Reavivados por Sua Palavra


Jó 6:11 – AGUENTE FIRME by Jeferson Quimelli
25 de setembro de 2016, 10:49
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Jó 6:11 “Por que esperar, se já não tenho forças? Por que prolongar a vida, se o meu fim é certo?”

Houve certa vez uma ousada fuga de uma prisão nazista. Os internos haviam cavado um túnel que, infelizmente, terminava cerca de seis metros antes de um bosque bastante denso. Por conta disso, esperaram até que houvesse uma noite sem luar e enviaram um homem até o bosque, onde ele ficaria observando o momento em que o guarda se viraria de costas. Sua função era dar um puxão em uma corda que saia do bosque e chegava até a saída do túnel. Isso faria com que o próximo prisioneiro soubesse que era seguro sair naquele momento. Um a um, aqueles homens sentiram o toque da corda e saíram, correndo para a segurança do bosque escuro.

Infelizmente, o guarda ouviu um som e foi até onde se localizava à saída do túnel. Ele não viu a abertura, mas ficou ali por um tempo, olhando desconfiado pelas redondezas . O tempo parecia ter parado para o prisioneiro seguinte que aguardava debaixo da terra o puxão da corda.

De repente, ele perdeu a paciência. Não podia mais esperar. Foi para a frente, subiu e saiu do buraco na escuridão. Foi a última coisa que fez. O guarda se virou e atirou nele com sua metralhadora, enchendo-o de balas.

Podemos aprender com o erro fatal desse homem. Seu erro dividiu-se em três partes. Ele perdeu a paciência, perdeu a fé e deixou de obedecer. Se ele tivesse apenas confiado no homem na outra ponta da corda… Se ele tivesse apenas obedecido às instruções que lhe haviam sido dadas, poderia ter encontrado sua liberdade. Em vez disso, perdeu a própria vida.

A Bíblia diz que nós herdamos as promessas de Deus por meio de “fé” e “paciência”. Há momentos em que o cristão pede alguma coisa á Deus e a resposta demora. Mas ele não perde a paciência. Ele agüenta firme Aquele que está segurando a ponta vê coisas que nós não podemos ver e sabe o que é melhor para nós. A Bíblia diz: Confie no SENHOR de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento” (Pv 3:5) (Bíblia NVI Evangelismo em Ação Vida).



JÓ 6 by Jeferson Quimelli
25 de setembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Jó responde aos seus amigos pedindo um julgamento justo. Ele sente que as flechas de Deus estão contra ele (v. 3,4). Jó, mesmo em terrível sofrimento, enxerga claramente a capacidade de Deus em ajudá-lo (v. 8, 9).

Ele nunca pediu posses a seus amigos ou ajuda contra um inimigo, ou um opressor (vv. 22-23). Mas ele implora a seus amigos que lhe digam onde ele errou (v. 24). Eles pensavam que suas palavras eram necessárias para disciplinar a seu mau amigo, e que as palavras de Jó eram uma resposta típica de quem sofre por sua maldade (v. 26). Para Jó, seus amigos não têm uma boa reputação (v. 27). Com um sorriso em seus rostos, eles põem para baixo um amigo e ficam satisfeitos quando ele se abate (v. 28).

Apesar de Jó estar em dificuldades financeiras, ele está determinado a manter seu estilo de vida adequado e estender a sua capacidade de discernir o certo do errado em outros aspectos da vida também (v. 30).

Querido Deus,
Dê-nos também uma vida de discernimento e de busca por justiça e atos corretos como Jó. Conhecendo suficientemente as estratégias de Satanás, sabemos que estamos seguros contigo porque tens o controle total de nossas vidas. Amém.

 

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/job/6 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/6
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/07/01/
Tradução Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Jó 6
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/pp/56-57 e https://credeemseusprofetas.org/



Jó 6 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
25 de setembro de 2016, 0:50
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Em sua primeira resposta aos seus amigos, Jó anseia mais por compaixão do que por críticas (Andrews Study Bible).

6,7 Não seja rápido em dar conselhos áqueles que estão sofrendo. Eles podem estar precisando mais de compaixão do que de conselhos (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

8,9 Na sua dor, Jó queria desistir para ficar livre de seu desconforto e morrer. Mas Deus não atendeu ao pedido de Jó. Ele tinha maiores planos para Jó. Nossa tendência, como Jó, é querer desistir e fugir quando as coisas vão mal. Confiar em Deus nos bons tempos é louvável, mas confiar nEle nos tempos difíceis nos testa até os nossos limites e exercita a nossa fé. Em suas lutas, grandes ou pequenas, confie que Deus está no controle e que Ele cuidará de você (Rom 8:28) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

15-21 como um riacho. Os amigos de Jó são comparados a um wadi do Oriente Médio – um rio caudaloso quando as neves das montanhas se derretem, mas seco quando vem o calor. isto devia ser muito decepcionante a viajantes do deserto quando eles mais precisavam de água (Andrews Study Bible ).

29, 30 Jó se referiu à sua integridade não porque ele era inocente, sem pecado, mas porque ele tinha um relacionamento correto com Deus. Ele não era culpado dos pecados dos quais seus amigos lhe acusavam […]. Outra versão deste verso poderia ser: “Minha justiça permacece.” Justiça não é o mesmo que inocência (auséncia de pecados) (Rom 3.23). Ninguém, a não ser Jesus, foi isento de pecado – livre de todos os pensamentos e ações erradas (Life Application Study Bible Kingsway NIV).



JÓ 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
25 de setembro de 2016, 0:45
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JÓ 6 – O sofredor ouviu com atenção as sentenças de Elifaz. Percebe-se respeito nos diálogos e maturidade nos personagens envolvidos. Argumentos são buscados para justificar ou explicar o sofrimento. Temos muito que aprender…

• Jó reconheceu que suas palavras foram precipitadas ao quebrar o silêncio, após sete dias um olhando para a cara do outro, sem dizer uma palavra (vs. 1-3);
• Jó, sendo sábio, mas com visão limitada, ousou interpretar seu sofrimento como vindo de Deus. Isso porque ele não sabia o que sabemos sobre o diálogo de Deus com Satanás no Céu (v. 4);
• Jó questionou sua sorte, mas não se rendeu nem agiu conforme sugeriu Elifaz em sua fala (vs. 5-12);
• Jó revela certo grau de desespero, não viu luz no fim do túnel, nem mesmo o fim do túnel; ele se sentiu no fundo do posso e, só quem passa pela mesma situação poderá entender a dor de sua alma – isso deu-se, em parte, pela frieza de seus supostos amigos (vs. 13-14);
• Jó tencionou descrever os sentimentos que pairaram em sua alma, a solidão que sentia (vs. 15-21);
• Jó defendeu-se das acusações proferidas por Elifaz alegando serem infundadas, suas conclusões foram mal interpretadas e suas críticas foram sem provas (vs. 22-30).

Reflita:

“Se Jó pudesse tão-somente ter conhecido os planos dos céus pouco antes de lhe sobrevir a provação, como a nós é permitido vislumbrá-los no prólogo do poema, e se pudesse tão-só ter sabido previamente o resultado de seu sofrimento, como Deus o conhecia de antemão e como nós o vemos agora… teria reagido a tudo de forma diferente!” diz J. Sidlow Baxter.

E acrescenta: “Mas, por outro lado, este é justamente o traço distintivo que dá ao livro inteiro seu significado para nós: Jó não sabia; e, por mais simples que esse traço possa parecer, é por não reconhecer sua importância que a maioria dos leitores perde a mensagem do livro”.

1. Às vezes é melhor não saber o que está por trás de nossa dor e sofrimento, mas pretender crescer através dos infortúnios da existência.
2. Não haveria busca por respostas ou amadurecimento intelectual caso já soubéssemos tudo o que passa nos bastidores de nossa vida.

A falta de informação deve levar-nos à submissão total a Deus! Busquemos reavivamento! – Heber Toth Armí.



JÓ 6 – #RPSP – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
25 de setembro de 2016, 0:30
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“Ao aflito deve o amigo mostrar compaixão, a menos que tenha abandonado o temor do Todo-Poderoso” (v. 14).

A primeira resposta de Jó mostra outra face de seu sofrimento. Além de estar passando por toda aquela aflição, seus amigos, ao invés de mostrarem misericórdia para com ele, questionaram o seu caráter. No início de sua réplica, ele tenta apresentar para eles o tamanho de seu sofrimento: “Oh! Se a minha queixa se pesasse… esta, na verdade, pesaria mais que a areia dos mares” (v. 2, 3). Era como se ele dissesse:

— Vocês não fazem ideia do que eu estou sentindo! Não podem mensurar a minha dor!

Mas Jó conclama para que eles despertem para uma coisa: COMPAIXÃO. E ele vai além, afirmando que a ausência de compaixão é equivalente a abandonar o temor do SENHOR. Lembram das características de Jó? “homem íntegro e reto, TEMENTE A DEUS e que se desviava do mal” (1:1).Jó temia a Deus, ou seja, era um homem movido de compaixão. E definitivamente, seus amigos não haviam se compadecido dele, mas com palavras e com os olhos reprovavam sua reação diante das dificuldades.

Meus amados, a misericórdia que Deus estende para nós é imensa, é renovada a cada manhã e é a causa de não sermos destruídos (Vide Lamentações 3:23). Deus tem compaixão de nós e pede que tenhamos o mesmo sentimento uns para com os outros. Como dizer que temo a Deus, se longe estou de ter a atitude de Quem devemos seguir os passos? (Vide II Pedro 2:21).

Vejamos o que a Bíblia relata a respeito de Cristo quando avistava um sofredor: “Vendo Ele as multidões, compadeceu-Se delas, PORQUE estavam aflitas e exaustas” (Mateus 9:36). Jesus compadeceu-Se porque, meus irmãos? PORQUE estavam aflitas e exaustas. Então, a aflição e a exaustão de nossos semelhantes não podem nos causar outro tipo de sentimento a não ser COMPAIXÃO, MISERICÓRDIA. Na sequência daquele texto de Mateus, Cristo diz que as multidões eram como ovelhas sem pastor e pede aos discípulos que orem a Deus para que Ele envie mais trabalhadores para a Sua seara. A que tipo de trabalhador Jesus estava se referindo? Àquele que tem COMPAIXÃO pelo próximo. Àquele que não olha para o semelhante como juiz, e sim como um pastor, como um médico, como alguém que oferece cuidado e cura, assim como o nosso bom Pastor e Médico dos médicos nos ensinou a fazer. A todos que clamavam por compaixão, jamais encontraram em Cristo reprovação. Nas palavras “Tem compaixão de nós, Filho de Davi” (Mateus 9:27), só pode haver alento e restauração. Todo aquele que é batizado com o Espírito Santo, torna-se uma testemunha de Jesus (Atos 1:8), e como testemunha, como representante de Cristo na Terra, deve ser um reflexo de Seu amor. Alguém já falou que podemos ser hoje a única Bíblia que o mundo está lendo (parafraseando). E é uma verdade incontestável. Aquele que disse: “Vinde a Mim, todos os que estais CANSADOS e SOBRECARREGADOS, e Eu vos aliviarei” (Mateus 11:28), não nos deixou tarefa diferente. Temos a missão de sermos aliviadores de cargas; de apresentar ao mundo a única solução para o seu enfado: Jesus Cristo. Jó não encontrou em seus amigos aquilo que ele faria se fossem eles a passar pelo sofrimento. Temer a Deus vai muito além de palavras eloquentes ou comportamentos religiosamente aceitáveis. Temer a Deus é a exata compreensão acerca da compaixão que Ele tem por nós. É refletir sobre o que Deus é capaz de fazer por nós, e transmitir aos que estão ao nosso redor nada a menos do que isso. Temer a Deus está longe de ser apenas reverência, mas atos de amor em resposta ao grande AMOR que Ele demonstrou em forma de cruz.

Jó clamou pela misericórdia que não conseguiu enxergar naqueles que se diziam tementes a Deus. Os dois cegos clamaram pela misericórdia de Cristo (Vide Mateus 9:26, 27), porque nEle enxergaram a compaixão.

Estamos, nós, vendo os males dos que estão em nossa volta com espanto (v. 21), ou com misericórdia?

Eu poderia continuar citando aqui exemplos e mais exemplos da compaixão de Cristo relatados nos evangelhos. Contudo, eu lhe convido a retroceder no tempo, e lembrar de todas as situações em que o Filho de Davi teve compaixão de você. As misericórdias dEle estão se renovando mais esta manhã. Que tal clamar a Deus para que nos torne semelhantes a Cristo e que neste dia não sejamos como os amigos de Jó, mas que tenhamos compaixão de nossos semelhantes?

“Ide” (Mateus 28:19) não é uma ordem para oradores, mas para imitadores de Cristo. Que o clamor que nos curou e que nos salvou: “Jesus, Mestre, compadece-Te de nós!” (Lucas 17:13), possa tornar a nossa vida um veículo de cura e de salvação para o nosso próximo. Porque a verdadeira compaixão é extensiva e é visível. “Olhai” (v. 28) para os que lhe cercam e “vede” quantos estão precisando de COMPAIXÃO. “A seara, na verdade, é grande” (Mateus 9:37), você aceita ser um trabalhador da seara de Deus?

Bom dia, compassivos seguidores de Cristo!

Desafio do dia: Realize atos de compaixão! Faça a diferença na vida de alguém. ❤️

*Leiam #Jó6

Rosana Garcia Barros



Jó 5 by Jeferson Quimelli
24 de setembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Elifaz acha que o problema de Jó é ele mesmo. O seu discurso principal é que o homem colhe o que semeia. Jó não deve pedir a ajuda dos céus (v. 1-5).

As dificuldades do homem “não nascem do chão”. Elifaz fala de anjos descendo e trazendo dificuldades e, então, retornando (v. 6, 7). Por esta razão, deve-se buscar a Deus (v. 8), que é um Deus Soberano (vv. 11-12) e faz o que Lhe agrada, mesmo em detrimento da vontade de suas criaturas, reduzindo-as a meros brinquedos. Se Ele quiser quebrar Seus brinquedos, quem poderá impedi-Lo? Este ponto de vista da soberania de Deus exposto por Elifaz não é bíblico e omite a revelação de Seu amor.

Falta a Elifaz o correto entendimento das coisas – o ponto de vista bíblico. A diferença entre o pensamento de Jó e o de Elifaz, ambos equivocados, é que o primeiro traz a ideia filosófica do auto-sacrifício e o segundo tem o pensamento “comamos e bebamos, porque amanhã morreremos” (Is. 22:13).

Querido Deus,
voltamo-nos para Ti para suprir todas as nossas necessidades, não porque queiramos criar o nosso próprio paraíso na terra, mas porque colocamos em Ti a nossa esperança, para hoje e para o futuro. Amém.

 

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

 

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Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/06/30/
Tradução Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Jó 5
Comentário em áudio Pr Valdeci
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Jó 5 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
24 de setembro de 2016, 0:50
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1-17 Elifaz continua repreendendo a Jó nos versos 1-7 e depois nos versos 8-27 procura confortá-lo. Fala que Jó deve se submeter a Deus para ser aliviado do seu sofrimento, pois ninguém mais pode ajudá-lo (Bíblia Shedd).

1 Chama […] atenda. Veja se alguém irá te ajudar. (Andrews Study Bible). Em outras palavras, “se você se afastar de Deus e censurá-Lo, que ajuda poderá invocar?” (CBASD, vol. 3, p. 571).

A idéia de um mediador, alguém para arbitrar entre Deus e Jó, é tema importante no livro (ver 9.33; 16.19,20)

Santos anjos. Heb. qedoshim, “santos” (Bíblia Shedd). Seres celestes (NVI). Os santos anjos, os “filhos de Deus” do prólogo (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Seres celestiais; a mesma palavra é traduzida por “santos” quando se refere a humanos que são fiéis a Deus (15:15; Dan 7:18-27;ver Tb Dan 4:17; 8:24) (Andrews Study Bible). Literalmente, “santos”. Provavelmente a referência seja a anjos (ver Dn 8.13; Zc 14:5), mas não se deve presumir que esteja sendo endossada a invocação de anjos. Elifaz não é autoridade em assuntos religiosos (CBASD, vol. 3, p. 571).

2 Sem mencionar diretamente, Elifaz dá a entender que Jó nutre ressentimento contra Deus, e as consequências serão desastrosas (Bíblia de Estudo NVI Vida).

3 já vi um insensato lançar raízes. Ímpio que prospera como uma árvore que se arraiga (ver Sl 1.3) (Bíblia de Estudo NVI Vida). Elifaz admite que os ímpios podem “lançar raízes” e prosperar, mas ele não crê que tal prosperidade seja permanente (CBASD, vol. 3, p. 571).

Declarei maldita. Isto é: “Porque sei que a maldição de Deus repousava sobre ela.” (CBASD, vol. 3, p. 571).

maldita a sua habitação. O lar sem Deus é uma angústia contínua (Bíblia Shedd).

4 espezinhados às portas. A porta das cidades antigas era o local onde se reunia o tribunal de justiça. A expressão pode ser equivalente a “são privados de seus direitos no tribunal” (ver Pv 22:22). […] uma alusão à morte dos filhos de Jó (CBASD, vol. 3, p. 571).

5 até do meio dos espinhos. Nem mesmo a cerca de espinhos construída ao redor do campo pode proteger a colheita do tolo dos bandos de saqueadores famintos (CBASD, vol. 3, p. 571).

os seus bens. Uma referência velada às grandes perdas materiais de Jó (CBASD, vol. 3, p. 571).

Intrigante. Heb çammm “armadilha”, ou talvez çemêm, “sedentos”, interpretação esta que concorda com “faminto”, acima (Bíblia Shedd).

6,7 A aflição não é coisa que germina sem causa: é a consequência e o produto natural da maldade humana (Bíblia Shedd).

7 faíscas. Todos os seres humanos pecam; portanto, é tão natural que experimentem problemas como que faíscas voem para cima (CBASD, vol. 3, p. 571).

8 eu buscaria a Deus. “Se eu fosse você”, Elifaz está dizendo, “pararia de reclamar e buscaria a Deus; em vez de desejar a morte, eu colocaria minha confiança nEle”. É fácil alguém supor que enfrentaria a adversidade com mais coragem do que outra pessoa. A experiência real, às vezes, revela a fraqueza dos mais confiantes. Elifaz estava correto no que disse, mas Jó, posteriormente, avaliou a adequação de sua atitude com as seguintes palavras: “Todos vós sois consoladores molestos” (Jó 16:2) (CBASD, vol. 3, p. 572).

Elifaz, apesar de ser o mais compreensivo dos três amigos, não chega a ser consolador porque não reconhece a extraordinária submissão a Deus já demonstrada por Jó (1.21 e 2.10). A facilidade com que admite os sofrimentos de Jó como fruto de seu pecado pessoal impede de atuar como verdadeiro consolador (Bíblia Shedd).

10 A chuva impede que os pobres sitiantes sejam levados à falência pelos que espreitavam por sua queda (v. 12) (Bíblia Shedd).

16 esperança para o pobre. Esperança de que a injustiça chegará ao fim (ver Sl 107:42) (Andrews Study Bible).

17-26 Jó deve aceitar a punição divina porque Deus cuidará dele e tornará todas as coisas boas no final (Andrews Study Bible). Elifaz acreditava que a disciplina é temporária e seguida pela cura (v. 18); que o homem bom sempre será liberto. Mas, depois de acabadas as riquezas de Jó, depois da morte de seus filhos, essas palavras a respeito de segurança (v. 24) e dos filhos (v. 25) devem ter parecido bastante cruéis para ele (Bíblia de Estudo NVI Vida).

13 Paulo citará parte deste verso (1Cor 3.19) – a única vez que o livro de Jó será claramente citado no NT. Apesar de Deus repreender Elifaz por estar errado em seu conselho para Jó (42.7), nem tudo que ele disse estava errado. A parte que Paulo citou estava correta – as pessoas são apanhadas em suas armadilhas (“em suas maquinações”). Isto ilustra como a Escritura deve ser usada para explicar e comentar a si mesma. Nós devemos estar familiarizados com o escopo completo da Palavra de Deus para entender suas porções difíceis (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

17 feliz é o homem. A disciplina é uma bênção (Andrews Study Bible). Elifaz estava certo – é uma bênção ser disciplinado por Deus quando fazemos o que está errado. Contudo, o conselho de Elifaz não se aplicava a Jó. Como sabemos do início do livro, o sofrimento de Jó não era o resultado de algum grande pecado. Às vezes damos excelentes conselhos somente para aprender que ele não se aplica ao momento e, portanto, não é nada útil. Todos aqueles que oferecem conselhos da Palavra de Deus deveriam tomar cuidado em primeiro entender cuidadosamente a situação da pessoa antes de dar um conselho (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

Os vs. 17 a 27 provavelmente constituem a suprema passagem entre todas as declarações dos amigos de Jó; contudo está baseada na pressuposição de que Jó estava sendo punido por algum pecado (CBASD, vol. 3, p. 572).

Todo-poderoso. Heb. Shaddai, um dos dois nomes especiais para Deus em Jó, que possui 37 das suas 49 ocorrências em todo o VT. O outroEloah, Jó utiliza 41 vezes das 54 no VT (Andrews Study Bible).

19 seis vezes, sim, em sete (NKJV). Tão frequente quanto necessário (ver 33:24, 29) (Andrews Study Bible). Esses números não devem ser tomados no sentido literal. Seis significa muitos, e sete significa mais. Esta é uma forma poética de dizer que Deus livrará de toda angústia (ver Am 1:3-22, como exemplo de contagem semelhante) (CBASD, vol. 3, p. 572).

22-27 Esta é uma passagem da mais inspirada consolação; só que para Jó, naquele contexto, era uma consolação amarga, porque nela subentendia-se que Jó era grande pecador (Bíblia Shedd).

23 Aliança. Uma figura poética. Os seres animados (os animais) e os inanimados (as pedras) estariam em paz com o servo de Deus (CBASD, vol. 3, p. 572).

A promessa que Oséias proclamaria, com relação aos últimos tempos (Os 2.20), aqui está sendo aplicada individualmente. O homem havia caído por se relacionar erroneamente com a natureza quando se deixou engodar pela serpente e pela atração da árvore; só dentro do plano de Deus, em plena comunhão com Ele, é que o homem pode voltar a ser cabeça da criação, em paz com Deus, consigo mesmo e com a natureza (Bíblia Shedd).

25 serão como a relva. Tão numerosos quanto as folhas da relva (Bíblia de Estudo NVI Vida)

26 a seu tempo. Elifaz afirma que Jó não iria morrer daquela doença; e que sua morte não seria derrota de quem caiu na decrepitude [decadência pela velhice]: seria a vitória de quem estaria considerado maduro e pronto para ser colhido para as habitações eternas (Bíblia Shedd).

27 aplique isso à sua vida. A orgulhosa conclusão de Elifaz (Andrews Study Bible). O propósito de Elifaz é oferecer consolo e conselho teológico a Jó (2.11), mas, pelo contrário, fere-o com falsas acusações (Bíblia de Estudo NVI Vida).



Jó 5 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
24 de setembro de 2016, 0:45
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JÓ 5 – Sempre que Satanás ataca, seu objetivo é fazer com que suas vítimas vivam independentes de Deus; ou seja, ele provoca problemas financeiros, familiares e de saúde visando que andemos segundo nosso parecer, nossas vontades e nossos sentimentos até que, descartemos Deus, Sua vontade e planos para nossa vida.

Precisamos estudar e conhecer a própria filosofia de vida baseada na revelação clara da verdade a fim de não cair nos laços da ignorância camuflada de conhecimento. É essencial fazer um ajuste em nossa filosofia de vida, inclusive, ou especialmente, a religiosa, para que nos habilitemos a dar maiores contribuições aos pecadores que vivem por instinto, às vezes, até pior que os animais.

John E. Hartley destaca assim os pontos do primeiro discurso filosófico de Elifaz:

1. Uma palavra de consolo (4:1-6);
2. A doutrina da retribuição (4:7-11);
3. Comunicação de uma visão (4:12-21);
4. A humanidade sem um mediador (5:1-7);
5. Apelo a Jó para buscar a Deus (5:8-16)
6. Capacidade de libertação de Deus (5:17-27).

A conclusão de Elifaz era que “Jó deveria aceitar o castigo divino porque Deus cuidaria dele e endireitaria todas as coisas afinal!” (Bíblia Andrews).

Como julgar alguém quando a base de nosso julgamento é imperfeita? Realmente a humanidade não tem nenhum mediador perante Deus? Quem precisava voltar-se para Deus e buscá-lO de verdade, Jó ou Elifaz?

Vamos pensar mais: Nos dias de hoje, não têm…

• …crentes com doutrinas adulteradas convidando gente para converter-se a Deus?
• …instituições religiosas deturpando o sacerdócio intercessório de Jesus acrescentando pessoas mortas nessa intercessão?
• …pregadores que passam a ideia de que quem sofre é porque está longe de Deus?

Precisamos cuidar para que nossa opinião/convicção pessoal sobre Deus não deturpe Seu caráter santo, bondoso e misericordioso. Nossas ações refletem nossas crenças, portanto, precisamos basear-nos solidamente nossos pensamentos e filosofias na Palavra de Deus. Reflita:

• Sem dependência total de Deus para pensar, refletir e elaborar conceitos, falaremos um monte de baboseiras;
• Sem exame sério e profundo das Sagradas Escrituras, faremos teologia e/ou filosofia sem base sólida que resulta em meias verdades (mentiras camufladas de verdade).
• Sem a revelação de Deus os mais exímios pensadores ficam tagarelando sem resultados positivos para os sofredores.

Dependamos de Deus como Jó, independente do que os outros falem! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

Impulsionar publicação


JÓ 5 – #RPSP – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
24 de setembro de 2016, 0:30
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“Quanto a mim, eu buscaria a Deus e a Ele entregaria a minha causa” (v. 8).

Para você, o que é buscar a Deus? É ler a Bíblia e orar todos os dias? É ir à igreja? É jejuar? Ou tudo isto junto? O conceito que temos do que seja buscar a Deus tem sido um conceito limitado, uma ideia restrita que gira em torno de obras aparentes e não da verdadeira obra que Deus deseja operar em nós.

Elifaz continua o seu discurso exortando Jó a buscar a Deus, como se não fosse isto que ele estivesse fazendo até aquele momento. Mais uma vez em partes de sua fala Elifaz traz verdades inquestionáveis, mas que, fora de contexto, não alcançam o seu real sentido. No verso oito, era como se Elifaz tivesse dito assim:

– Olhe, Jó, você deveria buscar a Deus assim como eu faço!

A presunção desfaz qualquer coesão que pudesse haver em sua oração. Não fosse a sua aplicação equivocada direcionada à vida de Jó, seriam palavras sábias e cheias de maravilhosas reflexões. O que nos dá a certeza de uma coisa: não são belas palavras que agradam a Deus, mas palavras ditas a seu tempo e revestidas de amor e de misericórdia. Como está escrito: “Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo” (Provérbios 25:11). Certamente as palavras de Elifaz foram ditas no tempo errado, no contexto errado e da maneira errada. Ele estava diante de um “bem-aventurado” (v. 17) que aceitou as provações ainda que não tivessem teor algum de disciplina. A integridade de Jó permanecia intacta e sua fé viva, enquanto seu amigo questionava a sua confiança em Deus e o seu caráter.

O Deus EU SOU não precisa de advogados de defesa, mas de cooperadores (Vide II Coríntios 6:1), que vivam a grande esperança não apenas de palavra, mas de coração. O SENHOR nos diz qual é a verdadeira forma de buscá-Lo: “Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração” (Jeremias 29:13). A verdadeira busca consiste em ofertar a Deus a única coisa que Ele nos pede: “Dá-Me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos Meus caminhos” (Provérbios 23:26). Isto é, se buscamos a Deus de todo o nosso coração é porque já o ofertamos a Ele, e se já o ofertamos, iremos nos agradar em seguir as pegadas que Ele nos deixou. Então, não iremos apenas ler a Bíblia, teremos prazer em examiná-la. Não iremos apenas orar, mas conversar com Deus como a um amigo. Não iremos apenas jejuar, e sim estabelecer uma comunhão ainda mais especial com Deus e com os nossos semelhantes (vide Isaías 58). Daremos mais valor a pessoas do que a coisas ou situações.

As inúmeras curas que Jesus realizou enquanto esteve aqui foram as maiores provas de que o Salvador não estava interessado nos pecados das pessoas, mas na salvação de cada uma delas. Em nenhum momento a Bíblia relata que Cristo deu uma lição de moral em alguém antes de oferecer a cura. Ele simplesmente dizia: “Que quereis que Eu vos faça?” (Mateus 20:32); “Faça-se-vos conforme a vossa fé” (Mateus 9:29); “Queres ser curado?” (João 5:6).

Quando aceitamos a Cristo como SENHOR e Salvador de nossa vida, sentimos a Sua mão a nos conduzir com amor inexplicável. Então, Ele nos diz: – Vai e faze o mesmo com o teu próximo.

Nada na vida de Jó estava acontecendo porque ele ou seus progenitores provocaram tal infortúnio, mas notem o próprio Jesus lançando por terra tal forma de pensar:

Respondeu Jesus: Nem ele pecou, nem seus pais; mas FOI PARA QUE SE MANIFESTEM NELE AS OBRAS DE DEUS” (João 9:3). Percebem, amados? Deus deseja manifestar a Sua glória em nós. Ainda que Satanás tente nos atingir com os seus dardos inflamados, a fé genuína, aquela que procede de um coração que busca a Deus, escudará a nossa vida e converterá os dardos em obras do Eterno. Um coração que se abre para Deus é mais valioso do que mil discursos. Jó rasgou o seu coração a Deus. Ele foi sincero em expressar exatamente o que estava sentindo. Abra agora o teu coração para o Teu Criador! “Chama agora! Haverá alguém que te atenda?” (v. 1). Sim, “o SENHOR, que te sara” (Êxodo 15:26).

Feliz sábado, corações que se abrem para Deus!

Desafio do dia: Entre em contato ou envie uma mensagem para alguém que esteja afastado do aprisco do SENHOR. Ore e peça a Deus que lhe torne um instrumento de resgate.

*Leiam #Jó2

Rosana Garcia Barros



Jó 4 by Jeferson Quimelli
23 de setembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Elifaz é o primeiro amigo de Jó a responder ao seu lamento. Esses amigos de Jó não tinham conhecimento da história da rebelião no Céu e da prolongada discussão entre Satanás e Deus, a respeito da fidelidade de Jó. A questão era muito maior do que eles poderiam imaginar.

Durante uma noite, quando Elifaz tentava dormir, um espírito passou diante de seu rosto (v. 15). Ele ficou com muito medo e tremendo (v. 14). Seu cabelo se arrepiou e ele pulou para fora da cama (v. 16). A voz culpou os atos de Deus de uma maneira que somos lembrados dos papéis desempenhados por Lúcifer na rebelião no céu. Sua intenção é lançar dúvidas sobre a justiça de Deus.

As perguntas feitas com objetivo de gerar dúvidas são reforçadas por uma acusação contra Deus: “Deus não confia nos seus servos” (v. 18 NVI).

O espírito de atribuição de culpa continua e é dirigida contra Deus, pois Ele “se vê erro em Seus anjos … os acusa” (v. 18 NVI), tendo, por isso, os expulsado do Céu.

Satanás está usando aqui a mesma estratégia que usou com Eva em Gênesis 3. Se os próprios anjos não são poupados, os seres humanos não podem esperar nada melhor. Entre a manhã e a noite é Deus quem quebra os seres humanos em pedaços (v. 20a), são desconectados de suas vidas, são deixados a morrer sem ter conhecimento do porquê (v. 20b).

 

Querido Deus,

nós também nos deparamos com tragédias. Satanás usa outras pessoas e a nossa própria consciência para nos acusar de maldade que merece punição imediata de Deus. Mas nós sabemos que irás recompensar a todos no futuro não pela nossa (inexistente) justiça, mas pela justiça de Jesus Cristo. Mantenha-nos na palma da sua mão. Amém.

 

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

 

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Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/4
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/06/30/
Tradução Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Jó 4
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
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