Reavivados por Sua Palavra


PRISAO DO TEMPO DE JEREMIAS by jquimelli
31 de agosto de 2017, 22:47
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PRISAO em Israel, sem luz solar, provavelmente semelhante à que ficou Jeremias durante um ano. À frente, o patio da prisao.

Postado por Marylin Fletcher, em https://www.revivalandreformation.org/?id=1007

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JEREMIAS 37 by jquimelli
31 de agosto de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Jeremias neste capítulo lida com Zedequias, o último rei de Judá, no nono ano do seu reinado de 11 anos. Ele próprio havia sido nomeado como rei de Judá por Nabucodonosor (v. 1). Nesta época, porém, os babilônios cercavam Jerusalém porque Zedequias deixara de lhes pagar tributo, confiante na aliança que havia feito com o Egito. Nem ele, Zedequias, “nem seus conselheiros, nem o povo da terra deram atenção às palavras que o Senhor tinha falado por meio do profeta Jeremias” (v. 2 NVI). Quando as pessoas estão doentes e não querem usar o medicamento prescrito para a cura, muito pouco o médico pode fazer.

Nesses dias, o rei Zedequias mandou dois homens, Jeucal e Sofonias (filho de um sacerdote) pedir a Jeremias: “Ore ao Senhor, ao nosso Deus, em nosso favor” (v. 3 NVI). Faraó com o seu exército haviam saído do Egito para combater Nabucodonosor. Este, então, levantou o cerco ao redor de Jerusalém por um tempo para enfrentar a nova ameaça (v. 5).

Zedequias tinha a falsa esperança de vitória sobre os babilônios, mas Deus lhe disse, através de Jeremias, que os egípcios abandonariam seu acordo de proteção pelo qual os judeus pagavam e voltariam para a sua terra (v. 7). Zedequias e seu povo ainda não tinha aprendido que não se deve colocar suas esperanças em homens, mas sim em Deus, que conhece o fim desde o começo.

Querido Deus, Teus apelos, através dos profetas, nos exortam diariamente a nos rendermos incondicionalmente à Tua vontade e ao Teu serviço. Ajude-nos a reconhecermos o medicamento que provês para nossa cura e a nos rendermos às Tuas instruções, antes que seja tarde demais. Amém”.

Koot van WykKyungpook
National University
Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/37, https://www.revivalandreformation.org/?id=1007 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/37/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/06/07/
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Jeremias 37 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



JEREMIAS 37 – COMENTARIO PR ADOLFO SUAREZ by Maria Eduarda
31 de agosto de 2017, 0:55
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JEREMIAS 37 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMI by Maria Eduarda
31 de agosto de 2017, 0:45
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JEREMIAS 37 – Religiosos relapsos querem bênçãos, mas não compromisso com o Senhor das bênçãos! Reflita:

1. Zedequias era judeu colocado como rei em Judá por Nabucodonosor, da Babilônia. Mas, ninguém da corte nem do povo “deram importância à Mensagem do Eterno, comunicada pelo profeta Jeremias” (vs. 1-2).

2. Zedequias envia representantes a Jeremias para pedir oração; muitas pessoas não querem compromisso com Deus, mas querem bênçãos. Isso é egoísmo espiritual, perversão religiosa, ambição camuflada (v. 3).

3. Jeremias interpreta as circunstâncias para os judeus. O Egito, que vinha auxiliá-los, bateria em retirada, antes de defendê-los. Babilônia, que aparentemente deixaria o cerco, destruiria e queimaria Jerusalém – ainda que sofresse qualquer ataque (vs. 4-10).

4. Jeremias, ao cuidar dos próprios negócios, foi caluniado, acusado, preso e maltratado; isso porque pecadores são intolerantes à Palavra de Deus. “Assim, Jeremias foi obrigado a entrar numa cela subterrânea, uma cisterna que havia sido transformada em masmorra, e ficou ali muito tempo” (vs. 11-16).

5. A incerteza diante do futuro motiva pecadores a buscarem alguma luz nos mensageiros de Deus quando aqueles que julgavam profetas são desmascarados. Os servos de Deus não titubeiam frente aos sofrimentos e opressões dos inimigos de Deus. Ezequias procurou Jeremias querendo uma Palavra de Deus; embora não gostou do que ouviu, atendeu a súplica do profeta, e tirou-lhe da masmorra (vs. 17-21).

Júlio Siegfried Schwantes observa o texto e faz uma aplicação interessante:

“A pergunta de Zedequias é muito significativa: ‘Há alguma palavra do Senhor?’ É esta pergunta que está na mente de muitos quando [vão] à igreja. Confrontados com as perplexidades da vida, [vão], não para ouvir opiniões humanas sobre política ou filosofia, mas para ouvir a Palavra do Senhor adereçada a seus problemas concretos. Querem livrar-se do fardo que lhes oprime a alma, mas infelizmente muitas vezes são condenados a ouvir mera verbiagem ditada pela sabedoria humana. Contrariamente ao que ocorre em muitas igrejas hoje, Jeremias pode responder: ‘Há’. Não era u’a mensagem que lisonjeasse o rei, mas era a Palavra do Senhor nas circunstâncias: ‘Nas mãos do rei de Babilônia serás entregue’ (v. 17)”.

Zedequias não se motivou a assumir compromisso com Deus, pois não queria submeter-se a Ele. E você, quer compromisso sério com Deus e Sua Palavra?

“Senhor, reaviva-nos, transforma-nos” – Heber Toth Armí.



JEREMIAS 37, Comentado por Rosana Barros  by Ivan Barros
31 de agosto de 2017, 0:30
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“Assim diz o SENHOR: Não vos enganeis a vós mesmos, dizendo: Sem dúvida, se irão os caldeus de nós; pois, de fato, não se retirarão” (v. 9).


O relato de hoje revela a condição mental em que se encontravam os líderes e o povo de Judá: em completa confusão. A pregação de Jeremias era ignorada, mas a sua vida, a sua experiência, deixava bem claro diante de todos que ele era um homem de Deus. Nem o rei, nem seus subordinados, nem o povo, “deram ouvidos às palavras do SENHOR que falou por intermédio de Jeremias, o profeta” (v. 2). “Contudo”, vendo-se em apuros, o rei pediu que este mesmo profeta rogasse por eles (v. 3). Isto não é estranho?

Novamente, o profeta alça a voz e proclama em alto e bom som a mesma mensagem de juízo. E ele vai além (parafraseando):

– Suponhamos que o teu exército, ó rei Zedequias, vencesse o exército dos caldeus e destes sobrassem apenas poucos “homens mortalmente feridos”, estes mesmos homens seriam fortes o suficiente para se levantar de seus leitos e queimar esta cidade inteirinha (v. 10).

O que Jeremias quis dizer foi que não importava o que fizessem, não importava se o exército egípcio afugentasse o exército de Babilônia, a profecia iria se cumprir exatamente como o SENHOR lhe havia revelado, nem que Ele tivesse apenas alguns homens inválidos para cumprir com Seus propósitos.

Qual foi a reação dos líderes de Jerusalém depois de ouvir aquelas palavras? Eles ficaram com muita raiva do profeta de Deus! Então, buscaram oportunidade de vingança acompanhando de perto cada passo de Jeremias. Na menor chance, agarraram-se a ela, e, “irados contra Jeremias, açoitaram-no e o meteram no cárcere” (v. 15).

O mesmo Zedequias, insensato e covarde, “em secreto”, manda chamar Jeremias da prisão e lhe pergunta: “Há alguma palavra do SENHOR?” (v. 17).

Interessante foi a resposta do profeta:

– Há sim. E é a mesma: “Nas mãos do rei da Babilônia serás entregue” (v. 17).

Mas que interesse tão grande era esse da parte de alguém que não dava ouvidos à palavra profética? Porque saber de algo que ele não estava disposto a obedecer?

O caráter de Zedequias lembra muito o de outro personagem bíblico: Pilatos.

Ambos temiam a reação do povo caso descobrissem a sua inclinação por saber a verdade. E esquivaram-se de serem por ela libertos do cárcere de seus pecados. Muitos há que conhecem as verdades da Palavra de Deus, reconhecem nos cristãos genuínos pessoas que possuem intimidade com o SENHOR, mas que não estão dispostos a seguir pelo mesmo caminho. Porque, como Jesus mesmo afirmou, é um caminho estreito, é uma jornada que requer renúncia e confiança em Deus; por isso, abrindo mão do poder do alto, preferem permanecer na comodidade da aceitação pela maioria.

Se Zedequias tivesse dado ouvidos à Jeremias, e se Pilatos tivesse obedecido ao pedido de sua esposa, quão diferentes teriam sido os registros de suas vidas! Hoje, o Espírito Santo bate à porta de nosso coração e clama! Todo aquele que abre e recebe o banquete do Céu, não consegue guardar este presente somente para si, mas é motivado, pela graça de Deus, a cumprir a missão que Cristo lhe confiou (Mateus 28:19-20).

“Não vos enganeis a vós mesmos” (v. 9), amados, tendo apenas curiosidade em saber a Palavra do SENHOR, mas que vocês permitam ser por ela reavivados, transformados e guiados. Então, nos momentos finais deste mundo escuro, assim como não faltou pão a Jeremias (v. 21), cumprir-se-á em nossa vida a palavra profética: “o seu pão lhe será dado, as suas águas serão certas” (Isaías 33:16).

Bom dia, reavivados pela Palavra!

Desafio do dia: Outro dos remédios naturais deixados por Deus para nós é a temperança. Pense em algum alimento, hábito ou droga (ainda que lícita) que esteja prejudicando a sua saúde, e decida, pelo poder de Deus, arrancar este “olho” (Mateus 5:29) de sua vida.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias37
#RPSP



JEREMIAS 37 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
31 de agosto de 2017, 0:20
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Mas nem ele, nem os seus servos, nem o povo da terra deram ouvidos. Parece que Zedequias, pelo menos pessoalmente, cria em jeremias como profeta verdadeiro. Embora isto não esteja declarado, o contexto indica que Jeremias respondeu ao pedido do rei por oração (v. 3). Ao menos, de acordo com este registro (v. 5), parece ter sido logo depois deste pedido que o exército egípcio se retirou de Jerusalém. … parece que as decisões de Zedequias refletem indecisão mais do que pura e simples dúvida ou incredulidade. CBASD, vol.4, p. 527.

Jucal … Sofonias. Estes dois homens, Jucal e Sofonias, eram membros do partido de oposição a Babilônia, e assim, eram hostis ao profeta (Jr 21:1, 2; 29:25; 38:16). CBASD, vol.4, p. 527.

SENHOR, nosso Deus. Estas palavras podem indicar não apenas que eles executavam a ordem do rei, mas que esperavam conquistar Jeremias para o seu lado por meio da ostentação de zelo religioso pelo Senhor (ver Jr 21:1, 2). CBASD, vol.4, p. 527.

O exército de Faraó. Este episódio foi, sem dúvida, o resultado normal do acordo entre o faraó Hofra (chamado Ápries, pelo gregos) e Zedequias, para resistir a Nabucodonosor (ver com. de Ez 17:15). CBASD, vol.4, p. 527.

Voltará. O apelo de Zedequias pelo auxílio egípcio quebrou sua “aliança” com os caldeus (Ez 17:17, 18). A aproximação egípcia, como a de Tiraca durante a invasão assíria (2Rs 19:9; Is 37:9), resultou em nada mais que uma suspensão temporária das hostilidades ao redor de Jerusalém. CBASD, vol.4, p. 527.

Retornarão os caldeus. Depois que Nabucodonosor repeliu a tentativa de faraó Hofra, ele voltou seu ataque a Jerusalém, conquistou-a e a destruiu completamente (2Rs 25:1-10; 2Cr 36:17-19). CBASD, vol.4, p. 527.

10 Ainda que … ficassem deles apenas homens mortalmente feridos. Uma ilustração da certeza da condenação de Jerusalem. Em vista da rapida aproximacao da destruicao do templo, alguns dos justos de Jerusalem se propuseram a colocar a arca sagrada fora do alcance das impiedosas mãos dos exércitos invasores (ver com. de Jr 27:19). O interludio no cerco final, durante o qual os babilonios temporariamente deixaram o cerco para responder à ameaça de um exercito que avançava desde o Egito (ver com. de Jr 32:2), concedeu a esses homens piedosos a oportunidade necessaria para esconder a arca. Com lamento e tristeza, eles levaram a arca para um esconderijo seguro numa caverna, onde ela “ainda está oculta. Jamais foi perturbada desde que foi escondida” (PR, 453). Dentro da arca estavam as tabuas de pedra nas quais Deus escreveu os dez mandamentos com Se proprio dedo (Dt 10:1-5; ver [CBASD]Ellen G. White, Material Suplementar sobre Ex 31:18). CBASD, vol.4, p. 528.

13 Tu foges. Aparentemente, a acusação de Jerias de que Jeremias era culpado de traição, estava baseada na suposição de que o profeta pretendia escapar para o acampamento babilônico e se unir ao inimigo. CBASD, vol.4, p. 528.

16 Celas. Oferecidos para a reclusão de prisioneiros individualmente.Que Jeremias passou tempos difíceis no cárcere é sugerido em seu último apelo para que não retornasse para lá (ver v. 20; Jr 38:26). CBASD, vol.4, p. 528.

Ali ficou muitos dias. O profeta deve ter ficado nesse cárcere particular durante muitas semanas. A duração total de seu aprisionamento final foi de aproximadamente um ano. CBASD, vol.4, p. 528.

19 Onde estão … ? Esses impostores enganaram terrivelmente o rei. Ao invés de Jerusalém ser libertada, como eles anunciavam (ver Jr 28:1-4), a cidade foi cercada; e a retirada temporária dos caldeus, que parecia justificar suas esperanças, apenas enfatizava o engano desses homens. CBASD, vol.4, p. 528.

21 Uma fatia de pão. Literalmente, “uma rodada de pão”. a ordem do rei indica que Jerusalém já estava cercada [ao final de seu cárcere] e que começava a faltar alimento. CBASD, vol.4, p. 528.



JEREMIAS 37 – COMENTARIO PR EVANDRO FAVERO by Maria Eduarda
31 de agosto de 2017, 0:20
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