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Texto bíblico: I REIS 16 – Primeiro leia a Bíblia
I REIS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1Rs/16
Nós temos uma série de eventos interessantes neste último capítulo antes de Elias entrar em cena como um dos grandes profetas de Israel.
Quando o povo ouviu do que Zinri tinha feito, elegeu Onri como o Rei de Israel. Onri e o povo de Israel cercaram a cidade de Tirza, e quando Zinri percebeu que a cidade havia sido tomada ele foi para o castelo da casa do rei, ateou fogo nela e se matou. O engano e poder não duram muito tempo!
A próxima ação maldosa foi feita pelo próprio Onri. O povo de Israel se dividiu em duas partes, uma apoiando Tibni e outra apoiando Onri. O grupo de Onri prevaleceu. Do ponto de vista secular, Onri foi um bom rei. Ele trouxe prosperidade para a nação e até mesmo fundou outra capital numa colina, Samaria. Mas no que diz respeito à sua maldade, ele foi pior do que todos os reis antes dele. Foi ele quem trouxe a Israel a adoração do deus Baal, e seu filho Acabe se casou com Jezabel, filha do sumo sacerdote de Baal. Este tornou-se o pior tempo de apostasia e idolatria na história de Israel e introduziu Elias em cena. Foi através de um profeta como Elias que Deus entrou em ação.
Leo Ranzolin
Vice-presidente aposentado da Associação Geral
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/16
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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847 palavras
1-7 Deus destruiu os descendentes de Jeroboão por seus flagrantes pecados e, mesmo assim, Baasa repetiu os mesmos erros. Ele não aprendeu do exemplo daqueles que vieram antes dele; ele não parou para pensar que seu pecado seria punido. Aprenda do seu passado, da experiência de outros e das vidas daqueles cuja histórias são contadas na Bíblia. Não repita erros. Life Application Study Bible Kingsway.
1 Jeú. Assim como seu pai antes dele (v. 2Cr 16.7-10), Jeú levou ao rei uma palavra de condenação. Foi enviado do sul para o norte, de modo bem semelhante ao homem de Deus proveniente de Judá (13.1) e, posteriormente, ao profeta Amós. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 embriagando-se. O fato de Elá estar se embriagando em Tirza enquanto o seu exército estava sitiando Gibetom (v. 15) indica que ele tinha pouca percepção das suas responsabilidades como rei. Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 Depois de assassinar Elá e lhe tomar o trono, Zinri reinou apenas sete dias, quando Onri e seu exército o sitiaram em Tirza. No entanto, o suicídio de Zinri – porque ele incendiou o palácio de Tirza estando lá dentro – teve consequências permanentes. Até aquele momento, Tirza era a capital de Israel, mas Onri estabeleceu em Samaria a nova capital, e a outrora grande cidade de Tirza desapareceu da história. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.
15 reinou Zinri sete dias em Tirza. A história de Israel, o Reino do Norte, foi cravejada de frequentes golpes políticos ou tentativas de golpe. Judá, o Reino do Sul, mostrou ser um tanto mais estável, talvez porque seus reis continuaram a ser descendentes de Davi. Mas a instabilidade de Israel, no Norte, também pode ser atribuída ao desprezo de seus reis pela aliança mosaica. A agitação política era a maneira de Deus disciplinar e renovar a liderança de Israel (11.29-39; 14.7-11; 16.1-4; 21.19-22; 2Rs 1.2-4). Bíblia de Genebra.
22 Tibni morreu. Naqueles tempos de guerra civil, era desnecessário dizer do que morreu! Onri, o vencedor, historicamente [não espiritualmente] tornou-se um grande rei, segundo a arqueologia. Bíblia Shedd.
24 Samaria, localizada 11,3 quilômetros ao norte de Siquém, era a cidade ideal para sediar a capital do Reino do Norte, pois era imune a praticamente qualquer ataque, estando cerca de 90 metros acima dos vales férteis que a cercavam (ver 20.1-21; 2Rs 6.25; 18.9,10). Os arqueólogos descobriram que ela foi adornada por Onri e Acabe com estruturas magníficas, para concorrer com as edificações de Salomão em Jerusalém. Depois dessa época, o Reino do Norte passou a ser designado pelo nome de sua cidade real, assim como o Reino do Sul era identificado por sua capital, Jerusalém (ver, e.g., 21.1; Is 10.10, Am 6.1). Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.
Ficava a cerca de 60 km ao norte de Jerusalém. Samaria podia ser defendida com facilidade e tornou-se a capital permanente de Israel (20.1; 2Rs 6.24; 10.17; 13.6; 18.9-10). Contudo, algumas vezes, “Samaria” refere-se ao Reino do Norte como um todo (2Rs 17.24; Am 3.9, 12). Bíblia Shedd.
O ato estratégico de construir Samaria quase se equipara, em importância política, ao ato de Davi em construir a cidade de Jerusalém ao redor da fortaleza central de Sião, a qual conquistara dos jebuseus (2 Sm 5.6-10). As muralhas, que os arqueólogos desenterraram são as mais poderosas de todas as fortificações feitas no oriente, na antiguidade; a paz que assim obteve, levou a cidade de Samaria a se tornar, no decurso de um século apenas, um centro de riqueza, idolatria e luxúria (cf Is 8.4; Am 6.1-11). Bíblia Shedd.
30 mais do que qualquer outro. Onri pecou mais do que os que reinaram antes dele (cf. v. 25), e Acabe pecou mais que seu pai. A iniquidade tornou-se progressivamente pior na casa real do Reino do Norte. Quase terça parte do material narrativo de 1 e 2Reis diz respeito ao período de 34 anos do reinado de Acabe e dos seus dois filhos, Acazias e Jorão. Nesse período, ficou especialmente intensa a luta entre o reino de Deus (cujos campeões eram Elias e Eliseu) e o reino de Satanás. Bíblia de Estudo NVI Vida.
31 Os nomes dos filhos de Acabe (Acazias, “O SENHOR segura”) e Jorão, “O SENHOR é exaltado”) levam a crer que ele não pretendia substituir o culto ao Senhor pelo culto a Baal, mas adorar as duas deidades de modo sincretista. Bíblia de Estudo NVI Vida.
32 templo de Baal, que ele mesmo tinha construído em Samaria. Acabe importou imediatamente a adoração ao Baal fenício da sua esposa para o Reino do Norte ao construir-lhe um templo em Samaria, assim como Salomão construíra o templo do Senhor em Jerusalém. Esse templo pagão e sua pedra sagrada … foram posteriormente destruídos por Jeú (2Rs 10.21-27). Bíblia de Estudo NVI Vida.
34 reconstruiu Jericó. Não significa que Jericó tinha permanecido desabitada desde a sua destruição por Josué (v. Js 18.21; Jz 1.16; 3.13; 2Sm 10.5), mas que permaneceu como aldeia sem muros. Durante o reinado de Acabe, Hiel fortificou a cidade reconstruindo seus muros e portões (v. em 9.17 uso semelhante de “reconstruir”). Assim foi violada a intenção de Deus de deixar as ruínas de Jericó (Js 6.26) como lembrança perpétua de que Israel recebera a terra de Canaã da mão de Deus como uma dádiva da Sua graça. Por isso, Hiel sofreu os efeitos da maldição impetrada por Josué. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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“Também Acabe fez um poste-ídolo, de maneira que cometeu mais abominações para irritar ao Senhor, Deus de Israel, do que todos os reis de Israel que foram antes dele” (v.33).
Enquanto a descendência de Davi seguia no trono de Judá, cada rei constituído sobre Israel deixava como legado uma corrente de maldições. Era, literalmente, um rei pior do que o outro. Cada monarca que subia ao trono do Reino do Norte superava o anterior, aumentando as “abominações para irritar ao Senhor” (v.33). Nessa sucessão de reis perversos, surge Acabe, pior do que todos os seus antecessores e com um adicional maligno: Jezabel, uma esposa idólatra e fervorosa adoradora de Baal.
Na conspiração de Zinri, percebam que não somente Elá foi morto, mas também toda a descendência de Baasa, seus parentes e até “seus amigos” (v.11). Zinri, por sua vez, cometeu suicídio após um reinado curtíssimo. Já Onri teve de disputar o poder em um cenário de guerra civil, pois “o povo de Israel se dividiu em dois partidos” (v.21). Foi nos dias de Acabe que uma profecia dita por Josué logrou cumprimento: após a destruição de Jericó, uma maldição fora lançada sobre quem a reconstruísse (Js.6:26). Hiel pagou o alto preço de perder dois de seus filhos devido à sua desobediência.
Uma coisa precisa ficar bem clara: pecado gera pecado! O Senhor não enviava Seus profetas simplesmente para declarar juízo, mas para que o juízo despertasse a nação da cegueira espiritual e a conduzisse ao arrependimento. Sabem, amados, o pecado é como a glória inicial daqueles reis: faz brilhar os olhos com os “castelos” da fama, da riqueza e da ostentação, da promiscuidade, para então oprimir o pecador até que este seja destruído. As falidas dinastias de Israel revelam o quanto o pecado é nocivo e o quanto as suas consequências são danosas, “porque o salário do pecado é a morte” (Rm.6:23).
Não pense que a vida é sua, que você faz dela o que quiser e ninguém tem nada com isso. Como o rei Elá, você pode estar colocando em risco não somente a sua vida, mas a de sua família e até de seus amigos. Cada ser humano opera como uma testemunha no mundo. Podemos testemunhar de nossos conhecimentos e do que acreditamos, ainda que não seja este o nosso propósito. Se escolhemos andar com Cristo, como disse Paulo, somos carta de Cristo, “conhecida e lida por todos os homens” (2Co.3:2). Ser uma testemunha de Jesus inclui o privilégio de proclamar o que dEle vimos e ouvimos, seguindo os Seus passos (1Pe.2:21).
O que estamos edificando, meus irmãos? Fundamentos e portas que custarão a vida dos que mais amamos, ou uma experiência pessoal com Deus que revele o Seu amor e o Seu poder? Isso só acontece se houver uma edificação diária da nossa comunhão com o Senhor, como declara Henderson Velten: “Deus deve ser nosso maior amigo. É com Ele que devemos falar em primeiro lugar no dia. É com Ele também que devemos falar por último. O Senhor deve ser o primeiro e o último em nosso viver” (Movendo o Braço do Altíssimo, editora Luz do Mundo, p.73).
A Palavra de Deus vem ao encontro do nosso coração nesta manhã. Precisamos amá-la e fazer dela nossa única regra de fé e prática. Só assim saberemos fazer a diferença entre o bem e o mal e, pela ação direta do Espírito Santo, tomar decisões acertadas. Seremos, então, testemunhas de Jesus, “porque dEle, e por meio dEle, e para Ele são todas as coisas. A Ele, pois, a glória eternamente. Amém!” (Rm.11:36).
Pai Celestial, nós somos gratos a Ti por nos falar mais uma vez através da Tua Palavra! Nossos pecados fazem separação entre nós e o Senhor, mas a cruz de Cristo quebrou essa barreira e nos reconciliou Contigo. Que a Tua bondade nos conduza ao arrependimento e que tenhamos alegria em Te buscar e crescer em nosso relacionamento com o Senhor todos os dias. Faz-nos Tuas testemunhas. Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, testemunhas de Jesus!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I REIS 16 – A espiritualidade, quando não estiver fundamentada na Bíblia, em vez de decolar, ela declina!
O capítulo em pauta continua falando do amaldiçoado Baasa, e apresenta a sequência de reis de Israel: o beberrão Elá; Zinri, que foi queimado vivo; o sectário Tibni; o ousado, enérgico e impiedoso Onri; e, o pior de todos, o ímpio Acabe – casado com a terrível rainha pagã, Jezabel.
Como indivíduo muito competente em sua função política de monarca, Onri estabilizou o lado norte de Israel que enfrentava constantes conflitos. Uma de suas estratégias foi casar seu filho Acabe com Jezabel, uma estrangeira de Tiro; e, sua filha Atalia casou-se com Jeorão, de Judá; assim, criou duas importantes alianças internacionais.
Onri recuperou territórios perdidos para a Síria, conquistou Moabe e comprou Samaria; porém, o sucesso da perspectiva divina é diferente do ponto de vista humano. A avaliação de Deus classifica Onri como mau, pior que seus antecessores (I Reis 16:21-28).
O auge da perversidade real em Israel aconteceu no reinado de seu filho, Acabe. Ao casar-se com uma pagã de grande influência, foi implantado em Israel a devoção a Baal, Melcarte e Aserá. Acabe aderiu às táticas de Jezabel de eliminar o Deus de Israel da mente e do coração dos israelitas (I Reis 16:29-33).
Deus Se entristece quando concede poder a alguém para fazer Sua vontade mas esse alguém opta por fazer o mal, andar contrário à Sua vontade e ainda induzir pessoas a distanciar-se da verdadeira religião (I Reis 16:2-3, 13, 18-19, 26).
O clímax da irritação de Deus aconteceu no período do reinado de Acabe (I Reis 16:33). Além de tantos pecados que O irritaram, em seus dias, Jericó foi reedificada, sob a maldição da profecia de Josué (Josué 6:26; I Reis 16:34):
• Quando Hiel lançou seu fundamento, Abirão, seu filho mais velho morreu, conforme a profecia!
• Quando persistiu e levantou as portas, Segube, morreu seu filho mais novo, conforme a profecia!
Outra profecia cumprida foi a de Jeú contra o bêbado e idólatra Baasa (I Reis 16:3-4, 9-12). Isso mostra que não é sábio irritar a Deus com nossa devassidão e perversão!
Pecados são venenos para a família, para a sociedade, para a política e para a religião. Fujamos deles! Reavivemo-nos consagrando-nos a Deus! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I REIS 15 – Primeiro leia a Bíblia
I REIS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1Rs/15
Enquanto o reino do norte de Israel persistia na idolatria e tinha seus reis se sucedendo por assassinato, o reino do sul de Judá desfrutava contrastante estabilidade com Asa. Asa inverteu a tendência à idolatria que havia começado durante os dias de seu bisavô Salomão, mesmo quando isso significava escolhas difíceis. Asa fez o que deve ter sido uma escolha dolorosa quando ele removeu sua própria avó de sua posição real por causa de seu envolvimento com a idolatria.
Escolher o caminho certo a seguir naqueles momentos dolorosos em que um membro da família escolhe o caminho errado requer coragem. Você pode ser uma das muitas pessoas que leem isso e que experimentou dor porque um membro da família deixou de se relacionar com você porque você escolheu um relacionamento com Deus. Lembre-se de que o Deus que fortaleceu Asa a fazer o correto quando sua avó falhou em ser a pessoa que ela deveria ter sido ainda fortalece aqueles em situação semelhante hoje. Ele pode lhe dar um coração verdadeiro e corajoso como o de Asa, para que você possa fazer o que é certo e fortalecer sua família, sua congregação e sua comunidade.
Que Deus trabalhe através de você para trazer sua família a Ele.
Brent Hamstra
Professor e Chefe do Departamento de Química
Southern Adventist University
Tennessee EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/15
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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825 palavras
1 Abias [filho de Roboão, rei de Judá]. O nome hebraico é Abij am, diferente do Abias que morreu [Abijah – “Meu Pai (divino) é o SENHOR”, o filho de Jeroboão, rei de Israel, 14.1]. Bíblia Shedd.
2 Maaca, filha de Absalão. A mãe de Absalão também se chamava Maaca (2Sm 3.3). Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 não foi perfeito para com o Senhor, seu Deus, como o coração de Davi. Embora Davi caísse em pecado grave, seu coração nunca se dividiu entre servir ao Senhor e servir às divindades cananéias da natureza. Bíblia de Estudo NVI Vida.
7 houve guerra entre Abias e Jeroboão. 2Cr 13 deixa claro que os relacionamentos hostis crônicos dos anos anteriores explodiram em combates pesados, nos quais Abias [rei de Judá] derrotou Jeroboão [rei de Israel] e capturou dele várias cidades, incluindo Betel (2Cr 13.19). Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 Asa. Asa foi um dos mais destacados reis entre os que reinaram em Judá e Israel. Seu reino foi uma época de poderosas reformas religiosas e de grande vitórias militares. […] Assim como se narra a respeito de Davi, o coração de Asa foi totalmente do Senhor (14), até seus dois lapsos mencionados em 2Cr 16.10 e 12, quando confiou em alianças políticas, e em médicos, quando de sua enfermidade.. Bíblia Shedd.
12 tirou da terra os prostitutos cultuais. É evidente que ele não teve êxito completo em sua tentativa de eliminar os sodomitas da terra, pois seu filho Josafá concluiu essa tarefa (1Rs 22.46). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 883.
13 depor sua vó Maaca (NVI). 2Cr 14.1 – 15.16 indica uma progressão na reforma de Asa no decurso de um período de anos. Embora Asa tivesse destruído ídolos e altares pagãos no começo de seu reinado (2Cr 14.2, 3), foi somente depois de uma vitória sobre o rei cuxita Zerá (2Cr 14.8-15) que Asa correspondeu à mensagem do profeta Azarias, filho de Odede, conclamando uma assembléia para a renovação da aliança em Jerusalém, no ano 15 do seu reinado (2Cr 15.10). Depois desta assembléia, Asa depôs sua avó Maaca por causa da idolatria dela (2Cr 15.16). Bíblia de Estudo NVI Vida.
ela havia feito ao poste ídolo uma abominável imagem (ARA; NVI: “um poste sagrado repugnante”). Do heb. mifletseth. Esta palavra aparece apenas aqui e na passagem paralela em 2Crônicas 15:16. Ela indica algo terrível e espantoso. Talvez represente uma imagem obscena particularmente monstruosa. CBASD, vol. 2, p. 884.
Baasa, rei de Israel, subiu contra Judá e edificou a Ramá. Após a grande vitória de Asa sobre Zerá [2Cr 14:9-15; 15:9], muitos estrangeiros se uniram a ele. … Para impedir que seus súditos se fossem com Asa, Baasa fortificou Ramá, uma cidade em Benjamim cerca de 9, 5 km ao norte de Jerusalém, cerca de 9,5 km ao norte de Jerusalém, próxima à fronteira entre Israel e Judá, numa tentativa de controlar a fronteira. CBASD, vol. 2, p. 884.
18 tomou toda a prata e ouro restantes. O que sobrou depois de Sisaque do Egito ter saqueado Jerusalém (v. 14.25). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Ben-Hadade. Quer dizer filho de Hadade (a divindade das tempestades, segundo a mitologia síria); sabe-se de dois ou três reis com este nome, que reinaram em Damasco, capital da Síria. Bíblia Shedd.
19 Haja aliança entre mim e ti. Embora seu plano parecesse bem sucedido, foi condenado por Hanani, o profeta, como ato estulto, e uma negação da confiança no Senhor (v. 2Cr 16.7-10). O verdadeiro rei teocrático nunca deveria ter medo dos seus inimigos, mas confiar no Deus da aliança para ter segurança e proteção …Posteriormente, Acaz seguiria o mau exemplo de Asa, e buscaria a ajuda da Assíria ao ser atacado por Israel e Arã (v. 2Rs 15.5-9; Is7). Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 feriu a Ijom, a Dá, a […] Naftali. As cidades que Ben-Hadade conquistou em Naftali eram de importância muito especial, porque as estradas comerciais principais de Damasco que levavam a Tiro no oeste e que iam ao sudoeste pela planície de Jezreel [norte do Monte Carmelo] até a planície litorânea e ao Egito atravessavam essa área. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21 Baasa deixou de edificar a Ramá. O proceder de Asa, embora tenha tido êxito imediato em seu propósito de se livrar da ameaça de Baasa, não foi sábio nem correto. Asa devia ter confiado mais uma vez no Senhor como tinha feito quando Zerá, o etíope, invadiu a terra (2Cr 14:9-15). Apesar das dificuldades em que se encontrava, Asa não tinha o direito de usar os tesouros do templo do Senhor para conseguir ajuda de um rei pagão. O profeta Hanani o repreendeu por isso, mas Asa se irou e o colocou na prisão (2Cr 16:7-10). Isaías, mais tarde, repreendeu Israel por depender do Egito e não de Deus (Is 30:1-17). CBASD, vol. 2, p. 884.
Tirza. Uma capital temporária, perto de Siquém. A nova dinastia, depois da derrota do filho de Baasa, veio a edificar uma nova capital, que recebeu o nome de Samaria (16. 24, 29). Bíblia Shedd.
28 Baasa matou a Nadabe [filho de Jeroboão]. É possível que Baasa fosse um comandante no exército de Nadabe e conseguisse o apoio dos militares na sua conspiração. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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“Porquanto Davi fez o que era reto perante o Senhor e não se desviou de tudo quanto lhe ordenara, em todos os dias de sua vida, senão no caso de Urias, o heteu” (v.5).
A história dos reis de Israel e de Judá ilustra bem a trajetória da nação após tornar-se uma monarquia. De todas as nações da Terra, Israel era a campeã em brigar consigo mesma. Essa rivalidade fica bem evidente no capítulo de hoje: “Houve guerra” (v.6) entre os reinos do Norte e do Sul, e foram estabelecidas alianças políticas entre eles e os reinos pagãos. Tudo o que o Senhor havia condenado como errado e abominável era justamente o que o povo fazia, seguindo após os seus líderes imprudentes.
Em meio às trevas da idolatria e da apostasia, o Senhor suscitava “uma lâmpada em Jerusalém”, “por amor de Davi” (v.4). Asa foi o primeiro rei de Judá a promover uma verdadeira reforma no meio do povo: eliminou os ídolos e objetos de culto, “tirou da terra os prostitutos cultuais” (v.12) e depôs a rainha-mãe de seu cargo, destruindo o poste-ídolo que ela havia erigido. Enquanto Judá avançava no reinado estável de Asa, Israel sofria as consequências de um trono sem dono. Infelizmente, veremos em 2Crônicas que mesmo o rei Asa não perseverou em sua fidelidade a Deus. Por isso, precisamos hoje, mais do que nunca, atentar à necessidade de perseverança, pois, como disse Jesus: “É na vossa perseverança que ganhareis a vossa alma” (Lc.21:19).
Sem a sucessão de um rei ungido do Senhor, o Reino do Norte tinha uma coroa incerta. Cada rei que assumia o trono, temia constantemente por sua vida e de seus descendentes em meio ao risco iminente de uma traição. Já em Judá, havia a promessa de um Deus infalível; mesmo com a apostasia de vários monarcas, o Senhor continuava cuidando do Seu povo por amor a Davi e à aliança com Abraão. Davi tornou-se o modelo de rei, e seu coração, a norma espiritual de intimidade com Deus. Não fosse o seu pecado contra Urias, seu testemunho teria uma força inabalável.
Diante da realidade de que “muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mt.22:14), não vivemos mais no contexto de uma nação territorial, mas de uma nação espiritual. Precisamos despertar para a urgência de fazer o que é “reto perante o Senhor” (v.11), tendo um coração “totalmente do Senhor” (v.14) através de uma vida de comunhão e constante dependência da graça divina. Não existe a menor possibilidade de que isto aconteça sem que haja uma mudança real e progressiva. Pois não há como amar a Deus e permanecer do mesmo jeito. As obras da carne devem dar lugar ao “fruto do Espírito” (Gl.5:22). Porque “os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências” (Gl.5:24).
Asa não se limitou em fazer somente ele mesmo o que era correto diante de Deus, mas compreendeu a sua responsabilidade como líder em promover um reavivamento e reforma no meio do povo. Há quantos anos, amados, temos ouvido o mesmo clamor dos “profetas” modernos de que precisamos despertar de nossa letargia e viver e pregar, de fato, as três mensagens angélicas? Quanto tempo mais achamos que o Senhor irá tolerar toda a violência, crueldade e licenciosidade que este mundo tem promovido? Como o Egito no passado sofreu as consequências em não dar ouvidos às palavras do profeta de Deus, este mundo está às portas de sofrer os resultados do juízo vindouro.
E o que temos feito, meus irmãos? Estamos nos tornando “obesos” da verdade enquanto outros perecem de inanição na mentira? Temos nos conformado com uma mensagem rasa que não chama ao arrependimento? Lembremo-nos das palavras de Cristo: “O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo; arrependei-vos e crede no evangelho” (Mc.1:15). Eu não sei com relação a vocês, amados, mas o senso de urgência e solenidade só tem aumentado cada dia mais em meu coração. Cristo está às portas! E o Espírito Santo nos apela a buscarmos ao Senhor de todo o nosso coração, “orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:18).
Há um Rei prestes a Se apresentar diante do trono do Pai para reclamar os Seus. À Sua frente há uma obra prestes a terminar e, em Seu coração, há uma saudade que dói desde que o pecado entrou no mundo. Creio que Jesus espera por nós muito mais do que nós esperamos por Ele! Ele aguarda que escutemos o brado: “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6), e despertemos do sono da letargia erguendo bem alto as nossas lâmpadas acesas, cheias do óleo do Espírito Santo. Por amor a Davi, Deus cumpriu a Sua promessa. Por amor ao Seu remanescente, a derradeira promessa se cumprirá e breve veremos o nosso Salvador nas nuvens do céu vindo nos buscar, pois a respeito de Suas palavras, Ele mesmo afirmou: “Estas palavras são fiéis e verdadeiras” (Ap.22:6). “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora” (Mt.25:13).
Nosso Deus Todo-Poderoso, reconhecemos neste momento a nossa real condição como miseráveis, infelizes, pobres, cegos e nus e a nossa urgente necessidade do Teu ouro refinado no fogo, das Tuas vestes brancas e do Teu colírio. Ó, Senhor, cobre-nos com Tua graça e enche-nos do Teu Espírito! Promove em nossa vida o verdadeiro reavivamento e a verdadeira reforma. Que a Tua Palavra seja o firme alicerce de nossa fé e nisso perseveremos intercedendo uns pelos outros até que Cristo volte! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, reavivados pela Palavra!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I REIS 15 – Após dividir-se, Israel nunca mais foi o mesmo. Depois de três reis no território unificado na Terra Prometida, se dividiu não para progredir, mas para regredir.
• O lado norte, com 10 tribos, teve nove dinastias de dezenove reis ao todo, num período total de reinado 201 anos. Não teve nenhum rei fiel e temente a Deus. Lamentavelmente!
• O lado sul, concentrado em Judá, teve apenas a dinastia davídica com vinte reis, num período total de 335 anos – interrompida temporariamente apenas pela usurpadora Atalia. Aproximadamente 7 reis foram fieis a Deus, postergando assim, o fim da dinastia.
Os dois primeiros reis de cada região foram Roboão e Jeroboão. O início das duas partes foi precário, ambos os reis foram idólatras, e levaram o povo de Deus à apostasia.
• Na sequência, Judá teve Abias que reinou por 3 anos (I Reis 15:1-8); depois, veio Asa, que erradicou a idolatria que incluía colunas pagãs, imagens do sol, postes-ídolos e prostituição religiosa masculina nos cultos pagãos (I Reis 15:9-24).
• Em Israel, Nadabe e Abias deram sequência ao reinado de Jeroboão; porém, não foram bons reis na perspectiva divina (I Reis 15:25-34).
Maaca adorava a Aserá, deusa cananeia cujos rituais incluíam prostituição cúltica. Ela, a favorita das 18 esposas de Roboão, foi mãe de Abias e avó de Asa; provavelmente foi regente na infância do rei Asa, o qual mesmo tendo recebido influência negativa dessa mulher, submeteu-se à soberania divina. Deste modo, Asa foi o primeiro rei a promover uma reforma espiritual entre o povo de Deus no período da monarquia.
Os reavivamentos atrasaram a destruição de Judá, em relação às 10 tribos do norte. A história da realeza de Israel ao norte foi mais dramática que a do sul; e sua história foi mais curta, devido a sua impiedade.
Estes relatos de reis oferecem preciosas lições espirituais para o leitor atento! Quando se dá atenção à revelação bíblica, percebe-se o caminho da bênção, da longevidade, da prosperidade, da paz e da salvação, e se evita o caminho da destruição.
Asa falhou em sua confiança em Deus ao temer as ameaças de Bassa, de Israel; e entregou bens do Senhor a Ben-Hadade, da Síria. Começar bem nem sempre significa terminar bem. Por isso, devemos reavivar-nos sempre! – Heber Toth Armí.