Reavivados por Sua Palavra


Jó 5 by jquimelli
24 de setembro de 2016, 1:00
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Comentário devocional:

Elifaz acha que o problema de Jó é ele mesmo. O seu discurso principal é que o homem colhe o que semeia. Jó não deve pedir a ajuda dos céus (v. 1-5).

As dificuldades do homem “não nascem do chão”. Elifaz fala de anjos descendo e trazendo dificuldades e, então, retornando (v. 6, 7). Por esta razão, deve-se buscar a Deus (v. 8), que é um Deus Soberano (vv. 11-12) e faz o que Lhe agrada, mesmo em detrimento da vontade de suas criaturas, reduzindo-as a meros brinquedos. Se Ele quiser quebrar Seus brinquedos, quem poderá impedi-Lo? Este ponto de vista da soberania de Deus exposto por Elifaz não é bíblico e omite a revelação de Seu amor.

Falta a Elifaz o correto entendimento das coisas – o ponto de vista bíblico. A diferença entre o pensamento de Jó e o de Elifaz, ambos equivocados, é que o primeiro traz a ideia filosófica do auto-sacrifício e o segundo tem o pensamento “comamos e bebamos, porque amanhã morreremos” (Is. 22:13).

Querido Deus,
voltamo-nos para Ti para suprir todas as nossas necessidades, não porque queiramos criar o nosso próprio paraíso na terra, mas porque colocamos em Ti a nossa esperança, para hoje e para o futuro. Amém.

 

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/job/5 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/5
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/06/30/
Tradução Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Jó 5
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/54-55 e https://credeemseusprofetas.org/



Jó 5 – Comentários selecionados by jquimelli
24 de setembro de 2016, 0:50
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1-17 Elifaz continua repreendendo a Jó nos versos 1-7 e depois nos versos 8-27 procura confortá-lo. Fala que Jó deve se submeter a Deus para ser aliviado do seu sofrimento, pois ninguém mais pode ajudá-lo (Bíblia Shedd).

1 Chama […] atenda. Veja se alguém irá te ajudar. (Andrews Study Bible). Em outras palavras, “se você se afastar de Deus e censurá-Lo, que ajuda poderá invocar?” (CBASD, vol. 3, p. 571).

A idéia de um mediador, alguém para arbitrar entre Deus e Jó, é tema importante no livro (ver 9.33; 16.19,20)

Santos anjos. Heb. qedoshim, “santos” (Bíblia Shedd). Seres celestes (NVI). Os santos anjos, os “filhos de Deus” do prólogo (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Seres celestiais; a mesma palavra é traduzida por “santos” quando se refere a humanos que são fiéis a Deus (15:15; Dan 7:18-27;ver Tb Dan 4:17; 8:24) (Andrews Study Bible). Literalmente, “santos”. Provavelmente a referência seja a anjos (ver Dn 8.13; Zc 14:5), mas não se deve presumir que esteja sendo endossada a invocação de anjos. Elifaz não é autoridade em assuntos religiosos (CBASD, vol. 3, p. 571).

2 Sem mencionar diretamente, Elifaz dá a entender que Jó nutre ressentimento contra Deus, e as consequências serão desastrosas (Bíblia de Estudo NVI Vida).

3 já vi um insensato lançar raízes. Ímpio que prospera como uma árvore que se arraiga (ver Sl 1.3) (Bíblia de Estudo NVI Vida). Elifaz admite que os ímpios podem “lançar raízes” e prosperar, mas ele não crê que tal prosperidade seja permanente (CBASD, vol. 3, p. 571).

Declarei maldita. Isto é: “Porque sei que a maldição de Deus repousava sobre ela.” (CBASD, vol. 3, p. 571).

maldita a sua habitação. O lar sem Deus é uma angústia contínua (Bíblia Shedd).

4 espezinhados às portas. A porta das cidades antigas era o local onde se reunia o tribunal de justiça. A expressão pode ser equivalente a “são privados de seus direitos no tribunal” (ver Pv 22:22). […] uma alusão à morte dos filhos de Jó (CBASD, vol. 3, p. 571).

5 até do meio dos espinhos. Nem mesmo a cerca de espinhos construída ao redor do campo pode proteger a colheita do tolo dos bandos de saqueadores famintos (CBASD, vol. 3, p. 571).

os seus bens. Uma referência velada às grandes perdas materiais de Jó (CBASD, vol. 3, p. 571).

Intrigante. Heb çammm “armadilha”, ou talvez çemêm, “sedentos”, interpretação esta que concorda com “faminto”, acima (Bíblia Shedd).

6,7 A aflição não é coisa que germina sem causa: é a consequência e o produto natural da maldade humana (Bíblia Shedd).

7 faíscas. Todos os seres humanos pecam; portanto, é tão natural que experimentem problemas como que faíscas voem para cima (CBASD, vol. 3, p. 571).

8 eu buscaria a Deus. “Se eu fosse você”, Elifaz está dizendo, “pararia de reclamar e buscaria a Deus; em vez de desejar a morte, eu colocaria minha confiança nEle”. É fácil alguém supor que enfrentaria a adversidade com mais coragem do que outra pessoa. A experiência real, às vezes, revela a fraqueza dos mais confiantes. Elifaz estava correto no que disse, mas Jó, posteriormente, avaliou a adequação de sua atitude com as seguintes palavras: “Todos vós sois consoladores molestos” (Jó 16:2) (CBASD, vol. 3, p. 572).

Elifaz, apesar de ser o mais compreensivo dos três amigos, não chega a ser consolador porque não reconhece a extraordinária submissão a Deus já demonstrada por Jó (1.21 e 2.10). A facilidade com que admite os sofrimentos de Jó como fruto de seu pecado pessoal impede de atuar como verdadeiro consolador (Bíblia Shedd).

10 A chuva impede que os pobres sitiantes sejam levados à falência pelos que espreitavam por sua queda (v. 12) (Bíblia Shedd).

16 esperança para o pobre. Esperança de que a injustiça chegará ao fim (ver Sl 107:42) (Andrews Study Bible).

17-26 Jó deve aceitar a punição divina porque Deus cuidará dele e tornará todas as coisas boas no final (Andrews Study Bible). Elifaz acreditava que a disciplina é temporária e seguida pela cura (v. 18); que o homem bom sempre será liberto. Mas, depois de acabadas as riquezas de Jó, depois da morte de seus filhos, essas palavras a respeito de segurança (v. 24) e dos filhos (v. 25) devem ter parecido bastante cruéis para ele (Bíblia de Estudo NVI Vida).

13 Paulo citará parte deste verso (1Cor 3.19) – a única vez que o livro de Jó será claramente citado no NT. Apesar de Deus repreender Elifaz por estar errado em seu conselho para Jó (42.7), nem tudo que ele disse estava errado. A parte que Paulo citou estava correta – as pessoas são apanhadas em suas armadilhas (“em suas maquinações”). Isto ilustra como a Escritura deve ser usada para explicar e comentar a si mesma. Nós devemos estar familiarizados com o escopo completo da Palavra de Deus para entender suas porções difíceis (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

17 feliz é o homem. A disciplina é uma bênção (Andrews Study Bible). Elifaz estava certo – é uma bênção ser disciplinado por Deus quando fazemos o que está errado. Contudo, o conselho de Elifaz não se aplicava a Jó. Como sabemos do início do livro, o sofrimento de Jó não era o resultado de algum grande pecado. Às vezes damos excelentes conselhos somente para aprender que ele não se aplica ao momento e, portanto, não é nada útil. Todos aqueles que oferecem conselhos da Palavra de Deus deveriam tomar cuidado em primeiro entender cuidadosamente a situação da pessoa antes de dar um conselho (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

Os vs. 17 a 27 provavelmente constituem a suprema passagem entre todas as declarações dos amigos de Jó; contudo está baseada na pressuposição de que Jó estava sendo punido por algum pecado (CBASD, vol. 3, p. 572).

Todo-poderoso. Heb. Shaddai, um dos dois nomes especiais para Deus em Jó, que possui 37 das suas 49 ocorrências em todo o VT. O outroEloah, Jó utiliza 41 vezes das 54 no VT (Andrews Study Bible).

19 seis vezes, sim, em sete (NKJV). Tão frequente quanto necessário (ver 33:24, 29) (Andrews Study Bible). Esses números não devem ser tomados no sentido literal. Seis significa muitos, e sete significa mais. Esta é uma forma poética de dizer que Deus livrará de toda angústia (ver Am 1:3-22, como exemplo de contagem semelhante) (CBASD, vol. 3, p. 572).

22-27 Esta é uma passagem da mais inspirada consolação; só que para Jó, naquele contexto, era uma consolação amarga, porque nela subentendia-se que Jó era grande pecador (Bíblia Shedd).

23 Aliança. Uma figura poética. Os seres animados (os animais) e os inanimados (as pedras) estariam em paz com o servo de Deus (CBASD, vol. 3, p. 572).

A promessa que Oséias proclamaria, com relação aos últimos tempos (Os 2.20), aqui está sendo aplicada individualmente. O homem havia caído por se relacionar erroneamente com a natureza quando se deixou engodar pela serpente e pela atração da árvore; só dentro do plano de Deus, em plena comunhão com Ele, é que o homem pode voltar a ser cabeça da criação, em paz com Deus, consigo mesmo e com a natureza (Bíblia Shedd).

25 serão como a relva. Tão numerosos quanto as folhas da relva (Bíblia de Estudo NVI Vida)

26 a seu tempo. Elifaz afirma que Jó não iria morrer daquela doença; e que sua morte não seria derrota de quem caiu na decrepitude [decadência pela velhice]: seria a vitória de quem estaria considerado maduro e pronto para ser colhido para as habitações eternas (Bíblia Shedd).

27 aplique isso à sua vida. A orgulhosa conclusão de Elifaz (Andrews Study Bible). O propósito de Elifaz é oferecer consolo e conselho teológico a Jó (2.11), mas, pelo contrário, fere-o com falsas acusações (Bíblia de Estudo NVI Vida).



Jó 5 – Comentário Pr Heber Toth Armí by jquimelli
24 de setembro de 2016, 0:45
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JÓ 5 – Sempre que Satanás ataca, seu objetivo é fazer com que suas vítimas vivam independentes de Deus; ou seja, ele provoca problemas financeiros, familiares e de saúde visando que andemos segundo nosso parecer, nossas vontades e nossos sentimentos até que, descartemos Deus, Sua vontade e planos para nossa vida.

Precisamos estudar e conhecer a própria filosofia de vida baseada na revelação clara da verdade a fim de não cair nos laços da ignorância camuflada de conhecimento. É essencial fazer um ajuste em nossa filosofia de vida, inclusive, ou especialmente, a religiosa, para que nos habilitemos a dar maiores contribuições aos pecadores que vivem por instinto, às vezes, até pior que os animais.

John E. Hartley destaca assim os pontos do primeiro discurso filosófico de Elifaz:

1. Uma palavra de consolo (4:1-6);
2. A doutrina da retribuição (4:7-11);
3. Comunicação de uma visão (4:12-21);
4. A humanidade sem um mediador (5:1-7);
5. Apelo a Jó para buscar a Deus (5:8-16)
6. Capacidade de libertação de Deus (5:17-27).

A conclusão de Elifaz era que “Jó deveria aceitar o castigo divino porque Deus cuidaria dele e endireitaria todas as coisas afinal!” (Bíblia Andrews).

Como julgar alguém quando a base de nosso julgamento é imperfeita? Realmente a humanidade não tem nenhum mediador perante Deus? Quem precisava voltar-se para Deus e buscá-lO de verdade, Jó ou Elifaz?

Vamos pensar mais: Nos dias de hoje, não têm…

• …crentes com doutrinas adulteradas convidando gente para converter-se a Deus?
• …instituições religiosas deturpando o sacerdócio intercessório de Jesus acrescentando pessoas mortas nessa intercessão?
• …pregadores que passam a ideia de que quem sofre é porque está longe de Deus?

Precisamos cuidar para que nossa opinião/convicção pessoal sobre Deus não deturpe Seu caráter santo, bondoso e misericordioso. Nossas ações refletem nossas crenças, portanto, precisamos basear-nos solidamente nossos pensamentos e filosofias na Palavra de Deus. Reflita:

• Sem dependência total de Deus para pensar, refletir e elaborar conceitos, falaremos um monte de baboseiras;
• Sem exame sério e profundo das Sagradas Escrituras, faremos teologia e/ou filosofia sem base sólida que resulta em meias verdades (mentiras camufladas de verdade).
• Sem a revelação de Deus os mais exímios pensadores ficam tagarelando sem resultados positivos para os sofredores.

Dependamos de Deus como Jó, independente do que os outros falem! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.

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JÓ 5 – #RPSP – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
24 de setembro de 2016, 0:30
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“Quanto a mim, eu buscaria a Deus e a Ele entregaria a minha causa” (v. 8).

Para você, o que é buscar a Deus? É ler a Bíblia e orar todos os dias? É ir à igreja? É jejuar? Ou tudo isto junto? O conceito que temos do que seja buscar a Deus tem sido um conceito limitado, uma ideia restrita que gira em torno de obras aparentes e não da verdadeira obra que Deus deseja operar em nós.

Elifaz continua o seu discurso exortando Jó a buscar a Deus, como se não fosse isto que ele estivesse fazendo até aquele momento. Mais uma vez em partes de sua fala Elifaz traz verdades inquestionáveis, mas que, fora de contexto, não alcançam o seu real sentido. No verso oito, era como se Elifaz tivesse dito assim:

– Olhe, Jó, você deveria buscar a Deus assim como eu faço!

A presunção desfaz qualquer coesão que pudesse haver em sua oração. Não fosse a sua aplicação equivocada direcionada à vida de Jó, seriam palavras sábias e cheias de maravilhosas reflexões. O que nos dá a certeza de uma coisa: não são belas palavras que agradam a Deus, mas palavras ditas a seu tempo e revestidas de amor e de misericórdia. Como está escrito: “Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo” (Provérbios 25:11). Certamente as palavras de Elifaz foram ditas no tempo errado, no contexto errado e da maneira errada. Ele estava diante de um “bem-aventurado” (v. 17) que aceitou as provações ainda que não tivessem teor algum de disciplina. A integridade de Jó permanecia intacta e sua fé viva, enquanto seu amigo questionava a sua confiança em Deus e o seu caráter.

O Deus EU SOU não precisa de advogados de defesa, mas de cooperadores (Vide II Coríntios 6:1), que vivam a grande esperança não apenas de palavra, mas de coração. O SENHOR nos diz qual é a verdadeira forma de buscá-Lo: “Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração” (Jeremias 29:13). A verdadeira busca consiste em ofertar a Deus a única coisa que Ele nos pede: “Dá-Me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos Meus caminhos” (Provérbios 23:26). Isto é, se buscamos a Deus de todo o nosso coração é porque já o ofertamos a Ele, e se já o ofertamos, iremos nos agradar em seguir as pegadas que Ele nos deixou. Então, não iremos apenas ler a Bíblia, teremos prazer em examiná-la. Não iremos apenas orar, mas conversar com Deus como a um amigo. Não iremos apenas jejuar, e sim estabelecer uma comunhão ainda mais especial com Deus e com os nossos semelhantes (vide Isaías 58). Daremos mais valor a pessoas do que a coisas ou situações.

As inúmeras curas que Jesus realizou enquanto esteve aqui foram as maiores provas de que o Salvador não estava interessado nos pecados das pessoas, mas na salvação de cada uma delas. Em nenhum momento a Bíblia relata que Cristo deu uma lição de moral em alguém antes de oferecer a cura. Ele simplesmente dizia: “Que quereis que Eu vos faça?” (Mateus 20:32); “Faça-se-vos conforme a vossa fé” (Mateus 9:29); “Queres ser curado?” (João 5:6).

Quando aceitamos a Cristo como SENHOR e Salvador de nossa vida, sentimos a Sua mão a nos conduzir com amor inexplicável. Então, Ele nos diz: – Vai e faze o mesmo com o teu próximo.

Nada na vida de Jó estava acontecendo porque ele ou seus progenitores provocaram tal infortúnio, mas notem o próprio Jesus lançando por terra tal forma de pensar:

Respondeu Jesus: Nem ele pecou, nem seus pais; mas FOI PARA QUE SE MANIFESTEM NELE AS OBRAS DE DEUS” (João 9:3). Percebem, amados? Deus deseja manifestar a Sua glória em nós. Ainda que Satanás tente nos atingir com os seus dardos inflamados, a fé genuína, aquela que procede de um coração que busca a Deus, escudará a nossa vida e converterá os dardos em obras do Eterno. Um coração que se abre para Deus é mais valioso do que mil discursos. Jó rasgou o seu coração a Deus. Ele foi sincero em expressar exatamente o que estava sentindo. Abra agora o teu coração para o Teu Criador! “Chama agora! Haverá alguém que te atenda?” (v. 1). Sim, “o SENHOR, que te sara” (Êxodo 15:26).

Feliz sábado, corações que se abrem para Deus!

Desafio do dia: Entre em contato ou envie uma mensagem para alguém que esteja afastado do aprisco do SENHOR. Ore e peça a Deus que lhe torne um instrumento de resgate.

*Leiam #Jó2

Rosana Garcia Barros




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