Reavivados por Sua Palavra


MATEUS 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
12 de maio de 2021, 12:00
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TEXTO BÍBLICO MATEUS 14Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 14 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

MATEUS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR. ADOLFO SUÁREZ (link externo)

COM. VÍDEO PR. VALDECI JÚNIOR (link externo)

COM. VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

COM. VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)



MATEUS 14 by Jobson Santos
12 de maio de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/mt/14

Imediatamente após a decapitação de João, Jesus procurou um lugar para ficar sozinho. Ele se sentiu muito triste por seu primo. No entanto, uma multidão afluiu para o planejado lugar de descanso. Jesus manifestou compaixão para com todos, especialmente para com os que seguiram a João. Ele, então, começa a curá-los de suas doenças; os alimenta espiritual e fisicamente. Em meio a Sua tristeza e dor pessoal, Jesus atende às necessidades do povo. Jesus sabia que João estaria com Ele novamente algum dia, porque a dor e a morte nunca foram parte do plano de Deus.

O clímax deste capítulo é a figura de Jesus caminhando sobre as águas em direção aos discípulos. Eles estão com medo, e questionam o que vêem. Eles não reconhecem Jesus e especulam – em sua ignorância – se é um “fantasma”, talvez até mesmo o de João Batista. Mas Jesus se identifica. Eles agora estão cheios de paz e admiração.

Você pode ter certeza de que, quando Jesus fala conosco, Ele não nos deixará confusos, cheios de questionamentos. Ele nos dá conforto e paz. E se estamos passando por algum sofrimento, ou enfrentando uma perda temporária, Ele é a nossa ESPERANÇA.

Joey Norwood Tolbert
Cantora e compositora cristã

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1189
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



MATEUS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
12 de maio de 2021, 0:50
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1865 palavras

1 tetrarca Herodes. Tetrarca, gr tetrarques, significa “quem rege uma quarta parte”. [A Palestina havia sido dividida em quatro partes, e ele havia recebido duas delas: Galileia e Pereia.]. Bíblia Shedd.

Herodes Antipas era o filho de Herodes o Grande, que ordenou a matança dos bebês de Belém (2:16). … Foi Herodes Antipas que escutou o caso contra Jesus antes de Sua crucifixão (Lc 23.6-12). Andrews Study Bible.

a fama de Jesus. Depois das maravilhosas viagens de Jesus pela Galileia, surgiram muitas ideias a respeito dEle, cf. 16.13-14. A consciência supersticiosa e culpada de Herodes apontava logo para a teoria de que Jesus seria João Batista ressurreto. Bíblia Shedd.

3 O cárcere da fortaleza de Maquero, perto do mar Morto, era bem visível, se olhado do magnífico palácio de Herodes Antipas. Duas masmorras escuras, fortes e profundas podem ser vistas até hoje. Ali ficara o profeta, que ministrara ao ar livre, durante um ano inteiro. Bíblia Shedd.

Herodes … mulher de Filipe, seu irmão. A genealogia de Herodes é confusa, com múltiplos casamentos, casamentos de parentes próximos e uso de nomes semelhantes. Bíblia de Genebra.

4 O caso envolve certas complicações de divórcio e incesto. Herodias era descendente de Herodes, o Grande, e esposa de Herodes Filipe [seu tio], de quem se divorciou para casar com Herodes Antipas [irmão de Herodes Filipe], seu [outro] tio . Este, para a receber como esposa, divorciou-se de sua esposa anterior que era filha de Aretas, rei da Arábia, da porção então chamada Nabateia. Bíblia Shedd.

Herodes Antipas, quando hospedado no lar desse casal [Herodes Filipe e Herodias], persuadiu Herodias a abandonar o marido e ser esposa dele. O casamento com a esposa do irmão, enquanto o irmão ainda vivia, era proibido pela lei mosaica (Lv 18.16). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Herodias buscou vingança [pela denúncia de João quanto ao casamento de Herodes Antipas e Herodias] pedindo a cabeça de João Batista. Andrews Study Bible.

a filha de Herodias. Filha de um casamento anterior ao de seu casamento com Herodes Filipe. Segundo Josefo, o nome da filha era Salomé e ela, posteriormente, se casou com outro filho de Herodes, o Grande: Felipe, tetrarca de Itureia e Traconites (Lc 3.1). Bíblia de Genebra.

Nessa ocasião, Salomé era jovem em idade de casar. Sua dança era sem dúvida lasciva, e a apresentação agradou tanto a Herodes quanto aos seus convidados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

prato. Tratava-se de uma travessa de madeira em que eram servidas as carnes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 ouvindo isto. Parece que Jesus recebeu a notícia da morte de João no final da terceira viagem pela Galileia, ao retornar de Cafarnaum. Mateus se refere a isso como uma das razões que fizeram Jesus ir para o outro lado do lago (ver com. de Mc 6:30). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 434, 435.

13, 14 Jesus, ao atravessar o mar da Galileia, indo de Cafarnaum a Betsaida Júlia deixava os territórios de Herodes Antipas, e entrava numa parte deserta do território de Felipe. Bíblia Shedd.

15-21 Do mesmo modo como Deus providenciou maná no deserto para Israel, assim Jesus providenciou pão para o povo, numa região remota. Bíblia de Genebra.

…é o único milagre registrado em todos os quatro Evangelhos. É, portanto, o mais importante milagre que Jesus realizou. Ele recorda o milagre do maná que alimentou os israelitas no lugar ermo [de wilderness, não desert], o milagre de Elias e o óleo da viúva (2Rs 4:1-7), e a alimentação dos 100 homens de Elias com pães de centeio e alguns recém colhidos grãos (2Rs 4:42-44). Também antecipava a Santa Ceia. … O milagre também antecipa o grande banquete escatológico no fim dos tempos – um banquete amplamente mencionado nos escritos apocalípticos tanto judeus como cristãos. O milagre também demonstrou o ministério holístico de Jesus que reconhecia as necessidades físicas e econômicas de Seu povo. Andrews Study Bible.

17 Os pães e peixes eram o lanche de um único menino (Jo 6.9). Bíblia Shedd.

21 sem contar mulheres e crianças. Somente Mateus registra esse pormenor. Estava escrevendo aos judeus, que não permitiam que mulheres e crianças comessem junto com os homens em público. Por isso, estavam em lugar separado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

22 insistiu com (NVI. ARA: compeliu). A palavra grega empregada aqui é enfática. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Decerto era para escudar os discípulos de serem arrebatados pela tentação de querer ver a Jesus como Rei (Jo 6.15). Bíblia Shedd.

Do gr. anagkazo, “compelir” ou “obrigar” (ver com. de Lc. 14:23). Essa foi a primeira vez em que Jesus achou necessário falar aos discípulos com tal autoridade e força (DTN, 378). As palavras eutheos, “imediatamente” e  anagkazo “compelir”, indicam tanto pressa e urgência da parte de Jesus, quanto hesitação e relutância da parte dos discípulos. A razão para essa relutância está clara em João 6:15 [“Sabendo, pois, Jesus que estavam para vir com o intuito de arrebatá-Lo para O proclamarem rei, retirou-Se novamente, sozinho, para o monte”] (ver DTN, 377, 378; ver com. Mc 6:42). Convencida de que Jesus era o Messias prometido ou o Libertador de Israel, a multidão estava inclinada a coroá-Lo rei ali mesmo. Percebendo o sentimento da multidão, os discípulos tomaram a iniciativa e estiveram a ponto de proclamá-Lo rei de Israel. Judas foi o primeiro dos doze a perceber a importância do sentimento popular e foi ele quem iniciou o projeto de coroar a Cristo como rei (DTN, 718). Essa ação precipitada teria feito concluir prematuramente a missão terrena de Cristo. Foi necessária uma ação imediata e decisiva da parte de Jesus a fim de apaziguar o sentimento popular do povo e controlar os discípulos. CBASD, vol. 5, p. 435.

23 a fim de orar. Nos montes, Jesus passou várias horas (ver DTN, 379), contudo, não perdeu de vista os discípulos no lago (ver DTN, 381). Nessa ocasião, Sua oração teve um propósito duplo: primeiramente por Si mesmo, para que soubesse como tornar claro o verdadeiro propósito de Sua missão ao povo; e, em segundo lugar, por Seus discípulos, devido à prova e desilusão pela qual passariam.  CBASD, vol. 5, p. 435.

orar sozinho. O segredo de como se pode ser guiado mais efetivamente por Deus do que pelos exemplos e pensamentos dos homens. Bíblia Shedd.

Lá estava Ele só. Não no sentido físico, apenas. Jesus estava “só” também no sentido de que nem os discípulos O compreendiam. No silêncio dos montes e sob o céu estrelado, Jesus teve comunhão com o Pai (ver com. de Mc 1:35).  CBASD, vol. 5, p. 436.

24 a muitos estádios da terra. Os discípulos tinham remado entre 25 a 30 estádios (Jo 6:19), de quatro a cinco quilômetros quando Jesus os alcançou. Em circunstâncias normais, teriam percorrido esta distância em mais ou menos uma hora, mas nessa ocasião levaram aproximadamente oito horas … Isto é uma evidência do forte vento que eles encontraram enquanto cruzavam o lago.  CBASD, vol. 5, p. 436.

o vento era contrário. Se os discípulos tivessem cruzado o lago quando Jesus lhes disse para irem, talvez tivessem escapado da tempestade. Mas sua obstinação fez com que demorassem para partir, até que fosse quase noite (ver DTN, 379, 380). Cerca de oito horas depois … estavam lutando pela vida. Judas tinha encabeçado o projeto de tornar Cristo rei à força e, sem dúvida, se ressentiu mais que os outros com a ordem de embarcarem para o outro lado antes do Mestre… À medida que os discípulos, em obediência a Cristo, saíam para cruzar o lago, sentimentos de humilhação, desapontamento, ressentimento e impaciência lhes perturbavam o coração. Pode-se dizer que a hesitação na praia produziu a descrença. O vento era contrário assim como o coração deles; mas, pela providência divina, o mar tempestuoso se tornou o meio de acalmar a tempestade interior. CBASD, vol. 5, p. 436

25 alta madrugada (NVI). Das 3 às 6 horas (quarta vigília [cf. ARA]). Segundo o cálculo romano, a noite era dividida em quatro vigílias: 1) das 18 às 21 horas, 2) das 21 horas à meia noite, 3) da meia-noite às 3 horas e 4) das 3 às 6 horas (v. nota em Mc 13.35 [onde Jesus cita as quatro vigílias quando o “dono da casa” irá voltar]). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Entre três e seis horas da manhã. A primeira processava-se das 18 às 21 h; a segunda das 21 às 24; e a terceira ia até às 3. Bíblia Shedd.

Os romanos tinham quatro vigílias noturnas. … Os judeus tinham três vigílias noturnas. … Eram horas aproximadas porque mecanismos de medida do tempo ainda não eram comuns no mundo antigo. Andrews Study Bible.

foi Jesus ter com eles. Por toda a noite, Ele não os perdeu de vista, e Jesus foi ter com eles apenas quando desistiram de lutar e clamaram por socorro. CBASD, vol. 5, p. 436

26 aterrados. É provável que a crença em fantasmas fosse comum (ver Josefo, Guerra dos Judeus, i30.7 [599]). Ao que parece, a superstição popular não tinha sido apagada por completo da mente dos discípulos. CBASD, vol. 5, p. 436.

é um fantasma! Do gr. phantasma, “uma aparição”. Um phantasma era algo que não podia ser explicado com base no fenômeno natural. CBASD, vol. 5, p. 436.

28 respondendo-Lhe Pedro. Pedro era responsável pelo negócio de pesca no qual pelo menos quatro dos discípulos estavam envolvidos antes de se tornarem seguidores de Jesus (ver com. de Mc 3:16). … Seu espírito natural de liderança, nesta ocasião como em muitas outras, levou à confiança demasiada e a uma atitude impulsiva e desajuizada. CBASD, vol. 5, p. 437

29 andou por sobre as águas. Pedro saiu do barco com fé. Foi a fé que o susteve nas águas da Galileia. Mas a fé estava operante apenas enquanto mantivesse o olhar fixo em Jesus. CBASD, vol. 5, p. 437.

30 Reparando, porém, na força do vento. Parece que Pedro tinha esquecido, por um momento, do vento e das ondas. À medida que seus pés se acostumavam a caminhar na superfície da água, ele evidentemente pensou em seus companheiros no barco e imaginou o que eles achavam de sua mais nova habilidade. Ao olhar de volta para o barco, perdeu Jesus de vista. Nesse momento, eles estava entre duas ondas e quando voltou seu olhar de novo na direção de Jesus já não pôde vê-Lo (ver DTN, 381). Tudo o que viu foi a agitação das ondas e o vento. Naquele breve instante, o orgulho minou sua fé, e ele não pôde mais se manter em pé. CBASD, vol. 5, p. 437

teve medo. Não precisamos temer enquanto mantivermos nosso olhar fixo em Jesus e confiarmos na graça e no poder dEle, mas quando olhamos para o eu e para os outros temos boas razões para temer. CBASD, vol. 5, p. 437.

33 O adoraram. Essa foi a primeira, embora de forma alguma a última, ocasião (ver Mt 20:20; 28:9; Lc 24:52) em que os discípulos adoraram a Cristo. … Mas nesse caso, os discípulos confessaram pela primeira vez que Jesus era Filho de Deus e Lhe prestaram a adoração que se prestava a Deus. Além disso, Jesus aceitou a adoração deles. Talvez, essa confissão de fé tenha sido a mais significativa, tendo em vista as dúvidas e temores dos discípulos durante a noite anterior. CBASD, vol. 5, p. 437, 438.

Filho de Deus. Este título reconhece o caráter messiânico de Jesus e a manifestação do Seu poder divino. … Aplicado a Jesus, o título reflete o relacionamento único de Jesus com o Pai [sobre Mt 16,16]. Bíblia de Genebra.

34 Genesaré. A planície sobre a qual se situava Cafarnaum. Bíblia Shedd.

Ou a planície estreita, com uns 6,5 km de extensão e 3 km de largura, do lado ocidental do mar da Galileia, perto da extremidade norte. … Esta planície era considerada lugar ajardinado da Palestina, fértil e bem irrigado. Bíblia de Estudo NVI Vida.



MATEUS 14 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de maio de 2021, 0:45
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“E, despedidas as multidões, subiu ao monte, a fim de orar sozinho. Em caindo a tarde, lá estava Ele, só” (v.23).

Após enfrentar a rejeição de Seu povo em Nazaré, Jesus teve de enfrentar outro duro golpe: a notícia da morte de João Batista. Atendendo a um capricho de sua enteada, Herodes “deu ordens e decapitou a João no cárcere” (v.10). João foi odiado por chamar o pecado pelo nome, advertindo o tetrarca sobre seu relacionamento pecaminoso. O ódio instalado no coração de Herodias só aguardava a oportunidade perfeita para consumá-lo na morte do profeta. Ao ouvir o que tinha acontecido, Jesus procurou sair dali “para um lugar deserto, à parte” (v.13). Seu coração deveria estar despedaçado e necessitado do conforto do Pai. Contudo, ao desembarcar, “viu Jesus uma grande multidão, compadeceu-Se dela e curou os seus enfermos” (v.14).

O primeiro instrumento do Pai para confortar Seu Filho amado foi cercando-O de pessoas que necessitavam de Seu auxílio. Ao curar e alimentar milagrosamente aquelas pessoas em um lugar deserto, Suas obras testificaram do testemunho de João Batista e fortaleceram a fé daqueles que O seguiam, sobrando exatamente “doze cestos cheios” (v.20) de alimento, uma bonita representação do ministério dos apóstolos. Ainda assim, Jesus precisava de um momento sozinho, o que conseguiu ao findar do dia. Esses momentos preciosos eram de muito valor para o nosso Salvador, que os empregava em orações e súplicas a fim de ser fortalecido em favor da humanidade caída. Jesus não somente sofria um desgaste físico, mas principalmente emocional ao ter que lidar com tantas mazelas e sofrimentos. Que contraste das multidões de enfermos com os milhares de anjos que O adoravam no reino celeste!

Contudo, a Sua necessidade de ficar sozinho não era maior do que a necessidade daqueles que precisavam dEle. E como escreveu o salmista: “Pelo mar foi o Teu caminho; as Tuas veredas, pelas grandes águas” (Sl.77:19), Jesus foi Se encontrar com os discípulos “andando por sobre o mar” (v.25). Mas o desespero deles de ver o barco sendo “açoitado pelas ondas” (v.24) não foi maior do que o de ver o vulto de alguém andando sobre as águas. A revelação de Jesus e a incomum caminhada de Pedro nos revelam importantes lições: ainda que pareça estar tudo dando errado, Jesus está sempre por perto para nos confortar; mesmo que tenhamos que enfrentar a fúria das tempestades da vida, se clamarmos pelo auxílio de Deus, Ele “prontamente” (v.31) estende a Sua mão para nos socorrer, entra no barco da nossa vida e faz cessar a tormenta.

Como os habitantes de Genesaré, precisamos exercitar a fé em Cristo de simplesmente “tocar na orla de Sua veste” (v.36) até aquela de quem aguarda ser “vestido de vestiduras brancas” (Ap.3:5). A morte e o luto têm batido à porta de inúmeras casas todos os dias. E como Jesus Se entristeceu com a morte de João e desejou estar sozinho, muitos têm passado pela mesma angústia. Mas o encontro dEle com as multidões enfermas e famintas e Sua subida ao monte para falar a sós com o Pai nos ensinam o método divino de suportar o luto: tendo compaixão de quem necessita e uma vida de comunhão com Deus. Ou seja, seguindo o exemplo de Cristo Jesus.

Jesus sempre conservava em Seu rosto um sorriso de aceitação e olhar de simpatia. Mesmo nos momentos mais difíceis de Seu ministério, servia com amor sem manifestar qualquer tipo de preferência ou rejeição. Não buscava reconhecimento no que fazia, mas, “erguendo os olhos ao céu” (v.19), sempre buscava fazer a vontade do Pai que está nos Céus. Se o Filho de Deus assim agia, quanto mais nós devemos nos ocupar tão-somente em manter nossos olhos fixos no alto para que nossa visão horizontal seja santificada. Ajudar uns aos outros e orar uns pelos outros, como bem disse Jesus no sermão do monte, não devem ser obras meritórias, e sim o resultado de uma vida escondida em Deus. Como a lâmpada não acende por vontade própria, nossa luz nunca brilhará se não estivermos conectados à Fonte.

João Batista, o maior profeta que já pisou sobre a Terra, foi preso injustamente e morto de forma cruel. O ministério de Jesus consistia em dias inteiros lidando com enfermos e endemoniados, pouco descanso e a desgastante perseguição dos líderes religiosos. O que nos faz pensar que uma vida cristã cômoda é sinal de bênção? Logo as fogueiras da perseguição serão reacendidas. Estamos prontos para enfrentar os machados dos verdugos ou para percorrer a Terra em busca dos restantes que necessitam do alimento espiritual? O tempo que se aproxima se assemelha à tempestade de vento que açoitava o barco. Como foi com Pedro, nossa fé será provada e não poucas vezes parecerá submergir. Mas se estivermos dispostos a clamar: “Senhor, salva-me!” (v.30), certamente e “prontamente” (v.31), seremos elevados pela destra do nosso Redentor. Pare de reparar “na força do vento” (v.30) e olhe para Jesus! Então, venha o que vier, estaremos ocupados adorando Aquele que faz cessar o vento. Vigiemos e oremos!

Bom dia, homens e mulheres de fé!

* Oremos pela chuva serôdia em nossa vida. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Mateus14 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
12 de maio de 2021, 0:40
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MATEUS 14 – O pecado continuado silencia a consciência e abre as portas para a imoralidade descarada. E, ainda pior que isso, é desprezar, maltratar e até matar quem se levanta para denunciar tais atos perversos. Assim agiram Herodes e sua família.

Leia Mateus 14, depois debruce nesta reflexão:
“Depois da morte de Herodes, o Grande, a Palestina foi dividida entre seus filhos […]. Herodias era filha de Aristóbulo, outro filho de Herodes, o Grande; desse modo, ao unir-se com Filipe, ela estava se casando com o próprio irmão de seu pai. O que precipitou a prisão de João Batista foi o fato de que Herodes Antipas (outro tio de Herodias) convenceu Herodias a deixar seu marido (irmão dele) para se casar com ele (Mc 6.17) configurando assim um incesto, bem como uma violação de Lv 18.16. João irou-se com o fato de que um governador de Israel pudesse cometer um pecado como esse de maneira tão aberta e, assim, repreendeu Herodes de modo severo (v. 4). Por causa disso, foi preso e, mais tarde, morto (Mc 6.14-29)” (John MacArthur).

“Salomé, filha de Herodias e Filipe. De acordo com o historiador judeu Josefo, ela se casou com outro filho de Herodes, o Grande (o irmão de seu pai e tio de sua mãe), entrelaçando ainda mais a teia de incesto nessa família” (MacArthur).

Observe estes pontos:
• Denunciou? Complicou-se! Quem denuncia imoralidade, impiedade e promiscuidade corre sério risco de sofrer humilhações, prisões e até martírio; consequentemente, muitos pregadores agradam seu público não pregando a verdade como ela é realmente na Bíblia (vs. 1-14).
• Apesar dos atos miraculosos, misericordiosos e amorosos de Cristo, muitos O odeiam e O rejeitam por causa da Sua aversão ao pecado. Jesus alimentou uma multidão (vs. 15-24) e acalmou um agitado mar (vs. 22-36); contudo, em breve enfrentaria situações bem piores que a de João Batista.
• Na história mundial “ninguém sabe ao certo quantos deram sua vida pelo evangelho. O que se sabe é que, por gerações, cristãos foram torturados, perseguidos, esquartejados, queimados, mortos à espada e jogados aos leões… Ao ouvi-los, a multidão enfurecida acusava-os de heresia”. Pela falta de cristãos como João Batista, “hoje, Jesus é uma logomarca. Um discurso, qualquer emblema. Há todo tipo de Cristo para agradar a clientela. Basta escolher” (Douglas Reis).

Hoje, faltam-nos Joões Batistas!

Caiamos de joelhos, clamemos: “Senhor, reaviva-nos. Dá-nos poder espiritual” – Heber Toth Armí.



MATEUS 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
11 de maio de 2021, 1:10
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TEXTO BÍBLICO MATEUS 13 – Primeiro leia a Bíblia

MATEUS 13 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

MATEUS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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MATEUS 13 by Jobson Santos
11 de maio de 2021, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/mt/13

Semear em terreno pedregoso e espinhoso pode ser justificável, dependendo do terreno que o agricultor tem para trabalhar. Ainda assim, qualquer pessoa que tenha feito jardinagem ou agricultura sabe que é melhor limpar a terra e preparar o solo para a semente. Ninguém gosta de ver sementes indo para o lixo. Será que através dessa parábola Jesus estava dando uma ideia da frustração que é para o céu, especialmente para Seu Pai, a semeadura da Palavra de Deus em solo que pode produzir retornos insignificantes?

O que pode justificar Deus continuar enviando Seus profetas para trabalharem em prol de pessoas cujo coração é de pedra? O que pode justificar Deus plantar o Seu Filho em um mundo onde Satanás rapidamente se intromete e destrói Seu ministério? A justificativa pode ser o fato do Semeador saber que Ele tem pouco tempo para plantar as sementes. A existência de pelo menos um solo bom é motivo suficiente para o Semeador continuar espalhando as sementes. A frustração de Deus nasce do amor que Ele tem por um mundo agonizante. Deus prefere lançar neste mundo todos os meios de salvação do que perder uma alma para o inimigo.

Shaun Brooks
Pastor, Conferência Georgia-Cumberland, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1188
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



MATEUS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de maio de 2021, 0:50
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1455 palavras

1 Naquele mesmo dia. Os eventos registrados em Mateus 8:18 a 27 se deram ao final desse mesmo dia … Embora não haja provas de que, nesse dia, Jesus estivesse mais ocupado do que nos demais, o registro completo dele ganhou o nome de “o dia cheio”. Foi um desses dias comuns em que Jesus mal tinha tempo para comer ou descansar. Andrews Study Bible.

parábolas. Nossa palavra “parábola” provém do grego parabole, que significa “disposição lado a lado” – portanto, comparação ou ilustração. … Os evangelhos sinóticos [“semelhantes”, Mt, Mc e Lc] contém cerca de 30 dessas histórias. O evangelho de João não contém parábolas, mas emprega outras figuras de linguagem. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Embora o termo “parábola” possa ter uma ampla gama de significados, as “parábolas” de Jesus são um ensino distintivo feito por meio de breves comparações ou narrativas. Em geral elas tem um ponto ou ideia central. A maior parte das parábolas de Jesus é clara, mas contém também uma profundidade de sentido, que somente quem tem um correto relacionamento com Jesus pode compreender. É só aos discípulos que Jesus dá a interpretação da parábola do semeador (vs 18-23) e da parábola do joio (vs. 36-43). Ao ímpio falta a compreensão deste mais profundo significado, porque ele não mantém com Deus um relacionamento apropriado, e este fato obscurece seus pensamentos e seus corações (Rm 1.21). Bíblia de Genebra.

Parábolas era amplamente usadas à época de Jesus, especialmente pelos rabis. Andrews Study Bible.

à beira. Por causa da superfície dura do caminho, a semente fica exposta e não tem sequer a chance de germinar. Os ouvintes da beira do caminho são superficiais, sobre os quais a verdade do evangelho não tem efeito. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, p. 423.

terreno pedregoso (NVI. Rochoso, ARA). Não terreno coberto de pequenas pedras, mas área de rocha maciça com fina camada de terra. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A semente do evangelho que cai no coração de ouvintes representados pelo solo rochoso encontra terra suficiente para germinar, mas de pouca profundidade e, com isso, o efeito do evangelho é no máximo superficial. O evangelho toca as emoções dessas pessoas, que reagem a ele prontamente, mas essa impressão passa da mesma forma que as instáveis emoções que as causaram. … Não estão dispostos a encarar o fato de que seus hábitos devem ser mudados. … a única esperança para os ouvintes de solo pedregoso é nascer de novo (PJ, 48). CBASD, vol. 5, p. 423, 424.

espinhos. Em Lucas, Jesus define os espinhos da vida do cristão como os”cuidados, riquezas e deleites da vida” (Lc 8:14; cf. Mt 13:22). … Tais pessoas se tornam tão atraídas por este mundo que não têm tempo de se preparar para a eternidade. … Os ouvintes do solo espinhoso precisam de uma transformação moral. CBASD, vol. 5, p. 424.

deu fruto. O fruto do Espírito manifestado exteriormente é evidência de uma experiência cristã saudável. … O cristão de êxito não depende de circunstâncias; ele persevera até o fim (ver Mt 24:13). CBASD, vol. 5, p. 424.11

a vós outros … mas àqueles. os “mistérios” do reino são coisas que foram indicadas, de um modo velado, no Antigo Testamento, mas agora são tornadas claras aos discípulos, com a vinda do Rei. Bíblia de Genebra.

mistérios. Conhecimentos mais profundos sobre as verdades espirituais. Bíblia Shedd.

13 porque, vendo. Em Mateus, as parábolas de Jesus são apresentadas em resposta à descrença e à incapacidade do povo de entender. Bíblia de Genebra.

15 para não suceder que. Não era a vontade de Deus que alguém estivesse nessa condição, nem que não pudesse entender e ser convertido. A condição dos líderes judeus foi resultado natural de sua própria conduta e modo de vida. … Na verdade, foi Satanás que “cegou o entendimento dos incrédulos” (ver 2Co 4:4). Não é a luz do Céu que cega o ser humano, mas sim as trevas (ver 1Jo 2:11). CBASD, vol. 5, p. 426.

23 é o que ouve a palavra e a compreende. Há em última análise, só duas espécies de terreno: aquele que genuinamente recebe a palavra para produzir fruto e aquele que não a recebe. Bíblia de Genebra.

25 joio. O joio é uma planta que se confunde com o trigo, crescendo juntamente com ele, e só se distingue quando vem a época da ceifa, quando então o trigo revela o seu valor, produzindo cereal comestível. Bíblia Shedd.

Esta parábola é exclusiva de Mateus e ilustra o caráter misto da igreja. … rejeita as restrições dos essênios que separavam os justos dos injustos em suas comunidades. Andrews Study Bible.

31, 32 semelhante a um grão de mostarda … a menor … a maior.  O grão de mostarda não é a menor semente conhecida hoje, mas era a menor que os agricultores e jardineiros da Palestina semeavam, e em condições favoráveis a planta podia alcançar uns 3m de altura. Bíblia de Estudo NVI Vida.

As coisas de Deus podem parecer pequenas no mundo, contudo tem grande resultados. Certamente o reino de Deus, naquele ponto da história, parecia ser nada em comparação com Roma; contudo, ele provaria ser muito maior. Bíblia de Genebra.

32 seus ramos. Provável alusão a Dn 4.21 [Sonho de Nabucodonosor]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A figura de uma árvore com pássaros se aninhando em seus ramos lembra Ez 17.23, onde os pássaros representam as nações gentílicas refugiando-se no Messias, e participando das bênçãos da aliança. Bíblia de Genebra.

33 três medidas. As três medidas de farinha representam a maior quantidade de massa que uma mulher conseguia sovar de uma vez. Essa quantidade era suficiente par alimentar cerca de 100 pessoas. Bíblia de Estudo Andrews.

Na Bíblia, o fermento em geral simboliza o perverso ou impuro. Aqui, no entanto, é símbolo de crescimento. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Esta parábola enfatiza o poder transformador invisível do evangelho, especialmente na vida particular do discípulo totalmente entregue a seu mestre, Cristo. Além dessa transformação individual, possivelmente, Jesus aponta para a influência do evangelho que, silenciosamente e com poder, muda a sociedade e a cultura (ou governo, no caso em que os cristãos decididos existem em suficiente proporção). Bíblia Shedd.

43 resplandecerão como o sol. Uma alusão a Dn 12.3, promessa de restauração futura. Bíblia de Genebra.

44-46 Essas duas parábolas ensinam a mesma verdade: o reino tem tanto valor, que a pessoa deve estar disposta a abrir mão de tudo o que possui para obtê-lo. Jesus não estava ensinando que a pessoa pode comprar o reino com dinheiro ou com boas obras. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Jesus, por meio de parábolas, tornou conhecidas as coisas ocultas do reino (v. 35), mas essas coisas permanecem encobertas à maioria das pessoas, que não percebem o seu valor. Porém, como o homem que encontra um tesouro ou o comerciante que negocia com pérolas, aqueles que percebem o valor do reino sacrificarão qualquer coisa para obtê-lo. Bíblia de Genebra.

47-51 A parábola da rede ensina a mesma lição geral da parábola do joio: haverá separação irreversível entre justos e ímpios. A parábola do joio ressalta também que não devemos tentar fazer essa separação agora, pois isso é exclusivamente da alçada do Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

52 todo escriba. Cristo não se refere aos escribas profissionais, ou mestres, de Seus dias, mas aos discípulos no papel de mestres ou “apóstolos” (ver com. de Mc 3:14). “Todo escriba”, neste caso, significa todo homem ou mulher que ensina os tesouros da Palavra de Deus aos outros. CBASD, vol. 5, p. 432.

versado. Literalmente “que foi feito discípulo”, no sentido de ter recebido uma preparação completa daquilo que um discípulo deve saber e entender. CBASD, vol. 5, p. 432.

coisas novas e coisas velhas. Por “velhas”, Cristo se refere a toda vontade de Deus revelada “outrora […] aos pais, pelos profetas” (Hb 1:1; ver com de Dt 31:9; Pv 3:1). Por “novas”, Ele Se refere a Seus ensinos (ver Hb 1:2; ver com. de Mc 2:22; 7:1-13). É importante observar que, nessa ocasião ou em qualquer outra, Jesus nunca depreciou o valor do AT ou insinuou que, no futuro, ele teria menos força (ver com. de M5 5:17, 18; Lc 24:27, 44; Jo 5:39). O AT não foi invalidado pelo NT, mas ampliado e revitalizado. Ambos foram inspirados por Cristo e estão cheios da verdade para quem a busca com sinceridade. O AT revela a Cristo que viria; o NT revela o Cristo que veio. O AT e o NT não se excluem mutuamente nem se opõem um ao outro, como o arqui-inimigo de ambos tem persuadido alguns cristãos a acreditar. Eles se complementam. CBASD, vol. 5, p. 432.

55 filho do carpinteiro. A palavra grega traduzida por “carpinteiro” pode também significar “pedreiro”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

é também um termo geral para significar qualquer artífice ou trabalhador. José pode ter trabalhado com madeira ou pedra. Bíblia de Genebra.

58 a recusa de Jesus em operar muitos milagres em Nazaré não foi porque ele necessitasse de fé por parte do povo para dar-lhe poder, mas porque os milagres são de pouco valor para aqueles que não tem fé (cf 1Co 13.2). Bíblia de Genebra.



MATEUS 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de maio de 2021, 0:45
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“Bem-aventurados, porém, os vossos olhos, porque veem; e os vossos ouvidos, porque ouvem” (v.16).

De diversas formas Deus tem transmitido à humanidade os oráculos do Céu em linguagem que possamos compreender. A fim de anunciar o dilúvio, Ele ordenou a Noé que construísse uma arca. Aquela gigante embarcação tão bem trabalhada e nunca vista antes era o recado de Deus para o mundo de que o dilúvio viria, quer acreditassem quer não. O santuário no deserto era uma maquete ilustrativa do plano da redenção. A serpente levantada no deserto, uma figura do sacrifício salvífico de Cristo. O casamento do profeta Oseias, uma ilustração da infidelidade de Israel. Em todas as épocas, Deus tem suscitado diferentes formas de transmitir a Seu povo mensagens de advertência e salvação.

Apontando para o tempo messiânico, o salmista escreveu: “Abrirei os lábios em parábolas e publicarei enigmas dos tempos antigos” (Sl.78:2). O ensino de Jesus por parábolas foi justificado por Ele como o cumprimento do que também escreveu o profeta Isaías: “Ouvi, ouvi e não entendais; vede, vede, mas não percebais. Torna insensível o coração deste povo, endurece-lhe os ouvidos e fecha-lhes os olhos, para que não venha ele a ver com os olhos, a ouvir com os ouvidos e a entender com o coração, e se converta, e seja salvo” (Is.6:9-10). Parece ser algo tão contraditório se comparado ao ministério de Jesus como um todo. Não é mesmo? As parábolas estavam envoltas em mistério para as multidões, sendo reveladas apenas aos discípulos. O que nos deixa uma lição de fundamental importância: estar com a maioria nem sempre significa estar com a razão.

As multidões que afluíam a fim de ouvir o Mestre estavam tão prontas para aclamá-Lo rei como para arremeter contra a Sua vida. Sua reação dependia do que Jesus realizava. Se multiplicava pães e peixes ou fazia muitos milagres, Jesus era ovacionado. Mas se declarava ser Aquele de quem os profetas escreveram, estavam prontas para precipitá-Lo despenhadeiro abaixo (Lc.4:29). Aquelas multidões representam as sementes lançadas à beira do caminho, em solo rochoso e entre os espinhos. São aqueles que não compreendem a Palavra, os que a recebem com alegria, mas não têm raiz e os que amam mais o mundo do que ao Senhor. Estas três classes fazem parte do mesmo grupo descrito por Isaías: “Porque o coração deste povo está endurecido” (v.15).

A semente do evangelho tem sido lançada em todos os lugares. Em Sua justiça, Deus não deixará que uma pessoa sequer tome por defesa o nunca ter sido alcançada pela oportunidade de conhecê-Lo. Através do bom solo de corações dispostos a amar e servir ao Senhor com alegria, Deus tem espalhado as boas-novas da salvação pela fé em Cristo Jesus “a cem, a sessenta e a trinta por um” (v.23). Os verdadeiros discípulos de Jesus são bem-aventurados porque permitiram ter seus olhos e ouvidos bem abertos à compreensão da verdade que liberta, que santifica e que salva.

Mas a igreja de Cristo ainda é composta de joio e trigo, de peixes bons e de peixes ruins. Nossa missão, no entanto, consiste apenas em plantar e pescar. A colheita e a separação dos peixes pertencem aos anjos subordinados ao Senhor. E isso está bem claro: “Mandará o Filho do Homem os Seus anjos, que ajuntarão do Seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniquidade e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes” (v.41-42). “Assim será na consumação do século: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes” (v.49-50). Amados, se o reino dos céus não for em nossa vida semelhante a um tesouro escondido ou a “uma pérola de grande valor” (v.46); se nosso coração estiver endurecido pelas vaidades deste mundo e maus sentimentos, nunca poderemos entender “todas estas coisas” (v.51), os preciosos mistérios do reino dos céus, porque “os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão” (Dn.12:10).

Aqueles que desejam ardentemente o reino dos céus e habitar para sempre com Jesus, orem comigo neste momento:

Pai de amor, a Ti suplicamos pelo Espírito Santo em nossa vida para que, iluminados por Tua sabedoria, pela fé, possamos Te ver, ouvir a Tua voz e entender todas estas coisas. Em nome de Jesus Te pedimos e Te agradecemos. Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, sábios de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Mateus13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MATEUS 13 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
11 de maio de 2021, 0:40
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MATEUS 13 – Desde o capítulo anterior percebe-se que é mais fácil expulsar demônios de um surdo e mudo do que fazer líderes espirituais enganados enxergar, ouvir e aceitar a verdade como está retratada na Bíblia.

Jesus não perdeu Seu tempo com quem não queria ouvi-lO. Após contar a parábola do semeador (vs. 1-8), declarou: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça” (v. 9).

Por causa dos perturbadores críticos, ignorantes arrogantes, estúpidos religiosos enganados e enganadores, Jesus precisou mudar Sua tática de evangelização. Desta forma, “a polarização das respostas de Jesus obrigou-o a concentrar-se naqueles que continuaram receptivos à mensagem” (Craig L. Blomberg).

Após explicar que estava falando por parábolas (vs. 10-12) para que líderes espirituais charlatães não entendessem (vs. 14-15), Jesus citou Isaías:
Seus ouvidos estão abertos, mas não entendem uma palavra.
Seus olhos estão abertos, mas não veem nada.
Esse povo é cabeça-dura!
Eles tapam os ouvidos com os dedos
para não ter de escutar.
Eles fecham os olhos
para não serem obrigados a ver
e, assim, evitam ficar comigo face a face
e me deixar curá-los.

Depois, Jesus dirigiu-Se ao povo atento: “Mas bem-aventurados os vossos olhos, porque veem, e os vossos ouvidos, porque ouvem. Porque em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes, e não viram; e ouvir o que vós ouvis, e não o ouviram” (vs. 16-17).

Para os mais íntimos, Jesus explicou a parábola do Semeador (vs. 18-23). Na sequência contou outras parábolas:
1. Do trigo e o joio (vs. 24-30);
2. Do grão de mostarda (vs. 31-32);
3. Do fermento que levada à massa (v. 33).

O texto faz pausa, para, novamente explicar e fundamentar a razão pela qual Jesus passou a utilizar parábolas, símbolos e comparações para falar do reino de Deus (vs. 34-35).

Após isso, Jesus explicou a parábola do joio (vs. 36-43) e voltou a contar novas parábolas:
4. Do tesouro escondido (v. 44)
5. Da pérola (vs. 45-46)
6. Da rede (vs. 47-50).

Os novos ensinamentos de Jesus baseados nas antigas revelações (vs. 51-52) impressionaram aos ouvintes dedicados, mas perturbaram outros (vs. 53-58).

A questão deste capítulo é se ouviremos ou não aquilo que o Rei Jesus tem a dizer! Ouviremos Sua mensagem do Reino de Deus? Então, demonstremos… – Heber Toth Armí.




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