Reavivados por Sua Palavra


ZACARIAS 10 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
17 de janeiro de 2018, 0:55
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ZACARIAS 10, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de janeiro de 2018, 0:30
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“Pedi ao SENHOR chuva no tempo das chuvas serôdias, ao SENHOR, que faz as nuvens de chuva, dá aos homens aguaceiro e a cada um, erva no campo” (v.1).


Para compreendermos melhor a linguagem profética com relação às chuvas, precisamos entender o símbolo. Na região da Palestina, a chuva temporã caía durante o outono no tempo de semear a terra garantindo assim, a colheita do inverno. Sem essa chuva a semente não germinava, por isso, essa chuva era necessária para fazer brotar a semente. A chuva serôdia caía durante as primeiras semanas da primavera antes da colheita, ela era necessária para fazer com que a plantação amadurecesse para a colheita. Percebem o sentido espiritual?

Antes de Sua ascensão, Jesus fez uma promessa aos Seus discípulos: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra” (At 1:8). O derramamento das chuvas, portanto, refere-se ao derramamento do Espírito Santo. Mas muitos têm desmerecido a importância da primeira, pensando que apenas a segunda é segurança de salvação. A chuva temporã do Espírito é tão valiosa quanto a serôdia. Na verdade, é aquela que prepara o cristão para receber esta última. Para fazer brotar a semente do evangelho no coração, diariamente, é-nos ofertado o privilégio de receber do Espírito Santo gotas de poder que preparam a nossa vida para a porção dobrada. É um processo onde o Agricultor (Jo 15:1) é quem define o melhor momento para a colheita.

No entanto, o profeta nos exorta a pedir pela chuva “no tempo das chuvas serôdias” (v.1). E como saber se já é chegado este tempo? A continuação do capítulo nos fornece uma resposta digna de reflexão. Ela inicia da seguinte forma: “Porque os ídolos do lar falam coisas vãs…” (v.2). Trazendo para o contexto atual, vocês conseguem identificar os contemporâneos “ídolos do lar”? Creio que não foi difícil identificar. Vamos começar pela “assassina” de virtudes: a televisão. Sua funcionalidade, basicamente, é a de passatempo. No entanto, esta função tem sido a causa de graves problemas: diminuição da leitura, ociosidade, sedentarismo, obesidade, transtornos psicológicos, redução ou extinção da espiritualidade, dentre outros. Estamos ou não estamos, diante de um ídolo moderno? Sem falar nos smartphones, tablets, computadores e vídeo games que, pelo mau uso, têm sido grande causa de lares desestruturados ou destruídos.

Através destes meios, a humanidade tem visto mentiras e ofertas de “consolações vazias”, andando como ovelhas, aflitas, “porque não há pastor” (v.2). Este versículo, portanto, mais parece uma descrição de nossos dias do que um recado para o antigo Israel. Não é exatamente esta a realidade do mundo atual? As pessoas aceitam um consolo que acaba com a primeira decepção e, então, vão em busca de mais em um poço cujas águas nunca terão o poder de saciar a sede da alma. Foi este o quadro que Jesus apresentou à mulher samaritana (Jo 4:13-14). A água dos poços desta vida jamais poderá satisfazer o coração que tem sede da eternidade (Ec 3:11). Mas a água que Cristo nos oferece é uma abundante chuva que sacia a sede, que rega a plantação e que prepara o cristão para ser recolhido no celeiro do Senhor.

Pois bem, diante desta realidade, vejamos o que nos diz o apóstolo Paulo: “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm 13:11). Nunca houve um tempo tão oportuno para fazermos o pedido de Zacarias 10:1. Sem desmerecer a importância da tecnologia e dos meios de comunicação, que também nos têm sido valiosos na pregação do evangelho, precisamos estar em constante atitude de vigilância para não substituirmos o assim diz o Senhor pelo assim diz o homem. E esta foi a sequência da fala do profeta referindo-se aos pastores insensatos, “os bodes-guias” (v.3). Ai daqueles que pregam mentiras ou meias-verdades a fim de conquistar um maior público-alvo! Já dizia o sábio: “Aquele que aborrece dissimula com os lábios, mas no íntimo encobre o engano; quando te falar suavemente, não te fies nele, porque sete abominações há no seu coração” (Pv 26:24-25; Pv 6:16-19). É ou não é motivo para estarmos de olhos bem abertos?

Todo aquele que tem compreendido que chegado é o tempo de pedirmos que Deus nos toque por herança a porção dobrada do Seu Espírito (2Rs 2:9), como Eliseu, confiará na provisão divina e por Ele será atendido. Será como valente na batalha, “porque o SENHOR está com” ele (v.5), “o seu coração se regozijará no SENHOR” (v.7). “Ainda que” espalhados “por entre os povos, eles se lembram” de Deus “em lugares remotos; viverão com seus filhos e voltarão” (v.9).

Percebem que Deus deseja salvar “tu e tua casa” (At 16:31)? Não despreze a repreensão do Espírito Santo, pois ela é para a tua salvação e de tua família. Se tão somente você fizer da tua casa um altar de adoração ao único e verdadeiro Deus, Ele os fortalecerá e vocês “andarão no Seu nome, diz o SENHOR” (v.12).

Bom dia, lares de esperança!

Desafio do dia: Estabeleça no culto familiar diário um momento para memorização de trechos da Bíblia. Guarde em seu coração e de seus filhos a Palavra que liberta (Sl 119:11).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Zacarias10
#RPSP



DEZ DIAS DE ORAÇÃO – DIA 6 – O CINTO by Jobson Santos
16 de janeiro de 2018, 11:03
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O fato do Sumo Sacerdote estar cingido com sua faixa significava que ele estava totalmente vestido em suas roupas e pronto para servir. Da mesma forma, sempre devemos estar preparados para servir e testemunhar.

Antes, santificai ao Senhor Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós. 1 Pedro 3:15

O povo de Deus deve distinguir-se como um povo que se dedica inteiramente, de todo o coração, ao Seu serviço, não buscando honra para si mesmo, e lembrando-se de que por um concerto soleníssimo, se comprometeram a servir ao Senhor, e a Ele somente. {Serviço Cristão, p. 180.4}

O que é servir a Deus? – É assemelhar-se a Ele em caráter, a fim de imitá-Lo. Servir a Deus é obedecer a Ele, guardar seus mandamentos, fazer uma confissão pública de seguí-Lo, não sob a bandeira negra do grande apóstata, mas sob a bandeira manchada de sangue do príncipe Emmanuel. Aqueles que servem a Deus esforçam-se fervorosamente para obedecer a Sua vontade. Assim, eles mostram de qual exército eles fazem parte. {Signs of the Times, 1 de fevereiro de 1899, par. 3} Qualquer que seja o ramo de trabalho em que estejamos empenhados, a Palavra de Deus nos ensina a não ser “vagarosos no cuidado”, e a ser “fervorosos no espírito, servindo ao Senhor”. Romanos 12:11. “Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças” (Eclesiastes 9:10), “sabendo que recebereis do Senhor o galardão da herança, porque a Cristo, o Senhor, servis.” Colossences 3:24. {PJ 185.2}

Deus deseja que cada crente seja um ganhador de almas; e Ele abençoará a todos os que olham para Ele confiantemente em busca de sabedoria e orientação. Ao se moverem de forma vigilante, caminhando no caminho do sabedoria e permanecendo fieis ao Senhor Deus de Israel, a pureza e a simplicidade de Cristo, reveladas nas atividades da vida, testemunharão possuírem a verdadeira piedade. Em tudo o que dizem e fazem, eles glorificarão o nome daquele a quem servem. {8MR 212.4}

O crente que é imbuído de um verdadeiro espírito missionário é uma carta viva, conhecida e lida por todos os homens. A verdade sai de seus lábios sem palavras fingidas. Sua piedade e zelo e juízo consagrado crescem com o passar dos dias, e o mundo incrédulo vê que ele está vivendo em comunhão com Deus e aprendendo com Ele. As palavras faladas por lábios convertidos são acompanhadas por um poder que toca os corações frios dos incrédulos; pois mesmo aqueles que não conhecem a Deus são capazes de distinguir entre o humano e o divino. {8MR 213.1}

Meus irmãos e irmãs, vocês sentem o poder santificador da verdade sagrada em seu coração, vida e caráter? Vocês tem a certeza de que Deus, por amor de Seu querido Filho, perdoou os seus pecados? Vocês estão se esforçando para viver com uma consciência sem ofensa para com Deus e os homens? Você suplica a Deus com frequência a favor de seus amigos e vizinhos? Se você fez as pazes com Deus e colocou tudo sobre o altar, você pode se envolver proveitosamente no serviço de ganhar almas. – Manuscrito 2, 1914, 3, 4. (“Esforços consagrados para alcançar os incrédulos”, 5 de junho, 1914.) {Manuscript Releases, vol. 8, p. 213.2}

Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus. Mateus 5:16

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Zacarias 9 by Jobson Santos
16 de janeiro de 2018, 1:00
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Comentário devocional:

Zacarias 9 pode ser dividido em quatro partes:

1) o julgamento das nações (9:1-8);
2) a primeira vinda do Rei messiânico (v. 9-12);
3) a segunda vinda do Rei messiânico (v. 13-15); e
4) o estado de felicidade das pessoas redimidas (v. 16-17).

Em meio ao veredicto divino sobre as nações, haverá um remanescente destes povos que retornará ao Senhor e será para Ele como Judá e Jerusalém. Quão surpreendente! Aqui temos um vislumbre do coração de Deus, que anseia que todas as nações se cheguem a ele.

Em Zacarias 9, o Messias é retratado humilde, assentado sobre um jumento. Segundo a explicação destes comentaristas judeus, se Israel for digno, o Messias virá sobre as nuvens do céu, mas se Israel for indigno, Ele virá como uma pessoa humilde (ver Talmude Judeu Sanh 98a). No entanto, nós, os crentes em Jesus, compreendemos que estas duas descrições do Messias correspondem a primeira e segunda vinda de Cristo (Mateus 24:30).

A última parte (Zc 9:13-15) descreve a segunda vinda do Messias. O Senhor aparecerá, tocará a trombeta, e virá com um vento turbilhão. Ele acampará ao redor do seu povo e os protegerá. Seu reinado se estenderá por todo o universo, e o mal não mais existirá. Seu povo viverá em Sua presença como um rebanho bem cuidado.

O capítulo termina falando sobre a paz e a felicidade dos redimidos (v. 16-17). Aqueles que farão parte do reino glorioso do Messias serão lindos no caráter e no aspecto físico. Eles brilharão como jóias de uma coroa! Os redimidos terão a certeza de que estão no céu não por qualquer mérito de sua parte, mas porque foram salvos por Jesus. Eu quero estar lá nesse reino! E você?

Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook
Coréia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/9 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1166     
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/23    
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Zacarias 9 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/


ZACARIAS 9 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
16 de janeiro de 2018, 0:55
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ZACARIAS 9 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
16 de janeiro de 2018, 0:45
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ZACARIAS 9 – Experimentam alegria indescritível àqueles que creem na profecia bíblica. Segurança existe na alma daqueles que colocam em Deus Sua confiança. Certeza tem aquele que contempla a beleza profética.

Medite nestes pontos:

• A aplicação primária desta revelação é advertência explícita aos opositores e opressores do antigo Israel: Serão derrotados pelo soberano dono de toda a Terra (vs. 1-8). Os remidos serão protegidos quando os ímpios forem destruídos. Flávio Josefo informou que, ao Alexandre, o Grande, destruir os povos e cidades em volta de Israel, o Templo e a cidade de Jerusalém foram preservados. Contudo, tal profecia terá pleno cumprimento no segundo e no terceiro adventos de Cristo no mundo.

• A vitória divina é garantida trazendo felicidade aos que dependeram de Cristo com sinceridade (vs. 9-10). Montando um jumentinho, mansamente, mas triunfante, o Messias singelamente vencerá a maldade trazendo liberdade aos escravos do pecado. “Paz resultará do governo [do Messias, (v. 10)], pois Ele terá como objetivo ‘o estabelecimento da ordem moral e da justiça social’ no poder do Espírito Santo” (Paul R. House).

• Os que rejeitarem ao Rei da Paz experimentarão as consequências de seus pecados acariciados no segundo e terceiro adventos de Cristo: Os convertidos serão protegidos (vs. 10-17). Nesse evento universal Jesus acabará com a guerra e trará paz. Seu reino de glória será estabelecido. Seu povo triunfará. O remanescente fiel é o povo que será recompensado.

Após a entrada triunfal de Cristo sobre um jumentinho em Jerusalém, Ele afirmou aos líderes religiosos que não O reconheceram no cumprimento das profecias: “Da próxima vez que me virem vocês irão dizer: ‘Oh! Ele é um bendito do Senhor e está vindo para instituir o governo de Deus” (Mateus 23:39, AM).

A profecia é positiva, enche o coração dos ouvintes de alegria e esperança:

“Grite e aplauda, Filha de Sião! Faça um estardalhaço, Filha de Jerusalém! O Seu rei está a caminho: um rei bom que faz tudo de forma correta, um rei humilde montado num jumentinho, cria de um animal de carga […]. Ele vai oferecer paz às nações, um governo pacífico em toda a terra, dos quatro ventos aos sete mares”.

Quando o Grande Conflito terminar, só existirá paz e felicidade! A vida tem sentido e objetivo nobres para os convertidos! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 9, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de janeiro de 2018, 0:30
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 “Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém: eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador, humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta” (v.9).


A ira divina que dantes havia servido de disciplina para o povo de Israel, foi então revertida para os povos pagãos que, aproveitando-se da fragilidade do povo de Deus, o oprimiu, zombou de sua desgraça e saqueou os seus tesouros. Os olhos do Onipresente estavam “sobre os homens” para puni-los conforme as suas más obras e “sobre todas as tribos de Israel” (v.1) para lhes devolver a honra e a glória do lugar que se chamava pelo Seu nome. Porém, o juízo de Deus não tem por finalidade a destruição, mas a salvação. Se tão-somente aqueles povos se arrependessem, ficariam “como um restante para o nosso Deus” (v.7). Eles passariam a fazer parte de Seu povo e seriam “como chefes em Judá” (v.7).

A oportunidade de restauração e de salvação da humanidade foi encarnada nAquele que, mesmo sendo o Rei da Glória, despiu-Se das vestes reais para pisar no solo enegrecido pelo pecado. E “o povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz” (Is 9:2). Jesus veio exatamente no tempo em que a escuridão prevalecia até no coração dos mestres da lei. Sua vida confrontava as grandes tradições judaicas e era como uma afronta àqueles que aparentavam santidade, mas que não dispensavam a oportunidade de agir como “fundibulários” de seus irmãos (v.15; “aqueles que atiram pedras com fundas”; Jo 8:5).

A profecia messiânica aponta para um Cristo “humilde” (v.9) e que viria anunciar “paz às nações” (v.10), e não somente à nação judaica. Os exilados que ainda se encontravam em território babilônico deveriam voltar “à fortaleza” (v.12), à Jerusalém, e aquela cidade seria um raio de luz entre os povos. Deus seria “visto sobre os filhos de Sião” (v.14) e faria soar a Sua trombeta. Ninguém ficaria sem ouvir falar na paz que ali repousava. Se Israel houvesse reconhecido a Jesus como o Filho de Deus, e dEle tivesse aprendido a mansidão e a humildade, não teria sofrido a ruína e o opróbrio.

Hoje, somos desafiados a abraçar esta missão que Israel recusou. Assim como o Senhor do Universo Se importa comigo e com você de forma individual; se Ele Se interessa por nós a ponto de ouvir as nossas particulares orações, muito mais devemos considerar cada vida como preciosas “pedras de uma coroa” (v.16). A vida de Jesus foi o cumprimento não só das profecias, mas da intensidade do amor de Deus por toda a raça caída: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16).

O Senhor nos convida a fazer parte do restante que aclamará o seu Rei não mais com “ramos de palmeiras” (Jo 12:13), mas com a oferta de um coração governado pelo Espírito Santo. Como a Sua primeira vinda, o Seu segundo advento é certo: “Eis que vem com as nuvens, e todo olho O verá… Certamente. Amém!” (Ap 1:7). E diante do tempo onde a bondade de Deus tem sido tão questionada, devemos, semelhante às multidões em festa (Jo 12:12), exultar e erguer a nossa cabeça, porque a nossa “redenção se aproxima” (Lc 21:28).

Seja a nossa vida um reflexo da vida do humilde Salvador. Veja o mundo em nós a mensagem de um Deus que ama a todos e que a todos deseja perdoar: “Quem quer que, sob a reprovação de Deus, humilhe a alma com confissão e arrependimento, como fez Davi, pode estar certo de que há esperança para ele. Quem quer que com fé aceite as promessas de Deus, encontrará perdão. O Senhor nunca lançará fora uma alma verdadeiramente arrependida. Ele fez esta promessa: ‘Apodere-se da Minha força, e faça paz Comigo; sim, que faça paz Comigo’ (Is 27:5). ‘Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos, e se converta ao Senhor, que Se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar’ (Is 55:7)” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 537).

 “Pois quão grande é a Sua bondade!” (v.17).

Bom dia, mensageiros da esperança!

Rosana Garcia Barros

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