Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 40 by jquimelli
21 de novembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-40/

José, abençoado pela presença de Deus, foi fiel nas pequenas coisas. No entanto, sua fé em escolher o caminho certo pareceu ser recompensada com uma falsa acusação de uma mulher má! Salomão viu um padrão como este na vida. “O homem injusto é uma abominação para o justo; e aquele que é reto no caminho é abominável para o iníquo.” Provérbios 29:27.

A fé de José não foi imediatamente recompensada. Mais provações e aprisionamento vieram apesar de sua fidelidade, mesmo na masmorra. Tal experiência pode fazer com que você ou eu fiquemos zangados com Deus ou até mesmo O deixemos! Espero que a história de José nos salve dessa tão triste decisão.

Como muitos outros, costumo colocar minha esperança no humano e não em Deus, que detém o futuro. Os humanos podem falhar, mas Deus nunca nos faltará. Eu amo este texto: “Ele é Deus que conhece o coração do Seu povo e as suas necessidades melhor do que nós. Muitas vezes nossos planos fracassam porque os planos de Deus para nós podem ser bem-sucedidos.” EGW, Help in Daily Living, p. 12.

Deanna Bolodin
Aluna do iEAT
Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=286
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



GÊNESIS 40 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
21 de novembro de 2018, 0:55
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GÊNESIS 40 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
21 de novembro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 40 – Com Deus, grandes desafios da vida tornam-se grandes oportunidades de crescer na vida.

Diferentemente da teologia popular, José não sofria por ter plantado seu próprio destino criando confusão, nem lidava com consequências de uma péssima conduta; mas, porque decidira pelo certo, valorizou virtudes, decidiu não manchar seu caráter, nem violar sua consciência e, muito menos pecar contra Deus.

Considerando o jovem escravo no Egito, Charles R. Swindoll pontua: “Os tratamentos injustos, os maus-tratos, surgem de muitas formas, mas a maioria se enquadra em quatro categorias”:

1. Tratamento não merecido da família;
2. Restrição inesperada das circunstâncias;
3. Acusação injusta; e,
4. Abandono injusto.

Todos esses maus-tratos encurralaram José, enclausurando-o numa sela; onde ficou esquecido sem ter feito nada de errado. O que você faria se estivesse nesta situação?

Se estivermos com Deus, não devemos viver lamentando-nos como vítimas da situação complicada em que nos encontramos. Pelo contrário, devemos confiar piamente nEle, erguer a cabeça e esperar que Seus planos nos surpreendam.

Todo jovem que assim proceder, poderá enfrentar injustiças; entretanto, ainda que for lançado na lama da indiferença, ali ele fará a diferença. Como José, tal jovem se tornará uma bênção, ainda que seja na prisão…

• Auxiliará pessoas perturbadas, angustiadas e aflitas, como fez José aos desesperados servidores de Faraó que estavam presos (vs. 1-8);
• Tornar-se-á porta-voz de Deus em situações delicadas onde as pessoas se encontram como José na prisão que ouviu e desvendou os sonhos do copeiro-chefe e do padeiro-chefe (vs. 9-23).

Concluindo esta reflexão, considere com oração estes três pontos:

1. A pior desgraça para um jovem é viver distante de Deus, ou não perceber Deus conduzindo quando jogado injustamente numa escura e fedorenta prisão por agir corretamente.

2. Comparado à planta, o justo cresce não apenas onde for plantado, mas onde quer for jogado; ele não será espinho para ninguém, mas florescerá até mesmo distante da luz do sol para embelezar os corações áridos das pessoas.

3. É importante saber que Deus sabe o que é melhor para nós; como não era hora de José sair da prisão, pode ser que não estejamos prontos para aquilo pelo qual Deus quer nos usar; ou, ainda não chegou o momento certo!

Portanto, deixemos Deus conduzir nossa história para a vitória! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 40 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de novembro de 2018, 0:30
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“Eles responderam: Tivemos um sonho, e não há quem o possa interpretar. Disse-lhes José: Porventura, não pertencem a Deus as interpretações? Contai-me o sonho” (v.8).


Ainda na prisão, José recebeu dois novos companheiros de cela: o copeiro-chefe e o padeiro-chefe de Faraó. Por algum motivo, que a Bíblia não relata, ambos ofenderam a Faraó, que, indignado, os lançou “no cárcere onde José estava preso” (v.3), “e por algum tempo estiveram na prisão” (v.4). Certa noite, porém, ambos tiveram um sonho, “cada um o seu sonho” e “cada sonho com a sua própria significação” (v.5). Acreditando que não se tratavam de sonhos comuns, ficaram angustiados. Na cultura egípcia, os sonhos eram considerados como mensagens dos deuses; e, naquela prisão, onde encontrariam alguém capaz de os interpretar?

Foi quando José percebeu que seus rostos apresentavam uma tristeza fora do comum. E como quem se importava com o bem-estar dos presos que estavam sob sua responsabilidade, com sincera preocupação lhes perguntou: “Por que tendes, hoje, triste o semblante?” (v.7). Eles não imaginavam que aquele prisioneiro hebreu pudesse ajudá-los. Contudo, José não se colocou na posição de destaque que os falsos intérpretes da época mantinham. Com humildade, revelou àqueles homens quem é o Único que verdadeiramente tem o poder de interpretar sonhos.

O primeiro sonho foi o do copeiro-chefe. E após ouvir o seu relato, iluminado por Deus, José logo revelou o seu significado. Após três dias, o copeiro seria restituído à sua antiga função no palácio de Faraó. “Vendo o padeiro-chefe que a interpretação era boa” (v.16), resolveu contar o seu sonho àquele que provavelmente desdenhara. Mas quão diferente foi o seu significado! Após três dias, sua vida seria ceifada de forma cruel. As Escrituras não revelam a reação daqueles homens, mas, certamente, a do padeiro-chefe não deve ter sido das melhores. No terceiro dia, porém, tudo se cumpriu “como José havia interpretado” (v.22).

Quando José terminou de dar a interpretação do sonho do copeiro-chefe, rogou para que este se lembrasse dele e que falasse em seu favor a Faraó. Ele esperava que o seu feito causasse profunda gratidão no coração daquele servidor egípcio, de forma que pudesse beneficiá-lo. “O copeiro-chefe, todavia, não se lembrou de José, porém dele se esqueceu” (v.23). Ao ser encarregado de servir aqueles homens, José procurou tornar aquela prisão o lugar mais agradável possível. Dia após dia os servia com singeleza de coração e os motivava a confiar de que o sofrimento deles não duraria para sempre. Ao vê-los tristes, logo se compadeceu e procurou despertar-lhes a lembrança de sua sincera amizade.

José aprenderia na prisão outra lição importante. Nem sempre o bem que fazemos a alguém produz gratidão. Por vezes, não há retorno. Fazer o bem com sinceridade de coração deve ser simplesmente o resultado do amor de Deus em nossa vida. Pessoas decepcionam pessoas. Mas Deus jamais nos decepciona! Alguém pode até ser ingrato conosco, mas as recompensas do Senhor são infinitamente maiores e melhores do que qualquer favor humano. Aquele episódio pode ter decepcionado o coração de José, mas Deus logo provaria a Sua benignidade para com ele.

Alguém já lhe decepcionou? Você já decepcionou alguém? Creio que a nossa resposta seja unânime para ambas as perguntas: Sim. Que o Espírito Santo nos conceda a paciência em esperar no Senhor e que nos dê um coração sempre disposto a responder com gratidão àqueles que nos fazem bem, e aos que nos fazem mal também, pois através deles podemos avançar no exercício do perdão e do amor.

Bom dia, servos de Deus!

Desafio do dia: Nos próximos três dias, a partir de hoje, ore por alguém que tenha te decepcionado e, se possível, ao terceiro dia revele que estava orando por ele. “Se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm.12:18).

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis40 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



GÊNESIS 40 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
21 de novembro de 2018, 0:05
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545 palavras

1-4 Dois dos mais altos oficiais da corte são jogados na prisão e são servidos por José. após estas coisas. Não há indicação clara de tempo. Sabemos apenas que o período da escravidão e da prisão de José durou aproximadamente 13 anos (37:2; 41:46) (Andrews Study Bible).

3 detê-los. Eles estavam esperando a sentença de Faraó (Bíblia de Genebra).

8 Sonhos são um importante e valioso meios de revelação. A pergunta retórica de José é em si um argumento contra a religião egípcia, onde a interpretação de sonhos era uma ciência e arte altamente paga. Um escravo estrangeiro desafia o pensamento egípcio corrente: é Deus quem não somente dá os sonhos, mas também provê a interpretação (41:16, 25, 28; Dan. 2:22, 28, 47) (Andrews Study Bible).

contai-me. José reconhecia a si mesmo como um profeta (37.5-11) (Bíblia de Genebra).

11 Os copos egípcios não tinham nem hastes nem alças; pelo que, eram colocados na mão. Eis um pormenor comprovador da veracidade da narrativa (Bíblia Shedd).

12 Como intérprete, José era excepcional. Seu coração puro estava aberto para Deus, e por isso ele podia decifrar os mistérios da vida humana (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

13 reabilitará. Lit. “levantará tua cabeça”. Uma expressão hebraica que geralmente significa “restaurar a honra” ou “livrar” (2Rs 25.27; Sl 24.7). Aqui, a expressão pode referir-se particularmente a uma audiência ritual com o Faraó, na qual o servo é destacado para uma atenção especial (v. 20). Note o trocadilho no v. 19, na qual uma pequena variação no hebraico  dá o significado “tirará fora a cabeça” (talvez uma referência à execução por decapitação) (Bíblia de Genebra).

19 te tirará fora a tua cabeça. A mesma expressão hebraica utilizada no v. 13, mas com sentido completamente distinto. A previsão da morte do padeiro e os pássaros em seguida comendo o seu corpo era a pior previsão para um egípcio que acreditava numa existência contínua da alma em uma pós vida (Andrews Study Bible).

20-22 Descreve o cumprimento do sonho. Sobre a importância do “terceiro dia”, veja 22.3-6 (Andrews Study Bible).

20 Os aniversários de nascimento dos Faraós eram celebrados com grandes festas e com a libertação de prisioneiros. O copeiro chefe e o padeiro chefe eram pessoas de grande responsabilidade. Cumprir-lhes-ia exercer vigilância para que ficassem frustrados os constantes atentados contra a vida do Faraó. As evidências acumuladas contra o padeiro teriam comprovado que ele, e não o copeiro chefe, estaria seriamente comprometido (Bíblia Shedd).

22 ao padeiro chefe enforcou. Não é uma referência ao enforcamento como método de execução, mas a exibição pública do corpo depois da morte (v. 13, Dt 21.22) 20-22 Descreve o cumprimento do sonho. Sobre a importância do “terceiro dia”, veja 22.3-6 (Andrews Study Bible).

23 A ingratidão do copeiro chefe está demonstrada no fato do esquecimento a que José ficara relegado. Aquele profundo desapontamento de José, pois que teve de continuar naquela prisão por mais de dois anos, Deus o tornou útil (pois ele não o haveria de esquecer) fazendo-o ainda mais capacitado para a oportuna exaltação a primeiro ministro. Digno de comparação é o caso dos quarenta anos que Moisés passara no deserto de Midiã, aguardando o tempo que Deus havia estabelecido para constituí-lo líder do povo de Israel na libertação do Egito (Bíblia Shedd).

O esquecimento do mordomo chefe lembra-nos de nosso vergonhoso esquecimento do Redentor, que nos tirou do fundo do poço e nos remiu com Seu precioso sangue (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).



GÊNESIS 40 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
21 de novembro de 2018, 0:05
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