Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 48 by jquimelli
7 de julho de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Quando os exércitos de Nabucodonosor avançassem sobre Judá, aqueles seus filhos rebeldes não poderiam reclamar que Deus lhes havia deixado sem proteção. Há muito tempo, Ele já lhes tinha dito o que iria acontecer e por quê. Ele até lhes disse como lidar com a invasão (Jer 27:6-11).

Deve ter sido muito doloroso para o Senhor ver Seu povo não dar ouvido a Seus conselhos. “Desde a antiguidade o seu ouvido tem se fechado” (v. 8, NVI). Nada é mais mortal para a alma do que a teimosa recusa em ouvir a Deus e Sua vontade. “Se tão-somente você tivesse prestado atenção às minhas ordens”, diz Deus: “sua paz seria como um rio”. No entanto, “não há paz alguma para os ímpios” (v.18).

Quantas vezes perdemos a paz interior porque respondemos mais rapidamente às vozes das circunstâncias do que à voz segura do Senhor. Precisamos admitir que confiar em Deus não acontece naturalmente. Enquanto estivermos nesta terra, sempre teremos que escolher acreditar mais em Deus do que em nossos sentimentos. Mas todo o Céu estará do nosso lado!

Ron E M Clouzet
Pastor ministerial na Divisão Norte da Ásia e do Pacífico

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/48, https://www.revivalandreformation.org/?id=972 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/48/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/13
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 48 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/

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ISAÍAS 48 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
7 de julho de 2017, 0:55
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1 Ouvi isto. Isaías se dirige aos hipócritas de Israel, aqueles que professavam servir a Deus, mas na verdade faziam o que queriam (ver com. de Mt 6:2). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 288.

Da santa cidade tomam o nome. Esses traidores professavam ser cidadãos de Sião, mas o eram apenas no nome … Eles buscavam os benefícios que resultavam da lealdade a Deus, mas não estavam dispostos a pagar o preço da obediência (ver com. de M7 7:21-27). Queriam todos os privilégios do discipulado, mas se recusavam a assumir as responsabilidades. CBASD, vol. 4, p. 288.

3 As primeiras coisas … anunciei. Não os pagãos, mas o infiel povo de Judá é chamado a reconhecer a presciência de Deus.  CBASD, vol. 4, p. 288.

De repente. Deus predisse esses eventos, mas os hipócritas infiéis foram pegos de surpresa (ver Mt 24:39). Em Tessalonicenses 5:1 a 8, há um conselho semelhante para os que aguardam a vinda do Senhor. CBASD, vol. 4, p. 288.

O meu ídolo fez estas coisas. Israel tinha acabado de sair do Egito quando atribuiu sua libertação a um ídolo (Êx 32:4). CBASD, vol. 4, p. 288.

8 Eu sabia que procederias mui perfidamente. Deus conhecia o caráter perverso dos israelitas e sabia que não queriam acreditar e que, até o fim, tentariam justificar sua rebeldia. A seguir, ele apresenta uma série de predições incomuns, incluindo o cativeiro por vir, a missão de Ciro um século antes de sua época, a libertação do jugo babilônico e outros eventos que culminariam com a vinda do Messias. CBASD, vol. 4, p. 288, 289.

9 Por amor ao Meu nome. Por causa da perversidade …, o povo de Judá não merecia a misericórdia ou o favor de Deus. Sua queda, porém, traria opróbrio sobre seu santo nome, pois O considerariam caprichoso, vingativo e incapaz de cumprir seus próprios planos. O nome de Deus representa Seu caráter: um Deus “compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade” (Êx 34:6). CBASD, vol. 4, p. 289.

11 Por amor de Mim. Se não tivesse redimido Israel, o nome do Senhor teria sido profanado entre os pagãos. Deus restauraria os filhos de Israel, não por mérito deles, mas por Sua misericórdia. CBASD, vol. 4, p. 289.

16 Agora, o SENHOR Deus Me enviou a Mim e o Seu Espírito. De acordo com o contexto … Cristo é Quem fala. Foi Deus Quem enviou Jesus em Sua missão. Jesus tem estado com o Pai desde o início (Jo 1:1-3); mas, quando o Pai Lhe deu uma obra a realizar neste mundo de pecado, Ele deixou o Céu para cumpri-la (Jo 1;14; 3:34; 6:29, 57; 17:3, 4). Quando Jesus veio ao mundo como o Messias, Deus enviou o Espírito Santo para estar sobre Ele (Is 11:2; 42:1; 61:1-3; Mt 3:16; Lc 4:18-21; Jo 1:32, 33; At 10:38). Aqui são mencionados os três membros da Divindade (ver com. de Is 42:1). CBASD, vol. 4, p. 289.

17 Que te ensina o que é útil. Cristo veio para ensinar à humanidade os segredos da paz e das bênçãos … e guiá-la no caminho da vida eterna. CBASD, vol. 4, p. 289.

18 Ah! Se tivesses dado ouvido aos Meus mandamentos! Os mandamentos de Deus foram dados para guiar a humanidade nos caminhos da paz e da justiça (Sl 119:1, 2, 6, 9, 165; Pv 3:1, 2). Todas as leis de Deus são para o bem do ser humano, para guiá-lo no caminho da retidão e protegê-lo do pecado e do sofrimento. CBASD, vol. 4, p. 290.

19 Os teus descendente, como a areia. ver Gn 22:17; 32:12. A obediências resultaria numa descendência numerosa; mas a desobediência causaria extinção. CBASD, vol. 4, p. 290.

20 Saí da Babilônia. Esta é uma antecipação do tempo quando Deus chamaria Seu povo para sair de Babilônia [literal], a fim de não ter o mesmo destino dela (jr 50:8; 51:6, 45). Nos últimos dias, faz-se o mesmo convite urgente ao povo de Deus; contudo, com respeito à Babilônia espiritual (Ap 18:4). CBASD, vol. 4, p. 290.

22 Não há paz. Paz é o resultado seguro da justiça (ver com. de Is 32:17), e é completamente inatingível para os que andam nos caminhos do mal. No v. 18, a paz está associada à obediência aos mandamentos de Deus. Embora o ser humano busque a paz com sinceridade, não pode assegurá-la a não ser pelos meios instituídos por Deus. CBASD, vol. 4, p. 290.



ISAÍAS 48 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
7 de julho de 2017, 0:55
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ISAÍAS 48 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
7 de julho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 48 – Ser negligente espiritual, relaxado na religião, morno na prática da fé, relapso no cumprimento da missão significa estar enredado nas teias do mal pensando que tudo está bem.

Os judeus se acomodaram em Babilônia, afrouxaram no propósito divino para eles e perderam o foco espiritual, que era a vinda do Messias. A única forma de resolver nossa apatia espiritual, nossa letargia religiosa e nossa indisposição para cumprir a missão resume-se em ouvindo a Palavra de Deus.

O capítulo em pauta foi divido por John N. Oswalt da seguinte forma:

ESCUTA AO SENHOR:
1. A palavra de Deus:
a) Coisas do passado (vs. 1-5).
b) Coisas novas (vs. 6-11).
2. Escuta-me:
a) O Senhor da eternidade e do tempo (vs. 12-16).
b) Se houvesses atendido (vs. 17-22).

“Seria de se pensar que os judeus estivessem ansiosos para deixar sua ‘prisão’ e voltar para sua terra, a fim de ver Deus fazer coisas novas e grandiosas por eles. Porém, haviam se acostumado com a segurança do cativeiro e se esquecido dos desafios da liberdade. Não é difícil para a igreja de hoje se acomodar com seu conforto e fartura. Deus pode nos colocar na fornalha [assim como enviou os judeus para o exílio] para nos lembrar de que estamos aqui para ser servos e não consumidores ou espectadores” (Warren W. Wiersbe).

Neste maravilhoso texto, “o Senhor se apresenta como Deus absoluto e eterno (o primeiro e também o último), o criador e sustentador do universo, o organizador de sua história, o Deus da profecia, e anuncia que suscitará alguém a quem ele ama (Ciro) para derrotar os babilônios e libertar o povo de Israel. Observe as três pessoas da Trindade no versículo 16: O Senhor Deus, Seu Espírito e a mim (i.e., Cristo). Aqui ocorre uma transição quase imperceptível de Ciro para seu antítipo, o Senhor Jesus Cristo” (William MacDonald).

Deus não nos quer estagnados numa forma exterior de religiosidade (v. 1) nem desviados da religião verdadeira (v. 5). Por isso, bondosamente, Ele oferece graça e anseia que abandonemos a Babilônia espiritual, isto é, os princípios, filosofias e práticas que não Lhe agradam (Apocalipse 18).

A obediência a Deus promove tudo o que a desobediência roubou. Paz e alegria são proporcionais à obediência. Obedeceremos? – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 48 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
7 de julho de 2017, 0:30
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“Assim diz o SENHOR, o teu Redentor, o Santo de Israel: Eu sou o SENHOR, o teu Deus, que te ensina o que é útil e te guia pelo caminho em que deves andar” (v. 17).


Uma das coisas que mais admiro em meus filhos é a facilidade que têm de pedir perdão. Quando recebem ordens à contra gosto ou quando são repreendidos, logo ficam chateados, mas depois vêm até mim e pedem desculpas. A repreensão e a correção os leva à reflexão, e a reflexão ao arrependimento. A verdadeira disciplina deve conduzir o errante à compreensão de sua condição, para que então possa haver a escolha de arrepender-se, ou não. Israel havia se afastado de Deus. Apesar de jurar pelo nome de Deus e de confessar Seu nome, isto não acontecia na prática (v. 1). Como Pai, o SENHOR precisava disciplinar Seus filhos.

Nem todos têm compreendido o real sentido da correção divina e questionam a sua aplicação valendo-se de conceitos humanos. Porém, a verdade é que o nosso Pai também é o nosso Criador, e mais do que ninguém sabe exatamente os meios mais eficazes para nos educar no caminho em que devemos andar (Provérbios 22:6). As provas não são para a nossa ruína, mas para a nossa felicidade eterna. Para todo aquele que deseja alcançar a perseverança e uma vida em santo procedimento (I Pedro 1:15), a “fornalha da aflição” (v. 10) não se trata de um símbolo de castigo, mas do amor de um Deus que “repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem” (Provérbios 3:12).

O SENHOR tem guiado o Seu povo desde o princípio e continuará guiando até o fim. Contudo, não poucas vezes, a aparência não condiz com a realidade, e o povo que se chama pelo nome de Deus não revela a glória do Seu Criador. Por quatro vezes Deus apela ao coração do Seu povo:

“Ouvi isto” (v. 1).
“Dá-Me ouvidos” (v. 12).
“Ajuntai-vos, todos vós, e ouvi!” (v. 14).
“Chegai-vos a Mim e ouvi isto” (v. 16).

Insistentemente o apelo divino revelava a misericórdia e a longanimidade de um Pai que desejava ensinar “o que é útil” (v. 17) e conduzir Israel às recompensas eternas (v. 19).

A ligação entre o nome de Deus e a forma como vive o Seu povo não pode ser ignorada. “Por amor do Meu nome” (v. 9), disse o SENHOR, foi a causa de não exterminar aquele povo infiel. Não há ligação nenhuma entre a luz e as trevas. E se a luz dissipa as trevas, ninguém pode estar nos dois lugares ao mesmo tempo. A ordem “Saí da Babilônia” (v. 20) define bem onde estava o coração do povo. Professar ser de Deus não basta. Muitos têm professado, “mas não em verdade nem em justiça” (v. 1), sustentando uma vida dupla e desonrando o nome acima de todos os nomes (v. 11). “Saí da Babilônia” também é uma ordem para o povo de Deus HOJE (Ap. 18:4), para que andemos na luz do SENHOR dando ouvidos aos Seus mandamentos (v. 18).

Firmados e alicerçados no ASSIM DIZ O SENHOR, a fornalha nos será conduto de salvação, a repreensão resultará em fruto de paz e o devido temor ao nome santo de Deus nos motivará a crer e a viver, em verdade e em justiça, a seguinte promessa:

“O SENHOR remiu a seu(a) servo (a) _____ (seu nome)____” (v. 20).

Bom dia, provados para a salvação!

Desafio do dia: Escolha uma pessoa que você considere um cristão que vive de forma coerente e faça uma “entrevista”. Pergunte como foi sua conversão e o que o motiva a permanecer fiel. Orem juntos no final.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Isaías48
#RPSP



ISAÍAS 48 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
7 de julho de 2017, 0:20
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