Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 17 by jquimelli
20 de abril de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-17/

Comentário devocional:

Sabendo que logo seria separado de seus amados, Jesus ora por Seus discípulos e por todos aqueles que O seguirem.

“Eu quero que eles estejam comigo e vejam a Minha glória.”

Quando você gosta muito de alguém, você deseja duas coisas: estar sempre presente com o amado e ser intimamente conhecido. Os amantes anseiam por serem totalmente conhecidos. Não basta simplesmente estar no mesmo espaço, embora isso possa ser verdadeiramente significativo. A presença física sem o conhecimento mais profundo do coração do outro é a experiência mais solitária do mundo. Deve haver conhecimento íntimo, compreensão da identidade e essência do outro. Estar presente requer intimidade. E intimidade requer presença.

Em Sua oração, Cristo expressa o mais verdadeiro amor. Ele quer que estejamos eternamente presentes com Ele, experimentando todas as alegrias e tesouros do céu. E ele deseja que nós conheçamos Sua identidade gloriosa. Incrivelmente, ele quer ser conhecido por nós.

Presença. Intimidade. É para isso que Jesus ora enquanto Sua crucificação se aproxima.
Você pode ajudar a responder a Sua oração.

Lori Engel
Capelã (atualmente aposentada)
Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1260
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados20-04-2018.mp3



JOÃO 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
20 de abril de 2018, 0:55
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JOÃO 17 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
20 de abril de 2018, 0:45
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JOÃO 17 – Orar é tão importante que Jesus, mesmo sendo divino, orou ao Pai. Se Ele, que era perfeito, precisava de oração enquanto esteve neste mundo, quanto mais nós!

Jesus era um Deus de oração para que, ao olharmos para Seu exemplo, sejamos homens e mulheres de oração. D. A. Carson sugere o seguinte esboço para o capítulo da oração de Jesus:

1. Jesus ora por Sua glorificação (vs. 1-5);
2. Jesus ora por Seus discípulos:
a) Base de Jesus para esta oração (vs. 6-11a);
b) Jesus ora para que Seus discípulos sejam protegidos (vs. 11b-16);
c) Jesus ora para que Seus discípulos sejam santificados (vs. 17-19).
3. Jesus ora por aqueles que creem (vs. 20-23);
4. Jesus ora para que todos os crentes sejam aperfeiçoados para poder ver a glória de Jesus (vs. 24-26).

Existe uma intimidade entre Jesus e o Pai que por mais profundo que penetremos nessa oração, dificilmente a entenderemos plenamente.

“A oração inteira é uma bela ilustração de intercessão de nosso amado Senhor à mão direita de Deus. Nenhuma palavra contra Seu povo; nenhuma referência às suas falhas ou deficiências… Não. Ele só fala deles segundo o propósito do Pai, como em associação com Ele, e como os recipientes da plenitude que Ele trouxe do céu para conferir a eles… Todas as petições em particular a favor do Seu povo se referem às coisas espirituais: Todas têm referência às bênçãos celestiais. O Senhor não pede riquezas para eles, nem honras, nem influência mundial, ou grandes propriedades, mas ora mui sinceramente que sejam guardados do mal, separados do mundo, qualificados para as obrigações e elevados em segurança ao lar celestial. Prosperidade da alma é a melhor prosperidade; é o índice da verdadeira prosperidade” (Marcos Rainsford).

Ao meditar nesta oração especial de Jesus realizada antes da Sua morte na cruz, você precisa…

• Entender que antes mesmo de interceder no Céu por você, Cristo intercedeu na Terra.
• Compreender a abrangência desta oração de Cristo: Ele orou por Si, pelos discípulos e pelos crentes de todos os tempos e lugares.
• Aprender a usufruir intensamente dos benefícios da intercessão de Cristo.
• Permitir que Deus responda em você a oração de Jesus em relação à união e à missão.

“Senhor, desperta-nos, reaviva-nos, restaura-nos, reforma-nos, usa-nos…” – Heber Toth Armí.



JOÃO 17 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de abril de 2018, 0:30
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“E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (v.3).


Dadas as devidas instruções acerca do santuário terrestre, Moisés as transmitiu ao povo, especialmente à tribo de Levi. Desta tribo, Arão e seus filhos foram eleitos pelo Senhor para ministrar no santuário no ofício sacerdotal. Arão e sua descendência oficiariam todos os rituais no templo e eram os únicos autorizados a entrar no lugar Santo, sendo que apenas o sumo sacerdote poderia entrar uma vez por ano no lugar Santíssimo. Os sacerdotes intercediam pelo povo e foi mediante esta atribuição que Deus disse a Moisés:

Fala a Arão e a seus filhos, dizendo: Assim abençoareis os filhos de Israel e dir-lhes-eis:
O SENHOR te abençoe e te guarde; o SENHOR faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o SENHOR sobre ti levante o rosto e te dê a paz.
Assim, porão o Meu nome sobre os filhos de Israel, e Eu os abençoarei” (Nm 6:23-27).

Jesus estava prestes a consumar de uma vez por todas a obra que o Pai Lhe confiou (v.4). Ao mesmo tempo em que intercedeu pelos Seus, também Se doou como a perfeita e suficiente oferta pela culpa. Todo o ofício do santuário e festas anuais que apontavam para o plano da redenção se cumpriram em Cristo, “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29), por isso que “aboliu, na Sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças” (Ef 2:15). A Sua oração sacerdotal tem o mesmo objetivo da bênção sacerdotal do antigo Israel: gravar o Seu nome sobre os Seus filhos, a fim de que neles Jesus seja glorificado (v.10).

Quando Jesus fez esta oração audível perante Seus onze discípulos, com os olhos levantados para o céu, elevou seus corações a uma atmosfera completamente santa e aquele cenáculo tornou-se uma espécie de pátio do templo. Ali, o nosso Sumo Sacerdote proferiu uma intercessão pelo Seu povo de todos os tempos (v.20) através do pequeno, mas não insignificante, grupo apostólico. Percebam que a intercessão de Cristo não foi dirigida “pelo mundo” (v.9), mas por aqueles que crêem nEle, “por intermédio da Sua Palavra” (v.20). Jesus não fez acepção de pessoas, Ele simplesmente estava cumprindo Seu ministério sacerdotal. Já que o perdão é concedido mediante arrependimento e confissão.

Vivemos em uma época que Jesus comparou aos dias que antecederam ao dilúvio (Mt 24:37-39). “E a vida eterna” (v.3) só será concedida aos que, à semelhança de Noé, conhecem a Deus, ou seja, andam com Ele (Gn 6:9). Eles ouvem a voz do Senhor e a reconhecem, de forma que não duvidam de Sua Palavra e a cumprem diligentemente (v.6). “Santificados na verdade” (v.19) das Escrituras, seguram firme na mensagem que lhes foi confiada proclamar, ainda que odiados pelo mundo, pois “eles não são do mundo” (v.16). Noé foi chamado de louco e fanático, mas mesmo diante do ódio geral e dos muitos anos de espera, sua fé foi recompensada com a salvação de toda a sua casa (Hb 11:7).

Amados, a unidade tão destacada por Jesus em Sua oração não se trata de união de tradições humanas ou para fins ecumênicos, e sim unidade com Cristo pela santificação através da Palavra de Deus. Lutero, Huss, Jerônimo e tantos outros reformadores não foram hereges e nem rebeldes unidos para levantar um movimento sem sentido; pelo contrário, unidos com Cristo, pela verdade revelada nas Escrituras, foram instrumentos de Deus para que o mundo conhecesse o Seu amor através de Jesus Cristo. E usar a tão sublime oração de Jesus para justificar uma falsa união que despreza o sangue derramado daqueles mártires e as verdades que por tanto tempo haviam sido lançadas por terra, é, no mínimo, com o perdão da expressão, presunção diabólica.

Hoje, Cristo atua em nosso favor no lugar Santíssimo “do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb 8:2), como nosso Sumo Sacerdote. Estamos vivendo, profeticamente, no grande dia da expiação; dia em que precisamos afligir a alma em verdadeiro arrependimento e confissão. “Porque toda alma que, nesse dia, se não afligir será eliminada do seu povo” (Lv 23:29). É tempo de atendermos ao apelo do Espírito Santo: “Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao Senhor, vosso Deus, porque Ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-Se, e grande em benignidade, e Se arrepende do mal… Congregai o povo, santificai a congregação, ajuntai os anciãos, reuni os filhinhos e os que mamam; saia o noivo da sua recâmara, e a noiva, do seu aposento. Chorem os sacerdotes, ministros do Senhor” (Jl 2:12, 16 e 17). Eis como Deus espera que o Seu povo se una. Eis a obra que deve começar por mim e por você.

Bom dia, unidos com Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#João17
#RPSP



JOÃO 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
20 de abril de 2018, 0:20
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1 Tendo Jesus falado estas coisas. Esta oração conclui os conselhos de despedida que Jesus iniciou no cenáculo e continuou a caminho do Getsêmani. Esta oração de Cristo é a mais longa de Suas preces. Bengel diz que, de todos os capítulos da Bíblia, este é o mais simples com relação às palavras e o mais profundo em idéias. CBASD, vol. 5, p. 1170.

3 Conheçam a Ti. O conhecimento vivo e experimental de Deus conduz à vida eterna e é essencial para o desenvolvimento do caráter cristão (ver Jo 17:17). CBASD, vol. 5, p. 1170.

6 Teu nome. Isto é, o caráter. Jesus é a revelação pessoal do caráter do Pai. (ver Jo 1:14, 18). CBASD, vol. 5, p. 1170.

7 Eles reconhecem. Isto é, de acordo com o grego, “eles vieram a conhecer e estão atentos”. Os judeus O acusaram de ser blasfemo e impostor, por afirmar que Deus era Seu Pai, mas os discípulos foram convencidos de Sua verdadeira origem e identidade. CBASD, vol. 5, p. 1171.

9 Não rogo pelo mundo. Ou seja, naquele momento Jesus estava concentrado em Seus discípulos. Ele não quis dizer que o mundo estava além dos limites de Sua solicitude ou da vista do Pai. Deus ama o mundo e oferece livremente a salvação á todos (Jo 3:16). CBASD, vol. 5, p. 1171.

10 Glorificado. O Pai foi glorificado pela obediência de Cristo. Da mesma forma, o Filho foi glorificado pela obediência dos discípulos, especialmente pela realização de sua missão no mundo. CBASD, vol. 5, p. 1171.

11 Eu vou para junto de Ti. Ou, “Eu vou para Ti”, um presente futurista, referindo-se ao retorno de Jesus para o Pai, não à Sua aproximação de Deus em oração. CBASD, vol. 5, p. 1171.

Guarda-os. Jesus estava prestes a deixá-los, por isso Ele entregou os discípulos aos cuidados do Pai. Eles seriam deixados em um mundo mau e necessitariam da graça especial na batalha contra o pecado. CBASD, vol. 5, p. 1171.

12 Filho da perdição.Ou seja, Judas Iscariotes. A palavra para a perdição (apoleia) descreve a destruição final dos ímpios (Ap 17:8). Por sua própria escolha, Judas se destinou à destruição. CBASD, vol. 5, p. 1171.

Para que se cumprisse. Esta frase deve sem dúvida ser reconhecida como a expressão de um resultado e não de um propósito. Judas não estava destinado a trair Jesus. Seu ato abominável foi por escolha própria. O trecho deve fazer alusão ao Salmo 41:9. CBASD, vol. 5, p. 1172.

14 Não são do mundo. Eles estavam no mundo, mas não compartilhavam do espírito do mundo. Eles foram enviados ao mundo a fim de influenciar outros a renunciar ao mundo (Mc 16:15). CBASD, vol. 5, p. 1172.

17 Santifica-os. Do gr. hagiazõ, literalmente, “tratar como santo”, “consagrar”, “tornar santo”. Os discípulos estavam prestes a ser consagrados para sua tarefa. A santidade é um dos atributos de Deus (lPe 1:16). Esta obra faz parte do plano de salvação e deve ser cumprida. CBASD, vol. 5, p. 1172.

20 Por aqueles que vierem a crer. Aqui tem início a petição por todos os crentes até o fim dos tempos. CBASD, vol. 5, p. 1172.

Por intermédio da sua palavra. Isto é, por meio da pregação, dos ensinos e dos escritos dos discípulos. CBASD, vol. 5, p. 1172.

21 Todos sejam um. Haveria diversidade de dons (lCo 12), mas unidade de espírito, de objetivos e de crenças. Não deveria haver contendas por supremacia como as que vinham ocorrendo entre os doze (Lc 22:24-30). A unidade destacada na harmonia entre os primeiros cristãos impressionaria o mundo quanto à origem divina da igreja cristã. CBASD, vol. 5, p. 1172.

24 Estejam também comigo. Ou seja, estejam no Céu. Jesus roga pelo clímax do plano da redenção na glorificação da igreja de Deus, no momento da segunda vinda de Cristo. A família humana tem estado por longo tempo em uma terra estrangeira (Hb 11:13, 14), longe da casa do Pai. A redenção virá quando o Senhor descer do Céu, no fim dos tempos, e reunirá Seus filhos desde os quatro cantos da terra (Mt 24:31). Então, os fiéis estarão “para sempre com o Senhor” (lTs 4:17). Jesus orou pela chegada desse evento extraordinário. Todo cristão deve orar pelo rápido cumprimento dessa promessa (Ap 22:20). CBASD, vol. 5, p. 1173.

26 Farei conhecer. Por intermédio das revelações posteriores do Espírito. CBASD, vol. 5, p. 1173.

 

Mais comentários em:

https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/01/25/joao-17-comentarios-selecionados/


JOÃO 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
20 de abril de 2018, 0:15
Filed under: Sem categoria



João 16 by Jobson Santos
19 de abril de 2018, 1:00
Filed under: João, Sem categoria
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/joao/joao-capitulo-16/

COMENTÁRIO DEVOCIONAL:

“Agora é o momento em que vocês ficarão tristes.”

Com bastante experiência cuidando de pessoas, Jesus fez o que todo coração angustiado mais deseja – Ele validou o pesar e a aflição dos seus discípulos. Ele honrou suas emoções. Nem uma vez Ele disse: “Oh, vocês de pouca fé” a respeito do seu iminente choro.

Muitas vezes, quando as pessoas experimentam dor e perda de vitalidade, fazemos comentários que apenas alimentam a tristeza delas. Pensando que estamos ajudando, nós os encorajamos a ter maior fé, a ler mais a Bíblia, a se animar naquele mesmo instante. Em vez de permanecer juntos no sofrimento, tentamos retirá-los do sofrimento. Consequentemente, eles se sentem ainda mais desolados e sozinhos. A tristeza anseia por compaixão.

Cristo entende as necessidades do coração.

“Eu tenho mais a lhes dizer do que vocês podem suportar.”

Enquanto encorajava seus discípulos, Jesus admitiu que havia coisas que Ele não podia compartilhar porque eles não estavam prontos. O pesar sempre entorpece nossa capacidade de entender. O tempo e o suave Espírito Santo freqüentemente trazem clareza à jornada da dor.

Todos nós sofreremos experiências insuportáveis ​​de pesar e dor, enquanto o mundo convulsiona em seus espasmos finais. Mas a promessa de Jesus permanece: um dia, ninguém nunca mais tirará a sua alegria!

Anime-se!

Lori Engel
Capelã (atualmente aposentada)
Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1259  
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosA/Reavivados19-04-2018.mp3

 




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