Reavivados por Sua Palavra


ECLESIASTES 4 by jquimelli
4 de maio de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Eclesiastes 4 é dividido em 3 partes:

Opressores e oprimidos
Salomão expressa o quanto lhe doía ver a condição e as lágrimas dos oprimidos (v. 1). E também por ver que a inveja é o maior motivador de todo trabalho (v. 4).

A importância da unidade
O rei viu outra coisa tola: um homem sem família se cansar de tanto trabalhar em busca de riquezas. Em seguida, destaca o valor do trabalho em equipe a fim de obter melhores resultados. Se um cair, será ajudado por outro.

Juventude e Sabedoria
O rei termina o capítulo descrevendo como um jovem pobre e sábio será mais estimado que um velho rei que não aceita qualquer conselho. As pessoas naturalmente seguirão o rapaz pelo seu discernimento e sabedoria.

Senhor, ajuda -me a não ter inveja das pessoas bem-sucedidas. E não me deixes fazer tudo sozinho. Amém.

Bolívar Alaña
Secretário Executivo da União Chilena da IASD

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/Ecc/4, https://www.revivalandreformation.org/?id=909 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Ecc/4/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/02/08
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Eclesiastes 4 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ECLESIASTES 4 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
4 de maio de 2017, 0:55
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Comentário Eclesiastes 4 – Pr. Heber Toth Armí by jquimelli
4 de maio de 2017, 0:45
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ECLESIASTES 4 – Pura realidade:

1. No mundo enfrentamos grandes desafios, lidamos com opressões de diversas formas e tamanhos (vs. 1-3).

2. A preguiça é um tipo de acomodação que resulta em autodestruição, contudo, o trabalho excessivo produz o mesmo resultado (vs. 4-8).

3. Mais importante do que fortunas neste mundo – que é o palco do grande conflito, a arena onde o bem e o mal se confrontam –, são as amizades verdadeiras (vs. 9-12).

4. Poderes políticos e popularidade que alguém pode alcançar duram bem menos que a vida; o desejo de mais poder de quem chega lá é prova suficiente de que tais conquistas são insignificantes (vs. 13-16).

A vida é injusta neste mundo inflamado de ambição e inveja, egoísmo e orgulho (vs. 1-4). Os sofrimentos são exacerbados para alguns indivíduos. Ficamos chocados com a fúria do mal contra o bem:

· Terrível violência; brutalidade familiar; grosseria no trabalho. Assaltos, assassinatos, vinganças, crueldades com crianças, estupros, abortos – quanta gente sem coração, quantas atitudes desumanas. Satanás faz do mundo um inferno, e nós sentimos isso na pele.

· Lágrimas secretas, preocupações infindas e soluções escassas sem alguém para ajudar. Oprimidos, sequestrados, roubados, expulsos, abandonados, rejeitados, solitários – quanta gente carente sem receber algum consolo.

· Vítimas inocentes, esmagadas por opressores cruéis, frios e calculistas; ninguém parece perceber ao seu redor pessoas rindo por fora, mas vegetando por dentro – assim é a dura realidade que muitos maquiam e mascaram com lindos sorrisos fingindo serem fortes neste mundo fragilizado pelo pecado.

· Solidão, trabalhar compulsivamente, dificuldades de relacionamento, ganância e coração duro – tais características são geradas por orgulho e egoísmo.

Muitos se escondem atrás de prazeres, riquezas, status, de tudo – mas quem não tem o discernimento anestesiado pelas máscaras e maquiagem, consegue ver na sociedade a dura realidade deprimente. Salomão percebeu e, registrou!

· É unicamente possível obter sentido nesta vida ao fazer de Deus seu amigo (vs. 9-12). Ele é amigo incomparável!

Nada, senão Deus preenche o vazio da alma. Nada, senão Deus nos satisfaz. Nada, senão Deus nos eleva das mazelas deste mundo efêmero para uma existência com propósito, somente assim valerá a pena curtir os poucos anos que temos neste planeta.

· Nada, senão Deus enche nosso coração de paz, felicidade e satisfação indescritíveis (I Pedro 1:8; Romanos 14:17).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ECLESIASTES 4 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
4 de maio de 2017, 0:30
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“Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; o cordão de três dobras não se rebenta com facilidade” (v. 12).

As tribulações são momentos de nossa vida em que temos que suportar algum tipo de tristeza. Salomão denomina esses momentos de opressões. A expressão “vi a violência na mão dos opressores” (v. 1), dá a ideia de que para ser oprimido, é necessário haver pelo menos um opressor. Segundo o dicionário, opressão significa sujeitar alguém a fazer algo pelo emprego de violência. Podendo esta violência ser psicológica ou física, causando “lágrimas dos que foram oprimidos”. A vida de Jesus é um total contraste com este quadro. O Seu ministério foi uma revelação do verdadeiro caráter de Deus, cujo atributo principal se chama AMOR (I João 4:8). O Seu convite aos oprimidos foi: “Vinde a Mim” (Mateus 11:28) e a Sua promessa foi: “Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados” (Mateus 5:4).

Logo após, o rei concluiu que em melhor condição estão os que já morreram (v. 2) e aqueles que ainda nem nasceram, pois estão livres das “más obras que se fazem debaixo do sol” (v. 3). E não bastasse este cenário humano tão triste, o verso 4 apresenta outra realidade que, além de ser vaidade, é egoísta e completamente reprovada por Deus. A Bíblia está nos dizendo que o esforço do homem por galgar degraus cada vez mais altos e a corrida por alcançar excelência no que se faz é resultado “da inveja do homem contra o seu próximo” (v. 4). O que fazemos tem sido reflexo do poder do SENHOR em nossa vida? Ou fazemos para mostrar aos outros que o nosso trabalho é superior? Qual tem sido a finalidade das suas obras? Um tolo e preguiçoso (v. 5-6) acaba passando por melhor condição do que quem procura o crescimento e a destreza para humilhar o próximo. Cristo condenou tal atitude na disputa de Seus seguidores pelos lugares de honra: “Pois todo aquele que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado” (Lucas 14:11).

A nossa vida não deve ser um espetáculo para o mundo, mas luz que indica o espetáculo da glória de Deus (Mateus 5:14-16). E este é um processo que além de gradual (Pv. 4:18), não é solitário. O famoso “cordão de três dobras” tem recebido diversas interpretações que dividem os estudiosos em discussões que não têm importância diante de Deus. A mensagem central é que “é melhor serem dois do que um” (v. 9). Isto sim faz todo sentido. E Salomão não enfatizou aqui o casamento, mas a importância dos relacionamentos. Tanto que ele usou a figura de filhos e irmãos no verso 8. A solidão nunca foi plano de Deus e a vida de Cristo foi a maior prova disto. O Salvador nunca estava sozinho. Se não estava envolto por multidões, estava cercado por Seus discípulos. Se não estava na companhia de todos os discípulos, estava com aqueles com os quais compartilhou os momentos mais difíceis e marcantes de Seu ministério. E na ausência de todos, estava em “audiência” com Seu Pai. Ou seja, ficar só não era opção. E, a certeza de Sua companhia para os que procuram cumprir a missão que requer relacionamento inclui a certeza de que jamais estaremos sozinhos: “E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século” (Mateus 28:20).

A inversão da opressão, do orgulho e da solidão é a vida de Cristo. Eis o Caminho, a Verdade e a Vida (João 14:6). Eis “O cordão de três dobras que não se rebenta”! Eis o nosso único exemplo: “deixando-vos exemplo para seguirdes os Seus passos” (I Pedro 2:21).

Bom dia, imitadores de Cristo!

Desafio do dia: Faça um nó em um pedaço de fita e coloque em sua Bíblia como marca-página para que você sempre lembre da importância de Seu relacionamento com Jesus e com o próximo.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Eclesiastes4 #RPSP




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