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Comentário devocional:
Isaías 4:1 é a conclusão do tema iniciado no capítulo 3. A tragédia de Judá em não confiar em Deus resultou em guerra. Com a perda de homens em batalha, as mulheres egoístas em Jerusalém (ao contrário da mulher virtuosa descrita em Provérbios 31:10-31) competiam entre si pelo casamento com os homens sobreviventes. Elas supersticiosamente acreditavam que era uma maldição divina não ter filhos. Em vez de confiar em Deus e esperar pacientemente pela Sua vontade e Seu tempo, estavam dispostas a uma solução humana incompleta (diversas mulheres casadas com um só homem).
Em meio a uma mensagem de desgraça, Isaías encoraja os corações ansiosos para que vejam no futuro um pequeno remanescente de sobreviventes que seriam “chamados santos” (v. 3). Hoje, enquanto um mundo sem fé caminha para a auto- destruição, aqueles que vêem Jesus como “o Renovo do Senhor” ( v.2), e O aceitam como Salvador pessoal, experimentarão o cumprimento dessas promessas messiânicas. O evangelho eterno mencionado em Apocalipse 14:6 não tem fronteiras nacionais.
O ministério de Jesus no Santuário nos oferece a limpeza de nossa “impureza” (v. 4 NVI).
À medida que seguimos para a Canaã celestial, temos a promessa de sermos cobertos por uma nuvem de proteção e glória (v. 5). Jesus será o nosso “abrigo e sombra para o calor do dia, refúgio e esconderijo contra a tempestade e a chuva” (v. 6 NVI).
Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
Casal pastoral, Associação de Kentucky-Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/4, https://www.revivalandreformation.org/?id=928 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/4/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/02/28
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 4 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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ISAÍAS 4 – Sobrevivência em meio à forte ênfase das tragédias resultantes do mal é um tremendo desafio. Apesar da desobediência e indiferença, o verdadeiro Deus, abertamente ignorado, não ignora aos negligentes.
O texto em apreço é curto, porém, com mensagens profundas e impactantes. O primeiro versículo faz parte do capítulo anterior. Com a tragédia dos erros cometidos pelo povo de Deus os homens seriam dizimados, os casamentos reduzidos.
“Sete mulheres estariam dispostas a desposar o mesmo varão para serem chamadas pelo seu nome (4:1), ainda que tivessem de trabalhar para seu próprio sustento”. Após este pormenor, Siegfried Julio Schwantes ampliou a interpretação:
“A aplicação literal deste verso é a que melhor condiz com o contexto. Isto não significa, porém, que uma aplicação secundária não possa ser feita por um outro profeta, como quando este texto é aplicado para descrever a condição das igrejas cristãs modernas que de Cristo só querem o nome”. Observe:
• Mulheres = igrejas (Isaías 54:5-6; Efésios 5:23);
• Homem = Cristo (I Timóteo 2:5);
• Comer o próprio pão = nutrir-se da própria doutrina (Eclesiastes 11:1);
• Nossos próprios vestidos = as próprias obras, não a justiça de Cristo (Isaías 61:10);
• Queremos ser chamadas pelo teu nome = cristãos, evangélicos, etc.
Muitos têm o título de cristão, embora estejam distantes de Cristo; declaram-se cristãos, vivendo diferente de Cristo e indiferentes a Ele; afirmam pertencer a Cristo, apegados ao pecado.
Apesar do estrago realizado pelo pecado, Deus promete restaurar Seu povo:
1. O renovo divino trará beleza e glória, restauração e satisfação (v. 2);
2. O remanescente será justificado e santificado no julgamento divino (vs. 3-4);
3. O Senhor protegerá Suas propriedades e Seu povo (vs. 5-6).
Não há santidade na perversidade, nem consagração na corrupção. Contudo, o sangue de Jesus, o Renovo divino, trará restauração física, mental e espiritual de novo, após o estrago feito pelo pecado.
“A presença do Deus santo só pode se materializar em meio a um povo santo; por isso apresenta-se a necessidade de o povo se lavar e eliminar qualquer coisa contrária à santidade do Senhor” (Bíblia de Estudo Andrews).
Deus quer um povo…
• …purificado – não contaminado;
• …santo – não pecaminoso;
• …dedicado – não relaxado;
• …fiel a Ele – não ao pecado.
Por que não atentar para Seus apelos, conselhos e recursos? – Heber Toth Armi.
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“Naquele dia, o Renovo do SENHOR será de beleza e de glória; e o fruto da terra, orgulho e adorno para os de Israel que forem salvos” (v. 2).
Como uma continuação do capítulo anterior, o texto de hoje inicia com o resultado do vil comportamento das mulheres de Jerusalém. O termo “sete mulheres” indica a grande proporção de mulheres que ficariam sozinhas em vista da morte e da captura da maior parte dos homens de Jerusalém. O desespero era tão grande que elas estavam dispostas a buscar o seu próprio sustento, visto que cabia ao homem a provisão do lar. Naquela época era considerada uma grande desgraça uma mulher sem marido e sem filhos, por isso que terminam a fala dizendo: “… tira o nosso opróbrio” (v. 1). Trazendo para um contexto atual, mas deixando bem claro que não há doutrina que possa afirmar esta segunda disposição, vamos ponderar sobre a aplicação deste texto na situação da comunidade cristã contemporânea: Todas as igrejas cristãs, “sete mulheres”, dizem servir a Cristo, “um homem”, mas a grande maioria se recusa a “comer” do pão oferecido por Ele, buscando por si mesmas o próprio sustento espiritual, querendo apenas ser “chamadas pelo [Seu] nome”. Isto não é uma realidade?
O termo “cristianismo” foi banalizado a tal ponto que muitos, mesmo acreditando em Jesus Cristo, têm criado certa aversão às igrejas que professam segui-Lo. Seus cultos se resumem a apelos emocionais e extorsão de dinheiro, distorcendo o verdadeiro “culto racional” (Romanos 12:1) e a verdade sobre os dízimos e as ofertas conforme a Palavra de Deus. O problema é que a Bíblia tem sido trocada por palavras de homens e a oração sincera por discursos decorados. Contudo, esta realidade não precisa ser a minha e nem a sua. Jesus nos chama para fazer parte dos “restantes de Sião”, os que “serão chamados santos” (v. 3). Fomos chamados “para a vida” e é rumo à vida eterna que caminha todo aquele que permite ser transformado de glória em glória pelo “Espírito purificador” (v. 4).
Da mesma forma que Deus guiou e protegeu o Seu povo Israel no deserto (Êxodo 13:21-22), Ele prometeu nos guiar e proteger nestes últimos dias (v. 6). “Nosso crescimento na graça, nossa felicidade, nossa utilidade – tudo depende de nossa união com Cristo. É pela comunhão com Ele, todo dia, toda hora – permanecendo nEle – que devemos crescer na graça. Ele é não somente o Autor, mas também o Consumador de nossa fé. É Cristo primeiro, por último e sempre. Ele deve estar conosco, não só ao princípio e ao fim de nossa carreira, mas a cada passo do caminho” (EGW, Caminho a Cristo, p. 69).
Estude a Bíblia. Examine-a. Permita que o Espírito Santo lhe conduza a TODA a verdade (João 16:13): “O conhecimento experimental de Deus e de Jesus Cristo… Faz de seu possuidor filho de Deus e herdeiro do Céu. Leva-o à comunhão com a mente do Infinito e lhe abre os ricos segredos do Universo. ESSE É O CONHECIMENTO OBTIDO PELO ESTUDO DA PALAVRA DE DEUS” (EGW, Parábolas de Jesus, p. 114).
Bom dia, restantes do SENHOR!
Desafio do dia: Siga o exemplo de como devemos estudar a Bíblia todos os dias, contido em Atos 17:11.
Rosana Garcia Barros
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Comentário devocional:
Foi mostrado a Isaías o resultado da falta de confiança de Judá em Deus. As alianças com nações pagãs não conseguiram evitar as repetidas invasões que levaram cativos ou mataram muitos anciãos e príncipes (versos 2 -3). Isso deixou o país sob o governo de homens jovens indisciplinados que tinham prazer em oprimir os pobres (versos 4 -5). Em uma cena de tribunal, o Senhor levanta julgamento não somente contra estes homens que pecaram descaradamente (v.9), mas também contra as suas mulheres degeneradas, as “filhas de Sião” (v. 16) – pessoas vãs, vestidas com orgulho e que andavam de cabeça erguida.
Quão importante é a disciplina da educação e do desenvolvimento do caráter cristãos? A serva de Deus para o tempo do fim diz: “Nenhuma verdade a Bíblia ensina mais claramente do que aquela segundo a qual o que fazemos é o resultado do que somos. Em grande parte, as experiências da vida são o fruto de nossos próprios pensamentos e ações” (Educação, p. 119).
Isaías praticamente pergunta aos homens e mulheres de hoje: Existem áreas em sua vida que estão levando você a desenvolver um caráter diferente do que Deus quer para você? (1 Ped. 3:3-4). Você vai confiar em Deus de todo coração?
Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
Casal pastoral, Associação de Kentucky-Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/3, https://www.revivalandreformation.org/?id=928 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/3/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/02/27
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 3 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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ISAÍAS 3 – Vaidade é revelação do orgulho, o qual é fruto do egoísmo. Vaidosos são orgulhosos – investem em si mesmos. Deus não é prioridade para os religiosos vaidosos. E isso sempre acarreta resultados desastrosos.
Neste capítulo, “os principais homens de Judá estavam prestes a ser levados, 3:1-7, e isso por causa do pecado dos governantes, 8-15, enquanto as mulheres de Judá são exibidas a se deleitarem no orgulho e no luxo, 3:16-4:1” (Eward J. Young).
• O orgulho, egoísmo e vaidade trazem castigos da parte do santo Deus.
“Todas as classes da sociedade serão castigadas pelos seus pecados – os governantes, os homens trabalhadores e outros, 1-15, assim como as mulheres mundanas, vãs, ímpias, 3.16-4.1” (Merril F. Unger).
“O único interesse dessas mulheres era flertar e seduzir”. Neste capítulo, “o profeta comenta um assunto que o livro de Provérbios trata em mais detalhes (Pv. 6:20-7:27; 31:3). Deus não condena o desejo da mulher parecer atraente, conforme demonstra o livro de Cântico dos cânticos. Antes, o mais importante é que a mulher persevere naquele tipo de amor que se traduz em reverência ao Senhor e desenvolvimento do caráter (Pv 11:22-23; 31:30; Mt 16:3-6). Ou seja, a mulher não deve buscar ser o centro das atenções e rivalizar com o Criador” (Comentário Bíblico Africano).
• Não priorizar Deus em tudo gera titânicas tragédias. Quando grandes instituições ignoram Seus princípios, os resultados são nefastos. É nítido o caos inclusive na política e na religião.
• Os mais belos atrativos e meios de embelezamento não passam de máscaras frágeis que revelam ainda mais a insatisfação que reina no coração desprovido de Deus.
Precisamos atentar este ensinamento:
“Dizei firmemente: Não passarei ociosos momentos na leitura daquilo que de nenhum proveito me será e tão somente me incapacitará para ser prestativo aos outros. Dedicarei meu tempo e pensamentos, buscando habilitar-me para o serviço de Deus. Fecharei os olhos para as coisas frívolas e pecaminosas. Meus ouvidos pertencem ao Senhor, e não escutarei o sutil arrazoamento do inimigo. De maneira nenhuma minha voz se sujeitará a uma vontade que não esteja sob a influência do Espírito de Deus. Meu corpo é templo do Espírito Santo, e cada faculdade de meu ser será consagrada para atividades dignas” (Ellen G. White).
Negligenciando isso, estamos perdidos! “Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.
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“O SENHOR se dispõe para pleitear e Se apresenta para julgar os povos” (v. 13).
Dois julgamentos acontecem neste capítulo. Um se refere a Jerusalém e Judá e o outro às mulheres de Jerusalém. O primeiro é uma consequência do “que as suas próprias mãos fizeram” (v. 11). O povo havia esquecido do SENHOR e se corrompido a tal ponto que por Ele foram comparados a Sodoma (Is.1:10; v. 9). Aqueles que se chamavam pelo nome do SENHOR oprimiam uns aos outros (v. 5) e de público revelavam seus pecados (v. 9). Não havia mais pudor ou limites. Até o aspecto do rosto lhes era um testemunho desfavorável. Já o segundo julgamento completava o quadro da destruição. Àquelas as quais foi confiada a mais sublime missão estavam de todo corrompidas e suas vidas eram regidas para a exaltação própria e exibição extravagante. Homens e mulheres haviam perdido a noção do puro e do sagrado, levando Jerusalém e Judá à completa ruína. Lares destruídos, nação destruída!
Entretanto, mesmo em meio a um cenário de tão terríveis proporções, como em cada geração deste mundo, Deus conserva aqueles os quais, por Sua graça, intitula de justos: “Dizei aos justos que bem lhes irá; porque comerão do fruto das suas ações” (v. 10). Ou seja, nem tudo estava e nem tudo ESTÁ perdido. Em toda a história da humanidade o SENHOR tem erguido Seus troféus, “os resgatados do SENHOR” (Is. 35:10), “os restantes de Jacó” (Is. 10:21). Sempre houve e continua havendo um chamado de urgência que envolve decisão e entrega. Homens e mulheres têm sido convocados para proclamar três especiais mensagens: “O tempo está cumprido, e o Reino de Deus está próximo; arrependei-vos e crede no evangelho” (Marcos 1:15). Isto é: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo… caiu, caiu a grande Babilônia… Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap. 14:7, 8 e 12).
Quando a comunhão diária e o desejo de conhecer o SENHOR são substituídos pela busca dos próprios interesses, a natureza humana é manifestada na língua e nas obras (v. 8). Um dos piores pecados de Sodoma foi a publicidade que davam a eles (Gênesis 19:5). Muitos têm alegado sinceridade ao expor suas fraquezas. Não se trata, porém, de um protesto contra a hipocrisia ou falsidade, mas da promoção daquilo que destrói “o caminho por onde deves seguir” (v. 12). Qual é a sua intenção ao publicar indiretas nas redes sociais? Qual é a sua intenção ao divulgar fotos com “o aspecto do seu rosto” (v. 9) em conotação sensual? Qual é a sua intenção ao vestir-se de forma provocante e extravagante? Oh, meus irmãos, não temos mais tempo a perder com estas coisas tão medíocres!
Amados, fomos chamados das trevas deste mundo para a maravilhosa luz de Cristo e Ele nos deixou exemplo para seguirmos os Seus passos (I Pedro 2:21). O que estamos fazendo com tamanho privilégio? Não haverá desculpas para o erro no Dia do SENHOR. “Ai do perverso!“, porque colherá o que ele mesmo semeou (v. 11). O Espírito do SENHOR geme para que atendamos ao Seu apelo: “Oh! Povo Meu!“, cuidado para não estar seguindo pela estrada do engano (v. 12) cujo desfecho transformará tudo o que julgavam belo em lixo e podridão (v. 24)! Lembrem-se: estas advertências não são de homens, mas assim “diz o SENHOR, o SENHOR dos Exércitos” (v. 15).
Fomos criados para revelar a glória de Deus (Is. 43:7)! Que a nossa vida testifique que fomos comprados por alto preço e, “pelo conhecimento completo dAquele que nos chamou para a Sua própria glória e virtude“, tornemo-nos “coparticipantes da natureza divina, livrando-nos da corrupção das paixões que há no mundo” (II Pedro 1:3 e 4).
Bom dia, diligentes servos de Cristo!
Desafio do dia: Ore pedindo ao Espírito Santo que lhe mostre tudo aquilo que pode estar maculando a sua vida e tome a firme decisão de se desfazer de tudo isso.
Rosana Garcia Barros
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Como o livro de Cantares é bastante simbólico em alguns passagens e usa figuras de linguagens em outro e, ainda, com alternância entre os personagens que expressariam as ideias, consideramos seria útil o esforço extra para trazer a vocês alguns comentários selecionados sobre alguns versos-chaves de cada capítulo. Esforço este que, infelizmente, no momento, não poderemos dedicar aos demais livros.
Caso,porém, você deseje uma explicação sobre algum termo ou situação obscura, pode nos trazer como comentário, que buscaremos uma explicação.
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Comentário devocional:
É interessante como as palavras de Isaías 2:2-4 são quase idênticas às de Miquéias 4:1-4.
Isaías lista a seguir algumas das maneiras pelas quais o povo de Judá havia quebrado o concerto: o espiritualismo (v. 6), a incessante busca por riquezas terrenas (v. 7), a idolatria (v. 8) e o orgulho (v. 11). Através dessas práticas eles trouxeram sobre si mesmos os juízos do Senhor (vs. 12-18). Então Isaías fala do dia em que as pessoas ímpias “fugirão para as cavernas das rochas e os buracos da terra” a fim de se esconderem “do terror que vem do Senhor e do esplendor da Sua majestade” (v. 19, NVI). Palavras semelhantes a estas são encontradas em Apocalipse 6:15-17, numa referência clara à segunda vinda de Cristo.
Isso significa que a promessa condicional dos versículos 2-4 nunca foi cumprida para o Israel literal, mas será cumprida para o Israel espiritual quando Jesus voltar. Em vez de nos escondermos cheios de culpa e medo (vs. 19-21), teremos o privilégio de abraçar os nossos entes queridos que serão ressuscitados da morte. Então, sorrindo em meio a lágrimas de alegria, nos uniremos aos remidos ao dizer: “Este é o nosso Deus; nós confiamos nEle e Ele nos salvou” (Isaías 25:9. NVI).
Precisamos olhar menos para nós e muito, muito, muito para Jesus. Que o nosso foco não esteja num reino terrestre, mas, sim, no celestial (Filipenses 3:14).
Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
Casal pastoral, Associação de Kentucky-Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/2, https://www.revivalandreformation.org/?id=928 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/2/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/02/26
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 2 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/