Reavivados por Sua Palavra


I REIS 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
16 de fevereiro de 2026, 1:30
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Texto bíblico: I REIS 15 – Primeiro leia a Bíblia

I REIS 15 – BLOG MUNDIAL

I REIS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



I REIS 15 by Jeferson Quimelli
16 de fevereiro de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1Rs/15

Enquanto o reino do norte de Israel persistia na idolatria e tinha seus reis se sucedendo por assassinato, o reino do sul de Judá desfrutava contrastante estabilidade com Asa. Asa inverteu a tendência à idolatria que havia começado durante os dias de seu bisavô Salomão, mesmo quando isso significava escolhas difíceis. Asa fez o que deve ter sido uma escolha dolorosa quando ele removeu sua própria avó de sua posição real por causa de seu envolvimento com a idolatria.

Escolher o caminho certo a seguir naqueles momentos dolorosos em que um membro da família escolhe o caminho errado requer coragem. Você pode ser uma das muitas pessoas que leem isso e que experimentou dor porque um membro da família deixou de se relacionar com você porque você escolheu um relacionamento com Deus. Lembre-se de que o Deus que fortaleceu Asa a fazer o correto quando sua avó falhou em ser a pessoa que ela deveria ter sido ainda fortalece aqueles em situação semelhante hoje. Ele pode lhe dar um coração verdadeiro e corajoso como o de Asa, para que você possa fazer o que é certo e fortalecer sua família, sua congregação e sua comunidade.

Que Deus trabalhe através de você para trazer sua família a Ele.

Brent Hamstra
Professor e Chefe do Departamento de Química
Southern Adventist University
Tennessee EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/15
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



I Reis 15 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
16 de fevereiro de 2026, 0:50
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825 palavras

Abias [filho de Roboão, rei de Judá]. O nome hebraico é Abij am, diferente do Abias que morreu [Abijah – “Meu Pai (divino) é o SENHOR”, o filho de Jeroboão, rei de Israel, 14.1]. Bíblia Shedd.

Maaca, filha de Absalão. A mãe de Absalão também se chamava Maaca (2Sm 3.3). Bíblia de Estudo NVI Vida.

não foi perfeito para com o Senhor, seu Deus, como o coração de Davi. Embora Davi caísse em pecado grave, seu coração nunca se dividiu entre servir ao Senhor e servir às divindades cananéias da natureza. Bíblia de Estudo NVI Vida.

houve guerra entre Abias e Jeroboão. 2Cr 13 deixa claro que os relacionamentos hostis crônicos dos anos anteriores explodiram em combates pesados, nos quais Abias [rei de Judá] derrotou Jeroboão [rei de Israel] e capturou dele várias cidades, incluindo Betel (2Cr 13.19). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Asa. Asa foi um dos mais destacados reis entre os que reinaram em Judá e Israel. Seu reino foi uma época de poderosas reformas religiosas e de grande vitórias militares. […] Assim como se narra a respeito de Davi, o coração de Asa foi totalmente do Senhor (14), até seus dois lapsos mencionados em 2Cr 16.10 e 12, quando confiou em alianças políticas, e em médicos, quando de sua enfermidade.. Bíblia Shedd.

12 tirou da terra os prostitutos cultuais. É evidente que ele não teve êxito completo em sua tentativa de eliminar os sodomitas da terra, pois seu filho Josafá concluiu essa tarefa (1Rs 22.46). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 883.

13 depor sua vó Maaca (NVI). 2Cr 14.1 – 15.16 indica uma progressão na reforma de Asa no decurso de um período de anos. Embora Asa tivesse destruído ídolos e altares pagãos no começo de seu reinado (2Cr 14.2, 3), foi somente depois de uma vitória sobre o rei cuxita Zerá (2Cr 14.8-15) que Asa correspondeu à mensagem do profeta Azarias, filho de Odede, conclamando uma assembléia para a renovação da aliança em Jerusalém, no ano 15 do seu reinado (2Cr 15.10). Depois desta assembléia, Asa depôs sua avó Maaca por causa da idolatria dela (2Cr 15.16). Bíblia de Estudo NVI Vida.

ela havia feito ao poste ídolo uma abominável imagem (ARA; NVI: “um poste sagrado repugnante”). Do heb. mifletseth. Esta palavra aparece apenas aqui e na passagem paralela em 2Crônicas 15:16. Ela indica algo terrível e espantoso. Talvez represente uma imagem obscena particularmente monstruosa. CBASD, vol. 2, p. 884.

Baasa, rei de Israel, subiu contra Judá e edificou a Ramá. Após a grande vitória de Asa sobre Zerá [2Cr 14:9-15; 15:9], muitos estrangeiros se uniram a ele. … Para impedir que seus súditos se fossem com Asa, Baasa fortificou Ramá, uma cidade em Benjamim cerca de 9, 5 km ao norte de Jerusalém, cerca de 9,5 km ao norte de Jerusalém, próxima à fronteira entre Israel e Judá, numa tentativa de controlar a fronteira. CBASD, vol. 2, p. 884.

18 tomou toda a prata e ouro restantes. O que sobrou depois de Sisaque do Egito ter saqueado Jerusalém (v. 14.25). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ben-Hadade. Quer dizer filho de Hadade (a divindade das tempestades, segundo a mitologia síria); sabe-se de dois ou três reis com este nome, que reinaram em Damasco, capital da Síria. Bíblia Shedd.

19 Haja aliança entre mim e ti. Embora seu plano parecesse bem sucedido, foi condenado por Hanani, o profeta, como ato estulto, e uma negação da confiança no Senhor (v. 2Cr 16.7-10). O verdadeiro rei teocrático nunca deveria ter medo dos seus inimigos, mas confiar no Deus da aliança para ter segurança e proteção …Posteriormente, Acaz seguiria o mau exemplo de Asa, e buscaria a ajuda da Assíria ao ser atacado por Israel e Arã (v. 2Rs 15.5-9; Is7). Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 feriu a Ijom, a Dá, a […] Naftali. As cidades que Ben-Hadade conquistou em Naftali eram de importância muito especial, porque as estradas comerciais principais de Damasco que levavam a Tiro no oeste e que iam ao sudoeste pela planície de Jezreel [norte do Monte Carmelo] até a planície litorânea e ao Egito atravessavam essa área. Bíblia de Estudo NVI Vida.

21 Baasa deixou de edificar a Ramá. O proceder de Asa, embora tenha tido êxito imediato em seu propósito de se livrar da ameaça de Baasa, não foi sábio nem correto. Asa devia ter confiado mais uma vez no Senhor como tinha feito quando Zerá, o etíope, invadiu a terra (2Cr 14:9-15). Apesar das dificuldades em que se encontrava, Asa não tinha o direito de usar os tesouros do templo do Senhor para conseguir ajuda de um rei pagão. O profeta Hanani o repreendeu por isso, mas Asa se irou e o colocou na prisão (2Cr 16:7-10). Isaías, mais tarde, repreendeu Israel por depender do Egito e não de Deus (Is 30:1-17). CBASD, vol. 2, p. 884.

Tirza. Uma capital temporária, perto de Siquém. A nova dinastia, depois da derrota do filho de Baasa, veio a edificar uma nova capital, que recebeu o nome de Samaria (16. 24, 29). Bíblia Shedd.

28 Baasa matou a Nadabe [filho de Jeroboão]. É possível que Baasa fosse um comandante no exército de Nadabe e conseguisse o apoio dos militares na sua conspiração. Bíblia de Estudo NVI Vida.



1Reis 15 — Rosana Barros by Ivan Barros
16 de fevereiro de 2026, 0:45
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“Porquanto Davi fez o que era reto perante o Senhor e não se desviou de tudo quanto lhe ordenara, em todos os dias de sua vida, senão no caso de Urias, o heteu” (v.5).

A história dos reis de Israel e de Judá ilustra bem a trajetória da nação após tornar-se uma monarquia. De todas as nações da Terra, Israel era a campeã em brigar consigo mesma. Essa rivalidade fica bem evidente no capítulo de hoje: “Houve guerra” (v.6) entre os reinos do Norte e do Sul, e foram estabelecidas alianças políticas entre eles e os reinos pagãos. Tudo o que o Senhor havia condenado como errado e abominável era justamente o que o povo fazia, seguindo após os seus líderes imprudentes.

Em meio às trevas da idolatria e da apostasia, o Senhor suscitava “uma lâmpada em Jerusalém”, “por amor de Davi” (v.4). Asa foi o primeiro rei de Judá a promover uma verdadeira reforma no meio do povo: eliminou os ídolos e objetos de culto, “tirou da terra os prostitutos cultuais” (v.12) e depôs a rainha-mãe de seu cargo, destruindo o poste-ídolo que ela havia erigido. Enquanto Judá avançava no reinado estável de Asa, Israel sofria as consequências de um trono sem dono. Infelizmente, veremos em 2Crônicas que mesmo o rei Asa não perseverou em sua fidelidade a Deus. Por isso, precisamos hoje, mais do que nunca, atentar à necessidade de perseverança, pois, como disse Jesus: “É na vossa perseverança que ganhareis a vossa alma” (Lc.21:19).

Sem a sucessão de um rei ungido do Senhor, o Reino do Norte tinha uma coroa incerta. Cada rei que assumia o trono, temia constantemente por sua vida e de seus descendentes em meio ao risco iminente de uma traição. Já em Judá, havia a promessa de um Deus infalível; mesmo com a apostasia de vários monarcas, o Senhor continuava cuidando do Seu povo por amor a Davi e à aliança com Abraão. Davi tornou-se o modelo de rei, e seu coração, a norma espiritual de intimidade com Deus. Não fosse o seu pecado contra Urias, seu testemunho teria uma força inabalável.

Diante da realidade de que “muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mt.22:14), não vivemos mais no contexto de uma nação territorial, mas de uma nação espiritual. Precisamos despertar para a urgência de fazer o que é “reto perante o Senhor” (v.11), tendo um coração “totalmente do Senhor” (v.14) através de uma vida de comunhão e constante dependência da graça divina. Não existe a menor possibilidade de que isto aconteça sem que haja uma mudança real e progressiva. Pois não há como amar a Deus e permanecer do mesmo jeito. As obras da carne devem dar lugar ao “fruto do Espírito” (Gl.5:22). Porque “os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências” (Gl.5:24).

Asa não se limitou em fazer somente ele mesmo o que era correto diante de Deus, mas compreendeu a sua responsabilidade como líder em promover um reavivamento e reforma no meio do povo. Há quantos anos, amados, temos ouvido o mesmo clamor dos “profetas” modernos de que precisamos despertar de nossa letargia e viver e pregar, de fato, as três mensagens angélicas? Quanto tempo mais achamos que o Senhor irá tolerar toda a violência, crueldade e licenciosidade que este mundo tem promovido? Como o Egito no passado sofreu as consequências em não dar ouvidos às palavras do profeta de Deus, este mundo está às portas de sofrer os resultados do juízo vindouro.

E o que temos feito, meus irmãos? Estamos nos tornando “obesos” da verdade enquanto outros perecem de inanição na mentira? Temos nos conformado com uma mensagem rasa que não chama ao arrependimento? Lembremo-nos das palavras de Cristo: “O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo; arrependei-vos e crede no evangelho” (Mc.1:15). Eu não sei com relação a vocês, amados, mas o senso de urgência e solenidade só tem aumentado cada dia mais em meu coração. Cristo está às portas! E o Espírito Santo nos apela a buscarmos ao Senhor de todo o nosso coração, “orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:18).

Há um Rei prestes a Se apresentar diante do trono do Pai para reclamar os Seus. À Sua frente há uma obra prestes a terminar e, em Seu coração, há uma saudade que dói desde que o pecado entrou no mundo. Creio que Jesus espera por nós muito mais do que nós esperamos por Ele! Ele aguarda que escutemos o brado: “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6), e despertemos do sono da letargia erguendo bem alto as nossas lâmpadas acesas, cheias do óleo do Espírito Santo. Por amor a Davi, Deus cumpriu a Sua promessa. Por amor ao Seu remanescente, a derradeira promessa se cumprirá e breve veremos o nosso Salvador nas nuvens do céu vindo nos buscar, pois a respeito de Suas palavras, Ele mesmo afirmou: “Estas palavras são fiéis e verdadeiras” (Ap.22:6). “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora” (Mt.25:13).

Nosso Deus Todo-Poderoso, reconhecemos neste momento a nossa real condição como miseráveis, infelizes, pobres, cegos e nus e a nossa urgente necessidade do Teu ouro refinado no fogo, das Tuas vestes brancas e do Teu colírio. Ó, Senhor, cobre-nos com Tua graça e enche-nos do Teu Espírito! Promove em nossa vida o verdadeiro reavivamento e a verdadeira reforma. Que a Tua Palavra seja o firme alicerce de nossa fé e nisso perseveremos intercedendo uns pelos outros até que Cristo volte! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, reavivados pela Palavra!

Rosana Garcia Barros

#1REIS15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I REIS 15 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
16 de fevereiro de 2026, 0:30
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I REIS 15 – Após dividir-se, Israel nunca mais foi o mesmo. Depois de três reis no território unificado na Terra Prometida, se dividiu não para progredir, mas para regredir.

• O lado norte, com 10 tribos, teve nove dinastias de dezenove reis ao todo, num período total de reinado 201 anos. Não teve nenhum rei fiel e temente a Deus. Lamentavelmente!
• O lado sul, concentrado em Judá, teve apenas a dinastia davídica com vinte reis, num período total de 335 anos – interrompida temporariamente apenas pela usurpadora Atalia. Aproximadamente 7 reis foram fieis a Deus, postergando assim, o fim da dinastia.

Os dois primeiros reis de cada região foram Roboão e Jeroboão. O início das duas partes foi precário, ambos os reis foram idólatras, e levaram o povo de Deus à apostasia.

• Na sequência, Judá teve Abias que reinou por 3 anos (I Reis 15:1-8); depois, veio Asa, que erradicou a idolatria que incluía colunas pagãs, imagens do sol, postes-ídolos e prostituição religiosa masculina nos cultos pagãos (I Reis 15:9-24).
• Em Israel, Nadabe e Abias deram sequência ao reinado de Jeroboão; porém, não foram bons reis na perspectiva divina (I Reis 15:25-34).

Maaca adorava a Aserá, deusa cananeia cujos rituais incluíam prostituição cúltica. Ela, a favorita das 18 esposas de Roboão, foi mãe de Abias e avó de Asa; provavelmente foi regente na infância do rei Asa, o qual mesmo tendo recebido influência negativa dessa mulher, submeteu-se à soberania divina. Deste modo, Asa foi o primeiro rei a promover uma reforma espiritual entre o povo de Deus no período da monarquia.

Os reavivamentos atrasaram a destruição de Judá, em relação às 10 tribos do norte. A história da realeza de Israel ao norte foi mais dramática que a do sul; e sua história foi mais curta, devido a sua impiedade.

Estes relatos de reis oferecem preciosas lições espirituais para o leitor atento! Quando se dá atenção à revelação bíblica, percebe-se o caminho da bênção, da longevidade, da prosperidade, da paz e da salvação, e se evita o caminho da destruição.

Asa falhou em sua confiança em Deus ao temer as ameaças de Bassa, de Israel; e entregou bens do Senhor a Ben-Hadade, da Síria. Começar bem nem sempre significa terminar bem. Por isso, devemos reavivar-nos sempre! – Heber Toth Armí.



I REIS 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
15 de fevereiro de 2026, 1:30
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Texto bíblico: I REIS 14 – Primeiro leia a Bíblia

I REIS 14 – BLOG MUNDIAL

I REIS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I REIS 14 by Jeferson Quimelli
15 de fevereiro de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1Rs/14

Jeroboão disse a sua esposa para ir e pedir ao profeta descobrir qual era o plano de Deus para seu filho. Essa não era a maneira mais direta de obter uma resposta de Deus. A rebelião e a idolatria de Jeroboão o distanciaram de Deus. Mas, em vez de se humilhar, Jeroboão arquitetou um esquema para conseguir o que queria de Deus sem fazer nada que pudesse parecer submissão. Deus percebeu o plano de Jeroboão e não ficou impressionado.

Quão parecido com Jeroboão eu sou? Se eu perceber que preciso da ajuda de Deus, estou disposto a baixar a guarda e ir diretamente a Ele ou meu orgulho me manterá a uma distância “respeitável”?

Jesus contou uma parábola sobre um filho que fez uma escolha diferente. A rebelião do filho pródigo o separou de seu pai. Mas o arrependimento levou esse filho a voltar para o pai, mesmo que fosse humilhante fazê-lo. Se ao menos Jeroboão tivesse voltado para seu Pai celestial do jeito que o filho pródigo fez… que bênçãos sua família teria recebido? Que bênçãos seu reino teria recebido?

Brent Hamstra

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/14
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



I REIS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de fevereiro de 2026, 0:50
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496 palavras

Abias. Este nome vem da palavra hebraica Abijah, que significa “Deus é meu Pai”. Duvida-se que Jeroboão tivesse motivos sinceros para dar esse nome a seu filho. […] É semelhante ao caso dos pais que dão ingenuamente (levianamente) o nome de “João” a seu filho recém nascido, não sabendo que esse nome significa “Deus é misericordioso”. Assim acontece com muitos nomes bíblicos. Bíblia Shedd.

Leva contigo dez pães. A esposa de Jeroboão devia levar consigo esses presentes, apropriados para um cidadão comum, mas não para a realeza (1Sm 9.6-8; 2Rs 5.15; 8.8), a fim de parecer agradável para Aías. Bíblia de Genebra.

tinham escurecido. Mesmo profetas de Deus estão sujeitos às aflições humanas. CBASD – Comentário Bíblico Adventistas do Sétimo Dia, vol. 2, p. 878.

11 cães… aves. Ter o corpo comido por cães e aves impuras era um sinal da maior maldição. Andrews Study Bible.

12 o menino morrerá. A morte do menino devia ser para Jeroboão um símbolo da condenação de sua casa, que, caso continuasse a andar nos maus caminhos, seria destruída por completo. Talvez a morte desse filho tocasse fundo no coração do rei para trazê-lo de volta à razão e a Deus. CBASD, vol. 2, p. 878.

13 coisa boa. Em vista dos juízos iminentes, permitir a morte desse filho era um ato de misericórdia divina. Deus viu o que havia de bom nesse jovem e agiu com ele de acordo com essa bondade. Há algo especialmente tocante nesse anúncio da morte como a única recompensa possível, tendo em vista os juízos vindouros. Há casos em que mesmo a morte é uma bênção para o justo. CBASD, vol. 2, p. 879.

15 o espalhará para além do Eufrates. Este cativeiro, com a dispersão do povo, aconteceu no ano 721 a.C., quando os assírios invadiram a Israel (2Rs 17.3-6). Judá, com Jerusalém, foi milagrosamente preservada para subsistir mais um século e meio. Bíblia Shedd.

17 Tirza era a cidade real dos reis de Israel, até que Onri comprou e construiu Samaria para ser a capital do Reino do Norte (16.24). Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.

Ficava a 22,5 km a oeste do rio Jordão, na metade do caminho entre Jerusalém e o mar de Quinerete (Galiléia). Bíblia de Genebra.

19 Três livros são mencionados em I e II Reis – o livro dos anais dos reis de Israel (14:9), o livro dos anais dos reis de Judá (14:29) e o livro dos anais de Salomão (11:41). Este registros históricos de Israel e Judá foram as principais fontes de material que Deus orientou o autor a usar para escrever I e II Reis. Não foram encontradas cópias destes livros. Life Application Study Bible Kingsway.

23 colunas. Basicamente, eram pedras levantadas no solo. Muitas dessas pedras sagradas eram usadas pelos cananeus em sua adoração. Tais colunas eram proibidas pela lei de Israel (Êx 23.24; Lv 26.1; Dt 12.3; 16.22). Bíblia de Genebra.

24 prostitutos cultuais. Os cananeus acreditavam que a prostituição ritual [que praticavam sodomia e prostituição em rituais religiosos] ajudava a garantir a fertilidade da terra, dos rebanhos e das pessoas. Essa prática, porém, era proibida em Israel (Dt 23.17-18; 1Rs 15.12; 22.46; 2Rs 23.7; Os 4.14). Bíblia de Genebra.



1Reis 14 — Rosana Barros by Ivan Barros
15 de fevereiro de 2026, 0:45
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“Todo o Israel o pranteará e o sepultará; porque de Jeroboão só este dará entrada em sepultura, porquanto se achou nele coisa boa para com o Senhor, Deus de Israel, em casa de Jeroboão” (v.13).

Dois reis desunidos pela rivalidade, mas unidos pela maldade. Quanto a Jeroboão, está escrito: “antes, fizeste o mal, pior do que todos os que foram antes de ti” (v.9). Quanto a Roboão, a Bíblia diz: “Fez Judá o que era mau perante o Senhor” (v.22). Ambos levaram desgraça e idolatria a Israel e a Judá. Mas eu gostaria de destacar o papel de duas mulheres hoje: a mulher de Jeroboão e a mãe de Roboão. A Bíblia não revela o nome da esposa do rei de Israel, mas essa mulher de nome desconhecido nos deixou um exemplo de perseverança em meio à crise. Ainda que diante da apostasia nacional, é muito provável que ela tenha educado seu filho no caminho em que devia andar. Assim, o papel que ela exerceu na vida de Abias não foi para prepará-lo para a coroa de Israel, mas para a coroa do Céu!

Deus tem o poder de suscitar diamantes lapidados em meio à lama. Aquele garoto cresceu em um reino corrupto e idólatra, entretanto, aprendia junto ao seio de uma mãe temente a Deus. A morte, que julgaram ser o fim, foi o desígnio de Deus para preservá-lo para a verdadeira vida. Já no caso de Roboão, a Bíblia faz referência ao nome e à origem de sua mãe por duas vezes: “Naamá era o nome de sua mãe, amonita” (v.21 e 31) — algo incomum devido à tradição patriarcal. Lembram do que aconteceu com Salomão? Seu coração se desviou por causa de suas mulheres pagãs; uma delas, Naamá, amonita. E “Salomão seguiu […] a Milcom, abominação dos amonitas” (1Rs.11:5).

Roboão não apenas cresceu como Abias em meio à idolatria e corrupção, mas também recebeu as influências abomináveis de uma mãe que o educava para ser um rei perverso e idólatra. A esposa de Jeroboão certamente instruiu seu filho a ter a fidelidade a Deus como o maior tesouro; Naamá ensinou a Roboão que a grandeza estava nos tesouros terrestres. Educar, eis a obra mais desafiadora! Toda mãe cristã enfrenta uma guerra diária e, se não estivermos munidas das armas corretas, corremos o risco de ver nossos filhos perecerem (Ef.6:10-18). A missão que nos foi confiada por nosso General, é a mais sagrada e importante que existe. Anjos desejariam exercê-la!

Creio que estamos vivendo em um tempo sobremodo solene e decisivo. Aos poucos, o Espírito do Senhor está sendo retirado da Terra, pois Ele “não agirá para sempre no homem” (Gn.6:3). Apenas os que estão despertando para o conhecimento de Deus e de Sua verdade presente recebem a instrução divina para decidir corretamente. Pais e mães precisam compreender a verdadeira ciência da educação e para o que o Senhor nos deixou escrito como guia a fim de a colocarmos em prática. Como escreveu Ellen White: “Agora, como nunca antes, precisamos compreender a verdadeira ciência da educação. Se deixarmos de compreender isso, jamais teremos lugar no reino de Deus” (Estudos em Educação Cristã, CPB, p.11). Não negligencie a obra mais sagrada que Deus já confiou a mortais! Comunhão pessoal e culto familiar devem compor a nossa rotina diária, não como um fardo, mas como os mais preciosos momentos. Se nossos filhos virem em nós cristãos genuínos, completamente dependentes da graça de Deus, o Senhor nos honrará nem que seja nos últimos instantes.

Se não procurarmos ajuda no Manual Sagrado que Ele nos deixou: a Bíblia, e negligenciarmos a oração, nossos esforços serão inúteis. Mas, se buscarmos diariamente a “munição” divina, Deus nos fortalecerá e nos preservará: “Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor e santificação, com bom senso” (1Tm.2:15). Pode ser uma missão difícil, mas, que será vitoriosa se a abraçarmos com fidelidade, confiantes na graça e na justiça de Cristo. Porque estamos cuidando e instruindo não algo nosso, mas a “herança do Senhor” (Sl.127:3).

Que no glorioso Dia de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, possamos exclamar: “Eis-me aqui, e os filhos que o Senhor me deu” (Is.8:18). Pais e mães, mais do que qualquer outro grupo: vigiem e orem! Disso depende a sua vida e a de seus filhos.

Nosso Pai amado, que presente da graça o fato de sermos chamados filhos de Deus! Mas o Senhor também nos confiou a graça de termos filhos para cuidar. Foi quando Enoque teve seu primeiro filho que passou a andar Contigo, porque, foi na paternidade, que ele compreendeu melhor o Teu grande amor. São dias muito difíceis de se educar os nossos. Tu o sabes. Mas confiamos de que não estamos em uma luta solitária, pois o Senhor luta por nós e salvará os nossos filhos. Ajuda-nos a sermos como Enoque na vida de nossos filhos, pais que andam com o Senhor, no limiar da eternidade, aguardando apenas serem recolhidos. Pela justiça e no nome do nosso Salvador Jesus Cristo, que breve voltará, nós Te oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, pais e mães cheios do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#1REIS14 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I REIS 14 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de fevereiro de 2026, 0:30
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I REIS 14 – Pecados alastram-se como pólvora. Quando menos se espera, toma conta inclusive do povo de Deus.

Embora a Bíblia seja clara quanto a não existir ninguém que não peque, devemos arrepender-nos e voltar-nos para Deus de todo coração (I Reis 8:46-50). Embora seja impossível a impecabilidade, é possível trilhar pela graça de Deus no caminho da santidade!

A imoralidade e a iniquidade que não forem rejeitadas atrairão desastres e desgraças indesejadas à nação. E, infelizmente, tanto o Israel do Norte, quanto o do Sul, despencaram ladeira abaixo. O reino de Roboão e o de Jeroboão mergulharam fundo nas imundícias dos pecados dos habitantes de Canaã que Deus pediu que fossem erradicados dali (I Reis 14:24).

A esposa do rei Jeroboão era egípcia; a Septuaginta a identifica como a filha do Faraó Sisaque. A mãe do rei Roboão era amonita. O jugo desigual no casamento gerou sincretismo religioso. Esse caminho continua até hoje sendo muito perigoso para as famílias cristãs. A igreja de Laodicéia, ilustrando profeticamente a realidade atual do cristianismo, é classificada como morna, nem quente nem fria (Apocalipse 3:14-22).

Não houve arrependimento da esposa de Jeroboão, nem de Jeroboão, mesmo com a advertência de Deus através do profeta Aías; entretanto, sempre que Deus age, Ele suscita esperança (I Reis 14:14).

A divisão da nação israelita não foi da vontade de Deus, resultou da frieza espiritual dos líderes do povo. Consequentemente, houveram intensas tensões políticas entre Roboão e Jeroboão (I Reis 14:30).

Ainda que uma guerra civil tenha sido impedida mediante a intervenção divina no início da separação do reino de Israel (I Reis 12:21-24), “devem ter ocorrido repetidas campanhas militares entre ambos os territórios”, salienta o Dicionário Bíblico Adventista. Consequentemente, o faraó do Egito, Sisaque (I Reis 14:25-26), “pode ter pensado que a fraqueza política da Palestina, criada pela guerra civil entre o norte e o sul, facilitaria para ele a reconstrução do império egípcio na Ásia, perdido desde a idade de Amarna” (Idem).

Este capítulo oferece impactantes verdades:

• Mensagens divinas não podem ser ignoradas.
• Pecados enfraquecem o povo de Deus.
• Desunião nos fragiliza.
• Liderança infiel a Deus promove a apostasia.
• Ataques externos tornam-se mais fáceis quando existem discórdias.
• Idolatria, iniquidade e abominação interrompem as bênçãos de Deus.

Diante disso, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.