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“Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel” (v. 14).
Alianças políticas eram muito comuns e o antigo testamento relata várias delas. A união entre a Síria e Israel (Efraim) causou pavor ao rei Acaz e ao povo de Judá, justamente porque o rei havia se negado a fazer parte desta mesma aliança contra a Assíria. Esta negativa representou uma afronta para aqueles dois reinos, e a possibilidade deles se levantarem contra Judá era iminente. Diante disto, o cenário era de medo e de desespero (v. 2).
No entanto, o SENHOR usou Isaías para transmitir a Acaz as Suas palavras: “Acautela-te e aquieta-te; não temas, nem se desanime o teu coração por causa destes dois tocos de tições fumegantes…” (v. 4). “Sear-Jasube”, que quer dizer “Um-Resto-Volverá” (v. 3), era o primogênito do profeta e uma espécie de recado vivo de que o remanescente subsistiria. Na iminência de uma provável batalha, Deus envia uma mensagem de esperança e de alento. Ele agiria em favor de Seu povo e seguro nesta verdade Acaz não precisava temer. O Rei dos reis decretou: “Isto não subsistirá, nem tampouco acontecerá” (v. 7). Porém, Acaz precisava crer (v. 9).
Deus foi tão paciente que Ele mesmo incentivou Acaz a Lhe pedir um sinal. “Pede ao SENHOR, teu Deus, um sinal” (v. 11), qualquer um, no céu ou nas profundezas! Infelizmente, muitas vezes a nossa fé é movida pelo sobrenatural. Como Tomé, precisamos ver para crer (João 20:24-25). O SENHOR conhecia o duro coração de Acaz e por isso propôs a realização de um sinal físico. Contudo, Acaz se negou a pedir: “Não o pedirei” (v. 12) e decidiu confiar na aliança política com a Assíria (II Reis 16:5-7). O que resultaria ao reino de Judá (v. 17) a tão temida desolação (v. 18) e vergonha (v. 20).
Mesmo que a dureza do coração do homem insista em perdurar, há sinais divinos que não dependem da minha ou da sua vontade. Ainda que Acaz houvesse negado o privilégio de presenciar um sinal divino, outro sinal aconteceria, quer ele quisesse, quer não: A VINDA DO EMANUEL (v. 14)! Precioso Cordeiro de Deus que traria ao mundo a vitória, não de batalhas terrenas, mas, da grande batalha de todos os tempos! Príncipe da Paz que estabeleceria, não um reino mortal, mas, um Reino eterno!
Ele veio a primeira vez e prometeu voltar (João 14:1-3)! Pode ser que você esteja pedindo ou esperando que um grande sinal aconteça para finalmente tomar uma firme decisão ao lado do SENHOR. Entenda, não é errado pedir sinais, desde que você tenha o bom senso de buscar a Deus, primariamente, na fonte que Ele nos deixou como o sustentáculo de nossa fé: a Bíblia. O estudo da Palavra, aliado a uma vida de oração, deve ser o fundamento de nossa vida cristã. Quando Gideão pediu sinais ao SENHOR (Juízes 6:17, 36-40) não foi para fundamentar a sua fé nEle, mas porque considerava-se incapaz para a missão que lhe foi confiada (Juízes 6:15). Portanto, amados, a fé verdadeira é aquela que, fundamentada na Palavra de Deus, confia nos sinais que o SENHOR já nos revelou (Hebreus 11:1), que tem cumprido e que certamente cumprirá. “Então, aparecerá no céu o SINAL do Filho do Homem” (Mateus 24:30). Este é um sinal que, acredite você ou não, em breve vai se cumprir! Não endureça o teu coração como fez Acaz! Prepara-te, ó remanescente fiel! O Rei vem vindo!
Feliz sábado, “Um-Resto-Volverá”!
Desafio do dia: Hoje é dia de esperança! Um dos sinais entre o SENHOR e o Seu povo (Ezequiel 20:12 e 20). Participe do Impacto Esperança sendo um instrumento de Deus na pregação do evangelho!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Isaías7
#RPSP
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Comentário devocional:
O rei Uzias tornou-se orgulhoso de suas realizações e confiante de que não precisava prestar contas a ninguém. Um dia ele entrou presunçosamente no Templo e realizou o ministério atribuído exclusivamente aos sacerdotes. Quando repreendido pelos sacerdotes, o rei ficou furioso. Imediatamente foi atingido com lepra (II Cr. 26:16-21).
Em contraste com o rei Uzias, vemos o profeta Isaías em pé, à sombra do pórtico do Templo, sentindo-se indigno de entrar. Como ele poderia ter certeza de que Deus o estava chamando para repreender os líderes orgulhosos, obstinados e presunçosos como o rei? Tal ousadia era perigosa. Enquanto esses pensamentos giravam em sua cabeça, Isaías é levado em visão e lhe parece que as paredes do templo são levantadas. Mas, o que ele vê é mais do que o lugar Santíssimo do templo terrestre. Ele contempla a sala do trono do céu, onde o Rei dos reis está rodeado por coros de seres celestiais que cantam “Santo, Santo, Santo!” (v.3 ARA e NVI).
Condenado por sua própria indignidade e pela iniquidade de seu povo, Isaías grita “Ai de mim! Estou perdido!” Então um anjo traz uma brasa do altar e Isaías recebe a certeza de que seu pecado é perdoado. Ele ouve então a pergunta: “Quem irá?” E a sua resposta é: “Eis-me aqui, envia-me!” (v.8 NVI).
Durante os 60 anos de ministério de Isaías, sempre quando enfrentava oposição, provações e perseguições, tudo que ele precisava se lembrar era desta visão. Ele tinha visto o Rei celestial!
Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
Casal pastoral, Associação de Kentucky-Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/6, https://www.revivalandreformation.org/?id=931 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/6/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/02
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 6 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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ISAÍAS 6 – Quem era Isaías? O que aprendemos de Sua experiência com Deus?
Nascido em Jerusalém, no seio de uma família abastada da realeza, casado, pai de família, consagrado; contudo, em sua auto avaliação, Isaías achou-se indigno, de lábios impuros, para servir a Deus.
• Somos melhores que esse nobre homem?
O contexto revela situação caótica do povo de Deus – só piorava! As consequências da indiferença espiritual vinham com toda força. A maré do pecado estava solapando ao povo escolhido. As trevas da imoralidade eclipsava a luz da verdade.
• Está melhor nossa realidade?
“Na hora mais escura Deus conduz a Isaías ante Seu trono e oferece uma visão de glória ao profeta. Porém, em vez de lhe dar um conjunto de ordens de marcha que sem dúvida o oprimiriam, Deus lhe ofertou uma abundância de graça que lhe permitiria estar em pé” (Troy Fitzgerald).
Isaías não se achou superior às pessoas imundas, entretanto, recebeu de Deus um vislumbre da graça.
• Deus mudou?
“O mesmo ocorre em nosso caso cada vez que enfrentamos nossa hora mais escura ou um desafio impossível com humildade. Deus derrama Sua assombrosa graça em nós” – aplica Fitzgerald.
O contato com a graça motiva-nos a agir positiva ou negativamente. Isaías não ficou indiferente; ele respondeu à pergunta de Deus: “A quem enviarei, e quem há de ir por nós?” com “Eis-me aqui, envia-me a mim!” (v. 8).
A missão profética é mais do que difícil, é impossível. Com o Deus do impossível, a mensagem é dada com ousadia e poder – todavia, a maioria esmagadora a rejeitará (vs. 9-10).
• Se nem os crentes têm facilidade para aceitar a Palavra de Deus, quanto mais os pagãos, incrédulos e ateus?
Mesmo sabendo da rejeição quase total, Deus envia Seu profeta; não para, primariamente, condenar, mas para, graciosamente, salvar um remanescente. Como até os condenados ouvirão a mensagem de Deus, fica claro que há graça para todos – embora só uma minoria salvará (vs. 11-13).
REFLITA: Na atualidade, muitos diluem a Palavra de Deus tornando-a mais palatável – agradável aos incrédulos. Mensagens que falam da ira de Deus, justiça e juízo diminuem por enfatizar excessivamente Seu amor, misericórdia e bondade.
• Deus precisa de gente que pregue a verdade de verdade!
Você responde para Deus: “Senhor, envia-me a mim”? – Heber Toth Armí.
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“Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim” (v. 8).
Isaías teve uma visão de Deus em Seu trono. A Bíblia menciona alguns que tiveram uma visão do trono divino, por exemplo: Daniel (Daniel 7:9), Estêvão (Atos 7:56), João, o discípulo amado (Apocalipse 4:2) e o próprio Isaías. Mas a experiência de Isaías foi, de todas, a que nos deixou uma grande lição de humildade, e de sublime noção de santidade. Primeiro, O PROFETA VIU “O SENHOR” (v. 1), o trono, os serafins e toda a santidade que envolvia aquele cenário glorioso, de onde se podia ouvir incansavelmente (Ap. 4:8): “Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda terra está cheia da Sua glória” (v. 3). Logo depois, ISAÍAS VIU A SI MESMO. “Contemplando Isaías esta revelação da glória e majestade de seu Senhor, sentiu-se oprimido com o senso da pureza e santidade de Deus” (EGW, Profetas e reis, p. 157).
Quando alguém tem um encontro verdadeiro com Deus, o resultado deve ser um coração contrito e uma atitude humilde. Olhar para Deus deve produzir arrependimento e confissão. Isaías viu o Perfeito e então, se deu conta de sua imperfeição. Só quando olhamos para o Santo dos santos é que enxergamos a nossa real situação!
Precisamos volver os nossos olhos para o Alto todos os dias. Se anjos perfeitos e sem pecado proclamam noite e dia a santidade de Deus “uns para os outros” (v. 3), quanto mais nós necessitamos ter sempre um cântico no coração e testemunhar uns aos outros do amor divino. O encontro com Deus produz um intenso desejo de utilidade na obra. O SENHOR olha do Céu e não procura corações orgulhosos, mas aqueles que, como Isaías, confessam: “Ai de mim! Estou perdido!” (v. 5). A obra que o profeta recebeu foi extremamente desafiadora, pois o povo havia endurecido o coração a tal ponto que o juízo de Deus viria sobre ele, mesmo com a pregação de Isaías (v. 10). O mesmo juízo foi proferido por Jesus ao povo da época (Mateus 13:14-15) e também pelo apóstolo Paulo (Atos 28:26-27). Ou seja, é uma atitude que se repete em gerações futuras e que chegou até nós, hoje: “pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma” (Ap. 3:17).
Mas em meio à desesperança, Deus suscita a esperança! “A santa semente é o Seu toco” (v. 13). Sempre haverá, mesmo que em pequena proporção, um povo que se chama pelo Seu nome. O ministério do profeta não seria de todo infrutífero. Hoje, temos uma grande seara e precisamos seguir a ordem de Cristo e rogar ao Pai que envie mais “Isaías” para a Sua obra atual (Mateus 9:38). Não poucas vezes, estes questionarão: “Até quando, Senhor?”. Contudo, como Isaías, não esmorecerão diante das dificuldades, apegando-se cada dia mais à santa convicção de que o SENHOR estará até o fim (Mateus 28:20) com aqueles que O amam:
“Não te mandei Eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o SENHOR, teu Deus, É CONTIGO POR ONDE QUER QUE ANDARES” (Josué 1:9).
Bom dia, “Isaías” atuais!
Desafio do dia: Muitos alegam não saber orar. Mas Jesus nos deixou o passo a passo da oração. Leia Mateus 6:5-8. Se a sua vida de oração estava enferma, a partir de hoje, em nome de Jesus, ela será curada com a brasa viva do altar do SENHOR!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Isaías6
#RPSP
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Comentário devocional:
Sheila: Neste capítulo, a “vinha do Senhor” é um símbolo da “casa” ou nação de Israel (v.7). Os dois tipos de uvas no versículo 2 – “boas” e “azedas” (NVI) – me lembram o evangelista Kenneth Cox nos orientando sobre como nos relacionarmos com os diferentes tipos de pessoas que vêm à esse tipo de reuniões.
Lloyd: Seu conselho era para sermos sábios no relacionamento com as uvas verdes, azedas. Em outras palavras, se uma pessoa era problemática ou hostil, deveríamos apenas ser amigáveis e orar por ela, aguardando que o Espírito Santo as transformasse em uvas maduras.
Sheila: Isaías era um pregador talentoso que sabia como usar ilustrações brilhantes como a da vinha (v. 1-7). No verso 4 ele inclui a pergunta divina: “Que mais se poderia fazer por ela que eu não tenha feito?”.
Lloyd: Sim, Jesus também lamentou a desobediência do povo, que o levou a rejeitá-Lo (Mateus 23:37-38). De igual modo, o nosso Pai celestial se entristece com o procedimento das pessoas nesses últimos dias da história do mundo (II Ped. 3:9). Apocalipse 3:19 nos diz que Deus repreende e castiga aqueles a quem Ele ama. Até os sete “ais” mencionados em Isaías 5 podem ser vistos como apelos amorosos do céu mostrando como não agir!
Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
Casal pastoral, Associação de Kentucky-Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/5, https://www.revivalandreformation.org/?id=930 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/5/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/02/29
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 5 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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Amigos,
vejam que pensamentos significativos a respeito de três passagens de Isaías 5:
sobre 5:11-13
Estas pessoas passavam muitas horas bebendo e festejando, mas Isaías previu que muitos deles morreriam de fome e sede. Ironicamente, nossos prazeres – se eles não tem a bênção de Deus – podem nos destruir. Deixar Deus de fora de nossas vidas permite que o pecado entre nelas. Deus quer que desfrutemos a vida (1 Timóteo 6:17), mas que evitemos aquelas atividades que possam nos afastar dEle.
sobre 5:20
Quando procuramos desculpas para nossos atos, logo perderemos a distinção entre o certo e o errado. se não fazemos da palavra de Deus, a Bíblia, nosso padrão de vida, logo nossas escolhas morais se tornarão obscurecidas. Sem Deus, estamos fadados a um colapso e muito sofrimento.
sobre 5:24
O povo sofria porque havia rejeitado a lei de Deus. Tristemente, muitas pessoas hoje buscam um sentido para a vida enquanto rejeitam a Palavra de Deus. Podemos evitar o erro de Israel e Judá ao fazer a leitura da Bília uma alta prioridade em nossas vidas.
Fonte: Life Application Study Bible Kingsway
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ISAÍAS 5 – Deus requer de nós uma auto avaliação com base em Sua Palavra. Ele quer renovar-nos e restaurar-nos. Antes, porém, devemos auto avaliarmo-nos!
A auto avaliação é fundamental em cada área da vida, principalmente nas questões mais essenciais. Que dirá da questão vital, como é a salvação?
Auto avaliar espiritualmente é de suma importância para melhorar o desempenho na jornada cristã; pois, tem alguns que se perdem no caminho; outros param; e, tem muitos que retrocedem, voltando ao pecado.
Usando sua bagagem cultural, o profeta Isaías investe profundamente numa mensagem ricamente espiritual. Ele se utiliza ao máximo de sua habilidade com a retórica visando enfatizar uma avaliação que Deus fará em breve ao Seu povo: O julgamento. Tal avaliação teria resultados…
John N. Oswalt dá o seguinte título ao capítulo: “Colheitas de uvas”. E, então, o sintetiza:
1. O cantar da vinha (vs. 1-7);
2. Ais pela vinha:
a) Avareza e indulgência (vs. 8-17);
b) Cinismo e perversão (vs. 18-25)
3. Destruição iminente (vs. 26-30).
Deus é o Lavrador que preparou a terra e plantou uma vinha para si. Apesar de todo preparo e cuidado, a videira produziu uvas de péssima qualidade. A vinha representa Seu povo, que produz frutos imprestáveis.
Para nossa avaliação, Deus condenou, por intermédio de Isaías, vários pecados que Ele não quer ver em nós; tais como:
1. Injustiça socioeconômica;
2. Corrupção do sistema legal;
3. Bebedeiras;
4. Instabilidade espiritual dos ricos.
Didaticamente, Isaías propôs: AQUELES QUE…
• acumulam bens materiais à custa dos pobres, não enriquecem;
• vivem promiscuamente no luxo com requintadas comidas, morre de fome;
• achavam que Deus deveria Se apressar porque demorava para agir, perceberiam as tropas assírias avançando apressadamente contra Jerusalém;
• fazem da luz da verdade trevas em questões morais e éticas serão obscurecidos pelas densas nuvens do juízo divino.
O capítulo começa com cântico de amor, mas termina com notas amargas objetivando levar-nos avaliar os frutos que produzimos!
Nós, geralmente, retribuímos as melhores intenções de Deus, Seu terno cuidado e bênçãos, com atos indignos, perversos, injustos, malévolos. Tal vinha imprestável deve ser destruída. Para que serve? Não só ocupa espaço, ela produz os piores frutos: É uma maldição, quando deveria ser bênção.
Precisamos permitir que o Espírito Santo produza Seu fruto em nós (Gálatas 5:22-23) – Heber Toth Armí.
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“Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (v. 20).
Você já foi decepcionado alguma vez? Fez o bem e foi retribuído com o mal?
A parábola da vinha má trata-se de um retrato acerca da situação dos filhos de Jerusalém e de Judá. O uso da alegoria em forma de um cântico de amor demonstra a grande afeição de Deus por Seu povo. O SENHOR fez por eles tudo o que poderia lhes proporcionar uma vida feliz e próspera, mas não foi correspondido (v. 2). Israel deu as costas ao seu Amado e o resultado foi desastroso (v. 5-6). Jesus utilizou a mesma comparação ao contar a parábola dos lavradores maus (Mateus 21:33; Marcos 12:1; Lucas 20:9). No discurso relatado por Mateus, Cristo conta esta parábola e mais adiante termina o discurso com uma sequência de “Ais” contra os escribas e fariseus da época (Mateus 23), onde condena a religião hipócrita e seus frutos de injustiça.
A expressão “Ai” está relacionada à maldição, mas também possui conotação de desespero e de tristeza. No livro de Deuteronômio, Moisés chama o povo a tomar uma decisão a favor da bênção, ou da maldição (Dt. 30:19). Josué também propôs ao povo uma escolha: “… escolhei, hoje, a quem sirvais…” (Josué 24:15). As advertências dadas de igual forma pelo profeta Isaías, só confirmam o que a Bíblia toda adverte: SÓ EXISTEM DOIS CAMINHOS. O povo havia se embriagado com a maldição (v. 11), desconsiderado tudo o que o SENHOR havia feito por eles (v. 12) e foram levados cativos “por falta de entendimento” (v. 13). A ruína moral e ética levou àquela gente ao abate e humilhação (v. 15), “porquanto rejeitaram a lei do SENHOR dos Exércitos e desprezaram a palavra do Santo de Israel” (v. 24).
A grande preocupação de Deus, desde o princípio, tem sido com a forma como o pecado nos levou a lidar com o presente do livre arbítrio. Acabamos por confundir liberdade com libertinagem e deturpamos o ideal de Deus com relação a nossa livre escolha. Sobre isto, nos advertiu o apóstolo Paulo: “Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne” (Gálatas 5:13).
Os “Ais” atuais têm entrado nos lares por meio da mídia e sua influência, arrebatando principalmente a atenção dos filhos. Crianças e adolescentes têm crescido assistindo, no conforto de suas casas, mediante a aprovação dos pais, a “formosura” do pecado. Desenhos, vídeos de “youtubers”, filmes e novelas ocupam o tempo e a mente daqueles que deveriam se chamar pelo nome do SENHOR. E sob o satânico ponto de vista “acaso, sou eu tutor de meu irmão?” (Gênesis 4:9), esses lares pensam estar agindo somente para malefício próprio, enquanto se tornam uma má influência para aqueles que deveriam estar fazendo de tudo para salvar.
Eis a proposta do SENHOR para mim e para você: “Vê que proponho, HOJE, a vida e o bem, a morte e o mal” (Dt. 30:15). Qual será a tua decisão? “Uvas boas” ou “uvas bravas” (v. 2)? Escolha fazer parte da “vinha do SENHOR dos Exércitos” (v. 7) e aceite ser cuidado por Ele. Continuemos sendo REAVIVADOS POR SUA PALAVRA!
Bom dia, uvas boas do SENHOR dos Exércitos!
Desafio do dia: Escreva ou imprima a frase:
“EU E MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR”, e ponha na porta de sua casa.
Rosana Garcia Barros
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