Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
21 de janeiro de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO GÊNESIS 8 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

GÊNESIS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



GÊNESIS 8 by Jobson Santos
21 de janeiro de 2022, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/gn/8

Pense em como deve ter sido estar na arca durante aqueles quarenta dias e quarenta noites tempestuosos. Quando os trovões bradavam, os relâmpagos piscavam e as enormes ondas atingiam a arca, Noé e sua família certamente experimentaram o coração acelerado e o estômago embrulhado pelo medo. No entanto, apesar da ansiedade, eles descansaram pela fé na mão protetora de Deus. Com serena segurança eles confiaram no meio da tempestade. Eles sabiam que Deus não os havia esquecido. Eles estavam confiantes de que Seu olhar atento estava sobre eles enquanto a arca era jogada de um lado para o outro pelas ondas tempestuosas.

As primeiras quatro palavras de Gênesis 8 soam com segurança. “Então Deus se lembrou de Noé.” (Verso 1) Nas tempestades da vida Deus não se esquece de nós. Nas provações da vida não somos deixados sozinhos. Nos maiores desafios da vida, não somos órfãos cósmicos. Nas dificuldades da vida, Ele está presente. O mesmo Deus que conduziu Noé e sua família para dentro da arca, os protegeu enquanto estavam lá e os conduziu para um novo e brilhante futuro. Quando aceitamos a Palavra de Deus pela fé, obedecemos aos Seus mandamentos e fazemos a Sua vontade, Ele também nos levará a um futuro cheio de esperança.

Mark Finley
Evangelista aposentado
Estados Unidos

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



GÊNESIS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de janeiro de 2022, 0:50
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1429 palavras

1. Lembrou-se Deus de Noé. Este verso não implica que Deus houvesse esquecido Noé durante um tempo. Esta é uma expressão que indica divina solicitude e graça. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 248.

A lembrança de Deus é central na história do dilúvio. Quando Deus “se lembra”, Ele também age em benefício de Seu povo (19:29; 30:22; Ex. 2:24; 6:5), individualmente e coletivamente. Note a preocupação divina tanto com a humanidade quanto com os animais. […] De modo similar ao cap. 1, o espírito/vento (a mesma palavra em hebraico) de Deus é um agente no processo de re-criar um ambiente que os humanos possam ocupar. Andrews Study Bible.

A expressão hebraica indica ação baseada em um compromisso prévio (9.15; 19.29; 30.22; Êx 2.24; Lc 1.72-73), não numa mera lembrança. Bíblia de Genebra.

A única coisa que Deus esquece, com referência a Seus filhos, são os pecados (cf Is 43.25 com Is 49.15) (Bíblia Shedd).

4. Ararate. Todos os expositores bíblicos concordam que a referência aqui é à região montanhosa da Armênia, embora não se saiba exatamente qual a parte das montanhas do Ararate. Nada tem sido comprovado sobre a descoberta de restos da arca de Noé. A localização tradicional, o moderno monte Ararate, tem dois picos, um com 5.137 m, outro com 3.896 m de altura. Entre os persas esses picos gêmeos são conhecidos como Koh-i-nuh, “a montanha de Noé”. Este seria um lugar ideal para a arca repousar enquanto as águas baixavam. A partir dele, os sobreviventes do dilúvio podiam se espalhar por todas as terras. CBASD, vol. 1, p. 248.

5 As águas foram minguando. As águas baixaram gradualmente por dois meses e meio após a arca ter repousado sobre as montanhas do Ararate. CBASD, vol. 1, p. 248.

8 Soltou uma pomba. Embora não seja declarado quanto tempo Noé esperou antes de fazer outra tentativa, a expressão “esperou ainda outros sete dias”(v. 10) indica que o primeiro dia de espera tinha tido a mesma duração. Uma semana mais tarde a pomba permaneceu fora o dia todo, mas voltou à noite com uma folha de oliveira, aparentemente de uma árvore que havia sobrevivido ao dilúvio. Em hebraico, a expressão “nova”, literalmente “colhida fresca”, indica claramente que a folha não tinha sido achada flutuando na superfície da água. Noé reconheceu folha de oliveira como evidência de que a terra estava quase seca e que ele logo poderia sair da arca. Uma semana mais tarde a pomba já não voltou mais, o que foi uma evidência de que as condições eram suficientemente normais para que ela permanecesse fora da arca. CBASD, vol. 1, p. 248.

13 A cobertura da arca. Há indicação de que houve um período adicional de espera após o qual Noé achou que era hora de investigar por si mesmo. Uma vez que pouca coisa se podia ver pelas abertura da treliça que ficava abaixo do teto da arca, ele removeu uma parte do teto. A palavra “cobertura”, mikseh, é usada no AT para designar o teto do tabernáculo (Êx 26:14). CBASD, vol. 1, p. 248.

14 Do segundo mês. A arca é prova da bondade de Deus e da é obediente de Noé. A arca foi um refúgio em tempo de perigo, um lar para os desabrigados e um templo onde a família de No;e adorava a Deus. Conduziu-os em segurança do velho mundo para o novo, de um ambiente de vício e pecado para uma Terra purificada do pecado. A arca era o lugar de salvação apontado por Deus, e fora dela não havia segurança. E como foi nos dias de Noé, assim será quando a presente era chegar a um abrupto fim por ocasião da vinda do Filho do homem (ver Mt 24:37). Aqueles que desejam ser salvos precisam se valer da provisão que Deus fez para a salvação. CBASD, vol. 1, p. 249.

16 Sai. Noé havia aprendido a confiar em Deus e a esperar pacientemente durante os 120 anos de pregação e construção da arca. Esse longo período ativo foi seguido por mais de um ano na arca. Durante as primeiras semanas e meses ele havia experimentado incessante chuva, uma turbulenta tempestade e tremendas convulsões da Terra, que pareciam estar prestes a destruir a frágil embarcação. Mais tarde, quando a arca repousou sobre as montanhas do Ararate, começou um tedioso tempo de espera,que durou mais de sete meses. Noé pode ter pensado algumas vezes que Deus tivesse esquecido a solitária arca e seus ocupantes no topo daquela montanha. Ele, no entanto, teve as duas virtudes gêmeas: fé, e paciência. Com que alegria Noé deve ter ouvido uma vez mais a voz de Deus ordenando que saísse da arca. CBASD, vol. 1, p. 248, 249.

Posto que o dilúvio foi uma prefiguração do batismo cristão (1Pe 3.20-21), a saída de Noé e sua família da arca pode ser tida como seu surgimento das águas da morte para uma nova vida (cf. Jo 5.28-29; 11.43; Rm 6.3-6). Bíblia de Genebra.

17 E povoem abundantemente a Terra (ARC). Esta declaração tem sido considerada por alguns comentaristas como uma indicação de que Deus havia restringido a capacidade reprodutora dos animais durante o ano que eles permaneceram nas apinhadas repartições da arca. Então, a bênção original sobre os animais, para que se multiplicassem e enchessem a Terra (Gn 1:22) foi repetida. CBASD, vol. 1, p. 250.

Após a comoção da tormenta e o silêncio do período de secagem, Deus fala novamente a Noé. A divina ordem é clara e ecoa a ordem de Gên. 1:28: “Sede frutíferos e multiplicai-vos”. Andrews Study Bible.

18 Saiu, pois, Noé. Quando um anjo desceu do Céu e abriu a porta que havia sido fechada um ano antes de maneira semelhante, Noé e sua família saíram. Os animais seguiram Noé, saindo da arca de maneira ordenada, cada um segundo a sua espécie. Esse instinto de se associar com outros de sua própria espécie é geralmente característico do mundo animal. CBASD, vol. 1, p. 250.

20 Levantou Noé um altar. O primeiro ato de Noé ao sair da arca foi adorar a Deus. Os sacrifícios oferecidos por Noé não eram apenas expressão de gratidão por haver sido preservado, mas também um testemunho de sua fé no Salvador – que era tipificado pelos sacrifícios de animais. CBASD, vol. 1, p. 250.

holocausto. Isto é, sacrifício totalmente queimado. Bíblia NVI.

A oferta queimada é tomada dentre os animais limpos, uma indicação de que as categorias de animais limpos e imundos era conhecida antes do dilúvio. Somente animais limpos foram utilizados como animais sacrificais. Para mais sobre a identificação entre animais limpos e imundos  em relação à alimentação e saúde, veja Lev. 11:1-47; Deut. 14:3-21. Andrews Study Bible.

21 E o SENHOR aspirou o suave cheiro. A satisfação de Deus com a conduta de Noé e a aceitação da oferta são apresentadas em linguagem bastante humana. A resposta divina à adoração de Noé foi uma decisão de que a a Terra não seria destruída por outro dilúvio. Essa promessa só foi comunicada um pouco mais tarde (ver Gn 9:8-17). As palavras “Não tornarei a amaldiçoar a terra” não removeram a maldição original (3:17). Referem-se simplesmente ao fato de que não sobreviria novamente à raça humana uma catástrofe universal como o dilúvio. Enchentes localizadas não estavam incluídas nessa promessa. CBASD, vol. 1, p. 250.

suave A frase implica na aceitação do sacrifício e do ofertante. O “cheiro suave” é geralmente associado com instruções a respeito de sacrifícios. A frase é parte de um monólogo divino do qual o leitor é privado. Apesar do dilúvio ter destruído a “violência” condenada em 6:11, ele não mudou a natureza humana (como logo se tornará evidente nos capítulos seguintes de Gênesis). Contudo, a graça divina entra no tribunal. Andrews Study Bible.

Um jogo de palavras resulta da similaridade entre esta palavra hebraica e o nome de Noé. Esta referência ao olfato divino antropomorficamente retrata o prazer de Deus na adoração de Seu povo (Ez 20.41; Ef 5.2; cf. 2Co 2.15-16). Bíblia de Genebra.

amaldiçoar a terra. Deus não está retirando a maldição de 3.17, porém está prometendo não mais destruir a terra por meio de dilúvio (Bíblia de Genebra).
A resolução divina de não renovar o julgamento se baseia no sacrifício aceito (cf 1 Sm 26.19; Cl 1.20; Ef 5.2), não na incorrigibilidade do homem que causara o dilúvio (6.13). Bíblia Shedd.

22 Enquanto durar a Terra. O relato mais notável do dilúvio fora da Bíblia ocorre no antigo épico de Gilgamés, escrito pelos babilônicos. Embora a seção do épico que trata do dilúvio exiba muitas semelhanças com o relato do Gênesis, há diferenças entre os dois relatos que evidenciam a inspiração e exatidão do relato bíblico. O politeísmo e outras ideias religiosas pagãs dão ao épico de Gilgamés um tom distintamente pagão. Embora histórias semelhantes à do dilúvio persistam em diferentes culturas, é natural que o relato babilônico seja um pouco mais acurado que outros, devido à proximidade entre Babilônia e as montanhas do Ararate. CBASD, vol. 1, p. 251.

 

Veja mais comentários, de Bíblias de estudo, sobre Gênesis 1 a 7, em:

Gênesis 1: http://reavivadopelapalavra.blogspot.com/2012/04/genesis-cap-1.html

Gênesis 2: http://reavivadopelapalavra.blogspot.com/2012/04/genesis-2.html

Gênesis 3: http://reavivadopelapalavra.blogspot.com/2012/04/genesis-3.html

Gênesis 4: http://reavivadopelapalavra.blogspot.com/2012/04/genesis-4.html

Gênesis 5: http://reavivadopelapalavra.blogspot.com/2012/04/genesis-5.html

Gênesis 6: http://reavivadopelapalavra.blogspot.com/2012/04/genesis-6.html

Gênesis 7: http://reavivadopelapalavra.blogspot.com/2012/04/genesis-7-segunda-23042012.html

 



Gênesis 08 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de janeiro de 2022, 0:45
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 “Lembrou-se Deus de Noé e de todos os animais selváticos e de todos os animais domésticos que com ele estavam na arca; Deus fez soprar um vento sobre a terra, e baixaram as águas.” (v.1).

Os concursos e vestibulares estão cheios de casos de pessoas que chegam após o horário limite. Segundo cada edital, há um horário estabelecido para a abertura e para o fechamento dos portões dos locais de prova. E apesar das lágrimas, das desculpas e de qualquer imprevisto que tenha ocorrido, nenhum candidato consegue convencer os fiscais a abrir algum tipo de exceção. Todo o conhecimento adquirido para a realização daquela avaliação foi frustrado por uma porta fechada. Noé tinha ouvintes bem atentos que todos os dias adquiriam mais conhecimento acerca do amor de Deus e de Seu breve juízo. O velho professor não se cansava de lecionar a matéria *Graça*, apontando com veemência para a porta que representava a única chance que tinham de experimentá-la.

Deus concedeu àquele povo um método lúdico de ensino. E, à beira da grandiosa construção, todos tiveram a oportunidade de estudar em numa mesma escola, preparando-se para uma mesma prova. A diferença é que não tinham que competir uns com os outros. Bastava entrar pela porta no tempo determinado pelo “edital” de Deus. A respeito disso, vejamos o que registrou Ellen White: “Seu período de graça estava se aproximando do fim […] E agora o servo de Deus fez o seu último e solene apelo ao povo. Com um desejo angustioso, que as palavras não podem exprimir, solicitou buscassem refúgio enquanto ainda se poderia achar. De novo rejeitaram as suas palavras, e levantaram a voz em zombaria e escárnio(Patriarcas e Profetas, CPB, p.58, 59).

Não obstante a corrupção que lhes governava o coração e todas as afrontas e palavras de grosseria que proferiam contra o pregador, as palavras de Noé sempre eram plenas de misericórdia e de amor, ao mesmo tempo em que eram poderosas e cheias de convicção. Não havia um único sinal de chuva. Cada dia amanhecia e terminava como sempre havia sido. Seus negócios prosperavam. “Comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca e não o perceberam” (Mt.24:38-39). “O Senhor fechou a porta” (Gn.7:16), e selados estavam todos para a condenação das águas.

Aquela porta representa a obra de intercessão de Jesus no santuário celestial. De igual forma, Deus tem chamado os Seus filhos para aprender mediante o estudo de Sua Palavra, o caminho da aprovação divina. Enquanto a graça de Cristo estiver à nossa disposição, a porta continuará aberta e todos continuarão sendo chamados a entrar por ela. Mas está chegando o tempo em que a porta que só Deus pode fechar ou abrir, selará o destino eterno de cada ser humano. E assim como Noé e sua família entraram na arca sete dias antes que viesse o dilúvio, o povo de Deus passará por um momento de grande expectativa e de grande prova de fé. Os ímpios afrontarão os filhos de Deus, dizendo: “Onde está a promessa da Sua vinda?” (2Pe.3:4). Contudo, apesar da ardente provação e da dureza de coração daqueles que rejeitaram a salvação, o Senhor susterá os Seus à sombra de Seu abrigo, e, com arrebatadora alegria declararão: “Nós, porém, segundo a Sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe.3:13).

Eram oito pessoas contra um mundo inteiro e, ao contrário do que se pensa, não é a maioria que define a vitória, e sim o lado que conhece a verdadeira linha de chegada. Noé e sua família foram insultados e a mensagem de Deus de todo rejeitada. Pensavam: “Como podemos todos nós estar errados e somente esta família com a verdade? Impossível!”. E mediante tal pensamento afogaram-se todos nas “águas” de suas próprias teorias. Assim como Noé não levou em conta a controvérsia humana, mas perseverou em andar com Deus, a mesma oportunidade nos é dada hoje. Assim como ele confiou no Senhor, observando o passo a passo da cartilha do Céu, aguardando com paciência a ordem de sair da arca, precisamos clamar a Deus por este fruto do Espírito e todos os demais que nos habilitam a estarmos prontos para o encontro com o Senhor nos ares.

Levantou Noé um altar ao Senhor e, tomando de animais limpos e de aves limpas, ofereceu holocaustos sobre o altar” (v.20). Seja, portanto, a minha e a sua vida um sacrifício de amor ao Deus que nos salvou. Vigiemos e oremos!

Bom dia, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



COMENTÁRIO GÊNESIS 8 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
21 de janeiro de 2022, 0:40
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GÊNESIS 8 – Noé prezou por sua família. Sua família se salvou na arca cheia de animais com seus aromas e ruídos. Apesar das inúmeras dificuldades, limitações, e atividades incessantes na arca, ainda era melhor estar dentro dela do que fora dela. Assim é também a igreja. Precisamos dela com todos os seus inúmeros defeitos e problemas.

Precisamos prezar pela família. Em Gênesis 6, a maré da maldade se multiplicou pelos casamentos mistos, filhos de Deus casando-se com filhas dos homens. Visando o cumprimento de Gênesis 3:15 Deus preserva a família de Noé. Essa mensagem deveria ficar clara aos israelitas que amassavam barro para fazer tijolos no Império Egípcio. O povo escravo era herdeiro da promessa – para esse ponto apontava cada página de Gênesis.

Assim, nas entrelinhas, notamos um grande conflito entre o bem e o mal, entre Deus e Satanás. Ambos trabalham com a família. Satanás intenta perverter a família, enquanto Deus faz de tudo para preservá-la, sabendo que sem família, o caos toma conta! Precisamos cooperar com Deus! Inclusive as famílias de animais foram prezadas por Deus, até com os animais se percebe o quanto a família é de suma importância.

Terminado o Dilúvio, e abaixado as águas, Noé e sua família saem da Arca em terra seca com as famílias de animais. Imagino Noé comparando a terra com o que ela era antes do dilúvio. “Mal se consegue investigar como eram a terra, o mar, a atmosfera, a cultura, etc. antes do dilúvio” afirma Alexander vom Stein.

Ficou tudo diferente, menos o amor de Deus pela humanidade. Em Gênesis 8:1, “Deus lembrou-se de Noé…” não indica que havia esquecido, revela que Ele estava atento. Após Noé perceber evidências de terra seca, esperou em Deus; “então Deus disse a Noé: ‘Saia da arca, você e sua mulher, seus filhos e as mulheres deles…”. Depois de sair, “Noé construiu um altar dedicado ao Senhor… o Senhor sentiu o aroma” e fez uma promessa nunca mais destruir a terra com água.

É lindo o relacionamento que Deus deseja ter com os humanos. Deus almeja que nossa família dependa dEle em cada detalhe, assim como a família de Noé dependia.

Coloque tua família nas mãos de Deus, é a melhor coisa a fazer! Busquemos reavivamento familiar! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
20 de janeiro de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO GÊNESIS 7 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

GÊNESIS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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GÊNESIS 7 by Jobson Santos
20 de janeiro de 2022, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/gn/7

Gênesis 7 começa com uma expressão bíblica familiar. O Senhor diz a Noé: “Entra na arca…” (versículo 1) Ao longo das escrituras “Vem” é o convite divino do Céu. Jesus nos convida: “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei”. (Mateus 11:28) O último capítulo do último livro da Bíblia, Apocalipse, nos oferece este gracioso convite: “E o Espírito e a noiva dizem: “Vem!” E quem ouvir diga: “Vem!” e quem tem sede venha…” (Apocalipse 22:17) Jesus acrescenta: “… quem vier a mim eu jamais rejeitarei.” (João 6:37)

O convite de Deus a Noé para “entrar na arca” foi um convite para a salvação, segurança e libertação. Era uma promessa de Seu cuidado hoje, amanhã e para sempre. Concedeu esperança a Noé em meio ao caos deste mundo. O convite divino de Jesus também nos dá esperança. Na Arca da Sua segurança encontramos salvação, segurança e libertação.

Por que não compartilhar resumidamente como você encontrou em Jesus uma arca de segurança?

Mark Finley
Evangelista aposentado
Estados Unidos

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/7
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



GÊNESIS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
20 de janeiro de 2022, 0:50
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890 palavras

1. Entra. Por 120 anos Deus manteve Sua longanimidade (1Pe 3:20), e durante esse tempo Noé, por sua vida e obra, “condenou o mundo” (Hb 11:7). Mas os seres humanos, em seu descuido e indiferença, aproximavam-se rapidamente de seu fim. Ao salvar uma família e destruir todas as outras, Deus não estava sendo arbitrário. Somente Noé havia se qualificado para estar no novo mundo que surgiria após a purificação da Terra pelas águas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 244.

2. De todo animal limpo. A instrução para que Noé levasse na arca mais animais limpos do que imundos pressupõe que Noé sabia distinguir entre as duas classes. Fica claro que essa distinção não se originou com Moisés. Ela remonta a tempos anteriores, quando Deus deu as instruções relativas aos sacrifícios – nos quais só deviam ser usados animais limpos (ver Gn 8:20). A razão pela qual, em suas primeiras diretrizes a Noé (6:19), Deus não tenha feito distinção entre animais limpos e imundos pode ser explicada pelo fato de que, naquele momento, 120 anos antes do dilúvio, instruções tão detalhadas não eram necessárias (ver com. do v. 9). CBASD, vol. 1, p. 244, 245.

7 Entrou Noé. Comparando-se os v. 7 e 10, fica óbvio que Noé não esperou até o último dia antes do dilúvio para entrar na arca. Impulsionados pelo medo e impelidos pela fé, Noé e sua família não perderam tempo em obedecer à ordem para entrar na embarcação de refúgio. Pedro diz que apenas oito pessoas foram salvas do dilúvio (1Pe 3:20); portanto, é óbvio que Noé e seus três filhos tinham apenas uma esposa cada um. A poligamia, comum entre os cainitas, ainda não era praticada pelos filhos de Deus. CBASD, vol. 1, p. 245.

9 Entraram … de dois em dois. Em obediência a um impulso misterioso, animais de todas as espécies entraram na arca. Nada menos que o poder divino poderia ter orquestrado essa entrada ordenada e pontual. Que vívida advertência deve ter sido essa para os ímpios que a testemunharam! Ali estavam animais domésticos e selvagens, animais rastejantes e aves, todos se dirigindo para a arca, aparentemente por sua própria vontade. Que contraste: mudos irracionais obedientes ao Criador, e seres humanos inteligentes se recusando a dar ouvidos a Seu misericordioso chamado de advertência! Se havia algo capaz de causar uma impressão nos pecadores, isso deveria tê-lo feito; mas eles haviam endurecido o coração por tento tempo que mesmo esse milagre não os impressionou. CBASD, vol. 1, p. 245.

11 As fontes do grande abismo. A Terra, que nunca antes havia recebido chuva (ver com. de Gn 2:6), foi repentinamente inundada por imenso volume de água. Iniciou-se uma chuva pesada e incessante. Simultaneamente, a crosta terrestre se rompeu, e massas de água subterrâneas jorraram, causando estragos e inundando a terra outrora seca. CBASD, vol. 1, p. 245.

16 E o SENHOR fechou a porta após ele. Esta declaração enfatiza a natureza miraculosa dos eventos ocorridos durante a semana imediatamente anterior ao dilúvio. Esse ato divino significou também que o tempo de graça para a raça caída havia chegado ao fim. Como nos dia de Noé, a porta de misericórdia se fechou um tempo antes do dia de visitação de Deus, assim também nos últimos dias o povo de Deus deve ser advertido: “Fecha as tuas portas sobre ti; esconde-te”(Is 26:20, 21; Mt 24:37-39; 2Pe 3:6, 7). CBASD, vol. 1, p. 246.

17-20 Cresceram … predominaram … prevaleceram as águas. Um imensurável volume de água cobriu toda a Terra. A extensão universal do dilúvio dificilmente poderia ter sido expressa em palavras mais fortes. Essa descrição torna impossível o ponto de vista de alguns, de que o dilúvio foi um acontecimento local ocorrido no vale da Mesopotâmia. Os depósitos sedimentares descobertos por arqueólogos em Ur dos caldeus, por exemplo, não podem ser uma explicação para o que é descrito em Gênesis sobre o dilúvio (PP, 107, 108). Em toda a parte, sobre a superfície da Terra, encontram-se restos fósseis de plantas e animais, obviamente depositados pela água. Esses depósitos se estendem, em certos locais, a profundidade de até cinco quilômetros, mas a profundidade média é de pouco mais de 800 metros. A distribuição universal desses restos fósseis e a profundidades que estão enterrados testificam inequivocamente tanto da extensão global quanto da grande violência do dilúvio. A universalidade dessa catástrofe é também atestada pelas lendas do dilúvio preservadas entre povos de quase todas as etnias sobre a face da Terra. Desses relatos, o mais completo é o dos antigos babilônicos que se estabeleceram muito próximo ao local onde a arca repousou após o dilúvio e de onde a raça humana novamente começou a se espalhar. O épico de Gilgamés [ou Gilgamesh] traz muitas semelhanças irrefutáveis com o relato de Gênesis, mas difere dele o suficiente para demonstrar que é uma versão alterada da mesma história. Uma comparação dos dois relatos apresenta impressionantes evidências da inspiração da narrativa do Gênesis. … Os próprios elementos desencadeados para destruir os ímpios levaram em segurança a fiel família de Noé. A Deus nunca faltam recursos para salvarAo mesmo tempo, é de Sua vontade que o homem exerça plenamente a inteligência e a força concedidas por Ele. Deus preservou miraculosamente a arca, mas ordenou que Noé a construísse. CBASD, vol. 1, p. 246.



Gênesis 07 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de janeiro de 2022, 0:45
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 “Disse o Senhor a Noé: Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de Mim no meio desta geração” (v.1).

Vimos que o nome “Noé” significa “descanso, repouso”. De uma forma ilustrativa, podemos dizer que houve no mundo antediluviano um período de descanso. Por intermédio de Noé, Deus convidou as pessoas a entrar em Seu repouso se tão somente aceitassem entrar na arca. Porém a rejeição foi geral, não fosse por Noé e sua família. Há quem defenda que Noé foi o pior evangelista de todos os tempos. Pela não aceitação de sua pregação, julgam seu ministério um exemplo de fracasso evangelístico. Quais foram os métodos específicos que ele usou para difundir a mensagem, não sabemos, mas a Bíblia revela o princípio que norteou a sua missão: “E tudo fez Noé, segundo o Senhor lhe ordenara” (v.5).

Noé foi obediente à palavra de Deus. Ele não escolheu o seu ministério. Deus o escolheu para aquele ministério. Ele não agiu de acordo com o que achava ser o melhor, depondo diante do altar de Deus a oferta de Caim, mas agiu em plena harmonia com o “Assim diz o Senhor”, depondo diante do altar de Deus a agradável oferta de Abel. Independente da deplorável situação da humanidade, opiniões contrárias, perseguições e zombarias, e do fato de que até então nunca havia chovido sobre a Terra, ele seguiu a passos firmes na obra que lhe foi confiada. Sobre sua trajetória, escreveu Ellen White:

“Enquanto Noé estava a apregoar sua mensagem de advertência ao mundo, suas obras testificavam de sua sinceridade. Assim foi que sua fé se aperfeiçoou, e se evidenciou. Ele deu ao mundo o exemplo de crer precisamente o que Deus diz. Tudo quanto possuía, empregou na arca. Ao começar a construir aquele imenso barco em terra seca, vinham de todos os lados multidões para verem a estranha cena, e ouvir as palavras sinceras, fervorosas, do pregador original. Cada pancada desferida na arca era um testemunho para o povo” (Patriarcas e Profetas, CPB, p.56, 57).

A mensagem dada a Noé não foi de todo rejeitada a princípio. A gigantesca construção chamou a atenção de todos, e atraía tanto ouvintes quanto críticos. O mundo ficou dividido entre simpatizantes e acusadores, até que chegou o momento da decisão e os adeptos apenas a uma simpática cortesia acabaram por finalmente se unir à turba escarnecedora. Isto, porém, não significou uma derrota para o idoso pregador, e sim o cumprimento das palavras do Senhor: “Porque estou para derramar águas em dilúvio sobre a terra para consumir toda carne em que há fôlego de vida debaixo dos céus; tudo o que há na terra perecerá” (Gn.6:17). A presciência de Deus não é motivo para a destruição de vida alguma. A vida de Noé, suas palavras, a construção da arca, sua família, tudo servia de porta-voz do Céu chamando todos ao arrependimento genuíno e à salvação. Mas o chamado do Senhor é de liberdade, e não de imposição.

Noé e sua família foram os únicos a entender que entrar pela porta da arca não era simplesmente uma fuga do dilúvio, mas um passo decisivo na direção de Deus. Noé creu na promessa e seguiu pela fé: “Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda se não viam, temeu, e, para salvação de sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé” (Hb.11:7). A vida deste homem de Deus nos deixou um legado de fé, amor e perseverança. Diante de um desafio incomum e humanamente impossível, decidiu confiar no Senhor e assim reger o seu lar no temor de Deus. Se ele não tivesse compreendido que o seu principal público-alvo estava dentro de sua casa, teria levado consigo qualquer esperança futura.

Noé não fracassou em sua missão. Ele teve 100% de aceitação aonde o seu exemplo falou mais do que palavras e marcou mais do que marteladas. Que tipo de influência temos exercido dentro de nossa casa? Como membro de uma família, você tem cumprido fielmente o seu papel? Noé não foi escolhido por Deus simplesmente por se abster dos costumes mundanos de sua geração, e sim porque no meio da balbúrdia desta geração corrompida e depravada, ele conhecia a Deus. Noé andava com Deus. E, por conhecer a Deus e reconhecer-Lhe a voz, exerceu uma influência transformadora sobre sua família. A abstinência das coisas deste mundo não foi a causa da salvação de sua casa, mas o resultado da salvação. Noé e sua família entenderam que o propósito principal da missão não era o serviço da arca do Senhor, mas servir ao Senhor da arca.

Ao aproximar-se o tempo em que o Senhor fechará a porta da graça, que sejamos encontrados na segurança de Sua vontade. Vigiemos e oremos!

Bom dia, família bendita de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



COMENTÁRIO GÊNESIS 7 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de janeiro de 2022, 0:40
Filed under: Sem categoria

GÊNESIS 7 – O Dilúvio foi um grande e impactante marco para a história não apenas da humanidade, mas do próprio planeta e também do Universo. Foi a primeira vez que Deus precisou agir de forma estranha ao Seu gracioso caráter (Isaías 28:21).

Deus não quer que ninguém pereça (2 Pedro 3:9). Entretanto, para não perder tudo, Ele precisa tomar atitudes radicais de vez em quando. Até mesmo nós fazemos isso: quando um saco de laranja apodrece, tiramos as boas e jogamos fora as podres junto com a embalagem.

Apesar de podridão moral, espiritual e social na sociedade de Noé, “durante o tempo da construção da Arca, os homens puderam ser alertados sobre o juízo iminente. Apesar disso, somente Noé e sua família foram salvos. ‘… quando a longanimidade de Deus aguardava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca, na qual poucos, a saber, oito pessoas, foram salvos, através das águas’ (1Pd 3:20)”, comentou Alexander vom Stei, e então acrescentou:

“O relato do dilúvio é, em primeiro lugar, um relato histórico que narra um acontecimento verídico. Além disso, ele contém muita tipologia. A situação dos seres humanos antes do juízo guarda semelhanças com o período imediatamente anterior ao juízo futuro: ‘Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do Homem: comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e destruiu a todos’ (Lc 17:27,27)”.

A profecia alega que no tempo do fim, o Dilúvio não seria visto como acontecimento histórico; tal alegação é a base para a rejeição do juízo final e do retorno de Jesus (2 Pedro 3:3-12). Nossa época caracteriza-se por debochados que zombam dos que alegam crer no Dilúvio e na promessa do advento de Cristo. Estamos no fim!

Ao ler atentamente Gênesis 7 nota-se que é um relato histórico, não alegórico. Foi um cataclismo geral, uma catástrofe descomunal. O único lugar de refúgio era a Arca que levou 120 anos para ficar pronta. Foram 120 anos de graça, até fechar a porta da arca.

Fico aqui pensando… quanto tempo de graça Deus está nos concedendo para nos preparar antes do retorno de Cristo. Não sejamos indiferentes, apáticos… estejamos dispostos como Noé… Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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