Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 31 by jquimelli
25 de agosto de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Este capítulo se baseia no mesmo tema discutido no capítulo anterior: a restauração de uma terra que foi devastada pela guerra e saqueada pelas nações invasoras (v. 4,11,18). Além disso, Deus reintroduz o tema da aliança.

A restauração da terra, a punição dos inimigos, o retorno das pessoas à sua terra, tudo isso não tem sentido se não houver uma relação de aliança. A reforma externa não tem sentido se não houver uma correspondente transformação de caráter e restauração do relacionamento com Deus.

Deus não está aqui removendo a lei ou se afastando dela – Ele promete que vai ajudar Israel a interiorizar a lei, de tal forma que ela faça parte de todos os aspectos de sua vida. Deus também promete: ““Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados.” (v. 34 NVI). Este ato de perdão é outra indicação de que o foco de Deus aqui não é alterar a lei, mas transformar o Seu povo. Ele os perdoa e os capacita, implantando Sua lei em seus corações.

Michael Sekupa
Diretor Associado Patrimônio Ellen G. White

 

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/31 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/31/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/01/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 31 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



JEREMIAS 31- COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
25 de agosto de 2017, 0:55
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JEREMIAS 31 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
25 de agosto de 2017, 0:45
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JEREMIAS 31 – Fraco, medroso, sensível, chorão, tímido e acanhado, assim era Jeremias, o profeta de Deus para Israel e as nações. Não era um super líder, nem um super homem. Ele não era blindado contra problemas, embora fosse muito temente a Deus.

Importante saber: “Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios, e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar os fortes. Ele escolheu as coisas insignificantes do mundo, as desprezadas e as que nada são, para reduzir a nada as que são, para que ninguém se vanglorie diante dEle” (I Coríntios 1:27-27).

Um débil e falho profeta ergue sua voz e exalta ao Deus Todo-poderoso, perfeito, justo e amoroso. O capítulo em pauta é rico em revelações sobrenaturais abrangentes e importantes. Observe atentamente:

• Deus, graciosa e amorosamente, promete libertar e restaurar, com poder, aos exilados do megalomaníaco e mundial Império Babilônico. A ação divina resulta num dinâmico reavivamento coletivo (vs. 1-9).

• Deus age em todos os momentos, seja para conduzir transgressores à disciplina ou para reorientar e trazer de volta. A generosidade e a bondade de Deus nunca abandonam Seus filhos. Deus reverte tristezas em alegrias e transforma choro em risada (vs. 10-14).

• Deus ouve o choro de uma mãe pelos filhos que estão longe. O amor de Deus por Seus filhos é maior a tal ponto almejar para Seu povo coisas bem melhor do que uma mão deseja para seus filhos (vs. 15-26).

• Deus, altruistamente, cuida de Seu povo, promete fazer uma nova aliança com os pecadores. Jesus é o foco do profeta Jeremias (vs. 27-34; ver Mateus 26:28; Marcos 14:24; Lucas 22:20; I Coríntios 11:25; II Coríntios 3:6; Gálatas 3:1-29; Hebreus 8:8-12; 10:16-17).

• Deus oferece perdão, apesar de toda podridão dos pecadores; Deus aceita reconciliação, apesar da rebelião de Seu povo. O amor divino não é instável, nem condicional, nem limitado (vs. 35-37).

• Deus promete que Jerusalém será restaurada. A cidade santa, a Nova Jerusalém, será realização das mãos divinas (vs. 38-40; ver Filipenses 3:20-21; Hebreus 11:16; Apocalipse 21:1-27).

Deus anseia intimidade com a humanidade. Ele quer nossa presença por toda a eternidade; isso, porém, vai depender de nossa aceitação no presente de Sua solução para nossa situação.

Deus quer imprimir Sua vontade em nosso coração. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JEREMIAS 31, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de agosto de 2017, 0:30
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“De longe se me deixou ver o SENHOR, dizendo: Com amor eterno Eu te amei; por isso, com benignidade te atraí” (v. 3).


Com uma ternura inigualável e linguagem demasiadamente amorável, o SENHOR Se dirige a Seu povo com um discurso bem diferente dos que temos visto até agora. Semelhante ao pai do filho pródigo (Lucas 15:20), Deus prediz o tempo em que acolheria de volta o filho rebelde (v. 9). Semelhante ao pastor que vai em busca da ovelha perdida (Lucas 15:4), Ele traria Israel de volta e o guardaria, “como o pastor, ao seu rebanho” (v. 10). No momento certo, os atalaias de Deus anunciariam: “Levantai-vos, e subamos a Sião, ao SENHOR, nosso Deus!” (v. 6).

A promessa divina era de proteger o Seu povo e livrá-lo das mãos dos mais fortes, assim como livrou Jacó da ira de Esaú (v. 11). O clamor seria convertido em júbilo e a tristeza em alegria. O choro de Raquel, esposa amada de Jacó, que faleceu no parto do seu segundo filho (Gênesis 35:16-19) e foi sepultada em Belém, foi usado como uma profecia que se cumpriria nos dias de Cristo, com a morte dos inocentes de Belém (Mateus 2:18).

Diante de Israel estava uma nova oportunidade, uma esperança para o futuro (v. 17). O povo se converteria e se arrependeria, reconhecendo ao SENHOR como seu Deus (v. 18) e se envergonharia do tempo em que ignoraram a Sua voz (v. 19). Porém, os filhos de Israel teriam de prestar atenção e estar bem seguros nos marcos estabelecidos por Deus (v. 21). A aliança seria renovada (v. 31), e, como a renovação de votos matrimoniais, o SENHOR receberia de volta a menina dos Seus olhos e gravaria em seu coração e mente, as leis que haviam abandonado (v. 33).

O que o SENHOR tem para o Seu povo dos últimos dias hoje não é um convite, É UM CHAMADO! E “ninguém, pois, toma esta honra para si, senão quando chamado por Deus” (Hebreus 5:4). Não é preciso lutar, mas estar alerta (v. 21), para que sigamos com fé o caminho da “igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (I Timóteo 3:15). Não devemos confiar em nós mesmos, pois já aprendemos que o nosso coração é enganoso (Jeremias 17:9). Mas devemos confiar nAquele que nos ama com amor eterno. A cruz é a resposta e a solução. Devemos apenas crer!

A convocação tem sido feita, assim como o SENHOR convocou os filhos de Israel para torná-los um só povo. Um remanescente ressurgirá, “o restante de Israel” (v. 7), de toda língua, tribo, povo e nação. Não haverá entre eles distinção, pois todos atenderão ao chamado de um só SENHOR. As trevas darão lugar ao intenso brilho das tochas acesas pelo poder dobrado do Espírito Santo e os lugares mais ermos e considerados impossíveis de serem alcançados, serão iluminados por elas. Também não haverá mais desculpas para o comodismo e Deus não mais suportará a falta de zelo e de amor pelo próximo. Ele não mais irá tolerar tamanho descaso daqueles que se chamam pelo Seu nome para com os pequeninos que foram comprados a custo tão alto.

“Eis aí vêm dias” (v. 27), e já chegou, de erguermos a bandeira da verdade que liberta, e balançarmos em todas as direções, buscando a reunião dos filhos do Altíssimo, para que voltem “da terra do inimigo” (v. 16). O SENHOR tem pressa! Ele tem saudades! E não mais suporta ver tanta dor e nem “Raquel chorando por seus filhos” (v. 15)! Como nos dias de Noé, “o mundo inteiro jaz no Maligno” (I João 5:19), e, quando Deus fechar a porta, a Terra gritará de dor, os seus gemidos penetrarão os Céus e o próprio exército de anjos entenderá que chegou a hora de brilhar não mais como uma estrela no firmamento, de erguer um cântico não mais apenas aos pastores no campo. Mas, chegada é a hora de toda a humanidade contemplar a Majestade dos Céus e a uma só voz reconhecer: Só o SENHOR é Deus!

Então, a glória de Cristo refletirá na face de um só povo, assim como refletiu na face de Moisés, pois ambos têm algo em comum na mente e no coração: A santa lei de Deus. Guardaram e amaram os mandamentos do SENHOR e dEle ouvirão: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu SENHOR” (Mateus 25:21). Entra em Jerusalém, lugar que preparei para você, que “jamais será desarraigada ou destruída” (v. 40)!

Ali, “todos Me conhecerão, desde o menor até ao maior deles, diz o SENHOR. Pois perdoarei as suas iniquidades e dos seus pecados JAMAIS ME LEMBRAREI” (v. 34)!

Não perca mais tempo! “Presta atenção”! Os sinais são evidentes. Ouça os passos de um Deus que Se aproxima!

Bom dia, chamados para a salvação!

Desafio do dia: Oremos pelo reavivamento e reforma em nossa vida e no meio do povo de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias31
#RPSP



JEREMIAS 31 – COMENTÁRIO SELECIONADO by jquimelli
25 de agosto de 2017, 0:20
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15 Ramá. Embora houvesse vários lugares com este nome, quase não há dúvidas de que a Ramá mencionada por Jeremias neste versículo ficava próxima à sepultura de Raquel, que por sua vez, estava no ‘no território de Benjamim, em Zelza’ (1Sm 10:2). Ramá (possivelmente, a moderna Ramallah) ficava na estrada por onde os judeus exilados foram levados no caminho de Jerusalém para Babilônia, e parece ter sido um ponto de encontro dos cativos, antes da árdua jornada rumo ao cativeiro.

O massacre de alguns israelitas pelos babilônios e o cativeiro de outros ocorreram próximo à sepultura de Raquel e revelam a pertinência desta ilustração. Raquel é representada como testemunhando a angústia experimentada por seus descendentes e chorando amargamente por seus filhos. Mateus, inspirado pelo Espírito Santo, aplicou esta passagem ao massacre de Herodes às crianças de Belém.” Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 506.




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