Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 32 by jquimelli
13 de novembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-32/

Será que a batalha que você está lutando levará a uma bênção?

Pode não parecer o correto agora. Certamente não foi para Jacó naquela noite escura e solitária. Abatido pelo medo e aflição com as ameaças do exército de Esaú, Jacó estava sozinho no rio Jaboque. Nota para o sábio: Deus tende a aparecer quando estamos mais sozinhos.

De repente, Jacó começou a lutar com um “homem”. Por fim, Jacó descobriu que seu oponente tinha vindo do céu. Recusando-se a desistir, ele disse: “Eu não vou deixar você ir.” Ele sabia que uma bênção viria da luta. E isso aconteceu: Jacó havia lutado com Deus e com pessoas, mas superou.

Que batalhas você está lutando com Deus? Que batalhas você está enfrentando com as pessoas? Combates com Deus e com os outros frequentemente resultam em manquejar emocional e espiritual. Você pode estar com cicatrizes de batalhas que lutou. E sua batalha atual pode parecer perdida. Porém, não deixe de ir a Cristo. Agarre-se a Ele até que as bênçãos fluam.
Lembre-se disto: do sofrimento resultam as almas mais fortes. Os feridos de Deus geralmente são Seus melhores soldados.

Nossas maiores bênçãos vêm de nossas mais intensas lutas.

Lori Engel
Eugene, Oregon USA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=278
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (voz: Valesca Conty):

 



GÊNESIS 32 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
13 de novembro de 2018, 0:55
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GÊNESIS 32 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
13 de novembro de 2018, 0:46
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GÊNESIS 32 – Um inimigo terrível é um passado tenebroso, o que resulta num presente assombroso. Problemas não resolvidos, fuga da realidade, culpas, etc. esmagam a paz, solapam a alma e crucificam a felicidade.

Libertação é possível mediante orientações psicológicas e espirituais do Deus que conhece a complexidade humana. Ele é Médico dos médicos. Ele sabe…

• …curar até os maiores complexos humanos,
• …restaurar destruídos pelas aflições oriundas do pecado,
• …libertar dos traumas causados por nossas escolhas infelizes.

Somos tão problemáticos que, quando Deus vem em nossa direção trazendo solução, atacamo-lO. Observe:

1. Deus havia pedido que Jacó retornasse ao local onde seus problemas começaram: Seu lar – principalmente com seu irmão gêmeo. Traumas constrangeram-no a fugir de seu sogro. Porém, Deus ajudou-lhe a resolver os problemas com o sogro (capítulo 31).

2. O assombroso passado incomodou tanto Jacó que ele esperou a morte, ao ir ter com seu irmão, embora Deus Se mostrasse no controle (32:1-21).

3. O pior estava por vir. Medo, angústia, remorso, aflição, traumas, insegurança, dúvidas, etc., fizeram de Jacó uma pessoa cheia de complexos; por conseguinte, seu passado tenebroso levou-o a atacar ao único que poderia resolver seus problemas. Ele lutou a noite toda com Deus (vs. 22-55).

“Como a maioria de nós, Jacó era uma pessoa complexa. Tinha algo da fé profunda de seu avô e algo da lealdade de seu pai. Ao mesmo tempo possuía algo do ciúme de sua avó e a sagacidade e falta de escrúpulos de sua mãe”, observou Arthur J. Ferch. E, então, analisou:

“Contudo, não podemos responsabilizar os genes, os cromossomos e o ambiente pelo que somos. Mais importante é o reconhecimento de que somos produto de nossas escolhas”. Escolhas erradas não produzem resultados positivos!

Em meio a tantos complexos e aspectos negativos, algumas atitudes podem ser nosso ponto da virada. Como Jacó, devemos…

• Realizar tudo o que está ao nosso alcance, e então recorrer a Deus em oração, colocar tudo em Suas poderosas mãos (vs. 9-12);
• Reconhecer nossa fragilidade, então suplicar bênçãos, misericórdia e graça de Deus (vs. 25-26);
• Render-se ao encontrar-se com Deus a ponto de permitir que mude em nós o que Ele quiser (vs. 27-32).

Mudança de nome significa mudança de caráter! Estar na presença de Deus faz toda a diferença! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 32 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de novembro de 2018, 0:30
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“Disse este: Deixa-me ir, pois já rompeu o dia. Respondeu Jacó: Não te deixarei ir se me não abençoares” (v.26).


Aonde há uma mulher virtuosa ou um um chefe de família temente a Deus, há anjos transformando o lar em um “acampamento de Deus” (v.1). Jacó havia cometido muitos erros, e colhido as consequências destes, mas o Senhor lhe provava constantemente que o Seu amor rompe as barreiras do tempo e alcança qualquer coração que se arrepende de seus pecados, os confessa e deixa. O Espírito Santo anseia por consolar todo aquele que O busca reconhecendo a sua condição de total dependência. Jacó sabia que tinha tomado a decisão correta. Ele confiava na provisão de Deus. Mas estava com medo de estar face a face novamente com aquele que mais prejudicara.

Quando saiu de sua casa, a última imagem que guardou de seu irmão foi um rosto iracundo e um olhar homicida. Temeu não somente por sua vida, mas que o seu erro passado resultasse em vingança contra suas mulheres e filhos. Seu temor não era sem motivo, posto que Esaú, tomando notícia de uma grande caravana que se aproximava de suas terras, fora conferir do que se tratava e a notícia recebida de que era seu irmão Jacó retornando com sua família o fez marchar ao seu encontro na companhia de “quatrocentos homens” (v.6). O pacífico Jacó, que gastara todo o seu tempo fora no ofício de pastor de ovelhas, não teria chance alguma contra Esaú e seu exército. Sentiu-se como uma ovelha indefesa prestes a encontrar-se com um leão.

Lembrou-se Jacó das promessas divinas e com o coração despedaçado pela angústia, clamou e requereu do Senhor o cumprimento das mesmas. Após uma noite de súplicas, levantou-se para aplacar a ira de Esaú com presentes. Foram rebanhos e rebanhos de animais que, àquele tempo, serviam como moeda. Jacó elaborou uma estratégia tentando apaziguar a ira de seu irmão com dádivas, tentando resolver humanamente um problema que só uma intervenção divina poderia resolver.

O plano de Jacó, contudo, não foi de todo rejeitado por Deus e desconsiderado por Esaú. Em cada determinada distância, Esaú deparava-se com uma prova do verdadeiro arrependimento de seu irmão e de sua tentativa em reconciliar-se. A certo ponto, o Espírito de Deus iniciou naquele duro coração um processo de quebrantamento e quanto mais se aproximava do reencontro, a ira de Esaú ia sendo abrandada. Enquanto isso, Jacó tomava todas as medidas necessárias para proteger o seu lar. E após certificar-se de que suas mulheres e filhos estavam em lugar seguro, ficou para enfrentar sozinho os resultados de seu remoto pecado. Ou, pelo menos, pensou estar só.

Às margens daquele ribeiro, o cansado peregrino iniciou uma estranha luta com um estranho homem. À princípio, creio que pensara ser Esaú, tentando resolver no braço o que não conseguira há vinte anos. Fora uma luta intensa e longa, a ponto de durar “até ao romper do dia” (v.24). O Senhor absteu-Se de Sua força divina durante toda uma noite, a ponto de a Escritura relatar que já não podia mais com Jacó, e, a fim de enfraquecê-lo, “tocou-lhe na articulação da coxa” (v.25). A luta que se travara no silêncio deve ter sido quebrada com um brado de dor, mas não com a desistência do ferido homem. E ao pedido urgente: “Deixa-me ir”, sobreveio a resposta mais comovente: “Não te deixarei ir se me não abençoares” (v.26).

Pela última vez Jacó seria lembrado como o usurpador ou enganador. Lutara com Deus com perseverança em busca da bênção e vencera o mal com o bem, através de seus presentes pacíficos. À partir dali, seu nome novo registraria o início da nação eleita de Deus: Israel. Esta noite de luta e profunda angústia também representa o tempo final descrito pelo profeta Daniel, “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn.12:1). Jesus também passou por experiência semelhante, mas com intensidade que não se pode comparar, ao suar gotas de sangue no jardim do Getsêmani (Lc.22:44).

Será que não estamos prestes a enfrentar semelhante noite? Creio que já estamos adentrando em sua escuridão e a nossa única salvaguarda será um testemunho de paz e uma vida de perseverante e intensa oração. Se assim formos encontrados quando vier o nosso Senhor e Salvador, como Israel, poderemos dizer: “Vi a Deus face a face, e a minha vida foi salva” (v.30). E Ele mesmo nos dará “uma pedrinha branca, e sobre essa pedrinha escrito um nome novo” (Ap.2:17).

Bom dia, exército de oração!

Desafio do dia: Estabeleça três horários fixos de oração por dia e, em pelo menos um deles, siga as orientações dadas por Jesus, registradas em Mateus 6:5-8.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis32 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



GÊNESIS 32- ÁUDIO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
13 de novembro de 2018, 0:06
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GÊNESIS 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
13 de novembro de 2018, 0:05
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1204 palavras

1-32 Este é um capítulo chave na biografia de Jacó. Na luta com o Anjo de Deus, Jacó finalmente chega ao fim. Cheio de ansiedade e na perspectiva do encontro com Esaú, ele recebe encorajamento divino especial (Andrews Study Bible).

1 Esta palavra significa”duplo acampamento” ou “dupla hoste”, em referência a dois grupos de anjos, um que ia adiante dele e outro que o seguia (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

Do mesmo modo como os anjos lhe tinham aparecido por ocasião de sua viagem de exílio, aqui também, o Senhor lhe envia graciosamente Seus anjos para certificá-lo da presença divina, bem como da indispensável proteção em face do ameaçador encontro com Esaú (Bíblia Shedd).

Maanaim. Significa “dois acampamentos” e mais tarde se tornou cidade levítica em Gade (Jos. 13.26) bem como a capital temporária do reinado de Isbosete (2 Sam. 2:8-9). Note a forte ligação com Gên. 28:11-12, que marcou a saída de Jacó de Canaã (Andrews Study Bible).

3-8 Jacó fez tudo humanamente possível para preparar o caminho: o relatório que seus mensageiros trouxeram de volta, contudo, é confuso e aumenta a ansiedade de Jacó. A divisão do seu acampamento em dois é motivado pelo seu desejo de sobreviver e talvez como uma resposta à revelação divina em Maanaim (Andrews Study Bible).

4 Os mensageiros deviam traçar uma clara distinção entre “meu senhor Esaú” e “teu servo Jacó”. A tarefa deles era apaziguar Esaú, principalmente pela ênfase na humildade de Jacó – que era uma tácita admissão de seu erro – e no fato de que Jacó desistia de toda pretensão à herança. Ao salientar que estava voltando com grandes riquezas, JAcó não estava se gabando, mas deixando claro para Esaú que não retornara com o desejo de participar do patrimônio (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

6 Se a inimizade de Esaú para com seu irmão havia se abrandado durante os anos, parece que ele nunca mencionou o fato para seus pais, e o resultado foi que Rebeca não tinha conseguido cumprir a promessa de mandar buscar Jacó (Gn 27:45). […] A razão de Esaú para encontrar Jacó com um grupo armado era, primeiro, impressionar o irmão com o devido respeito para com sua condição de superioridade; segundo, garantir um entendimento satisfatório; e terceiro, usar a força, se necessário, para salvaguardar seus próprios interesses. Em outras palavras, ele estava preparado para qualquer eventualidade (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

9-12 A oração de Jacó clama pelas promessas divinas (v. 12) e expressa seus medos (Andrews Study Bible).

13-21 O presente de Jacó é muito grande e busca (1) sugerir a Esaú que Jacó não veio reclamar seu direito de primogenitura e (2) pacificar o irmão afastado (Andrews Study Bible).

22 O ribeiro do Jaboque ainda permanece como linha divisória na cadeia de montanhas de Gileade. Despeja suas águas no Kordão (no lado oriente) a 70 km ao sul da Galiléia e a cerca de 38 km ao norte do mar Morto (Bíblia Shedd).

24-29 De modo similar à sua saída de Canaã, Jacó se encontra sozinho novamente (28:11-22). Homem. O leitor é deixado a imagina a identidade do atacante. Os. 12:4 o identifica como “o Anjo”, enquanto Jacó o reconhece como “Deus” (v. 30) (Andrews Study Bible).

Pode ser que tal homem tivesse dado a Jacó a impressão de que se tratasse de espia vindo da parte de Esaú. Entretanto, no decorrer da luta ali travada, Jacó veio a compreender que aquele homem não era um simples mortal, pois se tratava de um emissário da parte de Deus (Bíblia Shedd).

25 O oponente desconhecido usou apenas a força de um ser humano em sua luta com Jacó. Pensando ter sido abordado por um inimigo mortal, Jacó lutou como o faria para salvar a própria vida. Mas, à medida que se aproximava a aurora, um único toque de força mais que humana foi suficiente para aleijar Jacó, e ele se deu conta de que seu antagonista era mais que humano (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

O anjo poderia facilmente prevalecer sobre Jacó na pugna física ali travada. Transparece o fato de que o Senhor desejava que Jacó se Lhe rendesse de modo voluntário, corporal e espiritualmente, assim como se demonstrava predisposto a oferecer a Esaú suas riquezas. Mediante um golpe instantâneo, o Senhor o privara de qualquer capacidade de resistir. Assim Deus procede também para conosco. Deus há de elevar-nos até sua pessoa; isto, porém, Ele efetua tão somente depois de levar-nos aos extremos de nossas necessidades [capacidades]. Por causa da inveterada resistência que Lhe oferecemos, bem como da incapacidade que revelamos de sentir Sua mão paternal através da disciplina que nos é imposta, Ele tem de “tocar-nos” para reduzir-nos à impotência total, e, assim, fortalecer-nos na Sua graça ( 2 Co 12.9,10) (Bíblia Shedd).

28 O novo nome de Jacó (ver 35:10) marca uma mudança significante: o suplantador se tornou o superador e pode, agora, prover o nome certo para a nação do concerto. (Andrews Study Bible).

Não mais Jacó, “suplantador”, mas Israel, “Campeão com Deus”, pois que Jacó lutara (sarah) com Deus e com os homens, obtendo a vitória (Bíblia Shedd).

E sim Israel. Uma combinação de yisra[h], “ele luta” ou “ele governa”, de sarah, “lutar” ou “governar”, e ‘El, “Deus”. Sem a interpretação acompanhante dada pelo próprio Deus, o nome poderia ser traduzido “Deus luta” ou “Deus governa”. O significado pretendido e explicado por Deus, porém, é “ele luta com Deus”, “ele prevalece com Deus” ou “ele governa com Deus” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

29 A revelação do nome de alguém era como um passo avantajado, no sentido de firmar-se uma amizade íntima e de estabelecer-se uma aliança mútua (Bíblia Shedd).

30 Jacó vê a face de Deus na absoluta escuridão da noite. Somente  as “costas” (Êx. 33.23), os “pés” (Êx. 24:10), a “forma” (Num. 12:8) de Deus podem ser vistas. “Peniel” (face de Deus) reflete a experiência de Jacó (Andrews Study Bible).

A minha vida foi salva. Isto é, “estou preservado e serei preservado”. Estas palavras ecoam a nova fé que Jacó encontrara. Ele tinha a certeza de que, o que quer que lhe acontecesse, contanto que fosse da vontade de Deus, uma mão divina o preservaria de todo o mal. Até as coisas que pareciam ser contra ele no momento em que ocorreram, demonstraram ser providenciais (Gn 42:36). Peniel foi o ponto decisivo na vida de Jacó (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

31 Manquejava. Embora fisicamente manco, provavelmente para o resto da vida, mas com o espírito liberto, Jacó desfrutou as mais ricas bênçãos de Deus. Toda luta deixa cicatrizes. […] Até nosso Senhor Jesus Cristo leva as marcas do feroz conflito pelo qual passou quando esteve na Terra, e continuará a tê-las por toda a eternidade. Nossas marcas desaparecerão e erão esquecidas (2Co 4:17; Is 65:17). Ao passo que nossas cicatrizes são resultado da luta contra o eu, as marcas dos cravos nas mãos de Cristo sobrevieram através do conflito enfrentado com os poderes das trevas, em nosso favor (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).

32 articulação do quadril. …a frase diria “o nervo do quadril”. Os judeus ortodoxos se abstêm de comer essa porção de qualquer animal usado como alimento… Embora ela não seja mencionada em outra parte do AT, o Talmude judaico considera esse costume como uma lei cuja violação deve ser punida com açoites (Tratado Chulin, Mishnah, 7) (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.1).



GÊNESIS 31 by jquimelli
12 de novembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-31/

“…tenho visto tudo o que Labão lhe fez.” (v. 13, NVI).

Essa mensagem de Deus certamente encorajou o coração perturbado de Jacó, desgastado por anos de excesso de trabalho e manipulação emocional. Quão reconfortante! Jacó não teve que lutar sozinho em suas batalhas; Deus estava lutando por ele.

Você foi enganado e maltratado por alguém por anos? Imagine como seria reconfortante se Deus lhe dissesse diretamente: “Eu vi tudo o que Fulano está fazendo com você”. É absolutamente verdade. Nada escapa à atenção de Deus: nenhum insulto, nenhum engano, nenhum abuso, nenhuma traição – absolutamente nada é muito trivial para ele. Nada escapa de Seu escrutínio soberano. Deus se importa como as outras pessoas tratam você, a menina dos olhos dele!
Você pode ter Labões modernos fazendo sua vida miserável hoje, mas mais importante, você tem um Deus que vê tudo o que está sendo feito para você. Confie que Deus trará bem do mal, assim como fez para o Jacó. Todas as coisas funcionam juntas para o nosso bem – ao final!

Deus é especialista em transformar maldições em bênçãos. Seu moderno “Labão” pode ter tramado contra você, mas Deus está planejando o teu curso. Deus está lutando por você. E se Ele está do teu lado, quem pode estar contra você?

Lori Engel
Eugene, Oregon USA

Postado no blog mundial em: https://www.revivalandreformation.org/?id=277
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli




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