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Texto bíblico: 2 CRÔNICAS 30 – Primeiro leia a Bíblia
2 CRÔNICAS 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2cr/30
A alegria da graça é o combustível de Deus para a transformação do coração.
No maior avivamento desde Salomão, o serviço do templo é restabelecido, os sacrifícios são oferecidos e os corações são renovados, incluindo os de sacerdotes não consagrados e estrangeiros. Posteriormente, há um festival de música e louvor de duas semanas. Transformados pela alegria da graça, o povo de Deus sai e destrói ídolos e altares pagãos.
Observe a progressão: nenhum ídolo foi destruído até que houvesse um tempo de adoração e celebração. Parece haver uma verdade psicoespiritual nessa ordem de eventos. Corações plenos de alegria são mais propensos a se apegar ao coração de Deus e abandonar seus ídolos. Onde há pouca alegria, há pouco reavivamento.
O mesmo é verdade hoje: quando a vida transborda de alegria proveniente da graça, as pessoas demolem ídolos de egoísmo, esportes, comida, ressentimento e pornografia… ou qualquer que seja o nosso ídolo de estimação. Ezequias fez uma bela promessa: “Deus não desviará o rosto de você, se você se voltar para Ele.” Deus nunca envergonha ou rejeita quem se arrepende! Em vez de se afastar de você, Ele se voltará para você com um coração de graça e alegria.
Chamados ao arrependimento devem sempre ser combinados com uma certeza de graça e acompanhados de alegria.
Lori Engel
Capelã
Eugene, Oregon EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/30
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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649 palavras
1 Um convite oficial (por carta) e pessoal (pelos mensageiros do rei) é dirigido aos remanescentes de Israel, que já não existia como nação [ver 2Rs 17:6; 18:1]. Era mais fácil persuadir os israelitas de baixo nível, sob o jugo pagão, do que Israel atender a um apelo quando era uma nação apóstata (Bíblia Shedd).
A Efraim e a Manassés. Estas eram as principais tribos no território do reino do norte que ainda não tinham sido levadas para o cativeiro. As tribos a leste do Jordão e as do norte já haviam sofrido deportação (2Rs 15.29; 1Cr 5:26) (CBASD-Comentário Bíblico Adventista Dio 7º Dia, vol. 3, p. 311).
2 no segundo mês. A obra de limpeza e santificação do templo só foi completada no 16º dia do primeiro mês (2Cr 29:17), e o serviço começava, regularmente, no 14º dia do primeiro mês (Êx 12:2,6; Lv 23:5). Mas, em casos de emergência, a lei permitia que pessoas observassem a Páscoa no 14º dia do segundo mês (Nm 9:6-11) (CBASD, vol. 3, p. 311).
5 desde Berseba até Dã. [Maneira de se referir a todo o Israel, desde o extremo sul de Canaã, Berseba, até o seu extremo norte, Dã] Uma expressão semelhante estivera em uso durante o período dos juízes (Jz 20:1; 1Sm 3:20) e durante a monarquia unida (2Sm 3:10; 17:11; 24:2; 1Rs 4:25; 1Cr 21:2). Mas, depois da divisão do reino, esta é a primeira ocorrência de seu uso na narrativa bíblica (CBASD, vol. 3, p. 312).
6 os correios. Literalmente, “os corredores” (pessoas que correm) (CBASD, vol. 3, p. 312).
O restante que escapou. Quando estas palavras foram escritas, as partes leste e norte do reino de Israel já haviam caído nas mãos da Assíria. Tiglate-Pileser III subira contra Israel nos dias de Peca e tomara a Galiléia, toda a terra de Naftali, e Gileade (2Rs 15:29). Além disso, havia levado os rubenitas, os gaditas e a “meia tribo de Manassés” (1Cr 5:26). O débil remanescente preservado recebera mais uma oportunidade de se arrepender (ver PR, 287-291) antes da vinda de Salmaneser, que aprisionou Oseias e iniciou o cerco final a Samaria (2Rs 17:4-6; 18:9,10) (CBASD, vol. 3, p. 312).
10 Zombaram deles. Muitas vezes a boa semente cai em terra ruim, dura, espinhosa ou rochosa, conforme Jesus ensinou em Mt 13.1-23 (Bíblia Shedd).
O reino do norte de Israel havia sido recentemente conquistado pela Assíria e a maior parte do seu povo havia sido levado embora para terras estrangeiras. Ezequias enviou uma proclamação ao pequeno povo que permanecera, convidando-os para virem à Páscoa (30:1), mas muitos responderam com escárnio e ridicularização. Pessoas talvez zombem de você quando você tentar promover renovação e crescimento espiritual. Você está preparado para ser ridicularizado pela sua fé? Quando isto te acontecer, não esmoreça. Permaneça firme em sua fé como Ezequias fez e Deus lhe honrará (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
15 Se envergonharam. Os sacerdotes que não se haviam santificado na época própria (v. 3), agora percebem que sua frouxidão fora um tropeço (Bíblia Shedd).
16 Como sempre, dava-se grande importância ao sangue do cordeiro. Segundo o Mishná, cada ofertante matava seu cordeiro, recolhendo o sangue numa tigela que passava de sacerdote em sacerdote, até chegar ao altar. De igual modo, é dever do crente passar para outros a boa nova da salvação pelo sangue de Cristo, 2Tm 2.2(Bíblia Shedd).
17 não se haviam santificado. Pessoas das tribos do norte estavam, em sua maior parte, envolvidas em algum tipo de contaminação moral, da qual ainda não tinham se purificado (v. 18) (CBASD, vol. 3, p. 313).
18 dispôs o coração. Mais do que a mera pureza cerimonial, este era o requisito importante. Nem tudo fora feito de acordo com a estrita letra da lei. Mas, uma vez que as circunstâncias tornavam isso impossível, o espírito da lei foi seguido (CBASD, vol. 3, p. 313).
20 ouviu o Senhor a Ezequias. O fato de o Senhor ouvir a oração de Ezequias mostra que a sinceridade espiritual aos olhos de Deus é preferível a uma adesão fria e formal a estritas prescrições legais (CBASD, vol. 3, p. 313).
25 estrangeiros. O verdadeiro reavivamento não se limita a missões nacionais (5); promove também missões internacionais (cf Mt 28.19) (Bíblia Shedd).
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“Filhos de Israel, voltai-vos ao Senhor, Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, para que Ele se volte para o restante que escapou do poder dos reis da Assíria” (v.6).
A festa da Páscoa havia caído no esquecimento. Esta celebração era em memória da libertação do povo de Israel do jugo egípcio, quando cordeiros foram imolados e seu sangue marcou os umbrais das portas dos filhos de Israel, livrando os seus primogênitos da morte. Ezequias convocou não só o povo de Judá, mas enviou os correios com cartas para todo o Israel. Todas as tribos foram convidadas a celebrar a “Páscoa ao Senhor” (v.1). Aquelas cartas não continham apenas um convite para a Páscoa, mas um convite à vida eterna. As palavras do rei Ezequias não saíram dele mesmo, mas foram uma inspiração divina, uma declaração do amor de Deus a todo o Israel, o Seu primogênito (Êx.4:22).
Aconteceu, contudo, algo impressionante: “Os correios foram passando de cidade em cidade, pela terra de Efraim e Manassés até Zebulom; porém riram-se e zombaram deles” (v.10). Que coisa mais triste, amados! Se zombaram das palavras do mensageiro de Deus, então zombaram de Deus, e “de Deus não se zomba” (Gl.6:7). O apelo de Ezequias foi que o povo se voltasse para Deus, que não endurecesse o coração, para que o Senhor pudesse Se voltar para “o restante que escapou” (v.6). E foi para um restante mesmo, pois apenas “alguns […] se humilharam” (v.11). E “em Judá se fez sentir a mão de Deus, dando-lhes um só coração” (v.12).
Um só coração, eis o que precisamos como povo de Deus. E isso faz muito sentido, já que servimos a um único Deus. Precisamos voltar ao “Deus de Abraão, de Isaque e de Israel” (v.6), o Deus EU SOU (Êx.3:14), o Deus Verbo (Jo.1:1-3), o Deus que não muda (Ml.3:6; Tg.1:17), o Deus que foi até a cruz por nós (Fp.2:8). Ele é o mesmo Deus com a mesma mensagem: Eu amo vocês para sempre! (Jr.31:3). Mas o que é isso que muitos têm feito, zombando dos mensageiros do Senhor? O fato de fazermos parte do Israel espiritual de Deus (Gl.6:16) não nos torna automaticamente salvos, porque podemos estar em Israel, mas não ser Israel. O convite de Deus é que façamos parte de “alguns” que “se humilharam” (v.11), para que Ele nos conceda “um só coração” (v.12): “Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que Me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos” (Jr.32:39).
Quando o povo de Deus se dispõe a lançar fora os altares pagãos (v.14), é porque, antes, os lançaram fora de seu coração. Os sacerdotes e levitas “se envergonharam e se santificaram” (v.15), pois a Palavra de Deus é uma espada de dois gumes; ela discerne os propósitos do coração (Hb.4:12). Temos nós nos envergonhado quando confrontados pela Palavra? O pecado que em nós habita tem nos incomodado? Cuidado, amados! Quando agimos como o mundo, pensamos como o mundo, nos vestimos e comemos como o mundo e nada disso nos incomoda, estamos no terreno minado do inimigo. Enquanto não entendermos que precisamos temer a Deus todos os dias em tudo o que pensamos e fazemos, também não compreenderemos que se trata de uma necessidade urgente.
Mas ainda “havia muitos na congregação que não se tinham santificado” (v.17); “contudo, comeram a Páscoa […] porém Ezequias orou por eles” (v.18). Eis o verdadeiro líder de Deus, que não julga, mas intercede! Temos nós intercedido por aqueles que percebemos estar longe dos propósitos divinos? Ou estamos perdendo o nosso tempo (e até a eternidade) “comentando” sobre a vida de nossos irmãos? Jesus repreendeu os escribas e fariseus por ocuparem a cadeira de “Moisés, o homem de Deus” (v.16) e não viverem como ele viveu, e deu uma séria advertência aos Seus discípulos e às multidões que O ouviam: “Fazei e guardai, pois, tudo quanto eles vos disserem, porém não os imiteis nas suas obras; porque dizem e não fazem” (Mt.23:3). Penso que não preciso comentar mais nada sobre isso; Cristo foi suficientemente claro.
Permitam-me parafrasear a compassiva e sincera oração de Ezequias:
— Meu Deus, Tu que és bondoso e misericordioso, perdoe estes Teus filhinhos, porque, apesar de ainda não estarem agindo em total acordo com a Tua Palavra, eles estão abrindo o coração para buscar ao Senhor.
E qual foi a resposta divina? De rejeição? Não, amados! De amor! “Ouviu o Senhor a Ezequias e sarou a alma do povo” (v.20). Percebem a semelhança deste episódio com o episódio em que uma mulher adúltera foi lançada aos pés de Jesus? Os seus irmãos na fé estavam prestes a apedrejá-la, quando o mesmo Deus que ouviu Ezequias e sarou a alma do povo, disse à mulher: — Eu não te condeno, mulher. Vai e não peques mais (Jo.8:11). Onde há perdão, há salvação. E onde há salvação, há “grande júbilo” (v.21), e “de dia em dia” há gratidão e louvor em “honra ao Senhor” que sara e que salva!
Quando há esta unanimidade entre o povo de Deus, Ele suscita “grande alegria” (v.26), e a voz do povo é ouvida e a sua oração chega “até a santa habitação de Deus, até aos céus” (v.27). Precisamos urgentemente dispor “o coração para buscar o Senhor Deus” (v.19); então a santificação virá, dia após dia, nos moldando e nos purificando de todo pecado. Você compreendeu tudo isto? Então, agora é a hora de você, “com grande júbilo” (v.21), se alegrar e louvar ao Deus da sua salvação! Ele quer te sarar! Ele quer te salvar! Ele quer te amar para sempre! Porque Ele não muda, nem tampouco o Seu amor! Assim como “imolaram o cordeiro da Páscoa” (v.15), o Cordeiro de Deus foi imolado por você e por mim! Quem compreende e aceita esse amor incondicional o tornará conhecido em toda parte. “Não endureçais, agora, a vossa cerviz […] confiai-vos ao Senhor, e vinde ao Seu santuário que Ele santificou para sempre, e servi ao Senhor, vosso Deus” (v.8).
Pai Celestial, cremos que da mesma forma que Israel recebeu mensageiros com uma mensagem do Senhor, tens enviado, hoje, Teus mensageiros a todas as nações, povos, tribos e línguas. Mas qual tem sido a nossa resposta? Será que temos ridicularizado e rejeitado os Teus mensageiros? Ou estamos dispostos a Te oferecer sacrifício aceitável e tirar de nosso meio todas as abominações? Através da Tua serva, o Senhor nos advertiu de que, se estamos esperando um reavivamento de toda a igreja, esse tempo nunca chegará. Ó, Deus do Céu, a nossa salvação foi comprada por alto preço, pelo precioso sangue do Cordeiro! Que o Teu amor imensurável constranja o nosso coração para que tenhamos alegria e ânimo nesses dias finais, na certeza de que a nossa redenção se aproxima. Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, amados e salvos pelo Cordeiro de Deus!
Rosana Garcia Barros
#2CRÔNICAS30 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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2 CRÔNICAS 30 – Buscamos grande reavivamento espiritual baseado na Bíblia… como aconteceu no passado!
Quando a Assíria assolava Israel, no norte, Ezequias, no sul, promovia grande reavivamento espiritual. No norte, “o debilitado remanescente continuou as formas de governo, embora não mais possuísse autoridade. Apenas mais um governante, Oséias, devia suceder a Peca. Logo o reino devia ser varrido para sempre. Mas nesse tempo de tristeza e angústia Deus ainda Se lembrou da misericórdia, e deu ao povo outra oportunidade para abandonar a idolatria. No terceiro ano do reinado de Oséias, o bom rei Ezequias começou a reinar sobre Judá, e tão depressa quanto possível instituiu importantes reformas nos serviços do templo em Jerusalém. Fizeram-se arranjos para a celebração da Páscoa, e para esta festa foram convidados não somente as tribos de Judá e Benjamim, sobre as quais Ezequias havia sido ungido rei, mas também todas as tribos do norte” – destaca Ellen White.
As tribos rebeldes que se afastaram, despencando na mais baixa idolatria e intensa perversão religiosa, não foram ignoradas pelo piedoso rei Ezequias. Ele as reuniu!
No grande reavivamento mundial previsto em Apocalipse 18:1-4, pessoas de várias denominações, “que habitam na Terra, a toda nação, tribo língua e povo” aceitarão o convite do evangelho eterno proclamado pelo remanescente fiel (Apocalipse 14:5-12). “Na análise final, é por este ‘ecumenismo’ que os adventistas estão trabalhando. Qualquer outro movimento ecumênico é efêmero”, escreveu o Dr. Bert Beach, publicado na Assembleia da Associação Geral em Indianápolis em 1985.
“Culpar uma denominação por violações e princípios cristãos no passado não é uma representação correta nem da história, tampouco das profecias bíblicas. Reconhecemos que às vezes os protestantes, inclusive adventistas do sétimo dia, manifestaram preconceito e até intolerância. Se, ao expor o que a Bíblia ensina, os adventistas do sétimo dia falham em expressar amor àqueles a quem dirigem, não estão demonstrando cristianismo autêntico… Desta forma, enquanto permanecemos cientes do registro histórico e continuamos defendendo nossos pontos de vista a respeito dos eventos finais, reconhecemos algumas mudanças positivas no Catolicismo recente, e enfatizamos a convicção de que muitos católicos romanos são irmãos e irmãs em Cristo”, declara oficialmente a IASD, em 1997.
Um ecumenismo falso e outro verdadeiro ocorrerão antes do retorno de Cristo.
Unamo-nos sob os princípios bíblicos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II CRÔNICAS 29 – Primeiro leia a Bíblia
II CRÔNICAS 29 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2cr/29
Acaz foi um rei iníquo que fez tudo ao seu alcance para promover a idolatria e destruir a adoração de Jeová. Ezequias tornou-se rei quando seu pai Acaz morreu. Ezequias tinha apenas 25 anos quando começou a reinar. Ninguém teria grandes expectativas de um monarca tão jovem, especialmente alguém com uma educação como Ezequias!
Ezequias mal podia esperar para rededicar e restaurar o templo e trazer o povo de volta para Deus. 2 Crônicas 29:3 diz: “No primeiro mês do primeiro ano de seu reinado, ele reabriu as portas do templo do Senhor e as consertou.” Você percebeu? Ele fez do serviço a Deus a primeira prioridade de seu reinado. De acordo com o versículo 17, eles levaram apenas 16 dias para restaurar os vasos do templo e seus serviços.
Isso me diz que não importa qual é o nosso passado, qual é a nossa idade, quais são as expectativas dos outros sobre nós. Se colocarmos Deus em primeiro lugar, não há limite para o que Ele pode fazer. Seja como Ezequias e esteja pronto. Quando Deus lhe dá uma oportunidade, Ele pode ajudá-lo a desafiar as expectativas.
Karen D. Lifshay
Hermiston, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/29
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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884 palavras
1 O reinado de Ezequias (716-687 a.C.) iniciou uma nova era na história de Israel e Judá. O Reino do Norte tinha sido destruído pelos assírios e, agora, só Judá restava. Ezequias reuniu representante de ambos os reinos para formar um único reino reunido, com um só rei e um só templo, em Jerusalém. O autor dedica mais atenção a Ezequias do que a qualquer outro rei, excetuando Davi e Salomão. Ele usa a matéria de 2Rs 18-20, mas suplementa isso amplamente, incluindo um relato extenso das reformas do templo por Ezequias e a celebração da Páscoa (29.3-31.1). O reinado de Ezequias aparece como um retorno à glória do reino de Salomão. Bíblia de Genebra.
3 Abriu as portas. O pai de Ezequias, Acaz, havia fechado essas portas e interrompido os serviços do templo (2Cr 28:24). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 308.
4-11 O discurso de Ezequias estabelece um contraste com as avaliações anteriores de Abias (13.6-12, […]). Judá, agora, não era diferente de Israel; ambas as nações tinham abandonado a Deus. Judá também teria de se arrepender. Bíblia de Genebra.
5 Santificai-vos, agora. Ver v. 15, 34; 2Cr 30:3, 15, 17. Davi atribuiu a calamidade que acompanhou sua tentativa de trazer a arca para Jerusalém ao fato de os sacerdotes não terem se santificado. Quando, posteriormente, estava prestes a completar a remoção da arca, exigiu que todos os sacerdotes e levitas que tomariam parte nas cerimônias se santificassem (1Cr 15:12-14). CBASD, vol. 3, p. 308.
Santificai a casa. Esta obra incluiu a remoção da sujeira e do entulho que se havia acumulado durante o longo período em que o templo esteve fora de uso (ver v. 15, 16). CBASD, vol. 3, p. 308.
6 A confissão de pecados é parte integrante do reavivamento (cf Tg 5.16). Bíblia Shedd.
O SENHOR, nosso Deus. O título completo do Deus da aliança. Bíblia de Estudo Andrews.
8 E os entregou ao terror. É o que Moisés havia predito (ver Dt 28:15, 25, 37). CBASD, vol. 3, p. 308.
9 cativeiro. Durante o reinado de Acaz, muita gente de Judá fora levada ao exílio pelos sírios (28.5-8) e pelos edomitas (28.17). Esses eventos prefiguravam o cativeiro babilônico, ainda por vir (36.15-23), tornando o reinado de Ezequias um exemplo persuasivo em favor da restauração após o exílio. Bíblia de Genebra.
10 estou resolvido. A ira de Deus fez Ezequias voltar-se para o Senhor, em arrependimento, em lugar de fazê-lo afastar-se de Deus, cheio de medo. Bíblia de Genebra.
11 Os levitas, escolhidos por Deus para servir no templo, tinham sido afastados de suas tarefas pela perversidade de Acaz (28:24). Mas Ezequias os chamou de volta ao serviço, lembrando a eles que o Senhor os havia escolhido para o ministério. Talvez não enfrentemos um rei perverso, mas pressões ou responsabilidades podem nos deixar inativos ou não efetivos. Quando você receber a responsabilidade de ministrar, não negligencie sua tarefa. Se você se tornou inativo no serviço cristão, seja por escolha ou circunstância, preste atenção e aproveite as oportunidades (e escute os “Ezequias”). Deus conduzirá o seu caminho para que você retorne às suas responsabilidades. Então, como os levitas, esteja pronto para a ação. Life Applications Study Bible Kingsway NIV.
16. Entraram. Os sacerdotes entraram no lugar santíssimo, bem como no primeiro compartimento do templo, para executar a obra de limpeza. Nesses compartimentos os levitas não podiam entrar. CBASD, vol. 3, p. 308.
17 Em oito dias. Parece que os primeiros oito dias foram empregados em limpar o exterior, e os outros oito dias, na limpeza do templo em si. Assim, no dia 16 de nisã, a obra de purificação já havia sido completada. Está claro que neste curto período de apenas 16 dias não poderiam ter sido efetuados grandes reparos no templo. Evidentemente estes não foram necessários na época, pois, provavelmente, não se havia permitido que o templo em si fosse danificado, mas profanado por negligência. CBASD, vol. 3, p. 309.
24 todo o Israel. Em conexão com o reino unido (caps. 29-36), a expressão “todo o Israel” (30.1; 35:3) refere-se tanto a Judá como aos refugiados das tribos do Norte (1Cr 11:1, nota; 2Cr 10.1, nota). Ezequias ordenou que sacrifícios fossem oferecidos, não em favor de Judá somente (v. 21), mas em favor de todos os descendentes de Israel. Esse desejo de unificar foi claramente expresso em seus preparativos para a Páscoa (30.1-6). Bíblia de Genebra.
31 Ofertas de ações de graças. Nas ofertas pacíficas e de ações de graças, a maior parte da vítima pertencia ao adorador, à família e aos amigos, e era consumida num alegre festival de ações de graças (ver Lv 7:11-21). Os holocaustos eram inteiramente consumidos no altar (Lv 1:3-17). CBASD, vol. 3, p. 309.
34 Mais retos de coração. É provável que os sacerdotes, como classe, estivessem mais profundamente envolvidos do que os levitas nas corrupções introduzidas durante o reinado de Acaz. CBASD, vol. 3, p. 309.
35 Em abundância. Esta é outra razão pela qual os sacerdotes não puderam esfolar todos os holocaustos. Sem dúvida, estavam ativamente ocupados com suas muitas atividades, como queimar a gordura das ofertas pacíficas (ver Lv 3:3-5) e cuidar das libações para os holocaustos (Nm 15:3-5). CBASD, vol. 3, p. 309.
36 Subitamente. A restauração do templo levou menos do que três semanas (vs 3, 17), uma evidência de que Deus estava agindo entre o povo. Bíblia de Genebra.
Ezequias acabara de subir ao trono e teve pouco tempo para efetuar uma mudança da apostasia de Acaz para a lealdade a Yahweh. A mão de Deus foi vista na repentina mudança da indiferença e hostilidade para a alegre participação na adoração a Deus. Isso era motivo para grande alegria. CBASD, vol. 3, p. 309.
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“Ezequias e todo o povo se alegraram por causa daquilo que Deus fizera para o povo, porque, subitamente, se fez esta obra” (v.36).
Após um período sofrido de uma ímpia dinastia, subiu ao trono de Judá um rei que governou a nação “segundo tudo quanto fizera Davi” (v.2). Apesar da pouca idade, Ezequias revelou a maturidade espiritual necessária para dar início ao reavivamento e reforma “de todo o Israel” (v.24). Havia, porém, a necessidade primária de realizar esta obra entre os sacerdotes e os levitas. Como líderes espirituais da nação, precisavam assumir a sua própria culpa e negligência, e prontamente buscar santificar-se para reassumir seu sagrado ofício.
Ao abrir “as portas da Casa do Senhor” e repará-las (v.3), Ezequias demonstrou o seu fiel compromisso com as Escrituras. Não ousou fazer o que não lhe era lícito, mas procurou reunir aqueles que o Senhor havia separado para O servir no templo. E, ainda que estes não correspondessem ao chamado divino, Ezequias estava “resolvido a fazer aliança com o Senhor, Deus de Israel” (v.10). Sua decisão não estava condicionada à decisão dos líderes. Sua firme decisão foi um poderoso testemunho que motivou os levitas e sacerdotes a agir conforme às suas ordens.
Os levitas reuniram “a seus irmãos, santificaram-se e vieram segundo a ordem do rei pelas palavras do Senhor, para purificarem a Casa do Senhor” (v.15). Primeiro houve um preparo pessoal, ou seja, um reavivamento, para depois haver uma reforma. Antes da limpeza do templo físico, deve haver uma purificação do templo do coração. E, seguindo essa sequência, “tiraram para fora […] toda imundícia que acharam no templo do Senhor” (v.16). Só então foi restabelecido o verdadeiro culto a Deus.
Ao som das trombetas e “dos instrumentos de Davi” (v.27), “o rei e todos os que se achavam com ele prostraram-se e adoraram” (v.29). “Eles o fizeram com alegria, e se inclinaram, e adoraram” (v.30). Além dos levitas e sacerdotes, todo o povo foi convocado para consagrar-se a Deus, “e todos os que estavam de coração disposto trouxeram holocaustos” (v.31). “Assim se estabeleceu o ministério da Casa do Senhor” (v.35).
As mudanças promovidas por Ezequias estão carregadas de útil ensino que não passa nem deve ser ignorado. Há uma urgente necessidade de líderes espirituais que sejam “retos de coração, para se santificarem” (v.34). Homens que não negligenciem a sua eleição divina de estarem perante Deus para O servir, para serem Seus ministros (v.11); que, antes de buscar lançar fora as imundícias da Casa do Senhor, busquem a santificação da própria vida; de modo que, mediante um viver eloquente, com propriedade possam dizer: “Já purificamos toda a Casa do Senhor” (v.18).
Assim como havia ordem e decência no serviço do santuário terrestre, com leis referentes às cerimônias, ao vestuário dos levitas e à música, Deus nos chama a vivermos à altura de nossa vocação. Contudo, antes importa que o nosso coração esteja disposto a servi-Lo com retidão e alegria. Como os discípulos, precisamos ir até Jesus com humildade e pedir: “Senhor, ensina-nos a orar” (Lc.11:1). Foi após um fervoroso e perseverante período de oração que o Espírito Santo desceu sobre eles. E será assim que o remanescente do Senhor encontrará forças para enfrentar o último e bom combate.
Diante de um tempo de apostasia e predominante letargia, “não sejais negligentes” (v.11), mas que a nossa vida esteja constantemente “diante do altar do Senhor” (v.19), em oração e estudo da Palavra, e Ele “subitamente” (v.36) fará a Sua perfeita obra em nós, a fim de que estejamos preparados para o retorno do nosso Redentor.
Senhor, estamos vivendo em tempos difíceis, e isso inclui a Tua igreja, que está prestes a passar por uma sacudidura sem precedentes. A realidade é que temos pecado contra Ti enquanto ostentamos fazer parte de uma igreja profética. Sim, Senhor, somos um movimento profético às portas do retorno de Jesus e isso deveria acender em nossa mente um grande alerta: Temos o azeite reserva? E este azeite, Pai, é o Espírito Santo! Mas, temos, nós, o Teu Espírito? Estamos, de fato e de verdade, dispostos a buscar o reavivamento e a reforma em nossa vida? Ó, Pai, está acontecendo uma verdadeira guerra de argumentos, mas será que estamos nos submetendo à obra modeladora do Espírito Santo? Meu coração desfalece de saudades do meu Redentor e do Céu, mas quando olho a nossa situação, temo que o Senhor tenha que estender ainda mais a Tua longanimidade, porque estamos longe de refletir o caráter manso e humilde de Cristo! Ó, Deus do Céu, tem misericórdia de nós e do mundo que sofre horrores, enquanto discutimos sobre assuntos que já estão tão bem definidos e claros em Tua Palavra e nos Testemunhos Inspirados! Desperta-nos, ó Deus! Desperta-nos enquanto há tempo! Dá-nos o foco correto, Senhor, que é pregar as três mensagens angélicas no espírito e poder de Elias! Eu quero tanto ir para Casa! E creio que os meus irmãos também. Perdoa-nos, Deus Pai! Santifica-nos, Espírito Santo! Habita em nós, Jesus! Levanta os Teus 144 mil que não se dobraram ao deus deste mundo e cumpre a Tua fiel promessa: “Nesse tempo, Se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do Teu povo, e haverá tempo de angústia, qual nunca houve […]; mas, naquele tempo, será salvo o Teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro” (Dn.12:1). Oramos na certeza que nos ouves, porque temos Advogado junto a Ti, Jesus Cristo, o Justo, pelo nome de quem Te invocamos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, santificados pela Palavra!
Rosana Garcia Barros
#2CRÔNICAS29 #RPSP
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2 CRÔNICAS 29 – O mesmo Deus que pune o pecado, recompensa aquele que se manifesta contra o pecado. Para isso também é a utilidade do juízo divino. Em Seu julgamento, Deus é verdadeiro, justo, imparcial, perfeito e completo (Salmo 19:7, 9; Romanos 2:11; Apocalipse 15:1).
As consequências das imprudências espirituais de Acaz levaram seu filho Ezequias a promover importantes reformas no templo e a trabalhar intensamente contra o declínio espiritual deixado no reinado de seu pai. Lamentavelmente, “apesar das reformas que foram feitas… por seu filho Ezequias, Acaz havia lançado o reino do Sul no mesmo caminho pelo qual o do Norte tinha andado antes”, observa Simon Vibert.
Mas nada deve impedir alguém de fazer a coisa certa, ainda que o cenário e o futuro não mudem muito. 2 Crônicas dedica um grande espaço para destacar a restauração da adoração a Deus e da celebração da Páscoa ministradas pelo rei Ezequias. Ele ordenou a santificação dos levitas (2 Crônicas 29:5-17), restituiu os sacrifícios (2 Crônicas 29:20-24), restaurou a posição dos músicos no templo (2 Crônicas 29:25-30) e também promoveu o envolvimento de todo povo de Deus em empolgante adoração (2 Crônicas 29:31-36).
Agindo para agradar a Deus e não as pessoas, esse monarca judeu foi comparado a Davi 150 anos após (2 Crônicas 17:3).
Seus feitos não reverteram completamente a desgraça que viria sobre Judá futuramente, mas demorou mais que Israel no Norte para sofrer as consequências de suas perversidades espirituais. O perseverante apóstata Israel foi disperso pelo Império Assírio (2 Crônicas 29:9); enquanto isso, Ezequias fazia reparos no templo e chamava seu povo à obediência a Deus (2 Crônicas 29:5-11, 31).
O rei Ezequias foi um precursor fiel do Messias. Willem VanGemeren observa a existência de “vários paralelos na vida de Ezequias que lembram Cristo: a purificação do Templo, a preocupação com os que viviam fora de Judá, sua atitude para com que eram impuros e sua experiência de doença/morte/nova vida. A última menção ao rei Ezequias é encontrada, de maneira muito apropriada, na genealogia de Jesus Cristo”, em Mateus 1:9.
Sua história nos inspira a agir como Cristo, a fim de ser um precursor para Sua segunda vinda neste mundo. Para isso, precisamos reavivar nossa espiritualidade! – Heber Toth Armí.