Reavivados por Sua Palavra


JÓ 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
3 de julho de 2026, 1:30
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Texto bíblico: JÓ 7 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

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JÓ 7 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
3 de julho de 2026, 1:00
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Texto bíblico: JÓ 7

Parece que não há esperança de recuperação para Jó (v. 6). Sua vida é apenas um sopro que se vai, seus olhos talvez nunca mais vejam o bem novamente (v. 7). Ele afirma que a pessoa que morre não assumirá novamente a sua vida (v. 8). Esta pessoa nunca mais retornará à sua casa (v. 9, 10). Jó se recusa a se calar e insiste em falar de sua angústia e amargura (v. 11).

Mas Jó sabe que o coração de Deus está sobre ele: “Que é o homem para que tanto o estimes, e ponhas nele o Teu cuidado…? (v. 17 ARA).

A ideia de que “a cada manhã o visites… o ponhas à prova” (v. 18 ARA) não está no texto original. O autor de Jó está dizendo aqui que Deus não deixa o homem sozinho, mesmo quando parece haver nenhuma resposta para o sofrimento. Deus está perto de Jó, apesar de ele ter que enfrentar Satanás: “Nunca desviarás de mim o Teu olhar misericordioso? Jamais me abandonarás, nem por um instante?” (v. 19, KJA, cf. tb NVI).

Querido Deus,
sabemos que tudo o que sofremos acontece como consequência das ações de Satanás. Nós oramos que, aconteça o que acontecer, permaneçamos sempre conTigo e sintamos Sua presença sempre conosco. Amém.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/7
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Pr Jobson Santos



JÓ 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de julho de 2026, 0:50
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1127 palavras

1-3 Para Jó, a morte seria como o repouso depois de um serviço pesado, pois sua vida seria como a do jornaleiro [NC: trabalhador diarista — uma pessoa contratada e paga por dia de serviço (jornada)], cujo salário mal pagava a comida e cujo descanso mal o preparava para o dia seguinte. Bíblia Shedd.

1 penosa a vida. No hebraico, essa terminologia muitas vezes se refere ao serviço militar (Bíblia de Genebra).

Literalmente, “guerra”, “serviço militar”. A NTLH diz: “A vida neste mundo é dura como o serviço militar.” […] Jó afirma que é tão natural e apropriado para alguém, em suas circunstâncias, desejar ser libertado pela morte como o é para um soldado desejar que seu tempo de serviço [em guerra] termine (ver Jó 14:14; Is 40:2) (CBASD, vol. 3, p. 577).

me deram por herança meses de desengano. Isso não implica necessariamente que sua doença já estava em progresso havia meses. Ele poderia prever os dias que tinha na frente (CBASD, vol. 3, p. 577).

tal como a nuvem. Jó compara a morte ao desaparecimento de uma nuvem no céu à medida que sua umidade se dissipa no ar que a cerca (CBASD, vol. 3, p. 578).

sepultura. Do heb. sheol. (CBASD, vol. 3, p. 578).

jamais tornará a subir. Esta declaração não nega a ressurreição. Seu significado está restrito pela observação feita no verso seguinte. Os mortos não se levantam para voltar a seus antigos lares. Mesmo tomadas independentemente, as palavras hebraicas traduzidas como “jamais tornará a subir” não expressam um ato conclusivo, mas, simplesmente, uma ação incompleta. A NVI traduz a frase da seguinte forma: “Quem desce à sepultura não volta” (CBASD, vol. 3, p. 578).

Essa é a linguagem das aparências. Jó não estava desenvolvendo uma doutrina, ele meramente afirmava o que todos observavam. Mais adiante, Jó mostra que acredita na possibilidade da ressurreição (14.12-15) (Bíblia de Genebra).

11 não reprimirei. O sofrimento de Jó é tão intenso que ele se sente justificado em expressar suas queixas livremente (ver Sl 55:2; 77:3; 142:2) (CBASD, vol. 3, p. 578).

…mas note que ele se queixa diante de Deus, não diante do homem (Bíblia de Genebra).

Jó sentiu profunda angústia e amargura e falou honestamente a Deus a respeito de seus sentimentos que mostravam sua frustração. Se expressarmos nossos sentimentos a Deus, poderemos tratar deles sem explodir em palavras e ações duras e agressivas, possivelmente machucando a nós mesmos e a outros. Na próxima vez que emoções fortes ameaçarem tomar conta de você, expresse-as de maneira própria a Deus em oração. Isto ajudará você a conseguir uma perspectiva eterna sobre a situação e dará a você maior habilidade de tratar com ela de forma mais construtiva (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

12-16 Jó sente que todos os seus movimentos estão sendo observados por Deus, e talvez também pelos seus interlocutores, de modo que qualquer alívio físico ou mental lhe é negado. Bíblia Shedd.

12 Jó parou de falar com Elifaz e se dirigiu diretamente a Deus. Apesar de Jó ter vivido uma vida inculpável, ele estava começando a duvidar do valor de viver desta maneira. Ao fazer isto, ele estava perigosamente perto da assumir que Deus não se importava com ele e que não estava sendo justo. Mais tarde Deus reprovou Jó por esta atitude (36:2). O inimigo sempre explora nossos pensamentos para nos levar a abandonar a Deus. Nosso sofrimento, como o de Jó, pode não ser resultado de nossos pecados, mas devemos ter cuidado para não pecar por causa de nossos sofrimentos (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

o mar. Jó indaga: Sou eu como um mar agitado e bravio que precisa ser restringido e limitado? (CBASD, vol. 3, p. 578).

15 minha alma escolheria … antes, a morte. Jó via a morte como saída, mas Satanás não recebera permissão para ir tão longe, nem a morte serviria ao seu propósito (Bíblia de Genebra).

estrangulada. É possível que uma sensação de sufoco tenha acompanhado a aflição de Jó. De qualquer forma, ele considera o estrangulamento mais desejável do que a vida (CBASD, vol. 3, p. 578).

16 deixa-me. Estas são palavras audaciosas para qualquer mortal dirigir a Deus. Jó está nas profundezas do desespero. Ele acha que o Todo-Poderoso o discriminou e pede para ser libertado da interferência divina. Quão diferentemente ele teria se sentido se pudesse saber o que estava por trás dos bastidores e se pudesse ver seu Pai contemplando-o com terna piedade e infalível amor. Deus estava sofrendo com Seu servo, mas Jó não sabia (CBASD, vol. 3, p. 578).

sopro. Ou, “vapor”, uma figura daquilo que é transitório. Jó considera sua vida de pouco valor. Ele era incapaz de apreciar seu tremendo valor aos olhos de Deus (CBASD, vol. 3, p. 579).

17 o que é o homem […]?O salmista usa palavras semelhantes num contexto que exalta o amor e o cuidado de Deus (Sl 8:3-8). Jó, em seu sofrimento, vê o incessante cuidado de Deus de maneira distorcida, interpretando-o como uma omissão importuna. Na verdade, Jó está dizendo a Deus: “Por que incomodas o homem com Tuas provas e aflições? Olha para outro lado. Dá-me tempo para ‘engolir a minha saliva’ ” (Jó 7:19). São palavras impróprias, mas Deus não destrói a Jó por causa de sua audaciosa declaração (CBASD, vol. 3, p. 579).

20 se pequei. O original diz apenas: “Pequei” […] no sentido de […] “admito que pequei” (CBASD, vol. 3, p. 579).

Jó se referiu a Deus como um guardião [orig: watcher, tb vigilante] ou observador da humanidade. […] Sabemos que Deus acompanha [watch] tudo o que acontece conosco. Não devemos nos esquecer que Ele nos vê com compaixão, não meramente com escrutínio crítico. Seus olhos são olhos de amor (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

a mim mesmo me seja pesado. Alguns manuscritos hebraicos e a antiga tradução grega dizem: “te seja pesado.” (Bíblia de Genebra).

A NVI traduz a frase da seguinte forma: “Acaso tornei-me um fardo para Ti?” A tradição judaica afirma que este era o significado original, mas que foi corrigido pelos escribas porque parecia ímpio (Bíblia de Genebra).

21 não tiras a minha iniquidade. Embora Jó salientasse a integridade (isto é, seu compromisso honesto para com a piedade e a retidão) do passado de sua vida, ele nunca negou ser um pecador (CBASD, vol. 3, p. 579).

O discurso de Jó, registrado nos cap. 6 e 7, mostra certos perigos:

(1) O perigo da ênfase demasiada na vaidade da vida. Os seres humanos devem se lembrar de seu grande valor aos olhos de Deus.

(2) O perigo da livre expressão das emoções. Quando Jó removeu suas inibições, queixou-se com amargura, fez perguntas com irreverência, acusou com rispidez e rogou com impaciência.

(3) A tendência do coração humano, quando cegado pela dor ou agitado pela paixão, de interpretar mal a atuação de Deus.

(4) A certeza de que as pessoas boas ainda podem ter dentro delas muito da velha natureza não regenerada, que não é percebida até que a ocasião a revele. Dificilmente alguém poderia prever que Jó tivesse um rompante de ira (CBASD, vol. 3, p. 579).



JÓ 07 — Rosana Barros by Ivan Barros
3 de julho de 2026, 0:45
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“Por isso, não reprimirei a boca, falarei na angústia do meu espírito, queixar-me-ei na amargura da minha alma” (v.11).

O registro de hoje é praticamente uma discussão com Deus, o abrir de um coração em terrível angústia. Jó contendeu com Quem ele, ousadamente, chamou de “Espreitador dos homens” (v.20). Em suas palavras percebemos o seu real anseio: a morte. Jó havia perdido as esperanças neste mundo. Sua situação, descrita por ele mesmo no versículo cinco, praticamente nos transporta ao cenário deplorável de sua dor. Todo o corpo de Jó se tornou uma só ferida, aberta e em estado de putrefação. Sem dúvida, vê-lo assim era uma situação desagradável e constrangedora.

Diante de tanto sofrimento, Jó não reprimiu seus sentimentos e expressou toda a angústia de sua alma diante dAquele que tudo vê. Ele reduziu a condição do homem a nada e referiu-se a si mesmo como “um alvo” (v.20) da ira divina. Oh, se Jó pudesse rasgar os céus e enxergar o olhar do compassivo Redentor sobre ele! Se ele pudesse ver além de seu tempo e ter um vislumbre do Getsêmani e do Calvário! As chagas de seu corpo não eram maiores ou piores do que as que o Seu Redentor receberia, como opróbrio que não Lhe pertencia. Em seu profundo desespero, Jó abriu o seu coração ao Senhor. Por mais que suas palavras expressassem grande amargura, ele percebeu, diante da incompreensão de seus amigos, que só poderia compartilhar a sua dor com Deus. Jó precisava de apoio emocional e foi buscá-lo na Fonte de toda consolação.

É muito fácil estar por fora de uma situação e julgá-la conforme a nossa própria ótica. Hoje conhecemos a história da vida de Jó desde o início até o seu fim. Mas o próprio Jó teve que conviver muito tempo com uma situação miserável sem fazer ideia do porquê estava passando por tudo aquilo e sentindo-se completamente impotente. Ele desconhecia o fato de ser um palco ambulante do conflito entre o bem e o mal. O adversário não perderia a oportunidade de mostrar ao Universo que Deus estava errado com relação a Jó; por isso o maltratou severamente, mas na limitação dada pelo próprio Senhor: “Eis que ele está em teu poder; mas poupa-lhe a vida” (Jó 2:6). Mas, ó, promessa preciosa: “Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças” (1Co.10:13).

Nos momentos de angústia e de dor, lembre-se: “Eis que os olhos do Senhor estão sobre os que O temem, sobre os que esperam na Sua misericórdia” (Sl.33:18). Jó podia não enxergar naquele momento, mas a sua “tortura” (v.15), como assim denominou, seria convertida em perfeita alegria. O homem temente a Deus estava sob o olhar do Senhor do Universo, e Ele não deixaria sem resposta a sua queixa. Deus o conservava com vida porque Jó conservava o seu coração pela fé. Como está escrito: “o justo viverá pela sua fé” (Hq.2:4).

Com a mesma sinceridade e fidelidade com que Jó serviu a Deus nos bons momentos, ele confiou e esperou em Deus nos momentos difíceis. Na atual conjuntura de tempos tão difíceis, aceitemos, hoje, o terno convite de Jesus: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mt.11:28). Este é um tempo de buscarmos ao Senhor como Jó, com orações e clamores honestos, de abrirmos o nosso coração a Ele em sinceridade e reclamarmos as Suas promessas, pois Ele é fiel.

Pai de misericórdias, existem situações que não compreendemos, assim como Jó não entendia o porquê de tanto sofrimento. Mas, como ele, podemos recorrer ao Senhor, abrindo o nosso coração em sinceridade. Podemos levar ao Senhor os nossos anseios, pesares e dores, e Tu não Te cansas de nos ouvir, pois nos deixaste a Tua Palavra como nossa fonte de consolo e paz. Ó, Senhor, graças Te damos, porque em cada circunstância, seja de alegria, seja de tristeza, sempre tens algo a nos ensinar e usas cada uma delas a fim de estreitarmos ainda mais o nosso relacionamento Contigo! Nós Te amamos e temos saudades de Ti! Até a Tua volta, que estejamos protegidos pela fé e munidos da Tua Palavra! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, filhinhos amados de Deus!

Rosana Garcia Barros

#JÓ7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
3 de julho de 2026, 0:30
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JÓ 7 – A dor emocional é pior que a física; unidas, elas tornam a vida insuportável!

Estas dores afligiram fortemente a alma de Jó. Mesmo sendo um indivíduo fiel, íntegro e consagrado a Deus, maduro espiritualmente, sua fala inspirada pelo Espírito Santo demonstrou desespero profundo e intenso (Jó 7:1-3). Frustrações, decepções, expectativas infrutíferas, faziam seu sofrimento constante, que nem mesmo à noite tinha Jó qualquer sossego; pois, quando conseguia dormir, era tomado de terríveis pesadelos; por isso, seu desprezo declarado pela vida sofrida (Jó 7:13-16).

Exausto e sobrecarregado, Jó comparou a existência a um infindável trabalho pesado, sobrevivendo acometido pela doença cruel, em que sua pele estava totalmente tomada de vermes e crostas, vertendo pus incessantemente (Jó 7:1-5). Deste modo, o sentimento de impotência traz junto o desespero quanto ao futuro – Jó deixou isso escancaradamente explícito (Jó 7:6-21).

As dores físicas e emocionais atingem o aspecto espiritual de quem sofre terríveis aflições. Jó questionou a Deus sobre a razão de ser tratado tão severamente. O sentimento de esquecido e abandonado por Deus invade o coração nos momentos de aflição.

Nestas situações é fácil concluir que Deus parece não Se importar com todo sofrimento que nos assola (Jó 7:17-21). Entretanto, continuar acreditando e confiando nEle submerso na angústia, é a maior evidência da verdadeira fé. Jó pediu que Deus se lembrasse dEle em meio à sua fragilidade e ansiou pelo perdão em meio às densas incertezas (Jó 7:7, 21).

Com Jó, os fiéis servos de Deus, podem aprender preciosas lições para situações de grandes aflições:

• Mesmo os mais consagrados filhos de Deus podem ter sentimentos de desesperança e impotência quando assolados pelas dores física e emocional.
• Fortes sofrimentos intensos levam os sofredores à exaustão física e emocional – e, isso não é falta de fé.
• Crentes consagrados do nível de Jó (Jó 1:1, 5, 8, 20-22; 2:3, 9-10) podem sentir-se abandonados por Deus e pelos outros, e assim serem esmagados pelo desespero e a tristeza.
• O desespero colocado nas mãos de Deus leva-nos a profundas reflexões sobre a vida e a morte; assim, mesmo tendo a felicidade e a esperança afetadas pelas desgraças do mal, os sofredores conseguem desabafar e atirar para fora os estilhaços de sua alma (Jó 7:11).

Quantas verdades preciosas precisamos aprender! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



JÓ 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
2 de julho de 2026, 1:30
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Texto bíblico: JÓ 6 – Primeiro leia a Bíblia

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COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

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JÓ 6 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
2 de julho de 2026, 1:00
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Texto bíblico: JÓ 6

Jó responde aos seus amigos pedindo um julgamento justo. Ele sente que as flechas de Deus estão contra ele (v. 3,4).

Jó, mesmo em terrível sofrimento, enxerga claramente a capacidade de Deus em ajudá-lo (v. 8, 9). Ele nunca pediu posses a seus amigos ou ajuda contra um inimigo, ou um opressor (vv. 22-23). Mas ele implora a seus amigos que lhe digam onde ele errou (v. 24).
Eles pensavam que suas palavras eram necessárias para disciplinar a seu mau amigo, e que as palavras de Jó eram uma resposta típica de quem sofre por sua maldade (v. 26). Para Jó, seus amigos não têm uma boa reputação (v. 27). Com um sorriso em seus rostos, eles põem para baixo um amigo e ficam satisfeitos quando ele se abate (v. 28).

Apesar de Jó estar em dificuldades financeiras, ele está determinado a manter seu estilo de vida adequado e estender a sua capacidade de discernir o certo do errado em outros aspectos da vida também (v. 30).

Querido Deus,
Dê-nos também uma vida de discernimento e de busca por justiça e atos corretos como Jó. Conhecendo suficientemente as estratégias de Satanás, sabemos que estamos seguros contigo porque tens o controle total de nossas vidas. Amém.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/6
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



JÓ 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de julho de 2026, 0:50
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693 palavras

Em sua primeira resposta aos seus amigos, Jó anseia mais por compaixão do que por críticas (Andrews Study Bible).

1-4 Jó, na sua resposta, diz que Elifaz não olhou os dois lados do problema. Este não vê que o peso da sua aflição é tão grande que qualquer impaciência revelada por Jó seria perdoável. Qualquer palavra a mais de Jó deve ser entendida à luz daquilo que estava se passando, pois suas aflições eram tão profundas, como se Jó estivesse servindo de alvo para as flechas da ira divina. Bíblia Shedd.

6,7 Não seja rápido em dar conselhos àqueles que estão sofrendo. Eles podem estar precisando mais de compaixão do que de conselhos (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

Embora ele [Jó] pudesse recusar um alimento intragável, passar por sua experiência recente foi como ser forçado a consumir uma comida totalmente desagradável. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 102.

Alma. Heb nephesh, “alma”, que às vezes significa “apetite”. Bíblia Shedd.

8,9 Na sua dor, Jó queria desistir para ficar livre de seu desconforto e morrer. Mas Deus não atendeu ao pedido de Jó. Ele tinha planos maiores para Jó. Nossa tendência, como Jó, é querer desistir e fugir quando as coisas vão mal. Confiar em Deus nos bons tempos é louvável, mas confiar nEle nos tempos difíceis nos testa até os nossos limites e exercita a nossa fé. Em suas lutas, grandes ou pequenas, confie que Deus está no controle e que Ele cuidará de você (Rom 8:28) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

8-10 A perspectiva da morte é o único conforto para Jó. Ele tem esperanças de que a morte chegue logo, em contraste com o pensamento apresentado por Elifaz, em 5.6. Um fato notável através do livro de Jó é que a consciência deste não o condena; proclama sua inocência como sua defesa e escudo através do livro todo. Bíblia Shedd.

11-13 As forças de Jó estavam esgotadas, não havendo mais esperanças de restauração; a sua paciência também está no fim, e só espera pela morte. Bíblia Shedd.

14 Jó acreditava que a lealdade dos amigos deveria sobreviver às crises espirituais. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 102.

15-21 como um riacho. Os amigos de Jó são comparados a um wadi do Oriente Médio – um rio caudaloso quando as neves das montanhas se derretem, mas seco quando vem o calor. Isto devia ser muito decepcionante a viajantes do deserto quando eles mais precisavam de água (Andrews Study Bible).

Os amigos de Jó o decepcionaram traiçoeiramente com sua pretensão de refrescar seu espírito. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 102.

Jó […] se sentiu privado daquela simpatia humana que seria sua única inspiração na hora da aflição, aquilo que verdadeiros amigos deveriam oferecer. Bíblia Shedd.

O horror pela contemplação da miséria de Jó, e o medo de tomar partido de quem, aparentemente, estava sendo castigado por Deus, paralisaram a simpatia desses amigos. Jesus Cristo também foi tratado dessa mesma maneira Is 53.4, 5. Bíblia Shedd.

22-30 Jó os desafiou a silenciá-lo, se pudessem (6:22-30), tornando-se mais assertivo em seu desafio para que seus amigos mostrassem que ele estava errado. Eles deveriam simplesmente falar a verdade em vez de tentar persuadir ou coagir. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 102.

26 Ao se referir às palavras de pessoas desesperadas tais quais ele mesmo como sendo “vento” (v. 26), Jó se esquivou de qualquer repreensão por linguagem irresponsável, justificando tudo que saía de seus lábios quando desabafava suas frustrações. Ele não gostaria de receber nenhuma repreensão por isso. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 102.

27 Jó os acusou de ter uma atitude mercenária e exploradora. Eles estavam prontos a fazer o mesmo com um amigo, alguém que, em vez disso, eles deveriam apoiar. Comentário Bíblico Andrews – Jó a Malaquias, p. 102.

29, 30 Jó se referiu à sua integridade não porque ele era inocente, sem pecado, mas porque ele tinha um relacionamento correto com Deus. Ele não era culpado dos pecados dos quais seus amigos lhe acusavam […]. Outra versão deste verso poderia ser: “Minha justiça permanece.”

Justiça não é o mesmo que inocência (ausência de pecados) (Rom 3.23). Ninguém, a não ser Jesus, foi isento de pecado – livre de todos os pensamentos e ações erradas (Life Application Study Bible Kingsway NIV).



JÓ 06 — Rosana Barros by Ivan Barros
2 de julho de 2026, 0:45
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“Ao aflito deve o amigo mostrar compaixão, a menos que tenha abandonado o temor do Todo-Poderoso” (v.14).

Ouvido o discurso de Elifaz, Jó fez a sua primeira réplica consternado pela dor e pelo fato de a integridade de seu caráter ter sido questionada. Diante de uma enfermidade maligna e de uma condição emocional totalmente fragilizada, ele via na morte o seu único meio de descanso. Contudo, em nenhum momento Jó proferiu palavras com pensamentos suicidas, mas esperava que o próprio Deus fizesse cessar o seu sofrimento. E, em vez de receber de seus amigos algum tipo de consolo, Jó se tornou vítima de olhares de julgamento e palavras de condenação.

Apesar de seu conhecimento das “palavras do Santo” (v.10) e de sua vida de retidão, Jó ainda não tinha a real compreensão acerca do grande conflito. O que pensava serem “as flechas do Todo-Poderoso” (v.4), na verdade eram “os dardos inflamados do Maligno” (Ef.6:16). Jó descobriria, mais tarde, que sua fé inabalável no Todo-Poderoso foi o que apagou cada uma dessas setas malignas. Mas, em seu desespero, ele se viu acuado pelas acusações daqueles que diziam ser tementes a Deus, reprovando a insensibilidade deles.

Ao dizer: “Assim também vós outros sois nada para mim” (v.21), Jó declarou que seria melhor ficar sozinho do que na companhia de quem agravasse a sua aflição. No verso quatorze, ele expressou a sua urgente necessidade de um olhar de compaixão e a incoerência de seus amigos religiosos. Tendo como base de Seu governo a Sua Lei e como essência dele o Seu amor, Deus nos revela a perfeita harmonia entre o amor e a obediência. Ele não nos deu a Sua Palavra como mero padrão de comportamento, mas como a expressão de Seu caráter em linguagem humana.

O mundo está repleto de “amigos de Jó”, com aparência de piedade e coração insensível. Até mesmo entre o professo povo de Deus existem aqueles que não perdem uma oportunidade de ferir e condenar, usando até mesmo a Palavra de Deus para esse fim. O Senhor não tolera esse tipo de atitude e, assim como saiu em defesa de Moisés quando este foi acusado pelos próprios irmãos, no mesmo tom e autoridade, Ele diz aos acusadores de Seus servos: “como, pois, não temestes falar contra o Meu servo [ou contra a Minha serva]?” (Nm.12:8).

Meus irmãos, a glória de Deus é manifestada neste mundo “em vasos de misericórdia, que para glória preparou de antemão, os quais somos nós” (Rm.9:23 e 24). A misericórdia e a compaixão devem reger a vida do cristão e revelar a obediência que resulta em amor: “Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros” (Jo.15:17). Que nossas palavras e atitudes sejam a revelação do fruto do Espírito em nossa vida (Leia Gl.5:22-23). E, assim, sejamos instrumentos de Deus para o consolo uns dos outros.

Senhor, nosso Deus e Pai, nós somos limitados em nossos julgamentos, mas o Senhor sonda os corações. Ajuda-nos a sempre levar isso em consideração diante de qualquer circunstância! A confiarmos ao Senhor a vida dos nossos irmãos e a não abrigarmos no coração qualquer tipo de suspeitas ruins. E, se estamos atravessando algum vale sombrio, que não desviemos os olhos de Ti e não percamos a fé de que os sofrimentos deste mundo são passageiros. Cremos na Tua breve volta, Senhor! Volta logo! Em Teu nome, Jesus, nós oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, vasos de misericórdia!

Rosana Garcia Barros

#JÓ6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
2 de julho de 2026, 0:30
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JÓ 6 – Já fui advertido quanto ao perigo de aprofundar-me na filosofia da vida. Alertaram-me quanto ao risco em toda filosofia; porém, quando leio o livro de Jó, vejo muita filosofia presente quase que em cada página. Ellen White afirma veementemente: “A Palavra de Deus é a verdadeira filosofia, ciência genuína”.

Jó 6 contém ao menos cinco revelações importantes relacionados à filosofia:

• A verdadeira filosofia reconhece a fragilidade da condição humana: Jó descreveu sua vida como transitória e sua dor mais pesada que a areia dos mares.
• A verdadeira filosofia percebe a tremenda necessidade de compaixão e empatia por quem sofre: Jó, em seus pensamentos profundos, expressando sua aflição em termos vívidos e poéticos, reconheceu a necessidade de compreensão, credibilidade, empatia e compaixão.
• A verdadeira filosofia destaca a importância de buscar a verdade: entre as incompreensões de seus amigos e de suas interpretações superficiais da situação, Jó mergulhou fundo na busca pela verdade e pelo entendimento como itens essenciais na lida com as dificuldades complexas da vida.
• A verdadeira filosofia admite a limitação da sabedoria humana: sendo sábio e consagrado às elevadas coisas de Deus, Jó admitiu humildemente não compreender a razão do seu sofrimento.
• A verdadeira filosofia nota a tremenda necessidade de submeter-se inteiramente a Deus e depender de Sua revelação: para Jó, Deus é poderoso e sábio; por isso confia nEle em meio à dor – mostrando-nos que a confiança em Deus em meio às incertezas é essencial ao enfrentar as adversidade da existência mesmo sem ver a mão da providência.

A vida humana não é simples, é complexa. A existência no Planeta Terra é repleta de aflições (Jó 6:1-7). A dificuldade e a dor afligem a nossa alma deixando-nos desprovidos de explicações satisfatórias. A relação entre Deus e o sofrimento humano é extremamente complexa (Jó 6:8-13). A mente fica um turbilhão, e as emoções explodem como vulcões em erupção, almejando mais do que nunca compaixão, bondade, empatia e misericórdia (Jó 6:14-30).

Só quem experimenta aflições e angústias profundas compreende isso. Nestas horas, questiona-se a Deus; contudo, é nestas circunstâncias que a confiança nELe se torna indispensável.

Nesse contexto, a filosofia coloca-nos nas pontas dos pés para olharmos um pouco mais longe no horizonte. Busquemos pela verdadeira filosofia revelada na Bíblia! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.