Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 41 by jquimelli
22 de novembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-41/

Gênesis 41:16 “Respondeu-lhe José: Não está isso em mim; mas Deus dará resposta favorável a Faraó”

Após ser transformado em escravo, falsamente acusado e jogado na prisão, José ficou diante de um faraó que o elogiou por sua capacidade de interpretar sonhos. No entanto, José se humilhou diante desse faraó admitindo que interpretar sonhos estava além de sua capacidade. Era Deus quem poderia dar ao faraó as respostas que ele desejava. Ao longo de todas as provações e dificuldades, José não se desanimou a respeito de Deus, mas ainda confiava nEle de todo o coração.

Como humanos vivendo neste mundo pecaminoso, a humildade não é natural para nós. Muitas vezes esquecemos que Deus é quem merece todo o louvor. A história de Gênesis 41 realmente me ensina que, apesar de estarmos no meio de provações, devemos depender de Deus e confiar nEle. Deus nos mostra, através da história de José, que é possível que entreguemos nossas vidas a Deus completamente, apesar de nossa natureza pecaminosa e egoísmo natural.

“Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado”. Mateus 23:12

Aini Stephens
Aluna do iEAT
Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=287
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



GÊNESIS 41 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
22 de novembro de 2018, 0:55
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GÊNESIS 41 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
22 de novembro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 41 – Nas mãos de Deus até fracassos mais complexos se tornam em esplêndida vitória!

• Que expectativa para o futuro tem um filho mimado pelo pai e odiado pelos irmãos?
• Que expectativa tem um jovem de 17 anos vendido como escravo pelos irmãos?
• Que expectativa profissional tem um fiel servo de Deus que foi preso como réu?
• Que expectativa tem um presidiário eficiente que foi esquecido no fundo da prisão?

Parece ser mais fácil desenvolver verdadeira fé em ambiente pagão que num ambiente onde se vive um sincretismo religioso. É possível que José não desenvolvesse sua fé junto a seus irmãos na proporção que a desenvolveu entre pagãos. Estrategicamente Deus providenciou meios (até estranhos) de conduzi-lo ao Egito.

Pode-se dizer que não é na igreja onde mais nossa fé se desenvolve, mas na rotina diária, em que desafia à prática da fé. A igreja é lugar de adoração coletiva daqueles que têm fé, distante dela é onde a fé realmente se desenvolve – a quem investir em relacionamento diário com Deus!

Deus quer nossa fé livre da influência da fé sincretista, hipócrita e vazia de conteúdo. Quando Deus permite algo acontecer a Seus servos, quer purificá-los ou libertá-los daquilo que não Lhe agrada. É mais fácil apegar-se genuinamente a Deus num ambiente pagão que num ambiente meio-cristão.

Somente após o preparo divino José estava pronto para um posto nunca imaginado: Governador do Egito. Sua atitude? Exaltar a Deus! (vs. 16, 25). Após ser fiel mordomo e fiel carcereiro, agora seria fiel governador!

Guarde estes pensamentos no coração:

1. Nossa fidelidade pode custar-nos muitas coisas, entretanto Deus ocupa-se dos resultados!

2. “O relacionamento com Deus só pode verdadeiramente acontecer no contexto do engajamento com o mundo, enquanto o engajamento com o mundo só pode verdadeiramente ocorrer no contexto do relacionamento com Deus” (Marcelo Dias).

3. “Sofrimento, aflição, tribulação e testes – estes são dons que Deus nos dá para nosso crescimento, as pedras de pavimentação necessárias no caminho que conduz a plenitude de caráter e alegria” (Bruce Ware).

4. O que Deus faz para levar-nos à vitória é de Sua total responsabilidade! Quem quiser vencer, deve permiti-lO proceder como Ele quiser!

Deus vai além de realizar sonhos, Ele surpreende-nos com o que faz em nossa vida! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armi.



GÊNESIS 41 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de novembro de 2018, 0:30
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“Disse Faraó aos seus oficiais: Acharíamos, porventura, homem como este, em que há o Espírito de Deus?” (v.38).


José logo percebeu que o seu pedido ao copeiro-chefe não fora atendido. Imaginara que aquela tinha sido a oportunidade perfeita de conseguir a sua liberdade. Apesar de frustrado, ele não perdera a fé. O Senhor ainda tinha uma obra a ser realizada em seu coração, e na data marcada pelo Céu, José sairia daquele lugar. Mas o justo Juiz jamais permitiria que o Seu servo saísse dali sem exercer a Sua justiça. Em sua integridade, José honrara o nome de Deus. Chegada era a hora do Senhor recompensá-lo. “Passados dois anos completos, Faraó teve um sonho” (v.1), e, “tornando a dormir, sonhou outra vez” (v.5). Perturbado com os sonhos, convocou todos os magos e sábios do Egito, “mas ninguém havia que lhos interpretasse” (v.8).

No tempo determinado, o copeiro-chefe se lembrou de José e relatou a Faraó a sua experiência com “um jovem hebreu” que lhe interpretou o sonho (v.12). Chamado para se apresentar perante Faraó, e devidamente asseado e trajado, aquele prisioneiro desconhecido revelava o porte de um rei e um semblante sereno e amistoso. As suas palavras soaram aos ouvidos de Faraó e de seus oficiais como as palavras de um anjo, de forma a ganhar-lhes a confiança. Humildemente, mas com autoridade e convicção, José transmitiu a mensagem de Deus sem que palavra alguma fosse dita com insegurança. E, mediante a certeza de que falara pela boca de Deus, provocou a profunda admiração do soberano do Egito: “Acharíamos, porventura, homem como este, em que há o Espírito de Deus?” (v.38).

Da administração de uma prisão ao governo de uma nação! O próprio Potifar e sua casa tiveram que se inclinar perante aquele que um dia trataram com injustiça. Aquele que se humilhou, o Senhor exaltou! E através dele, toda a Terra foi salva, “porque a fome prevaleceu em todo o mundo” (v.57). Um dia, quem não merecia também foi humilhado, preso, e até foi morto. Suas palavras eram cheias de amor e de autoridade. Seu semblante era sereno e manso. Sua presença constrangia os soberbos e confortava os humildes. Foi Ele mesmo que disse: “Quem a si mesmo se exaltar será humilhado; e quem a si mesmo se humilhar será exaltado” (Mt.23:12). Foi Ele que também nos orientou: “Quando, pois, vos levarem e vos entregarem, não vos preocupeis com o que haveis de dizer, mas o que vos for concedido naquela hora, isso falai; porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo” (Mc.13:11).

Assim como Faraó reconheceu que as palavras de José eram do Espírito de Deus que nele habitava, nós fomos chamados pelo Senhor para revelar ao mundo as Suas palavras. Jesus sofreu humilhação e a pena mais cruel por amor a mim e a você. Mas como Deus O exaltou e exaltou a José, Ele deseja realizar esta grande obra em nossa vida. Ele deseja nos abençoar “além das medidas” (v.49), não apenas para o nosso benefício próprio, mas para que os celeiros de bênçãos que Ele nos deu sejam uma bênção “em todo o mundo” (v.57). Há um mundo faminto de conhecer ao Senhor através de Sua Palavra. O Senhor anseia derramar o Seu Espírito sobre todo aquele que O busca. Que para a glória de Deus, você seja morada do Espírito Santo e sejas assim reconhecido perante os homens: “Visto que Deus te fez saber tudo isto, ninguém há tão ajuizado e sábio como tu” (v.39).

Bom dia, habitação do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis41 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



GÊNESIS 41 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
22 de novembro de 2018, 0:05
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GÊNESIS 41 – COMENTARIOS SELECIONADOS by jquimelli
22 de novembro de 2018, 0:05
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484 palavras
Vento oriental. Este vento oriental, que sopra do Deserto Árabe, é extremamente quente, cresta as colheitas e abrasa a terra. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 467.

8 Como Nabucodonosor, séculos após, Faraó não pode encontrar um intérprete de sonhos adequado (Dan. 2:10). Mas ele conseguiu contar o sonho aos especialistas (Andrews Study Bible).

14 Os rituais de se lavar, barbear e vestir geralmente marcam a transição de um estado a outro (p. ex., os filhos de Araão durante o ritual de ordenação de sacerdotes; Lev. 8:6-13) (Andrews Study Bible).

16 A resposta de José é corajosa, considerando o fato de que os faraós eram considerados deuses (Andrews Study Bible).

17-31 Apesar de longos períodos de fome serem relativamente raros no Egito devido à regularidade do fluxo anual do Nilo, sete anos de fome estão bem documentados em fontes egípcias e outras (2 Sam. 24:13) (Andrews Study Bible).

33-36 José ousa aconselhar Faraó, apesar de não ter sido solicitado a fazê-lo. Agora. Sempre marca a transição entre fato e moral da história (Andrews Study Bible).

34 A quinta parte. O fato de que apenas um quinto da colheita devia ser recolhido cada ano implica que mesmo nos anos de fome a terra iria produzir algo. A fertilidade do Egito sempre dependeu da inundação anual ta terra pelo Nilo, uma vez que a chuva é praticamente desconhecida. … A uma altura [de inundação] de apenas 12 côvados [c. 6m], a consequência é fome. CBASD, vol. 1, p. 468.

45 Zafenate-Panéia. Uma reconstrução do nome egípcio poderia ser “meu sustento é Deus, o que vive”. Mudança de nome indica autoridade e também uma nova identidade (Dan. 1:7) (Andrews Study Bible).

Om. Isto é, Heliópolis; também no versículo 50  (Bíblia NVI). [Pelo casamento com José, a filha do sacerdote do culto ao sol se tornou adoradora do Deus vivo. O culto aos astros – que gerou a astrologia, ligada hoje ao movimento Nova Era – se opôs em todas as eras ao culto ao Deus criador. Observe o sentido da palavra Sunday].

46-52 Anos de plenitude se refletiram na vida pessoal de José: ele se casa com a filha de um influente oficial e tem dois filhos. Note que em contraste com as matriarcas anteriores, é ele quem dá nome aos filhos (Andrews Study Bible).

53-57 Uma fome regional chega como previsto, mas devido ao sábio conselho de José e sua administração, o Egito tem abundância de comida e alcança poder internacional (Andrews Study Bible).

56 Vendia. Não foi sem motivo que José não distribuiu gratuitamente o cereal armazenado para as multidões que pereciam. As pessoas certamente haviam sido advertidas da calamidade iminente, e poderiam, com cuidado e economia, ter guardado um pouco para os dias de escassez. Uma vez que as pessoas tinham de pagar pelo cereal, eram estimuladas a exercer a moderação e a evitar o desperdício do precioso suprimento de comida, que precisava durar por sete longos anos. Esse plano também permitiu que José socorresse as populações famintas de outros países. CBASD, vol. 1, p. 474.




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