Reavivados por Sua Palavra


2 CRÔNICAS 32 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2026, 1:30
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Texto bíblico: 2 CRÔNICAS 32 – Primeiro leia a Bíblia

2 CRÔNICAS 32 – BLOG MUNDIAL

2 CRÔNICAS 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



2 CRÔNICAS 32 by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2cr/32

2 Crônicas 32 descreve a vitória de Ezequias sobre os assírios como uma resposta à oração, mas há muito mais nessa história. Ezequias não estava apenas orando por seu reino, era a reputação de Deus que estava sendo ridicularizada. Os assírios cometeram o erro de pensar que Deus era alguém ou algo que poderia ser manipulado da mesma forma que um artesão esculpe uma imagem ou uma marionete para que eles possam puxar os cordões e controlar a marionete. 2 Crônicas 32:19 diz o seguinte sobre os assírios: “Referiram-se ao Deus de Jerusalém como falavam dos deuses dos outros povos da terra, que não passam de obra das mãos dos homens.” Eles tentaram puxar os cordões sitiando Jerusalém e esperavam numa vitória fácil, pois acreditavam que seus ídolos eram superiores ao Deus de Ezequias.

Eles nunca souberam o que os atingiu. Um anjo do Senhor saiu e matou todos eles enquanto dormiam durante a noite (ver II Reis 19:35). Deus pode cuidar de Si mesmo. Ele não é um Deus feito em casa que precisa da ajuda de um exército. Ele é o criador do universo e aparece em resposta às nossas orações para que Sua reputação seja protegida.

Karen D. Lifshay
Secretária de Comunicações da Igreja Adventista do Sétimo Dia Hermiston, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/32
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



2 CRÔNICAS 32 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2026, 0:50
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728 palavras

1 Quando Ezequias se viu à frente da apavorante possibilidade de uma invasão assíria, ele tomou duas decisões importantes: Ele fez tudo que poderia para lidar com a a situação e ele confiou o resultado para Deus. Isto é exatamente o que devemos fazer quando enfrentamos dificuldades ou situações apavorantes. Faça tudo que estiver ao seu alcance para resolver o problema ou melhorar a situação. Mas também leve a situação a Deus, confiando nEle para a solução (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

3,4 As cidades precisam ser construídas próximas a fontes confiáveis de águas. Nascentes naturais eram a maior fonte de águas de Jerusalém. Em uma brilhante ação militar, Ezequias canalizou as nascentes abaixo da cidade através de um túnel subterrâneo (30); portanto, Jerusalém teria água, mesmo quando sofrendo um longo cerco. O túnel de Ezequias foi descoberto com a inscrição descrevendo como ele foi construído: dois grupos de trabalhadores começaram a cavar sob a terra, um em Jerusalém e outro na fonte de Giom e eles se encontraram no meio (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

6, 7 “O Sermão de Ezequias”. Falou ao coração, mostrou grande fé em Deus e inspirou calma e coragem ao povo, que confiou plenamente no socorro do Senhor. Alvos esses dignos de todo pregador (Bíblia Shedd).

7,8 Ezequias pôde ver com os olhos da fé. O número de seus oponentes não significavam nada enquanto ele permanecesse ao lado do Senhor. A vitória ocorre “não por força, nem por violência, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor Todo-Poderoso” (Zacarias 4:6). Ezequias podia confiantemente encorajar seus homens porque ele não tinha dúvidas de que ele estava ao lado de Deus. Você está do lado do Senhor? Pode ser que você nunca enfrente um exército armado, mas as batalhas que você enfrenta cada dia podem ser vencidas com a força de Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

31 para se informarem do prodígio que se dera. O retrocesso da sombra no relógio do sol (2Rs 20.11; Is 38:8) foi de especial interesse para os astrólogos e astrônomos de Babilônia e deve ter sido de assunto de indagação especial por parte dos enviados. A ocorrência desse milagre proporcionou a Ezequias uma oportunidade única de dar testemunho do poder e da bondade de Deus. Se Ezequias tivesse sido fiel e contasse aos representantes de Merodaque-Baladã exatamente como havia ocorrido esse incidente, e como Deus havia operado um milagre tanto de cura quanto na natureza, esses homens poderiam ter voltado para Babilônia com uma mensagem que teria feito com que muitos naquela terra idólatra se familiarizassem com a verdadeira natureza de Deus. Assim o caminho teria sido aberto para levar muitos ao conhecimento e à adoração do Deus que fez o céu e a Terra (CBASD, vol. 3, p. 322).

O historiador abrevia o registro de 2Rs 20.12-19 (cf Is 39) no qual Isaías disse a Ezequias que seus tesouros seriam tomados pela Babilônia. Ao que parece, o autor supôs que seus leitores estavam familiarizados com o relato de Reis e deixou de lado a dura reprimenda de Isaías  (Bíblia de Genebra).

para prová-lo. O teste não foi para informação de Deus, mas para benefício de Ezequias. O orgulho que levou ao fracasso do rei já se havia enraizado em seu coração. Em misericórdia, Deus permitiu surgirem circunstâncias que revelassem a Ezequias a verdadeira condição de seu coração (CBASD, vol. 3, p. 322).

O teste visava fortalecer Ezequias, desenvolver seu caráter e prepará-lo para as tarefas à frente. Em tempos de sucesso, a maioria de nós vive vidas confortáveis. Mas pressão, problemas ou sofrimento rapidamente removerão nosso frágil verniz de bondade, a não ser que nossa força venha de Deus. Como você é quando se encontra sob pressão ou quando as coisas vão mal? Você se afasta ou se aproxima de Deus? Aquele que está solidamente conectado a Deus não precisa se preocupar sobre o que as pressões irão revelar sobre ele (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

Babilônia. Babilônia estava crescendo lenta e quietamente e se tornando um poder mundial. Ao mesmo tempo, o império assírio estava declinando lentamente devido a lutas internas e uma sucessão de reis fracos. Quando a Assíria finalmente caiu em 612 a.C., a Babilônia, sob Nabucodonosor, ocupou o seu lugar de proeminência (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

Segundo parece, os emissários da Babilônia queriam um esforço conjunto contra os assírios, que se abrisse duas frentes de guerra contra eles simultaneamente  (Bíblia de Estudo NVI Vida).



2CRÔNICAS 32 — Rosana Barros by Ivan Barros
20 de maio de 2026, 0:45
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“Porém o rei Ezequias e Isaías, o profeta, filho de Amoz, oraram por causa disso e clamaram ao céu” (v.20).

Todo o Judá e muitos dos filhos de Israel renovaram a sua aliança com Deus e uniram-se a Ezequias e a seus líderes na obra de reavivamento e reforma. Sob a influência da celebração da Páscoa, das mudanças realizadas e da restauração do altar do Senhor, o povo estava vivendo um momento de glória, que há muito não vivia. Foi quando lhes sobreveio repentina tribulação. E o cenário de festa e de celebração, deu lugar à atmosfera de guerra e de angústia.

Satanás não pôde conter o seu ódio frente ao movimento que despertou a nação eleita à verdadeira adoração. Usando seus agentes humanos, tentou lançar por terra a fé de Ezequias e de todo o povo. Senaqueribe e seus subordinados cercaram as cidades fortificadas de Judá intentando “pelejar contra Jerusalém” (v.2). E, comparando o Deus de Israel aos “deuses dos povos da terra, obras das mãos dos homens” (v.19), através de palavras escritas e faladas ao “povo de Jerusalém, que estava sobre o muro”, fizeram de tudo “para os atemorizar e os perturbar” (v.18).

A fama da fidelidade de Ezequias ao Deus de Israel havia chegado à Assíria, como se vê nas palavras de Senaqueribe aos filhos de Judá: “Não é Ezequias o mesmo que tirou os seus altos e os seus altares e falou a Judá e a Jerusalém, dizendo: Diante de apenas um altar vos prostrareis e sobre ele queimareis incenso?” (v.12). Mas o rei ímpio não contava com a unidade estabelecida entre Ezequias, os líderes e o povo. Ellen White escreveu: “As forças do mal estão empenhadas em incessante luta contra os instrumentos indicados para disseminar o evangelho; e esses poderes das trevas são especialmente ativos quando a verdade é proclamada diante de homens de reputação e genuína integridade” (Atos dos Apóstolos, CPB, p.167).

Quando o rei propôs uma estratégia para bloquear o abastecimento de água para o exército inimigo, “os seus príncipes e os seus homens valentes […] o ajudaram […]; muito povo se ajuntou” (v.3-4). Ezequias “cobrou ânimo” (v.5) e “lhes falou ao coração, dizendo: Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos assusteis […] porque Um há conosco maior do que o que está com ele. Com ele está o braço de carne, mas conosco, o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e guerrear nossas guerras” (v.6-8). O profeta Isaías e o rei Ezequias oraram e “clamaram ao céu” (v.20), e Deus “enviou um anjo que destruiu” (v.21) todo o exército inimigo, e cobriu de vexame Senaqueribe, que foi morto por seus próprios filhos.

Mesmo diante de uma grande reforma espiritual, de uma vitória sobrenatural e de uma cura milagrosa, Ezequias “não correspondeu […] aos benefícios que lhe foram feitos; pois o seu coração se exaltou” (v.25). Isso nos revela o perigo de baixar a guarda da vigilância do coração, amados. Mesmo o cristão mais consagrado pode tornar-se o mais orgulhoso na proporção das bênçãos recebidas. Afrouxar, nem que seja por um momento, as rédeas da comunhão com o Céu, pode significar prejuízos aqui ou até mesmo a perda da eternidade.

“Ezequias, porém, se humilhou por se ter exaltado o seu coração” (v.26). Um tempo oportuno lhe foi concedido e ele soube aproveitá-lo, terminando os seus dias em paz e sendo honrado pelo povo que, com “obras de misericórdia” (v.32), governou. Sabem, amados, em tempos de guerra ou de paz o Senhor requer de nós idêntica fidelidade. Estamos todos envolvidos em um grande conflito que se encaminha para o fim, enquanto o inimigo de Deus usa das mesmas estratégias:

1. Na guerra, ele tenta nos intimidar: “quanto menos vos poderá livrar o vosso Deus das minhas mãos” (v.15).

2. Na paz e na prosperidade, ele nos tenta a pensar mais nas conquistas do que no Senhor das conquistas.

Que nas batalhas desta vida, quando o inimigo ameaça nos destruir, tenhamos a firme convicção de que conosco está “o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras” (v.8). E que, em tempos de bonança, em que Satanás busca envaidecer o nosso coração, nos humilhemos perante a face de Deus, reconhecendo-O como o nosso Senhor e Mantenedor. Estejamos, pois, unânimes, fortalecendo-nos uns aos outros, nesta lida diária.

Senhor, nosso Deus, Criador dos céus e da terra, estamos prestes a enfrentar uma guerra sem precedentes, um tempo de angústia qual nunca houve, e necessitamos ser fortes e corajosos, confiando que lutarás por nós. Que, até lá, nosso relacionamento com o Senhor cresça, que a nossa vida seja recriada à Tua imagem e semelhança e estejamos preparados para a chuva serôdia. Queremos ser prósperos espiritualmente, crescendo em graça e tendo o nosso coração renovado a cada dia. Opera esse milagre em nossa vida, Senhor! Clamamos, em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo cujo Deus é o Senhor!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS32 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II CRÔNICAS 32 – Comentário pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2026, 0:30
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II CRÔNICAS 32 – O orgulho é um tipo de entulho que nos atrapalha colocar a confiança em Deus. Pois o caminho da dependência divina que opera maravilhas passa pela humildade.

O orgulho ou perda da humildade “é a raiz de todo pecado e mal. Foi quando os anjos agora caídos começaram a olhar para si mesmos com autocomplacência que foram levados à desobediência e foram expulsos da luz do céu para as trevas exteriores. E também foi quando a serpente exalou o veneno do seu orgulho, o desejo de ser como Deus, no coração de nossos primeiros pais, que eles também caíram da sua posição elevada para toda a desgraça na qual o homem está, agora, afundando. No céu e na terra, orgulho – auto-exaltação – é a porta, o nascimento e a maldição do inferno” (John Murray).

• Neste capítulo, é visível o orgulho do rei Senaqueribe, que se achava invencível, confrontando inclusive ao próprio Deus verdadeiro com sua petulância e arrogância; como resultado, seu exército foi derrotado com apenas um anjo de Deus, e quando se retirou envergonhado e humilhado com o orgulho ferido, indo ao templo cultuar ao seu deus falso, “alguns de seus filhos o mataram à espada” (II Crônicas 32:9-21).

• É notória também a humildade de Ezequias quando, em submissão, ao Deus verdadeiro, clamou em oração juntamente com o profeta Isaías pela intervenção de Deus diante das ameaças audaciosas de Senaqueribe, rei do Império Assírio; o resultado foi que Deus concedeu vitória a Judá, ainda que a lógica humana indicava grandes desvantagens bélicas frente ao imponente exército oponente (II Crônicas 32:1-8, 20-23).

• Infelizmente, o pecado do orgulho pode alcançar inclusive quem usufruiu as recompensas da humildade. Após ser curado de uma doença mortal, Ezequias recebeu uma delegação enviada da Babilônia. Nessa ocasião o rei abençoado usou as bênçãos divinas para se engrandecer, manifestando orgulho em sua vida. Embora tenha se arrependido, humilhando-se ao reconhecer seu orgulho, seu povo sofreria futuramente por causa deste terrível mal (II Crônicas 32:24-33).

Sem humildade interceptamos o poder de Deus e negligenciamos o dever de testemunhar de nosso poderoso Deus que não somente vence exércitos poderosos, também cura doenças mortais, opera sinais nos astros siderais, e faz muito mais!

Portanto, aprendamos a ser sinceramente humildes para, então, reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



2 CRÔNICAS 31 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
19 de maio de 2026, 1:30
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Texto bíblico: 2 CRÔNICAS 31 – Primeiro leia a Bíblia

2 CRÔNICAS 31 – BLOG MUNDIAL

2 CRÔNICAS 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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2 CRÔNICAS 31 by Jeferson Quimelli
19 de maio de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2cr/31

Os pais podem dizer quando seu filho vai ficar bem. É quando a febre atinge seu ponto crítico e volta ao normal. É o ponto de virada em que a cura começa.

Ezequias conduziu seu povo através de uma crise de fé. Seu pai, Acaz, havia infectado a terra com idolatria e o templo e seus serviços estavam em ruínas. Após a morte de Acaz, Ezequias não perdeu tempo em levar o povo a voltar para Deus, reinstituindo os serviços do templo, colocando os sacerdotes de volta no lugar e coletando dízimos e ofertas para a manutenção do templo e dos levitas.

Ezequias logo veio inspecionar o progresso, para medir a temperatura de sua recuperação, se você quiser. Ele ficou surpreso ao ver os suprimentos e ofertas amontoados e em todos os lugares e perguntou quando tudo isso havia acontecido. “O sumo sacerdote Azarias, da família de Zadoque, respondeu: Desde que o povo começou a trazer suas contribuições ao templo do Senhor, temos tido o suficiente para comer e ainda tem sobrado muito, pois o Senhor tem abençoado o seu povo, e esta é a grande quantidade que sobra”. 2 Crônicas 31:10. Suas ofertas eram a evidência de que Deus os ajudou a superar a crise e restaurou sua fé.

Karen D. Lifshay
Hermiston, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/31
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II CRÔNICAS 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de maio de 2026, 0:50
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622 palavras

os israelitas. Lit. “todo o Israel” […] O interesse do cronista por “todo o Israel” unido sob o governo de Ezequias volta a ficar evidente. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Porque a adoração a ídolos é tão terrível? Os israelitas tinham acesso ao único Deus verdadeiro, mas eles constantemente se rebaixavam ao adorar ídolos feitos de madeira ou de pedra. Eles colocaram de lado a adoração ao Criador para adorar a criatura. Nós somos igualmente culpados quando Deus não ocupa o primeiro lugar em nossas vidas. Quando pensamos mais sobre saúde, prazer ou posses materiais do que sobre Deus, estamos, na verdade, adorando estas coisas como deuses. Por causa da adoração de ídolos, o povo de Judá foi levado em cativeiro para terras estrangeiras (36:14-17). Nós podemos não ser levados cativos, mas disciplina aguarda a todos que continuamente colocam desejos terrenos acima das prioridades espirituais (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

2-21. A não ser por 31.20-21 (cf. 2Rs 18.5-7), este material não se encontra em Reis. O autor de Crônicas escreve em um tempo quando o culto no templo estava sendo restabelecido e as provisões de Ezequias teriam sido de óbvia relevância para aquela tarefa. Bíblia de Genebra.

Estabeleceu… os turnos dos sacerdotes e dos levitas. Ezequias retornou à ordem de Salomão (8.14), que seguia o modelo de Davi (1Cr 6.1 […]). Bíblia de Genebra.

Ecoa 8.14 [sobre Salomão]. O cronista continua retratando Ezequias como um “segundo Salomão”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O rei contribuía. A contribuição que o rei fazia de seus bens impulsionou o povo a cooperar com generosidade, assim como acontecera no reinado de Davi (1Cr 29.3-9). Bíblia de Estudo NVI Vida.

ordenou ao povo… que contribuísse com sua parte. Tal como Davi havia feito, Ezequias contribuiu de seu próprio tesouro, antes de apelar para o povo (1Cr 29.3 […]). Bíblia de Genebra.

5, 10 abundância … o Senhor abençoou. Quando o povo começou a observar a lei dos dízimos (Lv 27.30-33), Deus derramou sobre ele as Suas bênçãos, segundo Sua promessa (Ml 3.10) (Bíblia Shedd).

10 Não havia falta para o ministério do templo nem para a obra missionária. Há sobras abundantes quando o povo de Deus dá o dízimo de tudo quanto recebeu de Deus, o Qual nos concede graciosamente todas as coisas. Bíblia de Genebra.

11 Os aposentos já existiam, mas precisavam ser arrumados para receber a grande quantidade de produtos da terra e de dinheiro (1 Rs 6.5, 6, 8, 10). Bíblia de Genebra.

18 A maneira reverente e fiel pela qual tudo foi organizado deve ser um exemplo de eficiência mas igrejas de Cristo. Bíblia de Genebra.

20,21 Outro breve sinal de que o cronista procura realçar o castigo imediato: não somente a desobediência traz o castido imediato, mas também a obediência a Deus e buscar a sua faze trazem prosperidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Porque Ezequias fez “o que era bom e reto e fiel perante o Senhor,” ele levou o povo de Judá a uma renovação espiritual. Suas ações servem como modelo de renovação para nós: (1) ele lembrou a compaixão de Deus (30:9); (2) ele se manteve em frente apesar de ser ridicularizado (30:10); (3) ele removeu agressivamente influências maléficas de sua vida (30:14; 31:1); (4) ele intercedeu pelo povo, pedido pelo perdão de Deus (30:15-20); (5) ele estava aberto à espontaneidade na adoração (30:23); (6) ele contribuiu generosamente para a obra de Deus (31:3). Se algumas destas coisas está faltando em sua vida, pense em como colocá-las em vida e renove seu comprometimento com Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

21 prosperou. A melhor garantia de prosperidade foi a justiça, equidade e integridade. Ezequias foi fiel a Deus e justo com seu povo, e, como resultado, ele prosperou, bem como a nação (CBASD, vol. 3, p. 317).

O Senhor recompensou a Ezequias pela sua fidelidade e obediência. Ele o livrou da invasão (32.1), curou a sua enfermidade (32.24), perdoou o seu orgulho (32.26) e lhe deu riquezas (32.27-31). Bíblia de Genebra.



2CRÔNICAS 31 — Rosana Barros by Ivan Barros
19 de maio de 2026, 0:45
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“Assim fez Ezequias em todo o Judá; fez o que era bom, reto e verdadeiro perante o Senhor, seu Deus” (v.20).

Celebrada a Páscoa e encerradas as atividades, todas as estátuas, postes-ídolos e altares pagãos que se achavam em Judá foram destruídos. Como um só homem, os israelitas que se humilharam e dispuseram o coração para buscar o Senhor eliminaram tudo aquilo que fazia de Judá um lugar de adoração dividida. Deitando abaixo os objetos de culto abominável, deram início a um tempo semelhante aos dias de Salomão (2Cr.30:26).

Restabelecido o verdadeiro culto a Deus, Ezequias precisava reaver o pleno e ordenado funcionamento da Casa do Senhor. Divididos por turnos, os sacerdotes e levitas retornariam às suas funções, recebendo o que lhes era devido, “como está escrito na Lei do Senhor” (v.3). Este encargo, no entanto, não se deu inicialmente pelas mãos do povo, mas do seu rei. Ezequias, “da sua própria fazenda” (v.3), destinava a sua devida contribuição para o serviço de Deus. Não exigiria do povo algo que ele mesmo não cumprisse com rigor e com tremor.

A resposta do povo revela a importância de uma liderança influente: “os filhos de Israel trouxeram em abundância as primícias do cereal, do vinho, do azeite, do mel e de todo produto do campo; também os dízimos de tudo trouxeram em abundância” (v.5). Sob a liderança de Ezequias, seu firme caráter e fiel exemplo, “todos os que vieram de Israel, como também os estrangeiros” (2Cr.30:25), compreenderam um chamado além da coroa. Não questionaram sobre o destino das ofertas, mas “com fidelidade se houveram santamente com as coisas sagradas” (v.18).

Ao ver aqueles “montões e montões” (v.6) de ofertas, Ezequias e os príncipes de Judá “bendisseram ao Senhor e ao Seu povo de Israel” (v.8), porque houve liberalidade na fidelidade. Ainda que aqueles montões correspondessem a uma quantidade que sobrava, não era o volume que importava, mas a entrega voluntária de suas vidas a Deus. O egoísmo deu lugar ao altruísmo. A idolatria que os afligia deu lugar à adoração que os satisfazia.

Quando falamos de mordomia cristã ou de dízimos e ofertas, a última coisa que importa é o valor econômico. Ezequias não viu naquelas ofertas montões de riquezas perecíveis. Ele não disse: “Benditas sejam estas ofertas”, e sim: “Bendito seja Deus e o povo que Ele escolheu”. O que nos leva à seguinte reflexão: o que ofertamos a Deus — nossos talentos, nossos tesouros, nosso tempo e nosso templo (1Co.6:19-20) — glorifica a Deus e revela que pertencemos ao Seu povo eleito?

Naquele período memorável, Judá, e até mesmo o reino do Norte, foi privilegiado com um líder que “fez o que era bom, reto e verdadeiro perante o Senhor, seu Deus” (v.20); um rei que os governou com o firme e infalível fundamento, “na lei e nos mandamentos, para buscar a seu Deus”, pois “de todo o coração o fez e prosperou” (v.21). Há um restante agora. Alguns que escolheram se humilhar diante de Deus e invocá-Lo com inteireza de coração. A estes foi dada a última e urgente missão de “dedicar-se à Lei do Senhor” (v.4) e, através dela, falar de sua casa para o mundo.

Em um tempo sobremodo curto, precisamos nos dedicar a viver o evangelho eterno e, então, anunciá-lo com propriedade. O Senhor tem levantado Seus atalaias atuais que, com poder e discernimento têm apelado ao Israel de Deus que quebrem os ídolos do lar e busquem viver uma experiência pessoal com o alto. Músicas, filmes, entretenimentos em geral e até mesmo determinados alimentos ainda são considerados aceitáveis e, ignorando os testemunhos que nos foram escritos, muitos estão bloqueando suas mentes à atuação divina.

Oh, amados, o Senhor deseja abrir depósitos de montões de bênçãos em nossa vida! Aceitemos o Seu apelo por intermédio do apóstolo Paulo: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:1-2). Permita que o Espírito Santo realize esta linda obra em você, um dia de cada vez. Escolha ser fiel Àquele que, por Sua perfeita fidelidade, Se doou por você.

Nosso Pai, o Senhor nos amou com tanta intensidade que deu o Seu Filho unigênito, para que, nEle crendo, não morramos, mas tenhamos a vida eterna. O que são montões e montões de ofertas humanas comparado ao que Cristo fez por nós? Ainda assim, o Senhor, por Sua graça e misericórdia, Se alegra com a nossa fidelidade e faz dela um instrumento divino para transformar o nosso coração. Ajuda-nos a reconhecer em cada dádiva colocada em nossas mãos a Tua bênção e a Tua bondade para conosco! Sonhamos, Senhor, com o lugar que preparaste para nós e, pela fé no que Cristo fez por nós, e pela fidelidade da palavra profética, cremos que logo estaremos lá. Que naquele grande Dia, façamos parte dos “montões” que o Senhor virá recolher para o Teu celeiro. Oramos, confiantes nos méritos e na vitória do nosso Redentor, Jesus Cristo, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, sacrifícios vivos, santos e agradáveis a Deus!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS31 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



2 CRÔNICAS 31 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
19 de maio de 2026, 0:30
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2 CRÔNICAS 31 – Às vezes criamos obstáculos, objetos ou mesmo deuses que concorrem com a adoração ao Deus verdadeiro. Sempre que fizermos uma autoanálise, é preciso eliminar aquilo que nos impede de restaurar o verdadeiro culto a Deus.

• A religião verdadeira requer limpeza de tudo aquilo que atrapalha o relacionamento com o Deus verdadeiro.

Ao analisar a revelação de Deus e as práticas espirituais de seu povo, o rei Ezequias “extirpou a idolatria e restabeleceu o ritual do templo”, sintetiza Merrill Unger. Comentando II Crônicas 31, Kenneth Mathews salienta que “o avivamento instigou o povo a eliminar os símbolos de todos os cultos ilícitos (31:1). Ezequias reorganizou os sacerdotes e levitas para servirem no templo. Com esse reflorescimento espiritual, o povo apresentou de bom grado os dízimos e ofertas ordenados pela lei. As ofertas foram tantas que houve um excedente distribuído entre os sacerdotes (31:2-19)”.

A teologia da história evidencia que o desvio de Deus e de Seus princípios acarretam sofrimento, que a idolatria atrai a justa ira de Deus (II Crônicas 21:12-20; 24:24-25; 26:16-21; e, 28:19, 22); e que a fidelidade a Deus promove prosperidade (II Crônicas 6:16; 7:17-18; 14:4-6; 27:6). Ezequias aprendeu esse princípio, colocou-o em prática em seu reino e foi um dos grandes reis bons que governou o povo de Deus.

Tal reavivamento se deu antes do exílio. Também acontecerá um reavivamento antes da volta de Jesus; “‘e acontecerá naquele dia que os resíduos de Israel, e os escapados da casa de Jacó […] se estribarão sobre o Senhor, o Santo de Israel, em verdade’. Isaías 10:20. ‘De toda a nação, e tribo, e língua, e povo’, haverá alguns que alegremente responderão à mensagem: ‘Temei a Deus, e dai-Lhe glória; porque vinda é a hora do Seu juízo’ [Apocalipse 14:7]. Voltar-se-ão de todo ídolo que os retém na Terra, e adorarão ‘Aquele que fez o Céu, e a Terra, e o mar, e as fontes das águas’. Libertar-se-ão de todo o embaraço, e estarão perante o mundo como monumentos da misericórdia de Deus”, expõe Ellen White.

Não é sábio esperar por esse dia para reavivar-nos; podemos começar hoje mesmo, para que Deus nos use como usou Ezequias no tempo certo. O reavivamento não acontecerá automaticamente, ele requer perseverança. Portanto, reavivemo-nos diariamente! – Heber Toth Armí.