Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 39 by jquimelli
20 de novembro de 2018, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-39/

A resposta de José à Sra. Potifar é, na minha opinião, o ápice de uma teologia da sexualidade no Pentateuco e talvez de toda a Escritura. Lemos no v. 8 que a Sra. Potifar se oferecia a ele “dia após dia” (v. 10); talvez um dos primeiros casos registrados de assédio sexual na história.

No verso 9, José raciocina que Potifar e ele são iguais na casa, exceto por UMA coisa: Potifar dorme com a Sra. Potifar e José não. Esta única coisa diferencia Potifar de José. José reconheceu este elemento como o verdadeiro ideal de Deus para a expressão sexual. Prazer e filhos não são o objetivo principal da expressão sexual. Eles são deliciosos bônus. O propósito da expressão sexual é promover e manter um sentido de unicidade entre marido e mulher. Ceder aos avanços da Sra. Potifar não só violaria a confiança de seu marido em José (e nela!), mas seria subverter a singularidade ordenada por Deus entre marido e mulher. José, assim, prova-se moralmente superior a Judá, quando confrontado com a mesma tentação de permissividade sexual fora do casamento.

Stephen Bauer
Professor de Teologia e Ética
Southern Adventist University
Collegedale, Tennessee, EUA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=285
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

 

Ouça em áudio:



GÊNESIS 39 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
20 de novembro de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria



GÊNESIS 39 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
20 de novembro de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

GÊNESIS 39 – Deus nunca falha! Quem se consagra a Ele vencerá ainda que tudo conspire contra… Haja o que houver, quem se posiciona ao lado de Deus certamente vencerá qualquer injustiça, provação, tentação ou pecado!

José evitava o pecado, mesmo enfrentando fortes provações; diferentemente, seus irmãos nem enfrentavam tentações, entretanto, debandavam para absurdas perversões (como exemplificado por Judá, no capítulo anterior).

José inspira-nos superando tudo o que conspira contra ele. Sua fé em Deus é um alicerce que o sustenta quando os vendavais da vida mostram sua carranca agressiva querendo nossa morte.

Observe estes importantíssimos pontos:

• Quando um jovem permite que Deus atue em sua história, aquilo que parecia o fim pode ser o começo para um propósito muito maior: a transformação do caráter (vs. 1-2);
• Quando um jovem perde seu lar e a companhia de sua família, mas dispõe-se a ser guiado e moldado por Deus, experimentará sucesso e prosperidade no que fizer, será elogiado e reconhecido e, provavelmente, promovido (vs. 3-6);
• Quando um jovem coloca-se à disposição de Deus tornando-se um instrumento Seu aqui na Terra, hostes satânicas se levantam para colocar obstáculos tentando desviá-lo do caminho certo; a vida poderá não ser nada fácil, mas haverá forças divinas à disposição para resistir até a mais forte tentação (vs. 7-12);
• Quando a isca satânica se vê desmascarada e derrotada frente à força de um jovem que se consagra a Deus, ela “arma o barraco”, esperneia, chora, faz-se de vítima, mente criativamente e acusa injustamente (vs. 13-19); Satanás não quer perder!
• Quando um jovem consagra-se a Deus não ficará intocável diante das injustas acusações nem superpoderoso para evitar atos injustos dos incrédulos. Perseguição, prisão e martírio serão tão reais quanto a perseverança na fé (v. 20);
• Quando um jovem é fiel a Deus, até nos piores lugares ele será uma bênção aos outros, os quais serão beneficiados com sua presença (vs. 21-23).

Nossa sociedade carece de jovens de fibra espiritual. Precisa-se de jovens como José, que resolutamente…

1. …sejam dedicados a Deus custe o que custar;
2. …sejam ousados para repudiar e desprezar o pecado, mas respeitar as pessoas;
3. …digam NÃO ao sexo pervertido, sujo e degradante;
4. …não reclamem, esmoreçam ou se vinguem diante das injustiças.

Quem se dispõe? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 39 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de novembro de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“O Senhor era com José, que veio a ser homem próspero; e estava na casa de seu senhor egípcio” (v.2).


Longe de sua casa e dos olhos de seu pai, José se mostrou um jovem íntegro, reto e temente a Deus. Ao fazer de Deus o seu Conselheiro, sua vida iluminou a casa de Potifar, de forma que era visível “que o Senhor era com ele” (v.3). Notando Potifar “que tudo o que ele fazia o Senhor prosperava em suas mãos” (v.3), logo tratou de colocar José na administração de tudo quanto possuía. Porém, antes que a história continue, há um adendo: “José era formoso de porte e de aparência” (v.6). E quando a Bíblia faz referência a alguém quanto à beleza, é porque realmente era uma característica de destaque. A formosura de José, porém, foi a causa da cobiça da mulher de Potifar.

Além de belo, José exalava encantadora simpatia. Era cortês e gentil, não sabendo agir de forma diferente. Mas ao tomar conhecimento dos sentimentos de sua senhora, tomou cautela de ignorar suas lisonjas e evitar a sua companhia. Todos os dias aquela mulher o tentava. Certamente, se tratava de uma linda mulher, visto ser esposa de um oficial de Faraó. José não estava diante de qualquer tentação, mas de uma atraente e persistente tentação. José era um jovem belo, forte e cheio de vida. Além do mais, estava longe de sua família. Ou seja, tinha tudo para cair em pecado. Mas a sua atitude provou que, já no caminho para o Egito, fez um voto ao Senhor de Lhe permanecer sendo fiel, e assim o foi.

Tudo em nossa vida gira em torno das escolhas que fazemos. E sempre há um momento decisivo de acender ou de apagar a chama das tentações que nos rodeiam. Não foi diferente com José, posto que, “certo dia” (v.11), pensando ser um dia normal de trabalho, entrou na casa de seu senhor e percebeu algo estranho: a casa vazia. É isso que Satanás faz. Ele cria estratégias para facilitar a prática do pecado. Quão surpreso não ficou José ao deparar-se com a mulher de Potifar, imagino eu, em trajes provocantes. Seria a oportunidade perfeita de cair em tentação. José foi logo agarrado pelas vestes, e, assediado pela voz da sedução, “deixando as vestes nas mãos dela, saiu, fugindo para fora” (v.12).

José não ficou ali discutindo com a tentação. Não se achou forte o suficiente para resisti-la. Mas reconheceu que a sua única alternativa era fugir, ir para bem longe do mal. Amados, estamos em um grande conflito e do outro lado está um inimigo que não temos forças para derrotar. Mas quando fazemos do Senhor a nossa força, e a Ele nos apegamos, passamos a fazer parte do lado vencedor, pois que Cristo já venceu por nós. Sair correndo ou fugir do mal não é sinal de fraqueza, mas de coragem e de nobreza de caráter. Tudo era favorável para que José caísse em pecado, mas a sua fala revelou o seu íntimo relacionamento com o Senhor: “como, pois, cometeria eu tamanha maldade e pecaria contra Deus?” (v.9).

Meus irmãos, Satanás sabe como mexer com o brio de jovens na flor da idade. Ele preparou para José um cenário de privacidade, de aromas agradáveis, com uma mulher sedutora e atraente. A atitude de José, porém, superou todas as suas expectativas e provou que um jovem com Deus é uma força a ser considerada. Por isso que o apóstolo João escreveu: “Jovens, eu vos escrevi, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e tendes vencido o Maligno” (1Jo.2:14). Naquele dia, pelo poder de Deus, José venceu o Maligno. Ele poderia ter todas as desculpas possíveis para cair em tentação, mas ele escolheu o caminho da vitória: “Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg.4:7).

Não há desculpas para o pecado. Desde nossos primeiros pais, somos tendenciosos a lançar a culpa em alguém ou em alguma coisa. José teria todos os motivos possíveis para se desculpar, mas preferiu colocar a sua vida nesta Terra em risco a perder a vida eterna. Aos olhos humanos, aquela situação lhe gerou grave prejuízo, mas além da experiência adquirida na gestão dos bens de Potifar, aquela prisão tornou-se apenas uma segunda escola de administração preparando o jovem hebreu para o governo de uma nação e para salvar o seu povo.

Há um inimigo que conhece as nossas fraquezas, mas há um Deus que nos habilita a vencê-las. A chave do sucesso não está no que fazemos, e sim no que permitimos que Deus faça em nós e através de nós. O verdadeiro adorador não depende das circunstâncias para glorificar a Deus com sua vida. Quer numa casa luxuosa ou numa prisão, a bênção do Senhor está sobre todo aquele que O busca reconhecendo a sua total dependência dEle. Pode alguém até conservar “junto de si” (v.16) provas de acusação contra um servo do Deus vivo, mas os frutos incontestáveis de sua fidelidade mais cedo ou mais tarde lhe farão justiça. Apegue-se ao Senhor, decida fugir do mal que lhe assedia e o Senhor será com você, por onde quer que você andar.

Bom dia, servos fiéis de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis39 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



GÊNESIS 39 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
20 de novembro de 2018, 0:05
Filed under: Sem categoria



GÊNESIS 39 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
20 de novembro de 2018, 0:05
Filed under: Sem categoria

729 palavras

1 Retorna ao enredo de 37:26. José chegou agora ao Egito (Andrews Study Bible).

2-6 Enquanto as circunstâncias de José mudam, Deus nunca muda. Ele está sempre com Seus filhos (Jos. 1:5; Is. 41:10; Jer. 1:8, 19; Mat 28:20) e os habilita para grandes desafios (Andrews Study Bible).

O Senhor era com José do mesmo modo como nosso Senhor Jesus prometera estar conosco (Mt 28.20). Sabemos que Ele cumpre Sua promessa. Nosso dever e nosso privilégio é reconhecer e corresponder ao companheirismo que o Senhor nos proporciona. No caso de José, tal correspondência está evidente em seu espírito serviçal, alegre e criterioso (v 4; cf Cl 3.23), sua fidelidade absoluta (vv 5, 6) e sua resistência em face da tentação (vs 7-15). Constraste-se com este procedimento de José o que se menciona de Judá no capítulo anterior (Bíblia Shedd).

O benefício da presença de Deus foi experimentado até mesmo na escravidão, fora da terra da bênção (Bíblia de Genebra).

próspero. Uma das palavras chave deste capítulo (vs, 2-3; 23), sempre ligadas à bênção especial de Deus. A rápida ascensão de José na casa de Potifar se deve ao reconhecimento do mestre de que este escravo é diferente (Andrews Study Bible).

servia.O termo hebraico aqui denota serviço pessoal, como Josué servia a Moisés (Êx. 24:13) ou Elise servia a Elias (1 Reis 19:21) (Andrews Study Bible).

7-10 O texto bíblico sugere um longo período de sedução e o firme comprometimento de José de fidelidade e integridade moral. A longa resposta de José ao convite da mulher reconhece que o pecado não destrói apenas as relações humanas mas – e principalmente – é uma afronta a Deus (Sal. 51:4) (Andrews Study Bible).

7 cobiçá-lo. Olhava com desejo para ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.

pecar contra Deus. Todo pecado é contra Deus em primeiríssimo lugar (v. Sl 51.4). Bíblia de Estudo NVI Vida.

O adultério era considerado um grande pecado no antigo Oriente Próximo (20.9), porém José estava absolutamente consciente de que vivia na presença de Deus (cf 2Sm 12.13; Sl 51.4) (Bíblia de Genebra).

11-19 Outra recusa deixa a roupa de José (note novamente a importância da roupa na narrativa de José) na mão da mulher de seu mestre, que rapidamente cria uma história plausível visando punir aquele que a recusou (Andrews Study Bible).

12 pegou. O termo hebraico aqui implica violência (Deut. 9:17; 22:28; 1 Reis 11:30) (Andrews Study Bible).

14 este hebreu. Isto é, um descendente de Héber (ver Gn 10:21; 14:13). Geralmente era assim que os descendentes de Jacó se referiam a si mesmos como um povo, e que os outros se referiam a eles (ver Gn 39:17; 40:15; 41:12; 43:32; Êx 1:15, 16. 19; 2:6; etc.). Originalmente, um “judeu” era um descendente de Judá, mas após o cativeiro o termo perdeu sua estrita aplicação tribal. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 460.

17 servo. Clara calúnia racial (Andrews Study Bible).

20 Mesmo que Potifar pareça furioso, a punição surpreende, tendo em vista que a lei bíblica exigia que estupradores convictos fossem sumariamente executados (Deut. 22:23-27). Potifar parece não acreditar em sua mulher, mas para manter as aparências colocou José na prisão. O foco agora muda para a prisão (o que reflete claramente um ambiente egípcio, tendo em vista que o Egito tinha prisões antes de outros povos ao redor), o próximo local das experiências positivas e negativas de José (Andrews Study Bible).

Embora a ira de Potifar fosse incidente sobre José, sua ação posterior indica que ele duvidou da acusação de sua esposa. Uma tentativa de estupro da esposa de um senhor por um escravo certamente resultaria em sentença de morte, mas a punição de José (aprisionamento com os prisioneiros do rei) foi relativamente suave (Bíblia de Genebra).

[Potifar] Queria tão somente preservar o nome da família. Tudo se ajustava, perfeitamente, nos planos providenciais de Deus com relação a José e ao seu povo escolhido (Bíblia Shedd).

A leniência de Potifar sem dúvida reflete sua confiança na integridade de José e, em contraste, seu pouco respeito pelo relato do episódio contado pela esposa. O castigo de José, no entanto, parece a princípio ter sido severo, pois ele sofreu mais coisas do que a narrativa de Gênesis deixa implícito. Segundo o Salmo 105:18, seus “pés” foram apertados “com grilhões” e ele foi posto “em ferros”. CBASD, vol. 1, p. 460, 461.

21 Há um paralelismo muito estreito entre o comportamento de José e o de Cristo, quando diante de situações adversas e de falsas acusações, ambos as recebiam sem murmurações, como expressões da vontade de Deus (cf Is 53.7). Como Cristo, José não sofrera por erro algum cometido, mas sim, em virtude da retidão da conduta (Bíblia Shedd).




%d blogueiros gostam disto: