Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 64 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
23 de julho de 2017, 21:24
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1 Se fendesses os céus. Este capítulo dá continuidade à oração iniciada em Isaías 63:5. … Em nome do povo, Isaías pede ao senhor para Se manifestar em favor deles (ver com. de Is 63:19). O contexto da oração é apresentado anteriormente. O santuário está desolado, e o povo, em terra estranha (ver com. de Is 63:18). CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 348.

Como quando o fogo inflama. A metáfora parece indicar que os montes não poderiam resistir à descida de Yahweh assim como os gravetos secos não podem evitar ser inflamados quando em contato com o fogo, ou como a água é incapaz de evitar a ebulição quando aquecida. CBASD, vol. 4, p. 348.

Coisas terríveis. Israel roga a Deus que repita os maravilhosos feitos do passado. CBASD, vol. 4, p. 348.

desde a antiguidade não se ouviu. Enfatiza-se a disposição de Deus para interferir em crises. CBASD, vol. 4, p. 348.

Sais ao encontro. Oscéus não estão distantes da Terra. Deus sai ao encontro dos que estão dispostos a encontrá-Lo. … Ele mantém íntima comunhão somente com aqueles que buscam a retidão. CBASD, vol. 4, p. 349.

Que se lembram. Eles não s[o mantém Deus na memória, mas agem conforme o conhecimento de Deus e da vontade divina. CBASD, vol. 4, p. 349.

Imundo. Por si só, o ser humano nãopode lavar a impureza do pecado. Assim, permanece imundo. CBASD, vol. 4, p. 349.

Trapo da imundícia. Literalmente, “veste de menstruação”. CBASD, vol. 4, p. 349.

Murchamos como a folha. Uma folha separada da árvore logo murcha e morre. O mesmo se dá com o ser humano sem Cristo. CBASD, vol. 4, p. 349.

Como um vento. O pecado leva o ser humano para longe de Deus e o conduz para a morte e destruição. CBASD, vol. 4, p. 349.

7 E nos consomes. Com respeito ao tempo, o profeta se refere ao cativeiro babilônico (ver v. 10; cf Is 63:18; ver com. de Is 40:1). CBASD, vol. 4, p. 349.

8 Mas agora, ó SENHOR. Este é um clamor fervoroso por misericórdia. Apesar da prevalescente indiferença para com a religião (v. 7) e o estado desesperador a que chegou a nação, Deus ainda era o Pai de Seu povo e podia ajudá-lo.  CBASD, vol. 4, p. 349.

Somos o barro. Essa oração de Isaías em favor do povo indica penitência e entrega. CBASD, vol. 4, p. 349.

9 Não Te enfureças. O penitente reconhece a transgressão e o direito do Senhor de punir, mas roga que o castigo de Deus não dure tanto e que não seja severo demais (ver Sl 79:8; 103:8-10). CBASD, vol. 4, p. 350.

10 Sião, em ermo. Os vs. 10 e 11 dão mais detalhes da desolação prestes a cair sobre Judá e Jerusalém, na época das invasões babilônicas (ver 2Rs 25:2-10). Nos dias de Isaías, esse evento ainda estava no futuro, mas o profeta o descreveu como se já tivesse acontecido  (ver vol. 1, p. 3; para mais informações, ver com. de Is 40:1). CBASD, vol. 4, p. 350.

12 Conter-Te-ias …? O profeta na verdade estava dizendo: “Não Te preocupas com Teu templo e com Teu povo? nenhuma dessas coisas O comove? Nossos (e Teus) inimigos prevalecerão? A justiça prevalecerá e a iniquidade triunfará? As forças do mal serão vitoriosas sobre a causa de Deus? CBASD, vol. 4, p. 350.

 

 



ISAÍAS 64 by jquimelli
23 de julho de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Deus nos chama frequentemente a “Lembrarmos” quão fielmente Ele tem agido para conosco. Verdadeiramente: “Nada temos a temer quanto ao futuro, a menos que esqueçamos a maneira em que o Senhor nos tem guiado.” (TM xxxiv.4). Do capítulo 63:11 a 64:7 Isaías lança seus olhos sobre a história de Israel, lembrando-se de quão fielmente Deus pastoreou o seu povo (63:14) e com que disposição Ele ajuda aqueles que com prazer fazem o bem e se lembram dos Seus caminhos (64:5) .

Então ocorre uma mudança no discurso. O profeta, de repente, intercede em nosso favor. Ele pede para Deus Se lembrar! Como Moisés, Isaías implora a Deus para não desistir de seu povo, para não esconder Seu rosto deles (v.7), mesmo que seja só por causa do Seu nome e reputação (63:14; 64:10,11).

Quando nos sentimos distantes de Deus, podemos clamar como Isaías: “Não te ires demais, ó Senhor! Não te lembres constantemente das nossas maldades. Olha para nós! Somos o teu povo! … Ficarás calado e nos castigarás além da conta?” (v. 9,12 NVI). Em resposta às nossas humildes súplicas já conhecemos de antemão a promessa de Deus: “Antes de clamarem, eu responderei; enquanto ainda estiverem falando eu os ouvirei”

Aleta Bainbridge
Associação da Grande Sydney, Austrália

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/64, https://www.revivalandreformation.org/?id=989 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/64/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/29
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 64 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 64 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
23 de julho de 2017, 0:50
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ISAÍAS 64 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
23 de julho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 64 – Nossa vida, família, igreja, bairro, cidade, país e mundo carecem muitissimamente de reavivamento espiritual. Quão bom seria caso todos tivessem tal consciência e o buscasse com toda perseverança.

Observe com oração estes pontos:

• Baseando-nos na revelação de Deus nas Escrituras, devemos clamar por Sua manifestação (vs. 1,2; Êxodo 19:16-18; Salmo 18:7-15; Isaías 10:17; 31:9).
• Os atos de salvação divinos excedem às expectativas humanas, Deus age extraordinariamente na vida dos que se rendem a Ele (vs. 3-6).
• Devemos clamar por misericórdia e interceder pelo povo perceber o caráter de Deus (vs. 7-9).
• Todos devem clamar a Deus em toda situação, não reclamar da situação (vs. 10-12).

Neste capítulo, “Isaías estava sedento da presença manifesta de Deus. Isaías estava plenamente consciente de que nenhum poder terreno e nenhum recurso humano poderia trazer alento para o seu povo, a não ser a presença de Deus. Esta é também a necessidade da igreja hoje. Não nos contentamos com templos bonitos. Não nos satisfaz um bom orçamento financeiro. Não nos contentamos com pessoas influentes na sociedade frequentando a igreja. Somente a presença manifesta de Deu pode levantar-nos para uma vida maiúscula e superlativa. Somente a presença de Deus pode encher-nos de entusiasmo espiritual. Precisamos desesperadamente de uma visitação extraordinária de Deus em nossa vida, em nossa família, em nossa igreja”.

Após despertar-nos com estas palavras, Hernandes Dias Lopes acrescenta três verdades sobre a presença de Deus: O clamor pela presença de Deus…

• …só pode partir de corações sedentos por Deus. Ah, que Deus desperte nosso coração desta letargia espiritual! Que Deus nos acorde desse sono da morte! É tempo de buscarmos o Senhor! É tempo de voltarmo-nos para Deus de todo o nosso coração!
• …tem o propósito de sermos inflamados pelo fogo divino. O profeta Isaías clama pela presença de Deus porque tem consciência da necessidade de ser aquecido pela presença manifesta de Deus como gravetos são inflamados pelo fogo.
• …tem como propósito a vindicação da própria glória de Deus. Isaías ora para que os céus se fendam e clama pela presença manifesta de Deus, não apenas para que o povo de Deus seja despertado, mas também para que as nações reconheçam a glória de Deus e temam o seu nome.

Sinceramente, precisamos buscar mais a Deus! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 64 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
23 de julho de 2017, 0:30
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“Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de Ti, que trabalha para aquele que nEle espera” (v. 4).


Quando Moisés subiu ao monte Sinai para receber as leis e os estatutos do SENHOR no deserto, eis o que aconteceu:
“Todo o monte Sinai fumegava, porque o SENHOR descera sobre Ele em fogo; a Sua fumaça subiu como fumaça de uma fornalha, e todo o monte tremia grandemente. E o clangor da trombeta ia aumentando cada vez mais; Moisés falava, e Deus lhe respondia no trovão” (Êxodo 19:18-19).

Foi um dos eventos mais tremendos que olhos humanos já contemplaram. O povo de Israel permanecia no pé do monte, mas não podia tocar nos limites marcados em redor dele. A manifestação de Deus foi tão poderosa e o som de Sua voz tão terrivelmente contrastante com o silêncio do deserto, que o povo temeu grandemente e “disseram a Moisés: Fala-nos tu, e te ouviremos; porém não fale Deus conosco, para que não morramos” (Êxodo 19:19). Israel havia passado 400 anos no Egito e nunca havia presenciado nada parecido em relação aos tantos deuses daquela nação. De forma privilegiada e singular, estavam diante do único Deus verdadeiro. Mas, ao contrário do que o medo os fazia pensar, deveriam regozijar-se, pois o SENHOR do universo estava ali para trabalhar em favor deles.

Isaías declarou o seu desejo em testemunhar tamanha manifestação da glória de Deus, e não somente ele, mas todas as nações. O sentimento do profeta foi motivado pela situação de degradação espiritual do povo e pelas calamidades sofridas nas mãos de povos pagãos. As cidades estavam em ruínas, Jerusalém assolada (v. 10) e o templo “foi queimado” (v. 11). O cenário da nação eleita era de calamidade pública generalizada, resultado de sua própria rebeldia (v. 7).

Foi então que Isaías não mais orou. Ele clamou! Podemos comparar o clamor a um pedido de socorro. Só pedimos socorro quando reconhecemos que precisamos muito de uma ajuda externa, ou que esta ajuda pode ser a nossa única chance. E eu posso afirmar com convicção que não estamos mais no tempo de apenas orar ou rezar, mas de CLAMAR “a plenos pulmões” (Isaías 58:1). O mundo encontra-se imerso num terrível estado de calamidade espiritual. Nunca se falou tanto em Deus, mas nunca o nome de Deus foi tão banalizado. Muitos têm esquecido o fato de que Ele é o Oleiro e que nós somos o barro (v. 8), e têm invertido os papéis dizendo servir a Deus, no entanto, servindo a si mesmos. E se não compreendermos a nossa real condição de imundos e a real natureza de nossa justiça própria (TRAPOS DE IMUNDÍCIA! v. 6), como poderemos reconhecer a nossa necessidade urgente de clamar pelo socorro divino?

“Já ninguém há que invoque o Teu nome, que se desperte e Te detenha” (v. 7) era a triste realidade de Israel. Era ou é? Hoje, somos todos chamados para fazer parte do “Israel de Deus” (Gálatas 6:16). A próxima manifestação de Sua glória está prestes a acontecer e todo aquele que contentar-se com uma porção limitada de Seu azeite, ao ser despertado com o anúncio: “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mateus 25:6), perceberá que a sua busca superficial de nada adiantou. O Espírito Santo tem nos guiado “a toda a verdade” (João 16:13) e cabe a nós reconhecermos que precisamos da Sua porção dobrada, ou enganarmos a nós mesmos com um cristianismo de faz de conta.

É tempo de clamarmos pela misericórdia divina e nos apegarmos à Sua Palavra, sendo guiados a TODA a verdade! Só assim com alegria seremos praticantes da justiça (v. 5) aprovada pelo Céu, isto é, “praticantes da Palavra e não somente ouvintes” (Tiago 1:22).

Bom dia, barro nas mãos do Oleiro!

Desafio do dia: Com um pouco de argila, massa de modelar ou biscuit, modele um pequeno vaso e coloque em um lugar visível. Nunca esqueça de que você é obra das mãos de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Isaías64
#RPSP



ISAÍAS 64 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
23 de julho de 2017, 0:20
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