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Texto bíblico: I REIS 6 – Primeiro leia a Bíblia
I REIS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1Rs/6
Deus, em Seu infinito amor e sabedoria por Seus filhos, desejou viver entre eles e Sua permanência dependeria de algumas poucas regras simples, algo como: “viva de acordo com Minha vontade expressa nos meus estatutos, regras e mandamentos”. Essa era a única maneira em que o Deus de perfeição poderia residir com Seus filhos. Do contrário, Sua glória teria feito com que eles perecessem.
Eu quase posso sentir o pedido de Deus. Era como se ele estivesse dizendo: “Eu desenvolvi o plano perfeito! Construa-me uma casa e obedeça aos meus mandamentos e poderemos ficar juntos para sempre!” Então Salomão a construiu. E ficou perfeita. Que empolgação a multidão deve ter experimentado no dia da sua inauguração! Que alegria deve ter enchido o coração de Deus!
Acontece que foi muito mais fácil para Israel construir o templo do que observar os mandamentos de Deus. Mas eu, sinceramente, não sei se teria feito um trabalho melhor. Entretanto, mesmo quando não sou confiável, agradeço que Deus seja a minha Rocha.
Apesar de nossas imperfeições, o desejo de Deus de estar entre nós é inabalável. Ele encontrou outra maneira. Alguém para ser o sacrifício. Alguém para ficar no abismo a fim de que pudéssemos andar com Ele novamente.
Sou muito grata porque Ele não desistiu de mim.
Sherry McLaughlin
IASD Troy, MI, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/6
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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693 palavras
1-13 O objetivo central era providenciar um lugar digno de ser chamado a casa de Deus. […] Além do mais, o templo era um tipo, principalmente do corpo de Jesus (Jo 2.21), depois, de cada crente (1Co 3.16) e, por fim, da igreja toda (Ef 2.21, 22). Cada um desses é o lugar de habitação de Deus, e a câmara interior – o Santo dos Santos – havia de ser a sala do trono da Shekinah de Sua presença. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.
4 janelas com fasquias fixas superpostas [Fasquia: ripa de madeira serrada, comprida e estreita Google]. Largas pelo lado interior da parede, essas janelas iam diminuindo gradualmente até formarem uma pequena abertura na parede externa. Bíblia de Genebra.
7 Em honra a Deus, o templo em Jerusalém foi construído sem o som de martelo ou de qualquer outra ferramenta no canteiro de obras. … A honra e o respeito se estendiam em todos os aspectos da construção desta casa de adoração. Este detalhe não está registrado para nos ensinar como construir uma igreja, mas para nos mostrar a importância de mostrar cuidado, atenção, honra e respeito a Deus e a Seu santuário. Life Application Study Bible Kingsway.
13 Este verso resume o propósito principal do templo. Deus prometeu que sua presença eterna nunca deixaria o templo enquanto uma condição fosse atendida: os israelitas tinham de obedecer à lei de Deus. […] Ao ler a história dos reis, você verá que a quebra da lei foi o resultado, não a causa do afastamento de Deus. Primeiro os reis abandonaram Deus em seus corações e então falharam em obedecer às Suas leis. Quando cerramos nossos corações a Deus, Seu poder e Sua presença em breve nos deixam. Life Application Study Bible Kingsway.
14 O conceito do templo de Salomão era mais de um palácio para Deus do que um lugar de adoração. Como lugar de habitação para Deus, era adequado que fosse ornamentado e lindo. Tinha pequenas dimensões porque a maioria dos adoradores se reunia do lado de fora. Life Application Study Bible Kingsway.
14-18 Do lado de dentro, tudo era de madeira de cedro, oliveira e cipreste revestida de ouro, ornada de diversos entalhes e recoberta com cortinas bordadas; as pedras não estavam à vista [v. 18]. O Santo dos Santos estava mergulhado em sombras, salvo quando a Shekinah brilhava no propiciatório sobre a arca, entre os querubins. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.
16 O Santo dos Santos, um cubo perfeito com cerca de 9,15 m de lado, era a área mais sagrada do templo. Era ali que ficava a Arca da Aliança (v. 19) e os dois querubins. Somente o sumo sacerdote tinha o direito de entrar ali, e mesmo assim somente uma vez por ano, no Dia da Expiação hebraico, Yom Kippur (Lv 16; 23.26-32; Nm 29.7-11. Bíblia de Genebra.
19 arca da aliança do SENHOR. Os dez mandamentos são chamados as “palavras da aliança” em Êx 34.28. As tábuas de pedra nas quais foram inscritos os dez mandamentos são chamadas “tábuas da aliança” em Dt 9.9. Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 palmeiras e flores abertas. Uma figura que fazia lembrar o jardim do Éden, em Gn 2. Embora nossos primeiros ancestrais tenham sido expulsos do paraíso por causa de sua rebelião contra Deus (Gn 3.24), e nós compartilhemos da expulsão deles, a comunhão com o Senhor continua possível, através da Sua graça. Bíblia de Genebra.
36 três ordens. Cada camada de pedras era separada por uma camada de vigas de cedro (cf Ed 6.4). Construções semelhantes têm sido desenterradas em Megido. Bíblia de Genebra.
38 no mês de bul. O nome canaanita para o oitavo mês, que corresponde a outubro-novembro. Andrews Study Bible.
sete anos. Sete é o número da perfeição. A história da criação se encerra com o sétimo dia enquanto que o relato da conclusão do templo se encerra com a menção dos sete anos. Andrews Study Bible.
A construção levou sete anos e meio, e o templo existiu durante quatro séculos, até ser destruído por Nabucodonosor. A construção do caráter, conforme o ideal de Deus, pode demorar mais, porém sempre é concluída. Primeiro vem a pedra, talhada com dificuldade; depois o cedro e a oliveira; por fim, o revestimento de ouro. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.
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“E habitarei no meio dos filhos de Israel e não desampararei o Meu povo” (v.13).
O estabelecimento do templo possuía um significado que ia muito além de um lugar de culto; era como um selo de pertencimento, uma pedra fundamental no coração do território que Israel já podia chamar de seu. Com toda a reverência devida a Deus, o santuário foi edificado “com pedras já preparadas” (v.7), de modo que não se ouvia ali ruído algum de instrumentos de ferro. No silêncio daquela grande obra, “veio a palavra do Senhor a Salomão” (v.12), confirmando a aliança feita com Davi, sob a condição de que ele permanecesse fiel à Sua Palavra.
Aquele templo representava o desejo do Senhor de habitar no meio do Seu povo e de cuidar dele. Israel deveria contemplar não apenas a beleza da casa de Deus, mas a santidade do Senhor da casa. Em cada detalhe havia um importante ensinamento — lições preciosas sobre o chamado divino ao Seu povo. Em cada compartimento e material escolhido, os filhos de Israel deveriam discernir, de forma didática, o plano da salvação. Tudo ali visava ao fortalecimento e preparo da nação como representante de Deus na Terra, a fim de que fosse luz para os gentios.
Sabemos que, em muitos momentos, a nação falhou. Seus reis e líderes espirituais foram, muitas vezes, os primeiros a dar as costas ao “Assim diz o Senhor”. A corrupção, a idolatria e a licenciosidade mergulharam Israel em trevas morais que, por vezes, sobrepujavam o paganismo das demais nações. Ao permitirem pequenas concessões e introduzirem costumes pagãos aparentemente inocentes, acabavam por ignorar os claros princípios do Céu, trocando o ouro pela escória. Foi assim que, após rejeitar Aquele que diziam aguardar e assassinar o justo Estêvão, Israel atingiu o ápice da rebelião, encerrando seu tempo de oportunidade e deixando de ser a nação eleita de Deus, conforme a profecia de Daniel (Dn.9:24-27).
Como Elias, que restaurou o altar; como João Batista, que preparou o caminho do Messias “no espírito e poder de Elias, para converter o coração dos pais aos filhos, converter os desobedientes à prudência dos justos e habilitar para o Senhor um povo preparado” (Lc.1:17), nós, como último movimento profético e templos do Espírito Santo, precisamos ser revestidos “inteiramente” (v.22) com o ouro refinado de Cristo, estabelecidos sobre a Rocha, para que nossa luz brilhe diante do mundo para a glória de Deus (Ap.3:18; Mt.7:24-25; Mt.5:16).
Em cada período da história, Deus levantou Seus servos, os profetas para advertir o Seu povo e conduzi-lo à salvação. Foi assim, por exemplo, no tempo de Noé. Notem que o templo de Salomão tinha três andares (v.8), assim como a arca (Gn.6:16). Salomão “cobriu o piso da casa com tábuas de cipreste” (v.15), e a arca também foi feita com “tábuas de cipreste” (Gn.6:14). Percebem, amados, que não se trata de coincidência? É o mesmo Deus, com a mesma finalidade, empenhado em salvar Seu povo em cada geração?. Pergunto: deixaria o Senhor o Seu último povo sem profecia, justamente às vésperas de enfrentar o tempo mais difícil da Terra? Não, amados! Há uma voz profética para nós hoje. Estamos dispostos a ouvi-la e vive-la?
O Senhor deseja colocar sobre nós o Seu selo definitivo de pertencimento (Ap.7:3), “como pedras que vivem” (1Pe.2:5), repreendendo os instrumentos de ferro do maligno e confirmando conosco a Sua aliança eterna. É seu desejo que o Espírito Santo realize esta obra de edificação em sua vida? O Senhor espera por você. Em nome de Jesus — que em breve voltará —, não rejeite esse chamado de amor eterno!
Querido Pai, com a mesma expectativa que ordenastes a Noé para construir a arca, e a Salomão para edificar o templo, hoje o Senhor deseja fazer de nós templos do Espírito Santo. Não mais um lugar de pedras, madeira e ouro, mas desejas habitar em nós, operando o milagre de nos conceder um caráter semelhante ao Teu, mediante um novo coração movido e governado pelo Espírito Santo. Ó, Senhor, que a Tua Palavra que é a verdade, que santifica, que liberta, que é a fonte do Teu conhecimento, que é a espada do Espírito, mais afiada do que uma espada de dois gumes, que ela seja o nosso firme alicerce, o nosso “piso” de cipreste e de ouro sobre o qual podemos andar com confiança plena e segura. Senhor, estamos cercados de discursos que muitas vezes nos deixam confusos. Por favor, em nome de Jesus, não nos deixe ser enganados por esta mescla da verdade com o engano, mas que andemos na pureza da Tua verdade presente! Por Jesus, nós elevamos a Ti este clamor, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, último movimento profético do Senhor Deus!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I REIS 6 – Cada aspecto da verdade divina precisa ser adaptada ao tempo e à realidade de cada sociedade. No deserto, o tabernáculo era desmontável e transportável, conforme o modelo que Deus mostrara a Moisés. Agora, estabelecidos na Terra Prometida, em lugar do Tabernáculo, seria erigido um Templo magnífico.
Conforme I Reis mostra, além das medidas, outras características diferenciariam o Templo de Salomão da Tenda do deserto; contudo, “os preparativos para a construção dessa casa para o Senhor precisavam estar de acordo com as instruções que Ele havia dado… As especificações referentes ao edifício eram repetidas frequentemente. Em todo o trabalho feito, essas especificações deveriam ser seguidas com a máxima precisão”, destaca Ellen White.
Ou seja, tanto quanto o Tabernáculo do deserto, o Templo de Salomão foi feito conforme a orientação do Senhor a ser adorado. Porém, considerando que a verdade é progressiva, Jesus declarou que estava chegando a hora em que “os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade”, independente do lugar ou construção física de casa (João 4:21).
Tendo em mente que a teologia é progressiva e adaptável, precisamos ampliar nossa mente e ver o Templo como a Igreja Viva constituída de pessoas. Juntamente com Jesus como pedra angular, os cristãos “estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Cristo” (I Pedro 2:4-9).
Com isso em mente, focado em I Reis 6, percebe-se que Deus não quer o nosso melhor, Ele espera nossa dedicação integral a Ele.
Deus não almeja que dediquemos parte de nossa vida, de nosso tempo, de nossos talentos e de nossas rendas; Ele deseja que Lhe sejamos inteiramente fieis em todos os aspectos da vida. Assim, Deus não quer o nosso melhor; Ele nos quer totalmente para Ele com todos os nossos defeitos e qualidades.
Deus sabe que sem Ele não somos nada, estamos condenados à morte por causa de nossas transgressões; então, quando Lhe entregamos tudo o que temos e somos, desfrutaremos de plena satisfação.
As preciosas e carinhosas Palavras de Deus a Salomão em I Reis 6:11-13 devem levar-nos à profunda reflexão diária. Atentamos para elas e reavivemo-nos seguindo os mandamentos e orientações de nosso amoroso Deus! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I REIS 5 – Primeiro leia a Bíblia
I REIS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1Rs/5
É incrível ver a amizade que se desenvolveu entre Hirão, rei de Tiro e Salomão, rei de Israel! Salomão foi capaz de testemunhar e de fazer que o Deus de Israel fosse conhecido por seus vizinhos. Isto é exatamente o que Deus espera de uma nação que afirma segui-Lo. É uma responsabilidade, tanto dos governantes, quanto do seu povo de conhecer as leis de Deus e os princípios que devem guiar seu país. Esta aliança com o rei de Tiro ajudou Salomão a estabelecer um dos períodos mais gloriosos da história de Israel.
Salomão queria construir um magnífico templo para adoração a Deus. Este templo seria um símbolo da presença de Deus com o Seu povo. Grandes pedras foram talhadas para a fundação da Casa de Deus. A fim de alcançar este grande sonho Salomão precisava de ajuda e trabalhadores. Cerca de 30.000 trabalhadores foram convocados. Durante um mês, eles trabalhavam no Líbano e depois ficavam dois meses em casa. Salomão novamente mostrou misericórdia e compaixão ao lidar com os trabalhadores.
Os empregadores de hoje, seguindo este exemplo de Salomão, bem fariam em demonstrar misericórdia e compaixão para com os seus trabalhadores.
Leo Ranzolin
Vice-presidente aposentado da Associação Geral
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/5
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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445 palavras
2, 3 Quando Davi se ofereceu para construir um templo, Deus disse “não” através do profeta Natã (2Sm 7:1-17). Deus queria que um pacificador, não um guerreiro, construísse sua casa de oração (1Cr 28:2, 3). Life Application Study Bible Kingsway.
…por ter derramado muito sangue, o Senhor não lhe permitiu que o fizesse (1Cr 22:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 817.
5 uma casa ao nome do SENHOR. O templo para Deus. Várias declarações bíblicas indicam que o trono de Deus se encontra no Céu, mas Seu nome habita no templo. Ver Sl. 11:4. Andrews Study Bible.
Dentro da cultura semita, um nome era concebido como se revelasse algo do caráter e da identidade de uma pessoa (Gn 17.5; 32.28; Êx 3.13-14; 34.6-7; Dt 12.5). Bíblia de Genebra.
6 Dá ordem. Aqui está um resumo de parte da mensagem de Salomão a Hirão dada de forma mais completa em 2 Crônicas 2:3 a 10. CBASD, vol. 2, p. 817.
7 Bendito seja, hoje, o SENHOR. Abençoar a Deus significa louvá-Lo. Hirão reconhece a grandeza do Deus de Salomão. Andrews Study Bible.
8 toda a tua vontade. Não se poderia esperar resposta mais gentil. Hirão se envolveu por completo com os planos de Salomão e concordou em fazer tudo o que ele pediu e com espírito voluntário e coração alegre. As tarefas deste mundo seriam muito mais leves se o mesmo espírito fosse encontrado com mais frequência no coração dos que têm oportunidades de reagirem a favores pedidos. CBASD, vol. 2, p. 817.
9 em jangadas. Quer dizer que os próprios troncos lavrados foram amarrados uns aos outros formando balsas. Bíblia Shedd.
até ao lugar que me designares. A cidade de Jope [hoje, parte de Tel-Aviv]. Andrews Study Bible.
11 Salomão deu a Hirão. O acordo entre Salomão e Hirão era vantajoso para ambos. … Ambos deram do que tinham e receberam o que precisavam, portanto, ambos foram beneficiados. CBASD, vol. 2, p. 818.
12 sabedoria. A sabedoria é necessária em todas as áreas da vida, seja na religião ou nos negócios, no governo bem como na agricultura, no lar e na escola. Ela promove contentamento e prosperidade, felicidade e piedade. A verdadeira sabedoria vem de Deus e conduz a Ele. CBASD, vol. 2, p. 818.
13 arregimentou trinta mil trabalhadores de todo o Israel (NVI). V. notas em 9.15; 2Sm 20.24. O ressentimento entre o povo contra esse tipo de trabalho forçado acabou levando a um levante civil e à divisão do reino de Salomão imediatamente depois de sua morte (12.1-18). Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 Gebal, hoje chamada Biblos, se localizava ao norte da atual Beirute, próximo da floresta de cedros. Life Application Study Bible Kingsway.
Gebal (ou Biblos) se tornara internacionalmente conhecida por seu comércio de papiro, a forma antiga de papel feita de folhas prensadas e secas da cana de papiro. Bíblia de Genebra.
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“Pelo que intento edificar uma casa ao nome do Senhor, meu Deus, como falou o Senhor a Davi, meu pai, dizendo: Teu filho, que porei em teu lugar no teu trono, esse edificará uma casa ao Meu nome” (v.5).
A parceria entre Davi e o rei de Tiro foi firmada mediante um presente de Hirão, que reconhecia o reinado do ungido de Israel enviando material e mão de obra para construir “uma casa a Davi” (2Sm.5:11). Davi interpretou esse gesto de cortesia como a confirmação do Senhor sobre o seu reino e a exaltação de Israel. Ao saber que Salomão estava “em lugar de seu pai” (v.1), Hirão logo enviou mensageiros ao novo rei para manter a relação pacífica, pois “sempre fora amigo de Davi” (v.1).
Dando início aos preparativos para a construção do templo, os milhares de homens envolvidos nessa grande obra nos concedem um vislumbre de sua dimensão. A “madeira e as pedras para se edificar a casa” (v.18) foram cuidadosamente preparadas, e os oficiais de Salomão (v.16) zelavam para que tudo fosse executado com ordem e excelência. O templo de Salomão certamente poderia ser considerado uma das maravilhas do mundo antigo. Contudo, essa suntuosa edificação seria futuramente destruída por Nabucodonosor, quando a Babilônia invadisse Jerusalém.
Apesar de se empregar a melhor mão de obra e os materiais mais nobres no primeiro templo, o Senhor mostraria ao povo que nada neste mundo pode superar a glória de Sua presença. Quando os judeus retornassem do exílio babilônico encontrariam apenas as ruínas do templo de Salomão. No entanto, sobre o segundo templo, foi-lhes profetizado: “A glória desta última casa será maior do que a da primeira” (Ag.2:9). O Senhor não se referia à arquitetura do lugar, mas a Quem entraria nele. Nas palavras do justo Simeão, ao tomar o menino Jesus nos braços, a profecia se cumpriu: “os meus olhos já viram a Tua salvação, a qual preparaste diante de todos os povos: luz para revelação aos gentios, e para glória do Teu povo de Israel” (Lc.2:30-32).
Onde há verdadeiros adoradores reunidos, unânimes no propósito de dar glórias a Deus, Ele ali Se faz presente. Independentemente do lugar físico, Ele deseja fazer de nossa vida a Sua habitação. Como está escrito: “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito Santo habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado” (1Co.3:16-17). O mistério de tornar corpos mortais e corruptos em morada do Espírito Santo só se torna possível se estivermos dispostos a permitir a Sua obra de reavivamento e reforma em nosso coração. Deus tem pressa em realizar essa obra em nós. Temos permitido que ela, de fato, aconteça?
Que mediante este sagrado privilégio, possamos dedicar tudo o que temos e o que somos no altar de Deus, pois estou plenamente certa “de que Aquele que começou boa obra em [nós] há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Fp.1:6).
Senhor, a Terra geme e a humanidade sofre pelos efeitos de milênios de pecado. Não precisamos de mais alianças e acordos políticos, Senhor. Precisamos do Teu Espírito habitando em nós e nos preparando para entrar no país celestial. Habita em mim, Jesus! Habita nos meus amados irmãos! Que o estudo da Tua preciosa Palavra continue sendo para nós a Tua carne e o Teu sangue, pois somente pela vida, morte e ressurreição do nosso Salvador temos a esperança da vida eterna. Capacita-nos para dar ao mundo o Teu último chamado! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, templos do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I REIS 5 – Deus precisa ser o primeiro em nossos planos, em nosso tempo, em nossa vida, em nosso coração e estar acima de bens materiais. Uma entrega a Deus não deve ser de 10% apenas, nem pela metade. A vida de fé deve ser integral, diária, sistemática, para então chegarmos a ser cristãos íntegros.
O dízimo e as ofertas são apenas símbolos bem pequenos que evidenciam uma entrega bem além de parcial. Quando nos rendemos totalmente a Deus, viveremos exclusivamente para Ele; isso é muito mais que mera frequência ao culto (templo) para adoração.
O amor de Davi por Deus o moveu a sonhar com a construção de um grande templo. Sua filosofia era que, se ele vivia em um palácio, Deus não deveria ter uma tenda como casa. Embora fosse impedido de executar seu plano devido a ter derramado muito sangue, seu filho executaria com maestria os sublimes anseios de seu piedoso coração (I Reis 5:3-5).
Desta forma, I Reis 5 aborda o tema dos preparativos que Salomão fez para a edificação de um grande e imponente templo ao Deus que é Onisciente, Soberano e Onipotente. Deus faz o melhor a nós que merecemos o pior; portanto, nossa resposta a Ele deve ser sempre a melhor!
Refletindo atentamente nesse texto, é possível considerar piamente que Deus não quer apenas nosso melhor; Ele espera nossa dedicação integral a Ele.
Certamente, Deus não almeja que lhe dediquemos somente parte de nossa vida, dons, talentos, tempo, e rendas; Ele deseja que lhe sejamos inteiramente fiéis em todos os aspectos da vida.
Sim, é claro que Deus não quer apenas o nosso melhor, Ele nos quer absolutamente; Seu anelo é que vivamos exclusivamente em função de Sua vontade, a qual é melhor que nossas vontades mesquinhas.
Como sendo Deus, e também nosso Criador, Ele sabe que independente dEle não somos nada e nossa vida fica desprovida de sentido; então, quando entregamos tudo o que somos e temos em Sua mãos, desfrutaremos de plena satisfação.
Sendo ainda bem jovem, Salomão dedicou-se a um empreendimento gigantesco para Deus. E nós, o que fizemos, estamos fazendo ou ainda faremos para Deus?
A rotina da vida diária indica se temos a Deus como nosso Deus de fato. Reflitamos nisso! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.