Reavivados por Sua Palavra


NEEMIAS 9 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
12 de junho de 2026, 1:30
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Texto bíblico: NEEMIAS 9 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

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NEEMIAS 9 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
12 de junho de 2026, 1:00
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Texto bíblico: NEEMIAS 9

Confessar os pecados e se humilhar é o resultado de corações voltados a Deus. As evidências de reforma e reavivamento são vistas nos atos do povo de Deus. Reforma e reavivamento nos chamam para nos separarmos das coisas que impedem nossa adoração plena a Deus. Isso significa voltar para Deus e fazer a Sua vontade, o que pode ocasionar mudanças radicais na nossa vida. Fazer uma aliança com Deus sempre inclui a decisão de obedecê-Lo.

Adorar a Deus pode ser muito ativo! Em Neemias lemos a respeito de pessoas que se reuniram “jejuando, vestindo panos de saco e com pó sobre as suas cabeças” (v. 1), clamando a Deus em “alta voz” (v. 4). No capítulo anterior, lemos sobre pessoas dizendo “Amém! Amém! enquanto levantavam as mãos” e se “curvavam com o rosto para o chão ao adorarem a Deus” (v.6).

Enquanto o inimigo, Satanás, procura fazer com que as pessoas exagerem as coisas, existe espaço para adoração ativa desde que o centro desta adoração seja Deus.

Pardon Mwanza
Ex Vice-Presidente Geral Da Conferência Geral da IASD
Vice-reitor da Universidade Rusangu, Zambia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/neh/9
Tradução: Jeferson Quimelli/Luis Uehara/Gisele Quimelli



NEEMIAS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
12 de junho de 2026, 0:50
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403 palavras

2,3 Os hebreus praticaram confissão aberta, admitindo os seus pecados, uns para os outros. Ler e estudar a Palavra de Deus deveria preceder a confissão (ver 8:18) porque Deus pode nos mostrar aonde estamos pecando. A confissão honesta deveria preceder o louvor, porque não podemos ter um relacionamento correto com Deus se nos agarramos a alguns pecados (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

10 Tu os preserva a todos. Todos os escritores bíblicos creem que o Criador do Universo preserva todas as coisas criadas, mas isso nunca foi declarado tão claramente como neste verso. O salmista diz: “Tu, Senhor, preservas os homens e os animais” (Sl 36:6), mas este reconhecimento está longe do alcance universal desta passagem. O poder para preservar não é menos importante que o de criar (CBASD, vol. 3, p. 474).

13 leis. A palavra hebraica assim traduzida é, no singular, torah, que significa “instrução”, “lei” e, posteriormente, o Pentateuco, os cinco livros de Moisés (Bíblia de Estudo NVI Vida).

14 o teu santo sábado, lhes fizeste conhecer. Note a clara distinção da outorga da lei (v 13). O sábado não é primariamente ligado à lei, mas tem suas raízes na criação (Andrews Study Bible).

As palavras deste verso indicam que o sábado já existia antes que a lei fosse dada, o que está em harmonia com Gênesis 2:2 e 3 e Êxodo 16:23. Neemias considerava o mandamento do sábado de importância extrema, haja vista que é o único mandamento do decálogo mencionado especificamente. Declara-se que ele foi concedido por Deus aos israelitas como um benefício, na medida em que eles compartilhavam o descanso de Deus nesse dia (CBASD, vol. 3, p. 474).

Em hebraico, “sábado” e “descanso” são a mesma palavra: shabbath (Bíblia Shedd).

15 pão dos céus. É o maná descrito em Êx 16.15. Jesus Cristo também fez desse título um símbolo de Si mesmo, pois, vindo dos céus, ofereceu-se a Si mesmo como comida espiritual para todo aquele que nEle crer (Jo 6.31-35); da mesma maneira, a Rocha que dessedentara os israelitas no deserto foi mais uma revelação da Pessoa de Jesus Cristo (1Co 10.4) (Bíblia Shedd).

16-21 Ver como Deus continuou a estar com Seu povo mostra que Sua paciência é surpreendente. A despeito de nossas reiteradas falhas, orgulho e obstinação, Ele está sempre pronto a perdoar (9:17) e Seu Espírito está sempre pronto a instruir (9:20). Perceber a extensão do perdão de Deus nos ajuda a perdoar aqueles que falharam conosco, mesmo que “setenta x sete vezes”, se necessário (Mt 18:21,22) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).



NEEMIAS 9 — Rosana Barros by Ivan Barros
12 de junho de 2026, 0:45
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“Porque Tu és justo em tudo quanto tem vindo sobre nós; pois Tu fielmente procedeste, e nós, perversamente” (v.33).

A renovação espiritual experimentada pelos judeus, através do estudo da Lei de Deus, gerou um dos capítulos mais ricos das Escrituras. Com jejum, pano de saco e terra sobre a cabeça, os filhos de Israel compunham um cenário de arrependimento e entrega. Mas a forma de nada valeria se não houvesse a essência. Desde a criação em Gênesis, passando por Abraão, Moisés e pelos períodos dos reis, ficou muito clara a distinção entre a fidelidade de Deus e a recorrente desobediência do Seu povo. Algo que aqueles líderes fiéis fizeram questão de destacar: “Porém, Tu, ó Deus perdoador, bondoso e compassivo, tardio em irar-Te e grande em bondade, Tu não os abandonaste” (v.17). “Ainda assim foram desobedientes e se revoltaram contra Ti; viraram as costas à Tua Lei e mataram os Teus profetas” (v.26).

Nenhuma outra nação testemunhou tantos milagres quanto Israel. No Egito, no deserto e em Canaã; nas planícies do Jordão, às margens do mar da Galileia e nas cidadelas de Judá, ambas as gerações foram testemunhas oculares dos prodígios do Senhor. Ainda assim, uma perseguiu e assassinou os profetas do Senhor, e a outra, condenou à cruz Aquele que diziam aguardar. Entre idas e vindas, “cometeram grandes blasfêmias” (v.26), “mas no tempo de sua angústia, clamando eles” (v.27), o Senhor os livrou “muitas vezes” (v.28). “Porém, quando se viam em descanso, tornavam a fazer o mal diante de” (v.28) Deus.

Tendo como fundamento o “Livro da Lei do Senhor, seu Deus” (v.3), seus corações foram tocados pela brasa viva do altar do Céu. Como uma chama, cada sentença lida lhes consumia a alma no ardente e sincero desejo de viver conforme o “assim diz o Senhor”. E, tendo como professor o “bom Espírito, para os ensinar” (v.20), reconheceram sua condição vulnerável e sua necessidade da “grande bondade” (v.25) do único Deus verdadeiro: “Só Tu és Senhor, Tu fizeste o céu, o céu dos céus e todo o seu exército, a terra e tudo quanto nela há, os mares e tudo quanto há neles; e Tu os preservas a todos com vida, e o exército dos céus Te adora” (v.6).

Arrependimento e confissão de pecados são dois passos fundamentais na jornada cristã. Nenhum desses, no entanto, procede da natureza humana. Porque “a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento” (Rm.2:4). E o arrependimento é que produz a confissão; o reconhecimento de nossa culpa e de que necessitamos do perdão divino. Não simplesmente uma confissão forçada ou o reconhecimento de algo porque se tornou público, mas a verdadeira tristeza pelo pecado e o real desejo de não mais praticá-lo. Pois “o que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv.28:13).

Amados, os altos e baixos de Israel e a grande misericórdia do Senhor e Sua terna disposição em perdoar, revelam-nos o que muitas vezes temos dificuldade em admitir: somos infelizes, miseráveis, pobres, cegos e nus (Ap.3:17). Quando baixar a guarda torna-se uma opção, abrimos um caminho de largas ideias no campo da iniquidade. E, sob a encomenda de um coração “desesperadamente corrupto” (Jr.17:9), nos afastamos da influência do Espírito Santo e de Seu divino discernimento. Esse é um perigo terrível, meus irmãos. Ao calar a voz do Espírito, entregamos a nossa consciência à balança de conceitos humanos, e isso pode implicar um caminho sem volta, pois “para o que blasfemar contra o Espírito Santo, não haverá perdão” (Lc.12:10).

“Eis que hoje somos servos” (v.36). Servos de nossos gostos, servos do pecado que em nós habita. E, a menos que busquemos andar com Deus, clamando por Seu auxílio e misericórdia, permaneceremos mortos em nossos delitos. Agora é o tempo de estabelecermos uma “aliança fiel” (v.38) com o Deus de nossa salvação. Agora é o momento no qual o Espírito Santo deseja selar essa aliança em nosso coração com tinta que não se apaga. Propensos como somos a falhar, como o salmista, seguremos firme no braço que não pode tombar: “Todavia, estou sempre Contigo, Tu me seguras pela minha mão direita” (Sl.73:23).

“Bendito seja o Teu nome glorioso, que ultrapassa todo bendizer e louvor. Só Tu és Senhor!” Tu és o nosso Deus Criador. “Tu és o Senhor, o Deus” que nos escolheu para fazer aliança conosco. Cumpriste cada uma das Tuas promessas, “porque és justo”. Ó, Senhor, não temos desculpa alguma para andar no erro, se temos toda a Tua Revelação, dada através dos Teus servos, os profetas. Agora, pois, clamamos que perdoes os nossos muitos pecados e, por Tua bondade e compaixão, não retires de nós o Teu Santo Espírito, para que sejamos dia a dia ensinados do Senhor e o Teu conhecimento nos conceda a vida eterna. É porque cremos que Tu és Deus clemente e misericordioso, que Te fazemos esta oração, pelo nome e pelos méritos de Cristo Jesus, nosso Salvador, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, salvos pelo “Deus perdoador” (v.17)!

Rosana Garcia Barros

#NEEMIAS9 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NEEMIAS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
12 de junho de 2026, 0:30
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NEEMIAS 9 – A espiritualidade levada a sério não surge por acaso. Não acontece natural e automaticamente; espiritualidade sólida exige estudo sério da Bíblia com objetivo de aplicá-la à vida.

O ato de aprofundar-se no estudo sério da Bíblia leva-nos ao arrependimento e confissão de pecados perante Deus. Humilha-nos levando-nos à fervorosa oração que nos eleva a Deus, O qual nos ergue das nossas mazelas.

Quando a mensagem bíblica está viva em nossa mente, nossa oração será pautada pela Palavra de Deus. A oração de Neemias 9 “é uma crônica da fidelidade de Deus para com Seu povo, apesar da falta de fé no Senhor, começando em Gênesis, com a criação, e continuando ao longo do período dos Juízes, Reis e Crônicas até os dias de Neemias (v. 32)” (Comentário Bíblia da Mulher).

Em Neemias 9, “os levitas notaram que, devido à grande compaixão de Deus, Ele não abandonou Israel (v. 19). Ele deu Seu bom Espírito para instruí-lo e admoestá-lo (v. 20, 30). Não reteve o maná nem a água (v. 20) e o sustentou a fim de que não carecesse de nada (v. 21) e, consequentemente, os israelitas ‘viveram em delícias’, pela Sua grande ‘bondade’ (v. 25). Repetidas vezes, Deus demonstrou Sua grande compaixão (v. 27-28). Apesar da arrogância e teimosia de Israel (v. 16, 29), esse povo desfrutou a grande misericórdia e bondade de Deus (v. 31, 35)” (Jirí Moskala).

O Deus que é “grande, poderoso e temível”, que age com justiça e lealdade (Neemias 9:32-33) revela ser “um Deus bondoso e misericordioso, muito paciente e cheio de amor” (Neemias 9:17, 31). Esse Deus tem um “nome glorioso”; Seu poder é nítido na criação do Céu, da Terra, dos mares “e de tudo quanto há neles”. Ele é o originador da vida, idealizador da aliança com pecadores, vê o sofrimento dos sofredores, e ouve o clamor deles. Então, Se manifesta com sinais e maravilhas para libertar Seu povo, liderá-lo e entregar-lhe os meios de torná-lo especial, diferente, uma poderosa bênção (Neemias 9:5-13).

Certamente, estudar a Bíblia dependendo do Espírito Santo promove o verdadeiro conhecimento do verdadeiro Deus – o qual transforma a vida do pecador arrependido (Neemias 9:20, 30). Portanto, compreender corretamente a Deus leva-nos ao reavivamento! É disso que precisamos para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



NEEMIAS 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
11 de junho de 2026, 1:30
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Texto bíblico: NEEMIAS 8 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

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NEEMIAS 8 – COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
11 de junho de 2026, 1:00
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Texto bíblico: NEEMIAS 8

O povo de Israel se reuniu em Jerusalém para estudar a Torá. Eles obedeceram de bom grado ao que o Senhor havia ordenado a seus pais no deserto, lembrando-se que haviam sido cativos na Babilônia por muito tempo (setenta anos). Eles também se lembraram da instrução de que uma das funções do sacerdote é ensinar a Palavra de Deus ao povo. Isso foi ainda mais necessário porque sua compreensão e língua haviam sido corrompidas pelos casamentos mistos com as nações pagãs ao seu redor.
Este episódio descrito no oitavo capítulo de Neemias deve ser seriamente ponderado pelo povo de Deus nesta era atual. Ellen White declarou que seria bom “para o povo de Deus no tempo presente ter uma Festa dos Tabernáculos” (Patriarcas e Profetas, p. 540).

Quando lemos o contexto de sua citação, fica claro que sua ênfase não é literalmente manter a festa judaica, mas sim reunir como um povo para congregar e ter comunhão com Deus. Este conceito é amplamente cumprido por nossas reuniões campais, onde muitos adventistas do sétimo dia se reúnem para congregar e adorar a Deus por meio de serviços religiosos e estudo da Bíblia.

Que o Senhor nos ajude a estarmos dispostos a investir nosso tempo e recursos para participar de reuniões como acampamentos e convocações para oração e proclamação da Palavra.

Philip Araujo
Hartland College, Rapidan, Virgínia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/neh/8
Tradução: Jeferson Quimelli/Luis Uehara



NEEMIAS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de junho de 2026, 0:50
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1430 palavras

sétimo mês. Ou tisri, que começa em nosso mês de setembro; no dia 10 daquele mês havia o Dia da Expiação [O Yom Kippur (Dia do Perdão) em 2026 começará ao pôr do sol de domingo, 20 de setembro, e terminará ao anoitecer de segunda-feira, 21 de setembro. *] (Lv 16.1-30), e no dia 15, a Festa dos Tabernáculos (Lv 23.33-43; Dt 16.13-17). A leitura pública das Escrituras feita por Neemias naquela ocasião, trouxe como primeiro fruto a observância da Festa (8.13-18) e o fruto espiritual dessa observância com a leitura diária das Escrituras (18) era o arrependimento, a confissão dos pecados e a aliança em que o povo prometeu cumprir fielmente a Lei de Deus, cap 9 e 10. […] O judaísmo pós-exílico, como se entrevê também nos evangelhos, teve seu início nessas solenidades (Bíblia Shedd).

Esdras e Neemias eram contemporâneos (8:9), apesar de Esdras ser provavelmente muito mais velho. Neemias, como líder político, era o governador, e Esdras, como sacerdote e escriba, era o líder religioso. Um escriba, naqueles dias, era uma combinação de advogado, cartorário, pesquisador acadêmico e consultor. Os escribas estavam entre as pessoas mais educadas, portanto eram professores. Não existe dúvida de que os judeus gostariam de estabelecer o reino novamente como nos dias de Davi, mas isto sinalizaria rebelião contra o rei da Pérsia, a quem estavam sujeitos. A melhor alternativa foi dividir a liderança entre Neemias e Esdras. Life Application Study Bible Kingsway.

na praça, diante da Porta das Águas. Uma praça ampla, capaz de comportar uma grande multidão, a qual não poderia ser contida no pátio do Templo. Sacrifícios deveriam ser oferecidos apenas às portas do Templo, mas orar, louvar e pregar eram e são serviços religiosos que devem ser realizados em qualquer lugar. Bíblia de Estudo Mathew Henry.

Esta deve ter sido a porta no muro leste que fazia divisa com a fonte de Giom, no vale de Cedrom, e recebeu este nome porque a água da fonte era carregada através desta porta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 443.

1-5 O Livro da lei de Moisés era provavelmente o Pentateuco, os cinco primeiros livros da Bíblia. As pessoas ouviam atentamente enquanto Esdras lia a palavra de Deus, e suas vidas foram transformadas. Porque ouvimos frequentemente a Bíblia, podemos nos tornar embotados a suas palavras e imunes a seus ensinos. Ao invés disso, devemos escutar de ouvidos atentos (v. 3) a cada verso e pedir ao Espírito Santo a nos ajudar a responder à pergunta: “Como isto se aplica à minha vida”? Life Application Study Bible Kingsway.

Disseram. É notável que o povo pedisse instrução. Embora muitos fossem negligentes quanto à observação da lei, eles sentiram desejo de ouvi-la. Não estavam satisfeitos com as condições dominantes e queriam alcançar um nível elevado na experiência espiritual e estavam convencidos de que ouvir a Palavra de Deus lhes traria benefícios. CBASD, vol. 3, p. 468.

no primeiro dia do sétimo mês. O Dia de Ano Novo [Rosh Hashana], segundo o calendário civil (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Era o tempo da celebração da Festa das Trombetas (Nm 29.1-6). Bíblia de Genebra.

Desde a alva até o meio-dia. A instrução durou cinco ou seis horas. Os v. 4 a 8 mostram que não consistiu apenas em leitura incessante, mas era alternada com interpretações explicativas da lei pelos levitas. CBASD, vol. 3, p. 468.

Esdras, o escriba. Esdras é considerado o patriarca dos escribas [e dos rabis/rabinos], os quais liam publicamente as Escrituras, traduziam-nas para o aramaico (a língua vulgar [trazida da Pérsia]) e explicavam-nas ao povo (8). Mais tarde essas traduções foram escritas em colunas paralelas com o texto hebraico original, e continham notas e interpretações. Foi assim, também, que surgiram os targuns (Bíblia Shedd).

o povo se levantou. Ao se levantarem, eles expressaram a sua reverência pela lei (cf. o v. 6). Bíblia de Genebra.

Os rabinos deduziram desse versículo que a congregação deve ficar em pé para a leitura da Torá (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Não se deve supor que permaneceram em pé durante as seis horas de leitura e instrução. CBASD, vol. 3, p. 468.

Amém! Amém! O povo participou do louvor oferecido por Esdras; a repetição exprime o alto grau de concordância. Bíblia de Genebra.

O povo estava no seu posto. O sentido é que as pessoas permaneceram em seus lugares e não se dispersaram. Todos estavam profundamente interessados no alimento espiritual. CBASD, vol. 3, p. 468, 469.

Não pranteeis. A porção lida deve ter impressionado profundamente a multidão. As leituras da Escritura consistiam em determinadas seções de Deuteronômio junto a outras partes da Torah, selecionadas para convencer o povo de seu pecado em transgredir os mandamentos de Deus e para lembrá-los das punições que poderiam sofrer. Eles ficaram tão comovidos que prantearam e choraram. Isto levou Neemias, Esdras e os levitas a encorajá-los e confortá-los. CBASD, vol. 3, p. 469.

9, 10 O povo chorava abertamente ao escutar as leis de Deus e ao perceber quão longe estavam de obedecê-las. Mas Esdras disse a eles que deveriam estar cheios de alegria porque o dia era santo. Era dia de celebrar e de presentear àqueles em necessidade. Celebração não deve autocentrada. Esdras conectou celebração com doação. Isto deu a oportunidade de celebrar também àqueles em necessidade. É somente quando celebramos e doamos a outros é que somos fortalecidos espiritualmente e cheios de alegria. Participe de celebrações que honrem a Deus e permita que Ele encha sua vida de alegria. Life Application Study Bible Kingsway.

10 aos que não tem nada preparado. Aqueles que tinham alimentos em abundância deveriam dividi-lo com os que nada possuíam (cf. Sl 22.26). Este acontecimento ilustra o pecado de 1Co 11.17-34. Bíblia de Genebra.

enviai porções. Compartilhar com os necessitados fazia parte integrante de uma festa religiosa (Dt 16.11,14); do contrário não seria verdadeiramente religiosa (Tg 1.27). É esta a base que deu ensejo ao costume de dar presentes no Natal, dádivas aos pobres, para refletir algo do amor de Cristo neste mundo (Bíblia Shedd).

A alegria do SENHOR é vossa força. A opinião comum de que a religião judaica era sombria e austera é errônea. Essas normas rituais e cerimoniais eram detalhadas e solenes, no entanto havia alegria nos serviços. […] O dia de sábado, como planejado originalmente, estava longe de ser uma ocasião sombria, como muitos imaginam. Pelo contrário, era um dia de deleite espiritual, alegria e contentamento (Is 58:14). Dos outros períodos separados para observâncias especiais, em apenas um as pessoas “afligiam” a alma (Lv 23:27 [Dia da Expiação]). Nas outras, ocorriam festas para a comemoração da bondade de Deus e para Lhe render louvores. CBASD, vol. 3, p. 469.

13-18 Após Esdras ter lido as leis de Deus ao povo, eles as estudaram mais a fundo e agiram de acordo. Uma leitura cuidadosa da Escritura nos chama a responder às seguintes questões: O que eu devo fazer com este conhecimento? Como minha vida deve mudar? Devemos fazer algo a respeito do que aprendemos se isto deve ter real significado em nossas vidas. Life Application Study Bible Kingsway.

14 Escrito na Lei. A lei acerca da Festa dos Tabernáculos é encontrada em Levítico 23:39 a 43. CBASD, vol. 3, p. 470.

habitassem em cabanas. A Festa dos Tabernáculos [ou cabanas], durante a qual o povo passava uma semana habitando em barracas (Lv 23.439-43), era uma comemoração dos quarenta anos que os israelitas passaram no deserto, cujo significado religioso seria o de relembrar aos israelitas que não passam de peregrinos no mundo, dependentes da proteção divina (Bíblia Shedd).

Isto era para que meditassem sobre a proteção e guia divinas durante seus anos de jornada e o fato de que Deus ainda os protegeria e guiaria se eles O obedecessem. Era um momento de lembrar suas origens, de onde tinham vindo. É útil lembrar nossas origens para que possamos realmente apreciar onde estamos hoje. Lembre de sua vida passada para ver como Deus conduziu você. Então agradeça a Deus pelo Seu contínuo trabalho de proteger você e prover às suas necessidades. Life Application Study Bible Kingsway.

15 oliveiras. Como são necessários 30 anos para alcançar a maturidade, seu cultivo exige condições tranquilas (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Ramos de palmeiras. Ou, da tamareira. CBASD, vol. 3, p. 470.

17 Nunca fizeram assim os filhos de Israel. Isto não significa que os israelitas não celebravam a festa desde os dias de Josué, na invasão de Canaã, porque, de acordo com Esdras 3:4, os que retornaram do cativeiro naquela época a realizaram no primeiro ano de seu retorno. […] o texto deve ter o sentido de que, desde os dias de Josué, não houve celebração geral dessa festa, como aconteceu naquele momento. CBASD, vol. 3, p. 470.

grande alegria. A obediência à Palavra de Deus é o segredo dessa alegria verdadeira e duradoura (Bíblia Shedd).

18 Leu Esdras no Livro da Lei de Deus, desde o primeiro dia até ao último. A leitura sistemática e diária da lei pode sugerir que este era um ano sabático e que ocorria a repetição ordenada em Deuteronômio 31:10 a 13. CBASD, vol. 3, p. 470.

* Datas dos feriados judaicos em 2026:

https://pt.chabad.org/holidays/default_cdo/year/2026/jewish/holidays-2026.htm e

https://www.hebcal.com/holidays/yom-kippur-2026



NEEMIAS 8 — Rosana Barros by Ivan Barros
11 de junho de 2026, 0:45
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“Leram no livro, na Lei de Deus, claramente, dando explicações, de maneira que entendessem o que se lia” (v.8).

Homens, mulheres e crianças, “todos os que eram capazes de entender o que ouviam” (v.2), reuniram-se “como um só homem” (v.1), “e todo o povo tinha os ouvidos atentos ao Livro da Lei” (v.3). Ali estavam reunidas diferentes gerações. Uma parte já havia ouvido a Lei, mas também havia aqueles que provavelmente estavam tendo o primeiro contato com ela. Quando Esdras subiu ao púlpito e iniciou a leitura, e com ele “os levitas que ensinavam o povo na Lei” (v.7), houve um momento de solene reverência e profundo reconhecimento do tempo de ignorância, de modo que “todo o povo chorava, ouvindo as palavras da Lei” (v.9).

Não foi um momento de simples discurso, mas de diligente estudo das Escrituras. A iniciativa em aprender a Lei “diante da Porta das Águas” (v.1), moveu sobre eles o mesmo Espírito que, no princípio, “pairava por sobre as águas” (Gn.1:2). Grande luz lhes foi concedida, e suas lágrimas foram enxutas com a maravilhosa notícia: “a alegria do Senhor é a vossa força” (v.10). Todos foram tomados de muita alegria, uma alegria que deveria ser compartilhada, “porque tinham entendido as palavras que lhes foram explicadas” (v.12).

“Como está escrito” (v.15), o povo celebrou a festa dos tabernáculos e “toda a congregação dos que tinham voltado do cativeiro fez cabanas e nelas habitou” (v.17). Estavam todos reunidos num mesmo propósito “e houve mui grande alegria” (v.17). Em todos aqueles dias, “desde o primeiro dia até ao último”, “leu Esdras no Livro da Lei de Deus”, e, “no oitavo dia, houve uma assembleia solene, segundo o prescrito” (v.18). Foram dias de comunhão, de celebração e de renovação de suas vidas para com Deus.

Notem que a iniciativa de aprender a Lei de Deus partiu do próprio povo. Desde o juvenil até o mais idoso, cada judeu aplicou o coração para receber os sábios ensinamentos das palavras do Senhor. Homens iluminados pelo Espírito Santo foram capacitados para ensiná-los com firme convicção e santa alegria. Em cada palavra lida e em cada explicação proferida havia uma atmosfera tão sagrada que comoveu a todos. Tudo era tão claro que não havia como não reconhecer a ação divina. Muitos julgam ser a Lei do Senhor e Sua Palavra ultrapassadas ou simplesmente, por suas próprias convicções, anulam parte da Bíblia. O capítulo de hoje deixa bem clara a função da Lei do Senhor: levar-nos à exata compreensão de nossos pecados, promover genuíno arrependimento e encher-nos da alegria pelo perdão e pela graça do Senhor que nos são outorgados.

Amados, este capítulo me remeteu à minha experiência com Deus. Após quinze anos de igreja, eu finalmente aceitei o chamado do Espírito Santo. E, enquanto lia as Escrituras, meus olhos foram sendo abertos para verdades que antes eu não conseguia ver. Nesse processo de descobertas e de ardente desejo em compreender a Bíblia, por muitos dias me derramava em lágrimas por meus pecados, pensando em quanto tempo havia perdido longe do Senhor e de Sua maravilhosa sabedoria. Até que a terna sentença do Salvador: “A Minha graça te basta”, me encheu o coração de alegria e do desejo de compartilhar as boas-novas do Evangelho com outros.

O estudo diário das Escrituras é útil para nos ensinar, corrigir, repreender e nos educar na justiça, como está escrito na segunda carta de Paulo a Timóteo, 3:16. Mas a finalidade é que sejamos perfeitos e perfeitamente habilitados “para toda boa obra” (2Tm.3:17); é permitir que, assim como o Espírito Santo estava presente sobre as águas da criação e sobre as águas do Jordão no batismo de Cristo, que Ele esteja presente em nossa vida, “dia após dia” (v.18), nos fortalecendo com a alegria que faz parte de Seu fruto (Gl.5:22), e nos capacitando a testemunhar: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas” (At.1:8).

Que o estudo da Palavra de Deus seja a nossa alegria diária, e que esta alegria incontida transborde do nosso coração para os que estão ao nosso redor. O conhecimento das Escrituras não é um fim em si mesmo, mas é um meio de nos levar ao verdadeiro conhecimento e à vida eterna: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a Quem enviaste” (Jo.17:3). Um genuíno e feliz relacionamento com Deus, é o que promove o sincero estudo da Bíblia; um presente e um privilégio que somente o Céu poderá superar. Sempre que examinando as Escrituras você se deparar com a tristeza por erros passados, lembre-se das palavras de Jesus: “nem Eu tampouco te condeno; vai, e não peques mais” (Jo.8:11).

Nosso amado Senhor, Tu nos chamas ao arrependimento todos os dias. Há uma obra sendo realizada pelo Espírito Santo em nosso coração; uma obra de reavivamento e reforma, uma obra de santificação. Ilumina os nossos olhos para que a Tua verdade sempre cumpra o seu papel de nos santificar, fortalecer a nossa fé e nos educar na justiça. Não permitas que nada esteja entre nós e o Senhor, de maneira que o nosso relacionamento Contigo cresça e dê muito fruto. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, reavivados pela Palavra!

Rosana Garcia Barros

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Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NEEMIAS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
11 de junho de 2026, 0:30
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NEEMIAS 8 – A leitura atenta, a interpretação correta, a explicação e aplicação da Palavra de Deus são essenciais para que o leitor experimente o poder restaurador e transformador do Deus da Palavra.

A leitura pública das Escrituras deve ser a cultura de cada igreja verdadeira. O sacerdote Esdras, juntamente com o governador Neemias, promoveram a leitura da Bíblia a todo o povo, reunidas, inclusive, as mulheres e as crianças. O povo chorou e também se alegrou, “pois agora compreendiam as palavras que lhes foram explicadas” (Neemias 8:1-12).

O estudo da Bíblia com os líderes religiosos promove restauração das práticas espirituais e desperta a espiritualidade na sociedade. Após o evento público supracitado, “os chefes de todas as famílias, os sacerdotes e os levitas reuniram-se com o escriba Esdras para estudarem as palavras da Lei”, a Torá. Nesse estudo sistemático, redescobriram a festa dos tabernáculos. O povo, então, foi convocado a celebrá-la. “Desde os dias de Josué, filho de Num, até aquele dia, os israelitas não tinham celebrado a festa dessa maneira. E grande foi a alegria deles”. Nos sete dias de celebração, Esdras leu as Escrituras para o povo (Neemias 8:13-18).

As pessoas precisam entender a Bíblia, que sua mensagem seja aplicada à vida delas. Para isso, seu conteúdo precisa ser devidamente explicado. Inclusive o povo de Deus precisa ser ensinado com base na Palavra, a qual deve nortear toda prática religiosa.

Jesus é o maior exemplo de como fazer isso (Lucas 24:27), deixando-nos os seguintes tópicos:

• A interpretação bíblica correta deve passar pela análise cronológica: “Começando por Moisés”.
• A interpretação dos temas bíblicos aprovada por Deus deve ser holística: “Percorrendo todos os profetas”.
• A interpretação válida da Bíblia deve ser criteriosa fazendo ponte do passado para o presente: “Explicou-lhes”.
• A interpretação verdadeiramente bíblica deve ser canônica: “Interpretou-lhes em todas as Escrituras”.
• A interpretação dos escritos inspirados precisa ser cristológica: “O que constava a respeito dEle [Jesus]”.

A ciência da interpretação chama-se Hermenêutica, a qual nos leva ao verdadeiro significado do texto sagrado, que conta com o auxílio da exegese. Se Esdras e Neemias precisaram destas ferramentas, se Jesus as utilizou para fazer “arder” o coração dos discípulos, é essencial que a utilizemos para conseguir o verdadeiro reavivamento espiritual oriundo da Palavra de Deus!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.