Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 58 by jquimelli
17 de julho de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

O “verdadeiro jejum”, a adoração que agrada a Deus, será revelado na maneira como tratamos os outros (v. 6-12). É marcado pelo arrependimento genuíno e por vidas transformadas. As pessoas param de brigar e de explorar os fracos. A autoindulgência e a ganância são substituídas por generosidade de espírito e pelo cuidado dos pobres e dos que sofrem.

Vidas generosas como essas agradam a Deus e liberam as bênçãos que Ele está ansioso para conceder.

Quando procedemos assim tornamo-nos canais através dos quais as bênçãos da aliança de Deus fluem para os outros. Tornamo-nos locais de descanso e fontes de água para almas cansadas e sedentas. Tornamo-nos restauradores de vidas quebradas, no sentido literal e no sentido espiritual. O amor de Deus revelado em nossas vidas atrai o coração das pessoas para os caminhos antigos da verdadeira adoração e restaura a confiança em Deus e Suas leis.

Isaías destaca como a correta observância do sábado favorece essa experiência de regozijo no relacionamento com Deus que nos leva a tratar bem ao nosso irmão.

O descanso sabático é muito mais do que obedecer a letra da lei. Envolve entrega total a Deus e completa confiança em Sua obra por nós como Criador e Redentor. Os adoradores que experimentam essa dimensão espiritual do sábado desfrutam de intimidade com Deus e alcançam vitórias sobre suas falhas de caráter. E, por viverem numa atmosfera de paz e felicidade, desfrutam de relacionamentos agradáveis uns com os outros. O descanso sabático faz parte do verdadeiro jejum espiritual.

Aleta Bainbridge
Associação da Grande Sydney, Austrália

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/58, https://www.revivalandreformation.org/?id=983 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/58/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/23
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 58 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/

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ISAÍAS 58 – COMENTÁRIOS ADICIONAIS ALETA BAINBRIDGE by jquimelli
17 de julho de 2017, 0:55
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Deus deu a Israel muitos rituais como um meio de preparar seus corações para a Sua obra de torná-los santos. O templo e seus serviços eram um retrato audiovisual do Plano de Salvação de Deus. Os dias de jejum eram solenes e impressivos e produziam uma elevação na condição espiritual do povo.

Infelizmente os filhos de Israel com frequência valorizavam mais a pompa do templo e o fato de serem descendentes de Abraão do que o privilégio de se relacionarem com Deus e O obedecerem de coração. Tal como acontece com a Igreja de Laodiceia, a conformidade exterior às leis de Deus levou o povo a acreditar que Deus estava obrigado a abençoá-los a despeito de seus pecados. Isto se reflete na avaliação recebida: infeliz, miserável, cego e nu (Apoc. 3:17).

A advertência de Deus vale tanto para o Seu povo daquela época quanto para o de hoje. O ‘jejum’ e o culto feitos pelos motivos errados podem parecer uma coisa boa, mas confundem a verdadeira adoração com a falsa adoração. O resultado é um comportamento destrutivo: lutas pelo poder dentro da igreja, disputas teológicas, tensões internas e negligência de cuidar dos necessitados e de cumprir a missão evangélica. Tudo isso feito em nome de Deus (v. 1b-5)!

O verdadeiro jejum é acima de tudo manter um relacionamento correto com Deus e com o próximo não apenas por obrigação, mas com alegria.
Senhor, ensina-me a praticar o jejum que te agrada! https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/23/



ISAÍAS 58 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
17 de julho de 2017, 0:50
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ISAÍAS 58 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Maria Eduarda
17 de julho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 58 – Meras formalidades, rituais externos, cultos mecânicos, cerimônias vazias de significados, louvor de boca para fora, indiferença no momento da pregação, despreparo na apresentação da mensagem bíblica, falta de espiritualidade fora da igreja, hipocrisia, e muito mais – diversos tipos de práticas religiosas desprovidas da aprovação divina.

Orar, jejuar, dizimar e até guardar o sábado sem um real relacionamento e submissão exclusiva a Deus durante as 24 horas, dos sete dias das 52 semanas do ano, é inaceitável ao Soberano do Universo.

Deus disciplina Seus filhos para que eles cresçam, amadureçam e aprendam a viver a religião corretamente. O propósito de Deus era que os judeus voltassem do exílio babilônico com uma visão mais abrangente do que significava ser verdadeiramente religioso conforme Seus conceitos.

Muitas vezes, precisamos ser disciplinados por Deus. “O exílio desmonta nossas perspectivas complacentes, e nos capacita a perceber que a restauração pode ser encontrada somente no caráter oculto de Deus, bem longe de nosso pragmatismo e controle… O exílio pode também nos preparar ao longo do caminho para recebermos benefícios sem precedentes” (James Houston).

O capítulo em pauta ensina-nos muitas coisas importantíssimas:

• Se Deus não revelar por meio de Seus servos os nossos pecados pelo poder do Espírito Santo, muito dificilmente reconheceremos nossos pecados e transgressões (v. 1).
• Deus mostra que práticas espirituais, como jejum, com interesses egoístas, não resultam na submissão que Deus espera dos Seus filhos (vs. 2-3).
• Os que utilizam a religião para subestimar ou dominar aos outros, ou mesmo praticam alguns rituais para maquiar suas contendas, rixas e arrogâncias, não serão aceitos por Deus (v. 4).
• Mais que usar a religião como máscara, precisamos de relacionamento com Deus que gere transformação, mudança de vida, atitude e comportamento visíveis (vs. 5-7).
• Religião com resultados reais e extraordinários é aquela que brota do coração influenciado por Deus para representar Seu amor numa sociedade decadente (vs. 8-12).
• Guardar o sábado é insuficiente para Deus, precisamos saber como viver as 24 horas de cada sábado. Sucesso, bênçãos e proteção terão aqueles que honrarem ao Criador de fato e de verdade no santo dia instituído pelo próprio Legislador (vs. 13-14).

Há muitos religiosos absolutamente enganados! Este capítulo deveria ser muito estudado e propagado.

“Senhor, disciplina-nos para aprender – se for necessário! Reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 58 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
17 de julho de 2017, 0:30
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“Clama a plenos pulmões, não te detenhas, ergue a voz como a trombeta e anuncia ao Meu povo a sua transgressão e à casa de Jacó, os seus pecados” (v. 1).


Estamos diante de um dos textos bíblicos mais fortes em termos de real compreensão da visão divina acerca da verdadeira piedade. A hipocrisia havia atingido as práticas religiosas mais solenes em seus efeitos, tornando-as rituais frios e sem sentido. Mesmo afastados do SENHOR, a observância dos rituais religiosos não cessaram e, de contínuo, ainda jejuavam e guardavam o sábado como dia de descanso. No entanto, apesar de julgarem ter “prazer em se chegar a Deus” (v. 2), suas atitudes não tinham qualquer harmonia com sua religião.

O capítulo de hoje não foi apenas mais uma advertência, mas um clamor “a plenos pulmões”. Erguendo “a voz como a trombeta”, Isaías declarou cada palavra que, em silêncio, acabamos de ler.

Imagino a seguinte cena:
O profeta cheio do Espírito de Deus! Semelhante a Estêvão, o povo viu “o seu rosto como se fosse rosto de anjo” (Atos 6:15). A sua voz ganhou a entonação de uma trombeta e seus pulmões dilataram-se como se em estado de perfeição edênica. Suas palavras ecoaram por todos os lados, e cada habitante de Jerusalém pôde ouvir com nitidez “a sua transgressão” e “os seus pecados” (v. 1).

Não havia qualquer desculpa para se eximir de sua culpa. As duas formas de adoração mais sublimes diante de Deus foram corrompidas e eram praticadas para proveito próprio e desgraça alheia. O jejum e a guarda do sábado haviam perdido totalmente a sua finalidade e foram transformados, respectivamente, em aparência de santidade e dia de fazer a própria vontade.

Era um jejum orgulhoso e um sábado maledicente. Erguiam suas orações com palavras bonitas enquanto seus corações tramavam o mal. “Observavam” o sábado, mas era um dia de cuidar dos “próprios interesses” (v. 13) e de falar “palavras vãs”.

Geralmente, o jejum era realizado no sábado, mas não como um sinal de arrependimento e contrição, e sim como um mostruário de “santos” que jejuavam “para contendas e rixas” (v. 4). Por isso que o texto de hoje não poderia ser falado de uma forma branda. O SENHOR precisava intervir no meio daquela crise espiritual com intrepidez, ou corria-se o risco de não restar um só adorador que O adorasse “em espírito e em verdade” (João 4:23).

O que o profeta “gritou” ao povo, em resumo, foi isto: o AMOR é a essência do jejum e do sábado!

Quando Jesus voltar, Ele fará a seguinte pergunta aos Seus filhos: “Você amou?” (Pr. Ivan Saraiva). O grande e maior perigo que nos cerca não está associado às catástrofes naturais, nem tampouco à violência humana, mas ao que Cristo mesmo nos alertou: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mateus 24:12). A prática de qualquer dos mandamentos do SENHOR consiste em AMAR. Vejamos a confirmação disto em Romanos 13:10:
“O amor não pratica o mal contra o próximo, de sorte que o cumprimento da lei é o amor”.

Entendem meus amados? Jesus manifestou o amor ao praticar cada um dos mandamentos de Seu Pai (João 15:10). Ele não veio revogar (Mateus 5:17-18) o que Ele mesmo instituiu (Leia Gênesis 2:1-3 e João 1:1-3), mas veio para nos dar o exemplo de como cumprir com o nosso DEVER (Eclesiastes 12:13). Jesus não escolheu o templo para jejuar diante de todos, mas foi “levado pelo Espírito ao deserto” (Mateus 4:1). Ele não cumpriu com as tolas e repressivas regras criadas pelos judeus aos sábados, mas observou o quarto mandamento (Êxodo 20:8-12) de Seu Pai transbordando cura e salvação por meio de Seu ministério de amor, ensinando-nos como guardar este dia santo.

O texto de hoje é muito claro, meus irmãos. Há bênçãos sem igual reservadas não para os frios legalistas, mas para os verdadeiros adoradores do Amor (I João 4:8). Jejuar para interceder, e lembrar-se do dia de sábado como um dia de fazer o bem (Mateus 12:12), são as maiores declarações de amor que podemos fazer a Deus e aos nossos semelhantes. Foi isto o que Isaías clamou “a plenos pulmões”. É isto o que o SENHOR espera de Seu povo nestes últimos dias!

A escolha está diante de você: ignorar a verdade e “cuidar dos teus próprios interesses” (v. 13) ou aceitá-la e seguir o “que a boca do SENHOR o disse” (v. 14).

Bom dia, cumpridores da lei do amor!

Desafio do dia: Planeje-se para viver as bênçãos do amor no próximo sábado e procure uma Igreja Adventista do Sétimo Dia mais próxima de sua casa.
www.encontreumaigreja.com.br

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Isaías58
#RPSP



ISAÍAS 58 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
17 de julho de 2017, 0:25
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Clama a plenos pulmões. Em Isaías 57:15 a 21, o profeta apresenta a mensagem celestial de reconciliação e paz. No cap 58, ele fala sobre o que constitui o arrependimento e o que é essencial para que as bênçãos prometidas sejam derramadas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 324.

Ainda Me procuram dia a dia. Exteriormente, a nação de Judá professava seguir o Senhor, mas o coração estava longe dEle. As pessoas se apegavam a formas externas da religião e negligenciavam seus princípios básicos. Jejuavam e oravam, observavam o sábado e as festas sagradas, apresentavam ofertas no templo e participavam das assembleias solenes, ao mesmo tempo em que se envolviam com toda forma de iniquidade (Is 1:11-15). CBASD, vol. 4, p. 325.

Por que jejuamos … ? A hipocrisia permeava a vida religiosa (ver com. de Mt 6:2). Eles pensavam que recebiam a aceitação de Deus por meio da aflição física. … Esqueceram-se de que a essência da verdadeira religião é o exercício da justiça, misericórdia e humildade (Mq 6:8; ver com. de Is 57:15). CBASD, vol. 4, p. 325.

Cuidais dos vossos próprios interesses. As pessoas jejuavam porque queriam assim obter a aprovação divina. Não compreendiam o significado espiritual do jejum e da observância do sábado, e criam que cumprir as formas de religião lhes permitia satisfazer as próprias paixões e oprimir o pobre e o desamparado. CBASD, vol. 4, p. 325.

Exigis que se faça todo o vosso trabalho. Literalmente, “oprime todos os vossos trabalhadores” (ver Lv 19:13; Tg 5:4). CBASD, vol. 4, p. 325.

Para contendas e rixas. As formas do jejum eram religiosamente seguidas, mas o espírito do verdadeiro jejum (ver v. 6)  havia se perdido. Práticas rigorosas serviam apenas para causar irritação. O jejum conforme ordenado por Deus (v. 6) teria resultado num viver virtuoso. CBASD, vol. 4, p. 325.

Seria este o jejum … ? Eles jejuavam apenas para garantir o favor de Deus e assegurar a aprovação de seus atos maus, como se a abstinência de alimento fosse mais importante para Deus do que se afastar da iniquidade (ver com. de Mt 6:16). CBASD, vol. 4, p. 325.

Que soltes as ligaduras. O verdadeiro jejum foi designado para purificar as inclinações e reformar a vida. Mas, entre os judeus, as práticas religiosas tinham se tornado um manto para ocultar a opressão dos fracos, o roubo às viúvas e aos órfãos, e todas as formas de suborno, engano e injustiça (Is 1:17, 23; Os 4:2; Am 2:6, 3:10; 4:1; 5:11; 8:4-6; Mq 6:11, 12). O verdadeiro propósito da religião é libertar o ser humano dos fardos do pecado, eliminar a intolerância e a opressão e promover justiça, liberdade e paz. Deus queria que Seus filhos fossem livres, mas os líderes de Israel os estavam convertendo em escravos e mendigos. CBASD, vol. 4, p. 325. [Destaque acrescido].

Repartas o teu pão. A verdadeira religião é prática. Sem dúvida, inclui os ritos e as cerimônias da igreja, mas é na atitude perante o próximo que se manifesta a presença ou a ausência da verdadeira religião. Não é tanto uma questão de se abster do alimento quanto o é de compartilhar o alimento com o faminto. A bondade na prática é o único tipo de religião reconhecida no juízo final (Mt 25:34-46). CBASD, vol. 4, p. 325.

Tua cura. O que se faz para o bem de outros resulta em benefício para si mesmo. CBASD, vol. 4, p. 325.

Tua retaguarda. Quando são trilhados os caminhos que Deus escolhe, pode-se ter a certeza de Sua presença e proteção. CBASD, vol. 4, p. 326.

Se tirares do meio de ti o jugo. Com crítica, censura, fofocas e insinuações, muitas pessoas tornam o fardo do próximo quase insuportável. Muitos cristãos são esmagados e enviados à sepultura desanimados e derrotados por terem sido objeto de escárnio de de outros cristãos. Deus não pode Se aproximar de Seu povo enquanto este estiver ocupado em criticar e oprimir o próximo. CBASD, vol. 4, p. 326.

10 Se abrires a tua alma ao faminto. Isto é, ter interesse pessoal. Se a igreja vivesse à altura de suas oportunidades e responsabilidades, se seus membros fossem cristãos tanto em espírito como no nome, logo se cumpriria a missão, e o Senhor voltaria em glória. Vidas de serviço egoísta afastam a luz da glória de Deus (ver Is 9:2; 60:1, 2). CBASD, vol. 4, p. 326. [Destaque acrescido.]

11 O SENHOR te guiará. Para ser guiada por Deus, a pessoa deve primeiramente abandonar o eu e se entregar por completo à obra do Mestre. Deus não pode guiar os obstinados, convencidos e egoístas. CBASD, vol. 4, p. 326.

Fartará a tua alma até em lugares áridos. Em tempos de aridez espiritual, Deus promete refrigério aos que buscam com sinceridade ser uma bênção ao próximo. CBASD, vol. 4, p. 326.

12 Os teus filhos edificarão as antigas ruínas … serás chamado restaurador de brechas. Aqui se descreve uma grande obra de reavivamento, reforma e restauração. Havia uma brecha no muro, devido à falta da prática da verdadeira religião (v. 3-5). CBASD, vol. 4, p. 326.

13 Desviares o pé. A obra de restauração deve começar com um reavivamento da verdadeira observância do sábado, cuja essência é a comunhão com Deus e recordação do Seu poder criador, no dia que Ele tornou sagrado. … Nunca foi o propósito divino que o sábado fosse um fim em si mesmo, mas um meio pelo qual o ser humano pudesse se familiarizar com o caráter e os propósitos do Criador (ver com. de Êx 20:8). CBASD, vol. 4, p. 326.

Teus próprios interesses. A essência do pecado é o egoísmo; fazer o que se deseja, sem levar em consideração a Deus ou ao próximo. O sábado dá ao ser humano a oportunidade de subjugar o egoísmo e cultivar o hábito de fazer o que agrada a Deus (1Jo 3:22) e que contribui para o bem-estar de outros. Quando compreendido e observado corretamente, ele se torna a chave para a felicidade do ser humano tanto aqui quanto no porvir. A verdadeira observância do sábado conduzirá à reforma descrita em Isaías 58:5 a 12. Os que não participam do espírito do sábado como Deus ordenou não percebem o que estão perdendo. O sábado é uma das maiores bênçãos do Criador aos seres criados. CBASD, vol. 4, p. 326, 327.

Deleitoso. Os que consideram o sábado uma carga não descobriram seu verdadeiro significado e valor. A mera observância do sábado tem pouco valor. CBASD, vol. 4, p. 327.

E o honrares. Eis a prova decisiva para se determinar o que é certo e apropriado fazer no sábado: Isso honra a Deus? Toda atividade cujo objetivo seja aprender mais dos caminhos, do caráter, das obras e da vontade do Criador, ou que seja um canal pelo qual Seu amor pode alcançar o coração e a vida do próximo, é sem dúvida, uma honra a Deus. CBASD, vol. 4, p. 327.

14 Então, te deleitarás. Os que fazem do sábado o que Deus planejou que ele fosse têm comunhão íntima com Ele.  CBASD, vol. 4, p. 327.

Os altos da terra. Promete-se prosperidade material e espiritual a que de coração toma parte no espírito do sábado (ver com. de Mt 6:33). CBASD, vol. 4, p. 327.



ISAÍAS 58 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
17 de julho de 2017, 0:20
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