Reavivados por Sua Palavra


I REIS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
5 de fevereiro de 2026, 1:30
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Texto bíblico: I REIS 4 – Primeiro leia a Bíblia

I REIS 4 – BLOG MUNDIAL

I REIS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I REIS 4 by Jeferson Quimelli
5 de fevereiro de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1Rs/4

Salomão se dirigia rapidamente para o auge de sua glória. Ele pediu humildemente a Deus por sabedoria, e Deus deu a ele não apenas sabedoria que superou a de todos os outros, mas também poder, riqueza e paz. Seu reino era bem organizado, com governadores, sacerdotes, oficiais e escribas para manter as coisas funcionando como um relógio. Durante esse tempo ele manteve sua lealdade a Deus e se preparou para a construção do grande templo que Davi havia planejado.

Eu acho que esta passagem mostra qual o desejo de Deus para nós se permanecêssemos fiéis a Ele. Raramente neste mundo você vê um governante com poder e riqueza, dedicado a Deus, íntegro, imparcial e justo. Se todos nós confiássemos em Deus para obter sabedoria e administrássemos os dons que Ele nos dá para a Sua glória, que mundo melhor seria este! Enquanto a maioria de nós não é chamada para administrar fortunas ou governar nações, Deus dá a cada um de nós dons e responsabilidades que são igualmente importantes. Aquele que é fiel no pouco é fiel também no muito. Vamos tirar uma lição de Salomão e pedir a Deus sabedoria em todas as coisas!

Lisa Ward
Contadora da IASD Vida no Campo
Texas EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/3
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



I Reis 4 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
5 de fevereiro de 2026, 0:50
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1078 palavras

1-20 Esta passagem pretende ensinar que a sabedoria de Salomão é também demonstrada pelas suas capacidades administrativas. Andrews Study Bible.

Reinou sobre todo o Israel. A ênfase na palavra “todo” sugere que o escritor compilou o material após a divisão do reino. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 812.

Benaia. Substituiu Joabe como comandante do exército(v. 2.35; 2Sm 8.18). Bíblia de Estudo NVI Vida.

amigo do rei. O título significa: “conselheiro pessoal do rei”. Andrews Study Bible.

Superintendentes dos que trabalhavam forçados. Trata-se do grupo de trabalhadores forçados empregados por Salomão para seus grandes projetos de construção (ver 1Rs 5:13, 14). … Aquele que desempenhou essa função foi apedrejado até a morte na rebelião contra Roboão (1Rs 12:18). CBASD, vol. 2, p. 813.

dos que trabalhavam forçados. Enquanto os israelitas eram temporariamente forçados ao serviço, o trabalho forçado dos escravos estrangeiros era permanente. Andrews Study Bible.

doze intendentes (ARA; NVI: “governadores distritais”). O número corresponde às doze tribos, entretanto os territórios designados a estes governadores não correspondem aos territórios das tribos. Deste modo, Salomão tenta enfraquecer a autoridade dos líderes tribais. Andrews Study Bible.

…a decisão administrativa de Salomão violava fronteiras tribais tradicionais e provavelmente despertava lealdades tribais antigas, as quais acabaram contribuindo para o desmantelamento do reino unido [Israel/norte + Judá/sul]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Isto implicava a cobrança de impostos, fosse em dinheiro ou em alimento, para a manutenção da corte e da casa real. Esse ofício deve ter sido importante, pois em dois casos (v. 11, 15) os que o ocuparam se uniram por casamento à casa real. Os distritos sobre os quais os oficiais tinham jurisdição não correspondiam às 12 tribos. Sem dúvida, isso se devia em parte ao fato de que, nesse tempo, já era obsoletas a primeira divisão das tribos no país. Seu número, 12, não tem relação com as 12 tribos, mas com os 12 meses do ano, nos quais cada um deles tinha a r esponsabilidade de cobrar os tributos reais. CBASD, vol. 2, p. 813.

Ben-Hur. O nome significa “filho de Hur”. Andrews Study Bible.

20 eles comiam, bebiam e eram felizes (NVI). Judá e Israel prosperavam. Bíblia de Estudo NVI Vida.

20-25 Ao longo da maior parte de seu reinado, Salomão aplicou bem sua sabedoria porque buscava a Deus. Os frutos de sua sabedoria foram: paz, segurança e prosperidade da nação. A era de Salomão é frequentemente mostrada como o ideal do que uma nação pode se tornar quando unida em confiança e obediência a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

21Sobre todos os reinos. O império de Salomão consistia em parte de um grupo de pequenos estados vassalos semi-independentes que eram governados por seus próprios reis, mas que reconheciam a soberania do rei hebreu e pagavam a ele um tributo anual. CBASD, vol. 2, p. 814.

desde o Eufrates até à fronteira do Egito. A terra prometida a Abraão de estende desde o rio Eufrates até o rio do Egito e do mar Mediterrâneo até o deserto da Arábia. Andrews Study Bible.

Salomão governava um império que representava o cumprimento das promessas feitas aos patriarcas, há muito esperado (cf. vs. 24-25). Bíblia Shedd.

Ver Gn 15:18; Js 1:4. O escritor chama atenção para o fato de o reino de Salomão ter atingido a extensão prometida a Abraão, Moisés e Josué. CBASD, vol. 2, p. 814.

No entanto, estavam sendo tramadas rebeliões em Edom (11.14-21) e em Damasco (11.23-25). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Este é o maior limite que o território de Israel atingiu… Apesar da glória do reino de Salomão… podia se notar, já, as causas de uma facção [divisão] posterior: o fato de Salomão exigir tributos e serviços forçados mostrava o início da ação de um tirano, que o profeta Samuel descreveu como antipático aos ideais do povo de Deus (1Sm 8.11-18). Bíblia Shedd.

22 provimento diário. Essas provisões atendiam às necessidades da corte de Salomão, do seu palácio e de sua numerosa família. Bíblia Shedd.

trinta coros (ARA; NVI: “trinta tonéis”). O coro era uma medida de capacidade. Bíblia de Estudo NVI Vida. Estima-se que o coro [heb kor] equivalia a 220 litros. A corte de Salomão devia ter de 10 a 15 mil pessoas. CBASD, vol. 2, p. 814.

24 paz por todo o derredor. Davi teve que travar muitas guerras para garantir a posse do reino e Salomão desfrutou desse resultado. Condições de paz eram um requisito prévio para grandes projetos de construção, tais como o templo e o palácio real (2Sm 7.10-11; 1Rs 5.3-5). Bíblia Shedd.

25 sua videira… sua figueira. Um termo agrícola que descreve a vida em paz e contentamento especialmente na terra de Canaã. Andrews Study Bible.

Esta frase era comum entre os hebreus (Mq 4:4; Zc 3:10) e era empregada também pelos assírios (2Rs 18:31). ela descreve um período ideal de paz e prosperidade. CBASD, vol. 2, p. 814.

desde Dã até Berseba. Maneira típica de dizer “todo o Israel”, do norte ao sul. Andrews Study Bible.

26 quarenta mil cavalos. Com esta multiplicação de forças, o rei desobedecera completamente à lei de Deus sobre a natureza do poderio real, pela qual se proibia o acúmulo de material bélico (Dt 17.16; 1Rs 10.29). Bíblia Shedd.

A multiplicação de cavalos e cavaleiros, proibida para o então futuro rei (Dt 17:16), mas predita por Samuel quando Saul subiu ao trono (1Sm 8:11, 12), é um indício do crescimento do império por uso de força militar. Na época das conquistas de Josué, cavalos e carros capturados dos inimigos eram destruídos (Js 11:9). CBASD, vol. 2, p. 815.

28 Cevada. A cevada era e ainda é o alimento comum dos cavalos no Oriente. Às vezes, era usada para fazer bolos e pães (Jz 7:13; Jo 6:9). O trigo era o cereal para o consumo humano. CBASD, vol. 2, p. 815.

Os cavalos. Provavelmente, melhor traduzido por “cavalos velozes”, pois é citado o serviço real de mensageiros (ver com. de Et 8:10). CBASD, vol. 2, p. 815.

Para os cavalos e os ginetes (ARA; NVI: “para os cavalos de guerra e os outros cavalos”).

30 A sabedoria dos egípcios. A sabedoria do Egito era famosa por todo o Oriente. Incluía áreas como astronomia, medicina, arquitetura, matemática, música, pintura, embalsamento e filosofia mística. Boa parte da literatura de sabedoria do Egito foi preservada. CBASD, vol. 2, p. 815.

31 Ele era mais sábio do que qualquer outro homem. Até a vinda de Jesus (v. Lc 11.31). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Etã… Hemã. Foram autores de alguns salmos bíblicos. V. títulos dos Sl 88 e 89. Andrews Study Bible.

32 três mil provérbios. Somente uma parte deles é preservada no livro de Provérbios. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Outros escritos bíblicos de Salomão incluem os salmos 72 e 127 e os livros de Eclesiastes e Cantares. A sabedoria de Salomão foi conhecida em todo o mundo. Life Application Study Bible Kingsway.



1Reis 04 — Rosana Barros by Ivan Barros
5 de fevereiro de 2026, 0:45
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“De todos os povos vinha gente a ouvir a sabedoria de Salomão, e também enviados de todos os reis da Terra que tinham ouvido da sua sabedoria” (v.34).

O filho de Davi, que aos olhos humanos poderia parecer o menos promissor, foi exaltado por Deus como o mais sábio monarca de Israel. Salomão construiu um grande império, estabeleceu uma nação próspera e tornou-se o homem mais afamado de sua época. Mantinha um governo bem estabelecido e organizado mediante uma administração dividida em doze territórios. Dentre seus oficiais principais, o ministro “era amigo do rei” (v.5), e dois de seus doze intendentes eram casados com suas filhas.

O receio de Salomão diante da responsabilidade de liderar Israel não era sem razão, visto que o povo era “numeroso como a areia que está ao pé do mar” (v.20). Para tão sublime tarefa, o Senhor o capacitou na medida equivalente, dando-lhe “sabedoria, grandíssimo entendimento e larga inteligência, como a areia que está na praia do mar” (v.29). Em matéria de aconselhamento, composição musical e conhecimento científico, Salomão superava os parâmetros do mundo antigo, pois “era mais sábio do que todos os homens” (v.31).

Em meio a tanta prosperidade, Judá e Israel “comiam, bebiam e se alegravam” (v.20), habitando em segurança (v.25). Contudo, essa aparente tranquilidade custaria um alto preço: Salomão submeteu o povo a pesados tributos e ao trabalho forçado para erguer o templo e seus palácios. Eram as consequências que o Senhor já havia predito por intermédio do profeta Samuel: “vós lhe sereis por servos” (1Sm.8:17).

É fundamental que a igreja de Deus seja organizada. O Senhor dividiu Israel em doze tribos; Salomão organizou seu reino em doze repartições; Jesus convocou doze discípulos para auxiliá-Lo em Seu ministério. O povo de Deus precisa, hoje, de ministros que sejam “amigos do Rei” do Universo e líderes que amem a igreja do Senhor como sua própria família; que não sejam conhecidos pela fama, mas por obras que testemunhem do propósito altruísta de seu chamado e de sua consagração a Deus. Salomão fez um pedido legítimo e Deus espalhou “a sua fama por todas as nações em redor” (v.31). O que não fará o Senhor através de Sua igreja nestes últimos dias, se esta estiver em unidade no propósito legítimo de pregar o evangelho eterno “aos que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6)?

Ao vislumbrar a Cidade Santa, João a descreveu como a cidade dos doze fundamentos, das doze portas e da “árvore da vida, que produz doze frutos” (Ap.22:2). O número doze aponta, portanto, para a totalidade celestial. Nem todos fomos chamados para assumir a posição de liderança na obra de Deus, mas todos fomos chamados, primariamente, como discípulos de Jesus Cristo. Não é um nome de destaque nesta Terra que vai nos garantir entrada na Nova Jerusalém, mas um nome inscrito “no Livro da Vida do Cordeiro” (Ap.21:27). Perseveremos, portanto, como discípulos de Jesus e o Espírito Santo nos capacitará a iluminar a Terra “com a Sua glória” (Ap.18:1), “pois a vinda do Senhor está próxima” (Tg.5:8).

Ao vislumbrar a Cidade Santa, João descreveu os doze fundamentos, as doze portas e a “árvore da vida, que produz doze frutos” (Ap.22:2). O número doze aponta, portanto, para a totalidade e perfeição celestial. Nem todos fomos chamados para assumir a posição de liderança na obra de Deus, mas todos fomos chamados, primariamente, como discípulos de Jesus Cristo. Não é um nome de destaque nesta Terra que garante entrada na Nova Jerusalém, mas ter o nome inscrito “no Livro da Vida do Cordeiro” (Ap.21.:27). Perseveremos como discípulos de Jesus, e o Espírito Santo nos capacitará a iluminar a Terra “com a Sua glória” (Ap.18:1), “pois a vinda do Senhor está próxima” (Tg.5:8).

Santo Deus, só o Senhor tem a sabedoria de que necessitamos para vivermos com prudência em meio a um mundo em colapso. Por isso Te pedimos sabedoria suficiente para andarmos aqui como Teus servos prudentes que manejam bem a Palavra da verdade e que cumprem com fidelidade a obra de um evangelista. Queremos vê-Lo voltar em nossa geração! Capacita-nos para a última obra de pregar o Teu evangelho em todo o mundo, para testemunho a todas as nações! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, servos do Rei do Universo!

Rosana Garcia Barros

#1REIS04 #1REIS4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I REIS 4 – COMENTÁRIO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
5 de fevereiro de 2026, 0:30
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I REIS 4 – Não podemos estudar esse capítulo sem ter ciência de que a sabedoria tem sua fonte em Deus. “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento, mas os insensatos desprezam a sabedoria e a disciplina… O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo é entendimento” (Provérbios 1:7; 9:10).

I Reis 4:29-31 é claro em dizer que “Deus deu a Salomão sabedoria, discernimento extraordinário e uma abrangência de conhecimento tão imensurável quanto a areia do mar. A sabedoria de Salomão era maior do que a de todos os homens do oriente e do que toda a sabedoria do Egito. Ele era mais sábio do que qualquer outro homem…”.

Como provêm de Deus, é possível obter dEle a sabedoria quando se reconhece a própria incapacidade (I Reis 3:1-15). A sabedoria outorgada por Deus é mais do que teórica, filosófica; ela é prática, como se vê na decisão em relação a duas mães solteiras que procuraram o rei por conta de um problema sério entre elas (I Reis 3:16-28), e também na administração compartilhada de sua administração. Salomão não governava sozinho, não era individualista: Ele tinha assessores (I Reis 4:1-6) e governadores distritais em todo o Israel (I Reis 4:7-19), pois seu reino era grande e o povo era como a areia da praia em quantidade (I Reis 4:20-28).

Com a sabedoria recebida de Deus, Salomão escreveu 3000 provérbios, dos quais cerca de 600 foram preservados no livro intitulado “Provérbios”. Ele compôs 1005 canções musicais, das quais três estão registradas na Bíblia: Salmo 72 e 127; e o livro de “Cântico dos cânticos”. Ele também plantou um jardim (Eclesiastes 2:5) para aplicar a sabedoria na botânica, agronomia, zoologia, ornitologia, entomologia e ictiologia (I Reis 4:32-33).

Ao escrever, Salomão demonstra que a sabedoria não deve ficar enclausurada na mente do sábio; deve ser amplamente compartilhada. O Deus Onisciente compartilha sabedoria com Seus servos objetivando que eles sejam bênçãos para as pessoas.

Sábios que são humildes devem usar seu conhecimento para melhorar nossa sociedade arruinada pelo pecado, e conduzir pessoas ao temor do Senhor! Sabiamente, Salomão mantinha boas relações sociais com reis e sábios de vários lugares (I Reis 4:31, 34).

Há sabedoria disponível para nós (Tiago 1:5). Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



I REIS 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
4 de fevereiro de 2026, 1:30
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Texto bíblico: I REIS 3 – Primeiro leia a Bíblia

I REIS 3 – BLOG MUNDIAL

I REIS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I REIS 3 by Jeferson Quimelli
4 de fevereiro de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1Rs/3

A despeito de suas apostasias, a Bíblia relata que Salomão amava o Senhor. Ele trazia dentro de si o exemplo de Davi, seu pai. Assim como o amado apóstolo João, Salomão estava respondendo ao amor de Deus por ele. Deus nos ama “apesar de” nossas imperfeições.

Ele se comunica conosco de muitas maneiras: por Seus profetas, por Sua Palavra escrita e também através de sonhos, que foi o modo como escolheu se revelar a Salomão.

Salomão deve ter ficado surpreendido quando Deus lhe falou: “Me diga o que você quer que Eu lhe dê!” Salomão foi muito sensato e pediu, não riqueza ou glória, mas um coração compreensivo! Deus muito se agradou do pedido de Salomão e lhe deu não só a sabedoria, mas também lhe acrescentou honra e riqueza! Que paradoxo para aqueles que preferem as riquezas do mundo e, em seguida, sucumbem, porque não têm sabedoria!

A sabedoria concedida por Deus a Salomão ficou evidente na disputa entre as duas prostitutas que vieram a ele, cada uma alegando que o bebê era dela. Salomão revelou excelente julgamento e a nação viu que Deus estava com Ele.

Que possamos pedir a Deus sabedoria e um coração compreensivo.

Leo Ranzolin
Vice-presidente aposentado da Associação Geral

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/3
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



I REIS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
4 de fevereiro de 2026, 0:50
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999 palavras

A narrativa deste capítulo demonstra que a sabedoria extraordinária de Salomão era um dom de Deus que ocorreu em resposta a seu pedido. em vez de ser abstrata, a sabedoria de Salomão era de natureza prática, conforme indica a história das duas prostitutas. Bíblia de Estudo Andrews.

“Salomão começa seu reinado fazendo uma aliança com o Faraó do Egito. Ele provavelmente estava pensando na segurança interna de Israel. Esse pensamento resultou num casamento não aprovado por Deus! Mesmo que sua mulher abandonasse seus deuses, havia um grande desequilíbrio: o conhecimento de Salomão era muito maior. Assim como acontece nas implicações políticas advindas dos acordos entre nações, um casamento também tem implicações, para o bem ou para o mal. Há muitos que se arriscam a cometer o mesmo erro de Salomão. Apesar de vermos cônjuges descrentes se converterem e se renderem ao Senhor, também vemos o oposto, quando estas más uniões destroem vidas.”. Pastor Leo Ranzolin, em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1ki/3/

aparentou-se. Depois de eliminar todas as ameaças em potencial a seu trono [1Rs 2], Salomão começou a estabelecer seu reinado por meio de alianças políticas com reinos vizinhos. Bíblia de Estudo Andrews.

A época em que Salomão fez aliança com o Egito foi um período em que esse país era pobre e dividido. Também era um período de fraqueza para Assíria e Babilônia, e já não existiam como nação os heteus que haviam sido poderosos. Esse período de debilidade generalizada no antigo Oriente Próximo ofereceu uma oportunidade única para que Davi e Salomão estabelecessem uma nação forte para o povo de Deus na terra em que o Senhor separou para eles. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 808.

Cidade de Davi. Faz-se uma distinção entre a cidade de Davi e Jerusalém. A antiga cidadela de Sião, fortaleza dos jebuseus (2Sm 5:7-9), situava-se no extremo sul do monte oriental, a oeste do manancial de Giom, no vale de Cedrom, e ao sul da área onde depois se construiu o templo. CBASD, vol. 2, p. 808.

os altos. Santuários ao ar livre, localizados em colinas elevadas. Com frequência, competiam com a tenda sagrada na qual ficava a arca de Deus. Bíblia de Estudo Andrews.

Segundo a lei de Moisés, os sacrifícios deviam ser levados ao tabernáculo e não oferecidos em campo aberto (Lv 17:3-5). […] Há duas razões principais para a proibição de sacrificar nos altos: (1) manter os israelitas longe dos lugares onde o culto idólatra era realizado; (2) evitar que surgissem santuários não autorizados pelo Senhor, onde falsos cultos pudessem ser realizados. CBASD, vol. 2, p. 808.

sacrificava ainda nos altos. Não se deve considerar isto como evidência de culto idólatra nesse período da vida de Salomão. O registro declara que ele “amava ao SENHOR” e estava “andando nos preceitos de Davi”. Contudo, ele não observou as ordens mosaicas que proibiam os sacrifícios, com exceção dos realizados num santuário. Embora essa ordem tenha sido ignorada durante o período dos juízes e mesmo na época de Samuel e Davi (v. 2), Israel estava então num novo momento de sua experiência religiosa. Começava a reconhecer-se que Deus não mais toleraria uma situação que antes havia “passado por alto” (At 17:30). CBASD, vol. 2, p. 808, 809.

Gibeão. Cidade pertencente à tribo de Benjamim, assentada a noroeste de Jerusalém. Bíblia de Estudo Andrews.

uma criança. Salomão não quis dizer que tinha a idade de uma criança, mas que se considerava assim, em experiência. […] Quando subiu ao trono já era casado e, provavelmente, pai. Deduz-se isso porque tinha um filho de 41 anos  (2Cr 12:13) por ocasião de sua morte, após um reinado de 40 anos (1Rs 11:42). CBASD, vol. 2, p. 809.

No início de seu reinado, Salomão tinha por volta de 20 anos. Ao dizer que não passava de uma criança, referia-se à sua inexperiência. Bíblia de Estudo Andrews.

coração compreensivo. A maior necessidade do ser humano é de um coração compreensivo que possa entender seus próprios problemas e carências, bem como a vontade de Deus. […] Uma das principais funções de Salomão seria ouvir casos difíceis que seriam apresentados a ele pelos juízes de primeira instância do país. Como cabeça do povo de Deus, sentiu a grande necessidade da sabedoria divina. Em nenhuma parte há uma compreensão melhor da natureza básica da sabedoria do que nas palavras escritas por ele: “O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria” (Pv 9:10). “O princípio da sabedoria é: Adquire a sabedoria; sim, com tudo o que possuis, adquire o entendimento” (Pv 4:7). CBASD, vol. 2, p. 809.

11 longevidade… riquezas… morte de teus inimigos. Estes eram os desejos típicos de quase todos os reis. Bíblia de Estudo Andrews.

12 faço. Deus prometeu sabedoria, riquezas, glória e uma vida longa a Salomão. O restante da narrativa mostra o cumprimento dessas promessas. Bíblia de Estudo Andrews.

coração sábio e inteligente. A sabedoria de Salomão parece ter sido tanto moral como intelectual. Era uma sabedoria prática, com respeito a todos os aspectos da vida, das coisas e do coração humano, das obras e da vontade do criador. CBASD, vol. 2, p. 809, 810.

13 até o que não Me pediste Eu te dou. Deus confirma sabedoria ao pedido de Salomão. Ele humildemente pediu sabedoria, o que traria em seu rastro todas as outras bênçãos da vida. … Essa é a grande lei básica do governo divino, sobre a qual Jesus disse: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6:33). CBASD, vol. 2, p. 810.

15 era sonho. Não um sonho qualquer, mas um sonho de Deus. Salomão teve plena certeza de que o sonho foi uma revelação divina e que estivera em contato com Deus. Ele estava tão certo disso, que imediatamente após seu regresso à capital, pôs-se perante a arca e ofereceu sacrifícios a Deus. Os resultados mostram que ele estava certo e que tinha recebido uma mensagem diretamente do Senhor. CBASD, vol. 2, p. 810.

26 amor materno. O radical da palavra hebraica usada neste texto está ligado ao útero da mãe. Bíblia de Estudo Andrews.

28 fazer justiça. Esta era a principal tarefa de um rei. O título real mais cobiçado dos tempos antigos era “o rei justo”. Bíblia de Estudo Andrews.



1Reis 03 — Rosana Barros by Ivan Barros
4 de fevereiro de 2026, 0:45
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“Dá, pois, ao Teu servo coração compreensivo para julgar o Teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; pois quem poderia julgar a este grande povo?” (v.9).

De todos os dons que o Senhor concede aos que O buscam, a sabedoria é a promotora da justiça. O discernimento entre o bem e o mal não exime o homem de pecar, nem o autoriza a contemplar o mal sob o pretexto de conhecê-lo. No entanto, quando o mal se manifesta, temos duas escolhas: rejeitá-lo ou aceitá-lo. Salomão iniciou seu reinado casando-se com a filha de Faraó e “sacrificava ainda nos altos e queimava incenso” (v.3). Apesar de suas fraquezas, seu maior desejo era edificar um reino justo no temor de Deus, e o Senhor lhe concedeu a oportunidade de realizá-lo.

Vendo o amor que Salomão Lhe devotava, o Senhor apareceu a ele em sonho e disse: “Pede-Me o que queres que Eu te dê” (v.5). Que privilégio ter diante de si a Majestade dos céus e Seus celeiros abertos, prontos para derramar bênçãos sem medida! Do pedido de Salomão dependia o bem-estar de toda a nação. Ao pedir um coração compreensivo para julgar, o Senhor lhe concedeu um singular “coração sábio e inteligente” (v.12). Uma dádiva que nos alcança até hoje através dos livros de Provérbios, Cantares e Eclesiastes.

Competia a Salomão, porém, obedecer às leis de Deus para desfrutar de longevidade. Como fora com Davi, Deus desejava ser com ele, mas a sabedoria recebida precisava manifestar-se em suas obras. Seu veredito na disputa entre as duas meretrizes tornou-se afamado e sua sabedoria aclamada em todo o Israel. No entanto, seu poder de influência não poderia ser maior do que seu desejo de servir a Deus e prestar-Lhe honra. Salomão era sábio, mas suas escolhas nem sempre refletiram isso, pois o benefício dos dons depende estritamente do uso que fazemos deles.

Cientes dessa verdade, temos nós buscado diligentemente o melhor aproveitamento dos dons espirituais? Diante da diversidade de presentes do Céu, Paulo aconselha: “procurai, com zelo, os melhores dons” (1Co.12:31). Não se trata de buscar o benefício próprio, mas o que Deus deseja realizar em nós para o bem do próximo. Salomão pediu sabedoria para julgar o povo com prudência. Quando agimos com genuíno altruísmo, o Senhor vai além da nossa imaginação e nos diz: “até o que Me não pediste Eu te dou” (v.13).

Há sempre uma janela de oportunidade aberta aos que, de coração sincero, desejam viver a vontade de Deus. O Espírito Santo está pronto para conceder o “coração compreensivo” (v.9) necessário para trabalhar em prol daqueles que perecem no pecado. Precisamos ser missionários da cruz de Cristo, embaixadores do reino onde habita a justiça. Nossa vida, escondida em Cristo, deve revelar o Seu caráter, de modo que as pessoas sintam profundo respeito ao verem que há em nós “a sabedoria de Deus, para fazer justiça” (v.28). A sabedoria não é nossa, mas de Deus; assim como a justiça pertence ao “Senhor, Justiça Nossa” (Jr.23:6).

Amados, se andarmos nos caminhos do Senhor, guardando Seus mandamentos, Ele prolongará nossos dias pela eternidade. Isso não é barganha ou mérito, mas o ato de seguir as pegadas do Mestre até chegar onde Ele está, e de onde nos diz: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22:12). Como Salomão, peçamos um coração sábio, pois “os que forem sábios resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente” (Dn.12:3). Permita que o Espírito viva em você para ser uma sábia testemunha de Jesus, “esperando e apressando a vinda do Dia de Deus” (2Pe.3:12).

Querido Pai do Céu, o Teu chamado para cada um de nós consiste em primeiro estarmos dispostos a ser guiados pelo Espírito Santo em nossos pedidos e anseios. Como necessitamos de um coração compreensivo nestes dias finais e decisivos! Por isso, clamamos, Senhor, que nos conceda a sabedoria necessária para conduzirmos muitos à justiça! Concede-nos um coração puro e movido pela alegria de povoar o reino dos céus! Nós Te amamos! Volta logo! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, sábios de Deus!

Rosana Garcia Barros

#1REIS03 #1REIS3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I REIS 3 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de fevereiro de 2026, 0:30
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I REIS 3 – Uma das melhores coisas que um pai pode fazer pela vida de seu filho é incentivá-lo a observar as instruções do Pai Celestial contidas nas páginas da Bíblia (Deuteronômio 4:40; 5:1; 11:1-12:32; 17:14-20; 29:29).

Foi isso que Davi fez; todo pai que almeja o sucesso do filho deve fazê-lo (I Reis 2:1-11). Contudo, a responsabilidade última é do filho. Salomão casou-se com uma egípcia, filha de Faraó. Assim, começava a estabelecer seu reino através de alianças políticas internacionais (I Reis 3:1-2). “Os casamentos diplomáticos eram sinais de poder e influência. Atendiam a objetivos políticos e econômicos. É provável que o faraó fosse Sianum, que deu como dote à filha a cidade de Gezer… A esposa de Salomão habitou [na cidade de Davi] até Salomão construir um palácio para ela em outro lugar em Jerusalém” (Comentário Bíblia Andrews).

Considere:

• Esse casamento com a filha de Faraó era da vontade de Deus?
• Estava Salomão pautando-se na revelação divina nesta decisão matrimonial?
• Práticas pagãs de governo estavam influenciando mais a Salomão do que Deus?
• Seria tal decisão reflexo negativo da falta de modelo paternal na questão matrimonial?

William MacDonald observa que, “apesar de ser conveniente em termos políticos”, o casamento de Salomão “foi contrário à lei de Deus e trouxe consequências espirituais desastrosas. Daqui em diante, o harém de Salomão cresceu até chegar a abrigar centenas de mulheres pagãs”. E, infelizmente, “na tentativa de se aliar a diversas potências estrangeiras”, finalmente “o rei se afastou do Senhor (11:1-8)”.

Além do jugo desigual, Salomão era relapso na fidelidade a Deus. Ele “amava ao Senhor”, todavia, “oferecia sacrifícios e queimava incenso em lugares sagrados” (I Reis 3:3). Embora não evidenciasse culto idólatra, já mostrava concessão nos planos divinos. “Essa mistura do sagrado com o profano foi o primeiro passo na prática de Salomão que o levou o supor que o Senhor não era tão meticuloso com respeito à adoração de Seu povo”, expressa Ellen White.

Visando impedir a tragédia de Salomão, Deus aproveitou seu momento de oração para oferecer recursos que fariam de Salomão um ícone da bênção celestial (I Reis 3:4-28). Deus lhe daria sabedoria, riqueza e prosperidade!

Deus está atento a tudo – Ele age para nos ajudar a evitar os caminhos do mal! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.