Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 24 by jquimelli
5 de novembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-24/

Quando lemos a linda história de Isaque e Rebeca, não damos muita importância ao servo a quem Abraão confiou a vital tarefa de buscar uma esposa para Isaque. Na longa viagem, cercado de escravos e joias ele poderia ter fugido, mas preferiu ser fiel ao seu senhor. Ele foi e voltou cumprindo com zelo e obediência o que lhe foi ordenado.

Muitas vezes, deixando de ser servos fiéis, não cumprimos nossa responsabilidade junto ao nosso Senhor e fugimos dEle nos tornando refém do inimigo. Querendo ser grandes, receber destaque e vantagens, nos esquecemos que Grande é o nosso Deus e que Ele sempre será acima de tudo e de todos.

Que nosso orgulho não nos faça esquecer que mesmo tendo posses, tudo pertence ao Senhor e seremos sempre servos. Assim, um dia, como Eliezer, nossa maior recompensa será termos desempenhado nossa missão: retratar o caráter de nosso Senhor e sermos obedientes a Ele.

Maria Eduarda Costa Hilário
Enfermeira
Resende, Rio de Janeiro, Brasil

Postado no blog mundial em: https://www.revivalandreformation.org/?id=257
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



GÊNESIS 24 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
5 de novembro de 2018, 0:55
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COMENTÁRIO GÊNESIS 24 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
5 de novembro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 24 – A escolha do cônjuge é fundamental para nossa vida neste mundo e na vida porvir. Quando o casamento vai mal, afeta o sucesso profissional, social e até espiritual. O contrário também é verdadeiro.

Em 2007 os divórcios aumentaram em 200% em relação ao primeiro estudo do IBGE em 1984. De 30.847 passou a 179.342 divórcios por ano. A desgraça está tomando conta da vida de muitos casais simplesmente por não darem ouvidos à voz da graça de Deus em Sua Palavra. “Cautela!”

Quem casa com qualquer pessoa vive uma vida qualquer, sem valor, sem significado. Muita gente não vive exatamente o que Deus propôs para o casamento porque não pede a Deus para guiar na escolha do cônjuge. É preciso aprender com Isaque e Rebeca:

1. A escolha do cônjuge ideal só acontece mediante a intervenção de Deus, o qual pode utilizar-se de pais e servos experientes (vs. 1-4);

2. É fundamental que a esposa creia e sirva ao mesmo Deus que o marido, e, como só Deus vê o coração, só Ele saberá escolher corretamente (vs. 5-14);

3. Sem muita oração pré-nupcial o casamento facilmente poderá não ser bênção, mas medonha maldição. O servo de Abraão orou com sinceridade pela esposa de Isaque (vs. 12-14). A intercessão pode ser incompleta se o noivo não se dispuser a orar a Deus e meditar em Sua Palavra. Isaque era jovem espiritual, orava e meditava antes de decisões tão importantes que envolvem o casamento (vs. 62-63);

4. Quando se busca a Deus a resposta é surpreendente! Deus valoriza aquele que O busca, compensando na resposta às suas orações. As orações resultaram em uma esposa trabalhadeira, prestativa, atenciosa, educada, amada, bonita, inteligente, decida e reservada (vs. 15-16, 20, 55, 57-78, 65);

5. Amor à primeira vista só acontece de verdade e dá certo apenas quando Deus dirige o encontro de duas pessoas altamente espirituais que consagraram a vida a Ele (vs. 63-67);

6. Os rituais de namoro, noivado e casamento variam de lugar para lugar e de cultura para cultura; contudo, Deus responde a qualquer oração, independente das práticas culturais, quando, antes de procurar casamento, primeiramente busca-se a Ele (vs. 15-61).

Apliquemos esses pontos para vivermos um alto padrão nos relacionamentos! “Conduza, Senhor, meu casamento!” – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 24 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
5 de novembro de 2018, 0:30
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“Isaque conduziu-a até à tenda de Sara, mãe dele, e tomou a Rebeca, e esta lhe foi por mulher. Ele a amou; assim, foi Isaque consolado depois da morte de sua mãe” (v.67).


Dos patriarcas, aquele cuja história é mais resumida e que uniu-se apenas a uma mulher, foi Isaque. Após a grande prova a que fora submetido no monte Moriá e a morte de sua mãe, o próximo relato da vida de Isaque está descrito no capítulo de hoje. “Era Isaque de quarenta anos, quando tomou por esposa a Rebeca, filha de Betuel” (Gn.25:20). Sob a disciplina e orientação de seus pais, o tão esperado filho mostrava em sua vida um caráter digno de um servo de Deus. Não requereu tomar para si mulher que lhe fosse do próprio agrado, mas tão submisso quanto o fora no Moriá, confiou ao Senhor a escolha de sua futura esposa.

A ordem de Abraão refletia o seu conhecimento acerca dos propósitos de Deus e do perigo em desviar-se deles. Lembrando-se de Ló e da ruína que unir-se aos ímpios trouxera à sua casa, temeu e tremeu diante da possibilidade de seu filho unir-se a alguém que lhe maculasse o caráter. “Cautela!” (v.6), ponderou o sábio ancião, a fim de preservar-lhe a integridade. Grande peso foi posto sobre o fiel servo de Abraão, que seguiu viagem consciente da missão desafiadora que recebera. Mas ele conhecia o Deus de seu senhor Abraão e presenciara por anos o quanto a Sua fidelidade era constante na vida do patriarca. Tinha certeza de que Deus não deixaria Abraão sem resposta.

Creio que lhe pesou no coração o fato de ter que, pela primeira vez, assumir a frente como procurador daquele a quem toda vida serviu e admirou. Será que o Senhor lhe seria favorável como sempre fora a seu senhor? E, com humildade de coração, orou clamando pelo favor divino: “Ó Senhor, Deus de meu senhor Abraão, rogo-te que me acudas hoje e uses de bondade para com o meu senhor Abraão!” (v.12). Certamente, isto prova que aprendera aos pés de Abraão as mais sublimes lições acerca da verdadeira educação, habilitando-o para a suprema finalidade: servir a Deus e ao próximo. E foi sob esta mesma perspectiva que aquele servo ponderou ser a melhor forma de identificar a moça escolhida: aquela que prontamente lhe servisse.

Qual não foi a surpresa do servo, quando o Senhor colocou em seu caminho a jovem Rebeca, neta de Naor, irmão de Abraão. Além de atender às expectativas de sua oração, a moça ainda “era mui formosa de aparência, virgem, a quem nenhum homem havia possuído” (v.16) e da linhagem de Abraão. Isaque confiara na provisão de Deus, e Deus lhe daria a mais bela bênção. A união entre Isaque e Rebeca retrata uma das mais lindas histórias de amor da Bíblia Sagrada. Quão grato ficou aquele servo diante do agir de Deus! E quão ansioso estava por apresentar-se diante de seu senhor terreno com a mui formosa vitória! E a comitiva que dantes conduzira com pesado fardo, voltaria com o gozo e a celebração de uma marcha nupcial.

Sob a relva do campo, em um lindo pôr do sol, Deus celebrou aquele casamento com uma alegria tão grande quanto casara nossos primeiros pais. Quando o véu lhe cobriu a face, Rebeca aprontou-se para receber o seu amado. E após conduzi-la para a câmara nupcial, as Escrituras dizem que “ele a amou” (v.67). Foi amor à primeira vista! Ao retirar o véu, seu coração palpitou de emoção ao perceber a mui formosa provisão divina e ao notar nos olhos de Rebeca a alegria em recebê-lo como marido. Esta união é prova suficiente de que todo aquele que confia sua vida nas mãos do Senhor e O busca, através de uma vida de comunhão com Ele, Deus envia ao seu encontro as mais formosas bênçãos. E a maior de todas elas, Ele prometeu exatamente a “todo aquele que nEle crê” (Jo.3:16). Um dia, o cortejo não será da noiva, mas do Noivo, em busca de Sua amada igreja. Que Ele nos encontre cobertos com o véu da pureza e justiça de Cristo e, certamente, seremos levados para as bodas que celebrarão o início da nossa união eterna com Ele!

Bom dia, esposa do Cordeiro!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis24 #RPSP



GÊNESIS 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
5 de novembro de 2018, 0:05
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1035 palavras

1-9 Tendo em vista que a escolha dos noivos era feita pelos pais nos tempos do VT, Abraão fez seu principal servo fazer um juramento, enquanto seu representante. Estas são as últimas palavras registradas de Abraão. por baixo de minha coxa. A natureza íntima do gesto simbólico ressalta a seriedade do juramento (Andrews Study Bible).

O juramento descrito tem sido designado como “juramento pela posteridade”, que significa a vingança relativamente a qualquer transgressão do juramento exercida pelos descendentes que procedessem de sua coxa (Bíblia Shedd).

As coxas eram vistas como a fonte de poder vital e procriativo (Dt 33.11; Jó 40.16; Hb 7.10). Tal juramento era inviolável, até mesmo depois da morte daquele a quem havia sido jurado (47.29-31)  (Bíblia de Genebra).

3. não tomarás… das filhas dos cananeus. Abraão dá um exemplo aos seus descendentes para que tomem esposas da linhagem semita, que fora abençoada, e não dos cananeus, que foram amaldiçoados (9.24-27; Dt 7.1-4) (Bíblia de Genebra).
Este mandamento de Abraão corresponde à proibição feita pelo Senhor no sentido de impedir que os crentes se casem com descrentes ( 2 Co 6.14) (Bíblia Shedd).

10 A referência feita à existência de camelos no período patriarcal (séc. 19 a.C.) tem sido apresentada como evidência de inexatidão do relato bíblico. Esta objeção, porém, já foi dissipada pelas descobertas arqueológicas que indicam a existência de camelos domesticados desde o ano 3.000 a.C. (Bíblia Shedd).

12-14 Ó SENHOR Deus. O encontro do servo de Abraão e Rebeca foi planejado em oração (vs 26-17) (Bíblia de Genebra).

Como membro da casa de Abraão, o servo tinha aprendido a orar e pediu um sinal especial da parte do Senhor. O sinal era que se mostrassem atributos de caráter desejáveis na futura esposa de Isaque. Hospitalidade era um valor chave nas sociedades orientais (Andrews Study Bible).

bondade. A palavra hebraica (hesed) significa lealdade ao relacionamento pactual (Êx 15.13) (Bíblia de Genebra).
Um conceito chave nas duas orações do servo (vv 12, 14, 27), enfatizando o compromisso divino na aliança com Abraão (Andrews Study Bible).

16 Três importantes características de Rebeca: ela era muito bonita, ela estava na idade de casar e era solteira (Andrews Study Bible).

A virgindade da moça era importante para assegurar que a descendência seria realmente de Isaque (Bíblia de Genebra).

desceu… subiu. O poço, ou fonte, requeria que se subisse e descesse pela sua encosta várias vezes com um pesado jarro. Prover água para dez camelos sedentos significava retirar 250-400 galões (950-1500 l)(Andrews Study Bible).

22. meio siclo/shekel. Em torno de 1/5 de onça (5.5 g). dez siclos. Aproximadamente 4 onças (113 g) (Andrews Study Bible).

pendente… pulseiras. Tais dádivas deveriam ser reconhecidas pela jovem como presentes de noivado (Bíblia Shedd).

23-28 Deus não havia apenas mandado uma bondosa, hospitaleira e linda mulher, mas também um membro da grande família de Abraão. Betuel [pai de Rebeca] era primo de Isaque (Andrews Study Bible).

29-32 A entusiástica recepção de Labão ao estrangeiro é motivada pela ganância (v. 30), antecipando os tratos posteriores com Jacó (Andrews Study Bible).

33-51 As negociações de casamento começaram com uma refeição e a reapresentação a surpreendente liderança divina. Refeições eram importantes eventos sociais naquela cultura (Andrews Study Bible).

33 Não comerei. Muito mais urgente, para o servo fiel, do que os costumes demorados da hospitalidade do antigo Médio Oriente, é a missão que ele tem de cumprir. Os servos do Senhos não devem mostrar menos urgência em cumprir sua missão de divulgar as boas novas do evangelho para o mundo (cf Lc 10.4 com 2 Tm 4.2; Mc 13.10) (Bíblia Shedd).

49 Ou para a direita ou para a esquerda. Isto significa que o servo de Abraão se dispunha a procurar esposa para Isaque entre outras famílias aparentadas a Abraão (Bíblia Shedd).

50 Labão e Betuel. A proeminência de Labão na história e a ordem dos nomes neste verso sugerem que Betuel estava de algum modo incapacitado e que a liderança do clã já havia sido passada ao seu filho (Andrews Study Bible).

52 A terceira oração do servo é uma oração de agradecimento, seguida pela entrega do dote. O dote era um pagamento de compensação pela perda dos serviços da noiva e sua geração potencial (Andrews Study Bible).

53 Os presentes oferecidos à mãe e ao irmão… eram conhecidos como o Mohar, isto é, espécie de compensação à família pela perda da moça (Bíblia Shedd).

55 alguns dias. O total dos dias é ambíguo; poderiam ser alguns dias ou alguns anos. Jacó ficou com Labão por vinte anos, fugindo da ira de Esaú (27.44; 31.18) (Andrews Study Bible).

58 Irei. O primeiro envolvimento ativo da pretendida noiva nos arranjos do casamento, demonstrando o importante papel da família. Rebeca está pronta para ir (Andrews Study Bible).

A própria moça não foi consultada , pois esse era o costume oriental, mas sua prontidão para partir sem demora, no dia seguinte, deixa claro que seu coração fora conquistado. Essa resposta favorável fez com que Eliezer se prostrasse com ações de graça. Será que estamos sempre tão ansiosos para louvar com estamos para orar? […] Quando seus amigos seus amigos lhe sugeriram um adiamento para a partida, Rebeca não lhes deu ouvidos. Adornada com suas jóias, a moça desejava muito ver o noivo pessoalmente. Sua decisão, “Irei”, encerrou o assunto. O antegozo de nossa herança espiritual aumenta nosso anseio de ver e estar com aquele que, não tendo visto, amamos (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

62 A fonte chamada de Beer-La-Roi é a mesma que fora indicada por Deus a Agar para salvar a vida de Ismael (cf Gn 16.14). Isaque ali viveria após a morte de Abraão (25.11) (Bíblia Shedd).

66 contou a Isaque. Como a narrativa muda sua atenção para Isaque, o relatório do servo a Abraão é omitido e passa-se a tratar diretamente acerca do futuro patriarca (Bíblia de Genebra).

67 amou. Isaque recebe Rebeca como sua noiva e a ama. A Escritura destaca o importante relacionamento, mesmo num casamento arranjado. Note tanto a ausência de menção a Abraão quanto a importância de Sara. Quando Rebeca entra na tenda da falecida matriarca, ela também toma o lugar da matriarca no clã. Agora é a vez de Isaque e Rebeca verem as promessas divinas serem cumpridas. De  acordo com 25.20, Isaque tinha 40 anos de idade quando casou-se com Rebeca. Abraão teria nesta época 140 anos de idade e se ainda viveria como parte do clã por mais 35 anos. Contudo, sua liderança havia passado e ele não é mais o ator principal da história (Andrews Study Bible).



GÊNESIS 24 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
5 de novembro de 2018, 0:05
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