Reavivados por Sua Palavra


ESDRAS 3 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
27 de maio de 2026, 1:30
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Texto bíblico: ESDRAS 3 – Primeiro leia a Bíblia

COM. BLOG MUNDIAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

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ESDRAS 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL by Jeferson Quimelli
27 de maio de 2026, 1:00
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Texto bíblico: ESDRAS 3

Lembro-me de quando éramos crianças, cantando canções no programa do décimo terceiro sábado, às vezes com fantasias, fantoches, coroas ou figuras de madeira em nossas mãos. Naqueles momentos, desconhecidos para nós na época, a fundação para o nosso “altar de adoração” foi estabelecido. A igreja sentia-se acalentada e entusiasmada com as risadas de pais e professores atentos que prepararam os “materiais” para nosso alicerce espiritual, ensinando e praticando nossas falas durante o trimestre. Agora seus esforços estão sendo recompensados.

Mas ao deixarmos as classes infantis e começarmos a nos tornarmos adultos, honramos o alicerce estabelecido por nossos mentores fazendo boas escolhas? Esse altar de adoração ainda permanece lá? Continuamos a construir o templo com os materiais certos?

À medida que as crianças se tornam adolescentes, a frequência à Escola Sabatina diminui para talvez menos da metade dos que participavam na Escola Sabatina para iniciantes. É quando os adultos devem iniciar o processo de “reconstrução”. Não desista quando as crianças se tornarem adolescentes! Tenho boas lembranças de minha Escola Sabatina quando adolescente. Os professores eram animados, faziam perguntas envolventes e se desdobravam para ganhar esses jovens para Cristo.

São seus esforços atenciosos que podem reconstruir esse “templo” – os adolescentes podem ser salvos por seu perseverante interesse, e então o grito de alegria do Céu será mais alto do que nunca!

Melissa Joyeeta Das
Bangladesh English Wellness Center

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/3
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ESDRAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
27 de maio de 2026, 0:50
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961 palavras

Resumo do capítulo: No sétimo mês eles celebram a festa das cabanas e começam a oferecer holocaustos ao Senhor. Quando os construtores lançaram os alicerces do templo, os sacerdotes e levitas cantaram louvores ao Senhor.

Nota-se neste terceiro capítulo que os israelitas aprenderam que a pedra fundamental de uma nação é a verdadeira religião, e assim, cuidaram primeiro de ter um altar (que simboliza o sacrifício e a oração) antes de falarem de Carta Magna, comércio, indústria, direitos civis, eleições, etc. Nada fica de pé a não ser aquilo que esteja firme no Senhor (Sl 127.1-2) (Bíblia Shedd).

o sétimo mês. Referência a tisri (setembro/outubro), o mês mais sagrado do calendário religioso israelita (Lv 23:23-42; Nm 29), que incluía a Festa das Trombetas (Lv 23:23-25) e o Dia da Expiação (Lv 16). Esta referência antecede temas importantes relacionados à adoração e às celebrações rituais. Bíblia de Estudo Andrews.

Jesua … Zorobabel. O sacerdote tem precedência sobre o líder civil, tendo em vista a natureza da ocasião (Bíblia de Estudo NVI Vida).

A reconstrução do altar dos holocaustos no átrio do templo foi dirigida pela liderança religiosa (Jesua) agindo em unidade com a liderança política (Zorobabel) O trabalho começou de acordo com as exigências da Lei de Moisés (Êx 20:24-26). Bíblia de Estudo Andrews.

holocaustos. Os holocaustos eram a oferta básica (Lv 1), mas também havia outras ofertas (Lv 5). Os holocaustos eram a base contínua sobre a qual um povo pecaminoso podia viver na presença de um Deus santo (Êx 29.42). Isso prenunciava o futuro sacrifício de Cristo como o sacrifício final que leva os pecadores à presença de Deus (Hb 10.19-20) (Bíblia de Genebra).

como está escrito. Sob a liderança de homens como Daniel e Ezequiel, os exilados decidiram, desde o início, começar a adorar a Deus de acordo com a Sua vontade expressa e não cair outra vez nos pecados da indiferença e da idolatria devido aos quais sofreram tanto (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 365).

sob suas bases. Ou, “em seu lugar”, significando que o altar foi erguido no lugar exato onde o antigo altar de holocaustos havia sido construído no templo de Salomão (CBASD, vol. 3, p. 365).

terror. Primeira referência à tensão entre a comunidade que retornou e os povos que viviam na região. Bíblia de Estudo Andrews.

estavam sob o terror. Embora o povo houvesse retornado havia pouco tempo de Babilônia, já estavam conscientes da hostilidade dos povos vizinhos, descontentes pelo retorno dos judeus à sua terra. Os vizinhos devem ter ocupado algumas partes da Judeia durante o exílio e então lhes era ordenado que devolvessem as propriedades aos seus antigos donos. […] Essa hostilidade deve ter sido expressa através de ameaças (CBASD, vol. 3, p. 365).

4-6 Um vislumbre da retomada da vida cerimonial dos que retornaram. Perceba a ausência do Dia da Expiação, que exigiria a existência de um templo ou santuário. Bíblia de Estudo Andrews.

constituíram levitas da idade de vinte anos para cima. Em geral, os levitas serviam apenas entre os 30 e os 50 anos (Nm 4:2, 3; 1Cr 23:2, 3), mas a falta de levitas exigiu esta modificação. Bíblia de Estudo Andrews.

lua nova. O primeiro dia de cada mês (lunar) era uma festa religiosa (Nm 28-11-15; Cl 2.16) (Bíblia Shedd).

8 Porque o templo do Senhor foi reconstruído antes mesmo que os muros da cidade? O templo era utilizado para fins espirituais; o muro para fins militares e políticos. Deus tinha sido sempre o protetor da nação e os judeus sabiam que uma grande muralha de pedras não os protegeria se Deus não estivesse com eles. Eles sabiam que colocar sua vida espiritual em dia era mais importante que garantir a defesa nacional (Life Application Study Bible).

10-13 O lançamento de alicerces foi um momento religioso importante, que envolveu música instrumental, cânticos e louvor. O louvor sempre se baseia no reconhecimento de que Deus é verdadeiramente bom e de que seu amor dura para sempre (Sl 107:1; 118:1). Bíblia de Estudo Andrews.

11 altas vozes. Aqueles que retornaram reconheceram que sua sobrevivência e capacidade para reconstruir o templo eram possíveis unicamente por meio da presença e da intervenção divina. Bíblia de Estudo Andrews.

12 porém muitos … já idosos … choraram. Este não era o templo glorioso construído por um rei israelita (Salomão) em uma época de independência e liberdade (Ag 2:3). Bíblia de Estudo Andrews.

Cinquenta anos após sua destruição, o templo estava sendo reconstruído (536 a.C.). Alguns dos mais idosos se lembraram do templo de Salomão e choraram porque o novo templo não era tão glorioso quanto o primeiro. Mas as belezas do edifício não eram, nem de perto, tão importantes quanto a atitude dos construtores e adoradores. Deus se importa mais com o que somos do que com o que nós fazemos. Nosso mundo está sempre mudando e grandes realizações desmoronam e desaparecem. Busque servir a Deus de todo o coração. Então você não precisará comparar o seu trabalho com o de ninguém (Life Application Study Bible).

Era um “dia dos humildes começos” (Zc 4:10), e o novo edifício, em comparação com o antigo, parecia ser “nada” (Ag 2:3). Salomão havia empregado os melhores artesãos de seu próprio país que alcançava a fronteira do Egito ao Eufrates, e também os construtores mais hábeis das terras vizinhas, como os de Tiro. Zorobabel dependia de seus próprios súditos, os poucos cidadãos da pequena província da Judeia (CBASD, vol. 3, p. 368).

As lágrimas dos membros mais idosos da comunidade não eram lágrimas de alegria, mas de desapontamento por causa do contraste entre este pequeno começo (cf Zc 4.10) e o esplendor do templo de Salomão. Desapontamentos similares seriam, posteriormente, repreendidos (Ag 2.1-5), mas pelo momento a alegria do Senhor era a força de muitos (Bíblia de Genebra).

“Nós vimos”, diziam os anciãos, “e os velhos tempos eram melhores do que estes.” “Nós veremos,”  diziam os moços, “e faremos os dias futuros melhores que todos os que já existiram desde o princípio do mundo!” (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F.B.Meyer).



ESDRAS 3 — Rosana Barros by Ivan Barros
27 de maio de 2026, 0:45
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“Cantavam alternadamente, louvando e rendendo graças ao Senhor, com estas palavras: Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre sobre Israel. E todo o povo jubilou com altas vozes, louvando ao Senhor por se terem lançado os alicerces da Sua casa” (v.11).

Assim que estabelecido em Jerusalém e nas cidades de Judá, aproximando-se o tempo da “Festa dos Tabernáculos” (v.4), “ajuntou-se o povo como um só homem, em Jerusalém” (v.1). Alguns de seus principais se levantaram para edificar o altar do Senhor, firmando-o “sobre as suas bases” (v.3). Celebrando a festa, “como está escrito, ofereceram holocaustos diários” (v.4) ao Senhor, bem como os sacrifícios prescritos para “todas as festas fixas do Senhor” (v.5).

Antes de colocarem “os fundamentos do templo do Senhor” (v.6), houve um período de resgate da verdadeira adoração. Houve um preparo pessoal e coletivo. Mesmo que estivessem “os filhos de Israel já nas cidades” (v.1), as festas anuais promoviam o ajuntamento de todos num mesmo lugar e num só propósito. Isso contribuiria na obra de construção do templo, mantendo-os unidos e fortalecidos, como está escrito: “Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!” (Sl.133:1).

Finalmente, chegado era o tempo de iniciar “a obra da Casa do Senhor” (v.8). “Quando os edificadores lançaram os alicerces do templo do Senhor, apresentaram-se os sacerdotes, paramentados e com trombetas, e os levitas, filhos de Asafe, com címbalos, para louvarem o Senhor” (v.10). Não havia sequer uma nota dissonante ali. Harmoniosamente e com muita alegria, eles cantavam, “rendendo graças ao Senhor”: “Ele é bom, porque a Sua misericórdia dura para sempre sobre Israel” (v.11).

Neste cenário de louvor e adoração, onde “o povo jubilou com altas vozes” (v.11), também havia vozes de choro. Os idosos choraram. Aqueles que tinham conhecido a glória do primeiro templo, “choraram em alta voz” (v.12), ao contemplarem apenas os alicerces. E, entre gritos de alegria e vozes de choro, “de mui longe” (v.13), a voz do povo podia ser ouvida.

Deus tem filhos Seus espalhados por todo o mundo. E as festas que apontavam para o plano da redenção, ainda que não mais celebradas, devem nos remeter ao Seu profundo desejo de nos unir num só propósito. Foi quando os discípulos compreenderam este princípio que, reunindo-se com seus irmãos, “perseveravam unânimes em oração” (At.1:14). Podemos estar, hoje, “mui separados, longe uns dos outros” (Ne.4:19), mas quando “nós oramos ao nosso Deus” (Ne.4:9), o Espírito Santo nos une, coração a coração, e derrama sobre nós o poder que nos torna “como um só homem” (v.1) na obra de testemunhar do evangelho eterno de Cristo.

Antes da ação, vem a oração. Antes da reforma, vem o reavivamento. Quando o povo de Deus estiver assim unido, as discussões serão cessadas, as disputas dissolvidas, as contendas desfeitas, as mágoas esquecidas, o amor amadurecido, e “será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14). Oremos, igreja do Deus vivo! Que esses dias de oportunidade que ainda temos, sejam suficientes para edificar o altar do Senhor em nosso coração, sobre o sólido fundamento das Escrituras.

Pai Celestial, graças Te damos porque o Senhor é bom e a Sua misericórdia dura para sempre! Quando estivermos unidos como um só homem, com o coração edificado pelo Espírito Santo, certamente o Senhor cumprirá a Sua promessa e celebraremos a festa dos Teus tabernáculos na Jerusalém celestial. O choro daqueles idosos reflete a tristeza dos mais experientes hoje. Mas quer sorrindo, quer chorando, nos une, Senhor, no mesmo propósito de preparar um povo para Te encontrar, de modo que a nossa voz seja ouvida de longe, e Jesus volte logo. Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, unidos pelo Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#ESDRAS3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ESDRAS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
27 de maio de 2026, 0:30
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ESDRAS 3 – As gerações antigas podem ter perspectivas diferentes das coisas, em relação às novas gerações. As experiências e histórias dos veteranos contam muito na forma de ver a vida e faria muito bem que seus descendentes lhes dessem atenção.

Em contrapartida, não é possível viver do passado. Às vezes, a situação atual não é nada favorável para se fazer o que era feito antigamente. Então, da mesma forma que as novas gerações precisam considerar a velha guarda, os idosos precisam inspirar-se na alegria e motivação das novas gerações. Com bom fundamento e boa expectativa é possível ter excelente perspectiva do presente e caminhar confiando em Deus rumo ao futuro.

As formas diferentes de reagir de cada geração deveriam se complementar. As variadas reações demonstradas por cada geração diante da mesma situação deveriam levar todas as gerações a um amadurecimento espiritual, o que realmente acontece caso uma geração não for intolerante à outra – algo difícil, não impossível!

Esdras 3 revela-nos que mesmo chorando com situações caóticas da obra de Deus, é possível alegrar-nos imensamente quando algo parado há tempo volta a acontecer.

• Mesmo sem ter sido lançado os alicerces do novo templo, os judeus organizaram-se para recomeçar as atividades religiosas. Diante do dia mais sagrado do calendário hebraico, foi organizado um altar para dar início às festividades que não se celebravam desde a queda de Jerusalém (Esdras 3:1-6). Que privilégio!
• O lançamento do alicerce do templo encheu de euforia aos jovens, e de nostalgia aos velhos; porém, ao se misturarem os gritos dos que choraram em alta voz com os gritos dos que se alegravam, não podia distinguir-se, assim “o povo fazia enorme barulho. E o som foi ouvido a grande distância” (Esdras 2:7-13).

Mesmo com nostalgia, se há recomeço de algo bom, de novo investimento na obra de Deus, o choro precisa ceder lugar à alegria. Os jovens entusiasmados com as coisas de Deus devem sufocar o lamento daqueles que prezam por sentimentos nostálgicos.

Diferentes gerações precisam aprender a agirem tão unidas “como um só homem” (Esdras 3:1, 9) ao trabalharem para Deus, e adorá-Lo “com louvor e ações de graças”, contando o quanto “Ele é bom”, cantando que “Seu amor por Seu povo dura para sempre” (Esdras 3:11).

Assim nasce um poderoso reavivamento! – Heber Toth Armí.



ESDRAS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
26 de maio de 2026, 1:30
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Texto bíblico: ESDRAS 2 – Primeiro leia a Bíblia

COM. BLOG MUNDIAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

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ESDRAS 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL by Jeferson Quimelli
26 de maio de 2026, 1:00
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Texto bíblico: ESDRAS 2

Eu nasci em circunstâncias adversas e fui criada por minha mãe. Não conheci meu pai até quando me tornei adulta. Quando descobri o nome dele, imediatamente comecei a pesquisar tudo sobre ele. Fui motivada pela necessidade de pertencer – para me identificar com esse homem que eu não conhecia, mas estava conectado através do meu DNA.

Este capítulo revela algo semelhante. O decreto foi emitido permitindo que os judeus voltassem a Jerusalém. Imediatamente, muitos se levantaram para serem contados entre os que retornariam. Ansiosamente, eles se prepararam para uma jornada para este lugar a que pertenciam – sua tribo, sua família, seu DNA. Embora alguns nunca tivessem visto Jerusalém, estavam em casa.

Embora você possa estar – e assim espero – conectado à sua família terrena, lembre-se de que você também é contado entre a família de Deus. Você é filho dEle. Deus emitiu um chamado através da Sua Palavra para você retornar a Ele. Assim como os judeus se preparavam para uma jornada que os reconectaria ao lar ancestral, você também precisa seguir seu caminho – uma jornada liderada pelo Espírito que o levará de volta para casa, não apenas para o seu Pai celestial, mas para o seu lar eterno.

Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review e Adventist World

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/2
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ESDRAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de maio de 2026, 0:50
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750 palavras

Resumo: Os exilados retornam para Jerusalém com Zorobabel. Um total de 42.360 pessoas retornam. Alguns dos chefes das famílias dão ofertas voluntárias para a reconstrução do templo de Deus no seu antigo local.

1-70 A lista dos exilados que retornaram talvez não pareça teologicamente importante, mas a repetição da mesma lista, com algumas variações em Ne 7, sugere outra coisa: Em primeiro lugar, o Senhor conhece pessoalmente o seu povo. A aliança entre o Senhor e o Seu povo é um laço de amizade íntima. Em segundo lugar, as pessoas comuns são vitais para a realização do plano divino da redenção. Não somente os líderes religiosos e políticos são importantes na reconstrução da Casa de Deus, mas também o povo comum o é. De fato, “o restante do povo” contribuiu mais para a reconstrução do que fizeram os “cabeças das famílias” ou o governador (Ne 7.70-72). Em terceiro lugar, a numeração se assemelha àquelas que existem em Números e em Josué (Nm 1.26; Js 18,19). Assim como o Senhor formou a comunidade da aliança depois do êxodo do Egito, assim também Ele a recria após o retorno da Babilônia. Bíblia de Genebra.

Filhos da província. Judá passou a ser província persa. Bíblia Shedd.

Zorobabel. O líder político dos exilados. Ageu (1.1) fala de Zorobabel, neto do rei Jeoaquim, como governador de Judá. Ciro, portanto, nomeou um descendente de um antigo rei de Judá para governar em nome de um rei persa, uma escolha com a qual Ciro esperava agradar os judeus. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 356.

Jesua. Significa “o SENHOR salva”, sendo uma variação aramaica do nome hebraico “Josué”. A forma grega é “Jesus”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Yeshua’ é a forma aramaica do nome hebraico geralmente traduzido como Josué. Este Jesua era o líder espiritual dos exilados que retornaram, o “sumo sacerdote” (Ag 1;1; Zc 3:1), além de outras referências (Ed 3:2; Ne 12:1;etc). Era descendente direto de Arão, por seu pai Josadaque, sumo sacerdote no tempo do cativeiro de Nabucodonosor (1Cr 6:3-15; Ed 3:2). […] Assim, dois homens da antiga nobreza judaica lideraram o movimento de restauração de Judá: um descendente da antiga casa real [Zorobabel] foi nomeado líder político e o outro, um filho do último sacerdote antes do cativeiro [Jesua/Josué], como líder espiritual. Seus nomes podem ter sido sugeridos a Ciro por um conselheiro confiável como Daniel, e ambos, sem dúvida, foram escolhidos por seu caráter idôneo e por desfrutarem da confiança do povo. CBASD, vol. 3, p. 356 e 357.

Parós. Significa “pulga” (o israelitas muitas vezes recebiam nomes de insetos ou animais). Bíblia de Estudo NVI Vida.

21-35 Embora os nomes dos v. 3-20 sejam de família, os dos v. 21-35 representam uma série de aldeias e de cidades, muitas das quais ficavam no território benjamita ao norte de Jerusalém. É significativo não haver referências a cidades do Neguebe, no sul de Judá. Quando Nabucodonosor conquistou Judá em 597 a.C. (Jr 13.19), os edomitas (v. livro de Obadias) aproveitaram-se da situação e ocuparam a área. Bíblia de Estudo NVI Vida.

40 levitas. Foram relativamente poucos os levitas que retornaram (v. 8.15). Como os levitas estavam incumbidos das tarefas menores do templo, muitos talvez tenham encontrado uma vida mais confortável no exílio. Bíblia de Estudo NVI Vida.

41 Asafe. O cantor-mor de Davi (1Cr 15.4-7). Bíblia Shedd.

59 – 63 As genealogias eram muito importantes para o povo hebreu. Se eles não pudessem provar que eram filhos de Abraão, eles não eram considerados judeus e eram excluídos da plena participação da vida comunal judaica. Life Application Study Bible Kingsway NIV.

63 Urim e Tumim. Eram dois objetos, provavelmente com a forma de pedras planas, que originalmente faziam parte da vestimenta [no peitoral] do sumo sacerdote. Eram utilizados para buscar a vontade de Deus em questões importantes (Lev 8:8). Life Application Study Bible Kingsway NIV.

Só o sumo sacerdote podia restaurar os outros sacerdotes ao seu legítimo ministério. Bíblia Shedd.

65 afora os seus servos e as suas servas. É surpreendente descobrir que depois de 50 anos de cativeiro, alguns judeus melhoraram sua posição social a ponto de adquirirem escravos – um para cada seis judeus. CBASD, vol. 3, p. 357.

69 deram quinhentos quilos de ouro, três toneladas de prata (NVI). O dinheiro dado era suficiente para iniciar a reconstrução do templo. O povo doou os recursos de que dispunham para o seu melhor uso. Eles foram entusiastas e sinceros, mas o templo nunca alcançaria o esplendor do templo de Salomão. O dinheiro que Davi reuniu para começar a construção do templo de Salomão era mil vezes maior (1Cr 22:14). Algumas pessoas choraram quando lembraram o glorioso templo que havia sido destruído (3:12). Life Application Study Bible Kingsway NIV.



ESDRAS 2 — Rosana Barros by Ivan Barros
26 de maio de 2026, 0:45
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“Estes procuraram o seu registro nos livros genealógicos, porém o não acharam; pelo que foram tidos por imundos para o sacerdócio” (v.62).

Quando nos deparamos com a leitura de uma genealogia bíblica ou, como no capítulo de hoje, de uma grande lista de nomes incomuns, temos a tendência de pular o capítulo e acabamos perdendo uma importante parcela da bênção para nós reservada. Confesso que sou tentada a fazer uma leitura superficial e rápida, mas, estando em oração, o Espírito Santo nunca permite que as Escrituras deixem de cumprir a sua fiel utilidade.

No capítulo anterior, vimos que nem todos os hebreus retornaram da terra do cativeiro. Se isso tivesse acontecido, provavelmente não haveria uma lista destacando os que “voltaram para Jerusalém e para Judá” (v.1). Certamente, estaria escrito que todos regressaram “para Jerusalém e para Judá”. Os “exilados” (v.1), portanto, eram um remanescente, uma pequena porção dos filhos de Israel; aproximadamente cinquenta mil pessoas que reconheceram ser aquele o momento de voltar para casa.

Alguns, porém, “não puderam provar que as suas famílias e a sua linhagem eram de Israel” (v.59). Seus nomes, ou o nome de seus pais, não constavam “nos livros genealógicos” (v.62), causando um grande desconforto. Mesmo que alguns defendessem uma linhagem sacerdotal, sem o registro, não poderiam assumir tão sagrada função. No processo de reconstrução do templo e de restabelecimento do verdadeiro culto a Deus, era necessário “que se levantasse um sacerdote com Urim e Tumim” (v.63), ou seja, o sumo sacerdote para ministrar diante do Senhor e revelar a Sua vontade.

Neste capítulo, percebemos de uma forma mais clara a importância das genealogias. Era ali que os filhos de Israel encontravam a sua identidade. Sem esta prova, sua filiação era considerada ilegítima. Como Israel de Deus, há um registro no qual nosso nome deve estar escrito. Serão “tidos por imundos” (v.62), “aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro” (Ap.13:8). A nossa identidade celestial consiste em conservá-la nos anais da eternidade, vivendo aqui de modo a não restar dúvidas a quem pertencemos e para onde estamos indo.

Fazemos parte das digitais do nosso Criador: “Eis que nas palmas das Minhas mãos te gravei” (Is.49:16); um registro que não pode ser perdido ou esquecido, a menos que desejemos isso. Se permanecermos em Deus, nunca seremos considerados indigentes ou filhos ilegítimos, mas recebemos o privilégio de ser guiados por Ele, glorificando o Seu nome (Is.63:14). Agora, pois, mantenham “exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação” (1Pe.2:12).

Como aqueles filhos de Israel “voltaram do cativeiro”, pois “voltaram para Jerusalém” (v.1), há um chamado urgente do Senhor para o Seu último remanescente que ainda está em Babilônia: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4). “Alegremo-nos, exultemos e demos-Lhe glória, porque chegou a hora das bodas do Cordeiro, e a noiva dEle já se preparou” (Ap.19:7). Chegou a hora, amados! É tempo de termos as nossas vestes lavadas e alvejadas “no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14). É hora de voltarmos para Jerusalém, “a cidade santa” (Ap.21:10)! É hora de voltarmos para a casa do nosso Pai!

Senhor, nosso Deus, houve um período profético estabelecido para o cativeiro do Teu povo Israel em Babilônia. Não sabemos o tempo de nosso cativeiro até que Jesus volte, mas o Senhor mesmo nos deixou escrito na Tua Palavra que não somos das trevas para que aquele Dia nos apanhe de surpresa. Temos as profecias que nos apontam o quão perto estamos de voltar para casa. Então, Pai, clamamos pelo Espírito Santo, o nosso Consolador, Deus conosco, para aplainar as nossas veredas, purificar o nosso coração e manter as nossas lamparinas acesas! Por Tua graça e misericórdia, que os nossos nomes estejam escritos no Livro da Vida do Cordeiro. Liberta-nos do nosso cativeiro, Pai! Por Jesus, nosso Cristo amado, clamamos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhos e filhas de Deus!

Rosana Garcia Barros

#ESDRAS2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ESDRAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de maio de 2026, 0:30
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ESDRAS 2 – Registros de nomes não são importantes apenas no cartório. Na Bíblia também esses registros têm sua importância.

Tiveram seu valor no passado, e tem seu valor no presente. Isto atesta seu valor no futuro, quando os que saírem do exílio terrestre para a liberdade celestial deverão ter seus nomes registrados no Livro da Vida do Cordeiro (Apocalipse 21:27).

Ler e analisar documentos nunca foram atividades prazerosas, contudo têm sua importância; ainda mais documentos inspirados pelo Espírito Santo, inseridos na Palavra de Deus. Após o exílio babilônico dos judeus, conforme a profecia de Jeremias, o retorno para casa aconteceu. Esdras deixou tudo documentado.

Esdras 2 fornece uma lista dos que retornaram; a qual foi organizada por…

1. Clã (Esdras 2:3-20).
2. Localidade (Esdras 2:21-35).
3. Funções:

• Sacerdotes (Esdras 2:36-39).
• Levitas (Esdras 2:40).
• Cantores (Esdras 2:41)
• Porteiros (Esdras 2:42).
• Servidores do templo (Esdras 2:43-54).
• Servos de Salomão (Esdras 2:55-58).

4. Pessoas de origem incerta (Esdras 2:59-63).

O comentário da Bíblia Andrews destaca que estas listas desempenharam papel importante na comunidade pós-exílica. Elas…

• Davam status a quem trabalhava no templo.
• Proporcionavam estabilidade e continuidade em uma época de mudanças.
• Construíam uma ponte para o passado com as informações genealógicas.

E depois salienta que “a seção final da lista sugere que a pureza era uma grande preocupação da comunidade. Aqueles que não conseguissem provar sua ascendência não se qualificariam para exercer um papel na reconstrução do templo (Ed 2:59-63). A experiência da destruição de Jerusalém e o exílio na Babilônia estiveram intimamente ligados à falta de obediência aos mandamentos de Deus (Jr 6:6-15; 7:1-11; 10:1-16). Desta vez, os líderes do povo queriam certificar de que as ordens divinas seriam seguidas”.

Os recém-libertos doaram conforme suas possibilidades à tesouraria para reconstrução do templo…

• 500 quilos de ouro.
• 3.000 quilos de prata.
• 100 vestes sacerdotais.

A vida deve ter propósito. Sem objetivo, a existência perde a essência e o sentido. Assim como os judeus planejavam reconstruir o templo (Esdras 1:3-5), cada cristão deve construir o Reino de Deus (I Pedro 2:4-10).

Cristãos com propósito claro investem generosamente na propagação do Evangelho do Reino. Nossa libertação por Cristo é maior que a libertação dos judeus, nosso propósito também é maior. Portanto, reavivemo-nos… Nosso destino é o Céu! – Heber Toth Armí.