Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 66 by jquimelli
25 de julho de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Neste mundo a humanidade está constantemente lutando contra as forças esmagadoras do mal que atacam de todos os lados. Não estamos seguros nem em nossa própria casa e nossa própria natureza luta contra nós. Num cenário assim, é reconfortante podermos recorrer a um Deus-Pai, que é o todo-poderoso provedor e protetor do Seu povo. Alguém que ama a justiça; mas também ama a misericórdia.

No entanto, há milhares de pessoas que acham difícil se conectar com Deus como Pai porque O associam a figuras de autoridade masculinas dominantes, cujas atitudes e ações severas e inflexíveis abusaram deles fisicamente ou emocionalmente. Podemos auxiliá-los a ser curados e encontrar conforto (v.13) se nós, o povo de Deus, revelarmos em nossas vidas os aspectos gentis e nutritivos do amor de Deus.

Então Isaías contempla um Novo Céu e uma Nova Terra (v. 22) que receberá os fiéis e sinceros. Por fim, céus e Terra se tornaram o que o Criador pretendia que fossem, sem a presença do mal e o consequente sofrimento. O povo de Deus também se transformou. Eles foram purificados pela aflição. Em um universo purificado de qualquer maldição, os remidos adorarão o Senhor e exaltarão por toda a eternidade a grandeza da redenção recebida!

Aleta Bainbridge
Associação da Grande Sydney, Austrália

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/66, https://www.revivalandreformation.org/?id=991 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/66/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/05/01
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 66 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 66 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
25 de julho de 2017, 0:50
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ISAÍAS 66 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
25 de julho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 66 – A história não está descontrolada, sem rumo. Deus a está conduzindo para um propósito nobre!

Observe estes pontos:

1. Deus não quer pessoas obedientes aos Seus mandamentos; Ele procura pessoas que O respeite por quem Ele é e faz, pessoas simples e humildes de coração, que se arrependem diante dEle. Que reconhecem que, sem Ele estaríamos perdidos, na melhor das hipóteses; na pior, nem existiríamos (vs. 1-2).

2. Deus chama, fala, convida, insiste, mas quem O rejeita demonstra rebeldia e rebelião, preferência pelo pecado com suas funestas consequências. O hipócrita, o rebelde, o orgulhoso e arrogante, o indiferente e o imundo se perderão, não por falta de opção, mas por consciente rejeição da graça divina (vs. 3-4).

3. Deus intenta chamar pecadores de todos os tipos a ouvir o que Ele tem a dizer. Muitos aceitam e por isso são ridicularizados e humilhados pelos indiferentes, incrédulos e arrogantes. Certamente, Deus livrará do mal que sobrevirá ao mundo aos que aceitarem Seu chamado (vs. 4-6).

4. Deus, o Criador e operador de extraordinários milagres, que age poderosamente na história e na vida das pessoas, promete, consola, restaura e reaviva aos que são esmagados pelos pecados, pela injustiça e perversidade que imperam no mundo (vs. 7-14).

5. Deus salva. Se há necessidade de salvação, é porque há motivos para isso. “Não pode haver salvação a menos que haja pessoas e situações das quais alguém possa se livrar”, argumenta Paul R. House. Deus salvará os justos das mãos dos ímpios e do pecado, imoralidade e corrupção que reinam na sociedade (vs. 15-17).

6. Deus é o maior dos missionários. Antes do fim, Ele organizará a maior das campanhas missionárias de toda a história para apresentar de forma impactante a última chance de arrependimento e conversão. O evangelho eterno será pregado a toda nação, tribo, língua e povo (vs. 18-21; ver Mateus 24:14; Apocalipse 14:6-12; 18:1-24; 19:1-10).

7. Deus criará um novo Céu e uma nova Terra onde habita a justiça. Ele quer levar os justos para estar com Ele. O pecado será erradicado do Universo, e os salvos viverão felizes para sempre (vs. 22-24; II Pedro 3:9-13; Apocalipse 19:11-21; 20:1-15; 21:1-27).

Antes do novo começo, um grande reavivamento evangélico impactará o mundo. Preparemo-nos para ele! – Heber Toth Armí.

Conte-nos como foi passar mais de dois meses refletindo nas profecias de Isaías:



ISAÍAS 66 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
25 de julho de 2017, 0:30
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“Porque, como os novos céus e a nova terra, que hei de fazer, estarão diante de Mim, diz o SENHOR, assim há de estar a vossa posteridade e o vosso nome” (v. 22).


O que acontece quando lemos um bom livro? Desfrutamos de cada página e não queremos que ele acabe logo, não é verdade? O livro de Isaías certamente é um desses livros. Dentre os demais livros da biblioteca sagrada, Isaías se destaca como “o evangelho” no Antigo Testamento, elencando a maioria das profecias messiânicas, tanto acerca da primeira vinda de Jesus como Servo quanto da Sua segunda vinda como Rei. Entre advertências e duras repreensões pudemos aprender mais de um Deus que faz de tudo para salvar o pecador (Provérbios 3:12).

A fidelidade e a aliança eterna de Deus para com o Seu povo foram confirmadas em nosso coração a cada “Assim diz o SENHOR”. Não podemos e não devemos ignorar as palavras da sabedoria deste livro, “porque a boca do SENHOR o disse” (Is. 58:14). Isaías foi apenas um instrumento, um vaso nas mãos do grande Oleiro. O profeta, assim como os demais que estudaremos, foi a voz de Deus para um povo entregue à idolatria e a uma religião fria e sem sentido. Em meio à cegueira espiritual, ele foi o colírio enviado por Deus para abrir os olhos de Israel. Isaías cumpriu o seu chamado e nos deixou um legado de fé e de perseverança mesmo em meio à corrupção de seu povo.

Falar o que todos querem ouvir é muito fácil. Mas falar o que ninguém deseja ouvir é desafiador e até perigoso. Defender as verdades bíblicas de que o sábado é o dia do SENHOR e sempre será (v. 23) e que Deus abomina a carne de porco e outras carnes como alimento (v. 17; Levítico 11) não é popular e não enche bancos de igreja. Isaías desafiava não somente os reinos do Norte e do Sul, mas as maiores autoridades de sua época. De acordo com a história judaica, ele foi serrado pelo meio (Hebreus 11:37) por ordem do rei Manassés (II Crônicas 33). Não foi sem razão que Deus lhe revelou o sofrimento do Messias e a Sua vergonhosa morte. Mas também a Sua cura sem detença e o Seu resplendor eterno. Certamente, Isaías foi consolado por seu Pai (v. 13) e morreu com o coração pleno da certeza da vitória final. Ele compreendeu o princípio que Ellen White igualmente entendeu: “Deus deseja homens [e mulheres] que arrisquem qualquer coisa e todas as coisas para salvar almas” (Evangelismo, p. 63).

No entanto, mais desafiador do que pregar para quem não conhece o SENHOR, é pregar para aqueles que julgam conhecê-Lo. Assim como iniciou o livro, o profeta o encerrou com palavras de juízo e de redenção. Equiparados a Sodoma e Gomorra (Is. 1:10), Israel e Judá insistiam em sustentar um culto hipócrita e, semelhante aos fariseus da época de Cristo, dependente de manifestações sobrenaturais (v. 5). Perseguiam os poucos dentre o povo que permaneciam fiéis, e seus rituais não passavam de abominações aos olhos do SENHOR (v. 3). “Escolheram aquilo em que” Deus não tinha prazer (v. 4) e morreram em seus próprios delitos.

Por mais que seja uma obra grande e difícil, Jesus nos chamou para sermos Suas testemunhas e declararmos a “todas as nações e línguas” (v. 18) que “eis que o SENHOR virá em fogo” (v. 15) “e com Sua espada entrará o SENHOR em juízo com toda a carne” (v. 16), e os ímpios “serão consumidos” (v. 17). Mas “dos que foram salvos” (v. 19), que anunciaram entre as nações a Sua glória, que trouxeram todos os seus irmãos “dentre todas as nações, por oferta ao SENHOR” (v. 20), o SENHOR mesmo estará com eles na nova terra, e, “de um sábado a outro” (v. 23), O adorarão para todo o sempre.

Como criancinhas de peito, Deus nos chama a dependermos totalmente de Seu cuidado e provisão (v. 11); a deitarmos em Seus braços e sermos acalentados em Seu colo (v. 12). Só assim seremos salvos por Sua graça: “Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos tornardes como crianças, DE MODO ALGUM entrareis no Reino dos céus” (Mateus 18:3). Entreguemo-nos nos braços do Pai, então logo O veremos, e o nosso coração se regozijará, e os nossos ossos revigorarão como a erva tenra; então, o poder do SENHOR nos será notório (v. 14).

Continuemos sendo reavivados por Sua Palavra!

Bom dia, salvos pela graça!

Desafio do dia: Convide seus amigos e familiares para estudarem o livro de Jeremias. Compartilhe esperança!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Isaías66
#RPSP

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ISAÍAS 66 – Comentários selecionados by jquimelli
25 de julho de 2017, 0:25
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Imola um boi. Sem a devida experiência espiritual, o que oferece um boi não seria mais aceitável à vista de Deus do que um assassino. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 359. [Nota explicativa adicional da equipe Reavivados: “A religião desprovida da essência (amor) é vã. O destino daqueles que a praticam será igual ao dos ímpios. Precisamos da renovação de nossa mente para podermos experimentar a boa, perfeita e agradável vontade de Deus” (Ivan Barros). Segundo o CBASD, existe outra tradução possível para este texto, que no hebraico está sem conjunções: “O que imola um boi é [também] um assassino”. Entretanto, nós a omitimos por que, na essência, ambas revelam uma religião de aparência, sem a entrega da vida a Deus, pela e para a atuação do Espírito Santo. (Jeferson)]

5 Vós, os que a temeis. Isaías deixa de falar aos ímpios hipócritas para se dirigir ao remanescente justo. Ele era desprezado e perseguido por falsos irmãos. Os arrogantes hipócritas cheios de justiça própria zombavam dele por sua piedade e devoção. Mas o profeta diz que os papéis se inverteriam, que a destruição seria a sorte dos escarnecedores, e alegria e livramento, a dos justos. CBASD, vol. 4, p. 359.

Voz de grande tumulto. A mente do profeta se projeta ao tempo da restauração. Isaías vislumbra a cidade e o templo restaurado e o Senhor Se levantando para retribuir os inimigos do novo estado (ver com. de Is 59:16-18). CBASD, vol. 4, p. 359.

Antes que estivesse de parto. Sião é personificada como uma mulher prestes a dar à luz. A terra de Israel, que havia muito estava desolada (Ez 38:8), estaria repentinamente, com o retorno da multidão de exilados, cheia de vida nova. CBASD, vol. 4, p. 359.

Num só dia. Era algo inaudito e incrível que uma nação pudesse voltar a existir tão depressa. Se os judeus no exílio tivessem atentado para a mensagem dos profetas, a restauração teria sido tão espetacular e gloriosa como a descrita aqui. CBASD, vol. 4, p. 359.

11 Mameis. Os v. 11 e 12 seguem descrevendo Jerusalém como a mãe de uma nação recém-nascida. Sem reservas, ela dá a seu filho todas as atenções habituais de uma mãe devota. CBASD, vol. 4, p. 359, 360.

14 Vossos ossos revigorarão. Em tempos de dificuldade, diz-se que os ossos se consomem (Sl 31:10; cf. Lm 1:13). CBASD, vol. 4, p. 360.

16 Entrará o SENHOR em juízo. A descrição do cap. 65 bem como do 65 (ver com. de Is 65:17) corresponde ao que teria acontecido se os judeus tivessem escolhido cumprir o propósito divino. Por isso as abominações mencionadas aqui são especificamente aquelas das quais os judeus apóstatas eram culpados. CBASD, vol. 4, p. 360.

17 Os que se santificam. Estes apóstatas misturavam ritos pagãos com a adoração a Yahweh, então, assumiam a atitude do “sou mais santo do que tu” (Is 65:5) em relação a seus irmãos. Os reinados de Acaz e Manassés se caracterizavam por esse tipo de culto (2Rs 16:10-16; 21:2-7). CBASD, vol. 4, p. 360.

Nos jardins. Estes jardins e bosques eram com frequência cenário de cerimônias religiosas cruéis e imorais. Os hebreus, muitas vezes, seguiam os pagãos adorando em tais lugares (Is 1:29; 65:3, 4; cf. 1Rs 14:23; 15:13; 2Rs 16:3, 4; 17:9-11; 18:4), embora tivessem recebido de Deus ordens para destruí-los. CBASD, vol. 4, p. 360.

Após a deusa. [heb. ‘achad] A referência deve ser a algum objeto de adoração abominável e ofensivo. CBASD, vol. 4, p. 360.

Que comem carne de porco. Ver com. de Is 65:4. Este povo desafiava a Deus abertamente ao participar do que era abominável. Tanto o porco como o rato são alistados entre os animais impuros que os hebreus foram proibidos de comer (Lv 11:2, 7, 29, 44). Os judeus apóstatas exultavam em quebrar todas as restrições e pretendiam se santificar por meio daquilo que Deus disse que os contaminaria e os tornaria impróprios para comunhão com Ele. Ao pretenderem uma santidade superior, tinham alcançado os níveis mais baixos de degradação. CBASD, vol. 4, p. 360.

23 De uma Festa da Lua Nova à outra. O ritual da Lua Nova durante a dispensação mosaica (ver Nm 10:10; 28:11-14; cf. Am 8:5; … Ez 46:1-3). CBASD, vol. 4, p. 361.

Um sábado a outro. O sábado é uma instituição eterna. Ele seria honrado apropriadamente no estado judeu restaurado e, na nova Terra porvir, será observado por todos (ver DTN, 283). Todos observarão o sábado em reconhecimento eterno de Cristo como o criador do Éden e o recriador dos novos céus e da nova Terra de justiça e santidade. CBASD, vol. 4, p. 361.

24 Verão os cadáveres. Este versículo deve ser compreendido à luz dos princípios esboçados nos comentários de Isaías 65:17. A linguagem é mais uma evidência de que Isaías estava descrevendo o que seriam os novos céus e a nova Terra se a nação judaica tivesse aceitado seu destino divino. Antes de a nova Terra, da qual fala João (Ap 21; 22), se tornar a morada dos justos, e antes que os adoradores viajem à nova Jerusalém, para render culto, todo vestígio de pecado terá sido removido e nenhum cadáver permanecerá para manchar a perfeição do Éden restaurado (ver 2Pe 3:10). Portanto, não se devem aplicar as palavras de Isaías de forma direta à nova Terra futura. A aplicação é secundária, em harmonia com as declarações de escritores inspirados posteriores que mostram como o propósito eterno de Deus se cumprirá por meio do Israel da nova aliança (ver p. 24, 25). Os que aplicam este versículo à punição eterna das almas num inferno que queima constantemente fariam bem em observar que ele trata de cadáveres e não almas conscientes separadas do corpo, sendo atormentadas. Essa aplicação errônea da profecia também ignora os princípios de interpretação já mencionados. CBASD, vol. 4, p. 361.

Verme. A descrição é de larvas que se alimentam dos cadáveres. CBASD, vol. 4, p. 361, 362.

Nunca morrerá. Por meio da mesma aplicação errônea já mencionada, alguns entendem que esta expressão indica vida eterna para os ímpios. Contudo, a expressão no hebraico é um imperfeito simples, um tempo verbal que indica ação incompleta e significa simplesmente que, no tempo considerado, a ação do verbo ainda não está incompleta. O tempo verbal não implica necessariamente que a ação jamais será completada. Por exemplo, em Gênesis 2:25 se emprega o imperfeito na declaração de que Adão e Eva “não se envergonhavam”. Isso não eera uma previsão de que jamais se envergonhariam. Gênesis 3:7 diz que, mais tarde, se envergonharam. A seguinte tradução expressa com mais clareza a ideia do texto hebraico: “seu verme ainda não tinha morrido”. CBASD, vol. 4, p. 362.

Nem seu fogo se apagaráCBASD, vol. 4, p. 362. A frase pode ser traduzida “o seu fogo ainda não se apagou” (ver com. sobre “nunca morrerá”). Em Jeremias 17:27, em que Jerusalém é ameaçada com este fogo, deixa-se evidente que a expressão “não se apagará” não indica um fogo que queimará para sempre. Esse fogo foi aceso (2Cr 36:19), mas se apagou há muito tempo. O fogo que não se apaga é simplesmente o que ser humano algum é capaz de apagar. Contudo, quanto tiver consumido o que deve ser consumido, naturalmente se apagará. CBASD, vol. 4, p. 362.



ISAÍAS 66 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
25 de julho de 2017, 0:20
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