Reavivados por Sua Palavra


NEEMIAS 11 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
14 de junho de 2026, 1:30
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Texto bíblico: NEEMIAS 11 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

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NEEMIAS 11 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
14 de junho de 2026, 1:00
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Texto bíblico: NEEMIAS 11

O capítulo 11 é o relato das ações de Neemias para repovoar Jerusalém. Embora a muralha da cidade já tivesse sido reconstruída nessa época, ainda não havia muita gente morando em Jerusalém.

O que podemos aprender com a experiência de Neemias no capítulo 11 que seria útil em 2026?

Em primeiro lugar, Neemias 11:2 relata: “E o povo abençoou todos os homens que se apresentaram voluntariamente para morar em Jerusalém”. Aquelas pessoas que voluntariamente sacrificaram a conveniência pessoal para viver em Jerusalém estavam escolhendo sabiamente a vontade de Deus em vez de apenas satisfazer desejos individuais.

Em segundo lugar, cada pessoa serviu na esfera que Deus a chamou. Por exemplo: chefes de família em Jerusalém (11:3-9); sacerdotes (11:10-14); levitas (11:15-18); porteiros e servos do templo (11:19-21); funcionários nomeados pelo rei persa (11:22-24) e as pessoas que viviam fora da cidade (11:25-36). Cada uma dessas funções era vital para a missão. E assim, hoje, dentro do corpo da igreja de Cristo, existem diferentes dons, e cada um é essencial para o sucesso da missão da igreja.

A lição de Neemias 11 é de realizar o plano de Deus para nós em primeiro lugar, em vez de nossos próprios interesses. Qual é a sua disposição para fazer tal escolha?

Mwaba Chibwe
Da Zâmbia, estuda teologia no Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/neh/11
Tradução: Jeferson Quimelli/Luis Uehara/Gisele Quimelli



NEEMIAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de junho de 2026, 0:50
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631 palavras

Resumo do capítulo: Após momentos de confissão e renovação da aliança, é tempo de recompor a comunidade e encher a cidade (Andrews Study Bible).

1,2 Os exilados que retornaram eram poucos em comparação à população de Jerusalém nos dias dos reis. E porque os muros tinham sido construídos sobre as fundações originais, a cidade parecia esparsamente povoada. Neemias pediu que um décimo do povo das áreas afastadas se mudasse para dentro dos muros da cidade para evitar que grandes áreas da cidade ficassem vazias. Aparentemente estas pessoas não queriam se mudar para a cidade. Somente poucas pessoas foram voluntárias (v. 1, 2). Então Neemias fez um sorteio para determinar quem, do povo restante, deveria se mudar para a cidade. Muitos deles talvez não quisessem morar na cidade porque: (1) Não-judeus colocaram um estigma sobre os residentes de Jerusalém por conta de suas crenças; (2) Mudar-se para a cidade envolvia reconstruir suas casas e restabelecer seus empreendimentos, um grande investimento de tempo e dinheiro; (3) Viver em Jerusalém requeria obediência estrita à Palavra de Deus por causa da maior pressão social e da proximidade do templo (Life Application Study Bible).

santa cidade. Esta indicação ocorre nas profecias (Is 48:2; 52:1;Dn 9:24;Jl 3:17), no entanto, é utilizada neste verso pela primeira vez na narrativa histórica. A partir de então, esse emprego se tornou mais frequente (ver Mt 4:5; 27:53; Ap 11:2; etc.) e até recebeu o nome arábico Al-Quds, “O santo lugar”. Isso foi mantido como seu nome oficial até agora (CBASD, Vol. 3, p. 483).

Israel. Esta palavra refere-se ao povo que voltou (Bíbla Shedd).

928. Benjamim forneceu duas vezes mais homens que Judá (v.6) para viver e proteger Jerusalém (Bíblia de Estudo NVI Vida).

16 trabalho externo. Deveres fora do templo (cf 1Cr 26.29), mas relacionado com ele (Bíblia de Estudo NVI Vida).

18 284. É notável o número relativamente pequeno de levitas, comparado com 1.192 sacerdotes (somando os 822, 242 e 122 dos v. 12,13) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

20 sua herança. Provavelmente foram restauradas as antigas heranças das famílias sacerdotais e dos levitas, que existiram durante séculos, antes do cativeiro na Babilônia (Bíblia Shedd).

23 mandado do rei. Não de Davi, que regulamentou o serviço dos levitas (1Cr 25), mas do rei persa Artaxerxes I, que, ao que parece, designou uma remuneração diária proveniente da renda do rei para sustentar os cantores levitas. O motivo para este favor especial pode ter sido que o coro levítico orava “pela vida do rei e de seus filhos” (Ed 6:10) (CBASD, Vol. 3, p. 485).

25 aldeias. A palavra “aldeias” significa […] “lugares de acampamento” (Gn 25.16; Lv 25.31; Js 19.28). O fato de empregar-se essa palavra revela as péssimas condições de vida que o povo estava enfrentando (Bíblia Shedd).

Quiriate-Arba. [“Cidade de Arba”] Um nome antigo de Hebrom (Jz 1:10) que, aparentemente, foi baseado no nome de seu fundador Arba, um dos anaquins (Js 14:15; 15:13; 21:11). É interessante que o antigo nome tenha sido restaurado depois do cativeiro (CBASD, Vol. 3, p. 485).

30 desde Berseba até ao vale de Hinom. Do limite sul de Canaã até o Vale de Hinom, em Jerusalém – este era o território chamado Yehud, pelos persas (Bíblia Shedd).

Para fins práticos, as regiões norte e sul da antiga tribo de Judá são mencionadas neste verso, uma distância de 65 km em linha reta. O vale de Hinom ficava imediatamente ao sul de Jerusalém. Isto pode ser comparado com a expressão similar “desde Dã até Berseba” (CBASD,Vol. 3, p. 486).

31 Betel. Hoje Beitin, 17,6 km ao norte de Jerusalém. Betel desempenhou papel importante na história de Israel. Foi ali que Jacó sonhou com a escada que alcançava o céu (Gn 28). Durante o período do reino de Israel, Betel foi a localização de um dos dois templos apóstatas criados por Jeroboão I (1Rs 12:28, 29) (CBASD, Vol. 3, p. 486).

32 Nobe. Esta cidade, famosa pelo massacre de sacerdotes por Doegue, no tempo de Saul (1Sm 22:18,19), podia ser vista de Jerusalém (Is 10:32). Foi identificada provisoriamente como et-Tor, no monte da Oliveiras (CBASD, Vol. 3, p. 486).



NEEMIAS 11 — Rosana Barros by Ivan Barros
14 de junho de 2026, 0:45
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“O povo bendisse todos os homens que voluntariamente se ofereciam ainda para habitar em Jerusalém” (v.2).

A lista dos que habitaram em Jerusalém e nas cidades e aldeias de Judá foi organizada deitando sortes (v.1). Este era um costume comum quando estavam diante de algo de difícil escolha. A providência divina era invocada e não havia dúvida de que Deus havia conduzido cada caso, pois “do Senhor procede toda decisão” (Pv.16:33). O que reforça ainda mais o nosso estudo de ontem sobre o quanto é importante ponderar e orar antes de qualquer decisão ou escolha a ser tomada.

Jerusalém não era mais aquela cidade que enchia os olhos. Apesar de erguidos os muros e reconstruído o templo, o restante da cidade ainda estava em estado de calamidade pública, como denominamos hoje as cidades ou os lugares destruídos por algum agente natural ou humano. Mas, mesmo naquela situação nada favorável, muitos, voluntariamente, se ofereceram para morar ali com suas famílias, ainda que lhes fosse difícil. E essa atitude foi ovacionada pelo povo. Israel reconheceu o amor daqueles homens pela cidade que, pela primeira vez no relato histórico, é chamada de “santa cidade de Jerusalém” (v.1). As ruínas daquele lugar e a sua história de sofrimento e de rebelião não foram suficientes para impedir que seu propósito fosse esquecido. Ela havia sido escolhida como habitação do Senhor, e isso já era motivo suficiente para que fosse aclamada como santa.

A palavra santo vem do hebraico “kadosh”, que significa “separado”. Ou seja, santo é tudo aquilo que é separado para um fim específico. Jerusalém era uma cidade separada para cumprir um propósito divino. Dela sairiam reis, profetas, e um povo do qual viria o Messias e que deveria declarar com a sua vida que serviam ao Deus único e verdadeiro (Dt.4:6). Portanto, ainda que o seu estado físico fosse afetado, o seu desígnio santo não deixaria de existir.

Isto não acontece com os santos dos últimos dias também? E quem são esses santos? Quem são esses que voluntariamente se entregam ao serviço do Senhor, ainda que isso signifique renúncia e dificuldades? “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Essas palavras ditas pelo anjo a João têm uma profundidade que muitos não têm compreendido, até mesmo entre aqueles que professam guardar a Lei de Deus.

Em Seu sermão profético, Cristo descreveu o mundo mostrando que a maioria está desprovida de algo que é essencial para a real compreensão das Escrituras e do plano da redenção: o amor. A Bíblia diz que “Deus é amor” (1Jo.4:8), e é esse amor que deve nos mover a realizar qualquer coisa neste mundo. A obediência voluntária deve ser o resultado desse conhecimento, pois, como está escrito: “o cumprimento da lei é o amor” (Rm.13:10). O serviço sem amor, sem o espírito de compaixão de Cristo, é “como o bronze que soa ou como o címbalo que retine” (1Co.13:1).

A disposição daqueles voluntários não foi louvada pelo povo simplesmente pela coragem de estar indo morar em meio a uma terra destruída, e sim, porque apesar da destruição em que estavam inseridos, escolheram viver na habitação de Deus. “O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em Quem confio” (Sl.91:1-2). Eles confiaram nos propósitos do Senhor mesmo em meio aos escombros de uma cidade em ruínas.

Todos nós estamos, hoje, vivendo em meio aos escombros de um mundo em ruínas. Mas, como aqueles “homens valentes” (v.6) de Israel, podemos confiar nos propósitos de Deus além do que vemos. Jesus nos prometeu preparar moradas na Nova Jerusalém (Jo.14:1-3). Não mais uma cidade edificada por homens, mas cujo “Arquiteto e Edificador” é o próprio Deus (Hb.11:10). Perseveremos em permanecer voluntariamente no Senhor e no Seu amor, e então, muito em breve, estaremos todos reunidos na santa cidade celestial, onde está o “trono de Deus e do Cordeiro” (Ap.22:1). Eu quero muito estar lá! E você?

Senhor, nosso Deus, quantas vezes os sofrimentos do tempo presente cegam os nossos olhos de que ainda existe esperança, que há um futuro de glória preparado para aqueles que O amam. E como necessitamos olhar para o alto nesses dias difíceis! Creio que a nossa maior luta tenha sido contra o nosso eu, tão infeliz, miserável, pobre, cego e nu! Ó, Senhor, até quando? Livra-nos de nós mesmos e enche-nos do Teu Espírito! Nós, voluntariamente, queremos morar em Jerusalém! Cremos no sacrifício expiatório de Cristo, que nos comprou o direito de entrar na Cidade pelas portas. Segura em nossa mão direita, Senhor Deus, e nos leva para casa! Clamamos, em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#NEEMIAS11 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NEEMIAS 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
14 de junho de 2026, 0:30
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NEEMIAS 11 – Deus preza pelas cidades. Tanto aqui na velha Terra como na Nova há um destaque para a antiga e a nova Jerusalém. Os salvos habitarão na Nova Jerusalém, a noiva do Cordeiro.

Os que retornaram da metrópole babilônica atravessaram o deserto para reconstruir e repovoar Jerusalém. Várias famílias deixariam o campo para repovoar a cidade vazia. Famílias e seus líderes deveriam povoar novamente Jerusalém.

Enquanto algumas famílias foram selecionadas por sorteio, outras prontificaram para mudar-se (Neemias 11:1-2). Na sequência, o texto sagrado fornece uma listagem dos líderes (chefes da província, sacerdotes e outros, Neemias 11:3-24).

Embora Neemias não tenha usado sua liderança para forçar famílias mudarem para a cidade, o povo anuiu por ser essa a vontade divina. Além de ser muito bem organizada, planejada e ordenada, a mudança para o perímetro urbano era muito significativa. Além de Jerusalém, outras cidades também foram estabelecidas ou povoadas (Neemias 11:25-36).

“Não há mudança nas mensagens que Deus enviou no passado. O trabalho nas cidades é obra essencial para este tempo”, escreveu Ellen White em 1910. Em 1909, já havia escrito: “Contemplemos as cidades e sua necessidade do evangelho! […]. Quem se preocupa com as grandes cidades? Uns poucos apenas; quase nenhuma atenção, porém, tem sido dedicada a essa obra, em comparação com as necessidades imensas e as inúmeras oportunidades”.

Em 1912, Ellen White apelou: “O Senhor está falando a Seu povo neste tempo, dizendo: ‘Busquem entrar nas cidades, e proclamem a verdade em simplicidade e fé’ ”. Quem se dispõe a deixar seus preconceitos e comodismo para atender esta urgência? Há alguém?

A profecia aponta para uma resposta interessante: “Haverá membros leigos que se mudarão para vilas e cidades, para lugares aparentemente remotos, a fim de que façam brilhar para outros a luz que Deus lhes confiou”, afirma declaradamente Ellen White.

Se o povo de Deus abandona as cidades, Satanás toma conta delas; sem ser o sal da Terra e a luz do mundo, o remanescente não exerce influência alguma na sociedade urbana – exatamente como Satanás deseja. Por isso, devemos cumprir o plano celestial e ser nítida referência divina nas populosas cidades carentes da paz do perdão, da salvação e de esperança.

Reavivemo-nos! É nas cidades onde estão multidões de pecadores por quem Cristo deu Sua vida! – Heber Toth Armí



NEEMIAS 10 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
13 de junho de 2026, 1:30
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Texto bíblico: NEEMIAS 10 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

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NEEMIAS 10 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
13 de junho de 2026, 1:00
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Texto bíblico: NEEMIAS 10

Você gosta de montanhas-russas? A história de Israel parece uma montanha-russa, como uma série de altos e baixos: Deus fala, o homem faz promessas, o homem quebra suas promessas, Deus fala novamente e o processo se repete.

Neemias 10 é um ponto alto. Depois de ouvir sua história novamente, o povo de Deus é motivado à mudança. Eles querem permanecer fiéis em fazer o que é certo, por isso decidem fazer uma aliança, “uma maldição e um juramento, para andar na lei de Deus …” (Neemias 10:29). A motivação admirável deles era que eles “não abandonariam a casa de nosso Deus” (v. 39). O problema era que suas promessas humanas não tinham poder de transformar. Eles focavam o método correto de adoração, mas criaram um sistema de obras.

Um sistema de obras sempre leva a uma queda, sempre leva a um ponto baixo. É somente na cruz que podemos ganhar a motivação que nos transforma. O coração das pessoas deve ser fundamentalmente mudado pelo amor de Deus e confiar em Suas promessas. A menos que os esforços do homem para guardar as leis de Deus sejam divinamente motivados e espiritualmente energizados, eles falharão; Deus será esquecido e o ciclo de altos e baixos continuará.

Karen Lifshay
Cantora do Coro da IASD de Hermiston, Oregon EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/neh/10
Tradução: Jeferson Quimelli/Luis Uehara/Gisele Quimelli



NEEMIAS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
13 de junho de 2026, 0:50
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495 palavras

ZedequiasSignifica “Deus é minha justiça”; mas só depois da [primeira] vinda de Cristo é que este significado veio a ser uma realidade maravilhosa, pela qual o homem se não estriba mais na pobreza de sua justiça, mas confia na justiça eterna de Deus, que lhe outorga a graça de Cristo (Rm 4.6; Gl 3.6-14) (Bíblia Shedd).

Malquias. “Deus é meu rei”. A religião só começa a ter sentido quando Deus está entronizado como rei em nossa vida de todos os dias, e em nossas atitudes e decisões (Bíblia Shedd).

Jesua. Este nome significa “salvação”, e, juntamente com Josué, Oséias e outros, é sinônimo (heb) do nome de Jesus (Bíblia Shedd).

28-39 O muro estava completo e o acordo que Deus fizera com Seu povo nos dias de Moisés foi restaurado (Dt 8). Esta aliança tinha princípio que são importantes para nós hoje. Nossos relacionamentos com Deus vão além de cuidar da igreja e devoções regulares. Afeta também nossos relacionamentos (v.30), nosso tempo (v. 31) e nossos recursos materiais (32-39). Quando você escolhe seguir a Deus, você promete segui-Lo deste modo. Os israelitas haviam fracassado em seu compromisso original. Nós devemos manter nossas promessas a Deus tanto em tempos de adversidade quanto de prosperidade (Life Application Study Bible).

28 Todos os que tinham […] entendimento. É interessante observar que, contrário ao costume oriental, mulheres e jovens adultos também assinaram a aliança (CBASD, Vol 3, p. 480).

31 venderem no sábado. Embora Êx 20.8-11; Dt 5.12-15 não proíbam categoricamente o comércio no sábado, ver Jr 17.19-27; Am 8.5 (Bíblia de Estudo NVI Vida).

cada sete anos abriremos mão de trabalhar a terra e cancelaremos todas as dívidas. Os romanos entendiam erroneamente o sábado e o ano sabático, atribuindo-o à preguiça. Segundo Tácito, os judeus “eram levados pelos encantos da indolência a entregar também o sétimo ano à inatividade’ (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Deus reconhecia que a sedução pelo dinheiro conflitaria com a necessidade de um dia de descanso, portanto o comércio era proibido dentro da cidade no Sabbath. Ao decidir honrar primeiro a Deus, os israelitas estariam se recusando a fazer do dinheiro o seu deus. A nossa cultura frequentemente faz com que decidamos entre a conveniência e o lucro, de um lado, e colocar Deus em primeiro lugar, por outro lado. Olhe para seus hábitos de trabalho e adoração: Deus é realmente o primeiro? (Life Application Study Bible).

34 escalar […] lenha. Embora não haja referência específica no Pentateuco a uma contribuição de lenha, o fogo que ardia perpetuamente no altar do santuário (Lv 6.12,13) exigiria um suprimento contínuo desse combustível. Josefo menciona “a festa da oferta da lenha” no dia 14 do quinto mês (abe). A Mishna judaica (interpretações e aplicações rabínicas das leis do Pentateuco) alista nove ocasiões em que certas famílias traziam lenha e estipula que todos os tipos de madeira eram adequados, menos a da videira e a da oliveira (Bíblia de Estudo NVI Vida).

38os dízimos dos dízimos. Os ministros de Deus, que vivem dos dízimos do povo de Deus, também devem dar o dízimo do que recebem (Bíblia Shedd).



NEEMIAS 10 — Rosana Barros by Ivan Barros
13 de junho de 2026, 0:45
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“[…] todos os que tinham saber e entendimento, firmemente aderiram a seus irmãos; seus nobres convieram, numa imprecação e num juramento, de que andariam na Lei de Deus […]” (v.28-29).

Você já tomou alguma firme decisão na vida? Na verdade, tudo em nossa vida implica em decisões a todo tempo. Quando acordamos, precisamos decidir levantar ou ficar mais um pouco na cama; tomar banho frio ou morno; que roupa usar; que sapato calçar; relevar o mau humor de alguém ou agir da mesma forma. Enfim, o nosso dia a dia envolve escolhas, e são essas escolhas que nos farão obter os resultados que delas advêm.

Os filhos de Israel fizeram uma escolha; tomaram uma decisão. Todavia, não qualquer escolha, não qualquer decisão, mas o firme propósito de andar na Lei de Deus (v.29). A manifestação que vimos ontem do Espírito Santo, a ensinar-lhes a Palavra de Deus, foi o que conduziu o povo a firmar essa aliança com Deus. Com todo o respeito, amados, de acordo com as Escrituras, o papel fundamental do Espírito Santo não são manifestações exteriores de pessoas a se jogar no chão, tampouco de palavras misteriosas que não edificam em nada seus ouvintes, mas é o de nos orientar por meio do estudo da Palavra, levando-nos a tomar a mesma firme decisão de Neemias e do povo, em andar conforme o que diz a Lei do Senhor e, assim, tornarmo-nos testemunhas de Cristo (At.1:8), mediante a revelação do fruto do Espírito Santo em nossa vida (Gl.5:22-23).

A pior das mazelas que acometia o povo de Deus daquela época era com relação aos casamentos mistos. E uma das cláusulas, por assim dizer, da aliança do povo com Deus foi a “de que não dariam as suas filhas aos povos da terra, nem tomariam as filhas destes para seus filhos” (v.30). Já estava mais do que confirmado de que Deus, em Sua infinita sabedoria e onisciência, não os havia advertido com respeito a este assunto simplesmente por requerer obediência estrita, e sim porque a desobediência a tal ordem (Êx.34:15-16), seria a “causa mortis” de milhares de Israel.

Quando o povo dava as costas à aliança feita com Deus, para estabelecer aliança por meio de casamentos reprovados pelo Céu, os costumes e a idolatria dos povos pagãos encontravam guarida nos corações movidos pela paixão, e logo tudo o que haviam aprendido acerca da Lei de Deus era esquecido. E o que acontecia depois? Essa deserção ao “assim diz o Senhor” era transmitida de geração em geração, atraindo assim a maldição da desobediência. Estamos às vésperas do fim do selamento da última geração. E o maior desejo do Senhor é que façamos parte do “número dos que foram selados” com “o selo do Deus vivo” (Ap.7:2-4).

Amados do Senhor, o que estamos fazendo com o que Deus nos presenteou, que é o livre-arbítrio? Por amor, Ele nos deixou livres para escolher a bênção ou a maldição, o bem ou o mal, a vida ou a morte (Dt.30:19). A escolha é minha. A escolha é sua. Não somos seres programados para fazer tudo o que Deus deseja, mas fomos criados para a Sua glória e para a vida eterna (Is.43:7). O pecado trouxe consigo a maldição, o mal e a morte; intrusos que desassossegam constantemente o nosso coração e nos fazem pensar duas vezes antes de tomarmos muitas decisões.

O que ainda o prende a este mundo? O que ainda o faz pensar que Deus não está preocupado com a sua salvação? Como diz a letra de uma canção: “Você é a coisa mais linda de Deus!” Você é o alvo de Seu infinito amor! Foi por você que Cristo tomou a mais firme decisão do Universo, de vir a este mundo, ser humilhado, rejeitado, machucado e morto; e tudo isso, para que tenhamos vida e vida “em abundância” (Jo.10:10).

E como foi que Jesus, tornando-Se em carne, encontrou forças para suportar tamanha humilhação? Simples, amados. Jesus, desde a infância, foi ensinado nas Sagradas Letras e forjado na oração. Aos doze anos de idade, impressionou os doutores da Lei com a Sua perfeita percepção das Escrituras (Lc.2:46-47). E foi por meio da oração e da Palavra que venceu o inimigo no deserto. A Sua comunhão com o Pai era a mais sublime forma de nos amar!

Quer tomar hoje a firme decisão de amar a Deus com todo o seu ser e amar ao próximo assim como Jesus nos amou? Olhe para Cristo! Dedique-se ao exame das Escrituras. Dedique-se à oração. Pois a oração intercessora é uma das formas mais genuínas e poderosas de dizer: Eu amo você! Então, dia após dia, a sua vida estará sendo santificada e preparada para o resultado final da firme decisão do Salvador: a vida eterna.

Pai Celestial, o Senhor nos amou de uma forma tão intensa e imensa, que nos deu o Teu Filho unigênito, para que, pela fé, tenhamos nEle a vida eterna. A única coisa que o Senhor nos pede é que entreguemos o nosso coração aos Teus cuidados, porque, se assim o fizermos, o Espírito Santo realizará uma linda e poderosa obra em nossa vida. Ajuda-nos, Senhor, a compreender, na simplicidade de uma criancinha, mas no entendimento de um erudito, o infalível “está escrito”! Ó Pai, não queremos somente conhecer a Tua Palavra, mas queremos Te conhecer através da Palavra. Por isso, Senhor, Te pedimos que nos coloques na única posição segura nestes dias finais: bem junto a Cristo. Em nome dEle, do nosso Salvador pessoal, que nós Te oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, alvos do sublime amor de Deus!

Rosana Garcia Barros

#NEEMIAS10 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NEEMIAS 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
13 de junho de 2026, 0:30
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NEEMIAS 10 – A complexidade e as dificuldades da vida devem ser vencidas com o sério estudo da Bíblia. Isso explica a situação crítica que não só a sociedade vive atualmente, mas até mesmo as igrejas que alegam crer na Bíblia mas não a valorizam como deveriam.

O estudo superficial da Bíblia resulta numa fé frágil e espiritualidade rasa. O relaxo no estudo das Sagradas Escrituras produz uma cultura espiritual instável, relapsa; enfim, lamentável.

Quando a Bíblia não é prioridade, Deus também não terá prioridade em nossa agenda, em nosso tempo e afazeres. Consequentemente não seremos conduzidos a experiências espirituais profundas; seremos levados por todo vento de doutrina.

Deus deixou Sua Palavra para que “não sejamos mais crianças, levados de um lado para outro pelas ondas [ideológicas], nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro” (Efésios 4:14).

Quando priorizamos a Deus, seremos responsáveis e assumiremos compromisso resoluto com Ele, com Seus princípios, com Seus servos que ministram Sua obra, e com sua Igreja. Todo relacionamento sério exige a assinatura de um documento (no adventismo usa-se uma ficha de batismo onde o novo membro assina seu compromisso com Deus). Em Neemias 10, líderes civis e religiosos (levitas e sacerdotes) fizeram – assinaram – um acordo por escrito diante de Deus:

• Prometeram não dar espaço ao jugo desigual (Neemias 10:30).
• Prometeram não abrir mão do sábado por causa do comércio (Neemias 10:31).
• Assumiram a responsabilidade de investir e promover as festividades religiosas (Neemias 10:32-33).
• Prometeram organizar o trabalho no templo conforme a orientação de Deus (Neemias 10:34).
• Assumiram a responsabilidade de oferecer a Deus as primícias de suas produções (Neemias 10:35-37).
• Assumiram o compromisso de entregarem no templo os dízimos e também as ofertas (Neemias 10:37-39).

Após sua intercessão e súplica pelo povo no início do livro, e depois de uma reforma estrutural em Jerusalém, Neemias tratou de uma reforma espiritual – a qual é a mais importante das reformas a ser promovida. Para chegar a esse ponto, é necessário intenso estudo sério da Bíblia, muita oração e entrega completa à vontade de Deus.

A espiritualidade sem compromisso não passa de religiosidade de fachada!

Deus nos chama para uma fé mais sólida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí