Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 5, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de julho de 2017, 0:30
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“Coisa espantosa e horrenda se anda fazendo na Terra: os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam de mãos dadas com eles; e é o que deseja o Meu povo. Porém que fareis quando estas coisas chegarem ao seu fim?” (v. 30-31).


Um dos capítulos que considero mais difíceis de se ler na Bíblia é o capítulo dezenove do livro de Juízes. A narrativa ali contida é extremamente trágica e forte. Era como se fosse uma “amostra” da condição terrível e degradante do ser humano sem Deus. Ao comparar os povos inimigos com animais (v. 6), além da aplicação profética em alguns casos, creio que também seja pelo fato de que quando o homem dá as costas para o Seu Criador, assemelha-se a animais irracionais, e coisas espantosas e horrendas acontecem.

A população estava completamente indiferente ao SENHOR. Não havia uma só pessoa que praticasse a justiça ou buscasse a verdade (v. 1). TODOS juravam por Deus falsamente e sua situação de rebeldia era tão grande que “endureceram o rosto mais do que uma rocha” (v. 3). Diante desta triste realidade, o profeta pensa (parafraseando):
– Bem, a população é insensata porque não conhece o SENHOR. Então, irei falar com os profetas e com os sacerdotes, pois eles certamente conhecem a Deus (v. 4 e 5).

Porém, as expectativas de Jeremias são frustradas ao perceber que os líderes do povo agiam tão pior quanto. Aqueles que deveriam ser representantes do SENHOR na terra, proclamando a Sua Palavra e “o direito do seu Deus” (v. 5), falavam mentiras e “de comum acordo” ultrapassavam “até os feitos dos malignos” (v. 28).

De linhagem sacerdotal, Jeremias enfrentava o triste dilema de afrontar até seus próprios parentes. De maneira insistente e tomado de compaixão, ele pronunciava as palavras do SENHOR a um povo cujo coração era “rebelde e contumaz” (v. 23). Aparentemente, o povo vivia uma falsa segurança. “Se tornaram poderosos e enriqueceram” (v. 27), e para eles não fazia sentido algum dar atenção e nem dar ouvidos às palavras de repreensão do profeta (v. 21). Enquanto o profeta dizia: “os vossos pecados afastam de vós o bem” (v. 25), o povo dizia: “Nenhum mal nos sobrevirá; não veremos espada nem fome” (v. 12).

Jesus nos advertiu que nos últimos dias surgiriam muitos falsos cristos e falsos profetas declarando mentiras e engodos “para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mateus 24:24). E Paulo também nos alertou acerca de um tempo de falsa paz: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (I Tessalonicenses 5:3). Mas, assim como o SENHOR prometeu ao antigo Israel: “não vos destruirei de todo” (v. 18), o mesmo sucederá no fim dos tempos.

Diferente de como o povo interpretou a mensagem profética como muito dura, devemos encarar os avisos de Deus como um Pai que não quer que nenhum de Seus filhos pereça, mas que todos se arrependam. Não permita que o seu coração se torne insensível às advertências divinas, mas que sejamos instrumentos do SENHOR, levando o Seu evangelho e a esperança de Sua breve volta a um mundo que está em contagem regressiva!

Bom dia, filhos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias5
#RPSP



JEREMIAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2017, 0:25
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Dai voltas. Esta ordem é dada para destacar a universalidade da corrupção moral que prevalecia em Jerusalém. O desafio nos lembra da antiga história do sábio grego Diógenes, fundador da escola cínica de filosofia, que caminhava pelas ruas de Atenas com uma lanterna acesa, procurando um homem honesto. … chama a atenção para a extrema escassez de pessoas justas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 401.

Grandes. Sem dúvida, os príncipes, sacerdotes, etc. A posição social e a educação proporcionaram a eles a oportunidade de estudar a lei e aprender dela “o caminho do Senhor”. CBASD, vol. 4, p. 401.

Estes, de comum acordo. Eles eram mais culpados porque pecaram a despeito de terem recebido uma luz [conhecimento] maior. CBASD, vol. 4, p. 401.

6 Leão … lobo … leopardo. Os símbolos deste versículo, sem dúvida, se referem aos babilônios. CBASD, vol. 4, p. 401.

Adulteraram. Espiritual e literalmente… A associação da imoralidade com os cultos idólatras torna a figura duplamente adequada. CBASD, vol. 4, p. 402.

10 Tirai-lhes as. Os membros degenerados de Judá seriam podados da videira, mas o próprio tronco, aparentemente, sobreviveria. Deus os deserdou e os entregou às mãos dos babilônios. CBASD, vol. 4, p. 402.

Gavinhas. “Brotos” ou “folhas” da videira. CBASD, vol. 4, p. 402.

15 De longe. Possivelmente, uma alusão direta à predição de Deuteronômio 28:49. Em comparação com países como Moabe, Filístia e Edom, Babilônia era um país distante, e é assim designada em Isaías 39:3 (cf. Jr 1:15; 4:16). CBASD, vol. 4, p. 403.

Nação antiga. A grande antiguidade de Babilônia parece ter apenas ter contribuído para seu orgulho, arrogância, crueldade e habilidade na arte da destruição. CBASD, vol. 4, p. 403.

Cuja língua ignorais. A língua mencionada aqui é o aramaico, que rapidamente se tornou um meio de comunicação diplomática e comercial internacional. CBASD, vol. 4, p. 403.

16 A sua aljava. Os babilônios eram hábeis no tiro com arco (ver Jr 4:29). CBASD, vol. 4, p. 403.

Sepultura aberta. Poder consumidor dos arqueiros babilônios (ver Is 5:28; 13:18). CBASD, vol. 4, p. 403.

27 Como a gaiola cheia de pássaros, são as suas casas cheias de fraude. Aparentemente, o significado é que, como uma gaiola do passarinheiro está cheia de pássaros que ele capturou, da mesma forma, as casas das pessoas estão cheias com os bens adquiridos por meio de engano e desonestidade. Tornaram-se ricos enganando-se mutuamente nas negociações (ver Sl 73:12). CBASD, vol. 4, p. 404.

28 Engordam. Isto é, eles se tornaram prósperos (Dt 32:15;. Sl 73:7; 92:13; Pv 28:25).  CBASD, vol. 4, p. 404.

Nédios [luzidios]. Possivelmente uma referência à maciez da pele deles. CBASD, vol. 4, p. 404.

A causa dos órfãos. As pessoas eram frias e indiferentes às suas obrigações sociais para com os necessitados (ver Êx 22:22; Is 1:23; etc.). CBASD, vol. 4, p. 404.

31 Os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam de mãos dadas com eles. Os sacerdotes exerceram suas funções em subserviência a esses falsos profetas … (Jr 29:24-26). CBASD, vol. 4, p. 405.

É o que deseja Meu povo. Sem dúvida, isso explica o sucesso dos falsos profetas e sacerdotes. Eles faziam o que atraía o coração do povo. Voluntariamente, o povo se deixou induzir ao erro. CBASD, vol. 4, p. 405.

Porém, que fareis quando estas coisas chegarem ao fim? A maldade conjunta dos líderes e do povo levou a um “fim” inevitável. A nação foi desafiada a levar em consideração essa solene realidade. Enquanto os falsos profetas só pensavam no presente e na sua prosperidade imediata, Jeremias estava preocupado com o destino final da nação do futuro. CBASD, vol. 4, p. 405.



JEREMIAS 5 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
30 de julho de 2017, 0:20
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JEREMIAS 4 by Jeferson Quimelli
29 de julho de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Tenho em minha estante uma pequena coleção de livros sobre como testemunhar eficazmente. Nestes livros, cristãos experientes conseguiram resumir em apenas algumas páginas a ciência de partilhar Jesus. Mas, tendo em vista a natureza humana, tenho que reconhecer que os escritores que escrevem sobre a ciência de como espalhar o pecado tem tido mais sucesso. Reconheço que este é um pensamento assustador.

Desde o momento em que o pecado passou a existir entre nós, os pecadores gostam de ensinar outros a se juntar a eles em prazeres malignos. Foi por isso que Deus destruiu o mundo através do dilúvio: “O Senhor viu que a perversidade do homem tinha aumentado na terra e que toda inclinação dos pensamentos do seu coração era sempre e somente para o mal” (Gn 6:5 NVI). Centenas de anos mais tarde, Salomão disse que uma das sete coisas que o Senhor odeia é um “coração que traça planos perversos, pés que se apressam para fazer o mal” (Prov. 6:18 NVI).

Anos de pecado podem dar a uma pessoa o conhecimento de como levar outras pessoas ao caminho errado. Mas que enorme desperdício de tempo e energia! Quando eu comecei a buscar a Deus sinceramente, aos 33 anos de idade, olhei para trás com horror e vi uma vida desperdiçada. Jesus habitou entre nós por 33 anos e salvou o mundo. Na minha loucura eu nada tinha realizado para o Senhor durante esses meus anos!

Deus vê esta loucura em muitos de nós e diz: “O meu povo é tolo, eles não me conhecem. São crianças insensatas que nada compreendem. São hábeis para praticar o mal, mas não sabem fazer o bem.” (Jeremias 4:22 NVI).

Oremos: “Querido Deus, querendo ou não, estou sempre influenciando pessoas. Elas aprendem com minhas palavras e ações. Por favor, me ensine a ser um bom representante Teu. Permita que outros vejam Tuas palavras e Tuas ações na minha vida e, através delas, sejam atraídos para Ti. Amém“.

Andrew McChesney
Adventist Mission Editor

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/4, https://www.revivalandreformation.org/?id=1039 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/4/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/05/05
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 4 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



JEREMIAS 4 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
29 de julho de 2017, 0:55
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Jeremias 4 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
29 de julho de 2017, 0:45
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JEREMIAS 4 – Nossa vida é agitada. Nossa agenda está sempre cheia. E Deus, onde tem espaço em nosso tempo?
Quem não tem tempo para dedicar a Deus perderá seu tempo com as consequências de não aproveitar de forma correta o tempo presente. Os judeus iriam aprender isso na prática, nós podemos aprender com o erro deles.
Atenção:
• Deus anseia abençoar Seu povo porque anseia abençoar o mundo. O julgamento de Deus naquela ocasião aos judeus visava a restauração deles (vs. 1-2).
• Deus quer um arrependimento verdadeiro para livrar Seu povo e o mundo das terríveis consequências do pecado; arrependimento aqui envolve abandono radical de deuses e religiões falsas, ídolos e toda espécie de pecado (vs. 3-4).
• Deus avisa, orienta, convida, insiste, apresenta o futuro, faz de tudo para conscientizar pecadores levando-os ao arrependimento. Ele quer salvar, não condenar. Ele avisa dos perigos, pois quem avisa amigo é (vs. 5-31).
“Em todo o capítulo empregam-se discursos dramáticos e imagens vivas para destacar a preeminência do tempo. Gritos de alarme (4.5-8, 15-17), lamentações (4.10, 13b, 19-21, 31b), denúncias (4.18, 22), sarcasmo (4.30) e um apelo emocionado ao arrependimento (4.14) combinam-se com descrições contundentes dos invasores (4.7, 11-13b, 15-17) e do efeito deles sobre a terra (4.2-31)” (Robert B. Chisholm).
Babilônia seria a vara disciplinadora dos judeus que não quiseram arrepender-se. Contudo, tal disciplina visava conscientizar o povo da necessidade de um arrependimento que gerasse mudança. Se não tinham tempo para refletir em sua vida, no cativeiro teriam tempo suficiente.
Satanás terá 1000 anos para pensar e repensar em tudo o que fez (Apocalipse 20). Com a Terra desolada, ele terá tempo de sobra para compreender que perdeu todo seu tempo, mas não se arrependerá. Os pecadores vão ressuscitar, e com a sentença final, perceberão que perderam seu tempo em vez de aproveitá-lo honrando ao Criador (Filipenses 2:10; II Tessalonicenses 2:7-12; Apocalipse 14:7-12).
Somente quem investe bastante tempo na companhia de Deus, meditando em Sua inspirada Palavra, aprende segredos que a agitação, a vozearia e a correria de nossos dias não permitem. Para ouvir a Deus, é necessário aproximar-se dEle, e isso exige tempo. Intimidade não acontece oferecendo migalhas de nosso tempo. Intimidade exige prioridade.
Vale à pena aproveitar melhor nosso tempo presente. Vamos adorar a Deus? – Heber Toth Armí.



JEREMIAS 4, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
29 de julho de 2017, 0:30
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“Deveras, o Meu povo está louco, já não Me conhece; são filhos néscios e não inteligentes; são sábios para o mal e não sabem fazer o bem” (v. 22).


Ao proferir a parábola das dez virgens, Jesus foi bem claro ao afirmar que seria uma alegoria para o tempo do fim. Apesar de todas serem virgens, haverá uma diferença que as separará em dois grupos: as prudentes e as néscias. Munido de azeite dobrado, o primeiro grupo adentrará às bodas do Noivo. Porém, o grupo das néscias, desprovido de azeite suficiente, com suas lâmpadas apagadas, ouvirá a triste sentença: “Em verdade vos digo que não vos conheço” (Mateus 25:12). No início do livro de Mateus, no sermão da montanha, Jesus proferiu mais ou menos a mesma sentença: “Então lhes direi explicitamente: nunca vos conheci” (Mateus 7:23). O conhecimento de Deus vai muito além de teorias e de práticas religiosas. É o conhecimento que conduz à vida eterna: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (João 17:3).

Os habitantes de Jerusalém haviam perdido o SENHOR de vista. Continuavam com seus rituais vazios, mas seus corações estavam longe do verdadeiro conhecimento de Deus. A circuncisão como um sinal da aliança feita com Abraão e sua descendência não cumpriria o seu propósito se antes o povo não circuncidasse o coração (v. 4). Ao contrário da dureza e da malícia do coração de seu povo, Jeremias mostra profunda piedade e sensibilidade ao contemplar a destruição que sobreviria à Judá por meio de Babilônia: “Ah! Meu coração! Meu coração! Eu me contorço em dores. Oh! As paredes do meu coração! Meu coração se agita!” (v. 19). O SENHOR descortinou ao profeta os acontecimentos futuros não só com relação a Judá, mas a “toda a Terra” (v. 27) por ocasião da segunda vinda de Cristo.

Como no princípio, a Terra voltará a ficar “sem forma e vazia” (v. 23; Gênesis 1:2). A cena de completo horror causou no profeta sintomas de um ataque cardíaco, e sacudido por tamanho impacto, sua timidez inicial foi transformada em uma ansiedade urgente de falar: “Não posso calar-me” (v. 19). O que o povo de Deus estava vivendo era uma verdadeira LOUCURA! E o profeta sentiu a imediata necessidade de falar enquanto ainda havia tempo, pois Deus confirmou a Sua Palavra e não Se retrataria de Sua justa punição.

No livro Conhecer Jesus é Tudo, o pastor Alejandro Bullón enfatiza o imprescindível relacionamento que devemos ter com Jesus todos os dias:

“Não podemos, porém, amar uma pessoa sem conhecê-la; por isso o inimigo fará todo o possível para nos distanciar mais e mais de Deus, ou então para nos aproximar de uma ideia errada do Pai. O inimigo não quer que conheçamos Jesus ou, na pior das hipóteses, quer que O conheçamos com a imagem de um Deus tirano, ditador, preocupado mais com Suas normas do que com Seus filhos. Essa imagem de Deus não inspira amor, inspira medo; não inspira desejo de servi-Lo, gera obrigação de servi-Lo. A consequência é uma religião triste, um cristianismo formal” (Conhecer Jesus é tudo, p. 91).

Você entende em que contexto Judá estava inserido? Eu passei muito tempo inserida neste contexto também. Vivia uma religião vazia e sem sentido. Até que Jesus me encontrou e me mostrou que em conhecê-Lo está a vida eterna. Hoje Ele é meu melhor Amigo. É Aquele em Quem me apoio quando não tenho coragem de conversar nem com a minha família. Jesus é Aquele que me faz viver cada dia na expectativa de que em breve O verei face a face. É o Deus da minha salvação e a Rocha em que me escondo. Em andar com Ele – e nEle – a cada passo de minha jornada está a minha verdadeira alegria. Um dia sei que, como Jeremias, verei os resultados que o pecado causou a este mundo, mas o meu coração pulsa na direção de um novo amanhã com o meu Jesus e, no Céu, poderei compartilhar com a família de Deus da mesma emoção: “Olhei” e vi o Meu Jesus! “Olhei” e eis que o meu anjo veio me levar ao encontro dEle! “Olhei” e vi os salvos mais numerosos do que a areia do mar! “Olhei” e diante de mim estava a Casa de meu Pai, o meu Lar doce Lar!

Bom dia, amigos de Jesus!

Desafio do dia: Se você ainda não vive esta experiência salvífica, a partir de hoje comece a encontrar-se com Deus nas primeiras horas da manhã. Estude a Sua Palavra e converse com Ele e você sentirá a real necessidade de permanecer nEle em cada momento do dia.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias4
#RPSP



JEREMIAS 4 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
29 de julho de 2017, 0:25
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Se jurares. Jurar pelo nome do Senhor era um reconhecimento da supremacia de Deus (ver Dt 10:20; Jr 12:16; ver com. de Dt 6:13). … Os judeus deveriam provar que Deus era supremo no pensamento deles. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 394.

Circuncidai-vos. A circuncisão devia ser um símbolo da devoção do coração a Deus e uma marca da separação da idolatria (ver com. de Gn 17:10, 11). Circuncidar o coração significava tirar toda a impureza (ver Dt 10:16; 30:6). A verdadeira circuncisão é interna, não externa (ver Rm 2:28, 29; Fp 3:3; Cl 2:11). CBASD, vol. 4, p. 395.

Não haja quem apague. O profeta comparou a ira de Deus contra o pecado ao fogo que não pode se apagar, até que tenha completado sua obra destruidora (ver Jr 7:20). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 395.

Arvorai a bandeira rumo a Sião. Um sinal deveria ser colocado sobre um mastro elevado, para direcionar os refugiados a Sião. CBASD, vol. 4, p. 395.

Do Norte. Uma clara referência aos babilônios. CBASD, vol. 4, p. 395.

Um leão. Uma figura de linguagem que retrata o irresistível poder e a ferocidade dos invasores caldeus (Jr 49:19; 50:17, 44; cf. Gn 49:9; Pv 30:30; Is 5:29; Dn 7:4; Ap 5:5). CBASD, vol. 4, p. 396.

Cingi-vos, pois, de Cilício. Um vestuário frouxo ou peça de vestuário feita de fios escuros e grossos, panos de saco (ARC), usada em luto e humilhação (ver com. de Gn 37:34). CBASD, vol. 4, p. 396.

11 Vento abrasador. Vento oriental seco e quente soprando do deserto era a maldição climática da região, devido à sua violência, calor e excessiva aridez. CBASD, vol. 4, p. 397.

15 Desde Dã. Uma designação da fronteira norte da Palestina (ver Dt 34:1), frequentemente mencionada com a fronteira sul, Berseba (Jz 20:1; 1Sm 3:20; etc.). CBASD, vol. 4, p. 397.

Região montanhosa de Efraim. A menção de Efraim logo após Dã indica a rápida propagação das notícias do invasor ou a rápida aproximação dos próprios invasores. CBASD, vol. 4, p. 397.

20 Terra. Do heb. ‘erets, que pode ser traduzida por “região” ou “mundo”. A destruição ilustrada neste capítulo tem sua aplicação primária na desolação da região de Judá pelos exércitos babilônicos, mas também descreve as condições no grande dia de Deus, no fim dos tempos (Ed 181; GC, 310 [e 659]). CBASD, vol. 4, p. 398.

22 Néscios. Literalmente, “tolos”. CBASD, vol. 4, p. 398.

30 Alarga os olhos. A referência é a um costume oriental feminino de colocar um pó mineral preto nas bordas das pálpebras (ver com. de 2Rs 9:30). esse pó preto tinha um brilho metálico e fazia com que os olhos parecessem maiores e mais brilhantes. CBASD, vol. 4, p. 399.

Os amantes. Os poderes estrangeiros os quais Jerusalém cortejava. Judá constantemente procurou segurança em alianças estrangeiras (ver com. de Jr 2:33, 36). No entanto, todos os esforços para encontrar segurança nesses “amantes” estrangeiros seriam em vão. CBASD, vol. 4, p. 399.



JEREMIAS 4 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
29 de julho de 2017, 0:20
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Gálatas 2 facilitado (sem os parênteses) by Jeferson Quimelli
28 de julho de 2017, 9:57
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Para você que está estudando neste trimestre a justificação pela fé em Gálatas, apresentamos Gálatas 2 de maneira mais fácil de ler. Como todo o livro de Gálatas é um desenvolvimento de Gálatas 2:16, cremos que será útil para o estudo.

 

Paulo, escreveu a epístola aos Gálatas aos cristãos que haviam vindo do judaísmo e queriam manter a observação dos ritos cerimoniais judaicos, principalmente a circuncisão, mas incluindo outras cerimônias também. Ele os chamava de “judaizantes”.

Com o objetivo de deixar o texto sem nenhuma má interpretação, Paulo foi colocando parênteses (ou explicações auxiliares) a fim de que nada servisse de argumento para distorção. Infelizmente, isto deixou o texto um tanto difícil de entender, à primeira leitura. se você encontrou dificuldades em entender este capítulo, não se preocupe, você não foi o primeiro. Pedro foi o primeiro que registrou que os textos de paulo não éram de fácil e rápido entendimento… (veja 2Pd 3:15, 16.)

Assim, abaixo segue o texto integral de Gálatas 2 na NVI, com o texto da argumentação principal deixado em preto e os textos parentéticos (de explicação) marcados em vermelho. Esperamos que isso deixe a mensagem principal mais clara. (Jobson Santos e Jeferson Quimelli)

 

Gálatas 2 NVI (http://biblia.com.br/novaversaointernacional/galatas/gl-capitulo-2/)

1 Catorze anos depois, subi novamente a Jerusalém, dessa vez com Barnabé, levando também Tito comigo.
2 Fui para lá por causa de uma revelação e expus diante deles o evangelho que prego entre os gentios, fazendo-o, porém, em particular aos que pareciam mais influentes, para não correr ou ter corrido inutilmente.
3 Mas nem mesmo Tito, que estava comigo, foi obrigado a circuncidar-se, apesar de ser grego.
4 Essa questão foi levantada porque alguns falsos irmãos infiltraram-se em nosso meio para espionar a liberdade que temos em Cristo Jesus e nos reduzir à escravidão.
5 Não nos submetemos a eles nem por um instante, para que a verdade do evangelho permanecesse com vocês.
6 Quanto aos que pareciam influentes — o que eram então não faz diferença para mim; Deus não julga pela aparência — tais homens influentes não me acrescentaram nada.
7 Ao contrário, reconheceram que a mim havia sido confiada a pregação do evangelho aos incircuncisos[4], assim como a Pedro, aos circuncisos[5].
8 Pois Deus, que operou por meio de Pedro como apóstolo aos circuncisos, também operou por meu intermédio para com os gentios.
9 Reconhecendo a graça que me fora concedida, Tiago, Pedro[6] e João, tidos como colunas, estenderam a mão direita a mim e a Barnabé em sinal de comunhão. Eles concordaram em que devíamos nos dirigir aos gentios, e eles, aos circuncisos.
10 Somente pediram que nos lembrássemos dos pobres, o que me esforcei por fazer.
11 Quando, porém, Pedro veio a Antioquia, enfrentei-o face a face, por sua atitude condenável.
12 Pois, antes de chegarem alguns da parte de Tiago, ele comia com os gentios. Quando, porém, eles chegaram, afastou-se e separou-se dos gentios, temendo os que eram da circuncisão.
13 Os demais judeus também se uniram a ele nessa hipocrisia, de modo que até Barnabé se deixou levar.
14 Quando vi que não estavam andando de acordo com a verdade do evangelho, declarei a Pedro, diante de todos: Você é judeu, mas vive como gentio e não como judeu. Portanto, como pode obrigar gentios a viverem como judeus?
15 Nós, judeus de nascimento e não gentios pecadores,
16 sabemos que ninguém é justificado pela prática da Lei, mas mediante a fé em Jesus Cristo. Assim, nós também cremos em Cristo Jesus para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pela prática da Lei, porque pela prática da Lei ninguém será justificado.
17 Se, porém, procurando ser justificados em Cristo descobrimos que nós mesmos somos pecadores, será Cristo então ministro do pecado? De modo algum!
18 Se reconstruo o que destruí, provo que sou transgressor.
19 Pois, por meio da Lei eu morri para a Lei, a fim de viver para Deus.
20 Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo[7], vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.
21 Não anulo a graça de Deus; pois, se a justiça vem pela Lei, Cristo morreu inutilmente!



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