Reavivados por Sua Palavra


I CRÔNICAS 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
21 de março de 2026, 1:30
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Texto bíblico: I CRÔNICAS 1 – Primeiro leia a Bíblia

I CRÔNICAS 1 – BLOG MUNDIAL

I CRÔNICAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



I CRÔNICAS 1 by Jeferson Quimelli
21 de março de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/1

Ao começarmos a ler o livro de Crônicas podemos supor que esta é apenas uma infeliz longa lista de nomes. Se você pensar assim, como eu também pensei, olhe de novo. Atente para o primeiro nome: Adão. Este é um livro sobre nós, sobre toda a humanidade e sobre o nosso Deus! O início das Crônicas nos leva a lembrar o plano da redenção. Podemos, por este plano, reclamar nosso direito de primogenitura à justificação e através da purificação da redenção, somos lembrados dos processos de santificação que nos levam ao sacerdócio.

Ao ler esta lista de nomes, desde Adão até Aarão; e de Jessé até nosso Salvador Jesus, vemos o plano e a promessa de Deus. Leia os nomes de novo e você verá que Deus não se esqueceu de Ismael ou de Esaú (Edom), a “ovelha negra” da nossa linhagem espiritual. Ismael foi o filho banido de Abraão e Esaú, o filho impulsivo de Isaque, mas eles estão aqui listados. Cada um de nós está incluído no plano de Deus. Como família de Deus, podemos traçar aqui, nestes primeiros capítulos de Crônicas, as falhas de nossa família e herança sacerdotal.

Através da maravilhosa graça de Deus, você não reivindicará hoje o seu direito de primogenitura e, como Adão, ser resgatado e feliz em Jesus?

Christopher Beason
Network7 MediaCenter

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/1
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



I CRÔNICAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de março de 2026, 0:50
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1148 palavras

1.1 – 9.44 As genealogias demonstram, de modo sucinto, o vínculo entre a comunidade restaurada e o passado. Os atos poderosos de Deus a favor de Israel antes da ascensão de Davi não são mencionados diretamente, mas as genealogias servem de esboço da história, a fim de demonstrar que o Israel da restauração está no centro do propósito divino desde o início (a partir de Adão v.1). E as genealogias também servem de uma maneira prática para legitimar o presente. Fornecem a base para sustentar a pureza étnica e religiosa do povo. Estabelecem, ainda, a linhagem contínua de sucessão real e a legitimidade dos sacerdotes para o serviço no templo pós-exílico. Bíblia de Estudo NVI Vida.

1-54 Esta longa lista de nomes foi compilada depois que o povo de Judá, o reino do sul, foi levado cativo para a Babilônia. Enquanto os exilados aguardavam o dia em que retornariam à sua terra natal, um de seus maiores medos era que os registros de sua herança fossem perdidos. Os judeus davam grande importância à sua herança porque cada pessoa queria poder provar que era descendente de Abraão, o pai do povo judeu. Só então ele poderia desfrutar dos benefícios das bênçãos especiais que Deus prometeu a Abraão e seus descendentes (veja as notas em Gênesis 12:1-3 e 17:2-8 para saber quais eram essas bênçãos especiais). Esta lista reconstruiu a árvore genealógica tanto de Judá, o reino do sul, quanto de Israel, o reino do norte, antes de seus cativeiros e serviu como prova para os descendentes. Life Application Study Bible Kingsway.

1-4 Sumário de Gn 5:5-7: Os filhos de Jafé em geral foram os antepassados dos povos que chamamos de indo-europeus; por exemplo, Javã (lit Jônia) se refere aos gregos, comp Gn 20.2-4. Biblia Shedd.

1 Adão, Sete, Enos. O livro das Crônicas se inicia de forma abrupta com uma lista de nomes, começando com o primeiro homem, Adão. […] o objetivo era evidentemente traçar a história do povo de Deus desde o início até a queda de Israel e Judá e a restauração após o exílio babilônico. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 122.

Adão. O primeiro ser humano criado por Deus. Seu nome era Adão porque Deus o criou da ‘adamah, “terra, solo” (Gn 2:7). Bíblia de Estudo Andrews.

Este registro de nomes demonstra que Deus se interessa não apenas pelas nações, mas também pelos indivíduos. Embora bilhões de pessoas tenham vivido desde Adão, Deus conhece e se lembra do rosto e do nome de cada pessoa. Cada um de nós é mais do que um nome em uma lista; somos pessoas especiais que Deus conhece e ama. Ao reconhecermos e aceitarmos o seu amor, descobrimos tanto a nossa singularidade como indivíduos quanto a nossa solidariedade com o restante da sua família. Life Application Study Bible Kingsway.

5-9 Filhos também podem significar descendentes; portanto, uma genealogia bíblica pode pular várias gerações. Esta lista não pretende ser exaustiva, mas fornecer informação adequada das várias linhas familiares. Life Application Study Bible Kingsway.

Madai. Foi o progenitor do medos (ver com. de Gn 10:2). CBASD, vol. 3, p. 122.

Javã. Foi o progenitor dos jônicos ou gregos (ver com de Gn 10:2; Is 66:19; Ez 27:13). CBASD, vol. 3, p. 122.

Társis. O nome é comumente identificado com Tartessos, na Espanha. CBASD, vol. 3, p. 123.

Cuxe. Os cuxitas habitavam a Núbia, agora parte do Sudão, chamado de Etiópia no mundo antigo (ver com. de Gn 10:6). CBASD, vol. 3, p. 123.

Mizraim. Nome hebraico para a terra ou os povos do Egito. CBASD, vol. 3, p. 123.

12 Caftorim. Um povo que saiu de Caftor (Dt 2:23), identificada em geral com Creta. […] a frase anterior: “de quem descendem os filisteus”, provavelmente, foi colocada no lugar errado e, sem dúvida deveria estar aqui, pois Caftor é mencionada repetidas vezes como o antigo lar dos filisteus (Jr 47:4; Am 9:7). CBASD, vol. 3, p. 123.

13 Sidom, seu primogênito. Sidom foi a cidade mais famosa da Fenícia. mesmo após Tiro ter se tornado a mais importante, os fenícios ainda eram chamados de sidônios (Dt 3:9; Js 13:6; 1Rs 11:5). CBASD, vol. 3, p. 123.

14 Jebuseus. Os habitantes de Jebus, ou Jerusalém (1Cr 11:4, 5). CBASD, vol. 3, p. 123.

17 Filhos de Sem. Entre eles estão alistadas várias nações importantes. CBASD, vol. 3, p. 124.

Elão. Este era um país famoso da região montanhosa ao leste de Babilônia [hoje, Irã] (ver com. de Gn 10:22). Sua capital, Susã, era uma nas capitais do império persa da época de Ester (ver com. de Ester 1:2). CBASD, vol. 3, p. 124.

Arã. Os arameus, chamados algumas vezes de siros, eram um povo muito importante cuja língua foi bastante usada na Ásia ocidental (Is 36:11), tanto no comércio como na diplomacia. CBASD, vol. 3, p. 124.

19 Pelegue. Lit “divisão”. Recebeu tal nome porque em seu tempo se dividiu a terra; possível referência à dispersão dos homens no tempo da confusão das línguas, na torre de Babel (Gn 10.25). Biblia Shedd.

27 Abrão. O nome dele quer dizer “pai exaltado”. Abrão é o pai de todos os que acreditam no único Deus verdadeiro. Bíblia de Estudo Andrews.

31 Ismael. Foram-lhe prometidas grandes bênçãos da parte de Deus (Gn 16.11-12), mas ele não era herdeiro da herança da graça que Deus estabeleceu com Abraão (Gn 17.18-21). Biblia de Genebra.

32 Quetura, concubina de Abraão. Em Gênesis 25:1 é dito que Abraão casou-se com Quetura, uma observação condizente com o que é dito sobre ela em Gênesis 25:6 e neste versículo de Crônicas. Antigamente, uma concubina não era uma companheira ilegítima, mas uma esposa de classe inferior. CBASD, vol. 3, p. 124.

34 Israel é outro nome para Jacó [Cf Gn 32:28] […] os 12 filhos de Jacó se tornaram a nação de Israel. Life Application Study Bible Kingsway.

35 Os filhos de Esaú. Dos filhos de Isaque, Esaú precede Israel [Jacó], visto que o cronista tem o propósito de chegar até Israel como o clímax de sua apresentação. CBASD, vol. 3, p. 124.

43 São estes os reis. As listas de antigos reis e príncipes de Edom (v. 43-54) é quase a mesma da encontrada em Gênesis 36:31 a 43. CBASD, vol. 3, p. 125.

43-54 (Comp Gn 36.31-34). Essas genealogias eram muito importantes para os judeus que voltavam do cativeiro, porque mostravam as relações de família e as divisões da terra. Para nós são importantes porque por meio delas podemos acompanhar a ascendência de Cristo, o qual, segundo a profecia, era Filho de Davi, Filho de Judá, Filho de Abraão e Filho de Adão. Comparar com Mt 1 e Lc 3. Biblia Shedd.

Por que recebemos informações nesta genealogia sobre os descendentes de Edom que eram inimigos de Israel? Esaú, ancestral dos edomitas, era o filho mais velho de Isaque e, portanto, um descendente direto de Abraão. Como primeiro neto de Abraão, ele merecia um lugar nos registros judaicos. Foi através dos casamentos de Esaú com mulheres pagãs, no entanto, que a nação de Edom começou. Esta genealogia mostra a ancestralidade de nações inimigas; elas não faziam parte da linhagem direta do Rei Davi e, portanto, do Messias. Esta lista identificou ainda mais a identidade e o papel especiais de Israel. Life Application Study Bible Kingsway.

48 Eufrates. Lit “o Rio”. Quando “rio” aparece com o artigo definido, a referência é ao Eufrates. Biblia Shedd.



1CRÔNICAS 1 — Rosana Barros by Ivan Barros
21 de março de 2026, 0:45
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“Abraão, pois, gerou a Isaque. Os filhos de Isaque: Esaú e Israel” (v.34).

Considerada por muitos como uma leitura dispensável, a genealogia bíblica possui um valor significativo. É certo que encontramos nomes bem diferentes e que, por vezes, tornam a lista de descendentes um verdadeiro desafio “trava-línguas”. Mas naqueles nomes, especialmente na descendência de Adão, o significado de cada um revela que o homem pode até rabiscar na “agenda” de Deus, mas jamais poderá mudar o fato de que Deus nos ama “com amor eterno” (Jr.31:3) e que tem data marcada para nos levar de volta ao Paraíso.

De Adão a Edom (ou Esaú), do Éden à terra do inimigo, podemos perceber a linha decrescente do ser humano após a queda. Ao iniciar as crônicas dos reis de Israel com a genealogia original, o Senhor deixou mais uma evidência de que Seus propósitos não podem ser frustrados e que as interferências humanas ou malignas não são capazes de limitar o que Ele, desde o princípio, designou. Assim, a genealogia continua e confirma o relato de Enoque (Gn.5:24), o relato do dilúvio (Gn.7), o chamado de Abraão (Gn.12), o surgimento do povo de Israel (Gn.35) e assim por diante.

Convido você a rever o comentário do capítulo 5 do livro de Gênesis e maravilhar-se com o fato de que Deus sonha com a nossa redenção desde o começo, por meio do significado dos nomes na genealogia de Adão. No curso da história, muitos desses homens decidiram por se desviar do plano original divino, deixando de cumprir o propósito para o qual foram chamados. O pecado de Cam, por exemplo, causou uma ruptura considerável na família de Noé; e este filho do fiel porta-voz antediluviano gerou os piores inimigos de Israel. Esaú, que é Edom, trocou a bênção do Senhor pela satisfação própria e também gerou inimigos do povo de Deus.

Entendendo que a genealogia não se trata apenas de uma coleção de nomes diferentes, mas de uma forma de o Senhor declarar o Seu amor relacional por cada pessoa, cabe a nós a escolha de corresponder a esse amor e nele viver, ou de rejeitá-lo e ignorá-lo. Pode até ser que o nosso nome carregue um significado depreciativo. Pode ser que ele revele o que há de pior em nós, como foi com Jacó. Mas o mesmo Deus que mudou o nome de Jacó para Israel é o Deus que deseja mudar a nossa história mortal em vida eterna. Portanto, não deixem de examinar os capítulos que se seguem. Eles não confirmam apenas a descendência de Israel, mas também que somos filhos do Criador que, desde a fundação do mundo, já nos designou “um nome novo” (Ap.2:17).

Senhor, Tu és o nosso Deus e tens o nome sobre todo nome. Que o Teu Espírito em nós faça com que o nosso nome e de nossos filhos estejam no Livro da Vida do Cordeiro e nas pedrinhas brancas que havemos de receber, pela graça de Cristo. Ajuda-nos, Pai, a sermos edificados mesmo nesses capítulos desafiadores de genealogias. Que tenhamos ouvidos e olhos sensíveis para perceber que há sabedoria neles também. Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, filhos e filhas de Deus!

Rosana Garcia Barros

#1CRÔNICAS1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I Crônicas 1 – Comentário pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
21 de março de 2026, 0:30
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I CRÔNICAS 1 – Na organização dos livros na Bíblia Hebraica, I e II Crônicas encerram os escritos sagrados. Eles não reiteram meramente histórias dos livros bíblicos de Reis. Então, no que eles diferem?

Reis aborda eventos antecedentes ao cativeiro de Israel e, posteriormente de Judá. Crônicas, aborda teologicamente esses eventos após depois de ocorrerem.

Reis não é um ponto de vista diferente de Crônicas; ambos são complementares, de ângulos cronológicos diferentes:

II Reis encerrou com uma expectativa sombria para o povo de Deus. Israel, o reino do norte, tornara-se cativo mais de 100 anos antes da conclusão do livro. Judá, no final do livro de II Reis, teve sua capital saqueada, o templo fora tomado pelo fogo, a terra com suas plantações estava arrasada, e a população estava exilada em Babilônia… Quanta tristeza!

I Crônicas foi escrito após o retorno do cativeiro da Babilônia. Isso deve ajudar a entender sua mensagem; e, então, compreender o que Deus quer nos ensinar, após a entrega e morte de Cristo e Sua ressurreição neste planeta assolado pelos inimigos de Seu povo.

Enquanto os livros de Reis enfatizam aspectos políticos, Crônicas enfatizam o templo e seus serviços. Deste modo, a reflexão teológica de Crônicas visa alertar o remanescente para encontrar-se com o cumprimento das profecias messiânicas. A retrospectiva parte de Adão e avança rapidamente com vários nomes que despertam a memória de quem leu todo o Antigo Testamento.

Para nós hoje, seu objetivo é direcionar nossa compreensão da importância da preparação para o segundo advento do Messias.

O primeiro capítulo trata…

• …da descendência de Adão após o pecado (I Crônicas 1:1-4),
• …dos descendentes dos filhos de Noé após o dilúvio (I Crônicas 1:5-23),
• …dos filhos de Sem após a Torre de Babel que deram origem aos semitas/israelitas (I Crônicas 1:24-27),
• …dos descendentes de Abraão, após seu chamado nas terras de Babilônia (I Crônicas 1:28-34),
• …e dos descendentes de Esaú – irmão de Jacó/Israel; de Seir e dos reis e líderes edomitas (I Crônicas 1:43-53).

Crônicas foca a história da humanidade tendo em vista o resgate que Deus promove e promete após a queda no pecado. Embora fossem indiferentes à verdadeira espiritualidade, Deus não ignorou a descendência de Esaú. Seu propósito é salvar a todos!

Por isso, precisamos reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II REIS 25 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
20 de março de 2026, 1:30
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Texto bíblico: II REIS 25 – Primeiro leia a Bíblia

II REIS 25 – BLOG MUNDIAL

II REIS 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II REIS 25 by Jeferson Quimelli
20 de março de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/25

Algo que aprendi ao longo da minha vida é que Deus é justo e misericordioso. Eu o amo exatamente por isso. A vida é difícil quando temos que testemunhar amigos e familiares queridos sofrerem tragédias – um pescoço quebrado paralisando os membros, uma criança morta, ossos quebrados, casas destruídas. Este mundo definitivamente não é um lugar agradável de se estar. A dura realidade molda meus desejos em direção ao cumprimento das promessas de Deus e canaliza meus pensamentos para ver as bênçãos mesmo na dor. A esperança me salva.

A história da destruição de Jerusalém me exemplifica a justiça e misericórdia de Deus, o fundamento de Seu governo. Suas promessas a Abraão foram respondidas através da preservação do reinado de Davi até Jesus. Zedequias recusou-se a se submeter ao rei da Babilônia e sua linhagem foi extinta. O jovem rei Joaquim e suas esposas se submeteram ao rei da Babilônia, e ele teve uma vida longa como rei em cativeiro, com o selo do rei passado adiante.

Jesus é o descendente de Davi que reinará para sempre. A última mensagem de amor é sobre o casamento real do Rei, um dia de júbilo e alegria em que a justiça e a misericórdia estarão em destaque mais uma vez.

Cindy Rockney
IASD Placerville Califórnia EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/25
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II REIS 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
20 de março de 2026, 0:50
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636 palavras

no nono ano. Deus revelou a Ezequiel, na Babilônia, o dia em que o cerco de Jerusalém começou (Ez 24:1-4). CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1088.

contra Jerusalém. O cerco não foi somente contra Jerusalém. Destacamentos do exército foram enviados “contra todas as cidades que restavam de Judá”. CBASD, vol. 2, p. 1089.

sitiada. Para detalhes do terrível cerco, ver Jeremias 37 a 39. CBASD, vol. 2, p. 1089.

apertada de fome. Por esse tempo a fome tinha se tornado tão severa que já não era possível se defender. As mães comiam seus próprios filhos e a pele das pessoas se tornara negra e ressecada (Lm 2:11, 12, 19, 20; 4:3-10; 5:10). CBASD, vol. 2, p. 1089.

arrombada. Os aríetes abriram uma brecha no muro da cidade. CBASD, vol. 2, p. 1089.

os homens de guerra fugiram de noite pelo caminho que está entre os dois muros. A fuga foi feita pelo vale do Tiropeon, adiante do tanque de Siloé, que estava no jardim do rei (Ne 3:15), próximo à junção dos vales de Hinom e Cedrom. Um segundo muro foi edificado a sul e sudeste do antigo muro para proteger o tanque de Siloé (ver 2Cr 32:4,5, 5; Is 22:9-11). Foi provavelmente entre esse muro e o antigo, de Sião, que a fuga ocorreu. CBASD, vol. 2, p. 1089.

sentença. A acusação nesse caso era de rebelião, a quebra de um voto solene feito por Zedequias (2Rs 24:20). Nabucodonosor tinha se familiarizado com o Deus dos hebreus e exigira que Zedequias confirmasse sua fidelidade por meio de um juramento em nome do Senhor (2Cr 36:13). CBASD, vol. 2, p. 1089.

a ele [Zedequias] vazaram os olhos. Jeremias constantemente alertava a Zedequias de que ele seria levado para Babilônia caso persistisse na rebelião (Jr 32:4, 5; 34:3; 38:23). Ezequiel predisse que ele seria levado para essa terra, mas não a veria (Ez 12:13). CBASD, vol. 2, p. 1089.

E queimou a casa do SENHOR. Esta ação acabou com o templo de Salomão. Além do templo, o palácio e outras estruturas importantes em Jerusalém foram queimadas. A cidade foi deixada em ruína e desolação: uma demonstração impressionante da destruição produzida pelo pecado. A conflagração não ocorreu sem advertência (Jr 21:10; 32:39; 34:2; 37:8, 10; 38:18, 23). CBASD, vol. 2, p. 1090.

10 derribou. Os muros permaneceram em ruínas até que foram reparados por Esdras (Ed 1:1-4; 7:6-9; 9:9) e Neemias (Ne 3; 6:15), muito tempo depois de Ciro ter concedido a repatriação no seu primeiro ano (2Cr 36:22, 23; Ed 1:1-11). CBASD, vol. 2, p. 1090.

11 os desertores. Estas foram as pessoas que aderiram aos babilônios durante o cerco. Jeremias constantemente insistiu a favor da submissão (Jr 27:12; 38:2-4, 17-23) e foi injustamente acusado de ter passado para o lado dos babilônios (Jr 37:13, 14).  CBASD, vol. 2, p. 1090.

21 Judá foi levado cativo. A deportação de cativos para a Babilônia não ocorreu num único ano [605 a.C., 598, 597, 586 e 582 a.C. Um período de 23-24 anos]. CBASD, vol. 2, p. 1090 e 1091.

22 Gedalias. Nabucodonosor diplomaticamente apontou um judeu para ser o governador da terra na administração babilônica. Gedalias vinha de uma família nobre. Seu pai, Aicão, fora um oficial de confiança de Josias (2Rs 22:12) e influenciara Jeoaquim a poupar Jeremias da morte (Jr 26:24). Gedalias apoiou a mesma política de moderação de Jeremias (ver Jr 40:9). CBASD, vol. 2, p. 1091.

23 Joanã. Ver Jr 40:8. Joanã alertou Gedalias que Ismael pretendia traí-lo e se ofereceu para matar Ismael, mas Gedalias não permitiu (Jr 40:13-16). Mais tarde Joanã se voltou contra Ismael e se tornou líder de um grupo de judeus que fugiram para o Egito, forçando Jeremias a acompanhá-lo (Jr 41:14, 15; 42:1, 2. 43:2-7). CBASD, vol. 2, p. 1091.

27 feriram Gedalias. Ismael foi contratado por Baalis, rei de Amom, para assassinar Gedalias(Jr 40:14). O assassinato poderia ter sido evitado se Gedalias tivesse dado atenção ao aviso de Joanã (Jr 40:13-16). Gedalias foi assassinado traiçoeiramente depois de acolher Ismael e seus homens com uma refeição amigável (Jr 41:1-3).

30 subsistência vitalícia [a Joaquim]. O escritor de Reis termina seu livro com a imagem de um antigo rei de Judá, depois de um cativeiro longo e tedioso, terminando a vida em relativo conforto e honra. Na aflição extrema, a semente de Davi não foi totalmente destruída. CBASD, vol. 2, p. 1092.



2Reis 25 — Rosana Barros by Ivan Barros
20 de março de 2026, 0:45
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“Mudou-lhe as vestes do cárcere, e Joaquim passou a comer pão na sua presença todos os dias da sua vida” (v.29).

Último capítulo do relato dos Reis de Israel e percebemos os resultados desastrosos provenientes de más escolhas. Zedequias foi preso e teve os seus olhos vazados; o povo foi levado cativo; Jerusalém foi destruída e seus muros derrubados; o templo do Senhor foi profanado, e todos os seus utensílios levados para a Babilônia. As consequências de um povo distante de Deus são aterradoras. A demolição dos muros da cidade foi muito além das estruturas físicas; o povo havia rejeitado a proteção do Senhor, pois “se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela” (Sl.127:1).

Gedalias também sofreu a consequência de confiar mais na palavra de homens do que em Deus: “Não temais da parte dos caldeus; ficai na terra, servi ao rei da Babilônia, e bem vos irá” (v.24). Em pouco tempo, foi morto por aqueles que havia consolado e acolhido. Não há abrigo, segurança ou refúgio fora da presença de Deus. Nesta peleja, Daniel e seus amigos foram levados cativos, mas escolheram permanecer fiéis ao Senhor, mesmo em terra estranha. Hoje, meus amados, o Eterno nos convida a nEle descansar. Deus nos chama a fazermos dEle o nosso refúgio e a perseverarmos em fidelidade, mesmo que ainda estejamos em “terra estranha”.

Babilônia representa tudo o que é contrário à vontade de Deus; tudo aquilo que nos afasta do plano original do Senhor. Diante do último tempo de oportunidade em que vivemos, precisamos estar bem atentos às palavras de advertência: “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga” (Jr.51:6). Uma falsa segurança paira sobre este mundo, e multidões têm caído no mesmo erro que caiu Eva ao acreditar nas palavras sagazes de Satanás: “Certamente, não morrereis” (Gn.3:4). Nossa missão consiste em proclamar a verdade, ainda que não seja a mensagem mais popular: “Quando Eu disser ao perverso: Certamente, morrerás, e tu não o avisares e nada disseres para o advertir do seu mau caminho, para lhe salvar a vida, esse perverso morrerá na sua iniquidade, mas o seu sangue da tua mão o requererei” (Ez.3:18).

Há uma “Babilônia” nestes últimos dias de onde devemos nos retirar (Ap.18:4). Para manter-nos longe dela e de suas práticas, necessitamos dar ouvidos à Palavra de Deus. Muito em breve, Jesus voltará e trocará as nossas “vestes do cárcere” (v.29) pelas vestiduras brancas de Sua justiça, nossa pobreza por Sua “subsistência vitalícia” (v.30), e nos alegraremos em Sua presença por toda a eternidade. Persevere em examinar as Escrituras. Pela fé, escute o Espírito Santo a lhe falar “benignamente” (v.28). Continue sendo reavivado e santificado pela Palavra de Deus; então você será firmado sobre a Rocha, que é Cristo, e nada poderá abalar as estruturas de sua fé.

Senhor, quem poderá nos separar do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como Paulo, temos a certeza de que nada poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. Louvado seja o Senhor, por tão grande bondade e misericórdia! Pai, troca as vestes do nosso cárcere pelas vestiduras brancas da Tua justiça. Abrimos a porta para que entres em nossa casa e ceies conosco e nós Contigo. Nós Te amamos, Senhor! Volta logo! Em nome de Jesus, nós Te clamamos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, firmados em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#2REIS25 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II REIS 25 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de março de 2026, 0:30
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II REIS 25 – A ruína é fruto de desobediência a Deus! A experiência de Judá em fazer o quer, mostra que desprezar a vontade de Deus por conta dos próprios gostos pessoais implica em destinos fatais. Dependência dEle trará muito melhor experiência!

Desde o capítulo anterior, é demonstrado que apesar das calamidades que sobrevieram aos judeus, o rei Zedequias fora devidamente instruído por Deus através do profeta Jeremias “sobre como podia ser preservado das calamidades que certamente viriam sobre ele se não mudasse sua conduta e passasse a servir ao Senhor. As calamidades vieram, porque ele não quis se colocar sob a proteção de Deus por meio da obediência. Com os olhos vazados, ele foi levado cativo em correntes para Babilônia”, lamenta Ellen White.

A Bíblia mostra o preço da desobediência para que não optemos por ela em nossa ignorância.

Deus fez de tudo para impedir a destruição de Judá, mas o rei e o povo fizeram de tudo para trilhar o caminho da destruição.

“Que triste e terrível advertência é essa para aqueles que se endurecem diante da reprovação, e que não se humilham em arrependimento para que Deus possa salvá-los […]. Por que o Senhor permitiu que Jerusalém fosse destruída pelo fogo na primeira vez? Por que Ele permitiu que Seu povo fosse vencido pelos inimigos e levado a terras pagãs? Foi porque haviam deixado de ser missionários e haviam construído muros de separação entre si ao seu redor. O Senhor os espalhou para que o conhecimento de Sua verdade pudesse ser levado ao mundo. Se fossem leais, verdadeiros e submissos, Deus os traria de volta a sua própria terra”, considera White.

O pecado vicia e escraviza. Israel havia provado seus efeitos antes de Judá; contudo, Judá não desviou-se do caminho que havia levado sua irmã ao cativeiro. Isso evidencia nossa tremenda incapacidade de aprender com os erros dos outros.

Dos habitantes de Judá, que haviam chegado a 250.000, sobraram menos de 20.000. Apesar de a maioria ter sido exilada em Babilônia, o texto sagrado não deixa o leitor frente a um futuro sombrio. Ao contrário, o Deus da esperança evidencia que o pecado não tem a última palavra em nossa história. Ele está acima do pecado e o eliminará completamente. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.