabucodonosor, rei da Babilônia, tomou Jerusalém, ele levou esses pilares consigo para a Babilônia. Pastor Leo Ranzolin, em http://revivedbyhisword.org/en/bible/1ki/7/
Os nomes … [“Jaquim” e “Boaz”] sem dúvida tinham o propósito de testemunhar de que a força de Israel e de todas as suas instituições vinha de Deus … e de que Ele é Quem estabelece o reino e Seu povo em justiça e misericórdia … De fato, quando Israel se separou de Deus e de Sua justiça, a nação se destruiu (Os. 13:9; 14:1). Quando Nabucodonosor tomou Jerusalém, as famosas colunas de Salomão foram levadas para Babilônia (2Rs 25:13; Jr 52:17) (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 830).
As consoantes destes dois nome hebreus [Jaquim e Boaz] podem ser lidos como uma prece a Deus para a proteção do templo e da dinastia de Salomão, dizendo: “Que Ele estabeleça a força”. Andrews Study Bible.
As colunas apontam para a presença consoladora de Deus entre Seus fiéis, e para a Sua futura vinda, encarnado na pessoa de Cristo. Bíblia Shedd.
23 o mar de fundição. Uma gigantesca bacia circular com capacidade de até 30 mil litros de água (2Cr 4.5, nota). De acordo com Crônicas, os sacerdotes usavam o mar em suas purificações (2Cr 4.6). Bíblia de Genebra.
Ali os sacerdotes se lavavam antes de oferecer sacrifícios ou entrar no templo (Êx 30.17-21). Life Application Study Bible Kingsway.
Este grande reservatório de água era elevado de modo a prover água sob pressão para o uso dos sacerdotes. Andrews Study Bible.
Dez côvados de uma borda até à outra borda. Em torno de 4,5 m. Andrews Study Bible.
26 batos. O bato é uma medida de 22 litros. 2Cr 4.5 menciona que o mar comportava 3.000 batos [66.000 litros]. Bíblia Shedd.
27 de bronze dez suportes. Esses vagões portáteis e grandemente enfeitados sustentavam bacias de água (v. 38). Os sacerdotes usavam a água para lavar os pedaços de animais que tinham sido mortos para servir como ofertas nos holocaustos (Lv 1.9, 13; 2Cr 4.6). Bíblia de Genebra.
36 gravou querubins, leões e palmeiras. Note-se que, embora o Segundo Mandamento (Êx 20.4-6) proibisse fazer-se imagens para serem adoradas, não havia razão para considerar-se ilícitos os adornos no Templo. Bíblia Shedd.
46 Sucote. Esse centro metalúrgico estava localizado a leste do rio Jordão, ao norte do ribeiro Jaboque (Gn 33.17; Js 13.27; Jz 8.4-5). Bíblia de Genebra.
Escavações nessa área confirmaram que Sucote era um centro de metalurgia durante o período da monarquia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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“Era este filho de uma mulher viúva, da tribo de Naftali, e fora seu pai um homem de Tiro que trabalhava em bronze; Hirão era cheio de sabedoria, e de entendimento, e de ciência para fazer toda obra de bronze. Veio ter com o rei Salomão e fez toda a sua obra” (v.14).
Grandes e suntuosos edifícios foram construídos no reinado de Salomão. Seus palácios e a arquitetura singular das edificações declaravam por si só a potência da nação no cenário mundial. Definitivamente, Salomão não poupou esforços nem capital para construir um grande império. Mas ele também sabia que, quanto maior a nação, maiores seriam as responsabilidades; por isso, um lugar específico foi erguido para julgar o povo: a “Sala do Trono” ou “Sala do Julgamento” (v.7).
Para confeccionar todas as peças de bronze polido, Salomão chamou Hirão, filho de uma israelita da tribo de Naftali com um homem de Tiro. A Bíblia destaca três qualidades nesse artesão que aprendeu com esmero o ofício de seu pai: era “cheio de sabedoria, e de entendimento, e de ciência para fazer toda obra de bronze” (v.14). Com certeza, foi um homem usado pelo Espírito Santo. E para que o Senhor possa nos encher, como precisamos estar, amados? Vazios, não é verdade? Precisamos nos esvaziar de nós mesmos para que Deus nos preencha com o Seu Espírito. Por isso, a obra de nos despojar do próprio eu é tão necessária e precisa ser diária.
É impressionante a riqueza de detalhes dos objetos feitos por Hirão. Quando Deus concede um dom a quem humildemente aceita recebê-lo, o resultado são “tesouros da Casa do Senhor” (v.51). Afinal, a “manifestação do Espírito é concedida a cada um visando a um fim proveitoso” (1Co.12:7). O Espírito Santo não concede o dom que escolhemos, mas nos escolhe para o dom que glorificará a Deus. Eis qual deve ser nossa atitude constante diante dos dons que o Senhor nos concede: “Mas agora, ó Senhor, Tu és nosso Pai, nós somos o barro, e Tu, o nosso Oleiro; e todos nós, obra das Tuas mãos” (Is.64:8). Como barro nas mãos do Oleiro, nossa vida deve ser como uma “fábrica” de tesouros para o Senhor.
É fácil nos distrairmos ou até nos entediarmos numa leitura como a de hoje. Muitos perguntam: O que posso aprender com tantos detalhes sobre objetos, como foram feitos e de que material foram feitos?. Amados, se perseverarmos em ouvir a voz de Deus por meio de Sua Palavra, Ele sempre terá palavras de vida e esperança a nos ensinar. Nos objetos do templo, por exemplo, encontramos detalhes da primeira visão do profeta Ezequiel. Notem que, verso 29, diz que nos painéis “havia leões, bois e querubins”. Ezequiel, em sua visão, contemplou os querubins com “rosto de leão” e “rosto de boi” (Ez.1:10). No templo, cada suporte tinha “quatro rodas” (v.30); Ezequiel viu “uma roda na terra, ao lado de cada um deles”, totalizando “quatro rodas” (Ez.1:15,18). “As quatro rodas [no templo] estavam debaixo dos painéis” (v.32) e Ezequiel viu que “as rodas se elevavam juntamente com eles, porque nelas havia o espírito dos seres viventes” (Ez.1:20).
Vocês percebem a beleza da Palavra do Senhor? A visão de Ezequiel confirma que cada detalhe carrega um profundo significado espiritual. Acima dos querubins existe “um trono” (Ez.1:26). O profeta, que também era sacerdote (Ez.1:3), estava familiarizado com aqueles objetos, mas foi na revelação divina que sua mente compreendeu o real sentido do que via todos os dias. Tudo o que o Senhor colocou na Sua Palavra nos reserva significados poderosos e especiais. Não precisamos ser profetas para entender as profundas, mas simples revelações de Deus; Ele deseja Se revelar a nós por Sua Palavra e fazer de nossa vida um “santuário do Deus vivente” (2Co.6:16).
O templo levou sete anos para ficar pronto; os palácios, treze. Enquanto vivemos, este é o tempo que Deus tem para realizar Sua obra em nós. O grande Oleiro aguarda nossa entrega voluntária para nos moldar e nos encher do Seu Espírito. Assim, seremos transformados em “pedras de valor” (v.10), lapidadas por dentro e por fora, preparadas para comparecer diante da Sala do Trono da Majestade dos Céus, tendo sido justificados mediante a fé em Cristo Jesus.
Hoje, nossa maior necessidade não é de belas construções, mas de um reavivamento da verdadeira piedade e a maior necessidade do mundo é a de ser alcançado por esse reavivamento. Permitamos que essa obra mostre resultados em nossa vida e em nossa casa. Nem as maiores edificações do mundo poderão superar o brilho da igreja do Deus vivo ao declarar: “O Senhor logo vem!”.
Pai Celestial, como é maravilhoso ouvir a Tua voz através da Tua Palavra! Como é lindo e como enche o nosso coração de alegria quando conseguimos fazer esses links entre um livro e outro! Porque são esses ensinamentos que nos conduzem ao Teu conhecimento, de um Deus que não muda, e que, em cada detalhe, nos ensina a manter os nossos olhos no Céu. Pois era esse o objetivo do santuário: manter os olhos dos adoradores no Céu. Tudo ali era uma sombra da realidade. E cremos que o nosso Senhor Jesus Cristo intercede por nós no mais Santo Lugar e que esta obra está prestes a ser encerrada. Pai de bondade, nos conduz ao verdadeiro arrependimento e ao verdadeiro reavivamento! Esvazia-nos de nós mesmos e enche-nos do Espírito Santo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, santuário de Cristo!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I REIS 7 – Não é prudente fazer mais para nós do que para Deus. Aquele que nos criou, nos abençoa e proveu um meio para salvar-nos do pecado merece louvor, adoração e nossa entrega total. Ao fazermos algo para Deus, devemos empenhar-nos ao máximo a fim de fazermos bem feito.
Assim como Salomão não agiu com desleixo na construção do templo, ao fazermos algo para nosso Deus devemos ser tão dedicados quanto foi o jovem rei (Jeremias 48:10).
Além do rei Hirão, de Tiro, que proveu madeira de cedro, pedreiros e carpinteiros para Davi construir seu palácio e ter negociado com Salomão para construir seu palácio e o templo (II Samuel 5:7, 11; I Reis 5:1-18; 9:10-14), outro Hirão, artífice, filho de mãe israelita, e pai pagão, “era extremamente hábil e experiente e sabia fazer todo tipo de trabalho em bronze”. Comprometido e responsável “apresentou-se ao rei Salomão e fez depois todo o trabalho que lhe foi designado” (I Reis 7:13-14).
A mãe de Hirão era viúva quando casou-se com seu pai, um artesão de Tiro na Fenícia. A importância de seus feitos no templo é percebida no espaço dedicado a ele pelo escritor sagrado, cuja referência ao seu trabalho vai do versículo 13 ao 47.
Estrangeiros e mestiços devem ser considerados pelos servos de Deus em suas capacidades e habilidades, como fez Salomão aos dois Hirãos!
A esposa egípcia de Salomão, a filha de faraó, que recebeu do pai uma cidade (Gezer), reformada por Salomão, recebeu também do marido um palácio no complexo real em Israel (I Reis 7:1-8; 9:15-17). E, “somente depois que a filha de faraó mudou-se da cidade de Davi para o palácio que Salomão havia construído para ela, foi que ele construiu o Milo” (I Reis 9:15-17, 24).
Nitidamente, a mulher é honrada e Deus é venerado na vida de Salomão. O rei valorizou sua esposa e priorizou ao seu Deus. É importante seguir esse padrão, sem desviar-se dele, como fez posteriormente o rei Salomão.
Como Salomão, é possível que comecemos bem a trajetória da vida, deveríamos nos manter assim para que nossa história continue marcada pela vitória!
Precisamos permitir que Deus nos fale através de Sua Palavra. Assim é possível reavivarmo-nos constantemente! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I REIS 6 – Primeiro leia a Bíblia
I REIS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1Rs/6
Deus, em Seu infinito amor e sabedoria por Seus filhos, desejou viver entre eles e Sua permanência dependeria de algumas poucas regras simples, algo como: “viva de acordo com Minha vontade expressa nos meus estatutos, regras e mandamentos”. Essa era a única maneira em que o Deus de perfeição poderia residir com Seus filhos. Do contrário, Sua glória teria feito com que eles perecessem.
Eu quase posso sentir o pedido de Deus. Era como se ele estivesse dizendo: “Eu desenvolvi o plano perfeito! Construa-me uma casa e obedeça aos meus mandamentos e poderemos ficar juntos para sempre!” Então Salomão a construiu. E ficou perfeita. Que empolgação a multidão deve ter experimentado no dia da sua inauguração! Que alegria deve ter enchido o coração de Deus!
Acontece que foi muito mais fácil para Israel construir o templo do que observar os mandamentos de Deus. Mas eu, sinceramente, não sei se teria feito um trabalho melhor. Entretanto, mesmo quando não sou confiável, agradeço que Deus seja a minha Rocha.
Apesar de nossas imperfeições, o desejo de Deus de estar entre nós é inabalável. Ele encontrou outra maneira. Alguém para ser o sacrifício. Alguém para ficar no abismo a fim de que pudéssemos andar com Ele novamente.
Sou muito grata porque Ele não desistiu de mim.
Sherry McLaughlin
IASD Troy, MI, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/6
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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693 palavras
1-13 O objetivo central era providenciar um lugar digno de ser chamado a casa de Deus. […] Além do mais, o templo era um tipo, principalmente do corpo de Jesus (Jo 2.21), depois, de cada crente (1Co 3.16) e, por fim, da igreja toda (Ef 2.21, 22). Cada um desses é o lugar de habitação de Deus, e a câmara interior – o Santo dos Santos – havia de ser a sala do trono da Shekinah de Sua presença. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.
4 janelas com fasquias fixas superpostas [Fasquia: ripa de madeira serrada, comprida e estreita Google]. Largas pelo lado interior da parede, essas janelas iam diminuindo gradualmente até formarem uma pequena abertura na parede externa. Bíblia de Genebra.
7 Em honra a Deus, o templo em Jerusalém foi construído sem o som de martelo ou de qualquer outra ferramenta no canteiro de obras. … A honra e o respeito se estendiam em todos os aspectos da construção desta casa de adoração. Este detalhe não está registrado para nos ensinar como construir uma igreja, mas para nos mostrar a importância de mostrar cuidado, atenção, honra e respeito a Deus e a Seu santuário. Life Application Study Bible Kingsway.
13 Este verso resume o propósito principal do templo. Deus prometeu que sua presença eterna nunca deixaria o templo enquanto uma condição fosse atendida: os israelitas tinham de obedecer à lei de Deus. […] Ao ler a história dos reis, você verá que a quebra da lei foi o resultado, não a causa do afastamento de Deus. Primeiro os reis abandonaram Deus em seus corações e então falharam em obedecer às Suas leis. Quando cerramos nossos corações a Deus, Seu poder e Sua presença em breve nos deixam. Life Application Study Bible Kingsway.
14 O conceito do templo de Salomão era mais de um palácio para Deus do que um lugar de adoração. Como lugar de habitação para Deus, era adequado que fosse ornamentado e lindo. Tinha pequenas dimensões porque a maioria dos adoradores se reunia do lado de fora. Life Application Study Bible Kingsway.
14-18 Do lado de dentro, tudo era de madeira de cedro, oliveira e cipreste revestida de ouro, ornada de diversos entalhes e recoberta com cortinas bordadas; as pedras não estavam à vista [v. 18]. O Santo dos Santos estava mergulhado em sombras, salvo quando a Shekinah brilhava no propiciatório sobre a arca, entre os querubins. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.
16 O Santo dos Santos, um cubo perfeito com cerca de 9,15 m de lado, era a área mais sagrada do templo. Era ali que ficava a Arca da Aliança (v. 19) e os dois querubins. Somente o sumo sacerdote tinha o direito de entrar ali, e mesmo assim somente uma vez por ano, no Dia da Expiação hebraico, Yom Kippur (Lv 16; 23.26-32; Nm 29.7-11. Bíblia de Genebra.
19 arca da aliança do SENHOR. Os dez mandamentos são chamados as “palavras da aliança” em Êx 34.28. As tábuas de pedra nas quais foram inscritos os dez mandamentos são chamadas “tábuas da aliança” em Dt 9.9. Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 palmeiras e flores abertas. Uma figura que fazia lembrar o jardim do Éden, em Gn 2. Embora nossos primeiros ancestrais tenham sido expulsos do paraíso por causa de sua rebelião contra Deus (Gn 3.24), e nós compartilhemos da expulsão deles, a comunhão com o Senhor continua possível, através da Sua graça. Bíblia de Genebra.
36 três ordens. Cada camada de pedras era separada por uma camada de vigas de cedro (cf Ed 6.4). Construções semelhantes têm sido desenterradas em Megido. Bíblia de Genebra.
38 no mês de bul. O nome canaanita para o oitavo mês, que corresponde a outubro-novembro. Andrews Study Bible.
sete anos. Sete é o número da perfeição. A história da criação se encerra com o sétimo dia enquanto que o relato da conclusão do templo se encerra com a menção dos sete anos. Andrews Study Bible.
A construção levou sete anos e meio, e o templo existiu durante quatro séculos, até ser destruído por Nabucodonosor. A construção do caráter, conforme o ideal de Deus, pode demorar mais, porém sempre é concluída. Primeiro vem a pedra, talhada com dificuldade; depois o cedro e a oliveira; por fim, o revestimento de ouro. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.
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“E habitarei no meio dos filhos de Israel e não desampararei o Meu povo” (v.13).
O estabelecimento do templo possuía um significado que ia muito além de um lugar de culto; era como um selo de pertencimento, uma pedra fundamental no coração do território que Israel já podia chamar de seu. Com toda a reverência devida a Deus, o santuário foi edificado “com pedras já preparadas” (v.7), de modo que não se ouvia ali ruído algum de instrumentos de ferro. No silêncio daquela grande obra, “veio a palavra do Senhor a Salomão” (v.12), confirmando a aliança feita com Davi, sob a condição de que ele permanecesse fiel à Sua Palavra.
Aquele templo representava o desejo do Senhor de habitar no meio do Seu povo e de cuidar dele. Israel deveria contemplar não apenas a beleza da casa de Deus, mas a santidade do Senhor da casa. Em cada detalhe havia um importante ensinamento — lições preciosas sobre o chamado divino ao Seu povo. Em cada compartimento e material escolhido, os filhos de Israel deveriam discernir, de forma didática, o plano da salvação. Tudo ali visava ao fortalecimento e preparo da nação como representante de Deus na Terra, a fim de que fosse luz para os gentios.
Sabemos que, em muitos momentos, a nação falhou. Seus reis e líderes espirituais foram, muitas vezes, os primeiros a dar as costas ao “Assim diz o Senhor”. A corrupção, a idolatria e a licenciosidade mergulharam Israel em trevas morais que, por vezes, sobrepujavam o paganismo das demais nações. Ao permitirem pequenas concessões e introduzirem costumes pagãos aparentemente inocentes, acabavam por ignorar os claros princípios do Céu, trocando o ouro pela escória. Foi assim que, após rejeitar Aquele que diziam aguardar e assassinar o justo Estêvão, Israel atingiu o ápice da rebelião, encerrando seu tempo de oportunidade e deixando de ser a nação eleita de Deus, conforme a profecia de Daniel (Dn.9:24-27).
Como Elias, que restaurou o altar; como João Batista, que preparou o caminho do Messias “no espírito e poder de Elias, para converter o coração dos pais aos filhos, converter os desobedientes à prudência dos justos e habilitar para o Senhor um povo preparado” (Lc.1:17), nós, como último movimento profético e templos do Espírito Santo, precisamos ser revestidos “inteiramente” (v.22) com o ouro refinado de Cristo, estabelecidos sobre a Rocha, para que nossa luz brilhe diante do mundo para a glória de Deus (Ap.3:18; Mt.7:24-25; Mt.5:16).
Em cada período da história, Deus levantou Seus servos, os profetas para advertir o Seu povo e conduzi-lo à salvação. Foi assim, por exemplo, no tempo de Noé. Notem que o templo de Salomão tinha três andares (v.8), assim como a arca (Gn.6:16). Salomão “cobriu o piso da casa com tábuas de cipreste” (v.15), e a arca também foi feita com “tábuas de cipreste” (Gn.6:14). Percebem, amados, que não se trata de coincidência? É o mesmo Deus, com a mesma finalidade, empenhado em salvar Seu povo em cada geração?. Pergunto: deixaria o Senhor o Seu último povo sem profecia, justamente às vésperas de enfrentar o tempo mais difícil da Terra? Não, amados! Há uma voz profética para nós hoje. Estamos dispostos a ouvi-la e vive-la?
O Senhor deseja colocar sobre nós o Seu selo definitivo de pertencimento (Ap.7:3), “como pedras que vivem” (1Pe.2:5), repreendendo os instrumentos de ferro do maligno e confirmando conosco a Sua aliança eterna. É seu desejo que o Espírito Santo realize esta obra de edificação em sua vida? O Senhor espera por você. Em nome de Jesus — que em breve voltará —, não rejeite esse chamado de amor eterno!
Querido Pai, com a mesma expectativa que ordenastes a Noé para construir a arca, e a Salomão para edificar o templo, hoje o Senhor deseja fazer de nós templos do Espírito Santo. Não mais um lugar de pedras, madeira e ouro, mas desejas habitar em nós, operando o milagre de nos conceder um caráter semelhante ao Teu, mediante um novo coração movido e governado pelo Espírito Santo. Ó, Senhor, que a Tua Palavra que é a verdade, que santifica, que liberta, que é a fonte do Teu conhecimento, que é a espada do Espírito, mais afiada do que uma espada de dois gumes, que ela seja o nosso firme alicerce, o nosso “piso” de cipreste e de ouro sobre o qual podemos andar com confiança plena e segura. Senhor, estamos cercados de discursos que muitas vezes nos deixam confusos. Por favor, em nome de Jesus, não nos deixe ser enganados por esta mescla da verdade com o engano, mas que andemos na pureza da Tua verdade presente! Por Jesus, nós elevamos a Ti este clamor, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, último movimento profético do Senhor Deus!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I REIS 6 – Cada aspecto da verdade divina precisa ser adaptada ao tempo e à realidade de cada sociedade. No deserto, o tabernáculo era desmontável e transportável, conforme o modelo que Deus mostrara a Moisés. Agora, estabelecidos na Terra Prometida, em lugar do Tabernáculo, seria erigido um Templo magnífico.
Conforme I Reis mostra, além das medidas, outras características diferenciariam o Templo de Salomão da Tenda do deserto; contudo, “os preparativos para a construção dessa casa para o Senhor precisavam estar de acordo com as instruções que Ele havia dado… As especificações referentes ao edifício eram repetidas frequentemente. Em todo o trabalho feito, essas especificações deveriam ser seguidas com a máxima precisão”, destaca Ellen White.
Ou seja, tanto quanto o Tabernáculo do deserto, o Templo de Salomão foi feito conforme a orientação do Senhor a ser adorado. Porém, considerando que a verdade é progressiva, Jesus declarou que estava chegando a hora em que “os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade”, independente do lugar ou construção física de casa (João 4:21).
Tendo em mente que a teologia é progressiva e adaptável, precisamos ampliar nossa mente e ver o Templo como a Igreja Viva constituída de pessoas. Juntamente com Jesus como pedra angular, os cristãos “estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Cristo” (I Pedro 2:4-9).
Com isso em mente, focado em I Reis 6, percebe-se que Deus não quer o nosso melhor, Ele espera nossa dedicação integral a Ele.
Deus não almeja que dediquemos parte de nossa vida, de nosso tempo, de nossos talentos e de nossas rendas; Ele deseja que Lhe sejamos inteiramente fieis em todos os aspectos da vida. Assim, Deus não quer o nosso melhor; Ele nos quer totalmente para Ele com todos os nossos defeitos e qualidades.
Deus sabe que sem Ele não somos nada, estamos condenados à morte por causa de nossas transgressões; então, quando Lhe entregamos tudo o que temos e somos, desfrutaremos de plena satisfação.
As preciosas e carinhosas Palavras de Deus a Salomão em I Reis 6:11-13 devem levar-nos à profunda reflexão diária. Atentamos para elas e reavivemo-nos seguindo os mandamentos e orientações de nosso amoroso Deus! – Heber Toth Armí.