Reavivados por Sua Palavra


II REIS 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
26 de fevereiro de 2026, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: II REIS 3 – Primeiro leia a Bíblia

II REIS 3 – BLOG MUNDIAL

II REIS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



II REIS 3 by Jeferson Quimelli
26 de fevereiro de 2026, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/3

Você já esteve no meio de uma grande empreitada e descobriu que não tinha recursos para continuar? Israel e Judá se viram nessa situação.

Embora a guerra fosse sua própria ideia, o perverso rei Jorão culpou a Deus pelo que ele pensava ser a derrota iminente. O justo rei Josafá insistiu em pedir orientação e ajuda a Deus. O contraste entre fé e descrença nesta história é dramático.

Desânimo e pessimismo são frutos da incredulidade. Ao confiar apenas na habilidade humana, chega-se ao fim de seus recursos e a derrota é o resultado inevitável. Mas com Deus, nenhuma perspectiva é sem esperança.

É fácil para Deus suprir nossas necessidades físicas. Mas Ele se deleita em fazer mais do que isso. Ele promete orientação, libertação e vitória para aqueles que O buscam. Quando Deus revela uma saída, esta pode parecer impossível para o nosso raciocínio humano. Sua direção geralmente inclui algumas ações necessárias de nossa parte. Como cavar valas para a água em um vale seco, isso demonstra nossa fé e obediência à Sua liderança.

Quando confrontado com uma crise, qual é a sua primeira resposta? Escolha a fé que pode encher um deserto de água e libertar dos exércitos de Satanás.

Esther Baker
Igreja da Union Springs Academy
New York USA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/3
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II Reis 3 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
26 de fevereiro de 2026, 0:50
Filed under: Sem categoria

285 palavras

11 Será que não há aqui profeta do Senhor…? V. 1Rs 22.7. Somente depois de as estratégias dos próprios três governantes parecerem ter fracassado é que procuraram a palavra do Senhor (v. 12) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

14 não te daria atenção. Esta foi uma censura forte, mas oportuna e necessária. A honra de Deus estava em jogo. Um ímpio rei de Israel lançava sobre o Senhor a culpa por um desastre devido diretamente à sua loucura. Se Josafá não estivesse participando desse empreendimento, Eliseu se recusaria a interceder em nome do rei de Israel. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 950.

27 seu filho mais velho. O rei Mesa, num ato extremo de desespero, sacrificou seu primogênito ao deus Quemos, na esperança de obter perdão por seus pecados passados (Miq 6.7) e garantir uma vitória militar (Jz 11:30-40) (Andrews Study Bible).

em holocausto. A despeito da proibição divina (Deut. 18:10), Acaz, um rei posterior de Judá, sacrificou seu filho no fogo, seguindo as detestáveis práticas das nações circundantes (Andrews Study Bible).

grande ira contra Israel. Essa expressão, á luz do hebraico, normalmente faz alusão a uma visitação da ira de Deus. (Bíblia de Estudo NVI Vida).

…talvez devamos entender que os aliados ficaram abalados pelo terror supersticioso da ira da divindade local. (Foi justamente naquela época da história de Israel que a idolatria se acentuara entre os israelitas) (Bíblia Shedd).

A devoção de Mesa ao seu deus Quemos [ou Camos] foi maior que a lealdade de Israel ao Senhor. O descontentamento causou a imediata retirada da campanha militar de Israel contra Moabe (Andrews Study Bible).

A natureza exata dessa indignação contra Israel não é descrita, e os detalhes da forma em que operou não são revelados. CBASD, vol. 2, p. 952.



2Reis 03 — Rosana Barros by Ivan Barros
26 de fevereiro de 2026, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Disse Eliseu: Tão certo como vive o Senhor dos Exércitos, em cuja presença estou, se eu não respeitasse a presença de Josafá, rei de Judá, não te daria atenção, nem te contemplaria” (v.14).

Com a morte de Acazias, não havia herdeiro direto para sucedê-lo, e seu irmão, Jorão, reinou em seu lugar. Fez este “o que era mau perante o Senhor; porém não como seu pai, nem como sua mãe” (v.2). Adoradores convictos de Baal, Acabe e Jezabel construíram uma reputação de maldade difícil de ser superada. Contudo, nos pecados em que caiu Jeroboão, Jorão também consentiu. Diante da ameaça do rei de Moabe, ele logo buscou a ajuda de Josafá. O rei de Judá já havia saído à guerra em favor de Acabe e quase perdera a vida pela desonestidade daquele rei; ainda assim, Josafá mostrou-se prestativo e saiu em favor do novo monarca de Israel.

Como na situação anterior, Josafá sugeriu que fosse consultado um profeta de Deus — atitude que revela sua constante devoção ao Senhor. Eliseu foi indicado e os reis, incluindo o de Edom, “desceram a ter com ele” (v.12). Jorão foi desmascarado por aquele que, de Deus, recebera discernimento para perceber sua malícia: “Que tenho eu contigo? Vai aos profetas de teu pai e aos profetas de tua mãe” (v.13). Como homem de Deus, Eliseu recebeu o dom de discernir espíritos (1Co.12:10) e, não fosse pela “presença de Josafá” (v.14), o profeta sequer teria atendido ao ímpio rei de Israel. Parece uma atitude dura, mas era apenas o efeito da incompatibilidade entre a luz e as trevas.

A presença do rei de Israel era tão inconveniente, que Eliseu usou o louvor, à semelhança de Davi quando tocava a sua harpa e afastava de Saul o espírito maligno (1Sm.16:23), para que o mal fosse dissipado e pudesse receber de Deus o poder para transmitir a Sua palavra. É certo que muitas vezes precisamos conviver com pessoas difíceis, mas isso não deve impedir-nos de lhe sermos úteis, conforme a vontade de Deus. Eliseu, por vontade própria não queria estar ali; entretanto, ele tinha uma obra maior a realizar, uma obra que não era sua, mas do Senhor. Por respeito a Josafá conteve a sua indignação. Pois muitas vezes Deus age em favor dos maus por causa dos bons que os cercam. Os ímpios são abençoados por amor dos justos e, com isso, recebem também a oportunidade de saírem das trevas para a luz, e da sequidão para a terra de abundantes águas (v.20).

Precisamos entender que Deus odeia o pecado, amados, mas Ele ama o pecador. E da mesma forma devemos ter repulsa aos atos de maldade, mas misericórdia de quem age assim. “Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm.12:18). Notem que existe no texto duas condições: “Se possível” e “quanto depender de vós”. Isto é, nem sempre é possível manter uma relação pacífica com todos, mas que esta impossibilidade não surja de nossa parte. Não foi sem razão, por exemplo, que Deus manteve Elias longe de Israel por um bom tempo. Percebem? Certamente, Eliseu sabia que se Jorão pudesse, lhe tiraria a vida, assim como Jezabel havia feito com os demais profetas do Senhor. Contudo, não cabia a Eliseu a vingança e nem deixar de comunicar os oráculos de Deus. Porém, no que dependesse dele, tudo o que dissesse ou fizesse deveria ser um amontoado de brasas vivas sobre a cabeça de Jorão (Rm.12:20).

Que pela graça de Deus possamos escolher, como Eliseu, andar na presença do Senhor para que não tornemos “a ninguém mal por mal”, porém nos esforcemos “por fazer o bem perante todos os homens” (Rm.12:17). Porque em breve há de ser revelada “a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18). Até lá, amados, não é nossa a obra de fazer este julgamento, mas do Justo Juiz. Eis o que Deus espera de nós: “Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo.13:35).

Senhor, nosso Deus, Josafá foi um bom rei, temente a Ti e que não se negava a ajudar até mesmo os reis ímpios de Israel, talvez porque ele ainda nutrisse alguma esperança de Israel ser novamente um só povo. Mas como isso não aconteceu no passado, nesses últimos dias aqueles que esperam o reavivamento de toda a igreja, esperam por algo que não vai acontecer, devido à dureza de coração de muitos. Nós, porém, queremos estar entre os que receberão a chuva serôdia e o poder para o alto clamor. E hoje, mais do que nunca, necessitamos de sabedoria em nossos relacionamentos para mantermos uma mente saudável em meio a um mundo emocionalmente doente. Socorre-nos, Deus Todo-Poderoso! Nós clamamos, em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, instruídos pelo Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#2REIS03 #2REIS3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II REIS 3 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de fevereiro de 2026, 0:30
Filed under: Sem categoria

II REIS 3 – Há bênçãos e vitórias que desfrutamos devido à fidelidade alheia. Há orações respondidas por conta da consagração de outras pessoas. Deus é misericordioso com pessoas ímpias por causa daqueles que dependem dEle. Isso deve instigar-nos!

O rei Jorão de Israel foi beneficiado pelo profeta Eliseu, graças à presença de Josafá, rei de Judá. O profeta deixou isso muito claro ao procurarem-no para solucionar um problema de falta de água quando enfrentavam os moabitas (II Reis 3:5-20).

Graças a presença de Josafá, Deus concedeu vitória a Edom e Israel sobre seus inimigos (II Reis 3:21-27). Tal fato deve servir de advertência e incentivo aos que estão alheios a Deus!

O início do capítulo mostra que as obras de Elias e Eliseu surtiam algum efeito na vida do rei de Israel. Embora fosse filho do perverso rei Acabe e da cruel rainha Jezabel, Jorão retirou a coluna de Baal erigida por seu pai. Isso pode-se caracterizar um tipo de reforma espiritual; porém, precisa ser analisada mais atentamente:

1. Reforma espiritual que não provém de reavivamento espiritual será incompleta e defeituosa. Nenhuma reforma que não partir de dentro para fora, será apenas paliativa. Se o Espírito Santo não operar no coração do pecador, nenhuma ação promoverá reforma verdadeira. Jorão não orou, não leu a Bíblia, não levou o povo à consagração. Apenas retirou a coluna de Baal que seu pai havia construído!
2. Reforma espiritual que não erradica o pecado não pode ser considerada válida. Superficialidade na reforma não transforma o coração. Embora a missão de Elias e Eliseu possa ter influenciado Jorão a retirar o coluna de Baal, ele não foi além disso. Conquanto fosse a versão melhorada de seus pais, Jorão praticou os pecados Jeroboão – fazendo pecar ao povo de Deus.
3. Reformas espirituais que não transformam o caráter dos pecadores não passam de reavivamentos superficiais, sem aprovação de Deus. A verdadeira espiritualidade torna o crente em fiel a Deus, revelado no trato ao próximo. Assim, transformação do coração é mais importante que erradicação dos emblemas da falsa religião.

A secularização do cristianismo atual evidencia que precisamos de reavivamento e reforma que realmente transforma cada membro da igreja.

Temos de ir além da superficialidade, e mergulhar fundo na verdadeira espiritualidade bíblica…

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II REIS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
25 de fevereiro de 2026, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: II REIS 2 – Primeiro leia a Bíblia

II REIS 2 – BLOG MUNDIAL

II REIS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

II Reis 2:9 – Porção dobrada do espírito

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



II REIS 2 by Jeferson Quimelli
25 de fevereiro de 2026, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/2

Quando tentados a se preocupar com a administração da obra de Deus, devemos nos lembrar de que Deus tem Sua mão de mestre sobre todas as mudanças e sucessões.

Eliseu passou um tempo em humilde serviço a Elias, recebendo sua orientação, antes de ser convidado a assumir o lugar do seu predecessor. Ele teve várias oportunidades de tomar o caminho mais fácil, mas estava determinado a não abandonar seu posto.

Ao pedir uma porção dupla do espírito de Elias, Eliseu estava pedindo a bênção da primogenitura de um filho mais velho. Somente Deus, não Elias, poderia conceder seu pedido. Deus ama dar o Seu Espírito àqueles que pedem, a fim de qualificá-los para o Seu serviço.

Quando Deus designar você para ocupar uma posição, Ele providenciará o treinamento, o poder e o respeito necessários para fazer o trabalho para a Sua glória. A questão é: você permanecerá fielmente na posição de um servo, fazendo um trabalho humilde, até que Deus ache adequado lhe dar maiores responsabilidades? Quando o manto da responsabilidade lhe for passado, você vai pegá-lo com fé e coragem? Você verá o “rio Jordão” como uma oportunidade ou um obstáculo?

Deus ainda está disposto a dividir o Jordão, curar as águas e defender Seus obreiros. O trabalho de Deus não para quando um grande líder se aposenta.

Esther Baker
Igreja da Union Springs Academy
New York USA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/2
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II REIS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
25 de fevereiro de 2026, 0:50
Filed under: Sem categoria

688 palavras

os discípulos dos profetas. Nos dias de Elias e Eliseu, existiam várias “Escolas de Profetas”. Não se faz claro, exatamente, o que nelas se estudava, mas compreende-se que eram centros de treinamento espiritual […] Aqui Elias está fazendo sua visita de despedida a três escolas: Gilgal, Betel e Jericó. Bíblia Shedd.

que me toque por herança porção dobrada do teu espírito (ARA). NVI: “Faze de mim o principal herdeiro”.

Não quer dizer que Eliseu queria ter duas vezes o poder de Elias, mas sim, estava querendo ser herdeiro da missão profética de Elias, e por isso, a porção dupla era a herança do primogênito, comparada com as dos demais filhos. Bíblia Shedd.

Eliseu não estava expressando o desejo de ter um ministério duas vezes maior que o do Elias. Usava, isso sim, uma linguagem tirada das leis da herança, para expressar seu desejo de continuar o ministério de Elias. A lei da herança atribuía uma porção dupla das posses do pai ao filho primogênito (v. Dt. 21.17). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ao falar de uma “porção dobrada” do espírito de Elias, Eliseu não estava pedindo o dobro do poder de Elias. Ele não estava pedindo mais do que havia sido dado ao idoso profeta, nem uma posição mais elevada ou mais habilidade. A expressão utilizada é a mesma de Deut. 21:17, que denota a porção da propriedade de um pai que devia ser dada ao filho mais velho. Assim, o pedido de Eliseu era apenas que ele fosse tratado como o filho mais velho do profeta que partia […] era o reconhecimento de um direito espiritual, a fim de ser considerado filho espiritual, primogênito do idoso profeta, e que, assim, fosse habilitado a continuar o trabalho iniciado por Elias. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 938.

O filho mais velho, em uma família israelita, herdava uma porção dobrada da propriedade dos pais (Dt. 21:17). Eliseu desejava ser o sucessor principal de Elias, que operaria milagres com o mesmo espírito. Bíblia de Estudo Andrews.

10 pedido difícil. Embora Elias tivesse recebido anteriormente instruções de ungir Eliseu como sucessor (1Rs 19.16, 19-21), a reação de Elias demonstrou claramente que a questão dependia exclusivamente do beneplácito soberano do Senhor. Bíblia Shedd.

18 Estes discípulos acreditavam em milagres, mas nunca em uma viagem diretamente aos céus. Bíblia Shedd.

20 tigela nova. O que seria usado no serviço do Senhor não poderia ser contaminado pelo uso profano (v. Lv 1.3,10; Nm 19.2; Dt 21.3; 1Sm 6.7). Bíblia de Estudo NVI Vida.

sal. Desde tempos antigos o sal tem sido valorizado por suas propriedades preservativas. Figurativamente, simboliza a lealdade do povo à aliança de Deus (Nm 18.19; Jz 9.45.  Andrews Study Bible.

Qualquer ideia de um efeito mágico do sal na purificação da água é excluída pela declaração explícita de que o próprio Senhor purificou a água. Bíblia Shedd.

23 sobe, calvo! [ARA; NVI: “Suma daqui!”]. Como Betel era o centro do culto praticado pelos reis do norte (1Rs 12.29; Am 7.13) e que Elias e Eliseu, sendo se sabia, frequentavam Samaria […] os jovens de Betel devem ter tomado por certo que Eliseu estava subindo a Samaria a fim de continuar a luta de Elias contra a apostasia da família real. (Alguns acreditam que os jovens, na sua zombaria, estavam mandando Eliseu subir ao céu como Elias fizera). Bíblia de Estudo NVI Vida.

calvo! A calvície era incomum entre os judeus antigos, e os cabelos luxuriantes parecem ter sido considerados um sinal de força e vigor [cf. histórias de Sansão e Absalão] … Ao chamarem Eliseu de “calvo”, o jovens de Betel expressavam o total desdém daquela cidade pelo representante do Senhor, o qual, segundo achavam, era destituído de poder. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Uma maneira de zombar de uma pessoa. A aparência de Eliseu era diferente dos cabelos de Elias. Tendo em vista que cabelo significava força e vigor, os jovens provavelmente estavam zombando da falta de poder profético de Eliseu. Andrews Study Bible.

24 os amaldiçoou em nome do Senhor. Eliseu impetrou uma maldição semelhante à maldição segundo a aliança, em Lv 26.21, 22. O resultado serviu de aviso prévio do juízo que viria contar a nação inteira caso esta persistisse […] na apostasia (ver 2Cr 36.15). Bíblia de Estudo NVI Vida.



2Reis 02 — Rosana Barros by Ivan Barros
25 de fevereiro de 2026, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho” (v.11).

Para mim, esta é uma das histórias mais lindas da Bíblia, em termos de fé, amizade, lealdade e recompensa. Podemos identificar tudo isso e muito mais no capítulo de hoje. Pela primeira vez, a Bíblia destaca a sucessão de um profeta de Deus. Até aqui temos visto apenas a linha de sucessão dos reis de Israel e de Judá. Elias, porém, foi o profeta que ganhou evidência não só nos livros das histórias dos reis de Israel, mas também foi citado por profetas menores, no Novo Testamento e seu nome recebeu destaque no cumprimento até mesmo de profecias para o tempo do fim.

No livro de Malaquias está escrito: “Eis que vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor” (Ml.4:5). Esta profecia não se trata do retorno da pessoa de Elias, mas de sua missão. A obra dada a Elias de restaurar a verdadeira adoração é o que vai dar cumprimento ao último sinal antes do fim (Mt.24:14). Semelhante a João Batista, que veio “adiante do Senhor no espírito e poder de Elias” (Lc.1:17), Deus chamou a Sua igreja nos últimos dias, como afirmou Jesus: “De fato, Elias virá e restaurará todas as coisas” (Mt.17:11). Assim como a ressurreição de Moisés representa os que serão ressuscitados no Dia do Senhor (Jd.9), a trasladação de Elias ao Céu simboliza os que estarão vivos naquele Dia: “A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1Co.15:52). Isto explica o fato destes dois personagens terem aparecido na transfiguração de Cristo (Mt.17:3), como uma representação dos frutos do “penoso trabalho de Sua alma” (Is.53:11).

Eliseu foi o único a acompanhar tudo de perto. Não se apartou de Elias um único instante, e de seu mestre recebeu preciosas orientações. A companhia de Elias era-lhe agradável e lhe fazia sentir-se mais próximo de Deus. Não há bênção maior nesta terra do que pessoas que nos edifiquem espiritualmente. Elias nos deixou uma grande e importante lição que Jesus transformou em uma comissão: “Ide, portanto, fazei discípulos” (Mt.28:19). A amizade entre Elias e Eliseu fez de Eliseu um fiel discípulo e a responsabilidade que sobre ele cairia foi o que o levou a fazer um ousado pedido: “Peço-te que me toque por herança porção dobrada do teu espírito” (v.9).

Eliseu não estava pedindo para ser melhor do que o seu mestre, e sim reconhecendo a sua completa dependência do poder divino e, em humildade, reconhecendo que só o dobro do poder poderia lhe capacitar para o cumprimento de tão solene missão. A postura que teve diante dos discípulos insensatos revelou a sua prudência diante dos assuntos do alto. A atitude daqueles homens representam pessoas que não sabem guardar discrição, e, em tom de “inocentes comentários” saem divulgando o que não lhes convém. Mesmo que eles tenham expressado uma verdade, a repetida resposta de Eliseu “Também eu o sei; calai-vos” (v.3 e 5), nos deixa um legado de que aqueles que mantêm o foco na missão não perdem tempo com o que não os edifica.

A lealdade de Eliseu para com Elias e, acima de tudo, para com o Senhor, foi a chave que lhe abriu as portas da sucessão profética e o fez contemplar um vislumbre da glória divina. Nenhum daqueles discípulos estava pronto para receber tal incumbência e viver tamanha experiência. Eliseu teve a honra de contemplar os seres celestiais, e, muito em breve, os filhos do reino também o terão. E o privilégio de Elias de subir aos Céus sem passar pela morte, os justos vivos hão de ter, como está escrito: “nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados […] entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:17).

Mas para todos os zombadores, que insistem em escarnecer e maldizer os filhos do reino, lhes sobrevirá repentina destruição, assim como foi com os quarenta e dois rapazinhos que zombaram do profeta de Deus. A zombaria daqueles insolentes: “Sobe, calvo! Sobe, calvo!” (v.23), não foi simplesmente um bullying a respeito da calvície de Eliseu, mas um escárnio aberto à ascensão de Elias. Era como se dissessem: “Vai subir com Elias também não, careca?”. Escárnio que o próprio Deus fez questão de vingar. Amados, “de Deus não se zomba” (Gl.6:7). Não fiquemos insistindo em falar e em fazer o que não nos é conveniente. Sempre que vier à nossa língua a vontade de comentar acerca do que não nos diz respeito, lembremos do conselho de Eliseu: “Calai-vos”! E quando quisermos insistir em ir aonde Deus não nos mandou, lembremos da admoestação de Eliseu: “Não vos disse que não fôsseis?” (v.18).

O Senhor tem planos surpreendentes na vida de todo aquele que, como Elias e como Eliseu, se entrega a Seu serviço. Que nossa vida seja usada por Deus como guia para o nosso próximo e que estabeleçamos laços de amizade íntima com pessoas que nos edificam para o reino dos céus. Lembremos que “Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos” (Tg.5:17), mas que através de sua comunhão com Deus teve uma vida extraordinária. Hoje, precisamos clamar pela “porção dobrada” (v.9) do Espírito Santo, a fim de que estejamos prontos e preparando outros para a volta de Jesus. Se Eliseu precisou de uma porção em dobro, que dirá nós, após quase seis mil anos de pecado! E ainda que diante de nós se levantem muitas águas, Deus nos fará passar “em seco” (v.8) ou as tornará saúde para nossa alma (v.21). É só uma questão de tempo, meus irmãos. Logo veremos não mais apenas uma carruagem de fogo, mas inúmeras delas com incontáveis anjos e Jesus vindo nos buscar. “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20).

Nosso amado Deus, as experiências de Elias são tão fortes e marcantes que gostaríamos de ter muito mais escrito acerca dele, mas sabemos que temos o suficiente para o que o Senhor deseja nos ensinar e aplicar em nossa própria experiência. Ó, Senhor, que responsabilidade a nossa de sermos aqueles que representam a obra de Elias como a última a ser realizada nesta Terra. O nosso eu tem sido o nosso pior inimigo. Perdoa-nos, Pai! Tira de nós as vestes imundas da justiça humana, nos veste com as vestiduras brancas da justiça de Cristo e que elas sejam alvejadas diariamente no sangue do Cordeiro pela maravilhosa e constante obra do lavar renovador e regenerador do Espírito Santo. É o nosso clamor, em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, servos do Deus Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#2REIS02 #2REIS2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



2 Reis 2:9 – Porção dobrada do espírito by Jeferson Quimelli
25 de fevereiro de 2026, 0:35
Filed under: Sem categoria

Bom dia, caríssimos leitores,

Gostaríamos de destacar aqui a correta interpretação de 2 Reis 2:9, onde se lê:

“Havendo eles passado, Elias disse a Eliseu: Pede-me o que queres que eu te faça, antes que seja tomado de ti. Disse Eliseu: Peço-te que me toque por herança porção dobrada do teu espírito” (versão Almeida Revista e Atualizada).

Note que o texto registra que Eliseu pediu porção dobrada “do teu espírito“, ou seja, do “espírito de Elias” e não “do Espírito de Deus, que estava sobre Elias“. É uma diferença sutil, mas muito significativa.

Como se pode ver nos diversos comentários selecionados a respeito deste verso, a interpretação correta é que Eliseu queria ser o herdeiro do ministério profético de Elias, ou seja, receber o dobro da herança que Elias iria deixar aos outros profetas. Lembrem-se que os herdeiros principais, geralmente os primogênitos, recebiam o dobro da herança repartida entre todos os herdeiros ( Isaque, Jacó e José foram reconhecidos como principais, mesmo não sendo os primogênitos).

Assim, é incorreta a interpretação corrente do texto bíblico de que Eliseu pediu – e recebeu – “porção dobrada do Espírito Santo“. Não podemos ler o que a texto inspirado da Bíblia não diz.

Muito apropriadamente, a tradução NVI (Nova Versão Internacional), já traz a interpretação mais adequada: “Faze de mim o principal herdeiro de teu espírito profético”.