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Texto bíblico: II CRÔNICAS 29 – Primeiro leia a Bíblia
II CRÔNICAS 29 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2cr/29
Acaz foi um rei iníquo que fez tudo ao seu alcance para promover a idolatria e destruir a adoração de Jeová. Ezequias tornou-se rei quando seu pai Acaz morreu. Ezequias tinha apenas 25 anos quando começou a reinar. Ninguém teria grandes expectativas de um monarca tão jovem, especialmente alguém com uma educação como Ezequias!
Ezequias mal podia esperar para rededicar e restaurar o templo e trazer o povo de volta para Deus. 2 Crônicas 29:3 diz: “No primeiro mês do primeiro ano de seu reinado, ele reabriu as portas do templo do Senhor e as consertou.” Você percebeu? Ele fez do serviço a Deus a primeira prioridade de seu reinado. De acordo com o versículo 17, eles levaram apenas 16 dias para restaurar os vasos do templo e seus serviços.
Isso me diz que não importa qual é o nosso passado, qual é a nossa idade, quais são as expectativas dos outros sobre nós. Se colocarmos Deus em primeiro lugar, não há limite para o que Ele pode fazer. Seja como Ezequias e esteja pronto. Quando Deus lhe dá uma oportunidade, Ele pode ajudá-lo a desafiar as expectativas.
Karen D. Lifshay
Hermiston, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/29
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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884 palavras
1 O reinado de Ezequias (716-687 a.C.) iniciou uma nova era na história de Israel e Judá. O Reino do Norte tinha sido destruído pelos assírios e, agora, só Judá restava. Ezequias reuniu representante de ambos os reinos para formar um único reino reunido, com um só rei e um só templo, em Jerusalém. O autor dedica mais atenção a Ezequias do que a qualquer outro rei, excetuando Davi e Salomão. Ele usa a matéria de 2Rs 18-20, mas suplementa isso amplamente, incluindo um relato extenso das reformas do templo por Ezequias e a celebração da Páscoa (29.3-31.1). O reinado de Ezequias aparece como um retorno à glória do reino de Salomão. Bíblia de Genebra.
3 Abriu as portas. O pai de Ezequias, Acaz, havia fechado essas portas e interrompido os serviços do templo (2Cr 28:24). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 308.
4-11 O discurso de Ezequias estabelece um contraste com as avaliações anteriores de Abias (13.6-12, […]). Judá, agora, não era diferente de Israel; ambas as nações tinham abandonado a Deus. Judá também teria de se arrepender. Bíblia de Genebra.
5 Santificai-vos, agora. Ver v. 15, 34; 2Cr 30:3, 15, 17. Davi atribuiu a calamidade que acompanhou sua tentativa de trazer a arca para Jerusalém ao fato de os sacerdotes não terem se santificado. Quando, posteriormente, estava prestes a completar a remoção da arca, exigiu que todos os sacerdotes e levitas que tomariam parte nas cerimônias se santificassem (1Cr 15:12-14). CBASD, vol. 3, p. 308.
Santificai a casa. Esta obra incluiu a remoção da sujeira e do entulho que se havia acumulado durante o longo período em que o templo esteve fora de uso (ver v. 15, 16). CBASD, vol. 3, p. 308.
6 A confissão de pecados é parte integrante do reavivamento (cf Tg 5.16). Bíblia Shedd.
O SENHOR, nosso Deus. O título completo do Deus da aliança. Bíblia de Estudo Andrews.
8 E os entregou ao terror. É o que Moisés havia predito (ver Dt 28:15, 25, 37). CBASD, vol. 3, p. 308.
9 cativeiro. Durante o reinado de Acaz, muita gente de Judá fora levada ao exílio pelos sírios (28.5-8) e pelos edomitas (28.17). Esses eventos prefiguravam o cativeiro babilônico, ainda por vir (36.15-23), tornando o reinado de Ezequias um exemplo persuasivo em favor da restauração após o exílio. Bíblia de Genebra.
10 estou resolvido. A ira de Deus fez Ezequias voltar-se para o Senhor, em arrependimento, em lugar de fazê-lo afastar-se de Deus, cheio de medo. Bíblia de Genebra.
11 Os levitas, escolhidos por Deus para servir no templo, tinham sido afastados de suas tarefas pela perversidade de Acaz (28:24). Mas Ezequias os chamou de volta ao serviço, lembrando a eles que o Senhor os havia escolhido para o ministério. Talvez não enfrentemos um rei perverso, mas pressões ou responsabilidades podem nos deixar inativos ou não efetivos. Quando você receber a responsabilidade de ministrar, não negligencie sua tarefa. Se você se tornou inativo no serviço cristão, seja por escolha ou circunstância, preste atenção e aproveite as oportunidades (e escute os “Ezequias”). Deus conduzirá o seu caminho para que você retorne às suas responsabilidades. Então, como os levitas, esteja pronto para a ação. Life Applications Study Bible Kingsway NIV.
16. Entraram. Os sacerdotes entraram no lugar santíssimo, bem como no primeiro compartimento do templo, para executar a obra de limpeza. Nesses compartimentos os levitas não podiam entrar. CBASD, vol. 3, p. 308.
17 Em oito dias. Parece que os primeiros oito dias foram empregados em limpar o exterior, e os outros oito dias, na limpeza do templo em si. Assim, no dia 16 de nisã, a obra de purificação já havia sido completada. Está claro que neste curto período de apenas 16 dias não poderiam ter sido efetuados grandes reparos no templo. Evidentemente estes não foram necessários na época, pois, provavelmente, não se havia permitido que o templo em si fosse danificado, mas profanado por negligência. CBASD, vol. 3, p. 309.
24 todo o Israel. Em conexão com o reino unido (caps. 29-36), a expressão “todo o Israel” (30.1; 35:3) refere-se tanto a Judá como aos refugiados das tribos do Norte (1Cr 11:1, nota; 2Cr 10.1, nota). Ezequias ordenou que sacrifícios fossem oferecidos, não em favor de Judá somente (v. 21), mas em favor de todos os descendentes de Israel. Esse desejo de unificar foi claramente expresso em seus preparativos para a Páscoa (30.1-6). Bíblia de Genebra.
31 Ofertas de ações de graças. Nas ofertas pacíficas e de ações de graças, a maior parte da vítima pertencia ao adorador, à família e aos amigos, e era consumida num alegre festival de ações de graças (ver Lv 7:11-21). Os holocaustos eram inteiramente consumidos no altar (Lv 1:3-17). CBASD, vol. 3, p. 309.
34 Mais retos de coração. É provável que os sacerdotes, como classe, estivessem mais profundamente envolvidos do que os levitas nas corrupções introduzidas durante o reinado de Acaz. CBASD, vol. 3, p. 309.
35 Em abundância. Esta é outra razão pela qual os sacerdotes não puderam esfolar todos os holocaustos. Sem dúvida, estavam ativamente ocupados com suas muitas atividades, como queimar a gordura das ofertas pacíficas (ver Lv 3:3-5) e cuidar das libações para os holocaustos (Nm 15:3-5). CBASD, vol. 3, p. 309.
36 Subitamente. A restauração do templo levou menos do que três semanas (vs 3, 17), uma evidência de que Deus estava agindo entre o povo. Bíblia de Genebra.
Ezequias acabara de subir ao trono e teve pouco tempo para efetuar uma mudança da apostasia de Acaz para a lealdade a Yahweh. A mão de Deus foi vista na repentina mudança da indiferença e hostilidade para a alegre participação na adoração a Deus. Isso era motivo para grande alegria. CBASD, vol. 3, p. 309.
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“Ezequias e todo o povo se alegraram por causa daquilo que Deus fizera para o povo, porque, subitamente, se fez esta obra” (v.36).
Após um período sofrido de uma ímpia dinastia, subiu ao trono de Judá um rei que governou a nação “segundo tudo quanto fizera Davi” (v.2). Apesar da pouca idade, Ezequias revelou a maturidade espiritual necessária para dar início ao reavivamento e reforma “de todo o Israel” (v.24). Havia, porém, a necessidade primária de realizar esta obra entre os sacerdotes e os levitas. Como líderes espirituais da nação, precisavam assumir a sua própria culpa e negligência, e prontamente buscar santificar-se para reassumir seu sagrado ofício.
Ao abrir “as portas da Casa do Senhor” e repará-las (v.3), Ezequias demonstrou o seu fiel compromisso com as Escrituras. Não ousou fazer o que não lhe era lícito, mas procurou reunir aqueles que o Senhor havia separado para O servir no templo. E, ainda que estes não correspondessem ao chamado divino, Ezequias estava “resolvido a fazer aliança com o Senhor, Deus de Israel” (v.10). Sua decisão não estava condicionada à decisão dos líderes. Sua firme decisão foi um poderoso testemunho que motivou os levitas e sacerdotes a agir conforme às suas ordens.
Os levitas reuniram “a seus irmãos, santificaram-se e vieram segundo a ordem do rei pelas palavras do Senhor, para purificarem a Casa do Senhor” (v.15). Primeiro houve um preparo pessoal, ou seja, um reavivamento, para depois haver uma reforma. Antes da limpeza do templo físico, deve haver uma purificação do templo do coração. E, seguindo essa sequência, “tiraram para fora […] toda imundícia que acharam no templo do Senhor” (v.16). Só então foi restabelecido o verdadeiro culto a Deus.
Ao som das trombetas e “dos instrumentos de Davi” (v.27), “o rei e todos os que se achavam com ele prostraram-se e adoraram” (v.29). “Eles o fizeram com alegria, e se inclinaram, e adoraram” (v.30). Além dos levitas e sacerdotes, todo o povo foi convocado para consagrar-se a Deus, “e todos os que estavam de coração disposto trouxeram holocaustos” (v.31). “Assim se estabeleceu o ministério da Casa do Senhor” (v.35).
As mudanças promovidas por Ezequias estão carregadas de útil ensino que não passa nem deve ser ignorado. Há uma urgente necessidade de líderes espirituais que sejam “retos de coração, para se santificarem” (v.34). Homens que não negligenciem a sua eleição divina de estarem perante Deus para O servir, para serem Seus ministros (v.11); que, antes de buscar lançar fora as imundícias da Casa do Senhor, busquem a santificação da própria vida; de modo que, mediante um viver eloquente, com propriedade possam dizer: “Já purificamos toda a Casa do Senhor” (v.18).
Assim como havia ordem e decência no serviço do santuário terrestre, com leis referentes às cerimônias, ao vestuário dos levitas e à música, Deus nos chama a vivermos à altura de nossa vocação. Contudo, antes importa que o nosso coração esteja disposto a servi-Lo com retidão e alegria. Como os discípulos, precisamos ir até Jesus com humildade e pedir: “Senhor, ensina-nos a orar” (Lc.11:1). Foi após um fervoroso e perseverante período de oração que o Espírito Santo desceu sobre eles. E será assim que o remanescente do Senhor encontrará forças para enfrentar o último e bom combate.
Diante de um tempo de apostasia e predominante letargia, “não sejais negligentes” (v.11), mas que a nossa vida esteja constantemente “diante do altar do Senhor” (v.19), em oração e estudo da Palavra, e Ele “subitamente” (v.36) fará a Sua perfeita obra em nós, a fim de que estejamos preparados para o retorno do nosso Redentor.
Senhor, estamos vivendo em tempos difíceis, e isso inclui a Tua igreja, que está prestes a passar por uma sacudidura sem precedentes. A realidade é que temos pecado contra Ti enquanto ostentamos fazer parte de uma igreja profética. Sim, Senhor, somos um movimento profético às portas do retorno de Jesus e isso deveria acender em nossa mente um grande alerta: Temos o azeite reserva? E este azeite, Pai, é o Espírito Santo! Mas, temos, nós, o Teu Espírito? Estamos, de fato e de verdade, dispostos a buscar o reavivamento e a reforma em nossa vida? Ó, Pai, está acontecendo uma verdadeira guerra de argumentos, mas será que estamos nos submetendo à obra modeladora do Espírito Santo? Meu coração desfalece de saudades do meu Redentor e do Céu, mas quando olho a nossa situação, temo que o Senhor tenha que estender ainda mais a Tua longanimidade, porque estamos longe de refletir o caráter manso e humilde de Cristo! Ó, Deus do Céu, tem misericórdia de nós e do mundo que sofre horrores, enquanto discutimos sobre assuntos que já estão tão bem definidos e claros em Tua Palavra e nos Testemunhos Inspirados! Desperta-nos, ó Deus! Desperta-nos enquanto há tempo! Dá-nos o foco correto, Senhor, que é pregar as três mensagens angélicas no espírito e poder de Elias! Eu quero tanto ir para Casa! E creio que os meus irmãos também. Perdoa-nos, Deus Pai! Santifica-nos, Espírito Santo! Habita em nós, Jesus! Levanta os Teus 144 mil que não se dobraram ao deus deste mundo e cumpre a Tua fiel promessa: “Nesse tempo, Se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do Teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve […]; mas, naquele tempo, será salvo o Teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro” (Dn.12:1). Oramos na certeza que nos ouves, porque temos Advogado junto a Ti, Jesus Cristo, o Justo, pelo nome de quem Te invocamos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, santificados pela Palavra!
Rosana Garcia Barros
#2CRÔNICAS29 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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2 CRÔNICAS 29 – O mesmo Deus que pune o pecado, recompensa aquele que se manifesta contra o pecado. Para isso também é a utilidade do juízo divino. Em Seu julgamento, Deus é verdadeiro, justo, imparcial, perfeito e completo (Salmo 19:7, 9; Romanos 2:11; Apocalipse 15:1).
As consequências das imprudências espirituais de Acaz levaram seu filho Ezequias a promover importantes reformas no templo e a trabalhar intensamente contra o declínio espiritual deixado no reinado de seu pai. Lamentavelmente, “apesar das reformas que foram feitas… por seu filho Ezequias, Acaz havia lançado o reino do Sul no mesmo caminho pelo qual o do Norte tinha andado antes”, observa Simon Vibert.
Mas nada deve impedir alguém de fazer a coisa certa, ainda que o cenário e o futuro não mudem muito. 2 Crônicas dedica um grande espaço para destacar a restauração da adoração a Deus e da celebração da Páscoa ministradas pelo rei Ezequias. Ele ordenou a santificação dos levitas (2 Crônicas 29:5-17), restituiu os sacrifícios (2 Crônicas 29:20-24), restaurou a posição dos músicos no templo (2 Crônicas 29:25-30) e também promoveu o envolvimento de todo povo de Deus em empolgante adoração (2 Crônicas 29:31-36).
Agindo para agradar a Deus e não as pessoas, esse monarca judeu foi comparado a Davi 150 anos após (2 Crônicas 17:3).
Seus feitos não reverteram completamente a desgraça que viria sobre Judá futuramente, mas demorou mais que Israel no Norte para sofrer as consequências de suas perversidades espirituais. O perseverante apóstata Israel foi disperso pelo Império Assírio (2 Crônicas 29:9); enquanto isso, Ezequias fazia reparos no templo e chamava seu povo à obediência a Deus (2 Crônicas 29:5-11, 31).
O rei Ezequias foi um precursor fiel do Messias. Willem VanGemeren observa a existência de “vários paralelos na vida de Ezequias que lembram Cristo: a purificação do Templo, a preocupação com os que viviam fora de Judá, sua atitude para com que eram impuros e sua experiência de doença/morte/nova vida. A última menção ao rei Ezequias é encontrada, de maneira muito apropriada, na genealogia de Jesus Cristo”, em Mateus 1:9.
Sua história nos inspira a agir como Cristo, a fim de ser um precursor para Sua segunda vinda neste mundo. Para isso, precisamos reavivar nossa espiritualidade! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II CRÔNICAS 28 – Primeiro leia a Bíblia
II CRÔNICAS 28 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2cr/28
No capítulo 28, Acaz assume o trono aos 20 anos de idade. Ele era jovem, cheio de energia e tinha tudo para ser um bom rei. Ele cresceu tendo uma boa educação e os melhores exemplos a seguir. O reino era rico, forte e a religião estava firmemente estabelecida. Mas, apesar disso, vemos já nos versos de abertura que o rei se corrompeu miseravelmente. Acaz teve a chance de fazer um reinado de impacto, deixando um poderoso exemplo para séculos vindouros. Mas, ao invés isto, ele dirigiu a nação por um obscuro caminho idólatra e degradou a mente do povo de Deus.
Ele abandonou o Templo do Senhor, sacrificou e queimou incenso nos montes, como se isso fosse colocá-lo mais perto do céu. Ele ainda fez ídolos e os adorou, sacrificando no fogo seus filhos a eles. Ele estava completamente e totalmente possuído pelo príncipe das trevas. Então, desde que Acaz abandonou a Deus e Sua proteção, o Senhor também o abandonou, deixando-o nas mãos de seus inimigos. Devido a isso, o povo sofreu e muito sangue foi derramado, famílias foram arruinadas e o país foi desolado.
Durante a leitura deste capítulo, várias lições se destacaram para mim: 1) bons pais e uma boa educação não garantem a salvação; 2) a decisão de um único líder em desobedecer a Deus pode levar milhares a se desviar e 3) quando alguém se coloca voluntariamente nas mãos do diabo, essa pessoa voluntariamente se afasta do plano de proteção de Deus.
A trágica história de Acaz é uma advertência solene de que, no final, é a graça de Deus que salva a alma, e não o meio ambiente, a educação ou até mesmo o exemplo de pais piedosos.
Grace Shim
Geração Juventude para Cristo
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/28
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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713 palavras
1-27 O reino de Acaz foi um dos pontos mais baixos na história da dinastia de Davi. Este capítulo tem paralelo em 2Rs 16 (Andrews Study Bible).
3 Vale dos filhos de Hinom. Este vale ficava a sudoeste de Jerusalém (ver Js 15:8; 18:16). Foi palco de alguns dos ritos mais cruéis e revoltantes (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 304).
queimou a seus próprio filhos. Na história bíblica esta forma de sacrifício humano, o aspecto mais vil da decadência pagã, está ligada a Moloque, divindade amonita equivalente ao Baal dos fenícios, cujo culto foi introduzido em Israel por Jezabel, esposa de Acabe e filha do rei e sumo sacerdote dos sidônios (Bíblia Shedd).
6 abandonado o Senhor. Quando a proteção do Senhor é removida, o ser humano descobre, para sua tristeza, que o senhor escolhido pode ser terrivelmente cruel. Depois de perdas tão grandes, não havia nada que pudesse impedir a Síria e Israel de sitiarem Jerusalém. Contudo, não a tomaram (2Rs 16:5). O objetivo dos aliados era depor Acaz e estabelecer um novo governante de sua própria escolha (Is 7:6). O pânico de Acaz é vividamente descrito em Isaías 7:2) (CBASD, vol. 3, p. 304).
8 duzentos mil. Eram mulheres e crianças levadas como escravas (CBASD, vol. 3, p. 304).
O exército de Israel ganhou a vitória não pela superioridade das armas, mas como consequência do julgamento divino. Se o povo de Judá tivesse confiado nas promessas vindas de Deus pelo próprio profeta Isaías, nada teria acontecido, mas Acaz as recusou, Is 7.1-16 (Bíblia Shedd).
10-11 Deus irou-se porque Israel foi além da comissão que recebera, de punir a Judá praticando a crueldade e escravizando seus irmãos (Bíblia Shedd).
15 vestiram … ungiram. Este ato de amor para com os inimigos é singular no antigo testamento. É um exemplo daquilo que Cristo ordena em Mt 5.44, e que ensina mediante a parábola do bom samaritano em Lc 10.25-37. É raro uma vitória bélica resultar em virtude, ou uma conquista resultar em consideração (Bíblia Shedd).
A bondade com que os captores do norte trataram seus prisioneiros de Judá, sobretudo conforme os pormenores registrados nos v. 14, 15, talvez seja o antecedente histórico para a a parábola do Bom Samaritano, contada por Jesus (Bíblia de Estudo NVI Vida).
16 Assíria. Durante o reinado de Acaz, Judá foi reduzido à condição de vassalo da Assíria (Andrews Study Bible).
No seu desespero, Acaz apelou para os reis pagãos, em vez de recorrer a Deus pela fé e pela oração (Bíblia Shedd).
17 Edomitas. Descendentes de Esaú que habitavam a sudeste do mar Morto (Andrews Study Bible).
20 em vez de fortalecê-la. O rei da Assíria não estava interessado no bem estar de Acaz ou do povo de Judá. Quando atacou a Filístia e a Síria, o que buscava era promover seus próprios interesses e os de sua nação. Os assírios estavam tão prontos a destruir a nação hebraica como a qualquer outra nação. E Acaz e Ezequias logo descobririam isso (CBASD, vol. 3, p. 305).
21 As pessoas do mundo agem sempre assim: exigem tudo quanto se lhes pode dar, retribuindo com angústias e dificuldades ao doador (Bíblia Shedd).
22 ainda maiores transgressões. Em vez de aprender lições de sua angústia, Acaz se tornou mais amargo e obstinado. Ele passou de um pecado para outro, conduzindo seu povo por um caminho descendente que só poderia terminar em ruína (CBASD, vol. 3, p. 305).
23 deuses de Damasco. Acaz chegou ao cúmulo de dar maior valor aos ídolos dos inimigos do seu povo do que ao próprio grande profeta nacional, Isaías, no decurso daquela crise (vide Is 7) (Bíblia Shedd).
Em vez de cair em si e perceber que a aflição se devia a ter abandonado o Senhor, Acaz se tornou mais enraivecido e amargo contra Deus, e seguiu um procedimento que atraiu juízos ainda mais severos sobre si e a nação. Quando Tiglate-Pileser conquistou Damasco, Acaz foi a essa cidade para prestar homenagem ao rei assírio. Enquanto estava lá, viu um altar do qual fez uma cópia e a colocou em frente ao templo de Jerusalém, tirando o altar de bronze de seu lugar (ver 2Rs 16:9-16) (CBASD, vol. 3, p. 305).
24 altares em todos os cantos. Um único grande altar de holocaustos era um método poderoso para impressionar a mente do povo com a doutrina de um único Deus verdadeiro. Numerosos altares em todas as partes de Jerusalém mostravam inequivocamente o politeísmo que Acaz promovia (CBASD, vol. 3, p. 305 e 306).
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“No tempo da sua angústia, cometeu ainda maiores transgressões contra o Senhor; ele mesmo, o rei Acaz” (v.22).
Quando eu fiz quatorze anos de idade, ganhei um livro especial. De início, não dei muito valor e simplesmente o guardei. Aos dezesseis anos, encontrei o livro entre as minhas coisas e me foi despertada a curiosidade de lê-lo. O nome do livro? “Projeto Sunlight”, traduzido e publicado pela Casa Publicadora Brasileira. Trata-se de uma ficção, mas que culmina em um fato muito real: a breve e gloriosa volta de Jesus. Terminei o livro em lágrimas e oração na primeira, na segunda e na terceira vez em que o li. E um tempo atrás pude ver a emoção e a alegria nos olhos de nosso filho mais novo, ao meu marido e eu lermos as últimas páginas do livro para ele.
Infelizmente, amados, nem sempre os filhos seguem os passos de seus pais. Ontem vimos que Jotão fez “o que era reto perante o Senhor” e que ele “dirigia os seus caminhos segundo a vontade de Deus” (2Cr.27:2 e 6), mas seu filho não foi assim. Pelo contrário, Acaz “não fez o que era reto perante o Senhor” (v.1), e andou “nos caminhos dos reis de Israel” (v.2). Ao dar as costas ao Senhor, Acaz caiu “nas mãos do rei dos siros” (v.5). Também os “filhos de Israel levaram presos de Judá, seu povo irmão” (v.8). Foi um período muito sofrido para o Reino do Sul. Durante o reinado de Jotão, o povo teve dezesseis anos para se arrepender, mas ao insistirem em sua aberta rebelião, no reinado de Acaz, durante dezesseis anos, colheram as terríveis consequências.
Percebam que Deus entregava Judá nas mãos de outras nações, mas não fazia isso quanto a colocar Israel contra Judá, ou vice-versa. Ao avistar o exército de Israel trazendo seus irmãos de Judá em situação totalmente vexatória, “um profeta do Senhor, cujo nome era Odede, […] saiu ao encontro do exército” (v.9) com uma firme repreensão. Ou cuidavam de seus irmãos e os levavam de volta, ou sofreriam os juízos da parte de Deus. Temendo o que poderia acontecer, atenderam às palavras do profeta e fizeram retornar “a seus irmãos” (v.15). Todavia, Acaz não levou em conta o livramento do Senhor e pôs-se a pedir ajuda “aos reis da Assíria” (v.16), “porém isso não o ajudou” (v.21). Então, “ofereceu sacrifícios aos deuses de Damasco” (v.23), mas “eles foram a sua ruína e a de todo o Israel” (v.23).
Existem dois tipos de obediência, amados: a cega e a voluntária. A obediência cega está baseada no medo. Eu obedeço para não sofrer as consequências da desobediência. A obediência voluntária tem por fundamento a fé e o amor. Eu obedeço porque creio em Deus, porque O conheço e O amo. Percebem? Quando Odede falou ao exército de Israel não houve arrependimento, mas o medo do que lhes sobreviria caso não atendessem à mensagem profética. “Então, voltaram para Samaria” (v.15). Muitos estão assim com relação às profecias do tempo do fim. Por medo do juízo, realizam obras esperando que estas possam eximí-los de sofrê-lo. No entanto, voltam às suas práticas pecaminosas tão logo sua consciência tenha sido amortecida pela justificação própria.
Meus irmãos, se não permitirmos que a boa obra do Espírito Santo seja realizada em nós hoje, nenhuma de nossas obras nos justificará. “No tempo da sua angústia”, Acaz “cometeu ainda maiores transgressões contra o Senhor; ele mesmo, o rei Acaz” (v.22), escolheu ir atrás de sua própria desgraça e ruína, terminando seus dias como um rei fracassado e indigno de ser posto “nos sepulcros dos reis de Israel” (v.27). O tempo de angústia que se aproxima, um “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn.12:1), provará o ouro e a escória desta terra. “Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18). E de nós será dito: “Ele mesmo, ou ela mesma, fez a sua escolha”.
O que mais precisa acontecer a fim de que despertemos para a realidade de que Jesus está às portas? Logo verei com meus olhos o que passei a desejar e almejar quando tinha dezesseis anos. Logo verei o “Projeto Sunlight” ao vivo e a cores, e com a intensidade e a glória que somente aquele Dia revelará. Tendo nossas vestes lavadas e alvejadas “no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14), que façamos parte do povo de Deus que, tendo o amor celestial como fundamento, pela obediência voluntária escolheu perseverar. “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12).
Pai de misericórdia, que o Teu amor, manifestado perfeitamente no nosso Redentor, nos constranja e nos preencha a cada dia! Não queremos Te obedecer por medo, mas por amor, pois o amor lança fora todo o medo. Esvazia-nos de nós mesmos até que não reste nada de nós! Ó, Pai, Te pedimos o Espírito Santo, como o Senhor nos deixou escrito para pedirmos! Dá-nos Teu Espírito, Pai! Ele é tudo o que precisamos! Clamamos no nome do Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, santos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#2CRÔNICAS28 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II CRÔNICAS 28 – A moralidade não depende de cada personalidade humana. Se cada pessoa fizer o que acha certo a sociedade se torna um caos indescritível.
Deus é o Soberano do Universo. Ele é Juiz do Supremo Tribunal Celestial. Ainda que fortes argumentos intentem amenizar ou extinguir a ideia de um juízo moral por um Deus excelso, a reação dEle à perversidade e imoralidade humana é percebida quase em cada página da Bíblia, (veja, por exemplo: Gênesis 3:14-19; 6:5-7; Êxodo 3:19-20; 7:5; 11:4-5; Josué 3:10; Mateus 12:37; Atos 5:1-10; 12:20-23; Gálatas 6:7; Apocalipse 20:11-15).
Deus é justo! Como Juiz de toda a Terra, observa as decisões e ações dos habitantes dela. Em II Crônicas 28, Acaz afastou-se do reinado justo deixado como legado por seu pai, Jotão; afastou-se do Senhor do Templo; praticou adoração a ídolos e chegou às profundezas da imoralidade em nome da falsa religião ao sacrificar os próprios filhos num ritual pagão, contrariando abertamente às orientações de Deus (Deuteronômio 18:9-14).
As consequências de suas discrepâncias espirituais logo apareceram. Acaz, rei de Judá, perdeu a batalha contra, Peca, de Israel; e também contra a Síria (II Crônicas 28:5-15). Contudo, quando o coração orgulhoso endurece com o pecado, as consequências das más escolhas não são capazes de despertar a consciência amortecida. Acaz, em vez de buscar a Deus, recorreu à aliança com pagãos assírios, levando o povo de Deus ao seu ponto espiritual mais crítico (II Crônicas 28:16-25).
Como Juiz, Deus intervém nas desgraças humanas. Quando 200.000 mulheres e crianças e seus bens foram saqueados e levados para Samaria, o profeta Odede, de Israel do Norte, foi usado por Deus para protestar “contra a escravização dos prisioneiros”. Seu protesto deu certo. “Além de serem libertos”, os judeus exilados, “foram vestidos e alimentados; os fracos dentre eles receberam transporte” para retornarem para casa (Dicionário Bíblico Adventista).
Como Juiz, Deus permite que uma nação mergulhada em pecado discipline outra que está mergulhando no pecado; porém, quando a nação disciplinadora extrapola os limites contra a nação disciplinada, Deus cobra dela (II Crônicas 28:5-15).
Viva ciente de que Deus está ciente de tudo o que acontece no mundo. Ele atua agora de forma invisível, e logo concluirá fazendo justiça contra toda injustiça. Apeguemo-nos a Ele e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.