Reavivados por Sua Palavra


GÊNESIS 46 by jquimelli
27 de novembro de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/genesis/gn-capitulo-46/

Gênesis 46 fecha o círculo da história de José. Há muito tempo, o luto de Jacó por seu filho morto se transformara em uma dor surda que não desaparecia. Agora, há um enorme nó na garganta quando ele descobre que seu filho está vivo, afinal. Mas eles ainda terão um relacionamento depois de todos esses anos? E a promessa que Deus fez à sua família – era imaginária?

Jacó oferece um sacrifício a Deus antes da viagem, mas ele está nervoso. Naquela noite, Deus fala com Jacó e diz a ele para não ter medo porque a promessa ainda permanece válida (vs. 3).

José e Jacó têm uma maravilhosa reunião – Jacó achou que seu filho estava morto, mas ele está vivo! Eles se abraçam e choram juntos por um longo tempo.

José aconselha sua família a dizer aos egípcios que eles são pastores, uma profissão que ele diz que os egípcios pensam ser uma “abominação”, para que possam viver longe dos egípcios em Gósen. Embora seja uma boa terra, eles também serão capazes de viver separados das influências religiosas e culturais da região e praticar mais livremente sua fé.

Passar-se-ão centenas de anos até que a família deixe o Egito, mas Deus ainda cumprirá Sua promessa.

Michael Peabody
Advogado, Los Angeles, CA

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=292
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli

 

Ouça em áudio (voz: ValescaConty):



GÊNESIS 46 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
27 de novembro de 2018, 0:55
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GÊNESIS 46 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
27 de novembro de 2018, 0:45
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GÊNESIS 46 – A Palavra de Deus, em sua totalidade, é impressionante; merece nossa atenção. Este capítulo é importante; o qual pode ser divido assim:

1. Jacó abandona Canaã e viaja ao Egito com toda sua família (vs. 1-27);
2. Jacó e José se reencontram após mais de duas décadas (vs. 28-34).

Antes, porém, de considerar alguns pontos teológicos, reflita: José conseguiu, pela graça divina, reunir e restaurar toda sua família. Mas, o que aconteceria se…

• …Ele se vingasse de Potifar e sua esposa assim que tornou-se governador?
• …Ele se vingasse de seus irmãos depois de toda injustiça que fizeram contra ele?
• …Ele usasse o poder que agora tinha nas mãos para oprimir àqueles que lhe oprimiram outrora?

É facilíssimo estragar tudo; por tal facilidade que a atitude de Jacó em relação a José provocou ciúmes, inveja e ódio em seus outros filhos; os quais ganharam dinheiro vendendo José – estragando ainda mais.

Contudo, a parte positiva é que, embora a maioria esteja empenhada em fazer estragos, se apenas um membro da família colocar-se nas mãos de Deus, tornar-se-á instrumento que restaurará tudo que está arruinado.

Este capítulo confirma a realidade dos dois sonhos de infância de José. O primeiro: 11 feixes de trigo se inclinavam diante do dele (representava seus irmãos); o segundo: O sol, a lua e as estrelas inclinavam-se diante dele (incluía seus pais – embora sua mãe já estivesse falecida, 37:6-11).

José é governador do Egito, que, além de ser a maior potência política da época, era a única nação que tinha sua economia estável quando todas as outras enfrentavam uma crise de alimento. Graças a José, o sonhador e intérprete de sonhos, o Egito estava “nadando no dinheiro” enquanto a economia do mundo despencava abruptamente.

Aliás, o foco é Deus! Não podemos ignorar esta verdade. Se não fosse Ele, José seria um mimado, ou um frustrado escravo amargurado.

Deus já havia profetizado a Abraão tempos atrás que sua descendência peregrinaria em terra estrangeira, e seria reduzida à escravidão; entretanto, após 400 anos e o julgamento divino, sairia com muitas riquezas. Esta profecia está registrada em Gênesis 15:13-14.

Deus conhece não só detalhes sobre o futuro, Ele cumpre tudo que promete! Este capítulo fortalece nossa certeza/confiança/fé em Sua Palavra!

“Senhor, reaviva-nos profusamente. Amém” – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 46 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de novembro de 2018, 0:30
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“Então disse: Eu sou Deus, o Deus de teu pai; não temas descer para o Egito, porque lá Eu farei de ti uma grande nação” (v.3).


Sem demora, Israel partiu em direção ao Egito. Seu coração, porém, apesar de ansioso pela expectativa de reencontrar seu amado filho, estava temeroso pelo fato de ter de deixar de novo a terra das peregrinações de seus antepassados. Perplexo pelos últimos acontecimentos, Deus lhe falou através de “visões, de noite” (v.2). Chamando-lhe pelo nome de nascimento, o Senhor o confortou com a confirmação da promessa outrora dada a seus pais e com a certeza de que veria José novamente. Então, prosseguiram viagem “para o Egito, Jacó e toda a sua descendência” (v.6).

De um grupo de setenta pessoas, o Senhor suscitaria uma inumerável nação. Mas à cada genealogia contida na Bíblia encontramos o desejo de Deus de relacionar-Se pessoalmente com cada indivíduo. O encontro de José com seu pai deveria ser vivido entre nós e o Pai todos os dias em nossos lugares de oração. Assim como Jacó foi ao encontro de José e este, assim que o soube, correu ao seu encontro, quando compreendemos que Deus vem ao nosso encontro primeiro a nossa reação deveria ser a mesma de José, “lançando sobre Ele toda a [nossa] ansiedade, porque Ele tem cuidado de [nós]” (1Pe.5:7).

Oh, amados, não foram os carros de Faraó, a abundância de cereais e nem as terras férteis do Egito que proporcionaram aquele emocionante encontro, mas a fidelidade de um Deus que não muda (Ml.3:6). Há um encontro marcado entre Deus e todo aquele que O busca e O invoca (Jl.2:32); todo aquele que descobriu em Jesus um precioso Amigo. Eu creio que se cumprirá em minha vida a promessa de Apocalipse 21:4, de forma pessoal. Muito em breve, poderei me lançar nos braços do meu Salvador e chorar “assim por longo tempo” (v.29), enquanto Ele enxuga as minhas lágrimas com Suas fortes mas suaves mãos, e enquanto minhas lágrimas Lhe escorrem por entre as marcas da cruz, Ele olhará com o mesmo olhar de graça com que olhou Pedro após negá-Lo e me dirá: “Pronto, minha filhinha, agora você está segura para sempre!

Você deseja por este encontro?

Então, dia após dia, olhe para Jesus e você viverá para contemplá-Lo para sempre!

Bom dia, salvos pela contemplação de Cristo!

Desafio do dia: Medite nas cenas finais da vida de Jesus, Sua morte e ressurreição. Faça disto um hábito diário.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis46 #RPSP

Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
https://www.youtube.com/channel/UCzzqtmGdF4UqBopc6CRiqLA



GÊNESIS 46 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
27 de novembro de 2018, 0:05
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Gênesis 46 – Comentários selecionados by jquimelli
27 de novembro de 2018, 0:05
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588 palavras

1-4 O movimento para o Egito se inicia com um serviço sacrifical em Berseba (veja 26:23-24; 28:13). Após um longo período de silêncio divino, Deus fala novamente a Jacó (pelo menos de acordo com o texto bíblico). Deus fala de novo a Jacó, assegurando a ele a Sua presença (mesmo fora da terra prometida) e Seu compromisso de fazer de suas promessas a Abraão uma realidade (Andrews Study Bible).

1 ofereceu sacrifícios. Berseba foi o lugar da adoração de Abraão (21.32-33), Isaque (26.23-25) e Jacó (28.10-15) (Bíblia de Genebra).

3 É provável que Jacó se estivesse mostrando tão relutante em ir para o Egito pelo fato de ter em mente a aliança vinculada com Abraão mediante a qual a terra de Canaã estava prometida a seus descendentes. em virtude da certeza que Deus lhe dera de que, não somente seria preservada a família (cf 45.7), mas haveria de multiplicar-se e tornar-se numa poderosa nação, a qual haveria de voltar e entrar na posse da terra e da herança, Jacó resolveu partir. Bíblia Shedd.

4 A mão de José fechará os teus olhos. Lit. “José fechará teus olhos quando morreres”. Uma palavra de conforto para o idoso Jacó, de que ele morreria em paz, na presença de José (50.1, cf 15.15) (Bíblia de Genebra).

6 Toda a descendência de Jacó foi para o Egito, em cumprimento do plano divino (cf v 3). Dois eram os propósitos: 1) Estabelecendo-se em Gósen, os filhos de Israel estariam isolados das influências paganizadoras, tanto de Canaã como do Egito; 2) Por outro lado, porém, o povo de Deus entrava em contato, daquela maneira, com a mais avançada civilização contemporânea. Entre outros benefícios, encontram-se os seguintes: regime governamental sem o qual a nação nem mesmo chegaria a existir, administração baseada em estatutos legais, além da escrita, sem a qual Moisés jamais poderia ter escrito os cinco primeiros livros da Bíblia. Bíblia Shedd.

8-27 A lista dos nomes dos descendentes de Jacó até a terceira geração identifica todos que foram ao Egito. As crianças e netos de Lia vem primeiro (vs. 8-15), seguidos pelos de Zilpa (vs. 16-18), Raquel (vs. 19-22) e Bila (vs. 23-25) (Andrews Study Bible).

estes são os nomes dos israelitasque foram para o Egito. Repetido palavra por palavra em Êx 1.1 … em que apresenta o cenário da história do Êxodo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

26 todos eram sessenta e seis pessoas. O número sessenta e seis corresponde aos constituintes da família de Jacó, não incluindo o próprio Jacó, José  e os dois filhos deste. … De acordo com a Septuaginta, o número dos que partiram para o Egito era de setenta e cinco, que é também o número dado por Estêvão (At 7.14). Os cinco adicionais viriam a ser os netos de José, provavelmente. Bíblia Shedd.

Em Atos 7:14, Estêvão menciona setenta e cinco pessoas em sua recontagem da história de Israel, muito provavelmente baseando-se (como crente grego) na Septuaginta Grega, que inclui cinco mais nomes nesta seção. O número setenta expressa complitude no VT. Gideão tem setenta filhos (Jz. 8:30), assim como Acabehab (2 Rs. 10:1). Em Gên. 10, o total dos descendentes dos filhos de Noé é de setenta e representam a população mundial completa. Num. 11:16, 24 e Êx. 24:1,9 mencionam 70 anciãos como representativos de todo o povo (Andrews Study Bible).

30-34 José prepara sua família para uma audiência com o líder da superpotência daqueles dias. Textos egípcios não sugerem uma aversão particular contra pastores. Talvez José queira dizer que os egípcios não gostem de pastores vagueando e fazendo uso de suas poucas terras utilizáveis. Desde que a maioria dos egípcios eram fazendeiros, havia provavelmente forte antipatia por pastores seminômades que não controlam o suficiente suas ovelhas (Andrews Study Bible).




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