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ECLESIASTES 4 – Pura realidade:
1. No mundo enfrentamos grandes desafios, lidamos com opressões de diversas formas e tamanhos (vs. 1-3).
2. A preguiça é um tipo de acomodação que resulta em autodestruição, contudo, o trabalho excessivo produz o mesmo resultado (vs. 4-8).
3. Mais importante do que fortunas neste mundo – que é o palco do grande conflito, a arena onde o bem e o mal se confrontam –, são as amizades verdadeiras (vs. 9-12).
4. Poderes políticos e popularidade que alguém pode alcançar duram bem menos que a vida; o desejo de mais poder de quem chega lá é prova suficiente de que tais conquistas são insignificantes (vs. 13-16).
A vida é injusta neste mundo inflamado de ambição e inveja, egoísmo e orgulho (vs. 1-4). Os sofrimentos são exacerbados para alguns indivíduos. Ficamos chocados com a fúria do mal contra o bem:
· Terrível violência; brutalidade familiar; grosseria no trabalho. Assaltos, assassinatos, vinganças, crueldades com crianças, estupros, abortos – quanta gente sem coração, quantas atitudes desumanas. Satanás faz do mundo um inferno, e nós sentimos isso na pele.
· Lágrimas secretas, preocupações infindas e soluções escassas sem alguém para ajudar. Oprimidos, sequestrados, roubados, expulsos, abandonados, rejeitados, solitários – quanta gente carente sem receber algum consolo.
· Vítimas inocentes, esmagadas por opressores cruéis, frios e calculistas; ninguém parece perceber ao seu redor pessoas rindo por fora, mas vegetando por dentro – assim é a dura realidade que muitos maquiam e mascaram com lindos sorrisos fingindo serem fortes neste mundo fragilizado pelo pecado.
· Solidão, trabalhar compulsivamente, dificuldades de relacionamento, ganância e coração duro – tais características são geradas por orgulho e egoísmo.
Muitos se escondem atrás de prazeres, riquezas, status, de tudo – mas quem não tem o discernimento anestesiado pelas máscaras e maquiagem, consegue ver na sociedade a dura realidade deprimente. Salomão percebeu e, registrou!
· É unicamente possível obter sentido nesta vida ao fazer de Deus seu amigo (vs. 9-12). Ele é amigo incomparável!
Nada, senão Deus preenche o vazio da alma. Nada, senão Deus nos satisfaz. Nada, senão Deus nos eleva das mazelas deste mundo efêmero para uma existência com propósito, somente assim valerá a pena curtir os poucos anos que temos neste planeta.
· Nada, senão Deus enche nosso coração de paz, felicidade e satisfação indescritíveis (I Pedro 1:8; Romanos 14:17).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; o cordão de três dobras não se rebenta com facilidade” (v. 12).
As tribulações são momentos de nossa vida em que temos que suportar algum tipo de tristeza. Salomão denomina esses momentos de opressões. A expressão “vi a violência na mão dos opressores” (v. 1), dá a ideia de que para ser oprimido, é necessário haver pelo menos um opressor. Segundo o dicionário, opressão significa sujeitar alguém a fazer algo pelo emprego de violência. Podendo esta violência ser psicológica ou física, causando “lágrimas dos que foram oprimidos”. A vida de Jesus é um total contraste com este quadro. O Seu ministério foi uma revelação do verdadeiro caráter de Deus, cujo atributo principal se chama AMOR (I João 4:8). O Seu convite aos oprimidos foi: “Vinde a Mim” (Mateus 11:28) e a Sua promessa foi: “Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados” (Mateus 5:4).
Logo após, o rei concluiu que em melhor condição estão os que já morreram (v. 2) e aqueles que ainda nem nasceram, pois estão livres das “más obras que se fazem debaixo do sol” (v. 3). E não bastasse este cenário humano tão triste, o verso 4 apresenta outra realidade que, além de ser vaidade, é egoísta e completamente reprovada por Deus. A Bíblia está nos dizendo que o esforço do homem por galgar degraus cada vez mais altos e a corrida por alcançar excelência no que se faz é resultado “da inveja do homem contra o seu próximo” (v. 4). O que fazemos tem sido reflexo do poder do SENHOR em nossa vida? Ou fazemos para mostrar aos outros que o nosso trabalho é superior? Qual tem sido a finalidade das suas obras? Um tolo e preguiçoso (v. 5-6) acaba passando por melhor condição do que quem procura o crescimento e a destreza para humilhar o próximo. Cristo condenou tal atitude na disputa de Seus seguidores pelos lugares de honra: “Pois todo aquele que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado” (Lucas 14:11).
A nossa vida não deve ser um espetáculo para o mundo, mas luz que indica o espetáculo da glória de Deus (Mateus 5:14-16). E este é um processo que além de gradual (Pv. 4:18), não é solitário. O famoso “cordão de três dobras” tem recebido diversas interpretações que dividem os estudiosos em discussões que não têm importância diante de Deus. A mensagem central é que “é melhor serem dois do que um” (v. 9). Isto sim faz todo sentido. E Salomão não enfatizou aqui o casamento, mas a importância dos relacionamentos. Tanto que ele usou a figura de filhos e irmãos no verso 8. A solidão nunca foi plano de Deus e a vida de Cristo foi a maior prova disto. O Salvador nunca estava sozinho. Se não estava envolto por multidões, estava cercado por Seus discípulos. Se não estava na companhia de todos os discípulos, estava com aqueles com os quais compartilhou os momentos mais difíceis e marcantes de Seu ministério. E na ausência de todos, estava em “audiência” com Seu Pai. Ou seja, ficar só não era opção. E, a certeza de Sua companhia para os que procuram cumprir a missão que requer relacionamento inclui a certeza de que jamais estaremos sozinhos: “E eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século” (Mateus 28:20).
A inversão da opressão, do orgulho e da solidão é a vida de Cristo. Eis o Caminho, a Verdade e a Vida (João 14:6). Eis “O cordão de três dobras que não se rebenta”! Eis o nosso único exemplo: “deixando-vos exemplo para seguirdes os Seus passos” (I Pedro 2:21).
Bom dia, imitadores de Cristo!
Desafio do dia: Faça um nó em um pedaço de fita e coloque em sua Bíblia como marca-página para que você sempre lembre da importância de Seu relacionamento com Jesus e com o próximo.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Eclesiastes4 #RPSP
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Comentário devocional:
Tendo a eternidade em nossos corações, parece que nunca estamos satisfeitos com a forma como o tempo passa rápido. Quando estamos fazendo algo que gostamos ou quando passamos o tempo com aqueles que amamos parece que o tempo nunca é suficiente. No entanto, quando estamos doentes ou solitários, o tempo parece parar e nunca passa rápido o suficiente. Considerando a correria da vida moderna, que nos mantém conectados a tudo e a todos, temos a impressão de que nunca temos tempo suficiente para todas as coisas que precisamos fazer.
O fato é que o texto sagrado nos diz que “Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu” (v. 1 NVI). Sábio é aquele que aprende a gerir o seu tempo de uma forma que ele possa desfrutar os frutos de seus esforços. Se esta sabedoria não for desenvolvida, o tempo passará e ficaremos com o gosto amargo do que “já foi” (v. 15 NVI). Essa sombra mortal só pode ser iluminada através da esperança dada pelo Eterno, que “pôs no coração do homem o anseio pela eternidade” (v. 11 NVI). Deus deve ser louvado por Sua graça que nos permite ter esperança na vida eterna.
Ao reconhecermos quão preciosa é a vida e quão fugaz é o tempo, devemos nos esforçar para desfrutar das coisas boas enquanto elas acontecem (v. 22). Um dia iremos prestar contas do uso que fizemos do tempo (v. 17). Esse conhecimento deve nos levar a priorizar o que é mais importante: Deus, a família e aqueles que precisam de nós.
Senhor, preciso aprender a priorizar as coisas na minha vida. Para fazer isso preciso de Sua ajuda e orientação. Amém.
Pr Alijofran Brandão
Presidente União Centro-Oeste Brasileira da IASD
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/Ecc/3, https://www.revivalandreformation.org/?id=908 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Ecc/3/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/02/07
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Eclesiastes 3 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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#RPSP
Prezado amigo, caso esteja tendo dificuldades de visualizar o comentário do Pastor Evandro, por favor acesse-o através de sua página do Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCEx40aN81ymFpGPtzWA6Qvw
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ECLESIASTES 3 – Estava Salomão delirando quando escreveu Eclesiastes? Estava ele depressivo, desanimado ou incrédulo para ser tão negativista? Em minha opinião ele estava, na verdade, escrevendo com intenção de alertar o leitor para não ser acometido de depressão, desânimo e incredulidade – delirando numa existência insignificante.
“Eclesiastes incomoda muitos leitores cristãos, diz… Desde o começo, quando declara que tudo é inútil (1.2), parece ser escandalosamente pessimista e negativo em relação à vida. Alguns se perguntam por que esse livro está na Bíblia. Mas se examinarmos o ambiente e a mensagem do livro com cuidado, descobriremos que Eclesiastes nos confronta e nos direciona para Deus de uma forma que poucos livros fazem” (Duane A. Garrett).
Leia o capítulo em tua Bíblia, depois analise estes pontos com oração:
• Nosso tempo é efêmero, passageiro; ansiamos pela eternidade no íntimo da alma. Além disso, há uma instabilidade em nossa existência. Nada é permanente, e não temos controle absoluto sobre tudo o que queremos. Isso é frustrante, a não ser que confiemos tudo nas mãos do Eterno Deus (vs. 1-15);
• A política é instável, não é confiável. As esferas do poder político estão empapuçadas de corrupção de toda sorte. Há malandragem de todos os tipos e exploração dos cidadãos constantemente. Isso é deprimente, a não ser que confiemos que Deus fará justiça sobre cada uma das injustiças cometidas pelo governo (vs. 15-17);
• A vida também é efêmera; nunca sabemos quando será nosso último suspiro, ou da pessoa que amamos e dependemos. Na luta pela vida somos derrotados pela morte. Assim como animais, os humanos morrem – e, não vão aproveitar as benesses do Céu ou enfrentar pavores no inferno. Isso também é deprimente, a não ser que confiemos no plano de salvação e aceitemos a morte de Jesus que nos traz vida eterna (vs. 18-22).
“Ao contrário do que muitos pensam, Eclesiastes não expõe uma espécie de ceticismo ou desencanto com a vida. O livro revela a avaliação feita por alguém que teve o privilégio de viver a vida com intensidade e descobrir que a mesma é totalmente vazia se não vivida em Deus. A própria sabedoria tão ovacionada em Provérbios é tida como tola quando usada para interesses pessoais e objetivos mesquinhos” (Josué Gonçalves).
Anima-te! Viva de verdade consagrando-se diariamente! – Heber Toth Armí.
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“Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu” (v. 1).
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Comentário devocional:
Em Eclesiastes 2 Salomão resume sua vida. Sua experiência foi muito ampla e diversificada. Ele reuniu muita prata e muito ouro, construiu grandes coisas, plantou árvores, vinhas e jardins, sistemas de irrigação, encheu sua casa com servos, e os seus campos com vacas e ovelhas. Ninguém podia se igualar a ele.
Suas festas tinham os melhores músicos e instrumentos e, como se tudo isso não fosse suficiente, ele se dedicou sem restrições a satisfazer seus desejos e prazeres.
Ele tinha tudo, mas se sentia vazio. Salomão conclui, como num lamento, depois de ter alcançado grandes realizações e experimentado tudo: “tudo é vaidade”. Através da inspiração divina ele nos deixou uma grande lição: o que trabalha somente para o hoje, não terá o amanhã. Aqueles cuja única preocupação é colocada nas coisas temporais morrerão com elas, e os que vivem para as coisas temporais não terão a eternidade.
Salomão nos desafia a definirmos corretamente nossas prioridades e a concedermos o primeiro lugar a Deus, a Fonte da Sabedoria. Jesus resumiu da seguinte maneira: “Buscai primeiro o Reino de Deus.” (Mat 6:33).
Pr. Alfredo Hengen
Secretário Executivo da União Uruguaia da IASD
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/Ecc/2, https://www.revivalandreformation.org/?id=907 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Ecc/2/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/02/06
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Eclesiastes 2 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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ECLESIASTES 2 – O sábio rei Salomão escreve três livros inspirados por Deus:
• Primeiramente, “Cântico dos cânticos”, quando era jovem;
• Depois, “Provérbios”, quando já era homem maduro;
• Finalmente, “Eclesiastes”, na terceira (ou, melhor) idade.
“Eclesiastes é um livro indigesto, difícil de engolir. Mas uma de suas características admiráveis é que suas palavras estão firmemente arraigadas na experiência de vida do próprio autor. O Eclesiastes não está dentro de sua biblioteca particular filosofando sobre o significado da existência. Ele abraçou a existência, experimentou o que lhe pareceu interessante experimentar e daí tirou conclusões. Não foi um homem de pesquisas, de levantamentos sociais e de médias de amostras colhidas; não era homem de fazer senso. Ele fala com a autoridade de quem experimentou pessoal e intensamente cada uma das vivências mencionadas” (Ed René Kivitz).
Após analisar e refletir sobre a vida, com o dom da sabedoria divina lhe outorgado com generosidade, sob a regência do Espírito Santo, Salomão deixa-nos um extraordinário legado filosófico.
No capítulo em pauta, o vazio da vida é claramente revelado (vs. 1-23) na insignificância…
1. …dos prazeres;
2. …dos bens materiais (dinheiro);
3. …do trabalho;
4. …do conhecimento.
Deus quer nossa felicidade no prazer, nos bens materiais, no trabalho e na sabedoria, o que só será possível com Ele!
William MacDonald vai direto ao ponto quando afirma: “Cinema, televisão e outras mídias comerciais divulgam a mentira de que o ser humano pode construir um céu particular aqui na terra. Entretanto, Salomão descobriu que o mundo só tem cloacas e esgotos a oferecer, ao passo que o Senhor oferece água da vida”.
• Sem Deus nossa vida é como se estivéssemos na fossa. A insatisfação é insaciável. Atividades intensas tendem a amenizar, mas não satisfazem nossa sede por felicidade e paz.
• Com Deus, até as coisas simples que fazemos ganham sentido! Temos paz e satisfação na alma!
Relacionamento intenso com Deus é o segredo de uma existência feliz, realizada e satisfeita (vs. 24-25). As bênçãos de Deus devem ser vividas corretamente, senão também trarão resultados deprimentes (v. 26).
“Uma vida tão centrada em si mesma é o próprio inferno na terra” (Kivitz). Portanto, estar satisfeito com a vida é um dom de Deus. Desfrute com sabedoria divina cada dia, independente de onde você estiver! Apressa-te! – Heber Toth Armí.
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“Porque Deus dá sabedoria, conhecimento e prazer ao homem que Lhe agrada…” (v. 26).
Vaidade das possessões, vaidade da sabedoria e vaidade do trabalho. Afinal de contas, o que vale a pena neste mundo? Muitos têm construído verdadeiros impérios que são destruídos por herdeiros insensatos. Outros têm sacrificado família e saúde devido ao trabalho excessivo. A multiplicação da ciência e da tecnologia também tem tomado o tempo de milhares que fazem de tudo para alcançar um lugar no campo do conhecimento. Então, multidões têm descoberto que quando o avançar da idade revela que tudo o que construíram na verdade não trouxe a felicidade tão almejada, a mente inicia um processo de desânimo que pode resultar em depressão, a doença do século.
Como, pois, fugir de tal mal? A palavra-chave é TEMPERANÇA. A temperança é um dos remédios naturais que Deus nos deixou para que a nossa vida seja regida com equilíbrio. Ser temperante num mundo extremamente acelerado não é tarefa fácil e requer escolhas firmes, mesmo que possam causar opiniões contrárias. Desacelerar, hoje em dia, é considerado uma ação retrógrada e preguiçosa. Para se ter uma vida mais tranquila e mais dependente de Deus precisamos compreender o que Salomão compreendeu: a sabedoria, o conhecimento e o prazer são dons de Deus para os que Lhe agradam. Isto é, não são nossas próprias conquistas, são presentes do SENHOR. Separado de Deus, “quem pode comer ou quem pode alegrar-se?” (v. 25). Precisamos educar nossa mente na direção do que Jesus nos aconselhou: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6:33).
“Tudo é vaidade e correr atrás do vento” (v. 17), quando negligenciamos o conhecimento do SENHOR para encher nossas aljavas do que é corruptível e passageiro. Sendo que “a luz traz mais proveito do que as trevas” (v. 13), andar na luz de Deus requer renúncia do eu e comunhão com o Céu. Sabem amados, por vezes pensamos estar no caminho certo simplesmente pelo fato de preenchermos os requisitos de um “bom crente“. Quando a nossa vida deve ser para atingir o objetivo de sua criação: “os que criei para Minha glória, e que formei e fiz” (Isaías 43:7). Estamos, de fato, glorificando a Deus com os nossos bens, conhecimento e trabalho? Reconheça hoje que tudo “isto vem da mão de Deus” (v. 24), e que Ele enche de bênçãos “ao homem que Lhe agrada” (v. 26). Portanto, “use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens… Isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador” (I Timóteo 2:1 e 3)
ISTO SIM, NÃO É VAIDADE!
Bom dia, servos temperantes do SENHOR!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Eclesiastes2 #RPSP