Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 63 by jquimelli
22 de julho de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

As roupas de nosso Redentor estão encharcadas de sangue (v.3). Não houve nenhum conforto para este guerreiro divino no Getsêmani ou na cruz, na hora da Sua maior necessidade. Ele foi abandonado por seus amigos mais próximos e, ao que Lhe parecia, até mesmo por Seu Pai. Ele experimentou a fúria de Seu Pai para com a impiedade. Isso partiu o coração de nosso Salvador. O sangue do qual dependia Sua vida foi derramado no chão, para que milhões que iriam perecer pudessem ganhar a vida eterna. Não havia outra maneira pela qual pudéssemos ser resgatados.

É o nosso Deus vingativo? Certamente que não. A morte, mesmo do ímpio, é um ato estranho à natureza amorosa de Deus. Mas não podemos separar Redenção e a destruição da maldade. Ambas, redenção e vingança, são “bondades do Senhor.” Embora estranha e difícil, a obra de exterminar a maldade é componente indispensável do plano da salvação. Deus dá a cada pessoa o que eles escolheram. O ímpios optaram por rejeitar o Senhor e não seriam felizes em Seu Reino.

Assim como Ele chorou quando Lúcifer e os seus anjos foram expulsos do céu no começo, Ele irá, no final, sofrer pelas crianças que perdeu. Porém, Isaías 53:11 nos diz que Jesus verá o resultado do Seu trabalho e ficará satisfeito. Todos os que aceitarem os méritos do Seu sacrifício viverão eternamente em paz e harmonia, livres de qualquer maldade. Nosso Messias-Guerreiro irá Se alegrar pelos redimidos pelos séculos sem fim.

Aleta Bainbridge
Associação da Grande Sydney, Austrália

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/63, https://www.revivalandreformation.org/?id=988 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/63/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/28
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 63 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 63 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
22 de julho de 2017, 0:50
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ISAÍAS 63 – Comentário Pr Heber Toth Armí by jquimelli
22 de julho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 63 – O autor do livro em análise “é o maior dos profetas e oradores hebreus. O esplendor da linguagem, a vivacidade das figuras de linguagem, além da versatilidade e beleza do estilo de seu texto são inigualáveis. É justificado ter recebido o título de ‘príncipe dos profetas do Antigo Testamento’”, expressou-se Merril F. Unger.

Jesus virá segunda vez. Não como um bebê dependente de pais humanos, mas como Rei dos reis e Senhor dos senhores a fim de resgatar deste mundo aos que foram resgatados do pecado. Os perversos, arrogantes e imorais que rejeitarem ao plano da redenção divino não suportarão a glória de Cristo e morrerão enquanto os salvos forem elevados às moradas celestiais.

A linguagem dos seis primeiros versículos deste capítulo de Isaías coincide com a linguagem escatológica de João em Apocalipse 14:17-20. Vale a pena conferir os dois textos. Eles revelam um caráter simétrico nos dois Testamentos: Justiça e amor. Deus oferecendo salvação aos que se inclinam para aceitá-la, mas punição aos amantes dos diversos tipo de pecados.

Os versos 7-19 é uma magnífica prece. “Assim como a oração em Dn 9 ela começa falando sobre o relacionamento de aliança entre Deus e Seu povo. A lealdade do Senhor à aliança é mencionada em primeiro lugar e, logo em seguida, os louvores a Ele devidos. A oração propriamente dita, em forma de pedidos, entra em foco do v. 15 até o fim do capítulo”, (John MacArthur).

Do capítulo em apreço destacamos algumas preciosas lições:

• Jesus vencerá a batalha do Armagedom. Está profetizado! Assim será! Quem faz aliança com Ele e permanece fiel, será salvo no dia da vingança (ver Joel 3:13; Apocalipse 19:11-21).
• As figuras utilizadas por Isaías como “lagar”, “pisar”, etc. mostram que Jesus eliminará radicalmente o mal, para que prevaleça somente o bem. Essa é promessa positiva e devemos aguardá-la, para que o sacrifício de Cristo valha a pena para nós.
• Devemos alegrar, jamais entristecer ao Espírito Santo. Ele é essencial para transformar-nos!
• Precisamos orar para preparar-nos para esse dia. Devemos olhar ao passado na história sagrada e ver como Deus foi Pai bondoso, misericordioso e paciente para, então, erguer nossos esperançosos olhos ao futuro – com confiança!

Ao compreendermos melhor a Deus, clamaremos mais por Sua intervenção! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 63 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
22 de julho de 2017, 0:30
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“Atenta do Céu e olha da Tua santa e gloriosa habitação. Onde estão o Teu zelo e as Tuas obras poderosas? A ternura do Teu coração e as Tuas misericórdias se detêm para comigo!” (v. 15).


Há um “duelo” de atributos divinos no texto de hoje. De um lado a ira de Deus, e do outro, a Sua misericórdia. Os versos 1-6 descrevem “o dia da vingança” (v. 4) do SENHOR, em que Ele pisará os povos com Seu furor (v. 6) e salvará os Seus redimidos (v. 4). Mas, em sua oração, o profeta destaca a bondade de Deus “segundo as Suas misericórdias e segundo a multidão das Suas benignidades” (v. 7). Como entender este último atributo diante da iminência do primeiro?

Imagine o seguinte caso:

Um homem ama muito sua esposa. Ele nunca deixa que lhe falte nada e é muito carinhoso. Eles têm uma bela casa, muito conforto e comida à vontade. Porém, ele resolve lhe dar mais uma “prova de amor”: todos os dias, ao sair para o trabalho, ele passa a chave na casa deixando a sua amada em prisão domiciliar. Podemos chamar isso de amor? Certamente que não.

Deus concedeu ao homem uma verdadeira prova se amor: o livre arbítrio. Somos livres para decidir amá-Lo ou não. A oração de Isaías representa o clamor de um coração sincero, agradecido e consciente de que a rebeldia do povo era a causa de seus próprios conflitos. Eles escolheram contristar o Espírito Santo (v. 10) e teriam de arcar com as consequências de seu descaso para com Ele. A parábola do filho pródigo é uma das mais lindas ilustrações sobre isso. O pai permite que o seu filho vá e que sofra as consequências de seus atos insanos. O pródigo experimentou uma “amostra” do que o pecado pode causar, e não gostou nem um pouco. De volta à casa do pai, sua condição era deplorável e digna da ira paterna. Mas o pai correu ao seu encontro e não se importou com suas vestes sujas, mau cheiro e nem com o que ele fez. Simplesmente o perdoou e o aceitou de volta como filho mui amado.

Enquanto “o SENHOR é tardio em irar-Se” (Naum 1:3), as Suas misericórdias “renovam-Se cada manhã” (Lamentações 3:23). A cada amanhecer acontece o milagre da salvação na vida de cada ser humano. A ternura do Seu coração e as Suas misericórdias (v. 15) são derramadas sobre o mundo pecador de forma plena e abundante. O Espírito do SENHOR nos oferece descanso (v. 14). “Pelo Seu amor e  pela Sua compaixão” (v. 9), o Salvador deseja nos remir e declarar: “Certamente, eles são Meu povo” (v. 8). Contudo, temos a liberdade em escolher receber as Suas misericórdias ou perecer em nossos pecados.

Deus é justo e em Sua justiça “jamais inocenta o culpado” (Naum 1:3): “se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; porque a boca do SENHOR o disse” (Isaías 1:20). Este é o salário do pecado (Romanos 6:23). Esta é a ira retributiva de Deus! Porém, apesar de nossa condição pecaminosa e, consequentemente, culpada, “o Anjo da Sua presença [nos] salvou” (v. 9). O Inocente morreu em nosso lugar e nos oferece, de graça, o “alvejante” da salvação: “ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã” (Isaías 1:18). Esta é a misericórdia divina!

Como Isaías, abra o seu coração ao Deus misericordioso e tardio em irar-Se. Louve-O por Sua benignidade e reivindique as Suas “obras poderosas”. Não há ninguém no mundo mais ansioso para te ouvir do que o SENHOR. Em toda a sua angústia, Ele também Se sente angustiado (v. 9). O que Ele mais deseja, semelhante ao pai do pródigo, é derramar sobre a sua vida o poder do Espírito Santo e lhe levar de volta para Casa, pois Ele é “nosso Pai” (v. 16). Que o mesmo anseio de Isaías ganhe primazia em nosso coração e em nossas orações a cada dia: “Volta, por amor dos Teus servos”, Jesus! (v. 17)

Bom dia, filhos do Pai de misericórdia!

Desafio do dia: Vamos à Casa do nosso Pai e alegremo-nos em uma linda festa de adoração e louvor!
www.encontreumaigreja.com.br

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Isaías63
#RPSP



ISAÍAS 63 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
22 de julho de 2017, 0:25
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Edom. Neste versículo, Edom representa os inimigos de Deus e de Seu povo… Os edomitas eram descendentes de Esaú. … Adotaram atitude de persistente hostilidade para com Israel. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 344.

Bozra. Cidade importante de Edom. CBASD, vol. 4, p. 344.

Lagar. Antigamente colocavam-se as uvas em grande tanques, onde pessoas as pisavam para extrair o suco. CBASD, vol. 4, p. 344.

Sozinho. Quando o Messias veio, passou sozinho pela amarga agonia do Getsêmani. … Na cruz, rodeado por multidão sobrenatural, sentiu-Se ainda mais sozinho (Mt 27:46; DTN, 754). CBASD, vol. 4, p. 344.

Admirei-Me. Do heb shamam, traduzido por “espantava-me”, em Daniel 8:27. CBASD, vol. 4, p. 345.

Pisei. Os ímpios são representados como uvas a serem pisadas no lagar da ira de Deus. CBASD, vol. 4, p. 345.

Embriaguei-os. …bebendo o cálice da ira derramado pelo Senhor. CBASD, vol. 4, p. 345.

Celebrarei. Este versículo dá início a uma nova seção, que se estende até o fim do cap. 64. Trata-se de uma oração de louvor e gratidão. Sião se lembra do eterno amor e das misericórdias de Deus recebidos apesar da ingratidão e da rebelião. O poema se inicia com a atitude de se meditar na bondade de Deus e tornar conhecida a outras Sua misericórdia (cf. Sl 89). CBASD, vol. 4, p. 345.

Mentirão. Certamente Israel desejaria manter a aliança com Deus. Seria pouco provável que o povo fosse tão tolo a ponto de quebrar finalmente os termos de tal aliança, perdendo assim as bênçãos prometidas. CBASD, vol. 4, p. 345.

Salvador. Cristo é o Salvador de Seu povo tanto no AT quanto no NT (ver PP, 366). CBASD, vol. 4, p. 345.

O Anjo da Sua presença. Este era o anjo pelo qual se manifestava a presença de Deus [citações omitidas], e era o próprio Cristo (ver PP, 366). CBASD, vol. 4, p. 345.

10 Pelo que Se lhes tornou em inimigo. Isto é, parecia ser um inimigo. De fato, os juízos que caíram sobre o povo tinham um objetivo misericordioso. Deus tinha em mente a salvação final deles. CBASD, vol. 4, p. 346.

11 Onde está aquele … ? Moisés, Arão e outros líderes importantes. CBASD, vol. 4, p. 346.

15 Atenta para o ceú e olha. Esta é uma oração de  clamor e ajuda. CBASD, vol. 4, p. 346.

16 Mas. Do heb. ki, “pois”. Visto que Deus era o Pai de Israel, o povo poderia estar certo de Sua ajuda e orientação. CBASD, vol. 4, p. 346.

17 Por que nos fazes desviar … ? Na linguagem bíblica, Deus é representado como autor daquilo que Ele não impede. … A pergunta deve ser interpretada da seguinte forma: “Senhor, por que permitistes que nos desviássemos?” CBASD, vol. 4, p. 346, 347.

18 Só por breve tempo. Deus prometeu a Abraão que a terra de Canaã seria dada a ele e à sua descendência como herança eterna (Gn 13:14, 15; 17:8). em comparação com a eternidade, o período entre Josué e Isaías não passava de  “breve tempo”. CBASD, vol. 4, p. 347.

Pisaram o Teu santuário. O templo ainda estava em pé quando Isaías proferiu estas palavras. Contudo, ele vislumbrava profeticamente o dia em que o edifício não mais existiria (ver Is 64:11; ver vol. 1, p.3). … Um século depois, os babilônios, sob o comando de Nabucodonosor, puseram fim à nação de Judá e destruíram Jerusalém, bem como o templo e os muros (2Rs 25:8-16). CBASD, vol. 4, p. 347.

19 Tornamo-nos como aqueles. O clamor dos judeus se baseia no fato de que tinham se rebaixado ao nível dos pagãos, que não conheciam a Deus. … A confissão de Isaías em favor do povo (ver com. de Is 59:12, 13) alcança a mais profunda angústia. Eles se sentiam profundamente humilhados com o fato de que Deus aparentemente os tivesse rejeitado, e com humildade rogaram que não fossem de todo abandonados. É esse espírito de completo desalento e desespero que faz com que levantem os olhos aos céus com a oração que introduz o capítulo seguinte. CBASD, vol. 4, p. 347.



ISAÍAS 63 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
22 de julho de 2017, 0:20
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