Reavivados por Sua Palavra


Jó 6:11 – AGUENTE FIRME by jquimelli
25 de setembro de 2016, 10:49
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Jó 6:11 “Por que esperar, se já não tenho forças? Por que prolongar a vida, se o meu fim é certo?”

Houve certa vez uma ousada fuga de uma prisão nazista. Os internos haviam cavado um túnel que, infelizmente, terminava cerca de seis metros antes de um bosque bastante denso. Por conta disso, esperaram até que houvesse uma noite sem luar e enviaram um homem até o bosque, onde ele ficaria observando o momento em que o guarda se viraria de costas. Sua função era dar um puxão em uma corda que saia do bosque e chegava até a saída do túnel. Isso faria com que o próximo prisioneiro soubesse que era seguro sair naquele momento. Um a um, aqueles homens sentiram o toque da corda e saíram, correndo para a segurança do bosque escuro.

Infelizmente, o guarda ouviu um som e foi até onde se localizava à saída do túnel. Ele não viu a abertura, mas ficou ali por um tempo, olhando desconfiado pelas redondezas . O tempo parecia ter parado para o prisioneiro seguinte que aguardava debaixo da terra o puxão da corda.

De repente, ele perdeu a paciência. Não podia mais esperar. Foi para a frente, subiu e saiu do buraco na escuridão. Foi a última coisa que fez. O guarda se virou e atirou nele com sua metralhadora, enchendo-o de balas.

Podemos aprender com o erro fatal desse homem. Seu erro dividiu-se em três partes. Ele perdeu a paciência, perdeu a fé e deixou de obedecer. Se ele tivesse apenas confiado no homem na outra ponta da corda… Se ele tivesse apenas obedecido às instruções que lhe haviam sido dadas, poderia ter encontrado sua liberdade. Em vez disso, perdeu a própria vida.

A Bíblia diz que nós herdamos as promessas de Deus por meio de “fé” e “paciência”. Há momentos em que o cristão pede alguma coisa á Deus e a resposta demora. Mas ele não perde a paciência. Ele agüenta firme Aquele que está segurando a ponta vê coisas que nós não podemos ver e sabe o que é melhor para nós. A Bíblia diz: Confie no SENHOR de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento” (Pv 3:5) (Bíblia NVI Evangelismo em Ação Vida).



JÓ 6 by jquimelli
25 de setembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Jó responde aos seus amigos pedindo um julgamento justo. Ele sente que as flechas de Deus estão contra ele (v. 3,4). Jó, mesmo em terrível sofrimento, enxerga claramente a capacidade de Deus em ajudá-lo (v. 8, 9).

Ele nunca pediu posses a seus amigos ou ajuda contra um inimigo, ou um opressor (vv. 22-23). Mas ele implora a seus amigos que lhe digam onde ele errou (v. 24). Eles pensavam que suas palavras eram necessárias para disciplinar a seu mau amigo, e que as palavras de Jó eram uma resposta típica de quem sofre por sua maldade (v. 26). Para Jó, seus amigos não têm uma boa reputação (v. 27). Com um sorriso em seus rostos, eles põem para baixo um amigo e ficam satisfeitos quando ele se abate (v. 28).

Apesar de Jó estar em dificuldades financeiras, ele está determinado a manter seu estilo de vida adequado e estender a sua capacidade de discernir o certo do errado em outros aspectos da vida também (v. 30).

Querido Deus,
Dê-nos também uma vida de discernimento e de busca por justiça e atos corretos como Jó. Conhecendo suficientemente as estratégias de Satanás, sabemos que estamos seguros contigo porque tens o controle total de nossas vidas. Amém.

 

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/job/6 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/6
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/07/01/
Tradução Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Jó 6
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/sop/pp/56-57 e https://credeemseusprofetas.org/



Jó 6 – Comentários selecionados by jquimelli
25 de setembro de 2016, 0:50
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Em sua primeira resposta aos seus amigos, Jó anseia mais por compaixão do que por críticas (Andrews Study Bible).

6,7 Não seja rápido em dar conselhos áqueles que estão sofrendo. Eles podem estar precisando mais de compaixão do que de conselhos (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

8,9 Na sua dor, Jó queria desistir para ficar livre de seu desconforto e morrer. Mas Deus não atendeu ao pedido de Jó. Ele tinha maiores planos para Jó. Nossa tendência, como Jó, é querer desistir e fugir quando as coisas vão mal. Confiar em Deus nos bons tempos é louvável, mas confiar nEle nos tempos difíceis nos testa até os nossos limites e exercita a nossa fé. Em suas lutas, grandes ou pequenas, confie que Deus está no controle e que Ele cuidará de você (Rom 8:28) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

15-21 como um riacho. Os amigos de Jó são comparados a um wadi do Oriente Médio – um rio caudaloso quando as neves das montanhas se derretem, mas seco quando vem o calor. isto devia ser muito decepcionante a viajantes do deserto quando eles mais precisavam de água (Andrews Study Bible ).

29, 30 Jó se referiu à sua integridade não porque ele era inocente, sem pecado, mas porque ele tinha um relacionamento correto com Deus. Ele não era culpado dos pecados dos quais seus amigos lhe acusavam […]. Outra versão deste verso poderia ser: “Minha justiça permacece.” Justiça não é o mesmo que inocência (auséncia de pecados) (Rom 3.23). Ninguém, a não ser Jesus, foi isento de pecado – livre de todos os pensamentos e ações erradas (Life Application Study Bible Kingsway NIV).



JÓ 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
25 de setembro de 2016, 0:45
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JÓ 6 – O sofredor ouviu com atenção as sentenças de Elifaz. Percebe-se respeito nos diálogos e maturidade nos personagens envolvidos. Argumentos são buscados para justificar ou explicar o sofrimento. Temos muito que aprender…

• Jó reconheceu que suas palavras foram precipitadas ao quebrar o silêncio, após sete dias um olhando para a cara do outro, sem dizer uma palavra (vs. 1-3);
• Jó, sendo sábio, mas com visão limitada, ousou interpretar seu sofrimento como vindo de Deus. Isso porque ele não sabia o que sabemos sobre o diálogo de Deus com Satanás no Céu (v. 4);
• Jó questionou sua sorte, mas não se rendeu nem agiu conforme sugeriu Elifaz em sua fala (vs. 5-12);
• Jó revela certo grau de desespero, não viu luz no fim do túnel, nem mesmo o fim do túnel; ele se sentiu no fundo do posso e, só quem passa pela mesma situação poderá entender a dor de sua alma – isso deu-se, em parte, pela frieza de seus supostos amigos (vs. 13-14);
• Jó tencionou descrever os sentimentos que pairaram em sua alma, a solidão que sentia (vs. 15-21);
• Jó defendeu-se das acusações proferidas por Elifaz alegando serem infundadas, suas conclusões foram mal interpretadas e suas críticas foram sem provas (vs. 22-30).

Reflita:

“Se Jó pudesse tão-somente ter conhecido os planos dos céus pouco antes de lhe sobrevir a provação, como a nós é permitido vislumbrá-los no prólogo do poema, e se pudesse tão-só ter sabido previamente o resultado de seu sofrimento, como Deus o conhecia de antemão e como nós o vemos agora… teria reagido a tudo de forma diferente!” diz J. Sidlow Baxter.

E acrescenta: “Mas, por outro lado, este é justamente o traço distintivo que dá ao livro inteiro seu significado para nós: Jó não sabia; e, por mais simples que esse traço possa parecer, é por não reconhecer sua importância que a maioria dos leitores perde a mensagem do livro”.

1. Às vezes é melhor não saber o que está por trás de nossa dor e sofrimento, mas pretender crescer através dos infortúnios da existência.
2. Não haveria busca por respostas ou amadurecimento intelectual caso já soubéssemos tudo o que passa nos bastidores de nossa vida.

A falta de informação deve levar-nos à submissão total a Deus! Busquemos reavivamento! – Heber Toth Armí.



JÓ 6 – #RPSP – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
25 de setembro de 2016, 0:30
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“Ao aflito deve o amigo mostrar compaixão, a menos que tenha abandonado o temor do Todo-Poderoso” (v. 14).

A primeira resposta de Jó mostra outra face de seu sofrimento. Além de estar passando por toda aquela aflição, seus amigos, ao invés de mostrarem misericórdia para com ele, questionaram o seu caráter. No início de sua réplica, ele tenta apresentar para eles o tamanho de seu sofrimento: “Oh! Se a minha queixa se pesasse… esta, na verdade, pesaria mais que a areia dos mares” (v. 2, 3). Era como se ele dissesse:

— Vocês não fazem ideia do que eu estou sentindo! Não podem mensurar a minha dor!

Mas Jó conclama para que eles despertem para uma coisa: COMPAIXÃO. E ele vai além, afirmando que a ausência de compaixão é equivalente a abandonar o temor do SENHOR. Lembram das características de Jó? “homem íntegro e reto, TEMENTE A DEUS e que se desviava do mal” (1:1).Jó temia a Deus, ou seja, era um homem movido de compaixão. E definitivamente, seus amigos não haviam se compadecido dele, mas com palavras e com os olhos reprovavam sua reação diante das dificuldades.

Meus amados, a misericórdia que Deus estende para nós é imensa, é renovada a cada manhã e é a causa de não sermos destruídos (Vide Lamentações 3:23). Deus tem compaixão de nós e pede que tenhamos o mesmo sentimento uns para com os outros. Como dizer que temo a Deus, se longe estou de ter a atitude de Quem devemos seguir os passos? (Vide II Pedro 2:21).

Vejamos o que a Bíblia relata a respeito de Cristo quando avistava um sofredor: “Vendo Ele as multidões, compadeceu-Se delas, PORQUE estavam aflitas e exaustas” (Mateus 9:36). Jesus compadeceu-Se porque, meus irmãos? PORQUE estavam aflitas e exaustas. Então, a aflição e a exaustão de nossos semelhantes não podem nos causar outro tipo de sentimento a não ser COMPAIXÃO, MISERICÓRDIA. Na sequência daquele texto de Mateus, Cristo diz que as multidões eram como ovelhas sem pastor e pede aos discípulos que orem a Deus para que Ele envie mais trabalhadores para a Sua seara. A que tipo de trabalhador Jesus estava se referindo? Àquele que tem COMPAIXÃO pelo próximo. Àquele que não olha para o semelhante como juiz, e sim como um pastor, como um médico, como alguém que oferece cuidado e cura, assim como o nosso bom Pastor e Médico dos médicos nos ensinou a fazer. A todos que clamavam por compaixão, jamais encontraram em Cristo reprovação. Nas palavras “Tem compaixão de nós, Filho de Davi” (Mateus 9:27), só pode haver alento e restauração. Todo aquele que é batizado com o Espírito Santo, torna-se uma testemunha de Jesus (Atos 1:8), e como testemunha, como representante de Cristo na Terra, deve ser um reflexo de Seu amor. Alguém já falou que podemos ser hoje a única Bíblia que o mundo está lendo (parafraseando). E é uma verdade incontestável. Aquele que disse: “Vinde a Mim, todos os que estais CANSADOS e SOBRECARREGADOS, e Eu vos aliviarei” (Mateus 11:28), não nos deixou tarefa diferente. Temos a missão de sermos aliviadores de cargas; de apresentar ao mundo a única solução para o seu enfado: Jesus Cristo. Jó não encontrou em seus amigos aquilo que ele faria se fossem eles a passar pelo sofrimento. Temer a Deus vai muito além de palavras eloquentes ou comportamentos religiosamente aceitáveis. Temer a Deus é a exata compreensão acerca da compaixão que Ele tem por nós. É refletir sobre o que Deus é capaz de fazer por nós, e transmitir aos que estão ao nosso redor nada a menos do que isso. Temer a Deus está longe de ser apenas reverência, mas atos de amor em resposta ao grande AMOR que Ele demonstrou em forma de cruz.

Jó clamou pela misericórdia que não conseguiu enxergar naqueles que se diziam tementes a Deus. Os dois cegos clamaram pela misericórdia de Cristo (Vide Mateus 9:26, 27), porque nEle enxergaram a compaixão.

Estamos, nós, vendo os males dos que estão em nossa volta com espanto (v. 21), ou com misericórdia?

Eu poderia continuar citando aqui exemplos e mais exemplos da compaixão de Cristo relatados nos evangelhos. Contudo, eu lhe convido a retroceder no tempo, e lembrar de todas as situações em que o Filho de Davi teve compaixão de você. As misericórdias dEle estão se renovando mais esta manhã. Que tal clamar a Deus para que nos torne semelhantes a Cristo e que neste dia não sejamos como os amigos de Jó, mas que tenhamos compaixão de nossos semelhantes?

“Ide” (Mateus 28:19) não é uma ordem para oradores, mas para imitadores de Cristo. Que o clamor que nos curou e que nos salvou: “Jesus, Mestre, compadece-Te de nós!” (Lucas 17:13), possa tornar a nossa vida um veículo de cura e de salvação para o nosso próximo. Porque a verdadeira compaixão é extensiva e é visível. “Olhai” (v. 28) para os que lhe cercam e “vede” quantos estão precisando de COMPAIXÃO. “A seara, na verdade, é grande” (Mateus 9:37), você aceita ser um trabalhador da seara de Deus?

Bom dia, compassivos seguidores de Cristo!

Desafio do dia: Realize atos de compaixão! Faça a diferença na vida de alguém. ❤️

*Leiam #Jó6

Rosana Garcia Barros




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