Reavivados por Sua Palavra


II REIS 18 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
13 de março de 2026, 1:30
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Texto bíblico: II REIS 18 – Primeiro leia a Bíblia

II REIS 18 – BLOG MUNDIAL

II REIS 18– COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



II REIS 18 by Jeferson Quimelli
13 de março de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/18

Ezequias é uma ilustração clara de uma vida centrada em Deus. Embora seu pai adorasse ídolos, Ezequias decidiu afastar as pessoas de seus maus caminhos, removendo os altos. Por que a má influência de Acaz não afetou Ezequias? Provavelmente porque havia outras pessoas que tiveram uma influência mais forte sobre ele, incluindo talvez sua mãe, “Abias, filha de Zacarias” (verso 2).

Nossos antecedentes e experiências podem ter um enorme impacto em nossas vidas. Mas isso nunca deve se tornar uma desculpa para pecarmos. Podemos viver uma vida santificada, apesar do ambiente pecaminoso em que vivemos, e podemos seguir a Deus no meio de adoradores de ídolos.

Por outro lado, nunca devemos receber crédito por qualquer coisa boa que tenhamos feito. Embora Ezequias confiasse no Senhor, e “não houve ninguém como ele entre todos os reis de Judá, antes ou depois dele” (versículo 5), ele cometeu os mesmos erros que seus predecessores. Quando o rei da Assíria atacou o seu país no décimo quarto ano do seu reinado, Ezequias pagou ao rei da Assíria prata e ouro para resolver o problema, e falhou completamente.

Quando desviamos o olhar de Deus, acabamos falhando vergonhosamente.

Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/18
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II REIS 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
13 de março de 2026, 0:50
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387 palavras

serpente de bronze. Ver Nm 21:6-9. Esta é a primeira referência a esta serpente depois do tempo de Moisés. … Por esse tempo … era considerada uma relíquia sagrada e se pensava que possuísse qualidades especiais. Ao queimar incenso diante dela, o povo dava a esta serpente de bronze a veneração que deveria prestar somente a Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1052.

Neustã. Possivelmente “deus de bronze”, da mesma raiz da palavra heb. nehosheth, “bronze”. CBASD, vol. 2, p. 1052.

não deixou de segui-Lo. Ezequias também errou (2Rs 20:12-19), mas ele nunca abandonou o Senhor. CBASD, vol. 2, p. 1052.

13 as cidades fortificadas. Senaqueribe alegou ter conquistado 46 cidades muradas em Judá. CBASD, vol. 2, p. 1054.

19 que confiança…? Ezequias havia posto sua confiança em Deus (2Cr 32:7, 8), e os embaixadores assírios se referiam a essa confiança no Senhor (2Cr 32:10, 11). CBASD, vol. 2, p. 1055.

23 dois mil cavalos. O mensageiro assírio tentou ridicularizar a limitada força militar de Judá. Os assírios subiram com um grande exército de cavalaria, e por isso 2 mil cavalos não significavam nada para eles. CBASD, vol. 2, p. 1056.

24 um só capitão. Zombou do povo por não ser forte o suficiente para repelir um único capitão do exército assírio, responsável por um dos mais fracos batalhões dentre os muitos que os assírios tinham em campo. CBASD, vol. 2, p. 1056.

26 aramaico. Esta afirmação mostra que a linguagem siríaca ou aramaica [de Aram, outro nome para a Síria] ainda estava em uso, entre assírios e hebreus. Materiais contemporâneos mostram que o aramaico passava a ser a linguagem da diplomacia e do comércio por toda a Ásia Ocidental. Entre os hebreus não era comum porque o povo não a compreendia. Após o exílio babilônico, o aramaico, aos poucos, tomou o lugar do hebraico entre os judeus. CBASD, vol. 2, p. 1056.

em judaico. Além de nesta narrativa e em seus paralelos (2Cr 32 e Is 36), a expressão ocorre somente em Neemias 13:24. A palavra “judeu” aparece primeiro em 2 Reis 16:6, mas, nos textos bíblicos posteriores o nome se torna comum. De acordo com o costume assírio contemporâneo, o povo do reino do sul já era conhecido como Yehudim ou judeus, e a linguagem deles [o hebraico], como judaica. CBASD, vol. 2, p. 1056.

34 de Hamate. Todas as cidades aqui listadas haviam caído diante do poder assírio havia pouco tempo. CBASD, vol. 2, p. 1057.



2Reis 18 — Rosana Barros by Ivan Barros
13 de março de 2026, 0:45
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“Fez ele o que era reto perante o Senhor, segundo tudo o que fizera Davi, seu pai” (v.3).

Após um capítulo um tanto desanimador, o capítulo de hoje acende uma luz no fim do túnel, pois o rei Ezequias foi o primeiro rei de Judá cuja fidelidade foi comparada à de Davi. O que os seus antecessores não fizeram, fez Ezequias: “Removeu os altos, quebrou as colunas e deitou abaixo o poste-ídolo” (v.4), removendo do meio de Judá tudo aquilo que fosse abominável ao Senhor. Mas a sua fidelidade, destacada nas Escrituras, foi fruto de sua confiança em Deus, de forma que não houve, nem antes nem depois dele, rei semelhante em Judá. Ele “se apegou ao Senhor”, seguindo Seus passos e observando os Seus mandamentos (v.6). Então, para onde quer que fosse, Deus o acompanhava e o fazia lograr bom êxito. E não podemos deixar de observar que o nome de sua mãe foi registrado: “se chamava Abi e era filha de Zacarias” (v.2). Certamente, uma menção que aponta para a educação de Ezequias nos caminhos do Senhor.

Confiança e entrega. Esses dois princípios são fundamentais para uma vida cristã vitoriosa. Ezequias confiou e se apegou a Deus. Geralmente confiamos nas pessoas que sabemos que nos amam, mas precisamos, em nosso dia a dia, depositar certo grau de confiança até em pessoas que não conhecemos. E em Deus, amados? Confiamos nEle, de fato? Uma coisa é certa: não existe alguém que nos ame mais do que Ele! E da confiança na operação divina dependem todas as coisas, inclusive, e principalmente, a salvação. Porém, apegar-se a alguém é diferente. Aquela pessoa torna-se seu confidente, com quem se pode contar em todos os momentos e que sempre estará ao seu lado. Apegar-se ao Senhor, portanto, significa uma união íntima, um relacionamento diário, fortalecido na Palavra e na oração.

Nas primeiras horas de cada manhã, Deus Se apresenta a cada ser humano e aguarda pacientemente pelo convite de fazer morada no coração e de conduzi-lo pelo caminho da verdade. Quando confiamos, nos apegamos. Portanto, apegar-se é resultado direto da confiança. E a pergunta feita pelo rei da Assíria ao povo de Judá, por intermédio de Rabsaqué, foi desafiadora: “Que confiança é essa em que te estribas?” (v.19). Em outras palavras: Que confiança é essa em que você se apega? A fé de Ezequias e do povo foi provada através de palavras de desânimo e de maldição, e o “assim diz o Senhor” foi desafiado pelo “assim diz o rei” (v.29). “Calou-se, porém, o povo” (v.36), em obediência às ordens de Ezequias, o que revela o grau de influência que o rei exercia sobre o povo e o quanto este confiava nele.

Todo cristão é desafiado a cada dia com a mesma pergunta: Que confiança é essa em que você se apega? Se essa confiança não gerar o apego ao Senhor e a entrega completa do coração, não se trata de confiança, mas de presunção. Muitos afirmam seguramente confiar em Deus; contudo, nas oportunidades de provar a teoria, a prática falha. Nem sempre falar é a melhor solução. Bater de frente com quem prova a nossa fé pode ser a resposta da nossa falta de confiança na ação divina. Conforme está escrito, calar-se diante da afronta é sábio: “o homem prudente, este se cala” (Pv 11:12) e também é cristão: “e, como ovelha muda perante os Seus tosquiadores, Ele não abriu a boca” (Is 53:7). Talvez Ezequias tenha errado ao tentar aplacar a ira do rei da Assíria com presentes e tributos, mas sua atitude pacífica foi considerada pelo Senhor, e Ele mesmo lutaria em favor do Seu povo.

O nosso desafio diário é viver em conformidade com Aquele em quem dizemos confiar. Somos cartas de Cristo para o mundo (2Co.3:2-3) e nossa vida deve ser uma tradução compreensível e coerente do que a respeito dEle está escrito. Assim como Rabsaqué usou o idioma local para intimidar o povo, o mal que nos cerca e tenta nos abalar conhece bem o idioma do nosso coração. E ele vem para trazer os dejetos do pecado, tentando nos fazer acreditar numa falsa paz ou numa aparência de piedade. Rabsaqué não desafiou a força e a capacidade dos judeus, mas do próprio Deus. Ele comparou o Senhor com os deuses fajutos das demais nações e ainda teve a ousadia de declarar-se um enviado de Deus. Suas ofertas de uma “terra de cereal e de vinho, terra de pão e de vinhas, terra de oliveiras e de mel, para que vivais e não morrais” (v.32), são uma repercussão das palavras do diabo, a antiga serpente: “Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares” (Mt.4:9) e “É certo que não morrereis” (Gn.3:4).

Ao nos questionarem a respeito de nossa confiança, que a nossa vida seja uma firme declaração: “Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio” (Sl.91:2). Ezequias foi um líder que conduzia o seu povo a seguir os passos da fé. Sua integridade tornou-se uma força poderosa. Que tipo de liderança ou de influência estamos exercendo sobre nossos semelhantes? Muitos estão como o povo que estava sobre os muros, ouvindo palavras desencorajadoras e sem saber para que lado seguir. A oferta de Senaqueribe era tentadora, assim como é a oferta do pecado. Se Ezequias não tivesse demonstrado com sua vida que valia a pena confiar em Deus e manter um relacionamento íntimo com Ele, o povo não teria escolhido seguir suas ordens. Ezequias permaneceu seguro e firme no poder do Senhor dos Exércitos! Que a sua vida seja uma resposta diária de confiança e de intimidade com Deus. Confie e apegue-se a Deus e Ele fará de você um instrumento singular na finalização de Sua obra.

Nosso Deus e Senhor, o inimigo tem se levantado com seus agentes, clamando em alta voz palavras de engano e de morte com aparência de verdade e de vida. Seu discurso tem sido muito convincente, senão a Tua Palavra não diria que os perdidos serão como a areia do mar. Mas nós não queremos ficar em cima do muro ouvindo essas palavras malditas, nem tampouco perder o nosso precioso tempo respondendo o que não nos convém. Nosso Pai Celestial, queremos ser Teus amigos como foi Abraão, a ponto de reconhecermos e distinguirmos a Tua voz em meio ao barulho deste mundo. Confiamos no Senhor e nos apegamos a Ti, pela fé! E Te fazemos esta oração no maravilhoso nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, amigos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#2REIS18 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II REIS 18 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
13 de março de 2026, 0:30
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II REIS 18 – Quando as coisas vão de mal a pior, nem tudo está perdido, pois o Deus do impossível que rege a história pode suscitar alguém que fará a diferença numa sociedade em declínio.

O jovem rei Ezequias erradicou práticas pecaminosas, e também promoveu a piedade entre o povo de Deus. Pela primeira vez a Bíblia apresenta alguém retirando os “lugares altos” (II Reis 18:4); os quais “eram locais onde o povo adorava. Abraão, Jacó, Josué e outros ergueram altares para sacrifício e adoração, e Samuel e outros profetas sacrificaram em lugares altos. De alguma forma, podemos considerar que equivaliam naquele tempo aos edifícios das igrejas locais. Mas, sendo que as nações vizinhas também adoravam em santuários locais, as práticas pagãs continuamente ameaçavam infiltrar-se até nos altares constituídos para o Deus de Israel. A fim de lidar com o problema, os reformadores começaram a consolidar os sacrifícios e outras práticas de adoração, tanto quanto possível, no Templo em Jerusalém. Assim, os líderes religiosos oficiais tinham mais controle sobre o que o povo fazia” – explica Jim Zackrison.

Não apenas “os altos” foram corrompidos; inclusive um sistema ilustrativo do evangelho foi adulterado. A serpente de bronze, que servira para revelar Cristo, tornou-se objeto idolatrado; então, foi devidamente erradicado por Ezequias (II Reis 18:1-6). Fica a dica: Quando influências pagãs penetram na adoração, é necessário promover reformas radicais!

A determinação em servir a Deus resulta em bênçãos, o que inventiva ao reformador avançar. Com algumas vitórias, Ezequias rompeu a aliança vassala com a Assíria, que respondeu com ameaças e argumentação lógica, tentando colocar o povo contra Ezequias e se render (II Reis 18:7-37).

Reflita:

• Como há pessoas sábias acima da média, há também pessoas espirituais acima da média. Desde Davi, Ezequias foi o rei mais piedoso de Judá. Embora tivesse falhas e fraquezas, como todos nós temos (II Reis 18:14-16), ele não despencou para a desobediência extrema que trouxera o fim a Israel, o reino do norte (II Reis 18:9-12).

• Quando alguém deseja fazer a coisa certa perante Deus, desafios gigantescos surgem para interceptá-lo. Fazer o certo geralmente suscita grandes problemas; contudo é preferível lidar com os problemas de fazer a coisa certa, do que sofrer com os problemas por fazer a coisa errada.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II REIS 17 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
12 de março de 2026, 1:30
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Texto bíblico: II REIS 17 – Primeiro leia a Bíblia

II REIS 17 – BLOG MUNDIAL

II REIS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II REIS 17 by Jeferson Quimelli
12 de março de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/17

A Bíblia diz que nosso Deus é ciumento e isso é mostrado neste capítulo. Ele queria que Israel não tivesse deuses além dele. No entanto, os israelitas ainda adoravam outros deuses. Então Ele permitiu que a decisão deles seguisse suas consequências naturais e eles foram levados para a Assíria. E, no entanto, eles ainda não aprenderam e Deus teve que usar os assírios para ensiná-los a serem leais a Ele.

Nem sempre podemos perceber, mas passamos por problemas semelhantes aos israelitas. Pode não ser tão claro quanto adorar outros deuses, mas muitas vezes também deixamos de colocar Deus em primeiro lugar em nossas vidas e acabamos não sendo tão leais a Deus como Ele é a nós. Nestes momentos, é muito importante reconhecer o problema rapidamente e identificar o que está nos mantendo afastados de nosso tempo com Deus. Quando isso acontece, Deus está sempre a nossa espera para nos ajudar a voltar a Ele. E do mesmo modo como Ele foi capaz de usar os assírios para ajudar os israelitas a reconhecerem seu erro, Ele também envia outras pessoas para que nos ajudem em nosso tempo de necessidade.Existe algo que está tomando o lugar de Deus em sua vida?

Suvan Campbell
Aluna da Great Lakes Adventist Academy
Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/17
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II REIS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
12 de março de 2026, 0:50
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428 palavras

13 voltai-vos. Esta era a única atitude que Deus não poderia tomar pelo povo. Deus convida, pleiteia, incentiva e insiste, mas nunca coage. Se os seres humanos não entregarem sua própria vontade, não há nada que Deus possa fazer pela salvação deles (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 1045).

14 de dura cerviz [ARA, de “cervical”] “endureceram seus pescoços”, NVI. Uma metáfora para rebelião obstinada (Andrews Study Bible).

23 foi Israel transportado da sua terra para a Assíria. Pouco se sabe das tribos do norte depois de levadas para o cativeiro [as chamadas “tribos perdidas de Israel”]. Muitos provavelmente se fundiram com os povos entre os quais viviam e perderam sua identidade. Outros continuaram a adoração a Yahweh e se uniram aos judeus do cativeiro babilônico (ver Jr 50:4, 20, 33)  (CBASD, vol. 2, p. 1049)

26 o Deus daquela terra. Um bom exemplo da maneira de pensar dos pagãos politeístas. Acreditavam eles que cada localidade tinha seus próprios deuses; por isso seria necessário aprender o culto local no território de Samaria (nome dado ao reino do norte, Israel, depois da deportação dos israelitas,)  (Bíblia Shedd).

29 povo de Samaria (NVI). A população mista do território que o Reino do Norte tinha antes. Esses povos de descendência mista acabaram sendo chamados samaritanos. Em tempos posteriores, os samaritanos rejeitaram a idolatria de suas origens politeístas e seguiram os ensinos de Moisés, incluindo-se o monoteísmo. No período do NT, Jesus testemunhou a uma mulher samaritana (Jo 4.4-26), e muitos samaritanos foram convertidos pelo ministério de Filipe (At 8.4-25) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

os samaritanos (ARA). Esta é a única passagem no AT em que este povo é chamado assim  (CBASD, vol. 2, p. 1045).

41 Até o dia de hoje. É evidente nestas palavras que o escritor não era um contemporâneo dos eventos que descreve, mas que viveu depois dessa época, talvez depois da destruição de Judá. … Assim termina a história de Israel: um povo que deveria ter sido um “tesouro peculiar” (KJV) do Senhor “dentre todos os povos” (Êx 19:5). … Pouco se sabe das tribos do norte depois de levadas para o cativeiro. Muitos provavelmente se fundiram com os povos entre os quais viviam e perderam sua identidade. Outros continuaram a adoração a Yahweh e se uniram aos judeus do cativeiro babilônico (ver Jr 50:4, 20, 33).  Alguns retornaram com os exilados de Judá sob a liderança de Zorobabel e Esdras (Ed 8:35; 1Cr 9:3). Nos tempos do NT, os judeus e seus prosélitos eram encontrados na Média, Pártia, Elão, Capadócia, Frígia, Egito, Líbia, Cirene, Creta, Arábia e em todo o leste (At 2:9-11). Não se sabe quantos desses eram descendentes dos israelitas levados cativos para a Assíria.  (CBASD, vol. 2, p. 1049).



2Reis 17 — Rosana Barros by Ivan Barros
12 de março de 2026, 0:45
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“Assim, estas nações temiam o Senhor e serviam suas próprias imagens de escultura; como fizeram seus pais, assim fazem também seus filhos e os filhos de seus filhos, até ao dia de hoje” (v.41).

Hábitos, costumes, tradições, raízes culturais fazem parte da história de cada ser humano e são coisas difíceis de serem mudadas, que dirá esquecidas. Mas Israel e Judá esqueceram de suas origens e da aliança feita com o Senhor, Deus de seus pais: Abraão, Isaque e Jacó. Tornaram-se desobedientes e se envolveram com as abominações e com os costumes idólatras das nações vizinhas, ignorando que “o Senhor lhes havia ordenado que não as imitassem” (v. 15). Estamos diante de uma realidade espiritual de cortar o coração. A pergunta é: será que ela ficou no passado?

Deus sempre teve um povo para chamar de Seu e que promove a verdadeira adoração. No capítulo de hoje, vimos que um sacerdote foi enviado aos pagãos que foram habitar em Samaria, “e lhes ensinava como deviam temer o Senhor” (v.28). Da mesma forma, Deus preserva hoje um “sacerdócio real” (1Pe.2:9), que busca ensinar, por preceito e por exemplo, o “assim diz o Senhor”. Mas, em meio ao relativismo, sincretismo, feminismo, pluralismo, legalismo, formalismo, mundanismo e tantos outros “ismos”, o puro evangelho de Cristo acaba sendo deturpado e as ideias humanas colocadas acima da sabedoria divina.

Quando a nação eleita deu as costas ao Senhor, tornou-se escrava não somente das nações inimigas, mas de suas próprias paixões e condescendências. O culto misto foi promovido pela nova população de Samaria e se enraizou de tal forma que foi transmitido de geração em geração (v.41). Quando transformamos a adoração em manifestações de tradição ou cultura, perdemos o foco do que realmente significa temer a Deus e deixamos de atender ao apelo solene e urgente: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7).

Existe algo de maravilhoso na mensagem do primeiro anjo de Apocalipse. O Deus Criador convida a obra-prima de Sua criação a viver na Terra o que os nossos primeiros pais viveram originalmente: uma vida de comunhão pessoal com Ele. Através de Sua Palavra, podemos visualizar o incomparável e santo caráter de Deus descrito em linguagem que podemos compreender. “O Senhor advertiu a Israel e a Judá por intermédio de todos os profetas” (v.13). O mesmo Ele tem feito hoje, em nossa geração. Quando Deus levanta um povo para chamar de Seu, Ele mesmo define a sua identidade, como foi com a descendência de Jacó: “a quem deu o nome de Israel” (v.34).

A nossa identidade revela quem somos, de onde viemos e para onde estamos indo. Se a perdemos, ou se ela simplesmente deixa de ser relevante, então nossa história cai no esquecimento porque o nosso padrão deixa de ser santo e torna-se comum. A Bíblia deixa bem claro que a causa do cativeiro assírio não foi apenas uma questão de conquista territorial, mas a consequência inevitável de andar “nos costumes estabelecidos pelos reis de Israel” (v.8), e não nos mandamentos e estatutos do Rei dos reis. Porque “não deram ouvidos; antes, se tornaram obstinados” e “não creram no Senhor, seu Deus” (v.14).

Eu pergunto: como pode o povo de Deus fazer diferença no mundo se o mundo e os seus costumes “tomaram posse” (v.24) do coração do povo de Deus? Percebam que o rei da Assíria “trouxe gente de Babilônia” (v.24) e de outras regiões para habitar em Samaria, enquanto os israelitas foram espalhados pela Assíria. Do mesmo modo, Satanás tem infiltrado seus agentes no meio do povo de Deus e trabalhado para que muitos sejam espalhados, perdendo o vínculo com o sagrado. Como a verdadeira adoração no santuário envolvia a música certa, as vestimentas certas, as pessoas escolhidas para o serviço, as cerimônias a serem observadas, precisamos ser bem sinceros e refletir um pouco (e nem precisa refletir muito para chegar a uma conclusão): a minha adoração reflete a imagem de Deus ou a imagem de meus “próprios deuses” (v.29)? Estou adorando ao Senhor conforme “está escrito” ou segundo o que eu acho ser o correto?

Amados, ou o povo de Deus entende que pesa sobre ele a responsabilidade de educar uma geração de verdadeiros adoradores, ou cairá na maldição de estar prestando um culto misto e abominável e transmitindo esta derrota a “seus filhos e os filhos de seus filhos” (v.41). Então, enquanto prossegue em uma adoração misturada e impura, incorre no perigo de passar pelo que Israel passou, e insistentemente, a Bíblia repete que o Senhor “o afastou da Sua presença” (v.18); Ele “os expulsou da Sua presença” (v.20); “o Senhor afastou a Israel da Sua presença” (v.23). E isso, amados, porque Israel quis andar “nos costumes estabelecidos pelos reis de Israel” (v.8); quis andar conforme as nações pagãs, “das quais o Senhor lhes havia ordenado que não as imitassem” (v.15); “andaram nos costumes que Israel introduziu” (v.19); “procederam segundo o seu antigo costume” (v.40).

Como vimos, costumes podem ser incorporados em nossa vida como maldições muito difíceis de serem eliminadas. Como o Senhor falou a Israel e os advertiu “pelo ministério de todos os Seus servos, os profetas” (v.23), temos hoje em mãos a santa e pura Palavra de Deus e “o espírito da profecia” (Ap.19:10), que estão a preparar um povo para o retorno de Jesus. Não há desculpas para a ignorância diante da luz que recebemos, amados. Isso, porém, não nos autoriza a julgar ou condenar nossos irmãos. Pelo contrário. Fomos chamados como testemunhas, não como acusadores. Tenhamos sempre em mente que a nossa cidadania não é daqui. E como cidadãos do reino celestial, nosso caráter deve refletir o amor com que Cristo nos amou. E como Cristo nos deixou exemplo e como aquele sacerdote enviado aos habitantes de Samaria os ensinou “como deviam temer o Senhor” (v.28), que, pela graça de Deus, nossa voz, nossas atitudes e nossa vida sejam a repercussão de um claro e sonoro “está escrito”.

Pai de amor eterno, o capítulo de hoje é um tanto assustador, pois não se trata apenas do relato de um passado remoto, mas também da triste realidade dos nossos dias. Aquele povo estava com o coração dividido e Jesus declarou que não podemos servir a dois senhores. Pai, por vezes nos pegamos confusos sobre muitas coisas que temos visto acontecer no meio do Teu povo. Parece que uma nuvem cinza paira sobre nós! Não vemos a hora de estarmos na pátria celeste, onde tudo será claro e livre de confusão ou dúvida. Clamamos por ouvidos sensíveis à voz do Espírito Santo e um coração submisso à Tua vontade para que não tenhamos medo de tomar decisões, ainda que isso nos custe perseguição e má compreensão. Tão somente queremos ser aprovados por Ti, Senhor. Ajuda-nos, ó Deus! Socorre-nos! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, cidadãos da pátria celeste!

Rosana Garcia Barros

#2REIS17 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II REIS 17 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
12 de março de 2026, 0:30
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II REIS 17 –Nossa vida pode ficar arruinada do dia para noite se perseveramos dias, meses e anos em rejeitar os preciosos planos e princípios de Deus para nossa vida.

Tristeza. Devastação. Destruição. Aflição… Nossa situação será horrorosa, caso não formos radicais em nosso compromisso com Deus e Sua Palavra!

II Reis 17 é o auge do alerta divino não apenas ao leitor do Antigo Testamento, mas a cada leitor atento dos dias atuais. Nessa altura da história, Israel despenca para sua ruína total; e, o escritor inspirado apresenta os motivos. Antes de considerá-los, medite nas orientações, recomendações e advertências divinas em Levítico 26 e Deuteronômio 27 e 28.

Três itens sobressaem como razões primordiais para Israel ir para o cativeiro assírio:

• Amnésia teológica: O povo de Deus esqueceu o livramento no Egito, da conquista da Terra Prometida, dos Mandamentos básicos, e da importância da voz profética (II Reis 17:7-17).
• Politeísmo: Esquecendo-se dos feitos de Deus, a idolatria foi facilmente inserida na adoração israelita. Divindades astrais, da fertilidade, divindades que exigiam sacrifícios de crianças, etc. foram aderidas pelo povo de Deus (II Reis 17:14-20).
• Sincretismo: A mistura de práticas pagãs com a religião verdadeira corrompeu o relacionamento com Deus, levando o povo à infidelidade a Deus (adultério espiritual) e feitiçarias (II Reis 17:21-23).

Por tais práticas, Israel desapareceu do mapa. Nunca mais recuperou-se! A mistura de povos resultou nos samaritanos (II Reis 17:24-41). Judá poderia aprender a lição de sua irmã, mas infelizmente seguiu pelo mesmo caminho. “O escritor está cônscio da existência da Assíria, mas mesmo assim alega que Israel e Judá não têm nada a temer caso sirvam a Yahweh. A teologia permeia e afeta perceptivelmente a ideia que o autor tem da história. Visto que Deus governa a história, Ele determinará o futuro de Israel e da Assíria. Meras circunstâncias não determinam o que vai acontecer. Deus determina, e Judá será o próximo a morrer”, reflete Paul House.

• A teologia é importante. A negligência do estudo profunda das Escrituras torna-se empecilho para a pratica da genuína religiosidade.

• A teologia espúria só é aceita quando não se conhece a fundo a teologia pura. E, as consequências de corromper a revelação de Deus nas Escrituras são desesperadoras.

É melhor buscar a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.