Reavivados por Sua Palavra


II REIS 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
9 de março de 2026, 1:30
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Texto bíblico: II REIS 14 – Primeiro leia a Bíblia

II REIS 14 – BLOG MUNDIAL

II REIS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



II REIS 14 by Jeferson Quimelli
9 de março de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/14

Entra em cena Amazias. Encontramos o resumo habitual de um rei bíblico, incluindo como ele se classifica – “bom” ou “mau”. Para ele, o medidor aponta para pouco menos do que “bom”.

Amazias começou bem. Mais de sua história é encontrada em 2 Crônicas 25. Ele contratou Israel para atacar os edomitas. Um profeta declarou que isso era imprudente, então o exército israelita é dispensado. Amazias atacou Edom somente com os exércitos de Judá e venceu. Mas a história dá errado a partir daí e nunca se corrigiu.

O nome Amazias significa “o Senhor é a minha força”. Amazias, no entanto, dá importância à sua própria força. Ele se auto exaltou, envolveu-se em guerra contra Israel e foi derrotado, perdendo sua liberdade, sua segurança futura e comprometendo Judá. Por fim, seu povo se volta contra ele. Amazias foge para Laquis (um nome que significa “quem anda ou existe por si mesmo”) e lá é assassinado. Assim termina a vida de um rei que confiou em si mesmo, não em Deus.

Embora seja fácil julgar, somos diferentes? Quanto confiamos em Deus? Quanto dependemos de nossas próprias ideias? Quantas vezes nossas escolhas não apenas afetam os outros, mas também levam a comprometimentos e perda da liberdade?

Volte-se para Deus. Inclua-O em todos os seus planos. Então, e somente então, você será vitorioso.

Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review/Adventist World

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/14
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II REIS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de março de 2026, 0:50
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842 palavras

5 o rei, seu pai. Amazias restringiu a vingança àqueles que mataram seu pai. Bíblia de Estudo Andrews.

7 Vale do Sal. O mesmo campo de batalha onde Davi anteriormente derrotara os edomitas (v. 2Sm. 8.13; 1 Cr 18.12; Sl 60, título), geralmente identificado como Arabá, diretamente ao sul do Mar Morto (Bíblia de Estudo Vida).

Sela. Este nome significa “rocha” e seu nome moderno é Petra. Na Bíblia este nome é sinônimo ao país de Edom (Andrews Study Bible).

Vem, meçamos armas (ARA; NVI: “Venha me enfrentar”). Desafio equivalente a uma declaração de guerra. Talvez fosse provocado pelas ações hostis das tropas mercenárias do Reino do Norte depois de terem sido demitidas do exército de Judá (c. 2Cr 25:10, 13) e pela recusa de Jeoás de fazer um pacto com Amazias por meio de um casamento (cf. v. 9). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Jeoás … respondeu. Em resposta, Jeoás lançou mão de uma fábula (v. Jz 9.8-15) na qual se representou como um cedro forte, e Amazias como um espinheiro insignificante [cardo] que podia ser facilmente pisoteado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

11 Bete-Semes. Uma cidade 24 km a oeste de Jerusalém. Jeoás não esperou pelo ataque, mas enviou seus exércitos do sul, pretendendo se aproximar de Jerusalém pela antiga estrada que passava através do vale de Soreque. Essa é a rota seguida pela ferrovia de Jafa a Jerusalém, atualmente (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 1028).

13 Jeoás capturou Amazias. É provável que Amazias fosse levado como prisioneiro para o Reino do Norte, onde permaneceu até ser solto para voltar a Judá depois da morte de Jeoás (cf. v. 15, 16) (Bíblia de Estudo Vida).

14 ouro … prata e todos os utensílio encontrados no templo … e nos depósitos do palácio real. O valor dos artigos despojados provavelmente não era grande, pois Joás, anteriormente, já tinha destituído o templo e o palácio a fim de pagar tributo a Hazael de Damasco. Bíblia de Estudo NVI Vida.

reféns. Estes prisioneiros foram selecionados dentre os proeminentes cidadãos do país. Dessa forma, os vencedores esperavam manter o bom comportamento dos derrotados (CBASD, vol. 2, p. 1028).

16 Jeroboão. É Jeroboão II, cujo reinado durou de 782 a.C até 753 a.C., trinta anos de prosperidade. É a época do profeta Amós, quando se fez realmente necessário ensinar o povo a não confiar demais nas riquezas de sua nação. Vinte anos depois, Israel tinha sido reduzido a quase nada (13.7). Doze anos depois, Jeroboão ainda estava reinando sobre os siros, 14.28. Aquela paz, vitória e prosperidade, entretanto, era o derradeiro descanso que precedia ao fim de Israel: é que o rei Tiglate-Pileser III, da Assíria (745-727 a.C.), haveria de capturar a Damasco, apenas vinte anos após a morte de Jeroboão, e, então, seu sucessor, Salmaneser III, já estaria aniquilando as pequenas potências ao noroeste de Israel, minando aquela falsa e efêmera paz de Israel (Bíblia Shedd).

21 Uzias. Outro nome do rei Azarias, que significa “o SENHOR é meu ajudador”. Bíblia de Estudo Andrews.

22 Elate. Uma cidade no golfo de Áqaba, próxima a Eziom-Geber (Dt 2:8), na terra de Edom (1Rs 9.26). […] Salomão utilizou essas instalações portuárias (1Rs 9:26; 2Cr 8.17,18). (CBASD, vol. 2, p. 1029).

25 mar da Planície. O Mar Morto, ou Mar Salgado (CBASD, vol. 2, p. 1029).

Jonas. Esse foi o profeta enviado a Nínive [capital da Assíria] (Jn 1:1,2). Teve um ministério mais longo do que é apresentado no livro que leva seu nome. (CBASD, vol. 2, p. 1029).

Este profeta apoiou as expansões militares de Jeroboão. Bíblia de Estudo Andrews.

27 não dissera. O pecado dos israelitas ainda não atingira sua plena medida, e o Senhor, com sua misericórdia, estendeu à nação mais um período de graça, no qual ainda havia oportunidade de se arrepender. A persistência na apostasia, no entanto, traria o juízo certeiro (v. Am 4.2, 3; 6:14). Bíblia de Estudo NVI Vida.

apagar o nome de Israel. Referência à imagem da lavagem de um rolo de papiro, deixando-o limpo para ser usado de novo. Bíblia de Estudo Andrews.

os livrou. Deus estava sendo gracioso com o reino pecador do norte, não porque o Seu povo se arrependera, mas por conta de Sua misericórdia (Andrews Study Bible).

Deus está dando a Israel a última oportunidade de se arrepender. Muitas vezes aplicara o teste da adversidade ao seu povo, para o fazer retornar a Ele, Jz 2.16-22. Agora veio o teste da prosperidade nacional: o livro de Amós nos mostra que falhara nesse teste, usando o poder econômico para oprimir os pobres, vivendo no luxo e transformando os cultos religiosos em festanças (Amós 6.1-7; 8.4-10). Muitas outras passagens daquele profeta mostram a carência de consciência social (Bíblia Shedd).

28 tudo quanto se fez. Jeroboão fez muito para fortalecer a nação, mas o registro de seu reinado é breve. O sucesso nacional foi seguido de orgulho nacional, condenado fortemente pelos profetas daquele tempo (Os 5:5; 7:10; Am 6:13) (CBASD, vol. 2, p. 1030).

Durante o reinado de Jeroboão, o Reino do Norte desfrutou de prosperidade material maior que em qualquer período desde o reinado de Davi e de Salomão. Infelizmente, também era um tempo de formalismo religioso e de apostasia bem como de injustiça social (v. os livros de Amós e Oséias, que profetizaram durante o reinado de Jeroboão). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Iaudi. Ou Judá. Nota NVI.



2Reis 14 — Rosana Barros by Ivan Barros
9 de março de 2026, 0:45
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“Então, Amazias enviou mensageiros a Jeoás, filho de Jeoacaz, filho de Jeú, rei de Israel, dizendo: Vem, meçamos armas” (v.8).

Amazias fez “o que era reto perante o Senhor, ainda que não como Davi, seu pai; fez, porém, segundo tudo o que fizera Joás, seu pai” (v. 3). Ou seja, agiu como Joás, mas não foi um homem segundo o coração de Deus. Já notaram que Deus costuma comparar os atos dos reis de Judá com os de Davi? O nome daquele que se permite ser uma bênção nas mãos de Deus jamais é esquecido, e Davi tornou-se a referência do Senhor para a monarquia de Judá.

Após uma vitória contra os edomitas, Amazias desafiou o rei de Israel para um duelo. Era como se ele dissesse:
— Vem, e eu vou te mostrar quem é o melhor!
A resposta do rei de Israel, numa linguagem de hoje, seria:
— Você está se achando só porque venceu os edomitas! Então fique satisfeito e se aquiete. Por que ficar me provocando sem motivo? Depois não diga que eu não avisei!

Resultado, amados: “Judá foi derrotado diante de Israel, e fugiu cada um para sua casa” (v.12). Amazias foi preso, os muros de Jerusalém rompidos, os tesouros do templo e da casa do rei foram tomados, e “também reféns” (v.14) foram levados para Samaria. Ou seja, em guerra entre irmãos só há perdedores. Ambos os lados saem machucados e com feridas difíceis de cicatrizar. Como seu pai, Amazias morreu pela mão de conspiradores. Ele tinha tudo para construir um reino estável e deixar um legado firme, mas trocou a retidão perante o Senhor pela exaltação própria.

Jeroboão II, seguindo a mesma linha de seus antecessores, “fez o que era mau perante o Senhor; jamais se apartou de nenhum dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate” (v.24). Já notaram que a referência monárquica de Israel é Jeroboão? Se é para comparar com inteireza de coração, Davi é o nome. Se é para comparar com coração corrupto, o nome é Jeroboão. O nosso nome pode falar contra ou a favor de Deus e de nós mesmos. Quando o usamos para medir forças com outros, lançamos por terra qualquer possibilidade de sermos semelhantes a Jesus (Eis o nome que deve ser a nossa referência de vida!).

Quando estudamos os evangelhos, percebemos que, enquanto os discípulos disputavam entre si as melhores posições no Reino de Deus, perdiam a oportunidade de aprender mais da humildade e da submissão de Cristo. Enquanto eles estavam na sala onde celebrariam a Páscoa e pensavam em quem lavaria os seus pés, Jesus já estava com a bacia e a toalha em mãos, ensinando-lhes uma das mais poderosas lições sobre o verdadeiro serviço cristão. O legado de Cristo é insuperável, e Ele nos oferece a oportunidade e o privilégio de recebermos a impressão do Seu nome e do Seu caráter em nossa vida.

Os discípulos só compreenderam esta maravilhosa verdade quando “todos estes perseveravam unânimes em oração” (At.1:14). Eles só seriam testemunhas de Jesus quando estivessem prontos para receber o Espírito Santo (At.1:8). Isto é, há um só caminho para sermos portadores do nome de Cristo: seguir o Seu exemplo. Jesus não media forças com aqueles que O testavam, mas orava por eles e usava a única “arma” que tem o poder de “ferir” para curar: “a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef.6:17).

O fato de sermos usados por Deus para o cumprimento de Seus propósitos não torna o nosso nome digno de louvor. Como Davi, precisamos orar: “Também da soberba guarda o Teu servo, que ela não me domine; então, serei irrepreensível e ficarei livre de grande transgressão” (Sl.19:13). Jeroboão II foi usado pelo Senhor para livrar Israel, conforme a profecia de Jonas; contudo, isto não fez com que ele abandonasse os seus pecados. Mas a inscrição do nome de Jesus na vida do cristão o torna Sua fiel testemunha. Não fomos chamados para medir forças com nossos semelhantes; fomos chamados para, cooperando uns com os outros, sermos semelhantes a Cristo. E quando Ele voltar, chamará o Seu povo de toda tribo, língua e nação: “Direi ao Norte: entrega! E ao Sul: não retenhas! Trazei Meus filhos de longe e minhas filhas, das extremidades da Terra, a todos os que são chamados pelo Meu nome, e os que criei para Minha glória, e que formei, e fiz” (Is.43:6-7).

As nossas vitórias devem ser completamente dedicadas ao Senhor. É Ele quem nos guarda e quem nos concede o privilégio de servi-Lo. Ele é o nosso Criador e o nosso Redentor. Que os nossos passos não vacilem tão perto como estamos de encontrá-Lo face a face. Que a nossa identidade aponte para a eternidade!

Nosso querido e amado Pai, Criador dos céus e da terra, Redentor nosso que nos salvou da nossa condição miserável, louvado e exaltado seja o Teu nome por todos os Teus feitos! Livra-nos, Senhor, dos enganos e sutilezas de nosso próprio coração, para que não sejamos dominados pela soberba, pelo orgulho ou pela exaltação própria! Mas que Teu Espírito, com Seu poder e paciência, seja derramado em nossa vida, nos capacitando a Te servir em humildade, amor e santificação. Que por Tua graça e misericórdia, o nosso nome e a nossa vida estejam escondidos no nome e na pessoa de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Em nome dEle, nós clamamos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, semelhantes a Cristo!

Rosana Garcia Barros

#2REIS14 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II REIS 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
9 de março de 2026, 0:30
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II REIS 14 – A Bíblia não é um livro histórico detalhado. Quando você estuda os livros de Reis você perceberá muito bem isso.

A Bíblia cita outros livros que contam detalhes dos quais o Espírito Santo achou desnecessário incluir no texto sagrado. Por isso, há referências a, pelo menos, 23 livros fora da Bíblia. Há:

– os Livros das Batalhas do Senhor (Números 21:14);
– dos Justos ou Jasar (Josué 10:13; II Samuel 1:18);
– História de Salomão ou Atos de Salomão (I Reis 11:41);
– História dos Reis de Israel (I Reis 14:19);
– História dos Reis de Judá (I Reis 14:29);
– Livro dos Reis de Israel (I Crônicas 9:1);
– Crônicas do Profeta Samuel; do Profeta Natã; do Profeta Gade (I Crônicas 29:29);
– História do Profeta Natã; Profecias de Aías, de Siló; Visões do Profeta Ido (II Crônicas 9:29);
– História do Profeta Semaías e História do Profeta Ido (II Crônicas 12:15);
– História do Profeta Ido (II Crônicas 13:22).
– Há também História dos Reis de Judá e de Israel (II Crônicas 16:11);
– dos Reis de Israel – Crônicas de Jeú (II Crônicas 20:34);
– Livro da História dos Reis (II Crônicas 24:27);
– Atos de Uzias, escrito pelo profeta Isaías (II Crônicas 26:22);
– História dos Reis de Israel e de Judá (II Crônicas 27:7);
– Visões do Profeta Isaías (II Crônicas 32:32);
– História dos Reis de Israel (II Crônicas 33:19); e,
– Livro de Registro ou das Crônicas (Neemias 12:23).
– II Reis 14 cita o “Livro das Crônicas dos Reis de Israel”, o “Livro das Crônicas dos Reis de Judá”, e o “Livro das Crônicas de Israel” nos versículos 15, 18, 28.

Embora a história tenha sido documentada, nem tudo entrou nas páginas sagradas.

Aquilo que ficou registrado visa revelar ao Deus gracioso lidando com seres humanos pecaminosos (II Reis 14:26-27). Deus opera maravilhas em meio à perversão religiosa de Seu povo e seus líderes. Amazias, rei de Judá, venceu Edom e ensoberbeceu-se (II Reis 14:1-22); Jeroboão II prosperou materialmente, todavia declinou-se espiritualmente (II Reis 14:23-29). E… Deus continuava agindo em benefício de Seu povo rebelde.

Embora os livros supracitados tenham desaparecido, a Bíblia foi divinamente preservada. Não que os outros fossem falsos; na realidade, a Bíblia é o suprassumo da verdade!

Se Deus não o protegesse, Seu Livro teria se perdido. Vamos valorizá-lo mais? – Heber Toth Armí.



II REIS 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
8 de março de 2026, 1:30
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Texto bíblico: II REIS 13 – Primeiro leia a Bíblia

II REIS 13 – BLOG MUNDIAL

II REIS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II REIS 13 by Jeferson Quimelli
8 de março de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/13

Duas histórias incomuns que podemos ser tentados a ignorar, porém com perda de mensagens importantes.

Jeoás, um jovem rei idólatra de Israel, foi visitar o profeta moribundo Eliseu. Isso pode sugerir que ele tinha algumas qualidades resgatáveis – talvez houvesse esperança para Israel. Eliseu pede ao rei que atire uma flecha pela janela. Jeoás concorda e o profeta grita: “Esta é … a flecha da vitória sobre a Síria!” Eliseu então pede a Jeoás que atire suas flechas para o chão. A maioria dos comentaristas acredita que tal ordem não significava acertar para o chão, mas atirar mais flechas. O rei obedece, mas logo interrompe. O profeta, então, expressa frustração e raiva.

E quanto a você? Você é um cristão de três flechas? Você hesita ao orar? E quanto à salvação? A fé? O testemunho? Ou você permite que Deus lhe ofereça Seus limites imensuráveis?

Elias cavalga para o céu em uma carruagem ardente (cap. 2) e não morre – Deus conquista a morte através da trasladação! Eliseu também se relaciona com a morte (v. 21). Ele morre e é enterrado. Um encontro acidental de um homem morto com os ossos de Eliseu faz com que o homem recobre a vida! Mais uma vez Deus vence a morte – desta vez através da ressurreição! Dois profetas; duas histórias de morte; duas razões para a esperança. Aleluia!

Merle Poirier
Gerente de Operações
Revistas Adventist Review/Adventist World

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/13
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II REIS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de março de 2026, 0:50
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1240 palavras

Agora o fio da história abandona as narrativas sobre os profetas reformadores, para descrever a história de Israel até sua destruição. Bíblia Shedd.

pecados de Jeroboão. Ter colocado dois ídolos de ouro em Israel (1Rs 12.28-30) [idolatria]. Bíblia de Estudo Andrews.

a ira do SENHOR. A ira humana é irrazoável, cruel e vingativa. A ira de Deus é um sentimento diferente. Ao descrever Seu caráter aos seres humanos, Deus usa a linguagem humana e permite que os escritores bíblicos utilizem expressões que se aproximem do pensamento divino, mesmo que elas o transmitam de forma imperfeita. “Ira” é utilizada aqui para descrever a reação de Deus ao pecado. Incluir todos os elementos da resposta humana à provocação para compreender a palavra “ira”, quando aplicada a Deus, é violar a linguagem bíblica. […] O ser humano tem uma concepção obscurecida de Deus. Em Cristo, Deus demonstrou Seu caráter ao mundo. Jesus declarou: “Quem Me vê a Mim vê o Pai”(Jo 14:9). Para compreender de forma mais plena a natureza da “ira” de Deus é necessário estudar as reações de Jesus a situações que suscitaram Suas emoções. O comportamento dEle na purificação do templo (Jo 2:13-17) é uma demonstração de indignação, autoridade e poder. A repreensão aos fariseus (Mt 23) foi dada com lágrimas em Sua voz (DTN, 353). Há o choro angustiado sobre os judeus obstinados (Lc 19:41; DTN, 575, 587). Foi Ele quem dirigiu o destino de Israel nos dias de Jeoacaz. As aflições com a Síria foram permitidas por amor e na esperança de que a disciplina divina restauraria os instáveis israelitas à razão e a Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1021, 1022.

Jeoacaz fez súplicas. Nenhum dos 19 reis foi genuinamente justo ou piedoso. Alguns buscaram ao Senhor, mas somente nas horas de calamidade nacional ou social, como se vê nos casos de Jeoacaz e Acabe (1 Rs 21.27-29). O caráter místico do rei Jeú descreve-se em 2 Rs 10.29-31. O que Deus deseja é um verdadeiro arrependimento, seguido pela consagração total do coração (Rm 12.1-2; 2 Co 5.15). Bíblia Shedd.

Salvador. Aqui a palavra quer dizer um libertador político, e podia referir-se aos próprios assírios, que naquela época começaram a subjugar a Síria (Is 10.5-11). Bíblia Shedd. 

É possível que a referência seja a Adad-Nirari III, que, de acordo com o Cânon Epônimo assírio ou a lista limmu (ver p. 38, 139), geriu a Assíria de 810 a 782 a.C. No quinto ano de seu reinado, Adad-Nirari III escreveu sobre uma grande campanha no Mediterrâneo, durante a qual o rei da Síria se tornou seu vassalo e foi forçado a pagar pesado tributo. Essa submissão da Síria à Assíria teria posto um fim às invasões da Síria contra Israel. CBASD, vol. 2, p. 1022.

poste-ídolo (ARA; NVI: “poste sagrado”). Objeto usado na adoração cananéia e edificado por Acabe. Bíblia de Estudo Andrews.

Samaria. Capital do reino do norte. Bíblia de Estudo Andrews.

dez carros de guerra. Só serviria para um pequeno contingente de polícia local. Segundo os anais de Salmaneser III, Acabe contribuíra com 2 mil carros de guerra à coligação de forças que se opunham aos assírios na batalha de Carcar em 853 a.C. Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 havia de morrer. Segundo Reis não relata um ato sequer de Eliseu durante décadas. Bíblia de Estudo Andrews.

meu pai. Título de respeito e submissão. Bíblia de Estudo Andrews.

O idoso profeta era um tipo de pai sábio e compreensivo. Sempre que o rei se via em dificuldades, ia ao profeta em busca de orientação e apoio. Jeoás estava longe de ser justo, mas foi atraído a Eliseu e reconhecia nele um verdadeiro servo de Deus. CBASD, vol. 2, p. 1023.

Carros de Israel seus cavaleiros! O mesmo título fora dado a Elias (2:12). Por ser o protetor de Israel Eliseu assumiu um papel ativo nas guerras. Bíblia de Estudo Andrews.

Jeoás usou a mesma expressão que brotara dos lábios de Eliseu quando viu Elias subir num redemoinho (2.11-12). Embora a história registra que Jeoás fora mau, ele não podia deixar de lamentar a perda do poder espiritual e moral que a nação sofreria com a morte do grande profeta. O sentido da exclamação equivalia dizer que as vitórias políticas e militares que Israel obtinha eram devidas às orações de Eliseu e aos seus conselhos (6.8-23). Bíblia Shedd.

15 Então lhe disse Elizeu. A resposta de Elizeu à lamentação do rei foi profetizar-lhe vitórias nos anos seguintes, em proporção a fé demonstrada naquela entrevista (17-19). Bíblia Shedd.

16 pôs suas mãos sobre as mãos do rei. Com esse ato simbólico, Eliseu indicou que Jeoás devia lutar – tendo sobre ele a bênção divina – contra os arameus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 Flecha da vitória. Uma declaração de guerra, naqueles tempos, muitas vezes, era feita atirando-se uma flecha dentro do território inimigo. Bíblia Shedd.

a janela que dá pro leste (NVI; ARA: “para o oriente”). Essa janela abria-se para o lado da região controlada pela Síria. Bíblia de Genebra.

Dava vista para a Transjordânia, que estava sob o controle dos arameus e Ben-Hadade II. Bíblia de Estudo NVI Vida.

18 atira contra a terra. Este foi outro ato simbólico para indicar que a vitória sobre a Síria não seria fácil. A libertação completa não viria senão como resultado de esforço longo e constante. O rei estava sendo constante. CBASD, vol. 2, p. 1023.

18 golpeou o chão três vezes e parou. De alguma maneira, Jeoás deixou de perceber o sentido interior que o profeta o estava exortando a fazer. Eliseu considerou que Jeoás era claramente culpado pela sua falta de entusiasmo. Bíblia de Genebra.

O entusiasmo moderado com que a ordem de Eliseu foi obedecida refletia zelo insuficiente para realizar a tarefa proclamada. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Jeoás parou cedo demais. Foi-lhe dito que atirasse no chão, mas ele decidiria quantas vezes atiraria. Isto determinaria o resultado final. Se ele fosse agressivo e determinado, perseverando até alcançar o objetivo, obteria completa vitória sobre seu inimigo e a Síria nunca mais seria uma ameaça a Israel. CBASD, vol. 2, p. 1023.

siros. Ou, sírios, nome grego para os habitantes da terra de Arã, localizada ao norte de Israel. Bíblia de Estudo Andrews.

20 moabitas. Habitantes da terra localizada a leste do mar Morto. Os coabitas eram descendentes de Ló, sobrinho de Abraão. Bíblia de Estudo Andrews.

à entrada do ano. Ou, “na primavera do ano”, época em que os reis saíam para a guerra. Bíblia de Estudo Andrews.

21 sepultura de Eliseu. Ele foi enterrado em uma caverna. […] por meio deste milagre, Deus chamou a atenção a atenção do povo para a Fonte do poder do falecido profeta. Bíblia de Estudo Andrews.

Reviveu. Este milagre teve um efeito profundo sobre os que o testemunharam e sobre os que se relacionariam com ele mais tarde. Era tempo de sofrimento e angústia. Os moabitas faziam expedições na terra e roubavam as novas colheitas. Era uma época em que as pessoas poderiam perguntar: Onde está o Deus de Eliseu? Onde estão os milagres do passado? A ressurreição do corpo evidenciou que o Deus de Israel não estava morto. Ele estava disposto a operar milagres. Se as pessoas dessem atenção às mensagens do profeta, Deus mais uma vez concederia vitória sobre o intruso e restauraria a segurança à região. CBASD, vol. 2, p. 1024.

23 Ele não se dispôs a destrui-los ou a eliminá-los. O Senhor, na sua misericórdia e graça, era longânime com o seu povo e refreou-se de implementar maldição conforme a aliança: o exílio para longe de Canaã. Esse adiamento do juízo forneceu a Israel a oportunidade de se arrepender e voltar à fidelidade segundo a aliança. Bíblia de Estudo NVI Vida.



2Reis 13 — Rosana Barros by Ivan Barros
8 de março de 2026, 0:45
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“Porém o Senhor teve misericórdia de Israel, e se compadeceu dele, e Se tornou para ele, por amor da aliança com Abraão, Isaque e Jacó; e não quis destruir e não o lançou ainda da Sua presença” (v.23).

Por muitas vezes a nação eleita se desviou dos propósitos divinos e trocou a adoração ao Deus único e verdadeiro pela idolatria das nações pagãs. Vez após outra, os filhos de Israel davam as costas ao Senhor; e quando as nações cujos deuses serviam os ameaçavam e oprimiam, clamavam ao Senhor e Ele Se compadecia deles, providenciando-lhes auxílio. Ao contrário do que a maioria pensa, quanto mais estudo o Antigo Testamento, mais consigo enxergar a imensidão do amor e da misericórdia de Deus, e a tragédia e a infelicidade de andar longe dos Seus propósitos, pois o Novo Testamento não anula o Antigo; antes, o confirma.

Numa linguagem atual, podemos dizer que Israel “não se emendava”. Como um pai corrige seu filho, Deus procurava corrigir a nação rebelde na medida de sua necessidade. Quando a Bíblia diz que Deus entregou Israel nas mãos dos reis da Síria, quer dizer que Ele retirou a Sua mão protetora e respeitou o livre-arbítrio do povo em confiar em seus deuses de pau e pedra. Contudo, diante da tragédia de andar na contramão de Deus, uma súplica foi o bastante, uma oração, para o Senhor Se compadecer de Seu povo e mandar-lhes “um salvador” (v.5). Se isso não se chama amor, não sei mais do que chamar. O Deus que é amor está em toda a Escritura. Cristo mesmo afirmou: “Se guardardes os Meus mandamentos, permanecereis no Meu amor; assim como também Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai e no Seu amor permaneço” (Jo.15:10).

Compreendem, amados? “Deus é amor” (1Jo.4:8)! Ele não apenas tem amor, Ele é o próprio amor! Assim como Ele ouviu a oração de um rei que tinha feito tudo o que era mau perante Ele, Deus ouviu e viu a desgraça humana. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Mas, enquanto estivermos neste mundo de pecado, haveremos de passar por aflições. Servir a Deus não é sinônimo de uma vida sem dificuldades, e sim de uma vida que, mesmo em meio às lutas, aguarda “novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe.3:13).

Eliseu foi um grande homem de Deus, mas padeceu de uma “enfermidade de que havia de morrer” (v.14). Deus usa até a morte como instrumento de proteção aos Seus filhos, pois a morte é apenas um descanso, um sono. E a morte dos justos terá o seu fim na primeira ressurreição (1Ts.4:16). Creio que a grande confusão sobre o caráter de Deus Pai é que muitos aceitam Jesus como Salvador, mas rejeitam submeter-se a Ele como Senhor. O versículo 5 nos deixa bem claro a ordem dos fatores: “O Senhor deu um salvador a Israel”. E o próprio Jesus declarou: “Quem Me vê a Mim, vê o Pai […] o Pai, que permanece em Mim, faz as Suas obras” (Jo.14:9 e 10).

Quando Jeoacaz se humilhou e reconheceu o senhorio de Deus, então foi enviado um libertador. Jeoás, seu filho, deveria ter lançado a “flecha da vitória do Senhor” (v.17) na terra quantas vezes fosse preciso, mas “feriu três vezes e cessou” (v.18); não perseverou. Assim como no antigo Israel, nos últimos dias, “por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12). Mas logo após, o verso diz que “aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Precisamos avançar, perseverantes, como flechas do Senhor, declarando a Sua vitória mediante o poder do amor. Como Eliseu segurou nas mãos do rei para lançar a flecha, Deus deseja que nos coloquemos em Suas mãos. Então, Ele enviará o Salvador, com poder e grande glória, para a nossa eterna libertação.

Amados, é tempo de preparo. É tempo de humilhar o coração e clamar pelo Espírito Santo. Logo Jesus voltará. Como o foi com Jeoás, por vezes nós mesmos frustramos os desígnios de Deus por nossa falta de fé. Deus deseja fazer de nós flechas que atinjam esta Terra quantas vezes for preciso, pelo poder do Espírito Santo, na proclamação do evangelho eterno. E como Eliseu era temido e respeitado até mesmo pelos ímpios reis de Israel, que a nossa vida, cheia do Espírito, desperte nas pessoas o desejo de buscar o Senhor e conhecer a Sua vontade.

Pai de amor eterno, graças Te damos pelo sacrifício do nosso Redentor e pela esperança da vida eterna! Ó, Senhor, perdoa as nossas iniquidades, purifica o nosso coração e enche-nos do Teu Espírito! Como no antigo Israel, hoje estamos vendo as guerras envolvendo Israel e o Oriente Médio. Pai, nós clamamos por todos os nossos pequeninos irmãos que estão sofrendo nesses lugares! Estende a Tua mão de misericórdia, Senhor! E ajuda-nos a apressar a Tua volta! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, flechas da vitória do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#2REIS13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II REIS 13 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
8 de março de 2026, 0:30
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II REIS 13 – Se quisermos uma vida relevante e interessante é fundamental que mergulhemos fundo na busca pela vontade do Autor da vida e dar devida atenção a Sua Palavra, que é a Bíblia Sagrada!

Ao considerar o capítulo em pauta, sugiro três atitudes:

• Estabeleça o plano de colocar Deus como centro de tudo, em tudo o que você fizer.
• Dependa da orientação de Deus e de Sua Palavra quanto aos planos de tua vida.
• Lute confiando no poder de Deus até ver os planos dEle realizados em tua história.

Tais itens foram desconsiderados pelos reis tanto de Israel quanto de Judá, mas não por Eliseu – grande homem de Deus que, até seus ossos secos deram sinal revelando o sobrenatural poder de Deus atuando através deles (II Reis 13:20-21).

Do capítulo tratando de Jeoacaz, Jeoás e Eliseu, somos informados que, estando o povo de Deus em perigo de inimigos, maior perigo era a morte do servo de Deus. Jeoás, rei de Israel, considerava o profeta como seu pai e como carros de Israel e seus cavaleiros (II Reis 13:14).

Chorando, Jeoás pediu conselhos; Eliseu orientou que ele atirasse flechas. Ele atirou 3, quando deveria ter atirado mais; desta forma, apenas 3 vezes feriria os siros, portanto não os venceria completamente (II Reis 13:15-19). Esse exercício rende preciosas lições aos que buscam a Deus em momentos de crises e de intenso desespero:

• Retesa o arco: Saia do comodismo e da ociosidade. Não deixe a preguiça reger tua conduta.
• Abra a janela para o oriente e atira: Siga a direção determinada por Deus, então avance confiantemente.
• Toma as flechas e fere a terra: Seja intensivo em tua dedicação ao lutar pelos sonhos que Deus te dá.

Toda pessoa que procura a Deus, ainda que de forma errada, recebe atenção e resposta; porém, a vitória depende da confiança depositada nEle. Os reis de Israel venciam pela graça de Deus, mas permaneciam em desgraça pela falta de mais confiança em Sua regência (II Reis 13:22-25).

Sem Deus, a vida é incompleta mesmo para os reis. Na hora do desespero, os aflitos se lembram de Deus; que não os decepciona. A decepção que as pessoas enfrentam se dá pelo fracasso em viver intensamente as orientações divinas!

Portanto, precisamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.