Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 7 by jquimelli
19 de outubro de 2018, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-7/

Gênesis 7 começa com uma expressão bíblica familiar. O Senhor diz a Noé: “Venha para dentro da arca…” [v. 1 versão do autor]. Ao longo das escrituras o “Venha” é um convite divino. Jesus nos convida: “Vinde a mim todos vós que estais sobrecarregados, e eu vos aliviarei.” (Mt 11:28). O último capítulo do último livro da Bíblia, o Apocalipse, nos traz um convite gracioso: “E o Espírito e a noiva dizem ‘Vem!’ E todo aquele que ouve, diga: ‘Vem!’ E quem tem sede venha … ” (Apoc 22:17). Jesus acrescenta: “… aquele que vem a Mim de maneira nenhuma o lançarei fora. “(João 6:37).

O convite de Deus a Noé: “Vem para dentro da arca” era um convite para a salvação, segurança e libertação. Era uma promessa de Seu cuidado hoje, amanhã e para sempre. Ele deu a Noé esperança no meio do caos deste mundo. O convite divino de Jesus nos dá esperança também. Em Sua arca encontramos salvação, segurança e libertação.

Por que não compartilhar como você encontrou uma arca de segurança em Jesus?

Mark Finley
Evangelista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=277
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Áudio online – voz: Valesca Conty:


GÊNESIS 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
19 de outubro de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria



COMENTÁRIO GÊNESIS 7 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
19 de outubro de 2018, 0:46
Filed under: Sem categoria

GÊNESIS 7 – Quando o povo de Israel sofria terrivelmente em terras estrangeiras pela crueldade dos egípcios, o mal parecia sobressair sobre o bem, e o látego do carrasco aparentava ser mais forte que a esperança provida por Deus, o relato do dilúvio objetivava apresentar que Deus se importa e age no mundo.

Deus…
• …vê o que acontece na terra;
• …observa como as pessoas vão se tornando mais e mais violenta e maldosa;
• …conhece as inclinações do coração humano;
• …Se entristece com a situação deplorável em que a raça humana chegou;
• …depois de ver, sentir, observar e avaliar, decide mudar a política de deixar os pecadores na condição deplorável;
• …sabe a hora de agir e sabe como agir.

“O poder de Deus e a capacidade que Ele tem de ver todas as coisas conduz à emoção apropriada, não à insensibilidade, ou pessimismo ou brutalidade”; certamente, Deus “decide castigar os perversos, mas poupar Noé, homem que age diferente dos demais e, por isso, evita o castigo que lhes é destinado”. Assim sua família, tornou-se “o meio pelo qual o Deus misericordioso preserva a raça humana e também o símbolo visível de como o Deus justo e bom faz distinção entre fieis e desobediente” (Paul R. House).

O Comentário Bíblico Adventista sintetiza o capítulo em questão em dois pontos, os quais seguem:

• Noé, com sua família, e as criaturas viventes, entram na arca (vs. 1-16);
• Início e desenrolar do dilúvio (vs. 17-24).

“Por 120 anos Deus manteve Sua longanimidade (1Pd 3:20), e durante esse tempo, Noé, por sua vida e obra, ‘condenou o mundo’ (Hb 11:7). Mas os seres humanos, em seu descuido e indiferença, aproximavam-se rapidamente de seu fim. Ao salvar uma família e destruir todas as outras, Deus não estava sendo arbitrário. Somente Noé havia se qualificado para estar no novo mundo que surgiria após a purificação da Terra pela água” (CBASD).

Reflita:

• Ninguém da família de Caim entrou na arca; portanto, o dilúvio foi o fim da descendência dessa raça ruim.
• A graça foi oferecida a todos por 120 anos, mas apenas a família de Noé aceitou-a.

Organize tua família para que seja um instrumento da misericórdia divina. Viva no presente, consciente que Deus age para salvar quando a situação chega a ser deprimente! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de outubro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Disse o Senhor a Noé: Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de Mim no meio desta geração” (v.1).


Já vimos que o nome “Noé” significa “descanso, repouso”. De uma forma ilustrativa, podemos dizer que houve no mundo antediluviano um período de descanso. Por intermédio de Noé, Deus convidara as pessoas a entrar em Seu repouso se tão somente aceitassem entrar na arca. Porém a rejeição foi geral, não fosse por Noé e sua família. Há quem defenda que Noé foi o pior evangelista de todos os tempos. Pela não aceitação de sua pregação, julgam seu ministério um exemplo de fracasso evangelístico. Quais foram os métodos específicos que ele usou para difundir a mensagem, não sabemos, mas a Bíblia revela o princípio que norteou a sua missão: “E tudo fez Noé, segundo o Senhor lhe ordenara” (v.5).

Noé foi obediente à palavra de Deus. Ele não escolheu o seu ministério. Deus o escolheu para aquele ministério. Ele não agiu de acordo com o que achasse ser o melhor, depondo diante do altar de Deus a oferta de Caim, mas agiu em plena harmonia com o “Assim diz o Senhor”, depondo diante do altar de Deus a agradável oferta de Abel. Independente da deplorável situação da humanidade, opiniões contrárias, perseguições e zombarias, e do fato que até então nunca havia chovido sobre a Terra, ele seguiu a passos firmes na obra que lhe fora confiada. Sobre sua trajetória, escreveu Ellen White:

“Enquanto Noé estava a apregoar sua mensagem de advertência ao mundo, suas obras testificavam de sua sinceridade. Assim foi que sua fé se aperfeiçoou, e se evidenciou. Ele deu ao mundo o exemplo de crer precisamente o que Deus diz. Tudo quanto possuía, empregou na arca. Ao começar a construir aquele imenso barco em terra seca, vinham de todos os lados multidões para verem a estranha cena, e ouvir as palavras sinceras, fervorosas, do pregador original. Cada pancada desferida na arca era um testemunho para o povo” (Patriarcas e Profetas, p. 56, 57).

A mensagem dada a Noé não foi de todo rejeitada a princípio. A gigantesca construção chamou a atenção de todos, e atraía tanto ouvintes quanto críticos. O mundo ficou dividido entre simpatizantes e acusadores, até que chegou o momento da decisão e os adeptos apenas a uma simpática cortesia acabaram por finalmente se unir à turba escarnecedora. Isto, porém, não significou uma derrota para o idoso pregador, e sim o cumprimento das palavras do Senhor: “Porque estou para derramar águas em dilúvio sobre a terra para consumir toda carne em que há fôlego de vida debaixo dos céus; tudo o que há na terra perecerá” (Gn.6:17). A presciência de Deus não é motivo para a destruição de vida alguma. A vida de Noé, suas palavras, a construção da arca, sua família, tudo servia de porta-voz do Céu chamando todos ao arrependimento genuíno e à salvação.

Noé e sua família foram os únicos a entender que entrar pela porta da arca não era simplesmente uma fuga do dilúvio, mas um passo decisivo na direção de Deus. Noé creu na promessa e seguiu pela fé: “Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda se não viam, temeu, e, para salvação de sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé” (Hb.11:7). A vida deste homem de Deus nos deixou um legado de fé, amor e perseverança. Diante de um desafio incomum e humanamente impossível, decidiu confiar no Senhor e assim reger o seu lar no temor de Deus. Se ele não tivesse compreendido que o seu principal público-alvo estava dentro de sua casa, teria levado consigo qualquer esperança futura.

Noé não fracassou em sua missão. Ele teve 100% de aceitação aonde o seu exemplo falou mais do que palavras e marcou mais do que marteladas. Que tipo de influência temos sido dentro de casa? Como membro de uma família, você tem cumprido fielmente o seu papel? Noé não foi escolhido por Deus simplesmente por se abster dos costumes mundanos de sua geração, e sim porque no meio da balbúrdia desta geração corrompida e depravada, ele conhecia a Deus. E, por conhecer a Deus e reconhecer-Lhe a voz, exerceu uma influência transformadora sobre sua família. A abstinência das coisas deste mundo não foi a causa da salvação de sua casa, mas o resultado da salvação. Noé e sua família entenderam que o propósito principal da missão não era o serviço da arca do Senhor, mas servir ao Senhor da arca.

Bom dia, família bendita de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis6 #RPSP



GÊNESIS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
19 de outubro de 2018, 0:10
Filed under: Sem categoria

890 palavras

1. Entra. Por 120 anos Deus manteve Sua longanimidade (1Pe 3:20), e durante esse tempo Noé, por sua vida e obra, “condenou o mundo” (Hb 11:7). Mas os seres humanos, em seu descuido e indiferença, aproximavam-se rapidamente de seu fim. Ao salvar uma família e destruir todas as outras, Deus não estava sendo arbitrário. Somente Noé havia se qualificado para estar no novo mundo que surgiria após a purificação da Terra pelas águas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 244.

2. De todo animal limpo. A instrução para que Noé levasse na arca mais animais limpos do que imundos pressupõe que Noé sabia distinguir entre as duas classes. Fica claro que essa distinção não se originou com Moisés. Ela remonta a tempos anteriores, quando Deus deu as instruções relativas aos sacrifícios – nos quais só deviam ser usados animais limpos (ver Gn 8:20). A razão pela qual, em suas primeiras diretrizes a Noé (6:19), Deus não tenha feito distinção entre animais limpos e imundos pode ser explicada pelo fato de que, naquele momento, 120 anos antes do dilúvio, instruções tão detalhadas não eram necessárias (ver com. do v. 9). CBASD, vol. 1, p. 244, 245.

7 Entrou Noé. Comparando-se os v. 7 e 10, fica óbvio que Noé não esperou até o último dia antes do dilúvio para entrar na arca. Impulsionados pelo medo e impelidos pela fé, Noé e sua família não perderam tempo em obedecer à ordem para entrar na embarcação de refúgio. Pedro diz que apenas oito pessoas foram salvas do dilúvio (1Pe 3:20); portanto, é óbvio que Noé e seus três filhos tinham apenas uma esposa cada um. A poligamia, comum entre os cainitas, ainda não era praticada pelos filhos de Deus. CBASD, vol. 1, p. 245.

9 Entraram … de dois em dois. Em obediência a um impulso misterioso, animais de todas as espécies entraram na arca. Nada menos que o poder divino poderia ter orquestrado essa entrada ordenada e pontual. Que vívida advertência deve ter sido essa para os ímpios que a testemunharam! Ali estavam animais domésticos e selvagens, animais rastejantes e aves, todos se dirigindo para a arca, aparentemente por sua própria vontade. Que contraste: mudos irracionais obedientes ao Criador, e seres humanos inteligentes se recusando a dar ouvidos a Seu misericordioso chamado de advertência! Se havia algo capaz de causar uma impressão nos pecadores, isso deveria tê-lo feito; mas eles haviam endurecido o coração por tento tempo que mesmo esse milagre não os impressionou. CBASD, vol. 1, p. 245.

11 As fontes do grande abismo. A Terra, que nunca antes havia recebido chuva (ver com. de Gn 2:6), foi repentinamente inundada por imenso volume de água. Iniciou-se uma chuva pesada e incessante. Simultaneamente, a crosta terrestre se rompeu, e massas de água subterrâneas jorraram, causando estragos e inundando a terra outrora seca. CBASD, vol. 1, p. 245.

16 E o SENHOR fechou a porta após ele. Esta declaração enfatiza a natureza miraculosa dos eventos ocorridos durante a semana imediatamente anterior ao dilúvio. Esse ato divino significou também que o tempo de graça para a raça caída havia chegado ao fim. Como nos dia de Noé, a porta de misericórdia se fechou um tempo antes do dia de visitação de Deus, assim também nos últimos dias o povo de Deus deve ser advertido: “Fecha as tuas portas sobre ti; esconde-te”(Is 26:20, 21; Mt 24:37-39; 2Pe 3:6, 7). CBASD, vol. 1, p. 246.

17-20 Cresceram … predominaram … prevaleceram as águas. Um imensurável volume de água cobriu toda a Terra. A extensão universal do dilúvio dificilmente poderia ter sido expressa em palavras mais fortes. Essa descrição torna impossível o ponto de vista de alguns, de que o dilúvio foi um acontecimento local ocorrido no vale da Mesopotâmia. Os depósitos sedimentares descobertos por arqueólogos em Ur dos caldeus, por exemplo, não podem ser uma explicação para o que é descrito em Gênesis sobre o dilúvio (PP, 107, 108). Em toda a parte, sobre a superfície da Terra, encontram-se restos fósseis de plantas e animais, obviamente depositados pela água. Esses depósitos se estendem, em certos locais, a profundidade de até cinco quilômetros, mas a profundidade média é de pouco mais de 800 metros. A distribuição universal desses restos fósseis e a profundidades que estão enterrados testificam inequivocamente tanto da extensão global quanto da grande violência do dilúvio. A universalidade dessa catástrofe é também atestada pelas lendas do dilúvio preservadas entre povos de quase todas as etnias sobre a face da Terra. Desses relatos, o mais completo é o dos antigos babilônicos que se estabeleceram muito próximo ao local onde a arca repousou após o dilúvio e de onde a raça humana novamente começou a se espalhar. O épico de Gilgamés [ou Gilgamesh] traz muitas semelhanças irrefutáveis com o relato de Gênesis, mas difere dele o suficiente para demonstrar que é uma versão alterada da mesma história. Uma comparação dos dois relatos apresenta impressionantes evidências da inspiração da narrativa do Gênesis. … Os próprios elementos desencadeados para destruir os ímpios levaram em segurança a fiel família de Noé. A Deus nunca faltam recursos para salvar. Ao mesmo tempo, é de Sua vontade que o homem exerça plenamente a inteligência e a força concedidas por Ele. Deus preservou miraculosamente a arca, mas ordenou que Noé a construísse. CBASD, vol. 1, p. 246.



GÊNESIS 7 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
19 de outubro de 2018, 0:08
Filed under: Sem categoria



GÊNESIS 6 by jquimelli
18 de outubro de 2018, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-6/

Gênesis 6 registra a história do dilúvio mundial. Suponha que você fosse Noé. Tente imaginar a confiança de Noé em Deus para começar a construir a arca contra todas as adversidades. Porém Noé não apenas começou, mas persistiu por 120 anos construindo a arca. Pense no ridículo que ele suportou. Nunca havia chovido antes. As pessoas devem ter pensado e questionado: “Este homem é louco?”

A dimensão do empreendimento era formidável. A arca tinha 135 metros de comprimento, 22,5 metros de largura e treze metros e meio de altura (cf. v. 15 NVI). Temos aqui, então, um navio do tamanho de uma vez e meia de um campo de futebol americano. Imagine o trabalho de cortar a madeira e içá-la à sua posição final nesse enorme barco. No entanto, a escritura diz: “Noé fez tudo exatamente como Deus lhe tinha ordenado.” (v. 22 NVI). Que fé! Que coragem! Peço a Deus que nós também tenhamos a fé e a coragem para fazer o que Deus manda em todos os aspectos de nossas vidas.

Essa história possui outro aspecto extremamente significativo. Deus declara que Ele irá estabelecer a Sua aliança com o Seu povo (v. 18). A aliança de Deus é a Sua promessa de Sua fidelidade e salvação. No meio da tempestade, Deus preparou uma arca de segurança. Jesus é o nosso refúgio em tempos de tempestade, nossa arca da segurança, o nosso refúgio em tempos de angústia. Que incríveis boas novas! A aliança de Deus é a Sua garantia eterna da nossa segurança na arca de Sua graça.

Mark Finley
Evangelista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=276
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Áudio online [Voz: Valesca Conty]:



%d blogueiros gostam disto: