Reavivados por Sua Palavra


ECLESIASTES 6 by Jeferson Quimelli
6 de maio de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Deus dá aos homens a possibilidade de conseguir o que desejam, lhes dá a capacidade de criar, desenvolver e gerenciar.

Contudo, quando os homens deixam a Deus em segundo plano, a vida passa a ser apenas uma corrida desgastante para adquirir bens materiais. Quando alcançam seu objetivo, estabelecem novos objetivos, e assim seguem indefinidamente. Não percebem que a vida é finita e muito curta.

Como filhos e filhas de Deus devemos ser cuidadosos para que tudo que conseguimos, tendo elas vindo ou não de nossa família, não se tornem a motivação da nossa vida. Nossa esperança deve estar centrada em Deus, que é a fonte de toda bênção.

Portanto, eu quero convidar você a viver de forma feliz e agradecida com tudo o que Deus lhe deu. Sempre que você estiver exercendo uma atividade, cada vez que disser alguma coisa, reconheça que em tudo isto existe a assinatura de Deus, o autor e projetista da sua vida.

Gilberto Urcia Alberca
Secretário Executivo da União Sul-Peruana da IASD

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/Ecc/6, https://www.revivalandreformation.org/?id=911 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Ecc/6/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/02/10
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Eclesiastes 6 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ECLESIASTES 6 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
6 de maio de 2017, 0:55
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COMENTÁRIO ECLESIASTES 6 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
6 de maio de 2017, 0:45
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ECLESIASTES 6 – Alguém contabilizou que no Novo Testamento existem:

• 215 versos que tratam de fé;
• 218 versos que tratam sobre salvação;
• 2.084 versos que tratam de administração financeira e contabilidade de dinheiro;
• Das 38 parábolas de Jesus, 16 tratam de dinheiro.

O livro de Eclesiastes trata mais de dinheiro do que de salvação. Por que tantos textos sobre dinheiro? Dinheiro é ilusão e obstáculo quando o assunto é fé e salvação. A Bíblia de Jerusalém destaca estes pontos do capítulo em apreço:

• A riqueza que passa de um a outro (vs. 1-2);
• O rico sem sepultura (vs. 3-6);
• O pobre que toma ares de rico (vs. 7-11);
• Conclusão (v. 12).

A maneira que relacionamos com o dinheiro revela a condição do coração (Mateus 6:21, 24; I Timóteo 6:10). A religião de muita gente é o dinheiro, o qual sempre é ilusão à plena felicidade da alma.

Eclesiastes, diz J. I. Packer é “o livro da Bíblia escrito especialmente para fazer de nós realistas”. Sim, pois estamos iludidos com coisas fúteis, estamos investindo tempo em coisas inúteis; não estamos dedicando tempo e habilidades para buscar a Deus, que importa muito mais que riquezas.

• Aqueles que fazem das bênçãos de Deus um fim e não um meio para alcançar um propósito nobre e espiritual, ao morrerem deixarão tudo sem terem aproveitado nada. Trabalharam demais para deixar bens aos demais que colocarão fora em pouco tempo (vs. 1-2).

• Um casal com filhos formando grande, próspera e bonita família, que vive para enriquecer-se, ainda que tenha um funeral de primeira, muito luxuoso e chique, o bebê que nasce morto tem mais sorte que este casal; pois, nasceu, viveu e morreu sem sentido (vs. 3-5).

• Viver sem aproveitar nada não significa nada ainda que tenha muitos anos de vida. Trabalhar intensamente para satisfazer o apetite nunca satisfará a inerente necessidade de Deus dentro do coração (vs. 6-7, 10).

• Nossa existência é como neblina neste mundo, que não passa de um mar de ilusões. Eclesiastes quer tornar-nos realistas nos mostrando o único caminho que satisfaz. Não perca nenhum capítulo deste livro, nem se desvie do caminho (vs. 8-9, 11-12).

A única forma de fugir da ilusão deste mundo é abdicar do preconceito que temos quanto a Deus satisfazer nossa alma! – Heber Toth Armí.



ECLESIASTES 6 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
6 de maio de 2017, 0:30
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“É certo que há muitas coisas que só aumentam a vaidade, mas que aproveita isto ao homem?” (v. 11).


Propositadamente, não incluí no texto de ontem a vaidade das riquezas porque o capítulo de hoje é uma continuação acerca deste assunto. A abundância de riquezas e a falta delas sempre foram motivos de contendas entre os homens. O ser humano é insaciável (v. 7) e a ganância tem trazido tantos males para o mundo quanto os trágicos efeitos de uma epidemia. “O proveito da terra é para todos” (Ec. 5:9), mas nem todos têm usufruído desta dádiva divina. Muitos têm depositado sua segurança em algo que é inseguro e incerto e privado a si mesmos e ao próximo das bênçãos da caridade.

Cresci em uma família que sempre foi bem estruturada financeiramente. Meu pai tinha um comércio e levávamos uma tranquila vida de classe média. Até que o comércio entrou em falência e nossa situação mudou completamente. Precisei enfrentar um ensino público defasado e, não fosse a generosidade de um irmão na fé que me concedeu uma bolsa de estudos em seu colégio, não teria concluído com êxito o ensino médio. Sempre gostei muito de estudar, mas precisei ir trabalhar ao invés de ingressar numa faculdade. Me entristeceu o tempo em que tive que ficar afastada dos livros, porém, hoje olho para trás e percebo o quanto aquela experiência me fez crescer. No pouco que tínhamos, o SENHOR jamais permitiu que nos faltasse o básico. E com minha mãe, aprendi e tenho aprendido lições de economia e de altruísmo que escola alguma pode superar.

“Quem ama o dinheiro jamais dele se farta” (Ec. 5:10) é uma verdade tão real quanto o fato de você estar lendo este texto neste exato momento. Quem ama ter muito, nunca se sentirá satisfeito com o que tem. Mas aquele que experimenta compartilhar o que possui, quanto mais distribui, mais tem. Na matemática de Deus, o subtrair equivale ao multiplicar. Experimente abrir as portas do seu guarda-roupa, e verá que quanto mais roupas dá, mais roupas tem. Experimente abrir as portas da sua dispensa, e perceberá que a feira que não durava um mês renderá muito mais. Isto é barganha? Não, amados. Isto é cumprimento de uma promessa divina: “O que dá ao pobre não terá falta” (Pv. 28:27).

Deus, sendo o dono do ouro e da prata (Ageu 2:8), deseja dar o melhor para os Seus filhos. Mas Ele nunca dará para um justo além ou aquém do que ele possa administrar. Muito mais do que riquezas terrestres, Ele deseja nos dar tesouros celestes. Este foi o propósito de Jesus no pedido feito ao jovem rico. A versão deste relato, aos olhos de Marcos, descortinou a real intenção de tal pedido: “E, Jesus, fitando-o, O AMOU” (Marcos 10:21). “Vai, vende tudo o que tens”, atingiu no alvo o pecado que não o deixava dormir em paz (Ec. 5:12). “Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mateus 16:26). “Não podeis servir a Deus e às riquezas” (Mateus 6:24).

Ter riquezas não é pecado. O perigo está em não conseguir viver sem elas. Precisamos buscar no SENHOR, a mesma alegria e contentamento que descobriu o apóstolo Paulo: “Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; TUDO POSSO NAQUELE QUE ME FORTALECE” (Filipenses 4:11-13).
Os pedidos de Jesus para nós sempre vêm acompanhados de um mesmo propósito: SALVAÇÃO. Não faça a escolha do jovem rico. Escolha crer que o melhor para a sua vida é seguir Aquele que deu tudo por você e que hoje, fitando-o com amor, te chama:
“Vem e segue-Me” (Marcos 10:21).

Feliz sábado, herdeiros das riquezas eternas!

Desafio do dia: Não tem dia melhor para nos desapegarmos das coisas como no sábado. Siga o exemplo de Jesus. Faça o bem. Compartilhe com quem precisa as dádivas que Deus têm lhe confiado.

Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Eclesiastes6
#RPSP



ECLESIASTES 5 by Jeferson Quimelli
5 de maio de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

O capítulo de hoje apresenta algumas advertências a respeito do gerenciamento dos bens materiais.

A primeira advertência, “Guarda o teu pé…”, é sobre a adoração na igreja. Em outras palavras, seja cuidadoso, preste atenção na sua atitude diante de Deus. Muitas pessoas, nos dias de Salomão, estavam louvando a Deus e dando suas ofertas sem sinceridade de coração, tornando sua adoração superficial, hipócrita e presunçosa.

A segunda advertência está relacionada com a atenção aos pobres. Segundo o texto, eles estavam sendo oprimidos justamente por aqueles que deveriam ajudá-los. Como vemos, o problema da corrupção está enraizado na natureza pecaminosa do ser humano pois como naqueles dias hoje também há um clamor por justiça social.

A terceira advertência diz respeito aos mitos e futilidades dos recursos materiais. Muitas pessoas pensam que o dinheiro é capaz de fazer qualquer coisa, que resolve qualquer problema e que traz paz de espírito. O dinheiro não é capaz de trazer satisfação plena, por que o coração humano foi criado para ser satisfeito apenas pela presença de Deus no coração (Ecl. 3:11).  Deus quer encher seu coração de alegria (v. 20)!

Pr Cicero Ferreira Gama
Brasil

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/Ecc/5, https://www.revivalandreformation.org/?id=910 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Ecc/5/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/02/09
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Eclesiastes 5 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ECLESIASTES 5 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
5 de maio de 2017, 0:55
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COMENTÁRIO ECLESIASTES 5 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
5 de maio de 2017, 0:45
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ECLESIASTES 5 – Qualquer religião sem intimidade com Deus é tão ruim quanto a busca ambiciosa por riquezas. Religião hipócrita e ávida ambição materialista não satisfazem intimamente a nenhum coração.

O Comentário Bíblico Adventista destaca estes tópicos:

1. Vaidades:

a) No culto a Deus (vs. 1-7);
b) Em murmurar contra a opressão (v. 8);
c) Nas riquezas (vs. 9-17).

2. Regozijar-se nos bens é o dom de Deus (vs. 18-20).

Sobre o versículo 6, o comentário da Bíblia de Jerusalém analisa: “O temor de Deus é recomendado pelo Eclesiastes (3:14; 7:18; cf. 8:12b-13 e 12:13…): não é ele o princípio do saber e da verdadeira sabedoria (Prov. 1:7)?”.

Ellen G. White declara: “As riquezas e as honras mundanas não podem satisfazer a alma. Muitos dentre ricos anseiam por alguma divina certeza, alguma esperança espiritual. Muitos, anelam alguma coisa que lhes venha pôr termo à monotonia de uma vida sem objetivo. Muitos, em sua vida profissional, sentem a necessidade de alguma coisa que não possuem”.

Sobre o versículo 9, a Bíblia de Jerusalém comenta: “Sátira, não contra o rico prepotente (como nos profetas), mas contra o próprio dinheiro, quer adquirido por meios lícitos ou ilícitos, quer empregado bem ou mal. Não é garantia para a vida, nem fonte de felicidade. Esta [análise] prepara o ensinamento evangélico sobre o desprendimento (cf. Mat. 6:16-21, 24-34). – Esta, portanto, é a sequência das ideias”: O dinheiro é…

• …mal repartido (vs. 7-9);
• …desperdiçado – na maioria das vezes (v. 10);
• …custoso ganhar (v. 11);
• …penoso ao perder (vs. 12-16).

Fica evidente a insatisfação oriunda das riquezas, como demonstra White: “Entre as vítimas da necessidade e do pecado encontram-se aqueles que já possuíram fortuna outrora. Homens de várias carreiras e posições diversas na vida foram vencidos pela corrupção do mundo, pelo uso da bebida forte, por se entregaram às concupiscências, e caírem sob a tentação”.

Fiquemos atentamente em alerta:

• Hipócritas idolatram sua religião, crenças, até Bíblias e a igreja, mas não servem nem adoram a Deus genuinamente.
• Gananciosos, avarentos, ambiciosos materialistas adoram coisas, dinheiro e riquezas em vez de servirem e adorarem ao Deus verdadeiro.
• Adoradores humildes sinceramente comprometidos com Deus, que Lhe são fieis em todas as circunstâncias, experimentam o melhor da vida neste mundo corrompido.

Portanto, entreguemo-nos inteiramente a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ECLESIASTES 5 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
5 de maio de 2017, 0:30
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“Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu, na terra; portanto, sejam poucas as tuas palavras” (v. 2).


No santuário, tanto o móvel no deserto, quanto a suntuosa construção de Jerusalém, havia três compartimentos: o pátio, o lugar Santo e o lugar Santíssimo. O acesso ao lugar Santo era permitido apenas aos sacerdotes e ao sumo sacerdote. No lugar Santíssimo só poderia entrar o sumo sacerdote, uma vez ao ano. E o pátio era o único compartimento onde o povo de Israel poderia ter acesso. E, mesmo assim, o pátio era um lugar de extrema solenidade, onde o povo levava seus sacrifícios e fazia suas orações. Por isso que Jesus reagiu energicamente quando viu o lugar de oração transformado em “um covil de salteadores” (Mateus 21:13). A reverência descrita no verso 1 diz respeito não apenas à forma de adoração, mas à intenção. Não é o sacrifício que agrada a Deus, e sim se o que há por trás do sacrifício for um coração que agrada ao SENHOR.
 
Quando Saul descumpriu as ordens de Deus e usou os sacrifícios como desculpa, a resposta do profeta Samuel lançou por terra as suas obras: “Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender a Deus, melhor do que a gordura de carneiros” (I Samuel 15:22). Apesar de não termos mais a prática de sacrificar animais, pois o verdadeiro Cordeiro de Deus pagou o preço de forma perfeita e completa (Hebreus 10:14), os “sacrifícios” ganharam uma nova roupagem, e muitas vezes têm tirado o foco do principal: “atender a Deus“. Se você chegar hoje em minha casa, para que eu possa abrir a porta, você precisa antes apertar a campainha, ou bater à porta, ou pelo menos me chamar. Mas de alguma forma se você quiser ser atendido, precisará que eu o ouça ou ficará em frente à porta até que alguém apareça.
 
Jesus está sempre à porta do nosso coração, porém, Ele não entra se não for convidado. Ele diz que está à porta e bate. Mas se a nossa atenção estiver voltada para “sacrifícios de tolos” (v. 1) ou “palavras néscias” (v. 3), abafamos a Sua voz com os ecos de uma adoração vazia. Então, não sentindo preenchido o coração com o Único capaz de saciá-lo, fazemos votos na tentativa de angariar pontos com Deus. E diante de um deslize quanto ao voto feito, nós mesmos nos sentenciamos culpados. Lembrem-se de Pedro. Tão impetuoso e tão rápido com as palavras. Diante da possibilidade de ver o seu Salvador sentenciado à morte, prontamente Lhe fez um voto: “Ainda que me seja necessário morrer contigo, de nenhum modo Te negarei” (Mateus 26:35). Porém, na prática, as suas palavras não se consumaram, e, ao se dar conta do que havia feito, “saindo dali, chorou amargamente” (Mateus 26:75).
 
A conclusão do verso 7 resume em uma frase qual deve ser a minha e a sua atitude:
“Tu, porém, teme a Deus”.
Toda a Bíblia confirma o fato de que usar mais os ouvidos e menos a boca é sinônimo de sabedoria e de discernimento espiritual:
“OUVE, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR” (Dt. 6:4).
“Amando o SENHOR, teu Deus, dando OUVIDOS à Sua voz” (Dt. 30:20).
“… e todo o povo tinha os OUVIDOS atentos ao Livro da Lei” (Ne. 8:3).
“Hoje, se OUVIRDES a Sua voz, não endureçais o coração” (Sl. 95:7).
“Quem tem OUVIDOS para OUVIR, OUÇA” (Mc. 4:9).
“Bem-aventurados aqueles… que OUVEM as palavras da profecia” (Ap. 1:3).
De Gênesis a Apocalipse encontramos a confirmação das Escrituras a este respeito. Precisamos nos calar mais e permitir que o SENHOR fale. É quando calamos o nosso eu, que percebemos com clareza a voz de Deus.
 
Sejamos, pois, comedidos no falar. Entretanto, se tivermos de falar, que sigamos o conselho do próprio Pedro, após compreender esta verdade: “Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus” (I Pedro 4:11)… a fim de proclamardes as virtudes dAquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (I Pedro 2:9).
 
Bom dia, ouvintes do SENHOR e proclamadores de Suas virtudes!
 
Desafio do dia: Separe três momentos especiais no dia para orar e ouvir a voz de Deus através de Sua Palavra. Se possível, faça disso um hábito.
 
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Eclesiastes5 #RPSP


ECLESIASTES 4 by Jeferson Quimelli
4 de maio de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Eclesiastes 4 é dividido em 3 partes:

Opressores e oprimidos
Salomão expressa o quanto lhe doía ver a condição e as lágrimas dos oprimidos (v. 1). E também por ver que a inveja é o maior motivador de todo trabalho (v. 4).

A importância da unidade
O rei viu outra coisa tola: um homem sem família se cansar de tanto trabalhar em busca de riquezas. Em seguida, destaca o valor do trabalho em equipe a fim de obter melhores resultados. Se um cair, será ajudado por outro.

Juventude e Sabedoria
O rei termina o capítulo descrevendo como um jovem pobre e sábio será mais estimado que um velho rei que não aceita qualquer conselho. As pessoas naturalmente seguirão o rapaz pelo seu discernimento e sabedoria.

Senhor, ajuda -me a não ter inveja das pessoas bem-sucedidas. E não me deixes fazer tudo sozinho. Amém.

Bolívar Alaña
Secretário Executivo da União Chilena da IASD

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/Ecc/4, https://www.revivalandreformation.org/?id=909 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/Ecc/4/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/02/08
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Eclesiastes 4 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ECLESIASTES 4 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
4 de maio de 2017, 0:55
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