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Texto bíblico: I CRÔNICAS 5 – Primeiro leia a Bíblia
I CRÔNICAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/5
Desde o início, aquelas tribos que escolheram ficar do “outro lado” do rio Jordão foram vistas com suspeita. Eles eram frequentemente considerados menos leais a Deus do que as tribos que atravessaram o Jordão, apesar de terem cumprido sua promessa de ajudar as outras tribos a conquistarem a terra que Deus lhes havia prometido. Embora este capítulo termine com a idolatria e o cativeiro, também fala de vitórias que essas tribos obtiveram pela confiança em Deus.
Existe alguém ou algum grupo de pessoas que você considera estar do “outro lado”? Você questiona a dedicação deles para com Deus? Você questiona se Deus está disposto a trabalhar neles e por meio deles? Os limites que traçamos podem não ser os mesmos que Deus traça. Quando somos muito rígidos na avaliação dos outros, corremos o risco de não perceber o que Deus está fazendo na vida deles. Também corremos o risco de perder as bênçãos que Deus deseja que desfrutemos através das vitórias deles.
Peça a Deus para ajudá-lo a tornar-se mais compreensivo para com aqueles que estão “do outro lado”. Esteja disposto a recebê-los em sua comunidade hoje.
Brent Hamstra
Diretor do Departamento de Química
Southern Adventist University, Tennessee EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/5
Tradução: Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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615 palavras
O cap. 5 trata das tribos que se estabeleceram a leste do Jordão: Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés [não confundir com o rei Manassés, da tribo de Judá]. Os v. 3 a 10 apresentam a genealogia de Rúben. Rúben era o primogênito de Lia, que também era a mãe de Judá e Simeão (Gn 35:23), cujas genealogias já foram apresentadas. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 138.
1. filhos de José. A herança de uma porção dobrada (Dt 21:15-17), que Rúben tinha perdido por seu pecado (Gn 35:22; 49:4), foi dada aos filhos de José (Gn 48:21, 22). CBASD, vol. 3, p. 138.
não foi contado como primogênito. Como primogênito, Rúben devia estar em primeiro lugar na genealogia, o qual foi ocupado por Judá. CBASD, vol. 3, p. 138.
2 o príncipe. Isto é referência à linhagem real de Davi (ver 1Sm 13:14; Mq 5:2). CBASD, vol. 3, p. 138.
6 Tiglate-Pileser. Trata-se de Tiglate-Pileser III, que investiu contra Israel nos dias de Peca (2Rs 15:29). CBASD, vol. 3, p. 138.
10 hagarenos. Um povo arameu conhecido como Hagarânu nas inscrições assírias de Senaqueribe, em que se diz que viviam na Síria. O Salmo 83:6 parece indicar sua proximidade de Moabe. CBASD, vol. 3, p. 138.
Basã. O antigo domínio de Ogue (Nm 21:33-35; Dt 3:1-12). “Todo o Basã” [“que estava ao norte de Gileade”] foi originalmente dado a Manassés (Dt 3:13; Js 13:30), ao passo que Gade recebeu o território de Gileade (Js 13:24, 25). CBASD, vol. 3, p. 139.
17 Jeroboão. Rei de Israel desde cerca de 793 a 753 a.C. … A frase “inscritos na genealogia”sugere que ele, provavelmente, tenha feito um censo das tribos ao leste do Jordão. CBASD, vol. 3, p. 139.
22 até o exílio. Os hagarenos foram despojados por completo de seus territórios, e os israelitas dominaram a terra até o cativeiro, nos dias de Tiglate-Pileser (ver os v. 6, 26). CBASD, vol. 3, p. 139.
25 cometeram transgressões. O cronista constantemente aponta os tristes resultados do pecado, esperando, desse modo, despertar Israel para os perigos da transgressão e as bênçãos da obediência. CBASD, vol. 3, p. 139.
26 Pul. Documentos contemporâneos de Babilônia identificam Pulu, ou Pul, como o nome babilônico de Tiglate-Pileser. … A forma singular do verbo hebraico traduzido aqui: “que os levou cativos” sugere que apenas um rei estava envolvido, e não os dois. CBASD, vol. 3, p. 139.
rubenitas. A submissão e a deportação das dez tribos do norte aconteceram em etapas sucessivas. A deportação das tribos da Transjordânia por Tiglate-Pileser [1ª leva] é descrita aqui. O mesmo rei assírio também invadiu o território das tribos do norte e levou seus povos ao cativeiro (2Rs 15:29) [2ª leva]. Quando Salmaneser fez o ataque final a Samaria (2Rs 18:9) [3ª leva], havia apenas um débil remanescente (ver com [CBASD] de 2Cr 30:6). CBASD, vol. 3, p. 139.
para Hala, Habor. Estes lugares são mencionados em 2 Reis 17:6 como localidades às quais os israelitas foram levados após a conquista de Samaria, em 722 a.C. Acredita-se que Habor seja outro nome para o rio Khabur, que desemboca no Eufrates. O vale de Khabur foi residência temporária de Abraão no seu percurso para Canaã (ver com. [CBASD] de Gn 11:31). CBASD, vol. 3, p. 140.
Gozã. Uma cidade da Mesopotâmia chamada de Guzanu pelos assírios. Ela está perto da nascente do rio Khabur, aproximadamente no meio do caminho entre Nínive e Harã, e é conhecida hoje como Tell Halâf. CBASD, vol. 3, p. 140.
[Nota: Estas últimas informações são úteis para sabermos para onde foram deportados os israelitas estabelecidos a leste do Jordão (Transjordânia) e no reino do Norte (Samaria) após o exílio assírio. Pode ser também que tenham sido remanejados pelos babilônios, responsáveis pelo exílio do reino do Sul (Judá). Muitas delas aparentemente se perderam e foram chamadas de “as tribos perdidas de Israel”. Entretanto, deve-se notar que durante a crescente apostasia do reino do Norte, muitos israelitas fiéis se juntaram ao reino de Judá, cf. 2 Crônicas 11:14-17; 15:9 e 19:4). Portanto, havia representantes de todas as tribos quando do retorno do exílio babilônico.]
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“Porém cometeram transgressões contra o Deus de seus pais e se prostituíram, seguindo os deuses dos povos da terra, os quais Deus destruíra de diante deles” (v.25).
O capítulo de hoje inicia relatando o desvio de conduta de uma pessoa e termina com o desvio de conduta de um grupo de pessoas. Sendo onisciente, Deus conhece o fim desde o começo. Ele sabia o que Rúben faria, mas não o desamparou por isso. Ele também sabia que aquele grupo das tribos transjordânicas que Lhe foram fiéis na guerra, em tempo de bonança Lhe dariam as costas, mas nem por isso os abandonou na peleja. É por isso que a justiça de Deus se difere da nossa, amados, pois está intrínseca e inseparavelmente ligada à Sua grande misericórdia.
O pecado de Rúben o levou a perder o direito à primogenitura, sendo esta conferida a José, filho de Jacó com Raquel. De Judá nasceria o Príncipe da Paz (Is.9:6), mas a atitude de José o fez maior do que seus irmãos, assim como vimos ontem com Jabez. O direito que Rúben tinha não impediu o Senhor de conferi-lo a José; assim como Davi, o menor dentre os irmãos, tornou-se o maior; assim também como Jacó prevaleceu sobre Esaú. A primogenitura, portanto, não concedia privilégios a quem nascia primeiro, se este não colocasse Deus em primeiro lugar em sua vida.
As tribos transjordânicas eram compostas pelos filhos de Rúben, pelos filhos de Gade e pela meia tribo de Manassés. Além de serem “homens valentes, que traziam escudo e espada, entesavam o arco e eram destros na guerra […] capazes de sair a combate” (v.18), formavam um só exército munido da única arma realmente eficaz: a confiança em Deus, “porquanto confiaram nEle” (v.20). Na luta, confiaram no Senhor e “de Deus era a peleja” (v.22). E Deus levantou entre eles “guerreiros valentes, homens famosos, cabeças de suas famílias” (v.24).
Porém, bastou a poeira assentar, bastou um momento de descanso das armas, e logo “cometeram transgressões contra o Deus de seus pais e se prostituíram, seguindo os deuses dos povos da terra, os quais Deus destruíra de diante deles” (v.25). Na guerra, confiaram em Deus; na bonança, O trocaram por abominações. Esta é uma realidade que tem se repetido a cada geração. Contudo, só conseguirá perseverar até o fim aquele que, dia após dia, reveste-se da armadura de Deus: a couraça da justiça, o cinto da verdade, os calçados da preparação do evangelho da paz, o escudo da fé, o capacete da salvação, a espada do Espírito, que é a Bíblia; e orando em todo o tempo, “vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:10-18). Se a nossa armadura estiver incompleta, amados, Satanás saberá onde nos atingir.
No grande conflito entre o bem e o mal, não há quem esteja neutro. Todos nós estamos inseridos na batalha que definirá o nosso destino eterno. Como adquirir a perseverança de que precisamos? Eis que a Palavra de Deus nos responde: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg.1:2-3). Quem lê o versículo 26 do capítulo de hoje sem a exata compreensão do todo, interpreta a ação de Deus como uma punição, e não como mais uma oportunidade de conversão.
O povo havia se “prostituído” com outros deuses, e o Senhor utiliza esta expressão todas as vezes que Seus filhos trocam a Sua aliança eterna pelas ofertas do príncipe deste mundo. Esta foi a realidade profetizada por Oseias: “porque a terra se prostituiu, desviando-se do Senhor” (Os.1:2). Mas o desejo de Deus não é o de castigar, mas o de corrigir para salvar: “e acontecerá que, no lugar onde se lhes dizia: Vós não sois Meu povo, se lhes dirá: Vós sois filhos do Deus vivo” (Os.1:10). Louvado seja o Nome acima de todos os nomes! Louvado seja o nome do Senhor, que não Se cansa de nos amar!
Eu bem sei que passar pela prova é desconfortável e, por vezes, desesperador, mas também é o momento em que mais nos aproximamos da experiência de sofrimentos de Jesus e, temos a oportunidade de ter nossa esperança e nossa fé aquecidas e fortalecidas, mesmo que nossa vontade não seja atendida. Quando engravidei pela última vez em 2020 e descobri que havia algo errado em minha gestação, clamei a Deus por um milagre. O milagre não veio da forma que pedi e desejei, mas o fato de ter feito de Deus a minha fortaleza, ainda que eu não compreendesse muitas coisas, me fez perceber que o inimigo pode até nos oprimir a ponto de ficarmos “como se estivéssemos morrendo e, contudo, eis que vivemos; como castigados, mas não mortos; entristecidos, mas sempre alegres” (2Co.6:9-10). Porque a nossa esperança está além deste mundo; ela está em Cristo e na fiel promessa de habitarmos com Ele para sempre.
Se perseverarmos no reavivamento e reforma através da Palavra de Deus e da oração, alcançaremos a vitória prometida, não por nossas justiças maltrapilhas, mas pela justiça de Cristo que, por Sua graça, venceu a guerra contra o pecado por nós. Mas, até lá, que na provação ou na bonança, estejamos vigilantes, sabendo que há um inimigo ao nosso redor “procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). “Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que O amam” (Tg.1:12).
Nosso Pai do Céu, clamamos pelo batismo do Espírito Santo! Clamamos pelo revestimento de toda a Tua armadura! Clamamos por um coração de carne, puro e submisso a Ti! Clamamos para que a nossa provação neste mundo nos prepare para o mundo porvir! Clamamos para que voltes logo! Em Cristo e por Cristo, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, perseverantes na provação!
Rosana Garcia Barros
#1CRÔNICAS5 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I CRÔNICAS 5 – É possível perder privilégios quando perdemos o respeito pelas orientações de Deus. Também podemos perder bênçãos por nossas práticas impróprias durante nossa existência.
A genealogia inicial de I Crônicas 5 mostra que o primogênito de Israel perdeu privilégios da primogenitura, que incluíam porção dupla da herança (Deuteronômio 21:17), devido à postura perversa frente aos princípios divinos. Isso sucedeu por ignorar a legislação divina e seguir seu próprio coração, cometendo incesto com Bila, a concubina de Jacó, seu pai (Gênesis 35:22).
Apesar disso, o texto deixa claro que Deus prosperou a tribo de Rúben, ampliou suas fronteiras, multiplicou seu gado em Gileade (I Crônicas 5:1-10). Deus é mais generoso do que nossa mente egoísta consegue perceber. Ele é mais gracioso do que nossa percepção pecaminosa pode assimilar. Contudo, sua graça e generosidade não premiam a corruptibilidade.
Não é nada bom perder privilégios familiares importantes; pior ainda é perder preciosas bênçãos de Deus por causa de atitudes impróprias e corruptas. A Assíria tomou posse da terra que fora prometida ao povo de Deus, porque esse povo devia ser fiel e submisso ao Soberano Deus; porém, eles seguiram outra direção. Então, colheram as consequências disso; por isso, Israel do Norte, cuja capital era Samaria, foi deportada pela Assíria. Deste modo, não apenas as propriedades foram perdidas, mas também a identidade (I Crônicas 5:6).
O texto segue apresentando a genealogia de Gade e faz referência à descendência das tribos transjordânicas, onde também fica evidente a teologia do plantio e da semeadura que pode ser analisada em cada época e cultura (I Crônicas 5:11-26; Gálatas 6:7-9). Após apresentar os líderes familiares da metade da tribo de Manassés, o texto afirma que embora Deus fosse gracioso e os abençoasse com soldados valentes e liderança destacada, eles “foram infiéis para com o Deus dos seus antepassados e se prostituíram, seguindo os deuses dos povos que Deus tinha destruído antes deles. Por isso o Senhor incitou Pul, que é Tiglate-Pilesser, rei da Assíria, a levar as tribos de Ruben e de Gade e a metade da tribo de Manassés para Hala, Habor, Hara e para o rio Gozã, onde estão até hoje”.
Nós somos responsáveis por boa parte dos nossos infortúnios; não o Deus que deseja o melhor para nós! Reavivemo-nos, então! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I CRÔNICAS 4 – Primeiro leia a Bíblia
I CRÔNICAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/4
Na leitura de hoje somos lembrados de nossa herança espiritual.
Os filhos de Judá e de Simeão compuseram a base do remanescente de Israel. Esses descendentes se agarraram à terra de seus pais através da adversidade e do tempo, até hoje. A partir desses descendentes, podemos traçar a árvore genealógica da família de Judá à medida que segue desde uma pequena cidade de Belém, até José, marido de Maria, mãe do nosso Salvador Jesus (Mt 1:1-16).
Um destes filhos tem sua história bem comentada na cultura popular religiosa recente: Jabes. Interrupções de curta duração, como esta história, fazem uma pausa nas genealogias e nos dão uma visão sobre as práticas religiosas nos tempos antigos. Podemos crescer em nossa própria relação com Cristo quando refletimos sobre a oração de Jabes.
Jabez era um homem de honra, mais ilustre do que seus irmãos, mas aparentemente não trouxe essa reputação do berço. O registro aqui mostra que ele causou muita dor a sua mãe no seu nascimento [Jabes, no original hebraico, quer dizer: “Ele causará dores”, cf. nota textual sobre o v. 9, NKJV]. Não está claro se isso foi emocional, físico ou algum outro sofrimento. No entanto, ele corajosamente pede a Deus para abençoá-lo, dar-lhe mais território e responsabilidade. Ele pede que o Espírito de Deus esteja com ele para que ele não peque. Por fim, diz ele, “que eu não cause dores a outros” (v. 10 NKJV).
Este filho de Judá pediu a Deus, simples, mas fortemente, pela honra espiritual básica e que pudesse viver para o benefício de outros. E Deus concedeu a ele os desejos de seu coração. O que nós estamos pedindo que Deus nos dê?
Christopher Beason
Network7 MediaCenter
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/4
Tradução: Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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637 palavras
2 Reaías. Os v. 2 a 4 apresentam as ramificações de Hur, o primogênito de Efrata, esposa de Calebe (2:19, 50). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 135.
9, 10 Jabez é lembrado por um pedido de oração, e não por um ato heroico. Em sua oração, ele pediu a Deus que (1) o abençoasse, (2) o ajudasse em seu trabalho (“expandir meu território”), (3) estivesse com ele em tudo o que fizesse e (4) o protegesse do mal e do dano. Jabez reconheceu Deus como o verdadeiro centro de seu trabalho. Quando oramos pela bênção de Deus, também devemos orar para que Ele assuma sua posição de direito como Senhor sobre nosso trabalho, nosso tempo em família e nosso lazer. Obedecê-Lo nas responsabilidades diárias é viver como um herói. Life Application Study Bible Kingsway.
9 Foi Jabez mais ilustre que seus irmãos. Há uma frase similar em Gênesis 34:19. CBASD, vol. 3, p. 135.
10 Deus lhe concedeu. Nada se sabe sobre as circunstâncias pelas quais Deus concedeu o pedido sincero de Jabez. O importante é que Deus ouviu sua oração de fé e derramou grandes bênçãos sobre Seu servo fiel. CBASD, vol. 3, p. 135.
Jabez orou especificamente para ser protegido do mal e da dor. Vivemos em um mundo caído, cheio de pecado, e é importante pedirmos a Deus que nos proteja do mal inevitável que surge em nosso caminho. Mas também devemos evitar motivos, desejos e ações malignas que começam dentro de nós. Portanto, não só devemos buscar a proteção de Deus contra o mal, mas também devemos pedir a Deus que guarde nossos pensamentos e ações. Podemos começar a utilizar sua proteção preenchendo nossas mentes com pensamentos e atitudes positivas. Life Application Study Bible Kingsway.
“Deus concedeu-lhe o que tinha pedido”, porque pediu em acordo com a Sua vontade (1 Jo 5.14). Bíblia Shedd.
A bênção através da oração e da confiança em Deus é um dos grandes temas de Crônicas. Bíblia de Genebra
15 Calebe, filho de Jefoné. Este parece ser, pelo menos, o terceiro Calebe mencionado nesta genealogia se for incluído “Calebe, filho de Hezrom” (ver 1Cr 2:18, 50; ver com. de 1Cr 2:18). CBASD, vol. 3, p. 135.
19 Abiqueila. Também chamada de Queila (AA). É uma cidade da planície de Sefelá (Js 15:44) [planície que desce para o mar Mediterrâneo], resgatada dos filisteus por Davi (1Sm 23). Agora ela é Khirbet Qîla, 12,6 km a noroeste de Hebrom. CBASD, vol. 3, p. 135.
21 obreiros em linho. Profissões deste tipo, nos tempos antigos, em geral eram restritas a famílias que trabalhavam num ofício transmitido de pai para filho. CBASD, vol. 3, p. 136.
24 Os filhos de Simeão. As genealogias de Simeão seguem as de Judá evidentemente devido á estreita relação entre as duas tribos (ver Jz 1:3). Simeão recebeu sua herança dentro dos limites de Judá (Js 19:1, 9). CBASD, vol. 3, p. 136.
27 não tiveram muitos filhos. Isto é, os outros clãs simeonitas (Nm 26:12-14). Durante os 40 anos de peregrinação, a população da tribo diminuiu em 60% (Nm 1:23; 26:14). Como resultado, ficou com menos da metade da média de todas as demais tribos. CBASD, vol. 3, p. 136.
Simeão virtualmente se fundiu com Judá, embora após a divisão do reino alguns elementos tivessem ido para o norte, sendo por isso contada dentre as dez tribos do norte (2 Cr 15.9; 34.6). Bíblia Shedd.
33 Baal. Ou Baalate-Ber (Js 19:8). Alguns a identificam com Ramá ou Ramote, do sul (ver 1Sm 30:27). CBASD, vol. 3, p. 136.
40 pasto farto e bom. Quando Isaque se mudou para gerar, encontrou um país que poderia alimentar seus rebanhos (Gn 26:14, 17-20). CBASD, vol. 3, p. 136.
os descendentes de Cam. Evidentemente, os cananitas (ver 1Cr 1:8). CBASD, vol. 3, p. 136.
42 monte Seir. Ao sul e ao leste do território de Edom. O nome monte Seir é usado comumente para designar a terra de Edom [Esaú]. CBASD, vol. 3, p. 137.
43 o restante dos que escaparam dos amalequitas. Sem dúvida, estes eram os amalequitas que se refugiaram em Edom das guerras de extermínio comandadas por Saul (1Sm 14:48; 15:8; cf. 2Sm 8:12). Amaleque, em parte, era de ascendência edomita (1Cr 1:35, 36). CBASD, vol. 3, p. 137.
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“Foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos; sua mãe chamou-lhe Jabez, dizendo: Porque com dores o dei à luz” (v.9).
No capítulo de hoje surge um intrigante descendente da tribo de Judá: Jabez. Eu sei que a maioria dos comentaristas se detém no testemunho de Jabez neste capítulo, mas não temos como passar por alto o que o Senhor fez questão de destacar nas Escrituras. Percebam que os versículos nove e dez parecem dar uma pausa na genealogia. Nós já lemos mais de duzentos nomes até agora e a Bíblia encaixa, em meio a tantos nomes, um que não sabemos de onde veio e nem para onde foi.
A biografia trazida em apenas dois versículos apresenta duas realidades: o nascimento de Jabez provocou muitas dores à sua mãe, por isso o seu nome, que significa “dor, sofrimento”. O seu nome o conduzia a um destino nada atraente, mas a sua atitude mudou o rumo da sua vida. Jabez fez uma oração pequena e simples, mas proveniente de um coração humilde e sincero: “Oh! Tomara que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a Tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição!” (v.10).
Jabez “invocou o Deus de Israel” (v.10) com inteireza de coração. Porém, vamos reler o que está escrito a respeito dele no versículo nove: “Foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos”. A palavra ilustre quer dizer “aquele que irradia luz”, que possui qualidades nobres e dignas de louvor. Ele, definitivamente, se destacava por ser aquilo que Jesus nos motiva a ser: “Vós sois a luz do mundo” (Mt.5:14). Mas para quê, amados? Para que sejamos melhores do que os outros? Não! Para que sejamos como Jabez, ilustres não aos nossos próprios olhos, mas diante do mundo, “para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt.5:16).
Jabez não fez uma oração motivado por desejos egoístas, mas para que continuasse sendo luz que irradia, que compartilha com o mundo a glória de Deus. Eis o porquê “Deus lhe concedeu o que Lhe tinha pedido” (v.10). Não sabemos de que forma a oração de Jabez foi atendida. Esse é o único registro bíblico sobre ele, fora aquele que diz que Jabez era uma cidade de Judá (1Cr.2:55). Mas se as Escrituras dizem que ele foi atendido, é porque, certamente, ele não pediu nada que Deus já não tivesse sonhado para ele.
Para Jabez era uma grande alegria ser fiel a Deus, porque ele confiava em Sua infalível fidelidade. Ele honrou a Deus com sua vida. Ele foi uma honra ao nome de Deus diante dos homens, e Deus o honrou. Precisamos tomar a mesma atitude deste homem que não sabemos em que lar nasceu, mas sabemos que Lar o aguarda. Sua vida, agora, pode estar sendo assombrada por “registros antigos” (v.22), mas eis que Deus promete apagá-los e trocá-los pelo “registro genealógico” (v.33) dos Céus!
Nem sempre nossas orações são atendidas como gostaríamos que fossem. Por vezes, Deus permite que soframos os embates do grande conflito para que, como Jó, nossa experiência nos leve ao verdadeiro conhecimento de Deus: “Eu Te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem. Por isso, me abomino e me arrependo no pó e na cinza” (Jó 42:5-6). Jó não teve suas orações atendidas conforme esperava, nem seus questionamentos respondidos. Mas, ao decidir erguer a sua fé acima das circunstâncias, obteve o único conhecimento que salva: “E a vida eterna é esta: Que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo a quem enviaste” (Jo.17:3).
Saibam que “o que desvia os ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável” (Pv.28:9). A oração, portanto, precisa vir acompanhada de atitude. Atitude de fazer a vontade de Deus acima da nossa. Atitude de representar com fidelidade que somos filhos do Senhor. E, para isso, precisamos nos entregar por completo aos cuidados do Espírito Santo. Então, seremos príncipes e princesas em nossas famílias (v.34). Deus resplandecerá sobre nós a luz da Sua face e seremos Seus luzeiros indicando ao mundo o caminho para pastos verdejantes, “terra espaçosa, tranquila e pacífica” (v.40), onde habitaremos com Ele para sempre.
Nosso amado Deus, a oração de Jabez representa a nossa oração nestes últimos dias, no sentido de que o Senhor nos leve para a Tua terra espaçosa e que a Tua mão seja conosco nos livrando do mal. Pai, já não nos interessam as coisas aqui desta Terra, mas almejamos a pátria superior, isto é, celestial! Batiza-nos com o refrigério do Teu Espírito para que o mundo seja iluminado com a Tua glória e Jesus volte em nossa geração. É o nosso clamor, Senhor! Por Cristo Jesus e por Tuas muitas misericórdias nós Te oramos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, ilustres filhos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#1CRÔNICAS4 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I CRÔNICAS 4 – Nomes significam pessoas. Pessoas são importantes para Deus. Apesar de cometerem pecados e estarem condenadas à morte, Deus criou um plano e trabalha nele almejando ardentemente salvar pessoas.
Sem Deus, as pessoas não são nada, não passam de nada, e não significam nada. Elas apenas passam pela vida… e, então, morrem – talvez deixando algum legado. Mas, Deus anseia que o destino das pessoas vá além de deixar meramente um legado. Deus quer que tenhamos vida eterna, num lugar perfeito, preparado por Ele para nós.
O capítulo em pauta considera as genealogias adicionais de Judá nos versículos 1 a 23. Depois, evidencia que Deus não foca apenas na tribo que Ele escolheu, nem rejeita as tribos que não foram escolhidas. Por isso, o capítulo contém também uma genealogia da tribo de Simeão, nos versículos 24 a 43.
Os nove primeiros capítulos de I Crônicas contam com vários versículos, tornando-os relativamente longos citando nomes de pessoas que passaram pela vida. No capítulo em questão, há um parêntese objetivando destacar ao ilustre Jabez, do qual se afirma ter sido “mais respeitado de sua família”.
Qual foi seu segredo? Leia várias vezes I Crônicas 4 inteiro, depois marque os versículos 9 e 10. Agora considere:
• Jabez faz parte de uma das mais breves biografias bíblicas, a qual está entre aproximadamente 500 nomes citados em genealogias. Ler longas listas genealógicas pode até parecer tedioso; mas, neste caso, se for lida com atenção, é possível encontrar segredos para obter uma vida de piedade.
• Jebez recebeu um nome pejorativo que na época era uma prática comum que determinava o destino de uma pessoa logo ao nascer. Seu nome significa “ele causa dores”, que pode estar relacionado ao seu nascimento; contudo, na vida adulta não conseguia livrar-se delas; entretanto, ele não se acomodou.
• Jabez teve sua situação determinada pela sua mãe ao relacionar seu nome à dor; porém, ele não aceitou tal limitação. Seu segredo foi a oração, a qual faz toda a diferença na existência dos jovens.
Jabez nos mostra que aqueles que oram por bênçãos de Deus, que anseiam sair do comodismo orando para que suas fronteiras sejam ampliadas para trabalhar mais, que suplica pela direção e proteção divinas… terão suas petições devidamente atendidas. Portanto, reavivemo-nos diariamente! – Heber Toth Armí.