Reavivados por Sua Palavra


CANTARES 8 – Comentário Pr. Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2017, 0:45
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CÂNTICO DOS CÂNTICOS 8 – Na visão do céu o casamento é uma instituição tão séria que ao Deus entregar a Moisés os Dez Mandamentos escritos por Seu próprio dedo, um deles dizia: “Não adulterarás”.

Sim, é tão sério tal assunto do ponto de vista divino, que um dos 66 livros da Bíblia foi completamente dedicado a ele em forma de música poética.

Os últimos cinco poemas dos 23 do livro estão no último capítulo, segundo Tremper Longman:

· Poema 19: Anelo amoroso (vs. 1-4);

· Poema 20: Como um selo (vs. 5-7);

· Poema 21: Proteger à irmã (vs. 8-10);

· Poema 22: A quem pertence a vinha? (vs. 11-12);

· Poema 23: Seja como uma gazela (vs. 13-14).

Esta é uma das 1005 músicas do sábio Salomão. Ela é complexa, profunda, de alta qualidade literária. Dos últimos 14 versículos do livro, destaco:

· O amor é tão bom e prazeroso que dá vontade ter conhecido o cônjuge já na infância e ter vivido muitos momentos extasiantes.

· Relembrar momentos de namoro, início do romantismo, a história do casal, a espera do casamento para a intimidade sexual, é útil para nutrir o casamento.

· A declaração pública do compromisso faz parte do amor verdadeiro e intenso, o qual deve ser cultivado para que seja duradouro.

· Os versos 6-7 “é a representação de 1Co 13.1-8 no AT. Quatro qualidades do amor aparecem: 1) O amor faz parte do casamento, como a morte faz parte da vida; 2) o amor é intenso como a chama mais brilhante quanto a glória do Senhor; 3) o amor é insuperável e indestrutível, mesmo quando inundado por dificuldades; e 4) o amor é tão precioso que não pode ser comprado, apenas doado” (John MacArthur).

· A família dos noivos é essencial para a formação do caráter do relacionamento conjugal. “Até os irmãos desempenhavam uma parte importante no namoro e casamento da irmã (Gên. 24:29, 50, 55 e 60) e na proteção da castidade (Gên. 34:6-17; II Sam. 13:20 e 32)” (Marvin Pope).

· A pureza no namoro deve ser preservada no casamento (Hebreus 12:4) para que o casal viva em paz, tranquilidade e contentamento.

· O amor deve ser para além da vida toda… “Eterno”…

· O verdadeiro amor vem de Deus…

“Senhor, faça reavivar a chama do amor em meu coração!” – Heber Toth Armí.

Conte-nos como estes 8 capítulo de Cânticos te impressionaram…



CANTARES 8 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
20 de maio de 2017, 0:30
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“As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios, afogá-lo; ainda que alguém desse todos os bens da sua casa pelo amor, seria de todo desprezado” (v. 7).


Afinal de contas, o que é o amor? Além de deixar bem claro o propósito divino para o casamento, vimos que este livro também é considerado uma ilustração do amor entre Cristo e Sua Igreja. A Bíblia utiliza a figura do casamento para ilustrar este amor cuja existência rompe todas as barreiras. Portanto, quando marido e mulher vivem o matrimônio dentro dos princípios estabelecidos por Deus em Sua Palavra, tornam-se um testemunho do mais perfeito amor.

Hoje lhe convido a sair um pouco do contexto terreno e meditar sobre o amor que é mais forte do que a morte. O apóstolo Paulo recebeu uma inspiração privilegiada a respeito desse assunto. Ele quem compara o amor de Cristo por Sua Igreja ao amor de um marido por sua esposa (Efésios 5:22-33). Foi ele também quem exaltou o amor de Deus, em Cristo, à plataforma maior do que a morte (Romanos 8:38-39). E foi Paulo quem traduziu em linguagem humana a essência do maior dos dons: “Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver AMOR, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine” (I Coríntios 13:1). O amor não é sentimento. O amor não é humano. O AMOR É DIVINO! Pois só “Deus é AMOR!” (I João 4:8).

Assim como não podemos produzir por nós mesmos as demais variedades de dons (I Coríntios 12:7-11), como poderíamos ter capacidade de produzir o maior deles? O amor é um dom de Deus e deve reger os demais. Imagine uma orquestra. Cada instrumentista desempenha a sua parte conforme o instrumento que tem em mãos. Mas o que seria da orquestra sem um maestro? O amor deve ser o maestro do dom ou dos dons que o Espírito Santo lhe outorgou. Se a sua vida não for regida por ele, “nada disso” lhe “aproveitará” (I Coríntios 13:3), “seria de todo desprezado” (v. 7).

Precisamos firmar a cada dia, uma aliança firme com o SENHOR. O selo do AMOR precisa estar “sobre o teu coração” e “sobre o teu braço” (v. 6). O compromisso que um dia fizestes com Deus deve ser manifestado de dentro para fora. Este é o amor que “jamais acaba” (I Coríntios 13:8). Este é o amor que habita no coração e é revelado nas atitudes. Quando o ser humano tenta inverter esta verdade, o resultado é um amor fajuto que não tem utilidade (I Co. 1:1), que não é nada (I Co. 13:2) e que não serve para nada (I Co. 13:3). É como um casamento sem amor. Existe o marido, a mulher, a aliança feita, ambos cumprem suas obrigações, mas vivem de aparência. Jesus mesmo reprovou a aparência de piedade ao repreender os escribas e fariseus: “Hipócritas! Bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu CORAÇÃO está longe de Mim” (Mateus 15:7-8).

De forma poética e inspirada por Deus (II Timóteo 3:16) recebemos de Cantares uma sabedoria que não se pode medir. O amor que brotou das Escrituras renovou o amor conjugal e deu um novo norte àqueles que ainda estão à procura deste amor excelente. Em breve, o Noivo virá buscar a Sua amada, aquela que O ama (João 14:15; Ap. 12:17) e que será “tida por digna da confiança do” seu Amado (v. 10). Assim como o casamento deve ser por toda a vida, a aliança que Cristo fez com Sua Igreja é para sempre! Eis que Ele está à porta e bate (Ap. 3:20). Todo aquele que abrir a porta do coração e permitir que o AMOR seja o seu regente, suas obras manifestarão a saudade que não cabe no peito: “Vem depressa, Amado meu” (v. 14). Cumprirá a missão que lhe foi confiada (Mateus 28:19-20), e como atalaia chamará o AMOR pelo nome: “Vem, SENHOR Jesus!” (Ap. 22:20).

Feliz sábado, Igreja “digna da confiança” (v. 10) do AMOR!

Desafio do dia: “Entregue um bilhete para seu cônjuge reafirmando a decisão de manter-se casado com ele(a) por toda a vida!” (Guia de Estudos de capítulos selecionados do livro Conduta Sexual de Ellen G. White, p. 6).
Em oração, reafirme a decisão de manter-se “casado” com Cristo até o fim!

Rosana Garcia Barros


#RPSP
#Cantares8
#PrimeiroDeus
#CânticodosCânticos8



CANTARES 7 by Jeferson Quimelli
19 de maio de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Este capítulo contém várias expressões com aplicações duplas. Aqui e em outros lugares na última metade de Cantares, o inspirado escritor Salomão fala com delicadeza e bom gosto acerca da intimidade sexual com sua esposa (p. ex., ver 7:7-8, 12-13; cf 5:2-5; 8:2, 14). O verso 10 indica que o “desejo” do homem pela mulher foi observado com satisfação pela mulher.

Como desenvolvi em meu livro, Flame of Yahweh: Sexuality in the Old Testament [“A chama de Deus: a sexualidade no Velho Testamento”], Cantares revela com muita propriedade a beleza e a alegria do amor conjugal como vivenciados no paraíso edênico, ao saírem Adão e Eva das mãos de Deus, ainda em harmonia com Ele. Deste modo, o amor do casal original, no Éden, teria sido:
(1) belíssimo (1:15-16; etc),
(2) experimentado de maneira maravilhosa,
(3) uma celebração exuberante (5:1, etc.),
(4) uma aventura emocionante (1:4, 2:8, etc.),
(5) um prazer requintado (2:3-4, etc.),
(6) plenamente satisfatório (ver os versos acima, além de inúmeras outras passagens com duplas aplicações),
(7) sem pudor e desinibido (ver as descrições de 4:1-5; 5:9 – 7:10 );
(8) contido e de bom gosto – a relação íntima do casal é descrita de modo não ofensivo (2:7; 3:5; 8:4),
(9) uma interação alegre e despreocupada (1:7-8; 7:9),
(10) um caso de amor romântico (7:11-12, etc,),
(11) poderosamente apaixonado (2:5; 4:9; 5:4; 7:4) e
(12) um mistério inspirador (6:4, 10; 8:6).

Estas são as qualidades do casamento que Deus anseia que todos os casais desfrutem, sem medo ou vergonha, em harmonia com Sua intenção amorosa! Mesmo em um mundo decaído, podemos ter casamentos que são um retorno ao Éden.

Senhor Deus, muito obrigado pelo extraordinário, multifacetado dom da sexualidade e companheirismo do amor conjugal que criastes para que desfrutássemos. Ajude-nos a valorizar e proteger este presente! Amém.

Richard M. Davidson
Professor de interpretação do Antigo Testamento
Seminário de Teologia da Universidade de Andrews, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/son/7, https://www.revivalandreformation.org/?id=924 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/son/7/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/02/23
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Cantares 7 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



CANTARES 7 – COMENTÁRIO EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
19 de maio de 2017, 0:55
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CANTARES 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de maio de 2017, 0:50
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1-8. O esposo enaltece de maneira oriental as belezas e qualidades da esposa. Bíblia Shedd.

4 Piscinas. Literalmente, “açudes”, como a mesma palavra foi traduzida em 2 Samuel 2:13. CBASD, vol. 3, p. 1270.

5 Carmelo. Uma cadeia de montanhas com elevação de cerca de 600 m, formando a fronteira sudoeste da planície de Esdraelom e a Baía de Jope. CBASD, vol. 3, p. 1270.

7 Palmeira. Do heb tamar. A alta e elegante palmeira era uma imagem adequada para a beleza feminina. Várias mulheres tiveram o nome Tamar (Gn 38:6; 2Sm 13:1). CBASD, vol. 3, p. 1270.

13 Madrágoras. Cria-se que era um afrodisíaco e que favorecia a procriação (ver Gn 30:14-16). CBASD, vol. 3, p. 1270.



CANTARES 7 – COMENTÁRIO HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
19 de maio de 2017, 0:45
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CÂNTICO DOS CÂNTICOS 7 – O Deus que celebrou o casamento do primeiro casal incentivando-o e abençoando-o para que fosse feliz, quer que sejamos felizes e abençoados com o estudo deste livro romântico, erótico e sensual.

Mais do que nunca, nós do século XXI precisamos de instruções tão elevadas como essas, pois nossa sociedade está em baixa em questões de relacionamentos conjugais.

Mesmo após a entrada do pecado que a tudo degenera, estraga e oblitera, Deus sonha que o casamento seja uma bênção, com o mesmo propósito que Ele projetou.

O poema dezessete, iniciado em 6:13 culmina em 7:10. Desta forma, temos o poema dezoito nos versículos 11 a 13, intitulado por Tremper Longman de “Te darei meus amores”.

O marido contempla a esposa, elogia seus pés, seu andar, suas pernas, seu corpo escultural, sua pele macia e sedosa, seus seios avantajados, seu pescoço, seus olhos cheios de mistérios, suas curvas, seu cabelo, seu encanto, sua beleza. Depois ele expressa:

Como você é linda! […]
Eu a desejo mais que tudo!
Seu encanto é como o de uma palmeira,
E seus seios são como doces cachos de tâmaras.
Eu digo: “vou subir àquela palmeira!
Vou acariciar seu tão aprazíveis frutos!”
Oh, Sim! Seus seios
São como cachos de doces frutos para mim… (vs. 1-8).

A esposa, encharcada de amor, responde apaixonadamente ao marido, falando do sabor de seus lábios, dos seus beijos, de seus desejos e após apreciarem bons momentos em meio à lugares românticos, celebrando a vida e o amor, lhe diz:

Em meio a tantos aromas e cores
Que celebram a vida que exala do amor,
Eu lhe segredo: tenho comigo o mais precioso fruto
Que guardei só para você, amor da minha vida! (vs. 9-12).

Segundo Eugene H. Peterson, devemos entender duas coisas do livro em análise para interpretá-lo corretamente. “Primeira: o livro contém requintados poemas de amor. Segunda: os poemas são de conteúdo explicitamente sexual”.

Do capítulo supracitado, destacamos:

1. Beleza se põe na mesa – deve ser apreciada e valorizada pelo cônjuge.
2. Romantismo e prazeres sexuais no casamento são bíblicos.
3. Toda pessoa que verdadeiramente ama é romântica.
4. Quem ama se entrega plenamente.
5. Prazer sexual coloca brilho e colorido vivo na vida.

Portanto, deixe-se moldar pelos propósitos divinos! – Heber Toth Armí.



CANTARES 7 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
19 de maio de 2017, 0:30
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“Quão formosa e quão aprazível és, ó amor em delícias” (v. 6).


Uma das consequências que o pecado impôs ao ser humano foi manifestada na primeira percepção do homem e da mulher após a queda: “… percebendo que estavam nus…” (Gênesis 3:7). A vergonha da nudez impactou o coração do casal edênico, que acabara de perder as gloriosas vestes da luz divina. A partir daí, a corrupção do coração do homem deturpou o que o Criador havia feito para ser uma bênção. O sexo dentro do casamento foi estabelecido por Deus tanto para a procriação, quanto para o deleite do casal. Marido e mulher devem ter por privilégio a intimidade que os une como “uma só carne” (Gênesis 3:24).

O esposo praticamente desenhou a sua amada com palavras. O corpo de sua esposa lhe era um tesouro particular e ele conhecia cada parte dele com riqueza de detalhes. Ele a amava e a desejava. Perceba que antes de subir “à palmeira” (v. 8), ou seja, antes de desfrutar do “amor em delícias” (v. 6) de sua amada esposa, ele a admira desde a sua forma de andar (v. 1), ELE A CONQUISTA. O desejo sexual pode não ser o fator principal no casamento, mas com certeza é essencial. Diante de um mundo onde o apelo sensual tem sido tão explorado, onde a pornografia tem arruinado casamentos, ter uma vida sexual saudável, dentro dos limites estabelecidos por Deus, é realmente um privilégio.

O inimigo transformou o sexo em algo sujo e repugnante. Por isso que muitos casais casados têm sofrido com uma intimidade fria e com uma culpa infundada. As relações sexuais ilícitas são aquelas que ultrapassam os limites impostos pelo SENHOR em Sua Palavra (LEIA Romanos 1:26-27; Atos 15:28-29; Levítico 18). Admirar o corpo do cônjuge e desejá-lo não é pecado, mas faz parte do propósito de Deus para o casamento. Portanto, não leve em pouca consideração o cuidado com a aparência, com a saúde e com a higiene. A partir do momento em que você contraiu matrimônio com o seu cônjuge, o seu corpo foi entregue a ele e o dele a você: “A mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim o marido; e também, SEMELHANTEMENTE, o marido não tem poder sobre o seu próprio corpo, e sim a mulher” (I Coríntios 7:4). Em outras palavras: Casou? Então assuma o compromisso: “Eu sou do meu amado e o meu amado é meu” (Ct. 6:3).

A Bíblia nos diz que o matrimônio, bem como o leito sem mácula é digno de honra (Hebreus 13:4). O que precisamos cultivar no casamento são pensamentos puros e respeitáveis, tornando a intimidade um momento onde não tenhamos vergonha da presença de Deus. O quarto do casal, mais do que qualquer outro cômodo da casa, deve ser o mais espiritual. Não permita que a condescendência com a imoralidade do mundo invada o lugar que deve ser imaculado. 
Nessa fase de nossa história, os votos matrimoniais são, muitas vezes, desconsiderados. Deus jamais quis que o casamento escondesse a multidão de pecados que são praticados. Sensualidade e práticas vulgares no relacionamento matrimonial estão educando a mente e o gosto moral para as práticas imorais fora da relação conjugal” (EGW, Conduta Sexual, p. 63).

Aos casados: Amem o cônjuge dos pés à cabeça e o valorize desta forma, com amor, respeito, fidelidade e pureza.
Aos solteiros: Encarem o estudo deste livro como uma preparação para um casamento feliz e abençoado.

Bom dia, reservados (v. 13) para o “amor em delícias” (v. 6)!

Desafio do dia: “Ore a Deus em particular, e peça ao Espírito Santo que lhe revele que tipo de amizades, entretenimento ou outra influência impura pode estar separando você de Deus” (Guia de Estudos de capítulos selecionados do livro Conduta Sexual de Ellen G. White, p. 24) e de ter um relacionamento dentro dos limites que Ele estabeleceu.
Desafio “plus” [aos casados]: Como Salomão, façam um poema descrevendo o (a) seu (sua) amado (a) e declamem um para o outro.

Rosana Garcia Barros

#RPSP
#Cantares7
#PrimeiroDeus
#CânticodosCânticos7



CANTARES 6 by Jeferson Quimelli
18 de maio de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

O capítulo 6 contém o segundo dos três refrões de Cantares que exaltam as qualidades do relacionamento entre Salomão e a Sulamita: igualdade, mutualidade, unidade e amor recíproco.

O livro de Cantares exalta a importância do sentimento de pertencer. A Sulamita declara três vezes ao longo do poema: “Eu sou do meu amado e o meu amado é meu” (2:16; 6:3; 7:10). Deus deseja que protejamos a exclusividade do nosso casamento.

A esposa de Salomão é descrita em termos elogiosos: “bela como a lua, brilhante como o sol, admirável [ou imponente] como um exército e suas bandeiras” (v. 10 NVI). Essa descrição reflete perfeitamente a maneira como Cristo vê a igreja, a sua Noiva. O cristão que ama a Cristo e está unido com Ele, por meio do Espírito Santo, é belo aos olhos de Deus.

A escritora cristã Ellen White aplica esta linguagem ao triunfo futuro da igreja militante: “Enquanto permanecessem unidos, a igreja avançaria ‘formosa como a Lua, brilhante como o Sol, formidável como um exército com bandeiras’. Cant. 6:10. Nada lhe impediria o progresso. Ela avançaria de vitória em vitória, cumprindo gloriosamente sua divina missão de proclamar o evangelho ao mundo” (Atos dos Apóstolos 91, cf Apocalipse 12:1).

Ó Senhor, que esta seja a experiência de sua igreja nestes últimos dias! Amém.

Richard M. Davidson
Professor de interpretação do Antigo Testamento
Seminário de Teologia da Universidade de Andrews, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/son/6, https://www.revivalandreformation.org/?id=923 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/son/6/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/02/22
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Cantares 6 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



CANTARES 6 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
18 de maio de 2017, 0:55
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CANTARES 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de maio de 2017, 0:50
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1 Para onde. As filhas de Jerusalém conversam com a noiva para ver o que mais ela tem a dizer. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1268.

2 Desceu ao seu jardim. A ansiedade devido à perda do amado se foi. Ela sabe que ele está ocupado em outro lugar. Nada aconteceu para perturbar a felicidade deles. CBASD, vol. 3, p. 1268.

4 Como Tirza. Nos v. 4 a 10, Salomāo faz generosos elogios à sua noiva. Tirza … Sem dúvida era notável por sua beleza. CBASD, vol. 3, p. 1268.

Aprazível como Jerusalém. Salomão estabelece uma comparação entre a capital de seu reino no sul da Palestina e sua noiva, para destacar a notável graça desta. Jerusalém era admirada por sua beleza (ver Sl 48:2; 50:2; Lm 2:15). CBASD, vol. 3, p. 1268.

8 Alguns argumentam que a referência a “sessenta rainhas e oitenta concubinas” (v. 8 NVI) indica que o Cântico dos Cânticos foi escrito depois de Salomão aderiu à poligamia. Mas não há evidências de que nos primeiros vinte anos do reinado de Salomão tenha tido mais de uma esposa (ver 1 Reis 3:1; 6:38; 7:1, 8; 9:10, 24), e Cantares pressupõe uma relação exclusiva entre Salomão e a Sulamita (por exemplo, 2:2, 3, 16; 5:10; 6:3; 7:10; 8:6-7). Richard M. Davidson, em http://revivedbyhisword.org/en/bible/son/6/ acesso em 17/05/2017.

10 Formidável como um exército. Força e beleza estão combinadas neste verso numa descrição bem aplicável à igreja (ver PR, 725; AA, 91). Alguns crêem que a pergunta deste verso é feito pelas damas da corte quando vislumbraram a Sulamita pela primeira vez. CBASD, vol. 3, p. 1268.

12 Meu nobre povo. A tradução literal seria “meu povo, meu nobre”. A noiva se imagina sendo erguida e colocada em uma carruagem ao lado de Salomāo. CBASD, vol. 3, p. 1268.

13 Volta, ó Sulamita. Talvez esta declaração tenha sido feita pelos membros do cortejo, que expressaram um desejo de ver melhor aquela que reconheciam como rainha. CBASD, vol. 3, p. 1268, 1269.

Por que quereis contemplar ? Uma encantadora expressão de modéstia. CBASD, vol. 3, p. 1269.