Reavivados por Sua Palavra


II REIS 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
10 de março de 2026, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: II REIS 15 – Primeiro leia a Bíblia

II REIS 15 – BLOG MUNDIAL

II REIS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



II REIS 15 by Jeferson Quimelli
10 de março de 2026, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/15

Deus é incrivelmente paciente conosco. Como você pode ver em todas essas histórias, Deus havia escolhido a nação de Israel para ser dEle, e, embora houvesse muitos reis que fizeram o mal aos Seus olhos, Ele ainda os manteve. E então, às vezes, vinha um rei que fazia o que era certo aos olhos de Deus, e mesmo esses reis permitiam que alguma forma de mal sobrevivesse durante seu governo.

Às vezes, parece que fizemos muito mal aos olhos de Deus para que Ele nos ame. Quando tivermos esses pensamentos, lembre-se de que Deus ficou com as nações de Israel e Judá, mesmo com os líderes em seus países orquestrando o mal aos Seus olhos.

Não estou sugerindo que devamos fazer o mal aos olhos de Deus porque sabemos que ele vai continuar conosco. Em vez disso, estou sugerindo que a ideia de que fizemos muito mal para voltar a Deus é de Satanás, e a verdade é que Deus está sempre disponível a nos receber e quer ter um relacionamento conosco.

Você precisa de um lembrete da paciência de Deus hoje? Ore, Ele te atenderá.

Suvan Campbell
Aluna da Great Lakes Adventist Academy – Academia Adventista dos Grandes Lagos
Michigan EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/15
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II REIS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de março de 2026, 0:50
Filed under: Sem categoria

501 palavras

o SENHOR feriu. Como castigo por ter usurpado a função sacerdotal de queimar incenso no altar do templo (v. 2 Cr 26.16-21; Lv 13.46) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Foi este o pecado que privou o rei de ter uma história ainda mais longa e melhor sobre seu intenso reinado (Bíblia Shedd).

descansou Azarias. Este foi o ano da vocação de Isaías (739 a.C.; cf Is 6.1) (Bíblia Shedd).

10 matou-o. Amós já havia profetizado sobre a destruição da família de Jeroboão (Am 7.9). Jeú, porém, recebera a promessa de que sua dinastia perduraria até à quarta geração (2 Rs 10.30) (Bíblia Shedd).

12 Assim se cumpriu a palavra do SENHOR. Com a derrubada da dinastia de Jeú, o Reino do Norte entrou num período de instabilidade política (v. Os 1.4). Os demais cinco reis do Reino do Norte foram assassinados, excetuando-se Menaém, que reinou durante dez anos, e Oséias [o rei], que foi preso pelos assírios. O declínio e queda do Reino do Norte, desde a situação de poder e prosperidade no reinado de Jeroboão II, foi rápido (Bíblia de Estudo NVI Vida).

16 Tifsa… todas as mulheres. Era o centro dos partidários de Salum, e a selvageria que o novo rei ali revelou era uma peculiaridade só achada nos mais vis pagãos (8.12; Os 13.16; Am 1.13) (Bíblia Shedd).

19 Pul. O nome babilônico (v. 1Cr 5.26) do rei assírio Tiglate Pileser III (745-727 a.C.) (Bíblia de Estudo NVI Vida). O grande restaurador do Império da Assíria (à custa do sacrifício das nações vizinhas) (Bíblia Shedd).

mil talentos de prata. Trinta e cinco toneladas de prata (NVI).

Oséias [o profeta] denunciou a política de buscar ajuda dos assírios e predisse que fracassaria (Os 5.13-15) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

20 cinquenta ciclos de prata. Seiscentos gramas (NVI). Um simples cálculo aritmético revela que seriam necessários aproximadamente 60.000 homens de posses para fornecer as 35 toneladas de prata do tributo. Esse fato oferece algum indício da prosperidade que o Reino do Norte desfrutara durante os dias de Jeroboão (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Por causa dos pecados de Israel, essa prosperidade foi consumida nos gastos para consolidar o reino de Tiglate-Pileser III, segundo o v. 19 (Bíblia Shedd).

29  levou [cativos] os seus habitantes. Este evento […] marca o início da diáspora [dispersão judaica] das dez tribos (Andrews Study Bible).

Esta deportação aconteceu no ano 734 a.C. O reino da Assíria deportara as guarnições das cidades do norte e do noroeste, que representavam a nata do poder bélico de Israel; Samaria era uma fortaleza poderosa, mas já não possuía nenhuma força física ou moral – a corrupção já a levaria à decadência, e o seu rei poderia ser comparado a um “pássaro engaiolado”. O resto de Israel era dominado facilmente como vassalo. (Bíblia Shedd).

30 Oséias. Não há dúvida que sua entronização foi feita com a ajuda do rei da Assíria. Este último rei de Israel acabou se tornando um simples títere nas mãos dos assírios. A sua conspiração o levou à loucura de tentar descartar-se de sua aliança com a Assíria, fazendo mexericos com o rei do Egito (17.4), o que redundou na destruição total de Israel (Bíblia Shedd).



2Reis 15 — Rosana Barros by Ivan Barros
10 de março de 2026, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Esta foi a palavra que o Senhor falou a Jeú: Teus filhos, até à quarta geração, se assentarão no trono de Israel. E assim sucedeu” (v.12).

Há alguns dias, estudamos a história de Naamã, sobre a sua lepra e de como foi curado. Hoje estudamos sobre o rei Azarias (ou Uzias), sobre a sua lepra e de como não houve cura. Naamã havia sido um herói de guerra, conquistador de muitas vitórias. Porém, tudo o que havia conseguido foi porque o Senhor o abençoou, e ele precisava reconhecer isso. No caso de Azarias, a maldita doença consumiu a sua vida até à morte; a cura não lhe foi outorgada. Quando estudarmos o segundo livro de Crônicas, veremos que Azarias acariciou o orgulho e a arrogância em seu coração.

Provavelmente, se Deus não tivesse permitido que aquela doença o ferisse até à morte, o relato de que “fez o que era reto perante o Senhor” (v.3) teria sido bem diferente. Azarias também é chamado na Bíblia pelo nome de Uzias (v.32), mas ambos os nomes significam: “Deus é a minha força” ou “a minha força é Deus”. O Senhor teve que deter as forças de Azarias para que ele pudesse compreender o significado e o peso de seu próprio nome.

Enquanto isso, em Israel …

Conspirações, mortes e um reino que não passava de pai para filho, mas de um assassino para outro. As palavras que o Senhor havia dito a Jeú se cumpriram: “Porquanto bem executaste o que é reto perante Mim e fizeste à casa de Acabe segundo tudo quanto era do Meu propósito, teus filhos até à quarta geração se assentarão no trono de Israel” (2Rs.10:30). Infelizmente, Jeú não andou diante do Senhor com inteireza de coração e, após a quarta geração, o trono de Israel não seria mais de sua descendência (2Rs.10:31).

De geração em geração, o pecado tem revelado seus resultados desastrosos. Tudo porque a natureza humana conspira contra a natureza divina. Não estamos livres, nem como cristãos. Vivemos uma batalha constante contra a lei do pecado que habita em nossa carne. A respeito disso, o próprio Paulo confessou: “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm.7:19). A vida cristã é um desafio diário. Mas podemos louvar ao Senhor porque temos um Salvador compassivo que Se compadece de nós, que deseja perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda a injustiça (1Jo.1:9). Até que, como o próprio Paulo, possamos declarar: “logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gl.2:20).

Temos visto, de forma muito clara, que pertencer a Israel ou a Judá não era sinônimo de salvação, amados. Fazer parte de uma nação eleita não garantia aos filhos de Israel uma entrada no Céu, mas fazia deles atalaias do Senhor, mensageiros da verdade. Não era apenas um privilégio, mas uma tremenda responsabilidade. “Fez o que era mau perante o Senhor” era uma realidade que se repetia vez após outra, principalmente em Israel. Já em Judá, observem que alguns reis fizeram “o que era reto perante o Senhor”, e que os nomes de suas mães são citados nas Escrituras. Certamente, uma lembrança viva da importância da educação de mães piedosas.

Hoje, vivemos em um mundo onde a maior pregação tem sido: “Deus só quer o seu coração”! Cuidado, amados! Sim, Deus quer o nosso coração, pois Ele mesmo diz: “Filho Meu, dá-me o teu coração” (Pv.23:26), e também diz: “Eis que estou à porta e bato […]” (Ap.3:20). Mas quando abrimos a porta de nosso coração e o entregamos a Deus, é inevitável que haja mudança. Pois quando Cristo assume o primeiro lugar em uma vida, Ele arruma a bagunça que o pecado deixou. O Espírito Santo entra como agente transformador e passamos a andar “em novidade de vida” (Rm.6:4). Percebem?

Todo aquele que aceita a Jesus como Seu Salvador pessoal precisa refletir a Sua imagem. Precisa almejar ser como Ele. Esse reflexo só pode ser percebido quando há uma transformação de dentro para fora. Essa transformação inclui andar pela via dolorosa com Cristo, na escola do sofrimento que nos aperfeiçoa e nos faz sentir cada vez mais saudades do Salvador e do Céu. A aparência de santidade aliada a um coração orgulhoso é um dos maiores enganos do inimigo, meus irmãos. Quando a Bíblia diz que “o coração alegre aformoseia o rosto” (Pv.15:13), não está a falar de qualquer alegria, mas do fruto do Espírito Santo; e nem tampouco de qualquer formosura, mas da formosura em assemelhar-se a Cristo. O que Israel não entendeu, precisamos buscar viver a cada dia, pelo poder da graça divina.

A maior preocupação e ocupação dos reis de Israel e de Judá era a de engrandecer o seu nome e tornar o seu reino poderoso sobre os demais. A maior ocupação dos fiéis sentinelas de Cristo deve ser engrandecer o nome dEle e anunciar o Seu Reino. A ordem de Cristo foi: “Ide ao mundo e pregai o evangelho!” (Mt.28:19), e não “ide à igreja e se ocupem a ponto de não terem tempo de buscar o que está perdido”. Mas antes de ir, os discípulos tiveram que ficar e esperar, até estarem cheios do Espírito Santo (At.1:8).

Buscar em primeiro lugar o reino de Deus e a Sua justiça não é fazer o que achamos que devemos fazer, mas permitir que o Espírito Santo tome conta do nosso coração e conduza os nossos passos na direção daqueles que necessitam conhecer a Cristo. Lembremos, amados, que quando os discípulos estavam cheios do Espírito, “acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (At.2:47). Não permitamos que a lepra do pecado nos consuma a vida até à morte. Mas que possamos abrir o nosso coração Àquele que por Sua morte nos presenteou com vida, e vida em abundância (Jo.10:10).

Nosso Deus e Pai, a Tua preciosa graça tem nos alcançado a cada dia e nós queremos ser Teus instrumentos, cheios do Teu Espírito, para compartilhá-la com outros. Como os passarinhos constroem seus ninhos com um fio após outro até que tenham um ninho seguro, que a obra do Espírito Santo seja realizada em nosso coração, um dia de cada vez, até que estejamos completamente seguros em Teus braços. Que a nossa maior e primeira ocupação seja a de proclamar o Teu reino e a breve volta de Jesus! Fazemos, hoje, Senhor, uma aliança com o nosso coração, para que ele seja inteiramente Teu! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos para salvar!

Rosana Garcia Barros

#2REIS15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II REIS 15 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de março de 2026, 0:30
Filed under: Sem categoria

II REIS 15 – A bênção de um Deus gracioso e misericordioso nem sempre é aproveitada como positiva por um povo que está alheio aos Seus nobres princípios.

O grande sucesso militar e econômico tanto de Israel quanto de Judá não foi reconhecido como a poderosa e graciosa mão de Deus. Por isso, não houve resultados positivos no quesito espiritual.

“Esse período de prosperidade não foi acompanhado de fidelidade à aliança, um fato que o [texto] deixa claro (II Reis 14:24; 15:4), e profetas canônicos daquela era, como Amós e Oséias, enfatizam. Sem renovação espiritual, a prosperidade é apenas uma bênção antes de consequências terríveis, pois, conforme observado por Noth, ‘o grande poder da Assíria pairava sinistramente ao fundo’. Um impressionante instrumento de destruição logo estaria pronto para castigar o povo desobediente. Após a morte de Jeroboão II […] Israel experimenta uma série de monarcas que reinaram por pouco tempo. Intriga e engano provocaram o caos em Samaria exatamente quando Tiglate-Pileser III (c. 745-717 c.C.) transforma a Assíria numa potência mundial aventureira, conquistadora, ocupadora, exiladora e assassina. Em vinte anos cinco reis governaram Israel, mas nenhum deles faz qualquer coisa para investigar a derrocada moral da nação (II Reis 15:8-31). Nesse ínterim, a situação é ligeiramente melhor em Judá basicamente devido à liderança moral de Uzias e Amazias (15:1-7). Assim mesmo, como os lugares altos não foram removidos de Judá, as sementes da destruição existem para ambos os reinos”, analisa Paul House.

Nem Azarias nem Jotão de Judá eliminaram os “altos”, consequentemente o povo permanecia sacrificando e queimando incenso nos altos (II Reis 15:4, 35). Ali se sacrificavam aos ídolos e às vezes ao Deus verdadeiro. Fazer o bem, sem eliminar completamente o mal não agrada totalmente a Deus!

Sempre há consequências quando não priorizamos Deus (II Reis 15:5). A lepra de Amazias era advertência ao povo de Deus, e também a nós:

• Quase fiel, não é fiel;
• Quase íntegro, não é íntegro;
• Quase consagrado, não é consagração;
• Quase puro, ainda é impuro;
• Quase salvo, é totalmente perdido.

Se líderes do povo de Deus não agem para eliminar o erro radicalmente, o povo fica confuso, perdido… despencando para a ruína!

Nossa entrega a Deus precisa ser total para que nossa espiritualidade não seja meramente parcial.

Então, precisamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



II REIS 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
9 de março de 2026, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: II REIS 14 – Primeiro leia a Bíblia

II REIS 14 – BLOG MUNDIAL

II REIS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



II REIS 14 by Jeferson Quimelli
9 de março de 2026, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/14

Entra em cena Amazias. Encontramos o resumo habitual de um rei bíblico, incluindo como ele se classifica – “bom” ou “mau”. Para ele, o medidor aponta para pouco menos do que “bom”.

Amazias começou bem. Mais de sua história é encontrada em 2 Crônicas 25. Ele contratou Israel para atacar os edomitas. Um profeta declarou que isso era imprudente, então o exército israelita é dispensado. Amazias atacou Edom somente com os exércitos de Judá e venceu. Mas a história dá errado a partir daí e nunca se corrigiu.

O nome Amazias significa “o Senhor é a minha força”. Amazias, no entanto, dá importância à sua própria força. Ele se auto exaltou, envolveu-se em guerra contra Israel e foi derrotado, perdendo sua liberdade, sua segurança futura e comprometendo Judá. Por fim, seu povo se volta contra ele. Amazias foge para Laquis (um nome que significa “quem anda ou existe por si mesmo”) e lá é assassinado. Assim termina a vida de um rei que confiou em si mesmo, não em Deus.

Embora seja fácil julgar, somos diferentes? Quanto confiamos em Deus? Quanto dependemos de nossas próprias ideias? Quantas vezes nossas escolhas não apenas afetam os outros, mas também levam a comprometimentos e perda da liberdade?

Volte-se para Deus. Inclua-O em todos os seus planos. Então, e somente então, você será vitorioso.

Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review/Adventist World

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/14
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II REIS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de março de 2026, 0:50
Filed under: Sem categoria

842 palavras

5 o rei, seu pai. Amazias restringiu a vingança àqueles que mataram seu pai. Bíblia de Estudo Andrews.

7 Vale do Sal. O mesmo campo de batalha onde Davi anteriormente derrotara os edomitas (v. 2Sm. 8.13; 1 Cr 18.12; Sl 60, título), geralmente identificado como Arabá, diretamente ao sul do Mar Morto (Bíblia de Estudo Vida).

Sela. Este nome significa “rocha” e seu nome moderno é Petra. Na Bíblia este nome é sinônimo ao país de Edom (Andrews Study Bible).

Vem, meçamos armas (ARA; NVI: “Venha me enfrentar”). Desafio equivalente a uma declaração de guerra. Talvez fosse provocado pelas ações hostis das tropas mercenárias do Reino do Norte depois de terem sido demitidas do exército de Judá (c. 2Cr 25:10, 13) e pela recusa de Jeoás de fazer um pacto com Amazias por meio de um casamento (cf. v. 9). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Jeoás … respondeu. Em resposta, Jeoás lançou mão de uma fábula (v. Jz 9.8-15) na qual se representou como um cedro forte, e Amazias como um espinheiro insignificante [cardo] que podia ser facilmente pisoteado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

11 Bete-Semes. Uma cidade 24 km a oeste de Jerusalém. Jeoás não esperou pelo ataque, mas enviou seus exércitos do sul, pretendendo se aproximar de Jerusalém pela antiga estrada que passava através do vale de Soreque. Essa é a rota seguida pela ferrovia de Jafa a Jerusalém, atualmente (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 1028).

13 Jeoás capturou Amazias. É provável que Amazias fosse levado como prisioneiro para o Reino do Norte, onde permaneceu até ser solto para voltar a Judá depois da morte de Jeoás (cf. v. 15, 16) (Bíblia de Estudo Vida).

14 ouro … prata e todos os utensílio encontrados no templo … e nos depósitos do palácio real. O valor dos artigos despojados provavelmente não era grande, pois Joás, anteriormente, já tinha destituído o templo e o palácio a fim de pagar tributo a Hazael de Damasco. Bíblia de Estudo NVI Vida.

reféns. Estes prisioneiros foram selecionados dentre os proeminentes cidadãos do país. Dessa forma, os vencedores esperavam manter o bom comportamento dos derrotados (CBASD, vol. 2, p. 1028).

16 Jeroboão. É Jeroboão II, cujo reinado durou de 782 a.C até 753 a.C., trinta anos de prosperidade. É a época do profeta Amós, quando se fez realmente necessário ensinar o povo a não confiar demais nas riquezas de sua nação. Vinte anos depois, Israel tinha sido reduzido a quase nada (13.7). Doze anos depois, Jeroboão ainda estava reinando sobre os siros, 14.28. Aquela paz, vitória e prosperidade, entretanto, era o derradeiro descanso que precedia ao fim de Israel: é que o rei Tiglate-Pileser III, da Assíria (745-727 a.C.), haveria de capturar a Damasco, apenas vinte anos após a morte de Jeroboão, e, então, seu sucessor, Salmaneser III, já estaria aniquilando as pequenas potências ao noroeste de Israel, minando aquela falsa e efêmera paz de Israel (Bíblia Shedd).

21 Uzias. Outro nome do rei Azarias, que significa “o SENHOR é meu ajudador”. Bíblia de Estudo Andrews.

22 Elate. Uma cidade no golfo de Áqaba, próxima a Eziom-Geber (Dt 2:8), na terra de Edom (1Rs 9.26). […] Salomão utilizou essas instalações portuárias (1Rs 9:26; 2Cr 8.17,18). (CBASD, vol. 2, p. 1029).

25 mar da Planície. O Mar Morto, ou Mar Salgado (CBASD, vol. 2, p. 1029).

Jonas. Esse foi o profeta enviado a Nínive [capital da Assíria] (Jn 1:1,2). Teve um ministério mais longo do que é apresentado no livro que leva seu nome. (CBASD, vol. 2, p. 1029).

Este profeta apoiou as expansões militares de Jeroboão. Bíblia de Estudo Andrews.

27 não dissera. O pecado dos israelitas ainda não atingira sua plena medida, e o Senhor, com sua misericórdia, estendeu à nação mais um período de graça, no qual ainda havia oportunidade de se arrepender. A persistência na apostasia, no entanto, traria o juízo certeiro (v. Am 4.2, 3; 6:14). Bíblia de Estudo NVI Vida.

apagar o nome de Israel. Referência à imagem da lavagem de um rolo de papiro, deixando-o limpo para ser usado de novo. Bíblia de Estudo Andrews.

os livrou. Deus estava sendo gracioso com o reino pecador do norte, não porque o Seu povo se arrependera, mas por conta de Sua misericórdia (Andrews Study Bible).

Deus está dando a Israel a última oportunidade de se arrepender. Muitas vezes aplicara o teste da adversidade ao seu povo, para o fazer retornar a Ele, Jz 2.16-22. Agora veio o teste da prosperidade nacional: o livro de Amós nos mostra que falhara nesse teste, usando o poder econômico para oprimir os pobres, vivendo no luxo e transformando os cultos religiosos em festanças (Amós 6.1-7; 8.4-10). Muitas outras passagens daquele profeta mostram a carência de consciência social (Bíblia Shedd).

28 tudo quanto se fez. Jeroboão fez muito para fortalecer a nação, mas o registro de seu reinado é breve. O sucesso nacional foi seguido de orgulho nacional, condenado fortemente pelos profetas daquele tempo (Os 5:5; 7:10; Am 6:13) (CBASD, vol. 2, p. 1030).

Durante o reinado de Jeroboão, o Reino do Norte desfrutou de prosperidade material maior que em qualquer período desde o reinado de Davi e de Salomão. Infelizmente, também era um tempo de formalismo religioso e de apostasia bem como de injustiça social (v. os livros de Amós e Oséias, que profetizaram durante o reinado de Jeroboão). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Iaudi. Ou Judá. Nota NVI.



2Reis 14 — Rosana Barros by Ivan Barros
9 de março de 2026, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Então, Amazias enviou mensageiros a Jeoás, filho de Jeoacaz, filho de Jeú, rei de Israel, dizendo: Vem, meçamos armas” (v.8).

Amazias fez “o que era reto perante o Senhor, ainda que não como Davi, seu pai; fez, porém, segundo tudo o que fizera Joás, seu pai” (v. 3). Ou seja, agiu como Joás, mas não foi um homem segundo o coração de Deus. Já notaram que Deus costuma comparar os atos dos reis de Judá com os de Davi? O nome daquele que se permite ser uma bênção nas mãos de Deus jamais é esquecido, e Davi tornou-se a referência do Senhor para a monarquia de Judá.

Após uma vitória contra os edomitas, Amazias desafiou o rei de Israel para um duelo. Era como se ele dissesse:
— Vem, e eu vou te mostrar quem é o melhor!
A resposta do rei de Israel, numa linguagem de hoje, seria:
— Você está se achando só porque venceu os edomitas! Então fique satisfeito e se aquiete. Por que ficar me provocando sem motivo? Depois não diga que eu não avisei!

Resultado, amados: “Judá foi derrotado diante de Israel, e fugiu cada um para sua casa” (v.12). Amazias foi preso, os muros de Jerusalém rompidos, os tesouros do templo e da casa do rei foram tomados, e “também reféns” (v.14) foram levados para Samaria. Ou seja, em guerra entre irmãos só há perdedores. Ambos os lados saem machucados e com feridas difíceis de cicatrizar. Como seu pai, Amazias morreu pela mão de conspiradores. Ele tinha tudo para construir um reino estável e deixar um legado firme, mas trocou a retidão perante o Senhor pela exaltação própria.

Jeroboão II, seguindo a mesma linha de seus antecessores, “fez o que era mau perante o Senhor; jamais se apartou de nenhum dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate” (v.24). Já notaram que a referência monárquica de Israel é Jeroboão? Se é para comparar com inteireza de coração, Davi é o nome. Se é para comparar com coração corrupto, o nome é Jeroboão. O nosso nome pode falar contra ou a favor de Deus e de nós mesmos. Quando o usamos para medir forças com outros, lançamos por terra qualquer possibilidade de sermos semelhantes a Jesus (Eis o nome que deve ser a nossa referência de vida!).

Quando estudamos os evangelhos, percebemos que, enquanto os discípulos disputavam entre si as melhores posições no Reino de Deus, perdiam a oportunidade de aprender mais da humildade e da submissão de Cristo. Enquanto eles estavam na sala onde celebrariam a Páscoa e pensavam em quem lavaria os seus pés, Jesus já estava com a bacia e a toalha em mãos, ensinando-lhes uma das mais poderosas lições sobre o verdadeiro serviço cristão. O legado de Cristo é insuperável, e Ele nos oferece a oportunidade e o privilégio de recebermos a impressão do Seu nome e do Seu caráter em nossa vida.

Os discípulos só compreenderam esta maravilhosa verdade quando “todos estes perseveravam unânimes em oração” (At.1:14). Eles só seriam testemunhas de Jesus quando estivessem prontos para receber o Espírito Santo (At.1:8). Isto é, há um só caminho para sermos portadores do nome de Cristo: seguir o Seu exemplo. Jesus não media forças com aqueles que O testavam, mas orava por eles e usava a única “arma” que tem o poder de “ferir” para curar: “a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef.6:17).

O fato de sermos usados por Deus para o cumprimento de Seus propósitos não torna o nosso nome digno de louvor. Como Davi, precisamos orar: “Também da soberba guarda o Teu servo, que ela não me domine; então, serei irrepreensível e ficarei livre de grande transgressão” (Sl.19:13). Jeroboão II foi usado pelo Senhor para livrar Israel, conforme a profecia de Jonas; contudo, isto não fez com que ele abandonasse os seus pecados. Mas a inscrição do nome de Jesus na vida do cristão o torna Sua fiel testemunha. Não fomos chamados para medir forças com nossos semelhantes; fomos chamados para, cooperando uns com os outros, sermos semelhantes a Cristo. E quando Ele voltar, chamará o Seu povo de toda tribo, língua e nação: “Direi ao Norte: entrega! E ao Sul: não retenhas! Trazei Meus filhos de longe e minhas filhas, das extremidades da Terra, a todos os que são chamados pelo Meu nome, e os que criei para Minha glória, e que formei, e fiz” (Is.43:6-7).

As nossas vitórias devem ser completamente dedicadas ao Senhor. É Ele quem nos guarda e quem nos concede o privilégio de servi-Lo. Ele é o nosso Criador e o nosso Redentor. Que os nossos passos não vacilem tão perto como estamos de encontrá-Lo face a face. Que a nossa identidade aponte para a eternidade!

Nosso querido e amado Pai, Criador dos céus e da terra, Redentor nosso que nos salvou da nossa condição miserável, louvado e exaltado seja o Teu nome por todos os Teus feitos! Livra-nos, Senhor, dos enganos e sutilezas de nosso próprio coração, para que não sejamos dominados pela soberba, pelo orgulho ou pela exaltação própria! Mas que Teu Espírito, com Seu poder e paciência, seja derramado em nossa vida, nos capacitando a Te servir em humildade, amor e santificação. Que por Tua graça e misericórdia, o nosso nome e a nossa vida estejam escondidos no nome e na pessoa de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Em nome dEle, nós clamamos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, semelhantes a Cristo!

Rosana Garcia Barros

#2REIS14 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II REIS 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
9 de março de 2026, 0:30
Filed under: Sem categoria

II REIS 14 – A Bíblia não é um livro histórico detalhado. Quando você estuda os livros de Reis você perceberá muito bem isso.

A Bíblia cita outros livros que contam detalhes dos quais o Espírito Santo achou desnecessário incluir no texto sagrado. Por isso, há referências a, pelo menos, 23 livros fora da Bíblia. Há:

– os Livros das Batalhas do Senhor (Números 21:14);
– dos Justos ou Jasar (Josué 10:13; II Samuel 1:18);
– História de Salomão ou Atos de Salomão (I Reis 11:41);
– História dos Reis de Israel (I Reis 14:19);
– História dos Reis de Judá (I Reis 14:29);
– Livro dos Reis de Israel (I Crônicas 9:1);
– Crônicas do Profeta Samuel; do Profeta Natã; do Profeta Gade (I Crônicas 29:29);
– História do Profeta Natã; Profecias de Aías, de Siló; Visões do Profeta Ido (II Crônicas 9:29);
– História do Profeta Semaías e História do Profeta Ido (II Crônicas 12:15);
– História do Profeta Ido (II Crônicas 13:22).
– Há também História dos Reis de Judá e de Israel (II Crônicas 16:11);
– dos Reis de Israel – Crônicas de Jeú (II Crônicas 20:34);
– Livro da História dos Reis (II Crônicas 24:27);
– Atos de Uzias, escrito pelo profeta Isaías (II Crônicas 26:22);
– História dos Reis de Israel e de Judá (II Crônicas 27:7);
– Visões do Profeta Isaías (II Crônicas 32:32);
– História dos Reis de Israel (II Crônicas 33:19); e,
– Livro de Registro ou das Crônicas (Neemias 12:23).
– II Reis 14 cita o “Livro das Crônicas dos Reis de Israel”, o “Livro das Crônicas dos Reis de Judá”, e o “Livro das Crônicas de Israel” nos versículos 15, 18, 28.

Embora a história tenha sido documentada, nem tudo entrou nas páginas sagradas.

Aquilo que ficou registrado visa revelar ao Deus gracioso lidando com seres humanos pecaminosos (II Reis 14:26-27). Deus opera maravilhas em meio à perversão religiosa de Seu povo e seus líderes. Amazias, rei de Judá, venceu Edom e ensoberbeceu-se (II Reis 14:1-22); Jeroboão II prosperou materialmente, todavia declinou-se espiritualmente (II Reis 14:23-29). E… Deus continuava agindo em benefício de Seu povo rebelde.

Embora os livros supracitados tenham desaparecido, a Bíblia foi divinamente preservada. Não que os outros fossem falsos; na realidade, a Bíblia é o suprassumo da verdade!

Se Deus não o protegesse, Seu Livro teria se perdido. Vamos valorizá-lo mais? – Heber Toth Armí.