Reavivados por Sua Palavra


ESTER 9 by jquimelli
18 de setembro de 2016, 1:00
Filed under: Sem categoria

Comentário devocional:

Com o novo decreto, emitido agora pelo governo, os judeus tinham o direito de se defenderem. A guerra começou. Funcionários do governo, por todo o império, estavam ansiosos para agradar a Mordecai, o novo braço direito do rei. Sendo assim, prontamente ajudaram o povo judeu a derrotarem todos os seus inimigos.

A guerra em todo o país terminou com 75.000 dos inimigos dos judeus mortos. O povo judeu saiu ileso e celebrou com gratidão. Eles espalharam a sua alegria através de pequenos presentes de uns para os outros e para os pobres. A tristeza se transformou em alegria e o pranto em festa.

Mordecai e Ester foram reverenciados e admirados em todo o império. Eles tinham, em essência, conseguido anular a lei dos medos e persas, cujas leis não podiam ser alteradas e muitas vidas do povo de Deus foram poupadas. Deus usou Ester e Mardoqueu como humildes vasos de Sua vontade.

A festa de Purim pode ser pouco conhecido hoje fora do ambiente do povo judeu , mas a história de Ester e a história da luta de seu povo, continua a ser muito cara para jovens e velhos. Ela nunca será esquecida.

 

Jean Boonstra
Voz da Profecia

 

Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/biblia/est/9/ e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/est/9/
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/06/25/
Tradução Jeferson Quimelli/Jobson Santos/Cindy Tutsch
Texto bíblico: Ester 9
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/53 e https://credeemseusprofetas.org/



RPSP e Lição da Escola Sabatina sobre Jó by jquimelli
18 de setembro de 2016, 0:53
Filed under: Sem categoria
Estou maravilhado em ver que estudaremos o livro de Jó nestes próximos dias, tanto aqui, no programa Reavivados Por Sua Palavra quanto na Lição da Escola Sabatina. Me recuso a considerar mera coincidência. Para mim, este é um sinal de que o assunto do sofrimento, como abordado em Jó, é um tema que precisamos muito compreender. Jeferson.


ESTER 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
18 de setembro de 2016, 0:50
Filed under: Sem categoria

sucedeu o contrário. O tema de uma irônica conversão é novamente salientado (Bíblia de Genebra).

o terror que inspiravam. O temor dos Deus dos judeus estava por detrás do terror generalizado que os persas sentiam pelos judeus (cf Êx 15.14-16). A inversão foi tão completa, que todos os oficiais que teriam apoiado o extermínio dos judeus passaram a dar ajuda ao povo da aliança (Bíblia de Genebra).

5 A recusa dos judeus em saquear nos lembra o saque dos amalequitas contra os judeus, que levou à morte de Saul (1Sm 15.17-19) (Bíblia de Genebra).

Os judeus cumprem a tarefa inacabada de “apagar o nome dos amalequitas” (Êx 17.16; Dt  25.17-19). Esse incidente é apresentado como antítese de 1Sm 15; o narrador ressalta que os judeus não tomaram despojos, a despeito da permissão do rei de assim fazer (8.11). Por se apossar dos despojos numa batalha contra Amaleque, 500 anos antes, Saul foi destituído da realeza (1Sm 15.17-19); aqui, não se apossar dos despojos confere poder real a Mardoqueu [Mordecai] (v. 20-23) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

11 Aqui, a cidade “cidadela” parece se referir à cidade fortificada de Susã. O rei parece estar mais preocupado com os desejos de Ester do que com o massacre de seus súditos (Life Application Study Bible).

13 conceda-se. Não está claro por que Ester pediu mais um dia de matança.No entanto, não é provável que ela tenha feito este pedido sem antes consultar Mordecai, que certamente tinha mais informações. Como ministro-chefe da nação inteira, Mordecai, possivelmente, sabia que muitos inimigos de seu povo ainda estavam vivos e temia que se vingassem. Nada há que sugira que ele agiu com um espírito de vingança cega (CBASD, vol. 3, p. 543).

16,22 se livrarem de seus inimigos. Em estreita associação com a vingança contra os inimigos, há o descanso prometido a Israel (Dt 25.19). A derrota de Hamã traz alívio e descanso aos judeus. Ver 1Cr 22.6-10; Sl 95.8-11; Is 32.18; Hb 3.11-4.11 (Bíblia de Estudo NVI Vida).

18,19 O autor explica a tradição de observar o Purim em dois dias diferentes: é observada no dia 14 na maioria das cidades, mas os judeus em Susã a observam no dia 15. Hoje, é observada no dia 14, a não ser em Jerusalém, onde é observada no dia 15 (Bíblia de Estudo NVI Vida).

19 O povo do oriente, além de convidar os amigos às festas, mandavam porções àqueles que não podiam vir, e também davam oportunidade ao pobres de compartilhar de alguma coisa (cf Dt 16.14) (Bíblia Shedd).

19-22 As pessoas tendem a ter memória curta com relação à fidelidade de Deus. Para ajudar que este livramento fosse lembrado no futuro, Mordecai escreveu estes eventos e encorajou uma festa anual para comemorar os dias históricos de Purim. Os judeus ainda hoje celebram o Purim. Celebrações com comida, alegria e doação de presentes são modos importantes para lembrar ações específicas de Deus. Hoje em dia, as festividades do Natal e Páscoa nos ajudam a lembrar  do nascimento e da ressurreição de Jesus Cristo. Não deixe que a celebração ou a troca de presentes ocultem o significado destes grandes eventos (Life Application Study Bible).

26 Purim. A festa de Purim, precedida por um jejum, ainda se observa na noite que inicia o dia 14 de adar. […] Na manhã seguinte, se leria o livro de Ester inteiro, em grego ou aramaico, ou na língua entendida pela congregação ouvinte (Bíblia Shedd).

Sempre que o nome de Hamã era pronunciado toda a congregação fazia um barulho terrível e todos gritavam imprecações como: “Que o seu nome apodreça!” (Comentário Bíblico Devocional – VT, FBMeyer).

Atualmente, é a festa de caráter mais secular entre os judeus, sem, porém, deixar de ser relacionada à intervenção divina salvando ao Seu povo, e às ações de graças que se devem prestar a Deus. Cada festa religiosa israelita tem por base comemorar algum ato de Deus realizado no passado, que revelara Seu amor, ou algum ato de salvação prenunciado pelos sacrifícios (Bíblia Shedd).

28 estes dias de Purim. A adoção universal da festa do Purim pela nação judaica é um fato curioso. Joiaquim, o sumo sacerdote na época [em Jerusalém], deve ter dado sua aprovação para a festa desde o princípio e a incorporado no calendário eclesiástico da nação, ou ela dificilmente teria se tornado universal. Deve ter sido por ordem eclesiática, e não civil, que a festa se tornou obrigatória (CBASD, vol. 3, p. 544).

29-31 Entre os judeus, as mulheres deveriam ser quietas, servir em casa e ficar à margem da vida religiosa e política. Mas Ester era uma mulher que quebrou as regras culturais, agindo diferentemente do que se esperava que ela agisse, ao arriscar sua vida para ajudar o povo de Deus. Seja qual for sua posição na vida, Deus pode utilizar você. Esteja aberto, disponível e pronto porque Deus pode usar você para fazer aquilo que outros tem medo até de pensar (Life Application Study Bible).



ESTER 9 – COMENTARIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
18 de setembro de 2016, 0:45
Filed under: Sem categoria

 

ESTER 9 – Se chegarmos ao extremo de nossas forças, sem percebermos possibilidades de resistir, portas e janelas da graça abrem-se miraculosamente para observarmos a poderosa providência de Deus agindo sobre a ignorância e arrogância dos incorrigíveis pecadores maus.

Antes, porém, se Deus nos conduz ao limite de nossas capacidades é porque quer despertar a fé dormente em nosso coração, moldar nossa espiritualidade e desenvolver nossa confiança nEle.

É exatamente essa preparação que o autor inspirado demonstra-nos nos capítulos 1-8. Deus preparou Ester, a qual tornou-se corajosa, destemida e ousada; foi sábia, estrategista e muito capaz. Porém, o herói da história é Deus, mesmo que Seu nome não apareça explicitamente no texto. Como reverter uma lei irrevogável como a lei dos Persas?

Por causa disso, e de outras reviravoltas sobrenaturais, foi óbvia a atuação de Deus em prol de Seu povo, o qual é a menina de Seus olhos. Neste capítulo, Seu povo reage após a graça de Deus operar e criar oportunidades de livrar-se dos seus inimigos cruéis e destrutivos.

• Ester: Uma menina órfã, cujo povo estava na terra do exílio quando deveria ter voltado à Terra da promessa, foi alvo da graça de Deus para livrar Seu povo negligente da desgraça eminente (vs. 1-2);
• Mordecai: Um homem comum, aspirando glórias políticas para o futuro, um judeu dedo duro, permitiu-se, assim como Ester, ser alvo da graça do Deus que transformou o que ele fez em bênçãos revertendo a desgraça dos judeus em graça (vs. 3-15);
• Os judeus na Pérsia: Um povo acomodado, negligente, materialista, porém deu ouvidos às instruções de Ester, jejuaram e agiram com ousadia e fé diante de uma ameaça irreversível. Por fim, criaram e celebraram a festa do Purim por causa da graça divina (vs. 16-32).

“Embora existam males na igreja, e tenham de existir até ao fim do mundo, a igreja destes últimos dias há de ser a luz do mundo poluído e desmoralizado pelo pecado. A igreja, débil e defeituosa, precisando ser repreendida, advertida e aconselhada, é o único objeto na Terra ao qual Cristo confere Sua suprema consideração. O mundo é uma oficina em que pela cooperação de agentes divinos, Jesus está, por Sua graça e divina misericórdia, fazendo experiências em corações humanos” (Ellen G. White).

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ESTER 9 – #RPSP – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
18 de setembro de 2016, 0:30
Filed under: Sem categoria

“… se lhes mudou de tristeza em alegria, e de luto em dia de festa…” (v. 22).

Chegou o dia. E o que esperavam os inimigos dos judeus, “sucedeu o contrário” (v. 1). Não somente suas expectativas foram frustradas, mas suas vidas foram ceifadas. Caíram como presas na maldade que eles mesmos intentavam fazer. O decreto que autorizava a destruição da descendência de Judá também autorizava o saque dos seus despojos. Já os judeus, derrotaram os seus inimigos e deles não se apossaram de nada, “porém no despojo não tocaram” (v. 10, 15 e 16). E isto foi bem enfatizado. Não há recompensa na desgraça dos inimigos, mas no livramento divino. Deus não tem prazer na morte do ímpio, mas em que ele se converta dos seus maus caminhos (Ezequiel 18:23). Contudo, o mau que finca raízes no coração precisa ser extirpado mais dia menos dia. O desejo dos inimigos era de fazer dos judeus o que bem quisessem, se apoderando de todos os seus tesouros. Os banquetes e a alegria dos judeus não foi pela morte de seus algozes, mas pelo descanso (v. 17, 18) que Deus lhes concedeu, pela conversão da “tristeza em alegria” (v. 22). A festa do Purim ainda hoje é comemorada na tradição judaica, “como costume” (v. 23). O que lhes foi pedido para ser lembrado e comemorado “geração após geração, por todas as famílias” (v. 28). Quando voltamos ao livro de Esdras e de Neemias, percebemos que nem todos os judeus voltaram logo para Jerusalém. Houveram os retardatários, que regressaram depois, além daqueles que estavam espalhados entre as províncias. Mas uma coisa era certa: todo o domínio da época era da Pérsia. Portanto, inclusive Jerusalém estava debaixo das ordens de Assuero. E se Jerusalém também fazia parte de seu domínio, o decreto de morte atingiria inclusive os moradores de lá. Percebem como Deus usou Ester e Mordecai para livrar TODO o Seu povo? E não somente os judeus, mas, como vimos ontem, “muitos, dos povos da terra, se fizeram judeus” (8:17). 

A exposição dos cadáveres dos filhos de Hamã (v. 13) ilustra bem o resultado da perversidade: “Os pecados de alguns homens são notórios e levam a juízo, ao passo que os de outros só mais tarde se manifestam” (I Timóteo 5:24). O pecado é multifacetado, de forma que leve a nossa natureza a pender para alguma de suas facetas. No entanto, o fim é sempre o mesmo: desgraça e morte. A nossa reação com relação ao pecado é o que vai definir de que lado desejamos lutar. Se obstinados como Hamã e os inimigos dos filhos de Judá, ou como Ester, Mordecai e os judeus que confiaram em Deus e “ninguém podia resistir-lhes” (v. 2)? A nossa jornada cristã é desafiadora e é comparada a uma guerra. Senão, para que a armadura? (Vide Efésios 6:10-18). Deus nos oferece a Sua armadura TODOS os dias. E todos os dias Ele chama “aos de perto e aos de longe” (v. 20) para combater o bom combate (Vide II Timóteo 4:7).Não há festa quando um perverso desce à sepultura. Mas há grande festa quando um pecador se arrepende! 

“Com palavras amáveis e sinceras” (v. 30), e eu também diria que com pressa, o Espírito Santo tem convidado a todos ao banquete do Rei. E qual tem sido a nossa resposta? E eu não me refiro à declarações verbais, mas à disposição em empunhar a espada do Espírito, (Vide Efésios 6:17) e da Palavra extrair o antídoto contra a maldade.

Aceite ao convite do Espírito Santo: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hebreus 3:15), e não desista do combate, pois é a única guerra em que o General desconhece a derrota. Com Cristo no comando, a vitória é garantida e o descanso é certo!

Bom dia, exército do SENHOR!

Desafio do dia: Separe roupas e calçados em bom estado de conservação e doe a quem precisa (v. 22).

*Leiam #Ester9

Rosana Garcia Barros




%d blogueiros gostam disto: