Reavivados por Sua Palavra


SALMO 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
29 de agosto de 2026, 0:50
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944 palavras

Este é um salmo profético e messiânico. Alguma vezes é chamado de “Salmo da cruz”, devido a referências por parte de escritores do NT ao descreverem os sofrimentos do Filo de Deus sem pecado durante Seu sofrimento, quando, apesar de Sua confiança em Deus, parecia que o Pai O abandonara. […] Embora o salmista pareça estar falando de sua própria experiência, frequentes referências a este salmo no NT atestam seu caráter messiânico (Mt 27:35, 39, 43, 46; Mc 15:24, 34; Lc 23:34; Jo 19:24, 28; sobre o princípio de aplicação mista e dupla, ver o com. de Dt 18:15; ainda sobre as características messiânicas deste salmo, ver DTN, 741-757). […] O salmo tem duas partes. Os primeiros 21 versículos que consistem das queixas e oração do sofredor, e os últimos dez (22-31), de gratidão após o livramento. […] As palavras do hino “Oh! Fronte Ensanguentada!”, nº 65 do Hinário Adventista do Sétimo Dia [105 do Novo Hinário], se ajustam notavelmente ao sentido do Salmo 22. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 3, p. 768.

Deus meu. Do heb. ‘Eli [El = “Deus” + i = “meu”]. […] “Meu” parece acrescentar um toque de fé ao aparente sentimento de desespero do restante do versículo. A fé luta contra o temor. CBASD, vol 3, p. 768.

por que … ? O clamor de um filho desesperado que não consegue entender por que o pai o abandonou. CBASD, vol 3, p. 768.

desamparaste. Do heb ‘azabtani. A forma sabachtani é a transliteração grega do aramaico, idioma no qual Jesus pronunciou Seu clamor (ver Mt 27:46; Mc 15:34). CBASD, vol 3, p. 768.

bramido. Do heb she’agah, usado para descrever o rugido de um leão (Jó 4:10; Is 5:29; Ez 19:7; Zc 11:3). Quando se emprega com relação ao ser humano, deve ser compreendido como um clamor intenso (ver Sl 32:3; ver DTN, 753). CBASD, vol 3, p. 768.

não tenho sossego. Deus ouviu o clamor, mas Cristo não teve evidências de resposta (ver DTN, 753). CBASD, vol 3, p. 768.

não foram confundidos (ARA; NVI: “não se decepcionaram”).  Em vez disso, “não envergonhados”. Quando se confia e essa confiança é traída, a pessoa se sente envergonhada, como se tivesse sido tola em confiar (ver Jr 14:3). Deus, porém, sempre provou ser digno de confiança. CBASD, vol 3, p. 768, 769.

Confiou. Isto é, se entregou (ver Sl 37:5; Pv 16:3). Este insulto foi de fato proferido pelos escribas e anciãos que assistiram à crucifixão e humilhação de Cristo na cruz (ver Mt 27:43). CBASD, vol 3, p. 769.

Tu és quem me fez nascer. Ele tem confiado em Deus desde quando consegue se lembrar. CBASD, vol 3, p. 769.

12 touros. Uma figura para descrever pessoas violentas decididas a destruí-lo. CBASD, vol 3, p. 769.

Basã. Região ao leste do Jordão, famosa por seus excelentes campos de pastoreio e seu gado grande e forte (ver Dt 32:14; Ez 39:18; Am 4:1). CBASD, vol 3, p. 769.

13 Contra mim abrem a boca. Como um animal selvagem prestes a atacar e despedaçar sua presa. CBASD, vol 3, p. 769.

O leão que despedaça e ruge. Como se não bastasse a voracidade dos touros, o salmista, para destacar mais o conceito, introduz a figura de um leão que ruge com furor, ávido por sua presa. CBASD, vol 3, p. 769.

14 Derramei-me como água. Comparar com Js 7:5. A figura parece indicar perda de força (2Sm 14:14). CBASD, vol 3, p. 769.

15 a língua se me apega ao céu da boca. Provavelmente de tanta sede. CBASD, vol 3, p. 769.

16 Cães. Homens que pareciam cães ferozes o cercaram para lhe tirar a vida. Nas cidades do antigo Oriente Médio era comum cães famintos comerem os corpos insepultos dos mortos (ver 1Rs 14:11; cf Sl 59:6, 14, 15). O salmista destaca ainda mais a ferocidade da circunstância adicionando cães aos touros de Basã e ao leão (ver com. dos v. 12, 13). CBASD, vol 3, p. 769.

Uma súcia de malfeitores me rodeia (ARA; NVI: “Um bando de homens maus me cercou”).

18 sobre a minha túnica deitam sortes. Ver o cumprimento desta previsão em Mt 27:35; Lc 23:34; Jo 19:23, 24. CBASD, vol 3, p. 770.

21 Salva-me das fauces do leão e dos chifres dos búfalos (ARA; NVI: “Salva-me da boca dos leões e dos chifres dos bois selvagens”). Este versículo deu origem ao leão e ao unicórnio do escudo da Inglaterra. CBASD, vol 3, p. 770.

Tu me respondes. Embora cercado de “cães”, “leões”, “touros”, “bois selvagens”, o sofredor sabe que não está abandonado. O desespero e a tristeza dão lugar à confiança, paz e ao louvor alegre.  […] A súplica do salmista termina com uma sensação de completo alívio. Ele sabe que o Senhor está perto para  ajudar. CBASD, vol 3, p. 770.

22 – 31 Os v. 22 a 31 são um louvor triunfal. No arranjo de Felix Mendelssohn do Salmo 22, há, nesta parte da composição, uma mudança dramática repentina de tom, de modo menor para o maior, retratando a completa mudança de sentimentos. […] Esta mudança repentina de sentimento no meio do versículo é típica de vários salmos (ver Sl 3; 6; 12; 28; etc.). Talvez este seja o exemplo mais notável do Saltério desta característica exclusiva do monólogo  dramático hebreu. CBASD, vol 3, p. 770.

23 louvai-O. Todo o povo de Deus é chamado a se unir nesta expressão de louvor. CBASD, vol 3, p. 770.

25 De Ti. Deus dá o desejo e a capacidade de louvar, bem como o livramento, que é a razão para o louvor.  CBASD, vol 3, p. 770.

26 comer. O ofertante comia uma parte do sacrifício (ver Lv 7:16). Em Israel, as refeições, como expressão de gratidão, faziam parte da adoração. Os humildes deviam participar delas, e, ao comerem juntos, se sentiam mais unidos. CBASD, vol 3, p. 770.

27 os confins da terra. A perspectiva estende-se àqueles que temem ao Senhor e à “descendência de Jacó” e à posteridade de Israel” (v. 23), incluindo todas as nações (ver a promessa de Deus a Abraão, em Gn 12:3). CBASD, vol 3, p. 770.

29 até aquele que não pode preservar a própria vida. Isto pode ser compreendido como uma ampliação das nações fracas. CBASD, vol 3, p. 770.

31 anunciar a justiça dEle. Comparar com Rm 3:21-26. CBASD, vol 3, p. 771.

que foi Ele quem o fez. Neste salmo, declara-se que Deus cumpriu tudo isso. CBASD, vol 3, p. 771.



SALMO 22 — Rosana Barros by Ivan Barros
29 de agosto de 2026, 0:45
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“Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (v.1).

Você sabia que este clamor de Cristo já estava escrito? Ele venceu no deserto com a Palavra (Mt.4) e venceu na cruz com a mesma espada (Mt.27:46; Ef.6:17).

Além de um Salmo messiânico e profético, o Salmo 22 também é, sem dúvida, uma das maiores declarações do amor de Deus à humanidade: O Amor único, verdadeiro e altruísta, que escolheu dar a Sua vida até por aqueles que O desprezavam. O Amor que trocou o louvor dos anjos por zombaria (v.7-8). O Amor que deixou a paz do Céu para sentir-Se abandonado numa cruz (v.1). O Amor que é maior do que o Universo, mas que carregou um coração de carne dentro de Si (v.14). Um amor que, no princípio, utilizou as mãos para criar (v.31), que veio aqui e as usou para curar. Que não poupou os pés de andar pelas estradas poeirentas deste mundo em busca de quem salvar. Mãos e pés que foram cravados, sem piedade, em um madeiro (v.16). E até as vestes que curaram (Mt.9:21), foram objeto de escárnio (v.18). Tudo estava escrito.

Mas daí surge a pergunta: Como os judeus, tão orgulhosos pelo conhecimento das Escrituras, não perceberam o cumprimento delas em Cristo? Jesus mesmo afirmou que eles estudavam as Escrituras porque julgavam ter nelas a vida eterna. Só que eles se esqueceram da parte mais importante: as Escrituras testificam, dão testemunho de Cristo (Jo.5:39). Se eles tivessem tirado tempo para conhecer o Senhor das Escrituras, como teria sido diferente o destino da nação escolhida! Israel não foi eleita por Deus para ser a única a ser salva, mas aquela da qual sairia a Salvação para todas as nações, a fim de que, por meio deste povo, todos tivessem a oportunidade de se converter ao Senhor: “Lembrar-se-ão do Senhor e a Ele se converterão os confins da Terra; perante Ele se prostrarão todas as famílias das nações” (v.27). Israel tomou o cetro em suas próprias mãos e esqueceu-se de que somente “do Senhor é o reino”, de que “é Ele Quem governa as nações” (v.28).

Amados, hoje temos nas mãos a missão de proclamar o evangelho eterno a todas as nações (Mt.28:19; Ap.14:6). A nosso respeito declarou o salmista: “Hão de vir anunciar a justiça dEle; ao povo que há de nascer, contarão que foi Ele quem o fez” (v.31). Ou seja, a mensagem do Criador crucificado a cada geração! O mundo é o alvo do amor de Deus. Mas só receberá a salvação em Cristo “todo o que nEle crê” (Jo.3:16). “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32). “Como, porém, invocarão Aquele em quem não creram? E como crerão nAquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem pregue?” (Rm.10:14).

Temos em mãos a obra que o antigo Israel rejeitou: Falar “do Senhor à geração vindoura” (v.30). Anunciar a Sua justiça e ensinar aos nossos filhos que Jesus Cristo é o nosso Criador (Jo.1:1-3). Não estamos estudando a Palavra de Deus apenas com o objetivo de conhecê-la, mas para conhecer a Cristo, de Quem toda a Bíblia dá testemunho. Se este não for o nosso foco, não herdaremos a vida eterna, pois Jesus mesmo declarou: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3). Não há como apresentarmos alguém que não conhecemos, amados. Estude a Bíblia para conhecer o Seu Autor, então, o Seu sacrifício de amor o motivará a falar dEle para outros e, certamente, o conduzirá à vida eterna.

Nosso amado Deus, Tu enviaste Teu Filho ao mundo e isto já estava predito, pois Ele é o Cordeiro de Deus que foi morto desde a fundação do mundo. Senhor, ainda que não consigamos mensurar esse amor glorioso, pela fé, nós o aceitamos e Te pedimos que ele seja derramado em nosso coração todos os dias mediante o Teu Espírito! Livra-nos de cumprirmos as profecias do lado errado como foi com os Teus escarnecedores, mas que façamos parte da geração vindoura que, pelo poder da chuva serôdia, terminará a Tua obra na Terra! Em nome de Jesus, nosso Senhor e Salvador, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, alvos do Amor eterno!

Rosana Garcia Barros

#SALMO22 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 22 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
29 de agosto de 2026, 0:30
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SALMO 22 – Este Salmo vai além de Davi, que o escreveu. Aplica-se, de certa forma, à sua experiência, mas não se limita à ela – vai muito além.

O Salmo 22 revela profunda conexão entre o Antigo e o Novo Testamento, apontando para Jesus como o cumprimento das promessas, profecias e esperanças relacionadas ao povo de Deus. Essa conexão intertestamentária demonstra que Jesus experimentou o abandono e o sofrimento para trazer salvação e libertação a todos os que nEle creem.

Por isso, o Salmo 22 é considerado um salmo profético que antecipa a obra redentora de Cristo na cruz:

• Cristo citou o início do Salmo 22, clamando “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Mateus 27:46), identificando-Se com o sofrimento descrito no Salmo.
• As zombarias e escárnios dos inimigos encontraram paralelos na crucificação de Jesus, o Messias, onde Ele foi insultado, humilhado e ridicularizado (Mateus 27:39-44).
• A referência aos algozes lançando sortes pelas vestes do Santo encontra o cumprimento nas vestes de Cristo sendo sorteadas pelos soldados romanos (João 19:23-24).
• O salmista clama por libertação, e isso encontra seu cumprimento na ressurreição de Jesus, onde Ele é exaltado e vitorioso sobre a morte.

O final do Salmo 22 traz esperança e adoração a Deus, apontando para a vitória final do Messias e a salvação que Ele nos proporciona. Portanto, em meio ao sofrimento, confiemos nEle. Hoje, podemos reavivarmo-nos em Cristo! – Heber Toth Armí



SALMO 21 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
28 de agosto de 2026, 1:30
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Texto bíblico: SALMO 21 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



SALMO 21 – COMENTÁRIO ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
28 de agosto de 2026, 1:00
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Texto bíblico: SALMO 21

Este salmo completa o ciclo de súplica e obtenção, pedido e resposta iniciado no Salmo 20. Ele era utilizado após a vitória solicitada no Salmo 20 ter sido obtida. A vontade de Deus tinha sido seguida, as orações por vitória haviam sido oferecidas, a conquista tinha acontecido. Agora o povo de Deus fielmente retorna a Deus e Lhe oferece louvor e ações de graças pelo sucesso alcançado.

É instrutivo para o crente saber que o trabalho não está completo após as orações pela vitória terem sido oferecidas e a batalha ter sido vencida. A vitória, o sucesso e suas ramificações, é mais do que apenas lutar e vencer. Há mais a fazer: o deliberado e espontâneo reconhecimento, agradecimento e louvor a Deus.

Este salmo descreve apropriadamente os fundamentos pós-batalha. O Salmo divide-se claramente em três seções: ação de graças pelo Rei e sua vitória (vs. 1-7), meticulosidade em garantir uma vitória duradoura (vs. 8-12) e um louvor final somente a Deus (v. 13).

Delbert Baker
Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento para o Plano de Aposentadoria da Conferência Regional

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/21
Tradução: Jeferson Quimelli/Luis Uehara



SALMO 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
28 de agosto de 2026, 0:50
Filed under: Sem categoria

424 palavras

Na sua estrutura, o salmo fica emoldurado pelos  v. 1, 13 (“na tua força, ó SENHOR” ocorre nos dois versículos) e se centraliza em torno do v. 7, que proclama a confiança que o rei tem no Senhor e na segurança que o amor inesgotável de Deus lhe oferece. Bíblia de Estudo NVI Vida.

É um salmo de gratidão pelo êxito da campanha militar pela qual o salmo anterior tinha suplicado. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 766.

Na Tua força. Os carros e cavalos não teriam poder contra a força de Deus (ver Sl 20:7). CBASD, vol. 3, p. 766.

o rei. Os v. 1 a 7 expressam a gratidão da congregação pela vitória que Deus concedeu ao Rei. Sempre se deve reconhecer de forma pública uma oração concedida. CBASD, vol. 3, p. 766.

Satisfizeste-lhe o desejo do coração. A oração em favor do rei (Sl 20:4) foi atendida. […] Pode-se esperar que a oração seja atendida quando os desejos do ser humano correspondem aos desejos de Deus e quando a vontade de quem ora está sujeita à vontade dEle (ver DTN, 668). CBASD, vol. 3, p. 766.

Pois o puseste por bênção. Ou, “pois o colocou para ser bênção” [como Abraão (Gn 12:2)] […] Era propósito de Deus que o rei – e todo filho Seu – fosse não apenas um recipiente de Suas bênçãos, mas um instrumento para comunicá-las (ver também Is 19:24; Ez 34:26). CBASD, vol. 3, p. 766.

tua presença ( NVI; ARA: “tua destra”). Teu favor, que é o motivo supremo da alegria, por ser a bênção suprema, e a fonte originária de todas as bênçãos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

7 O centro do salmo […] O participante da liturgia (talvez um sacerdote ou levita) proclama as razões da segurança do rei. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Um bom líder confia no Senhor e descansa sobre Seu infalível amor. Muitos líderes confiam em sua própria esperteza, apoio popular ou poder militar. Mas Deus está acima destes “deuses”. Se você aspira à liderança, mantenha o Senhor Deus no centro de sua vida e descanse nEle. Sua sabedoria é o melhor força que você poderá ter. Life Application Study Bible Kingsway.

11 não conseguirão. Os planos do ser humano, por melhores que sejam, falharão se Deus estiver contra eles. CBASD, vol. 3, p. 766.

13 Exalta-Te, SENHOR. Como o Salmo 20, o 21 termina com uma oração. O salmista encerra, pelos lábios da congregação, seus desejos bons e suas profecias em favor do rei. Ele se dirige a Deus e ora para que Ele Se revele como a fonte de força de Seu povo (como no v. 1). Este é um quadro final de louvor universal (ver Ap 7:10-12; 12:10; 19:1-3). CBASD, vol. 3, p. 767.



SALMO 21 — Rosana Barros by Ivan Barros
28 de agosto de 2026, 0:45
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“Satisfizeste-lhe o desejo do coração e não lhe negaste as súplicas dos seus lábios” (v.2).

O que era uma súplica tornou-se uma ação de graças. Mas tem algo de muito curioso e interessante neste Salmo. Na verdade, o texto não diz que a guerra acabou, mas que Deus alcançará os inimigos do rei (v.8), apanhará os que o odeiam (v.8), “os consumirá […] os devorará” (v.9), e assim, o salmista descreveu uma sequência de ações e juízos de Deus, todos no futuro.

Agora percebam o que fez Davi compor este Salmo, mesmo em face de iminentes guerras: “O rei confia no Senhor” (v.7). Compreendem, amados? A Bíblia não diz que o rei confiará quando ele sair vencedor da guerra, e sim que ele confia, no presente. Ele tinha a firme certeza de que sairia vitorioso. Não é sem propósito que a confiança em Deus faz parte integrante dos oito remédios naturais que Ele nos deixou. Ela produz ânimo e auxilia no processo de cura física e emocional, sendo um verdadeiro antídoto contra as enfermidades.

Notem também que Davi iniciou dizendo que se alegrava na força de Deus e exultava em Sua salvação (v.1). “A misericórdia do Altíssimo” (v.7) era o fundamento da confiança de Davi. A motivação do rei não era de vencer a guerra, mas de ter vida: “Ele te pediu vida, e Tu lha deste” (v.4). Não esta vida que logo perece, mas a longevidade eterna: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (Jo.10:10).

Por mais que se multiplicassem os inimigos, em momento algum o salmista revelou insegurança ou dúvida, pois confiava em Deus e em Sua misericórdia. Afinal de contas, os seus inimigos tornavam-se, automaticamente, inimigos de Deus (v.8). Todos os que odiavam a Davi, consequentemente, odiavam ao Senhor também, e dEle receberiam o devido juízo, pois “aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a Quem não vê” (1Jo.4:20).

Meus irmãos, precisamos exercitar a nossa confiança em Deus a cada dia. Conforme o salmo de hoje, confiar no Senhor:

1. Satisfaz o desejo do nosso coração (v.2);
2. Faz com que nossas orações sejam atendidas (v.2);
3. Supre a nossa vida “das bênçãos de bondade” (v.3);
4. Concede-nos a coroa da salvação (v.3; Ap.2:10);
5. Preserva-nos para a vida eterna (v.4);
6. Transforma-nos em bênçãos eternas (v.6);
7. Enche a nossa vida de alegria (v.6).

É privilégio nosso confiar em Deus e desfrutar da sensação de paz “que excede todo o entendimento” (Fp.4:7). Como ouvi em um sermão anos atrás: “No final tudo dá certo na vida do cristão, se ainda não deu certo é porque ainda não chegou ao final”. Portanto, amados, não permitam que inimigos abalem a sua fé, mas que a sua fé, unida a um coração agradecido, os façam louvar o poder de Deus antes mesmo que ele se manifeste, na certeza de que ele se manifestará.

Oração: Senhor, nosso Deus, a fé também é um dom que vem de Ti, portanto, concede-nos a fé que necessitamos, sempre com vistas na eternidade. Mesmo que ainda estejamos enfrentando a escola do sofrimento neste mundo, confiamos no Senhor, na certeza da fidelidade da Tua Palavra e das Tuas promessas. Pois sabemos que neste mundo teremos aflições, mas a vitória do nosso Salvador nos garantiu o futuro glorioso e eterno. Ó, Pai, graças Te damos por tão sublime promessa! Nós cantaremos e louvaremos o Teu poder, para sempre! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, homens e mulheres de fé!

Rosana Garcia Barros

#SALMO21 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 21 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
28 de agosto de 2026, 0:30
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SALMO 21 – Este Salmo foi escrito por um rei para outro Rei. O rei humano escreveu para o Rei divino. É um reconhecimento de que reinar com Deus é melhor do que reinar sem Ele.

Davi era um rei de fé e líder piedoso em Israel. Por isso, as palavras deste Salmo expressam louvor e gratidão a Deus por Suas bênçãos, proteção e vitórias concedidas a ele. Nos 13 versículos deste Salmo, Davi expressa Sua confiança em Deus como o Soberano Rei, seu protetor e provedor. Submetendo-se a Deus, o rei Davi reconhece que todas as suas vitórias e sucessos resultaram da bondade e favor divinos. Por isso, o rei humano louva ao rei divino, pois Deus lhe concedeu vida longa, riquezas e sucesso em suas batalhas contra seus inimigos.

Através das palavras inspiradas do Salmo 21, o rei Davi almejava transmitir sua fé e confiança inabaláveis em Deus e encorajar outros a reconhecerem o poder e a bondade de Deus em todas as conquistas, e em cada detalhe da vida:

• Tudo o que possuímos vem de Deus; portanto, como Davi, devemos reconhecer que Deus é o governante supremo sobre todas as coisas, inclusive a nossa vida.
• A submissão a Deus deve ser uma experiência de todo ser humano, inclusive de todos os líderes políticos e eclesiásticos, pois sendo Ele o Supremo Juiz, defenderá os que Lhe submetem.
• Sendo que Deus é capaz de cuidar de todas as circunstâncias que nos envolvem, devemos demonstrar disposição em submeter-nos à Sua vontade e a Seus planos a fim de obtermos vitórias.
• Submeter-se a Deus inclui reconhecer e agradecer-Lhe por Sua bondade, bênçãos e ações em nossas experiências, reconhecendo que somos totalmente dependentes dEle.
• Independente de quão avançadas sejam as tecnologias ou do grande desenvolvimento intelectual e cultural em que vivemos, a mensagem de depender de Deus permanece relevante nos tempos modernos.
• Mesmo com a evolução e grandes mudanças positivas das condições humanas no século 21, é essencial reconhecer que Deus está acima de tudo e de todos e carecemos dEle tanto quanto o rei Davi carecia.
• Não podemos deixar de reconhecer que todas as conquistas científicas e tecnológicas de nosso século resultaram da graça e bondade divina.

Desta forma, reavivemo-nos em Deus e em Sua Palavra! – Heber Toth Armí.



SALMO 20 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
27 de agosto de 2026, 1:30
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Texto bíblico: SALMO 20 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

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SALMO 20 – COMENTÁRIO ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
27 de agosto de 2026, 1:00
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Texto bíblico: SALMO 20

Os Salmos 20 e 21 se complementam e são conhecidos como os Salmos de Guerra. O Salmo 20 era uma música de encorajamento cantada antes da batalha e o Salmo 21 era uma música de celebração cantada depois da batalha. O primeiro era apresentado em antecipação ao que o Senhor estava prestes a realizar e o Salmo 21 em celebração pelo que Deus já havia feito.

Se o povo estivesse vivendo no centro da vontade de Deus tinha a garantia de que podia contar com Deus para protegê-lo. Deus estava disposto e era capaz de entregar o resultado que o Seu povo precisava. Não havia dúvida ou hesitação, mas uma forte confiança que elevava o ânimo dos soldados na batalha.

Deus era o comandante-em-chefe acima do Rei, que era o general e líder dos soldados que saíam à luta. A beleza deste Salmo é o conceito da presença e da vitória de Deus, mesmo antes da batalha começar. Os ingredientes para a vitória naquela época são aplicáveis aos crentes de hoje. Diante da realidade da grande guerra entre o bem e o mal, devemos nos apegar às promessas de Deus encontradas em Sua Palavra e proclamar a nossa confiança num resultado positivo. Os tempos e a cultura são diferentes, mas os princípios para a vitória permanecem os mesmos.

Delbert Baker
Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento para o Plano de Aposentadoria da Conferência Regional

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/20
Tradução: Jeferson Quimelli/Luis Uehara