Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 21 by jquimelli
15 de agosto de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Jeremias lembra à Casa de Davi, o rei e os seus príncipes, que a razão de Deus estar entregando a nação aos babilônios é a total corrupção dentro da estrutura dirigente. Deus faz aqui uma apaixonada defesa em prol da justiça, honestidade e compaixão como sendo uma obrigação da liderança para com as pessoas. Os líderes que não atenderem a este apelo de Deus sofrerão as consequências de sua maldade.

Isso me faz lembrar de um princípio que procurei incutir em meus filhos enquanto eles cresciam: tomem boas decisões e coisas boas acontecerão; tomem decisões ruins e coisas ruins acontecerão! Quanto mais boas decisões você tomar, mais coisas boas acontecerão. E o oposto também é verdadeiro: quanto mais cedo você parar de tomar más decisões e começar a tomar boas decisões, coisas boas vão acontecer mais rapidamente!

A boa notícia neste capítulo é que o amor e a justiça de Deus não permitirão que a corrupção do pecado dure para sempre. Se você sofre com injustiça e opressão, saiba que um dia Ele fará o acerto de contas e estabelecerá uma nova ordem de coisas em que habita a justiça. Louvado seja Deus!

Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart – http://www.hartresearch.org/
Califórnia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/21, https://www.revivalandreformation.org/?id=1022 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/21/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/05/22
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 21 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



JEREMIAS 21 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
15 de agosto de 2017, 0:56
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JEREMIAS 21 – A maior tragédia que alguém pode experimentar é a tragédia espiritual. A qual ocorre pelo amor ao pecado ligada à rejeição à palavra profética.

O segundo livro de Reis é descrito “como ‘o registro nacional mais trágico já escrito’, e a parte mais trágica desse registro trágico é a final, que cobre o período em que Jeremias viveu. Cerca de oitenta ou cem anos depois da morte de Isaías, Jeremias exerceu seu ministério, o qual continuou por mais de quarenta anos, durante os reinados dos últimos cinco reis de Judá (1.1-3). Basta citar esses reis – Josias, Jeocaz, Jeoaquim, Joaquim e Zedequias – para compreender a escuridão daqueles dias” (J. Sindlow Baxter).

“Coube a Jeremias profetizar em uma época em que todas as coisas em Judá estavam convergindo para uma lamentável catástrofe final; quando a inquietação política estava em seu auge; quando as piores iras dominavam os vários partidos; e os conselhos mais fatais prevaleciam”. Além disso, era difícil para o profeta “ver o próprio povo, a quem amava com a ternura de uma mulher, lançar-se sobre o precipício para a imensa e tumultuada ruína”. Após inserir esta citação do Dr. Moorehead, Baxter declara:

“Jeremias foi o profeta da meia-noite de Judá”.

Nos dias hodiernos vivemos na meia-noite da história de muitos países, ou melhor, do mundo. O dia do juízo começou em 1844 pelas profecias. Portanto, precisamos atentar para as mensagens de juízo do profeta Jeremias. O capítulo em pauta oferece-nos estes pontos:

1. Tem gente que só confia na palavra profética quando começa a perceber que ela, na verdade, está certa. Deus rejeita confiança desta forma (vs. 1-2).
2. Diante de interesses pessoais, não espirituais, Deus, através de Jeremias oferece resposta:
• Primeiramente ao impenitente rei Zedequias (vs. 3-7);
• Depois, ao povo rebelde (vs. 8-10);
• Finalmente, à corte de Davi (vs. 12-14).

Jeremias não foi pessimista, foi realista. Sua mensagem foi como colocar o dedo na ferida para curar, mas o paciente foge de medo e permanece com as mazelas do pecado.

Nossa sociedade precisa da mensagem de Jeremias. Nossas igrejas precisam viver e proclamar salvação com arrependimento, as consequências funestas do pecado, o perigo do desprezo à Palavra de Deus e, a colheita horrível para quem planta no terreno do diabo.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JEREMIAS 21 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
15 de agosto de 2017, 0:55
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JEREMIAS 21, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de agosto de 2017, 0:30
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“A este povo dirás: Assim diz o SENHOR: Eis que ponho diante de vós o caminho da vida e o caminho da morte” (v. 8).

As profecias dadas a Jeremias começaram a mostrar a sua veracidade. De uma forma persistente e muito clara, o profeta havia predito a futura destruição caso o povo não se arrependesse dos seus maus caminhos. Porém, obstinados e insubmissos, os líderes do povo tinham sido os primeiros a negar-se a ouvir as palavras proféticas, e encaminharam a nação rumo a uma guerra já vencida.

Nabucodonosor foi escolhido por Deus como um vingador e o momento disso cumprir-se era chegado. Durante muito tempo o profeta havia erguido o último chamado de Deus, sendo por isso ridicularizado e escarnecido. Então, ao ver os exércitos de Babilônia cercar a cidade, o rei Zedequias reconheceu, pela primeira vez, a autenticidade das palavras de Jeremias: “Pergunta agora por nós ao SENHOR” (v. 2). Contudo, ERA TARDE DEMAIS!

A invasão era inevitável e o cerco estava estabelecido. O que o SENHOR havia dito que faria estava diante dos olhos de todo o povo. Contudo, novamente, Ele coloca diante de todos a possibilidade de escolherem “o caminho da vida” (v. 8). Dentro dos portões de Jerusalém, a corrupção e a idolatria prevaleciam e, fora deles, o SENHOR lhes estendeu uma nova chance: “mas o que sair e render-se aos caldeus, que vos cercam, viverá, e a vida lhe será como despojo” (v. 9). A mensagem central era: Entreguem-se à Babilônia, e vocês não irão participar dos juízos que recairão sobre Jerusalém e toda a Judá.

A história comprova que Babilônia assumiu o governo do mundo da época e, com cetro de ferro, Nabucodonosor ergueu um império que teve grande êxito por quase 70 anos. Porém, após este período, Deus faria o Seu povo sair de Babilônia e regressar para Jerusalém. O que nos mostra que, para cada fase da história, o SENHOR tem um chamado especial para o Seu povo, que se resume na seguinte ordem: “Ouvi a palavra do SENHOR!” (v. 11).

A escatologia bíblica nos mostra, de uma maneira evidente e, historicamente contundente, que as profecias para o tempo do fim iniciaram suas aplicações no ano de 1798, segundo o livro de Daniel e o livro de Apocalipse (Não se preocupe, estudaremos estes livros de forma mais profunda). A partir deste ano, não mais estamos diante de uma guerra entre nações apenas, mas de um conflito que dará fim a toda a história de pecado deste planeta. E, semelhante ao término do jugo babilônico, o chamado do SENHOR para nós é que saiamos da Babilônia contemporânea: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap. 18:4).

A situação dos seres humanos nos últimos dias é descrita por Paulo em II Timóteo 3:1-5 (Leia!). E a sua advertência para todo filho de Deus é: “Foge também destes”, porque “estes resistem à verdade. São homens de todo corrompidos na mente, réprobos quanto à fé” (II Timóteo 3:5 e 8). Da mesma forma que os que seguiram os falsos profetas e líderes foram punidos juntamente com eles na época de Jeremias, o mesmo se dará nestes últimos dias. E o chamado para os filhos de Deus tem sido: “Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o SENHOR” (II Timóteo 2:22). Coração puro não significa ouvir a voz do nosso coração enganoso, e sim a voz dAquele que é “o caminho, e a verdade, e a vida” (João 14:6).

Jesus mesmo foi enfático ao declarar: “Nem todo o que Me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas AQUELE QUE FAZ A VONTADE DE MEU PAI, que está nos céus” (Mateus 7:21). A VONTADE do Pai está contida em Sua Palavra, e, conhecendo-a, passamos a conhecer também o caminho da vida (João 17:3). Não há meio termo no fato de que estamos diante do mesmo dilema: “Eis que ponho diante de vós o caminho da vida e o caminho da morte”. E, como nunca antes, a profecia de Joel é um clamor urgente de um Deus que deseja ardentemente nos salvar: “Multidões, multidões no vale da Decisão! Porque o Dia do SENHOR está perto, no vale da Decisão” (Joel 3:14). Que a minha e a tua decisão seja pelo caminho da vida!

Bom dia, chamados para a salvação!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias21
#RPSP



JEREMIAS 21 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
15 de agosto de 2017, 0:25
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JEREMIAS 21 – COMENTARIOS SELECIONADOS by jquimelli
15 de agosto de 2017, 0:20
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Zedequias é como a maioria dos homens: usa a religião apenas quando está em situação cujos recursos humanos não são suficientes para obter-se uma solução favorável ao problema que enfrenta; quando não, permite que até os fiéis sejam perseguidos. … Ezequiel, nessa época, estava pregando a mesma coisa na Babilônia (Ez 7.22)”. Comentários da Bíblia Shedd, sobre Isaías 21.

Palavra. O cap. 21 não esta em sequencia cronológica com os demais capítulos a seguir, mas pertence a época do rei Zedequias. E muito provável que os eventos descritos aqui ocorreram no inicio do ultimo cerco de Nabucodonosor a Jerusalém, em 588 a.C. … Atemorizado por sombrias perspectivas ao ver os exércitos de Nabucodonosor se acercarem de Jerusalém, Zedequias enviou dois dignitários a Jeremias para que consultasse o Senhor. CBASD, vol. 4, p. 469.

Pasur. Não é a pessoa mencionada em Jeremias 20 (ver com. de Jr 20:1). CBASD, vol. 4, p. 469.

Pelejarei Eu mesmo. Muitas vezes em sua historia, Israel enfrentou, com segurança, exércitos superiores, crendo que o Senhor estava com eles. Desta vez, contudo, o “Deus de Israel” (v. 4) declarou que Ele estava do lado dos invasores caldeus. A causa de Israel era sem esperança. CBASD, vol. 4, p. 469, 470.

12 O casa de Davi. As funções judiciais parecem ter sido assumidas, em grande parte, pelos membros da casa real. CBASD, vol. 4, p. 470.

Pela manhã. Aparentemente, uma das melhores maneira de um governante oriental manter o favor de seus súditos era levantar nas primeiras horas do dia e ir a porta da cidade (ver com. de Gn 19:1) para ouvir as queixas e solicitações dos que foram prejudicados. A aparente negligencia de Davi quanto a esse procedimento sábio abriu caminho para a rebelião de Absalão (ver 2Sm 15:2-6). … Esperar ate mais tarde, quando o calor se tornasse opressor, resultaria na perda dessa oportunidade para dispensar a justica necessaria ao povo (ver 2Sm 4:4; Ec 10:16, 17). CBASD, vol. 4, p. 470. CBASD, vol. 4, p. 470.

13 Moradora do vale. Possivelmente, esta seja uma referencia a parte mais baixa da cidade de Jerusalem. CBASD, vol. 4, p. 470.

Rocha da campina. Do heb. tsur, “grande rocha”. Com um falso sentido de seguranca, os lideres de Jerusalem pensavam que suacidade era invencivel. CBASD, vol. 4, p. 470.

Quem descera … ? Como os jebuseus do passado, o povo de Juda confiava no que eles equivocadamente consideravam a posicao natural de Jerusalem como uma forca invencivel. CBASD, vol. 4, p. 470.

14 Na cidade, qual bosque … devorara todos os seus arredores. Um dos atos destrutivos dos exercitos invasores como o de Nabucodonosor era cortar “os altos cedores” e os “ciprestes escolhidos” (2Rs 19:23). O desmatamento recorrente foi uma razao parcial para a relativa escassez de arvores na atual Palestina. CBASD, vol. 4, p. 470.




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