Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 5, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de julho de 2017, 0:30
Filed under: Sem categoria


“Coisa espantosa e horrenda se anda fazendo na Terra: os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam de mãos dadas com eles; e é o que deseja o Meu povo. Porém que fareis quando estas coisas chegarem ao seu fim?” (v. 30-31).


Um dos capítulos que considero mais difíceis de se ler na Bíblia é o capítulo dezenove do livro de Juízes. A narrativa ali contida é extremamente trágica e forte. Era como se fosse uma “amostra” da condição terrível e degradante do ser humano sem Deus. Ao comparar os povos inimigos com animais (v. 6), além da aplicação profética em alguns casos, creio que também seja pelo fato de que quando o homem dá as costas para o Seu Criador, assemelha-se a animais irracionais, e coisas espantosas e horrendas acontecem.

A população estava completamente indiferente ao SENHOR. Não havia uma só pessoa que praticasse a justiça ou buscasse a verdade (v. 1). TODOS juravam por Deus falsamente e sua situação de rebeldia era tão grande que “endureceram o rosto mais do que uma rocha” (v. 3). Diante desta triste realidade, o profeta pensa (parafraseando):
– Bem, a população é insensata porque não conhece o SENHOR. Então, irei falar com os profetas e com os sacerdotes, pois eles certamente conhecem a Deus (v. 4 e 5).

Porém, as expectativas de Jeremias são frustradas ao perceber que os líderes do povo agiam tão pior quanto. Aqueles que deveriam ser representantes do SENHOR na terra, proclamando a Sua Palavra e “o direito do seu Deus” (v. 5), falavam mentiras e “de comum acordo” ultrapassavam “até os feitos dos malignos” (v. 28).

De linhagem sacerdotal, Jeremias enfrentava o triste dilema de afrontar até seus próprios parentes. De maneira insistente e tomado de compaixão, ele pronunciava as palavras do SENHOR a um povo cujo coração era “rebelde e contumaz” (v. 23). Aparentemente, o povo vivia uma falsa segurança. “Se tornaram poderosos e enriqueceram” (v. 27), e para eles não fazia sentido algum dar atenção e nem dar ouvidos às palavras de repreensão do profeta (v. 21). Enquanto o profeta dizia: “os vossos pecados afastam de vós o bem” (v. 25), o povo dizia: “Nenhum mal nos sobrevirá; não veremos espada nem fome” (v. 12).

Jesus nos advertiu que nos últimos dias surgiriam muitos falsos cristos e falsos profetas declarando mentiras e engodos “para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mateus 24:24). E Paulo também nos alertou acerca de um tempo de falsa paz: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (I Tessalonicenses 5:3). Mas, assim como o SENHOR prometeu ao antigo Israel: “não vos destruirei de todo” (v. 18), o mesmo sucederá no fim dos tempos.

Diferente de como o povo interpretou a mensagem profética como muito dura, devemos encarar os avisos de Deus como um Pai que não quer que nenhum de Seus filhos pereça, mas que todos se arrependam. Não permita que o seu coração se torne insensível às advertências divinas, mas que sejamos instrumentos do SENHOR, levando o Seu evangelho e a esperança de Sua breve volta a um mundo que está em contagem regressiva!

Bom dia, filhos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Jeremias5
#RPSP


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