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Texto bíblico: I REIS 18 – Primeiro leia a Bíblia
I REIS 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1Rs/18
A história do Monte Carmelo termina com uma pergunta, um milagre e uma resposta. Depois de obter toda a sua atenção, Deus faz através de seu profeta uma pergunta que altera a vida: “Até quando vocês vão oscilar para um lado e para o outro?” (v. 21), ou, “Quanto tempo você vai vacilar entre duas opiniões?” Esse chamado a despertar tem a ver com uma decisão. Uma decisão de escolher fielmente a Deus como seu único Salvador. Uma relação de lealdade é sempre uma questão do coração. É por isso que Elias ora: “Responde-me, ó Senhor, responde-me, para que este povo saiba que tu, ó Senhor, és Deus, e que fazes o coração deles voltar para ti.” (v. 37).
Deus concorda e responde com um milagre impecável. Evidência de que Ele quer ser o Deus de todo o Israel com todo o Seu coração. E assim, a reação deles é a resposta grata: “O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!” O relacionamento deles com Deus Todo-Poderoso foi mais uma vez restaurado. Seus corações se voltaram para o Salvador!
Você está vacilando entre duas opiniões? Você está apaixonado por sua esposa e também por pornografia? Você está indo para a igreja e também para o mundo? Você é salvo pela graça e pelas obras? Hoje, Jesus está pedindo para você tomar uma decisão. Dê-lhe todo o seu coração! “Fixa teus olhos no Mestre” [Turn your eyes upon Jesus] (HASD, 206).
Denis Lachmann
Paramédico
Lago Constança, Alemanha
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/18
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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“Então, Elias se chegou a todo o povo e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu” (v.21).
Após três longos anos de seca, quando “a fome era extrema em Samaria” (v.2), “veio a palavra do Senhor a Elias” (v.1), ordenando ao profeta que retornasse a Israel. Entre os que serviam a Acabe, havia um homem chamado Obadias, descrito como alguém que “temia muito ao Senhor” (v.3). Enquanto Jezabel perseguia os profetas de Deus para os matar, Obadias providenciou esconderijo para cem deles, sustentando-os com pão e água (v.4).
Enviado para terras distantes com a missão de encontrar pasto para os animais, Obadias teve um encontro inesperado. Diante daquele que imediatamente reconheceu ser Elias, ele “prostrou-se com o rosto em terra” (v.7) em sinal de profundo respeito, e certificou-se: “És tu, meu senhor Elias?” (v.7). Uma reação totalmente contrastante com a do perverso rei Acabe que, movido por indignação, lançou sobre o profeta a acusação que logo recairia sobre si mesmo: “És tu, ó perturbador de Israel?” (v.17).
Ao abandonar os mandamentos do Senhor para seguir outros deuses, Acabe fez de Israel uma nação pagã. Apesar disso, o povo ainda mantinha o status de nação eleita do Senhor, embora suas obras revelassem o quão longe estavam de Deus. Foi nesse contexto de incoerência e de falsa adoração, que Elias subiu ao monte Carmelo para provar, de uma vez por todas, o poder da norma elevada de Deus na vida do crente fiel.
À pergunta que exigia uma posição inflexível e firme convicção, Elias só encontrou o silêncio daqueles cuja fé rasa precisava do sobrenatural para crer. Assim como o povo nada respondeu, também “não havia uma voz que respondesse” (v.26) aos rogos estridentes e derramamento de sangue dos profetas de Baal. Já sem forças e manquejando, tudo o que os idólatras conseguiram ouvir foi a potente voz de Elias a zombar de sua inútil e ridícula apresentação.
“Chegai-vos a mim” (v.30), foi o chamado do homem de Deus ao povo tremente. Provada a impotência de Baal, era hora de restaurar o altar do Senhor. Ali estava o altar da verdadeira adoração, constituído sobre o inabalável fundamento do “assim diz o Senhor”. No devido tempo (v.36), Elias orou e o fogo do Senhor consumiu o holocausto, a lenha, as pedras e a terra, e ainda “lambeu a água que estava no rego” (v.38). A voz do povo, antes emudecida, já não pôde ser contida: “O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!” (v.39). Os falsos profetas receberam o devido juízo e, em resposta à oração perseverante do profeta, “caiu grande chuva” (v.45).
A poderosa experiência de Elias provoca duas reações: a de Obadias ou a de Acabe. A ordem divina: “Crede em Meus profetas” (2Cr.20:20) encaixa-se perfeitamente na atitude de Obadias. A ironia de Acabe, por outro lado, representa com precisão a classe daqueles que se sentem incomodados pela presença dos fiéis servos de Deus. Em sua fidelidade e peculiar temperança, Elias tornou-se uma inconfundível norma que revelava os pecados do rei perverso e da nação errante. Em outras palavras, a presença de Elias causava desconforto aos ímpios obstinados.
Amados, eis que a última sentença dada pelo Senhor ao profeta Malaquias está ganhando cumprimento e se apressa para o fim: “Eis que vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor; ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que Eu não venha e fira a terra com maldição” (Ml.4:5-6). Em meio a um mundo corrompido pelo pecado e seduzido pelo engano, somos chamados a testemunhar de um Deus único e verdadeiro; a restaurar o altar do Senhor em nosso coração e em nossa casa. A andar com o Senhor em fidelidade ainda que isso nos custe a própria reputação.
Que a nossa vida, encharcada da chuva serôdia, dê ao mundo um testemunho claro e inconfundível de que só o Senhor é Deus!
Pai amado e querido, Deus misericordioso e justo, como o Senhor foi com Elias e o fortaleceu para aquele confronto, nós também necessitamos de Ti, do Teu Espírito, para o confronto espiritual que enfrentamos a cada dia. Derrama sobre nós a Tua chuva serôdia para que, mesmo perseguidos e injustiçados, perseveremos em andar Contigo em fidelidade. Necessitamos de um genuíno reavivamento e de uma mente sã para compreender a Tua verdade presente. Ajuda-nos, Pai! Reaviva-nos, Senhor! Faz-nos Teus verdadeiros adoradores, dando ao mundo o Teu último chamado! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, verdadeiros adoradores!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I REIS 18 – Histórias dos reis na Bíblia estão interligadas com histórias dos profetas verdadeiros. E a história dos servos de Deus muitas vezes é marcada por perseguição e morte.
Há polarização entre a verdadeira e a falsa religião em toda história humana. Por conseguinte, enfrentar dificuldades quase sempre caracteriza aos fieis servos de Deus neste mundo tenebroso.
O contexto deste texto mostra o tremendo avanço da religião de Jezabel no reino de Israel. “Trazendo de sua pátria centenas de oficiantes de Baal e Astarote, introduzindo os ritos do sistema do culto cananita e perseguindo e matando os adoradores de Yahweh, Jezabel provocou uma crise religiosa de primeira magnitude (I Reis 18:4, 19)”, conforme atesta Siegfried Horn.
Nesses dias, ídolos foram tratados como se fossem verdadeiros deuses; e o verdadeiro Deus foi ignorado. Contudo, o povo vivia um sincretismo religioso, adorava o verdadeiro Deus juntamente com os falsos.
Em situações tão extremadas como estas, é possível perceber três grupos de pessoas:
• Os fiéis, tementes a Deus e perseverantes como Elias, os 100 profetas escondidos e Obadias: Tais pessoas são usadas por Deus em diferentes posições sociais para cumprir Seus propósitos. Deus sempre preserva remanescentes em meio a uma sociedade perversa; alguns até em posição elevada, frente a ameaças e riscos. Deus sempre teve servos em lugares específicos para auxiliar ao Seu povo em momentos difíceis (I Reis 18:1-16).
• Os rebeldes, opositores dos servos de Deus e perversos como Acabe, Jezabel e os líderes espirituais da religião falsa: Estes propagam o erro, atacam a verdade e perseguem friamente aos representantes da verdade de Deus. Matam profetas e forçam um ecumenismo religioso em torno da falsa espiritualidade (I Reis 16:29-34; 18:10, 13-14, 17-18).
• Os frouxos, mornos e indecisos representados pelo povo comum: Tal grupo não toma decisão radical, adere ao que é conveniente; adapta-se facilmente a movimentos religiosos, independente se é falso ou verdadeiro. Estes precisam ser confrontados em sua letargia (I Reis 18:19-46).
Estes três perfis de pessoas estavam presentes no nascimento de Jesus, representado pelos diligentes magos, pelo perverso Herodes e pelo povo indeciso (Mateus 2:1-18); também estão presentes em nossos dias, conforme Apocalipse 3:15-16:
• Os quentes.
• Os frios.
• Os mornos.
Avalie-se: Como você está? Como Deus quer que você esteja? Reflita e reaviva-te! – Heber Toth Armí.
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2169 palavras
1 veio a palavra do SENHOR a Elias em quatro ocasiões sucessivas (17.2, 8; 18.1; 19.9). Deus tem muitas coisas a dizer-nos, se as quisermos ouvir. Sua palavra pode achar-nos em diversos lugares e atribuir-nos vários deveres; mas, viver por ela é realizar o plano de vida perfeito. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.
3 Obadias. O nome quer dizer “Servo de Deus” e é comum no Antigo Testamento…. Deus preservara Seus filhos até mesmo em ambientes pecaminosos, na própria política, onde a luz do crente deve brilhar (Mt 5.13-16). Bíblia Shedd.
5 para que salvemos a vida aos cavalos. A fome não moveu Acabe ao arrependimento […] Quando, porém, parecia correr risco a sua potência militar, buscou água e alimentos no país inteiro. Bíblia de Estudo NVI Vida.
De acordo com os anais do rei assírio Salmaneser III, Acabe possuía pelo menos 2 mil carruagens, portanto a provisão de comida e água para seus cavalos era essencial à manutenção do poder militar. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.
10 Segundo os costumes pagãos, que o rei adquiriu de Tiro, capital da religião cananéia, a morte do “feiticeiro” quebraria o “feitiço” (para os adoradores de Baal, era Baal que regia as forças da natureza; razão por que a luta contra alguém que profetizara uma seca teria de prosseguir até o fim). Bíblia Shedd.
7 És tu, meu senhor Elias? Ele [Obadias] fez essa pergunta não para obter informação, mas porque estava surpreso. “Estás aqui [em perigo], enquanto o rei tem te procurado por todos esses anos em todo o país?”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 899.
12 Não sei para onde o Espírito do SENHOR poderá levar-te. O desaparecimento anterior de Elias e agora o seu reaparecimento repentino deram a Obadias a ideia de que o Espírito do Senhor estava milagrosamente transportando o profeta de um lugar para outro. (v. 2Rs 2.16). Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 ó perturbador. O pecador nunca reconhece que é ele mesmo quem perturba o seu próprio íntimo, sua própria saúde, e seu próprio ambiente social. Sempre culpa a quem lhe desperta a consciência. Bíblia Shedd.
18 seguistes os baalins. A origem da aflição de Israel não era Elias, nem sequer a seca, mas a violação da lealdade à aliança. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A palavra hebraica Ba’al quer dizer “Dono”, “Senhor” e “Marido”. No paganismo de Canaã, [baalins, plural de baal] era o nome coletivo para expressar várias ideias que o povo fazia, das divindades da natureza, que seriam os protetores de certas regiões, especialmente de bosques e montanhas. Bíblia Shedd.
Em vez de adorar ao verdadeiro Deus, Acabe e sua esposa Jezabel adoravam a Baal, o mais popular deus cananita. As estátuas [ídolos] representando Baal eram geralmente feitas na forma de um touro, representando força e fertilidade e refletindo desejo lascivo por poder e prazer sexual [lembrando do famoso touro que se encontra à frente da Bolsa de Valores de NY]. Life Application Study Bible NVI Kingsway.
19 O monte Carmelo é uma alta cordilheira nas proximidades do mar Mediterrâneo, no qual os efeitos da seca seriam menos aparentes. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.
Esse monte projeta-se ao longo do litoral do mar Mediterrâneo, na direção oeste do mar de Quinerete (Galiléia). Visto que ficava próximo às cidades fenícias, provavelmente fosse muito forte ali a influência da religião de Baal. Bíblia de Genebra.
que comem da mesa de Jezabel. Esses profetas falsos eram sustentados pelo Estado (2.7 [outro exemplo da aplicação da expressão “comem da mesa”, com Barzilai, o gileadita]). Bíblia de Genebra.
21 Até quando vocês vão oscilar para um lado e para o outro? Se o Senhor é Deus, sigam-nO; mas, se Baal é deus, sigam-no (NVI). Elias colocou uma escolha nítida diante do povo. Seu intuito era criar um forte contraste entre a adoração ao Senhor e o culto a Baal, a fim de eliminar a ideia apóstata de que as duas deidades pudessem ser adoradas de modo sincretista. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Oscilar. A palavra hebraica assim traduzida é a mesma traduzida por “dançavam” no v. 26 (v. nota). Elias fala com ironia mordaz: Israel, na sua ambivalência religiosa, está meramente ocupada numa “dança” religiosa e fútil. Bíblia de Estudo NVI Vida.
24 o deus que responder com fogo. Visto que os seguidores de Baal acreditavam que Baal controlava o trovão, o relâmpago e as tempestades, o desafio de Elias atingiu o âmago desse poder alegado. Bíblia de Genebra.
26 dançavam em volta do altar. A dança extática cultiva fazia parte do ritual pagão que visava despertar a deidade para realizar alguma ação desejada. Bíblia de Estudo NVI Vida.
até o meio-dia. Os sacerdotes idólatras tinham tudo a seu favor, porque, ao meio-dia, o deus-sol estava no seu trono; mas não havia uma voz que respondesse. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.
manquejando. Os falsos profetas caminhavam ao redor do altar, ajoelhando-se a cada passo, fazendo uso alternado dos joelhos. Bíblia Shedd.
27 Elias zombava deles. Esses sacerdotes de Baal precisavam saber que o deus deles não podiam responder às suas orações. As palavras de Elias para eles foram expressões de completo desprezo. Os espectadores, que deviam decidir entre Yahweh e Baal, não ficaram isentos de ridicularização. CBASD, vol. 2, p. 901.
Clamai em altas vozes… pode ser que esteja… Os mitos de Baal retratam-no viajando, guerreando, visitando o submundo e, até mesmo, morrendo e voltando à vida. Elias sabia acerca dessas crenças e aproveitou-se disso, zombando dos seguidores de Baal. Bíblia de Genebra.
atendendo a necessidades. Esta frase é, provavelmente, um eufemismo com o sentido de aliviar o ventre. Bíblia de Genebra.
28 se retalhavam … até derramarem sangue. Feridas provocadas pela própria pessoa (fazendo fluir o sangue) simbolizavam o sacrifício de si mesmo como método extremado de despertar à ação à deidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A automutilação é sinal de decadência espiritual. … Os israelitas estavam expressamente proibidos de tatuar ou desfigurar o corpo enquanto choravam seus mortos (Lv 19.28 [tb Dt 14.1]). Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.
…apesar disso [ser expressamente proibida], era praticada por alguns judeus (Jr 41.5; 47.5). Bíblia de Genebra.
31 doze pedras. Elias enfatizou a unidade do povo de Israel, apesar da divisão do reino em dois. Dessa forma, salientou que o fato ocorrido no monte Carmelo não era relevante somente para as tribos do Norte, mas para todas as tribos do Sul, por semelhante modo (Êx 20.25; 24.4; Js 4). Bíblia de Genebra.
Usar 12 pedras para reconstruir o altar exigiu coragem. Isto deve ter irritado boa parte do povo porque era uma repreensão silenciosa à divisão entre as tribos. Apesar das 10 tribos do Norte chamarem a si mesmas de Israel, este era o nome originalmente dado ao conjunto das 12 tribos originais. Life Application Study Bible NVI Kingsway.
Dessa maneira, Elias chamou a atenção à união de Israel como o povo de Deus, a despeito de sua divisão política. O que estava para acontecer dizia respeito à nação inteira, e não apenas às dez tribos do norte. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Este ato é uma condenação simbólica e profética da divisão das doze tribos, todas elas pertencentes a Deus. A divisão do reino levara Acabe a fazer aliança com os pagãos. O altar que “Elias restaurou” (30) teria sido, talvez, um centro de culto a Jeová, até os tempos de Acabe e a ascendência do paganismo. Bíblia Shedd.
33 Água. Ao ensopar a instalação inteira, Elias demonstrou a todos que não estava usando nenhum truque. Bíblia de Estudo NVI Vida.
36 No devido tempo para se apresentar a oferta de manjares (ARA; NTLH: “sacrifício da tarde”). Por um longo tempo de muito alvoroço, os profetas de Baal tinham saltado, gritado, proferido orações tumultuosas e balbuciado incoerentemente, mas sem resultado. Completamente cansados, exaustos, por fim se retiraram em desespero. A multidão também estava cansada da cena de horror e agitação e estava receptiva à ministração do profeta de Deus. CBASD, vol. 2, p. 901.
orou. A oração simples mas sincera de Elias fica em nítido contraste com os gritos, “danças” e automutilações frenéticos dos profetas Baal. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Deus de Abraão, de Isaque e de Israel [Jacó]. Apelo para o Senhor lembrar-se da sua antiga aliança com os patriarcas, e para Israel lembrar-se do que o Senhor tem feito a favor dele desde o dia dos seus antepassados. Bíblia de Estudo NVI Vida.
37 a ti fizeste retroceder o coração deles (ARA; NVI: “…que fazes o coração deles voltar para Ti “). O ato humano do arrependimento não é possível sem a graça divina. Bíblia de Genebra.
38 Então, caiu fogo do SENHOR. O povo reconheceu isso como o fogo consumidor de Deus. CBASD, vol. 2, p. 902.
40 ali os matou. Elias, agindo com a autoridade do Senhor que o enviara, executou a sentença decretada na lei mosaica contra os profetas das deidades pagãs (Dt 13.13-18; 17.2-5). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Este ato ofenderia à sensibilidade do homem moderno… mas para aquele povo, naquela situação histórica, se justificava por vários motivos: 1) Vingava a morte dos profetas do Senhor; 2) Era o cumprimento ao julgamento divino contra os falsos profetas em Israel (Dt 13.1-5); 3) Era uma guerra autêntica, dos servos de Baal contra Deus e Seus seguidores. Bíblia Shedd.
Israel era uma teocracia, uma sociedade fundada e constituída sob Deus. Dt 13.1-5 determina a execução dos falsos profetas: Dt 13.13-18; 17.2-7 prescreve a morte de qualquer um que abrace a idolatria ou incite outros a se tornarem idólatras. Bíblia de Genebra.
É notável que Acabe não adota nenhuma atitude – nem para executar a sentença mosaica, nem para impedir a atuação de Elias. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Elias não iria permitir que o zelo do povo se demonstrasse apenas por palavras. ele mandou que eles demonstrassem a conversão com atos que poderiam trazer sobre si mesmos a ira da rainha ímpia, mas que, uma vez realizados, significaria um rompimento com a causa de Baal. […] A execução sumária desses sacerdotes por Elias foi um juízo terrível, porém necessário. Mostrava a indignação de Deus contra os que persistiam na rebelião e que estavam dispostos a corromper e desmoralizar toda a nação por seus interesses egoístas. A sentença contra eles serviu como exemplo e advertência. Com Deus não se brinca, e uma terrível retribuição aguarda todos os que desejam vender a alma em troca da corrupção humana. CBASD, vol. 2, p. 902.
41 come e bebe. A austeridade de Acabe podia terminar, porque a fome em breve terminaria. Bíblia de Genebra.
42 Elias, porém, subiu. Enquanto Acabe foi a um banquete, Elias foi orar. Sua oração foi de intercessão em favor do Israel impenitente. Ele sabia que a chuva viria, mas se preocupava que as condições para o recebimento da bênção celestial fossem totalmente satisfeitas e que os resultados da reforma fossem permanentes. CBASD, vol. 2, p. 902 e 903.
43 seu moço. Há uma tradição que afirma que o filho da viúva de Sarepta passou a ser o companheiro constante do profeta (17.23). Bíblia Shedd.
45 Jezreel. Esta cidade, situada perto do monte Gilboa, parece que era uma segunda capital de Acabe, ou talvez sua moradia de verão (21.1). A capital central era Samaria (16.24; 20.43). Bíblia Shedd.
46 correu adiante de Acabe. O retorno de Acabe a Jezreel foi à noite, sob uma tempestade que cegava as vistas, por estradas montanhosas. Devido à dificuldade de ver o caminho, o profeta correu adiante do rei, guiando a carruagem real em segurança aos portões de Jezreel. Com esse ato de bondade, Elias mostrou que não tinha nenhum rancor para com o rei e que estava disposto a realizar qualquer serviço, humilde ou inconveniente, para o benefício de seu senhor. CBASD, vol. 2, p. 903.
Essa cena dramática … serviu de apelo poderoso para Acabe fazer um rompimento definitivo e total com Baal e, doravante, reinar como o servo do Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Para meditar:
Deus prometeu a Seu povo que derramará, com abundância, bênçãos celestiais pelo envio do Espírito Santo no tempo da chuva serôdia. Estão hoje os santos como fez Elias, ou estão festejando como fez Acabe? Somente quando o povo de Deus estiver imbuído de intenso fervor e disposto a orar como Elias, e quando sua principal preocupação for a satisfação das condições necessárias, então a chuva serôdia cairá. […]
O mundo precisa de pessoas com a fé de Elias. A obra de Deus será completada por pessoas que trabalhem no espírito e poder desse profeta. Para elas, o céu estará bem próximo ao irem com fé à batalha contra as hostes do mal. Multidões deixarão o culto aos deuses deste mundo e se converterão ao Senhor que fez os céus e a terra. O Espírito de Deus será derramado sobre homens e mulheres de todos os lugares (Jl 2:28, 29), capacitando-os a fazer em sua esfera o que Elias fez na dele.
A mão de Deus não está fechada para que não possa salvar. Deus é poderoso e está disposto a conceder vitórias hoje, como nos dias de Elias. Quando o povo de Deus tiver o mesmo espírito que teve Elias, quando for tão sincero, corajoso, ativo e disposto a perseverar em oração, intrépido em face do perigo e ansioso para responder aos chamados do Senhor, então a obra de Deus será completada rapidamente e Jesus retornará. CBASD, vol. 2, p. 902 e 903.
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Texto bíblico: I REIS 17 – Primeiro leia a Bíblia
I REIS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1Rs/17
Este capítulo é um favorito das crianças, mas também um alerta para todos. As crianças são fascinadas pelos milagres que acontecem dentro da história: o súbito desaparecimento de Elias (PR, 121), Deus enviando os corvos para o ribeiro de Querite, a provisão interminável de comida em Sarepta e o menino que ressuscitou dos mortos.
Sim, Deus cuida daqueles que O amam (Lam 3:25). Mas Deus também deseja trazer de volta e cuidar daqueles que se desviaram (Ez 33:11). Este é o único propósito do esboço proclamado por Elias neste capítulo. Deus precisa chamar a atenção dos israelitas idólatras antes que Ele possa chamá-los para casa. E isso funciona! Veremos no próximo capítulo que Deus consegue toda a atenção deles!
E você? Para onde sua vida está indo? Você também se desviou em certas áreas de sua vida? E o mais importante, o seu relacionamento com Jesus é vivo e vibrante? Se não, então você está em grande necessidade de um reavivamento espiritual e reforma em sua vida. Que esta história se torne o seu próprio chamado de despertamento pessoal! Hoje, “Manso e Suave Jesus está chamando!”
Denis Lachmann
Paramédico
Lago Constança, Alemanha
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/17
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1446 palavras
1 Elias, o tesbita. O nome de Elias (que significa “o SENHOR é meu Deus”) era a essência da sua mensagem (18.21, 39). Bíblia de Estudo NVI Vida.
O nome de Elias quer dizer “Jeová é Deus”. […] É por causa da atuação daquele grande profeta e das mensagens que trazia que a Bíblia nos relata mais detalhadamente sobre o rei Acabe do que qualquer outro rei de Israel. Bíblia Shedd.
nem orvalho nem chuva haverá. A seca foi não somente um juízo divino contra uma nação que se voltara à idolatria, mas também uma demonstração de que, embora Baal fosse considerado o deus da fertilidade e o senhor das nuvens de chuva, não tinha a mínima capacidade de outorgar chuva (v. Lv 26.3, 4; Os 2.5, 8). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Baal era cultuado como a fonte de vida e bênção, como o grande deus da tempestade, que dava o orvalho à terra e a fazia produzir. Agora, Israel aprenderia que Baal não era o doador dessas bênçãos. CBASD, vol. 2, p. 894.
A história de Elias começa de forma dramática e súbita. Não há introdução, nada referente ao chamado do profeta, nem às suas experiências anteriores. Seu nome é mencionado como um dos habitantes de Gileade, e, em seguida, ele está perante o rei transmitindo a solene mensagem de juízo vindouro. Na solidão das montanhas de Gileade, Elias ficou profundamente comovido ao pensar na crescente apostasia que inundava o país. Aflito e indignado, orou com fervor para que algo acontecesse que detivesse a maré do mal – que, se necessário, os juízos viessem para fazer com que o povo se despertasse e visse a tolice de se crer em Baal. Sua oração foi ouvida, e o próprio Elias enviado ao rei com a surpreendente mensagem de juízo (ver PR, 119, 120). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 894.
Tão certo como vive o SENHOR. A mensagem de Elias a Acabe foi entregue na forma de um juramento. Como tal, era Deus quem garantia a veracidade das palavras do profeta. O juramento era a maneira mais solene de comprometimento entre duas partes – nesse caso, sancionado por Deus e pronunciado com um desafio a Baal, representado por Acabe. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.
3 Retira-te daqui. Não havia tempo a perder. Antes que o rei pudesse voltar a si e apanhar o profeta para matá-lo, ele partiu. CBASD, vol. 2, p. 894.
4 ordenei aos corvos que … te sustentem. Embora Elias estivesse no deserto, o Senhor podia prover para ele da mesma forma como fizera em favor da nação de Israel, séculos antes, durante o êxodo do Egito (Êx 16.4-36). Ironicamente, Israel estava na Terra Prometida, mas se esquecera de Quem a sustentava. Bíblia de Genebra.
O fato de Elias ser sustentado de modo milagroso sem habitar no meio do povo demonstrava que a palavra de Deus não dependia do povo, mas que o povo dependia da palavra de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 ordenei a uma mulher. Deus tem o controle do universo em Suas mãos, mas para ensinar a beneficência e solidariedade à raça humana prefere instrumentos humanos; por isso mesmo, colocou a mensagem do evangelho nas mãos dos fracos pregadores humanos para anunciar todas as coisas sobre a obra de Jesus Cristo, o que até anjos anelam perscrutar (1Pe 1.10-12). Bíblia Shedd.
Em uma nação em que era obrigatório por lei que se cuidasse de seus profetas, é irônico que Deus utilizasse corvos (aves impuras) e uma viúva (uma estrangeira do território natal de Jezabel [portanto, uma “impura”]) para cuidar de Elias. Deus envia Seu auxílio de onde menos esperamos. Ele providencia ajuda para nós a partir de meios que vão além de nossas definições e expectativas. Não interessa quão amargas nossas dificuldades ou o quanto nossa situação pareça sem esperança, devemos buscar o toque de cuidado de Deus. Podemos encontrar Sua providência nos lugares mais estranhos! Life Applications Study Bible Kingsway.
Sarepta é uma pequena vila conhecida hoje como Tsarafand. CBASD, vol. 2, p. 894.
viúva. “Viúva” é praticamente sinônimo de “pobre”, porquanto, no antigo Oriente Próximo, as viúvas viviam quase desprotegidas pela lei e eram facilmente exploradas (Dt 14.29; 16.11; 24.20; 26.12; Sl 94.6; Is 47.8-9). Bíblia de Genebra.
10 apanhando lenha. É uma das cenas mais comuns no Oriente, onde o combustível é escasso. Mulheres e crianças apanham gravetos ou pasto seco para acender fogo. CBASD, vol. 2, p. 894.
12 tão certo como vive o SENHOR, teu Deus. Essa é uma fórmula de juramento (1.17) feito em nome do Deus de Elias. Bíblia de Genebra.
13-16 Quando a viúva de Sarepta encontrou-se com Elias, ela pensou que iria preparar sua última refeição. Mas um simples ato de fé produziu um milagre. Ela confiou em Elias e deu a ele tudo o que tinha para comer. A fé é o passo entre a promessa e a posse. Milagres parecem muito longe de nossa débil fé. Mas cada milagre, pequeno ou grande, começa com um ato de obediência. Podemos não ver a solução até que demos o primeiro passo de fé. Life Applications Study Bible Kingsway.
13 primeiro faze dele para mim. O pedido era uma prova de fé. CBASD, vol. 2, p. 894.
17 Mesmo quando Deus executa um milagre em nossas vidas ainda podemos enfrentar problemas. […] Precisamos depender de Deus em cada nova dificuldade que enfrentamos. Life Applications Study Bible Kingsway.
18 homem de Deus. Num momento em que Israel estava se desviando de Deus para adorar a Baal, uma mulher do país de Baal demonstrava sua fé no Deus de Israel. Sementes lançadas nos lugares mais improváveis podem brotar e produzir sua colheita de graça. CBASD, vol. 2, p. 895.
à memória. As palavras expressam a irracionalidade do coração dolorido. A visita de Elias trouxe vida à viúva, não morte; alegria, não tristeza. Na sua aflição, ela associou seu problema com o profeta e com Deus, e sentiu que estava sendo castigada por causa de algum pecado. A presença do profeta havia despertado nela uma compreensão mais nítida do pecado, e ela considerou seu pesar como punição divina. CBASD, vol. 2, p. 895.
19-24 A oração de Elias não foi pela restauração ou reunificação da “alma” do menino ao seu corpo (a palavra hebraica nephesh indica o fôlego de vida que tanto os animais quanto as pessoas possuem; e.g., Gn 1.20, 21, 24). A vida foi devolvida à criança, demonstrando àquela mãe estrangeira que Elias era verdadeiramente um homem de Deus e que a palavra de Deus operava por meio dele. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.
21 alma. Do heb. nefesh. Esta palavra aparece mais de 700 vezes no AT e é traduzida de diferentes formas,. … De todas [essas] traduções, “vida” seria provavelmente a mais adequada no texto em questão. A tradução “alma” é equivocada e transmite a ideia de uma entidade imortal, capaz de existência consciente separada do corpo. Essa ideia não reside na palavra nefesh. De todas as mais de 700 ocorrências da palavra, nenhuma expressa essa noção, nem mesmo a pressupõe. Nenhuma vez nefesh é tida como algo que é imortal. […] Para mais detalhes sobre essa questão, ver. com. [CBASD] de Gn 35:18. CBASD, vol. 2, p. 895.
21 estendendo-se. Isto não significa que o profeta estava recorrendo a algum meio natural para ressuscitar os mortos. Apenas Deus, o doador da vida, pode restaurar a vida. Elias orou a Deus com fervor para que Ele trouxesse a criança de volta à vida. CBASD, vol. 2, p. 895.
22 reviveu. A primeira ocasião de uma ressurreição dentre os mortos registrada nas Escrituras. Essa viúva não-israelita recebeu a suprema bênção segundo a aliança: a dádiva da vida resgatada do poder da morte. Essa bênção veio na pessoa de seu filho, a única esperança para uma viúva na sociedade antiga (v. 2Rs 4.14; Rt 1.1, 12; 4.15-17; Lc 7.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Por meio da oração feita com fé, “mulheres receberam, pela ressurreição, os seus mortos” (Hb 11:35). CBASD, vol. 2, p. 895. [Citação em Hebreus 11:35 de 1Rs 17.]
Eis algo que Baal jamais poderia fazer. Quando souberam que o filho da viúva havia sido ressuscitado pelo poder de Deus, a popularidade de Baal foi abalada. CBASD, vol. 2, p. 896.
24 Nisto conheço. As promessas do Senhor são sempre certas. Todo filho de Deus deve guardar firme a profissão de sua fé sem vacilar, “pois quem fez a promessa é fiel” (Hb 20.23). Muito embora o Senhor possa não realizar milagres como o que realizou no caso da viúva fenícia, há milhares de maneiras pelas quais cada filho dEle pode concluir que Sua Palavra é fidedigna. Deus é tão bom, tão poderoso e está tão próximo de Seus filhos hoje como esteve da viúva de Sarepta, e interessado em satisfazer cada necessidade (ver Mt 6:25-34). CBASD, vol. 2, p. 896.
a palavra do SENHOR na tua boca é verdade. Deus usou essa experiência para convencer a viúva fenícia de que sua palavra era completamente fidedigna. Ela fez uma confissão que o próprio povo do Senhor em Israel deixara de fazer. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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“Da panela a farinha não se acabou, e da botija o azeite não faltou, segundo a palavra do Senhor, por intermédio de Elias” (v.16).
Em tempos de grave crise espiritual, o Senhor suscitou um grande profeta. Com a autoridade dada pelo Céu, Elias proferiu ao rei Acabe o juízo que sobreviria à nação de Israel. Durante três anos e meio, a terra foi afligida por uma terrível seca que afetou, inclusive, outras nações. Contudo, Deus poupou Seu servo de sofrer os reveses de um reino apostatado e idólatra. Foi no deserto que Elias provou do cuidado da bondade e do cuidado de Deus de forma mais concreta, bebendo a água do ribeiro e comendo o alimento que os corvos lhe serviam.
Acabe havia ultrapassado os limites da paciência divina e levou Israel a se corromper com os costumes e práticas pagãs. Como se não bastasse andar nos pecados de Jeroboão, ele “tomou por mulher a Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios; e foi, e serviu a Baal, e o adorou ” (1Rs.16:31). Sua rebelião era o resultado direto de seu envolvimento com a idolatria de sua mulher e tinha um objetivo claro: “irritar ao Senhor, Deus de Israel” (1Rs.16:33). Acabe desafiou o Senhor, e isso não ficaria sem resposta.
Enquanto isso, diariamente, Elias meditava no silêncio de seu refúgio e buscava aproximar-se cada vez mais do Senhor, perante cuja face estava. Não sabemos quanto tempo durou aquele acampamento de um homem só, mas, “passados dias, a torrente secou” (v.7). Não era o momento de voltar para casa, mas de avançar para um novo destino — Sarepta —, o que evidencia que a seca castigava também as nações vizinhas. Sobre a viúva de Sarepta, Jesus declarou: “Na verdade vos digo que muitas viúvas havia em Israel no tempo de Elias […] e a nenhuma delas foi Elias enviado, senão a uma viúva de Sarepta de Sidom” (Lc.4:25-26).
A cada refeição, aquela viúva estrangeira contemplava um milagre em sua cozinha. Sua confiança e submissão à vontade de Deus, através da palavra profética, ilustra o que ocorre no tempo do fim, quando o Senhor procura as Suas ovelhas e as tem buscado (Ez.34:11). Mas uma coisa ainda lhe faltava; era preciso mais do que abundância de alimento para convencê-la. Foi diante da morte de seu filho que sua verdadeira necessidade foi exposta: “Vieste a mim para trazeres à memória a minha iniquidade…?” (v.18).
Presa a um passado escuro, aquela viúva vivia atormentada pelo peso da culpa, entendendo o infortúnio do filho como castigo por seus erros. Não havia farinha ou azeite que satisfizesse sua necessidade de sentir-se perdoada. Mas ao ver a rubra face do menino que antes padecia gélido sobre o seu leito, seu coração foi preenchido com a paz que só o Senhor pode dar. Ela reconheceu em Elias um homem de Deus e verdadeiro atalaia: “Nisto conheço agora que tu és homem de Deus e que a palavra do Senhor na tua boca é verdade” (v.24).
Jesus declarou: “De fato, Elias virá e restaurará todas as coisas” (Mt.17:11). Como João Batista foi o “Elias” de sua época, Deus suscita hoje um povo no mesmo espírito e poder. Com fome e sede de ouvir as palavras da vida eterna, muitos aceitam o convite da graça, mas nem todos compreendem sua dimensão pessoal até serem provados como foi na experiência daquela viúva. Eis o maior milagre que pode nos acontecer, amados, o de ouvirmos a nosso respeito: “Nisto conheço agora que tu és homem de Deus [que tu és mulher de Deus] e que a palavra do Senhor na tua boca é verdade” (v.24).
Deus está levantando um povo peculiar, que “maneja bem a palavra da verdade” (2Tm.2:15), que dá o sonido certo da trombeta (Jl.2:1) e que tem “bom testemunho dos de fora” (1Tm.3:7). Homens e mulheres cheios do Espírito Santo, submissos à vontade de Deus e que não temem chamar o pecado pelo nome e agir em defesa do que é correto. Cada um na esfera de seu chamado, entendendo que na diversidade de dons é necessário haver unidade. Seguramente, amados, a vida de Elias aponta para a realidade do último remanescente de Deus, que, penso eu, já começou a experimentar seu cumprimento escatológico. E, diante dessa realidade tão próxima, a pergunta é: Estamos apercebidos quanto a isso?
Que o tempo de deserto nos habilite a subir ao monte da batalha final na força e no poder do Senhor, Deus de Israel. Avante, último Elias!
Senhor, Deus de Israel, temos um chamado sagrado e solene para dar ao mundo como som de trombetas. O Teu evangelho eterno precisa ser pregado a todos, e esta nossa missão só pode ser bem-sucedida e só poderá atingir o seu cumprimento final se estivermos cheios do Espírito. Por isso, Pai, clamamos a Ti que nos encha do Espírito Santo e nos habilite a viver neste mundo com os pés na Terra, mas com os olhos no Céu! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, Elias dos últimos dias!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I REIS 17 – Sucesso e prosperidade seculares desprovidos de busca espiritual correta não têm valor para Deus.
• De que valem tantos lucros até ganhar o mundo inteiro se a vida eterna for perdida?
Tanto Onri como Acabe foram importantes e bem-sucedidos monarcas israelitas, da perspectiva política secular – o que para Deus não é o mais importante. Na prática do mal, o filho superou ao pai; contudo, não pelas próprias habilidades, foi pela maligna influência coerciva de sua esposa.
Jezabel determinou-se impor sua fé pagã em Israel. A filosofia de sua religião consistia em colocar os deuses em ação promovendo adoração com práticas sexuais com prostitutos e prostitutas cultuais.
Para conseguir seus pervertidos objetivos espirituais, Jezabel trouxe de sua pátria centenas de líderes servidores de Baal e Astarote. Consequentemente, o declínio da verdadeira espiritualidade foi evidente.
Por conta disso, um profeta pôs-se ousadamente diante do rei no palácio, apregoou mensagem com base em Deuteronômio 11:16-17; 28:23-24 e Levítico 26:19, de que não mais haveria chuva até segunda ordem, e saiu deixando o rei sem reação!
Deus guiou Elias para refugiar-se da espada de Acabe e Jezabel no ribeiro de Querite, onde seria alimentado sobrenaturalmente com carne por corvos, e teria água do riacho até que secasse.
• Diante da seca e da morte, Deus estava disposto a mostrar Quem Ele é frente a inutilidade de Baal e Astarote, deuses da chuva, da vida, da fertilidade, da vegetação.
Ironicamente, uma pobre viúva da cidade natal de Jezabel e seus deuses fora favorecida pelo verdadeiro Deus. Baal não podia resolver o problema da fome e falta de chuva da rainha Jezabel, mas o Deus de Israel podia alimentar a viúva de Sarepta (I Reis 18:8-16), como sustentara seu profeta no ribeiro de Querite (I Reis 17:2-6). Deus também podia vencer a morte mesmo em território de falsos deuses (I Reis 17:17-24).
• Esse relato mostra que Deus não precisa de pessoas ricas e cultas para uma missão especial, mas de gente humilde e cheia de fé. Confiar nEle vale muito mais que confiar nas riquezas.
• Crises são grandes oportunidades para Deus demonstrar Sua singularidade. Os beneficiários de Sua benevolência são aqueles que dEle dependem piamente.
Devemos permitir que Deus desperte nossa fé estudando Suas atuações em crises antigas! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.