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Texto bíblico: II REIS 20 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/20
Ezequias enfrenta outro desafio: a sua vida estava prestes a acabar! Dado o fato de que a vida neste mundo é curta, era natural que Ezequias chorasse pelo seu destino.
Isaías, por outro lado, foi o encarregado de entregar as mensagens divinas ao rei. Primeiro, de que ele iria morrer em breve e, a seguir, que ele não iria morrer tão cedo.
Será que Deus não estava totalmente seguro de Sua decisão quando enviou Isaías a Ezequias pela primeira vez? O que levou Deus a mudar de idéia? Novamente, isso está relacionado à liberdade de escolha que Deus nos concede. No plano infinito de Deus, era melhor para a vida de Ezequias que ela acabasse naquele momento, mas Deus concordou com a escolha do rei concedendo-lhe mais 15 anos de vida. Estes anos finais se provaram ser infrutíferos para Ezequias e abriram a porta para a invasão babilônica, mais à frente.
A lição mais difícil de aprender na vida é a da obediência. Ezequias não quis se submeter à vontade de Deus e Deus permitiu-lhe ver o resultado de sua má escolha.
Devemos aprender com Jesus, que demonstrou a total obediência em que viveu quando orou ao Pai para retirar dEle o amargo cálice: “Todavia, não seja como Eu quero, e sim como Tu queres” (Mateus 26:39).
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/120
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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638 palavras
1 porque morrerás. A doença era fatal. A profecia previa os resultados que seguiriam as circunstâncias do momento. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1065.
2 orou. Ezequias não achou que fosse inútil orar, como se a mensagem profética tivesse tornado a morte inevitável. Quando a pessoa ora, Deus poderia fazer o que Ele não poderia se ela não orasse. Pedidos de cura, no entanto, devem ser feitos em espírito de submissão. Somente Deus sabe se a resposta a um pedido contribuirá para o bem da pessoa interessada e se redundará em Sua glória. … A extensão da vida de Ezequias o levou a um grande erro (v. 12-19). Se tivesse acrescentado à sua oração: “Todavia, não seja como eu quero, e si como Tu queres” (Mt 26:39), ele poderia ter morrido com o registro de sua vida imaculado. CBASD, vol. 2, p. 1065.
11 retroceder dez graus. Não há benefício em especular como Deus executa os milagres. O sinal veio como interferência direta de Deus. CBASD, vol. 2, p. 1066.
12 enviou cartas. Astrônomos babilônicos notaram que havia ocorrido um milagre no relógio de sol (ver 2Cr 32:31). Quando Merodaque-Baladã ouviu o que havia ocorrido, enviou mensageiros para felicitar a Ezequias e aprender mais sobre o Deus que podia operar esse tipo de milagre (ver PR, 344). CBASD, vol. 2, p. 1067.
13 toda a casa do seu tesouro. Ezequias se sentiu lisonjeado com essa atenção por parte do “rei de Babilônia”. Ao mostrar seus tesouros aos embaixadores e revelar seus recursos, ele estava oferecendo uma isca aos gananciosos caldeus, que voltariam para tomar esses tesouros e levá-los para a Babilônia menos de um século depois dessa visita. CBASD, vol. 2, p. 1067.
14 Então, Isaías, o profeta, veio. Ezequias cometera um grave erro que punha em perigo a segurança de sua nação, e o profeta foi enviado para repreendê-lo. […] Por meio de Isaías, o Senhor instou com Seu povo para não se associar com poderes estrangeiros, mas a confiar em Deus (Is 8:9-13; 30:1-7; 31:1-5). CBASD, vol. 2, p. 1067.
Babilônia. Nessa época, Babilônia, sujeita à Assíria, era considerada uma nação fraca, insignificante e tão distante que nunca seria uma ameaça. No entanto, já se tornava objeto de atenção profética (Is 13; 14:1-23; 43:14; 46:1, 2; 47:1-15; Mq 4:10). Em breve Babilônia, e não a Assíria, seria o grande inimigo e o poder que promoveria a queda de Judá. CBASD, vol. 2, p. 1067.
15 Que viram em tua casa? Eles viram o que Ezequias lhes mostrou. Era uma grande oportunidade de testemunhar para o Senhor. Deus o curara de uma doença mortal. O impressionante milagre da sombra do sol despertou interesse generalizado. Ezequias deveria ter testemunhado da maravilhosa misericórdia e do poder de Deus e deveria ter enviado os mensageiros de Merodaque-Baladã de volta bem instruídos a respeito do que Deus pode fazer e faz por Seus filhos em toda a Terra. Porém, ele falhou. A pergunta a Ezequias é feita às pessoas do século 21. O Senhor pergunta: o que as pessoas veem em nosso lar e em nossa vida? CBASD, vol. 2, p. 1067.
nos meus tesouros. Ezequias estava muito preocupado com seus tesouros terrenos. Teria sido melhor se ele tivesse valorizado o tesouro celestial e dado um vislumbre da Pérola de grande preço aos mensageiros babilônios. CBASD, vol. 2, p. 1067.
17 levado para a Babilônia. Esta predição foi cumprida quase um século depois. Os exércitos de Nabucodonosor levaram os tesouros de Judá para Babilônia (2Rs 24:25). CBASD, vol. 2, p. 1067.
18 teus próprios filhos. “Filhos”, em hebraico, geralmente representa a posteridade. CBASD, vol. 2, p. 1067.
19 Boa é a palavra. Ezequias reconheceu que as palavras de Isaías eram as palavras do Senhor e que eram boas. Ele sabia que merecia a reprovação. CBASD, vol. 2, p. 1068.
haverá paz e segurança. Ezequias estava satisfeito com o fato de que o juízo não ocorreria em seus dias e que haveria paz e prosperidade em seu reinado. Esta foi uma reação natural, mas egoísta. Ele deveria se preocupar com os problemas que seu ato imprudente acarretaria sobre sua posteridade. CBASD, vol. 2, p. 1068.
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“Perguntou ele: Que viram em tua casa? Respondeu Ezequias: Viram tudo quanto há em minha casa; coisa nenhuma há nos meus tesouros que eu não lhes mostrasse” (v.15).
Não fomos criados para morrer, amados. A morte tem sido uma intrusa desde que o homem trocou o planejamento divino pelo pecado. É por isso que, em toda a história da humanidade, por mais que a morte esteja presente em tudo o que tem vida; numa folha que cai, numa flor que murcha ou no luto por um ente querido; tudo o que tem vida caminha para o triste e fatídico final: a morte. Somos obrigados a conviver com ela, mas aceitá-la não faz parte de nossa natureza, pois Deus “pôs a eternidade no coração do homem” (Ec.3:11). Ou seja, fomos criados para a vida.
Como todos os que prezam pela vida, Ezequias não estava pronto para morrer e clamou ao Senhor pela cura. Em prantos, apelou a Deus que considerasse os seus anos de fidelidade; sua súplica foi ouvida e atendida. Quinze anos a mais lhe foram concedidos, e o retrocesso da sombra “no relógio de Acaz” (v.11) foi a sua garantia. Após um tratamento natural com “uma pasta de figos” (v.7), já com a saúde restabelecida, Ezequias recebeu cartas e presentes do rei da Babilônia. Desta vez, porém, Ezequias não teve a mesma atitude que tomou com as cartas de Senaqueribe. Como o conteúdo se mostrou amistoso, em vez de estender as cartas babilônicas perante Deus, “Ezequias se agradou dos mensageiros e lhes mostrou toda a casa do seu tesouro […] nenhuma coisa houve, nem em sua casa, nem em todo o seu domínio, que Ezequias não lhes mostrasse” (v.13).
Ezequias expôs todas as suas riquezas; contudo, esqueceu do principal: o Senhor Deus. Aqueles mensageiros foram enviados a um rei que esperavam encontrar moribundo ou até morto. Ezequias teve a oportunidade ímpar de mostrar àqueles pagãos o poder de Deus, o Único capaz de curar enfermidades mortais e de fazer o sol retroceder. Trocou o testemunho pelo testamento. Entretanto, tudo o que deixaria por herança a seus herdeiros seria destruído e espalhado no futuro, mas parece que essa desgraça não o afetou, pois, afinal de contas, ele não seria atingido. Uma atitude que destoa completamente do Ezequias do capítulo anterior.
Meus amados irmãos, precisamos estar atentos nestes últimos dias. Estamos vivendo na prorrogação deste mundo caído, e o inimigo de Deus nem sempre se apresenta de forma voraz como Senaqueribe. Ele também se manifesta como o rei da Babilônia: com cartas amistosas e presentes que encantam, mas que revelam seus terríveis efeitos mais cedo ou mais tarde. A pergunta para nós continua sendo a mesma: “Que viram em tua casa?” (v.15). A nossa casa não deve ser um espetáculo para ser divulgado, mas um cenário do poder operante de Deus. A oportunidade desperdiçada por Ezequias pode não ter lhe trazido danos pessoais imediatos, entretanto, abriu as portas para o futuro caos no meio do povo que ele, como rei, deveria proteger.
O Senhor está disposto a curar as nossas enfermidades e a interferir na ordem natural das coisas por amor a todo aquele que, com inteireza de coração, O busca. Ele ouve as nossas orações, vê as nossas lágrimas e está disposto a realizar milagres em nossa vida. Só que nem sempre a cura ou o sobrenatural correspondem ao verdadeiro milagre que Deus deseja realizar. O verdadeiro milagre não nasce no nosso coração, mas no coração de Deus. Entendem, amados? Nem sempre o que considero um milagre o é na essência. A essência do milagre está na firme confiança: “Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor” (Rm.14:8).
O maior desejo do Senhor não é o de nos conceder curas e tesouros nesta terra, mas que estes apontem para a eternidade. Deus não nos chamou para servirmos como exposição de bênçãos, mas como cooperadores em Sua incansável obra de salvar. Entendendo que vivemos em tempos emprestados, que o mundo veja em nossa casa a presença de um Deus de amor que deseja acrescentar anos sem fim à nossa vida. O Senhor tem retrocedido não apenas dez graus no relógio das profecias, mas um tempo sobremodo longânimo, “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). Que o maior dos milagres muito em breve aconteça na minha e na sua vida: “E lhes enxugará dos olhos toda a lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap.21:4).
Nosso amado Pai Celestial, nós Te agradecemos pelo maior dos milagres, que é a salvação em Cristo Jesus! Graças Te damos, porque o Senhor não desiste de nós e nos alcança a cada dia com a Tua graça! Concede-nos, ó Deus, o Espírito Santo, para que a nossa vida e a nossa casa revelem ao mundo o maior dos tesouros, que é Cristo. Livra-nos de nós mesmos, para que não frustremos os Teus propósitos. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, lares de esperança!
Rosana Garcia Barros
#2REIS20 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II REIS 20 – O astuto inimigo de Deus não brinca em serviço. Satanás tem metas e estratégias bem elaboradas para alcançar seus propósitos. Ele é perseverante, incansável, intenso e implacável em suas ações.
Embora a preguiça seja pecado, Satanás não se apega à ociosidade. Pela pressão, argumentos lógicos e ameaças intimidadoras, ele não conseguiu destruir a confiança e a fé que Ezequias colocara em Deus; assim como fez com Jó, na sequência perseverantemente fez investida tocando a saúde dele.
Neste quesito, Ezequias titubeou. Contudo, o que prevalece é a graça, misericórdia e bondade de Deus para com Seu povo e Sua determinação em fazer acontecer Seus planos em detrimento dos planos do diabo.
Ezequias não confiou que Deus sabia que era seu momento de morrer. Ele deveria entregar-se à vontade de Deus, não suplicar pelo contrário. Ele não deveria ter confiado em seus feitos, ou usar suas boas obras para negociar com Deus (II Reis 20:1-11).
• Isso revela que até as pessoas mais consagradas tendem a escorregar, cair e falhar em sua caminhada com Deus.
Um sinal seria concedido revelando que Deus é gracioso e atende às súplicas de Seus servos ainda que respondê-las não seja o que Ele realmente deseja. Além disso, Isaías não faria uma oração poderosa para curar Ezequias; apresentou um tratamento natural para a cura. Consequentemente, 15 anos foram acrescentados à vida de Ezequias; nesse tempo, ele provou que Deus estava certo em pedir-lhe que colocasse em ordem sua casa.
O sinal foi o retrocesso da sombra; aliás, o sol retornaria sua trajetória por 40 minutos. Como tal astro era considerado deus, os pagãos se entusiasmaram quando souberam que um homem influenciou, de certa forma, o sol. Por isso, os babilônios enviaram nobres homens para testificar do ocorrido no restabelecimento de Ezequias; este, porém, negligenciou testemunhar de Deus. Em lugar de falar dEle, apresentou bens materiais e seu arsenal visando impressioná-los. O resultado foi contrário ao que o rei esperava. Terríveis consequências viriam futuramente sobre seu povo (II Reis 20:12-21).
• Até mesmo nossas boas intenções podem colocar tudo a perder.
• Se Deus não estiver por trás da história, Satanás destrói tudo o que tem que ver com Ele na Terra.
Portanto, confiemos em Deus! Ele sabe o que é melhor! Então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II REIS 19 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 19– COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/19
Ezequias havia perdido a fé no poder de Deus para obter a vitória e se voltou para o dinheiro, mesmo tirando ouro do próprio templo do Senhor. Ele havia permitido que os guerreiros da Assíria plantassem dúvidas no coração de toda a nação de Judá, não apenas em seus líderes. A provação com o reino da Assíria quebrou este rei. Ele percebeu seu erro em não entregar essa situação a Deus e finalmente chamou o profeta Isaías.
O que essa história tem a ver conosco? Não temos um exército acampado fora de nossas casas e pode até haver momentos em nossas vidas em que nos sentimos mais Assírios do que Israelitas. Às vezes não parece que Deus está do nosso lado. Mas e se reformularmos isso? Talvez devêssemos estar do lado de Deus. Se o escolhemos, escolhemos a vida, a prosperidade e a vitória sobre os inimigos em nossas vidas. Atualmente, nossos inimigos se parecem menos com exércitos de assírios e mais com legiões de demônios e dores escondidas em nossos armários.
Em vez de tentar tirar do seu templo ouro suficiente para pagar seus inimigos, confie em Deus para derrotar seus inimigos internos. Deixe que Ele faça o que Ele faz de melhor e escolha estar do lado de Deus sempre.
Solana Campbell
Aluna
Academia Adventista dos Grandes Lagos
Cedar Lake, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/19
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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983 palavras
1 Rasgou as suas vestes. As palavras dos mensageiros de Senaqueribe não eram ameaças vazias. Relevos dos palácios de Nínive e de Khorsabad revelam as crueldades dos assírios nas localidades tomadas por meio do cerco. Horrores indescritíveis ocorreriam se o cerco a Jerusalém fosse feito. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 2, p. 1059, 1060.
2 Isaías. Essa é a primeira referência no livro dos Reis ao profeta Isaías […] A obra desse poderoso profeta foi desempenhada nos reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias (Is. 1:1). Isaías teve um longo ministério antes de ser mencionado no livro dos Reis. Os relatos históricos preservados nesse livro geralmente são breves e muitos itens são omitidos. CBASD, vol 2, p. 1060.
3 Dia da angústia. Por muitos anos, Isaías predisse que este tempo chegaria. Esta foi uma das maiores crises que Judá enfrentou e, sem a intervenção divina, a situação conduziria a nação à ruína final. CBASD, vol 2, p. 1060.
filhos são chegados à hora de nascer. Metáfora de uma crise nacional grave (Jr 30:6). Bíblia de Estudo Andrews.
4 Deus, terá ouvido. Os mensageiros assírios difamaram e ridicularizaram o grandiosos Deus do Céu, colocando-O em pé de igualdade com os deuses das nações ao redor. A honra de Deus estava em jogo e, por causa do amor a Seu próprio nome, era de se esperar que Ele interviesse em favor de Judá. CBASD, vol 2, p. 1060.
O Deus vivo. Em contraposição com os não-deuses de 18.33-35. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A expressão designa a Yahweh como aquele cuja vida é original, não emprestada, não derivada. CBASD, vol 2, p. 1060.
remanescente. Os que permaneciam em Judá depois de Senaqueribe ter capturado muitas cidades e inúmeras pessoas. Bíblia de Estudo NVI Vida
6 Não temas. A tendência humana é temer diante da crise, mas o Senhor, em Sua misericórdia, envia mensagens de encorajamento. CBASD, vol 2, p. 1060.
7 Meterei nele um espírito. Por meio de um espírito de insegurança e medo. Bíblia de Estudo NVI Vida
Deus despertaria um sentimento de ansiedade e medo em Senaqueribe. CBASD, vol 2, p. 1060.
E lá o farei morrer à espada. Aqui, o futuro assassinato de Senaqueribe é vinculado com sua blasfêmia contra o Deus vivo. Bíblia de Estudo NVI Vida
9 Enviar mensageiros. Senaqueribe esperava provocar a capitulação de Ezequias antes que os egípcios atacassem. CBASD, vol 2, p. 1060.
Tiraca. O último faraó da dinastia etíope. Bíblia de Estudo Andrews.
12 Éden. Aqui se refere a uma região localizada no sul de Art, e não ao jardim do Éden. Bíblia de Estudo Andrews.
14 Recebido a carta. Os mensageiro assírios possivelmente apresentaram sua mensagem oralmente e por escrito: oralmente aos mensageiros de Ezequias, já que o próprio Ezequias não saiu para vê-los , e por escrito para que a carta fosse entregue ao rei. CBASD, vol 2, p. 1061.
Estendeu-a perante o Senhor. É o que devemos fazer com qualquer problema, expondo-o perante Deus, através da oração. Bíblia Shedd.
15 Acima dos querubins. A referência é o santo shekinah, a glória miraculosa que simbolizava a presença pessoal de Deus e que aparecia acima do propiciatório entre os dois querubins. CBASD, vol 2, p. 1061.
21 A virgem. Jerusalém resistiu a todos os esforços dos assírios contra ela e não permitiu se contaminar. Esta personificação de Jerusalém com uma mulher é uma ilustração comum (ver Is 23:12; 52:2; Lm 2:13; Mq 4:10). CBASD, vol 2, p. 1062.
22 O Santo de Israel. Esta é a frase preferida de Isaías. Ele a utiliza 27 vezes em seu livro. CBASD, vol 2, p. 1062.
23 Altos cedros. Os assírios planejavam cortar os lindos cedros do Líbano para seu próprio uso. De modo figurado, a frase significa a completa devastação de todo o país, inclusive a ruína dos majestosos palácios da nação e seus orgulhosos habitantes (ver Is 2:12-17; 10:33, 34). CBASD, vol 2, p. 1062.
24. Cavei e bebi. O sentido parece ser que Senaqueribe se sentia capaz de enfrentar qualquer dificuldade. As montanhas não o interrompiam, ele saltava sobre elas. Os desertos não o paravam, ele os atravessava, cavando sus próprias fontes de água. Os rios não o impediam, ele os secava debaixo de seus pés. CBASD, vol 2, p. 1062.
Rios do Egito. A terra do Nilo estava do outro lado do deserto e era cortada por vários canais. Senaqueribe estava se gabando que isso não seria um obstáculo para ele, pois eles desapareciam diante dele. CBASD, vol 2, p. 1062.
26 Debilitados. Deus permitiu o sucesso dos exércitos assírios. A Assíria poderia ter se tornado uma poderosa influência para o bem no mundo se tivesse seguido a reforma que resultara da pregação de Jonas (Jn 3:5-10). Quando os ninivitas trocaram o arrependimento temporário por sua antiga idolatria e desejaram conquistar o mundo, eles destruíram a Assíria como nação. CBASD, vol 2, p. 1062.
27 O teu sair, e o teu entrar. Ou seja, “tudo o que você fizer”. Bíblia de Estudo Andrews.
29 Por sinal. Durante o restante do ano corrente, o povo conseguiria encontrar alimento suficiente no campo. No ano seguinte (possivelmente sabático), eles também conseguiriam alimento originado do que cresceria novamente no campo. E, no terceiro ano, eles retomariam a semeadura e a colheita. As atividades agrícolas corriqueiras foram interrompidas pelas presença dos exércitos assírios na terra. CBASD, vol 2, p. 1063.
32. Sairá. Grandes áreas de Judá foram completamente devastadas pelos exércitos assírios. É possível que muitos tenham se reunido em Jerusalém para escapar do ataque violento de Senaqueribe. Agora, desta cidade sairia um remanescente para repovoar e restaurar a terra. CBASD, vol 2, p. 1063.
32 Com escudo. Os soldados envolvidos no cerco eram protegidos por enormes escudos para se aproximarem dos muros da cidade. CBASD, vol 2, p. 1063.
Levantar tranqueiras. As representações destas rampas são mostradas em relevos assírios. Eram colocadas junto aos muros para que os aríetes chegassem às partes superiores e mais fracas das defesas. CBASD, vol 2, p. 1063.
37 Terra de Ararate. Textos assírios apoiam a informação de que os assassinos de Senaqueribe e uma grande facção de rebeldes fugiram para o “Ararate”, na região da Armênia, ao norte. CBASD, vol 2, p. 1063.
O fim de Senaqueribe, que aqui é descrito encerrando o relato daquele invasão, ocorreu exatamente vinte anos mais tarde, em 681 a.C. Bíblia Shedd.
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“Inclina, ó Senhor, o ouvido e ouve; abre, Senhor, os olhos e vê; ouve todas as palavras de Senaqueribe, as quais ele enviou para afrontar o Deus vivo” (v.16).
Eu não sei você, mas fico maravilhada todas as vezes que leio: “Assim diz o Senhor” (v.20). A força desta expressão revela o poder de Deus e a segura certeza de que Ele tem o controle de todas as coisas. O que vimos no capítulo de ontem não foi uma afronta de Senaqueribe a Judá ou ao rei Ezequias, mas “contra o Santo de Israel” (v.22). Confiante em sua coleção de vitórias, o rei assírio estava certo de que triunfaria sobre Judá. Mas os deuses das demais nações que havia destruído “deuses não eram, senão obra de mãos de homens, madeira e pedra; por isso, os destruíram” (v.18). Pela primeira vez, Senaqueribe afrontou “o Deus vivo” (v.16), e isto não ficaria sem resposta.
Ezequias humilhou-se diante de Deus e consultou o profeta Isaías. Seu coração estava angustiado, mas permaneceu confiante de que o Senhor falaria por intermédio de Seu servo. O “Assim diz o Senhor” (v.6) iniciou com as palavras que ele mais precisava ouvir: “Não temas”. E Ao ler a carta de Senaqueribe, Ezequias “subiu à Casa do Senhor” (v.14) e ali expôs a carta da afronta perante Deus em oração e súplica. O abrir de um coração a Deus em humildade expulsa dele a corrupção da carne para dar lugar à ação do Espírito. A primeira atitude de Ezequias deve ser a nossa diante de qualquer dificuldade. A oração deve ser sempre a primeira ação do cristão. Ezequias orou e pediu oração ao justo Isaías: “ergue, pois, orações pelos que ainda subsistem” (v.4). E “muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo” (Tg.5:16).
Mesmo que os inimigos afrontem os justos do Senhor, um só destes a suplicar move o coração de Deus a guerrear por eles, porque está coberto com a justiça de Cristo e participa de Sua vitória. Como fez Ezequias, Deus nos chama a estendermos perante Ele as “cartas” que nos afligem. O Deus Criador Se inclina e ouve, olha e vê tudo o que se passa neste mundo e, principalmente, na vida dos Seus servos. Se tão somente confiarmos no Senhor, orando sempre sem esmorecer (Lc.18:1), Ele nos dirá: “Eu te ouvi” (v.20). Quando alguém afronta ou maltrata um justo de Deus, está afrontando o próprio Senhor. E todas as palavras de maldição ou obras malignas acabam voltando para o mesmo lugar de onde vieram: “Pelo caminho por onde vier, por esse voltará […] diz o Senhor” (v.33).
Se você julga impossível livrar-se de algum inimigo, saiba que, para quem segue a atitude de Ezequias, calando-se diante da afronta e abrindo o coração ao Senhor, sem demora a justiça vem, e o “Anjo do Senhor” (v.35) age em seu favor. Não conheço teus inimigos nem as afrontas que eles têm feito, mas eu conheço e prossigo em conhecer o “Senhor, Deus de Israel, que está entronizado acima dos querubins” (v.15) e que faz o inimigo voltar pelo mesmo caminho por onde veio. Porque “o zelo do Senhor fará isto” (v.31), por amor de Seu próprio nome e por amor de todo aquele que, como Davi, tem buscado ser um servo segundo o coração de Deus.
Portanto, “não temas por causa das palavras que ouviste” (v.6), pois servimos ao Deus “grande em conselho e magnífico em obras; porque os Teus olhos estão abertos sobre todos os caminhos dos filhos dos homens, para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto das suas obras” (Jr.32:19). Logo o “Anjo do Senhor” (v.35) virá em favor dos filhos do Seu povo para destruir, em uma “mesma noite” (v.35), todos os seus perseguidores. Miguel Se levantará (Dn.12:1) e o remanescente do Senhor, o que “ficou de resto” (v.30), será salvo. “O zelo do Senhor fará isto” (v.31). Você crê?
Senhor, nosso Deus vivo e santo, que estás entronizado acima dos querubins, Tu somente és o Deus de todos os reinos da Terra, pois Tu és o Criador! Inclina, ó Senhor, os ouvidos e ouve! Abre, Senhor, os olhos e vê! Ouve todas as palavras de Satanás e seus agentes para afrontar o Deus vivo! Agora, ó Senhor, livra-nos das suas mãos, para que toda nação, tribo, língua e povo saibam que só Tu és o Senhor Deus! Derrama sobre nós a Tua chuva serôdia para que toda a Terra seja iluminada com a Tua glória! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, justos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#2REIS19 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II REIS 19 – Uma frase proverbial diz: “O caminho dos ímpios é como densas trevas; nem sequer sabem em que tropeçam” (Provérbios 4:19).
• A prática do pecado vinculada à negligência das alertas divinas acarreta ruína na família, na igreja e na nação.
Essa verdade é nítida no exílio de Israel do norte; então, desde II Reis 18, o texto foca o reino de Judá. As dez tribos com capital em Samaria foram deploravelmente levadas ao cativeiro assírio. Foi fatídico o fim histórico de Israel; Judá ainda evitava um fim também trágico.
A desgraça que assolou Israel pode ter despertado a nação irmã com seus líderes. Ezequias promoveu um poderoso reavivamento e uma radical reforma no território de sua jurisprudência; diante da orquestração ameaçadora do poderoso Senaqueribe, Ezequias procurou saber da orientação de Deus através do profeta Isaías (II Reis 18:1-19:4).
O reinado de Ezequias foi o mais extraordinário após a glória dos monarcas Davi e Salomão. Ezequias foi um líder louvável: Era bom soldado, estadista, arquiteto, poeta e fiel consagrado a Deus. Por sua dedicação à verdadeira espiritualidade, dias sombrios foram dissipados pelo Deus Onipotente. Sua influência religiosa motivou compiladores de provérbios a transcrever pérolas sapienciais do sábio rei Salomão. São 128 sentenças inspiradas que chegaram até nós em Provérbios 25:1-29:27.
• Fato é que, o reavivamento verdadeiro desperta intenso interesse pela Palavra de Deus!
A vitória concedida pelo Senhor sobre o insolente rei Senaqueribe da Assíria e seu inescrupuloso exército, inspirou os filhos de Corá a comporem as sublimes letras do conhecidíssimo Salmo 46, cujas palavras maravilhosas elevaram a mente arguta de Martinho Lutero a escrever o tão solene hino “Castelo Forte” – mundialmente cantado.
• Fica claro que, Deus age quando fielmente nos consagramos a Ele. “Deus é o nosso refúgio e nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade” (Salmo 46:1).
Diante da crise vivida pelo rei Ezequias, Deus enviou um anjo que derrotou 185.000 soldados que assolavam Jerusalém. Após retirar-se, Senaqueribe foi morto pelos próprios filhos adorando seus deuses inúteis (II Reis 19:14-37).
• É certo que, quando confiamos piamente em Deus, Ele age para nos livrar.
• Como Ezequias, encontramos paz em meio às aflições da vida apenas quando reconhecemos a soberania de Deus em nossa vida e nos rendemos inteiramente à Sua Palavra!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.