Reavivados por Sua Palavra


SALMO 79 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS (em atualização) by jquimelli
18 de janeiro de 2017, 7:35
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O Salmo 79 é uma elegia sobre a desolação de Jerusalém na época do cativeiro babilônico (ver Sl 74). Começa com  a descrição de Jerusalém em ruínas e de seus habitantes mortos à espada, segue com a oração por livramento e para que os invasores sejam punidos. Finalmente, termina com uma canção de louvor e promessa de gratidão eterna. Embora tenha estrofes de métrica irregular, este salmo tem muita fluidez de pensamento. Era um dos favoritos dos huguenotes franceses e dos puritanos ingleses. CBASD, vol. 3, p. 919.

cibo (ARA; NVI: “alimento”).

12 Retribui, SENHOR, aos nossos vizinhos, sete vezes mais o opróbrio com que Te vituperaram (ARA; NVI: “Retribui sete vezes mais aos nossos vizinhos as afrontas com que Te insultaram, Senhor!”).



SALMO 79 by jquimelli
18 de janeiro de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Este Salmo foi escrito por um descendente da tribo de Asafe após os babilônios destruírem Jerusalém. Era um momento terrível para o povo de Judá. O templo de Salomão havia sido demolido e queimado e a cidade estava em escombros e cinzas. Os sobreviventes estavam cansados da guerra, tristes e com o coração partido. Muitos viram seus entes queridos serem mortos e seus corpos ficarem insepultos, o que aumentava ainda mais sua dor.

Em meio a tudo isso, o salmista clama a Deus por um alívio do seu sofrimento. Ao recordarem sua história, os israelitas lembram-se dos muitos momentos de angústia causados por sua apostasia e rebelião e do amor infalível de Deus que sempre via quando se arrependiam e lhes concedia misericórdia. É por essa misericórdia que o salmista está suplicando.

Talvez você também tenha chegado a uma situação desesperadora, seja por um pecado próprio ou apenas por viver num mundo imperfeito. Independente da causa, Deus se compadece do seu sofrimento e com amor e misericórdia vem ao seu socorro concedendo-lhe conforto e cura.

Kimberly Harris

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/79 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/79/
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos
Texto bíblico: Salmo 79 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci



SALMO 79 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
18 de janeiro de 2017, 0:50
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SALMO 79 – Atenção: sofremos por causa de nossas atitudes e também por causa das atitudes dos outros. Causamos problemas a nós mesmos e aos outros, e outros também causam problemas para nós. Assim, mesmo que você se esforce pelo que é certo, sempre terá alguém tentando prejudicar-te.

A nossa fuga diante de toda esta triste fatalidade é buscar orientação, consolo e perdão através da oração ao Deus ricamente misericordioso e generoso. Podemos clamar a Ele quando perversos incomodam a Seu povo ou quando pessoas cruéis chacinam aos representantes de Deus neste mundo.

1. Neste mundo injusto e corrupto existem invasores que surgem de todos os lugares, em diversas ocasiões. Invadem a vida das pessoas, saqueiam a paz e roubam a alegria. Escarnecedores blasfemam de Deus e de Seus representantes no mundo tenebroso (vs. 1-4).
2. Deus não esquece Seu povo, ainda que Seu povo se esqueça dEle. Deus não despreza Seu povo; por isso, nos momentos de dificuldades é só orar que Deus ouve e dá atenção aos feridos. Asafe nos deixa esse legado inspirado permeado de intercessão pelo povo em aflição:

É preciso…

a) …reconhecer os pecados, pedir pela misericórdia de Deus e depender genuinamente de Sua graça (vs. 5, 8).
b) …clamar por ajuda a Deus para libertar e salvar de tudo aquilo que assola ao povo em suas debilidades (vs. 6-7, 9).
c) …buscar a intervenção de Deus para lidar com os opositores e detratores do povo de Deus (vs. 10-12).
d) …depender de Deus como ovelhas para então dar-Lhe graças para todo o sempre (v. 13).

Ao aproximar-se de Deus, muitas coisas mudam em nosso coração. Alguém disse que “onde há mansidão, as tendências naturais estão sob o controle do Espírito Santo. A mansidão não é uma espécie de covardia. É o espírito que Cristo manifestou ao sofrer injúria, ao tolerar ofensas e insultos. Ser manso não é abrir mão de nossos direitos, mas nos manter sob controle diante da provocação de cedermos à raiva ou ao espírito de vingança. A mansidão não permitirá que a paixão tome a dianteira”.

Jesus foi além de Asafe, deixando-nos um legado maior e mais nobre (ver Lucas 6:22-23, 27-36). Vamos elevar nosso padrão de vida? Vamos ser mais cristãos em nossas atitudes?

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí #rpsp #rbhw #ebiblico



SALMO 79 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
18 de janeiro de 2017, 0:30
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“Assiste-nos, ó Deus e Salvador nosso, pela glória do Teu nome; livra-nos e perdoa-nos os pecados, por amor do Teu nome” (v. 9).

Jerusalém foi invadida pelo império babilônico e o povo foi levado cativo. A cidade foi praticamente toda destruída e dos muros e do templo só restaram ruínas. A amada cidade e a nação eleita foram transformados em escárnio para os povos vizinhos (v. 4). O salmista pede castigo para os inimigos, ao mesmo tempo em que reconhece o porquê de tudo aquilo ter acontecido (v. 8).

Como já vimos em outro Salmo, o povo rejeitou a voz de Deus por intermédio do profeta Jeremias, e colheu exatamente o que plantou. A ira do SENHOR não seria para sempre e nem a iniquidade dos pais seria descontada nos filhos. Mas setenta anos seria o tempo de disciplina para os filhos de Israel. A próxima geração teria a oportunidade de retornar ao lar e renovar a aliança que a antiga havia rejeitado. Pois está escrito: “A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai, a iniquidade do filho” (Ezequiel 18:20).

Deus é Justo. Ao contrário das Suas misericórdias que se renovam à cada manhã (Vide Lamentações 3:23), a Sua ira é passageira e tem o objetivo disciplinar, não condenatório. Deus repreende e disciplina a quantos ama (Vide Apocalipse 3:19). Quando o homem não entende ou não aceita isso, busca a própria condenação.

Quando o SENHOR estabeleceu setenta anos de cativeiro babilônico não o fez porque desejava que o Seu povo ficasse todo esse tempo cativo, mas porque a dureza de coração o faria resistir aos apelos divinos. Constantemente, apelou para que se arrependessem: “Também pus atalaias sobre vós, dizendo: Estai atentos ao som da trombeta; mas eles dizem: Não escutaremos” (Jeremias 6:17). As nações vizinhas profanaram o templo de Deus (v. 1), porque, antes, o próprio povo o profanou: “porque os filhos de Judá fizeram o que era mau perante Mim, diz o SENHOR; puseram os seus ídolos abomináveis na casa que se chama pelo Meu nome, para a contaminarem” (Jeremias 7:30). É certo, portanto, que o povo procurou a própria destruição. Mas Deus restaurou a sorte das ovelhas do Seu pasto (v. 13) e as fez retornar ao lar.

Da mesma forma, quantas vezes nós não provocamos o nosso próprio mal? Enquanto houver em nosso coração resquícios de pecados acariciados, não poderemos experimentar a máxima da misericórdia divina. Deus nunca fixa e nunca fixou anos ou centenas de anos para nos aplicar a Sua disciplina, mas o período de tempo que Ele espera que tomemos uma decisão se chama AGORA. “Eis, AGORA, o tempo sobremodo oportuno, eis AGORA, o dia da salvação” (II Coríntios 6:2). Todo aquele que crê em Jesus Cristo e em Sua Palavra, crê também que Ele cumprirá a Sua última e fiel promessa. Ele prometeu voltar (Vide João 14:1-3), e isto vai acontecer, quer você creia, quer não; quer você esteja pronto, quer não. Cristo vai voltar! E Ele não está castigando o mundo até lá, como muitos pensam. Prestem muita atenção no que está escrito, mui amados de Deus:

“não retarda o SENHOR a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (II Pedro 3:9).

Sejamos, pois, expectadores do glorioso retorno do “Deus e Salvador nosso” (v. 9), que nos levará de volta ao Lar, “à santa cidade, Jerusalém” (Apocalipse 21:10), onde Lhe daremos graças para sempre!

Bom dia, ovelhas do aprisco do SENHOR!

Desafio do dia: Clame ao SENHOR para que te livre dos “parasitas” do pecado que insistem em te afastar dEle.

*Leiam #Salmo79

Rosana Garcia Barros 



SALMO 78 by jquimelli
17 de janeiro de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Os hinos nacionais despertam em nós sentimentos de patriotismo. As palavras de um hino nacional exaltam o país e nos lembram da sua grandeza.
Os hinos nacionais normalmente não mencionam os fracassos do país, pois pode ser contra-produtivo. No entanto, é exatamente isso que o Salmo 78 faz. Pior ainda, nele os fracassos de Israel são apresentados contra o pano de fundo dos maravilhosos atos de Deus que vez após vez os socorre.
Após a travessia do Mar Vermelho e da água brotar da rocha, Israel pecou por resmungar acerca do alimento. Quando Deus lhes deu o maná, eles queriam carne. Quando Ele deu-lhes carne de codorna eles comeram tanto a ponto de ficarem doentes. Mas Deus foi misericordioso e os perdoou sempre que se arrependeram.
O Salmo 78 é, na verdade, um hino nacional que relembra a rejeição de Efraim, do Norte de Israel, e a seleção de Judá como a tribo da realeza. O compositor no entanto, não antecipa a futura rejeição de Judá.
Nunca devemos nos orgulhar de sermos os escolhidos de Deus, porque ser a nação escolhida e fazer parte da igreja remanescente depende da nossa fidelidade. Deus não nos abandona, nós é que o abandonamos.
Gordon Christo 
India 

Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/78 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/78/
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos
Texto bíblico: Salmo 78 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leitura da semana programa Crede em Seus Profetas: blog Conferência Geral e blog Crede em Seus Profetas



SALMO 78 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
17 de janeiro de 2017, 0:50
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O Salmo 78 é o mais longo dos hinos nacionais de Israel (ver Sl 105, 106). Ele narra a história de Israel desde o Egito até o estabelecimento do reino sob o governo de Davi. O salmista recorda o passado com suas repetidas rebeliões e consequente sofrimento e punição, como propósito de advertir a nação a ser fiel a Deus no presente e no futuro. O salmo é basicamente didático: busca instruir de forma correta. Como tal, não segue o curso histórico com exatidão cronológica. O salmista dispõe dos acontecimentos conforme sejam mais apropriados para seu propósito, para mostrar a bondade de Deus a despeito da rebeldia da Israel. CBASD, vol. 3, p. 916.

Parábolas. Do heb. mashal (ver com. de Sl 49:4; cf. Mt 13:34; 35). Uma parábola requer atenção e raciocínio para que possa ser compreendida. CBASD, vol. 3, p. 916.

Vindoura geração. Indica-se o curso da tradição. É uma responsabilidade sagrada de toda geração transmitir à seguinte o relato da providência divina. CBASD, vol. 3, p. 916.

Efraim. É provável que esta tribo seja nomeada porque foi por um período a mais numerosa e agressiva de todas. Josué era da tribo de Efraim (Nm 13:8, 16). Se, por acaso, refere-se a alguma ocasião específica, não se sabe qual. Nesta passagem, Efraim pode significar todo o reino. CBASD, vol. 3, p. 916.

17 Deserto.Do heb. tsiyyah, que designa uma região seca. CBASD, vol. 3, p. 916.

19 Preparar-nos mesa. Ver Sl 23:5. As perguntas poéticas dos v. 19 e 20, colocadas de forma poética na boca dos murmuradores, tornam mais vívidas a narrativa histórica. Suas queixas eram “contra Deus”, que lhes tinha dado todos os motivos para que confiassem nEle. CBASD, vol. 3, p. 916.

20 Pão também. De  acordo com a narrativa histórica, a ordem desses milagres foi inversa (ver Êx 16:8, 12, 17:6; Nm 11:31, 32; 20:8-11). O salmista não se atém a uma estrita ordem cronológica. CBASD, vol. 3, p. 917.

23 As portas dos céus. Comparar com 2Rs 7:2, 19; Ml 3:10. O Salmo 17:23 a 25 é uma belíssima descrição poética do maná. CBASD, vol. 3, p. 917.

24 Cereal. Do heb. dagam, “grão” ou cereal para fazer pão (ver Êx 16:4; Sl 105:40; cf Jo 6:31). O maná era parecido com “semente de coentro” (Êx 16:31). CBASD, vol. 3, p. 917.

25 Pão dos anjos. Literalmente, “pão de poderosos”. Os poderosos de Deus são os anjos (Sl 103:20). A LXX traz “pão dos anjos”. Com esta declaração, não devemos deduzir que o maná seja o alimento dos anjos. A frase simplesmente significa “alimento que lhes foi provido pelos anjos” (PP, 297). CBASD, vol. 3, p. 917.

36 Mentiam. O arrependimento deles não era aborrecimento do pecado, mas medo do castigo (ver com. de Sl 32:6). CBASD, vol. 3, p. 917.

43 Seus sinais. Retorna-se à narrativa das pragas. O salmista parece mencionar apenas seis das dez pragas. ele começa com a primeira, continua com a quarta, depois com a segunda, a oitava e a sétima, nesta ordem, e termina seu relato com a décima. O salmo não é um tratado científico, mas um poema inspirado em que se escolhe apenas os fatos suficientes do registro histórico para criar a impressão desejada. CBASD, vol. 3, p. 917.

51 Tendas de Cam. Cam era o pai de Misraim, ancestral dos egípcios (ver com. de Gn 10:6; cf. Sl 105; 23, 27). CBASD, vol. 3, p. 918.

57 Um arco enganoso. Um arco que não lança a flecha diretamente ao alvo, e que, portanto, frustra o arqueiro (ve Os 7:16). CBASD, vol. 3, p. 918.

60 Siló. Por cerca de 300 anos, o tabernáculo e a arca ficaram em Siló, um lugar situado a mais ou menos 16 km ao norte de Betel (ver Js 18:10; Jz 18:31; 1Sm 4:3). Depois que foi tomada pelos filisteus (1Sm 4) e recuperada, a arca nunca mais retornou a Siló. em vez disso, foi levada diretamente a Jerusalém (ver PP, 514; cf. Jr 7:12, 14). CBASD, vol. 3, p. 918.

63 O fogo devorou. Um quadro de desolação: jovens mortos na batalha, mulheres sem se casar, sacerdotes assassinados (ver 1Sm 4:11), ninguém para lamentar pelos mortos (ver Jó 27:15). Quão grande é a desolação de um país quando não existem cerimônias de casamento ou funerais dignos! CBASD, vol. 3, p. 918.

65 Despertou como de um sono. Com esta metáfora, o salmista representa Deus como completamente indiferente a Seu povo, até que Se levanta para ajudá-lo. O uso desta metáfora estranha e da figura do valente que grita estimulado pelo vinho parece anormal para o modo de pensar ocidental, mas não é incomum para a mente oriental. CBASD, vol. 3, p. 918.

70 Escolheu a Davi. O salmo termina com um belo quadro de um pastor do rebanho tornando-se o pastor de Israel, por indicação divina (ver 1Sm 16:11-13; 2Sm 3:18; 7:5, 8). CBASD, vol. 3, p. 918.

71 As ovelhas e suas crias. O pastor não só guia as ovelhas, como também segue as fêmeas do rebanho para que possa atender, quando necessário, aos cordeiros recém-nascidos. CBASD, vol. 3, p. 918.

72 Ele os apascentou. Um belo tributo ao pastor-rei de Israel: ele governou com integridade e habilidade (ver 1Rs 9:4). CBASD, vol. 3, p. 918.



SALMO 78 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
17 de janeiro de 2017, 0:45
Filed under: Sem categoria

SALMO 78 – A história é mais ampla do que podemos ver, analisar ou estudar. O salmo em apreço coloca um aspecto que os livros de histórias ignoram, certamente por desconhecê-lo: A mão soberana e providente de Deus.

Do nosso ponto de vista a história tem muitos pontos inexplicáveis, os quais serão entendidos quando sentarmos aos pés de Cristo lá no Céu e ouvir de Seus lábios de amor a Sua versão de nossa história, de nossa família, de nossa cidade, de nossa nação e de nosso mundo.

No salmo em questão, a nação de Israel está em evidência. Contudo, nele temos a atuação divina no tempo e no espaço que fez de Israel chegar a ser o que é. Deus também pode operar em nossa vida individual e guiar de tal forma que se olharmos para trás só poderemos reconhecer a mão de Deus por trás de nossa vida.

1. Cada geração deve compartilhar as maravilhas poderosas realizadas por Deus através de louvores, de pregações ou testemunhos ousados a quem estiver disposto a ouvir, mas principalmente a nossos filhos (vs. 1-4).
2. A proclamação correta e sistemática da operação de Deus na história aos filhos e a exaltação dos princípios do Deus que age em prol do bem e da felicidade de Seu povo além de tornar conhecido o Deus verdadeiro às nações descrentes, freia a maré da imoralidade no mundo (vs. 5-8).
3. A recapitulação histórica do ponto de vista divino para o povo de Deus é de suma importância tanto quanto o testemunhar os atos de Deus para as nações pagãs, pois:
a) Revela a apostasia gritante do povo que um dia foi fiel (vs. 9-16);
b) Explica atitudes iníquas que o povo de Deus teve contra Ele (vs. 17-20);
c) Expõe a doutrina do juízo juntamente com a imensurável misericórdia de Deus (vs. 21-31);
d) Paciência de Deus frente à rebeldia e ingratidão do povo de Deus (vs. 32-35);
e) Apresenta o limite da paciência de Deus e Sua intolerância real diante do pecado, mas também Sua solução diante desse problema insolúvel aos olhos humanos (vs. 36-72).

A história do ponto de vista divino pode não ser tão interessante quanto gostaríamos, entretanto nos faz perceber o quanto precisamos amadurecer espiritualmente. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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