Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 16 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
26 de maio de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO NÚMEROS 16 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 16 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

NÚMEROS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



NÚMEROS 16 by Luís Uehara
26 de maio de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/nm/16

Para aqueles que estão em erro e merecedores de repreensão, não há nada mais agradável do que receber simpatia e louvor. Estas pessoas foram lisonjeadas por Corá, que professava grande interesse e amor por elas e concluíram que ele deveria ser bom e Moisés e Arão, ruins. Eles também realmente acreditaram serem pessoas muito boas, que foram enganadas e usadas por Moisés. Se eles admitissem que Corá estava errado e que Moisés estava certo, então eles seriam obrigados a receber a sentença de que deveriam morrer no deserto.

Corá chegou a acreditar que estava agindo no zelo por Deus e que Deus estava do seu lado. Ele se iludiu ao ponto de pensar que ele era justo e a congregação, santa. Julgava-se um pioneiro, que faria uma mudança radical no governo e melhoraria muito a administração de Moisés e Aarão. Moisés não discutiu ou se defendeu, mas intercedeu várias vezes pelos ofensores diante de Deus, reconhecendo a enormidade de seu pecado.

Oremos para que tenhamos um espírito humilde quando repreendidos, para que possamos aceitar a correção do Senhor, sabendo que Ele está efetuando a Sua salvação em nós.

Nancy Costa
It Is Written Television [Programa de TV Está Escrito]

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/16
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



NÚMEROS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de maio de 2022, 0:50
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988 palavras

1-10 A rebelião de Corá contra Moisés, o ungido do Senhor. A causa: Corá e seus seguidores estavam cheios de inveja, de presunção, de atrevimento, de falsa religiosidade, de desrespeito para com a casa de Arão, porque esta fora escolhida [dentre a tribo dos levitas] para o sacerdócio, ao passo que a de Corá fora escolhida para o serviço do tabernáculo. Este é um dos pecados mais comuns na Igreja do Senhor, e se exprime em rivalidades, invejas e arrogância. Bíblia Shedd.

1-3 Corá e seus associados tinham visto as vantagens do sacerdócio no Egito. Os sacerdotes egípcios tinham grande riqueza e influência política, algo que Corá queria para si próprio. Corá pode ter suposto que Moisés, Arão e seus filhos estava tentando fazer do sacerdócio israelita o mesmo tipo de máquina política e quiseram fazer parte disso. Ele não entendeu que a principal ambição de Moisés era servir a Deus ao invés de controlar outros. Life Application Study Bible.

filhos de Ruben.  Datã e Abirão, príncipes da tribo de Ruben, reivindicavam para si o direito da liderança civil em Israel, por serem descendentes do primogênito de Jacó. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 951.

a congregação é santa. Isto é, qualificada para exercer o sacerdócio. A expressão pode se referir ao fato de que, antes do tempo de Moisés, qualquer um podia oferecer sacrifícios dentro da própria família. Mas agora, tal ofício estava reservado a uma família, que desfrutava todos os benefícios provenientes desse privilégio. Em certo sentido, é verdade que toda a congregação era santa, pois Israel era o povo escolhido por Deus, separado das nações vizinhas (Êx 19:6;Lv 20:26). No entanto, o Senhor ordenara que a igreja teocrática exercesse suas funções sacerdotais externas por meio de uma só família, separada para esse propósito. CBASD, vol. 1, p. 951.

vos exaltais. A acusação é séria, mas é claro que Arão não se atreveu a tomar a honra do sacerdócio para si mesmo, algo que nem o próprio Cristo fez, Hb 5.4-7. A hipocrisia de dizer que cada membro do povo é santo se revela claramente quando se considera a rebelião perpétua contra a mensagem de Deus cujo começo vem sendo descrito desde Êx 5.21. Bíblia Shedd.

incensários. O oferecimento de incenso era considerado uma das mais santas funções sacerdotais (ver com. de Lc 1:9). CBASD, vol. 1, p. 952.

12 Datã e Abirão. Sua principal acusação contra Moisés foi que ele não os levava até à terra prometida. Alegaram que Moisés tinha, na realidade, levado o povo para fora de “uma terra onde manam leite e mel” (v. 13). Por essa estranha alquimia mental, o Egito se transformara, para eles, de prisão em paraíso. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Não subiremos. Os homens se recusaram a submeter seu caso a uma decisão judicial. A palavra “subiremos” é o termo hebraico para se apresentar perante um tribunal(ver Dt 25:7; Jz 4:5). Eles negaram a autoridade legal de Moisés. CBASD, vol. 1, p. 952.

Agora, Datã e Abirão começam a desobedecer o ungido do Senhor e a desacatá-lo, movidos pela inveja que tinham de Moisés. Estes dois se achavam no direito de liderar o povo, uma vez que eram descendentes do filho primogênito de Jacó, em oposição à própria vontade de Deus que já escolhera Moisés. Estes se juntaram a Corá, cuja insurreição eclesiástica contra Arão colabora bem com a insurreição política contra o governo de Moisés, que era o alvo de Datã e Abirão. Os três rebeldes eram falsos, hipócritas e fingidos em proclamar sua adesão ao Senhor. Bíblia Shedd.

13 nos fizeste subir de uma terra que mana leite e mel. Uma referência à fartura de boas coisas no Egito, em contraste com o deserto estéril no qual o povo se encontrava na ocasião. CBASD, vol. 1, p. 952.

príncipe sobre nós. Um comentário ousado, sugerindo que Moisés exercia poder autocrático sobre os israelitas. CBASD, vol. 1, p. 952.

17 Os rebeldes tentaram alegar motivos religiosos para os seus mal-entendidos com Moisés e Arão, por isso mesmo o teste seria o oferecer de incenso, um rito exclusivamente sacerdotal. Bíblia Shedd.

19 a glória do SENHOR. Esta é a segunda aparição especial da glória de Yahweh (Nm 14:10), a qual saiu do lugar santíssimo, onde costumava permanecer. CBASD, vol. 1, p. 953.

24 Levantai-vos. Deus sempre chama Seu povo a se separar de tudo aquilo que contenha pecado; a santificação inclui a ideia da separação das coisas mundanas, 2 Co 6.14-18. Bíblia Shedd.

25 os anciãos. A saber, os 70 anciãos escolhidos para auxiliar Moisés (Nm 11:16). Ficaclaro que Moisés contava com o apoio dos líderes oficiais do povo. CBASD, vol. 1, p. 953.

27 A atitude dos rebeldes foi de desafio e de arrogância, e o resultado trágico desta atitude foi sofrido também pelos seus familiares. O pecado e seu castigo sempre ameaçam os entes queridos do pecador. Bíblia Shedd.

28 o Senhor me enviou a realizar todas estas obras, que não procedem de mim mesmo. Moisés não fora governado por ambições pessoais. CBASD, vol. 1, p. 953.

32 os engoliu juntamente com suas famílias (NVI). Os filhos de Corá não morreram (26.11); segundo parece, não acompanharam o pai no seu plano estouvado. As famílias dos demais rebeldes morreram com eles. Bíblia de Estudo NVI Vida.

37 santos são. Os incensários haviam sido usados para oferecer incenso a Yahweh, e receberam fogo sagrado do altar (Nm 16:7, 18, 46; cf Lv 16:12-13). Antes disso, eram apenas propriedade particular dos príncipes (Nm 16:6). CBASD, vol. 1, p. 954.

46 faze expiação por eles. Não havia tempo para escolher um animal e sacrificá-lo. A expiação foi feita por meio do incenso, poisa praga já corria desenfreada entre o povo. CBASD, vol. 1, p. 955.

Moisés logo sentiu que a praga começara. Como pastor do povo de Deus, não hesitou em chamar a Arão, o sacerdote, para que ambos tivessem sua parte em interceder pelo povo. O fogo do altar é aquilo que consome o sacrifício, e torna o incenso em fumaça. Da mesma maneira, é só no poder do sacrifício de Jesus Cristo que as orações dos crentes têm livre acesso ao trono da graça de Deus. O incenso ilustra a oração da fé (Gl 4.4). Bíblia Shedd.



Números 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de maio de 2022, 0:45
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“E disse à congregação: Desviai-vos, peço-vos, das tendas destes homens perversos e não toqueis nada do que é seu, para que não sejais arrebatados em todos os seus pecados” (v.26).

A incredulidade de Israel frente ao relatório pessimista dos dez espias lhe causou a danosa consequência de uma quarentena no deserto. Inconformados com o resultado de sua rebelião, Corá, Datã e Abirão, com mais duzentos e cinquenta “varões de renome” (v.2) do povo, “se ajuntaram contra Moisés e contra Arão” (v.3). Não aceitavam a sentença divina e lançaram sobre seus líderes o pesado fardo da culpa. Pensavam poder assumir a liderança e ainda julgavam ser isto a coisa certa a se fazer. Uma falsa segurança tomou conta de seus corações endurecidos e, por serem a maioria e a nata da nação, consideraram aquele protesto como o primeiro passo de sua vitória rumo à terra prometida.

Ao mandar chamar Datã e Abirão, Moisés recebeu uma resposta ousada e rebelde, a confirmação de que seriam sempre um estorvo à sua liderança. Pela primeira vez, a Escritura relata uma atitude inversa ao seu caráter manso: “Moisés irou-se muito” (v.15). O grande líder, porém, não ousou usar de sua ira para ferir seus inimigos, confiando na justiça divina. Em contrapartida, ostentando espírito de liderança e exibindo sua predileção entre o povo, “Corá fez ajuntar contra eles [Moisés e Arão] todo o povo à porta da tenda da congregação” (v.19). Todos contra dois. Este foi o resultado da sedição causada pelos príncipes do povo.

Imaginem o que não sentiu Moisés ao contemplar todo Israel contra ele. O mesmo Moisés que deixou a sua pacata vida de pastor de ovelhas para liderar milhares de milhares pelo deserto; o mesmo que, diante da ira de Deus, ofereceu a sua salvação a fim de poupar a vida do povo. Novamente, Deus ameaçou destruir os filhos de Israel. Mas aqueles que tinham o espírito de verdadeiros líderes intercederam por seus irmãos. E diante da ordem do Senhor, os agitadores que antes atraíram milhares para junto de si, viram todo o povo afastar-se deles como quem fugia de leprosos. Sua ambição, egoísmo e rebeldia havia contaminado suas famílias e os levou, a todos, à mesma condenação.

Da mesma sorte, “no dia seguinte”, um novo tumulto se instalou e “toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão” (v.41). A morte daquelas famílias foi colocada na conta deles: “Vós matastes o povo do Senhor” (v.41). Não bastasse a tragédia do dia anterior, Israel suscitou algo pior, dando início a uma corrida contra o tempo a fim de cessar a praga do meio do arraial. Após correr “ao meio da congregação” e fazer expiação por ela (v.47), Arão se colocou “em pé entre os mortos e os vivos; e cessou a praga” (v.48). A mortandade naquele dia foi de “catorze mil e setecentos, fora os que morreram por causa de Corá” (v.49).

Foi por meio de uma rebelião que Lúcifer iniciou sua obra no Céu, enganando terça parte dos anjos. E será por meio de uma rebelião que cumprirá seu portento, “para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24). Instalado o tumulto nas esferas moral e espiritual, Satanás tem instigado uma atitude de rebeldia, mesmo entre o professo povo de Deus. Notem que a rebelião inicial de Corá envolvia homens de influência, homens eleitos pela própria nação para serem seus príncipes. Entretanto, Deus desaprovou a conduta e as intenções de todos eles. Nenhum deles escapou do juízo divino.

A nossa confiança deve estar depositada em Deus e em Sua Palavra. Moisés e Arão eram depositários do claro e fiel “assim diz o Senhor”, e semelhante à sua experiência, os fiéis servos de Deus dos últimos dias têm sofrido a indiferença e perseguição daqueles que não têm o temor do Senhor. O apóstolo Paulo já nos alertou quanto a isto: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12). E quanto mais o tempo passa, mais difícil tem sido e mais evidente fica de que não precisamos ir tão longe para sofrer por causa da nossa fé.

A rebelião de Corá, Datã e Abirão permanece infiltrada na igreja como um veneno letal contra os que agem no mesmo espírito. Envenenam o corpo de Cristo, a si mesmos e suas famílias. À cada manifestação de desobediência obstinada, tomam uma leve dose do mal que os destruirá caso não mudem de atitude. Infiltrados entre o trigo, muitas vezes não podem ser discernidos, mas perto está o dia em que chegará “a hora de ceifar, visto que a seara da terra já amadureceu” (Ap.14:15). E semelhante aos duzentos e cinquenta príncipes de Israel, será a sorte de quem não se arrepender (v.35).

A maravilhosa graça de Cristo ainda está à nossa disposição. Ele tem intercedido por nós, junto ao Pai, constante e incansavelmente. A praga do pecado tem ceifado a vida de milhares todos os dias. Mas o grande Dia do Senhor se aproxima quando, finalmente, o nosso Intercessor irá declarar: “cessou a praga” (v.50). Não devemos perder tempo com discussões que não edificam, mas seguir o exemplo de Moisés e Arão, que intercediam pelo povo e confiavam no agir de Deus. Disto depende a nossa salvação, da nossa casa e de muitos que esperam ver Jesus em nós. Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos pela maravilhosa graça de Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números16 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ – retificado by Jeferson Quimelli
26 de maio de 2022, 0:40
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NÚMEROS 16 – O quarto livro bíblico lida amplamente com a questão da liderança espiritual. Há instruções claras e práticas tanto aos líderes quanto aos liderados do Senhor.

A arrogância, tanto antiga quanto atual, rejeita líderes instituídos por Deus – como Lúcifer afrontou a liderança celestial (Isaías 14:12-15; Ezequiel 28:11-19; Apocalipse 12:4, 7-12).

Obviamente, liderança é extremamente importante na igreja de Deus. Números 16 nos mostra como ela é fundamental no Antigo Testamento (ver Jeremias 3:15); como igualmente seria essencial no Novo Testamento (1 Efésios 4:11-16; 1 Timóteo 4:1-2, 11-16; Hebreus 13:17).

No tempo do fim, Ellen White afirmou que “o ministro do evangelho está empenhado numa obra muito solene e sagrada” (EF, 184). Ela frisou que “o ministro ocupa diante do povo, o lugar de porta voz de Deus, e tem que representar o Senhor em pensamento, palavra e ação” (OE, 20). Dois princípios sobressaem:
• O líder espiritual tem responsabilidade imperiosa; portanto, deve buscar em Deus poder, sabedoria e discernimento para agir corretamente (Números 16:4-10, 22-40).
• O crente deve respeitar, valorizar e submeter-se aos líderes de Deus; do contrário, estará afrontando ao próprio Deus que envia Seus líderes (Números 16:11).

Satanás é intolerante aos líderes levantados por Deus, porque eles confrontam suas teologias do inferno que vem enganando a muitos do povo de Deus (Atos 20:26-31; 1 Timóteo 6:3-5; 2 Timóteo 2:15-19; 4:1-5; Tito 1:5-16). Diante da óbvia possibilidade de Satanás iludir crentes com suas deturpações teológicas, os líderes espirituais precisam ser firmes e ousados na apresentação da verdade (Gálatas 1:6-11; 2 Pedro 2:15-17; 2 João 9-10; Judas 10, 12-13).

Quem causa confusão geralmente são pessoas cheias de inveja, que são movidas por ambição como Corá, Datã e Abirão (Números 16:1-40). Insubordinação e rebelião dos membros da igreja aos líderes de Deus (na figura de Moisés e Arão) trilham velozmente pela avenida da destruição (Números 16:42-50).

A interpretação dos fatos que descarta a totalidade da revelação divina gera pensamentos incorretos que produzirão críticas sem fundamentos (Números 16:41). Acreditar que a escravidão egípcia é melhor que a liberdade no deserto, é fruto de mentes doentias, que acarretam rebeldia diante dos líderes do Senhor (Números 16:1-3, 12-15).

Os opositores dos servos do Senhor sempre terão seus seguidores. Cuide-se para não ser um deles.

Submetamo-nos a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
25 de maio de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO NÚMEROS 15 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 15 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

NÚMEROS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



NÚMEROS 15 by Luís Uehara
25 de maio de 2022, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/nm/15

Este capítulo menciona o incidente do transgressor do Sábado que foi encontrado juntando madeira neste dia e foi apedrejado até a morte. A Bíblia nem sempre explica o “porquê” de um castigo aparentemente exagerado, e é aí que aparece a necessidade da confiança: nós confiamos que Deus é justo e ainda misericordioso em todos os seus relacionamentos? Esse é o verdadeiro questionamento do grande conflito entre Cristo e Satanás: o amor e a justiça de Deus.

Neste caso, no entanto, encontramos esclarecimento nos escritos de Ellen G. White: Este homem, “irado por ter sido excluído de Canaã, e determinado a mostrar seu desafio à lei de Deus, atreveu-se a uma transgressão declarada do quarto mandamento” (PP 297). Acender um fogo no clima frio de Canaã era muitas vezes necessário no Sábado, mas não no deserto. Apesar de serem lembrados do Sábado toda semana pelo milagre do maná, toda a congregação teria manifestado desprezo aberto pela autoridade de Deus se tivesse sido permitido ao homem continuar em seu desafio a Deus.

Como está a nossa guarda do Sábado? Esquecemos às vezes que Deus está interessado tanto nas pequenas coisas assim como nas grandes e não aceitará um culto descuidado?

Nancy Costa
It Is Written Television [Programa de TV Está Escrito]

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/15
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



NÚMEROS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
25 de maio de 2022, 0:50
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735 palavras

Números 15 – um capítulo escrito para os jovens!!!

1-41 A localização do conteúdo deste capítulo – entre a derrota desastrosa às mãos dos amalequitas e cananeus (14.39-45) e a rebelião de Corá (cap. 16) – é significativa. Ao dar este capítulo com leis acerca do comportamento apropriado dos israelitas na terra (v. 2), Deus assegurou a Israel que, apesar das falhas e rebeldias de Israel, Deus continuava planejando dar-lhes a terra de Canaã. Bíblia de Genebra.

Quando entrardes na terra. Estas palavras deixam claro que as leis aqui ordenadas não eram para o deserto e que Israel certamente entraria na terra prometida. Portanto, supomos que a referência não é a toda a congregação (Nm 14:31), mas aos jovens, que não estavam condenados a morrer no deserto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 946.

O período durante o qual os israelitas erravam pela segunda vez pelo deserto quase não se descreve aqui: há apenas algumas leis e a descrição da rebelião de Corá no capítulo 16. Estes anos não faziam parte do plano de Deus para com Seu povo, e temos que procurar muitos trechos da Bíblia para saber a história deste período: Dt 8.2-6; 29:5-6; Js 5.4-8; Êx 20.10-26; At 7.42-43. Aquela velha e impenitente geração pereceria no deserto, mas seus filhos possuiriam Canaã. Nota-se, nesta expressão, um otimismo de confiança, um encorajamento da fé e uma prova da misericórdia de Deus. Bíblia Shedd.

aroma agradável. Em relação à fragrância da vida do cristão, ver com. de 2 Coríntios 2:15. CBASD, vol. 1, p. 947.

15 Em Cristo vemos a vitória final desta lei: Dessarte não pode haver judeu, nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus”, Gl 3.28. Bíblia Shedd.

20 Apresentem um bolo feito da primícias (NVI). Essa lei também antevê os dias em que os israelitas estariam na terra. A primeira porção do cereal debulhado seria apresentado ao Senhor na forma de um bolo. Esse conceito das primícias simboliza o fato de que toda a bênção provém do Senhor e que tudo que é produzido pertence a Ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 tudo quanto o SENHOR vos tem mandado por Moisés. A palavra “Moisés” foi acrescentada pelos tradutores. Não se encontra no texto hebraico. O sentido fica mais claro sem ela. CBASD, vol. 1, p. 948.

31 Este tipo de pecado inclui a obstinação, a injúria e a incredulidade; quem o pratica se insurge contra a Palavra de Deus, desacatando aos mandamentos divinos, injuriando o nome de Deus, e, pior ainda, desprezando o amor de Deus que se revela na Bíblia inteira. É como o pecado descrito em Mc 3.29. Bíblia Shedd.

32 Apedrejar um homem por juntar lenha no sábado parece uma punição severa demais, e realmente era. Este ato foi um pecado deliberado, desafiando as leis de Deus contra trabalhar no sábado. Provavelmente o homem estava intencionando ir à frente com outros atos, em adição a quebrar o sábado. Life Application Study Bible.

37-41 As borlas memoriais eram borlas ou fitas azuis usadas nas franjas das vestes para ser um memorial dos mandamentos do Senhor, para que jamais sejam esquecidos. Bíblia Shedd.

38 borlas [franjas]… presas por um cordão azul. Esta cor azulada era também utilizada nas vestes dos sacerdotes (Êx 28). Portanto, as borlas deveriam lembrar os israelitas que eles deveriam seguir Deus como “um reino de sacerdotes e uma nação santa” [NKJV] (Ex 19:6; comparar com 1Pe 2:9) ao invés de seguir seus próprios sentimentos e sentidos em deslealdade. Andrews Study Bible.

39 para que, vendo-as. As “borlas” deveriam ser um lembrete constante aos israelitas de que pertenciam a Deus e que, tanto no vestir como em outros hábitos, deveriam seguir os princípios transmitidos pelo Senhor. CBASD, vol. 1, p. 948.

As borlas deveriam lembrar o povo de não seguirem seus desejos sensuais, mas buscar ao Senhor. A adoração aos ídolos era auto centrada, focando o que uma pessoa poderia obter ao servir um ídolo. Boa sorte, prosperidade, vida longa e sucesso em batalha eram esperados dos deuses. Assim como poder e prestígio. A adoração de Deus era o oposto. Os crentes não deveriam ser altruístas, em vez de auto centrados/egoístas. Ao invés de esperar que Deus nos sirva, nós devemos servir a Deus, esperando nada em retorno. Nós servimos a Deus pelo que Ele é, não pelo que podemos conseguir dEle. Life Application Study Bible.

40 santos sereis a vosso Deus. A santidade não é alcançada por observâncias exteriores, como por meio do uso de borlas e tiras, mas somente pela obediência à vontade de Deus. CBASD, vol. 1, p. 948.



Números 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de maio de 2022, 0:45
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“Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para vos ser por Deus. Eu sou o Senhor, vosso Deus” (v.41).

Em cada registro sobre as ofertas que deveriam ser dadas ao Senhor, há uma nova descoberta, uma nova percepção acerca dos propósitos divinos. Além de usar do método de repetição a fim de impactar a mente humana com as coisas sagradas, Deus também acrescenta novas informações que ampliam nossos horizontes para a compreensão de verdades e princípios eternos. Não era desejo do Senhor que Israel tomasse apenas para si o privilégio de tê-Lo como Deus, mas que fosse uma nação receptiva a todo o estrangeiro que quisesse conhecer e servir ao único Deus verdadeiro: “como vós, assim será o estrangeiro perante o Senhor” (v.15).

As mesmas leis, os mesmos ritos cerimoniais deveriam ser observados pelos naturais e estrangeiros. Todos eram iguais perante o Senhor. E se todos, por ignorância, errassem e não cumprissem “todos estes mandamentos” (v.22), tinham de assumir o erro levando uma oferta pelo pecado e “um novilho, para holocausto” (v.24). O sacerdote faria expiação por toda a congregação e seriam perdoados. O mesmo critério era usado de forma individual, tanto para o natural quanto para o estrangeiro. A pessoa, porém, que fizesse “alguma coisa atrevidamente” (v.30), injuriando ao Senhor e desprezando a Sua Palavra, seria eliminada do meio do povo e levaria sobre si a sua iniquidade.

Antes mesmo de proferir os dez mandamentos no monte Sinai, o Senhor provou o Seu povo quanto à observância do sábado. O quarto mandamento já inicia declarando a sua pré-existência: “Lembra-te do dia de sábado para o santificar” (Êx.20:8). Ao recolherem o maná em dobro na sexta-feira, estavam lançando um firme alicerce espiritual de confiança na provisão de Deus. A morte do homem que colheu lenha no sábado não foi um ato sanguinário e cruel de um Deus tirano, não tinha o objetivo de vingança. Também não foi um pecado por ignorância, mas, o Senhor que sonda os corações sabia que, atrevidamente, o homem havia desprezado o mandamento, assumindo a fatal consequência de seu pecado: “porque o salário do pecado é a morte” (Rm.6:23).

As borlas eram franjas na parte inferior das vestes e serviam como um símbolo, uma lembrança dos mandamentos do Senhor. Foi na borla da veste de Cristo que a mulher com o fluxo de sangue tocou e foi curada (Lc.8:44). Até mesmo na vestimenta, Israel deveria reproduzir a vontade de Deus. Ao contrário do que o mundo tem pregado, o Senhor nos diz: “não seguireis os desejos do vosso coração, nem dos vossos olhos, após os quais andais adulterando” (v.39). O mundo está sendo tomado por um cristianismo emocional sustentado pelo fundamento arenoso e instável da vontade humana. O princípio estabelecido por Deus em Sua Palavra de que todos devem participar da verdadeira adoração não inclui, em parte alguma, o desejo do coração humano. Aquele que detalhadamente definiu como deveria ser adorado pelo antigo Israel é O mesmo que concedeu à Sua igreja militante o conhecimento profético para os últimos dias.

Segundo Ellen White, o mesmo princípio é aplicado na igreja de Deus, hoje. Ela escreveu:

“A igreja é o instrumento de Deus para a proclamação da verdade, por Ele dotada de poder para fazer uma obra especial; e se ela for leal ao Senhor, obediente a todos os Seus mandamentos, nela habitará a excelência da graça divina. Se for fiel a sua missão, se honrar ao Senhor Deus de Israel, não haverá poder capaz de a ela se opor” (Minha Consagração Hoje, CPB, p.249).

Para cada indivíduo há um chamado. Para cada embaixador de Deus na Terra há um ou mais dons a serem multiplicados. Mães, assumi vossa sagrada obra; vasculhai os Testemunhos como em busca de um tesouro perdido; praticai os ensinos ali contidos na certeza de que o Senhor lutará por vós e salvará os teus filhos (Is.49:25). Pais, há uma vasta coleção de conhecimento à vossa disposição; tendes uma grandiosa obra a executar como sacerdotes do lar; desviai-vos do exemplo de Eli (1Sm.2:29). Filhos, vosso dever constitui em honrar a Deus e a sua família; procurai dominar vossas paixões buscando ao Senhor como Daniel, que três vezes ao dia punha-se de joelhos em meio à ímpia Babilônia (Dn.6:10); procurai fugir das tentações à semelhança de José, que fugiu da oferta sensual da mulher de Potifar (Gn.39:12). Depositemos, hoje, a nossa vida no altar do Senhor!

Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31). Vigiemos e oremos!

Bom dia, santos do Altíssimo!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Números15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
25 de maio de 2022, 0:40
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NÚMEROS 15 – Deus não aprecia indivíduos insubordinados. A presunção dos rebeldes os levou à destruição. Aqueles que desejaram apedrejar aos quatro valorosos que se posicionaram ao lado do Deus Todo-poderoso morreriam antes de entrar na Terra Prometida.

Apesar da rebelião contra Deus e Seus líderes (Números 13 e 14), a promessa divina era garantida, como se nota em Números 15; porém, somente aos remanescentes. “Embora grande porção do povo fosse morrer no deserto, Deus faria entrar um remanescente. Eles ofereceriam aqueles sacrifícios já descritos em Levítico”, observa Merrill Unger. O remanescente é o restante de um todo que deixou de lado sua lealdade a Deus. O remanescente é perseverante!

• O remanescente respira esperança devido a depositar sua confiança nas promessas de Deus. Israel vivia na expectativa da Terra Prometida (Números 15:1-21), nós aguardamos Novos Céus e Nova Terra (2 Pedro 3:13).

• O remanescente cristão não é exclusivista; ele prega o evangelho da graça que oferece inclusão a todo pecador, independente do que tenha feito, de seu status ou sua raça. A mensagem do terceiro anjo é de justificação pela fé a ser proclamada “aos que habitam na terra, a toda nação, tribo, língua e povo” (Apocalipse 14:6).

• O remanescente fiel a Deus possui correto conceito bíblico de pecado, sabendo que pecar vai além dos atos (Números 15:22-31); podendo ser por descuido (de ignorância) ou intencional (por desafio, consciente de afrontar aos princípios de Deus).

• O remanescente tem em alto estima a santa Lei de Deus, inclusive Seu santo e sagrado dia de sábado (Números 15:32-36; Êxodo 20:8-11). Por isso, perseverantemente “obedecem aos mandamentos de Deus e permanecem fieis a Jesus” (Apocalipse 14:12) convidando e apelando insistentemente às pessoas: “Temam a Deus e glorifiquem-nO, pois chegou a hora do seu juízo. Adorem aquele que fez os céus, a terra, o mar e as fontes das águas” (Apocalipse 14:7).

• O remanescente tem senso de pertencimento e mantém na memória que foi separado para Deus. As borlas azuis eram uma forma de reconhecer o compromisso com Deus (Números 15:37-41), mostrando que devemos demonstrar nossa lealdade a Deus até pelas nossas vestes (Deuteronômio 22:5; 1 Pedro 3:1-7; 1 Timóteo 2:9-10).

Sejamos remanescentes fieis: Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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