Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 16 by jquimelli
17 de dezembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-16/

Em Êxodo 16, nos deparamos com toda a congregação dos filhos de Israel murmurando contra Moisés e Arão porque sentiam falta do pão e da carne que comiam no Egito. Era, na verdade, contra o Senhor que murmuravam.

Entristece o coração do Pai Celeste quando os seus amados, no lugar de um espírito de gratidão, desenvolvem descrença no amor provedor. Deus, ainda assim, ouviu e atendeu ao povo, enviando-lhes o que pediam. Enviou codornizes e também o maná, o pão do céu, que a cada dia cobria a terra com uma mensagem de que a misericórdia de Deus se renova a cada manhã e se não fosse por ela todos seriam consumidos.

Deus sempre esteve e está atento às necessidades de Seus filhos, dando demonstrações de Seu cuidado. Conferiu a todos um alimento superior ao maná concedido aos filhos de Israel no deserto: “Eu sou o pão da vida” (Jo 6:48), disse Jesus. “Este é o pão que desce do céu, para que todo o que dele comer não pereça”. (Jo 6:50).

Que hoje, reconheçamos as bênçãos concedidas ao invés de murmurarmos por aquilo que não nos está agradando na caminhada rumo a Canaã celestial. Sejamos gratos pelo Seu amor e cuidado!

Wilma Raquel B. Ribeiro Spagnolo
Professora de Psicologia da Faculdade Adventista da Bahia – FADBA.

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=312
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):



ÊXODO 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
17 de dezembro de 2018, 0:45
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Havia dia que a padaria do Céu não abria para negócio, como fica evidente neste capítulo! Essa iniciativa ensina muitas lições, apenas para quem quer aprender.

Originado em um mundo sem pecado, o sábado sempre foi considerado santo pelo santo Deus (Gênesis 2:1-3). Contudo, nos quatro séculos de trevas espirituais durante a escravidão egípcia, a luz da verdade do sábado foi obscurecida na mente do povo de Deus.

Portanto, o Criador do Universo deu maná todos os dias, com exceção do sábado. Foram 40 anos de peregrinação, aprendizado e amadurecimento espiritual no deserto. Ali “se repetiu por mais de duas mil vezes o milagre do maná em relação com a observância do sábado” (Alberto R. Timm).

Além desta lição importante sobre a importância do sábado como um dia especial, outras lições sobressaem e merecem também nossa atenção:

  1. Reclamações do povo reflete desconfiança em Deus; estrategicamente, Deus aplica métodos para desenvolver dependência dEle. Maná é um ato diário da graça divina, sábado um ato semanal desta graça. Nossa aceitação revela nosso compromisso com Deus (vs. 1-5);
  1. Reclamação suscita ira em Deus porque revela ingratidão do povo; estrategicamente, Deus atende tais reclamações com chateação – Ele enviou comida agradável, mas não saudável (codornizes) a fim de disciplinar Seu povo (vs. 6-18);
  1. O maná, um tipo de farinha que vinha com o sereno, tornava-se imprestável se guardado para outro dia; na sexta-feira caia em dobro para sobrar para o sábado, pois sábado não caia maná. No sábado não estragava (vs. 19-35). “O milagre semanal que os acompanhava tinha como objetivo impressionar-lhes com a santidade do sábado, evitar que se esquecessem dele e proporcionar-lhes as condições adequadas para sua observância”, explica Timm;
  1. Além disso, o maná derretia com o sol, portanto, quem quisesse comer durante o dia deveria levantar cedo para recolhê-lo. A lição: A dependência de Deus deve começar pela manhã todos os dias. O sábado era o auge da dependência. Era um total descanso/confiança na graça divina!
  1. O maná devia ser preparado, mostrando que Deus não dá tudo pronto. A nossa dependência de Deus, nossa confiança, leva-nos à ação!

Tem gente que refere comer do “pão que o diabo amassou” do que depender do pão da padaria de Deus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



Êxodo 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de dezembro de 2018, 0:30
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“Então, disse o Senhor a Moisés: Eis que vos farei chover do céu pão, e o povo sairá e colherá diariamente a porção para cada dia, para que Eu ponha à prova se anda na Minha lei ou não” (v.4).


Elim era um oásis no deserto. O frescor de suas fontes de águas e as tão disputadas sombras de suas palmeiras tornaram-se para o povo delícias que não desejavam trocar pelo calor e dificuldades do deserto. Mas ali, ainda não era a terra que o Senhor havia prometido a seus pais. Precisavam continuar marchando. Acompanhados da coluna de nuvem durante o dia e da coluna de fogo durante à noite, não havia recado mais claro do constante cuidado de Deus. A próxima parada, porém, foi o palco de mais um motim, originado pela saudade dos alimentos do Egito.

Mais uma vez, Moisés e Arão foram acusados de liderar uma missão fracassada. Em cada dificuldade, os filhos de Israel relatavam o seu próprio atestado de óbito. A paciência de Deus pode ser melhor compreendida quando estudamos esses relatos. Israel reclamava a seus líderes providências que só o Senhor era capaz de tomar. E diante de uma tumultuada sessão de murmurações, Moisés deixou isto bem claro: “As vossas murmurações não são contra nós, e sim contra o Senhor” (v.8). Cada voz que reclamava a sua necessidade, era uma declaração aberta de sua incredulidade. Enquanto não se desapegassem do Egito, jamais conseguiriam desfrutar da plena confiança no poder de Deus, nem tampouco poderiam entrar na terra que Ele lhes prometeu.

Muito além de apenas alimentar o Seu povo, de prover-lhes o necessário para que suportassem a árdua jornada, o Senhor usara o maná para provar a fidelidade dos israelitas. Antes mesmo de declarar-lhes os dez mandamentos, disse-lhes: “Amanhã é repouso, o santo sábado do Senhor” (v.23). Os quatro séculos no Egito e a dura vida de escravidão haviam deitado por terra a observância do dia que, originalmente, o Senhor reservara para o homem como uma lembrança eterna de Sua criação: “E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera” (Gn.2:3). Assim como a cada dia o povo tinha que recolher a sua porção de maná, a cada semana, o Senhor lhe dava os Seus sábados.

O profeta Ezequiel escreveu sobre o resultado do apego do povo às coisas do Egito: “Mas a casa de Israel se rebelou contra Mim no deserto, não andando nos Meus estatutos e rejeitando os Meus juízos, os quais, cumprindo-os o homem, viverá por eles; e profanaram grandemente os Meus sábados. Então, Eu disse que derramaria sobre eles o Meu furor no deserto, para os consumir” (Ez.20:13). Semelhante a Israel, também estamos em jornada à Terra Prometida. Israel passou pelas águas e foi levado ao deserto. Jesus foi batizado nas águas e levado ao deserto (Mt.4). Diversas teorias e doutrinas religiosas têm pregado mundo a fora um evangelho “ornamentado” por falsos ensinos. E o discurso de prosperidade e de conforto continua arrebanhando multidões famintas que têm buscado a saciedade no lugar errado.

Há uma porção do pão do Céu sendo derramada sobre o povo de Deus a cada dia. São filhos do Reino que, à semelhança do eunuco etíope na estrada “de Jerusalém a Gaza” (At.8:26), esperam por alguém que lhes responda o questionamento: “Que é isto?” (v.15). Como Moisés atuais, fomos comissionados pelo Senhor para uma obra que requer de nós uma íntima comunhão com Ele e com Sua Palavra. Deus não requer de ninguém algo além do que possa discernir. Nem todos são teólogos ou doutores da lei. Em Seu ministério, Cristo tinha em Sua companhia leigos, pescadores, coletores de impostos e mulheres. Cada qual desfrutava do Pão da Vida conforme a sua necessidade pessoal. Mas a verdade nunca pôde e nunca poderá ser desmerecida à simples estatura do ponto de vista humano.

O sábado foi instituído na criação (Gn.2:1-3); foi escrito pelo dedo de Deus em tábuas de pedra (Êx.31:18); foi observado por Cristo (Lc.4:16), pelos discípulos e as mulheres (Lc.23:56), como também pelo apóstolo Paulo (At.17:2). O profeta Isaías escreveu que, na eternidade, os salvos continuarão adorando ao Senhor “de um sábado a outro” (Is.66:23). O sábado é o clímax da gratidão; é o Elim de Deus para nos aliviar das tensões dos desertos deste mundo. Todo verdadeiro adorador deve compreender isto e desfrutar do dia que o Senhor fez “por causa do homem” (Mc.2:27). E em cada semana de dificuldades, Deus nos concede um dia de oásis.

Aceite este presente dado a você pelo Criador e o sábado não será um dia de sair para colher, mas de desfrutar da bênção dobrada da perfeita provisão divina.

Bom dia, agraciados pelo santo e abençoado repouso de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo16 #RPSP

Obs.: Os comentários seguintes, de Êxodo 16 e 17, serão mais resumidos e estarão disponíveis no comentário geral.

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



ÊXODO 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
17 de dezembro de 2018, 0:05
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572 palavras

1 Sim. O deserto que se estende até o sul da península (Bíblia Shedd).

2 congregação. A palavra é usada quase no sentido de “Igreja”. Realmente, o sentido é o da coletividade dos que foram chamados a sair da vida mundana ou do paganismo para se tornarem povo de Deus (Bíblia Shedd).

3 panelas de carne. A terceira grande murmuração era causada pela fome. A pessoa ingrata sempre sonha com outras condições longínquas, nunca quer enfrentar o presente (Rm 1.21) (Bíblia Shedd).

5 O texto aponta para a importância e santidade do sábado do sétimo dia, antes do Sinai (Ver Gen. 2:2-3) (Andrews Study Bible).

6 Israel precisa aprender que foi o Senhor que os tirou do Egito. Em boa parte da jornada a presença ou intenções de Deus são questionadas pelos israelitas (Andrews Study Bible).

7 quem somos nós. Uma tentativa para mostrar ao povo quem é a real autoridade e liderança. Novamente a liderança de Deus é colocada em questão (Andrews Study Bible).

13 O texto menciona apenas brevemente as codornizes e então foca predominante o maná, que marca a duradoura presença divina através da experiência no deserto. Este tema é retomado por Jesus no NT (Jo. 6:30-58) (Andrews Study Bible).

15 Que é isso? Em hebraico, a pergunta tem a forma semelhante à palavra Maná, que é o nome então dado a este “Pão do Céu” (16.4) (Bíblia Shedd).

16 um gômer. Em torno de 2,2 litros (Andrews Study Bible).

É uma tigela que equivale à medida de dois litros. Cad um encheu sua tigela e alguns acharam mais (18) (Bíblia Shedd).

18 Medindo-o. Paulo cita este fato como um exemplo de justiça e fraternidade que deve existir entre os crentes (2 Co 8.15). A hora do aperto não é hora de ambições, de competições e de gula (Bíblia Shedd).

20 Não deram ouvidos. Mesmo na hora milagrosa, não há muita obediência à Palavra de Deus (16.4) (Bíblia Shedd).

22 Em dobro. Se é Deus que ordenou um descanso religioso para todos no sétimo dia, é Ele mesmo que protege Seu povo contra as conseqüências de ficar sem a colheita de maná (16.5 e 22) (Bíblia Shedd).

22-30 O sábado é o ponto alto da história do maná. É uma experiência de aprendizagem prática para o povo. Eles estão aprendendo no dia de descanso a confiar em Deus para o cuidado diário. Deus requer confiança explícita. Para mais sobre o sábado como dia de descanso, ver Ex. 20.8-11 (Andrews Study Bible).

27 Saíram alguns. A dúvida, a desobediência e a curiosidade vãs são as forças que dirigem aqueles que ainda não aprenderam a ser dirigidos pela Palavra de Deus, 28-30 (Bíblia Shedd).

27-28 Aqui há evidência de que os israelitas tinham entendimento dos detalhes dos Dez Mandamentos, particularmente sobre o sábado, antes deles terem sido formalmente dados no Monte Sinai. Para mais sobre a Lei, ver Ex. 20:1-17 (Andrews Study Bible).

31 Casa de Israel. Um dos nomes usados para descrever Israel como sendo uma família única, de linhagem real; o profeta Ezequiel usa mais deste nome (Bíblia Shedd).

Veja Num. 11:6-8 e Sal. 78:24-25 para outras descrições do milagre do maná (Andrews Study Bible).

33 Diante do Senhor. Num lugar santificado, mudando-se logo depois para a arca da aliança (25.10-16). Logo que fizeram a Arca e o Testemunho (as duas tábuas da Lei), foi que Arão colocou a tigela selada que preservava o maná, v. 34 (Bíblia Shedd).

33-36 Note a importância da experiência do maná na formação do conceito israelita de Deus. O maná deveria ser mantido diante do SENHOR no tabernáculo como uma viva lembrança da liderança divina passada (Andrews Study Bible).



ÊXODO 15 by jquimelli
16 de dezembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/exodo/ex-capitulo-15/

Diante da maior dificuldade de suas vidas, os israelitas são salvos miraculosamente pelo Senhor. Então, maravilhados, eles cantam o Cântico escrito inspiradamente por Moisés. Este mesmo louvor será cantado pelo salvos no Céu (Ap 15:3).

Poderíamos imaginar que com o maravilhoso milagre de serem livrados no Mar Vermelho, os hebreus tivessem sua fé fortalecida pelo resto de suas vidas. Mas isto não aconteceu assim. Logo adiante, na expectativa de morrerem de sede, o povo novamente reclamou do Senhor (v. 24; Gn 16:8).

Por que isto aconteceu? Eles não haviam desenvolvido e aperfeiçoado sua fé; seu caráter ainda refletia o ambiente de onde vinham. Como alguém, muito apropriadamente, já falou: “Eles saíram do Egito, mas o Egito não saíra de dentro deles…”

Assim, também, precisamos retirar “Babilônia, a grande”(Ap 17:5) de dentro de nós, para entrarmos em Canaã. E como fazê-lo? Desenvolvendo em nós o caráter de Jesus. “É amando-O, imitando-O, confiando inteiramente nEle, que havemos de ser transformados na Sua semelhança” (Caminho a Cristo, p. 70,71). É lendo e meditando sobre Jesus que havemos de amá-lO mais. Este é, na verdade, o caminho da Canaã celestial, da vida eterna (Jo 14:6).

Jeferson e Gisele Quimelli
Professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa
Paraná, Brasil.

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=311
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (Voz: Valesca Conty):



ÊXODO 15 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
16 de dezembro de 2018, 0:55
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ÊXODO 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
16 de dezembro de 2018, 0:45
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Para alguns, Deus é prioridade; enquanto, para muitos, Deus é oportunidade. Os que O priorizam O adoram em toda situação. Os que O buscam quando tem oportunidade, não experimentam o resultado da intimidade e comunhão com Ele: Não vive milagres.

É visível em muitas congregações pessoas cantarem como se estivessem num velório, isso quando cantam – pois tem gente que já não tem disposição. Adivinha quem morreu? Não foi Deus; foi a fé, espiritualidade e adoração daquele que um dia tornou-se cristão.

Moisés louvou ao Senhor porque Ele é o Salvador. Ele priorizou Deus em sua vida e influenciou mais dois milhões de israelitas a confiarem nEle, por isso viveram o milagre divino e testemunharam das habilidades de Deus diante das impossibilidades humanas.

Esta canção é um hino de vitória a qual Douglas Stuart observa cinco partes:

  • Primeira parte: Louvar ao Senhor (vs. 1-3);
  • Segunda parte: Vitória sobre os Egípcios (vs. 4-10);
  • Terceira parte: Louvor e agradecimento ao Senhor (vs. 11-13);
  • Quarta parte: Reação dos futuros oponentes (vs. 14-16a);
  • Quinta parte: Israel – santuário de Deus (vs. 16b-18).

Sobre o hino Ellen G. White comenta: “semelhante à voz do abismo, surgiu das vastas hostes de Israel aquela sublime tributação de louvor. Deram-lhe início as mulheres de Israel, indo à frente Miriã, irmã de Moisés, ao saírem elas com tamboril e danças. Longe, por sobre o deserto e o mar, repercutia o festivo estribilho, e as montanhas ecoavam as palavras de louvor – ‘Cantai ao Senhor, porque sumamente se exaltou’”.

Um detalhe interessante para que haja um louvor forte é a manifestação do Espírito Santo pelo menos no líder do ministério de louvor. “O Espírito de Deus repousou sobre Moisés, que dirigiu o povo em uma antífona triunfante de ações de graças, a primeira e uma das mais sublimas que pelo homem são conhecidas” (EGW).

Após Moisés, com mais de 80 anos cantar com toda empolgação, e Miriã e toda a congregação exultar e exaltar a Deus (vs. 1-21), o povo começou a reclamar por falta de água. Quando encontraram eram amargas. Contudo, Deus tornou a água amarga em água potável, saborosa e doce (vs. 22-27).

  1. Precisamos adorar a Deus com todo entusiasmo;
  2. Precisamos cuidar para que o louvor não seja mero entusiasmo.

Reavivemo-nos! –Heber Toth Armí




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