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Texto bíblico: II REIS 9 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/9
Jezabel era conhecida por seus atos diabólicos. Após suas mãos sangrentas tomarem a vinha de Nabote, Elias havia profetizado: “Também de Jezabel falou o Senhor: Os cães devorarão Jezabel dentro dos muros de Jezreel “(1 Reis 21:23). Agora, muitos anos depois, quando Jeú clamou a partir do portão de Jezreel, dois ou três eunucos a jogaram no chão, ela morreu na hora e os cães rapidamente comeram sua carne.
Muitas vezes, quando estamos oprimidos e sentimos que nosso sofrimento não tem fim, clamamos a Deus: “Até quando, ó Soberano, santo e verdadeiro, esperarás para julgar os habitantes da terra e vingar o nosso sangue?” (Ap 6:10 NVI). Deus é justo, conhece os nossos sofrimentos, e Ele vai se certificar de que as más ações não fiquem impunes.
Deus também dá às pessoas muitas oportunidades para que mudem seus caminhos e oferece salvação através de Jesus Cristo. Ele está disposto a sofrer as conseqüências de nossos pecados. A Jezabel foram concedidas muitas oportunidades para que se arrependesse, e é somente por isso que o castigo não veio sobre ela imediatamente quando o profeta Elias o pronunciou.
Senhor, eu Te louvo pela tua retidão e justiça!
Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/9
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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409 palavras
17 paz. A palavra hebraica shalom é usada aqui em oposição à palavra rebelião (Andrews Study Bible).
22 a idolatria e as feitiçarias. Ambas passíveis da pena de morte (v. Dt 13; 18:10-12). Enquanto esses males fossem promovidos no Reino do Norte, não poderia haver paz (Bíblia de Estudo NVI Vida).
26 de seus filhos. Esta é a primeira menção da morte dos filhos de Nabote com o pai. Mas, a fim de que Acabe tivesse direito à vinha, era necessário tirar os filhos do caminho. […] A morte de pai e filhos inocentes tornaram este o mais ultrajante de todos os crimes de Acabe e Jezabel (CBASD – Comentário Bíblico Adventista , vol. 2, p. 1001).
28 A Jerusalém. Não era propósito de Deus que a nação de Judá se associasse com a nação vizinha, do norte, em aliança íntima. […] A conduta de Acazias em auxiliar Jorão na guerra contra Hazael também foi repreensível [como a de Josafá, 2Cr 19:2] aos olhos de Deus (2Cr 22:4,5). Acazias pagou com a vida por esse auxílio (CBASD, vol. 2, p. 1002).
30 Enfeitou a cabeça. Ela adornou a cabeça com um “arco” turbante (ver Is 3:18), literalmente, ela “embelezou a cabeça”. Ela foi desafiadora e impenitente até o último momento. Usou todos os seus adornos e vestiu o traje mais imponente. […] Em vista de seu negro registro de pecado, Jezabel poderia ter colocado um pano de saco e sentado em cinzas. No entanto, seu espírito orgulhoso recusava ser humilhado e seu coração de pedra não se moveu (CBASD, vol. 2, p. 1002, 1003).
31 Zinri. Jezabel estava dizendo a Jeú que seu reino seria curto como o de Zinri [que reinou 7 dias, 1Rs 16:8-14] (Andrews Study Bible).
36 cães comerão. Ao invés de um enterro digno, um corpo ser devorado por animais impuros como cães e pássaros era um sinal de grande maldição (Andrews Study Bible).
No antigo Oriente, havia muitos cães famintos, rapinantes do campo, que devoravam carne de cadáveres deixados ao ar livre (CBASD, vol. 2, p. 997).
37 Já não dirão. O terrível fim de Jezabel deveria ensinar a transitoriedade e insignificância do poder e glória humanos. Todas essas coisas são pó e ao pó voltarão. A condenação de Jezabel exorta a todos os que praticam a iniquidade a ouvirem a mensagem de Deus: “Ai daquele que edifica sua casa com injustiça” (Jr 22.13). Jezabel se tornou um símbolo da iniquidade que o professo povo de Deus permitiria entrar em suas fileiras para rebaixar e contaminar, e solenes advertências foram dadas a respeito dos julgamentos que adviriam (Ap 2:20-23) (CBASD, vol. 2, p. 1004).
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“Sucedeu que, vendo Jorão a Jeú, perguntou: Há paz, Jeú? Ele respondeu: Que paz, enquanto perduram as prostituições de tua mãe Jezabel e as suas muitas feitiçarias?” (v.22).
Enquanto o Senhor sustentava a Sua promessa concernente à sucessão real de Judá, o reino de Israel seguia com dinastias cada vez mais ímpias e obstinadas. Jeú foi escolhido por Deus para governar Israel e executar o Seu juízo sobre a casa de Acabe. Mas Judá também havia se contaminado através das alianças políticas com Israel e, principalmente, pela influência da prole de Jezabel; por isso, também sofreria o juízo divino. Apesar do zelo com que fez tudo quanto o Senhor havia falado por intermédio de Seu profeta, veremos que Jeú também se desviou do bom caminho, apegando-se aos “pecados que Jeroboão fez pecar a Israel” (2Rs.10:31).
Contudo, por mais que o homem tente, por mais que a maldade se multiplique, ainda que a nossa humanidade se assemelhe a atitudes monstruosas, ou que o pecado transforme a raça humana na pior “arma” mortal deste mundo, podem ter a certeza de que Deus está no controle de todas as coisas. Tudo o que Ele falou através dos Seus santos profetas tem se cumprido exatamente como está escrito. Tudo! E ainda que muitos chamem de loucos os mensageiros de Deus, outros sabem e reconhecem o poder divino em seu testemunho: “Bem conheceis esse homem e o seu falar” (v.11).
Jezabel foi um dos piores instrumentos de Satanás na história de Israel. Sua biografia se resume em idolatria, perversidade e imoralidade. Ela governou seu marido e tinha total influência sobre sua descendência. Possuidora de um caráter perverso, desprovido de qualquer forma de bondade, mandou assassinar os profetas do Senhor. E, como prostituta cultual, certamente provocou a morte de muitas vidas humanas em sacrifícios a seus deuses malditos e para benefício próprio. Sua descendência também promoveu a maldade, inclusive no reino de Judá, por meio dos casamentos dos reis com suas filhas idólatras.
Jeú foi um vingador do sangue dos profetas e do “sangue de todos os servos do Senhor” (v.7) que foram mortos por aquela rainha má. A morte de Jorão, Acazias e Jezabel deixa claro que a maldade pode durar algum tempo, mas ela tem data marcada para terminar. E a resposta de Jeú a Jorão é repetida pelos filhos de Deus a cada dia, enquanto não chega o completo fim do pecado: — Que paz pode haver neste mundo, enquanto perduram as prostituições de Babilônia e os seus muitos pecados (Ap.17:5)? A pergunta que não quer calar é: Estamos nos acostumando com isso ou suspirando e gemendo “por causa de todas as abominações que se cometem”? (Ez.9:4).
Muitos cristãos têm se acomodado e até apoiado as abominações do presente século como se fossem “boas causas”. Defendem a ideia de que, para evangelizar certos grupos sociais, precisamos apoiá-los em seus pecados. Não, amados! É certo que nossa missão consiste em pregar o evangelho a todos, sem acepção de pessoas, mas isso não inclui fazermos aliança com o mal; isso não significa imitar o mundo e nem tampouco acariciar o pecado. Muito pelo contrário! Pregar o evangelho com amor inclui falar a verdade, ainda que esta primeiro tenha que ferir para depois curar. Agradeço ao Senhor por todas as cicatrizes que carrego em meu coração, porque todas elas apontam para as chagas do meu Redentor Jesus Cristo! Como última igreja de Cristo, nossa missão consiste em replicar o Seu apelo: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.4:17).
Israel tornou-se lugar de imoralidade e idolatria; um quadro típico de nossos dias. À semelhança de Jezabel, muitos se envaidecem nas janelas de suas casas e não sabem que estão prestes a contemplar o cenário de sua própria destruição. E daqueles que Deus tem enviado para adverti-los, é dito: “Por que veio a ti este louco?” (v.11). Dentro em breve, será derramado sobre os impenitentes o “vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura” (Ap.14:10). “Porque o juízo é sem misericórdia para com aquele que não usou de misericórdia. A misericórdia triunfa sobre o juízo” (Tg.2:13). Portanto, para os que estão em Cristo Jesus, não se trata de uma mensagem que causa medo, mas que fortalece a fé.
Enquanto o mundo cambaleia para o fim, só permanecerão em pé aqueles que começaram a viver a eternidade aqui, “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Se as injustiças deste mundo lhe causam indignação, acredite: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos” (Mt.5:6). Despertemos, povo do Senhor! Despertemos para resgatar nossos pequeninos irmãos que ainda estão a perecer em trevas! Nem que tenhamos, como “o jovem profeta” (v.4), que falar, abrir a porta e fugir (v.10), anunciemos o evangelho eterno, “quer seja oportuno, quer não” (2Tm.4:2). Pastores e líderes, o Espírito Santo apela especialmente a vocês hoje: aceitar o pecador não inclui aceitar o seu pecado! Pois assim diz o Senhor: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (Is.5:20).
Amados, o Senhor tem um chamado para todos nós que inclui a busca diária do Espírito Santo para que a nossa vida seja coerente com a fé que professamos. Quando Cristo habita no coração, há nova vida. Os velhos hábitos, os pecados herdados ou cultivados, o temperamento, tudo, é dia a dia transformado pelo poder da graça redentora. Não se contente com um cristianismo raso e estagnado. Como um povo que pede e aguarda pela chuva serôdia, busquemos o Senhor de todo o coração. Que a nossa vida seja uma declaração viva do cumprimento da última e maior das promessas de Deus: “Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20).
Querido Pai, aqui estamos mais um dia para reconhecer a nossa realidade como pecadores que necessitam do Teu perdão e da Tua graça transformadora. Senhor, não temos forças para lutar contra os principados e potestades que constantemente nos assediam. Mas nós confiamos em Ti e, pela fé, nos revestimos da Tua armadura que é suficiente para nos manter a salvo nesses últimos dias. Ajuda-nos a não nos conformarmos com este século, mas termos a nossa vida transformada pela renovação da nossa mente, para que possamos experimentar, a cada dia, qual seja a Tua boa, agradável e perfeita vontade, até que o Senhor volte. Em nome de Jesus, clamamos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, peregrinos a caminho do Lar!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II REIS 9 – Existem situações tão emaranhadas e complexas que para solucioná-las só alguém com temperamento agressivo, enérgico.
O problema da adoração a Baal entre o povo de Deus na época de Acabe e seus sucessores era tão grande que uma medida drástica precisava ser tomada. Deus sabia disso melhor que qualquer um; então agiu radicalmente!
O profeta Eliseu fez um dos alunos da escola de profetas ungir a Jeú para reinar em Israel; ele era um homem perseverante, intenso, incansável, corajoso e ousado. Com seu destemido senso de urgência, ele começou a erradicar as influências pagãs dentre o povo de Deus.
Jeú tinha sido capitão do exército antes de ser escolhido por Deus para fazer justiça contra a casa de Acabe e sua esposa Jezabel (II Reis 9:1-13).
Jeú não titubeou ao cumprir a missão que recebera. Agiu imediatamente, com pressa: feriu ao rei Jorão com uma flecha no coração após declarar-lhe que não pode haver paz enquanto se preservava toda a idolatria e as feitiçarias de sua mãe Jezabel. Feriu também a Acazias, rei de Judá, que morreu mais tarde (II Reis 9:14-28).
Jeú, em seguida foi à procura de Jezabel; encontrou-a vaidosamente olhando pela janela. Pediu a dois funcionários dela que a atirassem abaixo; então, ele a atropelou. O sangue daquela maldita espirrou por todo lado, depois os cães comeram seu corpo; as sobras viraram esterco, como claramente profetizara Elias (II Reis 9:28-37; I Reis 21:20-26).
Deus não Se deixa escarnecer por nenhuma Jezabel arrogante e orgulhosa. Ele faz justiça àqueles que praticam injustiça. Ele Se vinga daqueles que assassinam a Seus servos. Ele dá fim a quem se torna pedra de tropeço a Seu amado povo.
Deus ofereceu Sua graça a Jezabel. Ofereceu chances para ela arrepender-se; todavia, sua insistência no erro não a permitiu optar pela verdadeira religião. Desta forma, muitas pessoas atualmente se apegam a religiões e tradições forâneas às Escrituras, pervertidas. Nem com provas da verdade tais pessoas abandonam a falsidade. Jezabel ilustra o fim de quem rejeita a Deus e Sua graça!
Jeú e Jezabel contrastam em suas determinações. São opostos nas suas convicções. A grande questão é se parecemos mais com Jezabel ou com Jeú!
• Com quem nos identificamos mais?
Reflitamos e reavivemo-nos ousadamente! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II REIS 8 – Primeiro leia a Bíblia
II REIS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/8
Quando obedecemos a Deus com fé, podemos confiar em Seus planos para nós. Eliseu disse à mulher sunamita que deixasse a cidade para escapar de uma fome de sete anos. Ela levou seu filho miraculosamente restaurado e fez como o homem de Deus instruiu.
Sua fé foi testada após sete anos, depois que ela voltou para casa e encontrar suas terras e casa habitada por estranhos. Ela apelou ao rei por justiça. O rei estava falando com Geazi sobre Eliseu e pediu-lhe para que este lhe contasse todas as grandes coisas que Eliseu havia feito (vs 4). Quando Geazi estava contando a ressurreição da criança, a mãe apareceu diante do rei e confirmou a história. Que testamento ao tempo de Deus! A sunamita teve suas terras e seu lar restaurados e sua fé em Deus foi recompensada. Deus tem uma maneira de fazer todas as coisas acontecerem para a Sua glória, se nós apenas seguirmos a Sua voz.
Somos como aquela mulher sunamita. Todos nós chegaremos ao rei buscando misericórdia. Jesus é nosso advogado diante do Pai. Jesus dirá: “Aqui está aquele de quem te falei. Este é aquele que eu resgatei e dei nova vida em Meu nome. “Louvado seja Deus.”
Cheri Holmes
Enfermeira de emergência
Lynden, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/8
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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464 palavras
1 Falou Eliseu. Pelo fato desta narrativa mencionar Geazi, deve ser anterior ao episódio em 5.27. A história bíblica está mais na ordem dos ensinamentos morais do que na ordem cronológica (Bíblia Shedd).
8 Pergunta ao Senhor. Esta é uma interessante ordem vinda do rei da Síria e um extraordinário testemunho do sucesso da missão de Eliseu. O profeta teve o privilégio de ver o rei de uma nação que os hebreus consideravam pagã reconhecendo-o como o homem de Deus e pedindo que ele consultasse a Yahweh em seu favor. Ao enviar Hazael, o rei da Síria testemunhou diante de seu povo de seu interesse no Deus dos hebreus. Ele também permitiu que seu país soubesse que ele deixara de considerar os deuses da Síria como os únicos em supremacia. Tivessem os filhos de Israel sido fíéis à sua missão, e esse tipo de testemunho poderia vir de governantes de várias nações da Terra. Era propósito original de Deus que Israel fosse como uma luz sobre uma montanha e que resplandecesse até os confins do mundo, dissipando as trevas e a ignorância do coração das pessoas. Se houvesse mais pessoas como Eliseu, haveria mais reis como Ben-Hadade, testificando da grandeza de Deus. Se houvesse mais fé e obediência em Israel, haveria mais fé e esperança no mundo. O fracasso de Israel envolvia o fracasso e ruína das nações vizinhas, assim como a salvação de Israel poderia implicar a salvação de muitos no mundo (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 988).
Sararei eu? A indagação de Ben-Hadade foi mais que uma consulta; era um pedido para que o profeta fizesse pelo rei o mesmo que fizera por Naamã (Idem).
12 esmagarás os seus pequeninos. O então futuro rei da Siria, em amargura e ódio que cresceria dentro da alma, se engajaria nos mais vis crimes contra o povo de Israel. Pessoas pacíficas não compreendem as crueldades e horrores dos quais podem se tornar capazes quando recorrem à guerra. […] Quando alguém embarca num caminho de perversidade ficaria chocado se lhe fosse revelado o resultado final dessa escolha (CBASD, vol. 2, p. 989).
15 A ordenança divina que fez a Hazael, rei da Síria, não significava que ele era livre para usar métodos criminosos para apressar sua própria coroação (Bíblia Shedd).
18 como a família de Acabe havia feito. Jeorão introduziu em Judá a adoração a Baal, assim como Acabe fizera no Reino do Norte (v. 11.18) (Bíblia de Estudo NVI Vida).
21 seu exército conseguiu fugir. Embora Jeorão e seu exército conseguisse romper o cerco das forças edomitas, foram totalmente derrotados e forçados a recuar para seu território (Bíblia de Estudo NVI Vida).
26 Sua mãe, filha de Onri […] chamava-se Atalia. Era uma neta de Onri. Na maneira hebraica de pensar e falar, nem sempre se distingue entre “filho” e “neto” (cf. 9.14 comp. com 1Rs 19.16) (Bíblia Shedd).
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“Ora, o rei falava a Geazi, moço do homem de Deus, dizendo: Conta-me, peço-te, todas as grandes obras que Eliseu tem feito” (v.4).
Lembram-se da mulher sunamita que mandou fazer um quarto especial para hospedar Eliseu, e cujo filho foi ressuscitado? Ela reaparece no capítulo de hoje a fim de que possamos aprender pelo menos duas coisas muito importantes:
• Primeira: Deus não desampara Seus filhos. Eliseu a avisou da fome e mandou que ela fosse com sua família viver em outro lugar. “Levantou-se a mulher e fez segundo a palavra do homem de Deus” (v.2).
• Segunda: O Senhor deseja fazer de nós testemunhas vivas do Seu poder. Ao questionar Geazi, o servo de Eliseu, o rei de Israel admitiu saber que o profeta era realmente um homem de Deus. Para deixar isso bem claro, Deus providenciou que a sunamita e seu filho, “a quem Eliseu restaurou a vida” (v.5), aparecessem naquele exato momento. Ao ser interrogada pelo monarca de Israel, a mulher testemunhou do poder divino em sua vida, e o rei, por sua vez, devolveu-lhe tudo o que era seu por direito.
Eliseu foi verdadeiramente um homem de Deus. Suas obras não eram suas, mas, cheio do Espírito Santo, ele buscava fazer tudo o que o Senhor lhe ordenava. Antes de ascender aos Céus, um dos últimos atos de Elias foi ungir Hazael como novo rei da Síria (1Rs.19:15). Hoje, vimos o cumprimento da palavra do Senhor por intermédio de Elias. Quando Eliseu olhou fixamente nos olhos de Hazael, creio que teve uma visão. Eliseu pôde contemplar todo o mal que Hazael faria a Israel; coisas tão terríveis que o fizeram chorar. Ele viu cenas de horror e de sofrimento como nunca havia visto, resultado direto da rebelião de Israel. E longe de Deus, meus irmãos, só há lugar para tristeza, dor e desespero.
A continuação deste capítulo nos mostra a apostasia tanto de Israel quanto de Judá. Perseveravam em fazer o que era mau aos olhos do Senhor e insistiam em unir-se em matrimônio com mulheres idólatras e perversas. Andar na contramão de Deus é seguir para a destruição, pois ficamos à mercê de Satanás, aquele que só deseja nos “roubar, matar e destruir” (Jo.10:10). Deus é Criador (Gn.1:1), Arquiteto e Edificador (Hb.11:10). Ele é a Vida (Jo.14:6). Ele não destrói; Ele cria, aperfeiçoa e edifica. Um dia, Ele terá de “realizar a Sua obra, a Sua obra estranha” no juízo final (Is.28:21). Mas ninguém será destruído senão por consequência de suas próprias obras. Porque “o cruel a si mesmo se fere” e “o que segue para o mal, para a sua morte o faz” (Pv.11:17 e 19). Quando perseveramos em fazer o bem, o bem nos seguirá, mesmo que estejamos em terreno inimigo, como ocorreu com a sunamita na terra dos filisteus.
Jorão sabia que as obras de Eliseu eram realizadas pelo poder de Deus, porém, ainda assim, permanecia com o coração fechado aos apelos divinos. O testemunho de um cristão pode não ser suficiente para alcançar a todos, mas é suficiente para todos cujo coração se abre à ação do Espírito Santo. Com certeza você já ouviu falar que atos falam mais do que palavras. É exatamente isso, amados. Precisamos assumir a atitude de Eliseu, cujas obras eram resultado de andar perante a face do Senhor, e da mulher sunamita, que confiava em Deus e prontamente obedecia às Suas ordens através do Seu profeta. Como está escrito: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede em Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20).
A vida piedosa de um homem ou mulher de Deus torna-se embaraço para os infiéis. Não foi apenas o insistente olhar de Eliseu que deixou Hazael envergonhado, mas o contraste de um coração puro com um coração duro e perverso. Os ímpios enxergam a desgraça alheia como “grandes coisas” (v.13), mas os filhos de Deus choram e sofrem ao ver o sofrimento alheio. O desejo do Senhor é fazer de nossa vida instrumento para a realização de “grandes obras” (v.4). Perseveremos, portanto, em estudar toda a Escritura com oração e súplica, “a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2Tm.3:17).
Nosso Pai Celestial, o nosso coração é enganoso e, não fosse a Tua graça, que chance haveria para nós? Ó, Senhor, almejamos ser Tuas testemunhas, dando ouvidos ao que diz o Espírito Santo através da Tua Palavra! Ajuda-nos, Pai bendito, para que os nossos olhos não sejam maus, mas revelem as obras do Espírito em nós! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, homens e mulheres de Deus!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II REIS 8 – Às vezes, os membros do povo de Deus são orientados a buscar refúgio em terras pagãs; pois, mesmo longe do território da Terra Prometida, é possível notar a atuação do Deus de Israel. É isso que a mulher sunamita experimentou quando a fome tomou conta do território israelita.
A fome era parte do julgamento de Deus, e a orientação à sunamita revela Seu cuidado com Seus filhos fieis (II Reis 8:1-6). Um desses cuidados foi ajeitar as coisas para que ela chegasse ao rei para pedir justiça diante de seus bens que foram confiscados, e Geazi acabara de testemunhar do que Eliseu havia feito por ela. Então, o rei fez justiça em prol dela.
Além da fome, ainda outro juízo divino viria para alertar de perigos ainda maiores. Neste capítulo, os dois reis do povo de Deus eram cunhados: Jeorão de Judá e Jorão de Israel. A família de Acabe exercia influência nos dois lados do povo de Deus (II Reis 8:16-29). Porém, nem mesmo laços familiares conseguiram unificar o reino que fora dividido com o quarto monarca israelita.
Juízos divinos serviriam para alertar o povo de futuras calamidades. Elias recebera missão especial de ungir Hazael rei da Síria (I Reis 19:15). Hazael destruiria futuramente a Israel. Isso fez com que o profeta Eliseu chorasse diante desse cidadão siro, cumprindo uma tarefa deixada por Elias.
Reflita:
• Às vezes Deus não nos permite saber o futuro porque nosso sofrimento aumentaria muito, choraríamos bem mais do que já choramos.
• Outras vezes, Deus não permite que saibamos o que acontecerá para que não usemos a informação de forma errada apressando o que iria acontecer. Hazael, grande político, soube seu futuro; e, em vez de render-se ao Deus de Eliseu, ele matou o Ben-Hadade para usurpar-lhe o trono.
• Podemos não entender o que Deus faz através de Seus profetas, mas isso não deve ser motivo para taxá-los de falsos ou rejeitá-los como não sendo enviados por Deus. Embora Eliseu soubesse de toda opressão que causaria Hazael a Israel, mesmo assim o ungiu para ser rei em Arã.
• Nossas incompreensões das razões divinas não servem para descartar um ministério orientado por Deus. Nossas incompreensões do que Deus faz só revelam nossas limitações. Precisamos confiar nEle!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.