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Texto bíblico: II REIS 7 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/7
No auge da fome descrita em 2 Reis 6, Eliseu profetiza que o Senhor logo a encerraria. O oficial do rei pergunta a Eliseu: “Veja, mesmo se o Senhor abrisse as comportas dos céus, poderia isso acontecer?” (v. 2). “Você verá com seus próprios olhos”, respondeu Eliseu, “mas não comerá nada disso” (v. 3).
A pergunta do oficial é uma ilustração poderosa da atitude de Deus para com a incredulidade. O servo estava desfazendo de Eliseu e de Deus, e Deus não suportaria isso. Os quatro leprosos são tão incrédulos e egoístas quanto o orgulhoso oficial. Eles acreditam que, se permanecerem onde estão, certamente morrerão. Então eles decidem ir até o inimigo. Suas calamidades não os aproximaram de Deus, mas os endureceram.
Se ao menos eles percebessem que tinham sido afligidos para seu próprio bem! Conforme predito por Eliseu, quando o cerco foi levantado, o oficial viu a comida, mas foi pisoteado até a morte. Este foi um lembrete de todas as palavras de Eliseu que foram ditas como um oráculo de Deus.
Quantas vezes encontramos algo que os homens afirmam ser impossível, esquecendo que todas as coisas são possíveis para Deus?
Ricardo Bacchus
Diretor Assistente/ Editor
Columbia Union Visitor, USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/7
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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726 palavras
1 Ouvi a palavra do SENHOR. Deve-se notar que a divisão entre os caps. 6 e 7 é aleatória. Uma divisão adequada deveria ocorrer em 2 Reis 6:24, onde começa a narrativa atual. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 981-982.
alqueire. Do heb. se’ah, “medida” (ARC). … O se’ah era aproximadamente 6,4 litros. CBASD, vol. 2, p. 982.
um alqueire de flor de farinha por um siclo. A quantia de dinheiro que, durante a fome, comprava um pouco do produto mais barato e mais simples, apenas para manter a vida, no dia seguinte compraria 120 vezes mais da melhor farinha. CBASD, vol. 2, p. 982.
2 Poderia suceder isso? A descrença, a ausência de fé, não somente é um grande pecado contra Deus, mas também priva indivíduos e nações das bênçãos que Deus lhes deseja outorgar. […] Nm 13.25-14.38 mostra-nos o povo de Israel forçado a errar quarenta anos no deserto por causa de idêntico pecado (Hb 3.16-19; Mt 13.58). Bíblia Shedd.
A incredulidade do homem não pode impedir a realização dos propósitos de Deus, mas exclui o incrédulo, que perece em meio à abundância. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.
Ainda que o SENHOR fizesse janelas no céu. Estas palavras do capitão auxiliar do rei são cínicas e desafiam a predição de Eliseu. Andrews Study Bible.
Muita vezes nos preocupamos com problemas quando deveríamos buscar por oportunidades. Em vez de focar no lado negativo, desenvolva uma atitude de expectativa. Dizer que Deus não pode resgatar alguém ou que uma situação é impossível demonstra falta de fé. Life Application Study Bible Kingsway.
3 Para que estaremos nós aqui…? Em tempos de abastança, o povo da cidade fornecia alimentação aos leprosos. No entanto, nessa situação, devido à fome, ninguém lhes trazia alimento e eles também sofriam. CBASD, vol. 2, p. 982.
6 reis dos hititas. Reis de pequenas cidades-estado governadas por dinastias de origem hitita, que tinham surgido no norte de Arã [Síria] depois da queda do Império Heteu em c. 1200 a.C [onde hoje é Anatolia, Turquia] . Bíblia de Estudo NVI Vida.
Eles estavam frequentemente em guerra com o siros. Andrews Study Bible.
reis dos egípcios. Era a época da 22ª dinastia do Egito […] O Egito era governado pela dinastia dos reis líbios. CBASD, vol. 2, p. 983.
7 Pelo que se levantaram, e fugiram (ARC). O quadro é de fuga precipitada. Crendo que estavam cercados por inimigos de todos os lados, os siros correram do acampamento, cada um pensando somente em sua segurança. Tudo foi deixado para trás. CBASD, vol. 2, p. 983.
9 Estes leprosos tinham recebido riquezas acima de todas as suas mais ambiciosas expectativas, sem nenhum merecimento ou esforço. Aquelas riquezas era suficientes para abastecer o povo inteiro, como se vê no versículo 16. Era, portanto, um dia de boas novas e esconder aqueles boas novas seria uma grande maldade. De igual modo quem recebe a salvação eterna, a qual vem da graça de Deus e não do merecimento das obras humanas (Ef 2.8-10), tem grande responsabilidade de espalhar essa boa nova (Mc 16.15: “Pregai o evangelho a toda criatura”). A melhor pregação é ter vidas frutíferas segundo a boa vontade divina, Ef 2.10. Bíblia Shedd.
12 Agora, eu vos direi o que é que os siros nos fizeram. A incredulidade de Jorão levou-o a concluir que o relatório dos quatro leprosos fazia parte de uma estratégia de guerra dos arameus e não o cumprimento da profecia de Eliseu. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Deus foi bondoso e manteve Sua palavra, mas o rei se recusava a a reconhecer. Sua natureza má e desconfiada o impedia de perceber que os horrores do cerco terminariam e que bênçãos nunca sonhadas foram dadas a todos os que creram. CBASD, vol. 2, p. 983.
13 um dos servos. O servo mostrou mais sabedoria que o rei. Sua reação foi a de alguém que possuía fé e bom senso. CBASD, vol. 2, p. 983.
16 segundo a palavra do SENHOR. Sob qualquer circunstância, vale a pena conhecer a palavra de Deus. Essa palavra é sempre verdadeira. O que Deus diz certamente acontecerá. Quem confia em Deus pode andar por caminho completamente seguro. CBASD, vol. 2, p. 983-984.
18 Assim se cumpriu. Homens santos de Deus [como Elias e Eliseu] viviam a vida e o amor de Deus diante de seus companheiros e, como consequência, um novo espírito e uma nova esperança voltaram aos seres humanos. Uma vez mais a paz e a justiça do Céu passaram a ser vistas entre as pessoas na Terra. A obra de Eliseu não foi em vão. CBASD, vol. 2, p. 984.
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“Então, disseram uns para os outros: Não fazemos bem; este dia é dia de boas-novas, e nós nos calamos; se esperarmos até à luz da manhã, seremos tidos por culpados; agora, pois, vamos e o anunciemos à casa do rei” (v.9).
A fome apertou em Samaria a tal ponto que não havia mais esperança humana. Entretanto, a profecia dada por intermédio de Eliseu era de boas-novas. Para toda boa notícia, surge ao menos uma opinião negativa, e esta veio do “capitão a cujo braço o rei se apoiava” (v.2). Ele era um homem de confiança no reino de Jorão, que semeou dúvida acerca da palavra profética. Por não ter acreditado na Palavra de Deus, ele veria o cumprimento da promessa, mas dela não desfrutaria.
Opiniões contrárias nunca impediram o agir de Deus. Mesmo que a maioria duvide de Suas promessas, nenhuma delas jamais deixou de se cumprir (Js.21:45). Deus usa instrumentos improváveis para revelar que Suas palavras são fiéis e verdadeiras; desta vez, usou quatro leprosos. Inicialmente, eles desfrutaram sozinhos dos despojos do exército sírio, mas logo caíram em si: não podiam se calar. Se o dia amanhecesse e eles fossem flagrados em silêncio, seriam punidos. A notícia da fuga sobrenatural dos sírios salvaria o povo da morte por inanição e do horror do canibalismo.
A Bíblia diz que eles foram e bradaram, anunciando a salvação do povo de Samaria e, consequentemente, o cumprimento da profecia dada por Eliseu. Amados, esta história nos convoca a uma reflexão séria. A lepra do pecado tem afetado a humanidade; destruindo sonhos, alegria, saúde e esperança. O que estamos fazendo para amenizar tão grande sofrimento? Estamos como o capitão de Jorão, espalhando dúvidas sobre a Palavra do Senhor? Estamos como os leprosos no início, escondendo o tesouro do Reino só para nós? Ou estamos como eles quando caíram em si, anunciando as boas-novas antes que seja tarde demais?
A última e grandiosa promessa é o retorno glorioso de Cristo. “Porque o Senhor cumprirá a Sua palavra sobre a terra, cabalmente e em breve” (Rm.9:28). “Eis que vem com as nuvens e todo olho O verá” (Ap.1:7). “Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da Terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória” (Mt.24:30). Assim como o capitão de Israel, muitos apenas contemplarão a glória, mas não participarão da salvação, porque fecharam o coração para os apelos do Espírito Santo, rejeitando as profecias. Outros, que conheciam as boas-novas mas não as compartilharam, também serão “tidos por culpados” (v.9). Se você soubesse que seu vizinho corre risco de morte, não o alertaria? Por que, então, damos tão pouca consideração à missão que envolve a vida eterna? Por que tanta apatia quando deveria haver uma fervorosa busca pela plenitude do Espírito Santo?
Cristo nos deixou a missão que deve ser a nossa maior prioridade nesta terra: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”, e deixou uma promessa a todo aquele que busca cumpri-la: “E eis que estarei convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:19-20). A grande prova final se aproxima. É preciso estar pronto para resisti-la. Os que não aproveitaram as oportunidades, com adormecida consciência da morte iminente, trocarão a verdade pelo erro para desfrutar de uma falsa segurança que os levará a confiar no primeiro engano: Certamente, não morrereis! (Gn.3:4). Hoje, somos atalaias para o Israel espiritual (Gl.6:16). Mesmo cansados pelo conflito, podemos contemplar Aquele que prometeu estar conosco. Se Deus diz ao ímpio “Certamente morrerás” e não o advertimos, o sangue dele cairá sobre nós (Ez.3:18).
A verdadeira piedade habita em todo coração que confia em Deus e nEle se refugia. Na mais humilde alma há o mais genuíno poder e o maior amor pela missão. Viver para salvar é viver para amar, e amar para sempre! E isso deve começar em nosso coração, do nosso coração para a nossa casa, e de nossa casa para o mundo.
Assim como Israel padecia de fome, o mundo padece pela falta de esperança. Todo filho do reino celestial deve ser arauto do Senhor, anunciando as boas-novas de salvação em Cristo Jesus. A verdadeira compreensão das Escrituras aliada a uma vida de oração, eis o que norteará o povo de Deus na jornada rumo à eternidade; algo que só será revelado aos humildes de espírito, que temem a Deus e reconhecem que sem a esclarecedora voz do Espírito Santo é impossível adentrar na intimidade do Pai e conhecer-Lhe o caráter imaculado. Pois “a intimidade do Senhor é para os que O temem, aos quais Ele dará a conhecer a Sua aliança” (Sl.25:14). Assim como a notícia dada a Israel, precisamos bradar e anunciar ao mundo com nossa voz e com nossa vida: “Está perto o grande Dia do Senhor; está perto e muito se apressa. Atenção!” (Sf.1:14).
Senhor, nosso Deus, a profecia de Eliseu diante da realidade avassaladora de Samaria, aos olhos humanos, apontava para uma impossibilidade. E o Senhor não agirá de forma diferente nesses últimos dias, pois bem diante de nós há profecias preditas na Tua Palavra que muitos têm considerado impossíveis de se cumprir, ou que iriam demandar muitos anos para serem cumpridas. Mas como o Senhor assustou e expulsou todo o exército sírio de forma sobrenatural em apenas uma noite, cremos que abreviarás os últimos acontecimentos e só estarão preparados os que perseverarem confiando na Tua Palavra. Por isso, Pai, continuamos clamando pelo Espírito Santo em nossa vida para que sejamos Teus atalaias, apressando a vinda do nosso Redentor. Em nome dEle, nós Te oramos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, arautos do segundo advento!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II REIS 7 – Existem histórias bíblicas dramáticas e comoventes que podem comover-nos caso dedicarmos tempo para observar seus detalhes.
Nas páginas sagradas, o personagem central é Deus; Ele recompensa quem nEle confiar e mostra grandes desvantagens de duvidar de Sua Palavra.
Vários sermões podem ser extraídos desse livro de histórias inspiradas com pitadas de teologia prática. Não é sábio perder Deus de vista nos ricos relatos dos vários personagens nos capítulos de II Reis. Deus é sempre o foco!
Nas coisas corriqueiras da vida, Deus Se faz presente e manifesta Suas ações em prol de Seu povo. Ainda que o pecado esteja em alta, e os pecadores, sofrendo de suas terríveis consequências, acusam ao ministro de Deus (visto na ordem de decapitar Eliseu), Deus oferece graça em meio à desgraça. Surpreendentemente, uma profecia gloriosa foi proferida para cumprir no dia seguinte: Haveria comida para todos!
A fome que levou inclusive mães alimentarem-se de seus filhos, causada pela seca e pelo cerco dos siros, inacreditavelmente teria fim. Um dos capitães duvidou. Então, Eliseu disse ao descrente que ele veria a abundância de alimentos; porém, nada comeria (II Reis 7:1-2).
Quatro miseráveis leprosos famintos foram os primeiros a verificarem o milagre. Deus assustara o exército inimigo com ruídos, fazendo-os fugirem apressadamente, abandonando tudo. Os leprosos encontraram alimento e anunciaram ao povo da cidade. Quando as portas foram abertas, a multidão faminta atropelou o incrédulo que duvidou. Ele viu o cumprimento da profecia de Eliseu sobre os alimentos, mas a outra parte também se cumpriu ao ele ser atropelado e morrer sem comer nada do que viu (II Reis 7:3-20).
O sofrimento de Israel resultava da desobediência das orientações divinas em Levítico 26:27-29 e Deuteronômio 28:49-57. Os desobedientes não assumiram sua culpa; pelo contrário, culparam ao profeta Eliseu pela desgraça que enfrentavam (II Reis 6:24-31). Quase sempre achamos que nossas mazelas são culpa dos outros; contudo, precisamos recapitular nossa história, olhar para nossas falhas, e, reconhecê-las perante Deus!
A incredulidade não oferece recompensa. Israel devia ver isso na experiência do capitão. Além de levar à necrose espiritual, duvidar de Deus é fatal para a vida.
Duvidar não compensa! Descrer da Palavra do Senhor é pior que o mais letal veneno! Por isso, reavivemo-nos na Palavra de Deus… para vivermos plenamente! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II REIS 6 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/6
Em 2 Reis 6, Eliseu revela os segredos militares dos arameus através do grande poder de Deus. O relacionamento de Eliseu com Deus é tão profundo que o rei de Israel percebe e o faz “vigiar” o país. O rei dos arameus não gosta disso e procura capturar Eliseu. O fato do exército arameu ter viajado à noite para não ser visto demonstra que eles não acreditavam no poder de Eliseu de antecipar seus movimentos.
Quando chega a manhã, Eliseu diz a seu servo assustado, que vê a cidade cercada por cavalos e carros: “Os que estão conosco são mais do que os que estão com eles” (versículo 16). Os olhos do servo se abrem e ele vê colinas cheias de cavalos e carros de fogo protegendo a cidade onde Eliseu está. Através do poder de Deus, o exército arameu é atingido pela cegueira.
Esses versículos deveriam ser uma grande fonte de conforto e segurança para todos os crentes. Como Romanos 8:31 diz: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (NIV). Eliseu instrui o rei de Israel a não matá-los, mas a oferecer comida e água. Como resultado, os arameus param de invadir e pilhar o território de Israel. Tal tratamento demonstra a confiança de Israel em Deus como seu protetor e foi um movimento no sentido de estabelecer relações pacíficas entre Israel e Aram [Síria].
Ricardo Bacchus
Diretor Assistente/ Editor
Columbia Union Visitor, USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/6
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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485 palavras
1 o lugar onde habitamos. As palavras indicam a existência de uma comunidade profética regular. Eliseu está mais associado com companhia profética do que Elias. Andrews Study Bible.
estreito demais (ARA; NVI: “pequeno demais”).
5 o ferro do machado caiu na água (NVI). Na época, um ferro de machado era uma ferramenta cara, cujo preço era alto demais para os discípulos dos profetas comprarem. Depois de o ter perdido, quem o tomou emprestado via-se diante da perspectiva de ter que trabalhar como escravo até pagar o respectivo preço. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 Síria. Síria é o nome grego para terra de Arã. Andrews Study Bible.
12 na tua câmara de dormir. O local mais bem guardado e inacessível num palácio oriental. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 975.
13 Dotã. Uma cidade situada numa colina, 15 km ao norte de Samaria. Foi ali que José foi vendido aos ismaelitas como escravo (Gn 37.17). Bíblia Shedd.
16 mais são. Quando um homem de Deus é cercado pelos inimigos, ele sempre pode estar seguro de que a força a seu lado é infinitamente maior do que a do inimigo. […] O mais fraco filho de Deus, aparentemente sozinho e abandonado, nunca precisa temer o poder que o inimigo enviar contra ele. Com Deus ao seu lado, ele será maior que as mais fortes hostes do mal. CBASD, vol. 2, p. 976.
17 cavalos e carros de fogo. Eles representam o exército do Senhor dos Exércitos que acampam ao redor do fiel (Sl 91). Andrews Study Bible.
22 Não os ferirás. Eliseu deixou claro que esses homens eram prisioneiros de guerra e tinham todo o direito de serem tratados como tais. CBASD, vol. 2, p. 977.
24 Aqui não há contradição: trata-se agora de guerra e não de incursões e ataques repentinos. Bíblia Shedd.
25 grande fome. Durante um cerco, o inimigo tenta levar a população aos limites da fome e sede para que se rendam sem luta. Andrews Study Bible.
cabeça de jumento. O jumento era imundo para os hebreus e não seria comido exceto como último recurso. Sua cabeça seria a pior parte e a mais barata. CBASD, vol. 2, p. 978.
28 amanhã comeremos o meu. Canibalismo durante um cerco era uma das maldições da aliança. Andrews Study Bible.
Os pecados do rei e do povo eram tão grandes que as maldições segundo a aliança prescritas em Lv 26.29 e Dt 28.53, 57 estavam sendo uma realidade (v. Lm 4.10). Bíblia de Estudo NVI Vida.
32 o filho do homicida. Acabe, o pai de Jorão, foi culpado não somente do sangue de Nabote, mas também dos profetas mortos por Jezabel, coim seu pleno consentimento. CBASD, vol. 2, p. 979.
empurrai-o com ela. Literalmente, “pressione-o para trás da [ou na] porta”. CBASD, vol. 2, p. 979.
vem após ele. O rei seguiu de perto os passos do carrasco para ver se suas ordens seriam cumpridas ou não. CBASD, vol. 2, p. 979.
33 do SENHOR. O rei agora deixa de culpar Eliseu pela calamidade e assume que Deus está por trás dela. Andrews Study Bible.
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“Ele respondeu: Não temas, porque mais são os que estão conosco do que os que estão com eles” (v.16).
O capítulo de hoje começa com uma situação aparentemente simples e termina com uma impossibilidade humana. Deus se preocupa com tudo o que nos diz respeito e deseja atender às nossas necessidades, quer sejam simples, quer sejam de elevada complexidade. Fazer um machado flutuar ou cegar todo um exército são ambas ações de um Deus que não se cansa de mostrar o quanto nos ama. Todas as Suas intervenções apontam para o Seu real desejo de nos salvar.
Nossos pecados e imperfeições, por vezes, fazem-nos afundar como aquele machado. Sentimo-nos pesados como o ferro e pensamos ser impossível livrar-nos de tamanha carga de culpa. Mas, assim como Eliseu usou um galho como instrumento, Jesus tomou sobre Si uma cruz, transformando-a no instrumento que retira de nós o peso da culpa, fazendo-nos flutuar em Sua maravilhosa graça. Afinal, o Seu jugo é suave e o Seu fardo é leve (Mt.11:30).
Eliseu, apesar da rebeldia do rei de Israel, persistia em fazer a vontade de Deus. Antes que o inimigo se aproximasse, o profeta avisava o monarca, livrando Israel de guerras desnecessárias. Por isso, o exército sírio mudou seu alvo: agora marchavam para capturar Eliseu. A cidade de Dotã foi cercada, mas o profeta permanecia calmo e confiante. Ele enxergava o que ninguém mais via. Enquanto o seu servo olhava aterrorizado para o arregimentado exército inimigo, Eliseu contemplava o poder de Deus.
Quantas vezes deixamos de contemplar o sobrenatural porque insistimos em fixar os olhos nas dificuldades da vida? Precisamos acreditar que “mais são os que estão conosco” do que todos os nossos problemas ou inimigos juntos. Vamos relembrar situações aparentemente desvantajosas:
Noé e sua família e um mundo ímpio. Eu pergunto: Quem entrou na arca?
Davi e Golias. Quem saiu vitorioso?
Josué e Israel desarmado e os muros intransponíveis e o exército bem armado de Jericó. Que lado venceu?
Eliseu e um exército inimigo. Que relato maravilhoso sobre a vontade do Senhor em nos revelar o que a nossa cegueira espiritual nos impede de ver!
A cegueira daqueles homens do exército sírio representava a cegueira espiritual de Israel. Governados por um rei ímpio, o povo chegou à degradação extrema de devorar seus próprios filhos. Assim como Deus desejava realizar um grande milagre no meio de Israel, Ele deseja realizar um no meio de Seu povo hoje. A cegueira nos leva à fome espiritual, e esta nos faz desejar o que é abominável. O exame das Escrituras é o colírio e o alimento de que precisamos para que possamos ver e nos sentir saciados.
Quando nos arrependemos e confiamos em Deus, Ele lança nossos pecados nas profundezas do mar e nos faz flutuar em águas tranquilas. Ele abre os nossos olhos para que possamos ver o sobrenatural. Quando confiamos no Senhor, Ele sacia a nossa fome com o Pão do Céu. Lembrem-se: antes do milagre, vem sempre a fé! “Oh! Provai e vede que o Senhor é bom; bem-aventurado o homem que nEle confia” (Sl.34:8). Os discípulos dos profetas reconheceram uma necessidade e agiram. Existe algo que você precisa realizar e ainda não começou? Ore a respeito disso em um horário específico todos os dias desta semana e busque em Deus a direção para iniciar este novo projeto.
Pai querido, quão tardios somos para enxergar e perceber que o Senhor nos cerca com os anjos que Tu envias em favor dos que hão de herdar a salvação! Estamos no meio de um grande conflito, e clamamos que abras os nossos olhos, através da Tua Palavra, para que fique bem claro em nosso coração de que a vitória já nos foi garantida na cruz do Calvário! Dá-nos o discernimento de que necessitamos para perseverarmos, diariamente, na busca pelo batismo do Espírito Santo e assim estarmos munidos do azeite reserva quando Jesus voltar. Volta logo, Senhor! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, confiantes no poder de Deus!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II REIS 6 – O ser humano não nasce com manual de instrução. Deus, o nosso Criador, deixou a Bíblia para instruir-nos. Sem a revelação divina, arruinamos nossa vida com nossas tentativas de acertar.
Precisamos estudar. Precisamos aprender! Sem ter bom fundamento, somos conduzidos por todo vento de doutrina. As escolas dos profetas foram edificadas para impedir à proliferação das ideias falsas sobre a vida, Deus e a religião. Em II Reis 6, uma das escolas precisou ser ampliada devido à grande demanda.
Essas escolas/colégios do passado servem de inspiração e modelo para nossas instituições de ensino. Ellen White afirma que, “se forem dirigidas de acordo com o desígnio de Deus, nossas escolas, nestes dias finais da mensagem, efetuarão uma obra semelhante à que foi efetuada pelas escolas dos profetas”.
É preciso ensinar que Deus Se preocupa inclusive com um machado emprestado, fazendo-o flutuar (II Reis 6:1-7), consegue descobrir segredos dos pagãos e compartilhá-los com Seus servos, além de ser estrategista para impedir duas nações de guerrearem – como no caso de Israel e a Síria (II Reis 6:8-23). O texto revela, também, que Deus conhece o futuro como ninguém, quando nada sugere que poderia acontecer como Ele previu (II Reis 6:31-33).
• Anote: Deus não conhece meramente os problemas que enfrentamos, Ele sabe como e quando podem ser resolvidos.
Quando o ensino verdadeiro de Deus e a espiritualidade correta são preservados, Deus abençoa. Os que aceitam desafios e decidem colocar planos em ação com determinação de ver a obra de Deus avançando neste mundo corrompido, não se acomodam. A sugestão de ampliar a escola dos profetas “não veio de Eliseu, mas dos estudantes. Esses jovens não temiam o trabalho. Um dos objetivos das escolas dos profetas era oferecer treinamento prático para a vida. Os jovens eram treinados para o trabalho como os demais, porque não lhes era permitido ficar alheios para com os que tinham a responsabilidade de servir. O trabalho manual estava em perfeita harmonia com o desenvolvimento da mente e das afeições” (CBASD).
Muitos aprendem; outros, não. O rei Jorão não aprendia as lições que Deus queria ensinar nas provas da vida. Sua rejeição a Deus e ameaça de morte ao profeta mostra que foi desaprovado na escola divina.
E nós, seremos aprovados? – Heber Toth Armí.