Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 47 by jquimelli
6 de julho de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Isaías 47 descreve a queda de Babilônia. Se este capítulo soa familiar é porque muitas de suas frases, palavras e pedaços são também mostrados no livro do Apocalipse. Isaías e Jeremias falam da Babilônia histórica, enquanto Apocalipse refere-se à Babilônia espiritual no tempo do fim.

Uma das coisas mais intrigantes a respeito de Deus é como Ele usa os maus para cumprir Seus propósitos, em benefício de Seus filhos. Grande parte da miséria que nos cerca pode ser o meio que Deus usará para o nosso bem. Não é de admirar que sejamos aconselhados a não nos preocuparmos, pois ”a ansiedade é cega, e não pode discernir o futuro; mas Jesus vê o fim desde o começo. Em toda dificuldade tem Ele um caminho preparado para trazer alívio.” (O Desejado de Todas as Nações, p.330).

E agora, atente e aplique à sua vida o encerramento deste pensamento: “Os que aceitam como único princípio tornar o serviço e a honra de Deus o supremo objetivo, hão de ver desvanecidas as perplexidades, e uma estrada plana diante de seus pés.”

Fale para si mesmo as promessas de Deus até que você confie nEle.

Ron E M Clouzet
Pastor ministerial na Divisão Norte da Ásia e do Pacífico

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/47, https://www.revivalandreformation.org/?id=972 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/47/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/12
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 47 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/

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ISAÍAS 47 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
6 de julho de 2017, 0:50
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ISAÍAS 47 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
6 de julho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 47 – Babilônia está novamente nos escritos do profeta Isaías. Antes de extrair preciosas lições de vida, considere esta análise:

“Segundo a tradição antiga, o profeta Isaías foi serrado em pedaços. Não podemos ter certeza da veracidade da tradição, mas sabemos que um dos primeiros feitos da alta crítica foi fazer algo parecido com sua profecia. A teoria de uma profecia dividida está ganhando tanto terreno que ninguém pode ter erudição se hesita em aceitar a autoria dupla de Isaías. Do capítulo 40 até o final, somos informados com cansativa repetição, temos uma passagem que não foi escrita por Isaías, mas por um profeta do exílio – o grande desconhecido” (J. Sidlow Baxter).

Mas, Isaías continua falando de Babilônia neste capítulo – tema que teve início nos capítulos 13, 14 e 21. Babilônia, que, inicialmente pequena, ao crescer, aumentou sua arrogância, crueldade, orgulho, egoísmo e amor à luxúria (vs. 1-8), recebeu a sentença divina (vs. 9-15).

O mesmo Isaías “passa a expandir agora o tema que mencionou brevemente em 13:10. O Senhor condena a astrologia da Babilônia, sua adoração as estrelas e sua apreciação pela magia (47:9-13)” diz Edouard Kitoko Nsiku. Sim, “o texto censura a crueldade da Babilônia (v. 6), sua arrogância (v. 7,8,10) e a sua devoção à astrologia e às práticas da magia (v. 12,13)”, explica David F. Payne.

“Estas coisas”, afirma Nsiku, “além de causarem a ira de Deus, não tem utilidade alguma. Para os babilônios, não serviram para protegê-los do julgamento de Deus (47:14-15)”.

A condenação da Babilônia seria a salvação do povo remanescente de Deus. Apesar das notas pessimistas, os humildes as entenderam como boas-novas.

As lições que extraímos para nossa vida são as seguintes:

• Quando a injustiça é praticada na Terra, Deus vê, julga e redime os injustiçados.
• A crueldade, orgulho (arrogância), presunção e práticas religiosas antibíblicas são todos pecados que levarão àqueles os amarem à destruição.
• Aqueles que permitem que a humildade e a submissão a Deus sejam suas características principais certamente serão livres da desgraça dos pecados de Babilônia.

Deus quer salvar todas as pessoas que estão enraizadas na cultura de Babilônia apocalíptica. Por isso Seu apelo:

“Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes de seus flagelos” (Apocalipse 18:4) – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 47 – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
6 de julho de 2017, 0:30
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“Quanto ao nosso Redentor, o SENHOR dos Exércitos é Seu nome, o Santo de Israel” (v. 4).


Um juízo definitivo é declarado sobre Babilônia. A sua arrogância em tomar para si um atributo que só a Deus pertence seria derribada. A declaração “Eu só, e além de mim não há outra” (v. 8 e 10) revela a pretensão daquela nação, que desejou a glória do “nosso Redentor” (v. 4). A confiança em seus próprios méritos e na prática das ciências ocultas (v. 9) lançaria por terra a “chamada senhora de reinos” (v. 5), e sobre a cabeça de ouro (Daniel 2:38) sobreviria “tamanha desolação” como não imaginava (v. 11).

Diante deste cenário profético, cujo cumprimento se deu com precisão após o fim dos setenta anos do cativeiro de Judá (II Crônicas 36:17-23), descortina-se o destino da humanidade e o fim dos tempos. Babilônia, a “grande meretriz” (Ap. 17:1), “retorna” como a representação da infidelidade a Deus e à Sua Palavra. “A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA” (Ap. 17:5) engana, seduz e corrompe “os reis da terra… com o vinho de sua devassidão” (Ap. 17:2). Mas, assim como a antiga Babilônia foi por Deus julgada e condenada sem haver quem a salvasse (v. 15), a atual meretriz já teve a sua sentença decretada pela segunda voz angélica:

“Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Ap. 14:8).

Babilônia simboliza um mundo cuja corrupção espiritual pode ser revelada pelo total afastamento de Deus, ou até pela falsa piedade. De forma sutil e articulada, Satanás tem atuado com a pressa de quem sabe “que pouco tempo lhe resta” (Ap. 12:12); e como profundo conhecedor da mente humana tem se valido de estratégias específicas para cada classe de pessoas. Céticos e religiosos têm sido alvo dos ataques demoníacos e, fazê-los pensar que estão no caminho certo é, sem dúvida, a maneira mais eficiente de mantê-los “cativos” em Babilônia sem que nem percebam. Por um lado, a sabedoria humana e a ciência mal aplicada desviam os céticos da verdadeira adoração ao Santo de Israel, e, por outro, a religião licenciosa conduz multidões a uma falsa adoração.

Deixar de crer na Bíblia não invalida o fato de que Deus cumprirá a Sua última promessa assim como tem cumprido as demais. E ser religioso não é sinônimo de estar fora da zona de perigo. Se assim o fosse, a conduta de Saulo de Tarso não teria sido reprovada por Deus (Atos 9:4). O “nosso Redentor” também é “o SENHOR dos Exércitos” (v. 4), e Ele virá reivindicar para Si um povo peculiar cuja vida esteve escondida debaixo da única via de salvação: a graça de Cristo. “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e ISTO NÃO VEM DE VÓS; É DOM DE DEUS” (Efésios 2:8). A nossa única salvaguarda é a fé na graça salvífica de Jesus, que é um presente do SENHOR para nós. “O poder das chamas” (v. 14) não foi preparado para mim e para você, mas “para o diabo e seus anjos” (Mateus 25:41). Porém, todo aquele que decidir apoiar-se em si mesmo como senhor de seu próprio destino e em pessoas que pregam e vivem heresias, descobrirá, tarde demais, a terrível sentença: “ninguém te salvará” (v. 15).

Meus amados, a salvação só tem um nome, e é Jesus Cristo. Continuem examinando as Escrituras, pois são elas mesmas que dão testemunho de Jesus e nos conduzem à vida eterna (João 5:39). A decisão que um dia tomamos de aceitar a Cristo como o nosso Salvador foi apenas o primeiro passo em Sua direção. O nosso dia-a-dia nEle é o que definirá o nosso destino eterno. Não se trata de apenas andar COM ELE, mas permitir que Ele habite em nós. Que mesmo diante de um mundo dividido entre o ceticismo e a religião mascarada, que possamos, como atalaias de Deus dos últimos dias, declarar com palavras e ações:

“Quanto ao nosso Redentor, o SENHOR dos Exércitos é Seu nome, o Santo de Israel” (v. 4).

Bom dia, salvos pela graça de Jesus Cristo!

Desafio do dia: Faça uma visita a alguma família. Orem, louvem e juntos estudem um texto bíblico. Reforcemos os laços do amor e da fraternidade!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Isaías47
#RPSP



ISAÍAS 47 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
6 de julho de 2017, 0:25
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Leitores atentos observam a surpreendente semelhança entre parte do simbolismo e da linguagem do Apocalipse e passagens de Isaías, Jeremias, Ezequiel e Daniel. Fica claro que João, sob inspiração divina, usou muito da linguagem dos profetas antigos, a fim de apresentar as experiências da igreja numa terminologia familiar e significativa ao leitos do AT. A opressão causada pela Babilônia histórica e sua subsequente desolação ofereceram a João uma descrição vívida da opressão do povo remanescente de Deus pela Babilônia espiritual e da final desolação da mesma. O simbolismo e a linguagem do Apocalipse se tornam mais claros e significativos quando estudados à luz do que os profetas antigos escreveram com respeito aos acontecimentos de seus dias. Vários aspectos do castigo de Babilônia histórica ajudam a entender o castigo da Babilônia espiritual. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4. p. 284, 285. [Ver quadro comparativo entre Isaias 47 e Apocalipse 16 a 19 nesta referência, à p. 285.]

Virgem filha. Babilônia era prostituta (cf. Ap 17:1, 5). As prostitutas ligadas aos antigos templos orientais eram chamadas de “virgens santas”, mas não eram nem virgens nem  santas. Babilônia se jactava de sua religião, que aparentemente tinha glória e beleza, mas na verdade era abominação. O profeta desmascara a “virgem filha” e revela sua vergonha. em vez de se sentar num trono, ela assumiria seu lugar, no pós da terra, símbolo de luto e desolação (cf. Is 3:26; comparar com Ap 17:4). CBASD, vol. 4. p. 284.

Mói a farinha. Tarefa braçal realizada pelas mulheres [em especial, as escravas]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Babilônia se considerava uma senhora (Is 47:7; cf. Ap 18:7), mas se tornaria uma escrava (cf. Êx 11:5;Jó 31:10). Seria privada dos ornamentos e das roupas finas com que se enfeitava, e todos veriam a figura de uma escrava, deformada por anos de trabalho pesado. CBASD, vol. 4. p. 285.

Desnuda a perna. Literalmente, “tira a saia”. Assim as imagens assírias retratam as mulheres cativas. CBASD, vol. 4. p. 285. [Nota: Não necessariamente retratando as escravas babilônicas. Esta arte da época, imagens em artefatos e inscrições assírias, retratava o tratamento dado às escravas naquela época. Possivelmente escravas do próprio império assírio, feitas muito antes da queda de Babilônia, frente aos persas. na época da queda de Babilônia, a Assíria já não existia como nação dominante do Oriente.]

Atravessa. O quadro é de um grupo de escravas tristes, despojadas de suas vestes, de pés descalços e nuas atravessando um riacho a caminho da terra do cativeiro. CBASD, vol. 4. p. 285.

Assenta-te calada. Em vez de alegria e regozijo, haveria silêncio de desolação e morte (ver Jr 50:12, 13, 39; 51:26, 29, 43, 62). CBASD, vol. 4. p. 286

rainha dos reinos. Babilônia era cidade belíssima (ver 13.19 e nota). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Muito me agastei. Deus permitiu que Babilônia punisse o povo ímpio de Judá (ver Jr 5:15; Hb 1:6), mas não sancionou as crueldades que Babilônia lhe infligiu. Por causa da crueldade e voracidade, Deus destruiria Babilônia, a destruidora (Jr 50:10, 11; 51:25). Deus lidou com a Assíria d forma semelhante (Is 10:5-15). CBASD, vol. 4. p. 286.

profanei a minha herança. Deus permitiu a invasão de Samaria e de Jerusalém. Bíblia Shedd.

Eu serei senhora para sempre! Com jactanciosa confiança, Babilônia pensava que seria sempre a principal cidade e senhora do mundo. Da mesma forma, Roma se considerava a “cidade eterna”. Nos últimos dias, a Babilônia espiritual também se considerará uma rainha destinada a jamais prantear (Ap 18:7). CBASD, vol. 4. p. 286.

Nem te lembraste do teu fim. Em sua prosperidade e glória, Babilônia não ponderou o resultado de sua conduta ímpia e de sua arrogância. Felizes os que se lembram de que “aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6:7), e que os caminhos do mal são sempre “caminhos de morte” (Pv 14:12). CBASD, vol. 4. p. 286.

Além de mim não há outra. Só Deus pode afirmar isso (Dt 4:35, 39; Is 44:8; 45:5), mas Babilônia logo declarou isso de si mesma. Nínive também havia se vangloriado de forma semelhante (Sf 2:15). CBASD, vol. 4. p. 286.

Não ficarei viúva. Comparar com Ap 18:7. CBASD, vol. 4. p. 286.

Tuas feitiçarias. O misticismo de Babilônia não a salvaria da destruição. Na última noite da história de Babilônia, os astrólogos e videntes chamados diante de Belsazar foram incapazes até de ler a escrita na parede, sem falar na incapacidade de salvar a cidade de sua sorte (Dn 5:7, 26-31). É por meio da feitiçaria que a Babilônia espiritual consegue enganar e desviar as nações da terra (Ap 18:23). Pela prática do ocultismo, os feiticeiros babilônicos professavam ter contato com os deuses. Contudo, quando suas declarações foram postas à prova puderam apenas admitir vergonhosamente que não possuíam tal poder. CBASD, vol. 4. p. 286.

11 Por encantamentos não saberás conjurar. Deus predisse a queda de Babilônia um século e meio antes, de fato antes de surgir o império neobabilônico. Mesmo assim, todos os sábios da Babilônia ficaram surpresos quando essa hora chegou (Dn 5:4-9; cf Mt 24:39). Os feiticeiro não tinham encantamentos contra o decretos dos céus e o poder de Ciro. CBASD, vol. 4. p. 286.

12 Tirar proveito. As palavras de Isaías tinham um tom irônico. Como sabia que Babilônia recorreria à feitiçaria a despeito de qualquer advertência, Isaías propôs, com evidente ironia, que continuasse com sua tolice. CBASD, vol. 4. p. 286.

13 Os que dissecam os céus. Literalmente, “os que dividem os céus”. A astrologia … era forte na antiga Babilônia. Estudava-se o céu com atenção bem como sinais de eventos futuros. Mas de nada valeriam os esforços dos astrólogos babilônios. CBASD, vol. 4. p. 286, 287.

Os que em cada luz nova te predizem. Literalmente, “os que fazem saber [o tempo das] luas novas”, um campo da antiga ciência da astronomia. CBASD, vol. 4. p. 287.

14 Aqui não existem brasas para aquecer ninguém. Referência sutil à lenha, material do qual os pagãos às vezes faziam ídolos (ver 44.15). Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 Aqueles com quem negociaste. Babilônia era “terra de comerciantes” e “cidade de mercadores” (Ez 17:4). A Babilônia espiritual também está intimamente ligada aos “mercadores da terra” (Ap 18:11-19). O grande interesse da Babilônia antiga estava em coisas materiais e em ganho financeiro. O uso ilegítimo de bênçãos materiais sempre prova ser uma maldição para aqueles que as acumulam (ver Dt 8:10-18; Os 2:5-9; Lc 12:13-21; ver p. 19-20). CBASD, vol. 4. p. 287.



ISAÍAS 47 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
6 de julho de 2017, 0:20
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