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Texto bíblico: II REIS 4 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/4
Deus tem sempre mais a dar do Espírito Santo. Ele nunca se esgota. Ele só para de ser derramado na vida de pessoas que estão muito cheias de outras coisas. Se você está cheio de coisas do mundo, não haverá lugar para aquilo que Deus deseja derramar em sua vida. Você é aberto a receber o Espírito de Deus ou sua vida está cheia de outras coisas?
Eu amo a abundância das bênçãos de Jesus. O rei Davi disse sobre Jesus: “unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda” (Salmo 23:5). Os discípulos tinham 12 cestos de pão extra após os milagres de Cristo. O Senhor nos abençoa abundantemente, acima de tudo o que possamos imaginar. Há transbordamento, há sobras. Isso é uma boa notícia, não é? Você não ficará sem o Espírito Santo, especialmente se você compartilhar o amor de Deus com outros. Ele vai abrir as janelas do céu e derramar uma bênção tal que você não vai ter espaço suficiente para receber tudo.
Querido Senhor, no dia de Pentecostes Jesus abriu as janelas do céu e derramou de tal modo o Espírito sobre os Seus discípulos até que suas vidas transbordaram para as ruas de Jerusalém e a igreja do Novo Testamento nasceu. Por favor, faça isso de novo para nós hoje! Amém!
Doug Batchelor
Orador e diretor do programa de TV “Amazing Facts”
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/4
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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838 palavras
1 meus dois filhos para serem escravos. A lei mosaica permitia que se vendessem filhos como servos (ou escravos) durante um período limitado de tempo (Êx 21.2, 7; Lv 25.39-46; Dt 15.12-18). Infelizmente, essa disposição legal estava sujeita a abusos constantes (Ne 5.5-8; Jr 34.8-22; Am 2.6; 8.6). Bíblia de Genebra.
4 fecha a porta. O milagre não deveria ser uma sensação pública, mas um testemunho do cuidado de Deus pelo necessitado (Sl 68:5). Andrews Study Bible.
8 Suném. Uma cidade no vale de Jezreel, cerca de oito quilômetros a norte-noroeste do monte Gilboa, e talvez a 25 quilômetros ou mais do Carmelo, onde Eliseu, naquele tempo, parece ter feito sua casa (v. 25). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 2, p. 956- 957.
Abisague, que tomou conta de Davi quando velho, veio daqui (1Rs 1:3). Andrews Study Bible.
a qual o constrangeu. A Eliseu foi estendida a hospitalidade dessa casa confortável. Homens de Deus têm as mesmas necessidades de alimento e abrigo que os outros e apreciam as bênçãos da comunhão e amizade cristãs. Muitas vezes, a vida de um servo fiel é tornada feliz e agradável mediante a gentil cortesia estendida a eles por aqueles a quem deve servir. CBASD, vol 2, p. 957.
9 santo homem de Deus. Este é o único lugar da Bíblia onde um profeta é chamado “santo”. Sendo o líder espiritual da nação, Eliseu percorria um determinado circuito visitando companheiros, como o fez Samuel (1Sm 7:15-17). Andrews Study Bible.
10 obra de pedreiro. Era um aposento permanente, e não o tipo de sala de emergência, que comumente era composta de uma tenda estendida sobre o teto ou telhado plano. A mesa com lâmpada nos dá a impressão de que os profetas da época esquadrinhavam sobre ela os Livro de Moisés, como fonte inspiradora para suas mensagens. Bíblia Shedd.
13 Habito no meio do meu povo. Era uma mulher de bens, cercada por familiares, que não precisava da intercessão de terceiros em seu favor. Bíblia Shedd.
14 ela não tem filho. Isto era considerado por toda mulher hebreia um mal evidente e uma censura (ver Gn 30:23; Dt 7:13, 14; 1Sm 1:6, 7; Sl 128:3, 4; Lc 1:25, NTLH). CBASD, vol 2, p. 957.
Grande decepção, pois significava que o nome da família cessaria e suas terras e possessões passariam a outras pessoas. Além disso, o futuro dessa jovem esposa era grandemente ameaçado porque ela se via diante da probabilidade de viver muitos anos como viúva sem provedor nem protetor – os filhos seriam a única fonte de aposentadoria para uma viúva juntar na velhice (v. 8.1-6). Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 A minha cabeça! Provavelmente um caso de insolação. A colheita era tarefa árdua, levada a cabo na estação mais quente do ano. CBASD, vol 2, p. 958.
21 o deitou sobre a cama do homem de Deus. Ela se recusou a aceitar a morte de seu filho e ocultou o corpo do menino no dormitório de Eliseu para que o ritual das lamentações não se iniciasse (Gn 50.10; 2Cr 35.25; Jó 2.12-13; Dn 10.2; Mc 5.38; Jo 11.33). Bíblia de Genebra.
23 Por que vais a ele hoje? Não é dia de Festa da Lua Nova nem sábado. Nota-se a atitude semi-religiosa, comum naquela época: a religião do pagão era o aparecer em cerimônias religiosas, alternado por um comportamento semi-religioso até a próxima festa. Para eles, o sacerdote, o profeta e o ministro eram apenas os celebrantes da liturgia. Esse homem não podia compreender que a religião verdadeira traz soluções às situações angustiantes da vida diária; deve-se buscar a Deus em quaisquer circunstâncias (Ec 12.1; Is 53.6; Os 10.12; 2Co 6.2). Bíblia Shedd.
Não faz mal (ARA; NVI: “Não se preocupe”).
26 Tudo bem. A mulher respondeu com a simples saudação tradicional “Shalom”, que quer dizer [desejar] paz, saúde, prosperidade; ela não tinha nada a conversar com quem quer que fosse, até expor suas dúvidas diante do homem de Deus, que lhe haveria de mostrar a solução daquele problema. Bíblia Shedd.
29 não o saúdes. …seu servo está investido de uma missão de misericórdia, que não permite as longas saudações orientais. Bíblia Shedd.
38 Põe a panela grande ao lume (ARA; NVI: “Ponha o caldeirão no fogo”).
39 trepadeira silvestre. Na Palestina … é encontrada uma trepadeira conhecida como colocíntida, com pequenas folhas de cor verde-claro e frutos semelhantes a melões, cujos efeitos podem ser fatais. A LXX, a Vulgata e a Almeida chamam o que foi tirado da planta de “colocíntida”. CBASD, vol 2, p. 961.
A palavra original descreve uma planta semelhante a um melão, que contém sementes na quais existe uma substância venenosa. Andrews Study Bible.
não as conheciam. O fato de ser profeta não dá todo o conhecimento nem desobriga de exercer cuidado e precaução. CBASD, vol 2, p. 961.
40 Morte na panela. Provavelmente, o sabor amargo revelou imediatamente o fato de que o alimento era venenoso. Ele pode ter sido misturado na panela a outras eras perfeitamente saudáveis, mas as cabaças espalharam seu veneno por todo o recipiente. O pecado é o veneno da morte. Sua influência se espalha. Em milhares de formas diferentes, é colocado diariamente diante de nós para trazer sofrimento e desgraça. O único caminho seguro é eliminar o pecado e o erro de qualquer espécie, seja onde for encontrado. Caso contrário, o resultado será inevitavelmente a morte. CBASD, vol 2, p. 961.
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“Então, lhos pôs diante; comeram, e ainda sobrou, conforme a palavra do Senhor” (v.44).
As duas primeiras histórias do capítulo de hoje retratam realidades opostas: a primeira, de uma viúva pobre com dois filhos; a segunda, de uma mulher rica que não os tinha. Duas situações: pobreza e riqueza. Dois dilemas: o risco de perder os filhos para a escravidão e o sonho da maternidade. A pergunta feita por Eliseu à viúva: “Que te hei de fazer?” (v.2), foi a mesma usada por Jesus repetidamente, mesmo diante de necessidades óbvias. Por exemplo, Cristo perguntou a dois cegos o que queriam que Ele lhes fizesse (Mt.20:32). Ora, não era óbvio que desejavam enxergar? Então, por que a pergunta? Porque ela requer de nós uma resposta, e nossa resposta pode ser a afirmação de nossa fé e dependência total de Deus, ou de nossa incredulidade e rejeição à provisão divina.
O que a viúva chamou de “nada” (v.2), Deus transformou em tudo o que ela e sua casa precisavam. A ordem era que ela tomasse emprestado dos vizinhos o máximo de vasilhas que conseguisse. As bênçãos que Deus concede a um lar devem ser compartilhadas. As vasilhas dos vizinhos representam aqueles que o Senhor coloca em nosso caminho para que sejamos canais de bênção. Temos o privilégio e a responsabilidade de encher outros lares com o “azeite” do amor de Deus. Mas, para que isso aconteça, precisamos primeiro “fechar a porta” sobre nós e nossos filhos para enchermos nossos próprios corações até que transbordem, “porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Rm.5:5).
Não podemos encher a vasilha de ninguém se a nossa não estiver cheia. Não dá para apresentarmos Jesus a outras pessoas, se nem mesmo O conhecemos. Atrás da porta de nossa casa deve haver uma família unida em um só propósito: receber do Senhor o “azeite” do Espírito Santo para que sejamos Seus cooperadores na busca por outras famílias. Quando compreendermos que dar é melhor do que receber (At.20:35), nós e nossa família viveremos “do resto” (v.7), felizes e satisfeitos com a provisão do Senhor. O “resto” de Deus não é sobra de má qualidade, mas o excedente da fartura divina.
A mulher rica entendeu isso e decidiu compartilhar seus bens com o “santo homem de Deus” (v.9). Por dar sem esperar nada em troca, o Senhor lhe concedeu o que ela sempre sonhou: um filho. Mas o sonho pareceu durar pouco quando o menino morreu. Isso mostra que nossos sonhos terrenos podem sofrer interrupções, mas com Deus, ainda que estejamos sofrendo “em amargura” (v.27), podemos responder como aquela mulher enlutada: “Tudo bem” (v.26).
O homem de Deus entrou naquele quarto, “fechou a porta sobre eles ambos e orou ao Senhor” (v.33). O quarto preparado para o profeta tornou-se palco de um grande milagre. “Que te hei de fazer?” (v.2), é a pergunta que Jesus nos faz hoje. É a respeito de um filho? Quando você pensar que a porta se fechou, Deus, “no tempo determinado” (v.17) lhe dirá: “Toma o teu filho” (v.36). É uma dificuldade financeira? Confie no Deus Provedor, “porque assim diz o Senhor: Comerão, e sobejará Comerão, e sobejará” (v.43). É algo que parece não ter solução, uma “morte na panela” (v.40)? Ele transforma o luto em júbilo e a morte em banquete e alegria.
Como a mulher rica apegou-se a Eliseu, que possamos dizer hoje ao Senhor, em oração:
“Não Te deixarei” (v.30), Senhor! Ainda que debaixo de ameaças (v.1-7); ainda que não tenha o que sempre sonhei (v.14); ainda que em luto (v.26); ainda que não veja saída para o meu problema (v.40); ainda que pareça que tenho pouco (v.43), ou mesmo nada (v.2); NÃO TE DEIXAREI, DEUS MEU! Porque só o Senhor toma do pouco ou do nada, e transforma em um tudo abundante! Portanto, em Ti confiarei! Concede-me a fé e a perseverança de que necessito! Dá-me Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, filhos do Deus da perfeita provisão!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II REIS 4 – Mais importante que obter conhecimento de Deus é desenvolver relacionamento com Ele; se bem que, qualquer relacionamento íntimo gera conhecimento. Por conseguinte, conhecer a Deus é o caminho da vida eterna (João 17:3).
É importante saber que uma coisa é estudar sobre Deus; outra, é conhecê-lO por convivência com Ele. É importante perceber que obter informações teológicas não é empiricamente a mesma coisa que relacionar-se com Deus. Uma coisa é saber de Seu poder, outra coisa é experimentá-lO.
O capítulo em pauta não visa meramente informar que Deus opera milagres, como multiplicar azeite a viúvas endividadas, ressuscitar filhos de casais desesperados, transformar em bênção guisados envenenados, e multiplicar pães para alimentar uma centena de pessoas. O propósito é mostrar que Deus está disposto a atender nossas necessidades como atendeu na época de Eliseu – independentemente de quais sejam elas.
Tanto ricos quanto pobres, viúvos e casados, homens e mulheres, todos têm necessidades; e, a todos Deus pode atender. Ele nos conhece, e reconhece cada uma das leis que Ele colocou no Universo; então, as utiliza como bem Lhe parecer, se for para nos favorecer.
As Escolas dos Profetas foram muito importantes na história sagrada (II Reis 4:38). Elas servem de modelos para clubes de Desbravadores e Aventureiros, e para os Colégios Adventistas e Escolas Sabatinas. O profeta, Juiz e Sacerdote Samuel foi o idealizador dessa instituição de ensino; na qual, “dentre as principais matérias de ensino estavam a lei de Deus com as instruções dadas a Moisés, história sagrada, música sacra e poesia. Nessas ‘escolas dos profetas’, os jovens eram educados por aqueles que não só eram versados na verdade divina, mas também mantinham íntima comunhão com Deus e haviam recebido dons especiais de Seu Espírito. Esses educadores desfrutavam o respeito e a confiança do povo, tanto pelo saber como pela piedade. O poder do Espírito Santo era, muitas vezes, notavelmente manifesto em suas assembleias, e a manifestação do dom profético não era rara. Essas escolas ou colégios tinham valor incalculável para Israel por proporcionar não só a disseminação da verdade religiosa, mas por preservar o espírito da piedade vital”, assinala Ellen White.
As informações históricas do favor de Deus devem levar-nos a experimentar Seu poder nos dias atuais. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II REIS 3 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/3
Você já esteve no meio de uma grande empreitada e descobriu que não tinha recursos para continuar? Israel e Judá se viram nessa situação.
Embora a guerra fosse sua própria ideia, o perverso rei Jorão culpou a Deus pelo que ele pensava ser a derrota iminente. O justo rei Josafá insistiu em pedir orientação e ajuda a Deus. O contraste entre fé e descrença nesta história é dramático.
Desânimo e pessimismo são frutos da incredulidade. Ao confiar apenas na habilidade humana, chega-se ao fim de seus recursos e a derrota é o resultado inevitável. Mas com Deus, nenhuma perspectiva é sem esperança.
É fácil para Deus suprir nossas necessidades físicas. Mas Ele se deleita em fazer mais do que isso. Ele promete orientação, libertação e vitória para aqueles que O buscam. Quando Deus revela uma saída, esta pode parecer impossível para o nosso raciocínio humano. Sua direção geralmente inclui algumas ações necessárias de nossa parte. Como cavar valas para a água em um vale seco, isso demonstra nossa fé e obediência à Sua liderança.
Quando confrontado com uma crise, qual é a sua primeira resposta? Escolha a fé que pode encher um deserto de água e libertar dos exércitos de Satanás.
Esther Baker
Igreja da Union Springs Academy
New York USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/3
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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285 palavras
11 Será que não há aqui profeta do Senhor…? V. 1Rs 22.7. Somente depois de as estratégias dos próprios três governantes parecerem ter fracassado é que procuraram a palavra do Senhor (v. 12) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
14 não te daria atenção. Esta foi uma censura forte, mas oportuna e necessária. A honra de Deus estava em jogo. Um ímpio rei de Israel lançava sobre o Senhor a culpa por um desastre devido diretamente à sua loucura. Se Josafá não estivesse participando desse empreendimento, Eliseu se recusaria a interceder em nome do rei de Israel. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 950.
27 seu filho mais velho. O rei Mesa, num ato extremo de desespero, sacrificou seu primogênito ao deus Quemos, na esperança de obter perdão por seus pecados passados (Miq 6.7) e garantir uma vitória militar (Jz 11:30-40) (Andrews Study Bible).
em holocausto. A despeito da proibição divina (Deut. 18:10), Acaz, um rei posterior de Judá, sacrificou seu filho no fogo, seguindo as detestáveis práticas das nações circundantes (Andrews Study Bible).
grande ira contra Israel. Essa expressão, á luz do hebraico, normalmente faz alusão a uma visitação da ira de Deus. (Bíblia de Estudo NVI Vida).
…talvez devamos entender que os aliados ficaram abalados pelo terror supersticioso da ira da divindade local. (Foi justamente naquela época da história de Israel que a idolatria se acentuara entre os israelitas) (Bíblia Shedd).
A devoção de Mesa ao seu deus Quemos [ou Camos] foi maior que a lealdade de Israel ao Senhor. O descontentamento causou a imediata retirada da campanha militar de Israel contra Moabe (Andrews Study Bible).
A natureza exata dessa indignação contra Israel não é descrita, e os detalhes da forma em que operou não são revelados. CBASD, vol. 2, p. 952.
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“Disse Eliseu: Tão certo como vive o Senhor dos Exércitos, em cuja presença estou, se eu não respeitasse a presença de Josafá, rei de Judá, não te daria atenção, nem te contemplaria” (v.14).
Com a morte de Acazias, não havia herdeiro direto para sucedê-lo, e seu irmão, Jorão, reinou em seu lugar. Fez este “o que era mau perante o Senhor; porém não como seu pai, nem como sua mãe” (v.2). Adoradores convictos de Baal, Acabe e Jezabel construíram uma reputação de maldade difícil de ser superada. Contudo, nos pecados em que caiu Jeroboão, Jorão também consentiu. Diante da ameaça do rei de Moabe, ele logo buscou a ajuda de Josafá. O rei de Judá já havia saído à guerra em favor de Acabe e quase perdera a vida pela desonestidade daquele rei; ainda assim, Josafá mostrou-se prestativo e saiu em favor do novo monarca de Israel.
Como na situação anterior, Josafá sugeriu que fosse consultado um profeta de Deus — atitude que revela sua constante devoção ao Senhor. Eliseu foi indicado e os reis, incluindo o de Edom, “desceram a ter com ele” (v.12). Jorão foi desmascarado por aquele que, de Deus, recebera discernimento para perceber sua malícia: “Que tenho eu contigo? Vai aos profetas de teu pai e aos profetas de tua mãe” (v.13). Como homem de Deus, Eliseu recebeu o dom de discernir espíritos (1Co.12:10) e, não fosse pela “presença de Josafá” (v.14), o profeta sequer teria atendido ao ímpio rei de Israel. Parece uma atitude dura, mas era apenas o efeito da incompatibilidade entre a luz e as trevas.
A presença do rei de Israel era tão inconveniente, que Eliseu usou o louvor, à semelhança de Davi quando tocava a sua harpa e afastava de Saul o espírito maligno (1Sm.16:23), para que o mal fosse dissipado e pudesse receber de Deus o poder para transmitir a Sua palavra. É certo que muitas vezes precisamos conviver com pessoas difíceis, mas isso não deve impedir-nos de lhe sermos úteis, conforme a vontade de Deus. Eliseu, por vontade própria não queria estar ali; entretanto, ele tinha uma obra maior a realizar, uma obra que não era sua, mas do Senhor. Por respeito a Josafá conteve a sua indignação. Pois muitas vezes Deus age em favor dos maus por causa dos bons que os cercam. Os ímpios são abençoados por amor dos justos e, com isso, recebem também a oportunidade de saírem das trevas para a luz, e da sequidão para a terra de abundantes águas (v.20).
Precisamos entender que Deus odeia o pecado, amados, mas Ele ama o pecador. E da mesma forma devemos ter repulsa aos atos de maldade, mas misericórdia de quem age assim. “Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm.12:18). Notem que existe no texto duas condições: “Se possível” e “quanto depender de vós”. Isto é, nem sempre é possível manter uma relação pacífica com todos, mas que esta impossibilidade não surja de nossa parte. Não foi sem razão, por exemplo, que Deus manteve Elias longe de Israel por um bom tempo. Percebem? Certamente, Eliseu sabia que se Jorão pudesse, lhe tiraria a vida, assim como Jezabel havia feito com os demais profetas do Senhor. Contudo, não cabia a Eliseu a vingança e nem deixar de comunicar os oráculos de Deus. Porém, no que dependesse dele, tudo o que dissesse ou fizesse deveria ser um amontoado de brasas vivas sobre a cabeça de Jorão (Rm.12:20).
Que pela graça de Deus possamos escolher, como Eliseu, andar na presença do Senhor para que não tornemos “a ninguém mal por mal”, porém nos esforcemos “por fazer o bem perante todos os homens” (Rm.12:17). Porque em breve há de ser revelada “a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não O serve” (Ml.3:18). Até lá, amados, não é nossa a obra de fazer este julgamento, mas do Justo Juiz. Eis o que Deus espera de nós: “Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo.13:35).
Senhor, nosso Deus, Josafá foi um bom rei, temente a Ti e que não se negava a ajudar até mesmo os reis ímpios de Israel, talvez porque ele ainda nutrisse alguma esperança de Israel ser novamente um só povo. Mas como isso não aconteceu no passado, nesses últimos dias aqueles que esperam o reavivamento de toda a igreja, esperam por algo que não vai acontecer, devido à dureza de coração de muitos. Nós, porém, queremos estar entre os que receberão a chuva serôdia e o poder para o alto clamor. E hoje, mais do que nunca, necessitamos de sabedoria em nossos relacionamentos para mantermos uma mente saudável em meio a um mundo emocionalmente doente. Socorre-nos, Deus Todo-Poderoso! Nós clamamos, em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, instruídos pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II REIS 3 – Há bênçãos e vitórias que desfrutamos devido à fidelidade alheia. Há orações respondidas por conta da consagração de outras pessoas. Deus é misericordioso com pessoas ímpias por causa daqueles que dependem dEle. Isso deve instigar-nos!
O rei Jorão de Israel foi beneficiado pelo profeta Eliseu, graças à presença de Josafá, rei de Judá. O profeta deixou isso muito claro ao procurarem-no para solucionar um problema de falta de água quando enfrentavam os moabitas (II Reis 3:5-20).
Graças a presença de Josafá, Deus concedeu vitória a Edom e Israel sobre seus inimigos (II Reis 3:21-27). Tal fato deve servir de advertência e incentivo aos que estão alheios a Deus!
O início do capítulo mostra que as obras de Elias e Eliseu surtiam algum efeito na vida do rei de Israel. Embora fosse filho do perverso rei Acabe e da cruel rainha Jezabel, Jorão retirou a coluna de Baal erigida por seu pai. Isso pode-se caracterizar um tipo de reforma espiritual; porém, precisa ser analisada mais atentamente:
1. Reforma espiritual que não provém de reavivamento espiritual será incompleta e defeituosa. Nenhuma reforma que não partir de dentro para fora, será apenas paliativa. Se o Espírito Santo não operar no coração do pecador, nenhuma ação promoverá reforma verdadeira. Jorão não orou, não leu a Bíblia, não levou o povo à consagração. Apenas retirou a coluna de Baal que seu pai havia construído!
2. Reforma espiritual que não erradica o pecado não pode ser considerada válida. Superficialidade na reforma não transforma o coração. Embora a missão de Elias e Eliseu possa ter influenciado Jorão a retirar o coluna de Baal, ele não foi além disso. Conquanto fosse a versão melhorada de seus pais, Jorão praticou os pecados Jeroboão – fazendo pecar ao povo de Deus.
3. Reformas espirituais que não transformam o caráter dos pecadores não passam de reavivamentos superficiais, sem aprovação de Deus. A verdadeira espiritualidade torna o crente em fiel a Deus, revelado no trato ao próximo. Assim, transformação do coração é mais importante que erradicação dos emblemas da falsa religião.
A secularização do cristianismo atual evidencia que precisamos de reavivamento e reforma que realmente transforma cada membro da igreja.
Temos de ir além da superficialidade, e mergulhar fundo na verdadeira espiritualidade bíblica…
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.