Reavivados por Sua Palavra


II REIS 16 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
11 de março de 2026, 1:30
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Texto bíblico: II REIS 16 – Primeiro leia a Bíblia

II REIS 16 – BLOG MUNDIAL

II REIS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



II REIS 16 by Jeferson Quimelli
11 de março de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/16

Como você resolve seus problemas? Por seus próprios meios, com a ajuda de outros, ou pedindo ajuda a Deus? Acaz, obviamente, não pediu ajuda a Deus quando enfrentou a invasão do rei da Síria e de Israel. Seu auxílio veio de rei da Assíria. Qual foi o preço que ele teve que pagar? “A prata e o ouro que se acharam na Casa do SENHOR e nos tesouros da casa do rei” (v. 8). Esta prata e ouro não lhe pertenciam, mas a Deus, porém Acaz não teve medo de usá-lo.

O afastamento de Acaz de Deus é ainda ilustrado quando ele construiu um altar como o usado por Tiglate-Pileser, rei da Assíria, em Damasco. Por que ele construiu este altar quando já existia um altar no Templo de Deus? Ele provavelmente queria ganhar a mesma vitória que o rei assírio conseguira, mas a construção da cópia de um altar falso certamente não lhe trouxe nenhuma vitória.

O distanciamento de Deus muitas vezes começa em pequenos passos. A única maneira de se manter firme é ficar sob a proteção de Deus e manter um relacionamento próximo com Ele.

Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/16
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II REIS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de março de 2026, 0:50
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735 palavras

não fez o que era reto. O reinado de Acaz marcou o início do declínio final da nação. Ezequias e Josias se esforçaram para deter a maré de iniquidade, mas os efeitos foram passageiros. Uma nação não pode resistir por muito tempo sem justiça e boa liderança. As pessoas más trazem sobre si, automaticamente, a ruína (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 1037).

altos. Esses altares parecem ter sido assimilados da adoração pagã a Baal e empregados para o culto ao Senhor de modo sincretista. Debaixo de toda árvore frondosa. Árvores grandes eram consideradas símbolos de fertilidade pelos habitantes pré israelitas de Canaã. Ritos pagãos imorais eram celebrados nos santuários localizados debaixo de semelhantes árvores. De modo contrário à proibição explícita segundo a aliança mosaica, os israelitas adotaram esse costume pagão (ver 17.10; 1Rs 14.23; Dt 12.2; Jr 2.20; 3.6; 17.2; Ez 6.13; 20.28; Os 4.13, 14) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Sacrificou. Escolher os mesmos lugares levou-os a imitar os ritos pagãos, especialmente no que se refere ao sacrifício humano, praticado por Acaz (v.3). A prática de tal barbaridade pagã era uma característica do culto a Moloque (Lv 18.21; 20.1-5), terminantemente proibida aos israelitas. O outro único rei que assim procedera, foi Manassés, de Judá (21.6). O rei de Moabe sacrificou seu filho a Camos (3.27) (Bíblia Shedd).

Estes rituais horríveis foram proibidos aos israelitas sob pena de morte  (Lv 18.21; 20.2) (CBASD, vol. 2, p. 1037).

a Jerusalém, para pelejarem contra ela. A breve guerra siro efraimita foi uma tentativa da Siria e Israel de derrubar Acaz e colocar em seu lugar no trono de Judá um rei que se opusesse à Assíria (Andrews Study Bible).

judeus. Do heb. Yehudim, de Yehudah (Judá), um dos doze filhos de Jacó. Esta é a primeira ocorrência da palavra nas Escrituras. O termo é aplicado, primeiramente, só aos cidadãos do reino do sul, de Judá. Após o cativeiro, é utilizado para designar todos os que retornaram para a Palestina, independente das origens tribais (Ed 4:12; Ne 1:2). Na era cristã, o nome abrangia todos os descendentes de Jacó (Mt 2.2) (CBASD, vol. 2, p. 1037).

o siros vieram até Elate e ficaram habitando ali até o dia de hoje. “Os edomitas então se mudaram para Elate, onde vivem até hoje” (NVI e NKJV). Segundo o que sabemos, o poder sírio nunca atingiu o Mar Vermelho, e a própria Síria deixou de existir dois ou três anos depois (Bíblia Shedd).

Os filisteus também aproveitaram esta oportunidade para vingar-se de suas derrotas anteriores (comp 2Cr 26.5-7 com 2Cr 28.18) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

enviou mensageiros. Acaz tomou esta decisão contra o conselho do profeta Isaías, que o encorajou a confiar em Deus e não em seres humanos (Is 7.7-13; 8.13) Livra-me. Um clamor assim só poderia ser dirigido ao Deus do Céu. O pedido a Tiglate Pileser era um lamentável resultado da falta de fé de Acaz em Deus. Repetidas vezes, em tempo de aflição, o Senhor prometeu libertar Seu povo. Isaías insistiu com o rei para que confiasse em Deus e não em seres humanos, mas Acaz recusou ouvir o conselho do profeta (CBASD, vol. 2, p. 1037).

Quir. O lar original dos sírios (Am 9:7), provavelmente localizada na parte mais ao sudoeste da Mesopotâmia. É ligada a Elão [mais tarde Pérsia e, hoje, Irã] (Andrews Study Bible).

Os arameus [sírios] foram mandados de volta para seu lugar de origem (Am 9.7) em cumprimento da profecia de Amós (Am 1.5) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

10 altar. A reprodução por Acaz de semelhante altar teria sido mais um sinal de submissão aos assírios (Bíblia de Estudo NVI Vida).

11 edificou um altar. Este foi um ato chocante para um sacerdote israelita. O sacerdócio foi dedicado ao serviço de Deus, não ao serviço dos ídolos, e esse sacerdote do Senhor edificou um altar pagão que tomaria o lugar do altar sagrado de Deus no templo(CBASD, vol. 2, p. 1038).

15 altar grande. Embora o fogo do céu tivesse inaugurado e sancionado o emprego do altar de bronze para a adoração ao Senhor (ver 2Cr 7.1), Acaz agora o substituiu por uma altar construído segundo o padrão do altar pagão em Damasco. Embora o altar de bronze fosse bastante grande (ver 2Cr 4.1), o altar novo era ainda maior (Bíblia de Estudo NVI Vida).

19 demais acontecimentos do reinado de Acaz. Ver 2Cr 28, onde está registrado, entre outras coisas, que Acaz chegou ao ponto de trancar as portas do templo (2Cr 28.24) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

20 foi sepultado. De acordo com o registro paralelo, ele não foi colocado na sepultura dos reis (2Cr 28:27) (CBASD, vol. 2, p. 1039).



2Reis 16 — Rosana Barros by Ivan Barros
11 de março de 2026, 0:45
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“Porque andou no caminho dos reis de Israel e até queimou a seu filho como sacrifício, segundo as abominações dos gentios, que o Senhor lançara de diante dos filhos de Israel” (v.3).

De nação santa de Deus, Israel estava a um passo de ganhar em maldade para as nações pagãs. Contrastando com os demais reis de Judá, Acaz não foi apenas um rei, mas um dos piores, pois “andou no caminho dos reis de Israel” (v.3). Não foi apenas um pai; foi o assassino de seu próprio filho. Não foi apenas um político estrategista; foi um falso adorador. Ele trocou o socorro do Senhor pela ajuda de homens, e o altar do Senhor foi colocado sem utilidade ao lado de um altar pagão. Deliberadamente, Acaz trocou a bênção pela maldição. Perdeu totalmente a noção do sagrado e se desfez das coisas santas como quem descarta objetos comuns.

O “troca-troca” de Acaz, infelizmente, não ficou exclusivo àquela época. Transformou-se em algo tão sutil que já não desperta revolta. Percebam que Acaz não deixou de observar os ritos sagrados, e os fazia como se fossem dedicados ao Senhor e oficiados por um sacerdote do Senhor. Entretanto, fazia-os no lugar e do modo que ele mesmo escolheu. Hoje, muitos dizem adorar a Deus, mas cada um da forma que mais lhe agrada. Falar de reavivamento e reforma tornou-se um discurso “extremista”, enquanto a maioria dos cristãos, especialmente os jovens, naufraga no mar de um cristianismo sem profundidade, nem tampouco identidade.

O capítulo de hoje nos traz uma lição fundamental para a nossa jornada cristã: deixar de lado o “assim diz o Senhor” para fazer a própria vontade é uma contrafação às preciosas verdades contidas na Palavra de Deus, e quem segue por esse caminho jamais terá êxito. Quando entregamos o nosso coração a Deus, o resultado inevitável é uma vida em constante progresso espiritual. Isso é um processo chamado santificação. E não significa que nunca mais vamos errar, mas que, mesmo cometendo erros de percurso, não largaremos da mão de Deus. Vimos que Davi, por exemplo, é o nome que representa um bom rei diante de Deus. Davi, porém, cometeu muitos e graves erros em sua vida. A diferença é que Davi não foi rebelde, mas escolheu entregar o seu coração aos cuidados do Senhor.

Liberdade não é viver o que eu acho ser correto. Liberdade é servir a Deus da maneira que Ele mesmo orientou. “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo.8:32). Existem, a título de ilustração, profissionais preparados para servir à sociedade. Se um médico prescreve um medicamento, é natural que o providenciemos e iniciemos o tratamento. Se um engenheiro aprova um projeto, é sinal de que podemos dar início às obras. Se o nosso carro vai para a revisão e o mecânico diz que está tudo em ordem, voltamos para casa confiantes de que o carro não dará problema. Confiamos nestes profissionais simplesmente porque eles são especialistas em sua área de atuação. Então, por que é tão difícil para o ser humano confiar nAquele que o criou? Em vez de corrermos para os braços do nosso Criador, nos atiramos nos braços falhos de outras criaturas. E, semelhante a Acaz, adiamos a entrega do nosso coração a Deus, deixando para uma “deliberação posterior” (v.15).

Assim como não fomos criados de qualquer jeito, a verdadeira adoração ao Criador não pode ser de qualquer maneira. Uma vida consagrada no altar do Senhor tem vínculo com o Céu através do diligente estudo da Palavra, da oração e do testemunho. Através de um relacionamento diário com Jesus, experimentamos as bênçãos de uma vida com propósitos eternos e, como o salmista, podemos declarar a cada amanhecer: “Faze-me ouvir, pela manhã, da Tua graça, pois em Ti confio; mostra-me o caminho por onde devo andar, porque a Ti elevo a minha alma” (Sl.143:8). Já uma vida sem comunhão é uma vida vazia, que busca preencher o abismo da alma imitando as obras de outras que se encontram na mesma condição. Como a beleza daquele altar pagão, o pecado se mostra atraente e acaba sequestrando todo aquele que por ele é vencido.

Ellen White escreveu o seguinte: “Quanto mais intimamente vos relacionardes com a Fonte da luz e do poder, tanto mais abundante a luz que sobre vós incidirá, e maior o poder com que haveis de trabalhar para Deus” (O Desejado de Todas as Nações, CPB, p.493). Sobre qual altar temos dedicado a nossa vida e como temos feito isso? Que possamos atender ao apelo do Espírito Santo através do apóstolo Paulo, consagrando, diariamente, no altar do Senhor, o nosso “corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o [nosso] culto racional” (Rm.12:1).

Nosso amado Pai e Criador, perdoa-nos por todas as vezes que buscamos auxílio no lugar errado e tentamos fazer as coisas do nosso jeito como se o Senhor tivesse a obrigação de aceitar a nossa oferta imperfeita! Pai, opera hoje em nosso coração o milagre da conversão, para que os nossos sentidos sejam governados pelo Espírito Santo e isso seja para nós motivo de muita alegria. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, consagrados no altar do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#2REIS16 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II REIS 16 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
11 de março de 2026, 0:30
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II REIS 16 – Assimilar as práticas equivocadas das religiões pervertidas é tão errado (ou mais) do que viver o paganismo abertamente. Deuses pagãos são falsos, embora sejam considerados verdadeiros por pessoas que ignoram ao Deus verdadeiro.

Israel, o reino do norte, estava indo de mal a pior – descendo ladeira abaixo na espiritualidade e moralidade – rumo à destruição, por causa de seus líderes negligentes aos princípios divinos; Judá seguia mais atrás de sua irmã.

Acaz reavivou o paganismo que Deus exigiu erradicar de Canaã. Embora Deus houvesse proibido claramente a horrível prática do sacrifício infantil (Êxodo 34:20; Deuteronômio 18:10), esse rei do povo de Deus a executou (II Reis 16:1-4).

É perigoso quando a religião verdadeira absorve práticas de outras religiões… Cuidado!

O rei Acaz foi o líder mais perverso da trajetória política de Judá. Ele praticou a terrível atrocidade do sacrifício humano além de promover práticas dos sacrifícios nos altos. Ele “herdou os problemas políticos de seu pai. A coalização de Rezim e Peca marchou contra Jerusalém para forçar Judá a se juntar à luta deles contra o avanço dos exércitos assírios. Mas Acaz, contra o conselho do profeta Isaías… buscou ajuda de Tiglate-Pileser e comprou sua intervenção com os tesouros do templo e do trono. A guerra assíria resultou na captura de Damasco…, na humilhação de Samaria (15:29) e na submissão de Acaz a Tiglate (16:5-9)” explica Kenneth Mathews.

Acaz revelou sua perfídia idolatria quando solicitou ajuda da Assíria, mesmo com a garantia da assistência divina (Isaías 7:1-17). Sua viagem a Damasco objetivando homenagear a Tiglate-Pileser II indica sua insensatez idólatra, trocando Deus por um suposto deus.

Ao visitar Damasco, Acaz trouxe um desenho do altar pagão visto lá; e deu ordens ao sacerdote Urias que fizesse em Jerusalém um altar daquele. Para construi-lo, Urias removeu um dos altares do Senhor do Templo, ignorando as orientações de Deus (II Reis 16:10-18). Lamentável!

É triste para uma nação quando seus líderes políticos e eclesiásticos unem-se para transgredir a Palavra de Deus. A prática sincretista da religião deve-se à falta de compromisso integral ao Deus verdadeiro. O desprezo à Palavra divina resulta de confiar mais em outras coisas do que no Deus que abençoa, protege e guia! Consequentemente, o fracasso se aproxima!

Portanto, reavivemo-nos urgentissimamente! – Heber Toth Armí.



II REIS 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
10 de março de 2026, 1:30
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Texto bíblico: II REIS 15 – Primeiro leia a Bíblia

II REIS 15 – BLOG MUNDIAL

II REIS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II REIS 15 by Jeferson Quimelli
10 de março de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2Rs/15

Deus é incrivelmente paciente conosco. Como você pode ver em todas essas histórias, Deus havia escolhido a nação de Israel para ser dEle, e, embora houvesse muitos reis que fizeram o mal aos Seus olhos, Ele ainda os manteve. E então, às vezes, vinha um rei que fazia o que era certo aos olhos de Deus, e mesmo esses reis permitiam que alguma forma de mal sobrevivesse durante seu governo.

Às vezes, parece que fizemos muito mal aos olhos de Deus para que Ele nos ame. Quando tivermos esses pensamentos, lembre-se de que Deus ficou com as nações de Israel e Judá, mesmo com os líderes em seus países orquestrando o mal aos Seus olhos.

Não estou sugerindo que devamos fazer o mal aos olhos de Deus porque sabemos que ele vai continuar conosco. Em vez disso, estou sugerindo que a ideia de que fizemos muito mal para voltar a Deus é de Satanás, e a verdade é que Deus está sempre disponível a nos receber e quer ter um relacionamento conosco.

Você precisa de um lembrete da paciência de Deus hoje? Ore, Ele te atenderá.

Suvan Campbell
Aluna da Great Lakes Adventist Academy – Academia Adventista dos Grandes Lagos
Michigan EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/15
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II REIS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de março de 2026, 0:50
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501 palavras

o SENHOR feriu. Como castigo por ter usurpado a função sacerdotal de queimar incenso no altar do templo (v. 2 Cr 26.16-21; Lv 13.46) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Foi este o pecado que privou o rei de ter uma história ainda mais longa e melhor sobre seu intenso reinado (Bíblia Shedd).

descansou Azarias. Este foi o ano da vocação de Isaías (739 a.C.; cf Is 6.1) (Bíblia Shedd).

10 matou-o. Amós já havia profetizado sobre a destruição da família de Jeroboão (Am 7.9). Jeú, porém, recebera a promessa de que sua dinastia perduraria até à quarta geração (2 Rs 10.30) (Bíblia Shedd).

12 Assim se cumpriu a palavra do SENHOR. Com a derrubada da dinastia de Jeú, o Reino do Norte entrou num período de instabilidade política (v. Os 1.4). Os demais cinco reis do Reino do Norte foram assassinados, excetuando-se Menaém, que reinou durante dez anos, e Oséias [o rei], que foi preso pelos assírios. O declínio e queda do Reino do Norte, desde a situação de poder e prosperidade no reinado de Jeroboão II, foi rápido (Bíblia de Estudo NVI Vida).

16 Tifsa… todas as mulheres. Era o centro dos partidários de Salum, e a selvageria que o novo rei ali revelou era uma peculiaridade só achada nos mais vis pagãos (8.12; Os 13.16; Am 1.13) (Bíblia Shedd).

19 Pul. O nome babilônico (v. 1Cr 5.26) do rei assírio Tiglate Pileser III (745-727 a.C.) (Bíblia de Estudo NVI Vida). O grande restaurador do Império da Assíria (à custa do sacrifício das nações vizinhas) (Bíblia Shedd).

mil talentos de prata. Trinta e cinco toneladas de prata (NVI).

Oséias [o profeta] denunciou a política de buscar ajuda dos assírios e predisse que fracassaria (Os 5.13-15) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

20 cinquenta ciclos de prata. Seiscentos gramas (NVI). Um simples cálculo aritmético revela que seriam necessários aproximadamente 60.000 homens de posses para fornecer as 35 toneladas de prata do tributo. Esse fato oferece algum indício da prosperidade que o Reino do Norte desfrutara durante os dias de Jeroboão (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Por causa dos pecados de Israel, essa prosperidade foi consumida nos gastos para consolidar o reino de Tiglate-Pileser III, segundo o v. 19 (Bíblia Shedd).

29  levou [cativos] os seus habitantes. Este evento […] marca o início da diáspora [dispersão judaica] das dez tribos (Andrews Study Bible).

Esta deportação aconteceu no ano 734 a.C. O reino da Assíria deportara as guarnições das cidades do norte e do noroeste, que representavam a nata do poder bélico de Israel; Samaria era uma fortaleza poderosa, mas já não possuía nenhuma força física ou moral – a corrupção já a levaria à decadência, e o seu rei poderia ser comparado a um “pássaro engaiolado”. O resto de Israel era dominado facilmente como vassalo. (Bíblia Shedd).

30 Oséias. Não há dúvida que sua entronização foi feita com a ajuda do rei da Assíria. Este último rei de Israel acabou se tornando um simples títere nas mãos dos assírios. A sua conspiração o levou à loucura de tentar descartar-se de sua aliança com a Assíria, fazendo mexericos com o rei do Egito (17.4), o que redundou na destruição total de Israel (Bíblia Shedd).



2Reis 15 — Rosana Barros by Ivan Barros
10 de março de 2026, 0:45
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“Esta foi a palavra que o Senhor falou a Jeú: Teus filhos, até à quarta geração, se assentarão no trono de Israel. E assim sucedeu” (v.12).

Há alguns dias, estudamos a história de Naamã, sobre a sua lepra e de como foi curado. Hoje estudamos sobre o rei Azarias (ou Uzias), sobre a sua lepra e de como não houve cura. Naamã havia sido um herói de guerra, conquistador de muitas vitórias. Porém, tudo o que havia conseguido foi porque o Senhor o abençoou, e ele precisava reconhecer isso. No caso de Azarias, a maldita doença consumiu a sua vida até à morte; a cura não lhe foi outorgada. Quando estudarmos o segundo livro de Crônicas, veremos que Azarias acariciou o orgulho e a arrogância em seu coração.

Provavelmente, se Deus não tivesse permitido que aquela doença o ferisse até à morte, o relato de que “fez o que era reto perante o Senhor” (v.3) teria sido bem diferente. Azarias também é chamado na Bíblia pelo nome de Uzias (v.32), mas ambos os nomes significam: “Deus é a minha força” ou “a minha força é Deus”. O Senhor teve que deter as forças de Azarias para que ele pudesse compreender o significado e o peso de seu próprio nome.

Enquanto isso, em Israel …

Conspirações, mortes e um reino que não passava de pai para filho, mas de um assassino para outro. As palavras que o Senhor havia dito a Jeú se cumpriram: “Porquanto bem executaste o que é reto perante Mim e fizeste à casa de Acabe segundo tudo quanto era do Meu propósito, teus filhos até à quarta geração se assentarão no trono de Israel” (2Rs.10:30). Infelizmente, Jeú não andou diante do Senhor com inteireza de coração e, após a quarta geração, o trono de Israel não seria mais de sua descendência (2Rs.10:31).

De geração em geração, o pecado tem revelado seus resultados desastrosos. Tudo porque a natureza humana conspira contra a natureza divina. Não estamos livres, nem como cristãos. Vivemos uma batalha constante contra a lei do pecado que habita em nossa carne. A respeito disso, o próprio Paulo confessou: “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm.7:19). A vida cristã é um desafio diário. Mas podemos louvar ao Senhor porque temos um Salvador compassivo que Se compadece de nós, que deseja perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda a injustiça (1Jo.1:9). Até que, como o próprio Paulo, possamos declarar: “logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gl.2:20).

Temos visto, de forma muito clara, que pertencer a Israel ou a Judá não era sinônimo de salvação, amados. Fazer parte de uma nação eleita não garantia aos filhos de Israel uma entrada no Céu, mas fazia deles atalaias do Senhor, mensageiros da verdade. Não era apenas um privilégio, mas uma tremenda responsabilidade. “Fez o que era mau perante o Senhor” era uma realidade que se repetia vez após outra, principalmente em Israel. Já em Judá, observem que alguns reis fizeram “o que era reto perante o Senhor”, e que os nomes de suas mães são citados nas Escrituras. Certamente, uma lembrança viva da importância da educação de mães piedosas.

Hoje, vivemos em um mundo onde a maior pregação tem sido: “Deus só quer o seu coração”! Cuidado, amados! Sim, Deus quer o nosso coração, pois Ele mesmo diz: “Filho Meu, dá-me o teu coração” (Pv.23:26), e também diz: “Eis que estou à porta e bato […]” (Ap.3:20). Mas quando abrimos a porta de nosso coração e o entregamos a Deus, é inevitável que haja mudança. Pois quando Cristo assume o primeiro lugar em uma vida, Ele arruma a bagunça que o pecado deixou. O Espírito Santo entra como agente transformador e passamos a andar “em novidade de vida” (Rm.6:4). Percebem?

Todo aquele que aceita a Jesus como Seu Salvador pessoal precisa refletir a Sua imagem. Precisa almejar ser como Ele. Esse reflexo só pode ser percebido quando há uma transformação de dentro para fora. Essa transformação inclui andar pela via dolorosa com Cristo, na escola do sofrimento que nos aperfeiçoa e nos faz sentir cada vez mais saudades do Salvador e do Céu. A aparência de santidade aliada a um coração orgulhoso é um dos maiores enganos do inimigo, meus irmãos. Quando a Bíblia diz que “o coração alegre aformoseia o rosto” (Pv.15:13), não está a falar de qualquer alegria, mas do fruto do Espírito Santo; e nem tampouco de qualquer formosura, mas da formosura em assemelhar-se a Cristo. O que Israel não entendeu, precisamos buscar viver a cada dia, pelo poder da graça divina.

A maior preocupação e ocupação dos reis de Israel e de Judá era a de engrandecer o seu nome e tornar o seu reino poderoso sobre os demais. A maior ocupação dos fiéis sentinelas de Cristo deve ser engrandecer o nome dEle e anunciar o Seu Reino. A ordem de Cristo foi: “Ide ao mundo e pregai o evangelho!” (Mt.28:19), e não “ide à igreja e se ocupem a ponto de não terem tempo de buscar o que está perdido”. Mas antes de ir, os discípulos tiveram que ficar e esperar, até estarem cheios do Espírito Santo (At.1:8).

Buscar em primeiro lugar o reino de Deus e a Sua justiça não é fazer o que achamos que devemos fazer, mas permitir que o Espírito Santo tome conta do nosso coração e conduza os nossos passos na direção daqueles que necessitam conhecer a Cristo. Lembremos, amados, que quando os discípulos estavam cheios do Espírito, “acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (At.2:47). Não permitamos que a lepra do pecado nos consuma a vida até à morte. Mas que possamos abrir o nosso coração Àquele que por Sua morte nos presenteou com vida, e vida em abundância (Jo.10:10).

Nosso Deus e Pai, a Tua preciosa graça tem nos alcançado a cada dia e nós queremos ser Teus instrumentos, cheios do Teu Espírito, para compartilhá-la com outros. Como os passarinhos constroem seus ninhos com um fio após outro até que tenham um ninho seguro, que a obra do Espírito Santo seja realizada em nosso coração, um dia de cada vez, até que estejamos completamente seguros em Teus braços. Que a nossa maior e primeira ocupação seja a de proclamar o Teu reino e a breve volta de Jesus! Fazemos, hoje, Senhor, uma aliança com o nosso coração, para que ele seja inteiramente Teu! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos para salvar!

Rosana Garcia Barros

#2REIS15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II REIS 15 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de março de 2026, 0:30
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II REIS 15 – A bênção de um Deus gracioso e misericordioso nem sempre é aproveitada como positiva por um povo que está alheio aos Seus nobres princípios.

O grande sucesso militar e econômico tanto de Israel quanto de Judá não foi reconhecido como a poderosa e graciosa mão de Deus. Por isso, não houve resultados positivos no quesito espiritual.

“Esse período de prosperidade não foi acompanhado de fidelidade à aliança, um fato que o [texto] deixa claro (II Reis 14:24; 15:4), e profetas canônicos daquela era, como Amós e Oséias, enfatizam. Sem renovação espiritual, a prosperidade é apenas uma bênção antes de consequências terríveis, pois, conforme observado por Noth, ‘o grande poder da Assíria pairava sinistramente ao fundo’. Um impressionante instrumento de destruição logo estaria pronto para castigar o povo desobediente. Após a morte de Jeroboão II […] Israel experimenta uma série de monarcas que reinaram por pouco tempo. Intriga e engano provocaram o caos em Samaria exatamente quando Tiglate-Pileser III (c. 745-717 c.C.) transforma a Assíria numa potência mundial aventureira, conquistadora, ocupadora, exiladora e assassina. Em vinte anos cinco reis governaram Israel, mas nenhum deles faz qualquer coisa para investigar a derrocada moral da nação (II Reis 15:8-31). Nesse ínterim, a situação é ligeiramente melhor em Judá basicamente devido à liderança moral de Uzias e Amazias (15:1-7). Assim mesmo, como os lugares altos não foram removidos de Judá, as sementes da destruição existem para ambos os reinos”, analisa Paul House.

Nem Azarias nem Jotão de Judá eliminaram os “altos”, consequentemente o povo permanecia sacrificando e queimando incenso nos altos (II Reis 15:4, 35). Ali se sacrificavam aos ídolos e às vezes ao Deus verdadeiro. Fazer o bem, sem eliminar completamente o mal não agrada totalmente a Deus!

Sempre há consequências quando não priorizamos Deus (II Reis 15:5). A lepra de Amazias era advertência ao povo de Deus, e também a nós:

• Quase fiel, não é fiel;
• Quase íntegro, não é íntegro;
• Quase consagrado, não é consagração;
• Quase puro, ainda é impuro;
• Quase salvo, é totalmente perdido.

Se líderes do povo de Deus não agem para eliminar o erro radicalmente, o povo fica confuso, perdido… despencando para a ruína!

Nossa entrega a Deus precisa ser total para que nossa espiritualidade não seja meramente parcial.

Então, precisamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.