Reavivados por Sua Palavra


ATOS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO ATOS 4 – Primeiro leia a Bíblia

ATOS 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ATOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube

(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ATOS 4 by Jobson Santos
30 de julho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/atos/4

Infelizmente, quando milagres acontecem, o diabo entra em ação objetivando parar as bênçãos. Por essa razão não demorou muito até Pedro e João serem presos pelos líderes religiosos da época e rudemente questionados, “Com que poder ou em nome de quem vocês fizeram isso?” (v. 7, NVI). Eles poderiam ter ficado com medo e respondido de forma a contornar a questão ou tirar o foco de Jesus. Afinal de contas, eles sabiam o que havia acontecido com Jesus. Ele fora crucificado! Mas eles não tentaram encobrir a verdade. Em vez disso, Pedro, com ousadia, respondeu: “saibam os senhores e todo o povo de Israel que por meio do nome de Jesus Cristo, o Nazareno, a quem os senhores crucificaram, mas a quem Deus ressuscitou dos mortos, este homem está aí curado diante dos senhores” (v. 10).

Está chegando a hora em que todos os cristãos fiéis serão levados aos tribunais por causa de sua fé. Na verdade, muitos de nossos irmãos ao redor do mundo já estão experimentando este tipo de provação. Mas a Bíblia nos diz: “Amados, não se surpreendam com o fogo que surge entre vocês para os provar, como se algo estranho lhes estivesse acontecendo. Mas alegrem-se à medida que participam dos sofrimentos de Cristo, para que também, quando a sua glória for revelada, vocês exultem com grande alegria” (1 Pedro 4:12, 13, NVI).

Em Mateus 10:32 somos lembrados das palavras de Jesus: “Quem, pois, me confessar diante dos homens, eu também o confessarei diante do meu Pai que está nos céus”.

O objetivo da nossa vida deve ser esse: obter a aprovação de Deus e não dos homens. Portanto, não importa o que aconteça, seja fiel a Deus hoje!

Melody Mason
Líder do programa Unidos em Oração
Conferência Geral da IASD

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1268
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ATOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2021, 0:50
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581 palavras

1 Falavam eles ainda. Nesta época e mesmo depois, as atividades dos apóstolos interessavam profundamente às hostis autoridades judaicas. A notícia da cura do coxo deve ter se espalhado com rapidez pela cidade e, pela primeira vez desde a crucifixão, os líderes do Sinédrio que condenaram o Senhor, entraram em contato novamente com o cristianismo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 154.

2 Anunciarem, em Jesus, a ressurreição. Os apóstolos pregavam a doutrina da ressurreição “em Jesus”, isto é, falando de Sua ressurreição, a qual servia de prova da ressurreição geral dos mortos, doutrina que os saduceus rejeitavam. CBASD, vol. 6, p. 155.

4 Porém aceitaram. Os novos cristãos não se deixaram deter pela prisão dos apóstolos. Creram em Jesus, a quem Pedro havia anunciado como o profeta predito por Moisés. Cada indivíduo que creu passou a fazer parte do crescente grupo de conversos que aderiu à igreja. CBASD, vol. 6, p. 156.

7 Com que poder[…]? Os líderes admitiam que o coxo fora curado por uma manifestação de poder, era algo óbvio demais para se negar. Mas a pergunta lançava a suspeita de que o milagre fora resultado de poder do mal, uma sugestão semelhante à acusação lançada sobre Jesus. CBASD, vol. 6, p. 157.

8 Autoridades do povo. O cristão deve demonstrar respeito pelas autoridades (Mt 22:21; Rm 13:7; I Pe 2:13-17). CBASD, vol. 6, p. 157.

10 A quem vós crucificastes. Há uma ousadia surpreendente nesta declaração. Pedro não hesita em declarar que, embora Pilatos tenha dado a sentença formal, foram eles, os homens que o interrogavam, é que haviam crucificado Jesus. Ele não se intimidou em confessar que o Nazareno era o Messias. Pedro proclama que Cristo ressuscitara dos mortos e continuava a curar assim como no período que passou na Terra. CBASD, vol. 6, p. 158.

12 Nenhum outro nome. Pedro havia aprendido a ligar ao nome a personalidade e o poder de quem tinha o nome. Para quem o conhecia e aceitava, o nome de Jesus Cristo era a única fonte de livramento e salvação. CBASD, vol. 6, p. 158.

13 Pedro e João. O autor não relata João falando, mas, sem dúvida, por seu porte e influência, ele também revelou coragem. CBASD, vol. 6, p. 159.

16 Não o podemos negar. A estrutura da declaração sugere não só o desejo de negar, mas também a admissão da falta de qualquer poder de fazê-lo. Eles tinham as evidências, mas se recusaram a seguir a conclusão lógica e aceitar o Cristo que demonstrara poder. Tal recusa é pior do que nunca ter ouvido a verdade. CBASD, vol. 6, p. 160.

17 Divulgação. Os líderes temiam que a história do milagre se espalhasse pela cidade e pelo país, resultando na aceitação generalizada de Jesus Cristo como Messias e Filho de Deus. Esta seria a consequência lógica e, sem dúvida, muitos foram conduzidos à fé em Cristo dessa maneira. CBASD, vol. 6, p. 160.

18 Nós não podemos deixar de falar. Eles eram apóstolos de Jesus que haviam recebido a ordem expressa de testemunhar dEle. CBASD, vol. 6, p. 161.

24 Levantaram a voz. Depois de ouvir o relato dos apóstolos, os cristãos reunidos ergueram a voz em louvor e adoração ao Deus que interviera de maneira tão marcante. CBASD, vol. 6, p. 162.

31 Tremeu o lugar. Ao se levar em conta outras manifestações da presença do Espírito de Deus, pode-se concluir que este tremor não foi um terremoto, mas um evento sobrenatural. Foi uma renovação da maravilha ocorrida no dia de Pentecostes. CBASD, vol. 6, p. 164.

33 Com grande poder. O testemunho dos apóstolos não era apresentado na forma que eles próprios possuíam, mas num poder que jamais poderiam criar dentro de si. O Espírito divino, doador de energia, estava neles. CBASD, vol. 6, p. 165.

36 Barnabé. Esta é a primeira referência a Barnabé, o homem que viajaria com Paulo na primeira jornada missionária. […] Era parente de João Marcos (Cl 4:10), que habitava em  Jerusalém (At 12:12). CBASD, vol. 6, p. 166.



ATOS 04 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de julho de 2021, 0:45
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“Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum” (v.32).

A maravilhosa cura e o ousado discurso de Pedro despertaram o interesse de milhares de judeus. Tanto, que muitos “dos que ouviram a palavra a aceitaram, subindo o número de homens a quase cinco mil” (v.4). Não obstante, alguns ficaram “ressentidos por ensinarem eles o povo e anunciarem, em Jesus, a ressurreição dentre os mortos” (v.2). Os sacerdotes e os saduceus, bem como “as autoridades, os anciãos e os escribas” (v.5), reuniram-se a fim de interrogar a Pedro e João.

Com intrepidez e “cheio do Espírito Santo” (v.8), Pedro passou a lhes falar como se tivesse frequentado a escola dos rabis e, tanto ele como João, demonstraram que, acima da educação judaica está aquela em que Cristo é o excelente Mestre. Contudo, se ainda assim as palavras não fossem suficientes, a prova maior estava “com eles”, de forma que aqueles líderes judeus “nada tinham que dizer em contrário” (v.14). E debaixo de várias ameaças, os discípulos permaneceram firmes em sua fé, sendo esta a resposta de ambos: “Julgai se é justo diante de Deus ouvir-vos antes a vós outros do que a Deus; pois nós não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos” (v.19-20).

Aqueles homens estavam sendo impedidos de exercer livremente a sua fé. Eram considerados traidores da nação pelos rabinos judeus, que estudavam a melhor forma de coibir a sua pregação. Nem imaginavam que o movimento que apontavam como uma ameaça era, na verdade, o início de uma ceifa que está prestes a amadurecer (Ap.14:15). As primícias do ministério terrestre de Cristo compunham uma igreja que orava. Uma igreja que mesmo odiada e perseguida não temia enfrentar a represália com um “Assim diz o Senhor”. Uma igreja onde “ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum” (v.32). Era a igreja dentro de uma igreja. Daí, vem a pergunta: Onde está esta igreja hoje?

Avancemos para o livro do Apocalipse. Eis a igreja de nossos dias, descrita pelo próprio Jesus: “Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Assim, porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da Minha boca; pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap.3:15-17). Esse é o retrato escrito da última igreja de Cristo na Terra. Uma igreja que se orgulha do que tem enquanto Jesus está do lado de fora! Ele mesmo diz que está à porta e bate (Ap.3:20). Ah, meus irmãos, Jesus é um cavalheiro, Ele jamais vai entrar em lugar algum sem ser convidado! Ele está à porta. Ele bate. Ele não desiste. Mas Ele nunca vai invadir a minha e a sua vida, porque Ele não invade, Ele espera para entrar com a devida permissão.

Aquela igreja orou! Aquela igreja clamou! Aquela prima comunidade cristã estava unida como um só coração e alma. Talvez, o nosso maior problema, hoje, seja exatamente a liberdade de crença da qual tanto nos orgulhamos. Porque é no fogo que se forja o mais puro ouro. Assistindo a um sermão na internet, me deparei com a seguinte citação de um professor universitário ateu, que parecia descrever em detalhes a igreja de Laodiceia:

“É possível que nós estejamos num dos momentos mais religiosos da história humana, haja vista a grande quantidade de manifestações, associações, instituições, congressos e etc. É possível. E é possível que uma parte dessa nova religiosidade tenha a ver com a imersão de um homem líquido, que dá muito pouca importância a algo que não lhe favoreça… Hoje, o desafio é cristianizar os cristãos, e parar de dizer ‘Senhor, Senhor’ e começar a entender o desafio que significa uma opção de entrega. Como enfrentar um ambiente que é formalmente religioso e na prática é completamente egoísta?… Como falar de Deus pra quem tem Deus no carro, na casa, na camiseta, mas só não tem Deus no coração e na atitude?… Como falar da Lei para os doutores da Lei, para os escribas e fariseus; aqueles que pagam o dízimo sobre o cominho e não entenderam o básico? Esse é o desafio contemporâneo do mundo líquido”.

Uau! Como contra-argumentar o que tem sido tão evidente em nosso meio? A igreja cristã primitiva crescia não porque as pessoas iam em busca de bênçãos, mas porque, verdadeiramente, desejavam ser uma bênção. Oh, meus irmãos, precisamos, em nome de Jesus, deixar de sermos cristãos rasos, que não têm profundidade, que não têm o mínimo necessário para que as pessoas encontrem em nós a imagem do Deus que afirmamos seguir! Que neste dia, as nossas palavras e ações não sejam motivadas por fotografias ou curtidas nas redes sociais, mas, que movidos pelo Espírito Santo, a nossa vida seja uma bênção aos nossos semelhantes, ainda que apenas visualizados pelo Céu. Vigiemos e oremos!

Bom dia, igreja abençoadora!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Atos4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ATOS 4 – Comentário Pr. Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2021, 0:40
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ATOS 4 – Não existe nada mais poderoso que um cristão moldado e nutrido pela Palavra divina e fortalecido pela oração. Igrejas que não se esforçam para manter unida a Palavra e a oração enfraquecem frente a qualquer tentação ou provação.

A pregação suscita oposição; a oposição faz prosperar a igreja cheia do Espírito Santo. A oposição à igreja de Deus se levanta de onde deveria haver apoio. Observando a crescente popularidade do nome de Jesus na sociedade, os líderes eclesiásticos mandaram prender Pedro e João para que não pregassem mais o Cristo crucificado, ressurreto dos mortos e prestes a vir (vs. 1-3).

• Pedro, que algumas semanas antes negara a seu Senhor movido por medo, age destemidamente; sem vestígio de medo, desafia as autoridades eclesiásticas que induziram a morte de Jesus (vs. 9-12, 19-20).

Sacerdotes e guardas prendem aos discípulos por perturbação e heresia. O problema é que, quem, de fato, perturba, é o perseguidor e acusador daqueles que verdadeiramente servem a Cristo. Analise a história através da Palavra de Deus e verás esta infeliz constatação. Contudo, a Palavra chegou até nós, depois de 2000 anos de perseguição, martírio e opressão, pelo poder que existe nela vinculado à oração (vs. 4-31).

Aqueles que são ameaçados pela força ou argumentos humanos encontram refúgio e solução no poder da oração ligado à Palavra de Deus. Os crentes em comunhão entre si e com Deus…
1. …exaltam a onipotência do Criador revelado na criação (v. 24);
2. …que se baseia na Palavra divina discorrem sobre os opositores do Ungido do Senhor (vs. 25-28);
3. …não pedem tranquilidade e sossego, apenas que Deus observe as ameaças e, suplicam por mais ousadia para continuar a missão de compartilhar a Palavra acompanhada de poder sobrenatural (vs. 29-30).

A oração é comunhão com Deus e une os membros da igreja de Cristo (vs. 32-37). A oração não é uma estratégia psicológica sem sentido. Pois, certamente, Deus ouve nossas orações quando saem do coração com sinceridade. Deus confirma o recebimento no céu fazendo a terra tremer (v. 31).

O resultado na igreja?
• Ousadia na pregação;
• Reverência;
• Oportunidade para avançar com a missão;
• Altruísmo, desprendimento, em vez de egoísmo;
• Unidade.

Apesar das ameaças desafiadoras, a igreja que ora avança poderosamente pregando a Palavra. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ATOS 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
29 de julho de 2021, 1:00
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TEXTO BÍBLICO ATOS 3 – Primeiro leia a Bíblia

ATOS 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ATOS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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(pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ATOS 3 by Jobson Santos
29 de julho de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/atos/3

Pedro e João encontraram o coxo mendigando no templo. Ele tinha sido coxo desde o ventre (Atos 4:22). Ele pediu esmola a Pedro e João, mas eles eram tão pobres quanto ele. Então eles disseram “Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho, isto lhe dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, ande”. Atos 3:6″(v. 6).

O coxo andou e começou a louvar a Deus (v. 8). Ele havia esperado quarenta anos por um milagre, talvez pedindo ajuda a pessoas ao invés de pedir ajuda a Deus. Finalmente, ele participou ativamente do milagre que precisava, levantando-se quando solicitado.

Nós também podemos estar precisando de ajuda. Estamos dispostos a participar do milagre? Estamos dispostos a nos levantar quando convidados? Estamos dando a Deus toda a honra pelo que Ele está fazendo por nós?

Ao fazer uma auto-análise, procuro oportunidades de exaltar a Jesus como Pedro o fez? Espero milagres em minha vida? Ou na vida de outras pessoas? Me arrependo e busco a presença de Deus ? Honro a Deus com as bênçãos que Ele me concedeu? Façamos isso!

Que Jesus também nos abençoe, fazendo com que cada um deixe seus pecados para trás.

Rony Sircar
Diretor Programa BCSS
(Bolsas Escolares para as Crianças de Bangladesh)
União Missão Adventista de Bangladesh

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1267
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ATOS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
29 de julho de 2021, 0:50
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455 palavras

1 Oração da hora nona. Por volta das três da tarde. Esta era a hora do sacrifício da tarde. Era conhecida como hora de oração e hora do incenso. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 143.

3 Iam entrar no templo. Como os apóstolos estavam prestes a entrar no templo, a fim de adorar, o coxo concluiu que eram homens piedosos, de quem ele poderia esperar uma esmola. CBASD, vol. 6, p. 144.

4 Olha para nós. Pedro não pretendia que o coxo considerasse que eles tinham poder em si mesmos para curá-lo. Mas tentaram concentrar neles a atenção do homem a fim de direcioná-la a Cristo. CBASD, vol. 6, p. 144.

6 Em nome. O nome de Jesus Cristo, o Salvador ungido, contém a descrição da personalidade e do caráter de seu portador divino. A invocação reverente de Seu nome resultou numa demonstração de poder. CBASD, vol. 6, p. 145.

7 E […] o levantou. O gesto de Pedro foi um auxílio à fé iniciante do.coxo. CBASD, vol. 6, p. 145.

10 Reconheceram. As pessoas reconheceram que o homem era mesmo coxo, não um simulante. Viram que estava curado. Puderam vê-lo entrar no templo, saltando e alegrando-se por sua saúde e louvando a Deus. CBASD, vol. 6, p. 146.

13 A quem vós traístes. Ou, “entregastes”. Pedro é franco e ousado ao colocar a culpa pela morte de Jesus sobre os judeus, como os apóstolos passaram a fazer desta ocasião em diante. CBASD, vol. 6, p. 147.

14 Pedistes […] um homicida. Isto é, Barrabás (Mc 15:7). CBASD, vol. 6, p. 147.

17 Por ignorância. A ignorância é perigosa tanto no âmbito espiritual quanto em outros contextos. As pessoas podem pecar por ignorância, como neste exemplo, mas a ignorância não justifica o pecado. CBASD, vol. 6, p. 148.

21 Desde a antiguidade. Estas palavras abrangem as muitas promessas imutáveis dos profetas que despertaram a esperança do povo de Deus ao longo das eras. CBASD, vol. 6, p. 151.

25 Os filhos dos profetas. Os profetas foram enviados especialmente aos israelitas. CBASD, vol. 6, p. 152.

26 Primeiramente a vós outros. Esta primazia dos judeus em relação ao evangelho é digna de nota. Pedro ainda não conhecia as condições da pregação do evangelho aos gentios, mas indica que a mensagem deveria ser pregada primeiramente aos judeus. CBASD, vol. 6, p. 152.

Para vos abençoar. A bênção mencionada aqui sucede a ressurreição e envolve o poder de Cristo que capacita o ser humano a deixar o pecado e seguir a nova vida que se encontra nEle. CBASD, vol. 6, p. 152.

Cada um se aparte. O sentido desta passagem é dúbio. Pode-se dizer que Jesus aparta os seres humanos da iniquidade ou que Ele os abençoa quando se afastam do mal. Em certo sentido, ambos são verdadeiros. As bênçãos da salvação só podem ser recebidas mediante o poder restaurador do Espírito Santo. Segue-se o necessário afastamento do pecado, com arrependimento e conversão. CBASD, vol. 6, p. 152.



ATOS 03 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
29 de julho de 2021, 0:45
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“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados” (v.19).

Em determinado momento de Seu ministério terrestre, Jesus enviou Seus discípulos, de dois em dois, instruindo-os acerca de como deveriam proceder e do que deveriam realizar. Esta experiência os preparou para o que estava por vir. Pedro e João formaram a primeira dupla missionária da igreja primitiva. Aquele a quem Pedro antes desdenhou tornou-se seu companheiro de jornada. As diferenças foram acertadas e ambos foram divinamente “cheios do Espírito Santo” (At.2:4). Capacitados para uma obra ilimitada cujos desígnios eram mais altos do que pudessem imaginar, esses discípulos eram assíduos frequentadores das reuniões de oração (v.1).

Cientes e experimentados da importância da oração, “subiam ao templo” (v.1) para orar quando avistaram uma cena que, diz a Bíblia, se repetia por praticamente quarenta anos (At.4:22): “Um homem, coxo de nascença”, sendo colocado em uma das portas do templo “para pedir esmolas aos que entravam” (v.2). Aqueles que testemunharam durante três anos e meio os inúmeros milagres realizados por Jesus e Sua simpatia e misericórdia para com os desfavorecidos, não poderiam agir diferente. Como ministros investidos pelo poder do Espírito Santo, com os corações tomados de compaixão, disse Pedro ao homem: “Olha para nós” (v.4).

Imagino que aquele homem já tinha ouvido falar de Jesus e, pelo tempo em que ali esmolava, Jesus poderia ter cruzado o seu caminho e ter lhe curado. Mas foi para aquele tempo que sua cura deveria manifestar-se para a glória de Deus. Ao fitar os olhos naqueles dois discípulos, não imaginava que aquele seria o último dia em que precisaria erguer a cabeça para olhar nos olhos de alguém. E quando Pedro deu a voz de ordem: “em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, anda!” (v.6), o Céu aprovou o mandado, porque de lá procedeu e, imediatamente, aquele homem “de um salto se pôs em pé, passou a andar e entrou com eles no templo, saltando e louvando a Deus” (v.8).

Assediados pelo povo, que se encheu “de admiração e assombro” (v.10) pelo ocorrido, Pedro viu nova oportunidade de falar a eles sobre Jesus. Jesus era o centro de toda a pregação dos apóstolos e tudo o que realizavam o faziam em nome dEle. Cumprindo-se, assim, o que Ele prometeu: “E tudo quanto pedirdes em Meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho” (Jo.14:13). Pedro logo tratou de esclarecer o que havia acontecido, de que não fora obra humana a realização daquele milagre, mas “pela fé em o nome de Jesus, é que esse mesmo nome fortaleceu” aquele homem (v.16).

Notem que a Bíblia relata que somente Pedro dirigiu a palavra. Em nenhum momento declara que João falou algo. Isso nos revela outra importante lição. Os dons do Espírito são diferentes, mas podem ser perfeitamente combinados. Pedro, incontestavelmente possuía o dom da oratória, mas quando vamos às cartas de João, ao livro do Apocalipse e ao próprio evangelho de João, que acabamos de estudar, percebemos que a sua personalidade pacífica e mansa lhe rendeu a maior longevidade dentre os discípulos e o privilégio de ver o seu Senhor em glória, sendo eleito para escrever a “revelação de Jesus Cristo” (Ap.1:1): “Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras” (Ap.21:5).

Para quantos o Senhor, nosso Deus, chamar” (At.2:39), há uma obra específica; há nem que seja um dom espiritual a fim de que, como instrumento, cada qual seja habilitado como bom soldado de Cristo. Porque “os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo” (1Co.12:4). Seja esta a nossa constante oração diante do Senhor: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Is.6:8). Então, faremos parte do último exército de Deus, que marcha para o lar celeste cheio do Espírito Santo. Vigiemos e oremos!

Bom dia, missionários de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Atos3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ATOS 3 – Comentário Pr. Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
29 de julho de 2021, 0:40
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ATOS 3 – Talvez a maior ação dos envolvidos na missão seja a oração. A Igreja Cristã nasceu num berço de oração, foi nutrida com oração e fez a Palavra de Deus progredir usando a oração como alavanca.

Mergulhe fundo na mensagem que Lucas escreveu em Atos 3 e, após, leia esta citação de Ellen G. White:
“Caso houvesse mais orações nos concílios dos que arcam com as responsabilidades, mais humilhação do coração a Deus, veríamos demonstrações evidentes da liderança divina, e nossa obra efetuaria progressos rápidos”.

Isso aconteceu no passado, na igreja primitiva, e há muitos que desejam ver tal evidência no presente. Conquanto, é imprescindível separar um tempo especial para meditar no capítulo em questão.

Após os discípulos orarem (Atos 1) e serem tomados pelo Espírito Santo no Pentecostes, milhares de pessoas se converteram (Atos 2) e milagres acontecerem (Atos 3:1-10); a Palavra de Deus era exposta perante as massas com poder e ousadia (Atos 3:11-26).

Alguns pontos merecem total atenção:
1. Milagres não são frutos de poder inerentemente humano nem da piedade de pessoas altamente religiosas, é fruto da graça e poder de Deus através daqueles que se consagram a Seu serviço (vs. 1-13).
2. Milagres são iscas, ou melhor, são meios para alcançar um fim, não um fim em si mesmo. Pedro e João aproveitam o interesse da multidão pelo milagre para cumprir a missão. A missão não é fazer milagres, é evangelizar as pessoas proclamando o Salvador (vs. 10-18).
3. Milagres físicos são trampolins para maiores milagres, os espirituais – arrependimento, conversão e transformação de vida caracterizam o maior dos milagres operado pelo Espírito Santo. Enfatizar o primeiro em detrimento do segundo é desequilíbrio teológico (vs. 19-26).

Nesse texto, “Pedro fez uso da Palavra. ‘Israelitas’, disse, para chamar sua atenção e começar o discurso. Um discurso muito breve, de conteúdo cristocêntrico e vivencial. Dirigiu-se ao povo em tom de conversação, direto, informal. Um modelo de discurso breve, eloquente e baseado na Escritura… Em uma frase, o tema de Pedro foi: Jesus, o Filho de Deus, morreu para salvar os pecadores” (Mario Veloso).

Reavivemo-nos: Se exaltássemos a Bíblia mais do que milagres, rituais, músicas e ações sociais… acredito que nossas igrejas passariam por experiências não vivenciadas nos últimos anos. Você não acha? – Heber Toth Armí




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