Reavivados por Sua Palavra


SALMO 39 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2026, 1:30
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Texto bíblico: SALMO 39 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

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SALMO 39 – COMENTÁRIO ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2026, 1:00
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Texto bíblico: SALMO 39

Davi era um homem segundo o coração de Deus (1Sm 13:14). Às vezes, é difícil entender esse conceito por causa dos enormes pecados que Davi cometeu em sua vida. Ele era um grande rei, mas também matou, mentiu, era polígamo – e seus pecados foram registrados!

O Salmo 39 expressa o tipo de relacionamento que Davi teve com Deus. Davi focou sua visão não no que ele poderia ou não poderia fazer por Deus, mas no que Deus poderia fazer por ele. Temos um Deus maravilhoso ao nosso alcance, que está disposto a nos livrar de nossas iniquidades quando exclamamos: “E eu, Senhor, que espero? Tu és a minha esperança” (Sl 39:7).

Davi reconhece que “todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade” (v. 5). Ele reconhece sua condição pecaminosa dizendo: “Livra-me de todas as minhas iniquidades; não me faças o opróbrio do insensato” (v. 8). Reconhecer sua situação é uma parte do que devemos fazer. O outro é agir sobre esse conhecimento e buscar a ajuda de Deus.

No final, os planos de Deus para nós são sempre melhores que os nossos.

Eliangel Fermin
Southwestern Adventist University
Keene, Texas EUA

 

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/39
Tradução: Jeferson Quimelli/Jobson Santos e Gisele Quimelli



SALMO 39 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2026, 0:50
Filed under: Sem categoria

1036 palavras

Este lamento é mais pessoal e autobiográfico do que a maioria das lamentações. O autor parece ser uma pessoa já idosa, cheia de reflexões, tal como o autor de Eclesiastes. Bíblia de Genebra.

O Salmo 39 é uma elegia [“texto poético de tom melancólico, triste ou lamentoso” (Wikipedia).] penitencial, considerada por alguns como “a mais linda de todas as elegias do Saltério”. É a comovente expressão de uma alma a princípio incapaz de falar de sua tristeza. Incapaz de reprimir suas emoções por tempo indefinido, o salmista finalmente derrama seu coração perante Deus. Neste salmo há apenas um vislumbre de luz, a profissão de fé “Tu és a minha esperança” (v. 7). Como Jó, o salmista se preocupa com a questão do sofrimento sob o governo de um Deus bom. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 819.

Jedutum. Mencionado aqui e nos títulos dos salmos 62 e 77. Um dos três líderes dos corais de Davi (1Cr 16:41-42; 25:1, 6; 2Cr 5:12), provavelmente o compositor das melodias destes salmos. Andrews Study Bible.

1-3 Davi resolveu livrar-se do pecado; Ou seja, ele decidiu não queixar-se a outras pessoas sobre o tratamento de Deus a ele. Davi certamente tinha razão para reclamar. Davi era o rei de Israel, mas teve que esperar muitos anos antes de assumir o trono. Então um de seus filhos tentou matá-lo e tornar-se rei em seu lugar. Mas quando Davi não pôde ficar quieto por mais tempo, levou suas queixas diretamente a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

Disse. Davi tomou a decisão de não pecar com suas palavras (ver Tg 3:2; cf. Jó 2:10). CBASD, vol. 3, p. 819.

Na minha presença. O salmista não queria que sua queixa fortalecesse a hostilidade do ímpio para com Deus (ver Sl 73:15). Pessoas más diversas vezes interpretam e empregam nossas dúvidas de forma errada. CBASD, vol. 3, p. 819.

2 O salmista reprimiu seus sentimentos, mas não podia livrar-se deles. Finalmente, falou. Bíblia de Genebra.

A minha dor se agravou. Sentimentos reprimidos podem ser intensificados (ver Jr 20:9); mas, quando são expressos, há alívio. CBASD, vol. 3, p. 819.

Então, disse eu. Finalmente, o fogo de suas emoções reprimidas irrompe em chamas e ele quebra o silêncio. Os v. 4 a 13 são a expressão de seus sentimentos, dos quais os v. 1 a 3 são apenas a introdução. CBASD, vol. 3, p. 819.

Fim. A essência dos pensamentos confusos do salmista é expressa na primeira frase deste versículo. O salmista quer ter uma noção correta da brevidade e incerteza da vida humana, para que possa descansar, ciente do cuidado de Deus. CBASD, vol. 3, p. 819.

A vida é curta não importa quanto tempo nós vivamos. Se há algo importante que queiramos fazer, não devemos deixá-lo fora para um dia melhor. Pergunte a si mesmo: “Se eu tivesse apenas seis meses de vida, o que eu faria?” Dizer a alguém que você o/a ama? Lidar com uma área indisciplinada na sua vida? Contar a alguém a respeito de Jesus? Porque a vida é curta, não negligencie o que é verdadeiramente importante. Life Application Study Bible Kingsway.

5, 6 A brevidade da vida é um tema abordado nos livros dos Salmos, Provérbios e Eclesiastes. Jesus também falou sobre isso (Lucas 12:20). É irônico que as pessoas gastem tanto tempo investindo em suas vidas na Terra e pouco ou nenhum pensamento sobre onde passarão a eternidade. Davi percebeu que acumular riquezas e realizar tarefas mundanas não faria diferença na eternidade. Poucas pessoas entendem que sua única esperança está no Senhor. (Para outros versos sobre a brevidade da vida, ver Eclesiastes 2:18 e Tiago 4:14). Life Application Study Bible Kingsway.

De alguns palmos.  Indica, obviamente, pouco tempo. O palmo era uma das menores medidas, sendo equivalente a 1/2 côvado ou 22,23 cm. CBASD, vol. 3, p. 819.

O prazo da minha vida. Do heb. cheled, aqui a duração da vida (comparar com Sl 90:4-6). CBASD, vol. 3, p. 819.

em vão. Essa mesma palavra, no hebraico, é traduzida por “vaidade” no v. 5. O sentimento é similar àquele encontrado em Eclesiastes (5.8-20). Bíblia de Genebra.

Em vão se inquieta. O ser humano é inquieto, cheio de ansiedade, ativo. Mas afinal, o que ele conquista (ver Tg 4:13, 14)? CBASD, vol. 3, p. 820.

Amontoa tesouros. O salmista vê os iludidos seres humanos gastarem a maior parte de sua energia juntando riquezas, ao mesmo tempo que reconhece que eles não têm controle sobre sua riqueza após a morte (ver Jó 27:16-19; Ec 2:18, 21). CBASD, vol. 3, p. 820.

Mas agora (NVI). Neste ponto, o salmista deixa de refletir sobre a vaidade da vida para, de súbito, declarar que Deus é a única fonte de esperança. Este é o único vislumbre de luz na elegia. CBASD, vol. 3, p. 820.

De todas as minhas iniquidades. O salmista crê que o perdão o libertará de sua angústia, pois considera que seu problema é resultado de suas transgressões. CBASD, vol. 3, p. 820.

Porque Tu me fizeste isso. O salmista tentou solucionar seu problema submetendo-se cegamente à vontade de Deus. Muitos tentam entender o problema do sofrimento da mesma forma. Tentam convencer a si mesmos de que, se Deus envia o sofrimento, este deve ser justo e bom. Como o salmista, não entendem a verdadeira filosofia do sofrimento (ver com. [CBASD] do Sl 38:3). Em vez de reconhecer a Satanás como o verdadeiro autor da enfermidade e da aflição, e a Deus como quem predomina sobre os ardis do inimigo para fins misericordiosos (ver DTN, 471), o ser humano considera [erradamente] que a doença e a morte procedem de Deus, como castigo arbitrariamente infligido por causa da transgressão. CBASD, vol. 3, p. 820.

10 Tira. É correto orar para que o açoite do inimigo seja retirado (ver 2Co 12:8), mas quem pede deve se submeter totalmente à vontade divina (ver Lc 22:42). Somente Deus pode julgar o caso à luz de todas as questões envolvidas no grande conflito. Cabe ao ser humano remover todo impedimento para que Deus realize tudo o que deseja, e então pode deixar o restante com Ele. Se o flagelo não for retirado, deve-se dizer como Paulo: “Mais me gloriarei mas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo” (2Co 12:9). CBASD, vol. 3, p. 820.

12 Peregrino. Do heb toshab, “alguém que se estabelece por um tempo num país, mas não é cidadão dele” (ver 1Cr 29:15). CBASD, vol. 3, p. 820.

13 Deixe de existir. Comparar com Sl 6:5, Jó 14:1-12. O salmo termina com um tom de tristeza profunda, que mantém quase intacta a unidade de pensamento da elegia (ver v. 7).



SALMO 39 — Rosana Barros by Ivan Barros
15 de setembro de 2026, 0:45
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“[…] Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade” (v.5).

A vaidade da vida, destacada por Davi no Salmo de hoje, encontra um paralelo com o que o seu filho Salomão escreveria mais tarde: “vaidade de vaidades, tudo é vaidade” (Ec.1:2). Tanto o pai quanto o filho chegaram a uma conclusão: a vida neste mundo é um sopro, é passageira. “Com efeito, passa o homem como uma sombra; em vão se inquieta” (v.6). Como escreveu Ellen White: “Mas os cristãos são peregrinos na Terra; estão em terra estranha, parando, por assim dizer, por apenas uma noite. Nosso lar está nas mansões que Jesus foi preparar-nos. Esta vida é apenas um vapor que se desfaz” (A Verdadeira Riqueza, CPB, p.50).

O salmista iniciou com um monólogo. É Davi falando consigo mesmo, mais ou menos assim:

— Preciso estar vigilante para não falar demais. Vou fechar a minha boca diante dos que não são tementes a Deus.

O resultado disso foi dor de coração e angústia. Ele passou a ter uma real noção da brevidade da vida e de tudo o que o homem acumula nesta terra (v.6). É tudo “pura vaidade” (v.11). Enquanto a esperança de muitos estiver depositada nesta vida passageira e nas coisas deste mundo, ela passará “como uma sombra” (v.6). Mas se o Senhor for a nossa esperança, podemos ter a certeza de que ainda que tenhamos que passar pelo fogo das provações (v.11), Ele ouvirá a nossa oração (v.12).

Apesar de ter iniciado o Salmo como a figura de um homem emudecido (v.2), Davi o terminou com um “grito por socorro” (v.12). Podemos até nos calar para evitar falar o desnecessário, mas não podemos negligenciar o diálogo com o Eterno. De dia e de noite precisamos clamar: “Ouve, Senhor, a minha oração” (v.12). Antes que o nosso prazo de vida nesta terra chamado “nada” (v.5) se esgote, antes que seja tarde demais, que o nosso “grito por socorro” alcance os ouvidos misericordiosos do nosso Pai Celestial. Reconhecer que somos seres finitos e dependentes dEle nos faz olhar na direção do Único que é eterno e declarar: “Tu és a minha esperança” (v.7).

Entreguemos a nossa vida nas mãos de Jesus! Ele é a própria Vida (Jo.14:6)! E ainda que morramos aqui, quando Ele voltar, “com poder e muita glória” (Mt.24:30), nossa vida será transformada de “alguns palmos” (v.5) em dias incontáveis.

Oração: Senhor, somos todos peregrinos nesta Terra, e nós buscamos a pátria superior, celestial. Enquanto estamos aqui, nos concede a Tua sabedoria, para que, no silêncio ou em palavras, a nossa esperança esteja posta em Ti. Ouve, Senhor, a nossa oração e escuta o nosso grito por socorro nesses dias finais! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, peregrinos a caminho do Lar!

Rosana Garcia Barros

#SALMO39 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 39 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2026, 0:30
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SALMO 39 – Precisamos olhar além da efemeridade da existência a fim de encontrar sentido para a vida.

Somos incentivados, através das sábias palavras do Salmo 39, a considerar o vazio da vida como uma força que nos impulsiona para a busca de um sentido mais profundo e um propósito mais nobre do que focar nas coisas efêmeras deste mundo.

Salomão, o filho de Davi, ampliou ainda mais as meditações e reflexões de seu pai no Salmo 39. O livro de Eclesiastes é profundamente filosófico e trata da vaidade da vida alheia a Deus e a Seus princípios. Os 12 capítulos de seu livro ecoam a mensagem do Salmo 39. Pai e filho, inspirados pelo Espírito Santo, nos lembram em seus escritos que, apesar de todo esforço humano em buscar segurança e satisfação nas coisas materiais e temporais, elas jamais oferecerão respostas satisfatórias para as questões mais profundas da vida e para a busca de significado.

• A única forma de encontrar verdadeira realização e real significado está em uma genuína conexão com Deus. Para isso, é preciso concordar com o Rei de Israel no reconhecimento da brevidade da vida, que pode ser comparada a um sopro ou uma sombra que passa rapidamente (Salmo 39:1-6). É preciso também reconhecer a futilidade dos esforços humanos em acumular riquezas, realizações e conquistas mundanas, compreendendo que tudo isso é passageiro desprovido de valor duradouro.

• Tal percepção da efemeridade humana precisa nos conduzir a orar a Deus em busca de maior compreensão da fragilidade e mortalidade a fim de encontrar um propósito mais profundo da existência (Salmo 39:7-13). Enquanto a efemeridade humana grita por socorro, a eternidade divina oferece auxílio. O Deus que transcende as limitações humanas possui uma natureza eterna. Esta percepção da eternidade divina oferece consolo e esperança ao crente diante da transitoriedade da vida humana.

O poeta, nos versículos centrais do Salmo 39, “avança com afirmações cada vez mais contundentes, até que no versículo 7, no ápice mais agudo, levanta uma pergunta desesperada: ‘Mas agora, Senhor, que esperança me resta?’” Neste exato momento ele “dá um grande salto, e vem a solução e o desfecho: ‘Tu és a minha esperança’”, destaca Ignácio Larrañaga.

Enfim, podemos perder tudo; mas se tivermos Deus, ainda temos tudo o que precisamos! – Heber Toth Armí.



SALMO 38 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2026, 1:30
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Texto bíblico: SALMO 38 – Primeiro leia a Bíblia

COMENTÁRIO BLOG ASSOCIAÇÃO GERAL

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. PR HEBER TOTH ARMÍ

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SALMO 38 – COMENTÁRIO ASSOCIAÇÃO GERAL by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2026, 1:00
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Texto bíblico: SALMO 38

Davi é apresentado como um rei exemplar, um homem que seguia e honrava a Deus. No entanto, ele muitas vezes foi imprudente e tolo. Por duas vezes seus pecados públicos foram repreendidos por profetas. Dois de seus pecados exigiram arrependimento público: por ter se envolvido sexualmente com Bate-Seba e assassinado o seu marido (2Sm 12) e por ele ter ordenado o censo dos homens de guerra, cerca de 15 anos mais tarde, perto do fim do seu reinado (2Sm 24).

O Salmo 32 e o Salmo 38 tanto registram a tristeza de Davi sobre um pecado específico como oferecem a outros pecadores o exemplo de uma oração suplicando perdão.

Pai, Tu testemunhastes o meu pecado e feriste fortemente o meu coração – feridas infligidas por um amigo fiel. Eu não preciso implorar por compaixão, pois a Tua compaixão já me alcançou. Em Tua misericórdia, lembre-me muitas vezes que quando eu confio na minha própria opinião e sigo os meus próprios caprichos, eu O desonro e trago sobre mim desastre após desastre. Sustenha-me em Seus braços. Amém.

Helen Pyke
Professora aposentada
Universidade Adventista do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/38
Tradução: Jeferson Quimelli/Jobson Santos e Gisele Quimelli



SALMO 38 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2026, 0:50
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1000 palavras

Esse é chamado de salmo penitencial, porque nele Davi expressa tristeza por seu pecado (38:18). Ele declara que seu pecado causou problemas de saúde (38:1-8) e o separou de Deus e de outros, causando extrema solidão (38:9-14). Ele então confessa seu pecado e se arrepende (38:15-22). Life Application Study Bible Kingsway.

O Salmo 38 é uma oração de arrependimento (ver Sl 6; ver também p. 703 [CBASD]). O salmista retrata um sofrimento intenso, tanto físico quanto mental. Ele descreve seu corpo sendo atormentado pela dor, e sua mente, pela angústia, porque se sente condenado ou porque teme seus inimigos. O sofrimento se intensifica ao perceber que os que deveriam ser seus amigos o abandonaram quando ele mais precisa da compreensão e do consolo deles. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 816.

Título ARA: “Em memória”; NKJV: “Para trazer à lembrança”; NVI: “Uma petição”.

Tuas setas. Símbolos do castigo divino (ver Sl 7:13). CBASD, vol. 3, p. 816.

Não há parte sã. Ver Is 1:6. Os sintomas descritos, somados ao fato de seus amigos o deixarem sozinho (ver v. 7, 11), dão a entender que a doença era extremamente repulsiva. CBASD, vol. 3, p. 817.

saúde. Do heb shalom, “paz”, fim do sofrimento. CBASD, vol. 3, p. 817.

não há saúde. O pecado do salmista exercera efeitos sérios sobre a sua saúde. Em alguns casos, o pecado e a culpa são a causa das enfermidades, mas nem sempre as enfermidades resultam de pecados cometidos pela pessoa que sofre (Livro de Jó; Jó 9:1-12). Bíblia de Genebra.

por causa do meu pecado. O salmista sente que seu sofrimento é uma punição por seus pecados. Todo sofrimento é resultado da entrada do pecado no universo e, muitas vezes, o sofrimento pessoal é resultado direto de atos errados. […] Deus não faz um milagre para impedir que o ser humano sofra as consequências de violar as leis da natureza (ver CRA, 29). Se fossem protegidos dos resultados desastrosos de se praticar o mal, os pecadores se sentiriam encorajados na iniquidade. Porém, nem todo sofrimento é resultado direto do pecado pessoal da parte do sofredor. Antigamente, muitos consideravam que toda aflição era castigo de algum erro, fosse do sofredor ou de seus pais (ver Jo 9:2). Julgavam o grau de culpabilidade pela intensidade de sofrimento. […] Eis a verdadeira filosofia do sofrimento: “O sofrimento é infligido por Satanás, mas Deus predomina sobre ele para fins misericordiosos” (DTN, 471). A razão por que Deus nem sempre protege Seus filhos da enfermidade e do sofrimento é que, se fizesse isso, Satanás O acusaria como fez no relato do livro de Jó. […] Deus deve dar a Satanás a oportunidade de afligir os justos, para que no fim seja provado que todas as acusações de injustiça não possuem fundamento. Assim, o sofredor pode encontrar conforto na ideia de que, embora um “mensageiro de Satanás” o esbofeteie (ver 2Co 12:7), Deus está no controle para fins misericordiosos e fará com que a aflição se transforme em bênção (ver Rm 8:28). CBASD, vol. 3, p. 817.

5-10 Uma descrição do sofrimento físico e o sofrimento moral que sempre acompanham a prática do pecado (cf Is 1.5-6). Bíblia Shedd.

Ardem-me os ombros. Os sintomas parecem indicar uma enfermidade repulsiva com inflamação intensa. CBASD, vol. 3, p. 817.

Na Tua presença, SENHOR, estão os meus desejos todos. O salmista reconhece que Deus sabe de seu desejo de perdão e cura, e que não há necessidade de repetir a oração. A oração mais débil é ouvida no Céu. Não precisamos falar muito para que Deus ouça a nossa oração. Ele observa os propósitos do coração e nossa devoção a Ele. “A verdadeira oração requer as energias da alma e afeta a vida” (T4, 535). Este versículo é o único lampejo de conforto nos v. 1 a 14. Para o salmista é suficiente saber que pode derramar seu coração a um Deus que o conhece e que Se importa com ele. CBASD, vol. 3, p. 817, 818.

11 Os meus amigos. Comparar com Sl 31:11. Eles não estão dispostos a se aproximarem do enfermo, provavelmente por temer o contágio (ver Jó 19:13-20). Talvez esse distanciamento seja uma das setas do v. 2. CBASD, vol. 3, p. 818.

13, 14 É extremamente difícil ficar em silêncio quando outros nos destroem porque queremos proteger a nossa reputação. Achamos difícil não fazer nada enquanto eles atacam algo tão precioso para nós. Mas não precisamos contra atacar em vingança ou justificar nossa posição; podemos confiar em Deus para proteger nossa reputação. Jesus ficou calado diante dos Seus acusadores (Lucas 23: 9, 10); Ele deixou Seu caso nas mãos de Deus (1 Pedro 2: 21-24). Este é um bom lugar para deixar o nosso caso também! Life Application Study Bible Kingsway.

Quando somos esbofeteados e humilhados, a atitude correta é a do Senhor. Como a ovelha muda perante seus tosquiadores, ele não abriu a Sua boca! Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.

O salmista não leva em conta a calúnia de seus inimigos e permanece em silêncio ao ser perseguido. CBASD, vol. 3, p. 818.

15 No versículo 15 o tom se torna mais calmo. A alma volta a voltar ao seu centro de gravidade em Deus. […] A fé dispõe os seus argumentos. […] Como Sansão, ela acha mel na carcaça do leão. Mas Deus não nos abandonará, Nunca, nem por um momento retirará de nós sua atenção. O Refinador se assenta junto ao crisol [recipiente refratário usado para fundir e purificar metais a temperaturas muito altas, sendo também conhecido como cadinho], e resfriará o calor no momento em que a obra estiver terminada. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento, F. B. Meyer.

19, 20 Pecou contra o Senhor, mas é inocente de qualquer injustiça cometida contra os que atacam. Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 Mas os meus inimigos. O salmista está perplexo com o fato de os ímpios continuarem prosperando e com boa saúde. CBASD, vol. 3, p. 818.

20 porque eu sigo o que é bom. A razão por trás da conduta dos inimigos é que ele era um homem bom, que fazia o bem. O pecado não tolera o que é bom. A depravação total abomina a justiça (ver 1Jo 3:12). CBASD, vol. 3, p. 818.

22 salvação minha. Ver Sl  27:1. As últimas palavras do salmo mostram os resultados positivos do sofrimento do salmista. As provas fizeram com que clamasse com fervor a Deus, a quem reconhece como sua única esperança de salvação. CBASD, vol. 3, p. 818.



SALMO 38 — Rosana Barros by Ivan Barros
14 de setembro de 2026, 0:45
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“Na Tua presença, Senhor, estão os meus desejos todos, e a minha ansiedade não Te é oculta” (v.9).

Quantas vezes nos sentimos tão mal por nossos erros e atitudes precipitadas que sentimos até vergonha de orar e pedir perdão! Contudo, nossa mente é tomada por um sentimento de impotência diante de nossa própria natureza pecaminosa e o grito da alma eclode em clamor e confissão. O Salmo de hoje revela palavras de quem viveu momentos assim. É importante reconhecer a nossa condição como pecadores e a nossa necessidade constante do perdão e do favor divino. Corremos o risco, porém, de estar carregando um fardo demasiadamente pesado.

Sabendo que é “a bondade de Deus que [nos] conduz ao arrependimento” (Rm.2:4), precisamos atender ao Seu chamado, crendo que Ele nos ouvirá e atenderá. Nossas fraquezas e defeitos de caráter, sejam herdados ou adquiridos, não são irremediáveis. E ainda que nossas más escolhas tenham nos causado prejuízos no corpo ou na mente, Jesus não nos trata com indiferença, mas estende para nós Sua terna mão de misericórdia e nos oferece auxílio e salvação:

“Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve” (Mt.11:28-30).

Não é errado clamar a Deus por socorro. Pelo contrário. É quando mais necessitamos de Seu perdão e graça, quando mais sentimos repulsa de nossa triste condição, quando em humilhação nos voltamos para Ele como servos, que Ele nos recebe como filhos amados e nos oferece as vestes de Sua justiça. É contemplando a Cristo, Seu sacrifício expiatório, Seu amor incondicional, Seu caráter e Sua vitória sobre o mal, que “somos transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18).

Ninguém, nem mesmo Satanás, tem o direito de nos acusar por pecados que já foram confessados e perdoados. Como Davi diante de seus adversários, precisamos ser “como quem não ouve e em cujos lábios não há réplica” (v.14). Que o Senhor nos conceda um coração humilde e contrito em tempos de frieza e mornidão, crendo que “Ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo” (Tt.3:6). Portanto: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus” (Fp.4:6-7).

Oração: Nosso Pai Celestial, não nos repreendas na Tua ira, nem nos castigues no Teu furor! Olha para nós na Tua misericórdia e perdoa os nossos pecados! Habita em nós, Espírito Santo, para que sejamos como quem não ouve e em cujos lábios não há réplica, seguindo o exemplo do nosso Salvador, que, como ovelha muda, não abriu a boca diante de seus acusadores. Não nos desampares, Senhor, e apressa-Te em socorrer-nos! E volta logo, pois Tu és a nossa salvação! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhinhos do Pai de amor!

Rosana Garcia Barros

#SALMO38 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 38 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2026, 0:30
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SALMO 38 – Mesmo quando tudo parece perdido, coloque-se diante de Deus com esperança, pois Ele é o Autor do recomeço e da restauração. Em vez de preocupar-se com a incerteza da existência e o futuro aterrador, busque a direção de Deus para cada passo que você der!

• Para isso, primeiramente, precisamos reconhecer nossa gritante necessidade de Deus devido ao medo, ansiedade, angústia e aflição que nos afligem neste mundo mal (Salmo 38:1-9).
• Na sequência, é preciso enfrentar a aflição com perseverança pautada na esperança – isso requer paciência (Salmo 38:10-16).
• Também, é importante reconhecer nossos pecados, arrepender-se deles e confessá-los franca e honestamente a Deus; além de admitir os pecados, precisamos reconhecê-los diante de Deus para pedir e receber o perdão (Salmo 38:17-18).
• Além disso, é preciso buscar pela justiça divina; isso implica em clamar a Deus por justiça diante das injustiças que nos esmagam (Salmo 38:19-20).
• Por fim, é imprescindível apegar-se à misericórdia de Deus; isso significa colocar a confiança não na política, medicina, tribunal e recursos deste mundo, mas confiar na misericórdia e fidelidade de Deus, clamando por Seu auxílio em meio aos desafios da existência (Salmo 38:21-22).

Embora o Salmo 38 não seja um tratado sobre antropologia, podemos aprender muito nele sobre a natureza humana, com base nas experiências e emoções expressas por Davi ao longo do Salmo:

• Considere a fragilidade e fraqueza humana; note a dor e as doenças físicas e emocionais. Isso reflete a natureza fragilizada do ser humano, o que nos torna sujeitos ao sofrimento. As palavras inspiradas do rei Davi neste Salmo nos lembram de nossa vulnerabilidade e necessidade de ajuda e cuidado.
• Considere a consciência da culpa e do pecado; note que, quando somos sinceros e abertos para a revelação de Deus, reconheceremos nossos pecados e falhas terríveis diante dEle. Isso implica no quanto somos propensos a errar e de como precisamos da reconciliação com Deus.
• Considere a necessidade que temos de Deus; é clara a dependência inerente da humanidade em relação à divindade. Nossa fragilidade requer auxílio e orientação sobrenaturais.

Aquele que reconhece sua finitude, torna-se mais humilde e recebe uma medida maior da graça divina. Quando afligidos pela injustiça e pela dor, recorramos ao Senhor que trará justiça a nossa causa. Por conta disse, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.