Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 27 by jquimelli
8 de novembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-27/

Esta história, como nenhuma outra na Escritura, exibe os resultados trágicos de pecados através de gerações. O plano de Rebeca é uma reminiscência do plano de Sara envolvendo Agar (Gênesis 16:1-5). Ambas as mulheres pretendem “ajudar a Deus” a cumprir sua promessa. Ambas usam métodos contrários aos planos de Deus. Rebeca perpetua os pecados de sua sogra para a próxima geração. A mentira de Jacó sobre sua própria identidade (v. 19) não é tão diferente das de seu pai e de seu avô sobre as identidades de suas esposas. Todos os três homens racionalizaram suas mentiras como algo necessário para o cumprimento da promessa de Deus. Na realidade suas mentiras revelaram covardia e desconfiança de Deus.

Outros traços transmitidos pelas gerações nessa história incluem favoritismo, discórdia conjugal, rivalidade entre irmãos, ciúme e ódio. Também os temas da tentativa de assassinato, a longa separação familiar e reconciliação final abrangem as gerações antes e depois de Jacó.

Esta história nos chama a refletir sobre nossas próprias famílias. Que traços, que pecados familiares, que hábitos e tendências temos herdados de nossos pais e avós? A consciência disso não diminui nossa responsabilidade pessoal, mas faz aguçar nosso foco em como e onde precisamos da graça de Deus em nossas vidas para enfrentar os ataques de Satanás.

Douglas Tilstra
Diretor de Vida Acadêmica
Walla Walla University

Postado no blog mundial em: https://www.revivalandreformation.org/?id=273
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

Ouça em áudio (voz Valesca Conty):




GÊNESIS 27 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
8 de novembro de 2018, 0:55
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GÊNESIS 27 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
8 de novembro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 27 – A mentira tem pernas curtas. Sua aparente satisfação inicial resulta em terrível confusão antes de chegar ao final. A falta de sinceridade é uma negligência à verdade, o que não passa de franca hipocrisia.
As consequências de fazer a mentira parecer verdade é a pior das falsidades. Ainda que pareça que o sucesso será certo, o que é certo é que mentiras têm pernas curtas: Logo se descobre o que intenta encobrir. Daí, a desgraça está feita! Observe atentamente esse esboço elaborado por Victor P. Hamilton:
Jacó recebe a bênção mediante um engano:
1. Isaque prepara a bênção para Esaú (vs. 1-5a);
2. Rebeca incita a Jacó a enganar a Isaque (vs. 5b-17);
3. Jacó engana a Isaque (vs. 18-29);
4. Esaú busca a reconciliação com seu pai (vs. 30-40);
5. Rebeca urge a Jacó a fugir (vs. 41-45).
Ainda que seja para conquistar bênçãos, se o caminho for pela mentira, a desgraça vem junto. Basear-se na mentira é pior que cair em areia movediça. Quem se mete com a mentira, até quando o objetivo é alcançar bênção, sofrerá decepção.
Mentir pode aparentar bênçãos, alegria e sucesso, mas a mentira oferece angústia, desgraça e frustração. Seu resultado é a decepção!
Mentiras podem parecer inofensivas para muitos bem intencionados, porém é como a ponta de um iceberg. Por baixo da mentira tem uma imensidão de outros erros:
• Não investir no relacionamento parece relaxamento, mas é negligência que leva à deficiência no casamento: A falta de comunicação saudável pode ser a morte de um casamento que começou muito bem. O romance “felizesparasempre” pode chegar à melhor idade sem comunhão, sem diálogo e sem intimidade (vs. 1-5);
• Não lidar com os filhos corretamente resultará numa situação deprimente: Apreciar um filho mais que outro – ter preferências – é a melhor forma de desenvolver ciúme, competição, disputa, inveja e tensão no coração dos filhos que desembocará em ódio mortal (vs. 5-8, 41-43);
• Por mais criativa que seja a mentira, ela nunca será a verdade, por isso seu resultado nunca será diferente de uma terrível calamidade na família (vs. 9-40, 44-46).
Além disso, creio que a mais forte lição é que, a mentira é uma forma de desprezo a Deus.
Cuidado! Abandone a mentira para não abandonar a Deus! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 27 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de novembro de 2018, 0:30
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“Passou Esaú a odiar a Jacó por causa da bênção, com que seu pai o tinha abençoado; e disse consigo: Vêm próximos os dias de luto por meu pai; então, matarei a Jacó, meu irmão” (v.41).


A rebelião de Esaú ficou evidente a partir do momento em que contraiu matrimônio em jugo desigual. Judite e Basemate “se tornaram amargura de espírito para Isaque e para Rebeca” (Gn.26:35). Mesmo tendo conhecimento da profecia quanto a Jacó, a predileção de Isaque por Esaú o fez temer subjugar seu primogênito a menor do que seu irmão. Resolveu então simplesmente seguir a orientação da tradição, abençoando o mais velho como chefe da família e principal na continuação de sua descendência. Rebeca, porém, arquitetou um plano que mudaria o curso de suas vidas e levaria Jacó a fugir do destino de Abel (Gn.4:8).

Enganado pelos sentidos, e com a visão comprometida, o velho pai não reconheceu o farsante. Jacó conseguiu disfarçar a pele, o cheiro da roupa, e até mesmo o gosto do cozinhado, mas a voz foi a única coisa que deixou Isaque confuso: “A voz é de Jacó, porém as mãos de Esaú” (v.22). Mesmo sentindo-se inclinado a não anuir aos planos de sua mãe, viu ali a oportunidade de conseguir o que desde o ventre reclamava. Diante de seu pai percebeu que já tinha ido longe demais e, com um engano após outro, consumou o intento. Quão grande foi a amargura e quão terríveis os sentimentos que tomaram o coração de Esaú ao deparar-se com a bênção perdida! Rebeca sofreria a consequência de sua atitude, pois a fuga de Jacó lhe privaria de ver-lhe o rosto novamente.

Amados, o Senhor promete abençoar a todo aquele que nEle confia e se refugia. Não precisamos utilizar de subterfúgios para conseguir o que o Senhor já nos prometeu. Tão certo quanto Ele vive, cada uma de Suas promessas são dignas de confiança. Não era propósito de Deus que Jacó saísse dali deixando para trás um irmão amargurado. Nem tampouco que Rebeca morresse sem nunca mais ver o seu filho. No entanto, apesar das consequências danosas de nossas más escolhas, a misericórdia de Deus sempre nos alcança quando há arrependimento e confissão de pecados. Jacó teria de percorrer uma senda sobremodo difícil a partir dali, mas sua voz encontraria o coração de um Pai que não pode ser enganado.

Muitos há que, à semelhança de Esaú, têm esbanjado a vida com as coisas deste mundo, enquanto professam piedade. E quando se veem na iminência de terem de enfrentar os resultados da desobediência, lançam ódio sobre aqueles que percebem ter sido abençoados. Caim e Abel, Esaú e Jacó, simbolizam o grande conflito entre o bem e o mal. Apesar de irmãos, não fazem parte do mesmo povo. A família de Deus não é constituída de nacionalidade, credo ou posição, mas daqueles que têm seus nomes inscritos no Livro da Vida do Cordeiro. Estamos na iminência de ver o nosso Senhor cumprindo a Sua derradeira promessa. E de que lado nos encontramos neste conflito?

Não haja pois entre nós, meus irmãos, “algum impuro ou profano, como foi Esaú, o qual, por um repasto, vendeu o seu direito de primogenitura. Pois sabeis também que, posteriormente, querendo herdar a bênção, foi rejeitado, pois não achou lugar de arrependimento, embora, com lágrimas, o tivesse buscado” (Hb.12:16-17). O Senhor estava disposto a perdoar a iniquidade de Esaú, tão somente ele aceitasse ser liberto: “quando, porém, te libertares, sacudirás o seu jugo da tua cerviz” (v.40). Que nossos sentidos estejam aguçados para sabermos fazer a diferença entre o santo e o profano e que, familiarizados com a voz de Deus, jamais sejamos confundidos pelo engano.

Bom dia, libertos do mal!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis27 #RPSP

Comentários em áudio:

https://www.youtube.com/user/nanayuri100

https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



GÊNESIS 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
8 de novembro de 2018, 0:05
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1169 palavras

1-46 Uma das palavras chave para a história cheia de suspense é “abençoar”, que aparece mais de 20 vezes. A história de bênção é, contudo, uma parte do esquema maior de controle, fraude e mal orientado amor paterno. É também uma reflexão da reduzida comunicação entre Isaque e Rebeca, que pareciam seguir suas próprias prioridades (Andrews Study Bible).

Esse capítulo narra um triste episódio na história da família escolhida. Esaú é o único caráter que provoca a simpatia geral. Isaque parece ter-se afundado numa senilidade precoce. Chega a ser difícil acreditar que aquele que carregou a lenha para o holocausto no monte Moriá, e se havia submetido de forma tão absoluta à vontade divina, viesse a tornar-se tão forte sensualista. Para ele só importava a satisfação dos sentidos. Talvez isso fosse devido à sua prosperidade e à vida tranquila que levava. Afinal de contas, é melhor ter uma vida intensa, com sua difícil escalada, do que descansar na indolência do vale. O direito de primogenitura já havia sido prometido a Jacó, e ele não precisaria buscá-la por meio de fraude. E Rebeca também agiu erradamente ao enganar o marido, mostrar parcialidade em relação aos filhos e agir indignamente. Quem poderia esperar que de uma família assim Deus iria levantar os líderes religiosos do mundo! (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

O tema do conflito familiar entre os pais e entre os gêmeos agora se manifesta cabalmente na busca de bênção do patriarca. Isaque depende mais de seus sentidos falíveis do que da orientação divina (27.4; cf 25.23) e Rebeca usa de engano (27.6-17). Esaú quebrou o seu juramento (27.5) e Jacó mentiu abertamente (27.19-20). Embora a bênção seja passada de acordo com a vontade de Deus, o veredicto divino sobre suas ações é pronunciado nas consequências desastrosas: A resolução de Esaú em matar a Jacó (27.41; cf 4.8) e a fuga de Jacó da terra. Rebeca morreu sem um memorial (35.8) e Isaque vive, a partir de então, sem grande significado (35.28). Está aqui implícito um contraste entre Abraão, que em fé olhava para o futuro de Isaque de acordo com o propósito eletivo de Deus (cap. 24), e Isaque, que parece não ter feito nenhuma tentativa de encontrar esposas apropriadas para seus filhos (cf. 24-2-4) e que tentou opor-se à eleição divina (27.1-4; cf 25.23) (Bíblia de Genebra).

1 Isaque contava já com 137 anos de idade e deve ter admitido que a morte lhe estava próxima, embora, na realidade, tivesse vivido até os cento e oitenta anos (Bíblia Shedd).

4 comida saborosa, como eu aprecio. Esta propensão de Isaque para as coisas materiais estava na raiz deste conflito (VS 18-27; 25.27-28)(Bíblia de Genebra).

11-12 Jacó não tinha dúvidas sobre a moralidade do plano, mas apenas sobre sua possibilidade (Bíblia de Genebra).

13 Parece que Rebeca depositava tanta confiança na palavra da promessa (25.23) que nem temia a eventualidade da maldição, nem admitia como ação repreensível, o emprego do engano com propósito de desviar para Jacó a bênção de Isaque. Impulsionada por sua parcialidade para com Jacó, ela não descansara na providência divina (Bíblia Shedd).

15 Jacó foi mais tarde enganado por roupas (37.31-33) (Bíblia de Genebra).

18-27a O diálogo entre pai e filho é uma cena dramática de meias verdades e mentiras completas. O beijo antes do recebimento da bênção (VS 26-27) era uma parte comum da cerimônia de despedida (48:10; 50:1) e é uma outra chance para que Isaque descubra o esquema mentiroso. O leitor é lembrado de outro famoso beijo de traição (Lucas 22:47-48) (Andrews Study Bible).

20 Notemos como uma mentira conduz a outra! São muito poucos os que se enveredam pelo caminho da fraude e que ficam só na primeira mentira; e como é terrível acrescentar à mentira uma blasfêmia, como quando ele disse que Deus mandara a caça ao seu encontro. Lutero se admira de que Jacó tenha tido o descaramento de fazer aquilo, acrescentando: “É muito provável que eu saísse correndo apavorado e deixasse o prato cair” (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

22 Um dia, Faraó iria desejar ser abençoado por aquelas mãos fraudulentas (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

27b-29 A bênção é pronunciada de forma poética e contém imagens referenciando as preferências de ambos os filhos (campos abertos e fazendas) (Andrews Study Bible).

27 A bênção se distingue da primogenitura por ser mais espiritual. Era a invocação paterna do favor divino sobre o filho. Neste caso, a súplica de Isaque no sentido de que Jacó recebesse a promessa que Deus fizera mediante Abraão e o próprio Isaque, de que seria uma bênção e portador de bênçãos para o mundo, era algo de caráter espiritual, para o que Esaú jamais estaria capacitado, e mesmo Jacó teria de passar pela disciplina especial de Deus (Bíblia Shedd).

28 Nesta parte do mundo, onde são escassas as chuvas, o orvalho é de extrema importância para propiciar o crescimento da vegetação e a fertilidade da terra, sendo, por consequência, objeto de muitas referências a ele como se fosse uma prova de bênção (cf Deut 23.123-18; Os 14.5 e Zc 8.12) (Bíblia Shedd).

33 estremeceu… de violenta comoção. O verbo geralmente expressa medo intenso (42:28; Êx. 19:16) mas é usado aqui numa estrutura gramatical e expressa maior intensificação. Isaque está em pânico (Andrews Study Bible).

e ele será abençoado. As bênçãos (como as maldições), uma vez pronunciadas, são eficazes e irrevogáveis (Bíblia de Jerusalém).

34-38 As lágrimas de Esaú são devidas a sua frustração e sua imensa raiva (Andrews Study Bible).

35 A bênção era uma maneira pela qual se expressava a última vontade, considerada de obrigação permanente, embora apenas proferida oralmente (Bíblia Shedd).

36 A reclamação de Esaú é marcada pelo uso de duas palavras de sons parecidos: bekorah “direito de primogenitura” e berakah “bênção” – e ambas foram roubadas por Jacó (ver 25:26) (Andrews Study Bible).

37 que me será dado fazer-te agora, meu filho. Embora Isaque soubesse que Deus havia escolhido a Jacó, ele tinha pretendido dar tudo a Esaú (Bíblia de Genebra).

39-40 A bênção de Isaque para Esaú não é muito encorajadora (Andrews Study Bible).

41 Este capítulo ensina claramente que: 1) Não é da vontade de Deus que façamos o mal, esperando que disso advenha o bem (Rm 6.1,2); 2) Esteja-se certo de que o pecado acha o pecador (Nm 32.23), pois todos os envolvidos que pecaram sofreram amargamente; 3) Andemos na luz como Ele na luz está (1 Jo 1.7); 4) O Senhor reina (Is 40.25-28) (Bíblia Shedd).

43 Dotada sempre de surpreendentes recursos e determinação de ânimo, Rebeca arquitetou um plano para salvar a vida de Jacó, em face da ira mortal evidente em Esaú. Ela conseguiu convencer a Jacó de que um curto exílio em Harã seria suficiente para amainar o ódio de Esaú. Conseguiu, também, convencer a Isaque, lembrando-lhe que de Harã viera sua esposa e de quão grandes tristezas lhe tinham acarretado as mulheres de Esaú (46). Dificilmente poderia ocorrer a Rebeca a dura realidade de que aquela seria a última vez que ia ver seu filho predileto (Bíblia Shedd).

45 providenciarei e te farei regressar. Jacó ficaria ausente durante vinte anos (31.38); Rebeca nunca mais viu seu filho (Bíblia de Genebra).

Por que hei eu de perder os meus dois filhos num só dia. Ambos seriam perdidos se Jacó fosse morto por Esaú, e Esaú, por um vingador de sangue (9.6; Nm 35.19-21)(Bíblia de Genebra).



GÊNESIS 27- ÁUDIO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
8 de novembro de 2018, 0:03
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